Sem acordo no TRT, greve de TI continua em SP

Após audiência hoje à tarde no Tribunal Regional do Trabalho, a greve da categoria paulista de profissionais de TI continua. Uma nova audiência deve ocorrer na quinta.

Anúncios

Sem acordo no TRT, greve de TI continua em SP
 

Após audiência hoje à tarde no Tribunal Regional do Trabalho, a greve da categoria paulista de profissionais de TI continua. Uma nova audiência deve ocorrer na quinta.

O encontro, reunindo Sindpd e Seprosp, foi tenso, com o sindicato patronal mostrando-se relutante quanto ao porcentual de aumento salarial para os trabalhadores e sobre a proposta de concessão obrigatória por parte das empresas do benefício de Participação em Lucros e Resultados (PLR).

O Seprosp (patronal) manteve a sua proposta de reajuste de 7,5% e defendeu que o benefício de PLR fosse “espontâneo”. O Sindpd discordou.

O valor de vale-refeição foi outro ponto em que o Seprosp contestou, afirmando que “com R$ 8 se come muito bem”. O MPT havia sugerido R$ 12 para jornada de trabalho de oito horas, com acréscimo de R$ 6 nos casos de carga horária superior.

O sindicato patronal questionou a legitimidade da greve, afirmando que o Sindpd não comunicou às empresas sobre a paralisação iniciada nesta segunda após a audiência de sexta com o Ministério Público do Trabalho, argumento contestado pelo sindicato dos trabalhadores de TI.

A fim de tentar uma solução para a categoria, o TRT propôs reajuste de 8,05% (sendo 1,5% de aumento real), porcentual de aumento apoiado pelo Ministério Público, presente na audiência. O TRT também propôs vale-refeição de R$ 10,00 e aplicação de PLR. Mas não houve acordo com o Seprosp.

Sem definição sobre os temas econômicos, o Tribunal designou um relator para o processo, que deverá dar uma posição definitiva sobre o caso provavelmente em uma nova audiência na quinta-feira.

Fonte e Direitos Autorais: Rogerio Jovaneli, de INFO Online Terça-feira, 29 de março de 2011 – 15h26

Internet móvel no país crescerá 108% ao ano

Para a Cisco, um dos maiores fabricantes de equipamentos para redes do mundo, não há dúvida de que o futuro da internet está nos dispositivos móveis. A empresa prevê que, nos próximos quatro anos, o tráfego de dados gerado por esses aparelhos vai crescer 39 vezes no Brasil. A taxa anual de crescimento será de 108%.


Internet móvel no país crescerá 108% ao ano

Para a Cisco, um dos maiores fabricantes de equipamentos para redes do mundo, não há dúvida de que o futuro da internet está nos dispositivos móveis. A empresa prevê que, nos próximos quatro anos, o tráfego de dados gerado por esses aparelhos vai crescer 39 vezes no Brasil. A taxa anual de crescimento será de 108%.

Essa previsão faz parte da versão mais recente do estudo Visual Networking Index (VNI) que, analisa o tráfego de dados global na internet.

O VNI estima que, em 2015, o Brasil terá 246 milhões de celulares, o equivalente a 1,2 aparelho por habitante. Desse total, 58 milhões – cerca de um quarto do total – serão smartphones, enquanto os demais serão celulares mais simples.

Já o número de tablets em uso no país deverá crescer 81 vezes, chegando a 5,7 milhões de unidades em 2015. A Cisco também antecipa que 32 milhões de brasileiros estarão na internet, mas não vão usar o computador para isso.

Eles estarão conectados exclusivamente por meio de dispositivos móveis. Essa parcela dos internautas vai corresponder a 49% do total. Outro dado do relatório é que o total de laptops no País deve crescer cinco vezes, atingindo 18 milhões de dispositivos.

Os números podem impressionar, mas não são exclusividade do Brasil. No mundo inteiro, calcula a Cisco, haverá 7,1 bilhões de dispositivos móveis conectados em 2015. O número é quase igual à população mundial projetada para daqui a quatro anos.

O tráfego de dados previsto para o ano de 2015 (75 exabytes) será equivalente à transmissão de 19 bilhões de DVDs ou de 536 quatrilhões de torpedos pela internet.

Fonte e Direitos Autorais: Mauricio Grego, de EXAME.com Terça-feira, 29 de março de 2011 – 15h32.

Banda larga no país é cara e lenta, diz estudo

A carga tributária sobre a internet banda larga que chega a 40% no Brasil e a infraestrutura inadequada em alguns estados são dois dos principais desafios para baratear os custos do serviço no país.


Banda larga no país é cara e lenta, diz estudo

A carga tributária sobre a internet banda larga que chega a 40% no Brasil e a infraestrutura inadequada em alguns estados são dois dos principais desafios para baratear os custos do serviço no país.

 

A conclusão é de um estudo divulgado ontem (28) pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

Segundo a pesquisa, o custo da internet de 10 megabytes por segundo (Mbps, a medida de velocidade de transmissão de dados) para empresas no Brasil é de US$ 63,60, mais caro do que o oferecido por países como a Alemanha (US$ 56,90), o Chile (US$ 51,60) e Taiwan (US$ 41,40). O valor cobrado no Brasil, entretanto, é mais barato do que o oferecido pela Rússia (US$ 1.832,80), China (US$ 378,30) e pelo México (US$ 164,80).

No caso da internet de 100 Mbps, o custo no Brasil é de US$ 320, superior aos US$ 310 dos Estados Unidos, aos US$ 231 de Singapura e aos US$ 189 da China. Para a internet de 1 Mbps, a mais lenta, o Brasil tem um custo (US$ 42,80), valor maior que o de países como a Índia (US$ 42,10), a Argentina (US$ 41,30) e o México (US$ 16,50).

Além de oferecer o serviço com um preço menos competitivo do que o de outros países, o Brasil tem metas bem menos ambiciosas do que eles. Enquanto a Coreia do Sul, segundo a Firjan, quer oferecer acesso universal de 1 gigabyte por segundo, isto é, 1.000 Mbps, até 2013, o Brasil tem a meta de oferecer acesso de 1 Mbps a escolas, bibliotecas e unidades de saúde, somente em 2025.

“A gente precisa acelerar muito o nosso passo. Hoje não temos um programa claro que defina compromissos de investimentos e metas arrojadas. Se essa realidade não for mudada, vamos ficar atrás de nossos concorrentes. A tributação é extremamente excessiva no Brasil. O Plano Nacional de Banda Larga prevê desoneração para acessos residenciais que custem até R$ 30. Além do baixo valor do plano, que é compatível apenas para velocidades baixas de internet, há uma exclusão do setor empresarial”, afirmou o gerente de Infraestrutura da Firjan, Cristiano Prado.

Segundo ele, o imposto sobre banda larga no Japão é de 5% e na Argentina, de 27%. Além de reduzir os impostos no Brasil, um dos desafios para melhorar o acesso à internet banda larga no país, segundo a Firjan, é investir em linhas troncais (linhas principais) de fibra ótica e em suas ramificações, nos diversos estados.

Fonte e Direitos Autorais: Agência Brasil Terça-feira, 29 de março de 2011 – 11h13.

Material de Apoio – SQL Server


Pessoal, boa tarde.

Como de costume, estou de volta com mais alguns arquivos sobre o SQL Server que podem ajudar a todos em suas atividades.

Boa parte de material é de fontes oficiais Microsoft, trazendo informações de grande importância e podem ilustrar e esclarecer diversas dúvidas e escolher como aplicar alguns procedimentos.

Fique a vontade para compartilhar e distribuir este material entre seus colegas, o conhecimento deve ser disponibilizado entre todos.

Segue abaixo o relação:

Segurança de Dados no SQL Server 2005

O valor de negócio da migração de Oracle para SQL Server

Microsoft SQLServer 2008 OLTP

Microsoft SQL Server 2008 BI

Integrar o Visio 2007 e o Microsoft SQL Server 2005

História sobre o SQL Server

Gerenciamento do SQL Server com o SQL Server 2005 Management Studio Express Edition

Fundamentos e Modelagem de Bancos de Dados Multidimensionais

Escolhendo o SQL Server 2008 para DW

Embedding SQL Server Express into Custom Applications

Até mais.

Enquete

Enquete…


Pessoal,

Estou de volta com mais uma enquete. Desta vez, gostaria de saber quais recursos de alta disponibilidade você utiliza em seu ambiente com o SQL Server.

Conto com o seu voto, participe.

Em breve volto com o resultado, até mais.

Brasil tem 37,4 mi de usuários de banda larga

Dados liberados hoje pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) apontam que os acessos utilizando banda larga (fixa e móvel) no país cresceram 52% em um ano, totalizando uma base de 37,4 milhões de assinantes.


Dados liberados hoje pela Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) apontam que os acessos utilizando banda larga (fixa e móvel) no país cresceram 52% em um ano, totalizando uma base de 37,4 milhões de assinantes.

No período de 12 meses, até fevereiro deste ano, foram ativados 12,8 milhões de novos acessos no país, representando 35 mil novos assinantes diariamente.
O Serviço Móvel Pessoal (SMP), que inclui conexão à internet via modems e redes 3G, cresceu 81,9% no mesmo período, passando de 12,9 milhões para 23,6 milhões de usuários.
Já a banda larga fixa, presente no Serviço de Comunicação Multimídia (SCM), teve um crescimento mais modesto de 18,8%, passando de 11,6 milhões para 13,8 milhões de assinantes.
De acordo com a Telebrasil, ao final de 2010 67% dos domicílios no país possuíam computador com acesso à internet banda larga (fixa e móvel).
Fonte e Direitos Autorais: Monica Campi, de INFO OnlineQuarta-feira, 23 de março de 2011 – 13h05.

Yahoo! renova serviço de buscas

O Yahoo apresentou nesta quarta-feira um serviço de buscas reformulado, com informações sobre filmes até previsão do tempo enquanto usuários digitam os termos da busca.


O Yahoo apresentou nesta quarta-feira um serviço de buscas reformulado, com informações sobre filmes até previsão do tempo enquanto usuários digitam os termos da busca.

Executivos afirmaram que o novo serviço, o Search Direct, vai reduzir o tempo necessário para usuários encontrarem informações na Web. “As pessoas estão procurando por respostas, não por links”, afirmou o executivo do Yahoo Shashi Seth a jornalistas em San Francisco enquanto demonstrava o serviço.
O Yahoo afirmou que o Search Direct estará disponível nos Estados Unidos na quarta-feira em sua página de buscas, e gradualmente será ampliado para outras seções do Yahoo, incluindo sua página principal.
O serviço exibe informações em uma janela pop-up que é atualizada em tempo real enquanto o usuário digita os termos da busca, como no serviço de buscas do Google.
Fonte e Direitos Autorais: ReutersQuarta-feira, 23 de março de 2011 – 18h38