Mundo terá 15 bilhões de aparelhos conectados a web até 2015

Cerca de 15 bilhões de equipamentos –de computadores a geladeiras– estarão conectados à internet até 2015, num movimento de expansão da conectividade que desafia a infraestrutura mundial da indústria de tecnologia.

Os números foram apresentados por Krig Skaugen, vice-presidente da Intel, ontem em Las Vegas, durante evento promovido pela HP para debater inovações em tecnologia e apresentar produtos ao mercado corporativo.

Segundo Skaugen, o volume é ainda mais surpreendente quando se observa o potencial de conectividade da “internet das coisas” ao longo dos próximos anos. Até 2020, o número será de 50 bilhões de máquinas, que terão seu próprio número IP e serão capazes de se conectar com outros equipamentos e interagir com pessoas, no movimento da real automação residencial e corporativa.

“A indústria ainda não está preparada para suportar esse crescimento. Na última década o mundo tinha 40 milhões de servidores e achava que a conexão estava garantida, mas não estamos nem perto de ter infraestrutura básica para suportar o que virá”, disse o executivo.

Os gargalos, segundo Skaugen, passam por capacidade de servidores, capazes de processar o tráfego de internet gerado pelos novos aparelhos e também pelo consumo de energia que eles vão demandar.

Nos últimos dois anos, o tráfego de dados da internet cresceu exponencialmente. Em 2010, foram trafegados 245 exabytes de dados na internet (o equivalente a cerca de 65 milhões de DVDs), mais do que o volume circulado em toda a história da rede.

Ao mesmo tempo, crescem os custos para ampliar a infraestrutura de armazenamento. Os US$ 58 mil que eram a média de gastos com capacidade de servidor em 2000 passaram para US$ 138 mil no ano passado.

“Para abastecer todos os novos servidores e suportar a estrutura que existirá em 2015 seriam necessárias pelo menos 45 novas plantas de geração de energia a carvão”, afirmou o executivo.

Ainda de acordo com Skaugen, atualmente 2% dos servidores do mundo já correspondem a US$ 15 bilhões gastos por ano só com energia.

NUVEM

Diante dos números, os desafios atuais dos fabricantes de equipamentos –de servidores a computadores– estão em criar produtos mais eficientes em consumo de energia e aproveitar novas tecnologias, como a de computação em nuvem, para responder à necessidade de conexão dos novos dispositivos.

“A computação em nuvem é um dos elementos que podem transformar a economia e que podem contribuir para conectar a próxima onda de cerca de 1 bilhão de pessoas à internet”, disse.

Para a indústria de tecnologia, os sistemas e serviços de computação em nuvem representam um filão importante de recursos.

Estima-se que o modelo –que prevê o processamento central de aplicações e software em servidores espalhados pelo mundo, em vez da instalação em máquinas específicas– movimentará cerca de US$ 40 bilhões neste ano, com potencial para atingir US$ 121 bilhão em quatro anos.

A jornalista CAMILA FUSCO viajou a convite da HP Brasil.

Fontes e Direitos Autorais: Folha.com – Mercado – 07/06/201107h58, CAMILA FUSCO.

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Sobre Junior Galvão - MVP

Profissional com vasta experiência na área de Tecnologia da Informação e soluções Microsoft. Graduado no Curso Superior em Gestão da Tecnologia de Sistemas de Informação. Pós-Graduado no Curso de Gestão e Engenharia de Processos para Desenvolvimento de Software com RUP na Faculdade FIAP - Faculdade de Informática e Administração Paulista de São Paulo. Pós-Graduado em Gestão da Tecnologia da Informação Faculdade - ESAMC Sorocaba. Formação MCDBA Microsoft, autor de artigos acadêmicos e profissionais postados em Revistas, Instituições de Ensino e WebSistes. Meu primeiro contato com tecnologia ocorreu em 1995 após meus pais comprarem nosso primeiro computador, ano em que as portas para este fantástico mundo se abriram. Neste mesmo ano, comecei o de Processamento de Dados, naquele momento a palavra TI não existia, na verdade a Tecnologia da Informação era conhecida como Computação ou Informática, foi assim que tudo começou e desde então não parei mais, continuando nesta longa estrada até hoje. Desde 2001 tenho atuado como Database Administrator - Administrador de Banco de Dados - SQL Server em tarefas de Administração, Gerenciamento, Migração de Servidores e Bancos de Dados, Estratégias de Backup/Restauração, Replicação, LogShipping, Implantação de ERPs que utilizam bancos SQL Server, Desenvolvimento de Funções, Stored Procedure, Triggers. Experiência na Coordenação de Projetos de Alta Disponibilidade de Dados, utilizando Database Mirroring, Replicação Transacional e Merge, Log Shipping. Atualmente trabalho como Administrador de Banco de Dados no FIT - Instituto de Tecnologia da Flextronics, como também, Consultor em Projetos de Tunnig e Performance para clientes, bem como, Professor Titular na Fatec São Roque. Desde 2008 exerço a função de Professor Universitário, para as disciplinas de Banco de Dados, Administração, Modelagem de Banco de Dados, Programação em Banco de Dados, Sistemas Operacionais, Análise e Projetos de Sistemas, entre outras. Possuo titulações e Reconhecimentos: Microsoft MVP, MCC, MSTC e MIE.
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