Stuxnet pode virar nova ameaça, diz EUA

Especialistas em cibersegurança do governo dos Estados Unidos estão alertando que o vírus Stuxnet pode se tornar mais ameaçador, um ano depois de ter surgido em um ataque cujo suposto alvo era o programa nuclear iraniano.

O Departamento de Segurança Interna norte-americano dedicou o último ano a estudar o sofisticado vírus, o primeiro de seu tipo destinado a atacar sistemas de computação que controlam processos industriais, disseram dois funcionários do departamento em depoimento preparado para uma audiência no Congresso.

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Segundo os EUA, o Stuxnet pode se tornar mais ameaçador, um ano depois de ter surgido em um ataque cujo suposto alvo era o programa nuclear iraniano.
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Boston – Especialistas em cibersegurança do governo dos Estados Unidos estão alertando que o vírus Stuxnet pode se tornar mais ameaçador, um ano depois de ter surgido em um ataque cujo suposto alvo era o programa nuclear iraniano.

O Departamento de Segurança Interna norte-americano dedicou o último ano a estudar o sofisticado vírus, o primeiro de seu tipo destinado a atacar sistemas de computação que controlam processos industriais, disseram dois funcionários do departamento em depoimento preparado para uma audiência no Congresso.

O Stuxnet tinha por alvo sistemas de controle industrial vendidos pela Siemens, usados amplamente em todo o mundo para a administração de diversos tipos de instalações, de usinas nucleares e indústrias químicas a sistemas de distribuição de água e fábricas de produtos farmacêuticos.

“O código tem a capacidade de entrar em um sistema automaticamente, roubar a fórmula do produto que está em produção, alterar os insumos sendo misturados e indicar ao operador e ao software antivírus que tudo está funcionando normalmente”, afirmaram os funcionários.

Roberta Stempfley, secretária-assistente interina no serviço de segurança da comunicação e computação, e Sean McGurk, diretor do National Cybersecurity and Communications Integration Center, depuseram perante um subcomitê da Câmara dos Deputados na terça-feira.

Embora companhias de segurança na computação tenham desenvolvido proteções contra o Stuxnet, o departamento teme que hackers criem versões híbridas do vírus, capazes de evitar detecção.

“Os agressores virtuais poderiam usar as informações cada vez mais públicas disponíveis sobre o código para desenvolver variantes destinadas a atacar instalações maiores de equipamento programável”, eles afirmaram no depoimento por escrito.

Alguns especialistas em segurança dizem acreditar que os EUA e Israel tenham criado o Stuxnet para atacar o programa nuclear iraniano.

Fontes e Direitos Autorais: Reuters • Quinta-feira, 28 de julho de 2011 – 16h09.

Autor: Junior Galvão - MVP

Profissional com vasta experiência na área de Tecnologia da Informação e soluções Microsoft. Graduado no Curso Superior em Gestão da Tecnologia de Sistemas de Informação pela Uninove – Campus São Roque. Pós-Graduado no Curso de Gestão e Engenharia de Processos para Desenvolvimento de Software com RUP na Faculdade FIAP – Faculdade de Informática e Administração Paulista de São Paulo. Pós-Graduado em Gestão da Tecnologia da Informação Faculdade – ESAMC Sorocaba. Formação MCDBA Microsoft, autor de artigos acadêmicos e profissionais postados em Revistas, Instituições de Ensino e WebSistes. Meu primeiro contato com tecnologia ocorreu em 1994 após meus pais comprarem nosso primeiro computador, ano em que as portas para este fantástico mundo se abriram. Neste mesmo ano, comecei o de Processamento de Dados, naquele momento a palavra TI não existia, na verdade a Tecnologia da Informação era conhecida como Computação ou Informática, foi assim que tudo começou e desde então não parei mais, continuando nesta longa estrada até hoje. Desde 2001 tenho atuado como Database Administrator – Administrador de Banco de Dados – SQL Server em tarefas de Administração, Gerenciamento, Migração de Servidores e Bancos de Dados, Estratégias de Backup/Restauração, Replicação, LogShipping, Implantação de ERPs que utilizam bancos SQL Server, Desenvolvimento de Funções, Stored Procedure, entre outros recursos. Desde 2008 exerço a função de Professor Universitário, para as disciplinas de Banco de Dados, Administração, Modelagem de Banco de Dados, Programação em Banco de Dados, Sistemas Operacionais, Análise e Projetos de Sistemas, entre outras. Experiência na Coordenação de Projetos de Alta Disponibilidade de Dados, utilizando Database Mirroring, Replicação Transacional e Merge, Log Shipping, etc. Trabalhei entre 2011 e 2017 como Administrador de Banco de Dados e Coordenador de TI no FIT – Instituto de Tecnologia da Flextronics, atualmente exerço a função de Professor Universitário na FATEC São Roque. CTO da Galvão Tecnologia, consultoria especializada em Gestão de TI, Administração de Servidores Windows Server, Bancos de Dados Microsoft SQL Server e Virtualização. Possuo titulação Oficial Microsoft MVP e reconhecimentos: MCC, MSTC e MIE.

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