Microsoft anuncia Office 2013 com integração com Skype


A Microsoftreuniu os jornalistas nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (16) para anunciar oficialmente o Office 2013, e apresentar todas as suas funcionalidades. Entre as novidades estão integração com o Skype para videoconferência, comunicação com as redes sociais, integração total com SkyDrive e interface simplificada para uso em tablets.

Local onde aconteceu o anúncio do novo Office 2013 (Foto: Microsoft/Divulgação)Local onde aconteceu o anúncio do novo Office 2013 (Foto: Microsoft/Divulgação)

O CEO Steve Ballmer subiu ao palco para falar dos novos caminhos da Microsoft, e mencionou o sucesso do Xbox 360, Windows 8 e o tablet Microsoft Surface, que será lançado ainda este ano. Ballmer apresentou o Office não como uma suíte de aplicativos, mas como um serviço para todo tipo de usuário, pessoal ou corporativo.

Antes de tudo, Ballmer ressaltou que o novo Microsoft Office funcionará muito bem integrado ao Windows 8, justamente por ser focado na nuvem. Além disso, ele será mais social no novo sistema operacional da Microsoft.

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Microsoft Powerpoint

O vice-presidente da divisão de Office da Microsoft, Kirk Koenigsbauer, subiu ao palco para falar de cada aplicativo do Office. O primeiro a ser demonstrado no palco foi o Powerpoint. A Microsoft simplificou a interface, focando o uso dos tablets. Assim, o usuário poderá, por exemplo, navegar entre os slides com a ponta do dedo, e dar zoom em algum específico com os dedos no formato pinça.

PowerPoint 2013 (Foto: Reprodução/TechTudo)PowerPoint 2013 (Foto: Reprodução/TechTudo)

Se o usuário quiser utilizar a interface Ribbon para editar ou criar uma apresentação, conseguirá acessá-la com o clique em um botão. Isso pode facilitar o uso do aplicativo em computadores desktop e notebooks, a maior base instalada da Microsoft no mundo. Além disso, o usuário poderá fazer a transição entre um slide e outro como se tivesse manuseando uma folha de papel.

Microsoft Outlook

O Outlook foi simplificado para focar na leitura de e-mails. Assim, alguns elementos não estarão mais presentes, como Calendários.

Na nova interface, o usuário poderá arrastar um arquivo com o dedo para anexar o e-mail, e poderá responder uma mensagem lado a lado com a mensagem original, sem precisar fechá-la.

Microsoft OneNote

O aplicativo de anotações da Microsoft focará em ajudar o usuário a encontrar facilmente suas informações. Além disso, o usuário poderá fazer anotações usando a câmera do tablet, registrando uma imagem direto no OneNote.

O novo OneNote terá um menu de acesso fácil em formato radial, no qual o usuário poderá escolher a fonte escolhida e outros recursos.

Microsoft Word

A grande novidade do Word é esperada há muito tempo pelos usuários o Office: agora, ele lerá arquivos no formato PDF, sem a necessidade de instalação de um programa específico para tal tarefa, nem mesmo um plugin.

Word 2013 Preview (Foto: Reprodução/TechTudo)Word 2013 Preview (Foto: Reprodução/TechTudo)

O Word reforça bem a posição da Microsoft em trabalhar com a nuvem. Quando você abre o programa, ele pede a sua conta da Microsoft (aquele e-mail Live ou Hotmail). Com isso, todas as suas configurações são salvas na nuvem, para que possam ser acessadas em outro computador com Microsoft Office 2013.

Word 2013 Preview (Foto: Reprodução/TechTudo)Word 2013 Preview (Foto: Reprodução/TechTudo)

Do mesmo modo, os documentos também serão salvos no SkyDrive (serviço de nuvem da Microsoft), mas haverá uma versão no dispositivo que estiver usando no momento, seja um computador ou um tablet. O documento em questão se adaptará à tela para uma melhor visualização.

O Word também ganhou integração com as redes sociais. Assim, é possível compartilhar um documento no Facebook e assistir a um vídeo do YouTube direto no documento que estiver aberto.

Microsoft Excel

Entre as novidades do Excel está a função FlashField, que preenche automaticamente as colunas de sua planilha, seguindo algumas orientações prévias.

Integração com o Skype

Como anunciado, o Office 2013 terá opções para trabalho em equipe e, para reforçar isso, a Microsoft colocou integração com o Skype. Deste modo, você poderá realizar uma chamada com qualquer pessoa envolvida no projeto sem precisar trocar de janela e, ainda, começar uma videoconferência com vários contatos e discutir detalhes de documentos em tempo real. Cada usuário poderá fazer sua própria anotação no mesmo documento, usando o dedo ou uma caneta.

Fontes e Direitos Autorais: TechTudo.com – Pedro Cardoso – 16/07/2012 16h04– Atualizado em 16/07/2012 18h11

Como funciona a TI do INSS


São Paulo – Por muitos anos, o instituto nacional do Seguro Social (INSS) foi uma espécie de porta-bandeira da ineficiência governamental. As filas na porta das agências do órgão eram o exemplo máximo desse título nada honroso.

Como um simples pedido de perícia médica podia levar um dia inteiro, as filas começavam de madrugada — o que criou a bizarra profissão de “fileiro”, exercida por desempregados que cobravam até 10 reais para guardar lugar para quem não queria chegar à agência às 4 horas da manhã.

As filas começaram a sumir quando o INSS instituiu uma ferramenta tão banal quanto eficaz: o agendamento por telefone dos atendimentos. Agora, outra iniciativa mostra como é possível injetar eficiência no setor público sem grandes pirotecnias. É a sala de monitoramento do INSS, uma espécie de Big Brother dos serviços prestados pelo órgão.

De uma central na sede do instituto, em Brasília, é possível saber quanto tempo uma pessoa espera para ser atendida em uma dada agência, quanto demora o atendimento no balcão ou qual o serviço mais solicitado. Resultado: a concessão de uma aposentadoria, um dos serviços mais procurados, que levava pelo menos seis meses, hoje pode ser feita em 30 minutos.

A sala de monitoramento teve custo zero. Técnicos do próprio INSS desenvolveram o sistema — um similar de uma empresa privada poderia custar até 120 milhões de reais por mês aos cofres públicos — e os monitores utilizados foram retirados de outras salas do órgão.

Essa infraestrutura caseira recebe os dados online enviados automaticamente pelas 1 288 agências do INSS espalhadas pelo país. As informações se transformam em gráficos e tabelas nos computadores dos técnicos responsáveis pelo monitoramento. É assim que o governo sabe hoje, com precisão, que auxílio-doença é o serviço mais requisitado ao INSS (60% do total de atendimentos).

Isso põe às claras a necessidade de contratação de médicos peritos mais do que de qualquer outro profissional — faltam pelo menos 1 500 médicos no país, segundo a Associação Nacional dos Médicos Peritos da Previdência. E foi assim que as filas nas agências acabaram de vez.

Na agência do INSS em Osasco, na Grande São Paulo, por exemplo, uma das mais ágeis, a espera pelo atendimento é hoje de apenas 10 minutos. “Gestão é informação. Não dá para administrar sem mensurar dados”, diz o secretário executivo do Ministério da Previdência e um dos idealizadores da sala de monitoramento, Carlos Eduardo Gabas. “Nosso sistema pode até ser simples, mas é preciso botar a mão na massa para o óbvio ter serventia.”

Informação é parte decisiva para a melhoria do atendimento, mas não é toda a história. Hoje, 70% da remu­neração dos 40 000 funcionários do órgão está condicionada à superação de metas. O prêmio por mérito põe todos a perseguir objetivos comuns. “Se as metas não são atingidas, ninguém recebe o adicional. Nem eu”, diz Mauro Hauschild, presidente do INSS.

Desde 2006, ano de início dos agendamentos por telefone, a fila de pedidos de benefícios em análise há mais de 75 dias — tempo considerado limite pelo órgão —, que era de 172 000 casos, caiu para 43 000. E o sistema está mergulhando mais fundo nas informações.

O cardápio de dados já inclui os gastos para a manutenção de cada agência. Foi assim que se descobriu um vazamento de água no prédio central do INSS: a conta de água, que normalmente era de até 18 000 reais por mês, repentinamente saltou para 31 000 reais. O conserto foi feito — e o dinheiro dos contribuintes deixou de sair, literalmente, pelo ralo.

Tarefa comezinha para um governo federal? Ao contrário. “A prestação de serviços públicos de qualidade não é um tema menor. É a própria razão de ser do Estado”, diz Claudete Camarano, especialista do Banco Interamericano de Desenvolvimento em projetos governamentais.

Os serviços do órgão ainda têm problemas. Muita gente reclama da demora para a marcação de atendimentos, que teria criado uma “fila virtual”. Essa fila de fato existe: entre o telefonema para marcar o atendimento e a chegada ao balcão da agência, a espera média é hoje de 25 dias.

Mas o sistema atual tem a vantagem de ter metas claras — até o fim de 2012, o objetivo é que a espera por atendimento caia para 21 dias. Outros órgãos do governo agora copiam o sistema do INSS por ordem da presidente Dilma Rousseff, que elogiou a ferramenta quando a conheceu, em janeiro.

Inspirada na iniciativa do INSS, a Casa Civil está criando uma central similar para acompanhar a distância as obras do Plano de Aceleração do Crescimento. Será que a “espiadinha” fará o PAC enfim sair do chão?

Fontes e Direitos Autorais: , de Exame • Terça-feira, 17 de julho de 2012 – 09h13.

Microsoft rompe acordo com NBC para lançar portal


São Paulo – A Microsoft vai se separar da NBC News, abandonando a joint venture MSNBC, para lançar seu próprio serviço de notícias online, informou a NBC News neste domingo. Bob Visse, gerente geral do MSN.com, confirmou à NBC News que havia iniciado a contratação de uma nova operação de notícias, que será lançada ainda este ano.

“Se você começar a pensar sobre o que estamos fazendo no Windows e no aplicativo Bing (mecanismo de busca) – e o que nós faremos por meio de múltiplas plataformas, (a mudança) faz muito sentido para a Microsoft”, disse Visse.

“Nós estamos falando em usar tecnologia e dados para resolver a questão da entrega de informações e distribuição de notícias de formas inovadoras. É realmente difícil para nós fazermos isto quando temos um relacionamento exclusivo com um único fornecedor de notícias”, completou.

Sob a joint venture, a NBC News era a única fornecedora de notícias para o MSN.com – que passará, agora, a ser livre para fechar parcerias com outras organizações de mídia.

Fontes e Direitos Autorais:  • Segunda-feira, 16 de julho de 2012 – 08h04.

Como o exército protege o espaço virtual brasileiro


 São Paulo – Em um futuro não muito distante, as guerras poderão ser definidas sem que um tiro seja disparado. Para inutilizar a infraestrutura inimiga, como os setores de energia e telecomunicações, não haverá a necessidade de realizar ataques físicos: com um clique inicia-se uma invasão às redes desses sistemas.

 

 

A possibilidade de reação é pequena, já que todas as informações militares secretas também estarão nas mãos dos atacantes, por meio da interceptação virtual dos dados. Antes que se perceba, o país já estará dominado pelo invasor.

 

Apesar de parecer história de ficção científica, a guerra cibernética já é realidade. Casos como o do worm Stuxnet, que atacou centrífugas nucleares iranianas, indicam que o espaço virtual será um novo campo de batalha militar. Foi pensando assim que o Ministério da Defesa do Brasil criou, em agosto de 2010, o Centro de Defesa Cibernética do Exército (CDCiber).

 

O órgão é responsável por coordenar ações de proteção à estrutura virtual do país. Para liderar o projeto, o Alto Comando do Exército indicou um oficial que pouco lembra os emburrados militares das Forças Armadas. Simpático, de sorriso fácil e fala tranquila, o general de divisão José Carlos dos Santos, 59 anos, deixou o cargo de diretor do Ensino Preparatório do Exército e se mudou do Rio de Janeiro para Brasília com a missão de comandar 40 militares que formam o efetivo do CDCiber. “A estratégia nacional de defesa colocou a questão da segurança cibernética no mesmo patamar de importância dos setores nuclear e espacial”, diz ele.

 

Em sua sala no Quartel General do Exército, em Brasília, o general Santos confere os e-mails em seu MacBook. Antes de conceder entrevista a INFO, mostra um chaveiro que revela seu clube do coração: o general Santos torce para o Santos. Nascido e criado na cidade de Sorocaba, no interior de São Paulo, o oficial é o filho do meio de um policial que completava o salário trabalhando como taxista.

Estudioso, em 1970 decidiu ingressar na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, por conta da qualidade dos colégios militares. Cogitou estudar engenharia no IME ou no ITA, mas preferiu ingressar na Academia Militar das Agulhas Negras, onde se formou como oficial do exército especializado em comunicações. “Era encarregado de instalar e manter os sistemas operacionais em uma campanha militar. Minha arma de origem é técnica, a arma das comunicações”, diz o general.

 

Em sua mesa de trabalho, dois globos terrestres estilizados revelam o gosto por geopolítica. Fluente em inglês e italiano, Santos participou de duas missões no exterior. Em 1991, ainda como major, compôs um efetivo de paz da ONU em Angola, onde acontecia uma guerra civil. Entre os anos de 2003 e 2005, exerceu o cargo de adido militar na Itália, sob a chefia do ex-presidente e então embaixador Itamar Franco. “É um país maravilhoso, um museu a céu aberto. Além de uma missão, aquela experiência foi um prêmio.”

 

José Carlos

 

 

Promovido em março de 2011 a general de divisão, penúltima maior patente em tempos de paz, José Carlos dos Santos foi escolhido para assumir o comando do Centro de Defesa Cibernética do Exército, considerado um dos projetos-chave das Forças Armadas para a segurança nacional. “O Brasil é o único país dos Brics que não tem um sistema de proteção de estruturas estratégicas, e isso é fundamental para a segurança do país. Afinal, os sistemas estão cada vez mais dependentes de softwares, sendo passíveis de sofrer invasão ou ataque”, diz o oficial.

 

A estrutura do CDCiber ainda não foi finalizada. O Exército tem até o ano de 2015 para completar o efetivo total do órgão, que contará com 130 militares. Nesse período também está prevista a mudança física do centro para uma das cidades-satélites de Brasília. Mesmo assim, os investimentos têm sido altos. A previsão do orçamento para 2012 é de 85 milhões de reais.

 

Por enquanto, os 800 metros quadrados ocupados no Quartel General do Exército já permitiram a instalação do chamado Centro de Consciência Situacional, uma sala de operações responsável por monitorar as atividades e detectar possíveis ataques na rede, por meio de softwares IDS (Intruction Detection Sytem) e IPS (Intrusion Prevention System), além de firewalls e outros recursos de proteção.

 

Coisas como a invasão de páginas oficiais realizadas por meio de ataques de negação de serviço não preocupam o CDCiber. “O que nos preocupa é o vazamento de informação militar crítica, como o nível de nosso combustível, nosso estoque de armamentos, onde estão esses armamentos, a distribuição territorial de nossos especialistas”, diz o general.

Estudioso, em 1970 decidiu ingressar na Escola Preparatória de Cadetes do Exército, por conta da qualidade dos colégios militares. Cogitou estudar engenharia no IME ou no ITA, mas preferiu ingressar na Academia Militar das Agulhas Negras, onde se formou como oficial do exército especializado em comunicações. “Era encarregado de instalar e manter os sistemas operacionais em uma campanha militar. Minha arma de origem é técnica, a arma das comunicações”, diz o general.

 

Em sua mesa de trabalho, dois globos terrestres estilizados revelam o gosto por geopolítica. Fluente em inglês e italiano, Santos participou de duas missões no exterior. Em 1991, ainda como major, compôs um efetivo de paz da ONU em Angola, onde acontecia uma guerra civil. Entre os anos de 2003 e 2005, exerceu o cargo de adido militar na Itália, sob a chefia do ex-presidente e então embaixador Itamar Franco. “É um país maravilhoso, um museu a céu aberto. Além de uma missão, aquela experiência foi um prêmio.”

 

José Carlos

 

 

Promovido em março de 2011 a general de divisão, penúltima maior patente em tempos de paz, José Carlos dos Santos foi escolhido para assumir o comando do Centro de Defesa Cibernética do Exército, considerado um dos projetos-chave das Forças Armadas para a segurança nacional. “O Brasil é o único país dos Brics que não tem um sistema de proteção de estruturas estratégicas, e isso é fundamental para a segurança do país. Afinal, os sistemas estão cada vez mais dependentes de softwares, sendo passíveis de sofrer invasão ou ataque”, diz o oficial.

 

A estrutura do CDCiber ainda não foi finalizada. O Exército tem até o ano de 2015 para completar o efetivo total do órgão, que contará com 130 militares. Nesse período também está prevista a mudança física do centro para uma das cidades-satélites de Brasília. Mesmo assim, os investimentos têm sido altos. A previsão do orçamento para 2012 é de 85 milhões de reais.

 

Por enquanto, os 800 metros quadrados ocupados no Quartel General do Exército já permitiram a instalação do chamado Centro de Consciência Situacional, uma sala de operações responsável por monitorar as atividades e detectar possíveis ataques na rede, por meio de softwares IDS (Intruction Detection Sytem) e IPS (Intrusion Prevention System), além de firewalls e outros recursos de proteção.

 

Coisas como a invasão de páginas oficiais realizadas por meio de ataques de negação de serviço não preocupam o CDCiber. “O que nos preocupa é o vazamento de informação militar crítica, como o nível de nosso combustível, nosso estoque de armamentos, onde estão esses armamentos, a distribuição territorial de nossos especialistas”, diz o general.

 

Fontes e Direitos Autorais: , da INFO • Segunda-feira, 16 de julho de 2012 – 14h05.

8 erros comuns no LinkedIn


São Paulo – A sua página no Linkedin é um currículo aberto para qualquer recrutador ver e analisar friamente. Como está na internet, quaisquer erros que estiverem por lá têm um enorme potencial de repercussão. E, acredite, algumas gafes são mais comuns do que parecem.  Outras podem não ser tão óbvias, mas atrapalham o trabalho do recrutador e, consequentemente, sua possível contratação.

Sua foto é muito informal (ou inexistente)

Não ter uma foto como avatar de rede social, hoje em dia, é quase um sinal de que você não existe. Ok, talvez não seja para tanto, mas é um indicativo de que o profissional não sabe lidar com as novas tecnologias e redes sociais. Para ser bem claro: melhor não criar o perfil a criá-lo e deixá-lo incompleto.

Outro erro mais comum do que se imagina é o de profissionais que colocam fotos extremamente informais. Uma foto descontraída, dependendo do emprego e tipo de empresa em que você trabalha, pode passar. Uma foto que deixa ambíguo se você está sem camisa (fotos na praia ou fotos de rosto com a mulher usando um tomara-que-caia, por exemplo) e imagens suas com aquela cervejinha em mãos? Pode cortar.

Sua URL é a automática em vez de ser personalizada

Se o seu perfil no Facebook já pode ser acessado digitando www.facebook.com/nome-sobrenome (ou variações), então não há desculpas para o seu perfil profissional ser algo terrível de encontrar como www.linkedin.com/93052720358.

Nas configurações da conta já é possível criar uma URL personalizada (e mais memorável) para aquilo que será seu currículo online. Basta ir em editar seu perfil e já no quadro principal há a opção de editar seu perfil público. Nela, você pode escolher o endereço do seu perfil público.

Seu perfil está marcado como privado

De que adianta investir horas atualizando e preenchendo seu perfil se ele não está disponível em buscas? Entre as coisas que os recrutadores podem descobrir a seu respeito no Google, o ideal é que eles possam encontrar páginas criadas e organizadas por você exatamente para mostrar o melhor do seu lado profissional. Melhor do que só encontrarem sua página pessoal no Facebook.

Você está em um milhão de grupos – ou não está em nenhum

Grupos são um dos principais recursos de networking no site. Não pertencer a nenhum é perder a oportunidade de conhecer novos profissionais, debater e mostrar seus interesses. Estar em muitos, por sua vez, dá a impressão que você não participa de fato em nenhum.

Seu perfil não tem recomendações com conteúdo

Só ter recomendações não é o suficiente. Elas têm de vir de pessoas que tenham como escrever a respeito de você: chefes, colegas etc. As melhores recomendações são aquelas específicas, que citem um emprego ou um projeto e seu desempenho nele. Por isso, não adianta (além de ser quebra de etiqueta na rede social), enviar pedidos automáticos de recomendações para todos os seus contatos.

Seu perfil está com sumários muito longos – e na terceira pessoa

Sumário, por definição, não pode ser muito longo. Discorrer por caracteres e caracteres sem fim sobre suas experiências prévias tira a paciência de qualquer um. Inclusive do recrutador.

Outro hábito comum é o de descrever seu próprio histórico profissional na terceira pessoa. Se o perfil é no Linkedin, o recrutador sabe que foi você que criou e alimentou a página. Não há motivos para fingir o contrário.

Erros de português, inglês ou digitação

Pega mal no currículo impresso e também no Linkedin. Leia, releia, peça para algum amigo ler também e fique atento a quaisquer erros na sua página. Se você escolheu redigir em inglês, atenção redobrada. Nada pior do que escrever que tem inglês fluente e se contradizer com algum erro na página.

Mentiras e “meias verdades”

Inglês intermediário vira avançado, avançado vira fluente. Aquele curso de duas semanas na universidade no exterior descrito apenas como “curso de business em Londres” ou as aulas de especialização que acabam se tornando um mestrado. Essas meias verdades são facilmente descobertas, e podem acabar com a sua carreira.

Fontes e Direitos Autorais: , de EXAME.com • Quarta-feira, 11 de julho de 2012 – 10h53.

Office 2013 trará maior integração com a nuvem


Steve Ballmer, CEO da Microsoft, anuncia o novo Office 2013

São Paulo – A Microsoft anunciou hoje a nova versão do pacote Office 2013, também conhecido como Office 15, que ainda está em fase de testes.

Steve Ballmer, CEO da Microsoft, apresentou o Office 2013 como sendo a mais moderna versão do pacote de escritório. “Este é nosso lançamento mais ambicioso do pacote Office”, afirmou o executivo durante o anúncio.

Desenvolvido para trabalhar com o Windows 8 e em telas sensíveis ao toque, traz opções de conexão a computação em nuvem. O novo Office 2013 poderá ser acessado de qualquer lugar e a partir de qualquer dispositivo.

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A principal mudança no Office 2013, no entanto, não é seu visual ou ferramentas. O destaque fica por conta da forma como os documentos podem ser compartilhados. Com o novo Office 2013 será possível, por exemplo, criar um documento no Word em um PC e editá-lo utilizando um smartphone Windows Phone ou um tablet Windows 8.

A grande inovação está na habilidade de permitir aos usuários transmitir uma versão completa do Office para outro PC com as configurações pessoais intactas. Será uma espécie de Office sob demanda, com sincronização de ajustes e documentos.

Por padrão, os programas irão armazenar os documentos online por meio do SkyDrive. Ou seja, os usuários precisarão modificar suas configurações caso queiram salvar os arquivos diretamente na máquina.

Os programas também irão lembrar as configurações, inclusive o ponto de onde o usuário parou na edição de um documento. Serviços com base na internet são uma das apostas que o Google vem tentando promover a alguns anos, por exemplo.

Já entre as novas funções, o Office permitirá escrever com uma caneta stylus na tela de um dispositivo e a escrita será convertida automaticamente em texto.

Haverá também uma integração com a rede social para negócios Yammer e com o serviço de vídeos Skype, ambas as empresas adquiridas pela Microsoft.

Os mapas do Bing farão parte do serviço de e-mails Outlook, que dará direções sobre a localização de um contato.

O Word terá também um modo para somente leitura, que facilitará o processamento de documentos em tablets ou e-readers. Este modo deixará o documento parecendo uma página de livro. Também será possível inserir vídeos em arquivos de texto, ler e editar arquivos PDF no aplicativo ou compartilhar um documento diretamente no Facebook.

A Microsoft irá disponibilizar diversas edições do Office 2013 para usuários finais ou corporativos. O Office 365, software que integra serviços para a plataforma Office, será oferecido como uma assinatura para as licenças do pacote.

Haverá opções que poderão ser instaladas em até 5 PCs, como a edição Office 365 Home Premium. Quem adquirir essa licença também ganhará 20GB de espaço gratuito online no SkyDrive e dará acesso ao Word, PowerPoint, Excel, Outlook, OneNote, Access e Publisher por meio de uma conexão à internet em um computador com Windows 7 ou Windows 8.

No entanto, o Office 2013 só trará suporte para máquinas que rodem os sistemas Windows 7 e Windows 8. Usuários de computadores com sistema Windows XP e Windows Vista precisarão realizar um upgrade na plataforma caso queiram utilizar o novo pacote.

O Office 2013 será lançado no início do próximo ano. A partir de hoje a empresa irá liberar o acesso a primeira versão de testes do pacote de utilitários, chamada de Customer Preview, também na expectativa do lançamento do novo sistema Windows 8, previsto para outubro.

Fontes e Direitos Autorais: , de INFO Online • Segunda-feira, 16 de julho de 2012 – 16h15.