Windows 8 é virada no modo que empresas consomem aplicativos

Com a criação de aplicativos integrados, Microsoft pode redefinir tipo de uso do tablet, formato criado há dois anos pela Apple com seu iPad.


Minha experiência recente usando o Samsung Series 7 executando o Windows 8, que será lançado oficialmente em 26 de outubro, me convenceu de que esse é um momento potencial de virada de jogo para a Microsoft.

Mas antes de o jogo virar, especialmente para as empresas, a fabricante precisa mostrar como a competição se parece e quais suas regras. Tivemos uma prévia na apresentação de Tami Reller e Kirill Tartarinov, os diretores do Windows e Dynamics, respectivamente, mas apenas isso não é suficiente. Para levar o mercado a acreditar na visão do Windows nas empresas, a companhia precisa criar aplicativos matadores que mostrem o potencial do Windows 8, Dynamics, Azure e o resto do pacote da marca.

É uma oportunidade sem precedentes e perdê-la não é uma opção. A multinacional está pronta para refazer a experiência de usuário de PCs, tablets e telefones, o que pode mudar completamente um mercado de tablets definido pela Apple há dois anos. E o essencial para fazer isso é mostrar como os usuários – e desenvolvedores – podem ver interação entre esses três tipos de dispositivos.

A oportunidade de juntar PCs, tablets e telefones é única para o Windows 8: a Apple tem o Mac OSX para computadores e iOS para tablets e telefones; o  Google tem Android para tablets e smartphones e basicamente se apoia em navegadores para entregar a experiência de usuários em desktops. A Microsoft tem um posicionamento diferente com o Windows 8: foco em PCs e tablets, amparado com o futuro Windows Phone 8 para celulares.

Mas essa singularidade do Windows não deve durar muito. É difícil imaginar que em 12 meses a Apple não tentará fundir suas três plataformas de uma maneira ou outra, particularmente se o Windows 8 fizer sucesso. Tenho menos confiança no Google.

Apesar de tudo, o desafio para Microsoft é importante. Além da necessidade de um aplicativo matador para demonstração, é preciso impressionar milhões de desenvolvedores de empresas, muitos dos quais já estão no mercado iOS. O sistema operacional precisa obliterar  o desastre chamado Windows Phone 6 e seu sucessor, o Windows Phone 7, que provou ser outro beco sem saída para os desenvolvedores. Para levar os desenvolvedores a produzir milhões de apps do Windows 8, o valor agregado tem que ser muito melhor do que o do iOS e do Android.

Assustador?

Construir esse app matador pode ser mais assustador do que parece, mas em grande parte por conta da gama de conceitos e tecnologias que devem ser incluídos. Conceitualmente, o Windows 8 é o primeiro ambiente de desenvolvimento e implantação que abrange a experiência de usuário do smpartphone, tablet e PC. Mas há uma peculiaridade: o Surface. Tablets como o Series 7 e os muitos dispositivos híbridos (tablets + ultrabooks) que entrarão no mercado estão quebrando a barreira artificial criada pela Apple, com o iPad, entre esses dois tipos de produtos. Considerando que o iPad é essencialmente um dispositivo de consumo, o tablet com Windows 8 será tanto para criação quanto consumo. Com muitos novos hardwares ou chegando com teclados embutidos (como Surface e os laptos que podem ser convertidos) ou suporte para vários teclados Bluetooth (como Series 7), a linha entre PCs e tablets começa a se diluir.

O que significa que ambas as experiências de usuários que caracterizam esses dispositivos – entrada de teclado e mouse no PC e entrada multitoque no tablet – será coberta em alguns, se não em todos, aplicativos Windows. Do ponto de vista do design, isso é mais complexo do que pode parecer: não apenas é possível adicionar um teclado em mouse nos apps Windows 8, mas ele também permite que se estenda a opção de tela, então é possível ter a experiência pura de teclado e mouse (sem toque) em um monitor e o desempenho de toque, ou até mesmo touch mais teclado e mouse, no tablet.

Aparência e efeito

Essas multientradas e capacidades multitela podem estender absurdamente como um aplicativo  pode parecer e fazer no Windows 8. Um programa poderia ter toque, teclado e mouse como sua tecnologia de entrada, dependendo de cada uso em particular? Por que não? Imagine um software de gerenciamento que perceba as partes do processo em campo (inspeção, verificação, controle de inventário e serviço, por exemplo) e na mesa do usuário (despacho, verificação, serviço de campo e aprovações). O mesmo usuário poderia levar seu Surface ao local, inspecionar e verificar usando a interface do tablet e depois abrir o teclado e escrever um relatório detalhado. Esse relatório poderia ser mostrado em uma apresentação com base no toque ou modificado para colaboração com diferentes modos de entrada de usuários, dependendo os dispositivos dos colaboradores: tablets ou Windows Phone.

Em outras palavras, a distinção entre o que acontece no “modo móvel” e o que acontece no “modo desktop” poderia ser parte do mesmo app, e ter uma experiência de usuário similar.

É importante frisar que não pude verificar exatamente quão parecidas ficaram as experiências nas três plataformas. A Microsoft não define o grau de compatibilidade, particularmente quando se fala na plataforma de telefone e como irá impactar no design do app.  Mas pelos burburinhos, a possibilidade de um aplicativo que abranja todas as plataformas é, ainda, uma teoria.

Obviamente não será possível para todos os aplicativos. Mas observando pelo lado do desenvolvimento e licenciamento, há muitos casos onde a construção de um software que cubra todo o processo da empresa e que abranja as três plataformas será muito importante tanto para os desenvolvedores quanto para os clientes.

Há várias coisas a serem medidas antes de avaliarmos como um app matador seria. A grande questão é simplesmente quão bem o Windows 8 dará suporte para diferentes implementações. Também é necessário esclarecer se um aplicativo Windows 8 nativo terá simultaneamente o uso de desktop de mouse e teclado e de tablet com o toque: tentei ver se meus apps no Series 7 davam suporte para esse tipo de operação e a resposta foi negativa.

Apesar de essas questões parecerem triviais, a pergunta subentendida é: Quão diferente será a experiência do Windows 8 do que nós experimentamos hoje em desktops, tablets e smartphones?  Posso imaginar inúmeros cenários onde alterne o uso entre os dispositivos.

A questão para os aplicativos das empresas é que há muitos processos que poderiam abranger os três dispositivos e o usuário ganharia com isso. Esse ganho pode ser traduzido em oportunidade para a Microsoft e seus parceiros e em dor de cabeça para a Apple e Google.

Mas para realizar esse feito, a empresa precisa mostrar ao mundo como é um app coorporativo matador. Talvez um parceiro mostre antes, mas acredito que essa deva ser uma tarefa da Microsoft. Se a companhia deseja que o mercado vire a seu favor, deve se mexer. A Apple definiu o dispositivo de consumo. Para Microsoft, resta a tarefa de reinventar o consumo para incluir a criação.

Tradução: Alba Milena, especial para o IT Web | Revisão: Adriele Marchesini

*Texto de responsabilidade da rede de jornalismo norte-americana UBM. O IT Web traduziu e editou o conteúdo levemente.Leia o original aqui.

** Nota do IT Web: o jornalista norte-americano não citou o problema de incompatibilidade de aplicativos e drives que envolve as versões do Windows 8 RT (com chips ARM) e as demais versões do Windows 8 (x86). Por isso, o IT Web aconselha leitura dos seguintes materiais: Chip híbrido da AMD com ARM tornaria Windows 8 e Windows 8 RT compatíveis e HP optará por x86, em vez de ARM, em seus próximos tablets corporativos com Windows 8.

Saiba mais:

Windows 8 chega em 26 de outubro; veja como atualizar seu PC

Atualização para Windows 8 Pro custará US$ 39,90

Windows 8 é pontapé para unificar plataforma de PCs, tablets e smartphones

Windows 8 é o último grande sistema operacional a ser lançado

Fontes e Direitos Autorais: Home »Tecnologia e Internet » Produtos e Serviços »             Apple |             Google |             Microsoft |             PC |             smartphone |             tablet |             Windows 8 – Perspectiva | 24 de julho de 2012.

O fato: 80% dos gestores não ligam para desenvolver a equipe


Gestores não falam com equipe sobre desenvolvimento, e, se falam, fica só nisso
São Paulo – Se você encontrar o presidente de sua empresa no cafezinho, com certeza lhe dirá que está atraindo, retendo e desenvolvendo talentos. Mas você pode fazer parte dos 80% de gestores que, falando claramente, não ligam para isso.A consultoria LHH/DBM, especializada em gestão de pessoas e carreiras, realizou uma pesquisa com 450 executivos nos Estados Unidos e constatou a distância entre o discurso e a prática. Dos entrevistados, 79% afirmaram que seus gestores às vezes, raramente ou nunca demonstram interesse no desenvolvimento profissional da equipe.

Só 21% dos entrevistados afirmaram que seus gestores mostravam, claramente, interesse em discutir sua carreira e seu desenvolvimento. “A maioria dos líderes não está preparada para esse tipo de conversa com sua equipe”, afirma Caroline Pfeiffer, diretora de Marketing e Vendas da LHH/DBM no Brasil.

Esconde-esconde

Há um típico jogo de esconde-esconde nessas situações. O gestor finge que se interessa pelo desenvolvimento das pessoas, mas submerge nos compromissos do dia-a-dia e nunca abre espaço para conversas formais sobre o tema. E, se abre, percebe que não está preparado para isso.

Primeiro, porque é preciso maturidade e confiança para que todos falem com clareza de expectativas, deficiências e competências. Segundo, porque não conhece as possíveis trilhas que seus subordinados podem seguir dentro da empresa para crescer.

E, por fim, porque incomoda a ideia de que eles possam encarar seu desenvolvimento como etapa para mudar de empresa. Não investir recursos em alguém que dá sinais de que quer ir embora, ou ter medo de vê-lo roubado pela concorrência, é um argumento comum de gestores para não desenvolver a equipe.

“O problema disso é que a empresa vai viver sempre na mediocridade, porque não vai desenvolver plenamente o potencial de ninguém”, afirma Caroline.

Medo íntimo

Outro motivo para que os gestores não desenvolvam, efetivamente, os talentos geralmente só é confessado por eles para o travesseiro: o velho medo de formar a pessoa que vai roubar o seu cargo.

Há vários equívocos neste pensamento. O primeiro e mais óbvio é: sem formar um sucessor, o gestor não conseguirá, ele próprio, ser promovido na empresa. E, por fim, a própria empresa pode chegar à conclusão de que ele mais atrapalha do que ajuda. “Se eu tenho um líder com medo de criar sucessores, por quanto tempo vou querê-lo na minha empresa?”, pergunta Caroline.

Se tudo isso, para você, é apenas conversa de RH para agradar ao presidente no cafezinho, lembre-se do seguinte: uma pesquisa da Towers Watson mostrou que, no Brasil, literalmente metade dos entrevistados acredita que só crescerão na carreira se mudarem de emprego. E o motivo é simples: não sentem que as empresas estão investindo neles.

Fontes e Direitos Autorais: , de EXAME.com • Terça-feira, 24 de julho de 2012 – 12h05.

Ciência Sem Fronteiras suspende bolsa de 25 alunos

O programa Ciência Sem Fronteiras, uma das apostas do governo federal para a formação de pesquisadores, decidiu não renovar bolsas de pelo menos 25 estudantes que estão no exterior, forçando-os a abandonar estudos e pesquisas.

As bolsas foram concedidas inicialmente por seis meses, com a possibilidade de renovação por mais um semestre prevista no edital. O período de permanência de 12 meses é indicado como mínimo para o bom aproveitamento do intercâmbio.

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), responsável pelo programa, não explicou por que não houve a renovação e não informou quantos alunos tiveram seus pedidos indeferidos.


São Paulo – O programa Ciência Sem Fronteiras, uma das apostas do governo federal  para a formação de pesquisadores, decidiu não renovar bolsas de pelo  menos 25 estudantes que estão no exterior, forçando-os a abandonar  estudos e pesquisas.

O grupo teve indeferida a renovação das bolsas para  o próximo semestre sem motivo ou explicação e pede, em um  abaixo-assinado, que a situação seja reavaliada.

As bolsas foram concedidas inicialmente por seis meses, com a  possibilidade de renovação por mais um semestre prevista no edital. O  período de permanência de 12 meses é indicado como mínimo para o bom  aproveitamento do intercâmbio.

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq),  responsável pelo programa, não explicou por que não houve a renovação e  não informou quantos alunos tiveram seus pedidos indeferidos.

Lançado com pompa pela presidente Dilma Rousseff em julho de 2011, o  programa tem a meta de oferecer 101 mil bolsas de graduação e  pós-graduação até 2015, sendo 75 mil bancadas pelo governo federal. As  demais virão de parcerias privadas.

Espalhados – Os 25 bolsistas estão em instituições de países como Inglaterra,  Alemanha, Bélgica, Espanha, Canadá e Portugal. Eles tentam a renovação  desde maio, quando entraram em contato com o CNPq. Desde então,  enfrentaram uma novela com informações desencontradas.

Primeiro, receberam orientações sobre os documentos necessários, mas  depois a informação era de que não havia nenhuma possibilidade de  renovação. Em algumas mensagens, o indeferimento era uma decisão de  instâncias superiores do CNPq. Em outros e-mails, a culpa era do limite  de bolsistas por país.

A estudante de Arquitetura Caroline Oliveira, de 21 anos, crê que sua  documentação nem foi analisada. Aluna da Universidade Federal do Paraná  (UFPR), conseguiu por meio do Ciência Sem Fronteiras um intercâmbio na  Technische Universitäat em Munique, Alemanha. Entregou toda a  documentação no prazo, mas teve o pedido negado. “A universidade nem  imagina que eu posso ter de abandonar. Estou em um projeto grande, com  pesquisadores de vários países. Vou atrasar o trabalho deles.”

A pesquisa de Yara Barros, de 21 anos, é sobre genética humana, em um  dos laboratórios da Universidade de Coimbra, em Portugal. “Como não sei  mais se vou ficar, está a maior correria. Estou tentando adiantar,  porque ainda não tenho finalizada a parte experimental. Enquanto estão  todos de férias, estou aqui. Mas é certo que a pesquisa vai ficar  incompleta”, diz ela, estudante da Universidade Federal de Alagoas  (Ufal).

Como todos os participantes ouvidos pela reportagem, Yara faz questão de  reafirmar as qualidades do Ciência Sem Fronteiras. “A oportunidade é  maravilhosa, a bolsa é muito boa. Mas fico indignada com o tratamento  que nos dão agora. São dois meses sem termos nenhuma justificativa.  Quando se pronunciam, a resposta simplesmente é: ‘Não vamos renovar e  pronto’.”

Abaixo-assinado – Depois de várias tentativas de renovar a bolsa e salvar os estudos, o  grupo de 25 estudantes preparou um abaixo-assinado. Encaminhou o  documento ao CNPq em junho. Mais uma vez, a resposta foi negativa.

As bolsas de graduação do Ciência sem Fronteiras são concedidas  normalmente para 12 meses. O CNPq não informou quantos foram ao exterior  com contratos de seis meses.

Até o momento, foram concedidas 10.752 bolsas de graduação sanduíche no  exterior. Muitos desses estudantes estão em preparação para a viagem.  Até o fim do ano, há a expectativa de que sejam concedidas 20 mil  bolsas.

Renovação – Após o caso ser encaminhado ao CNPq pela reportagem, o diretor de  Cooperação Institucional do órgão, Manoel Barral Neto, responsável pelo  Ciência Sem Fronteiras, disse que a situação dos estudantes será  reavaliada. “O caso é voltar a pedir a renovação ao CNPq. Vamos avisar a  todos da possibilidade da renovação.”

O CNPq afirma que o programa é baseado no mérito dos alunos e das  instituições, principalmente na hora da renovação – mas não detalhou  como isso é avaliado. Segundo Barral Neto, algumas mudanças na relação  com as instituições para a definição de vagas interromperam  temporariamente as renovações. “A tendência é conceder uma experiência  de 12 meses. Mas em alguns casos pode se identificar alguma situação que  não seja adequada”, disse.

A abertura da nova chance a essa altura pode não valer para todos. Com  todas as negativas que recebeu, Glaucia Oliveira, de 27 anos, já se  afastou da pesquisa de que participava no laboratório do Departamento de  Geoquímica, Petrologia e Prospecção Geológica da Universidade de  Barcelona. Também comprou passagem para voltar.

Fontes e Direitos Autorais:  • Terça-feira, 24 de julho de 2012 – 09h54.

Lei facilitará instalação de antenas de celular


O presidente da Telefonica/Vivo, Antonio Carlos Valente, diz que é necessário ter uma legislação moderna que leve em consideração o crescimento das redes e do tráfego.

São Paulo –  O Ministério das Comunicações prevê criar uma legislação federal para a instalação de antenas de telefonia móvel nas cidades e no campo pelo Brasil. Atualmente, estas regras são definidas por cada município, o que prejudica a expansão da telefonia móvel no país e pode atrasar o cronograma de implantação do 4G no país.

O presidente da Telefonica/Vivo, Antonio Carlos Valente, disse que recebeu a sinalização do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, para que o projeto de universalização da legislação da instalação de antenas no país possa ser enviado em agosto ao Congresso.

“Temos a expectativa de um movimento capitaneado pelo ministro (Paulo Bernardo) de criar uma lei federal específica (para antenas)”, afirmou, após participar da inauguração da academia de empreendedorismo Wayra.

Valente afirmou estar confiante no desenrolar da proposta, com base no recente encaminhamento do projeto que desonerou tributos sobre as redes. “Precisamos ter uma legislação moderna que leve em consideração o crescimento das redes e do tráfego. Os últimos estudos da Organização Mundial da Saúde tranquilizam a sociedade em relação aos impactos da radiação pelas redes de celular.”

Segundo ele, sem um novo marco legal, os prazos estabelecidos, como os de implantação da tecnologia de 4G, podem deixar de ser cumpridos. De acordo com o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil) existem mais de 250 normas municipais e estaduais disciplinando a instalação das antenas.

O executivo destacou que o compartilhamento de redes de antenas e fibras ópticas entre as empresas pode ser acelerado, mas precisa ser acompanhado de medidas complementares, de agilização dos licenciamentos das infraestruturas.

Ele ressaltou a situação das empresas em Porto Alegre, com uma legislação muito restritiva à instalação das antenas. “Temos capacidade de investimento e tecnologia, mas para que os serviços funcionem precisamos de rádio-bases (antenas). Não estou minimizando os problemas, mas há questões comuns entre todas as empresas.”

Na capital gaúcha, dizem as teles, são necessárias sete autorizações diferentes para uma operadora poder instalar uma antena nova.

Fontes e Direitos Autorais:  • Terça-feira, 24 de julho de 2012 – 10h15.