13 supercomputadores que são literalmente gigantes

Da década de 50 aos dias atuais, máquinas gigantes (e algumas bem poderosas) se tornaram indispensáveis para diversos setores.

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Das toneladas aos microchips.

Assim é possível resumir as  décadas de evolução da tecnologia computacional — que tem desde monstruosidades  a modelos leves, que cabem na palma da sua mão.

E, apesar do uso dos  computadores ser algo bem popular nos dias atuais, na década de 50 você até  poderia usar um — mas deveria ter a autorização das grandes instituições que  eram as proprietárias desses equipamentos e, caso quisesse ter um próprio, ainda  precisaria de um espaço bem maior que uma escrivaninha (normalmente, uma sala  inteira).
Hoje, com tantos aparatos computacionais pequenos e poderosos  aparecendo a cada dia, tal realidade parece ser ainda mais distante e quase “surreal”. No entanto, ainda é possível encontrar esses computadores gigantes — um deles, o IBM Sequoia, é o supercomputador mais rápido já  criado.
Confira abaixo alguns modelos que estão marcados na história  computacional especialmente por serem grandes. Muito grandes.

1 – Modelo dos anos 50

(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo) Utilizado por técnicos  dos laboratórios da RCA, nos Estados Unidos, o Typhoon é um bom exemplo dos  computadores empregados na década de 50. Na foto, é possível ter um aperitivo  dos painéis com milhares de tubos, botões e fios enrolados que faziam parte  dessa monstruosa máquina.

2 – Auxílio para a comunicação

(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo) Assim como em diversos  setores, houve uma grande evolução tecnológica no ramo de comunicações nas  últimas décadas. Prova disso está nesta foto de 1967, que apresenta o Electric  KDF9 — um dos primeiros e grandes computadores utilizados em um centro de  Edimburgo, na Escócia, para auxiliar na comunicação do país.

3 – Com a engenharia desde o princípio

(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo) A foto acima mostra uma  das salas do laboratório Lewis Fligh, hoje denominado Centro de Pesquisa John H.  Glenn, em Ohio. Nela, é possível ver um supercomputador (novamente com diversos  painéis, botões e fios) sendo utilizado para auxiliar o setor da engenharia.

4 – Grande utilidade militar

(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo) O setor militar foi um  dos que mais utilizaram os grandes computadores. Na imagem acima, é apresentado  um dos computadores desenvolvidos em segredo durante a Segunda Guerra Mundial.  Denominado de Electrical Numerical Integrator and Computer, ele estava sendo  utilizado, no momento da foto, por um laboratório de pesquisa balística.

5 – Calculando a rota para a Lua

(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo) Além da área militar,  os computadores gigantes também auxiliaram a NASA na conquista do espaço. Um bom  exemplo disso é o Selective Sequence Electronic Calculator, da IBM, que produziu  tabelas com dados de posicionamento da Lua que foram utilizadas para traçar o  rumo da viagem de Apollo 11, em 1969.

6 – No universo cinematográfico

Assim como acontece nos filmes atuais — em que os computadores auxiliam  fortemente a produção de uma película —, em 1967 os diretores já viram as  potencialidades computacionais no universo cinematográfico.


(Fonte  da imagem: Reprodução/Gizmodo) No caso, uma das  principais diferenças que poderíamos encontrar entre os métodos hoje e da década  de 60 estaria no tamanho das máquinas utilizadas no set de filmagens. A prova  disso está na imagem acima, em que você poderá ver o diretor Michael Caine  utilizando o computador Honeywell nas gravações do filme “Billion Dollar  Brain”.

7 – Dando “pitaco” na economia

(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo) Ainda na década de 60,  outro ramo que quis explorar os benefícios do uso dos computadores foi a  economia. E os investimentos iniciais para isso não foram poucos: só o banco  Midland, de Londres, possuía um complexo computacional que custou mais de 10  milhões de dólares e que atendia diversos setores do país.

8 – Aprimorando táticas de guerra

(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo) Com o passar dos anos,  os computadores foram aprimorados e, com isso, eram ainda mais utilizados para  questões militares. A foto acima, de 1979, mostra o sargento Carlos Ramirez  inserindo informações táticas em um computador no Forte Sill.

9 – Auxílio constante para a NASA

(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo) A NASA foi a  proprietária de um dos mais poderosos (e grandes) computadores já criados. A  foto acima mostra a sala do N-258 NAS, utilizado em 1993 pelo Centro de  Pesquisas Ames.

10 – Testes de armas nucleares

(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo) Na imagem, de 2000, um  técnico monitora o computador ASCI White. Esta grande máquina é capaz de  realizar 12 trilhões de cálculos por segundo, requer 1,2 megawatt de energia e  foi considerado, no período do seu surgimento, como o supercomputador mais  rápido do mundo. Na época da foto, ele era utilizado pelo Departamento de  Energia para simular testes de armas nucleares.

11 – Um dos mais rápidos da Europa

(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo) Um supercomputador da  IBM, capaz de realizar 40 trilhões de cálculos por segundo, já foi considerado o  mais rápido da Europa. Na foto acima, ele é apresentado na Universidade  Politécnica de Barcelona, em 2005.

12 – Velocidades quase incompreensíveis

(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo) Outro grande computador  que é um dos maiores exemplos de potência já criados é o Roadrunner Base  Capacity — que, na foto acima, aparece no Laboratório Nacional de Los Alamos, em  2007. Ele pode atingir mais de 70 teraFLOPS (Floating point Operations per  Second  — operações de ponto flutuante por segundo) de velocidade e  realizar mais de mil trilhões de cálculos por segundo.

13 – O mais poderoso de todos os supercomputadores

Superando o supercomputador japonês K (que tem um desempenho de mais de oito  quatrilhões de cálculos por segundo), está o IBM Sequoia — que hoje é  considerado o mais potente computador já criado.


(Fonte da imagem: Reprodução/Gizmodo) Ocupando cerca de 280  m² de uma sala no Livermore National Laboratory, nos Estados Unidos, ele é capaz  de calcular, em uma hora, o que 6,7 bilhões de pessoas usando calculadoras de  mão por 320 anos conseguiriam calcular.
Além disso, o IBM Sequoia é quase  300 mil vezes mais rápido do que os computadores de 20 anos atrás e é utilizado  para pesquisas nucleares.

Fontes e Direitos Autorais: TechMundo.com.br – Ráisa  Guerra em 3  de Outubro de  2012.

Autor: Junior Galvão - MVP

Profissional com vasta experiência na área de Tecnologia da Informação e soluções Microsoft. Graduado no Curso Superior em Gestão da Tecnologia de Sistemas de Informação. Pós-Graduado no Curso de Gestão e Engenharia de Processos para Desenvolvimento de Software com RUP na Faculdade FIAP - Faculdade de Informática e Administração Paulista de São Paulo. Pós-Graduado em Gestão da Tecnologia da Informação Faculdade - ESAMC Sorocaba. Formação MCDBA Microsoft, autor de artigos acadêmicos e profissionais postados em Revistas, Instituições de Ensino e WebSistes. Meu primeiro contato com tecnologia ocorreu em 1995 após meus pais comprarem nosso primeiro computador, ano em que as portas para este fantástico mundo se abriram. Neste mesmo ano, comecei o de Processamento de Dados, naquele momento a palavra TI não existia, na verdade a Tecnologia da Informação era conhecida como Computação ou Informática, foi assim que tudo começou e desde então não parei mais, continuando nesta longa estrada até hoje. Desde 2001 tenho atuado como Database Administrator - Administrador de Banco de Dados - SQL Server em tarefas de Administração, Gerenciamento, Migração de Servidores e Bancos de Dados, Estratégias de Backup/Restauração, Replicação, LogShipping, Implantação de ERPs que utilizam bancos SQL Server, Desenvolvimento de Funções, Stored Procedure, Triggers. Experiência na Coordenação de Projetos de Alta Disponibilidade de Dados, utilizando Database Mirroring, Replicação Transacional e Merge, Log Shipping. Atualmente trabalho como Administrador de Banco de Dados no FIT - Instituto de Tecnologia da Flextronics, como também, Consultor em Projetos de Tunnig e Performance para clientes, bem como, Professor Titular na Fatec São Roque. Desde 2008 exerço a função de Professor Universitário, para as disciplinas de Banco de Dados, Administração, Modelagem de Banco de Dados, Programação em Banco de Dados, Sistemas Operacionais, Análise e Projetos de Sistemas, entre outras. Possuo titulação Oficial Microsoft MVP - SQL Server renovada desde 2007.

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