Conhecendo o Microsoft SQL Server 2012 e 2014 – Utilizando o ColumnStored Index.


Salve, Salve Comunidade! Tudo bem?

Após um período de diversos eventos que participei e realizei desde Março deste ano, até a última semana, consegui um pouco de tempo para poder compartilhar com vocês, mais um pouquinho sobre o Fantástico Mundo que forma o Microsoft SQL Server, que neste momento se encontra em destaque com o lançamento da nova versão denonimada 2014.

Dentre as diversas inovações que normalmente uma nova versão apresenta, eu vou destacar hoje com você um recurso que foi criado e implementado na versão 2012 mas que apresentou um grande evolução neste nova versão. Estou me referindo ao ColumnStore Index, ou simplesmente, Índice armazenado em Coluna, numa tradução bem comum.

Como de costume foi fazer uma pequena introdução sobre este recursos e no decorrer deste artigo, destacarei:

  • Pontos Positivos e Negativos;

 

 

  • Considerações;

 

 

  • Restrições;

 

 

  • Cenários de Uso; e

 

 

  • Códigos de exemplo.

 

 

Então boa leitura e Lets Go!!!

Introdução ao ColumnStore Index

Implementado no Microsoft SQL Server 2012 desde as primeiras versões disponibilizadas para comunidade, o ColumnStore Index foi apresentado como um dos maiores recursos e inovações do SQL Server 2012, principalmente no quesito de performance para se trabalhar com grandes volumes de dados, algo muito desejado por todos aqueles que trabalham com SQL Server, mas que entendiam que era um ponto a ser investido e tratado pela Microsoft.

Através do ColumnStore Index a Microsoft, possibilitou ao mercado de Banco de Dados e Data Warehouse, o uso de tecnologia considerada inovadora na forma de tratar os dados que estão armazenados em tabelas em bases relacionais e tabelas fatos em ambientes de Data Warehouse.

O funcionamento do ColumnStore Index

Com base, no novo algoritmo de processamento de dados chamado de xVelocity, o Microsoft SQL Server a partir da versão 2012, permite que suas consultas sejam processadas com um ganho de desempenho para padrões de alto nível com grandes volumes de dados, este um recurso que permite aumentar a velocidade das consultas em até 100% dentro de tabelas fatos em um Data Warehouse.

Vindo da tecnologia VertiPaq o ColumnStore Index, recurso que esta vinculado ao xVelocity, permite a transformação das páginas de dados em colunas, onde cada página de dados é acessada independentemente, fazendo com que a compressão seja muito mais efetiva.

Outro fator importante consiste no novo modo interno de busca de dados chamado Batch Mode, que estabelece e permite uma busca de dados nas colunas de forma mais ágil, inteligente, sendo realizado em blocos de 1000 em 1000 registros, possibilitando uma maior velocidade na busca de dados.

Nas versões anteriores do Microsoft SQL Server, os dados eram armazenados em modo de linhas, como também em tabelas Heaps e Índice em estrutura de armazenamento no formato B-Tree. Com o ColumnStore Index, este cenário muda, estes mesmos dados podem ter um maior aproveitamento, onde os valores são armazenados em modo coluna, sendo as colunas que formam o respectivo índice, conforme apresenta a Figura 1.

ColumnStoreIndex1

Figura 1 – Forma de armazenamento de dados utilizados no ColumnStore Index em comparação a forma normal realizada por Tabelas e Índices.

Como qualquer outro recurso e tecnologia o ColumnStore Index, também possui algumas características e comportamentos, dentre os quais destaco:

Pontos Positivos

A seguir apresento os principais Pontos Positivos existentes para o ColumnStore Index:

  • Batch Mode = Blocos de 1.000 linhas que são retornados a consulta ao ínves de linha-a-linha;

 

 

  • Algoritmo de Redução de Custo de I/O, tornando a consulta assim mais eficiente; e

 

 

  • “Segment  Elimination” de acordo com os filtros passados ao Query Optimizer, possibilitará trazer a consulta mais rápido, isso porque o mecanismo possibilita a quebra da partição em diversas partes selecionando assim os dados de uma forma mais eficiente.

 

 

Pontos Negativos

A seguir apresento alguns elementos considerados Pontos Negativos para em relalção ao ColumnStore Index:

  • Ao criar um ColumnStored Index no SQL Server 2012, a tabela se torna “Read-Only”, não podendo ser permitido operações de DML tais como: INSERT/UPDATE/DELETE e MERGE. Sendo assim só é possivel alterá-la se o ColumnsStore Index for desabilitada ou excluída no Microsoft SQL Server 2012. No Microsoft SQL Server 2014 esta limitação foi contornado, onde podemos criar ColumnStore Index no Clustered que permitem alteração e manipulação;

 

 

  • Algumas operações não são possíveis no novo modo “Batch Mode” como: Outer Joins, Join entre strings, NOT IN, IN, EXISTS e agregações escalares;

 

 

  • Se houver pressão na memória ou um grande uso de paralelismo, provavelmente o Query Optimizer utilizirá o modo linha-a-linha para a execução da consulta; e

 

 

  • Somente nas edições Enterprise, Standard e Developer é possível criar índices do tipo ColumnStore Index.

 

 

Considerações

A seguir apresento a relação de Considerações aplicadas ao ColumnStore Index:

  • Tabelas contendo milhões a bilhões de registros (Fact Tables) representam cenários mais indicados para se trabalhar com o ColumnStore Index;

 

 

  • O ColumnStore Indexes não suporta operações de Seek, somente Scan;

 

 

  • Operações de agregação como SUM(), AVG, joins e filtros utilizados na pesquisa;

 

 

  • Os índices podem ser criados em uma tabela temporária. Quando a tabela for removida ou a sessão encerrada, os índices serão removidos;

 

 

Os tipos de dados corporativos comuns podem ser incluídos em um índice columnstore, sendo eles:

 

  • char e varchar;

 

 

  • nchar e nvarchar (exceto varchar(max) e nvarchar(max));

 

 

  • decimal (e numeric) (exceto com precisão maior que 18 dígitos.);

 

 

  • int , bigint, smallint e tinyint;

 

 

  • float (e real);

 

 

  • Bit; e

 

 

  • money e smallmoney.

 

 

Observação: Todos os tipos de dados de data e hora (exceto datetimeoffset com escala maior que 2) podem ser utilizado.

Por outro lado, existem vários tipos de dados que não podem ser utilizados com ColumnStore Index, sendo eles:

 

  • binary e varbinary;

 

 

  • ntext , text e image;

 

 

  • varchar(max) e nvarchar(max);

 

 

  • Uniqueidentifier;

 

 

  • rowversion (e timestamp);

 

 

  • sql_variant ;

 

 

  • decimal (e numeric) com precisão maior que 18 dígitos;

 

 

  • datetimeoffset com escala maior que 2; e

 

 

  • Tipos CLR (hierarchyid e tipos espaciais).

 

 

Restrições

A seguir apresento a relação de Restrições existentes para o ColumnStore Index:

  • Não pode ter mais de 1024 colunas;

 

 

  • Apenas índices columnstore não clusterizados estão disponíveis, até a versão 2012. Na versão 2014 esta limitação foi removida, permitindo a utilização de ColumnStore Index, com base, em índices Clustered, permitindo a realizações de comandos de manipulação de Dados, sem necessitar que a tabela fique em “Read-Only”.

 

 

  • Não pode ser um índice exclusivo;

 

 

  • Não pode ser criado em uma exibição ou exibição indexada;

 

 

  • Não pode incluir uma coluna esparsa;

 

 

  • Não pode atuar como uma chave primária ou estrangeira;

 

 

  • Não pode ser alterado por meio da instrução ALTER INDEX. Em vez disso, remova e recrie o índice columnstore. Você pode usar ALTER INDEX para desabilitar e recriar um índice columnstore;

 

 

  • Não pode ser criado por meio da palavra-chave INCLUDE; e

 

 

  • Não pode incluir as palavras-chave ASC ou DESC para classificar o índice. Os índices columnstore são ordenados de acordo com os algoritmos de compactação. A classificação eliminará muitos dos benefícios de desempenho.

 

 

Índices ColumnStore não podem ser combinados com os recursos a seguir:

 

  • Compactação de página e de linha, e formato de armazenamento vardecimal (um índice columnstore já foi compactado em um formato diferente);

 

 

  • Replicação;

 

 

  • Controle de alterações;

 

 

  • Change Data Capture; e

 

 

  • Fluxo de arquivos.

 

 

Agora que já conhecemos mais sobre o ColumnStore Index, vamos começar a trabalhar com o mesmo, para isso utilizaremos os Bloco de Código apresentado abaixo, seguindo o passo a passo:

— Passo 1 — Criando o Banco de Registros ColumnStoreIndex —

CREATEDATABASEColumnStoreIndex

Go

— Passo 1.1 — Acessando o Banco de Registros ColumnStoreIndex —

UseColumnStoreIndex

Go

— Passo 2 — Criando uma nova Sequência de Valores —

CREATESEQUENCESeqAsINT— Tipo

STARTWITH 1 — Valor Inicial (1)

INCREMENTBY 1 — Avança de um em um

MINVALUE 1 — Valor mínimo 1

MAXVALUE 100000 — Valor máximo 100000

CACHE 1000 — Mantém 1000 posições em cache

NOCYCLE— Não irá reciclar

Go

— Passo 3 — Criando a Tabela Registros com Primary Key —

CreateTableRegistros

(DescricaoVarChar(60)NotNull,

ValorFloatNull,

DateDateDefaultGetDate(),

TimeTimeDefaultGetDate())

Go

AlterTableRegistros

AddConstraint[PK_Registros]PrimaryKeyClustered (Descricao)On[Primary]

Go

— Passo 3.1 — Criando um Índice NonClustered para Tabela Registros —

CREATENONCLUSTEREDINDEX [IND_Registros_NonClustered]

ON Registros

(Descricao, Valor,Date,Time)

Go

— Passo 4 — Listando a Relação de Índices da Tabela dbo.Registros —

Execsp_helpindex‘Registros’

Go

— Passo 5 — Inserindo a Massa de Registros —

InsertIntoRegistros(Descricao,Valor)

Values (‘Ola…’+Convert(Varchar(100),Rand()),Rand())

Go 10000

No Passo 6, realizaremos a execução do primeiro Select para buscar dados na Tabela Registros em conjunto com o Plano de Execução, conforme apresentam a Figura 2 e Figura 3:

— Passo 6 — Executando o Select em conjunto com Sequence e Verificar o Plano de Execução —

SelectNextValueforSeqAsCodigo,Descricao,Valor,Date,TimefromRegistros

Go

ColumnStoreIndex2

Figura 2 – Resultado do Plano de Execução apresentado após o Passo 6 ser executado.

ColumnStoreIndex3

 

 

Figura 3: Indicadores de execução utilizados pelo operadores Index Scan, na Tabela Registro, sendo que, este operador consumiu 98% do custo de processamento da query executado na Passo 6.

Galera, até aqui nada de novo tirando o objeto Sequence chamado Seq, que criamos no Passo 2, como um recurso para criar um seqüenciador(incremento) de valores utilizado como mecanismo de numeração dos registros que estão sendo inseridos em nossa Tabela. Vale ressaltar que este numerador esta sendo gerado durante o processamento do comando Select.

— Passo 7 — Limpando o Cache de Execução – Procedure e Buffer —

DBCCDROPCLEANBUFFERS

DBCCFREEPROCCACHE

Go

Você pode estar se perguntando o porquê, estamos fazendo a Limpeza do Cache de Execução existente neste momento no SQL Server. Na verdade isso não é obrigatório, decidi fazer uso deste procedimento para garantir e demonstrar que não existe nada residente em memória e que o SQL Server deverá criar novos planos para as transações que estarão sendo processadas.

Observações

  • Use DBCC FREEPROCCACHE para limpar o cache do plano cuidadosamente. Por exemplo, liberar o cache do plano faz com que um procedimento armazenado seja recompilado em vez de reutilizado no cache.Isso pode causar uma diminuição súbita e temporária no desempenho de consulta.

 

 

  • Para cada armazenamento em cache limpo no cache do plano, o log de erros do SQL Server conterá a seguinte mensagem informativa: “O SQL Server encontrou %d ocorrência(s) de liberação de armazenamento em cache ‘% s’ (parte do cache do plano) devido às operações ‘DBCC FREEPROCCACHE’ ou ‘DBCC FREESYSTEMCACHE'”. Essa mensagem é registrada a cada cinco minutos, desde que o cache seja liberado dentro desse intervalo de tempo.

 

 

O próximo passo será realizar a criação do ColumnStore Index, chamado ColumnStoreIndex_Registros, conforme apresenta a Figura 4:

— Passo 8 — Criando o ColumnStore Index —

CREATENONCLUSTEREDCOLUMNSTOREINDEXColumnStoreIndex_Registros

ONdbo.Registros

(

Descricao,

Valor,

Date,

Time

)

Go

ColumnStoreIndex4

Figura 4: Relação de Índices existentes na Tabela Registros, incluindo o ColumnStore Index.

Pois bem, para ilustrar nosso cenário, vamos fazer a ativação das Estatíticas de Time e IO para utilizarmos como indicadores de comparação quando estivermos ou não fazendo uso do ColumnStore Index, para isso executaremos o Passo 9.

— Passo 9 — Ativando as Estatísticas de Time e IO —

SETSTATISTICSTIMEON

SETSTATISTICSIOON

Go

Muito bem, estatísticas ativas, a partir de agora nossas transações terão o controle de tempo de I/O sendo apresentadas em tela como indicadores ou medidores de desempenho. Nosso próximo passo é executar o Passo 10 e Passo 11, observando as diferenças apresentada entre os Planos de Execução.

— Passo 10 — Executando novamente o Select com ColumnStore Index e Verificar o Plano de Execução —

SelectNextValueforSeqAsCodigo,Descricao,Valor,Date,TimefromRegistros

Go

— Passo 11 — Executando novamente o Select ignorando o ColumnStore Index e Verificar o Plano de Execução —

SelectNextValueforSeqAsCodigo,Descricao,Valor,DatefromRegistros

OPTION (IGNORE_NONCLUSTERED_COLUMNSTORE_INDEX);

Go

Neste momento podemos realizar a execução do Passos 10 e 11, em seguida poderemos observar o resultado deste processamento, com base, nos operadores e custo de processamento de cada operador apresentado pelo Plano de Execução. Então vamos nessa, hora de executar os próximos passos e conferir o seu resultado apresentado abaixo na Figura 5.

ColumnStoreIndex5

Figura 5: Resultado apresentado pelo Plano de Execução, no momento do processamento dos Passos 10 e 11.

Podemos facilmente notar que o custo de Processamento do Passo 10, que faz uso do nosso ColumnStore Index foi de 27%, sendo que, o operador ColumnStore Index Scan, consumiu 98% de processamento. Em contra partida o Passo 11, consumiu 73% do custo de processamento, onde 99% deste processamento foi consumido pelo operador Index Scan.

Entendo que neste momento, você já pode ter entendido e observado como o ColumnStore Index pode fazer diferença, principalmente quando estamos fazendo uma consulta de dados, os demais passos vou deixar como complemento, na verdade com passos adicionais para representar outros cenários de comparação e uso do ColumnStore Index em relação a Tabelas e Índices.

— Passo 12 — Executando novamente o Select + Group By com ColumnStore Index e Verificar o Plano de Execução —

SelectNextValueforSeqAsCodigo,Descricao,Valor,Date,Count(Time)AsContagemfromRegistros

GroupByDescricao,Valor,Date

Go

— Passo 13 — Executando novamente o Select + Group By ignorando o ColumnStore Index e Verificar o Plano de Execução —

SelectNextValueforSeqAsCodigo,Descricao,Valor,Date,Count(Time)AsContagemfromRegistros

GroupByDescricao,Valor,Date

OPTION (IGNORE_NONCLUSTERED_COLUMNSTORE_INDEX);

Go

— Passo 14 — Desativando as Estatísticas de Time e IO —

SETSTATISTICSTIMEOFF

SETSTATISTICSIOOFF

Go

Finish!!!

Conclusão

O ColumnStore Index, com certeza representa uma evolução nos recursos e tecnologias de bancos de dados relacional criada para se trabalhar com grandes volumes de dados, a maneira com que os dados são armazenados no ColumnStore Index nos permitem conseguir um ganho de performance de maneira perceptível e satisfatória.

As vantagens que este tipo de recurso pode apresentar são inúmeras, desde o processo de configuração até mesma a forma de uso, que possibilita ao SQL Server adaptar-se no momento da execução da transação que esta fazendo a consulta dos dados.

Espero que o material apresentado neste artigo possa ser útil e colabore com suas atividades, vou continuar testando novos recursos presentes no Microsoft SQL Server 2012 que foram melhorados na versão 2014.

Mais uma vez obrigado, nos encontramos em breve.

Até mais.

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ATUALIZAÇÕES DE MAIO DE 2014 PARA WINDOWS


A Microsoft disponibilizou hoje as atualizações de maio de 2014 para Windows (incluindo o Windows 8/8.1 e Windows RT/RT 8.1), Microsoft Office, Internet Explorer, Microsoft .NET Framework e outros produtos como parte de seu ciclo mensal.

Além das atualizações de segurança, a Microsoft também disponibilizou uma nova versão da sua ferramenta para remoção de malwares e atualizações para os filtros de lixo eletrônico do Outlook.

Todas as atualizações de maio de 2014 para Windows estão disponíveis através do Windows Update, Microsoft Update, WSUS (Windows Server Update Services) e via download direto nos links abaixo*.

Como algumas delas corrigem falhas críticas de segurança, a Microsoft recomenda que os usuários e as empresas façam a instalação o mais rápido possível. Outro detalhe é que algumas das falhas podem ser usadas para permitir a execução de códigos maliciosos no computador afetado.

Atualizações de maio de 2014 para Windows

Baixe as atualizações de maio de 2014 para Windows e outros produtos da Microsoft:

*Clique no número do boletim de segurança para ver e baixar todas as atualizações disponíveis para cada um deles.

Mais detalhes e a lista completa com todos os produtos afetados estão disponíveis aqui.

Fonte e Direitos Autorais: Baboo.com – SID VICIOUS @ 13 MAI 2014 | 2:13 PM

MICROSOFT ATUALIZA O WINDOWS PHONE 8.1 PREVIEW


A Microsoft anunciou hoje através do Windows Phone Blog uma nova atualização para o Windows Phone 8.1 Preview. Quem está usando esta versão só precisa entrar na tela de configurações do telefone e mandar ele procurar por novas atualizações:

Microsoft atualiza o Windows Phone 8.1 Preview

De acordo com o anúncio da empresa, a atualização (build 8.10.12382.878) inclui diversas melhorias e correções implementadas com base nas críticas e sugestões dos usuários e desenvolvedores.

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Um destaque nesta atualização do Windows Phone 8.1 Preview é a melhoria na duração da bateria. Outros detalhes específicos sobre o que a atualização traz de novo não foram divulgados.

Como obter o Windows Phone 8.1 Preview

Anunciado em outubro de 2013, o Windows Phone Preview Program for Developers permite que desenvolvedores e usuários interessados tenham acesso ao Windows Phone 8 Update 3 e outras versões antes do lançamento oficial.

O programa custa US$ 19, mas quem não quer ou não pode gastar com isso também pode se qualificar usando sua conta do Windows Phone App Studio, que é gratuito.

Depois de se inscrever no programa, baixe e instale o app Windows Phone Preview for Developers, aceite os termos e condições do programa, acesse as configurações do app e marque a opção abaixo para receber o Windows Phone 8.1 Preview:

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Graças ao Windows Phone Preview Program for Developers qualquer um pode fazer o upgrade do Windows Phone 8 para o 8.1 antes do lançamento oficial e sem precisar depender da boa vontade das operadoras.

Versão final chega em junho

Durante um evento em Bangalore no mês de abril, Vineet Durani, diretor do Windows Phone Business Group na Microsoft, confirmou que a versão final do Windows Phone 8.1 será lançada em junho e que os smartphones da linha Lumia receberão a atualização no final do mesmo mês.

Informações anteriores diziam que a versão final do Windows Phone 8.1 seria lançada possivelmente no final de abril ou no início de maio. Os smartphones da linha Lumia também receberão a atualização conhecida como Lumia Cyan (as atualizações Lumia Black e Lumia Amber já estão disponíveis).

A atualização Lumia Cyan inclui a versão final do Windows Phone 8.1 e alguns recursos exclusivos para a linha de smartphones da Microsoft*. Todos os aparelhos da linha Lumia com o Windows Phone 8 receberão a atualização.

*Aquisição da divisão de dispositivos e serviços da Nokia pela empresa foi concluída em abril.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – SID VICIOUS @ 14 MAI 2014 | 4:22 PM

RUMOR: WINDOWS 9 PREVIEW CHEGA EM 2015


Rumor: Windows 9 Preview chega em 2015

Rumor: Windows 9 Preview chega no primeiro semestre de 2015

De acordo com os novos rumores, o Windows 9 Preview pode ser lançado pela Microsoft no segundo ou terceiro trimestre de 2015.

Antes do lançamento do Windows 8 em outubro de 2012, a Microsoft disponibilizou a versão Developer Preview em setembro de 2011 e a versão Consumer Preview em fevereiro de 2012.

Detalhes oficiais sobre o que o Windows 9 Preview trará de novo ainda são desconhecidos. O que se sabe no momento é que ele terá um novo menu Iniciar (que também será disponibilizado em uma atualização para o Windows 8.1) e permitirá a execução de aplicativos da Windows Store em janelas na área de trabalho:
startmenuwindows9_r1_c1
Além disso, é bem possível que o Windows 9 Preview também tenha algum tipo de integração com a Cortana, a assistente pessoal introduzida com o Windows Phone 8.1, e algumas mudanças em sua interface.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – SID VICIOUS @ 16 MAI 2014 | 1:08 PM

Material – Apoio – Especial – Apresentações – Conteúdo Técnico


Pessoal, boa tarde.

Tudo bem?

Revisando o meu Baú de Apresentações e Conteúdos Técnicos que possuo no meus Backups, encontrei bastante coisa legal que pode servir para todos os amantes de Tecnologias da Microsoft, dentre eles:

  • Windows Azure;
  • Hyper-V;
  • SQL Azure;
  • Reporting Services;
  • SQL Server 2008 R2;
  • SQL Server 2012;
  • SQL Server 2014; e
  • Windows Server 2012

Vale ressaltar que boa parte de material é resultado de Apresentações que eu realizei nos últimos anos, como também, de Apresentações Oficiais compartilhadas pela própria Microsoft.

Segue abaixo a relação de arquivos, fique a vontade para realizar o download e compartilhar.

Conhecendo o Microsoft SQL Server 2012

Microsoft Business Intelligence

Microsoft SQL Server – Simulando Fragmentação de Dados e Índices

SQL Server 2012 – Conhecendo o Microsoft SQL Server 2012 – ColumnStore Index

SQL Server 2012 – Trabalhando com Alta Disponibilidade, Cluster, Hyper-V 2012 e SQL Server 2012

SQL Server 2014 Faster Insights from Any Data Level 300 Deck

SQL Server 2014 Mission Critical Performance Level 300 Deck

SQL Server 2014 Platform for Hybrid Cloud Level 300 Deck

SQL Sever 2012 – Migração e Vantagens das tecnologias mais recentes Windows Server 2012 – Além da Nuvem

Windows Server 2012 – Estilo Moderno

Windows Server 2012 – O poder de muitos Servidores – Simplicade de um só

Windows Server 2012 – Todas as Aplicações – Qualquer Nuvem

Azure – Business Continuity Solutions in Microsoft SQL Azure

Azure – Experience the World’s Data with the Data Market on the Windows Azure Marketplace

Azure – Microsoft SQL Azure Reporting

Azure – SQL Azure Recorded Demos Azure – Tips and Tricks for Microsoft SQL Azure Federations – How to Build Cross-Federation Queries and…

SQL Server 2008 R2 – Abandonando a sysprocesses – Bem-vindo às DMV’s

SQL Server 2008 R2 – Recursos de Gerenciamento de SQL Server

SQL Server 2008 R2 – Utilizando a claúsula Output no SQL Server 2008 e R2

Você deve ter observado que alguns arquivos são referentes ao novo Microsoft SQL Server 2014, conteúdo recente e totalmente atualizado.

Mais uma vez obrigado por sua visita, espero e tenho certeza que este material será de grande avalia.

Até mais.

Internet vai falhar em metade dos estádios da Copa. Por quê?


O primeiro a dar o alerta foi o sindicato das operadoras de telefonia, o SindiTelebrasil. Para falar a verdade, faz tempo que as operadoras móveis reclamam que, pelo andar da carruagem, não teriam tempo para instalar a infraestrutura indoor necessária para atender a alta demanda por comunicação de voz e dados 2G, 3G e 4G nos estádios que receberão os jogos da Copa do Mundo.

Semanas atrás foi a vez de Jérôme Valcke manifestar publicamente preocupação com a falta de testes na infraestrutura de comunicações disponível para os torcedores e para parte da imprensa, antes do início da Copa, no dia 12 de Julho.

Agora, chegou a vez do governo admitir: a rede de dados móvel será deficiente em metade dos 12 estádios da Copa do Mundo, incluindo a Arena Corinthians, em São Paulo, sede da abertura do Mundial.

“Em pelo menos seis estádios a rede Wifi já está instalada. Neles a Internet vai funcionar melhor do que nos outros. Mesmo que as operadoras comecem a instalar as redes agora, dificilmente vai dar tempo de oferecer um serviço de boa qualidade”, afirmou ontem o ministro.

Recordando
Depois das críticas à má qualidade do serviço de banda larga móvel na Copa das Confederações, as operadoras (Claro, Oi, Nextel, Tim e Vivo) fizeram uma parceria para a implantação de um projeto único de implantação de cobertura indoor para suportar o tráfego móvel de voz e dados nos estádios, com investimentos e infraestrutura compartilhada.

A cobertura indoor permite o atendimento dos serviços móveis, seja para ligação telefônica, envio de mensagens ou uso de internet, com mais qualidade e capacidade que no modelo usado no passado para a cobertura dos estádios. Com a cobertura interna, os torcedores dependem menos das antenas externas convencionais, que encontram nas estruturas de concreto dos estádios dificuldades para o alcance dos sinais.

Em janeiro passado, durante entrevista à rádio CBN, o diretor-executivo do SindiTelebrasil, Eduardo Levy, revelou que os responsáveis pelas obras dos estádios em São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Natal e Curitiba, não estavam liberando os estádios para a instalação da rede indoor.

O projeto requer que os equipamentos das operadoras fiquem instalados em uma sala de onde parte uma rede de fibras óptica conectada às antenas, de pequena dimensão, distribuídas ao longo do estádio para garantir cobertura nas arquibancadas, camarotes, vestiários, corredores, praças de acesso e estacionamento. Para garantir a qualidade do serviço são necessárias, em média, 300 antes por estádios, segundo o SindiTelebrasil.

Repeteco
No ano passado, na Copa das Confederações, o celular falhou. A explicação?

Segundo o SindiTelebrasil, embora o processo de negociação com os administradores dos estádios tenha sido iniciado em meados de 2012, as operadoras de telefonia só obtiveram a liberação para iniciar as obras dois meses antes do início dos jogos, com vários estádios ainda em fase de construção.

Como a implantação de redes indoors de telefonia celular leva, em média, 120 dias, as operadoras afirmaram que fariam o que fosse possível em 90 dias. Resultado? A configuração básica da infraestrutura ficou parcialmente pronta. E em alguns estádios, como o Maracanã, muitos testes e ajustes ficaram para depois da Copa das Confederações.

E, mesmo com sinal precário, o tráfego nos estádios durante as partidas foi de 1,7 milhão de ligações de telefonia celular e mais de 4,6 milhões de comunicações de dados, incluindo envio de e-mails, fotos e mensagens multimídia, com tamanho médio de 0,5 MB.

Na Copa do Mundo, vários problemas apresentados na Copa das Confederações deverão se repetir, e com mior intensidade, principalmente nos estádios que só agora estão terminando as obras, como no Itaquerão, em São Paulo, e na Arena da Baixada, em Curitiba. Com aproximadamente 40 dias para a partida de abertura, a Copa vai começar com apenas parte do projeto de instalação de equipamentos funcionando.

Status
No início de abril, apenas os estádios de Brasília, Cuiabá, Manaus, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Salvador já haviam autorizado a instalação da infraestrutura. Nos demais, os administradores e as operadoras demoraram para chegar a um acordo comercial.

No dia 17/4, o SinditeleBrasil anunciou ter acertado com os administradores dos estádios do Itaquerão, em São Paulo, e da Arena da Baixada, em Curitiba, acordos comerciais para a implantação da cobertura indoor. Mas voltou a afirmar que não funcionariam 100%, porque o prazo médio de instalação desse tipo de cobertura é de 120 dias e, até agora, as o trabalho de instalação ainda não começou.

Na mesma data,o SindiTelebrasil garantiu que a cobertura indoor já estava em fase de ajustes finais em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. E que em Cuiabá, Manaus, Natal e Porto Alegre, os acordos comerciais já haviam sido fechados e o processo de instalação, começado, após as administrações de alguns desses estádios terem solucionados problemas nas suas salas onde os equipamentos estão sendo instalados, permitindo às prestadoras acelerarem a implantação da infraestrutura.

WiFi
Paralelo à rede indoor, as operadoras estão instalando também redes WiFi para fornecer acesso internet gratuito dentro dos estádios, e desafogar o tráfego de dados da rede celular 4G e, principalmente, 3G (que suportará o roaming). Dos 12 estádios que sediarão jogos da Copa, os de Brasília, Cuiabá, Manaus, Porto Alegre, do Rio de Janeiro e de Salvador já autorizaram a instalação e os demais ainda não autorizaram. Muitos administradores querem ter suas próprias instalações, para poderem cobrar pelo acesso.

Jogo de empurra
Moral da história: o grave é o jogo de empurra dos diferentes atores sobre as responsabilidades de cada um deles nesse imbróglio, que pode gerar um “caladão” do torcedores, dentro do estádio, justamente no jogo de abertura da Copa.

As operadoras culpam os administrados dos estádios pela má qualidade do serviço que os torcedores experimentarão em muitos deles.

O governo, por sua vez, culpa as operadoras por terem alongado demais as negociações comerciais com os administradores dos estádios e cobra delas uma solução. Elas que arquem com o custo do atraso.

Antes do atraso, a previsão das operadoras era a de investir R$ 200 milhões nos 12 estádios para a colocação da cobertura indoor, que não faz parte dos requisitos da Fifa (Federação Internacional de Futebol) para os estádios, nem das obrigações previstas nos editais da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

O deixa que eu deixo pode levar os torcedores a perderem de goleada.

O que podia se tornar a vitrine da eficiência para administradores, operadoras e, por tabela, governo, periga virar a vitrine da incompetência coletiva para negociar.

Do lado de fora, tudo bem
Do lado de fora dos estádios, as operadoras planejam instalar ERBs provisórias, como já acontece hoje em áreas de concentração. Por conta disso, não deverá haver problemas.

As operadoras também já cumpriram, com folga, a obrigação de instalação das redes 4G nas 12 cidades sedes.

Fontes e Direitos Autorais: IDGNow! – Circuito de Luca – 01/05/2014 14:28.

Mudanças climáticas não são causadas só pelo homem


Mudança climática

Todas as pessoas serão atingidas pelas mudanças climáticas. Essa é a principal mensagem da segunda parte do mais recente relatório divulgado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

O capítulo 18 do documento é dedicado a compreender as causas das mudanças observadas – sejam elas devidas ao aquecimento global ou a outras forças. Segundo a professora da Universidade de São Paulo (USP) Maria Assunção Silva Dias, uma das principais autoras do capítulo, entender quais são os responsáveis pelas mudanças de hoje é a melhor forma de se preparar para o futuro.

Leia, abaixo, a continuação da entrevista exclusiva que o Planeta Sustentável fez com a pesquisadora.

Quais são os maiores desafios ao detectar os impactos das mudanças climáticas?
Os grandes desafios são analisar os dados de forma a separar o que é causado pelo aquecimento global e o que tem a ver com outros fatores.

Se você analisar a temperatura de uma cidade como São Paulo, por exemplo, verá que ela aumentou bastante durante os últimos cem anos, porque a cidade cresceu. Quanto disso é devido ao aquecimento global? Apenas uma pequena parcela. Quanto é influência do crescimento da cidade?

O maior desafio é separar, é dizer qual é a parcela que cabe a cada um dos possíveis fatores.

É possível atribuir um único evento, como um surto de doença ou a extinção de uma espécie, à mudança do clima?
No caso das doenças, é difícil, porque há uma variabilidade grande e há uma grande dependência do clima. Dengue é um exemplo disso. Se você tem períodos quentes e muita chuva, aumenta a incidência de dengue. Mas isso acontece com variabilidade de um ano para outro, porque há anos mais chuvosos e outros menos. A tendência do longo prazo que é possível detectar mistura tudo isso.

Aliás, mistura também as medidas que podem ter sido tomadas para diminuir a incidência de dengue. Se todas as campanhas de conscientização da população – como as que dizem para não deixar a água parada – forem bem sucedidas, por exemplo, terão efeito na redução da incidência da doença. Ao verificar os dados e ver que a dengue diminuiu, é preciso saber se foi por causa da campanha.

Quanto à extinção de espécies, dou mais um exemplo: nas regiões costeiras há lugares em que houve emissão submarina de esgoto, o que causa um dano enorme para a população de peixes. Então, ao analisar os dados, verifica-se que a população de peixes diminuiu. Mas é porque o mar está mais quente, porque a poluição está matando os peixes ou é porque a pesca predatória está reduzindo a população?

Todos esses aspectos são levados em conta e só se chega a uma conclusão de que houve, de fato, um impacto da mudança do clima em um determinado setor quando você descarta os outros efeitos que poderiam explicá-lo.

Por que é importante avaliar todos os aspectos das alterações climáticas e não apenas impactos da mudança do clima antropogênica?
Porque boa parte da variabilidade que vemos no clima é atribuída a causas naturais. É preciso olhar para o passado da Terra – não precisa nem ir muito longe, de centenas de anos a mil anos basta – para ver que houve diferentes situações de desequilíbrios climáticos. O problema é que ficamos muito focados apenas nos últimos anos, lembrando só dos anos recentes, de quando éramos crianças.

Na verdade, é preciso olhar numa escala muito maior, porque o clima é variável, não é fixo. Nunca foi constante em lugar algum da Terra. Então, não se podem atribuir de cara à mudança climática provocada pelo homem as coisas que estamos vendo hoje.

Fontes e Direitos Autorais: , de Planeta Sustentável – 02/05/2014 11h02 – Atualizado em 02/05/2014 11h03.