Conheça um pouco sobre BI sem muitas perguntas

Segundo Mary K. Pratt, CIO.com, adoção de BI é essencial para a transformação dos negócios.

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Business Intelligence (BI) não é uma estratégia nova entre as companhias que buscam a digitalização. Entretanto, seu alcance e pormenores ainda podem ser desconhecidos. A prática utiliza software e serviços para transformar dados em insights ​​que informam as decisões estratégicas e táticas para uma organização. As ferramentas de BI acessam e analisam conjuntos de dados e apresentam descobertas analíticas em relatórios, resumos, dashboards, gráficos, tabelas e mapas para fornecer aos usuários informações detalhadas sobre o estado dos negócios.

O termo inteligência comercial também se refere a uma variedade de ferramentas que fornece acesso rápido e fácil a insights sobre o estado atual de uma empresa, com base nos dados disponíveis.

Exemplos de Business Intelligence

Os relatórios são uma faceta central do BI e o dashboard é talvez a ferramenta arquetípica da área. Os dashboards são aplicativos de software hospedados que reúnem automaticamente os dados disponíveis em tabelas e gráficos que dão uma noção do estado imediato da empresa.

Embora a inteligência comercial não diga aos usuários de negócios o que fazer ou o que acontecerá se eles seguirem um determinado curso, o BI também não é apenas sobre a geração de relatórios. Em vez disso, o BI oferece uma maneira de as pessoas examinarem os dados para entender tendências e obter insights, simplificando o esforço necessário para procurar, mesclar e consultar os dados necessários para tomar boas decisões de negócios.

Business intelligence x business analytics

Um aspecto que você deve ter notado nesses exemplos é que eles fornecem informações sobre o estado atual da empresa ou organização: como estão as perspectivas de vendas hoje em dia? Quantos membros perdemos ou ganhamos neste mês? Isso chega à principal distinção entre business intelligence e outro termo relacionado, business analytics.

A inteligência comercial é descritiva, informando o que está acontecendo agora e o que aconteceu no passado para nos levar a esse estado. O business analytics, por outro lado, é um termo genérico para técnicas de análise de dados que são preditivas – ou seja, elas podem lhe dizer o que vai acontecer no futuro – e prescritivas -, podem dizer o que você deve fazer para criar melhores resultados (geralmente, o business analytics é considerada o subconjunto da categoria maior de análise de dados que é focada especificamente nos negócios).

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Estratégia de inteligência de negócios

No passado, os profissionais de TI eram os principais usuários dos aplicativos de BI. No entanto, as ferramentas de BI evoluíram para serem mais intuitivas e fáceis de usar, permitindo que um grande número de usuários em vários domínios organizacionais utilizem seus recursos.

Howson, do Gartner, diferencia dois tipos de BI. O primeiro é o BI tradicional ou clássico, onde os profissionais de TI usam dados transacionais internos para gerar relatórios. O segundo é o BI moderno, onde os usuários de negócios interagem com sistemas ágeis e intuitivos para analisar os dados mais rapidamente.

Howson explica que as organizações geralmente optam pelo BI clássico para certos tipos de atividades, como relatórios regulatórios ou financeiros, onde a precisão é primordial e as perguntas e conjuntos de dados usados ​​são padronizados e previsíveis. As empresas geralmente usam ferramentas modernas de BI quando os usuários de negócios precisam de insights sobre dinâmicas que mudam rapidamente, como eventos de marketing, nos quais a rapidez é valorizada para obter dados 100% corretos.

Business Intelligence de autoatendimento

O esforço para tornar possível a praticamente qualquer pessoa obter informações úteis das ferramentas de BI deu origem à BI de autoatendimento, uma categoria de ferramentas que visa abstrair a necessidade de intervenção da TI para a geração de relatórios. Essas plataformas permitem que as organizações tornem os relatórios de dados internos da empresa mais prontamente disponíveis para gerentes e outras equipes não técnicas.

Entre as chaves para o sucesso do autoatendimento de BI estão os painéis de BI e as UIs, que incluem pontos de pesquisa intuitivos que permitem que os usuários encontrem e transformem dados de maneiras fáceis de entender. Uma certa quantidade de treinamento será sem dúvida necessária, mas se as vantagens das ferramentas forem óbvias, os funcionários estarão ansiosos para trabalhar com as soluções.

Software e sistemas de Business Intelligence

Uma variedade de ferramentas se enquadra no que é conhecido como Business Intelligence. Para facilitar, o SelectHub diferencia algumas das categorias e recursos mais importantes:

  • Dashboards
  • Visualizações
  • Comunicado
  • Mineração de dados
  • ETL (extração-transferência-carga – ferramentas que importam dados de um armazenamento de dados para outro)
  • OLAP (processamento analítico online)

Dessas ferramentas, o SelectHub diz que os dashboards e a visualização são de longe os mais populares; eles oferecem resumos de dados rápidos e fáceis de entender, que estão no centro da proposta de valor da BI. Existem muitos fornecedores e ofertas em BI, e percorrê-los pode ser cansativo. Alguns dos principais players incluem:

  • Tableau, plataforma de análise de autoatendimento que fornece visualização de dados e pode se integrar a uma variedade de fontes de dados, incluindo o Microsoft Azure SQL Data Warehouse e o Excel
  • Splunk, uma “plataforma de análise guiada” capaz de fornecer BI e análise de dados de nível empresarial
  • Alteryx, que combina análises de várias fontes para simplificar os fluxos de trabalho, além de fornecer uma variedade de insights de BI
  • Qlik, que se baseia em visualização de dados, BI e análise, fornecendo uma plataforma de BI escalável.

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Analista de Business Intelligence

Qualquer empresa que leve a sério o BI precisará ter analistas de Business Intelligence na equipe. Em geral, eles pretendem usar todos os recursos das ferramentas de BI para obter os dados de que as empresas precisam, sendo o mais importante a descoberta de áreas de perda de receita e a identificação de onde podem ser feitas melhorias para economizar dinheiro ou aumentar os lucros.

Mesmo que sua empresa confie nas ferramentas de BI de autoatendimento, os analistas de BI têm um papel importante a desempenhar, pois são necessários para gerenciar e manter essas ferramentas e seus fornecedores. Eles também configuram e padronizam os relatórios que os gerentes gerarão para garantir que os resultados sejam consistentes e significativos em toda a organização. E, para evitar problemas de entrada / saída de dados, os profissionais de BI precisam garantir que as informações que chegam no sistema estejam corretas.


Fontes e Direitos Autorais: Mary K. Pratt, CIO.com.
Leia na integra acessando: https://cio.com.br/tudo-que-voce-queria-saber-sobre-bi-mas-nao-tinha-a-quem-perguntar/

Autor: Junior Galvão - MVP

Profissional com vasta experiência na área de Tecnologia da Informação e soluções Microsoft. Pós-Graduado no Curso de Gestão e Engenharia de Processos para Desenvolvimento de Software com RUP na Faculdade FIAP – Faculdade de Informática e Administração Paulista de São Paulo. Graduado no Curso Superior em Gestão da Tecnologia de Sistemas de Informação pela Uninove – Campus São Roque. Formação MCDBA Microsoft, autor de artigos acadêmicos e profissionais postados em Revistas, Instituições de Ensino e WebSistes. Meu primeiro contato com tecnologia ocorreu em 1994 após meus pais comprarem nosso primeiro computador, ano em que as portas para este fantástico mundo se abriram. Neste mesmo ano, comecei o de Processamento de Dados, naquele momento a palavra TI não existia, na verdade a Tecnologia da Informação era conhecida como Computação ou Informática, foi assim que tudo começou e desde então não parei mais, continuando nesta longa estrada até hoje. Desde 2001 tenho atuado como Database Administrator – Administrador de Banco de Dados – SQL Server em tarefas de Administração, Gerenciamento, Migração de Servidores e Bancos de Dados, Estratégias de Backup/Restauração, Replicação, LogShipping, Implantação de ERPs que utilizam bancos SQL Server, Desenvolvimento de Funções, Stored Procedure, entre outros recursos. Desde 2008 exerço a função de Professor Universitário, para as disciplinas de Banco de Dados, Administração, Modelagem de Banco de Dados, Programação em Banco de Dados, Sistemas Operacionais, Análise e Projetos de Sistemas, entre outras. Experiência na Coordenação de Projetos de Alta Disponibilidade de Dados, utilizando Database Mirroring, Replicação Transacional e Merge, Log Shipping, etc. Trabalhei entre 2011 e 2017 como Administrador de Banco de Dados e Coordenador de TI no FIT – Instituto de Tecnologia da Flextronics, atualmente exerço a função de Professor Universitário na FATEC São Roque. CTO da Galvão Tecnologia, consultoria especializada em Gestão de TI, Administração de Servidores Windows Server, Bancos de Dados Microsoft SQL Server e Virtualização. Possuo titulação Oficial Microsoft MVP e reconhecimentos: MCC, MSTC e MIE.