Pesquisadores paranaenses desenvolvem leite materno em pó

Pesquisa realizada na Universidade Estadual de Maringá (UEM) mostra que produto em pó não perde nutrientes e se torna alternativa mais econômica e sustentável para bancos de leite.

Com grande capacidade nutritiva e reconhecido pela importância no desenvolvimento físico e cognitivo, o leite materno é um alimento de ouro para bebês, principalmente, para recém-nascidos.

Não é à toa que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o leite materno seja o único alimento oferecido para os bebês até os seis meses de vida. Depois, quando se inicia a introdução alimentar, o leite materno deve ser mantido até a criança completar, pelo menos, os dois anos.

O valor, tanto emocional quanto físico, do leite materno levou pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, a estudarem e desenvolverem um método capaz de transformar o líquido em pó sem desperdiçar os principais nutrientes.

O que propõe a pesquisa

Além da Vanessa, o professor Jesui Vergilio Visentainer também está por trás da pesquisa que, segundo eles, é inédita no país. Para eles, o resultado é importante do ponto de vista social, econômico e sustentável.

No método desenvolvido, o leite materno congelado doado passa pelo processo de pasteurização no banco de leite e depois é desidratado até virar pó.

Conforme os estudos, depois deste processo, com nutrientes preservados, o leite é encaminhado às instituições de saúde.

A pesquisadora explica que o processo de pasteurização é necessário para evitar que doenças sejam transmitidas pelo leite doado. O leite materno sem pasteurização só pode ser utilizado pelo filho da própria doadora.

O leite humano em pó é ainda uma alternativa para melhorar e otimizar o armazenamento, transporte e distribuição.

Conforme a pesquisa, o produto em pó é mais resistente à contaminação, o transporte pode ser feito de maneira mais simples e gera menos gastos.

Como é feito hoje

Atualmente, os bancos de leite humano recolhem o leite materno congelado das casas das doadoras e, de lá, levam os recipientes em caixas térmicas com controle rigoroso de temperatura.

No banco de leite, o líquido passa pelo processo de pasteurização e depois é levado para hospitais para atender bebês recém-nascidos internados.

O hospital precisa manter o produto congelado. Ao ser descongelado, o leite materno, se não consumido, deve ser descartado após 24 horas.

Leite materno em pó manteve nutrientes essenciais — Foto: Vanessa Javer/Arquivo pessoalLeite materno em pó manteve nutrientes essenciais — Foto: Vanessa Javer/Arquivo pessoalLeite materno em pó manteve nutrientes essenciais — Foto: Vanessa Javer/Arquivo pessoal

“Trabalhamos com fatores imunológicos, nutricionais e antioxidantes, e todos esses componentes permaneceram no leite que foi transformado em pó. O resultado mostra que esse processo é viável”, contou a pesquisadora.


Fontes e Direitos Autorais: Luciane Cordeiro, G1 PR — Londrina.
Leia na integra acessando: https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2020/03/05/paranaenses-desenvolvem-leite-materno-em-po-que-pode-ser-distribuido-pelo-sus.ghtml

Autor: Junior Galvão - MVP

Profissional com vasta experiência na área de Tecnologia da Informação e soluções Microsoft. Pós-Graduado no Curso de Gestão e Engenharia de Processos para Desenvolvimento de Software com RUP na Faculdade FIAP – Faculdade de Informática e Administração Paulista de São Paulo. Graduado no Curso Superior em Gestão da Tecnologia de Sistemas de Informação pela Uninove – Campus São Roque. Formação MCDBA Microsoft, autor de artigos acadêmicos e profissionais postados em Revistas, Instituições de Ensino e WebSistes. Meu primeiro contato com tecnologia ocorreu em 1994 após meus pais comprarem nosso primeiro computador, ano em que as portas para este fantástico mundo se abriram. Neste mesmo ano, comecei o de Processamento de Dados, naquele momento a palavra TI não existia, na verdade a Tecnologia da Informação era conhecida como Computação ou Informática, foi assim que tudo começou e desde então não parei mais, continuando nesta longa estrada até hoje. Desde 2001 tenho atuado como Database Administrator – Administrador de Banco de Dados – SQL Server em tarefas de Administração, Gerenciamento, Migração de Servidores e Bancos de Dados, Estratégias de Backup/Restauração, Replicação, LogShipping, Implantação de ERPs que utilizam bancos SQL Server, Desenvolvimento de Funções, Stored Procedure, entre outros recursos. Desde 2008 exerço a função de Professor Universitário, para as disciplinas de Banco de Dados, Administração, Modelagem de Banco de Dados, Programação em Banco de Dados, Sistemas Operacionais, Análise e Projetos de Sistemas, entre outras. Experiência na Coordenação de Projetos de Alta Disponibilidade de Dados, utilizando Database Mirroring, Replicação Transacional e Merge, Log Shipping, etc. Trabalhei entre 2011 e 2017 como Administrador de Banco de Dados e Coordenador de TI no FIT – Instituto de Tecnologia da Flextronics, atualmente exerço a função de Professor Universitário na FATEC São Roque. CTO da Galvão Tecnologia, consultoria especializada em Gestão de TI, Administração de Servidores Windows Server, Bancos de Dados Microsoft SQL Server e Virtualização. Possuo titulação Oficial Microsoft MVP e reconhecimentos: MCC, MSTC e MIE.