Quais habilidades são necessárias para se tornar um Arquiteto de Dados.

Segundo Thor Olavsrud (CIO – IDG), os Arquitetos de dados visualizam e projetam a estrutura de gerenciamento de dados corporativos de uma organização, alinhada com a estratégia corporativa.

O arquiteto de dados é responsável por visualizar e projetar a estrutura de gerenciamento de dados corporativos de uma organização. Esta estrutura descreve os processos usados para planejar, especificar, habilitar, criar, adquirir, manter, usar, arquivar, recuperar, controlar e eliminar dados.

Em adicional, este profissional da área de dados também “fornece um vocabulário de negócios comum padrão, expressa requisitos estratégicos, descreve projetos integrados de alto nível para atender a esses requisitos e se alinha com a estratégia corporativa e arquitetura de negócios relacionada”, de acordo com o Data Management Body of Knowledge da DAMA International.

Algumas responsabilidades

  • Traduzir requisitos de negócios em especificações técnicas, incluindo fluxos de dados, integrações, transformações, bancos de dados e data warehouses;
  • Definição de arquitetura de referência, que é um padrão que outros podem seguir para criar e melhorar sistemas de dados; e
  • Definir fluxos de dados, ou seja, quais partes da organização geram dados, que requerem dados para funcionar, como os fluxos de dados são gerenciados e como os dados mudam na transição.

Arquiteto de dados vs. engenheiro de dados

As funções de arquiteto de dados e engenheiro de dados estão intimamente relacionadas. De certa forma, o arquiteto de dados é um engenheiro de dados avançado. Arquitetos e engenheiros de dados trabalham juntos para visualizar e construir a estrutura de gerenciamento de dados corporativos.

Os arquitetos de dados têm a capacidade de:

  • Design modelos de processamento de dados que implementam o modelo de negócios pretendido;
  • Desenvolver diagramas que representam as principais entidades de dados e seus relacionamentos; e
  • Comunicar-se de forma clara, simples e eficaz.

De acordo com Bob Lambert, Líder de Entrega de Analytics da Anthem e ex-Diretor da CapTech Consulting, as habilidades importantes do arquiteto de dados incluem:

  • Base no desenvolvimento de sistemas. Os arquitetos de dados devem compreender o ciclo de vida de desenvolvimento do sistema, abordagens de gerenciamento de projetos e requisitos, design e técnicas de teste, diz Lambert; e
  • Tecnologias de dados estabelecidas e emergentes. Os arquitetos de dados precisam entender o gerenciamento de dados e as tecnologias de relatório estabelecidas e ter algum conhecimento de bancos de dados colunares e NoSQL, análises preditivas, visualização de dados e dados não estruturados.

Trabalhos de arquiteto de dados

Uma pesquisa recente por empregos de arquiteto de dados no Even.com mostrou vagas disponíveis em uma variedade de setores, incluindo serviços financeiros, consultoria, saúde, produtos farmacêuticos, tecnologia e ensino superior.

Uma amostra das descrições do trabalho do arquiteto de dados mostra as principais áreas de responsabilidade, como: criar dataops e roteiro de transformação de BI, desenvolver e sustentar uma estratégia de dados, implementar e otimizar o design de banco de dados físico e projetar e implementar processos de migração e integração de dados.


Fontes e Direitos autorais: CIO.com.br – Carreira – Thor Olavsrud.
Leia na integra acessando: https://cio.com.br/carreira/o-que-faz-um-arquiteto-de-dados-quais-habilidades-sao-necessarias-e-como-se-tornar-um/

Autor: Junior Galvão - MVP

Profissional com vasta experiência na área de Tecnologia da Informação e soluções Microsoft. Pós-Graduado no Curso de Gestão e Engenharia de Processos para Desenvolvimento de Software com RUP na Faculdade FIAP – Faculdade de Informática e Administração Paulista de São Paulo. Graduado no Curso Superior em Gestão da Tecnologia de Sistemas de Informação pela Uninove – Campus São Roque. Formação MCDBA Microsoft, autor de artigos acadêmicos e profissionais postados em Revistas, Instituições de Ensino e WebSistes. Meu primeiro contato com tecnologia ocorreu em 1994 após meus pais comprarem nosso primeiro computador, ano em que as portas para este fantástico mundo se abriram. Neste mesmo ano, comecei o de Processamento de Dados, naquele momento a palavra TI não existia, na verdade a Tecnologia da Informação era conhecida como Computação ou Informática, foi assim que tudo começou e desde então não parei mais, continuando nesta longa estrada até hoje. Desde 2001 tenho atuado como Database Administrator – Administrador de Banco de Dados – SQL Server em tarefas de Administração, Gerenciamento, Migração de Servidores e Bancos de Dados, Estratégias de Backup/Restauração, Replicação, LogShipping, Implantação de ERPs que utilizam bancos SQL Server, Desenvolvimento de Funções, Stored Procedure, entre outros recursos. Desde 2008 exerço a função de Professor Universitário, para as disciplinas de Banco de Dados, Administração, Modelagem de Banco de Dados, Programação em Banco de Dados, Sistemas Operacionais, Análise e Projetos de Sistemas, entre outras. Experiência na Coordenação de Projetos de Alta Disponibilidade de Dados, utilizando Database Mirroring, Replicação Transacional e Merge, Log Shipping, etc. Trabalhei entre 2011 e 2017 como Administrador de Banco de Dados e Coordenador de TI no FIT – Instituto de Tecnologia da Flextronics, atualmente exerço a função de Professor Universitário na FATEC São Roque. CTO da Galvão Tecnologia, consultoria especializada em Gestão de TI, Administração de Servidores Windows Server, Bancos de Dados Microsoft SQL Server e Virtualização. Possuo titulação Oficial Microsoft MVP e reconhecimentos: MCC, MSTC, MIE e MTAC.