Como podemos aprender com os dados sobre tendências do futuro

Segundo Oscar Pettezzoni é diretor da Visa Consulting & Analytics – Atualmente, temos à disposição uma infinidade de informações.

Imagine que você esteja planejando uma viagem para a praia com a sua família no fim de semana. É bem possível que sua primeira providência seja entrar em um site especializado na previsão do tempo para ver se há chances de chover ou de o tempo estar nublado.

Depois, consultar um app para saber se o trânsito está bom no dia da viagem. Não há dúvidas de que tudo isso influenciará a sua decisão de pegar ou não a estrada.

Hoje em dia, temos à disposição uma infinidade de informações que nos ajudam a decifrar cenários e dar mais clareza sobre o que pode vir adiante. Claro que não temos, com isso, o dom de prever o futuro, mas os dados misturados à capacidade humana de interpretá-los compõem um bem valioso na hora de entender mudanças de comportamento, avaliar riscos e visualizar tendências.

Em interações digitais e físicas, trocamos informações o tempo todo em atendimentos, preenchendo formulários, no processo de compra. O resultado é a multiplicação dos dados e das interações em uma velocidade cada vez mais acelerada. A questão é que essas amostras que temos em mãos envelhecem muito rápido também. Ou seja, no fim das contas trabalhamos com dados do passado.

Sem dúvida, dados e informações são importantes como base de apoio para modelar o futuro, dando maior previsibilidade em relação aos fatos. Mas eles sozinhos não fazem mágica! E é aí que entra em ação a inteligência artificial no esforço de identificar o momento certo em que o consumidor muda de vida, de interesses, de status financeiro. Quando ele, por exemplo, tem um filho e passa a ficar mais em casa, deixa de viajar, ir a bares e restaurantes.

Além disso, tem um fator indispensável: o ser humano. Nada substitui a interação humana. Por mais que a gente aplique modelagens automatizadas, as conversas com clientes, a experiência de mercado, a sensibilidade e intuição fazem a diferença. E ter acesso a esses dados pode nos ajudar nesse feeling diário.

Com o acesso mais democrático a informações, os consumidores mudam suas decisões e escolhas cada vez mais rápido e as empresas devem se adaptar para acompanhar esse movimento.


Fontes e Direitos Autorais: ComputerWorld.com.br – Home – Inovação – Oscar Pettezzoni.
Leia na integra acessando: https://computerworld.com.br/inovacao/o-que-os-dados-podem-nos-revelar-sobre-tendencias-no-futuro/

Autor: Junior Galvão - MVP

Profissional com vasta experiência na área de Tecnologia da Informação e soluções Microsoft. Pós-Graduado no Curso de Gestão e Engenharia de Processos para Desenvolvimento de Software com RUP na Faculdade FIAP – Faculdade de Informática e Administração Paulista de São Paulo. Graduado no Curso Superior em Gestão da Tecnologia de Sistemas de Informação pela Uninove – Campus São Roque. Formação MCDBA Microsoft, autor de artigos acadêmicos e profissionais postados em Revistas, Instituições de Ensino e WebSistes. Meu primeiro contato com tecnologia ocorreu em 1994 após meus pais comprarem nosso primeiro computador, ano em que as portas para este fantástico mundo se abriram. Neste mesmo ano, comecei o de Processamento de Dados, naquele momento a palavra TI não existia, na verdade a Tecnologia da Informação era conhecida como Computação ou Informática, foi assim que tudo começou e desde então não parei mais, continuando nesta longa estrada até hoje. Desde 2001 tenho atuado como Database Administrator – Administrador de Banco de Dados – SQL Server em tarefas de Administração, Gerenciamento, Migração de Servidores e Bancos de Dados, Estratégias de Backup/Restauração, Replicação, LogShipping, Implantação de ERPs que utilizam bancos SQL Server, Desenvolvimento de Funções, Stored Procedure, entre outros recursos. Desde 2008 exerço a função de Professor Universitário, para as disciplinas de Banco de Dados, Administração, Modelagem de Banco de Dados, Programação em Banco de Dados, Sistemas Operacionais, Análise e Projetos de Sistemas, entre outras. Experiência na Coordenação de Projetos de Alta Disponibilidade de Dados, utilizando Database Mirroring, Replicação Transacional e Merge, Log Shipping, etc. Trabalhei entre 2011 e 2017 como Administrador de Banco de Dados e Coordenador de TI no FIT – Instituto de Tecnologia da Flextronics, atualmente exerço a função de Professor Universitário na FATEC São Roque. CTO da Galvão Tecnologia, consultoria especializada em Gestão de TI, Administração de Servidores Windows Server, Bancos de Dados Microsoft SQL Server e Virtualização. Possuo titulação Oficial Microsoft MVP e reconhecimentos: MCC, MSTC, MIE e MTAC.