Script Challenge – 2020 – Post 17


Olá, boa tarde comunidade e amantes de banco de dados…

Tudo bem? Nossa como o tempo esta passando, ainda mais neste momento de pandemia, como você sabe a cada quatro meses nos encontramos em mais um post dedicado especialmente a sessão Script Challenge.

Hoje quinta-feira dia 25/06 estamos no início do inverno, mas ainda não chegou aquele frio, não é verdade.

O post de hoje poderíamos dizer que ele é um pouco gelado, pode nos dar aquele friozinho na barriga durante o seu processamento, ou no final um pequeno susto (kkkkk)….

Mas antes de você conhecer um pouco sobre o código fonte compartilhado no Script Challenge de hoje, vamos conhecer um pouco mais sobre os posts publicados especialmente para esta sessão.

Introdução

Os posts publicados nesta sessão tem o objetivo de desafiar o visitante a descobrir o que um determinado script pode fazer ao ser executado, e não somente isso, mostrar como podemos aprender com o uso da linguagem Transact-SQL e sua vasta coleção de comandos, funções e instruções adicionadas a cada nova versão ou atualização do Microsoft SQL Server.

Se você ainda não conhecia a sessão Script Challenge, fique tranquilo vai ter a possibilidade agora mesmo, como também a cada 4 meses poder desfrutar de um novo desafio e sua respectiva resposta, por isso esta sessão é denominada Script Challenge(Script Desafio ou Desafio do Script), bom a melhor forma de traduzir eu deixo para você escolher.

Seguindo um frente….

Gostaria de destacar dois pontos importantes apresentados para os posts publicado nesta sessão:

  1. Como maneira ou forma de dificultar ainda mais o nível de complexidade do código, o bloco de código que representa o Script Challenge selecionado para compor o post será  apresentado no formato de imagem ou figura; e
  2. Algumas partes das linhas de código, trechos, ou partes de código serão omitidas, justamente como forma de tornar este código ainda mais desafiador.

Antes de destacar o script de hoje, não custa nada saber um pouco mais sobre esta sessão, por este motivo, quero lhe contar um pouco da história que cerca os posts relacionadas a ela…

Um pouco de História

Esta é uma sessão criado no final do ano de 2010 e mantida mensalmente até meados de 2012, desde então não me dediquei mais a mesma devido principalmente em não conseguir identificar possíveis scripts dentro da minha biblioteca que poderiam ser apresentados como um scripts considerados como desafio para os profissionais da área de banco de dados.

Mas acredito que nos últimos anos com o crescimento do Microsoft SQL Server, seu nível de evolução, amadurecimento e recursos adicionais, como também, meu nível de experiência profissional e acadêmica também evolui muito, sinto-me preparado para retornar com esta sessão e poder de forma bastante técnica, didática e conceitual poder lançar um “desafio” e responder o mesmo com muito segurança.

Outro detalhe importante, esta é uma sessão que foi criada, pensando em apresentar pequenos blocos de códigos oriundos da linguagem Transact-SQL que possam apresentar um nível de dificuldade e conhecimento técnico um pouco mais elevado, exigindo assim uma análise mais profundada e até mesmo a criação um pequeno cenário de teste para seu entendimento.

Vamos então conhecer o bloco de código selecionado para ser o Script Challenge deste post.


Script Challenge – 17

O bloco de código Transact-SQL selecionado para fazer parte do Script Challenge de hoje, esta relacionado com uma importante atividade exercida por Administradores de Servidores, DBAs e Administradores de Banco de Dados.

Não deveria, mas vou lhe ajudar, apresentando duas dicas sobre este desafio

  1. O mesmo, pode ser executado em conjunto com as demais sessões, transações ou querys em execução, sem necessitar que qualquer procedimento de manutenção ou alterações na configuração do SQL Server para sua execução, como também, esta totalmente relacionado com o que venha ou possa estar sendo processado pelo sistema operacional que necessite de dados do SQL Server naquele exato momento; e
  2. Observe as colunas dbpages e used, elas podem contar a resposta para este desafio, pois estão relacionadas com as estruturas que utilizamos em nossos bancos de dados.

E ai, ficou curioso para saber o que este script realiza? Qual seria a sua atividade? O conjunto de resultados que ele retornaria?

Pois bem, foi fazer o papel de chato, a resposta para estas e outras demais questões não serão apresentadas hoje (hahahahahahaha……), vou deixar com que você quebre um pouco a sua cabeça, afim de tentar matar esta curiosidade, no final do post como de costume você terá a sua disposição uma enquete que lhe permitirá expor tentar encontrar a resposta para este desafio.

A seguir apresento o bloco de código:

Figura 1 – Short Script 17.

Muito bem, nosso Script Challenge esta apresentado. Você preparado para mais este desafio?

Tenho a certeza que sim!


Sua participação

Legal, agora quero conter com a sua participação, me ajudando a responder este post, outra grande novidade que estou adicionando aos posts da sessão Script Challenge será uma pequena enquete com possíveis respostas para identificar qual é a correta, relacionada com o desafio apresentado através do bloco de código selecionado para este post, desta forma, apresento a seguir a Enquete – Script Challenge – 17 e suas alternativas de resposta:

Para esta enquete você poderá escolher mais de uma resposta como forma para tentar identificar a possível solução ao nosso desafio.

Todavia, já conhecemos o Script Challenge selecionado, sua enquete e relação de opções de resposta, fica faltando somente a sua participação, algo que eu tenho a certeza que vai acontecer rapidamente.

Durante quanto tempo posso participar…

Outra grande mudança na sessão Script Challenge é seu tempo de publicação “validade”, anteriormente os posts desta sessão eram publicados mensalmente ou bimestralmente, agora serão publicados em um período mais longo, ou seja, a cada 4 meses estarei compartilhando com vocês novos posts dedicados exclusivamente para esta sessão.

Desta forma, você terá mais tempo para participar e me ajudar e encontrar a resposta correta para este desafio, enviando suas possíveis sugestões, críticas e até mesmo alternativas de resposta para minha enquete.

Posts anteriores

Caso esta seja a primeira vez que você acessa um post desta sessão, fico muito feliz e aproveito para compartilhar os posts mais recentes:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2020/03/17/script-challenge-16-a-resposta/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/10/26/script-challenge-2019-post-16/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/06/26/script-challenge-15-a-resposta/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/02/13/script-challenge-2019-post-15/


Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que post apresentado como um possível “desafio” possa ser úteis e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta, tratados com “bichos de sete cabeças”.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões, e especialmente em outubro de 2020 em mais um post da sessão Script Challenge, o qual apresentará a resposta para este post.

Fique a vontade para conhecer os demais post publicados até o presente momento em todas as sessões do meu blog.

Tenha uma ótima quinta-feira.

Abraços.

Segredo para inspirar equipes em tempos tão desafiadores está no gerenciamento inteligente e adaptável

Segundo John Edwards, existem maneiras de otimizar a produtividade da equipe de TI mesmo em tempos de pandemia.


7 maneiras de otimizar a produtividade da equipe de TI em tempos difíceis

Otimizar a produtividade da equipe de TI é sempre um desafio, mas, no ambiente de negócios extraordinário de hoje, garantir que a TI atenda ou supere as metas definidas é uma tarefa muito difícil.

Pelo lado positivo, qualquer um que possa habilmente dirigir seu departamento pelas águas turbulentas de hoje emergirá da crise atual com uma sólida reputação de obter sucesso sob extrema pressão.

Continue Lendo “Segredo para inspirar equipes em tempos tão desafiadores está no gerenciamento inteligente e adaptável”

Deseja aprender a programar?

Estes excelentes cursos introdutórios gratuitos da Codecademy e Coursera farão com que você codifique rapidamente.


Os melhores cursos de programação gratuitos para aprender durante a quarentena

Então você quer aprender a programar, mas não pode sair de casa. Não tem problema. Você pode fazer cursos on-line que ensinam os princípios de desenvolvimento de software, juntamente com sua primeira linguagem de programação. O passo importante é aprender a pensar como um programador.

Existem vários bons cursos de programação disponíveis on-line, mas nem todos são gratuitos.

Continue Lendo “Deseja aprender a programar?”

Vivo e governo de SP usarão dados para rastrear focos de Covid-19

Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e a operadora utilizaram base anônima para acompanhar deslocamento populacional da cidade.


Resultado de imagem para rastreamento de dados

A operadora Telefônica Brasil (que também atua sob a marca Vivo) firmou parceria com o governo de São Paulo para usar seus recursos de Big Data para medir em tempo real dados sobre o deslocamento da população, a fim de identificar tendências e áreas de possível foco de contágio do novo coronavírus (Covid-19).

Quem fará a gestão desses dados será o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo. De acordo com comunicado, todos os dados aos quais o IPT terá acessão “são analisados de forma agregada e anonimizada e nunca individualizada, sempre respeitando a privacidade dos usuários”.

Continue Lendo “Vivo e governo de SP usarão dados para rastrear focos de Covid-19”

Ferramentas gratuitas que podem te ajudar na gestão de projetos

Estabelecer boas relações entre o time é um dos fatores-chave para o sucesso de um projeto.


Resultado de imagem para gestão de projetos

Segundo as palavras do manager de baseball Casey Stengel “encontrar bons jogadores é fácil. Difícil é fazê-los jogar juntos”. Esta afirmação talvez valha para o momento atual no que tange aos recursos tecnológicos.

A Colaboração é um dos fatores-chave para o sucesso independente do tamanho da companhia. Tendo isso em mente, fica simples observar o quão importante é possuir a ferramenta de colaboração certa para manter os times conectados e caminhando numa mesma direção.

A Computerworld listou algumas soluções que podem ajudá-lo nesse sentido:

Continue Lendo “Ferramentas gratuitas que podem te ajudar na gestão de projetos”

Pesquisadores paranaenses desenvolvem leite materno em pó

Pesquisa realizada na Universidade Estadual de Maringá (UEM) mostra que produto em pó não perde nutrientes e se torna alternativa mais econômica e sustentável para bancos de leite.


Com grande capacidade nutritiva e reconhecido pela importância no desenvolvimento físico e cognitivo, o leite materno é um alimento de ouro para bebês, principalmente, para recém-nascidos.

Não é à toa que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o leite materno seja o único alimento oferecido para os bebês até os seis meses de vida. Depois, quando se inicia a introdução alimentar, o leite materno deve ser mantido até a criança completar, pelo menos, os dois anos.

O valor, tanto emocional quanto físico, do leite materno levou pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, a estudarem e desenvolverem um método capaz de transformar o líquido em pó sem desperdiçar os principais nutrientes.

Continue Lendo “Pesquisadores paranaenses desenvolvem leite materno em pó”

De analista de sistemas a desenvolvedor web e engenheiros, todos os profissionais de TI devem procurar aprimorar as suas habilidades

Segundos Bob Violino para o Portal – CIO.com, estes são os profissionais de TI que precisam melhorar suas competências.


As iniciativas digitais não estão apenas transformando os negócios – elas também estão aumentando significativamente as competências necessárias por parte dos profissionais de TI.

Não deve ser surpresa, dado o intenso ritmo das mudanças tecnológicas, que algumas funções de TI estejam passando por uma espécie de metamorfose, para que possam se adaptar às transformações do mercado.

Nos últimos anos, fatores como o crescimento da cloud computing e a ascensão da mobilidade corporativa e da edge computing ampliaram o escopo da TI, dando novos significados a diversas carreiras em tecnologia.

Confira algumas das principais funções que os líderes de TI devem considerar, bem como sugestões de habilidades e treinamentos para gerar uma nova versão de carreira e ter maior probabilidade de sucesso na era digital.

Continue Lendo “De analista de sistemas a desenvolvedor web e engenheiros, todos os profissionais de TI devem procurar aprimorar as suas habilidades”

Script Challenge – 2019 – Post 16


Olá, bom dia amantes de banco de dados…

Tudo bem? Nossa como o tempo esta passando, como você sabe a cada quatro meses nos encontramos em mais um post dedicado especialmente a sessão Script Challenge.

Hoje sábado dia 26/10 a primavera chegou a alguns dias, mas continuamos sofrendo muito com este forte calor,  pode até parecer coincidência mas o post anterior publicado no mês de fevereiro desta sessão também foi iniciado falando do calor. O ano de 2019 esta terminando da mesma forma que começou: Sol forte, Ventos quentes e Temperaturas altas para os padrões nacionais, em especial para minha “grande” São Roque (kkkkk……)

O post de hoje não esta relacionado com as mudanças de temperatura do nosso clima, muito menos com o calor, chuva, ao contrário, ele vai tentar lhe ajudar a identificar possíveis situações que começam a ser apresentadas em nosso ambiente decorrentes de mudança rápida, totalmente inesperada, algo que ocorre em poucos minutos que poderá provocar um estrago, isso é muito comum de acontecer. Não é mesmo?

Pense então, nas situações relacionados ao seu ambiente de banco de dados que em poucos minutos começa a se comportar de forma totalmente desconhecida, é a mesma coisa que sair para dar uma volta e começar a chover e você não tem um guarda-chuva, e ai que fazer, como identificar esta mudança ou o que pode ter provocado isso, mas principalmente a partir de qual momento esse comportamento diferente teve início.

Introdução

Os posts publicados nesta sessão tem o objetivo de desafiar o visitante a descobrir o que um determinado script pode fazer ao ser executado, e não somente isso, mostrar como podemos aprender com o uso da linguagem Transact-SQL e sua vasta coleção de comandos, funções e instruções adicionadas a cada nova versão ou atualização do Microsoft SQL Server.

Se você ainda não conhecia a sessão Script Challenge, fique tranquilo vai ter a possibilidade agora mesmo, como também a cada 4 meses poder desfrutar de um novo desafio e sua respectiva resposta, por isso esta sessão é denominada Script Challenge(Script Desafio ou Desafio do Script), bom a melhor forma de traduzir eu deixo para você escolher.

Seguindo um frente….

Gostaria de destacar mais uma vez duas mudanças iniciais implementadas na sessão Script Challenge tendo como base o post publicado em outubro de 2017, sendo elas:

  1. Como maneira ou forma de dificultar ainda mais o nível de complexidade do código, o bloco de código que representa o Script Challenge selecionado para compor o post será  apresentado no formato de imagem ou figura; e
  2. Algumas partes das linhas de código, trechos, ou partes de código serão omitidas, justamente como forma de tornar este código ainda mais desafiador.

Antes de destacar o script de hoje, não custa nada saber um pouco mais sobre esta sessão, por este motivo, quero lhe contar um pouco da história que cerca os posts relacionadas a ela…

Um pouco de História

Esta é uma sessão criado no final do ano de 2010 e mantida mensalmente até meados de 2012, desde então não me dediquei mais a mesma devido principalmente em não conseguir identificar possíveis scripts dentro da minha biblioteca que poderiam ser apresentados como um scripts considerados como desafio para os profissionais da área de banco de dados.

Mas acredito que nos últimos anos com o crescimento do Microsoft SQL Server, seu nível de evolução, amadurecimento e recursos adicionais, como também, meu nível de experiência profissional e acadêmica também evolui muito, sinto-me preparado para retornar com esta sessão e poder de forma bastante técnica, didática e conceitual poder lançar um “desafio” e responder o mesmo com muito segurança.

Outro detalhe importante, esta é uma sessão que foi criada, pensando em apresentar pequenos blocos de códigos oriundos da linguagem Transact-SQL que possam apresentar um nível de dificuldade e conhecimento técnico um pouco mais elevado, exigindo assim uma análise mais profundada e até mesmo a criação um pequeno cenário de teste para seu entendimento.

Vamos então conhecer o bloco de código selecionado para ser o Script Challenge deste post.


Script Challenge – 16

O bloco de código Transact-SQL selecionado para fazer parte do Script Challenge de hoje, esta relacionado com uma importante atividade exercida por Administradores de Servidores, DBAs e Administradores de Banco de Dados.

Trata-se de algo que pode ajudar a identificar possíveis situações que venham a atrapalhar o processamento e execução de nossas querys e transações. Ao contrário do Script Challenge 15, este script possui a finalidade de apresentar os custos de processamento que estão sendo demandados pelos processos em execução relacionados diretamente com o Microsoft SQL Server.

Não deveria, mas vou lhe ajudar, apresentando duas dicas sobre este desafio

  1. O mesmo, pode ser executado em conjunto com as demais sessões, transações ou querys em execução, sem necessitar que qualquer procedimento de manutenção ou alterações na configuração do SQL Server para sua execução, como também, esta totalmente relacionado com o que venha ou possa estar sendo processado pelo sistema operacional que necessite de dados do SQL Server naquele exato momento; e
  2. Preste atenção na relação de tags que estão compartilhadas, nelas você poderá encontrar as partes omitidas do bloco de código, bem como, a resposta para a enquente apresentado no final do post.

E ai, ficou curioso para saber o que este script realiza? Qual seria a sua atividade? O conjunto de resultados que ele retornaria? Pois bem, foi fazer o papel de chato, a resposta para estes e outras demais questões não serão apresentadas hoje (hahahahahahaha……), vou deixar com que você quebre um pouco a sua cabeça, afim de tentar matar esta curiosidade, no final do post como de costume você terá a sua disposição uma enquete que lhe permitirá expor tentar encontrar a resposta para este desafio.

A seguir apresento o bloco de código:


Figura 1 – Short Script 16.

Muito bem, nosso Script Challenge esta apresentado. Você preparado para mais este desafio?

Tenho a certeza que sim!


Sua participação

Legal, agora quero conter com a sua participação, me ajudando a responder este post, outra grande novidade que estou adicionando aos posts da sessão Script Challenge será uma pequena enquete com possíveis respostas para identificar qual é a correta, relacionada com o desafio apresentado através do bloco de código selecionado para este post, desta forma, apresento a seguir a Enquete – Script Challenge – 16 e suas alternativas de resposta:

Seguindo em frente, já conhecemos o Script Challenge selecionado, sua enquete e relação de opções de resposta, fica faltando somente a sua participação, algo que eu tenho a certeza que vai acontecer rapidamente.

Durante quanto tempo posso participar…

Outra grande mudança na sessão Script Challenge é seu tempo de publicação “validade”, anteriormente os posts desta sessão eram publicados mensalmente ou bimestralmente, agora serão publicados em um período mais longo, ou seja, a cada 4 meses estarei compartilhando com vocês novos posts dedicados exclusivamente para esta sessão.

Desta forma, você terá mais tempo para participar e me ajudar e encontrar a resposta correta para este desafio, enviando suas possíveis sugestões, críticas e até mesmo alternativas de resposta para minha enquete.

Posts anteriores

Caso esta seja a primeira vez que você acessa um post desta sessão, fico muito feliz e aproveito para compartilhar os posts mais recentes:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/06/26/script-challenge-15-a-resposta/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/02/13/script-challenge-2019-post-15/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/10/06/script-challenge-14-a-resposta/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/06/29/script-challenge-2018-post-14/


Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que post apresentado como um possível “desafio” possa ser úteis e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta, tratados com “bichos de sete cabeças”.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões, e especialmente em fevereiro de 2020 em mais um post da sessão Script Challenge, o qual apresentará a resposta para este post.

Fique a vontade para conhecer demais post publicados até o presente momento em todas as sessões do meu blog.

Tenha um ótimo final de semana.

Abraços.

Script Challenge – 2019 – Post 15


Olá, bom dia comunidade…

Tudo bem? Quarta – feira dia 13/02 estamos no verão, sofrendo muito com este super calor que esta “queimando nossas cacholas”, mas hoje aqui em São Roque, amanheceu um dia bem diferente dos últimos, muito chuva, vento e temperaturas bem amenas, podemos dizer que aquele friozinho gostoso esta de volta.

Pois bem, sou suspeito a dizer sobre o frio, ainda mais por ser fã incondicional de temperatura baixas, devido a ter trabalhado muitos anos dentro de os mais variados datacenters de empresas e clientes suportando “aquelas” altas temperaturas de 16 ou 18 graus.

Mas o que esta mudança de tempo tem haver com este novo post da sessão Script Chalenge, bom na minha opinião tem tudo haver, ainda mais dependendo do situação e como diria um velho amigo meu “do nível da problemática da coisa” ele poderá aumentar ou diminuir a sua temperatura em pouso segundo, kkkkkk.

Introdução

Os posts publicados nesta sessão tem o objetivo de desafiar o visitante a descobrir o que um determinado script pode fazer ao ser executado, e não somente isso, mostrar como podemos aprender com o uso da linguagem Transact-SQL e sua vasta coleção de comandos, funções e instruções adicionadas a cada nova versão ou atualização do Microsoft SQL Server.

Se você ainda não conhecia a sessão Script Challenge, fique tranquilo vai ter a possibilidade agora mesmo, como também a cada 4 meses poder desfrutar de um novo desafio e sua respectiva resposta, por isso esta sessão é denominada Script Challenge(Script Desafio ou Desafio do Script), bom a melhor forma de traduzir eu deixo para você escolher.

Seguindo um frente….

Gostaria de destacar mais uma vez duas mudanças iniciais implementadas na sessão Script Challenge tendo como base o post publicado em outubro de 2017, sendo elas:

  1. Como maneira ou forma de dificultar ainda mais o nível de complexidade do código, o bloco de código que representa o Script Challenge selecionado para compor o post será  apresentado no formato de imagem ou figura; e
  2. Algumas partes das linhas de código, trechos, ou partes de código serão omitidas, justamente como forma de tornar este código ainda mais desafiador.

Antes de destacar o script de hoje, não custa nada saber um pouco mais sobre esta sessão, por este motivo, quero lhe contar um pouco da história que cerca os posts relacionadas a ela…

Um pouco de História

Esta é uma sessão criado no final do ano de 2010 e mantida mensalmente até meados de 2012, desde então não me dediquei mais a mesma devido principalmente em não conseguir identificar possíveis scripts dentro da minha biblioteca que poderiam ser apresentados como um scripts considerados como desafio para os profissionais da área de banco de dados.

Mas acredito que nos últimos anos com o crescimento do Microsoft SQL Server, seu nível de evolução, amadurecimento e recursos adicionais, como também, meu nível de experiência profissional e acadêmica também evolui muito, sinto-me preparado para retornar com esta sessão e poder de forma bastante técnica, didática e conceitual poder lançar um “desafio” e responder o mesmo com muito segurança.

Outro detalhe importante, esta é uma sessão que foi criada, pensando em apresentar pequenos blocos de códigos oriundos da linguagem Transact-SQL que possam apresentar um nível de dificuldade e conhecimento técnico um pouco mais elevado, exigindo assim uma análise mais profunda e até mesmo a criação um pequeno cenário de teste para seu entendimento.

Vamos então conhecer o bloco de código selecionado para ser o Script Challenge deste post.


Script Challenge – 15

O bloco de código Transact-SQL selecionado para fazer parte do Script Challenge de hoje, esta relacionado com uma importante atividade exercida por Administradores de Servidores,  DBAs e Administradores de Banco de Dados.

Trata-se de algo que pode ajudar a identificar possíveis situações que venham a atrapalhar o processamento e execução de nossas querys e transações. Vale ressaltar que este script, não possui a finalidade de apresentar os custos de processamento que estão sendo demandados pelos processos em execução.

Vou dar uma pequena canja, sobre este desafio: O mesmo, pode ser executado em conjunto com as demais sessões, transações ou querys em execução, sem necessitar que qualquer procedimento de manutenção ou alterações na configuração do SQL Server para sua execução.

E ai, ficou curioso para saber o que este script realiza? Qual seria esta possível atividade? Mesmo assim, não vou lhe responder hoje, vou deixar que você quebre um pouco a sua cabeça, afim de tentar matar esta curiosidade, mas como não sou tão mal assim, no final do post como de costume vou deixar uma enquete para você expor sua opinião.

A seguir apresento o bloco de código:

Figura 1 – Short Script 15.

Muito bem, nosso Script Challenge esta apresentado. Você preparado para mais este desafio?

Tenho a certeza que sim!


Sua participação

Legal, agora quero conter com a sua participação, me ajudando a responder este post, outra grande novidade que estou adicionando aos posts da sessão Script Challenge será uma pequena enquete com possíveis respostas para identificar qual é a correta, relacionada com o desafio apresentado através do bloco de código selecionado para este post, desta forma, apresento a seguir a Enquete – Script Challenge – 15 e suas alternativas de resposta:

Seguindo em frente, já conhecemos o Script Challenge selecionado, sua enquete e relação de opções de resposta, fica faltando somente a sua participação, algo que eu tenho a certeza que vai acontecer rapidamente.

Durante quanto tempo posso participar…

Outra grande mudança na sessão Script Challenge é seu tempo de publicação “validade”, anteriormente os posts desta sessão eram publicados mensalmente ou bimestralmente, agora serão publicados em um período mais longo, ou seja, a cada 4 meses estarei compartilhando com vocês novos posts dedicados exclusivamente para esta sessão.

Desta forma, você terá mais tempo para participar e me ajudar e encontrar a resposta correta para este desafio, enviando suas possíveis sugestões, críticas e até mesmo alternativas de resposta para minha enquete.

Posts anteriores

Caso esta seja a primeira vez que você acessa um post desta sessão, fico muito feliz e aproveito para compartilhar os posts mais recentes:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/10/06/script-challenge-14-a-resposta/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/06/29/script-challenge-2018-post-14/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/10/26/script-challenge-2017-o-retorno/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/03/01/script-challenge-13-a-resposta/


Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que post apresentado como um possível “desafio” possa ser úteis e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta, tratados com “bichos de sete cabeças”.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em junho de 2019 em mais um post da sessão Script Challenge, o qual apresentará a resposta para este post.

Sucesso, mais uma vez obrigado por sua visita, espero que você tenha gostado deste post.

Fique a vontade para conhecer demais post publicados até o presente momento em todas as sessões do meu blog.

Abraços.

Script Challenge – 13 – A resposta….


Salve pessoal, bom dia.

Tudo bem?  Seja mais uma vez muito bem vindo ao meu blog, mais especificamente ao post que apresenta a resposta para o Script Challenge – 2017, publicado em outubro de 2017 destacando o retorno da sessão Script Challenge (Script Desafiador ou Desafio do Script) como queiram traduzir.

Espero que você já tenha ouvido falar desta sessão ou acessado alguns dos posts publicados na mesma, caso ainda não tenha feito, fique tranquilo você vai encontrar no final deste post uma pequena relação contendo os últimos desafios lançados e seus respostas.

Vamos então falar um pouco mais sobre o último desafio, estou me referindo ao Script Challenge 13, sendo assim, seja bem vindo a mais um post da sessão Script Challenge.


Script Challenge 13

Falando do desafio de número 13, o mesmo foi publicado no mês de outubro de 2017, período de data que apresenta uma das comemorações mais importantes que ocorrem anualmente em quase todos os países do mundo, mas que especialmente no Estados Unidos da América.

E ai já matou a charada? Eu acredito que sim! Mas para te ajudar mais um pouco vou apresentar a Figura 1 que contem todo código Transact-SQL utilizado neste desafio, contendo trechos ou partes de código ocultas, procedimento que realizei no post que contempla o lançamento deste desafio como forma de aumentar o nível de dificuldade:

Figura 1 – Código Transact-SQL apresentado no Script Challenge 13.

Bom chegou a hora de revelar o que exatamente este pequeno bloco de código esta fazendo, chegou o momento de revelar e desvendar este desafio, a seguir apresento a resposta para o Script Challenge 13 e o trecho de código disponível para você utilizar em seus ambientes de trabalho ou estudos.

A resposta

Tanto no post de lançamento do desafio, bem como, neste post de apresenta a resposta para o mesmo, eu deixei algumas pequenas dicas para tentar ajudar a identificar a resposta, dentre as quais a relação do script com uma das datas comemorativas mais tradicionais dos Estados Unidos, neste caso o Halloween(conhecido tradicionalmente como dia das bruxas).

Mesmo assim você pode estar se perguntando, o que Script Challenge 13 tem haver com dia das bruxas, ué tudo haver, pois quando falamos de bruxas, temos também em mente a relação com magia, fantasias, medo, terror e propriamente a fantasmas, isso mesmos fantasmas, algo que também pode acontecer em nossas tabelas com o passar do tempo conforme vamos realizando as manipulações de dados, torna-se possível se deparar com a ocorrência de possíveis dados fantasmas.

Então a resposta para o Script Challenge 13 é justamente a possibilidade que o script apresenta em identificar uma possível ocorrência de dados fantasmas em nossas tabelas e bancos de dados.

Isso mesmo, esta é a resposta, e o script original que apresenta esta funcionalidade apresentado abaixo:

— Script Challenge 13 – A resposta – Identificando a ocorrência de dados fantasmas —

SELECT db_name(database_id),
                object_name(object_id),
                ghost_record_count,
                version_ghost_record_count
FROM sys.dm_db_index_physical_stats(DB_ID(N’GhostDB’),
                                                                            OBJECT_ID(N’GhostTable’),
                                                                            NULL,
                                                                            NULL ,
                                                                            ‘DETAILED’)
GO

Que coisa de louco isso Galvão! Sim realmente parece ser coisa de outro mundo, mas podem acontecer tranquilamente a qualquer momento, o complicado é imaginar, que nossos bancos de dados, podem ser vítimas deste tipo de situação.

Mas isso não é o fim do mundo, muito ao contrário, para este cenário temos uma grande vantagem. Você pode estar se perguntando qual, a resposta é simples, não precisamos chamar os Casas Fantasmas, nós mesmos podemos resolver facilmente isso. Foi pensando justamente nas possibilidades da ocorrência deste tipo de situação, que além da compartilhar a resposta para este desafio, vou deixar também um cenário de simulação de como é possível ocorrência a existência de dados fantasmas, como também a possibilidade de excluir estes “dados”, a seguir:

— Simulando a ocorrência de dados fantasmas —

— Criando o Banco de Dados – GhostDB —
Create Database GhostDB
Go

— Acessando o Banco de Dados —
Use GhostDB
Go

— Criando a Tabela GhostTable —
Create Table GhostTable
(GhostRecord Int)
Go

— Criando um índice clusterizado —
Create Clustered Index Ind_GhostTable_GhostRecord On GhostTable(GhostRecord)
Go

— Inserindo Dados na Tabela GhostTable —
Insert Into GhostTable
Select 100
Go

— Obtendo informações sobre as estatísticas de alocação de dados —
Select object_id,
index_id,
index_depth,
index_level
From sys.dm_db_index_physical_stats(db_id(),
object_id(‘GhostTable’),
object_id(‘Ind_GhostTable_GhostRecord’),
null,
null)
Go

— Obtendo informações sobre o Índice IND_GhostTable_GhostRecord —
Select id, name, root, first
from sys.sysindexes
where id=565577053 — Aqui você vai colocar o ID identificado do índice apresentado na sua máquina —
Go

— Identificando a página de dados que contem os dados inseridos na GhostTable —
SELECT first_page,
(convert(varchar(2), (convert(int, substring(first_page, 6, 1)) * power(2, 8)) +
(convert(int, substring(first_page, 5, 1)))) + ‘:’ + convert(varchar(11),
(convert(int, substring(first_page, 4, 1)) * power(2, 24)) +
(convert(int, substring(first_page, 3, 1)) * power(2, 16)) +
(convert(int, substring(first_page, 2, 1)) * power(2, 8)) +
(convert(int, substring(first_page, 1, 1))))) As Page
FROM SYS.SYSTEM_INTERNALS_ALLOCATION_UNITS
Where first_page = 0x180100000100 — Valor obtido no bloco de código anterior através da coluna root —
Go

— Habilitando a Trace Flag 3604 para apresentar informações sobre as páginas de dados —
DBCC TRACEON (3604)
GO

— Consultando informações sobre as páginas de dados relacionadas o índice Ind_GhostTable_GhostRecord —
DBCC PAGE(GhostDB,1,280,1)
Go

Após obter o resultado do DBCC Page procure pela coluna m_ghostRecCnt, neste momento ela deve esta apresentando o valor m_ghostRecCnt = 0.

— Excluíndo os registros em GhostTable —
Delete from GhostTable
Where GhostRecord=100
Go

— Consultando informações sobre as páginas de dados relacionadas o índice Ind_GhostTable_GhostRecord —
DBCC PAGE(GhostDB,1,280,3)
Go

Agora verifique novamente a coluna m_ghostRecCnt que neste momento deverá apresentar o valor igual á m_ghostRecCnt = 1, este é o indicador da ocorrência de um dado fantasma em nossa tabela.

— Confirmando a existência de um registro fantasmas —
SELECT db_name(database_id),
object_name(object_id),
ghost_record_count,
version_ghost_record_count
FROM sys.dm_db_index_physical_stats(DB_ID(N’GhostDB’), OBJECT_ID(N’GhostTable’), NULL, NULL , ‘DETAILED’)
GO

— Simulando a eliminação de dados fantasmas —
Alter Table GhostTable
Rebuild — Utilize este tipo de procedimento em uma tabela com poucos registros —
Go

— Confirmando a existência de um registros fantasmas —
SELECT db_name(database_id),
object_name(object_id),
ghost_record_count,
version_ghost_record_count
FROM sys.dm_db_index_physical_stats(DB_ID(N’GhostDB’),
OBJECT_ID(N’GhostTable’),
NULL,
NULL ,
‘DETAILED’)
GO

— Liberando espaço alocado anteriormente em disco pelos registros fantasmas —
Exec sp_clean_db_free_space @dbname=N’GhostDB’
Go

Meu deus, conseguimos, chegamos ao final, esta é a resposta para o Script Challenge 13, sinceramente falando achei que não iria conseguir compartilhar este conteúdo com vocês.

Espero que tenham gostado desta da volta desta sessão, como também, a nova maneira que pretendo apresentar os desafios e seus respostas.


Sua Participação

No post de lançamento deste desafio, contei com a participação através de uma enquete contendo algumas opções de respostas que poderiam estar relacionadas com o Script Challenge 13. A seguir apresento o resultado desta enquete:

A opção mais votada com 66,67% dos votos é justamente a resposta correta para este desafio, o qual retorna ao usuário informações relacionadas a identificação de páginas de dados com fragmentação.

Referências

Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que o retorno desta sessão e o conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possam ser úteis e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em junho de 2018 em mais um post da sessão Script Challenge.

Até a próxima…

MICROSOFT LANÇA O AZURE IOT HUB


A Microsoft anunciou hoje o lançamento do Azure IoT Hub. Com ele você pode conectar seus ativos da Internet das coisas (IoT) de maneira rápida e segura.

AZURE IOT HUB

Use dados de telemetria do dispositivo para nuvem para compreender o estado dos dispositivos e ativos, e esteja pronto para agir quando um dispositivo precisar de sua atenção.

Nas mensagens do dispositivo para nuvem, envie comandos e notificações de maneira confiável para seus dispositivos conectados e acompanhe a entrega de mensagem com confirmação de recebimento.

Além disso, mensagens do dispositivo são enviadas de uma maneira durável para acomodar os dispositivos conectados de intermitentemente.

Microsoft lança o Azure IoT Hub

A Microsoft anunciou hoje o lançamento do Azure IoT Hub. Com ele você pode conectar seus ativos da Internet das coisas (IoT) de maneira rápida e segura

Trabalhe com plataformas e protocolos que você conhece
Inclua novos dispositivos — e conecte os existentes — usando SDKs de dispositivos de software livre para diversas plataformas, incluindo Linux, Windows e sistemas operacionais em tempo real.

Use protocolos padrão e personalizados, incluindo HTTP, AMQP (Advanced Message Queuing Protocol) e MQTT (MQ Telemetry Transport).

Autenticação por dispositivo para soluções IoT com segurança aprimorada
Configure identidades individuais e credenciais para cada um de seus dispositivos conectados — e ajude a manter a confidencialidade para ambas as mensagens de nuvem para dispositivo e de dispositivo para nuvem.

Revogue seletivamente os direitos de acesso de dispositivos específicos para manter a integridade do seu sistema.

O Azure IoT Hub está disponível em três edições: Gratuita, S1 e S2. Com a edição gratuita você pode transmitir até 8.000 mensagens por dia e é recomendada para quem ainda está se familiarizando com o conceito de IoT e com o IoT Hub.

Com a edição S1 você pode transmitir até 400.000 mensagens por dia e é recomendada para soluções de IoT que geram um volume baixo de dados.

Já a edição S2 permite a transmissão de até 6.000.000 mensagens por dia e é recomendada para soluções de IoT que geram um grande volume de dados.

Saiba mais sobre o Azure IoT Hub, seus planos e preços clicando aqui.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – SID VICIOUS @ 4 FEV 2016 | 11:56 AM

#01 – Para que serve


Muito bom dia, comunidade…..Tudo bem?

Hoje com muito orgulho e bastante ansiedade estou lançando uma nova sessão no meu blog, tenho a certeza que será algo muito diferente e que poderá trazer bastante interesse de todos. Este é o post #01 da sessão “Para que serve”, uma nova sessão que estará sendo publicada mensalmente com objetivo de apresentar como um script, ferramenta, linha de comando, enfim algo que esteja relacionado ao SQL Server e Banco de Dados que você não conheça ou tenha uma leve ideia de como pode ser utilizado.

Para este primeiro post, vou apresentar um pequeno script que utilizo frequentemente no SQL Server, sempre que necessito identificar algumas informações relacionadas a índices. Segue abaixo o Script #01 – Para que serve:

— #01 – Para que serve —

SELECT OBJECT_NAME(B.object_id) AS TableName,

              B.name AS IndexName,

              A.index_type_desc AS IndexType,

             A.avg_fragmentation_in_percent

FROM sys.dm_db_index_physical_stats(DB_ID(), NULL, NULL, NULL, ‘LIMITED’) A

            INNER JOIN sys.indexes B WITH(NOLOCK)

             ON B.object_id = A.object_id AND B.index_id = A.index_id

WHERE A.avg_fragmentation_in_percent > 30

AND OBJECT_NAME(B.object_id) NOT LIKE ‘[_]%’

AND A.index_type_desc != ‘HEAP’

ORDER BY A.avg_fragmentation_in_percent DESC


 

Então, veja, analíse e tente identificar o que este pequeno script pode fazer, e agora eu vou fazer a pergunta que leva o nome desta sessão.

Para que serve? Para que serve este script? Você já tem a resposta? Ela é muito simples e bastante útil.

Dicas: Se você analisou o código, poderá ter identificado algumas palavras chaves que podem ajudar:

  • Indexes;
  • Fragmentation;
  • AVG; e
  • Percent.

Hummm, se você juntar todas estas palavras, começamos a ter ideia do que e para que serve este script, se você chegou a conclusão que estamos falando de fragmentação de índices, acerto, consegui descobrir para que serve.

Resposta: O #01 – Para que serve faz referência e apresenta uma das maneiras mais utilizadas no SQL Server para se obter informações sobre índices fragmentados ou com indicadores de fragmentação. A primeira etapa para optar pelo método de fragmentação a ser usado é analisar o índice para determinar o grau de fragmentação.

Usando a função de sistema sys.dm_db_index_physical_stats, você pode detectar a fragmentação em um índice específico, em todos os índices de uma tabela ou exibição indexada, em todos os índices de um banco de dados ou em todos os índices de todos os bancos de dados.

Para índices particionados, sys.dm_db_index_physical_stats também fornece informações de fragmentação por partição.


Então é isso pessoal, este foi #01 – Para que serve, com certeza muito coisa será melhorada, novas ideias e formas de demonstrar como podemos usar e para que serve algo que se relaciona ao SQL Server e Banco de Dados.

Deseje suas críticas, sugestões, comentários e opiniões.

Mais uma vez o meu obrigado, um grande abraço, sucesso, nos encontramos em breve.

Valeu.

Mercado corporativo responde bem à adoção do Windows 10, diz Gartner


Havia muita dúvida a respeito da adoção do Windows 10 ao mercado corporativo. Isso porque o Windows 8 e o Windows 8.1 foram rejeitados pelas empresas que preferiram permanecer com o Windows 7 em suas máquinas. No entanto, com as diversas mudanças e melhorias presentes no novo sistema operacional da Microsoft, o mercado corporativo está respondendo muito bem às expectativas.

Apesar das mudanças exigirem alterações na forma de gerir o suporte, a reação das empresas em relação ao Windows 10 superou as expectativas do Gartner. “Sabíamos que a recepção ia ser melhor que a do Windows 8”, disse Stephen Kleynhans durante o Gartner Symposium/ITExpo, nos Estados Unidos. Mesmo assim, o analista se disse “chocado” com a resposta positiva.

Essa reação, na opinião de Kleynhans, é reflexo da qualidade do sistema operacional, mas também do fato de a atualização para o Windows 10 ser praticamente inevitável. Em 2018, o Gartner prevê que cerca de 80% dos usuários empresariais estejam utilizando o Windows 10.

A mudança de sistema realça alguns aspectos importantes no planejamento dos executivos de TI. Algumas desinstalações devem ser realizadas, visto que há um prazo curto para o suporte, como é o caso do Internet Explorer para as versões 8 e 10, que termina neste ano.

É importante que as empresas estejam atentas ao fato da Microsoft optar por atualizações incrementais de quatro em quatro meses, considera o analista. Pode haver complicações, caso as empresas desconsiderem isso. Não será necessário correr imediatamente para atualizar cada posto de trabalho, mas é preciso manter as máquinas atualizadas nas últimas versões. Manter o sistema desatualizado poderá implicar em problemas de segurança críticos para ambientes corporativos.

Para Kleynhans, os executivos de TI interessados em “realmente fazer uso do Windows 10” devem repensar em seus processos. A adoção do sistema operacional é um compromisso de manter a empresa atualizada “com a mais recente versão”. Não basta apenas instalar o Windows 10 na rede empresarial. Os que querem manter a segurança e o bom desempenho do sistema “precisam de um pouco mais de trabalho”, ressalta o analista.

Fontes e Direitos Autorais: Canaltech – Redação | em 14.10.2015 às 10h15.

10 motivos para você preferir o Windows Phone ao Android


O sistema móvel da Microsoft ainda não possui grande participação no mercado de smartphones, não atingindo nem 10% do total. No entanto, se for considerado o crescimento da base de usuários que nos últimos anos vem dobrando, é provável que nos próximos anos tenhamos uma disputa mais acirrada entre Android, iOS e Windows Phone.

A plataforma receberá uma grande mudança assim que o Windows 10 for lançado, com melhorias no desempenho e na interface que deverão atrair ainda mais usuários em um ecossistema unificado. Mas isso não quer dizer que o atual sistema é ruim ou ultrapassado. Pelo contrário: o software tem diversas vantagens em relação aos seus principais concorrentes, em especial o sistema do Google.

A Microsoft investiu pesado na melhoria da interface do usuário no Windows Phone 8.1. Agora, os usuários podem contam com atalhos simplificados e processos mais simples. Com as mudanças, o sistema se aproximou da versão para desktop, ganhando melhorias na integração entre diversos dispositivos equipados com Windows. Se você é um usuário Android e está pensando em trocar de aparelho, o Windows Phone poderá ser uma excelente opção. Em uma análise detalhada, elaboramos uma lista com dez motivos para você preferir o Windows Phone ao Android.

1. Boa integração com os produtos da Microsoft

Windows Phone

Diferente do que acontece com o Android, o Windows Phone possui excelente integração com diversos produtos da Microsoft. A experiência de uso de alguns aplicativos como Skype, Office e Bing é visivelmente superior. A fluidez com que esses aplicativos trabalham no Windows Phone é fruto do desenvolvimento de uma única empresa, a Microsoft. Ou seja, o aparelho ganha em performance pelo fato do sistema e de diversos aplicativos serem desenvolvidos pela mesma fabricante.

2. Aparelhos com excelente design

Windows Phone

Os dispositivos equipados com Windows Phone apresentam um design diferenciado dos concorrentes. Antes da aquisição da Nokia pela Microsoft, já era possível notar que os aparelhos que continham o sistema se destacavam. Tradicionalmente a companhia finlandesa era conhecida por construir ótimos gadgets com aparência invejável e, mesmo após a compra pela Microsoft, os celulares da linha Lumia continuaram muito bem construídos.

Outras fabricantes também já investiram no sistema da gigante de Redmond, como a Samsung e a HTC, e não há dúvida que os aparelhos que contém o Windows Phone são bastante atraentes aos olhos dos consumidores. Já em relação ao Android, provavelmente você já se deparou com alguns dispositivos desagradáveis.

3. Aplicativos bem construídos

Windows Phone

Apesar da Windows Store ter menos aplicativos que a Google Play, a verdade é que os apps possuem uma qualidade superior. Isso pode ser creditado ao fato do Windows Phone não ser uma plataforma de código aberto. A grande diferença em relação aos apps Android é a aparência minimalista que proporciona um aspecto bem agradável aos apps do Windows Phone. É possível notar essa diferença com mais nitidez em apps como o Facebook e o Skype, por exemplo.

4. Consistência em vários dispositivos

Windows Phone

No Android, a experiência do usuário depende do dispositivo utilizado. Um aparelho de entrada é muito inferior em relação a desempenho do que um smartphone high-end. Já com o Windows Phone isso é diferente: mesmo em telefones mais simples, com poucos recursos de hardware, a experiencia de uso é praticamente a mesma. Toda a linha Lumia, por exemplo, contempla os seus usuários com sistemas eficientes, rápidos e agradáveis.

5. Personalização da tela de bloqueio

Windows Phone

Diferente do que acontece com o iOS e com o Android, cuja a possibilidade de personalizar a tela é pouco explorada, no Windows Phone é possível fazer diversas modificações. Uma das vantagens é poder alterar o fundo das imagens na tela de bloqueio. Outra opção é a de integração com aplicativos que ficarão “ao vivo” na no display. Nessa mesma tela bloqueada, ainda é possível definir algumas fotos para rodar ou então receber informações da música que você está escutando.

6. Possibilidade de jogar games do Xbox One

Windows Phone

Enquanto o Android possui apenas jogos que podem ser instalados através da Google Play, o Windows Phone possui uma excelente integração com o Xbox, plataforma de games da Microsoft. Assim, o usuário poderá tirar o máximo de proveito dos seus jogos favoritos. Com a integração, é possível jogar e receber pontos de sua conta pessoal. Games como Asphalt 6, Jetpack Joyride ou Fifa 14 estão disponíveis para você se divertir. A qualidade presente em um smartphone ou tablet também é excelente.

7. Maior quantidade de armazenamento com OneDrive

Windows Phone

Apesar dos aparelhos com Windows Phone menos potentes possuírem 8 GB de armazenamento internet e suportarem um cartão MicroSD de até 64 GB, o serviço de nuvem OneDrive oferece uma boa quantia gratuita de armazenamento. No caso do Lumia 640 XL, o espaço oferecido é de 30 GB. Isso reduz as chances de você ter de utilizar plataformas de terceiros e ainda pagar por elas.

8. Resumo do que está acontecendo nos aplicativos

Windows Phone

Outra característica interessante no Windows Phone e que não existe no Android é a possibilidade de ver o que está acontecendo em seus aplicativos sem precisar sair da tela inicial. Sem acessar diretamente o app, você pode obter informações sobre clima, últimos tuítes e notificações do Facebook por meio da chamada “live tile”. É claro que o Android disponibiliza os widgets, mas convenhamos que, em termos visuais, não é uma boa alternativa.

9. Assistente Cortana

Windows Phone

Mesmo que ainda não esteja disponível em português, a Cortana já está entre nós. Se você precisa de uma assistente pessoal pronta para ajudá-lo a fazer todos os tipos de tarefas e mantê-lo a par das coisas que realmente importa, esta função é fundamental. Se você quer um assistente de voz que tenha ótima integração com o Bing, a Cortana é sua escolha. Para utilizá-la, basta alterar o idioma de seu Windows Phone para o inglês.

10. Office nativo

Windows Phone

O pacote Office mobile é nativo no Windows Phone, algo que não acontece com o Android. Se você utiliza as ferramentas do Office em seu desktop, nada melhor do que poder contar com ele em seu smartphone ou tablet. Assim você pode utilizar sua conta para sincronizar arquivos, iniciando em seu computador e terminando em seu aparelho celular, por exemplo.

Fontes e Direitos Autorais: CanalTech.com.br – William Nascimento RSS

Microsoft SQL Server 2016 – Lista de Novidades – Parte II


Bom dia, quinta – feira, começando!!!

Salve comunidade, estou retornando com a segunda parte da Lista de Novidades do Microsoft SQL Server 2016, nova versão do SQL Server que neste momento apresenta muitas especulações, comentários e informações nas Internet, principalmente nas redes sociais.

Por este motivo também não poderia ficar de fora, como já realizado na semana passada com a primeira parte desta lista de novidades, caso você não tenha acessado este é o link:
https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/07/10/microsoft-sql-server-2016-lista-de-novidades-parte-i/

Nesta segunda parte, vou destacar mais algumas das principais novidades que a Microsoft esta divulgado em seus Blogs e parceiros, hoje darei destaque para:

  • Multiple TempDB Files;
  • For JSON;
  • Always Encripted; e
  • Polybase.

A seguir destaco estas novidades, através de uma breve descrição:

  • Multiple TempDB Files – Funcionalidade muito aguardada a anos pelos profissionais da área de banco de dados, mais especificamente aqueles que trabalham com o SQL Server, onde a partir da versão 2016, teremos a possibilidade de durante a instalação do SQL Server configurar e definir a quantidade arquivos de dados que devem formar a estrutura do banco de sistema TempDB, onde o número de arquivos é definido com base no seu número de processadores que a instância 2016 estará sendo executada. Para saber mais sobre esta nova feature acesse: http://www.sqlservergeeks.com/tempdb-configuration-sql-server-2016-setup/

 

  • FOR JSON – Uma novidade bastante interessante que mostra o quanto a Microsoft esta se dedicando a acompnhar a evolução das tecnologias de Computação em Nuvem e BigData. A FOR JSON, consiste em uma claúsula da linguagem Transact-SQL criada para ajudar o SQL Server a possibilitar a apresentação e saída de dados no formata JSON de forma nativa, algo que vai muito além de apresentar os dados, mas sim ter a capacidade de formatar estes dados interpretados pelo JSON no formato desejado pelo usuário. Para saber mais sobre esta nova feature acesse: https://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb510411%28v=sql.130%29.aspx#ForJson

 

  • Always Encrypted – Este é um recurso bastante interessante na minha opinião e algo que pode complementar o TDE(Transparent Data Encryption) recurso introduzido no Microsoft SQL Server 2008, com a finalidade de permitir criptografia nativa no nível de banco de dados. O Always Encrypted garantir ainda mais que seus dados estão armazenados de forma segura através deste recurso de criptografia, como também, durante os processos de manipulação dos mesmo. Sua principal característica é permitir que a possibilidade de criptografar dados dentro das aplicações que estão fazendo acesso ao SQL Server, tendo a capacidade de utilizar chaves de criptografia nunca reveladas dentro do processo que realização da criptografia do dado. Como resultado, o Always Encrypted fornece uma separação entre aqueles que possuem os dados (e pode visualizálo) e aqueles que gerenciar os dados (mas deve não têm acesso). Para saber mais sobre esta nova funcionalidade, acesse: https://msdn.microsoft.com/en-us/library/mt163865(v=sql.130).aspx e https://channel9.msdn.com/Shows/Data-Exposed/SQL-Server-2016-Always-Encrypted

 

  • Polybase – Na minha opinião uma baita novidade, sinceramente algo que vai muito além de uma novo recurso, mas sim um novo horizonte para os profissionais, desenvolvedores e administradores de banco de dados, funcionalidade que vai permitir um avanço enorme no que se diz respeito a Interoperabilidade do SQL Server com outras tecnologias Non-SQL, como também, tecnologias de acesso e armazenamento de dados dentre elas o Hadoop. O PolyBase é uma nova tecnologia que integra o produto o Microsoft SQL Server Parallel Data Warehouse (PDW), com Hadoop. Ele é projetado para permitir consultas através de dados relacionais armazenados no PDW e dados não-relacionais armazenados no Hadoop de forma distribuída através do sistema arquivos Hadoop (HDFS), ignorando MapReduce distribuído, reconhecido como motor do Hadoop que normalmente é usado para ler dados do HDFS. Você pode criar uma tabela externa em PDW que referencia o Hadoop dados (como um servidor vinculado) e você pode consultar isso com SQL, em essência, adicionando estrutura para dados não-estruturados.

Untitled picturePara maiores informações sobre o Polybase e alguns cenários de uso, acesse: Books Online – Polybase, Polybase Explained, SQL Server 2016 and Polybase, Using Polybase in SQL Server 2016, Polybase in SQL Server 2016 CTP2

Muito bem pessoal, chegamos ao final desta segunda parte da lista de novidades do Microsoft SQL Server 2016, espero que você tenha gostado, na próxima semana chegaremos ao final desta lista, destacando as últimas novidades que Microsoft esta introduzindo no novo SQL Server 2016, dentre as quais chamo sua atenção para: Strech Database e Row-Level Security.

Mais uma vez obrigado por sua visita, fique a vontade para postar suas dúvidas, sugestões, críticas e comentários, sobre este ou qualquer outro post.

Boa semana e até mais.