Programa Microsoft para Startups


A Microsoft realizou ontem dia 14/02 o anúncio do programa Microsoft para Startups, que oferece acesso a negócios, tecnologia e benefícios da comunidade e que ajuda as empresas iniciantes a expandir sua base de clientes e a receita, construir uma plataforma confiável que cresça com elas e conectar-se à sua comunidade e clientes.

A empresa alocará US$ 500 milhões nos próximos dois anos para oferecer opções de covenda para startups, além do acesso à tecnologia da Microsoft e novos espaços comunitários que promovam a colaboração dentro dos ecossistemas locais. Startups são um motor de inovação indiscutível, e a Microsoft está em parceria com fundadores e investidores para ajudar a acelerar seu crescimento. Este novo programa foi projetado para ajudar as startups em ações relacionadas á:

Vender para novos clientes, setores e mercados
O programa Microsoft para Startups possui uma abordagem única que liga startups a clientes. A Microsoft possui mais de 30.000 representantes de vendas e 800.000 parceiros cujo objetivo é impulsionar a adoção de soluções de nuvem da Microsoft em empresas de todos os tamanhos e setores em todo o mundo. O programa fornece recursos que preparam suas equipes de marketing e vendas para atender aos padrões dos clientes corporativos e, em seguida, permitir que eles vendam para essas organizações em parceria com a vasta organização de vendas da Microsoft e o ecossistema parceiro.

 

Microsoft anuncia o programa Microsoft para Startups

Inovar rapidamente com o acesso a ferramentas confiáveis ​​de tecnologia, suporte e desenvolvimento
O programa oferece às startups até US$ 120 mil em créditos gratuitos de Azure, suporte técnico de nível empresarial e ferramentas de desenvolvimento para ajudá-los a criar soluções inovadoras na nuvem utilizada ​​por 90% das empresas do ranking Fortune 500.

Acessar os recursos certos no momento certo
O Microsoft para Startups ajuda empresas iniciantes em todas as etapas em ecossistemas de todo o mundo:

Microsoft Reactors são espaços físicos onde empresários, desenvolvedores, investidores e a comunidade empresarial podem se unir para interagir, aprender e compartilhar. Durante o próximo mês, abriremos as portas nos novos espaços Microsoft Reactor em Londres, Sydney, Tel Aviv, Berlim, Xangai e Pequim. Esses espaços somam-se a nossos locais existentes em Redmond, Seattle, San Francisco e Nova York.

– Acesso ao Microsoft ScaleUp (antigo Microsoft Accelerators), ajudando as startups de série A e posterior a se ajustar ao mercado de produtos, aprimorar suas infraestruturas e construir seus negócios usando os serviços Azure e Microsoft Dynamics.

– Conexões com a Microsoft Ventures, equipe estratégica de investimento em capital de risco da Microsoft, cuja missão é ser um parceiro ativo em estágios-chave do crescimento de uma empresa, normalmente investindo entre as séries A e D.

As startups nos inspiram a ir além do possível e construir produtos que melhoram nossas vidas pessoais e profissionais. A Microsoft está animada para se associar a startups para capacitar cada pessoa e organização no planeta.

Para maiores informações acesse: startups.microsoft.com.

Fontes e Direitos Autorais: https://startups.microsoft.com/en-us/ – 14/02/2018.

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Microsoft Visual Studio 2015 Update 2 CTP


A Microsoft disponibilizou recentemente para download o Visual Studio 2015 Update 2 CTP (Community Technology Preview), primeira versão de testes desta atualização.

O Update 1 foi lançado em novembro de 2015.

Microsoft Visual Studio 2015 Update 2 CTP

Visual Studio 2015 Update 2 CTP

De acordo com a Microsoft, o foco do Visual Studio 2015 Update 2 CTP é melhorar o desempenho e estabilidade do software.

Esta atualização traz correções para múltiplos bugs, incluindo um que faz com que o software fique lento quando o usuário tenta abrir projetos C++ e um que faz com que o Visual Studio 2015 trave quando o usuário tenta acessar os arquivos de ajuda.

Com o Update 1, a Microsoft introduziu um mecanismo de banco de dados mais rápido (mas desabilitado por padrão) para C e C++ que acelera operações como Go To Definition e Find All References. Com o Update 2 CTP, novas instalações do Visual Studio 2015 usarão este novo mecanismo por padrão.

Quem fizer o upgrade do Update 1 para o Update 2 CTP continuará usando o mecanismo habilitado anteriormente. É possível selecionar o novo usando a opção abaixo:

microsoft-visual-studio-2015-U2-ctp-02

O Update 2 CTP agora inclui compatibilidade com repositórios do GitHub configurados para usar Git LFS (Large File Storage) e outras novidades. Saiba mais aqui.

Os desenvolvedores podem fazer o download do Visual Studio 2015 Update 2 CTP aqui.

Visual Studio 2015

O Visual Studio 2015 é um grande lançamento da Microsoft. Com ele a empresa abriu o Visual Studio para desenvolvedores interessados em novas plataformas – indo desde o desenvolvimento multiplataforma para dispositivos móveis com foco no Windows, iOS e Android, até o desenvolvimento de jogos com foco em Unity, Unreal Engine, Cocos e mais.

O Visual Studio 2015 também redefine a produtividade dos desenvolvedores com novas ferramentas de diagnóstico proativas e com os novos serviços da linguagem Roslyn para C# e VB.

A versão 2015 está disponível nas edições Community (gratuita), Enterprise, Professional, Test Professional, Express para Desktop, Express para Web e Express para Windows 10.

A edição Community oferece ferramentas de desenvolvimento para criação de apps para Windows, iOS e Android, ferramentas para desenvolvimento com foco na Web e na nuvem e acesso a milhares de extensões.

Esta versão é gratuita para desenvolvedores individuais, desenvolvimento de aplicações open source, pesquisa acadêmica, educação e para equipes pequenas.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – Sid Vicious @ 15 fev 2016 | 8:23 am.

Estados brasileiros cobrarão ICMS para software obtido via download


Aprovado recentemente pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), o Convênio ICMS Nº 181 autoriza a cobrança de ICMS para software obtido via download no Brasil.

Estados brasileiros cobrarão ICMS para software obtido via download

Aprovado recentemente pelo Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ), o Convênio ICMS Nº 181 autoriza a cobrança de ICMS para software obtido via download no Brasil

ICMS para software obtido via download

Com isso, 19 estados poderão cobrar o imposto sobre a venda de softwares e serviços obtidos pela internet a partir de 1 de janeiro de 2016.

Os 19 estados estão listados abaixo:

– Acre
– Alagoas
– Amapá
– Amazonas
– Bahia
– Ceará
– Goiás
– Maranhão
– Mato Grosso do Sul
– Paraíba
– Paraná
– Pernambuco
– Piauí
– Rio de Janeiro
– Rio Grande do Norte
– Rio Grande do Sul
– Santa Catarina
– São Paulo
– Tocantins

O comunicado do CONFAZ pode ser visto abaixo:

Cláusula primeira
Ficam os Estados do Acre, Alagoas, Amapá, Amazonas, Bahia, Ceará, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Paraná, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, , Santa Catarina, São Paulo, Tocantins autorizados a conceder redução na base de cálculo do ICMS, de forma que a carga tributária corresponda ao percentual de, no mínimo, 5% (cinco por cento) do valor da operação, relativo às operações com softwares, programas, jogos eletrônicos, aplicativos, arquivos eletrônicos e congêneres, padronizados, ainda que sejam ou possam ser adaptados, disponibilizados por qualquer meio, inclusive nas operações efetuadas por meio da transferência eletrônica de dados.

Cláusula segunda
O benefício previsto neste convênio será utilizado opcionalmente pelo contribuinte em substituição à sistemática normal de tributação, sendo vedada à apropriação de quaisquer outros créditos ou benefícios fiscais.

Cláusula terceira
Ficam as unidades federadas referidas na cláusula primeira autorizadas a não exigir, total ou parcialmente, os débitos fiscais do ICMS, lançados ou não, inclusive juros e multas, relacionados com as operações previstas na cláusula primeira, ocorridas até a data de início da vigência deste convênio.

Parágrafo único. A não exigência de que trata esta cláusula:

I – não autoriza a restituição ou compensação de importâncias já pagas;
II – observará as condições estabelecidas na legislação estadual.

Cláusula quarta
Este convênio entra em vigor na data da publicação de sua ratificação nacional, produzindo efeitos a partir de 1º de janeiro de 2016.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – Sid Vicious @ 11 jan 2016 | 5:47 pm

Brasil é o 10º país do mundo com mais supercomputadores


Supercomputador Santos Dumont, do Laboratório Nacional de Computação Científica, de Petrópolis (RJ). (Foto: Divulgação/LNCC)Supercomputador Santos Dumont, do Laboratório Nacional de Computação Científica, de Petrópolis (RJ). (Foto: Divulgação/LNCC)

Alguns dos supercomputadores mais rápidos e potentes em operação estão no Brasil, o que faz do país ser o 10º no mundo com a maior quantidade de máquinas de alto desempenho, aponta o ranking Top 500, divulgado nesta terça-feira (17).

A lista reúne computadores velozes a ponto fazer milhões de milhões de cálculos enquanto você nem terminou de piscar os olhos. As seis máquinas brasileiras da lista não são nenhum modelo dos diversos laptops, tablets ou smartphones presentes nas prateleiras de lojas varejistas. Nem são vendidos pela bagatela de milhares de reais paga por eles.

Além de pertencerem a institutos de pesquisa e à indústria, os supercomputadores brasileiros custam milhões. Três deles são do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), em Petrópolis (RJ), um do Cimatec, em Salvador (BA), um do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe), de São Paulo (SP), e um da Petrobras.

Supercomputador mais rápido da América Latina é inaugurado em Salvador (Foto: Angelo-Pontes/ Sistema Fieb)Supercomputador do Cimatec, em Salvador (Foto: Angelo-Pontes/ Sistema Fieb)

Apesar de serem os únicos da América Latina listado, nenhum deles figura entre os cem melhores. O Brasil já chegou a estar na elite da elite mundial, quando o Inpe instalou em 2010 o Tupã, supercomputador classificado naquele ano no 29º posto — hoje, também figura na lista mas no 476º lugar.

O critério dos cientistas do Laboratório Nacional de Berkeley, Universidade do Tennessee e da Prometeus, que elaboram o ranking, é a capacidade de executar cálculos. Máquina brasileira mais bem posicionada, na 200º posição, o Santos Dumont GPU, do LNCC, é capaz funcionar a 456 TFlops teraflops, equivalente a 456 trilhões de cálculos de ponto-flutuante por segundo (trocando em miúdos: contas de soma e subtração por segundo).

RANKING DE PAÍSES COM MAIS SUPERCOMPUTADORES
Países Nº de máquinas
1) EUA 199
2) China 109
3) Japão 37
4) Alemanha 33
5) França 18
6) Reino Unido 18
7) Índia 11
8) Coreia do Sul 10
9) Rússia 7
10) Brasil 6
Fonte: Top 500

Para se ter ideia do que isso representa, ele é 4.560 mil vezes mais rápido que um computador de mesa em bom estado, que opere em torno de 100 GFlops (100 bilhões de operações por segundo). Não é tão rápido quando comparado ao “Usain Bolt dos circuitos integrados”. Primeiro da lista, o Tianhe-2, da Universidade Nacional de Tecnologia para a Defesa, da China, pode rodar a 33.862 TFlops, ou seja, é 3,3 milhões de vezes mais ágil que um desktop.

“Aqui, o nosso principal problema é esse: estamos em 10º, mas, do ponto de vista de performance, estamos atrás de vários países”, afirma Pedro Dias, diretor do LNCC.

O comentário de Dias nem faz menção a Estados Unidos e China, que possuem respectivamente 199 e 109 supercomputadores na lista. O diretor faz referência a países como Austrália, Polônia, Suíça e Itália, com poucos representantes no ranking mas que são mais potentes.
Segundo ele, se fosse pela demanda, o Brasil deveria estar entre os vinte do mundo.

Uso
Supercomputadores são usados para simular perfurações em campos de petróleo, como o pré-sal, criar novos fármacos antes de serem testados em laboratórios e analisar informações de sequenciamento genético.

Por ser híbrido, ou seja, capaz de não só processar grandes massas de informação, mas de forma rápida e com grande memória, o Santos Dumont foi “fatiado” para entrar na lista. Cada um desses módulos foi incluído em postos diferentes do Top 500. Somados, conferem capacidade de 1.141 TFlops.

Ao custo de R$ 60 milhões, o Santos Dumont entrará em operação plenamente em 2016. Inicialmente, vai ajudar a Fiocruz a elaborar novos medicamentos, a Coppe-UFRJ a analisar como a areia se deslocará durante as perfurações do pré-sal e o Inpe na previsão do tempo. No que vem, o time do Brasil será reforçado por um novo supercomputador do Inpe.

SUPERCOMPUTADORES PODEROSOS
Supercomputador País Potência (TFlops)
1) Tianhe-2 China (Universidade Nacional de Tecnologia para a Defesa) 33,8 mil
2) Titan EUA (Laboratório Nacional Oak Ridge) 17,5 mil
3) Sequoia EUA (LLNL) 17,1 mil
4) K Computer Japão (Instituto Avançado para Ciência da Computação) 10,5 mil
5) Mira EUA (Laboratório Nacional Argone) 8,5 mil
6) Trinity EUA (SNL) 8,1 mil
7) Piz Daint Suíça (Centro Nacional Suíço de Supercomputação) 6,2 mil
8) Hazel Hen Alemanha (Centro de Computação de Alta Perfomance Stuttgart) 5,6 mil
9) Shaheen II Arábia Saudita (Universidade de Ciência e Tecnologia King Abdullah) 5,5 mil
10) Stampede EUA (Universidade do Texas) 5,1 mil
200) Santos Dumont GPU Brasil (Laboratório Nacional de Computação Científica) 456
241) Cimatec Yemoja Brasil (Cimatec) 405
265) Santos Dumont Hybrid Brasil (Laboratório Nacional de Computação Científica) 363
310) Santos Dumont CPU Brasil (Laboratório Nacional de Computação Científica) 321
406) Grifo04 Brasil (Petrobras) 251
476) Tupã EUA (Inpe) 214
Fonte: Top 500

Fontes e Direitos Autorais: G1 – Helton Simões Gomes – 19/11/2015 08h16 – Atualizado em 19/11/2015 08h16.

Cinco tendências que influenciarão o mercado de segurança até 2020


digital

Os investimentos mundiais com segurança da informação atingirão US$ 75,4 bilhões em 2015. O montante representa um aumento de 4,7% em relação ao ano anterior. “Esse incremento é impulsionado por iniciativas governamentais, mudanças na legislação e violações de dados com elevado nível de sofisticação”, aponta o Gartner, responsável pela projeção.

A consultoria indica que os testes de segurança, a terceirização de TI e o gerenciamento de identidade e de acesso representam as principais oportunidades de crescimento para os fornecedores de tecnologia.

Segundo a projeção, os gastos com plataformas de proteção de terminais e sistemas direcionados para a segurança do consumidor estão apresentando indícios de comoditização.

“O interesse em tecnologias de segurança é cada vez mais estimulado por elementos do negócio digital, particularmente nuvem, computação móvel e Internet das Coisas, assim como pela sofisticação e pelo alto impacto de ataques direcionados”, comenta Elizabeth Kim, analista de pesquisas do Gartner, que acredita que esse foco esteja impulsionando o investimento em ofertas emergentes.

A consultoria listou cinco tendências que impactarão o cenário em um futuro próximo.

1. O aumento de preços levará organizações a abrirem mão da compra de produtos de segurança – Como a maioria dos produtos de segurança é criada nos Estados Unidos, a valorização do dólar deve desencadear mudanças significativas de preços na conversão das moedas locais para dólares norte-americanos.

Na Europa, por exemplo, a maioria dos preços subiu em até 20%. A recuperação em 2016 se dará a partir de uma combinação de aquisições realizadas no mesmo ano e da estabilização das taxas de câmbio prevista.

2. O crescimento do mercado de Prevenção de Perda de Dados (DLP) de reconhecimento de conteúdo corporativo enfrentará retração de 4% a 5% até o final de 2019 – Os dados do Gartner mostram o desempenho estável dos principais fornecedores do segmento em 2014.

Diante do aumento do canal DLP (Prevenção de Perda de Dados) e de soluções “DLP lite”, o mercado não deve apresentar forte crescimento na sua forma atual nos próximos anos.

3. Até o final de 2020, menos de 5% dos fornecedores de segurança de rede ganharão força no mercado de Plataformas de Proteção de Terminais (EPP) – As EPPs representam a expectativa das organizações terem o menor número possível de agentes em terminais.

Agentes adicionais geram maior risco de interferência com aplicações e necessitam de soluções com alertas complementares, atualizações e implantações de produtos. Poucos fornecedores têm sucesso além das operações de terminais e rede, mas há muitos exemplos de fornecedores retirando-se de outros mercados.

4. Menos de 5% das organizações com mais de 500 funcionários comprarão soluções de Gerenciamento Unificado de Ameaças (UTM) até 2019 – As barreiras de proteção corporativas e soluções de Gerenciamento Unificado de Ameaças permanecem como produtos e mercados distintos e, apesar do preço mais baixo, a demanda por aparelhos de UTM continuará sendo restrita aos mercados de Pequenas e Médias Empresas (SMB).

Os analistas do Gartner esperam que as empresas continuem usando predominantemente roteadores e links de Multiprotocol Label Switching (MPLS) para conectar suas filiais menores aos centros regionais.

5. Em 2018, 85% dos novos negócios para a funcionalidade de rede farão parte de um pacote com barreiras de proteção e plataformas de segurança de conteúdo – Nos últimos três anos, as organizações de vanguarda têm observado o ambiente avançado de ameaças, em que as ameaças surgem mais rápido do que os mecanismos tradicionais de bloqueio.

Diversas violações de alto nível têm ampliado a percepção sobre a necessidade de detecção de software malicioso (malware). Fornecedores de plataformas de segurança introduziram sistemas de eliminação de programas indevidos menos onerosos, muitas vezes baseados em Nuvem, como extensões da ferramenta.

Fontes e Direitos Autorais: ComputerWorld.com.br – Segurança > Estratégia, Governança, Tendências.

Imagens do Windows 10 build 10240


Agora que a o Windows 10 build 10240 está disponível para os participantes registrados no Windows Insider Program, é hora de conferir algumas imagens.

AVISO: Essa build foi erroneamente considerada RTM nas últimas horas

Além das correções de bugs, este build também traz diversas melhorias no desempenho do navegador Microsoft Edge.

Em testes de desempenho como o WebKit Sunspider, Google Octane e Apple JetStream, o Microsoft Edge é 112%, 11% e 37% mais rápido que o Google Chrome, respectivamente.

O Windows 10 build 10240 disponibilizada para os participantes do Windows Insider Program só pode ser obtida via Windows Update. Imagens ISO não foram disponibilizadas.

Vale destacar que como a Microsoft adotou o modelo Windows as a Service (WaaS ou Windows como Serviço) com o Windows 10, o sistema operacional continuará recebendo novos recursos e funcionalidades além das atualizações e correções tradicionais.

Confira algumas imagens do Windows 10 (build 10240):

Imagens da versão final do Windows 10 (build 10240)
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Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – Sid Vicious @ 15 jul 2015 | 7:04 pm

Brasileira recebe prêmio por luta contra tráfico de animais silvestres


Juliana Ferreira

Uma das principais vozes no Brasil contra o tráfico de animais silvestres acaba de receber um grande reconhecimento pelo seu trabalho da mais importante e conhecida publicação internacional sobre o meio ambiente.

A pesquisadora, doutora em biologia genética e diretora executiva da Freeland Brasil, Juliana Machado Ferreira, foi escolhida com outros trezes jovens do mundo inteiro como Emerging Explorer 2014 da National Geographic Society. Segunda a entidade, as pessoas que recebem este título são cientistas, contadores de histórias e inovadores. O programa investe e apoia estes jovens que, de acordo com a publicação, são os visionários do amanhã: realizando descobertas, fazendo a diferença e inspirando pessoas a cuidar do planeta.

A brasileira também é uma TED Senior Fellow, integrante da famosa comunidade de palestrantes de destaque do mundo inteiro.

Juliana acaba de voltar de Washington D.C., capital dos Estados Unidos, onde recebeu o título e conheceu os demais Emerging Explorers deste ano. Conversamos com ela e nesta entrevista a pesquisadora nos conta sobre a importância da nomeação e os projetos com que está envolvida no momento.

Foi uma surpresa receber a nomeação da National Geographic?
Foi. Eles me procuraram no final do ano passado comunicando que eu havia sido selecionada. Alguém tinha indicado meu nome e depois disso um comitê de análise escolheria os quatorze finalistas. O processo incluiu algumas entrevistas por skype.

O que é exatamente o programa Emerging Explorer?
A National Geographic tem outro programa chamado National Geographic Explorers, com pessoas muito importantes que já fizeram grandes contribuições para o planeta, como a pesquisadora e ativista pelos oceanos Silvia Earle e o antropólogo Lee Berger. E a National acredita que os Emerging Explorers serão os futuros National Explorers. Eu me tornei bióloga por causa do Jacques Cousteau e da Jane Goodall. Eles imaginam que daqui a alguns anos outras pessoas vão se tornar biológas por causa da gente. A National aposta que seremos responsáveis por grandes pesquisas, alterações nos nossos respectivos campos de trabalho, vamos causar mudanças importantes.

Qual a sensação de receber este título?
É uma honra fenomenal. Quando eles anunciaram e chamaram no palco em Washington os emergentes, foi muito legal. Na plateia havia muitas pessoas da National Geographic que eu admiro e  elas estavam nos aplaudindo de pé. Foi uma sensação incrível para quem cresceu lendo a revista, cresceu assistindo documentários de Jacques Cousteau e Jane Goodall.

A partir de agora, o que muda na sua vida profissional?
Segundo eles, agora fazemos parte da família National Geographic SocietyQuando eu estava em Washington, fui apresentada a diversos setores deles: televisão, revistas, educação, crianças, conteúdo digital. Tive reuniões com eles e vi formas de colaborar e como eles podem me ajudar a dar luz às questões com as quais trabalho. Um dos meus colegas do Emerging Explores é um cara incrível e acabou de encontrar um esqueleto de dinossauro, único no mundo. Ele já vai colaborar com um especial para a revista de setembro e para a televisão. É um trabalho que dará notoriedade para todos nós e também contribuirá para o conteúdo da National.

Haverá colaboração também entre o próprio grupo?
Sim, pretendo colaborar já com uma das minhas colegas do Emerging Explorers. Estamos planejando que no ano que vem ela venha passar um mês aqui no Brasil. O programa também espera isso de nós, que sejamos um grupo coeso.

E como anda sua participação no TED?
Todos os fellows têm acesso a um grupo privado numa rede social, onde nos ajudamos, colocamos questões, pedimos colaborações. Há uma rede de contato superforte e poderosa. As pessoas são muito pró-ativas e isso auxilia na hora de conseguir indicações. Na prática, funciona de verdade! Estive num encontro com eles no ano passado no Canadá e vou encontrar novamente o grupo no próximo TED Global no Rio de Janeiro, em outubro.

Como a participação na comunidade auxiliou sua carreira?
Minha vida virou, mudou completamente de uma maneira muito positiva. Tive um enorme amadurecimento pessoal e profissional. Pessoalmente, me tornei uma cidadã do mundo. Profissionalmente, aprendi muito e amadureci meu trabalho. Antes ele era menor e mais localizado, hoje é mais amplo. De um doutorado em genética, atualmente faço colaborações internacionais para mudar a maneira como se trabalha o tráfico de animais silvestres de forma regional na América do Sul. Acabei de ter reuniões no Departamento de Estado e Justiça Americanos para tecer colaborações e fazer com que o trabalho tenha um impacto muito maior. E isso foi sobretudo graças ao TED, que me mostrou que eu precisava ampliar meu estudo. Ter uma palestra no TED é um cartão de visitas fenomenal. Fiz a palestra em 2010 e ainda hoje recebo emails de pessoas sobre ela.

E com quais projetos você está envolvida atualmente?
Na Freeland Brasil, uma organização que iniciei há uns dois anos, estamos colaborando com a realização de um documentário de uma produtora brasileira sobre o tráfico de animais silvestres no país. Também estou trabalhando junto com uma aluna continuando a pesquisa que fiz no doutorado. Ela está estudando o DNA de uma espécie de pássaro brasileiro muito explorado no tráfico. Estou ainda trabalhando muito na organizarção de um workshop para discutir a questão do tráfico de animais silvestres no Brasil com procuradores de todos os estados brasileiros e de diversos países da América do Sul, em colaboração com a Dr. Vânia Tuglio, do Ministério Público do Estado de São Paulo. Pretendemos lançar uma força tarefa nacional e tecer uma carta de intenções sobre como podemos colaborar de maneira mais forte multinacionalmente com ações efetivas contra o tráfico de animais silvestres na região.

Fontes e Diretos Autorais:

 – 27/06/2014 09h10

Curiosity leva software com bug para Marte


Selfie do Curiosity

Um bug potencialmente perigoso foi encontrado em software de 20 anos considerado tão confiável que é usado até jipe-robô Curiosity, que está em Marte.

Segundo informações do jornal The Telegraph, o software Lempel-Ziv-Oberhumer (LZO) é uma criação de Markus Oberhumer. Ele é capaz de comprimir dados e descompactar as informações posteriormente em alta velocidade. A fama do algoritmo é tão grande que é muito usado em empresas, smartphones com Android, em aviões e até em carros como a base de outros aplicativos.

Essa semana, Oberhumer surpreendeu o mundo ao lançar uma nova versão do aplicativo. Em seu site, ele alerta que todas as versões anteriores estavam suscetíveis à negação de serviço e “buffer overrun”. Isto significa que um cracker podia inserir um código malicioso que poderia ser executado quando o software tentasse abrir o arquivo.

Por ter o código aberto e ser um aplicativo amplamente usado pelo mundo, essa falha representa um grande problema. Segundo o The register, o impacto mais grave será em plataformas de mídia populares, como o VLC Media Player.

A segurança de usuários de aplicativos como esse pode estar comprometida durante a reprodução de filmes ou de áudios. Por isso, é recomendável atualizar os aplicativos.

Fontes e Direitos Autorais: , de INFO Online – 27/06/2014 11h56.

Fapesp e Microsoft Research irão apoiar novos projetos científicos


Pesquisa

A Fapesp e a Microsoft Research lançaram a oitava chamada de propostas de pesquisa no âmbito do Instituto Virtual de Pesquisas FAPESP-Microsoft Research, mantido pelas instituições. A chamada está aberta a pesquisadores associados a instituições de ensino superior e de pesquisa, públicas ou privadas, no Estado de São Paulo.

O objetivo da chamada é explorar aplicações das Ciências da Computação aos desafios da pesquisa básica em áreas relacionadas a desafios em big data no contexto das mudanças climáticas globais, ciências ambientais e urban computing que aproveitem o potencial da nuvem.

Ferramentas e instrumentos de tecnologias de informação e computação podem ser aplicadas além de suas plataformas tradicionais, de modo que a permitir a investigação de assuntos de pesquisa fundamental que tenham potencial de beneficiar a sociedade e a sustentabilidade do planeta.

As propostas apresentadas serão analisadas especificamente quanto ao mérito nos seguintes itens: 1) Objetivos científicos ousados; metodologias e metas sólidas; 2) Foco nos avanços relevantes do conhecimento e da tecnologia, levando em consideração abordagens que permitam lidar com desafios significativos em mudanças climáticas globais, ciências ambientais e urban computing que envolvam grandes bases de dados. Abordagens novas e criativas são fortemente encorajadas.

A chamada de propostas disponibilizará um total de US$ 750 mil para apoiar os projetos selecionados, montante que será dividido igualmente entre Fapesp e Microsoft Research.

As propostas serão recebidas até o dia 12 de setembro de 2014.

A chamada de propostas está disponível em: www.fapesp.br/en/8690.

Fontes e Direitos Autorais: Info.com – 11/06/2014 08h58 – Atualizado em 11/06/2014 09h13

Internet vai falhar em metade dos estádios da Copa. Por quê?


O primeiro a dar o alerta foi o sindicato das operadoras de telefonia, o SindiTelebrasil. Para falar a verdade, faz tempo que as operadoras móveis reclamam que, pelo andar da carruagem, não teriam tempo para instalar a infraestrutura indoor necessária para atender a alta demanda por comunicação de voz e dados 2G, 3G e 4G nos estádios que receberão os jogos da Copa do Mundo.

Semanas atrás foi a vez de Jérôme Valcke manifestar publicamente preocupação com a falta de testes na infraestrutura de comunicações disponível para os torcedores e para parte da imprensa, antes do início da Copa, no dia 12 de Julho.

Agora, chegou a vez do governo admitir: a rede de dados móvel será deficiente em metade dos 12 estádios da Copa do Mundo, incluindo a Arena Corinthians, em São Paulo, sede da abertura do Mundial.

“Em pelo menos seis estádios a rede Wifi já está instalada. Neles a Internet vai funcionar melhor do que nos outros. Mesmo que as operadoras comecem a instalar as redes agora, dificilmente vai dar tempo de oferecer um serviço de boa qualidade”, afirmou ontem o ministro.

Recordando
Depois das críticas à má qualidade do serviço de banda larga móvel na Copa das Confederações, as operadoras (Claro, Oi, Nextel, Tim e Vivo) fizeram uma parceria para a implantação de um projeto único de implantação de cobertura indoor para suportar o tráfego móvel de voz e dados nos estádios, com investimentos e infraestrutura compartilhada.

A cobertura indoor permite o atendimento dos serviços móveis, seja para ligação telefônica, envio de mensagens ou uso de internet, com mais qualidade e capacidade que no modelo usado no passado para a cobertura dos estádios. Com a cobertura interna, os torcedores dependem menos das antenas externas convencionais, que encontram nas estruturas de concreto dos estádios dificuldades para o alcance dos sinais.

Em janeiro passado, durante entrevista à rádio CBN, o diretor-executivo do SindiTelebrasil, Eduardo Levy, revelou que os responsáveis pelas obras dos estádios em São Paulo, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Natal e Curitiba, não estavam liberando os estádios para a instalação da rede indoor.

O projeto requer que os equipamentos das operadoras fiquem instalados em uma sala de onde parte uma rede de fibras óptica conectada às antenas, de pequena dimensão, distribuídas ao longo do estádio para garantir cobertura nas arquibancadas, camarotes, vestiários, corredores, praças de acesso e estacionamento. Para garantir a qualidade do serviço são necessárias, em média, 300 antes por estádios, segundo o SindiTelebrasil.

Repeteco
No ano passado, na Copa das Confederações, o celular falhou. A explicação?

Segundo o SindiTelebrasil, embora o processo de negociação com os administradores dos estádios tenha sido iniciado em meados de 2012, as operadoras de telefonia só obtiveram a liberação para iniciar as obras dois meses antes do início dos jogos, com vários estádios ainda em fase de construção.

Como a implantação de redes indoors de telefonia celular leva, em média, 120 dias, as operadoras afirmaram que fariam o que fosse possível em 90 dias. Resultado? A configuração básica da infraestrutura ficou parcialmente pronta. E em alguns estádios, como o Maracanã, muitos testes e ajustes ficaram para depois da Copa das Confederações.

E, mesmo com sinal precário, o tráfego nos estádios durante as partidas foi de 1,7 milhão de ligações de telefonia celular e mais de 4,6 milhões de comunicações de dados, incluindo envio de e-mails, fotos e mensagens multimídia, com tamanho médio de 0,5 MB.

Na Copa do Mundo, vários problemas apresentados na Copa das Confederações deverão se repetir, e com mior intensidade, principalmente nos estádios que só agora estão terminando as obras, como no Itaquerão, em São Paulo, e na Arena da Baixada, em Curitiba. Com aproximadamente 40 dias para a partida de abertura, a Copa vai começar com apenas parte do projeto de instalação de equipamentos funcionando.

Status
No início de abril, apenas os estádios de Brasília, Cuiabá, Manaus, Porto Alegre, Rio de Janeiro e Salvador já haviam autorizado a instalação da infraestrutura. Nos demais, os administradores e as operadoras demoraram para chegar a um acordo comercial.

No dia 17/4, o SinditeleBrasil anunciou ter acertado com os administradores dos estádios do Itaquerão, em São Paulo, e da Arena da Baixada, em Curitiba, acordos comerciais para a implantação da cobertura indoor. Mas voltou a afirmar que não funcionariam 100%, porque o prazo médio de instalação desse tipo de cobertura é de 120 dias e, até agora, as o trabalho de instalação ainda não começou.

Na mesma data,o SindiTelebrasil garantiu que a cobertura indoor já estava em fase de ajustes finais em Belo Horizonte, Brasília, Fortaleza, Recife, Rio de Janeiro e Salvador. E que em Cuiabá, Manaus, Natal e Porto Alegre, os acordos comerciais já haviam sido fechados e o processo de instalação, começado, após as administrações de alguns desses estádios terem solucionados problemas nas suas salas onde os equipamentos estão sendo instalados, permitindo às prestadoras acelerarem a implantação da infraestrutura.

WiFi
Paralelo à rede indoor, as operadoras estão instalando também redes WiFi para fornecer acesso internet gratuito dentro dos estádios, e desafogar o tráfego de dados da rede celular 4G e, principalmente, 3G (que suportará o roaming). Dos 12 estádios que sediarão jogos da Copa, os de Brasília, Cuiabá, Manaus, Porto Alegre, do Rio de Janeiro e de Salvador já autorizaram a instalação e os demais ainda não autorizaram. Muitos administradores querem ter suas próprias instalações, para poderem cobrar pelo acesso.

Jogo de empurra
Moral da história: o grave é o jogo de empurra dos diferentes atores sobre as responsabilidades de cada um deles nesse imbróglio, que pode gerar um “caladão” do torcedores, dentro do estádio, justamente no jogo de abertura da Copa.

As operadoras culpam os administrados dos estádios pela má qualidade do serviço que os torcedores experimentarão em muitos deles.

O governo, por sua vez, culpa as operadoras por terem alongado demais as negociações comerciais com os administradores dos estádios e cobra delas uma solução. Elas que arquem com o custo do atraso.

Antes do atraso, a previsão das operadoras era a de investir R$ 200 milhões nos 12 estádios para a colocação da cobertura indoor, que não faz parte dos requisitos da Fifa (Federação Internacional de Futebol) para os estádios, nem das obrigações previstas nos editais da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações).

O deixa que eu deixo pode levar os torcedores a perderem de goleada.

O que podia se tornar a vitrine da eficiência para administradores, operadoras e, por tabela, governo, periga virar a vitrine da incompetência coletiva para negociar.

Do lado de fora, tudo bem
Do lado de fora dos estádios, as operadoras planejam instalar ERBs provisórias, como já acontece hoje em áreas de concentração. Por conta disso, não deverá haver problemas.

As operadoras também já cumpriram, com folga, a obrigação de instalação das redes 4G nas 12 cidades sedes.

Fontes e Direitos Autorais: IDGNow! – Circuito de Luca – 01/05/2014 14:28.