TechNet Virtual Lab: Office 365 Advanced Threat Protection


A Microsoft disponibilizou recentemente em sua página Laboratórios Virtuais TechNet o laboratório virtual Office 365 Advanced Threat Protection – Guia Interativo.

Os laboratórios virtuais permitem que usuários e profissionais de TI testem recursos dos sistemas operacionais e de outros produtos da Microsoft via nuvem como se estivessem usando seus próprios PCs.

Isto é útil para quem não quer perder tempo criando uma máquina virtual apenas para testar um recurso específico.

TechNet Virtual Lab: Office 365 Advanced Threat Protection – Guia Interativo

Para quem não sabe, o Office 365 Advanced Threat Protection oferece proteção em tempo real para email em ambientes corporativos. O serviço foi atualizado no início deste ano e ganhou novos recursos como URL Detonation e Dynamic Delivery.

De acordo com a Microsoft, o recurso URL Detonation ajuda a impedir que os usuários sejam comprometidos por arquivos oferecidos através de URLs maliciosas.

Quando o usuário recebe um email, o Advanced Threat Protection analisa as URLs na mensagem procurando por comportamento malicioso.

Se o usuário clicar no link durante a verificação, ele verá o alerta falando que a mensagem está sendo verificada. Se o link for detectado como malicioso, um novo alerta será exibido recomendando que o usuário não clique no link.

Os administradores podem configurar a política SafeLink para monitorar os cliques dos usuários. Isto é útil para casos onde eles burlam os alertas para acessar sites bloqueados pelo Advanced Threat Protection.

TechNet Virtual Lab: Office 365 Advanced Threat Protection
Já o recurso Dynamic Delivery do Office 365 Advanced Threat Protection permite que os usuários leiam as mensagens de email enquanto os anexos são verificados.

Durante a verificação, o anexo é substituído por um “placeholder” com a notificação indicando que a verificação do verdadeiro anexo está em andamento.

Se o usuário clicar neste “placeholder”, ele verá uma mensagem mostrando o progresso da verificação. Se o anexo for malicioso, o Office 365 Advanced Threat Protection notificará o usuário.

Neste laboratório virtual você verá como o Office 365 Office 365 Advanced Threat Protection pode ajudar a impedir que anexos maliciosos cheguem aos destinatários, proteger usuários contra links maliciosos e mais com recursos como os mencionados acima.

Confira o laboratório virtual clicando aqui e saiba mais sobre o serviço aqui.

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft.com  https://products.office.com/en/exchange/online-email-threat-protection

Microsoft disponibiliza o SQL Server 2017 CTP 2.0


A Microsoft anunciou nesta semana em seu blog a disponibilidade no TechNet Evaluation Center do SQL Server 2017 CTP 2.0, a versão de testes pública mais recente do novo SQL Server.

Performance inigualável
Faça consultas até 100 vezes mais rápido do que o disco com columnstore in-memory e transações até 30 vezes mais rápido com OLTP in-memory.

Menos vulnerável
Melhore a segurança com criptografia em repouso e em movimento. O SQL Server é o banco de dados menos vulnerável nos últimos sete anos no banco de dados de vulnerabilidades do NIST.

Inteligência em tempo real
Obtenha insights transformadores com até 1 milhão de previsões por segundo usando o Python interno e a integração da linguagem R e obtenha o BI móvel completo em qualquer plataforma.

Qualquer aplicativo, em qualquer lugar
Crie aplicativos modernos usando quaisquer dados e qualquer linguagem, na infraestrutura local e na nuvem.

Microsoft disponibiliza o SQL Server 2017 CTP 2.0Faça o download do SQL Server 2017 CTP 2.0
O SQL Server 2017 CTP 2.0 para Windows (64 bits) está disponível para download aqui como uma imagem ISO e como um arquivo CAB nos seguintes idiomas: Inglês, alemão, espanhol, japonês, italiano, francês, russo, chinês simplificado, chinês tradicional, português (Brasil), coreano.
As versões para Linux, Docker, Azure e Mac OS estão disponíveis aqui.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com.br – 20 abr 2017 | 9:40 am.

Novidades no Windows 10 Creators Update


Confira neste artigo algumas novidades no Windows 10 Creators Update (ou Windows 10 v1703), que foi lançado oficialmente hoje pela Microsoft.

Novidades no Windows 10 Creators Update

Uma das novidades no Windows 10 Creators Update é o suporte para conteúdo 3D. Esta atualização do Windows 10 inclui o novo aplicativo Paint 3D.

O aplicativo é baseado na Universal Windows Platform e além dos recursos básicos de edição de imagens e desenho, ele traz o suporte para criação de formas em 3D e interface otimizada para uso com telas sensíveis ao toque.

O aplicativo também suporta recursos “tradicionais” como recorte de imagens, inserção de textos, criação e formas 2D e outros.

Novidades no Windows 10 Creators Update

Com o Windows 10 Creators Update, o suporte para conteúdo 3D também estará presente no Microsoft Edge e no PowerPoint.

Os usuários poderão inserir objetos 3D em slides do PowerPoint e também é possível usar o zoom para visualizar detalhes específicos dos objetos.

No caso do Microsoft Edge, o HoloLens poderá utilizado para navegar por conteúdo 3D no navegador. Com o HoloLens, os objetos poderão ser “movidos” para fora do navegador para facilitar a interação.

Objetos em 3D também poderão ser obtidos em sites como o remix3d.com e através do próprio aplicativo Paint 3D.

Já que falamos em conteúdo 3D e HoloLens, o Windows 10 Creators Update traz a plataforma Windows Mixed Reality (ex-Windows Holographic). Com ela o sistema operacional suportará realidade aumentada com dispositivos como o HoloLens e realidade virtual com dispositivos que custarão a partir de US$ 299.

Isto significa que os fabricantes interessados em criar experiências de realidade virtual agora poderão usar o Windows 10 como plataforma para seus dispositivos.

Usuários com dispositivos compatíveis poderão usar o aplicativo Mixed Reality Portal como ponto de partida para a plataforma Windows Mixed Reality.

O Windows 10 Creators Update também traz diversas melhorias na experiência de instalação e atualização do sistema operacional. Durante a instalação “limpa” do Windows 10 com o Creators Update, a assistente pessoal Cortana poderá guiar o usuário durante algumas etapas do processo. Ela também suportará comandos de voz nesta etapa.

No caso da experiência de atualização, as novidades no Windows 10 creators Update incluem diversas novas opções para o agendamento da instalação das atualizações.

Por exemplo, você poderá reiniciar e instalar a atualização imediatamente, especificar exatamente quando a atualização será instalada e o PC reinicializado ou poderá clicar no botão Snooze, que interromperá o processo de atualização completamente por três dias caso você precise usar o PC de forma ininterrupta neste período:

Além disso, a seção Horário ativo foi melhorada para que o Windows não instale a atualização durante um horário que o usuário precisa do PC pronto para uso:

As atualizações precisarão de menos reinicializações do que no Windows 10 atual e os download das atualizações não causará mais um grande impacto na performance do PC.

As opções avançadas do Windows Update na edição Pro do sistema operacional também foram atualizadas e agora trazem mais opções:

Para quem usa o PC durante a noite, o Windows 10 inclui a nova opção Luz noturna. Esta opção ajuda a reduzir a emissão de luz azul quando o usuário utiliza o PC.

O usuário também pode definir quando a opção Luz noturna será ativada automaticamente (do início da noite ao início da manhã ou em um horário específico):


Sobre o Microsoft Edge, uma das novidades no Windows 10 Creators Update é o suporte nativo para ebooks no formato ePUB. O navegador suporta tanto livros protegidos, como os comprados através da Windows Store*, como os obtidos através de outras fontes:

*Disponibilidade pode variar dependendo da região.

O Microsoft Edge também traz diversas melhorias na navegação, como o suporte para visualização de abas abertas sem sair da atual e o suporte para “reserva de guias”.

Os usuários podem acessar as guias abertas clicando no botão “Mostrar visualizações de guias” :


Já a “reserva de guias” permite que você separe um conjunto de sites para visualização posterior. Para fazer isso, abra os sites que você quer separar e clique no botão “Reservar estas guias”:

Os sites que você separou poderão ser acessados clicando no botão “Guias que você reservou” e depois em “Restaurar guias”:


Na parte de segurança, o navegador traz o Windows Defender Application Guard, que ajuda a proteger o PC contra sites maliciosos e certos tipos de ataques na Web.

As empresas podem ativar este recurso, que utiliza tecnologia de virtualização, com Editor de Política de Grupo Local no Windows 10 Enterprise:

Para os gamers, o Windows 10 Creators Update traz a nova categoria Jogos no aplicativo Configurações:

Nela eles podem encontrar todas configurações relacionadas a jogos, incluindo DVR (para captura de imagens e gravações de vídeos de jogos), Barra de jogo, Streaming de jogos e o Modo de Jogo, que otimiza o Windows 10 para oferecer melhor performance durante as partidas:

O Windows 10 Creators Update introduziu a Central de Segurança do Windows Defender, que basicamente reúne as opções de segurança e outros recursos relacionados em um só lugar.

Se o usuário tiver uma solução antivírus de terceiros, a Central oferecerá acesso rápido e também oferecerá a opção para habilitar a verificação periódica do Windows Defender, que oferecerá uma camada extra de proteção:

Para as empresas, o Windows 10 Creators Update introduz diversas novidades no Windows Defender Advanced Threat Protection. Confira algumas delas aqui.

Sobre as melhorias com foco na privacidade,� confira este post da Microsoft.

Os usuários da plataforma de virtualização Hyper-V agora poderão utilizar o novo assistente para criação rápida de máquinas virtuais, o que agilizará o processo caso seja necessário criar múltiplas máquinas virtuais rapidamente.

Para abrir o assistente basta clicar em “Criação Rápida” no Gerenciador do Hyper-V:

Outras novidades no Windows 10 Creators Update incluem:

– Barra de endereços no Editor do Registro:

– Touchpad virtual:

– Mais opções de cores para personalização da interface:

– Suporte para download de temas na Windows Store:

– Suporte para pastas de aplicativos no menu Iniciar:

– Mais opções de personalização para o menu Iniciar:

– Bloqueio dinâmico:

– Sensor de armazenamento:

Estas são apenas algumas das novidades no Windows 10 Creators Update. A Microsoft já começou os trabalhos na próxima grande atualização do Windows 10, que é conhecida pelo codinome Redstone 3 e deve ser lançada até o final deste ano.

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Microsoft lança o Windows 10 Creators Update


A Microsoft lançou hoje, 11 de abril, o Windows 10 Creators Update, terceira grande atualização para o novo sistema operacional da empresa.

A primeira, conhecida pelo codinome Threshold 2 (ou Windows 10 v1511), foi lançada em novembro de 2015. Já a segunda, conhecida como Windows 10 Anniversary Update (ou Windows 10 v1607) foi lançada em agosto de 2016.

Lançamento do Windows 10 Creators Update

O Windows 10 Creators Update, conhecido oficialmente como Windows 10 v1703, poderá ser obtido gratuitamente via Windows Update a partir desta terça-feira.

Ele também está disponível desde o dia 5 através do novo Assistente de Atualização e da Media Creation Tool, uma ferramenta que pode ser utilizada para a criação de uma nova mídia de instalação (ISO, DVD ou pendrive) e para atualização de uma instalação existente do Windows 10.

Microsoft lança o Windows 10 Creators Update

As ISOs do Windows 10 Creators Update também já estão disponíveis para os assinantes da MSDN e uma versão de avaliação do Windows 10 Enterprise v1703 pode ser obtida no TechNet Evaluation Center.

Sobre o Windows Update, é importante destacar que nem todos receberão a atualização imediatamente com este método. A disponibilidade terá início globalmente hoje para PCs, mas algumas regiões devem receber a atualização antes de outras. Já o Windows 10 Mobile Creators Update será lançado no dia 25 de abril.

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Azure SQL Data Warehouse agora está disponível em 27 regiões


A Microsoft anunciou nesta semana em seu blog que o Azure SQL Data Warehouse agora está disponível em 27 regiões em todo o mundo.

As quatro novas regiões onde o banco de dados está disponível são: Germany Central, Germany Northeast, Korea Central e Korea South.

Em setembro de 2016 a empresa anunciou a disponibilidade no Brasil e em mais três regiões (North Europe, Japan East e Australia Southeast), elevando o total de regiões  época para 18.

Azure SQL Data Warehouse

De acordo com a Microsoft, o Azure SQL Data Warehouse é um banco de dados baseado em nuvem e expansível com capacidade de processar volumes imensos de dados, relacionais e não relacionais. Criado em arquitetura MPP (processamento paralelo maciço), o SQL Data Warehouse pode lidar com sua carga de trabalho corporativa.

– Combina o banco de dados relacional do SQL Server com os recursos de expansão na nuvem do Azure. Você pode aumentar, diminuir, pausar ou retomar a computação em segundos. Você economiza custos expandindo a CPU quando for necessário e cortando o uso durante os horários de pico.

Azure SQL Data Warehouse agora está disponível em 27 regiões

– Aproveita a plataforma do Azure. É fácil de implantar, apresenta uma manutenção tranquila e é totalmente tolerante a falhas graças aos backups automáticos.

– Complementa o ecossistema do SQL Server. Você pode desenvolver com o T-SQL (Transact-SQL) do SQL Server e ferramentas conhecidas.

Saiba mais sobre o Azure SQL Data Warehouse aqui e confira os preços clicando aqui.

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Atualização Cumulativa 2 para SQL Server 2016 SP1


A Microsoft disponibilizou para download nesta segunda-feira a Atualização Cumulativa 2 para SQL Server 2016 SP1.

O primeiro Service Pack do SQL Server 2016 foi lançado pela empresa em 17 de novembro de 2016 e está disponível para download aqui.

SQL Server 2016

O SQL Server 2016 traz recursos críticos inovadores com desempenho em memória e análise operacional integrada. Os recursos de segurança abrangentes, como a tecnologia de criptografia ininterrupta (Always Encrypted), ajudam a proteger seus dados fixos e em movimento, e uma solução avançada de alta disponibilidade e recuperação de desastres acrescenta novos aprimoramentos à tecnologia AlwaysOn.

As organizações terão visões mais aprofundadas de todos os seus dados com novos recursos que vão além da business intelligence, executando a análise avançada diretamente dentro de seus bancos de dados e apresentando visualizações avançadas para oferecer visões de negócios de qualquer dispositivo.

Atualização Cumulativa 2 para SQL Server 2016 SP1

Você também pode se beneficiar da nuvem em hiperescala, com novos cenários híbridos habilitados pela nova tecnologia de banco de dados elástico (Stretch Database), que permite expandir dinamicamente seus dados transacionais a quente e a frio até o Microsoft Azure de forma segura, para que seus dados estejam sempre à disposição para consultas, independentemente do tamanho.

O SQL Server 2016 também oferece uma plataforma de banco de dados completa para a nuvem híbrida, permitindo criar, implantar e gerenciar facilmente soluções que abrangem instalações locais e na nuvem.

Saiba mais sobre ele aqui.

Atualização Cumulativa 2 para SQL Server 2016 SP1

De acordo com a Microsoft, a Atualização Cumulativa 2 para SQL Server 2016 SP1 contém correções para problemas encontrados depois do lançamento do SQL Server 2016 SP1.

Essa atualização cumulativa também inclui todas as correções de todas as atualizações cumulativas anteriores.

O artigo KB4013106 contendo mais informações sobre o que foi corrigido por esta atualização ainda não foi publicado pela Microsoft. Ele estará disponível em breve aqui.

A Atualização Cumulativa 2 para SQL Server 2016 SP1 está disponível para download aqui. Já quem usa o SQL Server 2016 sem o SP1 pode fazer o download da Atualização Cumulativa 5 aqui.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com –

Dica do Mês – Restrições de Integridade para Banco de Dados


Fala galera, bom dia.

Tudo bem?

Estou um pouco ausente neste mês devido as correrias da minha vida profissional e acadêmica, mas sempre que possível compartilhando com vocês um pouco do meu conhecimento e experiência.

O post de hoje poderia ser diferente dos outros, na sessão Dica do Mês vou apresentar um pouco mais sobre os conceitos básicos de banco de dados voltados para área de modelagem, estou me referindo as chamadas Restrições de Integridade (RI), algo bastante útil e importante quando estamos realizando as definições da estrutura lógica para armazenamento de dados em qualquer banco de dados. Então vamos começar a falar um pouco mais sobre este conceito também criado na década dos anos 70 por Edgar Frank Codd.


Falando um pouco sobre integridade…

A integridade de dados é uma das características essenciais da segurança da informação, e garante que as informações não sofreram alterações que não foram autorizadas ou que são impróprias. Utilizada para assegurar que um documento não é alterado depois de ter sido assinado.

Quando vamos projetar um banco de dados, imaginamos as possíveis formas para que nossa aplicação grave os dados corretamente no banco de dados, mas as vezes, esquecemos de definir, a nível de banco, quais as validações que devem ser feitas para evitar inconsistências nos dados e que, futuramente, se tornariam dores de cabeça.

No contexto de bancos de dados relacional é comum falar de integridade referencial, que tem como objetivo conservar as relações existentes entre tabelas quando algumas linhas são inseridas ou eliminadas.

Restrições de Integridade….

As chamadas RIs possuem o objetivo de garantir a exatidão e a consistência dos dados em uma Banco de dados relacional. Ou seja, garantir que dados representem assertivamente a realidade modelada. A integridade dos dados é tratada nas bases de dados através do conceito de integridade relacional e é garantida pelo próprio SGDB.

Existem vários tipos de restrições de integridade. Codd, inicialmente definiu 2 tipos de restrições, mas na sua segunda versão do modelo relacional ele definiu 5 tipos de restrições de integridade.

Mas antes de conhecer este tipos, vamos entender um pouco o conceito de domínio dos atributos: O domínio indica os possíveis valores de um atributo. A integridade de domínio verifica se os dados são do tipo permitido (alfanumerico, numerico,etc), tamanho do campo, se ele pode ser nulo ou não. Por exemplo, é possível definir que um atributo “idade” de um funcionário é sempre um valor inteiro positivo.

Os cinco tipos de restrições…

Restrição de Chave: Impede que uma chave primária se repita. Um campo chave primária diferencia de forma única os registros (linhas) de uma relação (tabela).

Restrição de Domínio: Impede que uma chave primária receba como valor NULL (nulo).

Integridade de vazio: Verifica se um campo pode ou não receber valor NULL. Sub-item da integridade de domínio.

Integridade referencial: Uma chave estrangeira de uma relação tem que coincidir com uma chave primária da sua tabela “pai” a que a chave estrangeira se refere. Ou seja, não só deve existir o atributo (campo), como também, o valor referenciado.

Integridade definida pelo usuário: Permite definir regras comerciais que não se encaixam em outras categorias de integridade.

Elementos que formam as Restrições de Integridade…

Integridade Semântica: Garante que o dado inserido em uma linha da tabela seja um valor válido. Para esse valor ser válido deve ser do mesmo tipo de dados definido na especificação da coluna na tabela.

Imagine o atributo de uma determinada entidade definido como DATA, por padrão este atributo deverá conter somente dados relativos a DATA. É justamente esta definição que nos permite ter a certeza que no campo DATA_CONTRATACAO só terá datas válidas.

Caso um SGDB permita a inserção de um outro tipo de dado diferente do definido, a integridade semântica será violada. A integridade semântica em um SGDB é aplicada com a utilização de constraints.

Constraints: Pode ser definido resumidamente como uma regra que limita o valor que pode ser inserido, modificado ou eliminado em uma tabela. Na linguagem SQL temos os seguintes tipos de constraints:

  • Constraint de dados;
  • Constraint NOT NULL (não nulo);
  • Constraint única; e
  • Constraint de validação (check constraint).

Constraints de Dados: Esse tipo de constraint pode ser considerado o mais simples e por muitas vezes ignorado como um constraint. Ele é o que delimita o tipo de dado de cada coluna em uma tabela.

Os tipos de informações disponíveis na maioria dos SGDBs existentes pode ser dividia em:

  • Numérico;
  • Alfanumérico ou caracteres;
  • Data e tempo; e
  • Grandes objetos.

Constraints Not Null: O conceito de nulo é utilizado quando uma determinada coluna ou atributo de uma linha na tabela não possui valor ou este valor é desconhecido. Por outro lado, existem colunas / atributo que obrigatoriamente precisam de valor informado.

Por exemplo, em uma tabela chamada FUNCIONARIO, onde estão dados de funcionários, o atributo NUMERO_FUNCIONARIO é obrigatório. Nesse caso é possível utilizar a constraint NOT NULL para garantir que haverá informação nessa coluna.

Importante frisar que NULO é diferente de brancos e zeros. Temos que lembrar também que tanto branco quanto zero são valores válidos e que são levados em conta em funções de coluna, tais como média, somatório, máximo, mínimo. Sendo que o NULO é desconsiderado nessas funções.

Constraints Única (Unique): Reconhecida e tratata como uma regra única que garante e não permite a existência de valores duplicados da mesma coluna ou em um conjunto de colunas na mesma tabela.

Usando o mesmo exemplo da tabela FUNCIONARIO, podemos utilizar uma constraint única na coluna NUMERO_FUNCIONARIO para garantir que dois ou mais funcionários possuam o mesmo número de identificação.

Podemos considerar que a chave primaria (primary key), que será explicada mais adiante, é um tipo de constraint única. Lembrando que uma tabela pode ter apenas uma chave primária, porém diversas constraint únicas.

Constraints de Validação (Check): Esta constraint determina um conjunto de valores permitidos para uma determinada coluna na tabela. Através deste tipo de constraints podemos definir de forma explícita através da linguagem DDL (Data Definition Language) de uma tabela com expressões Booleanas similares a clausula WHERE da linguagem Transact-SQL.

Uma constraint de validação é forçada em qualquer inserção ou atualização da coluna. Caso a inserção ou atualização da coluna não esteja de acordo com a definição da constraint, a mesma não será executada.

Por exemplo, vamos supor que a tabela FUNCIONARIO possua uma coluna SALARIO e que o valor do salário de cada funcionário não possa ser maior que 50.000,00, é possível criar uma constraint para erra regra:

CREATE TABLE FUNCIONARIO

(NUMERO_FUNCIONARIO SMALLINT NOT NULL,

SALARIO DECIMAL (9,2) NOT NULL CHECK SALARIO >= 50.000);

Observações: Uma constraint de validação pode ser muito útil para garantir regras de negócio, pois ela não pode ser sobreposta. Uma vez definida é dada a garantia que a regra será respeitada.

Utilizar esse tipo de integridade torna as suas aplicações mais robustas, consistentes e simples, pois não é necessário controlar as regras dentro do próprio código de programação ou utilizando uma subrotina. Dessa maneira é isolada em apenas um lugar a regra de negócio; e

Havendo a necessidade de mudar alguma regra de negócio, basta apenas alterar a constraint de validação na tabela ao invés de sair alterando códigos e mais códigos de programação uma vez que a mesma regra pode estar replicada em diversos pontos da sua aplicação.

Realizando uma prática…

Após conhecermos um pouco sobre o conceito e elementos que formam as restrições de integridade, vamos então colocar “a mão na massa” ou melhor como eu sempre digo no teclado e construir um simples exemplo de como podemos fazer uso de forma mais coerente e organizada do uso da restrição de integridade em nossas tabelas. Para tal utilizaremos o Bloco de Código 1 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 1 — Aplicando o conceito de restrições de integridade —

— Criando o Banco de Dados —
Create Database RI
Go
— Acessando o Banco de Dados —
Use RI
Go
— Criando a Tabela Funcionarios utilizando Constrainst – Not Null, Null, Check, Default e Unique —
Create Table Funcionarios
(Codigo Int Primary Key Identity(1,1),
Nome Varchar(80) Not Null,
Sexo Char(1) Check (Sexo = ‘F’ or Sexo = ‘M’),
RG Int Not Null Unique NonClustered,
CPF Int Not Null Unique NonClustered,
DataNascimento Date Check (DataNascimento >= ‘1950-01-01’),
DataCadastro DateTime Default GetDate(),
Email Varchar(100) Null)
Go
— Criando a Tabela Clientes utilizando Constrainst – Not Null, Null, Check, Default e Unique —
Create Table Clientes
(Codigo Int Identity(1,1),
Nome Varchar(80) Not Null,
Sexo Char(1),
RG Int Not Null,
CPF Int Not Null,
DataNascimento Date,
 DataCadastro DateTime Constraint DF_Clientes_DataCadastro Default GetDate(),
Email Varchar(100) Null
  Constraint PK_Clientes_Codigo Primary Key (Codigo),
  Constraint CK_Clientes_Sexo Check (Sexo = ‘F’ or Sexo = ‘M’),
  Constraint UQ_Clientes_RG Unique NonClustered (RG),
  Constraint UQ_Clientes_CPF Unique NonClustered (CPF),
  Constraint CK_Clientes_DataNascimento Check (DataNascimento >= ‘1950-01-01’))
Go
— Adicionando uma nova Constraint —
Alter Table Clientes
Add Constraint DF_Clientes_Sexo Default ‘M’ for Sexo
Go
— Removendo uma Constraint já existente —
Alter Table Clientes
Drop Constraint CK_Clientes_DataNascimento
Go
— Adicionando uma nova Constraint do tipo Check —
Alter Table Clientes
Add Constraint CK_Clientes_DataNascimento
Check(DataNascimento >=’1900-01-01′)
Go

Perfeito, após executarmos este bloco de código temos nosso ambiente totalmente criado seguindo as definições de restrições de integridade que aplicamos no script.

Você pode estar se perguntando mas o que existe de diferença entre criar uma tabela sem definir o nome dados constraints em comparação com uma tabela que possui o nome das constraints definidas. A resposta para esta sua dúvida será respondida através da Figura 1 apresentada abaixo:

constraints
Figura 1 – Restrições de integridade criadas em cada tabela.

Analisando a Figura 1 podemos notar claramente a diferença, quando definimos um nome para nossas constrainst o Microsoft SQL Server atribui exatamente o nome de definimos no momento da crição da tabela, com isso, teremos mais facilidade para realizar uma manutenção nestes objetos, bem como, toda documentação e apresentação da estrutura do nosso banco de dados será mais limpa e organizada.


 

Sendo assim chegamos ao final de mais uma dica do mês.

O conhecimento técnico é muito importante para qualquer profissional, mas não podemos deixar de lado o conhecimento acadêmico adquirido ao longo dos anos dentro das instituições de ensino.

Este é um ponto fundamental, valorizar e conhecer a diferença entre um bom profissional e o profissional reconhecido e respeitado no mercado de trabalho, está justamente ligado na capacidade do mesmo em saber aliar o conhecimento teórico com o conhecimento prático, como muitos costumam dizer aliar a téoria a prática, sendo este o objetivo deste post.

Espero que você tenha gostado, que as informações e exemplos publicadas possam de alguma maneira ajudar e colaborar com suas atividades diárias, profissionais e ou acadêmicas.

Desejo um forte abraço, agradeço mais uma vez a sua visita.

Até mais.