Microsoft anuncia teclado com leitor de impressão digital


A Microsoft anunciou nesta semana um teclado com leitor de impressão digital integrado, o “Microsoft Modern Keyboard with Fingerprint ID“.

Compatível com o sistema de autenticação biométrica Windows Hello, o teclado suporta Bluetooth 4.0/4.1 e wireless com frequência de 2.4GHz e alcance de até 15 metros em local aberto e até 7 metros em escritórios.

O leitor de impressão digital no teclado é a tecla posicionada ao lado da tecla Alt.

De acordo com a Microsoft, o teclado é compatível com o Windows 8/8.1, Windows 10, Windows 10 Mobile, Android, macOS e iOS. El também vem com duas pilhas AAA recarregáveis.

O novo teclado com leitor de impressão digital já está em pré-venda na Microsoft Store por US$ 129,99 nos Estados Unidos. Ainda não foi confirmado se ele também será lançado por aqui.

Microsoft anuncia teclado com leitor de impressão digital

Vídeo apresentando o teclado com leitor de impressão digital:

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – 16/06/2017 – 8:36 am.

Atualização Cumulativa 4 para SQL Server 2012 SP3


A Microsoft disponibilizou para download nesta semana sua Atualização Cumulativa 4 para SQL Server 2012 SP3. O Service Pack 3 (ou SP3) foi lançado em novembro de 2015.

O SP3 trouxe novidades como:

• Aprimoramentos de escalabilidade e desempenho para o mecanismo de armazenamento.

• Melhorias no desempenho da verificação de consistência.

• Dicas de consulta para fornecer controle granular enquanto estiver usando o Resource Governor.

• Adicionais recursos por meio de melhorias na DMV, Extended Events e planos de consulta de monitoramento.

• Melhorar o desempenho ao abrir e ler arquivos XEL usando leitor XEvent Linq.

De acordo com a Microsoft, a Atualização Cumulativa 4 contém as correções para problemas encontrados depois do lançamento do SP3.

A lista com os bugs corrigidos por esta atualização pode ser encontrada no artigo KB3165264 publicado no site de suporte da Microsoft.

Entre os bugs corrigidos estão um que faz com que caracteres Unicode não sejam exibidos corretamente quando eles são copiados de um relatório do SQL Server Reporting Services e um que faz com que o erro “The process cannot access the file” seja exibido quando uma tarefa XML falha no SQL Server.

Atualização Cumulativa 4 para SQL Server 2012 SP3
A Microsoft disponibilizou para download nesta semana sua Atualização Cumulativa 4 para SQL Server 2012 SP3. O Service Pack 3 (ou SP3) foi lançado em novembro de 2015

Baixe a Atualização Cumulativa 4 para SQL Server 2012 SP3

A Atualização Cumulativa 4 para SQL Server 2012 SP3 está disponível para download aqui. Ela é compatível com o Windows 10, Windows 7 SP1, Windows 8, Windows 8.1, Windows Server 2008 R2, Windows Server 2008 R2 SP1, Windows Server 2012 e Windows Server 2012 R2.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo. com – 19/07/2016 – 8:53 am.

Prepare-se: Sete carreiras de TI que seguirão quentes até 2020

É prudente que profissionais cultivem habilidades demandadas. Melhor se esses conhecimentos continuarem requisitados em um cenário tecnológico em transformação.


Posicione sua carreira para um crescimento de longo prazo. Empresas normalmente têm um roteiro corporativo que detalha o que elas gostariam de ser em intervalos de três, cinco e 10 anos. Esse plano traz um mapa indicando como elas pretendem chegar lá e de que forma a tecnologia se encaixa nisso. Como profissional de TI, como enxerga seu trabalho dentro de uma perspectiva de futuro?

Claro que as organizações ainda precisarão de programadores e desenvolvedores por muito tempo. Contudo, elas pretendem pagar salários melhores por aqueles que souberem programar robôs ou desenvolverem soluções para serem embarcadas em dispositivos móveis. Assim, o mercado de TI seguirá sua evolução e demandará novas habilidades. Veja as apostas de especialistas sobre as carreiras que serão quentes em 2020.

#1. Programadores, especialistas de segurança e gerentes de cloud

Mais de 90% das empresas norte-americanas estão usando alguma forma de computação em nuvem, de acordo com levantamento da CompTIA. Além disso, um relatório de novembro 2014 constatou que as companhias, cada vez mais, movem suas infraestruturas ou aplicativos para ambientes de clouds privadas e públicas. Esse movimento tende a se acelerar, acarretando uma demanda intensa por profissionais para suportar a tendência.

Uma posição relacionada que terá destaque nesse campo é o do gestor de capacidade. “Esperamos que muitas [organizações] operem um ambiente híbrido de modo que a questão tocará sobre como mudar dinamicamente a demanda por computação e armazenamento entre nuvens públicas e privadas”, avalia Mike Sutcliff, executivo-chefe da Accenture Digital. “Isso vai exigir novas técnicas e disciplinas que muitas organizações de TI não têm em vigor hoje em dia”.

Além disso, programadores especializados em Perl, Ruby, Ruby on Rails e Python, Java e JavaScript, bem como aqueles confortáveis com o desenvolvimento de APIs e ambientes DevOps também estarão em alta. Isso deve ocorrer porque a tecnologia em cloud depende muito dessas disciplinas.

#2. Arquitetos de dados, especialistas em integração, profissionais de Hadoop

Cliff Justice, líder da pratica focada em serviços compartilhados e terceirização na KPMG, prevê enormes necessidades organizacionais em torno de analytics. O cenário será, em parte, impulsionado pelo grande volume de dados coletados, mas também pelo aumento do número de aplicações (como a robótica) alimentado por uma abordagem analítica. Como resultado, as empresas estão adicionando e criando vagas para profissionais gabaritados a tal tarefa.

A consultoria aponta para alta demanda pelos seguintes profissionais: arquitetos de dados, que projetam a estrutura para suportar as necessidades emergentes; engenheiros de integração de dados, que garantem que as soluções de dados e análises possam ser integradas a partir de qualquer número de fontes; e analistas de planejamento de TI, que agregam e analisam dados de várias fontes internas e externas para ajudar a TI a saberem o que provavelmente será necessário encomendar junto aos parceiros de negócio no futuro.

Dentre as posições técnicas que são e continuarão quentes ao final da década aparecem posições para desenvolvedor em Hadoop, engenheiro de dados, arquiteto de software para big data, projeta Christian P. Hagen, parceiro da área de consultoria estratégica de TI na AT Kearney.

Ao mesmo tempo, as demandas organizacionais ao redor analytics criarão um novo lote de posições de liderança, que surgem com a tarefa de entender como usar ferramentas e técnicas para alcançar metas e objetivos de negócio. Esses postos incluem diretor de analytics, chief digital officers (CDO), líder de análise de negócios e vice-presidente de dados corporativos.

#3. Hardware, software e especialistas em analytics

Um relatório de 2014 da PwC sobre o futuro dos wearables vê um mundo onde os dispositivos portáteis serão utilizados para treinar novos funcionários, acelerar o processo de vendas, melhorar serviços ao cliente, criar orientação de mãos-livres para os trabalhadores e melhorar a precisão das informações coletadas para servir o crescente movimento de análise pelas empresas.

Jack Cullen, presidente da empresa de recursos humanos TI Modis, prevê a mudança rumo às tecnologias vestíveis poderá estimular o empreendedorismo tanto ou mais que o advento dos smartphones. “Em 2020, esses dispositivos serão tão comuns quanto o iPhone é hoje. Isso cria novas oportunidades”, comentou.

O especialista espera que organizações de todos os tipos identifiquem posições de trabalho e processos que podem se beneficiar dos wearables, o que, por sua vez, significa que os departamentos de TI vão procurar tecnólogos com a capacidade de implantar, gerenciar e manter hardware, bem como especialistas que podem desenvolver, personalizar e apoiar aplicações e programas de análise que tornarão esses vestíveis úteis dentro das organizações.

#4. Especialistas que aplique conceitos de inteligência artificial/robótica nas empresas

Inteligência artificial e robótica já passaram da ficção científica para a realidade há algum tempo. Em breve, são conceitos que chegarão em um negócios (bem) perto de você. De acordo com um relatório do Pew Research Center, essas tecnologias “irão permear várias facetas da vida diária em 2025, com enormes implicações para uma variedade de indústrias, tais como saúde, transporte e logística, atendimento ao cliente e manutenção residencial”.

Não surpreendentemente, especialistas nesta área verificarão alta demanda, comenta Justice, da KPMG. Ele observa que os profissionais de TI terão papéis a desempenhar na programação, integrando e construindo a infraestrutura para aplicações organizacionais da IA e robótica.

#5. Pesquisadores com visão sistêmica

A IDC prevê que o mercado de internet das coisas saltará de um patamar de US$ 1,9 trilhão em 2013 para US$ 7,1 trilhões em 2020. “A tecnologia está sendo construída sobre tudo que conhecemos”, cometa David Dodd, vice-presidente de TI e CIO da Stevens Institute of Technology. Isso significa um futuro brilhante para tecnólogos que compreendam os fundamentos desse tipo de conectividade. Na verdade, a IoT pode desencadear o surgimento de um novo especialista que pode combinar habilidades em hardware, engenharia, programação, análise, privacidade e segurança.

Dodd, no entanto, acredita que a habilidade mais demanda dentro do conceito será na compreensão do valor passível de se extraído de toda essa conectividade. As organizações percebem que não basta simplesmente conectar itens e coletar dados, elas precisam saber como essas conexões e os dados que eles geram podem resolver problemas ou fazer avançar os objetivos organizacionais. As empresas “querem pessoas que possam compreender e formular o futuro da Internet das coisas”, projeta o especialista.

#6. Profundos conhecedores de segurança

O Bureau of Labor Statistics prevê um crescimento de 37% em cargos de analista de segurança da informação entre 2012 e 2022. A expansão virá devido ao fato de que praticamente todas tecnologias emergentes estão exigindo, e continuarão a exigir, ainda mais atenção a partir do programa de segurança, privacidade e acesso de uma organização.

“Para todas as grandes oportunidades que nuvem, análise social e móvel, e a IoT trarão, os ganhos econômicos que serão realizados por todas essas novas tecnologias podem ser significativamente inferiores caso não existam programas robustos de segurança e protocolos em vigor”, avalia Matt Aiello, sócio no escritório Heidrick & Struggles, empresa especializada em recrutamento de CIOs.

#7. Artesãos digitais

A pressão para ser mais do que um puro técnico continuará nos próximos anos – e isso significa mais do que adicionar uma ou duas habilidades de negócios em seu currículo. Profissionais de tecnologia que navegarem com sucesso as mudanças turbulentas da indústria serão capazes de demonstrar visão de negócios em todo o espectro, avalia Ray Wang, fundador e analista da Constellation Research Inc. Ele chama esses novos especialistas de “artesãos digitais”, explicando que se trata de profissionais que equilibram características distintas dos dois hemisférios do cérebro.

Produtos, serviços e soluções medianas não são mais suficientes para sustentar as empresas em um cenário cada vez mais competitivo, enfatiza Wang. Para prosperar nos próximos 10 anos, as organizações precisam buscar talentos capazes de “pensar fora da caixa, mas executar dentro do sistema”. Para oferecer esse tipo de valor estratégico, os profissionais de TI precisam ser autênticos, relevantes, com uma mentalidade transformadora, desafiadores, rápidos, artísticos e não-conformista.

Fontes e Direitos Autorais: COMPUTERWORLD EUA

Home Office: Dez ótimos sites para encontrar um trabalho remoto


Como encontrar um emprego para trabalhar de casa? Eis uma lista com dez sites que podem impulsionar seu sonho de home office

A jornada tradicional, aquela que vai das nove da manhã às seis da tarde, se torna cada vez mais abstrata com o avanço de conceitos de mobilidade e computação em nuvem. Uma das coisas fantásticas proporcionada pela tecnologia é a capacidade de executar trabalhos de qualquer lugar (onde tenha uma conexão com a internet).

Mas como encontrar uma tarefa remunerada que possa ser feita sem sair de casa? A seguir, apresentamos uma lista com dez sites que podem impulsionar seu sonho de home office.

WFH.io

O serviço é dedicado ao trabalho remoto, como o próprio nome do site sugere (a sigla trata de uma abreviação de “work-from-home”). Há bastante oportunidade para profissionais de tecnologia. O site é simples e fácil de navegar, listando trabalhos para engenheiros, programadores e desenvolvedores. É possível filtrar as ofertas por categorias, como suporte ao usuário, design, DevOps, administração de sistemas e desenvolvimento de software. O uso da ferramenta é gratuito e, clicando no cargo, se tem uma descrição completa da tarefa e como se candidatar a ela. O site também oferece a possibilidade de receber emails semanais com algumas oportunidades.

Flex Jobs

O site é bastante famoso na oferta de oportunidades em trabalho remoto. É, também, especialista em ofertas de empregos de meio período e projetos para atuar como freelancer. Segundo os responsáveis, as oportunidades são checadas com os contratantes antes de serem divulgados na ferramenta. Há uma lista de acesso gratuito, mas a maior parte das vagas é para membros que pagam pelo serviço. O valor varia de US$ 14,95 por mês até US$ 49,95 para uma subscrição anual. Essas opções incluem uma série de facilidades adicionais.

Virtual Vocations

O site traz uma lista de oportunidades de trabalho remoto em quase todos os setores que você pode imaginar – desde desenvolvimento de software até enfermagem, educação, contabilidade, marketing ou advocacia. O serviço reconhece o quão difícil pode ser a tarefa de encontrar um anúncio legítimo de trabalho remoto e, por isso, faz um trabalho pesado de curadoria e validação das vagas, antes de expô-las na internet.

Há opções de inscrições que incluem postagens diárias, alertas, histórico de projetos para os quais se candidatou. As assinaturas variam entre US$ 6,99 por semana até US$ 59,99 para um período de seis meses.

We Work Remotely

O serviço apresenta vagas de administração de sistemas, copy writing, design, atendimento ao cliente, programação e muito mais. Cada categoria também indica quando o post mais recente foi feito para que seja possível identificar a oferta desde a última vez que o usuário a visualizou. Trata-se de um site básico, que inicia o trabalho. É possível também seguir o We Work Remotely no Twitter.

Authentic Jobs

Como citamos, uma das preocupações em encontrar trabalho remoto reside na possibilidade de clicar em um anúncio interessante e cair em uma cilada (consequentemente, sendo pego em um golpe). O Authentic Jobs tenta endereçar uma solução a esse problema já no nome que escolheu. O site apresenta vagas em companhias como Apple, Facebook, MSNBC.com, ESPN, HBP, Electronic Arts e HP, entre outras grandes organizações. O serviço tem um foco de ajudar instituições de caridade.

Working Nomads

O serviço apresenta bom número de trabalhos remotos na área de tecnologia, com ofertas para projetos de desenvolvimento, design, administração de sistema e marketing. O site é simples; basta logar, conferir os anúncios e filtrar por categorias. As ofertas são listadas por ordem de publicação, o que garante se é recente ou não. Ao clicar sobre uma oportunidade aparece uma breve descrição e instruções sobre como se candidatar.

Skip the Drive

Uma das vantagens de trabalhar de casa é não precisar dirigir até o escritório. É isso que o Skip the Drive sugere em seu nome. O site oferece vagas em posições em diversas indústrias, sem necessidade de registros. Além disso, oferece uma espécie de calculadora para ajudá-lo a computar a quantidade de tempo e dinheiro que economizou em termos de tempo e deslocamento ao realizar um trabalho de casa. Os responsáveis pelo serviço afirmam que todas as ofertas listadas são legítimas – incluindo posições em empresas listadas na Fortune 500 que lá aparecem.

Remote OK

Nesse site você encontra uma lista atualizada regularmente das empresas, em sua maioria startups, onde é “Ok” trabalhar remotamente. É possível procurar por novos postos de trabalho, contratação para atividades em tempo integral e parcial, estágios e categorias de carreira específica. Para cada categoria, há também uma lista do salário médio e o número de postos disponíveis naquele grupo. Por exemplo, no momento da redação desse artigo, a categoria “Engenheiro” possuía 2.323 trabalhos listados com um salário anual médio de US$ 90 mil. É possível pesquisar por habilidades especificas como tipo de software, habilidades, indústria. O foco está principalmente em empregos de tecnologia, especialmente aqueles relativos a startups. Logo, desenvolvedores, engenheiros e programadores encontrarão uma infinidade de oportunidades relevantes.

Workatho.me

O site apresenta empregos desde níveis iniciais e médios até oportunidades temporárias. Outros filtros incluem engenheiro de software, desenvolvedor web, especialistas em DevOps, administração de sistemas, analista de rede, segurança da informação, desenvolvedor móvel, escritor técnico e muito mais. O serviço também verifica cada anúncio de emprego para verificar se a vaga realmente existe e que se você candidatar-se a ele vai estar em contato direto com o recrutador.

Remote Working

Este site difere dos outros na descrição das experiências. Ao se inscrever em uma lista de discussão, o candidato recebe notícias, ferramentas e últimas vagas “escolhidas a dedo”, segundo os organizadores. Quem quiser, pode ser o @remoteworkingio no Twitter e ter informações em tempo real sobre oportunidades de trabalho remoto.

Fontes e Direitos Autorais: ComputerWorld – CIO.com.

Microsoft lista smartphones que já estão prontos para receber o Windows 10


Windows 10 Mobile

Ainda sem ter uma data oficial de lançamento do Windows 10 Mobile, muitos usuários do sistema móvel da Microsoft se perguntam se seus dispositivos receberão a nova versão do sistema. Apesar de também não haver uma resposta oficial sobre quais serão exatamente os aparelhos que receberão o Windows 10, a Microsoft listou nos seus sites dos Estados Unidos e do Reino Unido os smartphones que já estão prontos para receber a nova versão do sistema operacional móvel.

Na lista britânica, alguns modelos que não estão disponíveis nos Estados Unidos também foram listados. Os aparelhos listados incluem o Lumia 640, Lumia 640 XL, Lumia 735, Lumia 635, Lumia 830, Lumia 535 e Lumia 435.

Ainda não se sabe se esses dispositivos são os únicos que receberão a atualização para o Windows 10 Mobile ou se são apenas os primeiros que terão o novo sistema operacional disponível para atualização. É provável que a Microsoft otimize o sistema para outros dispositivos que tenham configurações de hardware mais modestas.

Além disso, é de interesse da Microsoft levar o Windows 10 ao máximo de dispositivos possíveis, mirando a meta de alcançar 1 bilhão de dispositivos rodando seu mais novo sistema operacional.

Apesar da companhia não informar qual a data de lançamento do Windows 10 Mobile, os mais recentes rumores que chegaram na última semana indicam que o SO estará disponível oficialmente no dia 10 de outubro.

Fonte: Microsoft USA e Microsoft UK

10 motivos para você preferir o Windows Phone ao Android


O sistema móvel da Microsoft ainda não possui grande participação no mercado de smartphones, não atingindo nem 10% do total. No entanto, se for considerado o crescimento da base de usuários que nos últimos anos vem dobrando, é provável que nos próximos anos tenhamos uma disputa mais acirrada entre Android, iOS e Windows Phone.

A plataforma receberá uma grande mudança assim que o Windows 10 for lançado, com melhorias no desempenho e na interface que deverão atrair ainda mais usuários em um ecossistema unificado. Mas isso não quer dizer que o atual sistema é ruim ou ultrapassado. Pelo contrário: o software tem diversas vantagens em relação aos seus principais concorrentes, em especial o sistema do Google.

A Microsoft investiu pesado na melhoria da interface do usuário no Windows Phone 8.1. Agora, os usuários podem contam com atalhos simplificados e processos mais simples. Com as mudanças, o sistema se aproximou da versão para desktop, ganhando melhorias na integração entre diversos dispositivos equipados com Windows. Se você é um usuário Android e está pensando em trocar de aparelho, o Windows Phone poderá ser uma excelente opção. Em uma análise detalhada, elaboramos uma lista com dez motivos para você preferir o Windows Phone ao Android.

1. Boa integração com os produtos da Microsoft

Windows Phone

Diferente do que acontece com o Android, o Windows Phone possui excelente integração com diversos produtos da Microsoft. A experiência de uso de alguns aplicativos como Skype, Office e Bing é visivelmente superior. A fluidez com que esses aplicativos trabalham no Windows Phone é fruto do desenvolvimento de uma única empresa, a Microsoft. Ou seja, o aparelho ganha em performance pelo fato do sistema e de diversos aplicativos serem desenvolvidos pela mesma fabricante.

2. Aparelhos com excelente design

Windows Phone

Os dispositivos equipados com Windows Phone apresentam um design diferenciado dos concorrentes. Antes da aquisição da Nokia pela Microsoft, já era possível notar que os aparelhos que continham o sistema se destacavam. Tradicionalmente a companhia finlandesa era conhecida por construir ótimos gadgets com aparência invejável e, mesmo após a compra pela Microsoft, os celulares da linha Lumia continuaram muito bem construídos.

Outras fabricantes também já investiram no sistema da gigante de Redmond, como a Samsung e a HTC, e não há dúvida que os aparelhos que contém o Windows Phone são bastante atraentes aos olhos dos consumidores. Já em relação ao Android, provavelmente você já se deparou com alguns dispositivos desagradáveis.

3. Aplicativos bem construídos

Windows Phone

Apesar da Windows Store ter menos aplicativos que a Google Play, a verdade é que os apps possuem uma qualidade superior. Isso pode ser creditado ao fato do Windows Phone não ser uma plataforma de código aberto. A grande diferença em relação aos apps Android é a aparência minimalista que proporciona um aspecto bem agradável aos apps do Windows Phone. É possível notar essa diferença com mais nitidez em apps como o Facebook e o Skype, por exemplo.

4. Consistência em vários dispositivos

Windows Phone

No Android, a experiência do usuário depende do dispositivo utilizado. Um aparelho de entrada é muito inferior em relação a desempenho do que um smartphone high-end. Já com o Windows Phone isso é diferente: mesmo em telefones mais simples, com poucos recursos de hardware, a experiencia de uso é praticamente a mesma. Toda a linha Lumia, por exemplo, contempla os seus usuários com sistemas eficientes, rápidos e agradáveis.

5. Personalização da tela de bloqueio

Windows Phone

Diferente do que acontece com o iOS e com o Android, cuja a possibilidade de personalizar a tela é pouco explorada, no Windows Phone é possível fazer diversas modificações. Uma das vantagens é poder alterar o fundo das imagens na tela de bloqueio. Outra opção é a de integração com aplicativos que ficarão “ao vivo” na no display. Nessa mesma tela bloqueada, ainda é possível definir algumas fotos para rodar ou então receber informações da música que você está escutando.

6. Possibilidade de jogar games do Xbox One

Windows Phone

Enquanto o Android possui apenas jogos que podem ser instalados através da Google Play, o Windows Phone possui uma excelente integração com o Xbox, plataforma de games da Microsoft. Assim, o usuário poderá tirar o máximo de proveito dos seus jogos favoritos. Com a integração, é possível jogar e receber pontos de sua conta pessoal. Games como Asphalt 6, Jetpack Joyride ou Fifa 14 estão disponíveis para você se divertir. A qualidade presente em um smartphone ou tablet também é excelente.

7. Maior quantidade de armazenamento com OneDrive

Windows Phone

Apesar dos aparelhos com Windows Phone menos potentes possuírem 8 GB de armazenamento internet e suportarem um cartão MicroSD de até 64 GB, o serviço de nuvem OneDrive oferece uma boa quantia gratuita de armazenamento. No caso do Lumia 640 XL, o espaço oferecido é de 30 GB. Isso reduz as chances de você ter de utilizar plataformas de terceiros e ainda pagar por elas.

8. Resumo do que está acontecendo nos aplicativos

Windows Phone

Outra característica interessante no Windows Phone e que não existe no Android é a possibilidade de ver o que está acontecendo em seus aplicativos sem precisar sair da tela inicial. Sem acessar diretamente o app, você pode obter informações sobre clima, últimos tuítes e notificações do Facebook por meio da chamada “live tile”. É claro que o Android disponibiliza os widgets, mas convenhamos que, em termos visuais, não é uma boa alternativa.

9. Assistente Cortana

Windows Phone

Mesmo que ainda não esteja disponível em português, a Cortana já está entre nós. Se você precisa de uma assistente pessoal pronta para ajudá-lo a fazer todos os tipos de tarefas e mantê-lo a par das coisas que realmente importa, esta função é fundamental. Se você quer um assistente de voz que tenha ótima integração com o Bing, a Cortana é sua escolha. Para utilizá-la, basta alterar o idioma de seu Windows Phone para o inglês.

10. Office nativo

Windows Phone

O pacote Office mobile é nativo no Windows Phone, algo que não acontece com o Android. Se você utiliza as ferramentas do Office em seu desktop, nada melhor do que poder contar com ele em seu smartphone ou tablet. Assim você pode utilizar sua conta para sincronizar arquivos, iniciando em seu computador e terminando em seu aparelho celular, por exemplo.

Fontes e Direitos Autorais: CanalTech.com.br – William Nascimento RSS

10 mitos sobre computadores que insistem em resistir ao tempo


Assim como qualquer outra coisa, os computadores são alvos constantes do imaginário popular, que, ao longo dos anos, atribuiu vários mitos e lendas urbanas a eles.

É bem difícil definir como esses mitos surgiram e porquê raios eles foram passando de geração para geração. Apesar disso, é seguro dizer que uma boa parcela dessas fábulas um dia já foi verdade, mas, graças ao avanço da tecnologia, hoje não passam de conversa para boi dormir. Quanto ao restante delas, a maioria surgiu por algum mal-entendido principalmente em torno de como os computadores, o Windows e a própria internet funcionam. A partir daí ideias erradas (e muitas vezes ridículas) se propagaram e ainda estão presentes na cabeça de muita gente como verdades absolutas.

Para acabar de uma vez por todas com essas crenças, desmistificamos 10 delas logo a seguir. Confira:

1. Hackers estão tentando invadir o seu computador o tempo todo

Não há como negar que a internet é um lugar onde os mais incautos acabam sendo vítimas de golpes e invasões hackers por puro descuido. Contudo, ao contrário do que muita gente imagina, aquela figura do hacker que vive trancafiado em um quarto escuro e é alimentado apenas por pizzas jogadas por baixo da porta para não perder o foco nas milhares de invasões diárias que faz não existe.

Essa figura um tanto quanto hollywoodiana não existe e é preciso botar na cabeça que a maioria dos ataques atualmente é automatizada. Ao invés de um sujeito sentado digitando códigos freneticamente na frente de uma tela preta, a ideia aqui é que os hackers desenvolvem ferramentas que se propagam pela internet e infectam computadores em busca de dados pessoais e bancários das vítimas.

Entre os exemplos mais comuns da atualidade estão os malwares que instalam keyloggers, que registram toda e qualquer informação digitada pela vítima no computador; e o phishing, que engana os mais desavisados, levando-os, na maioria das vezes, a um site idêntico ao original, mas que cujo propósito é lhes roubar informações de autenticação.

Diferente do que muitos pensam, os hackers não passam o dia inteiro trancados em ambientes escuros. Na maioria das vezes, ferramentas automatizadas fazem todo o serviço sujo por eles

Diferente do que muitos pensam, os hackers não passam o dia inteiro trancados em ambientes escuros. Na maioria das vezes, ferramentas automatizadas fazem todo o serviço sujo por eles (Imagem: Reprodução)

2. Atualizações automáticas sempre estragam o computador

No passado, atualizar o Windows ou qualquer software era sinônimo de dor de cabeça. Não raramente nos deparávamos com a famosa (e temida) tela azul da morte após instalar um pacote de atualização e voltar atrás era uma tarefa hercúlea.

Esse inconveniente, no entanto, ficou para trás e é cada vez mais raro ver alguém reclamando que um update dizimou o computador por completo e exigiu que tudo fosse reinstalado. Nos raros casos em que isso acontece, sempre é possível utilizar a restauração do sistema para retornar a um ponto anterior à instalação ou, na pior das hipóteses, retornar a máquina para o estado de fábrica.

Atualmente, porém, esses casos são extremamente raros e a melhor solução é deixar as atualizações automáticas do seu Windows ou software favorito ativadas para não dar chance ao azar.

3. Você precisa desligar o computador antes de ir dormir

Muita gente cresceu ouvindo os pais dizer que era necessário desligar o computador sempre que ele não fosse ser utilizado. Essa recomendação muito provavelmente surgiu nos primórdios do computador, quando deixar a máquina ligada durante um período ocioso e, sobretudo, durante a noite abria espaço para o surgimento de bugs e queima de peças.

Essa realidade ficou para trás há um bom tempo e atualmente não é mais necessário desligar a máquina com tanta frequência. Isso porque os computadores mais modernos conseguem gerenciar a energia de uma maneira tão eficiente que apenas deixar a máquina “dormindo” já é suficiente para economizar na conta de luz no fim do mês. Além disso, colocar o computador apenas para dormir acelera bastante o processo de inicialização, que é bastante lento quando a máquina é desligada completamente.

Portanto, procure pelas opções de energia do seu computador e configure-as para que elas lhe ajudem a poupar energia ao mesmo tempo em que não comprometem sua produtividade. E mesmo que você acredite que não vale a pena pressionar o botão “Dormir”, dê uma chance à hibernação, que coloca o computador em estado de suspensão completa, sem consumir nenhum watt de energia, e ainda inicializa o computador rapidamente.

Na época do Windows 95, desligar o computador após sua utilização era praticamente obrigatório. Nos tempos atuais, sistemas de consumo eficiente de energia permitem apenas colocar o computador para dormir e hibernar, poupando preciosos minutos no momento da inicialização

Na época do Windows 95, desligar o computador após sua utilização era praticamente obrigatório. Nos tempos atuais, sistemas de consumo eficiente de energia permitem apenas colocar o computador para dormir e hibernar, poupando preciosos minutos no momento da inicialização (Imagem: Reprodução)

4. Vírus e malwares são o motivo do seu computador estar lento

Quando um usuário reclama de lentidão no computador, o que normalmente ouvimos em resposta é um “ele deve estar com vírus”. A verdade é que as pragas digitais atuais são focadas quase que exclusivamente na obtenção de informações pessoais dos incautos e não têm qualquer intenção de prejudicar o desempenho dos computadores, pelo contrário.

A ordem aqui é permanecer escondido, agindo no pianinho, coletando os dados das vítimas. Muitas vezes, até mesmo as mais modernas ferramentas antivírus não conseguem identificar e remover essas pestes, tendo o usuário que partir para uma remoção manual.

Apesar disso, pode ser sim que seu computador esteja infectado e sendo usado numa rede de computadores zumbis, as botnets. Mesmo assim, esses são casos mais raros e, via de regra, o motivo da lentidão é a quantidade excessiva de aplicações iniciando junto com o sistema operacional ou um navegador carregado de extensões desnecessárias.

Em casos mais graves, pode ser que algum componente de hardware esteja com defeito e comprometendo o desempenho da sua máquina. Aqui, o ideal é levar o computador a um técnico especializado e de confiança para saber o que pode estar ocorrendo e fazer uma eventual substituição de peça.

5. O Internet Explorer é lento, vulnerável e ruim

Outrora o navegador mais popular do mundo, há um bom tempo o Internet Explorer é alvo de chacota dos usuários e sobretudo do público geek. O bullying com o browser foi tão grande que a Microsoft se viu obrigada a se livrar da má reputação e recomeçar do zero com o Edge, o novo navegador que virá embutido no Windows 10.

Apesar de todo esse mal-estar, a verdade é que as últimas versões do Internet Explorer vinham apresentando melhorias sensíveis em relação aos tempos mais sombrios. As duas últimas versões do navegador, por exemplo, já ofereciam suporte a um grande leque de padrões web modernos que antes só eram vistos no Chrome e no Firefox. Inclusive uma das funções do navegador da raposa que foi abraçada pela turma de Redmond foi o modo “sandbox”, que permite a desenvolvedores web mexer e visualizar alterações no código HTML em tempo real. Por fim, o Internet Explorer 11 trouxe suporte a multiprocessamento, algo que até agora não é visto em nenhum concorrente.

É claro que ninguém voltará a utilizar o IE só por causa disso, mas a verdade é que ele não é mais aquela piada que outrora foi até sua oitava versão.

Por anos o Internet Explorer foi alvo de piadas em todo lugar na internet. Má fama veio sobretudo após o fiasco do Internet Explorer 6

Por anos o Internet Explorer foi alvo de piadas em todo lugar na internet. Má fama veio sobretudo após o fiasco do Internet Explorer 6 (Imagem: Reprodução)

6. Codecs são necessários para assistir vídeos online

Os dias em que isso foi verdade já ficaram para trás há muito tempo. Na época, para assistir qualquer coisa online era necessário ter uma penca de codecs instalados no computador, sem contar os famigerados RealPlayer, QuickTime e DivX Player. Aqui e acolá surgia um e outro site que exigia o Java, o que geralmente acabava travando qualquer computador mais modesto.

Atualmente, no entanto, essa realidade de trevas já não mais existe e tudo funciona na base do HTML5 ou do Flash.

É importante ressaltar que nenhuma dessas duas tecnologias exige que você baixe e instale codecs específicos. Aqui, tudo é transmitido diretamente para o computador do usuário, sem necessidade de decodificação, e a única exigência é ter ou um navegador com suporte a HTML5 (o que a maioria já oferece) ou o plugin do Flash instalado. Fora isso, jamais clique em banners que demandam a instalação de algo desse tipo, pois, no final das contas, você acabará instalando um punhado de junkware e comprometendo o desempenho do seu computador.

Codecs só são necessários quando você baixa um arquivo de vídeo para o computador – e mesmo nesses casos o melhor a se fazer é optar por algo como o VLC, player para lá de popular que já traz consigo uma enorme quantidade de codecs e nenhuma pegadinha.

7. Muita memória RAM em uso é sinal de que há algo errado

Foi-se o tempo em que 64 MB de memória RAM eram suficientes para dar conta do recado. Contudo, à medida que se torna mais comum vermos computadores com 4 GB, 8 GB e até 16 GB de RAM, mais pessoas relatam que o Windows e outros programas parecem sempre querer mais.

É verdade que cada vez mais não só o Windows, como também o Linux, Mac OS X e até mesmo os sistemas operacionais móveis consomem mais memória, mas isso não é necessariamente algo ruim. O uso cada vez maior de memória RAM é proposital e os softwares atuais são desenvolvidos de maneira tal a alocar cada vez mais recursos nela.

Isso tem sido feito basicamente para que o acesso a esses recursos seja cada vez mais rápido e o usuário não fique esperando para que os dados sejam acessados no HD, que é mais lento que a memória RAM. E, ao contrário do que acontecia antigamente, se o seu computador “sentir” que precisa de mais espaço livre na memória RAM, ele próprio irá executar uma limpeza e abrir espaço para algo mais importante.

Portanto, não adianta se preocupar com isso a não ser que o seu computador realmente esteja sofrendo com um desempenho abaixo da média.

A não ser que o desempenho do seu computador esteja abaixo da média, a indicação de muita memória RAM em uso não significa necessariamente que você precisa adicionar um ou dois novos pentes ao computador

A não ser que o desempenho do seu computador esteja abaixo da média, a indicação de muita memória RAM em uso não significa necessariamente que você precisa adicionar um ou dois novos pentes ao computador (Imagem: Reprodução)

8. Antivírus sempre protegerão o seu computador

Embora muita gente já saiba que os softwares antivírus são o último recurso para proteger o computador de uma praga virtual, ainda há quem confie cegamente nesse tipo de ferramenta e acredite que ela é infalível.

A verdade é que a própria Symantec já declarou que seu antivírus, o Norton Antivirus, um dos mais famosos do mundo, não consegue impedir inúmeros tipos de ciberataques. Pior, a maioria dos antivírus sequer protege os usuários dos chamados softwares invasivos, aqueles que são instalados silenciosamente junto com outros softwares e acabam comprometendo o desempenho geral do computador.

Para piorar ainda mais essa realidade, uma série de antivírus gratuitos agora estão trazendo consigo essas pragas, instalando-as sem o conhecimento do usuário. Dito isso, fica bastante claro que os antivírus não são as ferramentas mais confiáveis do mundo.

Mesmo com essa dolorosa verdade, você não deve deixar de lado o seu software antivírus favorito – pelo contrário. Contudo, tenha em mente que ele deve ser a sua última frente de segurança e que você precisa desenvolver hábitos seguros para manter seus arquivos e informações pessoais longe das mãos dos cibercriminosos. Nunca é demais lembrar que um usuário bem informado e precavido é mais eficaz do que muito software de segurança que existe por aí.

9. Desfragmentação manual e ferramentas pagas ajudam a melhorar o PC

Foi-se o tempo em que tínhamos que reservar um horário toda semana para executar a desfragmentação do HD. Atualmente, o usuário não precisa se preocupar com absolutamente nada relacionado a esse assunto, já que o Windows traz uma ferramenta de desfragmentação que faz o serviço automaticamente sem a necessidade de intervenção.

Há casos raríssimos em que o usuário pode querer instalar um jogo muito grande, como Grand Theft Auto V, e seja necessário executar a desfragmentação manual para garantir máximo desempenho. Contudo, esse é um caso bem isolado e específico e, via de regra, não há qualquer necessidade de executar essa rotina manualmente.

Ferramentas pagas que prometem melhorar o desempenho do HD também não valem a pena e surgem como um balde para você jogar dinheiro fora. Em muitos casos, o valor cobrado por softwares como o Diskeeper Professional pode ser usado para comprar um SSD, atualizar o computador e ganhar em desempenho. Portanto, não se preocupe com nada disso, deixe o Windows fazer o serviço dele e guarde o seu dinheiro para investir em algo realmente útil para o seu PC.

10. Limpar o cache melhora o desempenho do computador

Algumas aplicações têm o famoso cache, um conjunto de arquivos que são cópias offline de algo baixado anteriormente da internet. Esses arquivos são armazenados localmente no computador para que, no futuro, quando o conteúdo for acessado novamente não tenha que ser baixado todo da internet. Esse comportamento, como dá para perceber, se traduz em economia de tempo e largura de banda para o usuário.

Apesar disso, nem todo mundo vê o cache como algo bom e acaba baixando ferramentas que prometem livrar o HD desses arquivos temporários baixados da internet e armazenados no computador. A premissa é simples: são arquivos que você não usa (pelo menos não diretamente), logo podem ser excluídos para poupar espaço no disco rígido.

Embora pareça fazer sentido, essa prática força sobretudo os navegadores web a baixarem o conteúdo e o armazenar localmente mais uma vez, consumindo mais banda e gastando mais tempo para carregar as suas páginas mais acessadas. Sem contar que tudo se transforma num ciclo infinito, com você limpando o cache e ele sendo preenchido logo na sequência.

Limpezas no disco rígido nem sempre garantirão um melhor desempenho do computador. A eliminação de cache, por exemplo, apenas tornar a navegação na internet mais lenta e pesada

Limpezas no disco rígido nem sempre garantirão um melhor desempenho do computador. A eliminação de cache, por exemplo, apenas tornar a navegação na internet mais lenta e pesada (Imagem: Reprodução)

Você achava que algum desses mitos eram verdadeiros? Quais outros mitos sobre computadores você conhece? Conta para gente aqui embaixo, na caixa de comentários.
Fontes e Direitos Autorais: CanalTech.com.br – Por Sérgio Oliveira RSS | 21.07.2015 às 10h08