#19 – Para que serve


Salve galera, boa tarde.

Feliz Ano Novo, Feliz 2018, o tempo passou e hoje dia 02/01 nos encontramos no primeiro dia útil para grande maioria da população mundial, mas que dureza pensar que temos mais 365 dias pela frente para superarmos, por outro lado que bom pensar assim.

Neste primeiro post de 2018 não vou trazer nenhuma novidade relacionada ao Microsoft SQL Server ou banco de dados, mas sim compartilhar como faço em alguns momentos, conceitos já conhecidos da grande maioria.

Hoje quero trazer para vocês um dos assuntos mais discutidos quando estamos trabalhando com nossos servidores de banco de dados, estou me referindo ao período de processamento do comando select dentro de um bloco de transação conhecido como Ciclo de Vida de Query através do comando Select.

Sendo assim, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre o primeiro post de 2018, post de número 19 da sessão Para que serve. Então seja bem vindo ao #19 – Para que serve – Ciclo de Vida de Query através do comando Select.


Introdução

Um dos comandos mais utilizados em qualquer Sistema Gerenciador de Banco de Dados ou propriamente um Banco de Dados é o comando Select, sendo este responsável em recuperar linhas do banco de dados e permite a seleção de uma ou várias linhas ou colunas de uma ou várias tabelas, no Microsoft SQL Server isso não é diferente.

Basicamente ao se executar um comando Select podemos estar trabalhando com uma simples query ou conjunto de querys que podem formar uma ou mais transações, é com base neste cenário que o comando Select composto por sua conjunto de argumentos e opções permite estabelecer um ciclo de vida dedicado exclusivamente ao seu período de compilação, execução e encerramento.

Desta forma, algumas perguntas podem surgir decorrentes do seu processo de processamento, dentre as quais destaco:

  1. Quais são as etapas para o processamento de um select? 
  2. Onde inicia e onde termina cada processo?

De uma maneira bastante simples e direta vou tentar responder estas questões, iniciando pela organização da estrutura de componentes utilizadas pelo comando Select, conhecidos como:

  • Relation Engine;
  • Storage Engine; e
  • Buffer Pool.
  1. Relational Engine é responsável pelos processos de Query Optmizer, Query Executor e Parse entre outros, avaliando toda a parte algébrica, sintaxe e plano de execução da Query.
  2. Storage Engine é o cara do I/O, responsável pelo gerenciamento e requisições de disco, alocações, Access Methods Code, Buffer Manager e Transaction MGR.
  3. Buffer Pool tem vários papeis, mas, um dos mais importantes é o gerenciamento de memória para o plano de execução e alocação de páginas no data cache.

A Figura 1 apresentada abaixo ilustra um modelo básico da estrutura de relação entre estes componentes:

Figura 1 – Estrutura dos componentes utilizados pelo comando select.

Logicamente, dentro de cada componente podemos encontrar diversos subcomponentes que formam sua estrutura, responsáveis por diversas ações e procedimentos, formando um ecossistema único para cada elemento, dentre eles destaco o Query Optimizer com suas diversas fases de otimização para gerar o plano de execução mais assertivo.

O Ciclo (Select)

O primeiro passo é estabelecer a conexão entre aplicação (ERP, CRM, Web, etc…) e o SQL Server. Para isso, é utilizado um protocolo chamado Network Interface (SNI). No fundo o SNI utiliza um outro protocolo, na verdade, podem existir vários protocolos e o mais conhecido é o famoso TCP/IP.

A Figura 2 abaixo ilustra o inicio do ciclo de vida do comando select através do acesso feito por uma aplicação:

Figura 2 – Representação do inicio do ciclo de vida do comando select.

Ao realizar a conexão através da comanda e do protocolo (TCP/IP), os pacotes TDS (Tabular Data Stream Endpoints) são encaminhados ao Protocolo Layer, que tem como papel “reconhecer e interpretar” o pacote e validar a informação, assim como sua origem (client). Após isso o conteúdo (SQL Command) do pacote é enviado ao Command Parse.

A Figura 3 apresenta o comportamento do Command Parse após o processo de reconhecimento e interpretação do pacote contendo o comando select ser realizado:

Figura 3 – Comportamento do Command Parse após o processo de reconhecimento dos pacotes.

Neste cenário o CMD Parser vai fazer o seu trabalho, primeiro validando o T-SQL, checando sintaxe, nomes de objetos, parâmetros, palavras chaves. A segunda parte é procurar no Buffer Pool se já existe um plano de execução compatível para está query, se sim, ele recupera este plano e executa (Query Executor), caso contrário, passa o result da análise (Query Tree) para o Query Optmizer que é o responsável por gerar o Execution Plan (plano de execução) que será usado na execução (próxima etapa) do ciclo.

Ao receber as instruções o Query Optimizer,  identifica a query realizando diversas etapas (fases 0,1,2) de otimização, afim de encontrar o plano mais eficiente, com base no “cost-based” (I/O, CPU). Nesta etapa as estatísticas são utilizadas servindo como Input de informação para tomada de decisão do Query Optimizer. Após o termino desta etapa, o plano de execução está pronto, passando o bastão para o Query Executor

O Query Executor é quem executa a Query, na verdade ele executa o plano de execução, colocando os operadores para trabalhar. É neste ponto também que ocorre a interação com a Storage Engine via interface Access Methods (OLE DB).

Seguindo em frente, Access Methods passa a solicitação para o Buffer Manager recuperar a página de dados, se a página especifica estiver em memória, o Buffer Pool solicita ao Data Cache que recupere a pagina, e retorna ao Access Methods (leituras logicas). Ao contrário, os dados são recuperados do disco (leituras físicas), colocados em cache e devolvendo o controle para o Access Methods. 

De posse dos dados, o Access Methods devolve a informação para o Relational Engine que será enviada ao Client que a solicitou, assim o resultando do comando select é apresentado na tela da aplicação exibindo assim os dados solicitados pelo usuário. Desta maneira, nosso ciclo ou melhor o ciclo de vida do comando select esta concluído, conforme a Figura 4 apresenta abaixo:

Figura 4 – Ciclo de vida do comando select concluído e dados apresentados para o usuário.

Com isso chegamos ao final do primeiro post de 2018 e post de número 19 da sessão Para que serve.


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/queries/select-transact-sql

https://technet.microsoft.com/en-us/library/ms189559(v=sql.90).aspx

http://www.sqlservergeeks.com/sql-server-architecture-part-2-the-relational-engine/

https://blogs.msdn.microsoft.com/tcaserta/2016/01/04/sql-server-fundamentos-storage-engine-parte-i/

https://blogs.msdn.microsoft.com/tcaserta/2016/01/04/sql-server-fundamentos-storage-engine-parte-i/

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/15/18-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/24/17-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/10/01/16-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/06/28/15-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/04/30/14-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/03/25/13-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/01/23/12-para-que-serve/

Conclusão

Como sempre a Microsoft e toda sua equipe nos surpreende com sua capacidade de trabalho, fortalecendo cada vez mais o Microsoft SQL Server não somente com um SGBD ou ferramenta de banco de dados, mas sim um ambiente completo para qualquer tipo de análise, desenvolvimento e administração que esteja relacionada com dados.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, surpreendente em todos os sentidos…

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua ilustre visita, sinto-me honrado com sua presença, espero que este conteúdo possa lhe ajudar e ser útil em suas atividades profissionais e acadêmicas.

Um forte abraço, até o próximo post da sessão Para que serve…..

Valeu.

#17 – Para que serve


Olá você, boa noite.

Tudo bem? Este é mais um post da sessão Para que serve, plena sexta – feira, enquanto meus alunos da Fatec São Roque estão quebrando a cabeça e gastando um pouco dos neurônios na resolução de exercícios, estou aqui para compartilhar um pouco do conhecimento adquirido nos alguns dias.

Quando eu falei sobre conhecimento adquirido, estou me referindo a algumas novidades adicionadas na nova versão do Microsoft SQL Server, neste caso mais especificamente a versão 2017. E ai você já realizou o download? Espero que a resposta seja positiva e você já esteja utilizando, pois caso contrário o post de hoje talvez não seja a solução da dúvida ou problema que você esta esperando.

Mas antes de falar do post, vamos destacar um pouco sobre o Microsoft SQL Server 2017. Acredito que você deva saber que no último mês de outubro, a Microsoft realizou mais um lançamento de uma nova versão do Microsoft SQL Server, estou me referindo a versão 2017. Por acaso você estão utilizando esta nova versão? Caso ainda não tenha feito, aproveite e faça agora mesmo acessando o link: https://www.microsoft.com/en-us/sql-server/sql-server-2017.

Se você, assim como eu realizou o download no mesmo dia do lançamento, ou seja, dia 02/10, pode ter um certo tempo para notar que a cada nova versão, o produto esta evoluindo, tanto no seu processo de instalação que realmente é fantástico e muito prático, como também, na quantidade de recursos, funcionalidades e componentes internos apresentados a partir desta da versão 2017.

Voltando para o post de hoje, como de costume a cada nova versão a Microsoft em conjunto com o seu time de engenheiros e desenvolvedores tem o hábito de adicionar um conjunto novo de funcionalidades e recursos, dentre eles alguns voltados especificamente para a área de desenvolvimento, no caso de comandos, stored procedures e functions adicionadas a grande linguagem Transact-SQL.

Logicamente na versão 2017 isso não seria diferente, e justamente pensando neste tipo de oportunidade para aquisição de conhecimento que o post de hoje será dedicado a duas novas funções adicionadas a partir desta versão sendo elas: Concat_WS e Translate.

E ai por acaso você já as conhece, espero que não, mas caso já tenha encontrado alguma informação ou até mesmo tenha feito uso, fique a vontade para contribuir com este post deixando seu comentário.

Seguindo em frente, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre estas novas funções, desta forma, seja bem vindo ao #17 – Para que serve – Novas String Functions Concat_WS e Translate adicionadas ao Microsoft SQL Server 2017.

Introdução

Em diversos momentos trabalhando com diversos dados armazenados em nossas tabelas temos a necessidade de realizar a concatenação entre eles, ou seja, estabelecer uma possível forma de união destes diversos valores e apresentar de uma única coluna ou até mesmo linha de registro.

Procedimento que até a versão 2012 do Microsoft SQL Server nos exigia um pouco de linhas de código para realizar esta atividade, sendo que, a mesma agora na versão 2o17 tornou-se ainda mais simples e fácil através da nova string function Concat_WS.

Você pode estar pensando, mas qual o motivo do tipo de engenheiros do SQL Server em adicionar uma função similar a Concat, na verdade não existe um motivo, o que existe e posso dizer é que a Concat e a Concat_WS podem ser consideradas irmãs ou até mesmo funções que se complementam.

Neste sentido o WS pode ser reconhecido como o argumento (concatenate with separator) separador, aquele caracterer que será utilizado para separar um valor string do outro mais ao mesmo tempo estará fazendo parte do conjunto de valores que serão concatenados.

Para que você possa entender e conhecer melhor a função Concat_WS, vou apresentar alguns exemplos:

— Exemplo 1 – Obtendo informações sobre as tabelas, utilizando o hífen como separador —
SELECT CONCAT_WS( ‘ – ‘, name, OBJECT_ID, create_date, modify_date) AS TablesInfo
FROM sys.tables
Go

Após a execução do Exemplo 1, você deverá obter um resultado similar conforme apresenta a Figura 1 abaixo:


Figura 1 – Dados concatenados e separados pelo sinal de hífen.

— Exemplo 2 – Concatenando caracteres utilizando o sinal de dois pontos como separador —
Select CONCAT_WS(‘ :: ‘, ‘Pedro Antonio Galvão Junior’, ‘Idade:37’, ‘MVP desde 2007’) As Info
Go

Após a execução do Exemplo 2, você deverá obter um resultado similar conforme apresenta a Figura 2 abaixo:


Figura 2 – Dados concatenados e separados pelo sinal de dois pontos.

Observação: Note que nos dois exemplos apresentados acima o primeiro argumento ou parâmetro obrigatório que deve ser especificado na função Concat_WS é justamente o elemento separador, o qual vai estar envolvido diretamente entre cada conjunto de valores informados sequencialmente na função.

Dando continuidade, vamos conhecer a função Translate, inicialmente fazendo uma rápida analogia ao seu nome parece que esta nova função seria algo similar a um tradutor de texto, na verdade ela tem um papel entre aspas próximo em relação a tradução de um valor ou sentença de valores string, mas dizer que ela realiza a tradução não é o entendimento correto.

Na verdade esta função realiza em tempo de execução retorna uma nova sentença de valores string com base no conjunto de argumentos declarados em sua sintaxe, sendo que obrigatoriamente o primeiro argumento representa a sentença de valores que deverá ser utilizada, para posteriormente servir como base para nova sentença que será resultando da “tradução”.

Vamos então conhecer um pouco mais sobre esta função, através dos exemplos apresentados a seguir:

— Exemplo 1 – Equação de 2º Grau — Substituindo a letra x pelo número 4 —Select ‘x² – 10x + 24 = 0’ As ‘Antes’
Go

Select Translate(‘x² – 10x + 24 = 0’, ‘x’, ‘4’) As ‘Depois’
Go

Após a execução do Exemplo 1, você deverá obter um resultado similar conforme apresenta a Figura 3 abaixo:


Figura 3 – Uso da função Translate aplicada em uma equação de segundo grau.

— Exemplo 2 – Método de Bhaskara – Substituindo as letras A e C pelos valores 1 e 8 informados respectivamente com grupos de valores em cada argumento —
Select N’∆ = b² – 4 * a * c’ As ‘Antes’

Go

Select Translate(N’∆ = b² – 4 * a * c’ , ‘ac’, ’18’) As ‘Depois’
Go

Após a execução do Exemplo 2, você deverá obter um resultado similar conforme apresenta a Figura 4 abaixo:


Figura 4 – Uso da função Translate aplicada ao método de bhaskara.

Observação: Note que nos dois exemplos apresentados anteriormente argumento ou parâmetro obrigatório que deve ser especificado na função Translate corresponde ao valores ou sentença string, o qual será utilizada como elemento base para “tradução” e apresentação do novo conjunto de valores ou sentença após sua execução. 

Muito bem, desta forma, chegamos ao final de mais uma post da sessão Para que Serve….


Referências

https://technet.microsoft.com/pt-br/library/ms186862(v=sql.110).aspx

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/functions/concat-ws-transact-sql

https://docs.microsoft.com/pt-br/sql/t-sql/functions/translate-transact-sql

https://docs.microsoft.com/pt-br/sql/t-sql/functions/string-functions-transact-sql

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/10/01/16-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/06/28/15-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/04/30/14-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/03/25/13-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/01/23/12-para-que-serve/

Conclusão

Como sempre a Microsoft e toda sua equipe nos surpreende com sua capacidade de trabalho, fortalecendo cada vez mais o Microsoft SQL Server não somente com um SGBD ou ferramenta de banco de dados, mas sim um ambiente completo para qualquer tipo de análise, desenvolvimento e administração que esteja relacionada com dados.

Destacando as novas funções apresentadas neste post Concat_WS e Translate, atividades como concatenação de dados que já havia se tornada mais fácil a partir da versão 2o12, agora se tornou algum praticamente irrelevante no que diz respeito a complexidade.

Sem se esquecer da função Translate que através de um simples argumento nos permite “realizar uma possível tradução de caracteres” muito similar a antiga e útil função Replace, mas que trabalha de uma forma mais ágil independente da posição do caracter dentro do conjunto de valores apresentados.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, eita produto bão so……

Agradecimentos

Chegou a hora do descanso, se preparar para um novo dia que daqui a pouco estará raiando, espero que você possa fazer o mesmo, aproveitar o seu dia ainda mais, tentar viver um pouco sem se preocupar com os problemas.

Mais uma vez obrigado por sua ilustre visita, sinto-me honrado com sua presença, espero que este conteúdo possa lhe ajudar e ser útil em suas atividades profissionais e acadêmicas.

Um forte abraço, até o próximo post da sessão Para que serve…..

Valeu.

 

 

Microsoft SQL Server 2016 SP1 – Atualização Cumulativa 9


A Microsoft disponibilizou para download nesta semana a Atualização Cumulativa 6 para SQL Server 2016 SP1.

Atualização Cumulativa 6 para SQL Server 2016 SP1

O artigo KB4037354 com informações sobre o que a atualização traz de novo ainda não está disponível, publicado aqui pela Microsoft.

A tabela a seguir lista o status de artigos individuais da Base de conhecimento Microsoft. 

Número de bug do VSTS Número de artigo do KB Descrição Corrigir a área
10918636 4049027 CORREÇÃO: Erro de “AdomdConnectionException” quando a fonte de dados do SSRS 2016 usa msmdpump O Reporting Services
10868757 4040512 CORREÇÃO: Erro ao exportar um relatório do Reporting Services para PDF no SQL Server 2017 O Reporting Services
10868767 4039510 CORREÇÃO: Violação de acesso ocorre quando você usar sp_xml_preparedocument para abrir documentos XML no SQL Server 2014 ou 2017 XML
10067707 4019840 CORREÇÃO: Consultas em tabelas externas PolyBase retornam linhas duplicadas no SQL Server de 2016 e 2017 Mecanismo do SQL
10362525 4035062 CORREÇÃO: Uso de memória com muitos bancos de dados maiores no SQL Server 2016 que versões anteriores Mecanismo do SQL
11078704 4039592 CORREÇÃO: Não pode alterar a senha para um SQL Server 2014 ou 2016 conta de serviço quando é habilitada para proteção adicional da LSA Ferramentas de gerenciamento
11078711 4042232 CORREÇÃO: Violação de acesso quando você cancelar uma consulta pendente se os desaparecidos indexa o recurso está habilitada no SQL Server de 2014 e 2016 Desempenho de SQL
11078718 4043947 CORREÇÃO: Funcionalidade de favoritos não funciona completamente quando você abre um relatório em formato MHTML através do Outlook no SSRS 2014 e 2016 O Reporting Services
10868753 4033789 FIX: Um vazamento de memória pode ocorrer quando você executar operações de atualização de processo no SSAS Serviços de análise
10868722 4038882 FIX: SQL Server Backup gerenciado não exclui os backups antigos que estão para além do período de retenção no SQL Server Mecanismo do SQL
10868738 4039509 CORREÇÃO: SSAS falha quando você processa um cubo no SQL Server ou um banco de dados do SSAS Serviços de análise
10868725 4039511 CORREÇÃO: Conseguiu falhar Backup intermitentemente por causa de erro SQLVDI no SQL Server Mecanismo do SQL
10868770 4039735 CORREÇÃO: “Non-produzindo Scheduler” condição ocorre para consulta com muitas expressões em SQL Server 2014 e 2016 Desempenho de SQL
10868732 4040376 CORREÇÃO: Backup gerenciado no Microsoft Azure para depois de backup de banco de dados grande no SQL Server Mecanismo do SQL
11052450 4046056 CORREÇÃO: Afirmação ocorre sobre como acessar a tabela de memória otimizada através de Marte Mecanismo do SQL
10864945 3010148 CORREÇÃO: Papel Non-admin não pode receber correto ChildCount estimativas para membros da folha dimensão pai/filho no SSAS Serviços de análise
10965956 4034789 CORREÇÃO: Um erro de exceção inesperada ocorre quando uma medida de XTIR processa muitos registros no SSAS 2016 ou 2017 Serviços de análise
10870250 4040934 CORREÇÃO: Pacotes de serviço do SQL Server Integration pendurar aleatoriamente se log personalizado está habilitado Serviços de integração
11029968 4051356 CORREÇÃO: Restauração de banco de dados na memória falha com erros no SQL server 2016 Na memória OLTP
11031436 4052133 CORREÇÃO: Violação de acesso ocorre quando SQL Server 2016 tenta iniciar o Gerenciador de loja de consulta durante a inicialização Mecanismo do SQL
10980994 4052132 FIX: Um problema de Agendador não produzindo ocorre quando você usar o recurso de armazenamento de consulta do SQL Server no SQL Server Mecanismo do SQL
11124144 4052127 Hotfix: Mecanismo de alerta lê todo Log de eventos do aplicativo e envia aler Ferramentas de gerenciamento
10855950 4052125 CORREÇÃO: Log de auditoria para eventos de ROLLBACK TRANSACTION não está disponível no SQL Server 2016 Segurança do SQL
11060168 4052123 CORREÇÃO: Deslizamento de validade para o cookie de autenticação não está funcionando e falha redirecionar para a página de logon no SSRS 2016 O Reporting Services
11031058 4052121 CORREÇÃO: Violação de acesso para consultas de DMV correr contra um grupo de disponibilidade distribuídas no SQL Server Alta disponibilidade
10971673 4052119 CORREÇÃO: Transações distribuídas em um banco de dados AG falhar depois de reiniciar no SQL Server 2016 Mecanismo do SQL
10881290 4052131 CORREÇÃO: Sys.dm_os_windows_info Detran retorna valores errados para 10 de Windows e Windows server 2016 Mecanismo do SQL
10864854 4052572 CORREÇÃO: 2016 SSAS trava intermitentemente quando você renomear o banco de dados multidimensional usando script Serviços de análise
11127649 4052625 CORREÇÃO: Consultas de recuperação de dados usando a busca de índice não-agrupado demoram muito no SQL Server Mecanismo do SQL
10820931 4048942 CORREÇÃO: “Parado IOCP Listener” e “não produzidas IOCP ouvinte” dumps de memória gerado pelo SQL Server 2016 reiniciar Mecanismo do SQL
10921921 4048943 CORREÇÃO: Violação de acesso na réplica primária da AlwaysOn AG em SQL Server 2016 Alta disponibilidade
11018232 4046858 CORREÇÃO: Consulta que usa o plano de execução de consulta paralela com operação “merge join” lenta na atualização cumulativa 3, 4 ou 5 para SQL Server 2016 Service Pack 1 Desempenho de SQL
10935673 4052633 CORREÇÃO: Consulta SELECT que usa hash de modo lote operador agregado que conta várias colunas anuláveis retorna incorreto resulta em SQL Server Desempenho de SQL
10330560 4053550 CORREÇÃO: Processamento mensagem XML usando o Service Broker resulta em sessão pendurada no SQL Server 2016 Mecanismo do SQL
10678621 4037454 CORREÇÃO: Política de gerenciamento de diretiva não está funcionando depois de instalar o CU2 para SQL Server SP1 de 2016 Ferramentas de gerenciamento
10972567 4043624 CORREÇÃO: Limpeza manual de controle de alterações falhar com o erro de não-existência de tabela no SQL Server Mecanismo do SQL
10868776 3208545 FIX: SQL Server 2016 ou 2017 Analysis Services pode falhar em uma situação específica Serviços de análise
10868735 4022483 CORREÇÃO: Erro quando você exporta uma base de conhecimento DQS que contém domínios no cliente DQS no SQL Server Serviços de qualidade de dados (DQS)
10868748 4040401 CORREÇÃO: Violação de acesso para consulta a tipos de dados espaciais através de servidor vinculado no SQL Server Mecanismo do SQL
10930335 4044064 CORREÇÃO: Erro de “Solicitação expirou” quando você alterar as opções de segurança para um grupo de segurança MDS no SQL Server 2016 Serviços de qualidade de dados (DQS)
10934352 4045795 CORREÇÃO: Thread pool exaustão e contenção CMEMTHREAD na AAG com dados semeadura em SQL Server 2016 Mecanismo do SQL

A Atualização Cumulativa 6 para SQL Server 2016 SP1 está disponível para download aqui.

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft Support – 21/11/2017 –https://support.microsoft.com/en-us/help/4037354/cumulative-update-6-for-sql-server-2016-sp1

Microsoft SQL Server 2016 – Atualização Cumulative 9


A Microsoft disponibilizou para download nesta semana a Atualização Cumulativa 9 para SQL Server 2016.

Atualização Cumulativa 9 para SQL Server 2016

De acordo com o artigo KB4037357 publicado pela Microsoft em seu site de suporte, esta atualização contém correções para os problemas que foram encontrados depois do lançamento do SQL Server 2016 e antes do lançamento do SQL Server 2016 SP1.

Entre os bugs corrigidos pela atualização estão um que causa um erro ao exportar um relatório do Reporting Services em PDF, um que faz com que uma violação de acesos ocorra quando você usar sp_xml_preparedocument para abrir documentos XML no SQL Server e um que causa o vazamento de memória quando você executa operações de atualização de processo no SSAS.

A tabela a seguir lista o status de artigos individuais da Base de conhecimento Microsoft.

Número de bug do VSTS Número de artigo do KB Descrição Corrigir a área
10868755 4040512 CORREÇÃO: Erro ao exportar um relatório do Reporting Services para PDF no SQL Server 2016 ou 2017 O Reporting Services
10868765 4039510 CORREÇÃO: Violação de acesso ocorre quando você usar sp_xml_preparedocument para abrir documentos XML no SQL Server XML
11078703 4039592 CORREÇÃO: Não pode alterar a senha para um SQL Server 2014 ou 2016 conta de serviço quando é habilitada para proteção adicional da LSA Ferramentas de gerenciamento
11078710 4042232 CORREÇÃO: Violação de acesso quando você cancelar uma consulta pendente se os desaparecidos indexa o recurso está habilitada no SQL Server de 2014 e 2016 Desempenho de SQL
11078717 4043947 CORREÇÃO: Funcionalidade de favoritos não funciona completamente quando você abre um relatório em formato MHTML através do Outlook no SSRS 2014 e 2016 O Reporting Services
10868752 4033789 FIX: Um vazamento de memória pode ocorrer quando você executar operações de atualização de processo no SSAS Serviços de análise
11077635 4035062 CORREÇÃO: Uso de memória com muitos bancos de dados maiores no SQL Server 2016 que versões anteriores Mecanismo do SQL
10868720 4038882 FIX: SQL Server Backup gerenciado não exclui os backups antigos que estão para além do período de retenção no SQL Server Mecanismo do SQL
10868737 4039509 CORREÇÃO: SSAS falha quando você processa um cubo no SQL Server ou um banco de dados do SSAS Serviços de análise
10868724 4039511 CORREÇÃO: Conseguiu falhar Backup intermitentemente por causa de erro SQLVDI no SQL Server Mecanismo do SQL
10868769 4039735 CORREÇÃO: “Non-produzindo Scheduler” condição ocorre para consulta com muitas expressões em SQL Server 2014 e 2016 Desempenho de SQL
11078700 4040108 CORREÇÃO: O Backup do banco de dados de disponibilidade através de aplicativo baseado em VSS pode falhar no SQL Server Mecanismo do SQL
10868731 4040376 CORREÇÃO: Backup gerenciado no Microsoft Azure para depois de backup de banco de dados grande no SQL Server Mecanismo do SQL
11061122 4046056 CORREÇÃO: Afirmação ocorre quando você acessar a tabela de memória otimizada através de Marte em 2016 de SQL Server Mecanismo do SQL
11057320 4052134 CORREÇÃO: Erros 33111 e 3013 quando você fazer backup de um TDE criptografada de dados no SQL Server Mecanismo do SQL
11124143 4052127 CORREÇÃO: O mecanismo de alerta lê o log de eventos do aplicativo completo e envia alertas sobre eventos antigos depois Windows é atualizado Ferramentas de gerenciamento
10881287 4052131 CORREÇÃO: Sys.dm_os_windows_info Detran retorna valores errados para 10 de Windows e Windows Server 2016 Mecanismo do SQL
11127656 4052625 CORREÇÃO: Consultas que recuperam dados por meio de busca de índice não-agrupado demorar mais no SQL Server Mecanismo do SQL
10870632 4042948 CORREÇÃO: Assinatura controlada por dados falha após você atualizar do SSRS 2008 a 2016 SSRS O Reporting Services
10868734 4022483 CORREÇÃO: Erro quando você exporta uma base de conhecimento DQS que contém domínios no cliente DQS no SQL Server Serviços de qualidade de dados (DQS)
10868746 4040401 CORREÇÃO: Violação de acesso para consulta a tipos de dados espaciais através de servidor vinculado no SQL Server Serviço do SQL

A Atualização Cumulativa 9 para SQL Server 2016 está disponível para download aqui.

Fonte e Direitos Autorais: Microsoft Support – 21/11/2017 – https://support.microsoft.com/en-us/help/4037357/cumulative-update-9-for-sql-server-2016

Script Challenge – 2017 – O retorno….


Olá bom dia, comunidade e amantes de bancos de dados.

Tudo bem? E ai esta chovendo neste momento na sua cidade? Aqui em São Roque estávamos desde o último dia 12/10/2017 sem chuva, mas nesta última madrugado do dia 25/10 para o dia 26/10 ela retornou com grande força.

Introdução

Você pode estar se perguntando o que o retorno da chuva tem haver com o post desta sessão, na minha opinião tem tudo haver, estou justamente hoje aproveitando a madrugada de trabalho para retornar ao meu blog um das sessões que durante 2 anos me ajudou em muito a manter o número de visitantes em alta.

Se você não conhecia, vai ter a possibilidade de a partir de agora a cada 4 meses por desfrutar da sessão Script Challenge(Script Desafio ou Desafio do Script), pois bem, a melhor forma de traduzir eu deixo para você.

Um pouco de História

Esta é uma sessão criado no final do ano de 2010 e mantida mensalmente até meados de 2012, desde então não me dediquei mais a mesma devido principalmente em não conseguir identificar possíveis scripts dentro da minha biblioteca que poderiam ser apresentados como um scripts considerados como desafio para os profissionais da área de banco de dados.

Mas acredito que nos últimos anos com o crescimento do Microsoft SQL Server, seu nível de evolução, amadurecimento e recursos adicionais, como também, meu nível de experiência profissional e acadêmica também evolui muito, sinto-me preparado para retornar com esta sessão e poder de forma bastante técnica, didática e conceitual poder lançar um “desafio” e responder o mesmo com muito segurança.

Esta é uma sessão que foi criada, pensando em apresentar pequenos blocos de códigos oriundos da linguagem Transact-SQL que possam apresentar um nível de dificuldade e conhecimento técnico um pouco mais elevado, exigindo assim uma análise mais profunda e até mesmo a criação um pequeno cenário de teste para seu entendimento. Vamos então conhecer o bloco de código selecionado para ser o Script Challenge deste post.


Script Challenge – 13

O bloco de código Transact-SQL selecionado para fazer parte do Script Challenge que representa o retorno desta sessão, esta totalmente relacionado com uma tradicional comemoração norte americana realizada no mês de Outubro.

A seguir apresento o bloco de código:


Figura 1 – Short Script 13.

Muito bem, nosso Script Challenge esta apresentado, mas não tudo será como antes.

Gostaria então de destacar duas mudanças iniciais implementadas na sessão Script Challenge a partir deste post:

  1. Como maneira ou forma de dificultar ainda mais o nível de complexidade do código, o bloco de código que representa o Script Challenge selecionado para compor o post será  apresentado no formato de imagem ou figura; e
  2. Algumas partes das linhas de código, trechos, ou partes de código serão omitidas, justamente como forma de tornar este código ainda mais desafiador.

E ai preparado para o desafio? Tenho a certeza que sim!


Sua participação

Legal, agora quero conter com a sua participação, me ajudando a responder este post, outra grande novidade que estou adicionando aos post da sessão Script Challenge será uma pequena enquete com possíveis respostas para identificar qual é a correta relacionada com o desafio apresentado através do bloco de código selecionado para este post, desta forma, apresento a seguir a Enquete – Script Challenge – 13 e suas alternativas de resposta:

Seguindo em frente, já conhecemos o Script Challenge selecionado, sua enquete e relação de opções de resposta, fica faltando somente a sua participação, algo que eu tenho a certeza que vai acontecer rapidamente.

Durante quanto tempo posso participar…

Outra grande mudança na sessão Script Challenge é seu tempo de publicação “validade”, anteriormente os posts desta sessão eram publicados mensalmente ou bimestralmente, agora serão publicados em um período mais longo, ou seja, a cada 4 meses estarei compartilhando com vocês novos posts dedicados exclusivamente para esta sessão.

Desta forma, você terá mais tempo para participar e me ajudar e encontrar a resposta correta para este desafio, enviando suas possíveis sugestões, críticas e até mesmo alternativas de resposta para minha enquete.


Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que o retorno desta sessão e o conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possam ser úteis e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em fevereiro de 2018 em mais um post da sessão Script Challenge.

Sucesso e até mais.

Microsoft SQL Server 2012 SP4 liberado


Anunciado no final de junho pela Microsoft, o SQL Server 2012 SP4 (Service Pack 4) foi disponibilizado para download nesta semana pela empresa.

O Feature Pack e a versão Express com o SP4 também estão disponíveis.

SQL Server 2012 SP4

De acordo com a Microsoft, o SQL Server 2012 SP4 será o último Service Pack para a versão 2012 do SQL Server e além de ser uma coleção de hotfixes, ele também traz mais de 20 melhorias com foco na performance, escalabilidade e diagnóstico com base no feedback de clientes e da comunidade.

Mais especificamente, o Service Pack 4 inclui:

– Todas as correções e atualizações cumulativas para o SQL Server 2012.

– Melhorias na performance e escalabilidade.

– Recursos de monitoramento adicionais através de melhorias no DMV, Extended Events e Query Plans.

– Melhorias com base no feedback da comunidade.

– Melhorias introduzidas originalmente pelo SQL Server 2014 SP2 e SQL Server 2016 SP1.

Faça o download do SQL Server 2012 SP4

O SQL Server 2012 SP4 está disponível para download através deste link. Ele pode ser usado para atualizar instalações existentes do SQL Server 2012.

A versão Express, que é gratuita, já com o SP4 está disponível para download aqui e o Feature Pack está disponível para download aqui.

O Service Pack está disponível para download no centro de download da Microsoft e também será disponibilizado na Galeria de imagens Azure, MSDN, fonte MBS/Partner e VLSC nas próximas semanas. Como parte do nosso compromisso contínuo com a excelência de software para nossos clientes, essa atualização está disponível para todos os clientes com implantações do SQL Server 2012 existentes.

Para maiores informações acesse:

SQL Server 2012 SP4
SQL Server 2012 SP4 Feature Pack
SQL Server 2012 Service Pack 4 Release Information

Fontes e Direitos Autorais: MSSQL Tiger Team – SQL Server Engineering Team – 05/10/2017 – https://blogs.msdn.microsoft.com/sql_server_team/sql-server-2012-service-pack-4-sp4-is-now-available/

Short Scripts – Setembro 2017


Muito boa tarde!!! Olá galera….

Após mais um sábado de aulas na Fatec São Roque, chegou a hora de se dedicar a comunidade de tecnologia, mais especificamente aos amantes de bancos de dados.

Como promessa é dívida e deve ser cumprida “ou melhor” paga, estou pagando a minha feita a exatos três meses no final do último post da sessão Short Scripts, hoje publicando mais um conjunto de scripts adicionados a minha biblioteca particular de códigos e exemplos nos últimos meses.

O post de hoje

Como de costume selecionei os principais scripts armazenados recentemente na minha biblioteca de códigos, que apresentam os seguintes assuntos:

  • Cálculo de Datas;
  • Comando Select;
  • Computed Column;
  • CTE Recursiva;
  • Formatação de Plano de Contas;
  • Função Format();
  • Função Parse();
  • Operador Cross Apply;
  • Operador Outer Apply;
  • Scalar User Defined Function;
  • Sequência Fibonacci; e
  • Sequência numérica de CEPs.

Chegou a hora, mãos nos teclados, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Setembro 2017. Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão foram devidamente testados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Fique a vontade para compartilhar, comentar e melhorar cada um destes códigos.

Short Scripts

— Short Script 1  – Calculando o Ano e Mês posterior através do ano e mês  —

Declare @AnoMes int = 201712

Declare @AnoMesPosteriorDate date = DATEADD(MONTH, @AnoMes % 100, DATEADD(YEAR, @AnoMes / 100 – 1900, 0))

Declare @AnoMesPosterior int = YEAR(@AnoMesPosteriorDate) * 100 + Month(@AnoMesPosteriorDate)

Select @AnoMes, @AnoMesPosterior
Go

— Short Script 2  –  Comando Select especificando o nome da coluna e o valor através do sinal de igual —

Select ‘1/0’ = ‘Hello’, ‘2…’ = ‘teste’
Go

— Short Script 3  – Formatando a apresentação de um Plano de Contas —

DECLARE @tableDados TABLE ( Codigo VARCHAR(100) )

INSERT  INTO @tableDados
        SELECT  ‘1.0.0.0.0.00.00’
        UNION  ALL
        SELECT  ‘1.1.0.0.0.00.00’
        UNION ALL
        SELECT  ‘1.1.1.1.2.00.00’
        UNION ALL
        SELECT  ‘2.3.7.1.1.01.00’
        UNION ALL
        SELECT  ‘2.3.2.0.5.00.00’

SELECT  Codigo FROM @tableDados

SELECT TD.Codigo,  LEFT(TD.CODIGO, LEN(TD.CODIGO) – PATINDEX(‘%[1-9]%’, REVERSE(TD.CODIGO)) + 1)
FROM @tableDados AS TD
Go

— Short Script 4  –  Formatando a apresentação de dados através das funções Parse() e Format() —

Declare @Valor Varchar(10)
Set @Valor=’1,540.20′

Select @Valor As Antes, PARSE(@Valor As money Using ‘en-US’) As Depois

Select FORMAT(Cast(@Valor As Money),’C’,’pt-BR’)
Go

— Short Script 5  – Analisando as diferentes de comportamente entre os operadores Cross Apply e Outer Apply —

Declare @Tabela1 Table
(Codigo Int,
Valor Int)

Declare @Tabela2 Table
(Codigo Int,
Valor Int)

Insert Into @Tabela1 Values (1,1),(2,2),(Null, Null)
Insert Into @Tabela2 Values (1,1),(2,2),(3,3),(4,4),(5,5), (Null, Null)

— Utilizando operador Outer Apply —
Select T.Codigo,
T.Valor
From @Tabela1 T Outer Apply (Select Codigo From @Tabela2
Where Codigo = T.Codigo) As T2

— Utilizando operador Cross Apply —
Select T.Codigo,
T.Valor
From @Tabela1 T Cross Apply (Select Codigo From @Tabela2
Where Codigo = T.Codigo) As T2

— Short Script 6  – Criando a sequência Fibonacci de valores —

Create Table Sequence
(Code Int Primary Key Identity(1,1),
Number BigInt Not Null)
Go

Declare @Counter Int = 1, @String Varchar(Max)

While @Counter <=50
Begin

Insert Into Sequence (Number)
Select IsNull(Sum(Number),1) from Sequence
Where Code < @Counter -1

Set @String = (Select Concat(@String,’,’,Number) from Sequence Where Code = @Counter)

Set @Counter +=1

End

Update Sequence
Set Number = 0
Where Code = 1

Select Number ‘Number List’ From Sequence

Select ‘0’+@String As ‘Sequence Finobacci’
Go

— Short Script 7 –  Criando uma Computed Column para uso de uma Scalar User Defined Function —

— Criando a Function F_CalcularDiferencaAnos —
Create Function F_CalcularDiferencaAnos (@DataNascimento Date)
Returns Int
As
Begin
Return (Select DATEDIFF(Year, @DataNascimento, GetDate()))
End
Go

— Criando a Tabela1 para Teste —
Create Table Tabela1
(Codigo Int,
DataNascimento Date,
DiferencaComputada As (dbo.F_CalcularDiferencaAnos(DataNascimento))) — Criando uma coluna computada com a function —
Go

— Inserindo os dados —
Insert Into Tabela1 (Codigo, DataNascimento)
Values (1,’1980-04-28′), (2,’1981-01-28′)
Go

— Validando o resultado —
Select * from Tabela1
Go

— Short Script 8  –  Criando uma sequência de valores de CEPs através de uma CTE Recursiva —

Declare @Tabela table
(Codigo int, Cidade varchar(40), Inicio char(9), Fim char(9));

insert into @Tabela values (1, ‘Belo Horizonte’, ‘30000-000’, ‘35000-000’)

;With CTE_Rec as
(
Select Cidade,
            Cast(left(Fim, 5) + right(Fim, 3) as int) as Fim,
            Cast(left(Inicio, 5) + right(Inicio, 3) as int) as Cep
From @Tabela

Union all

Select Cidade, Fim, Cep + 1
from CTE_rec
where Cep < Fim
)

Select Cidade, cast(Cep / 1000 as char(5)) + ‘-‘ + right(’00’ + cast(Cep % 1000 as varchar), 3) as Cep,
(Cep / 1000) as Div,
(Cep % 1000) as Div2
from CTE_Rec
OPTION (MAXRECURSION 0)
Go

 

Ufa, conseguimos! Mais uma relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância, apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.


Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

Agradecimento

Obrigado mais uma vez por sua visita, fico honrado com sua ilustre presença ao meu blog, desejo e espero que você possa ter encontrado algo que lhe ajudou.

Volte sempre, nos encontraremos mais uma vez na sessão Short Scripts no post do mês de dezembro.

Um forte abraço, até mais.

Dica do Mês – Simulando a inserção de uma massa de dados aleatória


Olá pessoal, boa tarde.

Estou retornando com mais um post da sessão Dica do Mês, onde hoje vou compartilhar algo que poderá lhe ajudar de maneira simples e direta em suas atividades relacionadas a simulação de manipulação de dados no Microsoft SQL Server.

Acredito que em algum momento você já teve a necessidade de inserir dezenas, centenas ou até mesmo milhares de linhas em uma determinada tabela em seus bancos de dados, se você ainda não passou por esta necessidade pode ter a certeza que em algum momento isso poderá lhe acontecer.

Pensando justamente nisso, vou compartilhar no post de hoje um script de minha autoria que utilizo justamente para realizar esta inserção de dados aleatórios em uma tabela específica sem levar em consideração a qualidade e veracidade dos dados, como também regras de integridade referencial ou normalização.

Sendo assim, seja bem vindo ao post – Dica do Mês – Simulando a inserção de uma massa de dados aleatória.

Bom divertimento……


Introdução

A necessidade de se trabalhar com um volume considerável de dados pode ser algo bastante comum para muitos profissionais de bancos de dados, para outros nem tanto.

Este pode parecer um cenário bastante complexo, que venha a exigir um grande conhecimento técnico ou até mesmo o uso de ferramentas de terceiros para tal finalidade. Mas na sua grande maioria os recursos existentes no próprio Microsoft SQL Server nos permite criar scripts ou blocos de códigos capazes de realizar tão procedimento sem requerer a obtenção ou exigência de um alto nível de conhecimento.

Nosso Cenário

Afim de tentar ilustrar como podemos realizar este tipo de procedimento em um ambiente de banco de dados, vamos trabalhar com um ambiente de banco de dados bastante simples e que apresenta baixa complexidade.

Nosso ambiente será forma por uma única tabela denominada MassaDeDados, composta pela seguinte estrutura de colunas:

  • Codigo;
  • ClienteID;
  • VendedorID;
  • Quantidade;
  • Valor; e
  • Data

A coluna denominada Codigo será definida como nossa coluna chave primária artificial numerada de forma sequência próprio SQL Server, tento como finalidade evitar a duplicação de registros e principalmente ser utilizada como atributo de busca e pesquisa de nossos dados. As demais colunas estarão sendo utilizadas como atributos complementares para ilustrar a capacidade de geração de dados aleatórios e posteriormente inseridos em nossa tabela MassaDeDados.

A seguir apresento o Bloco de Código 1, utilizado para criação da tabela MassaDeDados:

— Bloco de Código 1 —

Create Table MassaDeDados
(Codigo int IDENTITY(1,1) NOT NULL Primary Key,
ClienteId int NOT NULL,
VendedorId varchar(10) NOT NULL,
Quantidade smallint NOT NULL,
Valor numeric(18, 2) NOT NULL,
Data date NOT NULL)
Go

Perfeito, note que este bloco de código é bastante simples, nosso próximo passo será justamente trabalhar com o bloco de código que nos permitirá gerar o volume de dados aleatórios inseridos na sequência dentro da tabela MassaDeDados, para tal procedimentos vamos utilizar o Bloco de Código 2 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 2 —

Declare @Texto Char(130), @Posicao TinyInt, @ContadorLinhas Int

Set @Texto = ‘0123456789@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ\_abcdefghijklmnopqrstuvwxyzŽŸ¡ÀÁÂÃÄÅÆÇÈÉÊËÌÍÎÏÐÑÒÓÔÕÖÙÚÛÜÝàáâãäåæçèéêëìíîïðñòóôõöùúûüýÿ’ — Existem 130 caracteres neste texto —

Set @ContadorLinhas = Rand()*100000 — Definir a quantidade de linhas para serem inseridas —

While (@ContadorLinhas >=1)
Begin

Set @Posicao=Rand()*130

 

If @Posicao <=125
Begin
Insert Into MassaDeDados (ClienteId, VendedorId, Quantidade, Valor, Data)
Values(@ContadorLinhas,
Concat(SubString(@Texto,@Posicao+2,2),SubString(@Texto,@Posicao-4,4),SubString(@Texto,@Posicao+2,4)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

End
Else
Begin
Insert Into MassaDeDados (ClienteID, VendedorID, Quantidade, Valor, Data)
Values(@ContadorLinhas,
Concat(SubString(@Texto,@Posicao-10,1),SubString    (@Texto,@Posicao+4,6),SubString(@Texto,@Posicao-12,3)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

End

Set @ContadorLinhas = @ContadorLinhas – 1
End

Observação: Note que estou utilizando a função Concat() para realizar a concatenação dos dados sem a necessidade de conversão implícita, sendo esta função recurso adicionado a partir da versão 2012 do SQL Server, caso você esteja utilizando uma versão anterior remova a função Concat() e aplique a concatenação utilizando o operador de soma.

Agora basta executar o bloco de código e verificar o resultado obtido, no meu caso após a execução deste mesmo exemplo obtive o resultado apresentado pela Figura 1 apresentada abaixo:

Figura 1 – Massa de Dados aleatórios inseridos na tabela MassaDeDados.

Observando a Figura 1, torna-se fácil analisar o conjunto de dados aleatórios inseridos em cada coluna de nossa tabela, como também, a quantidade de linhas inseridas sendo um total de 41.857 linhas de registros.

Inicialmente o tamanho do bloco de código poderá parecer complexo ou até mesmo confuso, mas na verdade não é bem assim, o grande segredo esta justamente no uso da variável @Texto que apresenta um conjunto de 130 caracteres que podemos utilizar no processo de geração do nosso volume aleatório de dados.

Outro fator muito importante é o uso da função RAND() que nos possibilidade o sorteio de números decimais, algo que ajuda bastante quando queremos trabalhar com faixas de valores distintos.

Vale ressaltar que a função RAND trabalhar com valores decimais, para que seja possível realizar o sorteio aleatório de números e depois transformar em números inteiros temos a necessidade de utilizar variáveis que trabalhem com tipos de dados inteiros, neste caso: TinyInt, SmallInt, Int ou BigInt, caso contrário os valores retornados por esta função será sempre tratados e apresentados no formato de números decimais.

Com isso chegamos ao final de mais um post da sessão Dica do Mês, espero que você tenha gostado.

Referências

https://technet.microsoft.com/pt-br/library/ms177610(v=sql.105).aspx

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/data-types/data-types-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/language-elements/declare-local-variable-transact-sql

https://technet.microsoft.com/pt-br/library/hh231515(v=sql.110).aspx

Posts Anteriores

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/05/23/conhecendo-e-aplicando-o-uso-de-atualizacao-de-estatisticas-incrementais/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/04/13/dica-do-mes-microsoft-sql-server-identificando-as-transacoes-que-estao-utilizando-o-transact-log/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/03/01/dica-do-mes-microsoft-sql-server-2016-sp1-novo-argumento-use-hint-disponivel-para-query-hints/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/01/16/dica-do-mes-conhecendo-a-nova-dmf-sys-dm_exec_input_buffer-no-microsoft-sql-server-2016/

Conclusão

Em diversos cenários temos a necessidade de imaginar diversas possibilidades para se obter a solução de um problema que inicialmente se apresenta com algo de outro mundo, por outro lado realizando uma análise com calma e simulando diversos cenários esta possível solução tão “misteriosa” e “complexa” pode estar na frente de nossos olhos.

No post de hoje isso não foi diferente, realizar a inserção de um volume aleatório e fictício de dados dentro do Microsoft SQL Server pode ser feito de forma bastante simples e prática, sem requerer qualquer tipo ferramentas adicionais ou conhecimento de alto nível.

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua visita, agradeço sua atenção, fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Um forte abraço, nos encontramos no próximo post a ser publicado no mês de outubro.

Valeu….

Material de Apoio – Agosto 2017


Boa tarde pessoal!

Salve, salve amantes de banco de dados, Tudo bem?

Este é mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o terceiro no decorrer de 2017 e de número 153 no total desta sessão.

Já passamos da metade de 2017, que loucura isso, como a rotina do dia a dia não nos deixa perceber o quanto o tempo na para de correr. Falando justamente da correria da nossas vida, a relação de arquivos compartilhadas neste post poderá justamente lhe ajudar a economizar muito do seu tempo.

O post de hoje

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts  catalogados nos últimos meses, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA, e hoje principalmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados com os seguintes temas:

  • Cláusula Values;
  • Comando Distinct;
  • Comando Select;
  • Comando Top;
  • CTE Recursiva para geração de sequência de datas;
  • CTE Recursiva para geração de sequência numérica de CEPs;
  • Extended Events;
  • Função Format;
  • Função PARSE;
  • Funções de Ranking – Row_Number;
  • Monitoramento de senhas;
  • Operador Cross Apply;
  • Operador Outer Appy;
  • Recursos bloqueados;
  • SPDIDs de Conexões;
  • SPIDs de usuários; e
  • User Defined Function para cálculo de anos em colunas computadas.

Tenho a certeza que este conteúdo poderá lhe ajudar muito em seus atividades profissionais e acadêmicas, fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de scripts selecionados:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .doc ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, espero lhe encontrar muitas vezes no decorrer deste ano em meu blog.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, e o próximo post desta sessão será publicado no mês de Novembro, até lá continue curtindo sua vida e compartilhando suas experiência.

Um forte abraço.

SQL Server Management Studio 17.2 liberado para download


Você conhece o SQL Server Management Studio?

SQL Server Management Studio é um ambiente integrado para o gerenciamento de qualquer infra-estrutura SQL do SQL Server banco de dados SQL. SQL Server Management Studio fornece ferramentas para configurar, monitorar e administrar as instâncias de SQL. Use o SQL Server Management Studio para implantar, monitorar e atualizar os componentes de camada de dados usados por suas aplicações, bem como construir consultas e scripts.

Use o SQL Server Management Studio (SSMS) para consultar, projetar e gerenciar seus bancos de dados e data warehouses, onde quer que estejam – no computador local ou na nuvem.

SQL Server Management Studio é grátis!

Baixar o SQL Server Management Studio 17,2

Baixar o SQL Server Management Studio 17,2 atualizar pacote (atualizações 17 para 17,2)

A instalação de 17 SSMS não atualizar ou substituir as versões do SQL Server Management Studio 16.x ou anterior. SSMS 17 instalações lado a lado com as versões anteriores para que ambas as versões estão disponíveis para uso. Se um computador contiver instalações lado a lado de SQL Server Management Studio, verifique se que você começar a versão correta para suas necessidades específicas. A versão mais recente é rotulado como Microsoft SQL Server Management Studio 17e tem um novo ícone:

SSMS 17.x

Informações de versão

O número de versão: 17,2 o número de compilação para esta versão: 14.0.17177.0.

Novidades

SSMS 17,2 é a versão mais recente do SQL Server Management Studio. A geração de 17 do SQL Server Management Studio fornece suporte para quase todas as áreas de recurso no SQL Server 2008 através de SQL Server de 2017. Versão 17 também suporta SQL Analysis Service PaaS.

Versão 17,2 inclui:

    • Autenticação de vários fatores (AMF)
      • Autenticação de usuário múltiplo AD Azure para autenticação Universal com autenticação de vários fatores (UA com AMF)
      • Um novo campo de entrada de credencial do usuário foi adicionado para autenticação Universal com AMF para oferecer suporte à autenticação multi-usuário.
    • A caixa de diálogo de conexão agora suporta os seguintes métodos de 5 autenticação:
      • Autenticação do Windows
      • Autenticação do SQL Server
      • Active Directory – Universal, com o apoio do MFA
      • Active Directory – senha
      • Active Directory – integrado
    • Banco de dados de importação/exportação para assistente de DacFx agora pode usar autenticação Universal com AMF.
    • ADAL biblioteca gerenciada usada pela autenticação Azure AD Universal com AMF foi atualizada para versão 3.13.9.
    • Uma nova interface CLI suportando configuração de admin AD Azure para banco de dados SQL e SQL Data Warehouse.
    • Janela de saída possui entradas para consultas executadas durante a expansão de nós do pesquisador de objetos.
    • Habilitado o modo de exibição designer para bancos de dados SQL Azure
    • Mudaram-se as opções de script padrão para scripts de objetos de Object Explorer no SQL Server Management Studio:
      • Anteriormente, o padrão em uma instalação nova era ter o destino do script gerado a versão mais recente do SQL Server (atualmente SQL Server 2017).
      • No SSMS 17,2 foi adicionada uma nova opção: Configurações de Script Match a fonte. Quando definida como True, o script gerado destina-se a mesma versão, tipo do motor e do motor edition como servidor do objeto sendo roteirizado é de.
      • O valor de Configurações de Script Match a fonte é definido para True por padrão, para que novas instalações do SQL Server Management Studio automaticamente padrão serão sempre scripts de objetos para o mesmo destino que o servidor original.
      • Quando o valor de Configurações de Script Match a fonte é definido como False, as opções de destino script normal serão habilitadas e funcionam como fizeram anteriormente.
      • Além disso, todas as opções de script foram movidas para a sua própria seção – Opções de versão. Eles não estão mais sob Opções gerais de Scripting.
    • Adicionado suporte para nuvens nacional em “Restaurar a partir de URL”
    • QueryStoreUI relatórios agora suporta adicional métricas (número de linhas, DOP, CLR tempo etc.) do sys.query_store_runtime_stats.
    • IntelliSense agora é suportado por banco de dados SQL Azure.
    • Segurança: caixa de diálogo conexão será o padrão para não confiar em certificados de servidor e solicitando criptografia para conexões de banco de dados SQL Azure
    • Melhorias gerais em torno de suporte para o SQL Server no Linux:
      • Nó de correio do banco de dados está de volta
      • Abordadas algumas questões relacionadas com caminhos
      • Melhorias de estabilidade de Monitor de atividade
      • Caixa de diálogo Propriedades de Conexão exibe a plataforma correta
    • Relatório de servidor Dashboard desempenho agora disponível como um relatório padrão:
      • Pode se conectar ao SQL Server 2008 e versões mais recentes.
      • Subrelatório de índices ausentes usa Pontuação para ajudar a identificar índices mais útil.
      • Estatísticas de espera histórica sub relatam agora agregados esperas ser categoria. Ocioso e esperas de sono filtrados por padrão.
      • Novo histórico travas subrelatório.
    • Pesquisa de plano de execução nó permite buscar em Propriedades do plano. Facilmente procure qualquer propriedade de operador como nome da tabela. Para usar esta opção quando visualizar um plano:
      • Botão direito do mouse no plano e no menu de contexto clique na opção Localizar nó
      • Usar CTRL + F

Para obter uma lista completa de alterações, consulte SQL Server Management Studio – Changelog (SSMS).

Suporte para versões

    • Esta versão do SQL Server Management Studio funciona com todas as versões suportadas do SQL Server 2008 – 2017 de SQL Server e fornece o maior nível de suporte para trabalhar com as mais recentes características de nuvem no banco de dados SQL Azure e SQL Azure Data Warehouse.
    • Não há nenhum bloco explícito para SQL Server 2000 ou SQL Server 2005, mas alguns recursos podem não funcionar corretamente.
    • Além disso, o SSMS 17 pode ser instalado lado a lado com o SQL Server Management Studio 16.x ou SQL Server 2014 SSMS e versões anteriores.

Sistemas operacionais com suporte

Esta versão do SQL Server Management Studio suporta as seguintes plataformas de 64 bits quando usado com o mais recente disponível service pack:

    • 10 Windows (64 bits)
    • Windows 8.1 (64 bits)
    • Windows 8 (64 bits)
    • Windows 7 (SP1) (64-bit)
    • Windows Server 2016 *
    • Windows Server 2012 R2 (64 bits)
    • Windows Server 2012 (64 bits)
    • Windows Server 2008 R2 (64 bits) 

* O SSMS 17 baseia-se na shell do Visual Studio 2015 isolada, que foi lançado antes de 2016 de servidor Windows. Microsoft leva a sério o compatibilidade de aplicativo e garante que já enviados com aplicações continuam a correr sobre as versões mais recentes do Windows. Para minimizar problemas na execução do SQL Server Management Studio em 2016 de servidor Windows, certifique-se de que SSMS tem todas as últimas atualizações aplicadas. Se você tiver quaisquer problemas com o SQL Server Management Studio no Windows Server 2016, contate o suporte. A equipe de suporte determina se o problema for com o SQL Server Management Studio, Visual Studio, ou com compatibilidade do Windows. A equipe de suporte roteia a questão para a equipe apropriada para maiores investigações.

Idiomas disponíveis

Esta versão do SQL Server Management Studio pode ser instalado nos seguintes idiomas:+

SQL Server Management Studio 17,2:
chinês (República Popular da China) | Chinês (Taiwan) | Inglês (Estados Unidos) | Francês | Alemão | Italiano | Japonês | Korean | Português (Brasil) | Russas | Espanhol

SQL Server Management Studio 17,2 atualizar pacote (atualizações 17 para 17,2):
chinês (República Popular da China) | Chinês (Taiwan) | Inglês (Estados Unidos) | Francês | Alemão | Italiano | Japonês | Korean | Português (Brasil) | Russas | Espanhol

Download de versões anteriores

Versões anteriores do SQL Server Management Studio

Links adicionais

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft – 07/08/2017 – https://docs.microsoft.com/en-us/sql/ssms/download-sql-server-management-studio-ssms

Microsoft anuncia o SQL Server 2012 Service Pack 4


A Microsoft anunciou no blog SQL Server Release Services que está planejando lançar o SQL Server 2012 Service Pack 4 ainda este ano.

O Service Pack 3 (ou SP3) foi lançado em novembro de 2015 e trouxe novidades como:

• Aprimoramentos de escalabilidade e desempenho para o mecanismo de armazenamento.

• Melhorias no desempenho da verificação de consistência.

• Dicas de consulta para fornecer controle granular enquanto estiver usando o Resource Governor.

• Adicionais recursos por meio de melhorias na DMV, Extended Events e planos de consulta de monitoramento.

• Melhorias no desempenho ao abrir e ler arquivos XEL usando leitor XEvent Linq.

Microsoft anuncia o SQL Server 2012 Service Pack 4

SQL Server 2012 Service Pack 4

De acordo com a Microsoft, o SQL Server 2012 Service Pack 4 será o último Service Pack para a versão 2012 do SQL Server e além de ser uma coleção de hotfixes, ele também trará mais de 20 melhorias com foco na performance, escalabilidade e diagnóstico com base no feedback de clientes e da comunidade.

Mais especificamente, o Service Pack 4 incluirá:

– Todas as correções e atualizações cumulativas para o SQL Server 2012.

– Melhorias na performance e escalabilidade.

– Recursos de monitoramento adicionais através de melhorias no DMV, Extended Events e Query Plans.

– Melhorias com base no feedback da comunidade.

– Melhorias introduzidas originalmente pelo SQL Server 2014 SP2 e SQL Server 2016 SP1.

A Microsoft confirmou que o SQL Server 2012 Service Pack 4 será lançado em setembro deste ano e um anúncio com mais informações sobre a atualização será publicado na época do lançamento.

Fontes e Direitos Autorais: SQL Server Release Services – SourabhAgarwal https://blogs.msdn.microsoft.com/sqlreleaseservices/announcing-sql-server-2012-service-pack-4/

#15 – Para que serve


Bom dia, bom dia, bom dia!

Oi gente, tudo bem? Você que esta acessando mais um post do meu blog, pode estar se perguntando. Cara como pode um pessoa ás 6:30hrs de uma quarta – feira esta acordado escrevendo mais um post.

A resposta será bem simples, isso se chama profissionalismo e respeito aos seus compromissos, e escrever algo para o meu blog é mais que um compromisso é um grande prazer, por isso estou aqui ás 6:32hrs da manhã terminando este parágrafo (kkkkk).

Dando continuidade, este é o novo post da sessão Para que serve, sendo o post de número 15, muito bom, lentamente esta sessão esta ganhando corpo e força com os meus seguidores.

Nos últimos dias pesquisei novidades, recursos, comandos, enfim algo que poderia trazer para vocês hoje e sinceramente falando tive bastante dificuldade para encontrar algum conteúdo que fosse ao mesmo tempo interessante porém simples, e por incrível que pareça acabei me lembrando de algo lançado já faz um tempinho na versão 2014 do Microsoft SQL Server.

Poxa vida, versão 2014 do SQL Server sendo que já estamos na versão 2017 prestes a ser lançada, então não sempre algo que foi lançado a algum tempo pode ser considerado novo muito menos totalmente conhecido, sempre temos alguma coisa nova para conhecer, aprender e descobrir com produtos e suas versões mais antigas e foi justamente pensando nisso que estou trabalhando no conteúdo para este post.

Seguindo como a costumeira apresentação, vou destacar neste post um dos recursos mais importantes adicionados ao SQL Server a partir da versão 2014 conhecido como Native Backup Encryption ou Backup Nativo Encriptado, talvez você nunca tenha ouvido falar sobre ele ou não tenha até o presente momento a necessidade de usar, mas tenha a certeza um é um recurso de fácil utilização.

Então chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre esta funcionalidade, sua forma de uso, características, importância, limitações, entre outros.

Desta forma, seja bem vindo ao #15 – Para que serve – Native Backup Encryption.

Introdução

Quando pensamos nas possibilidades de perda de dados ou informações, normalmente um dos recursos mais conhecidos e utilizados por todos é o bom e velho backup, capacidade que ao longo dos anos também evoluiu muito e hoje pode ser feito de maneira muito simples, tanto para um pen-drive como diretamente para um repositório disponibilidade de maneira on-line não tão falada e prosperada Cloud Computing.

Mas se fazer o backup é algo simples, imagine então o processo de restauração deste conteúdo que também se torna cada vez mais ágil, rápida e fácil. Você já pensou nisso? Não adianta fazer o backup e pensar “estou seguro, fiz o backup do meu banco de dados, quando eu precisar basta restaurar”, parece ser algo que nunca vai acontecer, mas não é o que atualmente estamos vendo.

Pensando neste sentido seu eu que pergunto: “E se por acaso o seu backup foi roubado, sequestrado, enfim alguém mal intencionado acabou se apoderando dos seus dados?” Isso parece ser bastante assustador e perigoso, foi justamente pensando nisso que a partir da versão CTP2 do Microsoft SQL Server 2014, o time de engenheiros, desenvolvedores e especialistas da Microsoft decidiram adicionar de forma nativa a capacidade de criarmos backups diretamente em uma instância ou servidor SQL Server fazendo uso de criptografia de dados através dos já conhecidos algoritmos, por mais simples que isso possa parecer até a versão 2012 do Microsoft SQL Server não tínhamos esta funcionalidade disponibilidade no produto de forma nativa e totalmente suportada para nossos bancos de dados, tínhamos a necessidade de utilizar ferramentas de terceiros para aplicar este tipo de recurso.

Native Backup Encryption

Através desta nova funcionalidade ao executar um procedimento ou rotina de backup de banco de dados, o Microsoft SQL Server sabendo da escolha deste recurso além de criar um arquivo contendo todo conteúdo estabelecido para o banco de dados selecionado, também realizará para o mesmo arquivo que esta sendo criado a aplicação de uma camada de criptografia de dados, onde de uma maneira direta o conteúdo armazenado neste arquivo de backup estará totalmente criptografado.

Dentre as principais características existentes para esta funcionalidade, para que esta capacidade de adicionar uma camada de criptografia diretamente para todo o backup, torna-se necessário o uso de alguns recursos adicionais em nosso banco de dados para que seja possível criarmos backups criptografados, estou me referindo ao uso de certificados e chaves assimétricas em conjunto com os algoritmos suportados pelo SQL Server sendo eles:

  • AES 128;
  • AES 192;
  • AES 256; e 
  • Triple DES.

Utilizando o Native Backup Encryption

Como já destacado anteriormente, antes de criarmos um backup criptografado de nosso banco de dados, temos a necessidade de criamos um certificado de segurança para garantir que todo conteúdo existente esta sendo validado e possui um mecanismo de segurança.

Para começarmos, vamos realizar o primeiro passo que consiste na criação do nosso Banco de Dados chamado NativeBackupEncryption, em seguida criaremos nossa chave assimétrica e na sequência o certificado denominado CertNativeBackupEncryption. Vale ressaltar, que tanto o certificado como também a chave assimétrica serão obrigatoriamente armazenadas na banco de dados de sistema Master. Para isso utilizaremos o Bloco de Código 1 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 1 —
Create Database NativeBackupEncryption
Go

Use Master
Go

Create Master Key Encryption By Password = ‘Backup@@01’
Go

Create Certificate CertNativeBackupEncryption
With Subject = ‘Certificado para Criptografia de Backup’;
Go

Perfeito o primeiro passo já foi realizado e podemos observar nas árvores de recursos do nosso banco de dados que tanto o certificado como principalmente a chave assimétrica estão criadas, conforme ilustra a Figura 1 apresentada abaixo:

Figura 1 – Certificado CertNativeBackupEncryption criado.

Nosso segundo passo também é um dos mais importantes, para conseguirmos aplicar a criptografia em nosso backup de dados, consiste basicamente no procedimento de backup da nossa chave assimétrica em conjunto com o backup do certificado CertNativeBackupEncryption, para que posteriormente seja possível realizar o backup criptografado.

Vale ressaltar que se este procedimento não venha a ser realizado o Microsoft SQL Server durante o processo de Backup Database emitirá um alerta informando a necessidade que este procedimento venha a ser realizado.

Vamos então executar o segundo passo através do Bloco de Código 2 apresentado na sequência:

— Bloco de Código 2 —

Backup Certificate CertNativeBackupEncryption
To File = ‘S:\MSSQL-2016\Backup\Backup-Certificate-CertNativeBackupEncryption.cert’
With Private Key
(
File = ‘S:\MSSQL-2016\Backup\Backup-Master-Key-File.key’,
Encryption By Password = ‘Backup@@01’
)
Go

Legal, legal, conseguimos realizar o backup da nosso Certificado e também do nossa Chave Assimétrica, observe que no procedimento de backup do certificado estamos informando o uso do nossa chave assimétrica na instrução With Private Key, passando como parâmetros os mesmos valores informados para o backup da chave.

A Figura 2 ilustra o local de armazenamento dos arquivos gerados após o backup da chave assimétrica e do certificado:

Figura 2 – Arquivos de backup da chave e certificados criados e armazenados.

Importante: Por questões de facilidade os arquivos de backup foram criados no mesmo local, mas pensando em segurança e boas práticas é altamente recomendável que cada arquivo de backup seja criado e armazenado em locais distintos por questões óbvias de segurança.

Agora que os backups de chave assimétrica e certificados foram realizados, vamos executar nosso último passo que consiste justamente na realização do Backup do nosso banco de dados NativeBackupEncryption aplicando as técnicas de compressão de dados para economia de espaço em disco e principalmente o uso da opção Encrytpion que nos permite escolher o algoritmo de criptografia e qual certificado a nível de servidor vamos utilizar, sendo assim, podemos executar o Bloco de Código 3 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 3 —
Backup Database NativeBackupEncryption
To Disk = ‘S:\MSSQL-2016\Backup\Backup-NativeBackupEncryption.Bak’
With Compression,
Encryption
(Algorithm = AES_256,
Server Certificate = CertNativeBackupEncryption)
Go

Muito bem, como todo procedimento de backup, ao final da execução do comando Backup Database o Management Studio apresenta aquele tradicional conjunto de informações relacionadas ao nosso backup, algo que também não é diferente quando fazendo uso de um backup criptografado. A Figura 3 apresentado o arquivo de backup Backup-NativeBackupEncryption.Bak criado e armazenado após a conclusão da execução do comando Backup Database:

Figura 3 – Arquivo NativeBackupEncryption.Bak criado e armazenado em disco.

Estamos quase no final, continuando mais um pouco, vamos garantir e comprovar que realmente nosso backup foi criptografado. Você pode estar querendo ter a certeza que nosso backup esta criptografado, para realizarmos as conhecida prova dos nove, vamos fazer uso do tradicional comando Restore HeaderOnly, através do Bloco de Código 4 declarado abaixo:

— Bloco de Código 4 —

Restore HeaderOnly
From Disk = ‘S:\MSSQL-2016\Backup\Backup-NativeBackupEncryption.Bak’
Go

Para ilustrar o resultado obtido apos a execução do bloco de código 4, podemos observar os valores apresentados nas colunas: KeyAlgorithm, EncryptorThumbprint e EncryptorType, conforme apresenta a Figura 4.

Figura 4 – Informações referentes ao uso da criptografia no arquivo de backup.

Note que estão sendo apresentados para as respectivas colunas o algoritmo que utilizamos no procedimento de backup e seus respectivos encryptors, mecanismos utilizados para aplicar a criptografia.

Sensacional, conseguimos criar um backup com criptografia de seu conteúdo de forma nativa, sem ter a necessidade de utilizar ferramentas ou recursos de terceiros, fazendo uso total das funcionalidades e características existentes no Microsoft SQL Server. Mesmo assim, alguns pontos importantes devem ser destacados antes de concluirmos mais um post, a seguir destaco os benefícios e limitações do Native Backup Encryption.

Benefícios

  1. O uso deste tipo de recurso com certeza poderá trazer aos organizações e profissionais de banco de dados um grande benefício no que se relacionada as questões de segurança e armazenamento de dados após o processo de backup.
  2. Caso você esteja utilizando atualmente uma ferramenta de terceiros para backups criptografados, você pode comparar essa ferramenta com a funcionalidade e o desempenho de backups criptografados nativos e ver se isso preenche sua exigência.

Limitações

  1. O Native Backup Encryption não esta disponível nas edições Express e Web do Microsoft SQL Server.
  2. O processo de appending capacidade de abrir um arquivo de backup já existente e adicionar o novo conteúdo ao seu final não é suportado para backups criptografados.

Referências

https://blogs.technet.microsoft.com/dataplatforminsider/2013/10/17/sql-server-2014-ctp-2-now-available/

https://www.pythian.com/blog/sql-server-2014-ctp-2-native-backup-encryption/

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/backup-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/restore-statements-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/create-certificate-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/restore-statements-headeronly-transact-sql

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/04/30/14-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/03/25/13-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/01/23/12-para-que-serve/

Conclusão

Durante muito tempo este foi um dos recursos mais esperados e aguardos pelos profissionais do Microsoft SQL Server, principalmente pela necessidade até então da aquisição de ferramentas de terceiros, o que gerava custos, bem como, para realizar um procedimento simples trabalhar com dois produtos distintos ao mesmo tempo, o que para alguns pode parecer dificultoso.

Neste post fizemos uso do algoritmo AES_256 considerado por muitos profissionais um dos mais seguros, mas vale a pena fazer uso e comparação dos demais para justamente identificar suas diferenças de comportamento ainda mais se levarmos em consideração diferenças no tempo de execução de um backup criptografado com outro algoritmo.

Mas esse desafio e análise vou deixar para você!!!

Agradecimentos

Antes de finalizar, são 8:54hrs da manhã, estou terminando o post, mas com um lindo dia me esperando para estudar e trabalhar, faça você isso também aproveite a sua vida, pois ela passa muito rápido.

Espero que este conteúdo possa lhe ajudar e ser útil em suas atividades profissionais e acadêmicas.

Um forte abraço, até o próximo post da sessão Para que serve…..

Valeu.

Dica do Mês – Conhecendo e aplicando o uso de atualização de estatísticas incrementais


Muito boa tarde pessoal, salve, salve comunidade e amantes de banco de dados.

Tudo bem com vocês? Estou aqui mais uma vez em um novo post do meu blog na sessão Dica do Mês, hoje falando de um assunto que até alguns dias atrás eu sinceramente nunca havia feito uso, mas com base em um post publicado do Ahmad Yaseen no MSSQLTips.com, acabou me servindo como fonte de inspiração para elaborar e compartilhar este post com vocês.

Antes de começarmos a falar sobre o post de hoje, nada mais justo começar agradecendo como de costume a você está aqui neste momento acessando meu blog. Espero que possa ter encontrado o que precisa, bem como, esteja gostando do conteúdo publicado, fique a vontade para entrar em contato expressando suas opiniões e demais pensamentos.

Dando continuidade, vamos conhecer um recurso adicionado na versão 2014 do Microsoft SQL Server a partir do Service Pack 2 e mantido no Microsoft SQL Server 2016 SP1 conhecido como Estatísticas Incrementais ou Incremental Statistics, pode parecer estranho o nome, mas é exatamente isso que este recurso permite, realizar o processo de atualização de estatísticas de maneira incremental, ou para muitos incrementar o processo de atualização de estatísticas aplicadas aos nossos bancos de dados e seus respectivos objetos.

Parece ser coisa de louco isso, mas posso garantir que não é, absolutamente é algo totalmente viável e aplicável a qualquer ambiente que se faça uso do Microsoft SQL Server em conjunto com as funções e scheme de particionamento de dados.

E ai esta curioso para saber um pouco sobre este recurso?

Eu estou, sendo assim, vamos em frente, seja bem vindo ao post Dica do Mês – Conhecendo e aplicando o uso de atualização de estatísticas incrementais.

Seguindo….


Introdução

O otimizador de consultas do Microsoft SQL Server depende fortemente das estatísticas na geração a execução de plano de consulta mais eficiente. Estas estatísticas fornecem ao otimizador a distribuição dos valores de colunas na tabela e o número de linhas, também chamada a cardinalidade que resultará da consulta.

A ausência destas estatísticas, ou a existência de estatísticas desatualizadas, proporciona a ocorrência de querys consideradas lentas, neste sentido, o otimizador de consulta “query optimizer” acaba sendo obrigado a utilizar estatísticas imprecisas para criar o plano de execução, que pode ser considerado um plano não ideal para executar a consulta neste caso.

O SQL Server geralmente faz o seu trabalho em manter estas estatísticas atualizadas, mas como um administrador de banco de dados, você deve fazer seu trabalho, em alguns casos, atualizando as estatísticas manualmente. Atualizar estatísticas manualmente em tabelas grandes pode ser como um grande desafio, bem como, em tabelas pequenas pode-se imaginar que a estatística já esteja atualizada, o que em alguns cenários isso acaba não ocorrendo.

Um dos cenários mais impactados pelo uso de estatísticas desatualizadas ou atualizadas parcialmente são as tabelas particionadas. Como destacado anteriormente através do uso das funções de particionamento de dados introduzido no Microsoft SQL Server 2008, temos a capacidade de distribuir nossos dados em partições “pequenos fatias de armazenamento de dados” que nos possibilitar distribuir respectivos valores com base em uma função que análise e identifica o local de armazenamento do mesmo.

Para este tipo de ambiente, o uso de estatísticas como mecanismo para auxiliar no obtenção mais rápida do dado, pode apresentar simultaneamente o papel de herói como também de vilão, isso pode parecer meio confusão, mas não é! Basicamente quando trabalhamos com estatísticas acreditamos que sempre teremos todas as informações armazenados no histograma atualizadas de forma automática de maneira mais precisa possível, algo que não acontece exatamente desta maneira quando trabalhando com particionamento de dados.

Uma das situações mais comuns quando se uso particionamento de dados é a possibilidade de ocorrer a atualização de estatísticas de maneira parcial, ou seja, apena um partição de todo estrutura de partições acaba tendo suas informações de estatísticas atualizadas, o que poderá provocar uma alteração no plano de execução ou a possibilidade de criação de um plano incoerente.

Sabendo desta possibilidade e comportamento, o time de engenheiros e desenvolvedores do Microsoft SQL Server, implementou a partir da versão 2014 SP1 as Estatísticas Incrementais, funcionalidade que nos permite justamente contornar este tipo de situação.

Estatísticas Incrementais – Incremental Statistics

As estatísticas Incrementais, ajudam na atualização de estatísticas para apenas a partição ou partições que você escolher. Em vez de analisar e varrer a tabela inteira para atualizar as estatísticas, a partição selecionada será verificada somente para a atualização, reduzindo o tempo necessário para executar a operação de atualização de estatísticas, atualizando-se apenas a partição modificada.

O outro ponto importante é que a porcentagem de alterações de dados necessário para acionar a atualização automática de estatísticas, sendo este o valor 20% de linhas alteradas, o que proporcionará o uso de atualização de estatísticas no nível da partição, comportamento que não era permitido anteriormente.

Muito legal este novo recurso e principalmente o comportamento do Microsoft SQL Server, agora que já conhecemos conceitualmente como as estatísticas incrementais funcionam, chegou a hora de colocar as mãos no teclado e começar a conhecer de maneira prática esta funcionalidade.

Preparando o ambiente

Para entender a atualizar as estatísticas incrementais, vamos preparar um banco de dados de teste com uma tabela particionada. Começamos com a criação de um novo banco de dados denominado IncrementalStatistics, formado por quatro novos grupos de arquivos além de grupo de arquivos primário padrão, para tal vamos utilizar o Bloco de Código 1 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 1 —

— Criando o Banco de Dados IncrementalStatistics —
Create Database IncrementalStatistics
Go
— Adicionando os Filegroups —
Alter Database IncrementalStatistics
Add Filegroup IncrementalStatisticsGrupo1
Go
Alter Database IncrementalStatistics
Add Filegroup IncrementalStatisticsGrupo2
Go
Alter Database IncrementalStatistics
Add Filegroup IncrementalStatisticsGrupo3
Go
Alter Database IncrementalStatistics
Add Filegroup IncrementalStatisticsGrupo4
Go

 

— Adicionando os Arquivos aos seus respectivos Filegroups —

Alter Database IncrementalStatistics
Add File (Name = N’IncrementalStatisticsGrupo1′,
FileName = N’S:\MSSQL-2016\Data\Arquivo-Grupo1-Data.ndf’,
Size = 4096KB,
FileGrowth =1024KB) To Filegroup IncrementalStatisticsGrupo1
Go

Alter Database IncrementalStatistics
Add File (Name = N’IncrementalStatisticsGrupo2′,
FileName = N’S:\MSSQL-2016\Data\Arquivo-Grupo2-Data.ndf’,
Size = 4096KB,
FileGrowth =1024KB) To Filegroup IncrementalStatisticsGrupo2
Go

Alter Database IncrementalStatistics
Add File (Name = N’IncrementalStatisticsGrupo3′,
FileName = N’S:\MSSQL-2016\Data\Arquivo-Grupo3-Data.ndf’,
Size = 4096KB,
FileGrowth =1024KB) To Filegroup IncrementalStatisticsGrupo3
Go

Alter Database IncrementalStatistics
Add File (Name = N’IncrementalStatisticsGrupo4′,
FileName = N’S:\MSSQL-2016\Data\Arquivo-Grupo4-Data.ndf’,
Size = 4096KB,
FileGrowth =1024KB) To Filegroup IncrementalStatisticsGrupo4
Go

Uma vez que o banco de dados é criado com os novos grupos de arquivos e arquivos de dados, precisamos prepará-lo para hospedar a tabela particionada. Nosso próximo passo consiste na criação da função particionada PartitionFunctionIncrementalStatistics que classifica os dados de acordo com os quatro trimestres do ano, sendo assim, vamos utilizar o Bloco de Código 2 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 2 —

— Criando a Partition Function PartitionFunctionIncrementalStatistics —
USE IncrementalStatistics
GO

CREATE PARTITION FUNCTION PartitionFunctionIncrementalStatistics (Int)
AS
RANGE RIGHT FOR VALUES
(20171, 20172, 20173, 20174)
Go

Note que nossa PartitionFunctionIncrementalStatistics é composta por quatro partições de valores subdivididos da seguinte forma: 

  • 20171 – Valor que representa o Primeiro Quartil;
  • 20172 – Valor que representa o Segundo Quartil;
  • 20173 – Valor que representa o Terceiro Quartil do Ano; e
  • 20174 – Valor que representa o Quarto Quartil do Ano.

    Talvez você ainda não esteja entendendo o porque estamos fazendo uso deste tipo de implementação, tenha calma no decorrer do post tudo vai ficar mais claro e você terá total noção do porquê estamos utilizando este recurso.

Continuando com a nossa longa caminhada, você deve saber que para se trabalhar com particionamento de dados devemos além de criar uma Partition Function devemos obrigatoriamente criar um Partition Scheme,  que estará vinculado lógicamente a nossa partition function, sendo assim, este é nosso próximo passo, fazendo uso do Bloco de Código 3:

— Bloco de Código 3 —

— Criando o Partition Scheme PartitionSchemeIncrementalStatistics —
CREATE PARTITION SCHEME PartitionSchemeIncrementalStatistics AS
PARTITION PartitionFunctionIncrementalStatistics
TO
(
IncrementalStatisticsGrupo1,
IncrementalStatisticsGrupo2,
IncrementalStatisticsGrupo3,
IncrementalStatisticsGrupo4,
[PRIMARY])
Go

Esta quase tudo pronto para nossa brincadeira, seguiremos com a criação na nossa tabela TableIncrementalStatistics, este é um ponto importante do nosso ambiente, onde estamos fazendo uso da tabela particionada para ilustrar como as estatísticas incrementais vão realizar o seu papel.

TableIncrementalStatistics será composta por algumas colunas, dentre as quais a coluna Quartil, responsável em armazenar o valor do quartil de acordo com o ano informado, como também, é através desta coluna que estaremos realizando o particionamento dos dados. Para isso utilizaremos o Bloco de Código 4 a seguir:

— Bloco de Código 4 —

— Criando a Tabela TableIncrementalStatistics —

CREATE TABLE TableIncrementalStatistics
(ID Int Null,
Acao NVarchar(40) Default NewID(),
Data DateTime Null,
Quartil  AS (datepart(year,[Data])*(10)+datepart(quarter,[Data])) PERSISTED
) ON PartitionSchemeIncrementalStatistics (Quartil)
Go

Ótimo, toda estrutura para armazenar nossos dados já esta pronta, bem como, a lógica para distribuir e particionar os dados que serão inseridos na tabela TableIncrementalStatistics.

Ufa, ainda temos um bom caminho pela frente, mas já avançamos bastante, agora temos realizar uma alteração nas configurações do nosso banco de dados IncrementalStatistics, sendo esta necessária para podermos aplicara o uso de estatísticas incrementais, estou me referindo a opção Auto Create Statistics muito conhecida, onde vamos alterar o seu valor default para Incremental = On, conforme apresenta o Bloco de Código 5 abaixo:

— Bloco de Código 5 —

— Habilitando o uso de Incremental Statistics —
Alter Database IncrementalStatistics
Set Auto_Create_Statistics On (INCREMENTAL = On)
Go

O próximo passo consiste na criação do índice que iremos utilizar em na TableIncrementalStatistics pois você deve ter notado que realizamos a criação da tabela sem a definição de uma chave primária, desta maneira  utilizamos o Bloco de Código 6 para criação dos respectivo índice em seguida confirmamos se esta tabela esta fazendo uso das estatísticas incrementais habilitada no bloco de código 5:

— Bloco de Código 6 —

— Criação do índice Clustered —
Create Clustered Index Ind_TableIncrementalStatistics_ID
On [TableIncrementalStatistics] (ID)
GO

— Confirmando se as estatísticas incrementais está habilita —
SELECT
OBJECT_NAME(object_id) TableName
,name
,is_incremental
,stats_id
FROM sys.stats
WHERE name = ‘Ind_TableIncrementalStatistics_ID’
Go

Figura 1 – Confirmando o uso das estatísticas incrementais no índice Ind_TableIncrementalStatistics_ID.

Observação: Note que ao executar o Select realizado na visão de sistema sys.stats a coluna Is_Incremental deverá retornar e apresentar o valor igual á 1, isso indica que TableIncrementalStatistics esta neste momento fazendo uso das estatísticas incrementais.

Muito bem, chegou a hora de popular nossas tabelas, realizaremos a inserção de 8.000 linhas de registros, sendo estes particionados em grupos de 2.000 registros para cada partição que forma e compõem a estrutura da nossa tabela. Vamos então utilizar o Bloco de Código 7 apresentado na sequência:

— Bloco de Código 7 —

— Inserindo os dados na TableIncrementalStatistics —
Insert Into TableIncrementalStatistics (ID, Data)
Values (1, ‘2017-11-22’)
Go 2000

Insert Into TableIncrementalStatistics (ID, Data)
Values (2, ‘2017-06-05’)
Go 2000

Insert Into TableIncrementalStatistics (ID, Data)
Values (3, ‘2017-01-25’)
Go 2000

Insert Into TableIncrementalStatistics (ID, Data)
Values (4, ‘2017-08-13’)
Go 2000

Após a inserção das 8.000 linhas de registros, vamos confirmar a distribuição dos dados através do Bloco de Código 8 declarado abaixo, conforme ilustra o resultado da Figura 2:

— Bloco de Código 8 —

— Consultando a distribuição e particionamento dos dados —
Select partition_number, rows
From sys.partitions
Where OBJECT_NAME(OBJECT_ID)=’TableIncrementalStatistics’
Go

Figura 2 – Distribuição dos dados na tabela TableIncrementalStatistics de acordo com o valor e partição.

Estamos chegando no final, agora vamos realizar algumas manipulações no conjunto de dados armazenados na tabela TableIncrementalStatistics afim de forçarmos o processos de atualização das estatísticas, procedimento que vai nos ajudar a entender o processo de incremento na atualização das estatísticas de armazenamento e processamento utilizados pelo Microsoft SQL quando solicitado acesso aos dados armazenados em nossa table, para tal operação vamos utilizar o Bloco de Código 9:

— Bloco de Código 9 —

— Consultando dados na TableIncrementalStatistics —
Select Id, Acao, Data, Quartil From TableIncrementalStatistics
Where ID = 1
Go

Select Id, Acao, Data, Quartil From TableIncrementalStatistics
Where ID >= 2
Go

Select Id, Acao, Data, Quartil From TableIncrementalStatistics
Where ID <> 3
Go

Pronto, realizamos algumas operações de Select com intuito de forçar a criação de novas estatísticas, e principalmente a atualização das estatísticas atuais. Por enquanto nada de diferente, na sequência vamos consultar as informações sobre as estatísticas relacionadas a nossa tabela, fazendo uso do Bloco de Código 10 e analisando o resultado apresentado através da Figura 3:

— Bloco de Código 10 —

— Consultando as informações sobre as estatísticas da tabela TableIncrementalStatistics —
Select object_id, stats_id , last_updated , rows , rows_sampled , steps
From sys.dm_db_stats_properties(OBJECT_ID(‘[TableIncrementalStatistics]’),1);
Go

Figura 3 – Dados relacionados a estatísticas da TableIncrementalStatistics.

Como você pode ver, o DMF sys.dm_db_stats_properties mostra-nos que as estatísticas foram atualizadas na data do dia 23/05/2017 ás 16:55, para a tabela que tem 8000 linhas.

Neste momento, podemos nos perguntar: Qual partição da tabela inclui as estatísticas atualizadas?

A resposta para esta sua pergunta vem justamente atráves do uso nova DMF sys.dm_db_incremental_stats_properties já apresentada aqui no meu blog. Sendo esta DMF responsável em apresentar as propriedades estatísticas incremental, recuperando as mesma informação obtida a partir do DMF sys.dm_db_stats_properties, também super conhecida e apresentada no meu blog. Neste caso a sys.dm_db_stats_properties vai apresentar dados de  cada partição da tabela particionada, fornecendo-lhe com os mesmos parâmetros; a identificação do objeto e a identificação de estatísticas.

Caminhando mais um pouco, estamos próximos do final, vamos então formar o SQL Server a justamente realizar o processo de atualização das estatísticas para nossa partição de número 3, realizando o processo de exclusão de 1.500 linhas de registros, em seguida consultando nossa TableIncrementalStatistics, conforme apresenta o Bloco de Código 11:

— Bloco de Código 11 —

— Excluíndo 1.500 linhas —
Delete Top (1500) From TableIncrementalStatistics
Where ID = 2
Go

— Consultando os dados —
Select Id, Acao, Data, Quartil From TableIncrementalStatistics
Where ID <> 4
Go

Agora vamos novamente consultar os dados estatísticas, sendo assim repita a execução do Bloco de Código 10, observe que você deverá receber um conjunto de valores similares a Figura 4, onde a coluna Last_Updated deverá apresentar a data e hora da última atualização:

Figura 4 – Data e hora da última atualização da estatística.

Ufa, estamos quase lá, agora chegou a hora da verdade, hora de comprovar se realmente o SQL Server esta fazendo as coisas certas, vamos fazer uso da DMF sys.dm_incremental_stats_properties para validar se a estatística da partição 3 foi atualizada, o resultado pode ser analisado através da Figura 5. Para isso vamos utilizar o Bloco de Código 12 a seguir:

— Bloco de Código 12 —

— Consultando as informações sobre as estatísticas incrementais —
Select object_id, stats_id,
partition_number,
last_updated,
rows, rows_sampled,
steps
From sys.dm_db_incremental_stats_properties(OBJECT_ID(‘TableIncrementalStatistics’),1)
Go

Figura 5 – Informações sobre as atualizações de estatísticas, onde a partição 3 foi atualizada de maneira independente das demais.

Sensacional, conseguimos, muito legal este recurso, como sempre o Microsoft SQL Server nos surpreende com a sua capacidade e potencialidade de recursos.

Referências

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https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/04/13/dica-do-mes-microsoft-sql-server-identificando-as-transacoes-que-estao-utilizando-o-transact-log/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/03/01/dica-do-mes-microsoft-sql-server-2016-sp1-novo-argumento-use-hint-disponivel-para-query-hints/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/01/16/dica-do-mes-conhecendo-a-nova-dmf-sys-dm_exec_input_buffer-no-microsoft-sql-server-2016/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/11/28/dica-do-mes-sql-server-2016-sp1-comando-create-or-alter/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/10/24/dica-do-mes-sql-server-2016-obtendo-informacoes-sobre-o-cache-de-execucao-de-funcoes/

Conclusão

Administrar, gerenciar, cuidar e prover um ambiente sempre no melhor estado possível não é uma das atividades mais tranquilas e simples desempenhadas por profissionais ou administradores de banco de dados, mas também não pode ser considerada um “bicho de sete cabeças” ou uma “caixa preta” ainda mais quando este servidor de banco de dados utiliza o Microsoft SQL Server.

Neste post você pode conhecer um pouco mais de como o Microsoft SQL Server trabalha de maneira árdua na busca da melhor maneira para encontrar e retornar os dados solicitados em nossas transações. Ao longo de novas versões o produto esta cada vez mais maduro, confiável e inteligente, sempre nos surpreendendo com sua capacidade.

Algo que não poderia ser diferente no uso das Estatísticas Incrementais, recurso que nos permite adotar uma nova maneira de atualização dos dados internos relacionados ao armazenamento das nossas informações, mas principalmente prover um auxílio para próprio Database Engine mas atividades para identificar o melhor caminho para se processar uma query.

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua visita, agradeço sua atenção, fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Um forte abraço, nos encontramos logo logo…

Valeu….

Microsoft disponibiliza o SQL Server 2017 CTP 2.1


A Microsoft anunciou nesta semana em seu blog a disponibilidade no TechNet Evaluation Center do SQL Server 2017 CTP 2.1, a versão de testes pública mais recente do novo SQL Server.

Performance inigualável
Faça consultas até 100 vezes mais rápido do que o disco com columnstore in-memory e transações até 30 vezes mais rápido com OLTP in-memory.

Menos vulnerável
Melhore a segurança com criptografia em repouso e em movimento. O SQL Server é o banco de dados menos vulnerável nos últimos sete anos no banco de dados de vulnerabilidades do NIST.

Inteligência em tempo real
Obtenha insights transformadores com até 1 milhão de previsões por segundo usando o Python interno e a integração da linguagem R e obtenha o BI móvel completo em qualquer plataforma.

Qualquer aplicativo, em qualquer lugar
Crie aplicativos modernos usando quaisquer dados e qualquer linguagem, na infraestrutura local e na nuvem.

Microsoft disponibiliza o SQL Server 2017 CTP 2.1

Faça o download do SQL Server 2017 CTP 2.1

O SQL Server 2017 CTP 2.0 para Windows (64 bits) está disponível para download aqui como uma imagem ISO e como um arquivo CAB nos seguintes idiomas: Inglês, alemão, espanhol, japonês, italiano, francês, russo, chinês simplificado, chinês tradicional, português (Brasil) e coreano.

A lista com as novidades no CTP 2.1 para Windows pode ser vista aqui. As versões para Linux, Docker, Azure e Mac OS estão disponíveis aqui.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – .

Atualização Cumulativa 3 para SQL Server 2016 SP1


A Microsoft disponibilizou para download nesta semana a Atualização Cumulativa 3 para SQL Server 2016 SP1.

O primeiro Service Pack do SQL Server 2016 foi lançado pela empresa em 17 de novembro de 2016 e está disponível para download aqui.

SQL Server 2016

O SQL Server 2016 traz recursos críticos inovadores com desempenho em memória e análise operacional integrada. Os recursos de segurança abrangentes, como a tecnologia de criptografia ininterrupta (Always Encrypted), ajudam a proteger seus dados fixos e em movimento, e uma solução avançada de alta disponibilidade e recuperação de desastres acrescenta novos aprimoramentos à tecnologia AlwaysOn.

As organizações terão visões mais aprofundadas de todos os seus dados com novos recursos que vão além da business intelligence, executando a análise avançada diretamente dentro de seus bancos de dados e apresentando visualizações avançadas para oferecer visões de negócios de qualquer dispositivo.

Atualização Cumulativa 3 para SQL Server 2016 SP1

Você também pode se beneficiar da nuvem em hiperescala, com novos cenários híbridos habilitados pela nova tecnologia de banco de dados elástico (Stretch Database), que permite expandir dinamicamente seus dados transacionais a quente e a frio até o Microsoft Azure de forma segura, para que seus dados estejam sempre à disposição para consultas, independentemente do tamanho.

O SQL Server 2016 também oferece uma plataforma de banco de dados completa para a nuvem híbrida, permitindo criar, implantar e gerenciar facilmente soluções que abrangem instalações locais e na nuvem.

Saiba mais sobre ele aqui.

Atualização Cumulativa 3 para SQL Server 2016 SP1

De acordo com o artigo KB4019916 publicado no site de suporte da Microsoft, a Atualização Cumulativa 3 para SQL Server 2016 SP1 contém correções para problemas encontrados depois do lançamento do SQL Server 2016 SP1. Essa atualização cumulativa também inclui todas as correções de todas as atualizações anteriores.

A lista de bugs corrigidos inclui um que causa um erro interno no SQL Server Analysis Service durante o processamento de um modelo Tabular, um que faz com que o consumo de memória aumente demais em certos cenários e um que faz com que o SQL Server 2016 pare de responder quando o evento estendido “Latch_Suspend_End” é iniciado incorretamente.

A Atualização Cumulativa 3 para SQL Server 2016 SP1 está disponível para download aqui. Já quem usa o SQL Server 2016 sem o SP1 pode fazer o download da Atualização Cumulativa 6 aqui.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com –