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Microsoft SQL Server 2014 SP2 recebe atualização cumulativa 14


A Microsoft anunciou na última segunda-feira no blog SQL Server Release Services a disponibilidade da Atualização Cumulativa 14 para SQL Server 2014 SP2, esta atualização contém correções para os problemas que foram descobertos depois do lançamento do SQL Server 2014 SP2 e das atualizações cumulativas anteriores.

O artigo KB4459860 publicado no site de suporte da Microsoft, a atualização traz correções para múltiplos bugs no SQL Server 2014 SP2.

Atualização Cumulativa 14 para SQL Server 2014 SP2

A lista com os bugs corrigidos inclui um que causa erro de violação de acesso no SQL Server Analysis Services durante o processamento de certos bancos de dados, um que causa erro de violação de acesso durante uma consulta que faz referência ao tipo de dado Extended Markup Language (XML) e um que causa erro de falta de memória em certos cenários.

A relação completa com todos os bugs corrigidos pode ser vista através do link: https://support.microsoft.com/en-us/help/4459860/cumulative-update-14-for-sql-server-2014

A Figura 1 abaixo destaca a relação de arquivos disponíveis para download relacionados a  atualização cumulativa 14, nas arquiteturas de sistemas operacionais 32 e 64 bits:

Figura 1 – Relação de arquivos disponíveis para download relacionados ao SQL Server 2014 SP2 CU 14.

A Atualização Cumulativa 14 para SQL Server 2014 SP2 (build 12.0.5600.1) está disponível para download clicando na imagem abaixo:

Compatível com os seguintes sistemas operacionais (para múltiplos idiomas):

  • Windows 10,
  • Windows 7,
  • Windows 7 Service Pack 1,
  • Windows 8,
  • Windows 8.1,
  • Windows Server 2008 R2,
  • Windows Server 2008 R2 SP1,
  • Windows Server 2012,
  • Windows Server 2012 R2, e
  • Windows Server 2016.

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft – Download Center: 15/10/2018.

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Script Challenge – 14 – A resposta….


Boa tarde, pessoal…

Tudo bem?  Seja mais uma vez muito bem vindo ao meu blog, mais especificamente ao post que apresenta a resposta para o Script Challenge – 2018 – Post 14, publicado em junho de 2018, sendo este respectivamente o segundo post após o retorno desta desafiadora sessão em meu blog denominada Script Challenge (Script Desafiador ou Desafio do Script) como queiram traduzir.

Espero que você já tenha ouvido falar desta sessão ou acessado alguns dos posts publicados na mesma, caso ainda não tenha feito, fique tranquilo você vai encontrar no final deste post uma pequena relação contendo os últimos desafios lançados e seus respostas.

Vamos então falar um pouco mais sobre o último desafio, estou me referindo ao Script Challenge 14, desta forma, seja bem vindo a mais um post da sessão Script Challenge.


Script Challenge 14

Falando do desafio de número 14, o mesmo foi publicado no mês de junho de 2018, período de data em que o mundo todo praticamente direcionou os seus olhares para a Rússia, mais especificamente para os jogos de futebol que estavam ocorrendo no país naquele momento.

Pois bem, o Script Challenge 14 não tem nenhum relação com o mundo do futebol, muito menos com o esporte, e como diria aquele apresentador do programa que passa ao domingos: “Sabe o que isso significa? Nada…..”.

Na verdade não é bem assim, para todos aqueles que trabalham com tecnologia e são responsáveis em armazenar, compartilhar, gerenciar e manter dados armazenados em banco de dados, sabe muito bem o quanto temos que nos preocupar em estabelecer boas práticas de retenção de dados afim de podermos ter uma quem sabe vida tranquila ou momentos de lazer.

Continuando nossa história, quero lhe perguntar: E ai já matou a charada? Eu acredito que sim!

Mas para te ajudar mais um pouco vou apresentar a Figura 1 que contem todo código Transact-SQL utilizado neste desafio, contendo trechos ou partes de código ocultas, procedimento que realizei no post que contempla o lançamento deste desafio como forma de aumentar o nível de dificuldade:

Figura 1 – Código Transact-SQL apresentado no Script Challenge 14.

Bom chegou a hora de revelar o que exatamente este bloco de código esta fazendo, chegou o momento de revelar e desvendar este desafio, a seguir apresento a resposta para o Script Challenge 14 e o trecho de código disponível para você utilizar em seus ambientes de trabalho ou estudos.

A resposta

Tanto no post de lançamento do desafio, bem como, neste post que a resposta para o mesmo, eu deixei algumas pequenas dicas para tentar ajudar a identificar a resposta, dentre as quais a relação do script com uma das mais tradicionais atividades desempenhadas por um Administrador de Banco de Dados ou Profissional de tabela, mais diretamente falando a execução de uma operação de backup de banco de dados.

Mas se mesmo assim, você ainda não conseguiu adivinhar ou até mesmo esta se perguntando qual a relação do Script Challenge – 14 tem haver com um momento de lazer, a resposta é muito simples, para qualquer Administrador de Banco de Dados, Administrador de Servidores, Desenvolvedor, enfim um profissional de tecnologia, tudo o que fazemos basicamente em um computador é manipular dados (Criar, Atualizar, Excluir).

Tudo o que fazemos esta relacionado com esta palavrinha pequena mas de altíssima importância e pensando neste sentido a resposta para este desafio se relaciona a estimativa de crescimento de um arquivo de backup, e o quanto esta atividade tão importante e de alta complexidade pode impactar totalmente na vida daqueles que assim como eu um dia ou por diversos momentos teve que abrir mão do seu convívio familiar para se dedicar a acompanhar esta atividade.

Então a resposta para o Script Challenge 14 se relaciona com a possibilidade que o script apresenta em nos ajudar a identificar e estimar o quanto de espaço livre em disco em megabytes ainda teremos antes da execução do backup database levando-se em consideração o tamanho do arquivo de backup a ser criado.

Isso mesmo, esta é a resposta, e o script original que apresenta esta funcionalidade apresentada abaixo:

— Script Challenge 14 – A resposta – Identificando o total de espaço livre em disco antes da realização do backup database — 

— Criando a Stored Procedure —
USE AdventureWorksDW2016
Go

CREATE PROCEDURE dbo.dbo.EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize (
@drvLetter VARCHAR (5),
@enoughSpaceForBackupFlag BIT OUTPUT
)
AS
BEGIN
DECLARE @estimatedBackSizeMB INT,
@estimatedDriveFreeSpaceMB INT,
@dbCheckMessage varchar(80)

SET NOCOUNT ON

SET @dbCheckMessage = Concat (‘Checking database ‘, DB_NAME ())

SELECT @estimatedBackSizeMB = round (sum (a.total_pages) * 8192 / SQUARE (1024.0), 0)
FROM sys.partitions p JOIN sys.allocation_units a
                                            ON p.partition_id = a.container_id
                                           LEFT JOIN sys.internal_tables it
                                            ON p.object_id = it.object_id

CREATE TABLE #freespace

(drive VARCHAR (5),

MBFree DECIMAL (8, 2))

INSERT INTO #freespace (Drive, MBFree)
EXEC xp_fixeddrives

SELECT @estimatedDriveFreeSpaceMB = MBFree
FROM #freespace
WHERE drive = @drvLetter

IF @estimatedBackSizeMB * 1.15 < @estimatedDriveFreeSpaceMB
 SET @enoughSpaceForBackupFlag = 1
ELSE
 SET @enoughSpaceForBackupFlag = 0

SELECT DatabaseName = db_name(),
Estimated_Back_Size_MB = @estimatedBackSizeMB,
Estimated_Drive_Free_Space_MB = @estimatedDriveFreeSpaceMB,
EnoughSpaceForBackupFlag = @enoughSpaceForBackupFlag

DROP TABLE #freespace
SET NOCOUNT OFF
END
GO

Então, agora você deve ter gostado deste desafio, não é verdade? Poder estimar o espaço livre em disco e o tamanho ocupado pelo arquivo mesmo sem executar o Backup Database é realmente uma grande funcionalidade que o Microsoft SQL Server possui. 

Observações

  1. Estamos criando uma User Stored Procedure EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize;
  2. A mesma possui um parâmetros de entrada de valores: @drvLetter (utilizado para informar qual a letra da unidade de disco que iremos analisar); e
  3. Um parâmetro de saída @enoughSpaceForBackupFlag (utilizado no momento da execução da stored procedure como sinalizar responsável em apresentar uma mensagem ao usuário).

Para que você possa entender mais ainda sobre como podemos obter os resultados apresentados por este script, declaro a seguir uma possível maneira de executar o Script Challenge – 14:

— Executando o Script Challenge – 14 —

USE AdventureWorksDW2016
Go

DECLARE @enoughSpaceForBackupFlag bit

EXEC Master.dbo.EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize ‘S’, @enoughSpaceForBackupFlag OUTPUT

PRINT @enoughSpaceForBackupFlag
IF @enoughSpaceForBackupFlag = 1
PRINT ‘Continue to Backup…’
ELSE
PRINT ‘Drive Space Problem…’
GO

A Figura 2 apresentada abaixo, ilustra o conjunto de dados retornados após a execução do Script Challenge – 14:

Figura 2 – Informações relacionadas a estimativa de tamanho do arquivo de backup e espaço livre em disco em megabytes.

Muito bom, sensacional, conseguimos, chegamos ao final, esta é a resposta para o Script Challenge 14, fico extremamente feliz por ter conseguido compartilhar este conteúdo com vocês.

Espero que você tenha gostado deste novo post da sessão Script Challenge!


Sua Participação

No post de lançamento deste desafio, contei com a participação através de uma enquete contendo algumas opções de respostas que poderiam estar relacionadas com o Script Challenge 14. A seguir apresento o resultado desta enquete:

A opção mais votada com 77,78% dos votos é justamente a resposta correta para este desafio, o qual exibe retorna ao usuário informações relacionadas a estimativa de espaço em disco ocupado pelo arquivo de backup de banco de dados e o espaço livre disponível em disco após a conclusão do backup.

Referências

Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que este conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possa ser útil e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em fevereiro de 2019 em mais um post da sessão Script Challenge.

Até a próxima…

#22 – Para que serve


Oi, bom dia, tudo bem?

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Para que Serve, sendo este o de número 22, mais um dia de muito trabalhando começando, repleto de atividades, compromissos, reuniões, enfim tudo aquilo que normalmente estamos acostumados a nos deparar em nossos convívio diário.

E eu (parece música), estou aqui, como faço normalmente, acordando bem cedinho, para poder aproveitar da melhor maneira possível meu precioso tempo livre, colocando em prática algo que adoro fazer, publicar um post novo em meu blog mantendo a tradição de querer renovar e compartilhar as experiências e aprendizados adquiridos em minhas atividades profissionais e acadêmicas.

No post de hoje, não estarei compartilhando um conteúdo que pode ser considerado novo, ao contrário, quero destacar uma das mais antigas propriedades existentes em bancos de dados criados no Microsoft SQL Server desde suas versões mais antigas, mais especificamente falando da versão 2000 (é muito importante entender o passado, aprender com ele, para podemos melhorar e ofertar um futuro melhor) em diante.

Estou se referindo a propriedade denominada Page_Verify, a qual tem um papel de extrema importância no comportamento de um banco de dados de usuários, algo que pode impactar na forma de armazenamento, leitura e escrita das páginas de dados que formam a estrutura física e lógica de nossas tabelas e por consequência de nossos bancos de dados.

No decorrer deste post serão destacadas as respectivas opções existentes para esta propriedade, como também, será realizado uma análise comparativa no que diz respeito ao tempo de processamento de dados tendo como parâmetro um simples bloco de código inserindo 100.000 (Cem mil linhas de registros lógicos) com dados aleatórios.

Destaco antecipadamente que esta análise comparativa em nenhum momento leva em consideração características de Hardware, versão de Sistema Operacional ou uso de uma aplicação específica. Na verdade o objetivo desta simples análise é elucidar o que o uso desta propriedade, suas opções e respectivos algoritmos de processamento podem influenciar diretamente nos processos de escrita e leitura de dados.

Sendo assim, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre o post de número 22 da sessão Para que serve. Mas uma vez, bem vindo ao #22 – Para que serve – Propriedades de Bancos de Dados – Page_Verify e suas opções.

Espero que você esta animado para conhecer um pouco mais sobre esta propriedade, caso já conheça, continue lendo este post, sempre podemos aprender algo novo….


Introdução

Criar uma nova tabela para alocar dados em qualquer banco de dados existente no Microsoft SQL Server, pode ser considerada uma tarefa ou procedimento de fácil compreensão, muito simples de ser realizada tanto por linha de comando como também por interface gráfica, mas por trás “dos panos” diversos procedimentos internos são realizados pelo Sistema Gerenciador de Banco de Dados e seus diversos recursos e componentes internos.

Imagine então a tarefa de criação de um novo banco de dados, não parece também ser algo muito, mas muito simples! Teoricamente sim, mas se começarmos a analisar, entender e de preferência estudar cada uma das diversas propriedades que formam e orientam o Mecanismo de Bancos de Dados na execução da instrução de criação de um novo banco, teremos a total certeza que isso não tão simples como pensamos.

Pensando justamente neste cenário, decidi então identificar uma propriedade que por muitas vezes me passou totalmente despercebida e nos últimos dias acabou sendo motivo de estudos, como já destacado anteriormente estou me referindo a propriedade Page_Verify, sendo esta um das mais antigas propriedades existentes em bancos de dados desde a versão 2000 ou nível de compatibilidade 80, inicialmente apresentava como conjunto de opções os valores: None e Torn_Page_Detection e a partir da versão 2005 do Microsoft SQL Server ganhou uma nova opção conhecida como CheckSum e por consequência um novo algoritmo.

Vamos então conhecer um pouco mais sobre esta propriedade.

Propriedade de Banco de Dados Page_Verify

Propriedade existente em bancos de dados criados no Microsoft SQL Server que possui basicamente a função de permitir ao Sistema Gerenciador de Banco de Dados identificar e informar as chamadas Páginas de Dados Incompletas (Incomplete Pages) ou Páginas de Dados Suspeitas (Suspect Pages), através de dados internos catalogados e coletados na tabela suspect_pages existente dentro do banco de dados de sistemas MSDB.

Outra característica muito importante apresentada pela Page_Verify, relaciona-se ao método de verificação que garante ao Microsoft SQL Server que as páginas de dados que compõem um determinada tabela podem ser consideradas integras e completas, esta capacidade esta totalmente relacionada ao uso de um algoritmo pertencente a esta propriedade de acordo com o tipo de verificação de página que deve ser aplicada.

Esta tão importante característica, deve ser levada em consideração, mesmo tendo diversas funcionalidades que nos permitem identificar se a estrutura física e lógica de um banco de dados pode ser considerado integra. Em inúmeros cenários um banco de dados pode aparentemente estar apresentando falhas na estrutura interna que define uma respectiva página de dados sem necessariamente existir ou que tenha ocorrida uma falha física nas unidades de disco que armazenam tal página de dados.

A identificação se uma página de dados pode ou não ser considerada incompleta, suspeita ou quebrada é feita através da identificação de bits armazenados diretamente no cabeçalho de dados existente na respectiva página, é justamente por isso que a propriedade Page_Verify utiliza alguns algoritmos de acordo com a opção escolhida nas configurações e propriedades de um banco de dados, como recurso para garantir em tempo real o menor número de ocorrências ou possíveis falhas que venham a ocasionar uma perda de dados.

Vamos agora conhecer as formas de verificação de páginas de dados e seus respectivos algoritmos.

Formas de Verificação: None, Torn_Page_Detection e CheckSum

Até a versão 2005 SP2 do Microsoft SQL Server tínhamos somente as formas de verificação de páginas de dados None e Torn_Page_Detection, mas este cenário muito e uma nova opção denominada CheckSum foi adicionada, sendo esta então valor padrão para propriedade Page_Verify para bancos de dados com nível de compatibilidade 90 ou superior.

None: Ao escolher esta opção, o Microsoft SQL Server recebe a orientação para que não seja realizado os procedimentos de verificação e correção das páginas lidas durante os atividades de armazenamento de dados.

Logicamente esta é uma opção que não deverá ser utilizada em ambientes que não podemos correr o menor risco possível de aceitar falhas ou perdas de dados, mesmo confiando nas tecnologias de Hardware, estratégias de armazenamento, contingência e retenção de dados, a partir do momento que esta opção for escolhida você estará assumindo o risco.

Torn_Page_Detection: Opção padrão existente na versão 2000 do Microsoft SQL Server. Ao escolher esta opção, estaremos definindo o uso do algoritmo que armazenará em tempo real no cabeçalho de cada página de dados bits que identificam a operação de gravação.

No momento em que esta mesma página é lida de um disco durante a operação de leitura, os bits do cabeçalho da página são comparados àqueles no corpo da página. Caso alguma discrepância venha a ser detectada, esta específica página de dados será em tempo real considerada quebrada (incompleta ou suspeita) e o problema é relatado para um usuário.

Vale destacar que este algoritmo no momento em que uma página de dados esta sendo verificada, realiza o procedimento de duplicação de pequenas porções de bits de dados contidos em seu cabeçalho, algo que não podemos necessariamente relatar como um consumo maior de espaço em disco, na verdade é esta tarefa de duplicação de dados bits de dados utilizada para garantir a consistência da página. Por outro lado, dependendo do tipo de falha que poderá ocorrer alguns erros acabam não sendo detectados, se justamente o bit quebrado é um daqueles que não foram duplicados no cabeçalho da página, o dano não é detectado.

CheckSum: Opção padrão desde o SQL Server 2005 SP3, a partir do momento que esta opção é selecionado, o Microsoft SQL Server estará fazendo uso do algoritmo responsável durante  operação de gravação, realizar uma soma de verificação (CheckSum) que calcula a partir da estrutura completa de uma página de dados um valor a ser armazenado diretamente em seu cabeçalho.

No momento em que a respectiva página de dados é lida a partir de um disco, CheckSum é calculado novamente e comparado com o valor no cabeçalho da página. A idéia é semelhante ao TORN_PAGE_DETECTION, podemos destacar que ambos algoritmos calculam um valor de verificação para uma página e armazenam o resultado no cabeçalho da página, mas CheckSum usa a página inteira para cálculo, ao contrário do TORN_PAGE_DETECTION que utiliza apenas um pequeno número de bits existente na página de dados.

Se compararmos a opção TORN_PAGE_DETECTION com a opção CheckSum, podemos afirmar que o CheckSum apresenta uma forma de análise e verificação de possíveis falhas e erros nas atividades de Input/Output de dados, mais confiável e inteligente, estabelecendo uma cobertura mais precisa que garante uma assertividade maior na identificação de possíveis páginas de dados incompletas, suspeitas ou quebradas.

Agora que conhecemos a propriedade Page_Verify e suas opções, vamos então conhecer de forma prática e entender o comportamento de cada uma delas, realizando assim a análise destacada no início deste post.

Chegou a hora de colocar a mão nos teclados, como de costume teremos um ambiente de testes a ser criado, o que será utilizado como cenário de estudos.

Criando o Ambiente

Em meu ambiente de estudos estou utilizando o Microsoft SQL Server 2017 Enterprise Edition – Cumulative Update 9 e Sistema Operacional Windows 10, fique a vontade para utilizar o melhor cenário possível dentro das suas necessidades.

Como já destacado anteriormente esta análise ou possível cenário de estudo não consiste em afirmar qual é a mais rápida ou melhor forma de verificação de páginas de dados, mas sim demonstrar o quanto uma determinada opção poderá impactar ou influenciar nos custos de processamento de dados nas atividades de leitura e escrita, nesta prática mais especificamente nas atividades de gravação de dados.

Para realizar nossa simples prática, começaremos pela execução do Bloco de Código 1, responsável por criar a seguinte estrutura:

  • Database: TesteDatabasePageVerify;
  • Tables: TabelaPageVerify; e PageVerifyTempoDecorrido.

— Bloco de Código 1 —
— Criando o Banco de Dados TesteDatabasePageVerify —
Create Database TesteDatabasePageVerify
Go

— Acessando o Banco de Dados TesteDatabasePageVerify —
Use TesteDatabasePageVerify
Go

— Criando a Tabela TabelaPageVerify —
Create Table TabelaPageVerify
(Codigo Int Identity(1,1) Not Null Primary Key,
Texto VarChar(10) Not Null,
Quantidade SmallInt Not Null,
ValoresNumericos Numeric(18, 2) Not Null,
DataAtual Date Not Null)
Go

— Criando a Tabela PageVerifyTempoDecorrido —
Create Table PageVerifyTempoDecorrido
(NumeroDaAnalise SmallInt Identity(1,1) Not Null,
TipoDaAnaliseRealizada Varchar(22) Not Null,
HoraInicio Time Not Null,
HoraFim Time Not Null,
HoraDiferenca As (DateDiff(Second, HoraInicio, HoraFim)))
Go

A tabela TabelaPageVerify será utilizada como repositório dos dados que estaremos aleatoriamente gerando como fonte de análise, já a tabela PageVerifyTempoDecorrido terá um papel importante que consiste basicamente em armazenar os dados relacionada a análise realizada, dentre elas o Tipo da Análise, Horário de Início e Fim e a diferença em segundo entre os respectivos horários.

Avançando mais um pouco, vamos agora realizar propriamente a análise para cada uma das opções de verificação de páginas existentes, serão realizadas um total de 10 análises para cada opção e ao fim os dados armazenados na Tabela PageVerifyTempoDecorrido será apresentados como uma fonte de resultando da nossa análise.

Para realizar esta análise utilizaremos o Bloco de Código 2 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 2 —
— Desativando a Contagem de Linhas —
Set NoCount On
Go

— Declarando as variáveis de controle —
Declare @Counter TinyInt = 0,
@Text Char(130),
@Position TinyInt,
@RowCount Int = 100000,
@HoraInicio Time = GetDate(),
@HoraFim Time

Set @Text = ‘0123456789@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ\_abcdefghijklmnopqrstuvwxyzŽŸ¡ÀÁÂÃÄÅÆÇÈÉÊËÌÍÎÏÐÑÒÓÔÕÖÙÚÛÜÝàáâãäåæçèéêëìíîïðñòóôõöùúûüýÿ.;^’ –There are 130 characters in this text–

While @Counter <10 — Definindo a quantidade máxima de testes —
Begin

— Alterando a Propriedade Page_Verify para None —
Alter Database TesteDatabasePageVerify
Set Page_Verify None

— Inserindo a massa de dados na tabela TabelaPageVerify —
While (@RowCount >=1)
Begin

Set @Position=Rand()*130

Insert Into TabelaPageVerify (Texto, Quantidade, ValoresNumericos, DataAtual)
Values(Concat(SubString(@Text,@Position+2,2),SubString(@Text,@Position-4,4),SubString(@Text,@Position+2,4)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

Set @RowCount = @RowCount – 1
End

Set @HoraFim=GetDate()

Insert Into PageVerifyTempoDecorrido (TipoDaAnaliseRealizada , HoraInicio, HoraFim)
Values (‘None’, @HoraInicio, @HoraFim)

— Alterando a Propriedade Page_Verify para Torn_Page_Detection —
Alter Database TesteDatabasePageVerify
Set Page_Verify Torn_Page_Detection

— Inserindo a massa de dados na tabela TabelaPageVerify —
Set @RowCount = 100000
Set @HoraInicio = GetDate()

While (@RowCount >=1)
Begin

Set @Position=Rand()*130

Insert Into TabelaPageVerify (Texto, Quantidade, ValoresNumericos, DataAtual)
Values(Concat(SubString(@Text,@Position+2,2),SubString(@Text,@Position-4,4),SubString(@Text,@Position+2,4)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

Set @RowCount = @RowCount – 1
End

Set @HoraFim=GetDate()

Insert Into PageVerifyTempoDecorrido (TipoDaAnaliseRealizada , HoraInicio, HoraFim)
Values (‘Torn_Page_Detection’, @HoraInicio, @HoraFim)

— Alterando a Propriedade Page_Verify para CheckSum —
Alter Database TesteDatabasePageVerify
Set Page_Verify CheckSum

— Inserindo a massa de dados na tabela TabelaPageVerify —
Set @RowCount = 100000
Set @HoraInicio = GetDate()

While (@RowCount >=1)
Begin

Set @Position=Rand()*130

Insert Into TabelaPageVerify (Texto, Quantidade, ValoresNumericos, DataAtual)
Values(Concat(SubString(@Text,@Position+2,2),SubString(@Text,@Position-4,4),SubString(@Text,@Position+2,4)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

Set @RowCount = @RowCount – 1
End

Set @HoraFim=GetDate()

Insert Into PageVerifyTempoDecorrido (TipoDaAnaliseRealizada , HoraInicio, HoraFim)
Values (‘CheckSum’, @HoraInicio, @HoraFim)

Set @Counter = @Counter + 1
End
Go

Ótimo, após o processamento de nossa análise, gerou a hora de obter o resumo de tempo decorrido de processamento para cada opção, basta executar o Bloco de Código 3 divido em duas partes: Resumo Detalhado e Resumo Sumarizado, conforme declaro abaixo:

— Bloco de Código 3 —
— Parte 1 – Consultando o resumo detalhado —
Select NumeroDaAnalise,
TipoDaAnaliseRealizada,
HoraInicio,
HoraFim,
HoraDiferenca As ‘Segundos’
From PageVerifyTempoDecorrido
Go

A Tabela 1 apresentada a seguir, ilustra o detalhamento de dados coletados durante o processamento do Bloco de Código 2 realizado anteriormente:

Número da Análise Tipo da Análise Hora Início Hora Fim Segundos
1 None 10:45:59.1966667 10:46:51.0566667 52
2 Torn_Page_Detection 10:46:51.0566667 10:47:31.9633333 40
3 CheckSum 10:47:31.9800000 10:48:09.3566667 38
4 None 10:47:31.9800000 10:48:09.3566667 38
5 Torn_Page_Detection 10:48:09.3700000 10:48:38.6800000 29
6 CheckSum 10:48:38.6966667 10:49:13.6800000 35
7 None 10:48:38.6966667 10:49:13.6933333 35
8 Torn_Page_Detection 10:49:13.7133333 10:49:47.5100000 34
9 CheckSum 10:49:47.5100000 10:50:17.3433333 30
10 None 10:49:47.5100000 10:50:17.3600000 30
11 Torn_Page_Detection 10:50:17.3766667 10:50:49.7066667 32
12 CheckSum 10:50:49.7233333 10:51:23.3566667 34
13 None 10:50:49.7233333 10:51:23.3733333 34
14 Torn_Page_Detection 10:51:23.3733333 10:51:54.4200000 31
15 CheckSum 10:51:54.4200000 10:52:29.0466667 35
16 None 10:51:54.4200000 10:52:29.0500000 35
17 Torn_Page_Detection 10:52:29.0666667 10:53:00.8300000 31
18 CheckSum 10:53:00.8466667 10:53:32.1433333 32
19 None 10:53:00.8466667 10:53:32.1600000 32
20 Torn_Page_Detection 10:53:32.1766667 10:54:06.6466667 34
21 CheckSum 10:54:06.6633333 10:54:36.9400000 30
22 None 10:54:06.6633333 10:54:36.9400000 30
23 Torn_Page_Detection 10:54:36.9566667 10:55:09.7533333 33
24 CheckSum 10:55:09.7700000 10:55:41.8866667 32
25 None 10:55:09.7700000 10:55:41.8866667 32
26 Torn_Page_Detection 10:55:41.9033333 10:56:15.0166667 34
27 CheckSum 10:56:15.0166667 10:56:45.6966667 30
28 None 10:56:15.0166667 10:56:45.7133333 30
29 Torn_Page_Detection 10:56:45.7133333 10:57:21.7900000 36
30 CheckSum 10:57:21.7933333 10:57:54.8433333 33

Tabela 1 – Detalhamento de dados coletados após o processamento do Bloco de Código 2.

— Parte 2 – Consultando o resumo sumarizado —
Select TipoDaAnaliseRealizada,
Avg(HoraDiferenca) As ‘Média em segundos’
From PageVerifyTempoDecorrido
Group By TipoDaAnaliseRealizada
Order By ‘Média em segundos’ Desc
Go

A Tabela 2 apresentada a seguir, ilustra o dados coletados durante o processamento do Bloco de Código 2 realizado anteriormente de forma sumarizada com o cálculo da média de segundos gastos para o processamento de cada opção de verificação de páginas:

Tipo da Análise Média em segundos
None 34
Torn_Page_Detection 33
CheckSum 32

Tabela 2 – Dados sumarizados após o processamento do Bloco de Código 2.

Falta só um pouco, o último passo que iremos realizar, consiste na apresentação do Sumário de processamento em segundos demandado por cada algoritmo de verificação de páginas, através da execução do Bloco de Código 4, sendo que o mesmo apresentará os seguintes resultados:

  • Média de processamento em segundos;
  • Menor tempo de processamento em segundos;
  • Maior tempo de processamento em segundos; e
  • Somatória total do tempo de processamento.

— Bloco de Código 4 —
— Pivot —
Select ‘Média de processamento…..’ As ‘Sumário por segundos’, [None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum]
From (Select TipoDaAnaliseRealizada,
HoraDiferenca
From PageVerifyTempoDecorrido
) As A
Pivot (Avg(HoraDiferenca) For TipoDaAnaliseRealizada In ([None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum])) As Pvt
Union All
Select ‘Menor tempo de processamento…..’, [None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum]
From (Select TipoDaAnaliseRealizada,
HoraDiferenca
From PageVerifyTempoDecorrido
) As A
Pivot (Min(HoraDiferenca) For TipoDaAnaliseRealizada In ([None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum])) As Pvt
Union All
Select ‘Maior tempo de processamento…..’, [None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum]
From (Select TipoDaAnaliseRealizada,
HoraDiferenca
From PageVerifyTempoDecorrido
) As A
Pivot (Max(HoraDiferenca) For TipoDaAnaliseRealizada In ([None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum])) As Pvt
Union All
Select ‘Somatória do tempo de processamento…..’, [None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum]
From (Select TipoDaAnaliseRealizada,
HoraDiferenca
From PageVerifyTempoDecorrido
) As A
Pivot (Sum(HoraDiferenca) For TipoDaAnaliseRealizada In ([None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum])) As Pvt
Go

A Tabela 3 apresentada a seguir, ilustra o dados coletados durante o processamento do Bloco de Código 4, sumarizados e estruturados através do uso de Pivot:

Sumário por segundos None Torn_Page_Detection CheckSum
Média de processamento….. 34 33 32
Menor tempo de processamento….. 30 29 30
Maior tempo de processamento….. 52 40 38
Somatória do tempo de processamento….. 348 334 329

Tabela 3 – Dados sumarizados e apresentados em formato de Pivot após o processamento do Bloco de Código 4.

Agora sim, chegamos ao final. Ufa deu um pouco de trabalho este post, como de costume, mesmo assim sempre vale a pena poder compartilhar um pouco do conhecimento e experiências adquiridas ao longo dos anos de trabalho como DBA e Professor.

Espero que você tenha gostado, eu posso dizer que sim, mas sua opinião é muito importante.


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/create-database-transact-sql?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/alter-database-transact-sql?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/policy-based-management/set-the-page-verify-database-option-to-checksum?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/databases/database-properties-options-page?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/backup-restore/manage-the-suspect-pages-table-sql-server?view=sql-server-2017

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/05/28/21-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/12/20-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/02/19-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/15/18-para-que-serve/

Conclusão

Pensar na melhor forma para se armazenar um dado em uma respectiva tabela, vai muito além de escolher o tipo de dados mais indicado, temos também que procurar conhecer cada vez mais as propriedades de definem a estrutura e comportamento de um banco de dados, visando sempre garantir a melhor forma de armazenar, coletar e garantir que nossos servidores, aplicações e usuários possam fazer uso desta tão importante matéria prima utilizada pelas organizações, os dados que estão guardados em nossos bancos dados.

Neste post, você pode conhecer uma mais sobre a propriedade de banco de dados Page_Verify e suas opções: None, Torn_Page_Detection e CheckSum. Propriedade que desempenha um papel de extrema importância no que diz respeita a garantir que nossos dados estão armazenados de forma integra e confiável.

Realizamos uma simples análise para elucidar como estas opções podem influenciar no comportamento do Database Engine e também no Storage Engine, conhecemos também como cada opção desempenha o papel de verificar a estrutura física e lógica das páginas de dados que formam nossas tabelas, fazendo uso de algoritmos que gravam diretamente bits nos cabeçalhos destas mesma páginas, como fonte de identificação para tentar garantir que sua estrutura esta integra e confiável.

Mais uma vez destaco que este o estudo realizado no cenário apresentando neste post, não tem a finalidade de mostrar qual opção é mais rápida, mas sim demonstrar como em alguns momento a opção Torn_Page_Detection em comparação com a CheckSum pode ser mais vantajosa ou não, sabendo que a opção None não é recomendada para fiz corporativos.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, que desde suas primeiras versões nos apresenta inúmeras possibilidade de se aprender, possibilitando usar o passado como fonte de inspiração para construção de um futura melhor, por isso que a cada dia eu me apaixono ainda mais por este produto…

Vai SQL Server, Vai SQL Server….

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua ilustre visita, sinto-me honrado com sua presença, espero que este conteúdo possa lhe ajudar e ser útil em suas atividades profissionais e acadêmicas.

Um forte abraço, até o próximo post da sessão Para que serve a ser publicado no mês novembro.

Um grande abraço e ótima semana.

Valeu.

Dica do Mês – Ocultando uma instância em execução do Microsoft SQL Server


Muito boa noite, você que esta aqui fazendo mais uma visita ao meu blog.

Seja mais uma vez, bem vindo, que prazer enorme contar com a sua presença, em mais um post da sessão Dica do Mêssessão dedicada a compartilhar bimestralmente dicas, novidades, curiosidades e demais informações relacionadas ao Microsoft SQL Server, Banco de Dados e Tecnologias de Banco de Dados.

Neste post, quero dividir com você uma funcionalidade que utilizei no decorrer deste mês de julho para um dos meus clientes, não posso dizer que é uma funcionalidade ou recurso do Microsoft SQL Server, na verdade é uma propriedade que podemos aplicar as nossas instâncias ou servidores em execução em nossos ambientes para tentar aplicar mais uma camada de segurança sem ter a necessidade do uso de ferramentas de terceiros ou configurações avançadas, pensamento sempre em minimizar e dificultar possíveis tentativas de invasão.

Você pode ter ficado um pouco confuso ou até mesmo curioso com o título desta dica, mas é justamente isso que vamos conhecer e aprender da Dica do Mês que estou compartilhando, uma possibilidade de fazer com que ferramentas invasoras ou até mesmo o próprio SQLCMD ferramenta nativa do Microsoft SQL Server utilizada em linha de comando não consiga identificar quais instâncias estão em execução localmente ou remotamente.

Além disso, esta funcionalidade, também omite a visibilidade de identificação de nossas instâncias para o SQL Server Browser, serviço utilizado pelo Microsoft SQL Server para realizar troca de mensagens afim de identificar e possibilitar comunicação entre instâncias em execução locais ou remotas.

E ai, esta curioso em saber um pouco mais sobre esta nova forma de apresentar seus dados? Eu estou, e não vejo a hora de poder dividir com você um pouco deste recurso.

Então, vamos em frente, vou tentar mitigar a sua curiosidade e ao mesmo também satisfazer os meus objetivos. Sendo assim, seja bem vindo ao post – Dica do Mês – Ocultando uma instância em execução do Microsoft SQL Server.


Introdução

Atualmente o número de incidentes relacionados com tentativas de invasões, falhas de segurança, vulnerabilidades e vírus tem sofrido um aumento de forma assustadora no Brasil segundo os estudos e análises de estatísticas realizadas pelo CERT.BR – Centro de Estudos, Resposta e Tratamento de Incidentes de Segurança no Brasil.

Tendo como base a Figura 1 apresentado abaixo, que representa gráfico de estatísticas de incidentes reportados ao CERT.BR em 2017, temos uma real dimensão do quando nossos dados processados diariamente podem em algum momento cair em mãos erradas, situação de extrema preocupação para qualquer indivíduo que atualmente utiliza os recursos de tecnologia ligados a internet.
Figura 1 – Gráfico de Estatísticas de Incidentes Reportados ao CERT.BR.

Caminhando mais um pouco, o foco deste post não é falar sobre invasões, muito menos análises de ameaças, mas a funcionalidade que vou apresentar como já destacado esta relacionada com medidas de segurança.

Analisando os números

Abordando um pouco do gráfico apresentado anteriormente, vou fazer uma rápida análise para justificar o porque se tornou tão importante a preocupação com ações de segurança. Esta análise será aplicada através dos números apresentados pelo gráfico do CERT.BR para os últimos quatro anos: 2017, 2016, 2015 e 2014, números que nos permitiram ter a real noção do que esta acontecendo no Brasil, servindo como suporte para nos ajudar e dimensionar os riscos que estamos diariamente correndo.

Para suportar e fortalecer nosso entendimento, elaborei uma simples Tabela denominada Tabela 1 que apresenta a diferença em números de incidentes anuais, e suas respectivas diferenças percentuais no que se relaciona aos de incidentes reportados pelo CERT.BR.

A seguir apresento a Tabela 1 – Incidentes entre os anos de 2014 até 2017:

Ano Total de Incidentes Anuais Diferença – Número de Incidentes – Ano Anterior x Ano Posterior Variação Percentual – Ano Anterior x Ano Posterior
2017 833.775 186.663 22,39%
2016 647.112 -75.093 -11,60%
2015 722.205 -324.826 -44,98%
2014 1.047.031

Tabela 1 – Análise dos números de incidentes reportados anualmente pelo CERT.BR.

Aplicando uma simples analogia, podemos dizer claramente que entre os anos de 2014 e 2017 o número de incidentes reportados pelo CERT.BR apresentou uma diminuição de 25,58%, algo de aproximadamente 213.256 (Duzentos e Treze Mil, Duzentos e Cinquenta e Seis) incidentes a menos reportados, evidência que não nos permite deixar de se preocupar.

Por outro lado se analisarmos especificamente o último ano, sendo este o ano de 2017 tivemos um aumento de 22,39% no número de incidentes em relação ao ano de 2016, mais assertivamente um crescimento de 186.339 (Cento e Oitenta de Seis Mil, Trezentos e Trinta e Nova).

Em contra partida, se iniciarmos uma outra análise a partir do no ano de 2015 tivemos uma diminuição de mais de 324.000 (Trezentos e Vinte e Quatro Mil) no número de incidentes reportados ao CERT.BR em relação ao ano anterior, no caso 2014.

E ai que fica a pergunta, esta variação pode representar que as empresas, profissionais de tecnologias e usuários comuns estão se preocupando cada vez mais com a sua segurança, ou os possíveis invasores estão perdendo força?

Esta é uma pergunta que sinceramente falando é de difícil resposta ou afirmação, no meu ponto de vista, ela representa reflexão mais profunda, não somente voltada para área de tecnologia, mas sim para o comportamento social de cada individuo e empresa.

Vamos avançar ainda mais e conhecer a funcionalidade que poderá nos ajudar a aplicar mais uma “camada de segurança” em nossas instâncias Microsoft SQL Server.

Conhecendo a Propriedade Hide Instance (Instância Oculta)

Daqui em diante não vou falar mais de incidentes, invasões e números relacionados a estes elementos, chegou a hora de conhecer esta tal “camada de segurança”, conhecida como propriedade Hide Instance existente dentro da ferramenta SQL Server Configuration Manager, a qual é instalada por padrão em conjunto com nossas instâncias Microsoft SQL Server.

Acredito que você deve conhecer a ferramenta SQL Server Configuration Manager, se ainda não conhece, fique tranquilo, basta em seu Windows através do botão iniciar começar a digitar: SQL Server 2016 ou 2017 Configurationque a ferramenta de pesquisa vai encontrar.

Para ilustrar esta ferramenta, a Figura 2 apresenta sua tela principal:

Figura 2 – Ferramenta – SQL Server Configuration Manager.

Muito bem, espero que você tenha conseguido encontrar este ferramenta em seu ambiente, o próximo passo é justamente identificar a instância que você deseja ocultar “esconder”, no meu cenário tenho duas instâncias instaladas localmente, denominadas:

  • WIN10PRO – Microsoft SQL Server 2016 Enterprise; e
  • WIN10PRO\MSSQLServer2017 – Microsoft SQL Server 2017 Enterprise.

A instância WIN10PRO\MSSQLServer2017 possui aplicada a propriedade Hide Instance, neste caso se tentarmos realizar uma pesquisa das instâncias em execução da minha máquina através da ferramenta de prompt-de-comando SQLCMD em conjunto com o parâmetro -L seu nome omitido da lista de instâncias locais, ao contrário da instância WIN10PRO a qual não possui aplicada a mesma propriedade.

Aplicando a propriedade Hide Instance

Para aplicar a propriedade Hide Instance a uma instância SQL Server, necessitamos estar com o SQL Server Configuration Manager em execução, logo após escolher no painel a esquerda a opção: SQL Server Network Configuration, conforme apresenta a Figura 3 a seguir:

Figura 3 – SQL Server Configuration Manager, opção SQL Server Network Configuration.

Observe que logo após escolher esta opção, o SQL Server Configuration Manager apresenta a relação de instância instaladas em meu ambiente conforme já destaquei anteriormente.

Nosso próximo passo será justamente encontrar a propriedade Hide Instance, para isso, vou selecionar a instância WIN10PRO\MSSQLServer2017, como já abordei a mesma possui ativada este propriedade, sendo assim, vou clicar com o botão da direita do mouse sobre a instância e escolher a opção Properties (Propriedades), conforme apresenta a Figura 4 abaixo:

Figura 4 – Menu Popup – Opção Propriedades.

Show, simples e prático, logo após clicar na opção Properties o SQL Server Configuration Manager deve ter apresentado a tela de propriedades “externas” que podemos aplicar para nossa instância, sendo elas:

  • Force Encryption; e
  • Hide Instance (Esconder, Ocultar ou Omitir).

A Figura 5 apresenta a relação de propriedades “externas”:

Figura 5 – Propriedades externas disponíveis para a instância WIN10PRO\MSSQLServer2017.

Muito bem, sem mais delongas, note que a propriedade Hide Instance possui o valor de True (Verdadeiro) aplicado, sendo assim, a capacidade de ocultar, esconder ou omitir a visibilidade desta instância tanto para o SQL Server Browser como também para o SQLCMD esta ativada.

Sequência de passos:

  1. Abrir – SQL Server Configuration Manager;
  2. Acessar o guia SQL Server Network Configuration;
  3. Clicar com o botão da direita sobre a instância WIN10PRO\MSSQLSERVER2017;
  4. Selecionar a propriedade Hide Instance e escolher o valor True;
  5. Clicar OK;
  6. Acessar a guia SQL Services;
  7. Clicar com o botão da direita sobre a instância WIN10PRO\MSSQLSERVER2017; e
  8. Selecionar a opção Restart.

Nosso último passo será justamente comprovar a veracidade do uso desta propriedade.

Estamos quase no final….

Testando a aplicação da propriedade Hide Instance

Como já destacado anteriormente, a partir do momento em que a propriedade Hide Instance encontra-se habilitada a ferramenta SQLCMD através do parâmetro -L não consegui identificar e apresentar o nome da respectiva instância, sendo assim, este será justamente nosso simples ambiente de teste.

Vou então abrir a ferramenta Prompt-de-Comando (CMD) e logo após digite a linha de comando: SQLCMD -L, conforme apresenta a Figura 6:

Figura 6 – Lista de instâncias identificadas e apresentadas pela ferramenta SQLCMD.

E ai esta o resultado a ferramenta SQLCMD não conseguiu identificar a presença da instância WIN10PRO\MSSQLSERVER2017, sendo que a mesma encontra-se em execução.

Para finalizar, vou seguir os passos apresentados anteriormente para acessar a propriedade Hide Instance e desativar a possibilidade de omitir o nome da instância, logo na sequência executar novamente a linha de comando SQLCMD -L e verificar seu resultado:

  1. Abrir – SQL Server Configuration Manager;
  2. Acessar o guia SQL Server Network Configuration;
  3. Clicar com o botão da direita sobre a instância WIN10PRO\MSSQLSERVER2017;
  4. Selecionar a propriedade Hide Instance e escolher o valor False;
  5. Clicar OK;
  6. Acessar a guia SQL Services;
  7. Clicar com o botão da direita sobre a instância WIN10PRO\MSSQLSERVER2017;
  8. Selecionar a opção Restart;
  9. Abrir o Prompt-de-Comando; e
  10. Executar a instrução: SQLCMD -L

Observação: Vale ressaltar que tanto para ativar como também para desativar a propriedade Hide Instance, é necessário realizar o procedimento de reinicialização do serviço do Microsoft SQL Server referente a instância selecionada.

Conforme prometido, após realizar os passos apresentados anteriormente, eis aqui o resultado da execução da linha de comando: SQLCMD -L, conforme apresenta a Figura 7 a seguir:

Figura 7 – Relação de instância identificadas pela ferramenta SQLCMD.

Como um passe de mágica, límpido e transparente, a ferramenta SQLCMD consegui identificar a presença da instância WIN10PRO\MSSQLSERVER2017, exibindo assim seu nome na lista de instâncias e servidores identificados.

Isso não é sensacional? Eu tenho a certeza que sim e espero que você também pense desta forma.

Com isso chegamos ao final de mais um post da sessão Dica do Mês, antes de encerrarmos, gostaria de contar com a sua participação neste post, respondendo a enquete abaixo:


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/database-engine/configure-windows/hide-an-instance-of-sql-server-database-engine?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/database-engine/configure-windows/configure-the-database-engine-to-listen-on-multiple-tcp-ports?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/database-engine/configure-windows/configure-a-windows-firewall-for-database-engine-access?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/database-engine/configure-windows/connect-to-sql-server-through-a-proxy-server-sql-server-configuration-manager?view=sql-server-2017

Posts Anteriores

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/25/dica-do-mes-sql-operations-studio-view-as-chart/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/03/14/dica-do-mes-microsoft-sql-server-2017-sql-graph-databases/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/24/dicadomes-sqlservertoolsuiteintroduction/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/01/dicadomessql2017novascolunasinternas/

Conclusão

Pensar em manter nossos ambientes e dados seguros é um preocupação que todos devemos ter, independente da situação e importância.

Fazer uso de recursos, ferramentas, funcionalidades ou até mesmo a adoção de simples práticas podem nos ajudar a garantir cada vez mais a sobrevivência e proteção destes preciosos elementos.

Pensando justamente desta forma, o uso da propriedade Hide Instance deve ser adotada em nossas instâncias ou servidores, como uma possível “camada de segurança”, afim de dificultar a identificação e apresentação destes recursos.

Agradecimentos

Agradeço a você por sua atenção e visita ao meu blog. Fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Nos encontramos no próximo post da sessão Dica do Mês a ser publicado no mês de setembro.

Valeu, bom final de noite….

Script Challenge – 2018 – Post 14


Boa tarde comunidade…

Tudo bem? Sexta – feira dia 29/06 estamos no inverno, graças a deus aquele friozinho diminui muito nos últimos dias, eu particularmente gosto do frio, principalmente acompanhado da minha família e do leite quente, chocolate e aquela sopinha no final da tarde que somente minha “pequena” Fernanda sabe fazer.

Introdução

Os posts publicados nesta sessão tem o objetivo de desafiar o visitante a descobrir o que um determinado script pode fazer ao ser executado, e não somente isso, mostrar como podemos aprender com o uso da linguagem Transact-SQL e sua vasta coleção de comandos, funções e instruções adicionadas a cada nova versão ou atualização do Microsoft SQL Server.

Se você ainda não conhecia a sessão Script Challenge, fique tranquilo vai ter a possibilidade agora mesmo, como também a cada 4 meses poder desfrutar de um novo desafio e sua respectiva resposta, por isso esta sessão é denominada Script Challenge(Script Desafio ou Desafio do Script), bom a melhor forma de traduzir eu deixo para você escolher.

Seguindo um frente….

Gostaria de destacar mais uma vez duas mudanças iniciais implementadas na sessão Script Challenge tendo como base o post publicado em outubro de 2017, sendo elas:

  1. Como maneira ou forma de dificultar ainda mais o nível de complexidade do código, o bloco de código que representa o Script Challenge selecionado para compor o post será  apresentado no formato de imagem ou figura; e
  2. Algumas partes das linhas de código, trechos, ou partes de código serão omitidas, justamente como forma de tornar este código ainda mais desafiador.

Antes de destacar o script de hoje, não custa nada saber um pouco mais sobre esta sessão, por este motivo, quero lhe contar um pouco da história que cerca os posts relacionadas a ela…

Um pouco de História

Esta é uma sessão criado no final do ano de 2010 e mantida mensalmente até meados de 2012, desde então não me dediquei mais a mesma devido principalmente em não conseguir identificar possíveis scripts dentro da minha biblioteca que poderiam ser apresentados como um scripts considerados como desafio para os profissionais da área de banco de dados.

Mas acredito que nos últimos anos com o crescimento do Microsoft SQL Server, seu nível de evolução, amadurecimento e recursos adicionais, como também, meu nível de experiência profissional e acadêmica também evolui muito, sinto-me preparado para retornar com esta sessão e poder de forma bastante técnica, didática e conceitual poder lançar um “desafio” e responder o mesmo com muito segurança.

Outro detalhe importante, esta é uma sessão que foi criada, pensando em apresentar pequenos blocos de códigos oriundos da linguagem Transact-SQL que possam apresentar um nível de dificuldade e conhecimento técnico um pouco mais elevado, exigindo assim uma análise mais profunda e até mesmo a criação um pequeno cenário de teste para seu entendimento.

Vamos então conhecer o bloco de código selecionado para ser o Script Challenge deste post.


Script Challenge – 14

O bloco de código Transact-SQL selecionado para fazer parte do Script Challenge de hoje, esta relacionado com uma das atividades diárias exercidas por Administradores de Servidores, Desenvolvedores e logicamente por DBAs e Administradores de Banco de Dados. Bom não vou dizer a qual atividade eu me refiro, mas que ela apresenta uma importância muito grande para a vida de qualquer corporação, com certeza apresenta.

O desafio deste respectivo script, esta diretamente ligado com o impacto que o resultado obtido após sua execução e antes da realização da atividade poderá nos trazer, bem como, o mesmo torna-se uma útil ferramenta no que se relacionada a sobrevivência de nossos dados em caso de uma possível falha física.

Esta curioso para saber qual é esta atividade? Então não vou lhe responder, mas no final do post como de costume vou deixar um enquete para você expor sua opinião.

A seguir apresento o bloco de código:

Figura 1 – Short Script 14.

Muito bem, nosso Script Challenge esta apresentado, e ai você preparado para mais este desafio?

Tenho a certeza que sim!


Sua participação

Legal, agora quero conter com a sua participação, me ajudando a responder este post, outra grande novidade que estou adicionando aos post da sessão Script Challenge será uma pequena enquete com possíveis respostas para identificar qual é a correta relacionada com o desafio apresentado através do bloco de código selecionado para este post, desta forma, apresento a seguir a Enquete – Script Challenge – 14 e suas alternativas de resposta:

Seguindo em frente, já conhecemos o Script Challenge selecionado, sua enquete e relação de opções de resposta, fica faltando somente a sua participação, algo que eu tenho a certeza que vai acontecer rapidamente.

Durante quanto tempo posso participar…

Outra grande mudança na sessão Script Challenge é seu tempo de publicação “validade”, anteriormente os posts desta sessão eram publicados mensalmente ou bimestralmente, agora serão publicados em um período mais longo, ou seja, a cada 4 meses estarei compartilhando com vocês novos posts dedicados exclusivamente para esta sessão.

Desta forma, você terá mais tempo para participar e me ajudar e encontrar a resposta correta para este desafio, enviando suas possíveis sugestões, críticas e até mesmo alternativas de resposta para minha enquete.

Posts anteriores

Caso esta seja a primeira vez que você acessa um post desta sessão, fico muito feliz e aproveito para compartilhar os posts mais recentes:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/10/26/script-challenge-2017-o-retorno/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/03/01/script-challenge-13-a-resposta/


Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que o retorno desta sessão e o conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possam ser úteis e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em outubro de 2018 em mais um post da sessão Script Challenge.

Sucesso, mais uma vez obrigado por sua visita, espero que você tenha gostado deste post.

Fique a vontade para conhecer demais publicados até o presente momento nas demais sessões.

Abraços.

Microsoft SQL Server Management Studio 17.8 liberado


Em anuncio oficial, A Microsoft apresentou em seu blog a nova versão do Microsoft SQL Server Management Studio 17.8, conhecida por muitos profissionais de tecnologia pela sigla SSMS.

O SSMS combina um amplo grupo de ferramentas gráficas com vários editores de script avançados para fornecer acesso para desenvolvedores e administradores de todos os níveis de conhecimento ao SQL Server, além disso, através desta ferramenta você vai encontrar um ambiente totalmente integrado com os mais diversos serviços e recursos existentes no Microsoft SQL Server.

Vale ressaltar que desde a versão 2016 do Microsoft SQL Server, o time de engenheiros e desenvolvedores da Microsoft, decidiram superar a dependência do Management Studio da versão do SQL Server, sendo assim, deste então independente da versão do Microsoft SQL Server instalado é possível utilizar e instalar versões superiores ou não do Management Studio, tornando-se então um novo produto independente do SQL Server.

A partir da versão 17, o Microsoft SQL Server Management Studio apresenta um novo ícone que faz referência a esta ferramenta substituindo justamente o ícone utilizado pelas versões anteriores do Management Studio específicos de cada versão do Microsoft SQL Server.

A Figura 1 abaixo apresenta este novo ícone:

Figura 1 – Novo ícone utilizado pelo Microsoft SQL Server Management Studio a partir da versão 17.

Para realizar download do Microsoft SQL Server Management Studio 17.8, utilize um dos links apresentados abaixo:

Download SQL Server Management Studio 17.8

Download SQL Server Management Studio 17.8 Upgrade Package (upgrades 17.x to 17.8)

Após a instalação desta nova versão o Microsoft SQL Server Management Studio terá sua número de versão evoluído para: 17.8 e seu release build para: 14.0.17276.0. Dentre os bugs e melhorias implementadas nesta nova versão a Microsoft destaca correções específicas para editor de querys, nova interface para scripts e suporte a propriedade AUTOGROW_ALL_FILES, entre outras inovações.

Caso queira saber mais sobre esta versão, sua lista de correções e melhorias, acesse: https://docs.microsoft.com/en-us/sql/ssms/download-sql-server-management-studio-ssms?view=sql-server-2017

Esta nova versão do SSMS 17.8 esta disponível para as versões do Mirosoft SQL Server versão 2008 até 2017, é compatível com as versões 64 bits do Windows 7, Windows 8/8.1, Windows 10, Windows Server 2008 R2, Windows Server 2012, Windows Server 2012 R2 e Windows Server 2016 e também suporta o SQL Analysis Service PaaS.

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft – Docs SQL Tools SQL Server Management Studio (SSMS) – 21/06/2018.

Microsoft disponibiliza nova versão do System Center Management Pack para SQL Server


A Microsoft anunciou ontem dia 05/06 em seu blog SQL Server Release Services a nova versão do System Center Management Pack v7.0.5.0 Preview compatível com as versões: 2017, 2016, 2014, 2012, 2008 e 2008 R2 do Microsoft SQL Server.

Através do Management Pack, Profissionais de Tecnologia, Administradores de Servidores, Administradores de Bancos de Dados e DBAs, terão a possibilidade de monitorar em tempo os respectivos bancos de dados, serviços como SQL Server Agent e outros componentes que compõem o System Center Operations Manager.

See the source image

Em seu anúncio a Microsoft, informa que o System Center Management Pack v7.0.5.0 Preview para SQL Server traz correções para múltiplos bugs, mudanças em alguns scripts, mudanças na severidade de alguns alertas, suporte para monitoramento de instâncias SQL Server Cluster localmente, suporte para monitoramento de SQL Server Integration Services.

A versão 7.0.5.0 Preview encontra-se disponível para download, através dos links:

System Center Management Pack 7.0.5.0 Preview para SQL Server 2008, 2012, 2014 e 2016.

System Center Management Pack 7.0.5.0 Preview para SQL Server 2017.

Há lista completa com todas as novidades e bugs corrigidos pode ser obtida acessando: https://blogs.msdn.microsoft.com/sqlreleaseservices/released-public-preview-for-sql-server-management-packs-update-7-0-5-0-and-ssrs-management-pack-update-7-0-6-0/

Fontes e Direitos Autorais: