18 sites e cursos em português sobre tecnologia e programação


Quase tudo grátis

Quer aprender a programar ou conhecer e se aprofundar em algum conceito de ciência da computação ou tecnologia no geral? Cursos sobre tudo isso existem aos montes, mas vários estão disponíveis apenas em inglês. Para facilitar um pouco o trabalho, então, separamos uma série de dezoito sites e aulas em português – sendo que apenas dois cobram pelas aulas. Veja mais sobre eles a seguir:

Codecademy

A versão em português da escola online de programação foi lançada há quase um ano e continua como uma boa opção. O site traz cursos gratuitos que parte do básico e vão até o avançado, começando pela linguagem de marcação HTML e chegando até PHP, Python e Ruby. As aulas são compostas de instruções (à esquerda) e de uma área para colocar os ensinamentos em prática (à direita). Há ainda opções de projetos, que podem ser concluídos em menos tempo e ajudam a colocar os conhecimentos para funcionar.

Dá para acessar por aqui.

Programaê

Iniciativa que foi reforçada no Brasil ao final do ano passado, o Programaê tem foco em jovens e não traz cursos próprios, mas sim uma coletânea de materiais de parceiros – como o já mencionado Codecademy, a KhanAcademy e o Code.org. As aulas, portanto, são mais introdutórias e ajudam a pegar os conceitos básicos de programação. O conteúdo está todo em português, o que facilita bastante.

Dá para acessar por aqui.

Microsoft Virtual Academy

Focado em produtos da Microsoft, a “escola” virtual e gratuita da empresa é cheia de tutoriais em português sobre aplicações de Windows 8 e Windows Phone. Há também informações sobre data centers, nuvem e mobilidade, entre outros assuntos que envolvem plataformas e serviços lançados pela empresa norte-americana.

O material está todo disponível aqui.

Code.org

Também voltado para crianças e parceiro do Programaê, o Code.org reúne quatro cursos de 20 horas com atividades para os pequenos a partir dos 4 anos. Há também materiais relacionados a Frozen e ao game Flappy Bird, além de uma área chamada de “Laboratório” para que os aprendizes de programador coloquem tudo que aprenderam em prática – e ainda confiram os projetos feitos por outras crianças.

Dá para saber mais por aqui.

Ciência da Computação 101

Um dos mais tradicionais cursos disponíveis no Coursera, o Ciência da Computação 101 é basicamente o que o nome sugere: uma introdução à ciência da computação. As aulas gravadas podem ser seguidas no ritmo do aluno (embora a recomendação seja fazer de 3 a 5 horas por semana), têm legendas em português e são ministradas pelo professor Nick Parlante, da conceituada Universidade Stanford. O material já está todo disponível na primeira vez que você acessar o curso.

Dá para saber mais por aqui.

Desenvolvimento de games em HTML5

Assim como o curso anterior, o de desenvolvimento de games em HTML5 pode ser feito no seu ritmo. As aulas são ministradas por dois funcionários do Google e focam nos principais pontos envolvidos na criação de um jogo. Elas não são básicas, e é bom levar consigo algum conhecimento prévio. Os vídeos estão em inglês, mas há opção de legenda em português, e o curso é grátis – mas o certificado não.

Para saber mais, clique aqui.

Introdução à Programação interativa em Python Partes 1 e 2

Divido em duas partes, este curso introdutório foca na linguagem Python e no desenvolvimento de aplicações simples – games clássicos, na verdade, como Pong, Blackjack e Asteroids. Segundo a descrição, o método de ensino é baseado nesses projetos, e as aulas seguem um cronograma. Elas começaram no último dia 13, e são recomendadas de 7 a 10 horas de estudo semanais – então ainda dá para alcançar a classe. O áudio das aulas está em inglês, mas há opções de legendas em português.

Dá para saber mais aqui e aqui.

Introdução à Lógica

Programação e computação não valem muito sem a parte lógica, e o que este curso se propõe a fazer é dar uma introdução a seus conceitos. Segundo a descrição, as aulas ensinarão a “formalizar informações e a justificar para produzir conclusões lógicas”. Haverá também análises da tecnologia lógica e de suas muitas aplicações possíveis. As classes, porém, só terão início em setembro deste ano.

Dá para saber mais por aqui.

Curso em Vídeo

Obra do professor carioca Gustavo Guanabara, o CursoEmVídeo traz aulas sobre HTML5, Algoritmos, PHP e Photoshop Creative Cloud. Todas podem ser acompanhadas de graça diretamente pelo YouTube ou no site, que exige um cadastro e oferece uma série de materiais para consultar no decorrer do curso.

Dá para saber mais aqui.


Desenvolvimento Web Mobile

Disponível no Udacity e com legendas em português, o curso foca na construção de “experiências mobile”, daquelas que se adaptam ao tamanho da tela do usuário e são feitas para o uso displays sensíveis ao toque. O curso também envolve ferramentas relacionadas ao desempenho, que ajudarão entender como as redes móveis, a bateria e outros aspectos afetam o desenvolvimento de aplicações. As aulas são dadas por dois funcionários do Google.

Dá para saber mais por aqui.

KhanAcademy: JavaScript, HTML e CSS

As aulas da KhanAcademy seguem a linha do Codecademy, mas têm bem mais vídeos. Elas focam na introdução a linguagens de programação e marcação e depois partem para partes mais avançadas, como desenvolvimento de jogos. Há também laboratórios virtuais para tirar projetos do papel e testar seus conhecimentos – que ainda podem ser discutidos com outros alunos em um fórum interno.

Dá para saber mais aqui.

KhanAcademy: Ciência da Computação

Quer algo menos focado nas linguagens? Os cursos de Ciência da Computação na KhanAcademy giram em torno de conceitos como criptografia e algoritomos, partindo da cifra de César e chegando na RSA e nos algoritmos aleatorizados. Há também lições sobre teoria da informação, que são verdadeiras aulas de história. O material, assim como o dos cursos de linguagens, está em português, assim como as legendas dos vídeos.

Para saber mais, clique aqui.

Busca na Web: Tecnologia, Sociedade e Negócios

Esta coletânea de vídeo-aulas do Veduca, acessíveis gratuitamente e com legendas em português, dão uma ideia de como engines de busca foram criadas e ainda funcionam. Já um pouco “antigas”, as palestras são ministradas por Sergey Brin, Bradley Horowitz (então diretor do Yahoo! e hoje no Google) e Peter Norvig (também do Google), entre outros nomes, que falam de suas experiências e dão algumas valiosas explicações – que vão exigir um tanto de conhecimento técnico, no entanto. O site não oferece materiais complementares.

Para saber mais, clique aqui.

TecnoHour – Coleção: Swift

Derivada do ObjC, a linguagem de programação Swift foi introduzida pela Apple para ser a padrão das aplicações de OS X e iOS. E se você quer aprender um pouco mais sobre em videoaulas, as do TecnoHour podem ser úteis. Elas estão disponíveis de graça e em português – mas vale ressaltar que o uso dos materiais de apoio, que não são grátis, é recomendável. 

Dá para saber mais por aqui.

Plugge

Outro site brasileiro, o Plugge tem uma boa variedade de cursos, do básico ao avançado, sobre design gráfico, web design, programação e motion design e games. Há aulas sobre Photoshop, InDesign, design responsivo, JavaScript, Unreal Engine e vários outros – mas nenhum gratuito. Para acessar as lições, é preciso comprar o curso ou assinar pacotes de 90, 180 ou 365 dias, cujos valores vão de 139 a 272 reais e dão acesso a todos os materiais.

Saiba mais por aqui.

Linguagem R

Com legendas em português, os vídeos do curso dão uma introdução à linguagem de programação e ambiente de software R, usados na análise de dados e seus bancos por estatísticos e “mineradores”. Pelo programa, as aulas começam abrangentes, dando um panorama e explicando conceitos, e depois passam a especificar e detalhar funções. O curso começa em 2 de março.

Para saber mais, clique aqui.

Aprendizagem Automática

O curso dá introduções aos conceitos de “machine learning” – como é chamada a aprendizagem automática em inglês – e a outros ligados a ele, como mineraração de dados e reconhecimento de padrões. As aulas giram em torno de aprendizado supervisionado ou não e às boas práticas da área, apresentando estudos de caso e mostrando como aplicar algoritmos de aprendizagem na construção de robôs. As classes começaram no mês passado, mas vão até abril – então talvez ainda dê tempo de alcançar os outros alunos. Em último caso, todo o material deve permanecer disponível. Os vídeos estão em inglês, mas há opções de legenda em português.

Dá para saber mais por aqui.

C, Java e HTML Progressivos

Em português, os três sites trazem tutoriais de C, Java e HTML. Há aulas básicas, que introduzem os conceitos, há sequências de lições sobre testes e laços, ponteiros em C e orientação a objetos em Java, mais avançadas. Os textos estão disponíveis de graça, mas alguns materiais recomendados que podem ajudar.

Para saber mais, clique aqui (C), aqui (Java) ou aqui (HTML).

Bônus: iHeadGo

O site iHeadGo fica com a menção honrosa na lista, e mais por não estar disponível em português. Ele traz uma coleção enorme de simulados para provas de certificação da Microsoft, da Cisco, da IBM e de diversas outras empresas, todos disponíveis de graça. Se você pretende tirar alguma em breve, talvez valha a pena exercitar o inglês e dar uma olhada.

Dá para saber mais aqui.

Fontes e Direitos Autorais: InfoExame.com –  – 16 de Fevereiro de 2015.

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MICROSOFT AZURE SE TORNA SERVIÇO ‘AMIGÁVEL’ PARA SITES DE PISHING


A empresa de segurança e internet Netcraft revelou que o Microsoft Azure está se tornando um serviço de hospedagem popular para sites de pishing.

Microsoft Azure se torna serviço 'amigável' para sites de pishing

SITES DE PISHING COMEÇAM A USAR WINDOWS AZURE

A Netcraft identificou alguns exemplos que eles chamam de “flagrantes de serviços direcionados para empresas conhecidas”, que você confere abaixo:

  • itune-billing2update-ssl-apple.azurewebsites.net (Apple)
  • paypalscurity.azurewebsites.net (PayPal)
  • www22online-americanexpress.azurewebsites.net (American Express)
  • 3seb-verifiedbyvisa.azurewebsites.net (Visa)
  • login-comcastforceauthn.azurewebsites.net (Comcast)
  • cielo-2014.cloudapp.net (Cielo)

Para atrair desenvolvedores web, a Microsoft fez com que ferramentas gratuitas fossem disponibilizadas por um período determinado de avaliação. E este período é o suficiente para que um site de pishing seja criado.

Além de 30 dias gratuitos de hospedagem e um crédito de US$ 200 em encargos no Azure, os desenvolvedores podem obter subdomínios gratuitos azurewebsites.net da Microsoft, um certificado SSL livre, endereços de e-mail gratuitos e um proxy de anonimato livre.

Um problema com isso são os certificados SSL gratuitos fornecido pela Microsoft, que não vêm com uma resposta de Online Certificate Status Protocol (OCSP), que não podem ser modificados em muitos programas, como os da Fundação Mozilla.

Os phishers não tem usado os recursos mais sofisticados do Azure, mas se eles quisessem, poderiam ter acesso a bases de dados do SQL Server, dispositivos móveis, streaming de mídia e grande análises de dados.

A Netcraft, porém, diz que a Microsoft tem alguns recursos para rastrear quem realiza a prática de pishing, principalmente com o fato de ser necessário fazer uma chamada telefônica no ato de registro no Microsoft Azure.

Fontes e Direitos Autorais: FLÁVIO CROFFI – 1 MAI 2014 | 1:00 PM

Na mira de cibercriminosos, Apple enfrenta 200 mil ataques diários e invasão a site


Daniela Arrais, 30, abriu seu e-mail no último dia 20 e encontrou uma mensagem automática supostamente enviada pela Apple pedindo para ela confirmar os dados de sua conta dentro de 24 horas, pois seu acesso aos serviços da empresa estava “temporariamente congelado”.

Preocupada com o prazo, a empresária clicou no link indicado e foi levada a um site quase idêntico ao da Apple, que apresentava campos nos quais ela devia inserir informações pessoais, como endereço, número de telefone e cartão de crédito.

Arrais só desconfiou que aquilo poderia ser uma armadilha quando percebeu que o site requisitava também a senha de sua conta. Perguntou para um amigo sobre a credibilidade da mensagem e a enviou para a lixeira.

Por pouco ela não entregou informações confidenciais a cibercriminosos e se tornou uma vítima de phishing (tentativa de enganar usuários para obter seus dados, seja por e-mails ou sites falsos).

“A mensagem era parecida com as outras que recebo da Apple. Não era nada tosca”, a empresária se recorda. “Se eles tivessem acesso ao meu endereço e às informações do meu cartão de crédito, eu entraria em pânico.”

De acordo com uma pesquisa da empresa de segurança digital Kaspersky Lab, a média diária de ameaças de phishing voltadas a usuários da Apple disparou para 200 mil em 2012, sendo que no ano anterior apenas mil casos eram detectados a cada dia.

O estudo mostra ainda que esse número pode crescer em quase 500% quando a empresa anuncia alguma grande novidade. Em 6 de dezembro de 2012 –dois dias após a companhia expandir sua loja virtual iTunes Store para 50 países–, por exemplo, a Kaspersky Lab detectou 939,5 mil ocorrências desse tipo de fraude eletrônica.

Os criminosos também se aproveitam de brechas de segurança envolvendo a fabricante de iPhones e iPads para intensificar os ataques e tentar fisgar algum peixe assustado e desatento.

Foi o que aconteceu entre 18 e 26 de junho, período durante o qual o site de desenvolvedores da Apple foi tirado do ar pela empresa devido a uma invasão, que pode ter revelado dados de algumas pessoas cadastradas.

Após o incidente, usuários do Twitter começaram a reportar uma onda de mensagens e sites falsificados em busca de “alteração de senha” e “confirmação de informações pessoais”.

Editoria de Arte/Folhapress

DIA DA CAÇA

Especialistas em segurança digital atribuem o aumento de ameaças virtuais que têm como alvo usuários da Apple à crescente popularidade dos aparelhos da companhia, em especial os dispositivos móveis.

“Esses produtos são objetos de desejo de muita gente”, afirma Fabio Assolini, 33, analista de malware da Kaspersky Lab no Brasil. “Hoje é muito mais comum ver pessoas com iPhones do que antigamente, e isso chama a atenção dos criminosos.”

No mês passado, a Apple confirmou essa tendência ao divulgar os resultados de seu terceiro trimestre fiscal, que vai de abril a junho.

Embora a venda de iPads tenha caído de 17 milhões para 14,6 milhões de unidades, a companhia bateu um recorde de smartphones vendidos durante o período, com 31,2 milhões de iPhones comercializados –um aumento de 20% em relação ao mesmo trimestre em 2012.

Segundo Assolini, o fato de os donos de iOS comprarem mais aplicativos que os de Android é outro atrativo para os criminosos.

“Desenvolvedores que trabalham tanto com o sistema operacional da Apple quanto com o do Google sabem que a primeira plataforma é mais lucrativa”, diz.

Logo, no pensamento dos criminosos, existem mais chances de encontrar informações bancárias –com contas mais rechonchudas– atreladas a uma Apple ID.

COM MALÍCIA

Ataques de phishing não são a única ameaça a donos de iPhones e iPads: softwares maliciosos também podem dar uma baita dor de cabeça.

Quando o assunto é segurança, “o comportamento do consumidor conta muito”, afirma Nelson Barbosa, 33, especialista em segurança digital da Norton, da Symantec.

Ele se refere aos usuários que recorrem ao “jailbreak”, um método que atropela restrições de dispositivos da Apple e libera a instalação de apps não autorizados por ela.

Para isso, o procedimento desabilita recursos de segurança do iOS, tornando-o mais vulnerável e abrindo portas para a raiz do sistema.

“O software de origem desconhecida que você baixa fora da loja oficial da Apple pode roubar seus dados bancários, gerar phishing para seus contatos e causar outros danos”, afirma Barbosa.

As ameaças, no entanto, não se restringem a quem faz “jailbreak”. Mesmo com a triagem realizada pela Apple para manter aplicativos maliciosos longe de seus usuários, é possível encontrar malwares na App Store.

No ano passado, por exemplo, a Apple aprovou a distribuição de um aplicativo russo chamado “Find and Call”.

O programa acessava os contatos gravados no iPhone e, sem pedir permissão, disparava spam para todos os números de telefone e endereços de e-mail da lista. As mensagens eram enviadas no nome do dono do aparelho –o que dava a impressão de serem de origem confiável.

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia também descobriram, em junho, que era possível instalar softwares maliciosos em iPhones e iPads por meio do uso de carregadores falsos.

A Apple tomou conhecimento dessa vulnerabilidade e afirmou que ela será corrigida para todos os usuários na próxima atualização de seu sistema operacional.

Ao impedir que empresas desenvolvam antivírus para o iOS, “a Apple se compromete a proteger os usuários”, diz Assolini. “No geral, ela tem feito isso bem, mas, como podemos perceber, há falhas.”

Procurada pela Folha, a Apple não se pronunciou.

Fontes e Direitos Autorais: Folha de São Paulo – Tecnologia – ANDERSON LEONARDO.

Site da Microsoft compara iPad com tablets com Windows


São Paulo – A Microsoft criou um site que compara as características dos tablets com Windows com o iPad. A ação é semelhante ao comercial recém-lançado pela empresa, que compara o tablet da Apple com o aparelho da Asus.

O site já está no ar. Entre os modelos com Windows estão Dell XPS 10, Asus VivoTab Smart, HP Envy x2 e o Surface RT, comparados com o iPad 4 de 32GB e 64GB.

Entre os quesitos comparados pela Microsoft estão espessura, bateria, peso, tamanho da tela, entradas (como microHDMI e microSD) e compatibilidade com impressoras. Também são avaliados armazenamento na nuvem, possibilidade de editar documentos no Microsoft Office, múltiplas contas, quantidade de aplicativos vistos ao mesmo tempo e preço.

Segundo a avaliação da Microsoft, a principal vantagem dos tablets com Windows são as entradas. Isso porque no iPad é preciso comprar um acessório separado para ter portas microHDMI e microSD. Impressoras, pacote Office, número de contas e blocos de aplicativos também parecem se destacar nos tablets com o sistema operacional da Microsoft.

Em alguns quesitos o resultados varia, como o peso ou a bateria. Enquanto o iPad tem tela de 9,7 polegadas, alguns tablets têm modelos de 7 ou 8 polegadas. A microsoft chega a admitir que o Surface perde em alguns quesitos.

Aparentemente, o objetivo da Microsoft com a estratégia é mostrar que os tablets com Windows podem ser mais baratos que um iPad. O site não é a única estratégia. Em um anúncio de 30 segundos, um tablet com o sistema Windows 8 já foi colocado lado a lado com o iPad.

Fontes e Direitos Autorais: , de INFO Online • Sábado, 01 de junho de 2013 – 10h58

Após acordo, iate de Steve Jobs é liberado


Iate de Steve Jobs está livre para seguir viagem.

Bruxelas – O iate de Steve Jobs, embargado na sexta-feira, por ordem de um tribunal de Amsterdã, foi liberado após um acordo entre os herdeiros do fundador da Apple e o designer do interior da embarcação, Philipee Starck, segundo informou um representante da família de Jobs ao jornal “Het Financieele Dagblad”.

Starck havia processado os herdeiros de Steve Jobs perante a Justiça holandesa por uma suposta falta de pagamento de uma fatura e conseguiu o embargo do navio, batizado “Venus” e de cerca de 80 metros de comprimento.

O designer, segundo o jornal, solicitava 9 milhões de euros por seu trabalho, enquanto a outra parte considerava que seus honorários haviam sido fixados em 6% do custo total do navio.

A diferença está no fato que o preço estimado originalmente era de 150 milhões de euros e a construção finalmente teria custado 100 milhões.

O criador da Apple, que morreu de câncer em outubro de 2011, nunca chegou a utilizar o iate, que foi entregue há apenas dois meses.

Fontes e Direitos Autorais: 

Por  

• Terça-feira, 25 de dezembro de 2012 – 12h17.

Microsoft lança serviço Xbox Music para concorrer com Apple


São Paulo – A Microsoft anuncia nesta terça-feira seu novo serviço de rádio e venda de música pela internet, o chamado Xbox Music, que procura concorrer com empresas já estabelecidas em diferentes setores da distribuição musical.

Amanhã, o novo serviço já estará disponível no console Xbox e, a partir do próximo dia 26, na nova versão do sistema operacional Windows 8, indicou a gigante tecnológica em um comunicado divulgado na última madrugada.

Com a criação do Xbox Music, a Microsoft competirá com os grandes serviços de venda de música digital pela internet, como os da Apple e da Spotify, e com rádios online, como a Pandora.

Segundo Microsoft, seu novo serviço buscará combinar em uma só porta todas as possibilidades de escuta gratuita, seja downloads pagos ou subscrição.

“Há muitos serviços separados que funcionam bem, mas, hoje em dia, não há um só que combine e reúna todas as possibilidades”, afirmou Yousef Mehdi, vice-presidente da Microsoft para Estratégia de Entretenimento Interativo.

O Xbox Music permitirá aos ouvintes escutar canções e álbuns, criar listas de música preferida e baixar legalmente as obras que desejarem. Como se trata de um serviço em nuvem, os usuários poderão escutar as músicas selecionadas de qualquer lugar e usando qualquer tipo de dispositivo.

O novo serviço da Microsoft virá pré-instalado com o Windows 8 e, em breve, também estará disponível como aplicativo para smartphones através dos sistemas operacionais Android e iOS.

Fontes e Direitos Autorais:  • Segunda-feira, 15 de outubro de 2012 – 09h05.

Apple licenciou patentes para Microsoft, declara executivo


San Jose – A Apple licenciou à Microsoft patentes premiadas de design, mas com acordo anticlonagem para evitar imitação do iPhone e do iPad, afirmou nesta segunda-feira um executivo da Apple.

O diretor de Licenciamento de Patentes da Apple, Boris Teksler, deu essa declaração em um dos mais importantes julgamentos sobre tecnologia em anos, em que a companhia norte-americana acusa a Samsung de plagiar o iPhone e o iPad, enquanto a sul-coreana acusa a concorrente de infringir várias patentes de tecnologia wireless.

A Apple procurou a Samsung em 2010 na esperança de fazer acordo para licenciamento de patentes antes de brigarem nos tribunais.

Teksler afirmou que a Apple ofereceu o licenciamento de uma série de patentes, embora tivesse uma categoria de patentes altamente protegidas, relacionadas ao que ele chamou de “experiência única de usuário”.

Essa categoria incluía patentes que estão em disputa no processo, como as relacionadas ao visual de iPhone e iPad. Teksler declarou na semana passa aos jurados que poderia contar “nos dedos” as vezes que a Apple licenciou tais patentes.

As negociações entre Apple e Samsung não resultaram em nenhum acordo de licenciamento e a primeira companhia entrou com processo em San Jose (Califórnia) em abril de 2011.

A decisão de licenciar as patentes de design à Microsoft não feria a estratégia da Apple porque proibia fazer imitações, disse Teksler.

“Não havia nenhuma autorização relacionada a essas patentes para fazer clones de qualquer tipo”, afirmou o diretor.

Fontes e Direitos Autorais:  • Segunda-feira, 13 de agosto de 2012 – 15h13.

Co-fundador da Apple se diz fã do Windows Phone e do Lumia 900


Em entrevista concedida ao site A New Domain, o co-fundador da Apple, Steve Wozniak, apresentou as suas impressões sobre o smartphone Nokia Lumia 900. Woz não só rasgou elogios ao celular, mas se mostrou um fã principalmente do seu sistema operacional, o Windows Phone.

Steve Wozniak faz elogios rasgados ao Nokia Lumia 900 e ao Windows Phone em entrevista (Foto: Reprodução/Engadget)Steve Wozniak faz elogios ao Nokia Lumia 900 e ao Windows Phone (Foto: Reprodução/Engadget)

Wozniak encarnou um garoto-propaganda da Nokia e da Microsoft, e elogiou abertamente a plataforma móvel Windows, destacando sua aparência visual simples. O programador destacou que o Windows Phone é “bonito e intuitivo”, e que sua experiência de uso é “encantadora”, com uma interface bem superior à de seus concorrentes – incluindo a do iOS, presente no iPhone.

O co-fundador da Apple deixa claro que o iPhone ainda é o seu telefone favorito, mas afirma que vai adicionar o Nokia Lumia 900 à coleção de smartphones que o acompanha diariamente – que já conta com dois iPhones 4S e com um Motorola Droid RAZR. Apesar dos elogios, porém, o executivo deixa claro que a plataforma Windows Phone ainda pode melhorar, principalmente nos seus recursos de controle de voz e em outros pequenos detalhes de sua funcionalidade.

Wozniak conclui a sua avaliação com mais uma de suas declarações divertidas. “Suponho que a Microsoft contratou alguém da Apple e investiu muito dinheiro no desenvolvimento da interface gráfica e na aparência de alguns aplicativos vitais. Também imagino que Steve Jobs acabou ‘reencarnando’ na Microsoft pelo que vejo e sinto, pois esse telefone me faz lembrar um monte de grandes produtos da Apple”, polemiza.

Via Engadget

Fontes e Direitos Autorais: Eduardo Moreira Para o TechTudo –02/05/2012 16h32 – Atualizado em 02/05/2012 16h33

Apple investiga problema em Wi-Fi de novos iPads


Após lidar com críticas e reclamações de usuários nas últimas semanas sobre problemas com a bateria e o superaquecimento do novo iPad, a Apple agora enfrenta outra possível falha em seu mais recente tablet: no Wi-Fi.

Documento obtido pelo 9TO5Mac, site especializado em produtos da marca, revela que o modelo do aparelho sem 4G pode apresentar problemas no Wi-Fi, entre eles conexão intermitente, baixa velocidade e não visualização de redes Wi-Fi existentes (ver documento, em inglês).

Documento interno da Apple relata problemas em modelo Wi-Fi do novo iPad; aparelho tem apresentado problema no sinal de internet
Documento interno da Apple relata problemas em modelo Wi-Fi do novo iPad com sinal de internet

No comunicado interno, A Apple diz que centrais de relacionamento e lojas nos Estados Unidos devem recolher os aparelhos que apresentarem o problema.

O fórum on-line de suporte da empresa tem um tópico com mais de 65 mil visualizações e 700 comentários sobre problemas com o sinal de Wi-Fi do novo tablet.

A Apple não se pronunciou oficialmente até o momento.

Fontes e Direitos Autorais: Folha.com – 05/04/201214h56

MS pode lançar Office para iPad junto com iPad 3


 

São Paulo – Uma debate baseado quase totalmente em rumores vem movimentando tanto fãs da Apple como usuários dos produtos da Microsoft: a empresa de Redmond estaria preparando uma versão do Office para iPad? Há alguns dias, o jornalThe Daily divulgou ter visto protótipos dos aplicativos quase prontos para o lançamento. A Microsoft respondeu que as imagens publicadas pelo noticiário eram falsas, mas não negou a existência do software.

Não há nenhuma certeza de que esses aplicativos vão, mesmo, virar realidade. Mesmo assim, começa a surgir a expectativa de que o Office para iPad seja apresentado durante o evento de lançamento do iPad 3, que a Apple deve realizar nas próximas semanas. A Microsoft já tem alguns aplicativos para iPhone e iPad, incluindo versões para iOS do OneNote, software para organização de informações que faz parte do pacote Office.

Segundo The Daily, estão a caminho edições para iOS dos três aplicativos principais do Office: o processador de textos Word, o editor de apresentações PowerPoint e o aplicativo de planilhas Excel, além de uma nova versão do OneNote. Esses apps teriam elementos da linguagem de design Metro, usada na elaboração da interface com o usuário do Windows 8 e do Windows Phone 7.

Por que o iPad

A notícia, naturalmente, traz algumas dúvidas. A Microsoft se prepara para lançar seu próprio sistema operacional para tablets, o Windows 8. Rodar aplicativos típicos de PC pode ser um diferencial desse sistema, especialmente para uso corporativo. Por que, então, a empresa iria oferecer os apps para o tablet rival?

O fato é que o Windows 8 ainda vai demorar. Os primeiros tablets com esse sistema só devem chegar às lojas no final do ano. E, ainda que façam sucesso (algo de que muita gente duvida), eles só devem atingir uma base instalada significativa depois de vários meses nas lojas. A Microsoft pode ter percebido que, se esperar o Windows 8 para lançar o Office para tablets, ela pode perder usuários para os aplicativos concorrentes da Apple e do Google. Lançar já uma edição para o iPad seria uma maneira de tentar evitar isso.

O lado da Apple

A expectativa de que o anúncio dos apps seja feito durante a apresentação do iPad 3 traz outra dúvida: por que a Apple traria sua rival ao palco para falar de aplicativos que vão competir com seus títulos da série iWork? O fato é que empresas habituadas com o Office relutam em adotar Numbers, Pages e Keynote, os aplicativos da Apple correspondentes a Excel, Word e PowerPoint, respectivamente. Apps alternativos, como Documents to Go e QuickOffice, também são raros nas empresas.

Os títulos da Microsoft, amplamente usados nas corporações, podem tornar o iPad mais palatável a elas. É algo que, obviamente, interessa à Apple. Ocupar logo um espaço no mundo corporativo seria uma maneira de evitar que os tablets com Android ou aqueles baseados no Windows 8 cheguem primeiro a ele.

Resumindo, parte da resposta às questões trazidas pelo suposto Office para iPad está no inimigo comum que Apple e Microsoft possuem – o Google. A Microsoft é líder em aplicativos de escritório, mas o Google tem avançado com seus Google Apps. A Apple ainda não encontrou um rival à altura na área de tablets. Mas o Android já é líder em smartphones e ganha espaço, aos poucos, nos tablets. Qualquer manobra contra o Google faz sentido para as duas empresas.

Fontes e Direitos Autorais: Maurício Grego, • Sábado, 25 de fevereiro de 2012 – 10h16.

Tuiteiros gostam mais do Windows 8 que do iOS



Tela inicial do Windows 8, com a interface Metro

Quase dois terços (63%) das pessoas que comentam sobre o Windows 8 no Twitter consideram que o sistema é melhor que o iOS.

A medição foi feita nos Estados Unidos pela Mashwork, empresa que faz pesquisas de mercado monitorando opiniões postadas em mídias sociais. Nesse caso, a análise foi feita entre 15 de junho e 22 de setembro, com quase 66000 mensagens do Twitter. Cerca de 42% das opiniões foram colhidas durante a conferência Build, realizada este mês, quando a Microsoft  liberou a previsão do Windows 8 para desenvolvedores.

Em termos de hardware, um dos pontos que mais causaram interesse foi saber que o Windows 8 vai rodar em tablets. Esse detalhe é considerado bem-vindo, uma vez que as conversas tendem a ver o PC como algo negativo . Entre as características do sistema, as mais comentadas foram a prometida redução do tempo de inicialização, a integração com o Xbox Live, a nova interface chamada Metro e a anunciada loja de aplicativos do Windows.

No cotejo com outros sistemas operacionais, 63% dos tuiteiros acham o Windows 8 melhor que o iOS, mas 37% entendem justamente o contrário. Em relação ao Android (comparação que só se aplica aos tablets), praticamente todas as opiniões são favoráveis ao Windows 8.

Naturalmente, essas impressões representam pouco para o Windows 8, que tem ainda um longo caminho a percorrer. A Microsoft não fala em datas, mas os especialistas acreditam que o sistema não desembarcará nas lojas antes do segundo semestre de 2012. Até lá, o sistema deverá passará por muitas mudanças.

Se a pesquisa da Mashwork vale para alguma coisa, pode ser para mostrar que pelo menos o Windows foi recebido inicialmente com boa margem de simpatia. Para saber mais sobre a versão preliminar do Windows 8, lançada para desenvolvedores, e sobre a estratégia da Microsoft em torno do novo sistema, confira a reportagem de capa da INFO de outubro, que circula esta semana.

Fontes e Direitos Autorais: INFO Online » Blogs » Estação Windows, Carlos Machado.

Windows 8 é aposta da MS para frear iPad


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Anaheim  – A Microsoft lançou seu novo tablet com uma versão teste do Windows 8 em sua conferência anual de esenvolvedores, para despertar entusiasmo sobre seu novo sistema operacional.

Os dispositivos são a primeira chance para pessoas que não fazem parte da Microsoft utilizarem o Windows 8, o nome temporário para seu novo sistema que inclui características específicas para telas sensíveis ao toque e tablets.

A companhia aposta que o novo sistema deterá a maré de consumidores que estão migrando para o iPad, da Apple. A Microsoft, cujos softwares funcionam em mais de 90 por cento dos computadores pessoais, precisa que o novo sistema atraia os desenvolverdores na esperança de que eles criem milhares de aplicativos para atrair usuários.

Ao mesmo tempo, a empresa precisa atrair um público mais jovem ligado à tecnologia e deter a marcha dos dispositivos da Apple. A expectativa é de que os fabricantes de tablets iniciem a venda de produtos com o Windows 8 no meio do próximo ano.

Fontes e Direitos Autorais: Reuters • Terça-feira, 13 de setembro de 2011 – 16h40.

Terão Apple e Microsoft o mesmo destino?


O novo CEO da Apple, Tim Cook, que possui a difícil missão de evitar a sina de Steve Ballmer.

São Paulo – Na semana passada, quando Steve Jobs repassou o cargo de CEO da Apple a Tim Cook, os acionistas da empresa ficaram preocupados. Não à toa. A empresa, a de maior valor de mercado do mundo, podia se desvalorizar. E foi o que aconteceu, com as ações caindo algo em torno de 3%.

E os acionistas devem temer mesmo a saída de Jobs. A história do setor de tecnologia mostra que quando um CEO importante vai embora, a empresa entra em parafuso. E a melhor história para exemplificar isso é a da Microsoft, que perdeu mercado e até o rumo (segundo alguns analistas) após a despedida do seu criador Bill Gates, em 1999 – que resolveu ir cuidar das ações sociais de sua fundação, a Bill Gates Foundation.

Na época da saída, o valor de mercado da Microsoft era estimado em 600 bilhões de dólares, o que a deixava como a mais valiosa do mundo. Porém, durante a gestão de Steve Ballmer, atual CEO da empresa, a Microsoft acumulou fracassos com seu sistema operacional, com o Vista; viu seu navegador, o Internet Explorer, perder participação de mercado para os concorrentes Firefox e Chrome; além de não emplacar no setor de dispositivos móveis – o Windows Phone ainda é uma promessa.

Depois de tanto revés, a Microsoft está avaliada em cerca de 216 bilhões (64% a menos do que no apogeu da era Gates). O que explica essa queda?

Basicamente, o toque de Midas de seus fundadores. Apesar de algumas ações contentáveis, como a falta de transparência de Gates e algumas parcerias contestáveis de Jobs (como a Foxconn, por exemplo), ambos aniquilaram seus concorrentes.

Aí fica uma dúvida: será quem Tim Cook, o novo CEO da Apple terá a mesma intuição de Jobs? Na Microsoft, Ballmer não conseguiu isso.

Outro ponto a ser observado na Maçã é que ela investe menos em pesquisa do que as concorrentes. Enquanto Microsoft e Sony destinaram 13,9 bi e 5,9 bilhões de dólares em busca de inovação, respectivamente, durante o ano de 2010, a Apple investiu apenas 2,7 bilhões de dólares – o que só reforça a genialidade de Jobs.

O investimento em pesquisa nem sempre assegura resultados certos e pode gerar perdas significativas.

Entretanto, pelo menos em curto prazo, a Apple deve continuar a ser a empresa de tecnologia mais prestigiada do mundo.

Para o analista de mercado para dispositivos de consumo da IDC Brasil, Bruno Freitas, a inovação é algo que já foi incorporado ao DNA da empresa. “Há algum tempo a inovação deixou de ser uma característica exclusiva dele para se espalhar por todo o time e cultura da empresa”, explica ele, apontando setores como designer, desenvolvimento de interface, software e serviços online como
diferenciais. Se ele está certo, só tempo irá dizer.

Fontes e Direitos Autorais: Vinicius Aguiari, de INFO Online – Terça-feira, 30 de agosto de 2011 – 11h24.

Site de pesquisa da Apple sofre ataque


// São Francisco – Um grupo de hackers chamado Anonymous reivindicou ter invadido um servidor da Apple e publicado um pequeno número de nomes de usuários e senhas que dão acesso a um dos sites da empresa de tecnologia.
O grupo anunciou no domingo através de sua conta no microblog Twitter que a Apple pode ser um alvo para hackers e divulgou dados como parte de sua campanha antisegurança na Internet batizada de “AntiSec”.

“A Apple pode ser alvo (de invasão) também. Mas não se preocupe, estamos ocupados em outro lugar”, disse o Anonymous em seu Twitter, onde postou um link sobre os dados hackeados no site de compartilhamento de texto Pastebin.

O grupo disse que os dados incluem 27 nomes de usuários e senhas para o site usado pela Apple para realizar pesquisas online.

Um porta-voz da Apple não quis comentar o assunto.

O Anonymous juntou-se ao grupo de hackers Lulz Security no fim de junho. O LulzSec, que ficou conhecido após invadir os sites da Sony, da CIA e da polícia britânica, entre outros, disse ter completado sua missão de interromper operações online de empresas e governos apenas por entretenimento.

Fontes e Direitos Autorais: Reuters • Segunda-feira, 04 de julho de 2011 – 18h24.

FBI já sabia de falha em iPad e iPhones


FBI já sabia de falha em iPad e iPhones
Mapa mostra localização de usuário de iPhone 4

O FBI, equivalente a Polícia Federal nos Estados Unidos, já tinha informações sobre a falha de privacidade em iPads e iPhones com versão 4.0 ou superior do iOS.

Um comunicado da polícia americana admite que o departamento já tinha ciência de que iPhones e iPads possuem um arquivo oculto em sua memória flash com os registros de localização dos usuários.

Para o FBI, este recurso não é especialmente vantajoso, já que sempre pode rastrear a localização de celulares e dispositivos que acessam à web acessando dados das empresas de telefonia. Para isso, no entanto, é necessário antes pedir autorização judicial.

No caso da falha de segurança de iPhones e iPads, não é preciso obter o OK da Justiça, mas sim ter o gadget do suspeito em mãos para colher esses dados.  Esta semana, pesquisadores revelaram que também alguns modelos do Android cometem a mesma falha de privacidade.

Em breve nota, a Apple afirmou que usuários que não desejem armazenar em seu gadget um histórico dos locais por onde passou, têm a opção de encriptar seus dados.

Fonte e Direitos Autorais: Felipe Zmoginski, de INFO OnlineDomingo, 24 de abril de 2011 – 18h20.