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18 sites e cursos em português sobre tecnologia e programação


Quase tudo grátis

Quer aprender a programar ou conhecer e se aprofundar em algum conceito de ciência da computação ou tecnologia no geral? Cursos sobre tudo isso existem aos montes, mas vários estão disponíveis apenas em inglês. Para facilitar um pouco o trabalho, então, separamos uma série de dezoito sites e aulas em português – sendo que apenas dois cobram pelas aulas. Veja mais sobre eles a seguir:

Codecademy

A versão em português da escola online de programação foi lançada há quase um ano e continua como uma boa opção. O site traz cursos gratuitos que parte do básico e vão até o avançado, começando pela linguagem de marcação HTML e chegando até PHP, Python e Ruby. As aulas são compostas de instruções (à esquerda) e de uma área para colocar os ensinamentos em prática (à direita). Há ainda opções de projetos, que podem ser concluídos em menos tempo e ajudam a colocar os conhecimentos para funcionar.

Dá para acessar por aqui.

Programaê

Iniciativa que foi reforçada no Brasil ao final do ano passado, o Programaê tem foco em jovens e não traz cursos próprios, mas sim uma coletânea de materiais de parceiros – como o já mencionado Codecademy, a KhanAcademy e o Code.org. As aulas, portanto, são mais introdutórias e ajudam a pegar os conceitos básicos de programação. O conteúdo está todo em português, o que facilita bastante.

Dá para acessar por aqui.

Microsoft Virtual Academy

Focado em produtos da Microsoft, a “escola” virtual e gratuita da empresa é cheia de tutoriais em português sobre aplicações de Windows 8 e Windows Phone. Há também informações sobre data centers, nuvem e mobilidade, entre outros assuntos que envolvem plataformas e serviços lançados pela empresa norte-americana.

O material está todo disponível aqui.

Code.org

Também voltado para crianças e parceiro do Programaê, o Code.org reúne quatro cursos de 20 horas com atividades para os pequenos a partir dos 4 anos. Há também materiais relacionados a Frozen e ao game Flappy Bird, além de uma área chamada de “Laboratório” para que os aprendizes de programador coloquem tudo que aprenderam em prática – e ainda confiram os projetos feitos por outras crianças.

Dá para saber mais por aqui.

Ciência da Computação 101

Um dos mais tradicionais cursos disponíveis no Coursera, o Ciência da Computação 101 é basicamente o que o nome sugere: uma introdução à ciência da computação. As aulas gravadas podem ser seguidas no ritmo do aluno (embora a recomendação seja fazer de 3 a 5 horas por semana), têm legendas em português e são ministradas pelo professor Nick Parlante, da conceituada Universidade Stanford. O material já está todo disponível na primeira vez que você acessar o curso.

Dá para saber mais por aqui.

Desenvolvimento de games em HTML5

Assim como o curso anterior, o de desenvolvimento de games em HTML5 pode ser feito no seu ritmo. As aulas são ministradas por dois funcionários do Google e focam nos principais pontos envolvidos na criação de um jogo. Elas não são básicas, e é bom levar consigo algum conhecimento prévio. Os vídeos estão em inglês, mas há opção de legenda em português, e o curso é grátis – mas o certificado não.

Para saber mais, clique aqui.

Introdução à Programação interativa em Python Partes 1 e 2

Divido em duas partes, este curso introdutório foca na linguagem Python e no desenvolvimento de aplicações simples – games clássicos, na verdade, como Pong, Blackjack e Asteroids. Segundo a descrição, o método de ensino é baseado nesses projetos, e as aulas seguem um cronograma. Elas começaram no último dia 13, e são recomendadas de 7 a 10 horas de estudo semanais – então ainda dá para alcançar a classe. O áudio das aulas está em inglês, mas há opções de legendas em português.

Dá para saber mais aqui e aqui.

Introdução à Lógica

Programação e computação não valem muito sem a parte lógica, e o que este curso se propõe a fazer é dar uma introdução a seus conceitos. Segundo a descrição, as aulas ensinarão a “formalizar informações e a justificar para produzir conclusões lógicas”. Haverá também análises da tecnologia lógica e de suas muitas aplicações possíveis. As classes, porém, só terão início em setembro deste ano.

Dá para saber mais por aqui.

Curso em Vídeo

Obra do professor carioca Gustavo Guanabara, o CursoEmVídeo traz aulas sobre HTML5, Algoritmos, PHP e Photoshop Creative Cloud. Todas podem ser acompanhadas de graça diretamente pelo YouTube ou no site, que exige um cadastro e oferece uma série de materiais para consultar no decorrer do curso.

Dá para saber mais aqui.


Desenvolvimento Web Mobile

Disponível no Udacity e com legendas em português, o curso foca na construção de “experiências mobile”, daquelas que se adaptam ao tamanho da tela do usuário e são feitas para o uso displays sensíveis ao toque. O curso também envolve ferramentas relacionadas ao desempenho, que ajudarão entender como as redes móveis, a bateria e outros aspectos afetam o desenvolvimento de aplicações. As aulas são dadas por dois funcionários do Google.

Dá para saber mais por aqui.

KhanAcademy: JavaScript, HTML e CSS

As aulas da KhanAcademy seguem a linha do Codecademy, mas têm bem mais vídeos. Elas focam na introdução a linguagens de programação e marcação e depois partem para partes mais avançadas, como desenvolvimento de jogos. Há também laboratórios virtuais para tirar projetos do papel e testar seus conhecimentos – que ainda podem ser discutidos com outros alunos em um fórum interno.

Dá para saber mais aqui.

KhanAcademy: Ciência da Computação

Quer algo menos focado nas linguagens? Os cursos de Ciência da Computação na KhanAcademy giram em torno de conceitos como criptografia e algoritomos, partindo da cifra de César e chegando na RSA e nos algoritmos aleatorizados. Há também lições sobre teoria da informação, que são verdadeiras aulas de história. O material, assim como o dos cursos de linguagens, está em português, assim como as legendas dos vídeos.

Para saber mais, clique aqui.

Busca na Web: Tecnologia, Sociedade e Negócios

Esta coletânea de vídeo-aulas do Veduca, acessíveis gratuitamente e com legendas em português, dão uma ideia de como engines de busca foram criadas e ainda funcionam. Já um pouco “antigas”, as palestras são ministradas por Sergey Brin, Bradley Horowitz (então diretor do Yahoo! e hoje no Google) e Peter Norvig (também do Google), entre outros nomes, que falam de suas experiências e dão algumas valiosas explicações – que vão exigir um tanto de conhecimento técnico, no entanto. O site não oferece materiais complementares.

Para saber mais, clique aqui.

TecnoHour – Coleção: Swift

Derivada do ObjC, a linguagem de programação Swift foi introduzida pela Apple para ser a padrão das aplicações de OS X e iOS. E se você quer aprender um pouco mais sobre em videoaulas, as do TecnoHour podem ser úteis. Elas estão disponíveis de graça e em português – mas vale ressaltar que o uso dos materiais de apoio, que não são grátis, é recomendável. 

Dá para saber mais por aqui.

Plugge

Outro site brasileiro, o Plugge tem uma boa variedade de cursos, do básico ao avançado, sobre design gráfico, web design, programação e motion design e games. Há aulas sobre Photoshop, InDesign, design responsivo, JavaScript, Unreal Engine e vários outros – mas nenhum gratuito. Para acessar as lições, é preciso comprar o curso ou assinar pacotes de 90, 180 ou 365 dias, cujos valores vão de 139 a 272 reais e dão acesso a todos os materiais.

Saiba mais por aqui.

Linguagem R

Com legendas em português, os vídeos do curso dão uma introdução à linguagem de programação e ambiente de software R, usados na análise de dados e seus bancos por estatísticos e “mineradores”. Pelo programa, as aulas começam abrangentes, dando um panorama e explicando conceitos, e depois passam a especificar e detalhar funções. O curso começa em 2 de março.

Para saber mais, clique aqui.

Aprendizagem Automática

O curso dá introduções aos conceitos de “machine learning” – como é chamada a aprendizagem automática em inglês – e a outros ligados a ele, como mineraração de dados e reconhecimento de padrões. As aulas giram em torno de aprendizado supervisionado ou não e às boas práticas da área, apresentando estudos de caso e mostrando como aplicar algoritmos de aprendizagem na construção de robôs. As classes começaram no mês passado, mas vão até abril – então talvez ainda dê tempo de alcançar os outros alunos. Em último caso, todo o material deve permanecer disponível. Os vídeos estão em inglês, mas há opções de legenda em português.

Dá para saber mais por aqui.

C, Java e HTML Progressivos

Em português, os três sites trazem tutoriais de C, Java e HTML. Há aulas básicas, que introduzem os conceitos, há sequências de lições sobre testes e laços, ponteiros em C e orientação a objetos em Java, mais avançadas. Os textos estão disponíveis de graça, mas alguns materiais recomendados que podem ajudar.

Para saber mais, clique aqui (C), aqui (Java) ou aqui (HTML).

Bônus: iHeadGo

O site iHeadGo fica com a menção honrosa na lista, e mais por não estar disponível em português. Ele traz uma coleção enorme de simulados para provas de certificação da Microsoft, da Cisco, da IBM e de diversas outras empresas, todos disponíveis de graça. Se você pretende tirar alguma em breve, talvez valha a pena exercitar o inglês e dar uma olhada.

Dá para saber mais aqui.

Fontes e Direitos Autorais: InfoExame.com –  – 16 de Fevereiro de 2015.

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MICROSOFT AZURE SE TORNA SERVIÇO ‘AMIGÁVEL’ PARA SITES DE PISHING


A empresa de segurança e internet Netcraft revelou que o Microsoft Azure está se tornando um serviço de hospedagem popular para sites de pishing.

Microsoft Azure se torna serviço 'amigável' para sites de pishing

SITES DE PISHING COMEÇAM A USAR WINDOWS AZURE

A Netcraft identificou alguns exemplos que eles chamam de “flagrantes de serviços direcionados para empresas conhecidas”, que você confere abaixo:

  • itune-billing2update-ssl-apple.azurewebsites.net (Apple)
  • paypalscurity.azurewebsites.net (PayPal)
  • www22online-americanexpress.azurewebsites.net (American Express)
  • 3seb-verifiedbyvisa.azurewebsites.net (Visa)
  • login-comcastforceauthn.azurewebsites.net (Comcast)
  • cielo-2014.cloudapp.net (Cielo)

Para atrair desenvolvedores web, a Microsoft fez com que ferramentas gratuitas fossem disponibilizadas por um período determinado de avaliação. E este período é o suficiente para que um site de pishing seja criado.

Além de 30 dias gratuitos de hospedagem e um crédito de US$ 200 em encargos no Azure, os desenvolvedores podem obter subdomínios gratuitos azurewebsites.net da Microsoft, um certificado SSL livre, endereços de e-mail gratuitos e um proxy de anonimato livre.

Um problema com isso são os certificados SSL gratuitos fornecido pela Microsoft, que não vêm com uma resposta de Online Certificate Status Protocol (OCSP), que não podem ser modificados em muitos programas, como os da Fundação Mozilla.

Os phishers não tem usado os recursos mais sofisticados do Azure, mas se eles quisessem, poderiam ter acesso a bases de dados do SQL Server, dispositivos móveis, streaming de mídia e grande análises de dados.

A Netcraft, porém, diz que a Microsoft tem alguns recursos para rastrear quem realiza a prática de pishing, principalmente com o fato de ser necessário fazer uma chamada telefônica no ato de registro no Microsoft Azure.

Fontes e Direitos Autorais: FLÁVIO CROFFI – 1 MAI 2014 | 1:00 PM

Na mira de cibercriminosos, Apple enfrenta 200 mil ataques diários e invasão a site


Daniela Arrais, 30, abriu seu e-mail no último dia 20 e encontrou uma mensagem automática supostamente enviada pela Apple pedindo para ela confirmar os dados de sua conta dentro de 24 horas, pois seu acesso aos serviços da empresa estava “temporariamente congelado”.

Preocupada com o prazo, a empresária clicou no link indicado e foi levada a um site quase idêntico ao da Apple, que apresentava campos nos quais ela devia inserir informações pessoais, como endereço, número de telefone e cartão de crédito.

Arrais só desconfiou que aquilo poderia ser uma armadilha quando percebeu que o site requisitava também a senha de sua conta. Perguntou para um amigo sobre a credibilidade da mensagem e a enviou para a lixeira.

Por pouco ela não entregou informações confidenciais a cibercriminosos e se tornou uma vítima de phishing (tentativa de enganar usuários para obter seus dados, seja por e-mails ou sites falsos).

“A mensagem era parecida com as outras que recebo da Apple. Não era nada tosca”, a empresária se recorda. “Se eles tivessem acesso ao meu endereço e às informações do meu cartão de crédito, eu entraria em pânico.”

De acordo com uma pesquisa da empresa de segurança digital Kaspersky Lab, a média diária de ameaças de phishing voltadas a usuários da Apple disparou para 200 mil em 2012, sendo que no ano anterior apenas mil casos eram detectados a cada dia.

O estudo mostra ainda que esse número pode crescer em quase 500% quando a empresa anuncia alguma grande novidade. Em 6 de dezembro de 2012 –dois dias após a companhia expandir sua loja virtual iTunes Store para 50 países–, por exemplo, a Kaspersky Lab detectou 939,5 mil ocorrências desse tipo de fraude eletrônica.

Os criminosos também se aproveitam de brechas de segurança envolvendo a fabricante de iPhones e iPads para intensificar os ataques e tentar fisgar algum peixe assustado e desatento.

Foi o que aconteceu entre 18 e 26 de junho, período durante o qual o site de desenvolvedores da Apple foi tirado do ar pela empresa devido a uma invasão, que pode ter revelado dados de algumas pessoas cadastradas.

Após o incidente, usuários do Twitter começaram a reportar uma onda de mensagens e sites falsificados em busca de “alteração de senha” e “confirmação de informações pessoais”.

Editoria de Arte/Folhapress

DIA DA CAÇA

Especialistas em segurança digital atribuem o aumento de ameaças virtuais que têm como alvo usuários da Apple à crescente popularidade dos aparelhos da companhia, em especial os dispositivos móveis.

“Esses produtos são objetos de desejo de muita gente”, afirma Fabio Assolini, 33, analista de malware da Kaspersky Lab no Brasil. “Hoje é muito mais comum ver pessoas com iPhones do que antigamente, e isso chama a atenção dos criminosos.”

No mês passado, a Apple confirmou essa tendência ao divulgar os resultados de seu terceiro trimestre fiscal, que vai de abril a junho.

Embora a venda de iPads tenha caído de 17 milhões para 14,6 milhões de unidades, a companhia bateu um recorde de smartphones vendidos durante o período, com 31,2 milhões de iPhones comercializados –um aumento de 20% em relação ao mesmo trimestre em 2012.

Segundo Assolini, o fato de os donos de iOS comprarem mais aplicativos que os de Android é outro atrativo para os criminosos.

“Desenvolvedores que trabalham tanto com o sistema operacional da Apple quanto com o do Google sabem que a primeira plataforma é mais lucrativa”, diz.

Logo, no pensamento dos criminosos, existem mais chances de encontrar informações bancárias –com contas mais rechonchudas– atreladas a uma Apple ID.

COM MALÍCIA

Ataques de phishing não são a única ameaça a donos de iPhones e iPads: softwares maliciosos também podem dar uma baita dor de cabeça.

Quando o assunto é segurança, “o comportamento do consumidor conta muito”, afirma Nelson Barbosa, 33, especialista em segurança digital da Norton, da Symantec.

Ele se refere aos usuários que recorrem ao “jailbreak”, um método que atropela restrições de dispositivos da Apple e libera a instalação de apps não autorizados por ela.

Para isso, o procedimento desabilita recursos de segurança do iOS, tornando-o mais vulnerável e abrindo portas para a raiz do sistema.

“O software de origem desconhecida que você baixa fora da loja oficial da Apple pode roubar seus dados bancários, gerar phishing para seus contatos e causar outros danos”, afirma Barbosa.

As ameaças, no entanto, não se restringem a quem faz “jailbreak”. Mesmo com a triagem realizada pela Apple para manter aplicativos maliciosos longe de seus usuários, é possível encontrar malwares na App Store.

No ano passado, por exemplo, a Apple aprovou a distribuição de um aplicativo russo chamado “Find and Call”.

O programa acessava os contatos gravados no iPhone e, sem pedir permissão, disparava spam para todos os números de telefone e endereços de e-mail da lista. As mensagens eram enviadas no nome do dono do aparelho –o que dava a impressão de serem de origem confiável.

Pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Geórgia também descobriram, em junho, que era possível instalar softwares maliciosos em iPhones e iPads por meio do uso de carregadores falsos.

A Apple tomou conhecimento dessa vulnerabilidade e afirmou que ela será corrigida para todos os usuários na próxima atualização de seu sistema operacional.

Ao impedir que empresas desenvolvam antivírus para o iOS, “a Apple se compromete a proteger os usuários”, diz Assolini. “No geral, ela tem feito isso bem, mas, como podemos perceber, há falhas.”

Procurada pela Folha, a Apple não se pronunciou.

Fontes e Direitos Autorais: Folha de São Paulo – Tecnologia – ANDERSON LEONARDO.

Site da Microsoft compara iPad com tablets com Windows


São Paulo – A Microsoft criou um site que compara as características dos tablets com Windows com o iPad. A ação é semelhante ao comercial recém-lançado pela empresa, que compara o tablet da Apple com o aparelho da Asus.

O site já está no ar. Entre os modelos com Windows estão Dell XPS 10, Asus VivoTab Smart, HP Envy x2 e o Surface RT, comparados com o iPad 4 de 32GB e 64GB.

Entre os quesitos comparados pela Microsoft estão espessura, bateria, peso, tamanho da tela, entradas (como microHDMI e microSD) e compatibilidade com impressoras. Também são avaliados armazenamento na nuvem, possibilidade de editar documentos no Microsoft Office, múltiplas contas, quantidade de aplicativos vistos ao mesmo tempo e preço.

Segundo a avaliação da Microsoft, a principal vantagem dos tablets com Windows são as entradas. Isso porque no iPad é preciso comprar um acessório separado para ter portas microHDMI e microSD. Impressoras, pacote Office, número de contas e blocos de aplicativos também parecem se destacar nos tablets com o sistema operacional da Microsoft.

Em alguns quesitos o resultados varia, como o peso ou a bateria. Enquanto o iPad tem tela de 9,7 polegadas, alguns tablets têm modelos de 7 ou 8 polegadas. A microsoft chega a admitir que o Surface perde em alguns quesitos.

Aparentemente, o objetivo da Microsoft com a estratégia é mostrar que os tablets com Windows podem ser mais baratos que um iPad. O site não é a única estratégia. Em um anúncio de 30 segundos, um tablet com o sistema Windows 8 já foi colocado lado a lado com o iPad.

Fontes e Direitos Autorais: , de INFO Online • Sábado, 01 de junho de 2013 – 10h58

Após acordo, iate de Steve Jobs é liberado


Iate de Steve Jobs está livre para seguir viagem.

Bruxelas – O iate de Steve Jobs, embargado na sexta-feira, por ordem de um tribunal de Amsterdã, foi liberado após um acordo entre os herdeiros do fundador da Apple e o designer do interior da embarcação, Philipee Starck, segundo informou um representante da família de Jobs ao jornal “Het Financieele Dagblad”.

Starck havia processado os herdeiros de Steve Jobs perante a Justiça holandesa por uma suposta falta de pagamento de uma fatura e conseguiu o embargo do navio, batizado “Venus” e de cerca de 80 metros de comprimento.

O designer, segundo o jornal, solicitava 9 milhões de euros por seu trabalho, enquanto a outra parte considerava que seus honorários haviam sido fixados em 6% do custo total do navio.

A diferença está no fato que o preço estimado originalmente era de 150 milhões de euros e a construção finalmente teria custado 100 milhões.

O criador da Apple, que morreu de câncer em outubro de 2011, nunca chegou a utilizar o iate, que foi entregue há apenas dois meses.

Fontes e Direitos Autorais: 

Por  

• Terça-feira, 25 de dezembro de 2012 – 12h17.

Microsoft lança serviço Xbox Music para concorrer com Apple


São Paulo – A Microsoft anuncia nesta terça-feira seu novo serviço de rádio e venda de música pela internet, o chamado Xbox Music, que procura concorrer com empresas já estabelecidas em diferentes setores da distribuição musical.

Amanhã, o novo serviço já estará disponível no console Xbox e, a partir do próximo dia 26, na nova versão do sistema operacional Windows 8, indicou a gigante tecnológica em um comunicado divulgado na última madrugada.

Com a criação do Xbox Music, a Microsoft competirá com os grandes serviços de venda de música digital pela internet, como os da Apple e da Spotify, e com rádios online, como a Pandora.

Segundo Microsoft, seu novo serviço buscará combinar em uma só porta todas as possibilidades de escuta gratuita, seja downloads pagos ou subscrição.

“Há muitos serviços separados que funcionam bem, mas, hoje em dia, não há um só que combine e reúna todas as possibilidades”, afirmou Yousef Mehdi, vice-presidente da Microsoft para Estratégia de Entretenimento Interativo.

O Xbox Music permitirá aos ouvintes escutar canções e álbuns, criar listas de música preferida e baixar legalmente as obras que desejarem. Como se trata de um serviço em nuvem, os usuários poderão escutar as músicas selecionadas de qualquer lugar e usando qualquer tipo de dispositivo.

O novo serviço da Microsoft virá pré-instalado com o Windows 8 e, em breve, também estará disponível como aplicativo para smartphones através dos sistemas operacionais Android e iOS.

Fontes e Direitos Autorais:  • Segunda-feira, 15 de outubro de 2012 – 09h05.

Apple licenciou patentes para Microsoft, declara executivo


San Jose – A Apple licenciou à Microsoft patentes premiadas de design, mas com acordo anticlonagem para evitar imitação do iPhone e do iPad, afirmou nesta segunda-feira um executivo da Apple.

O diretor de Licenciamento de Patentes da Apple, Boris Teksler, deu essa declaração em um dos mais importantes julgamentos sobre tecnologia em anos, em que a companhia norte-americana acusa a Samsung de plagiar o iPhone e o iPad, enquanto a sul-coreana acusa a concorrente de infringir várias patentes de tecnologia wireless.

A Apple procurou a Samsung em 2010 na esperança de fazer acordo para licenciamento de patentes antes de brigarem nos tribunais.

Teksler afirmou que a Apple ofereceu o licenciamento de uma série de patentes, embora tivesse uma categoria de patentes altamente protegidas, relacionadas ao que ele chamou de “experiência única de usuário”.

Essa categoria incluía patentes que estão em disputa no processo, como as relacionadas ao visual de iPhone e iPad. Teksler declarou na semana passa aos jurados que poderia contar “nos dedos” as vezes que a Apple licenciou tais patentes.

As negociações entre Apple e Samsung não resultaram em nenhum acordo de licenciamento e a primeira companhia entrou com processo em San Jose (Califórnia) em abril de 2011.

A decisão de licenciar as patentes de design à Microsoft não feria a estratégia da Apple porque proibia fazer imitações, disse Teksler.

“Não havia nenhuma autorização relacionada a essas patentes para fazer clones de qualquer tipo”, afirmou o diretor.

Fontes e Direitos Autorais:  • Segunda-feira, 13 de agosto de 2012 – 15h13.