Governo Federal cria novo decreto para definir as estratégias de cibersegurança no país

Dicas para se prevenir de ciberataques em casa e no ambiente corporativo.


Image result for segurança de dados

A decisão ocorre após diversos casos de ataques cibernéticos a celulares pessoais de autoridades do governo ocorridos ao longo de 2019.

Conforme o Centro de Tratamento e Resposta a Incidentes Cibernéticos de Governo (CTIR-Gov), órgão vinculado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI), foram 19.150 registros de notificações de ataques cibernéticos no ano passado, o que significa um aumento de quase 4 mil casos em relação a 2018.

Diante da necessidade de um ambiente digital seguro é que a CompTIA (The Computing Technology Industry Association), principal associação da indústria de tecnologia no mundo, e líderes do setor de tecnologia, além da comunidade empresarial brasileira, decidiram formar o Conselho Empresarial de Segurança Cibernética da CompTIA no Brasil (CSEC), que visa trazer melhorias nesse segmento.

Image result for segurança de dados

Mas antes mesmo da criação do CSEC, empresas de tecnologia e especialistas no assunto já alertavam a respeito de medidas para aumentar a segurança de dados dos usuários e evitar ser vítima de um ciberataque.

Continue Lendo “Governo Federal cria novo decreto para definir as estratégias de cibersegurança no país”

O que levou a Microsoft a comprar a Nokia (por ela mesma)


nokia
Modelo Lumia, da Nokia: Microsoft comprou a empresa para ser mais agressiva no mercado de smartphones

São Paulo – A Microsoft anunciou, nesta terça-feira, a compra da divisão de celulares e de diversas patentes da finlandesa Nokia por um total de 5,44 bilhões de euros (aproximadamente 7,17 bilhões de dólares).

Na apresentação de 30 páginas que a Microsoft deixou disponível na sua área de relações com investidores, a empresa lista uma série de razões para investir na Nokia, que já foi a líder do mercado global de celulares, mas perdeu o passo com o avanço dos smartphones e, nos últimos tempos, vem tentando reconquistar terreno para asiáticas como a Samsung.

Veja, a seguir, os principais motivos para a Microsoft fechar o negócio, segundo a apresentação:

15% do mercado em cinco anos

Com a Nokia, a Microsoft quer alcançar uma fatia de até 15% do mercado global de smartphones em 2018. Segundo a página 22 da apresentação, a empresa estima que a produção total de celulares inteligentes, daqui cinco anos, será de 1,7 bilhão de unidades. – o que significaria uma produção de 255 milhões de aparelhos para a Microsoft.

Se esse percentual for alcançado, a Microsoft estima que poderá gerar uma receita anual de 45 bilhões de dólares com smartphones (algo como 176 dólares por aparelho). A empresa apresentou duas tabelas. Com uma margem operacional de 5%, isso daria um lucro operacional anual de 2,3 bilhões de dólares. Com margem de 10%, o lucro operacional dobraria para 4,3 bilhões.

Atualmente, a parceria da Nokia com a Microsoft, que oferece o sistema operacional Windows Phone para celulares, detém mais de 10% de participação em nove mercados, segundo a empresa, ficando à frente da BlackBerry em outros 34 mercados. O crescimento, no segundo trimestre deste ano, foi de 78% sobre igual período do ano passado, e totalizou 7 milhões de aparelhos com Windows Phone produzidos.

Sinergias de 600 milhões de dólares

Na página 21 da apresentação, a Microsoft afirma que espera capturar ganhos de sinergia com o negócio a partir de 2015. A sinergia projetada para a compra é de 600 milhões de dólares em 18 meses, a partir da conclusão do negócio.

Acesso a 8.500 patentes da Lumia e da Asha

Do total de 5,44 bilhões de euros pagos pela unidade de celulares da Nokia, 1,65 bilhão referem-se à aquisição de patentes e licenças de uso. Segundo a apresentação, a Microsoft está comprando mais de 8.500 patentes das marcas Lumia e Asha, além de uma licença de dez anos para usar a marca Nokia em seus celulares.

Mais de 60 licenças com terceiros

Ainda que combalida no mercado de smartphones, a Nokia possuía uma série de licenças de uso com gigantes do setor de tecnologia. O negócio fechado com a Microsoft também dará acesso a mais de 60 acordos de licenciamento que a Nokia havia fechado com parceiros como a Qualcomm, IBM, Motorola Mobility e Motorola Solutions.

Margem bruta quatro vezes maior

A parceria com a Nokia começou em fevereiro de 2011. Em novembro daquele ano, chegava ao mercado o primeiro celular da Nokia com Windows Phone, o Lumia 800. O acordo que vigorava até aqui dava uma margem bruta para a Microsoft de menos de 10 dólares por aparelho que rodasse o Windows Phone. Agora, com a aquisição e o reforço da aposta em smpartphones, a margem bruta esperada pela Microsoft é de mais de 40 dólares por unidade.

Integração de produtos

Uma das grandes críticas à gestão de Steve Ballmer na Microsoft foi que ele perdeu duas grandes ondas de renovação da tecnologia – o avanço dos smartphones e a eclosão dos tablets, o que transformou a empresa em uma fornecedora de softwares para o estagnado mercado de computadores de mesa (os famosos desktops).

Agora, com o acordo, a Microsoft espera criar uma grande rede integrada de produtos e serviços. O título da página 15 da apresentação é emblemático: Por que celulares? A primeira resposta da Microsoft, nesta página, é “aparelhos ajudam os serviços e os serviços ajudam os aparelhos”.

A empresa explica que, com o avanço da tecnologia da informação para os consumidores, os usuários importam tanto em casa, quanto no trabalho, o que demanda uma integração maior de aparelhos e serviços.

Tentativa de barrar a Apple e o Google

Na mesma página 15, a Microsoft afirma que não quer correr o risco de ver o Google e a Apple liderando a inovação em aplicativos, nem na integração, distribuição e geração de ganhos com a tecnologia de celulares. E termina afirmando que a Microsoft deve oferecer uma experiência de elevado nível a seus usuários de celular.

Fontes e Direitos Autorais: , de EXAME.com • terça, 03 de setembro de 2013 – 09h21.

Cientistas descobrem como recarregar o celular usando urina


smartphone
Especialistas esperam poder desenvolver a tecnologia das baterias com combustível microbiano

Londres – Uma equipe de cientistas britânicos afirma ter conseguido desenvolver um mecanismo que consegue recarregar parcialmente a bateria de um telefone celular usando urina.

Em um artigo publicado pela revista da Real Academia de Química, os cientistas afirmam que conseguiram produzir energia elétrica suficiente para enviar mensagens de texto, usar a internet e fazer uma rápida ligação telefônica.

De acordo com o artigo, os especialistas agora esperam poder desenvolver a tecnologia das baterias com combustível microbiano que permitam recarregar totalmente um celular.

“Utilizar um produto de dejeto como fonte de eletricidade é notável. Estamos muito entusiasmados porque se trata da primeira vez que se consegue isso”, afirmou o cientista Ioannis Ieropoulos, que participou nos estudos conjuntos entre as Universidades de Bristol e do Oeste da Inglaterra, além do Laboratório de Robótica de Bristol.

“A beleza disso tudo é que não estamos nos apoiando na natureza errática do vento ou do sol: a urina é uma fonte sem fim”, afirmou Ieropoulos, especialista em eletricidade microbiana.

A tecnologia das baterias de combustível microbiano permite produzir eletricidade diretamente através da degradação da matéria orgânica, abrindo assim o caminho para o desenvolvimento combustíveis de muito baixo custo e, inclusive, gratuitos, como a urina.

Neste caso, a urina permite estimular os micróbios que geram eletricidade.

“Fazer uma ligação é a operação que exige mais energia de um telefone celular, mas chegaremos ao ponto em que poderemos carregar a bateria para períodos longos”, afirmou Ieropoulos.

Fontes e Direitos Autorais:  • quarta, 17 de julho de 2013 – 13h01.

Anatel libera fabricantes de telefones fixos para alterar o teclado dos aparelhos


A Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) autorizou que as fabricantes de telefones fixos decidam por si mesmas como dispor os números dos teclados durante a produção dos aparelhos.

Antes da mudança, os 12 botões (do número zero ao nove, o asterisco e o jogo da velha) precisavam ser postos sempre da mesma maneira, em formato retangular.

Outra exigência era que o botão do número cinco tivesse relevo, para auxiliar portadores de deficiências visuais.

Agora, segundo a agência, uma empresa que queira produzir um telefone em formato de bola de futebol para a Copa das Confederações, por exemplo, poderá dispor os números em um formato circular.

Até mesmo o relevo na tecla cinco deixou de ser exigido, uma vez que os aparelhos fixos também podem ter telas sensíveis ao toque, comuns em modelos novos de celulares.

Continua sendo obrigatório, porém, que os números sejam dispostos em ordem sequencial, para facilitar a discagem do usuário.

Fontes e Direitos Autorais: Folha.com – Mercado – 16/05/2013 – 12h46 – JULIA BORBA DE BRASÍLIA

Electronic Arts está desenvolvendo games para o Windows Phone 8

Parceria firmada pela Microsoft deve ajudar a fortalecer a biblioteca de aplicativos para o sistema operacional portátil.


Apesar de ter mais de 100 mil aplicativos à sua disposição, o Windows Phone 8  ainda possui uma oferta muito menor de softwares do que o iOS ou o Android.  Aparentemente, isso não preocupa empresas como a Electronic Arts, que está  trabalhando junto à Microsoft no desenvolvimento de novos jogos para o sistema  operacional portátil.

“Estamos trabalhando muito próximos à Microsoft para entender quais são as  suas visões sobre a navegação em games. Qualquer coisa que permita a adoção  rápida de novas plataformas que tenham elementos de jogo é bom para a Electronic  Arts”, afirma Peter Moore, COO da desenvolvedora.

A notícia deve ajudar a fortalecer o Windows Phone 8 como uma plataforma  atrativa perante concorrentes de peso como o iPhone. Até o momento, não há  qualquer indício de quais são os títulos que devem chegar à plataforma, porém já  é possível cogitar o lançamento de séries populares como Need for Speed, The  Sims e Battlefield — isso sem contar com games mais casuais, como aqueles  pertencentes à divisão PopCap.

Fonte: Bloomberg

Leia mais em:  http://www.tecmundo.com.br/windows-phone-8/28321-electronic-arts-esta-desenvolvendo-games-para-o-windows-phone-8.htm#ixzz23WKR5msR

Fontes e Direitos Autorais: Felipe  Gugelmin em 13  de Agosto de  2012.

Ligações entre celulares e fixos ficarão mais baratas

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) homologou ontem à noite o ato que aplica o novo regulamento para as tarifas cobradas nessas chamadas, aprovado em novembro do ano passado.

Com uma tabela progressiva para a redução das tarifas nas ligações fixo-móvel, o regulamento prevê uma redução líquida de até 45% no custo das chamadas para os usuários até 2014.


O O Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, espera que a queda do preço nas ligaçãoes aumente o uso das redes de celulares
 São Paulo – As ligações entre celulares e telefones fixos ficarão cerca de 10% mais baratas a partir do próximo mês.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) homologou ontem à noite o ato que aplica o novo regulamento para as tarifas cobradas nessas chamadas, aprovado em novembro do ano passado.

Com uma tabela progressiva para a redução das tarifas nas ligações fixo-móvel, o regulamento prevê uma redução líquida de até 45% no custo das chamadas para os usuários até 2014.

Essa é a primeira redução que a Anatel vai realizar nos preços das ligações. Depois, serão mais duas. A agência estima que a aplicação desses redutores deve diminuir o valor de comunicação de R$ 0,54, que é o atual, para R$ 0,425 em 2014.

A queda nos preços é consequência de decisão inédita Anatel, que aprovou um regulamento que determina a redução gradativa da tarifa de interconexão, uma espécie de pedágio que as empresas pagam pelo uso das redes das operadoras de telefonia móvel.

Com isso, as operadoras deixarão de arrecadar até R$ 4 bilhões com a redução gradual da tarifa. As empresas que mais perderão receita são aquelas que recebem chamadas de telefones fixos. “Acho que as empresas não vão ter queda de receita. Como as ligações vão ficar mais baratas, as pessoas vão falar mais e as empresas vão receber mais”, ressaltou o Ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

O ministro lembrou que, na França, a tarifa de interconexão é de apenas 0,02 euro, o que representaria cerca de R$ 0,05 no Brasil. Bernardo ponderou, porém, que uma redução drástica nesses moldes não poderia ser feita no mercado brasileiro para não inviabilizar o negócio das empresas. Por essa razão, a queda no preço da interconexão ocorrerá de forma gradativa.

Depois dos três anos de vigência do regulamento, a tendência é que a tarifa de interconexão continue caindo. Isso porque, segundo o ministro, será implantado pela Anatel um modelo que apurará o custo real que as empresas têm pelo uso das redes.

 

Como a tarifa de interconexão – conhecida tecnicamente como VU-M – só incide sobre chamadas de voz, Bernardo acredita que as empresas vão estimular o uso de serviços de dados, sobretudo internet. Outra tendência, segundo o ministro, é que percam um pouco de força as promoções das operadoras voltadas somente para chamadas dentro da própria rede.

 

Maximiliano Martinhão, secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, disse que a redução da tarifa de interconexão é um “golaço” para os consumidores. Ele explicou que a queda nos preços da tarifa são obrigatórias somente para as ligações de telefone fixo – que é um serviço prestado em regime público – para celular, mas a redução deve ocorrer na mesma escala nas ligações entre celulares.

Fontes e Direitos Autorais: Agência Estado • Quarta-feira, 25 de janeiro de 2012 – 10h16.

Telefonia móvel deve continuar ascensão em 2012

O setor de telefonia móvel não tirou férias de fim de ano e dezembro registrou o maior número de habilitações na história do país, levando analistas a acreditar que 2012 deve manter um ritmo de crescimento aquecido.

Ou seja, é um mercado com penetração superior a 100 por cento e que continua em expansão, ainda que o crescimento possa ser mais lento do que o visto em 2011.

“Para 2012, nosso cenário para o mercado brasileiro sugere que os SIM-card (acessos) alcançarão 275,3 milhões”, afirmou em relatório o analista Diego Aragão, da corretora Flow, um crescimento de 13,67 por cento.


São Paulo  – O setor de telefonia móvel não tirou férias de fim de ano e dezembro registrou o maior número de habilitações na história do país, levando analistas a acreditar que 2012 deve manter um ritmo de crescimento aquecido.

Durante último mês do ano foram 6,1 milhões de acessos móveis, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). No acumulado de 2011, então, somam-se 39,3 milhões de novas linhas, o que elevou a base móvel no país para 242,2 milhões de acessos em 2011.

Ou seja, é um mercado com penetração superior a 100 por cento e que continua em expansão, ainda que o crescimento possa ser mais lento do que o visto em 2011.

Analistas atribuem o contínuo avanço à substituição da telefonia fixa pela móvel e ao aumento da venda de banda larga móvel de terceira geração (3G) -de todos os acessos de telefonia móvel, 17 por cento já contam com Internet 3G.

“Para 2012, nosso cenário para o mercado brasileiro sugere que os SIM-card (acessos) alcançarão 275,3 milhões”, afirmou em relatório o analista Diego Aragão, da corretora Flow, um crescimento de 13,67 por cento.

A previsão do analista demonstra, desta forma, que o crescimento deve desacelerar no ano -de 39,3 milhões de novas linhas em 2011 para 33,1 milhões em 2012.

“A gente já espera uma desaceleração há muito tempo e ela não acontece”, afirmou Luciana Leocadio, da corretora Ativa. “Esperamos que (a base) vá continuar crescendo mais lentamente, mas ainda assim crescendo”.

Segundo ela, os planos pessoais de dados devem continuar impulsionando o setor. Atualmente, as operadoras têm planos de dados específicos para smartphones e tablets, o que ajuda na comercialização de chips.

Além disso, o avanço dos planos pré-pagos -que totalizam 81,8 por cento da base- e de celulares que aceitam mais de um chip também ajudam nessa expansão, à medida que usuários podem alternar entre operadoras para aproveitar as promoções comerciais de cada uma.

“O mercado amadureceu bastante, as operadoras sabem o que dá ou não dinheiro no pré-pago”, afirmou à Reuters.

Contudo, ainda é preciso observar se o aumento da concorrência e dos custos promocionais podem pressionar as margens das empresas do setor, e preferir um modelo de negócio de “qualidade sobre quantidade” da base de usuários.

“Acreditamos que em 2012 investidores vão preferir ver crescimento das receitas sobre crescimento de assinantes, especialmente com o aumento da penetração de dispositivos 3G”, afirmaram em relatório os analistas Vera Rossi, Felipe Pereira e Gilberto Garcia, do Barclays.

COMPETIÇÃO MÓVEL

Se 2011 foi um ano no qual a competição entre operadoras foi bastante acirrada, 2012 pode apresentar uma escalada nessa briga, segundo analistas.

Em relatório sobre a Telefônica Brasil, o analista Alex Pardellas, do Banif, afirmou o cenário de competição deve ser ainda mais intenso -inclusive em serviços de telefonia fixa.

“O principal risco da Telefônica Brasil é a competição no setor de telecom, que está se tornando mais forte no Brasil. Este cenário vai piorar a partir de agora, visto que a TIM adquiriu AES Atimus (TIM Fiber) no final de 2011 e vai oferecer serviço de banda larga fixa em regiões importantes do Rio de Janeiro e São Paulo”, disse em nota.

De acordo com Luciana, da Ativa, o ano pode ser ainda mais quente se a Claro, do grupo América Móvil, e a Oi decidirem partir para a briga. “Tanto Oi quanto Claro foram mais devagares (em novos acessos) em 2011, e podem trazer mais concorrência neste ano”.

Fontes e Direitos Autorais: Reuters • Quarta-feira, 18 de janeiro de 2012 – 08h38.