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Material de Apoio – Outubro 2018


Bom dia, bom dia, bom dia…

Tudo bem? Estamos no mês de outubro, as eleições terminaram, e os brasileiros escolheram os seus representantes, passado estes últimos acontecimentos, começamos a direcionar nossos esforços e pensamentos nos acontecimentos de final de ano, aquele momento tão esperado por todos esta mais uma vez se aproximando e nossos sonhos de um futuro melhor começam novamente a serem renovados.

Como de costume, estou aqui mais uma vez procurando colaborar e compartilhar com a comunidade técnica em mais um post da sessão Material de Apoio dedicado exclusivamente ao meu blog.

Espero que você esteja gostando do conteúdo aqui disponibilizado, como também, possa me ajudar a cada vez mais melhorar ainda.

O post de hoje

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o quarto do ano de 2018 e de número 159 no total desta sessão.

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts  catalogados nos últimos meses, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA e atualmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados exclusivamente ao recurso de Linked Server, sendo este, uma funcionalidade existente a muitos anos no Microsoft SQL Server, que nos permite de uma forma bastante simples, mas não muito prática e performática estabelecer um canal de acesso entre fontes de dados distintas, possibilitando em tempo real que o próprio SQL Server possa acessar e manipular dados entre estas fontes, bem como, armazenar estes mesmos dados internamente.

Segue abaixo a relação de temas relacionados ao uso Linked Server:

  • Access;
  • Active Directory;
  • Excel;
  • Query Dinâmica;
  • Remote Servers;
  • Senhas;
  • sp_addlinkedserver;
  • sp_addlinkedsrvlogin;
  • sp_droplinkedsrvlogin;
  • sp_dropserver;
  • Stored Procedure;
  • sys.linked_logins;
  • sys.server_principals;
  • sys.servers;
  • Transações; e
  • Variáveis.

Espero que este conteúdo possa lhe ajudar em seus atividades profissionais e acadêmicas. Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .docx ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de arquivos  selecionados:

1 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Acessando – Active Directory via Linked Server.sql

2 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Configurando – Linked Server entre Access 2010 e SQL Server 2008.sql

3 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Criando – Linked Server entre Access e Banco de Dados com Senha.sql

4 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Criando – Linked Server para acesso ao Excel.sql

5 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Trabalhando com Transaçoes no Linked Server.sql

6 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Obtendo informacoes sobre o Linked Server.sql

7 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Trabalhando com Query Dinâmica em conjunto com Linked Server e Variável.sql

8 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Trabalhando com Linked Server e seus recursos básicos.sql

9 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Realizando um update através de uma conexão via Linked Server.sql

Fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos, aproveite se possível deixe seu comentário, críticas, sugestões e observações.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/08/14/material-de-apoio-agosto-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/06/19/material-de-apoio-junho-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/05/material-de-apoio-abril-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/13/material-de-apoio-fevereiro-2018/

Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, sinto-me honrado e orgulhoso de contar com a sua presença.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, o próximo post desta sessão será publicado no mês de dezembro, até lá, continue aproveitando cada momento da sua vida, desfrutando com muita sabedoria os momentos de galeria e também os desafios que são colocada ao nosso redor.

Um forte abraço, muita saúde, sucesso e nos encontramos no final do ano (que na verdade já chegou)….

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Script Challenge – 14 – A resposta….


Boa tarde, pessoal…

Tudo bem?  Seja mais uma vez muito bem vindo ao meu blog, mais especificamente ao post que apresenta a resposta para o Script Challenge – 2018 – Post 14, publicado em junho de 2018, sendo este respectivamente o segundo post após o retorno desta desafiadora sessão em meu blog denominada Script Challenge (Script Desafiador ou Desafio do Script) como queiram traduzir.

Espero que você já tenha ouvido falar desta sessão ou acessado alguns dos posts publicados na mesma, caso ainda não tenha feito, fique tranquilo você vai encontrar no final deste post uma pequena relação contendo os últimos desafios lançados e seus respostas.

Vamos então falar um pouco mais sobre o último desafio, estou me referindo ao Script Challenge 14, desta forma, seja bem vindo a mais um post da sessão Script Challenge.


Script Challenge 14

Falando do desafio de número 14, o mesmo foi publicado no mês de junho de 2018, período de data em que o mundo todo praticamente direcionou os seus olhares para a Rússia, mais especificamente para os jogos de futebol que estavam ocorrendo no país naquele momento.

Pois bem, o Script Challenge 14 não tem nenhum relação com o mundo do futebol, muito menos com o esporte, e como diria aquele apresentador do programa que passa ao domingos: “Sabe o que isso significa? Nada…..”.

Na verdade não é bem assim, para todos aqueles que trabalham com tecnologia e são responsáveis em armazenar, compartilhar, gerenciar e manter dados armazenados em banco de dados, sabe muito bem o quanto temos que nos preocupar em estabelecer boas práticas de retenção de dados afim de podermos ter uma quem sabe vida tranquila ou momentos de lazer.

Continuando nossa história, quero lhe perguntar: E ai já matou a charada? Eu acredito que sim!

Mas para te ajudar mais um pouco vou apresentar a Figura 1 que contem todo código Transact-SQL utilizado neste desafio, contendo trechos ou partes de código ocultas, procedimento que realizei no post que contempla o lançamento deste desafio como forma de aumentar o nível de dificuldade:

Figura 1 – Código Transact-SQL apresentado no Script Challenge 14.

Bom chegou a hora de revelar o que exatamente este bloco de código esta fazendo, chegou o momento de revelar e desvendar este desafio, a seguir apresento a resposta para o Script Challenge 14 e o trecho de código disponível para você utilizar em seus ambientes de trabalho ou estudos.

A resposta

Tanto no post de lançamento do desafio, bem como, neste post que a resposta para o mesmo, eu deixei algumas pequenas dicas para tentar ajudar a identificar a resposta, dentre as quais a relação do script com uma das mais tradicionais atividades desempenhadas por um Administrador de Banco de Dados ou Profissional de tabela, mais diretamente falando a execução de uma operação de backup de banco de dados.

Mas se mesmo assim, você ainda não conseguiu adivinhar ou até mesmo esta se perguntando qual a relação do Script Challenge – 14 tem haver com um momento de lazer, a resposta é muito simples, para qualquer Administrador de Banco de Dados, Administrador de Servidores, Desenvolvedor, enfim um profissional de tecnologia, tudo o que fazemos basicamente em um computador é manipular dados (Criar, Atualizar, Excluir).

Tudo o que fazemos esta relacionado com esta palavrinha pequena mas de altíssima importância e pensando neste sentido a resposta para este desafio se relaciona a estimativa de crescimento de um arquivo de backup, e o quanto esta atividade tão importante e de alta complexidade pode impactar totalmente na vida daqueles que assim como eu um dia ou por diversos momentos teve que abrir mão do seu convívio familiar para se dedicar a acompanhar esta atividade.

Então a resposta para o Script Challenge 14 se relaciona com a possibilidade que o script apresenta em nos ajudar a identificar e estimar o quanto de espaço livre em disco em megabytes ainda teremos antes da execução do backup database levando-se em consideração o tamanho do arquivo de backup a ser criado.

Isso mesmo, esta é a resposta, e o script original que apresenta esta funcionalidade apresentada abaixo:

— Script Challenge 14 – A resposta – Identificando o total de espaço livre em disco antes da realização do backup database — 

— Criando a Stored Procedure —
USE AdventureWorksDW2016
Go

CREATE PROCEDURE dbo.dbo.EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize (
@drvLetter VARCHAR (5),
@enoughSpaceForBackupFlag BIT OUTPUT
)
AS
BEGIN
DECLARE @estimatedBackSizeMB INT,
@estimatedDriveFreeSpaceMB INT,
@dbCheckMessage varchar(80)

SET NOCOUNT ON

SET @dbCheckMessage = Concat (‘Checking database ‘, DB_NAME ())

SELECT @estimatedBackSizeMB = round (sum (a.total_pages) * 8192 / SQUARE (1024.0), 0)
FROM sys.partitions p JOIN sys.allocation_units a
                                            ON p.partition_id = a.container_id
                                           LEFT JOIN sys.internal_tables it
                                            ON p.object_id = it.object_id

CREATE TABLE #freespace

(drive VARCHAR (5),

MBFree DECIMAL (8, 2))

INSERT INTO #freespace (Drive, MBFree)
EXEC xp_fixeddrives

SELECT @estimatedDriveFreeSpaceMB = MBFree
FROM #freespace
WHERE drive = @drvLetter

IF @estimatedBackSizeMB * 1.15 < @estimatedDriveFreeSpaceMB
 SET @enoughSpaceForBackupFlag = 1
ELSE
 SET @enoughSpaceForBackupFlag = 0

SELECT DatabaseName = db_name(),
Estimated_Back_Size_MB = @estimatedBackSizeMB,
Estimated_Drive_Free_Space_MB = @estimatedDriveFreeSpaceMB,
EnoughSpaceForBackupFlag = @enoughSpaceForBackupFlag

DROP TABLE #freespace
SET NOCOUNT OFF
END
GO

Então, agora você deve ter gostado deste desafio, não é verdade? Poder estimar o espaço livre em disco e o tamanho ocupado pelo arquivo mesmo sem executar o Backup Database é realmente uma grande funcionalidade que o Microsoft SQL Server possui. 

Observações

  1. Estamos criando uma User Stored Procedure EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize;
  2. A mesma possui um parâmetros de entrada de valores: @drvLetter (utilizado para informar qual a letra da unidade de disco que iremos analisar); e
  3. Um parâmetro de saída @enoughSpaceForBackupFlag (utilizado no momento da execução da stored procedure como sinalizar responsável em apresentar uma mensagem ao usuário).

Para que você possa entender mais ainda sobre como podemos obter os resultados apresentados por este script, declaro a seguir uma possível maneira de executar o Script Challenge – 14:

— Executando o Script Challenge – 14 —

USE AdventureWorksDW2016
Go

DECLARE @enoughSpaceForBackupFlag bit

EXEC Master.dbo.EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize ‘S’, @enoughSpaceForBackupFlag OUTPUT

PRINT @enoughSpaceForBackupFlag
IF @enoughSpaceForBackupFlag = 1
PRINT ‘Continue to Backup…’
ELSE
PRINT ‘Drive Space Problem…’
GO

A Figura 2 apresentada abaixo, ilustra o conjunto de dados retornados após a execução do Script Challenge – 14:

Figura 2 – Informações relacionadas a estimativa de tamanho do arquivo de backup e espaço livre em disco em megabytes.

Muito bom, sensacional, conseguimos, chegamos ao final, esta é a resposta para o Script Challenge 14, fico extremamente feliz por ter conseguido compartilhar este conteúdo com vocês.

Espero que você tenha gostado deste novo post da sessão Script Challenge!


Sua Participação

No post de lançamento deste desafio, contei com a participação através de uma enquete contendo algumas opções de respostas que poderiam estar relacionadas com o Script Challenge 14. A seguir apresento o resultado desta enquete:

A opção mais votada com 77,78% dos votos é justamente a resposta correta para este desafio, o qual exibe retorna ao usuário informações relacionadas a estimativa de espaço em disco ocupado pelo arquivo de backup de banco de dados e o espaço livre disponível em disco após a conclusão do backup.

Referências

Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que este conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possa ser útil e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em fevereiro de 2019 em mais um post da sessão Script Challenge.

Até a próxima…

Short Scripts – Setembro 2018


Buenos dias, bom dia, comunidade….

E ai como passaram os últimos meses?

Pergunto isso, devido ao post anterior desta sessão ter sido publicado no mês de maio, posso imaginar que neste intervalo de tempo nossas vidas apresentaram inúmeras situações, espero que todas possam ter sido dentro do possível boas, assim como a minha, e se caso venha a existir algo mais espinhoso, que você possa ter superado.

Seguindo em frente, que alegria poder te encontrar em mais um post da sessão Short Scripts, uma das sessões mais recentes do meu blog que esta alçando a marca de 34 posts publicados trimestralmente.

Mantendo a tradição estou retornando com mais um conjunto de “pequenos” scripts catalogados e armazenados em minha biblioteca pessoal de códigos relacionados ao Microsoft SQL Server e sua fantástica linguagem de desenvolvimento Transact-SQL.

Como promessa é dívida e deve ser cumprida “ou melhor” compartilhada, estou compartilhando a minha feita a alguns meses no final do último post desta sessão, publicando mais um conjunto de scripts adicionados atualmente na minha biblioteca particular de códigos e exemplos.

O post de hoje

Normalmente compartilho os principais scripts armazenados nos últimos meses, no post de hoje vou fazer um pouco diferente, recentemente tive a necessidade de realizar alguns atividades relacionadas as Split de dados e Collation, sendo assim, decide então compartilhar alguns códigos que estejam envolvidos com estes assuntos e que também se vinculem com outros, dentre os quais destaco:

  • Collate Column,
  • Collate,
  • Collation,
  • Database Collate,
  • Database Collation,
  • Instâncias Microsoft SQL Server,
  • Junção de Tabelas,
  • Page Split,
  • Server Collation,
  • Servidores Microsoft SQL Server,
  • String Split,
  • User Defined Function, e
  • Valores separados por vírgulas.

Chegou a hora, mãos nos teclados, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Setembro 2018 . Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão foram devidamente testados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Fique a vontade para compartilhar, comentar e melhorar cada um destes códigos.

Short Scripts

— Short Script 1  – Identificando Page Split – Método 1  —
SELECT cntr_value
FROM sys.sysperfinfo
WHERE counter_name =’Page Splits/sec’ AND
OBJECT_NAME LIKE’%Access methods%’
Go

— Short Script 2  – Identificando Page Split – Método 2  —
SELECT object_name,
counter_name,
instance_name,
cntr_value, cntr_type

FROM sys.dm_os_performance_counters
WHERE counter_name =’Page Splits/sec’ AND
OBJECT_NAME LIKE’%Access methods%’
Go

— Short Script 3  – Criando um User Defined Function para separação de Strings por vírgula  – Método 1 —
CREATE FUNCTION dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@TEXT1 varchar(8000), @COLUMN tinyint, @SEPARATOR char(1))
RETURNS varchar(8000)
AS
BEGIN
DECLARE @POS_START int = 1
DECLARE @POS_END int = CHARINDEX(@SEPARATOR, @TEXT, @POS_START)

WHILE (@COLUMN >1 AND @POS_END> 0)
BEGIN
SET @POS_START = @POS_END + 1
SET @POS_END = CHARINDEX(@SEPARATOR, @TEXT, @POS_START)
SET @COLUMN = @COLUMN – 1
END

IF @COLUMN > 1 SET @POS_START = LEN(@TEXT) + 1
IF @POS_END = 0 SET @POS_END = LEN(@TEXT) + 1

RETURN SUBSTRING (@TEXT, @POS_START, @POS_END – @POS_START)
END
Go

SELECT
dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@ISBN, 1, ‘-‘) AS PREFIX,
dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@ISBN, 2, ‘-‘) AS REGISTRATION_GROUP,
dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@ISBN, 3, ‘-‘) AS REGISTRANT,
dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@ISBN, 4, ‘-‘) AS PUBLICATION,
dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@ISBN, 5, ‘-‘) AS [CHECK]
Go

— Short Script 4  – Criando um User Defined Function para separação de Strings por vírgula – Método 2  —

Create FUNCTION [dbo].[fnSplitString]
(
@string NVARCHAR(MAX),
@delimiter CHAR(1)
)
RETURNS @output TABLE(splitdata NVARCHAR(MAX)
)
BEGIN
DECLARE @start INT, @end INT
SELECT @start = 1, @end = CHARINDEX(@delimiter, @string)
WHILE @start < LEN(@string) + 1 BEGIN
IF @end = 0
SET @end = LEN(@string) + 1

INSERT INTO @output (splitdata)
VALUES(SUBSTRING(@string, @start, @end – @start))
SET @start = @end + 1
SET @end = CHARINDEX(@delimiter, @string, @start)

END
RETURN
END

Select * from dbo.fnSplitString(‘Querying SQL Server’,”)
Go

— Short Script 5  – Informando o Collate de uma coluna na cláusula Where  —
S
elect campo
From tabela
Where campo collate Latin_General_CI_AS like ‘%á%’
Go

— Short Script 6  – Informando o Collate na declaração de uma coluna e na cláusula Where  —
Select Campo collate Latin_General_CI_AS
From tabela
Where Campo collate Latin_General_CI_AS like ‘%á%’
Go

— Short Script 7  – Alterando o Collate de um Banco de Dados  —
Alter Database MosaicoClient
Collate SQL_Latin1_General_CP1_CI_AI
Go

— Short Script 8  – Alterando o Collate de uma Coluna  —
Alter Table Users
Alter Column [Password] Varchar(12) Collate SQL_Latin1_General_CP1_CS_AS
Go

— Short Script 9  – Identificando o Server Collation  – Método 1 —
Select SERVERPROPERTY (‘collation’)
Go

— Short Script 10 – Identificando o Server Collation  – Método 2 —
Exec sp_helpsort
Go

— Short Script 11 – Identificando o Database Collation —
Select DatabasePropertyEx(‘MRP’,’collation’)
Go

— Short Script 12 – Identificando o Column Collation – Método 1 —
Exec sp_help ‘Produtos’
Go

— Short Script 13 – Identificando o Column Collation – Método 2 —
Select * from Sys.columns
Where Name = ‘Produtos’
Go

— Short Script 14 – Identificando o Column Collation – Método 3 —
Select * from Information_schema.columns
Where Table_Name = ‘Produtos’
Go

Muito bem, missão mais que cumprida! Uma nova relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância, apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.


Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/05/10/short-scripts-maio-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/19/short-scripts-fevereiro-2018-transaction-log/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/09/short-scripts-dezembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/09/16/short-scripts-setembro-2017/

Agradecimento

Obrigado mais uma vez por sua visita, fico honrado com sua ilustre presença ao meu blog, desejo e espero que você possa ter encontrado algo que lhe ajudou.

Volte sempre, nos encontraremos mais uma vez na sessão Short Scripts no post do mês de novembro de 2018.

Abraços…

Material de Apoio – Agosto 2018


Salve, galera, boa tarde.

Tudo bem? Estamos no mês de agosto, volta as aulas, aquela correria do dia a dia da vida acadêmica, profissional e familiar, espero que você esteja conseguindo dar conta de toda esta “loucura” que vivemos rotineiramente.

Como de costume, estou aqui mais uma vez procurando colaborar e compartilhar com a comunidade técnica em mais um post da sessão Material de Apoio dedicado exclusivamente ao meu blog.

Espero que você esteja gostando do conteúdo aqui disponibilizado, como também, possa me ajudar a cada vez mais melhorar ainda.

O post de hoje

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o quarto do ano de 2018 e de número 158 no total desta sessão.

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts  catalogados nos últimos meses, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA e atualmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados exclusivamente ao recurso de Trigger, sendo este, algo bastante questionável e muito criticado pelos profissionais de bancos de dados e desenvolvedores, mas que aplicado de uma forma organizado e pensando sempre no conceito transacional de processamento linha á linha, poderá se tornar um ótima solução de automação de dados.

Segue abaixo a relação de temas relacionados ao uso de Triggers:

  • Auditoria;
  • Bloqueando a criação de tabelas com nomes específicos;
  • Bulk Insert;
  • Cálculo de parcelamento de valores;
  • Comando Delete;
  • Evitando a Duplicação de registros;
  • Exclusão de Tabelas;
  • Instead Of;
  • Integração de dados entre bancos de dados diferentes;
  • Logon All Server; e
  • Trigger Condicional.

Espero que este conteúdo possa lhe ajudar em seus atividades profissionais e acadêmicas. Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .docx ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de arquivos  selecionados:

1 – Material de Apoio – Agosto – 2018 – Auditoria – Trigger All Server – Create Database + Drop Database.sql

2 – Material de Apoio – Agosto – 2018 – Trigger – Parcelamento de Valores + Cálculo Data Pagamento

3 – Material de Apoio – Agosto – 2018 – Descobrindo se o Trigger é Insert, Update ou Delete

4 – Material de Apoio – Agosto – 2018 – Habilitando e Desabilitando Trigger

5 – Material de Apoio – Agosto – 2018 – Implementando Trigger entre Bancos de Dados diferentes no mesmo Servidor

6 – Material de Apoio – Agosto – 2018 – Bloqueando a criação de tabelas com um determinado nome

7 – Material de Apoio – Agosto – 2018 – Evitando duplicidade de registros

8 – Material de Apoio – Agosto – 2018 – Trigger em conjunto com Bulk Insert

9 – Material de Apoio – Agosto – 2018 – Trigger for Logon All Sever

10 – Material de Apoio – Agosto – 2018 – Trigger On Database – Drop Table

11 – Material de Apoio – Agosto – 2018 – Trigger Condicional

12 – Material de Apoio – Agosto – 2018 – Trigger Instead Of

Fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos, aproveite se possível deixe seu comentário, críticas, sugestões e observações.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/06/19/material-de-apoio-junho-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/05/material-de-apoio-abril-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/13/material-de-apoio-fevereiro-2018/

Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, sinto-me honrado e orgulhoso de contar com a sua presença.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, o próximo post desta sessão será publicado no mês de outubro, até lá, continue aproveitando cada momento da sua vida, desfrutando com muita sabedoria os momentos de galeria e também os desafios que são colocada ao nosso redor.

Um forte abraço, muita saúde, sucesso e vamos em frente…

Script Challenge – 2018 – Post 14


Boa tarde comunidade…

Tudo bem? Sexta – feira dia 29/06 estamos no inverno, graças a deus aquele friozinho diminui muito nos últimos dias, eu particularmente gosto do frio, principalmente acompanhado da minha família e do leite quente, chocolate e aquela sopinha no final da tarde que somente minha “pequena” Fernanda sabe fazer.

Introdução

Os posts publicados nesta sessão tem o objetivo de desafiar o visitante a descobrir o que um determinado script pode fazer ao ser executado, e não somente isso, mostrar como podemos aprender com o uso da linguagem Transact-SQL e sua vasta coleção de comandos, funções e instruções adicionadas a cada nova versão ou atualização do Microsoft SQL Server.

Se você ainda não conhecia a sessão Script Challenge, fique tranquilo vai ter a possibilidade agora mesmo, como também a cada 4 meses poder desfrutar de um novo desafio e sua respectiva resposta, por isso esta sessão é denominada Script Challenge(Script Desafio ou Desafio do Script), bom a melhor forma de traduzir eu deixo para você escolher.

Seguindo um frente….

Gostaria de destacar mais uma vez duas mudanças iniciais implementadas na sessão Script Challenge tendo como base o post publicado em outubro de 2017, sendo elas:

  1. Como maneira ou forma de dificultar ainda mais o nível de complexidade do código, o bloco de código que representa o Script Challenge selecionado para compor o post será  apresentado no formato de imagem ou figura; e
  2. Algumas partes das linhas de código, trechos, ou partes de código serão omitidas, justamente como forma de tornar este código ainda mais desafiador.

Antes de destacar o script de hoje, não custa nada saber um pouco mais sobre esta sessão, por este motivo, quero lhe contar um pouco da história que cerca os posts relacionadas a ela…

Um pouco de História

Esta é uma sessão criado no final do ano de 2010 e mantida mensalmente até meados de 2012, desde então não me dediquei mais a mesma devido principalmente em não conseguir identificar possíveis scripts dentro da minha biblioteca que poderiam ser apresentados como um scripts considerados como desafio para os profissionais da área de banco de dados.

Mas acredito que nos últimos anos com o crescimento do Microsoft SQL Server, seu nível de evolução, amadurecimento e recursos adicionais, como também, meu nível de experiência profissional e acadêmica também evolui muito, sinto-me preparado para retornar com esta sessão e poder de forma bastante técnica, didática e conceitual poder lançar um “desafio” e responder o mesmo com muito segurança.

Outro detalhe importante, esta é uma sessão que foi criada, pensando em apresentar pequenos blocos de códigos oriundos da linguagem Transact-SQL que possam apresentar um nível de dificuldade e conhecimento técnico um pouco mais elevado, exigindo assim uma análise mais profunda e até mesmo a criação um pequeno cenário de teste para seu entendimento.

Vamos então conhecer o bloco de código selecionado para ser o Script Challenge deste post.


Script Challenge – 14

O bloco de código Transact-SQL selecionado para fazer parte do Script Challenge de hoje, esta relacionado com uma das atividades diárias exercidas por Administradores de Servidores, Desenvolvedores e logicamente por DBAs e Administradores de Banco de Dados. Bom não vou dizer a qual atividade eu me refiro, mas que ela apresenta uma importância muito grande para a vida de qualquer corporação, com certeza apresenta.

O desafio deste respectivo script, esta diretamente ligado com o impacto que o resultado obtido após sua execução e antes da realização da atividade poderá nos trazer, bem como, o mesmo torna-se uma útil ferramenta no que se relacionada a sobrevivência de nossos dados em caso de uma possível falha física.

Esta curioso para saber qual é esta atividade? Então não vou lhe responder, mas no final do post como de costume vou deixar um enquete para você expor sua opinião.

A seguir apresento o bloco de código:

Figura 1 – Short Script 14.

Muito bem, nosso Script Challenge esta apresentado, e ai você preparado para mais este desafio?

Tenho a certeza que sim!


Sua participação

Legal, agora quero conter com a sua participação, me ajudando a responder este post, outra grande novidade que estou adicionando aos post da sessão Script Challenge será uma pequena enquete com possíveis respostas para identificar qual é a correta relacionada com o desafio apresentado através do bloco de código selecionado para este post, desta forma, apresento a seguir a Enquete – Script Challenge – 14 e suas alternativas de resposta:

Seguindo em frente, já conhecemos o Script Challenge selecionado, sua enquete e relação de opções de resposta, fica faltando somente a sua participação, algo que eu tenho a certeza que vai acontecer rapidamente.

Durante quanto tempo posso participar…

Outra grande mudança na sessão Script Challenge é seu tempo de publicação “validade”, anteriormente os posts desta sessão eram publicados mensalmente ou bimestralmente, agora serão publicados em um período mais longo, ou seja, a cada 4 meses estarei compartilhando com vocês novos posts dedicados exclusivamente para esta sessão.

Desta forma, você terá mais tempo para participar e me ajudar e encontrar a resposta correta para este desafio, enviando suas possíveis sugestões, críticas e até mesmo alternativas de resposta para minha enquete.

Posts anteriores

Caso esta seja a primeira vez que você acessa um post desta sessão, fico muito feliz e aproveito para compartilhar os posts mais recentes:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/10/26/script-challenge-2017-o-retorno/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/03/01/script-challenge-13-a-resposta/


Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que o retorno desta sessão e o conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possam ser úteis e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em outubro de 2018 em mais um post da sessão Script Challenge.

Sucesso, mais uma vez obrigado por sua visita, espero que você tenha gostado deste post.

Fique a vontade para conhecer demais publicados até o presente momento nas demais sessões.

Abraços.

Short Scripts – Fevereiro 2018 – Transaction Log


Olá, bom dia, mais uma semana começando….

E você já esta aqui acessando o meu blog, que alegria poder te encontrar em mais um post da sessão Short Scripts, uma das sessões mais recentes do meu blog que esta alçando a marca de 32 posts, sendo estes publicados trimestralmente.

Mantendo a tradição estou retornando com mais um conjunto de “pequenos” scripts catalogados e armazenados em minha biblioteca pessoal de códigos relacionados ao Microsoft SQL Server e sua fantástica linguagem de desenvolvimento Transact-SQL.

Mas como este é o primeiro post desta sessão em 2018, farei algo um pouco diferente, você terá uma pequena surpresa.

Desejo que o conteúdo aqui compartilhado possa lhe ser útil, como também sirvo de referência e sugestões para novas formar de resolução de problemas e aprendizado.

Vamos então conhecer um pouco mais sobre este novo post….

O post de hoje

Como já destacado no início do post, ao invés de compartilhar os últimos scripts adicionados a  minha biblioteca, quero dividir com você um conteúdo dedicado especificamente a um assunto muito importante quando nos referimos ao Microsoft SQL Server, mais especificamente ao Transaction Log (Log de Transações), funcionalidade presente em todos os bancos de dados criados em qualquer versão e edição do SQL Server.

E ai que você achou desta surpresa, gostou? Eu gostei, não é fácil você conseguir encontrar em um único local um conteúdo focado exclusivamente a este assunto tão importante, que muitos profissionais que trabalham com banco de dados até hoje não conseguem entender o conceito e forma de atuação do Transaction-Log.

Seguindo em frente, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Fevereiro 2018 – Transaction Log. Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão foram devidamente testados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Short Scripts

Fique a vontade para compartilhar, comentar e melhorar cada um destes códigos:

— Short Script 1 – Log Record —

— Altera o Recovery Model para SIMPLE
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
SET RECOVERY SIMPLE
Go

— Truncar o Transaction Log —
CHECKPOINT
Go

— Conteúdo do log – todas as colunas —
USE AdventureWorks2016
Select * from ::fn_dblog(null, null)
Go

–update
Begin Transaction

UPDATE dbo.Pessoa
SET nome = ‘XUXA’
Where ID=3

Rollback
Go

— Conteúdo armazenado no Log File —
Select [Current LSN],
Operation,
Context,
[Transaction ID],
[Log Record Length],
[Previous LSN],
AllocUnitName,
[Page ID],
[Slot ID],
[Checkpoint Begin],
[Checkpoint End],
[Minimum LSN],
SPID,
[Begin Time],
[Transaction Name],
[Parent Transaction ID],
[Lock Information],
Description,
[RowLog Contents 0],
[RowLog Contents 1],
[Log Record]
From ::fn_dblog(null, null)
Go

— DBCC SQLPERF —
DBCC SQLPERF(LOGSPACE)
Go

— Short Script 2 – CheckPoint —

— Criando a Base de Dados —
CREATE DATABASE DemoCheckpoint
ON PRIMARY
(NAME = ‘DemoCheckpoint_data’,
FILENAME = ‘D:\MSSQL\DemoCheckpoint_data.mdf’)
LOG ON
(Name = ‘DemoCheckpoint_Log’,
FILENAME = ‘D:\MSSQL\DemoCheckpoint_log.ldf’,
SIZE = 100MB,
FILEGROWTH = 10MB)
GO

— Alterando o Recovery Model —
ALTER DATABASE DemoCheckpoint
SET RECOVERY SIMPLE
Go

— Criando a Tabela Teste —
USE DemoCheckpoint
GO

CREATE TABLE Teste
(C1 varchar(50) NOT NULL,
C2 varchar(50) NOT NULL)
GO

— Forçando o Checkpoint —
CHECKPOINT
Go

— Abrir o Perfmon com os contadores

— em outra sessão
USE DemoCheckpoint
GO

WHILE 1=1
BEGIN

INSERT INTO dbo.teste
VALUES (‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’)
END

— Short Script 3 – Log Chain Simple —

— Iniciar nova sessão do Perfmon —
SELECT name, recovery_model_desc
FROM sys.databases
WHERE name = ‘AdventureWorks2016’
Go

— Alterar Recovery Model para Simple —
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
SET RECOVERY SIMPLE
Go

— Abrir nova Query —
USE AdventureWorks2016
Go

WHILE 1=1
BEGIN
INSERT INTO dbo.pessoa
VALUES (‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’)
END

— Alterar Recovery Model para Full —
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
SET RECOVERY FULL
GO

— Realizar Backup Database —
BACKUP DATABASE AdventureWorks2016
TO DISK = ‘d:\backupcompress.bak’
WITH COMPRESSION,
DIFFERENTIAL
GO

— Short Script 4 – DBCC LogInfo —

— Criando uma nova base de dados —
CREATE DATABASE TestDB
ON PRIMARY
(NAME = ‘TestDB_data’,
FILENAME = ‘D:\MSSQL\TestDB_data.mdf’)
LOG ON
(Name = ‘TestDB_Log’,
FILENAME = ‘D:\MSSQL\TestDB_log.ldf’,
SIZE = 10MB,
FILEGROWTH = 10MB)
GO

— Obtendo informações sobre a base de dados —
DBCC LOGINFO(TestDB)
Go

–Forçando o crescimento do Transact-Log manualmente em 20MB —
ALTER DATABASE TestDB
MODIFY FILE
(NAME = ‘TestDB_Log’,
SIZE = 20MB);
GO

— Obtendo informações sobre a base de dados —
DBCC LOGINFO(TestDB)
Go

— Short Script 5 – Natureza Circular —

— Alterando Recovery Model FULL —
ALTER DATABASE TestDB
SET RECOVERY FULL;
Go

— Realizando Backup Database —
BACKUP DATABASE TestDB
TO DISK = ‘D:\TestDB.bak’
Go

— Forçando o encolhimento do Transaction – Log —
DBCC LOGINFO(TestDB)
Go

BACKUP LOG TestDB
TO DISK = ‘bkplogTestDB.trn’
Go

USE TestDB
Go

DBCC SHRINKFILE (TestDB_Log,1)
Go

DBCC LOGINFO(TestDB)
Go

— Criando uma nova Tabela —
USE TestDB
GO

CREATE TABLE dbo.pessoa
(ID int identity PRIMARY KEY NOT NULL,
Nome varchar(50) NOT NULL,
Sobrenome varchar(50) NOT NULL,
Nascimento date NOT NULL,
Cargo varchar(50))
GO

— Abrir nova query —
USE TestDB
GO

WHILE 1=1
BEGIN
INSERT INTO dbo.pessoa
VALUES (‘Junior’, ‘Galvão’, ‘19800428’, ‘Database Administrator’)
END

— Monitorar o crescimento do log em tempo de execução —
DBCC LOGINFO(TestDB)

CHECKPOINT

SELECT name,
Log_reuse_wait_desc
FROM sys.databases
WHERE name = ‘TestDB’
Go

— Realizar Backup do Arquivo de Log —
BACKUP LOG TestDB TO DISK = ‘d:\log.trn’
Go

— Alterando Recovery Model para Full
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
SET RECOVERY FULL
Go

— Realizando novo Backup Database —
BACKUP DATABASE AdventureWorks2016
TO DISK = ‘d:\backup.bak’
WITH COMPRESSION
Go

— Short Script 6 – Backup and Transaction Log —

— Preparando a base – 1m10s se não preparada na demo 5
ALTER DATABASE AdventureWorks2016 SET RECOVERY FULL
GO
BACKUP DATABASE AdventureWorks2016 TO DISK = ‘d:\backup.bak’ WITH COMPRESSION
GO

— Realizando Backup do Arquivo de Log —
BACKUP LOG AdventureWorks2016
TO DISK = ‘bkplog.trn’
Go

— Obtendo informações sobre o Log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
Go

— Encolhendo o Transaction Log —
USE AdventureWorks2016
Go

DBCC SHRINKFILE (AdventureWorks2016_Log,1)
Go

— Obtendo informações sobre o Log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
Go

— Ajustando o tamanho do Transaction Log —
USE AdventureWorks2016
Go

— Encolhendo o Transaction Log —
DBCC SHRINKFILE (AdventureWorks2016_Log,1)
Go

— Obtendo informações sobre o Log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
Go

— Modificando o arquivo de Log —
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
MODIFY FILE
(NAME = AdventureWorks2016_Log,
SIZE = 4MB)
Go

— Encolhendo o Transaction Log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)

— Abrir nova query —
BACKUP DATABASE AdventureWorks2016
TO DISK = ‘d:\backup.bak’
Go

— Abrir nova query —
USE AdventureWorks2016
GO

WHILE 1=1
BEGIN
INSERT INTO dbo.pessoa
VALUES (‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’)
END
Go

— Forçando o Truncate do Log —
BACKUP LOG AdventureWorks2016
TO DISK = ‘bkplog.trn’
Go

— Obtedo informações do arquivo de log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
CHECKPOINT
SELECT name,
log_reuse_wait_desc
FROM sys.databases
WHERE name = ‘AdventureWorks2016’
Go

— Ajustando o tamanho do TLog
USE AdventureWorks2016
GO

DBCC SHRINKFILE (AdventureWorks2016_Log,1)
GO

DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
Go

— Short Script 7 – File Growth —

— Habilitando Trace Flags para evidênciar mudanças no Log —
DBCC TRACEON (3004, 3605, -1);
Go

— Limpar o log do SQL Server —
sp_cycle_errorlog
Go

— Criar uma nova Base de Dados —
CREATE DATABASE TransactionLog
ON PRIMARY
(NAME = ‘TransactionLog_data’,
FILENAME = ‘D:\MSSQLSERVER\DATA\TransactionLog_data.mdf’,
SIZE = 10240MB)
LOG ON
(Name = ‘TransactionLog_Log’,
FILENAME = ‘D:\MSSQLSERVER\DATA\TransactionLog_log.ldf’,
SIZE = 1024MB,
FILEGROWTH = 1024MB)
GO

— Identificar o tempo decorrido para processamento relacionado somente ao Log —
xp_readerrorlog
Go

— Desabilitando Trace Flags —
DBCC TRACEOFF (3004, 3605, -1);
Go

— Short Script 8 – Open Transaction in Tracking —

— Identificando as Transações abertas e seu respectivo consumo do Transaction Log —
SELECT
[s_tst].[session_id],
[s_es].[login_name] AS [Login Name],
DB_NAME (s_tdt.database_id) AS [Database],
[s_tdt].[database_transaction_begin_time] AS [Begin Time],
[s_tdt].[database_transaction_log_bytes_used] AS [Log Bytes],
[s_tdt].[database_transaction_log_bytes_reserved] AS [Log Rsvd],
[s_est].text AS [Last T-SQL Text],
[s_eqp].[query_plan] AS [Last Plan]
FROM sys.dm_tran_database_transactions [s_tdt] Inner JOIN sys.dm_tran_session_transactions [s_tst]
ON [s_tst].[transaction_id] = [s_tdt].[transaction_id]
Inner JOIN sys.[dm_exec_sessions] [s_es]
ON [s_es].[session_id] = [s_tst].[session_id]
Inner JOIN sys.dm_exec_connections [s_ec]
ON [s_ec].[session_id] = [s_tst].[session_id]
LEFT OUTER JOIN sys.dm_exec_requests [s_er]
ON [s_er].[session_id] = [s_tst].[session_id]
CROSS APPLY sys.dm_exec_sql_text ([s_ec].[most_recent_sql_handle]) AS [s_est]
OUTER APPLY sys.dm_exec_query_plan ([s_er].[plan_handle]) AS [s_eqp]
ORDER BY [Begin Time] ASC;
Go

É isso ai, missão cumprida! Mais uma relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância, apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.

Quero agradecer ao amigo Luiz Mercante que colaborou com a criação e uso destes scripts em algumas palestras realizadas nos últimos anos no evento SQL Saturday.


Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/09/short-scripts-dezembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/09/16/short-scripts-setembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/06/08/short-scripts-junho-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/03/31/short-scripts-marco-2017/

Agradecimento

Obrigado mais uma vez por sua visita, fico honrado com sua ilustre presença ao meu blog, desejo e espero que você possa ter encontrado algo que lhe ajudou.

Volte sempre, nos encontraremos mais uma vez na sessão Short Scripts no post do mês de maio de 2018.

Sucesso….

#19 – Para que serve


Salve galera, boa tarde.

Feliz Ano Novo, Feliz 2018, o tempo passou e hoje dia 02/01 nos encontramos no primeiro dia útil para grande maioria da população mundial, mas que dureza pensar que temos mais 365 dias pela frente para superarmos, por outro lado que bom pensar assim.

Neste primeiro post de 2018 não vou trazer nenhuma novidade relacionada ao Microsoft SQL Server ou banco de dados, mas sim compartilhar como faço em alguns momentos, conceitos já conhecidos da grande maioria.

Hoje quero trazer para vocês um dos assuntos mais discutidos quando estamos trabalhando com nossos servidores de banco de dados, estou me referindo ao período de processamento do comando select dentro de um bloco de transação conhecido como Ciclo de Vida de Query através do comando Select.

Sendo assim, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre o primeiro post de 2018, post de número 19 da sessão Para que serve. Então seja bem vindo ao #19 – Para que serve – Ciclo de Vida de Query através do comando Select.


Introdução

Um dos comandos mais utilizados em qualquer Sistema Gerenciador de Banco de Dados ou propriamente um Banco de Dados é o comando Select, sendo este responsável em recuperar linhas do banco de dados e permite a seleção de uma ou várias linhas ou colunas de uma ou várias tabelas, no Microsoft SQL Server isso não é diferente.

Basicamente ao se executar um comando Select podemos estar trabalhando com uma simples query ou conjunto de querys que podem formar uma ou mais transações, é com base neste cenário que o comando Select composto por sua conjunto de argumentos e opções permite estabelecer um ciclo de vida dedicado exclusivamente ao seu período de compilação, execução e encerramento.

Desta forma, algumas perguntas podem surgir decorrentes do seu processo de processamento, dentre as quais destaco:

  1. Quais são as etapas para o processamento de um select? 
  2. Onde inicia e onde termina cada processo?

De uma maneira bastante simples e direta vou tentar responder estas questões, iniciando pela organização da estrutura de componentes utilizadas pelo comando Select, conhecidos como:

  • Relation Engine;
  • Storage Engine; e
  • Buffer Pool.
  1. Relational Engine é responsável pelos processos de Query Optmizer, Query Executor e Parse entre outros, avaliando toda a parte algébrica, sintaxe e plano de execução da Query.
  2. Storage Engine é o cara do I/O, responsável pelo gerenciamento e requisições de disco, alocações, Access Methods Code, Buffer Manager e Transaction MGR.
  3. Buffer Pool tem vários papeis, mas, um dos mais importantes é o gerenciamento de memória para o plano de execução e alocação de páginas no data cache.

A Figura 1 apresentada abaixo ilustra um modelo básico da estrutura de relação entre estes componentes:

Figura 1 – Estrutura dos componentes utilizados pelo comando select.

Logicamente, dentro de cada componente podemos encontrar diversos subcomponentes que formam sua estrutura, responsáveis por diversas ações e procedimentos, formando um ecossistema único para cada elemento, dentre eles destaco o Query Optimizer com suas diversas fases de otimização para gerar o plano de execução mais assertivo.

O Ciclo (Select)

O primeiro passo é estabelecer a conexão entre aplicação (ERP, CRM, Web, etc…) e o SQL Server. Para isso, é utilizado um protocolo chamado Network Interface (SNI). No fundo o SNI utiliza um outro protocolo, na verdade, podem existir vários protocolos e o mais conhecido é o famoso TCP/IP.

A Figura 2 abaixo ilustra o inicio do ciclo de vida do comando select através do acesso feito por uma aplicação:

Figura 2 – Representação do inicio do ciclo de vida do comando select.

Ao realizar a conexão através da comanda e do protocolo (TCP/IP), os pacotes TDS (Tabular Data Stream Endpoints) são encaminhados ao Protocolo Layer, que tem como papel “reconhecer e interpretar” o pacote e validar a informação, assim como sua origem (client). Após isso o conteúdo (SQL Command) do pacote é enviado ao Command Parse.

A Figura 3 apresenta o comportamento do Command Parse após o processo de reconhecimento e interpretação do pacote contendo o comando select ser realizado:

Figura 3 – Comportamento do Command Parse após o processo de reconhecimento dos pacotes.

Neste cenário o CMD Parser vai fazer o seu trabalho, primeiro validando o T-SQL, checando sintaxe, nomes de objetos, parâmetros, palavras chaves. A segunda parte é procurar no Buffer Pool se já existe um plano de execução compatível para está query, se sim, ele recupera este plano e executa (Query Executor), caso contrário, passa o result da análise (Query Tree) para o Query Optmizer que é o responsável por gerar o Execution Plan (plano de execução) que será usado na execução (próxima etapa) do ciclo.

Ao receber as instruções o Query Optimizer,  identifica a query realizando diversas etapas (fases 0,1,2) de otimização, afim de encontrar o plano mais eficiente, com base no “cost-based” (I/O, CPU). Nesta etapa as estatísticas são utilizadas servindo como Input de informação para tomada de decisão do Query Optimizer. Após o termino desta etapa, o plano de execução está pronto, passando o bastão para o Query Executor

O Query Executor é quem executa a Query, na verdade ele executa o plano de execução, colocando os operadores para trabalhar. É neste ponto também que ocorre a interação com a Storage Engine via interface Access Methods (OLE DB).

Seguindo em frente, Access Methods passa a solicitação para o Buffer Manager recuperar a página de dados, se a página especifica estiver em memória, o Buffer Pool solicita ao Data Cache que recupere a pagina, e retorna ao Access Methods (leituras logicas). Ao contrário, os dados são recuperados do disco (leituras físicas), colocados em cache e devolvendo o controle para o Access Methods. 

De posse dos dados, o Access Methods devolve a informação para o Relational Engine que será enviada ao Client que a solicitou, assim o resultando do comando select é apresentado na tela da aplicação exibindo assim os dados solicitados pelo usuário. Desta maneira, nosso ciclo ou melhor o ciclo de vida do comando select esta concluído, conforme a Figura 4 apresenta abaixo:

Figura 4 – Ciclo de vida do comando select concluído e dados apresentados para o usuário.

Com isso chegamos ao final do primeiro post de 2018 e post de número 19 da sessão Para que serve.


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/queries/select-transact-sql

https://technet.microsoft.com/en-us/library/ms189559(v=sql.90).aspx

http://www.sqlservergeeks.com/sql-server-architecture-part-2-the-relational-engine/

https://blogs.msdn.microsoft.com/tcaserta/2016/01/04/sql-server-fundamentos-storage-engine-parte-i/

https://blogs.msdn.microsoft.com/tcaserta/2016/01/04/sql-server-fundamentos-storage-engine-parte-i/

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/15/18-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/24/17-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/10/01/16-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/06/28/15-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/04/30/14-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/03/25/13-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/01/23/12-para-que-serve/

Conclusão

Como sempre a Microsoft e toda sua equipe nos surpreende com sua capacidade de trabalho, fortalecendo cada vez mais o Microsoft SQL Server não somente com um SGBD ou ferramenta de banco de dados, mas sim um ambiente completo para qualquer tipo de análise, desenvolvimento e administração que esteja relacionada com dados.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, surpreendente em todos os sentidos…

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua ilustre visita, sinto-me honrado com sua presença, espero que este conteúdo possa lhe ajudar e ser útil em suas atividades profissionais e acadêmicas.

Um forte abraço, até o próximo post da sessão Para que serve…..

Valeu.