#10 – Para que serve


O louco meu, pleno feriadão e você esta passando por aqui no meu blog……

Que legal, sensacional, fico honrado com a sua ilustre visita, seja bem – vindo mais uma vez ao meu blog, espero que você consiga encontrar o que esta procurando ou algo que possa lhe agradar.

Este é mais um post da sessão Para que serve, lançada no início de 2016 e que esta chegando ao post de número 10, isso mesmo estamos no décimo post dedicado a esta sessão que aos poucos esta conseguindo se tornar uma referência de conhecimento diferenciado no meu Blog.

É isso ai, após esta tradicional saudação, chegou a hora de falar sobre o #10 – Para que serve de hoje, tenho a certeza que você vai gostar….


Introdução

Como você já deve ter percebido os posts relacionados a esta sessão tem o objetivo de apresentar e em alguns casos demonstrar como exemplos de código, aplicativos, utilitários, entre outros elementos envolvidos a banco de dados ou gerenciadores de bancos de dados dentro eles o Microsoft SQL Server podem ser utilizados para se obter uma possível solução de um problema, como em outros casos orientar na sua forma de utilização.

Para o post de hoje vou destacar um script que utilizei recentemente e posso dizer que foi de grande ajuda, mas antes de apresentar este recurso vou destacar um pouco sobre alguns elementos relacionados a ele, dentre os quais destaco File Growth.

File Growth

E ai você já ouviu falar file growth, ou simplesmente crescimento de arquivo de dados ou log? Se você é um administrador de banco de dados, ou um profissional que já trabalha a algum tempo com o banco de dados, tenho a certeza que já deve ter ouvido falar sobre a importância de se saber como esta configurado o fator de crescimento de um banco de dados e seu arquivos de transações.

Trata-se de uma configuração que pode ser aplicada durante a criação de um banco de dados ou posteriormente, sua importância esta totalmente relacionada ao espaço de armazenamento de dados durante sua utilização, o que poderá impactar na capacidade física de uma unidade de disco em gerenciar o quanto estes arquivos podem consumir e alocar espaço em disco no decorrer do seu tempo de vida.

Ao definir a forma de crescimento ou até mesmo o quanto este arquivo poderá ou não crescer de forma ilimitado o Microsoft SQL Server vai trabalhar no processo de alocação, escrita e manipulação da estrutura física e lógica tanto para os arquivos de dados, como principalmente para os arquivos de log.

Justamente sendo estes os arquivos que normalmente consomem um grande espaço física das unidades de disco para catalogar todas as operações processadas em um banco de dados que devem ser registradas em sua estrutura.

Para este tipo de cenário os gerenciadores de banco de dados através de seu mecanismo de Storage Engine observam e monitoram o que esta sendo processado e armazenado dentro de cada arquivo, caso o mesmo tenho que crescer para alocar uma nova área é com base nas configurações de File Growth definidas para o respectivo arquivo que este crescimento poderá ser realizado em fatores de Kilobytes, Megabytes, Gigabytes ou até mesmo em valores de porcentagem.

#10 Para que serve – Obtendo informações sobre database filegrowth —

Agora que conhecemos um pouco que esta relacionada com este post, vamos então conhecer este script que poderá nos ajudar a obter todas as possíveis informações relacionadas ao fator de crescimento de nossos bancos de dados e suas respectivas estruturas de dados e log.

— Bloco de Código —

filegrowth

Muito bem, observe que este código é bastante simples, estamos basicamente fazendo uso das catalogs views existentes no Microsoft SQL Server desdes suas primeiras versões o que nos permite dizer que este bloco de código pode ser aplicado facilmente a partir da versão 2005 em qualquer nível de edição, além disso, o mesmo já foi testado e aprovado nas últimos duas edições 2014 e 2016.

Após executarmos o bloco de código apresentando anteriormente, o Management Studio deverá retornar um conjunto de colunas e valores similares ao apresentado na Figura 1 apresentada abaixo:

filegrowth1Figura 1 – Relação de bancos de dados e informações sobre o filegrowth.

Podemos notar a existência das colunas AutoGrowthStatus, GrowthValue e GrowthIncrement, são justamentes estas as colunas que nos permitem encontrar as informações relacionadas aos fatores de crescimento configurados para cada banco de dados armazenado em nosso servidor ou instância de bancos de dados Microsoft SQL Server.

Falando um pouco sobre estas três colunas é possível observar:

AutoGrowthStatus: Esta coluna apresenta o status da propriedade Auto Growth, sendo esta definida para informar e o arquivo deverá ou não crescer de forma automática.

GrowthValue: Apresenta que pode ser informado a partir de 0 (zero) que indica ao Microsoft SQL Server que o determinado banco de dados não deverá crescer. Os demais valores podem representar uma indicação de crescimento em tamanho fixo ou até mesmo em porcentagem.

GrowthIncrement: Mostra a forma de incremento do fator de crescimento do banco de dados, sendo orientado e calculado através do número de páginas de dados, se o valor apresentado for igual á 0 (zero) significa que este banco de dados não terá seu crescimento realizado, qualquer outro valor acima de 0 (zero) significa que este banco de dados será impactado em algum momento pelo valor definido nas configurações do crescimento do banco de dados. Vale ressaltar que este valor esta relacionado ao tamanho de 8Kb (Kilobytes) para cada página de dados.

Após esta análise posso dizer que fica mais fácil descobrir qual banco de dados poderá apresentar problemas de crescimento acima no normal ou simplesmente aquele banco de dados que necessita crescer além do estimado.

Referências

https://technet.microsoft.com/pt-br/library/ms181338(v=sql.110).aspx

https://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms178534.aspx

https://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb522469.aspx

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar uns dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/08/06/07-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/08/06/07-para-que-serve/

Conclusão

Administrar um banco de dados não é uma tarefa das mais complicadas do mundo, mas quando se referimos em administratar um servidor de banco de dados ou conjunto de servidores de bancos de dados o cenário com certeza muda bastante.

Foi pensando neste tipo de situação que compartilhei com vocês hoje este script no #10 – Para que serve, que apresenta como podemos de maneira fácil, rápida, segura e muito prática encontrar informações relacionadas ao file growth, ou simplesmente fator de crescimento.

Considerada uma das configurações mais importantes de um qualquer banco de dados alocado em uma instância ou servidor Microsoft SQL Server.

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua visita, agradeço sua atenção, fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Até mais.

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Windows Phone rouba mercado de Android e iOS e chega a 10% dos smartphones na Europa


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O Windows Phone continua atrás dos rivais Android e iOS, mas na Europa, a situação está melhorando bastante. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela Kantar Worldpanel, o sistema operacional móvel da Microsoft chegou a 10% dos smartphones nos cinco principais países europeus – Reino Unido, Alemanha, França, Itália e Espanha.

A análise contempla agosto a outubro de 2013, e mostra que, em comparação com o mesmo período do ano passado, a participação do SO no mercado do velho continente subiu de 4,8% para 10,2% – ajudado pelos aparelhos de baixo custo, seguindo a escola do Google. O Android, que ainda reina absoluto, cresceu de 64,5% para 70,9%, enquanto o iOS, por sua vez, registrou uma queda, de 20,8% para 15,8%. A BlackBerry, por fim, foi de 5,1% para 1,8% – entre os países analisados pela Kantar, o SO cresceu apenas na Austrália.

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Na França, a parcela de mercado do WP é menor, mas o salto foi bem maior, refletindo melhor o comportamento da Europa. Do terceiro trimestre de 2012 para o terceiro de 2013, o sistema da Microsoft saltou de 5,1% para 12,5%. O iOS, por sua vez, caiu de 19,5% para 15,9%, enquanto o Android foi de 60,4% para 68,1% – e são os franceses que acabaram refletindo melhor o comportamento da Europa.

Lançamentos da Apple – Se mantivermos a comparação limitada apenas aos terceiros trimestres de 2012 e 2013, os dados divulgados pela Kantar mostram uma boa ascensão do Windows Phone e uma aparente queda do iOS. Vendo por esse lado, tais dados sugeririam que os lançamentos que os lançamentos dos iPhones 5s e 5c foram “um fracasso”.

No entanto, o cenário muda se pegarmos as informações da Kantar relativas a setembro deste ano. Colocando-as de frente com as de outubro, vê-se que a participação da Apple no mercado europeu aumentou depois da chegada dos novos aparelhos – foi de 14,6% para 15,8%, e o crescimento só não foi registrado na Itália. Essa melhora foi vista também nos Estados Unidos e na Austrália, países que receberam os novos smartphones no período.

Mas de um mês para o outro, o Windows Phone ainda mostra indícios da ascensão, tanto na Europa quanto em outros mercados, exceção feita à China. Comparando setembro com outubro de 2013, quem perdeu espaço foi o Android – levemente no mercado europeu (de 71,9% para 70,9%) e mais bruscamente no norte-americano (de 57,3% para 52,6%).

De qualquer forma, mesmo com essa melhora nos números na reta final de 2013, ainda se vê que nem os lançamentos de novos aparelhos conseguiram colocar a Apple no mesmo patamar de 2012 – basta ver a comparação dos dois terceiros trimestres, de agosto a outubro. Ainda falta um período de três meses, no entanto, para ver qual será o resultado deste ano.

Fontes e Direitos Autorais: 02/12/2013 17h48 – Atualizado em 02/12/2013 20h44 – Gustavo Gusmão, de INFO Online

Setor de TI deve faturar US$ 132 bi em 2013, diz Brasscom


TI

São Paulo – O setor de Tecnologia da Informação deve faturar US$ 132 bilhões em 2013, disse o presidente da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), Antonio Gil, nesta quarta-feira, 26. Esse crescimento, se concretizado, deve representar uma alta de 7,3% sobre o desempenho do setor no ano passado, de US$ 123 bilhões.

“Isto coloca o Brasil como o sétimo maior mercado do mundo”, afirmou durante seminário Perspectivas para o Setor de TI promovido pela Bolsa e Apimec.

Segundo ele, a participação de TI sobre a atividade econômica brasileira atinge pouco mais de 5% e a perspectiva é de que possa chegar a 8% até 2022. Gil afirmou que esaa projeção contempla uma alta de 54% do setor ao longo de 10 anos.

“O que falta é o aumento do uso de TI, sobretudo, entre as pequenas e médias empresas”, afirmou. Outro segmento que pode puxar o uso é o setor público. “Estima-se que apenas 500 municípios façam uso intensivo de TI, algo além da compra de computadores”, disse.

Fontes e Direitos Autorais: 

• quarta, 26 de junho de 2013 – 15h53.

Europa tenta ganhar mercado em TI, após escândalo nos EUA


No ano passado, o governo francês investiu 200 milhões de dólares em duas startups de cloud computing

Paris/Londres – A França tem o seu “projeto soberano de nuvem” enquanto do outro lado do Reno as empresas de dados criaram o rótulo de “Serviços de Nuvem: fabricados na Alemanha”, todos tentando tranquilizar grandes empresas de que suas informações são armazenadas longe dos olhos curiosos dos espiões norte-americanos.

Empresas europeias acreditam que revelações de que a Agência de Segurança Nacional dos EUA (NSA, na sigla em inglês) têm secretamente reunido dados de nove grandes empresas de Internet dos EUA, incluindo Microsoft e Google, vão dar a elas uma vantagem competitiva à medida que competem com as empresas americanas dominantes da computação de nuvem.

Empresas e indivíduos podem ter de aceitar que, enquanto armazenarem e processarem suas informações em servidores europeus e localizados na Europa, estão protegidos da NSA, mas as agências de inteligência mais perto de casa podem estar à espreita de qualquer maneira.

“Se você vai ter um Big Brother, eu prefiro ter um Big Brother doméstico a um Big Brother estrangeiro”, disse Mikko Hypponen, diretor de pesquisa da empresa de segurança em Internet F-Secure, que também oferece serviços em nuvem com dados armazenados nos países nórdicos.

A computação de nuvem – termo genérico para tudo, desde e-mail baseado na web a software de negócios que é executado remotamente através da Internet – está sendo adotado por grandes empresas e governos a nível global para reduzir custos e aumentar a flexibilidade para seus departamentos de TI.

No ano passado, o governo francês investiu 200 milhões de dólares em duas start-ups (empresas iniciantes), incluindo o dono do centro de dados Cloudwatt, para dotar o País de infraestrutura independente dos gigantes norte-americanos de cloud computing.

Após as revelações de que o programa PRISM da NSA coletou dados de usuários de nove empresas que também incluem Yahoo e Facebook, a posição francesa agora parece precavida para algumas pessoas.

Fontes e Direitos Autorais: • Segunda-feira, 17 de junho de 2013 – 18h00.

Dica – Descobrindo informações sobre o crescimento de Banco de Dados no SQL Server 2008 e SQL Server 2008 R2.

Dica – Descobrindo informações sobre o crescimento de Banco de Dados no SQL Server 2008 e SQL Server 2008 R2.


Pessoal, bom dia!

 

Tudo bem? Mais uma semana começando e estou de volta com mais uma dica.

 

A dica de hoje tem o objetivo de demonstrar como podemos de forma rápida e fácil descobrir as informações sobre o crescimento de seus bancos de dados armazenados no SQL Server 2008 e SQL Server 2008 R2.

Como todos sabem cada banco de dados tem no mínimo dois arquivos, um arquivo primário e um arquivo de log de transações, e pelo menos um grupo de arquivos. Um máximo de 32.767 arquivos e 32.767 grupos de arquivos pode ser especificado para cada banco de dados.

Normalmente durante a criação de um simples banco de dados não se preocupamos com parâmetro e configurações que podem impactar no ciclo de vida dos nossos dados, como também do próprio catálogo, uma destas configurações ao qual me refiro é o Fator e Taxa de crescimento do(s) Arquivo(s) de Log(s).

 

Com base no código apresentado nesta dica, conseguiremos obter estas informações e analisar quais poderiam ser as alterações necessárias para nosso ambiente.

 

Abaixo apresente o Código 1:

 

SELECT rtrim(sd.name) as DBName,

             rtrim(saf.name) AS FileName,

             rtrim(saf.filename) FilePath,

             saf.size*1.0/128 AS FileSizeinMB,

            CASE saf.maxsize

              WHEN 0 THEN ‘Autogrowth is off.’

              WHEN -1 THEN ‘Autogrowth is on.’

            ELSE ‘Log file will grow to a maximum size of 2 TB.’

            END AutogrowthStatus,

            saf.growth AS ‘GrowthValue’,

            ‘GrowthIncrement’ =

            CASE

             WHEN saf.growth = 0 THEN ‘Size is fixed and will not grow.’

             WHEN saf.growth > 0 THEN ‘Growth value is in 8-KB pages.’

             ELSE ‘Growth value is a percentage.’

            END

 FROM master..sysaltfiles saf Inner Join master..sysdatabases sd

                                                     On saf.dbid = sd.dbid

 

Neste código estou utilizando duas das principais Tabelas de Sistema existentes no Banco de Dados Master desde a versão 2000 do  Microsoft SQL Server, sendo elas:

 

  • sys.sysaltfiles: Apresenta uma linha correspondente a cada banco de dados.
  • sys.databases: Apresenta uma linha correspondente a cada banco de dados.

 

O segredo deste código encontra-se nos dois comandos Case, utilizados para fazer a análise condicional de acordo com os valores armazenados em cada coluna MaxSize e Growth retornando de forma personalizada o resultado, o que pode ajudar em muito na análise.

 

Parte do código utilizada na análise e verificação do Tamanho Máximo do Código e seu Fator de Crescimento:

 

            CASE saf.maxsize

              WHEN 0 THEN ‘Autogrowth is off.’

              WHEN -1 THEN ‘Autogrowth is on.’

            ELSE ‘Log file will grow to a maximum size of 2 TB.’

            END AutogrowthStatus,

            saf.growth AS ‘GrowthValue’,

            ‘GrowthIncrement’ =

            CASE

             WHEN saf.growth = 0 THEN ‘Size is fixed and will not grow.’

             WHEN saf.growth > 0 THEN ‘Growth value is in 8-KB pages.’

             ELSE ‘Growth value is a percentage.’

            END

Para ilustrar um pouco mais o objetivo deste código, apresento abaixo a Figura 1:

Figura 1 – Conjunto de dados apresentados após a execução do Código 1.

Galera, é isso, vou encerrando mais esta dica, espero que todos possam ter gostado e que mais uma vez este código possa ser útil em algum momento.

Um grande abraço agradeço, mais uma vez sua visita.

Encontramos-nos em breve.

Até mais.

A difícil recuperação pós-terremoto

Quatro meses depois do terremoto no Japão, empresas de tecnologia do país ainda enfrentam dificuldades.


Os grandes fabricantes japoneses de bens eletrônicos de consumo devem anunciar lucros muito reduzidos para o segundo trimestre, devido ao terremoto de março, mas o foco agora está em determinar se conseguirão cumprir previsões de recuperação rápida, dada a fragilidade da economia mundial.

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As estimativas médias agora mostram que Panasonic e Sharp devem cair ao vermelho no trimestre, enquanto Nintendo deve reportar modesto lucro operacional de 10 bilhões de ienes (US$ 127 milhões). Sony e Canon também devem divulgar quedas consideráveis em seu lucro trimestral.

A maioria dos conglomerados de eletrônica tem projeções de receita estagnada ou em pequena queda para o ano fiscal que se estende até março de 2012, o que coloca em destaque a expectativa de fortes melhoras assim que superem as dificuldades de produção relacionadas ao desastre.

Mas dúvidas sobre as perspectivas quanto ao resto do ano começam a surgir, diante da alta renovada do iene ante o dólar e o euro, alimentadas por preocupações sobre o nível de dívidas do governo.

“As preocupações estão se transferindo da ponta da oferta à da demanda”, disse Yoshiharu Izumi, analista do JPMorgan em Tóquio. “O aspecto macroeconômico domina. O iene forte não é tanta preocupação; o problema é a demanda final pelos produtos.”

Os consumidores dos Estados Unidos e Europa continuam desanimados e os economistas estão reduzindo suas projeções de crescimento. A confiança dos consumidores dos EUA atingiu a marca mais baixa em quase 30 meses, no começo de julho, enquanto preocupações sobre dívidas e medidas de austeridade dos governos estão reprimindo o interesse dos consumidores em muitas partes da Europa.

Na China, uma redução no setor fabril também está causando preocupação.

No mercado interno, a confiança dos consumidores japoneses está melhorando um pouco depois do recuo causado pelo terremoto e tsunami de 11 de março, que causou ao menos 15 mortes e criou uma longa crise na usina nuclear de Fukushima, ao norte de Tóquio.

Fontes e Direitos Autorais: Estadao.com.br – Link – REUTERS – 22 de julho de 2011| 15h31.