Short Scripts – Fevereiro 2020

Neste primeiro post de 2020 da sessão Short Scripts, você vai encontrar 16 exemplos diferentes de como podemos criar em tempo de execução sequências numéricas de números inteiros.


Olá bom dia, como vai?

Seja bem-vindo, em mais um post da sessão Short Scripts, parece que foi então o último post publicado desta sessão e foi mesmo, já estamos em 2020.

Da mesma forma que post anterior publicado em 2019, este primeiro post dedicado ao Short Script também esta ocorrendo entre a madrugada do dia 04/02 e 05/02, as férias acabaram e com ela a volta ao batendo já se iniciou.

Mesmo com este horário meio fora do comum,são exatamente 00:25, isso mesmo, madrugada como já destaquei, que o post de número 40 desta tradicional sessão começa a sair do forno.

Mantendo a tradição estou retornando com mais um conjunto dos “curtos ou pequenos” scripts catalogados e armazenados em minha biblioteca pessoal de códigos relacionados ao Microsoft SQL Server e sua fantástica linguagem de desenvolvimento Transact-SQL.

Como promessa é dívida e deve ser cumprida “ou melhor” compartilhada, vou pagar a minha mais uma vez neste madrugada, feita no encerramento do post anterior publicado no mês de novembro em 2019, se por acaso você ainda não acessou o mesmo, calma, fique tranquilo, tudo vai dar certo, no encerramento deste post você terá a sua disposição a relação das últimas cinco publicações relacionadas aos Short Scripts.

Vamos caminhar mais um pouco então……..

O post de hoje

Para este post, não vou exatamente compartilhar um conjunto variado de scripts que foram catalogados nos últimos meses, ao contrário, vou disponibilizar um conteúdo que foi elaborado hoje, dedicado de forma única e exclusiva a demonstrar como podemos criar de diversas formas uma sequência numérica de números no Microsoft SQL Server, através de um mix de técnicas mais antigas em conjunto com funcionalidades e atuais.

Em conjunto com a sequência numérica, os exemplos de código aqui compartilhados se relacionam com os seguintes assuntos:

● Cláusula Where;
● Comando Begin;
● Comando Begin Transaction;
● Comando Case;
● Comando Commit Transaction;
● Comando Create Function;
● Comando Create Procedure;
● Comando Create Table;
● Comando Declare;
● Comando Distinct;
● Comando End;
● Comando Insert;
● Comando Insert;
● Comando Order By;
● Comando Select;
● Comando While;
● CTE;
● CTE Recursiva;
● Cursor;
● DataType Int;
● Declaração de Variáveis;
● Default Values;
● Diretiva Set;
● Diretiva Set NoCount;
● Função Concat();
● Função Try_Convert();
● Function;
● Junção Direta;
● Números Inteiros;
● Opção Identity();
● Operador Cross Join;
● Operadores compostos;
● Select Derivada;
● Select Values;
● Stored Procedure; e
● Subquery.

Chegou a hora, mãos nos teclados, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Fevereiro 2020. Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão foram devidamente testados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Fique à vontade para compartilhar, comentar e melhorar cada um destes códigos.


Short Scripts

— Exemplo 1 — While —
Set NoCount On
Go

Declare @NumeroInicial Int=1, @NumeroFinal Int=100

While @NumeroInicial <= @NumeroFinal
Begin

Select @NumeroInicial As Numeracao

Set @NumeroInicial +=1
End
Go

— Exemplo 2 — Insert Into Default Values + Go com número de recursividade —
Create Table TabelaNumeracao
(Numero Int Identity(0,2))

Insert Into TabelaNumeracao Default Values
Go 1000

Select * From TabelaNumeracao
Go

— Exemplo 3 — Cursor —
Declare @Contador Int=0, @NumeroAtual Int=0

Declare Cursor_Numeracao Cursor For
Select * From TabelaNumeracao
Order By Numero Desc

Open Cursor_Numeracao
While @Contador <= (Select Max(Numero) From TabelaNumeracao)
Begin

Fetch Next From Cursor_Numeracao
Into @NumeroAtual

Print Concat(‘O número atual é: ‘, @NumeroAtual)

Set @Contador +=2

End
Go

Close Cursor_Numeracao
Deallocate Cursor_Numeracao
Go

— Exemplo 4 — CTE Recursiva —
Declare @NumeroInicial Int=1, @NumeroFinal Int=100

;With CTENumeracaoSequencial (Numeracao)
As
(Select @NumeroInicial As Numero
Union All
Select 1+Numeracao As NumeroSequencial From CTENumeracaoSequencial
Where Numeracao < @NumeroFinal)

Select * From CTENumeracaoSequencial
Go

— Exemplo 5 — Multíplas CTE Recursivas —
;WITH CTEUm
As
(Select 1 As Um Union ALL SELECT 1)
,CTEUnidade
As
(Select 1 As Unidade From CTEUm C1, CTEUm C2)
,CTEDezena
As
(Select 1 As Dezena From CTEUnidade C1, CTEUnidade C2)
,CTECentena
As
(Select 1 As Centena From CTEDezena C1, CTEDezena C2)
,CTEMilhar
As
(Select 1 As Milhar From CTECentena C1, CTECentena C2)
,Numeracao
As
(Select ROW_NUMBER() OVER (ORDER BY (SELECT 1)) as Numeracao From CTEMilhar)
Select * From Numeracao
Go

— Exemplo 6 — CTE com Operador de Junção Cross Join —
;With CTENumeracao (Numero)
As
(
Select * From
(Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As NumeracaoUnidade (NumeroUnidade)
)
Select Unidade.Numero+Dezena.Numero*10+Centena.Numero*100+Milhar.Numero*1000 As Numero
From CTENumeracao Unidade
Cross Join CTENumeracao Dezena
Cross Join CTENumeracao Centena
Cross Join CTENumeracao Milhar
Order By Numero
Go

— Exemplo 7 — CTE com Junção Cruzada Direta —
;With CTENumeracao (Numero)
As
(
Select * From
(Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As NumeracaoUnidade (NumeroUnidade)
)
Select Unidade.Numero+Dezena.Numero*10+Centena.Numero*100+Milhar.Numero*1000 As Numero
From CTENumeracao Unidade, CTENumeracao Dezena, CTENumeracao Centena, CTENumeracao Milhar
Order By Numero
Go

— Exemplo 8 — Objeto Sequence —
Create Sequence dbo.Numeracao As Int
Start With 1
Increment By 1
MinValue 1
MaxValue 5000
Cycle
Go

Select Next Value For dbo.Numeracao As NumeroLinha, Numero From TabelaNumeracao
Go

Alter Sequence dbo.Numeracao
Restart With 1
Go

— Exemplo 9 — Select com Função Row_Number() —
Select Row_Number() Over (Order By Numero) NumeroLinha,
Numero
From TabelaNumeracao
Go

— Exemplo 10 — Stored Procedure —
Truncate Table TabelaNumeracao
Go

Create Or Alter Procedure P_NumeracaoSequencial @NumeracaoSequencial Int
As
Set NoCount On

Declare @Contador Int=1

While @Contador <= @NumeracaoSequencial
Begin
Begin Transaction

Insert Into TabelaNumeracao With (TabLockX) Default Values

Commit Transaction

Set @Contador += 2
End
Go

— Executando —
Execute P_NumeracaoSequencial 100
Go

Select * From TabelaNumeracao
Go

— Exemplo 11 — User Defined Function —
Create Or Alter Function F_SequencialNumerica (@Numero Int=0)
Returns Table
Return
Select Unidade+Dezena*10+Centena*100+Milhar*1000 AS Numeracao From
(Select 0 AS Unidade Union Select 1 Union Select 2 Union Select 3 Union Select 4
Union Select 5 Union Select 6 Union Select 7 Union Select 8 Union Select 9) SequenciaUnidade,
(Select 0 AS Dezena Union Select 1 Union Select 2 Union Select 3 Union Select 4
Union Select 5 Union Select 6 Union Select 7 Union Select 8 Union Select 9 ) SequenciaDezena,
(Select 0 AS Centena Union Select 1 Union Select 2 Union Select 3 Union Select 4
Union Select 5 Union Select 6 Union Select 7 Union Select 8 Union Select 9 ) SequenciaCentena,
(Select 0 AS Milhar Union Select 1 Union Select 2 Union Select 3 Union Select 4
Union Select 5 Union Select 6 Union Select 7 Union Select 8 Union Select 9 ) SequenciaMilhar
Go

— Executando —
Select * From F_SequencialNumerica(0)
Where Numeracao=15
Go

— Exemplo 12 — Select … Values com Função Concat() e Operador de Junção Cross Join —
Select CONCAT(NumeroUnidade,NumeroDezena,NumeroCentena, NumeroMilhar) As ‘Caractere’,
(NumeroUnidade+NumeroDezena*10+NumeroCentena*100+NumeroMilhar*1000) As ‘Numerico’
From (Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As NumeracaoUnidade (NumeroUnidade)
Cross Join (Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As NumeracaoDezena (NumeroDezena)
Cross Join (Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As NumeracaoCentena (NumeroCentena)
Cross Join (Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As NumeracaoMilhar (NumeroMilhar)
Order By ‘Numerico’
Go

— Exemplo 13 — Select … Values com Função Concat() e Junção Cruzada Direta —
Select CONCAT(NumeroUnidade,NumeroDezena,NumeroCentena, NumeroMilhar) As ‘Caractere’,
(NumeroUnidade+NumeroDezena*10+NumeroCentena*100+NumeroMilhar*1000) As ‘Numerico’
From (Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As NumeracaoUnidade (NumeroUnidade),
(Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As NumeracaoDezena (NumeroDezena),
(Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As NumeracaoCentena (NumeroCentena),
(Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As NumeracaoMilhar (NumeroMilhar)
Order By Numerico
Go

— Exemplo 14 — Select … Values com Funções Try_Convert() e Concat() com Junção Cruzada Direta —
Select Try_Convert(Int, CONCAT(NumeroUnidade,NumeroDezena,NumeroCentena, NumeroMilhar),0) As ‘Numerico’
From (Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As NumeracaoUnidade (NumeroUnidade),
(Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As NumeracaoDezena (NumeroDezena),
(Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As NumeracaoCentena (NumeroCentena),
(Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As NumeracaoMilhar (NumeroMilhar)
Order By Numerico
Go

— Exemplo 15 — Select Tabela Derivada com Subquery Select … Values —
Select NumeroUnidade+NumeroDezena*10+NumeroCentena*100+NumeroMilhar*1000 As Numero
From
(Select * From (Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As Numeracao (NumeroUnidade)) As Unidade,
(Select * From (Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As Numeracao (NumeroDezena)) As Dezena,
(Select * From (Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As Numeracao (NumeroCentena)) As Centena,
(Select * From (Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As Numeracao (NumeroMilhar)) As Milhar
Order By Numero
Go

— Exemplo 16 — Select Tabela Derivada com Função Convert() em conjunto com Select Tabela Derivada mais Subquery Select … Values —
Select Convert(Int, Numero) As Numero From
(
Select CONCAT(NumeroUnidade,NumeroDezena,NumeroCentena, NumeroMilhar) As Numero
From
(Select * From (Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As Numeracao (NumeroUnidade)) As Unidade,
(Select * From (Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As Numeracao (NumeroDezena)) As Dezena,
(Select * From (Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As Numeracao (NumeroCentena)) As Centena,
(Select * From (Values (0),(1),(2),(3),(4),(5),(6),(7),(8),(9)) As Numeracao (NumeroMilhar)) As Milhar
) As Numeracao
Where Numero>0
Order By Numero
Go


Muito bem, missão mais que cumprida!

Uma nova relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados shorts entre aspas “curtos ou pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância, apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.

Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/11/15/short-scripts-novembro-2019/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/09/11/short-scripts-setembro-2019/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/06/08/short-scripts-junho-2019/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/03/15/short-scripts-marco-2019/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/11/20/short-scripts-novembro-2018/

Agradecimento

Obrigado mais uma vez por sua visita, fico honrado com sua ilustre presença ao meu blog, desejo e espero que você possa ter encontrado algo que lhe ajudou.

Volte sempre, nos encontraremos mais uma vez na sessão Short Scripts no post a ser publicado no mês de abril em 2020.

Um forte abraço, saúde e paz.

Até mais.

@01 – O que Acontece?

No 1º post da sessão O que Acontece. Vou apresentar através da ferramenta Process Monitor o que acontece no disco rígido durante o processamento de um simples comando Select executado através do Azure Data Studio.


Muito boa tarde galera! Salve 2020….

Seja bem-vindo ao primeiro post de 2020, em adicional ao @01 – O que Acontece? Post da nova sessão que estou lançando hoje aqui no meu blog.

Antes de apresentar este primeiro post, quero destacar alguns pontos em sobre esta nova sessão, em destaque o tipo de conteúdo você leitor vai encontrar a partir de hoje nos posts relacionados a ela:

1 – Os posts que serão publicados nesta sessão envolvem um pouco do Micrososft SQL Server, na verdade o objetivo dela é tentar mostrar como ele SQL Server, o qual aqui eu vou denominar como caixa, pensa exclusivamente fora dela, ou seja, como este grandioso SGBD (Sistema Gerenciador de Banco de Dados) faz para que tenhamos nossos dados armazenados ou apresentados em tela, ou como nós podemos de uma forma simples aprender, conhecer e desvendar os comportamentos realizados por ele além do uso das habituais ferramentas de administração: SQL Server Management Studio ou Azure Data Studio.

2 – Os posts aqui publicados, não apresentam o objetivo de demonstrar recursos, comandos, funcionalidades ou ensinar algo novo, na verdade eu quero tentar mostrar o que acontece muitas vezes quando por exemplo você esta processando um simples comando Select buscando milhões de dados em uma tabela, e o SQL Server Management Studio vai apresentando aos poucos os registros. Serão exclusivamente estes cenários, comportamentos e formas de atuação envolvendo o SQL Server e o ambiente que ele se encontra;

3 – Os posts aqui publicados não terão uma estrutura padrão, na verdade, O que Acontece, foi idealizado da mesma forma que inicialmente começamos a pensar. Vamos reunindo conhecimentos, ideias, possibilidades, hipóteses, analisando alternativas, mensurando teorias, até tentar construir algo mais concreto;

4 – Não será estabelecido um calendário de publicação, ao contrário, sempre que algum pensamento fora da caixa pairar sobre a minha cabeça, ou coisas do meu dia-a-dia relacionados as minhas experiências profissionais ou acadêmicas, novos posts serão publicados, bem como, os atuais atualizados e corrigidos;

5 – Não vou me ater ao certo ou errado, melhor ou pior, tecnicamente perfeito ou melhor tecnicamente, o que eu quero é tentar como eu já destaquei ilustrar o que acontece do lado de fora do SQL Server, o que ele muitas vezes esta realizando e não temos ideia do que está acontecendo; e

6 – Vou tentar em cada post trazer uma ferramenta, aplicativo ou utilitário existente no próprio sistema operacional que possa nos ajudar a observar e entender o que está acontecendo de preferência em tempo real, em adicional, se possível utilizarei vídeos para elucidar de forma mais didática o objetivo do post.

Continue Lendo “@01 – O que Acontece?”

#23 – Para que serve


Olá, bom dia, tudo bem? E ai preparado para festividades de final de Ano?

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Para que Serve, sendo este o de número 23, mais um dia de muito começando, repleto de atividades e compromissos, ainda mais hoje sexta – feira e muito próximo ao Natal.

Mesmo no ritmo de fim de ano, tenho mantido a minha rotina, acordar bem cedo, para poder aproveitar da melhor maneira possível meu precioso tempo livre, colocando em prática algo que adoro fazer, publicar um post novo em meu blog mantendo a tradição de querer renovar e compartilhar as experiências e aprendizados adquiridos em minhas atividades profissionais e acadêmicas.

No post de hoje, vou compartilhar com você que esta acessando meu blog, uma nova opção adicionada diretamente aos bancos de dados que criamos a partir do Microsoft SQL Server 2016 que nos permite que seja utilizada de forma exclusiva no nível de banco de dados ao invés de aplicar diretamente no nível de instância.

Talvez você já possa ter utilizada esta nova opção, mas tenho a certeza que muitos dos profissionais que ainda não migraram seus ambientes para versões mais novas talvez não a conheçam, estou me referindo a opção AUTOGROW_ALL_FILES, que basicamente define no nível de banco de dados (Database Level) ao contrário do que acontecia nas versões anteriores que tínhamos a necessidade de ativar a Trace Flag T1117 que aplicava esta alteração de comportamento padrão no nível de instância (Server Level).

No decorrer deste post será realizado um pequeno comparativo entre as opções AUTOGROW_ALL_FILES e AUTOGROW_SINGLE_FILE, analisando seus comportamentos padrões, tendo como base um simples bloco de código inserindo 500.000 (Quinhentas mil linhas de registros lógicos) com dados fixos.

Adianto que esta análise comparativa em nenhum momento leva em consideração características de Hardware, versão de Sistema Operacional ou uso de uma aplicação específica. Na verdade o objetivo desta simples análise é elucidar que o uso destas  opções podem influenciar na maneira que o Microsoft SQL Server utiliza um ou mais arquivos de dados de forma proporcional ou simultânea.

Sendo assim, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre o post de número 23 da sessão Para que serve. Mas uma vez, bem vindo ao #23 – Para que serve – Opções de Bancos de Dados – AUTOGROW_ALL_FILES versus AUTOGROW_SINGLE_FILE.

Espero que você esteja animado para conhecer um pouco mais sobre esta propriedade, caso já conheça, continue lendo este post, sempre podemos aprender algo novo….


Introdução

Todo o banco de dados SQL Server tem, no mínimo, dois arquivos de sistema operacional: um arquivo de dados e um arquivo de log. Os arquivos de dados contêm dados e objetos como tabelas, índices, procedimentos armazenados e exibições.

Os arquivos de log contêm as informações necessárias para recuperar todas as transações no banco de dados, ao contrário dos arquivos de dados que podem ser agrupados em grupos de arquivos para propósitos de alocação e administração.

Os bancos de dados SQL Server possuem três tipos de arquivos, como mostrado na Tabela 1 a seguir:

Arquivo  Descrição 
Primário O arquivo de dados primário contém as informações de inicialização do banco de dados e aponta para os outros arquivos no banco de dados.
Dados do usuário e objetos podem ser armazenados neste arquivo ou em arquivos de dados secundários. Todo banco de dados possui um arquivo de dados primário. A extensão de nome de arquivo indicada para arquivos de dados primários é .mdf.
Secundário Os arquivos de dados secundários são opcionais, definidos pelo usuário, e armazenam dados do usuário.
Arquivos secundários podem ser usados para distribuir os dados entre os diversos discos, colocando cada arquivo em uma unidade de disco diferente. Além disso, caso um banco de dados exceda o tamanho máximo em um único arquivo Windows, será possível usar arquivos de dados secundários, assim, o banco de dados continuará a crescer.
A extensão de nome de arquivo indicada para arquivos de dados secundários é .ndf.
Log de transações Os arquivos de log de transações armazenam as informações de log usadas para recuperar o banco de dados. Deve haver, no mínimo, um arquivo de log para cada banco de dados.
A extensão de nome de arquivo indicada para arquivos de transação é .ldf.

Tabela 1 – Tipos de Arquivos que formam um banco de dados criado no Microsoft SQL Server.

Agora que já conhecemos os tipos de arquivos que podem compor um banco de dados, vamos conhecer um pouco sobre um outro importante recurso que esta diretamente relacionado a este post, os denominados Filegroups.

Filegroups

Quando objetos são criados no banco de dados sem especificar a qual grupo de arquivos eles pertencem, os objetos são atribuídos ao grupo de arquivos padrão. A qualquer hora, um grupo de arquivos é designado como o grupo de arquivos padrão.

Os arquivos no grupo de arquivos padrão devem ser grandes o suficientes para armazenar qualquer objeto novo alocado a outros grupos de arquivo.

O grupo de arquivos PRIMÁRIO é o grupo de arquivos padrão, a menos que seja alterado usando a instrução ALTER DATABASE. A alocação para os objetos de sistema e de tabelas permanece no grupo de arquivos PRIMÁRIO, e não no novo grupo de arquivos padrão. O SQL Server mapeia um banco de dados de um conjunto de arquivos do sistema operacional.

As informações de log e dados nunca ficam misturadas no mesmo arquivo, e os arquivos individuais são usados apenas por um banco de dados, os grupos de arquivos são conhecidos como coleções de arquivos e são usados para simplificar o posicionamento de dados e em tarefas administrativas, como operações de backup e restauração.

Crescimento de Arquivos de Dados

Ao criar um banco de dados, estamos estabelecendo o uso de uma ou mais áreas em disco rígido para alocar nossos arquivos de dados. Dentre as diversas opções e propriedades que podemos configurar no momento da criação de um novo banco de dados ou em sua alteração, nos deparamos com a propriedade FileGrowth, sendo esta responsável em estabelecer a forma ou método de crescimento que toda estrutura de arquivos de dados que formam nossos bancos deverá aplicar, escolhendo a método de rodízio (Round-Robin) na qual os arquivos vão sendo preenchidos de forma aleatória de acordo com a necessidade ou através do método Preenchimento Proporcional (Proportional Fill).

Chegou a hora de colocar a mão nos teclados, como de costume teremos um ambiente de testes a ser criado, o que será utilizado como cenário de estudos.

Criando o Ambiente

Em meu ambiente de estudos estou utilizando o Microsoft SQL Server 2017 Enterprise Edition – Cumulative Update 9 e Sistema Operacional Windows 10, fique a vontade para utilizar o melhor cenário possível dentro das suas necessidades, a partir da versão 2016 do Microsoft SQL Server.

Para realizar nossa simples prática, começaremos pela execução do Bloco de Código 1, responsável por criar a seguinte estrutura:

  • Databases: TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE; e TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES;
  • Tables: TabelaGrowSingleFile; e TabelaGrowAllFile.

Importante: Destaco que os caminhos informados para criação dos referidos bancos e seus arquivos, estão apresentados de acordo com a configuração do meu ambiente, fique a vontade para alterar de acordo com suas necessidades e configurações.

— Bloco de Código 1 —
— Criando os respectivos bancos de dados  —

— Criando o Banco de Dados TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE —
Create Database TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE
On Primary
(Name= ‘TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE_Data’,
FileName= ‘S:\MSSQL-2017\Data\TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE_Data.mdf’,
Size=10 MB,
MaxSize=4096 MB,
FileGrowth=100 MB),
(Name= ‘TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE_Data1’,
FileName= ‘S:\MSSQL-2017\Data\TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE_Data1.ndf’,
Size=10 MB,
MaxSize=4096 MB,
FileGrowth=100 MB),
(Name= ‘TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE_Data2’,
FileName= ‘S:\MSSQL-2017\Data\TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE_Data2.ndf’,
Size=10 MB,
MaxSize=4096 MB,
FileGrowth=100 MB)
Log On
(Name= ‘TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE_Log’,
FileName= ‘S:\MSSQL-2017\Log\TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE_Log.Ldf’,
Size=20 MB,
MaxSize=8192 MB,
FileGrowth=200 MB)
Go

— Criando o Banco de Dados TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES —
Create Database TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES
On Primary
(Name= ‘TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES_Data’,
FileName= ‘S:\MSSQL-2017\Data\TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES_Data.mdf’,
Size=10 MB,
MaxSize=4096 MB,
FileGrowth=100 MB),
(Name= ‘TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES_Data1’,
FileName= ‘S:\MSSQL-2017\Data\TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES_Data1.ndf’,
Size=10 MB,
MaxSize=4096 MB,
FileGrowth=100 MB),
(Name= ‘TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES_Data2’,
FileName= ‘S:\MSSQL-2017\Data\TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES_Data2.ndf’,
Size=10 MB,
MaxSize=4096 MB,
FileGrowth=100 MB)
Log On
(Name= ‘TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES_Log’,
FileName= ‘S:\MSSQL-2017\Log\TesteDatabaseAUTOGROWALLFILE_Log.Ldf’,
Size=20 MB,
MaxSize=8192 MB,
FileGrowth=200 MB)
Go

Nota: Vale ressaltar que ambos os bancos de dados estão estruturados com a mesma quantidade de arquivos de dados e log, respectivamente 3(três) arquivos de dados e somente um único arquivo de log.

Muito bem, neste momento nossos bancos de dados estão criados e ambos contendo a mesma configuração para as propriedades: Size, MaxSize e FileGrowth, como também, configurados para que o crescimento ocorra de forma aleatória para os arquivos de dados.

Vamos validar nossa estrutura através do Bloco de Código 2 apresentado abaixo, o qual vai nos permitir identificar justamente as configurações que aplicamos no momento da criação dos referidos bancos de dados:

— Bloco de Código 2 —
Select DB_NAME() AS [DatabaseName], Name, file_id, physical_name,
(size * 8.0/1024) as Size,
((size * 8.0/1024) – (FILEPROPERTY(name, ‘SpaceUsed’) * 8.0/1024)) As FreeSpace
From sys.database_files
Go

Após executar o Bloco de Código 2, o Management Studio deverá apresentar o resultado similar a ilustrado na Figura 1 para ambos os bancos de dados:
Figura 1 – Informações sobre os bancos de dados seus arquivos, tamanhos e espaço livre ocupado.

Nosso próximo passo será forçar o crescimento dos nossos arquivos para o Banco de Dados TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE, observando o comportamento que o SQL Server vai utilizar, ressalto que estaremos fazendo a criação da tabela que utilizaremos como base para inserir os dados, para tal cenário vamos utilizar o Bloco de Código 3 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 3 —
Use TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE
Go

— Criando a Tabela TabelaGrowSingleFile —
Create Table TabelaGrowSingleFile
(Codigo Int Identity(1,1) Not Null Primary Key,
Texto VarChar(100) Default ‘Grow Single File’,
Quantidade SmallInt Default 2018,
ValoresNumericos Numeric(8,2) Default ‘2018.12’,
DataAtual Date Default GetDate()+Rand()*30)
Go

— Inserindo a massa de dados —
Insert Into TabelaGrowSingleFile Default Values
Go 500000

A partir do momento que o Bloco de Código 3 é executado, o Microsoft SQL Server em conjunto com o SQL OS, Database Engine e Storage Engine, começam a fazer uso dos arquivos de dados, distribuindo em tempo real as páginas de dados conforme o método ou técnica escolhida para preenchimento dos arquivos de dados.

Para confirmarmos a alocação e distribuição destas páginas, vamos executar o Bloco de Código 4 apresentado abaixo em uma Nova Query e observar o resultado apresentado:

— Bloco de Código 4 —
Use TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE
Go

DBCC ShowFileStats — Comando que vai apresentar a distribuição de páginas de dados entre os arquivos
Go

Observação: Execute o comando DBCC ShowFileStats durante a execução do Bloco de Código 3, para que você possa obter um resultado similar ao apresentado na Figura 2 abaixo:

Figura 2 – Resultado apresentado pelo comando DBCC ShowFileStats.

No decorrer do processamento do Bloco de Código 3, podemos novamente o Bloco de Código 2 para identificar que neste momento o Microsoft SQL Server esta fazendo uso método de preenchimento dos arquivos de dados Round-Robin, no qual ele identifica qual seria o melhor arquivo para alocar a página, para confirmar este cenário a Figura 3 ilustra o resultado obtido de mais uma execução do Bloco de Código 2:
Figura 3 – Alocação dos arquivos de dados.

Observe a mudança de valores nas colunas Size e FreeSpace, como também, suas diferenças de valores em relação ao File_ID=1 para com os File_ID = 2 e 3, são justamente estas diferenças que nos orientam a entender que o Round-Robin esta sendo utilizado.

Estamos indo bem, falta um pouco para chegarmos ao final….

Nosso próximo passo se destina a alterar a forma de preenchimento e utilização dos arquivos de dados definidos para o Banco de Dados TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES, e em seguida forçar o uso de cada arquivos e a distribuição de páginas. Vamos então executar o Bloco de Código 5 e sua sequência de passos:

 — Bloco de Código 5 —
— Alterando a definição de crescimento dos arquivos de Dados para o FileGroup Primary —
Use Master
Go

Alter Database TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES
Modify FileGroup [Primary] AUTOGROW_ALL_FILES — Definindo o crescimento proporcional   para todos os arquivos de dados —
Go

— Acessando o Banco de Dados —
Use TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES
Go

— Criando a Tabela TabelaGrowSingleFile —
Create Table TabelaGrowAllFile
(Codigo Int Identity(1,1) Not Null Primary Key,
Texto VarChar(100) Default ‘Grow All File’,
Quantidade SmallInt Default 2018,
ValoresNumericos Numeric(8,2) Default ‘2018.12’,
DataAtual Date Default GetDate()+Rand()*30)
Go

— Inserindo a massa de dados —
Insert Into TabelaGrowAllFile Default Values
Go 500000

Neste momento temos o banco de dados TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES sendo utilizando, no qual sua estrutura de arquivos esta definida para ser utilizada de forma conjunto e proporcional, ou seja, conforme a necessidade de crescimento dos arquivos de dados, ao invés de um único arquivo ser invocado e ter seu valor de crescimento definido, todos os arquivos serão envolvidos e afetados, conforme a Figura 4 a seguir ilustra:
Figura 4 – Preenchimento de todos os arquivos de dados sendo realizado com base no uso da opção Grow_All_Files.

Estamos quase lá, para finalizar nosso estudos, vamos executar o Bloco de Código 6, o qual tem a finalidade de repetir a inserção das 500.000 mil linhas de registros em cada banco de dados e posteriormente forçar um crescimento para os arquivos de dados:

 — Bloco de Código 6 —
— Acessando o Banco de Dados —
Use TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE
Go

— Inserindo a massa de dados —
Insert Into TabelaGrowSingleFile Default Values
Go 500000

— Acessando o Banco de Dados —
Use TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES
Go

— Inserindo a massa de dados —
Insert Into TabelaGrowAllFile Default Values
Go 500000

Note que para o Banco de Dados TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE o crescimento vai ocorrer no primeiro arquivo de dados e para no Banco de Dados TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES este crescimento será aplicado a todos os arquivos, conforme apresenta a Figura 5 abaixo:
Figura 5 – Espaço ocupado pelos arquivos de dados após o crescimento ser ocorrido.

Para finalizar, compartilho a Figura 6 que apresenta a utilização dos arquivos de dados por parte do Storage Engine de acordo com o método de alocação e preenchimento dos arquivos de dados, respeitando a configuração dos bancos de dados aqui utilizados:

Figura 6 – Comparativo entre AutoGrowSingleFile versus AutoGrowAllFiles.

Importante: Observe que todos os arquivos de dados definidos para uso no banco de Dados TesteDatabaseAutoGrowAllFiles apresentam os mesmos valores para colunas Size e FreeSpace, cenário totalmente diferente para o banco de dados TesteDatabaseAutoGrowSingleFile, que ilustra a utilização de forma diferente dos arquivos de dados, no qual os arquivos File_ID=2 e 3 estão neste momento sem espaço livre, o que indica que o crescimento foi aplicado ao primeiro arquivo de dados.

Com isso, e sem mais delongas, chegamos ao final. Ufa deu um pouco de trabalho este post, como de costume, mesmo assim sempre vale a pena poder compartilhar um pouco do conhecimento e experiências adquiridas ao longo dos anos de trabalho como DBA e Professor.

Espero que você tenha gostado, eu posso dizer que sim, mas sua opinião é muito importante.


Referências

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/01/23/12-para-que-serve/

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/database-console-commands/dbcc-traceon-trace-flags-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/alter-database-transact-sql-file-and-filegroup-options?view=sql-server-2017

https://blogs.msdn.microsoft.com/psssql/2016/03/15/sql-2016-it-just-runs-faster-t1117-and-t1118-changes-for-tempdb-and-user-databases/

https://www.brentozar.com/archive/2014/06/trace-flags-1117-1118-tempdb-configuration/

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/databases/database-files-and-filegroups?view=sql-server-2017

https://www.sqlshack.com/understanding-sql-server-proportional-fill-algorithm/

http://www.sqlservercentral.com/scripts/Maintenance+and+Management/30218/

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/08/22/22-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/05/28/21-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/12/20-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/02/19-para-que-serve/

Conclusão

Conhecer a cada nova versão as mudanças e novidades aplicadas ao Microsoft SQL Server não é uma tarefa fácil, mas deixar de fazer uso delas pode em algum momento parecer falta de interesse ou até mesmo desconhecimento do potencial existente no produto.

Neste post, podemos conhecer esta nova opção Auto_Grow_All_Files, que nos permite aplicar uma nova maneira de orientar o SQL Server no uso, alocação e principalmente crescimento de nossos arquivos de dados, o que pode ou não impactar de forma direta na performance, contenção ou distribuição de recursos relacionados a disco rígido.

Em momento algum, o cenário aqui utilizado, muito menos a análise feita, teve o objetivo de comprovar qual forma de alocação e uso dos arquivos de dados é melhor, isso deve ser analisado para cada necessidade e ambiente.

Espero que o conteúdo aqui apresentado possa lhe ajudar a conhecer um pouco sobre como os arquivos de dados são importantes e úteis para nossos bancos, além disso, a importância de se utilizar mais de um arquivo de dados ou filegroups.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, que desde suas primeiras versões nos apresenta inúmeras possibilidades de se aprender, possibilitando usar o passado como fonte de inspiração para construção de um futuro melhor, por isso que a cada dia eu me apaixono ainda mais por este produto…

Vai SQL Server, Vai SQL Server….

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua ilustre visita, sinto-me honrado com sua presença, espero que este conteúdo possa lhe ajudar e ser útil em suas atividades profissionais e acadêmicas.

Um forte abraço, até o próximo post da sessão Para que serve a ser publicado no mês fevereiro de 2019.

Um grande abraço e ótima semana.

Valeu.

Microsoft SQL Server Management Studio 17.8 liberado


Em anuncio oficial, A Microsoft apresentou em seu blog a nova versão do Microsoft SQL Server Management Studio 17.8, conhecida por muitos profissionais de tecnologia pela sigla SSMS.

O SSMS combina um amplo grupo de ferramentas gráficas com vários editores de script avançados para fornecer acesso para desenvolvedores e administradores de todos os níveis de conhecimento ao SQL Server, além disso, através desta ferramenta você vai encontrar um ambiente totalmente integrado com os mais diversos serviços e recursos existentes no Microsoft SQL Server.

Vale ressaltar que desde a versão 2016 do Microsoft SQL Server, o time de engenheiros e desenvolvedores da Microsoft, decidiram superar a dependência do Management Studio da versão do SQL Server, sendo assim, deste então independente da versão do Microsoft SQL Server instalado é possível utilizar e instalar versões superiores ou não do Management Studio, tornando-se então um novo produto independente do SQL Server.

A partir da versão 17, o Microsoft SQL Server Management Studio apresenta um novo ícone que faz referência a esta ferramenta substituindo justamente o ícone utilizado pelas versões anteriores do Management Studio específicos de cada versão do Microsoft SQL Server.

A Figura 1 abaixo apresenta este novo ícone:

Figura 1 – Novo ícone utilizado pelo Microsoft SQL Server Management Studio a partir da versão 17.

Para realizar download do Microsoft SQL Server Management Studio 17.8, utilize um dos links apresentados abaixo:

Download SQL Server Management Studio 17.8

Download SQL Server Management Studio 17.8 Upgrade Package (upgrades 17.x to 17.8)

Após a instalação desta nova versão o Microsoft SQL Server Management Studio terá sua número de versão evoluído para: 17.8 e seu release build para: 14.0.17276.0. Dentre os bugs e melhorias implementadas nesta nova versão a Microsoft destaca correções específicas para editor de querys, nova interface para scripts e suporte a propriedade AUTOGROW_ALL_FILES, entre outras inovações.

Caso queira saber mais sobre esta versão, sua lista de correções e melhorias, acesse: https://docs.microsoft.com/en-us/sql/ssms/download-sql-server-management-studio-ssms?view=sql-server-2017

Esta nova versão do SSMS 17.8 esta disponível para as versões do Mirosoft SQL Server versão 2008 até 2017, é compatível com as versões 64 bits do Windows 7, Windows 8/8.1, Windows 10, Windows Server 2008 R2, Windows Server 2012, Windows Server 2012 R2 e Windows Server 2016 e também suporta o SQL Analysis Service PaaS.

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft – Docs SQL Tools SQL Server Management Studio (SSMS) – 21/06/2018.

Short Scripts – Maio 2018


Olá Mundo, bom dia, comunidade….

Tudo bem? E ai como passaram os últimos meses?

Pergunto isso, devido ao post anterior desta sessão ter sido publicado no mês de fevereiro, posso imaginar que neste intervalo de tempo nossas vidas apresentaram inúmeras situações, espero que todas possam ter sido dentro do possível boas, assim como a minha, e se caso venha a existir algo mais espinhoso, que você possa ter superado.

Seguindo em frente, que alegria poder te encontrar em mais um post da sessão Short Scripts, uma das sessões mais recentes do meu blog que esta alçando a marca de 33 posts publicados trimestralmente.

Mantendo a tradição estou retornando com mais um conjunto de “pequenos” scripts catalogados e armazenados em minha biblioteca pessoal de códigos relacionados ao Microsoft SQL Server e sua fantástica linguagem de desenvolvimento Transact-SQL.

Como promessa é dívida e deve ser cumprida “ou melhor” compartilhada, estou compartilhando a minha feita a exatos três meses no final do último post da sessão Short Scripts, hoje publicando mais um conjunto de scripts adicionados atualmente na minha biblioteca particular de códigos e exemplos.

O post de hoje

Como de costume selecionei os principais scripts armazenados recentemente na minha biblioteca de códigos, que apresentam os seguintes assuntos:

  • Acesso de usuário a tabelas;
  • Acesso e Leitura a Banco de dados;
  • Contas de Execução;
  • Descrição de Colunas;
  • DMV – Sys.dm_os_memory_clerks;
  • DMV – Sys.dm_server_services;
  • Ident_Current;
  • Leitura de Log;
  • Memória;
  • Memory Cache Entries;
  • Memory Clerks;
  • Multipage Allocators Statistic
  • OS Threads;
  • Processos em execução;
  • Scope_Ident;
  • Serviços do SQL Server;
  • SessioID;
  • System Identity Variable; e
  • XP_ReadErrorLog.

Chegou a hora, mãos nos teclados, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Maio 2018 . Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão foram devidamente testados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Fique a vontade para compartilhar, comentar e melhorar cada um destes códigos.

Short Scripts

— Short Script 1  – Encerramento processos que apresentam várias horas ou longo tempo de execução  —
SET NOCOUNT ON
DECLARE @spid SMALLINT, @spidString VARCHAR(12)

DECLARE spidCursor CURSOR
FOR SELECT spid
FROM master.sys.sysprocesses
WHERE last_batch < DATEADD(hh, -8, GETDATE()) AND spid > 50 — Change 8 to any other value for hours AND spid > 50 — for user spid
FOR READ ONLY
OPEN spidCursor
FETCH NEXT FROM spidCursor INTO @spid

SELECT ‘Killed spid(s) – ‘
WHILE (@@fetch_status = 0)
AND (@@error = 0)
BEGIN
SELECT @spidString = CONVERT(VARCHAR(12), @spid)
EXEC (‘kill ‘ + @spidString)
SELECT @spid
FETCH NEXT FROM spidCursor INTO @spid
END

CLOSE spidCursor
DEALLOCATE spidCursor
SET NOCOUNT OFF

— Short Script 2 –  Identificando – Memory Cache Entries —
WITH memory_cache_entries
AS
(
SELECT
name AS entry_name,
[type],
in_use_count,
pages_allocated_count,
CAST(entry_data AS XML) AS entry_data
FROM sys.dm_os_memory_cache_entries(nolock)
WHERE type = ‘USERSTORE_TOKENPERM’
),
memory_cache_entries_details
AS
(
SELECT
entry_data.value(‘(/entry/@class)[1]’, ‘bigint’) AS class,
entry_data.value(‘(/entry/@subclass)[1]’, ‘int’) AS subclass,
entry_data.value(‘(/entry/@name)[1]’, ‘varchar(100)’) AS token_name,
pages_allocated_count,
in_use_count
FROM memory_cache_entries
)
SELECT
class,
subclass,
token_name,
COUNT(*) AS nb_entries
FROM memory_cache_entries_details
GROUP BY token_name, class, subclass
ORDER BY nb_entries DESC;

— Short Script 3 – Obtendo a relação de últimos acessos de leitura e escrita por banco de dados —

;WITH myCTE AS
(
SELECT
DB_NAME(database_id) AS TheDatabase,
last_user_seek,
last_user_scan,
last_user_lookup,
last_user_update
FROM sys.dm_db_index_usage_stats
)
SELECT
ServerRestartedDate = (SELECT CREATE_DATE FROM sys.databases where name=’tempdb’),
x.TheDatabase,
MAX(x.last_read) AS last_read,
MAX(x.last_write) AS last_write
FROM
(
SELECT TheDatabase,last_user_seek AS last_read, NULL AS last_write FROM myCTE
UNION ALL
SELECT TheDatabase,last_user_scan, NULL FROM myCTE
UNION ALL
SELECT TheDatabase,last_user_lookup, NULL FROM myCTE
UNION ALL
SELECT TheDatabase,NULL, last_user_update FROM myCTE
) AS x

GROUP BY TheDatabase
ORDER BY TheDatabase

— Short Script 4 – Identificando e analisando as diferenças entre Ident_Current, Scope_Identity e Variável de Sistema Identity —
USE AdventureWorks2016;
Go

CREATE TABLE t6(id int IDENTITY);
CREATE TABLE t7(id int IDENTITY(100,1));
Go

CREATE TRIGGER t6ins ON t6 FOR INSERT
AS
BEGIN
INSERT t7 DEFAULT VALUES
END;
Go

SELECT id FROM t6;
SELECT id FROM t7;

— Do the following in Session 1.
INSERT t6 DEFAULT VALUES;
SELECT @@IDENTITY;
/*Returns the value 100.*/

SELECT SCOPE_IDENTITY();
/* Returns the value 1. This was inserted by the
INSERT statement two statements before this query.*/

SELECT IDENT_CURRENT(‘t7’);
/* Returns value inserted into t7, that is in the trigger.*/

SELECT IDENT_CURRENT(‘t6’);
/* Returns value inserted into t6. This was the INSERT statement four statements before this query.*/

— Do the following in Session 2.
SELECT @@IDENTITY;
/* Returns NULL because there has been no INSERT action
up to this point in this session.*/

SELECT SCOPE_IDENTITY();
/* Returns NULL because there has been no INSERT action
up to this point in this scope in this session.*/

SELECT IDENT_CURRENT(‘t7’);
/* Returns the last value inserted into t7.*/

— Short Script 5 – Identificando a SessionID e suas respectivas OS Threads —
SELECT osTask.session_id,
osThreads.os_thread_id,
osTask.scheduler_id,
osTask.task_state
FROM sys.dm_os_tasks AS osTask INNER JOIN sys.dm_os_threads AS osThreads
ON osTask.worker_address = osThreads.worker_address
WHERE osTask.session_id IS NOT NULL
ORDER BY osTask.session_id;
Go

— Short Script 6 – Identificando o último usuário que acesso a tabela —
SELECT DB_NAME(ius.[database_id]) AS [Database],
                 OBJECT_NAME(ius.[object_id]) AS [TableName],
                 MAX(ius.[last_user_lookup]) AS [last_user_lookup],
                 MAX(ius.[last_user_scan]) AS [last_user_scan],
                 MAX(ius.[last_user_seek]) AS [last_user_seek] FROM sys.dm_db_index_usage_stats AS ius
WHERE ius.[database_id] = DB_ID()
AND ius.[object_id] = OBJECT_ID(‘[PlayerAllData]’)
GROUP BY ius.[database_id], ius.[object_id]
Go

— Short Script 7 – Obtendo informações sobre a descrição de uma coluna —
declare @ColumnName nvarchar(300),
@TableName nvarchar(300);

Set @ColumnName= N’…’;
Set @TableName= N’…’;

Select st.name [Table],
sc.name [Column],
sep.value [Description]
from sys.tables st inner join sys.columns sc
on st.object_id = sc.object_id
left join sys.extended_properties sep
on st.object_id = sep.major_id
and sc.column_id = sep.minor_id
and sep.name = ‘MS_Description’
Where st.name = @TableName
And sc.name = @ColumnName
Go

— Short Script 8 – XP_ReadErrorLog – Identificando a porta padrão do SQL Server —
USE MASTER
Go

XP_readerrorlog 0, 1, N’Server is listening on’
Go

— Short Script 9 –  Utilizando – sys.dm_os_memory_clerks – Multipage Allocators Statistic —
Select name AS clerk_name, memory_node_id,
                 sum(single_pages_kb) / 1024 as single_page_total_size_mb,
                 sum(multi_pages_kb) / 1024 as multi_page_total_size_mb,
                 sum(awe_allocated_kb) / 1024 as awe_allocaed_size_MB
From sys.dm_os_memory_clerks(nolock)
Where memory_node_id = 64
Group by memory_node_id, name
Having SUM(multi_pages_kb) > 0
Order BY sum(single_pages_kb) + sum(multi_pages_kb) +
sum(awe_allocated_kb) DESC
Go

— Short Script 10 –  Utilizando – sys.dm_server_services – Identificando a conta que esta executando os serviços do SQL Server —
Select  servicename,
startup_type_desc,
status_desc,
               last_startup_time,
               service_account,
               is_clustered,
               cluster_nodename,
               filename,
               startup_type,
               status,
               process_id
From sys.dm_server_services
Go

Missão mais que cumprida! Uma nova relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância, apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.


Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/19/short-scripts-fevereiro-2018-transaction-log/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/09/short-scripts-dezembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/09/16/short-scripts-setembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/06/08/short-scripts-junho-2017/

Agradecimento

Obrigado mais uma vez por sua visita, fico honrado com sua ilustre presença ao meu blog, desejo e espero que você possa ter encontrado algo que lhe ajudou.

Volte sempre, nos encontraremos mais uma vez na sessão Short Scripts no post do mês de agosto de 2018.

Abraços…

Material de Apoio – Abril 2018


Muito, mas, muito bom dia!

São exatamente 08:00 horas da manhã e você já esta dando uma passadinha por aqui, que legal, obrigado por mais esta visita.

E ai tudo bem com você? Espero que sim. Estou aqui mais uma vez procurando colaborar e compartilhar com a comunidade técnica em mais um post da sessão Material de Apoio dedicado exclusivamente ao meu blog.

Espero que você esteja gostando do conteúdo aqui disponibilizado, como também, possa me ajudar a cada vez mais melhorar ainda.

O post de hoje

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o segundo do ano de 2018 e de número 156 no total desta sessão.

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts  catalogados nos últimos meses, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA e atualmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados com os seguintes temas:

  • @@TranCount;
  • Claúsula Where;
  • Comando Declare;
  • Comando Kill;
  • Comando Order By;
  • Comando Rollback;
  • Comando While;
  • Conversão implícita de dados;
  • Cursor;
  • Database Level Events;
  • Dynamic Management Function sys.dm_exec_query_plan;
  • Dynamic Management Function sys.dm_exec_sql_text;
  • Dynamic Management View sys.dm_exec_query_stats;
  • Dynamic Management View sys.dm_os_tasks;
  • Dynamic Management View sys.dm_os_threads;
  • Error Code 3609;
  • Função Cast;
  • Função EventData();
  • Função Raiserror();
  • Função Top();
  • Loop de processamento infinito;
  • Opção Recompile;
  • Operador Cross Apply;
  • OS Threads;
  • Processos em execução;
  • Sessions;
  • Set RowCount;
  • Stored Procedure Exec;
  • System Table sys.sysprocesses;
  • Tratamento de Erros;
  • Trigger DDL; e
  • Variáveis.

Espero que este conteúdo possa lhe ajudar em seus atividades profissionais e acadêmicas. Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .doc ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de arquivos  selecionados:

1 – Material de Apoio – Abril 2018 – Encerramento processos que apresentam várias horas ou longo tempo de execução.sql

2 – Material de Apoio – Abril 2018 – Trigger DDL DATABASE LEVEL EVENTS – Bloqueando a criação de tabelas com um determinado nome.sql

3 – Material de Apoio – Abril 2018 – Identificando a SessionID e suas respectivas OS Threads.sql

4 – Material de Apoio – Abril 2018 – Relação de Querys – Apresentam conversão implícita de dados.sql

5 – Material de Apoio – Abril 2018 – Criando um loop infinito utilizando SET ROWCOUNT com Variable Table.sql

6 – Material de Apoio – Abril 2018 – Utilizando Rollback Transaction dentro de Trigger com tratamento de erro 3609.sql

7 – Material de Apoio – Abril 2018 – Utilizando Rollback Transaction dentro de Trigger decrementando o valor de @@Trancount.sql

Fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos, aproveite se possível deixe seu comentário, críticas, sugestões e observações.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/13/material-de-apoio-fevereiro-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/04/material-de-apoio-novembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/08/08/material-de-apoio-agosto-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/05/09/material-de-apoio-maio-2017/

Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, sinto-me honrado e orgulhoso de contar com a sua presença.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, o próximo post desta sessão será publicado no mês de junho, até lá continue curtindo sua vida e compartilhando suas experiência.

Um forte abraço, muita saúde, sucesso e vamos em frente…

Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.7 disponível para download


A Microsoft disponibilizou para download no início desta semana o Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.7.

Nova versão da ferramenta utilização para migração de dados entre diversas fontes, dentre elas MySQL, SAP Adaptive Server Enterprise (ex-Sybase), Oracle Database, IBM DB2 e Access, o Microsoft SQL Server Migration Assistant é uma ferramenta gratuita que simplifica o processo de migração destes produtos para o SQL Server e Azure SQL. A ferramenta automatiza todos os aspectos da migração. A versão 7.7 inclui o suporte para:

– Migração do MySQL 4.1 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2008, SQL Server 2008 R2, SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017 e Azure SQL DB.

– Migração do Access 97 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017 e Azure SQL DB.

– Migração do SAP Adaptive Server Enterprise (ex-Sybase) 11.9 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2008, SQL Server 2008 R2, SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017 e Azure SQL DB.

– Migração do Oracle Database 9.0 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2008, SQL Server 2008 R2, SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017, Azure SQL DB e Azure SQL Data Warehouse.

– Migração do IBM DB2 9.0 e 10.0 no z/OS e das versões 9.7 e 10.1 no Linux/Unix/Windows para o SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017 e Azure SQL DB.

Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.7

Download da versão 7.7 para MySQL
Download da versão 7.7 para Access
Download da versão 7.7 para SAP Adaptive Server Enterprise (ex-Sybase)
Download da versão 7.7 para Oracle Database
Download da versão 7.7 para IBM DB2

O Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.7 é compatível com o Windows 10, Windows 7, Windows 8, Windows 8.1, Windows Server 2008 R2, Windows Server 2012, Windows Server 2012 R2 e Windows Server 2016. Ele também requer o .NET Framework 4.5.2 ou posterior.

As páginas de download também listam alguns requisitos específicos, como MySQL Connector/ODBC e SAP ASE OLEDB/ADO.Net/ODBC provider.

Fontes e Direitos Autorais: https://www.microsoft.com/en-us – 27/02/2018.