Microsoft SQL Server Data Tools v15.5.1 para Visual Studio 2017 disponível


O SQL Server Data Tools v15.5.1 é uma ferramenta de desenvolvimento moderna que você pode baixar gratuitamente para criar bancos de dados relacionais do SQL Server, bancos de dados SQL do Azure, pacotes do Integration Services, modelos de dados do Analysis Services e relatórios do Reporting Services.

Com o SSDT, você pode projetar e implantar qualquer tipo de conteúdo do SQL Server com a mesma facilidade com que desenvolve um aplicativo no Visual Studio.

O SQL Server Data Tools v15.5.1 para Visual Studio 2017 está disponível para download aqui e é compatível com o Windows 7 SP1, Windows 8.1, Windows 10, Windows Server 2012 R2 e Windows Server 2016.

SQL Server Data Tools v15.5.1 para Visual Studio 2017Esta versão do SSDT pode ser instalada nos seguintes idiomas:

Chinês (República Popular da China) | Chinês (Taiwan) | Inglês (Estados Unidos) | Francês | Alemão | Italiano | Japonês | Coreano | Português (Brasil) | Russo | Espanhol

De acordo com o changelog, esta versão traz a correção de um problema no qual o instalador trava na pós-instalação do SQL Server Integration Services e a correção de um problema no qual a instalação falha com a seguinte mensagem de erro: “Não há suporte para a operação de metarquivo solicitada (0x800707D3)”.

IMPORTANTE: Antes de instalar o SSDT v15.5.1 para Visual Studio 2017, desinstale as extensões “Projetos do Microsoft Analysis Services” e “Projetos do Microsoft Reporting Services”, caso eles já estejam instalados no VS 2017 e feche todas as instâncias do VS.

Mais informações sobre o SQL Server Data Tools podem ser encontradas aqui. Ele também possui uma versão para o Visual Studio 2015.

Fontes e Direitos Autorais: https://docs.microsoft.com/pt-br/sql/ssdt/changelog-for-sql-server-data-tools-ssdt

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#19 – Para que serve


Salve galera, boa tarde.

Feliz Ano Novo, Feliz 2018, o tempo passou e hoje dia 02/01 nos encontramos no primeiro dia útil para grande maioria da população mundial, mas que dureza pensar que temos mais 365 dias pela frente para superarmos, por outro lado que bom pensar assim.

Neste primeiro post de 2018 não vou trazer nenhuma novidade relacionada ao Microsoft SQL Server ou banco de dados, mas sim compartilhar como faço em alguns momentos, conceitos já conhecidos da grande maioria.

Hoje quero trazer para vocês um dos assuntos mais discutidos quando estamos trabalhando com nossos servidores de banco de dados, estou me referindo ao período de processamento do comando select dentro de um bloco de transação conhecido como Ciclo de Vida de Query através do comando Select.

Sendo assim, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre o primeiro post de 2018, post de número 19 da sessão Para que serve. Entã seja bem vindo ao #19 – Para que serve – Ciclo de Vida de Query através do comando Select.


Introdução

Um dos comandos mais utilizados em qualquer Sistema Gerenciador de Banco de Dados ou propriamente um Banco de Dados é o comando Select, sendo este responsável em recuperar linhas do banco de dados e permite a seleção de uma ou várias linhas ou colunas de uma ou várias tabelas, no Microsoft SQL Server isso não é diferente.

Basicamente ao se executar um comando Select podemos estar trabalhando com uma simples query ou conjunto de querys que podem formar uma ou mais transações, é com base neste cenário que o comando Select composto por sua conjunto de argumentos e opções permite estabelecer um ciclo de vida dedicado exclusivamente ao seu período de compilação, execução e encerramento.

Desta forma, algumas perguntas podem surgir decorrentes do seu processo de processamento, dentre as quais destaco:

  1. Quais são as etapas para o processamento de um select? 
  2. Onde inicia e onde termina cada processo?

De uma maneira bastante simples e direta vou tentar responder estas questões, iniciando pela organização da estrutura de componentes utilizadas pelo comando Select, conhecidos como:

  • Relation Engine;
  • Storage Engine; e
  • Buffer Pool.
  1. Relational Engine é responsável pelos processos de Query Optmizer, Query Executor e Parse entre outros, avaliando toda a parte algébrica, sintaxe e plano de execução da Query.
  2. Storage Engine é o cara do I/O, responsável pelo gerenciamento e requisições de disco, alocações, Access Methods Code, Buffer Manager e Transaction MGR.
  3. Buffer Pool tem vários papeis, mas, um dos mais importantes é o gerenciamento de memória para o plano de execução e alocação de páginas no data cache.

A Figura 1 apresentada abaixo ilustra um modelo básico da estrutura de relação entre estes componentes:

Figura 1 – Estrutura dos componentes utilizados pelo comando select.

Logicamente, dentro de cada componente podemos encontrar diversos subcomponentes que formam sua estrutura, responsáveis por diversas ações e procedimentos, formando um ecossistema único para cada elemento, dentre eles destaco o Query Optimizer com suas diversas fases de otimização para gerar o plano de execução mais assertivo.

O Ciclo (Select)

O primeiro passo é estabelecer a conexão entre aplicação (ERP, CRM, Web, etc…) e o SQL Server. Para isso, é utilizado um protocolo chamado Network Interface (SNI). No fundo o SNI utiliza um outro protocolo, na verdade, podem existir vários protocolos e o mais conhecido é o famoso TCP/IP.

A Figura 2 abaixo ilustra o inicio do ciclo de vida do comando select através do acesso feito por uma aplicação:

Figura 2 – Representação do inicio do ciclo de vida do comando select.

Ao realizar a conexão através da comanda e do protocolo (TCP/IP), os pacotes TDS (Tabular Data Stream Endpoints) são encaminhados ao Protocolo Layer, que tem como papel “reconhecer e interpretar” o pacote e validar a informação, assim como sua origem (client). Após isso o conteúdo (SQL Command) do pacote é enviado ao Command Parse.

A Figura 3 apresenta o comportamento do Command Parse após o processo de reconhecimento e interpretação do pacote contendo o comando select ser realizado:

Figura 3 – Comportamento do Command Parse após o processo de reconhecimento dos pacotes.

Neste cenário o CMD Parser vai fazer o seu trabalho, primeiro validando o T-SQL, checando sintaxe, nomes de objetos, parâmetros, palavras chaves. A segunda parte é procurar no Buffer Pool se já existe um plano de execução compatível para está query, se sim, ele recupera este plano e executa (Query Executor), caso contrário, passa o result da análise (Query Tree) para o Query Optmizer que é o responsável por gerar o Execution Plan (plano de execução) que será usado na execução (próxima etapa) do ciclo.

Ao receber as instruções o Query Optimizer,  identifica a query realizando diversas etapas (fases 0,1,2) de otimização, afim de encontrar o plano mais eficiente, com base no “cost-based” (I/O, CPU). Nesta etapa as estatísticas são utilizadas servindo como Input de informação para tomada de decisão do Query Optimizer. Após o termino desta etapa, o plano de execução está pronto, passando o bastão para o Query Executor

O Query Executor é quem executa a Query, na verdade ele executa o plano de execução, colocando os operadores para trabalhar. É neste ponto também que ocorre a interação com a Storage Engine via interface Access Methods (OLE DB).

Seguindo em frente, Access Methods passa a solicitação para o Buffer Manager recuperar a página de dados, se a página especifica estiver em memória, o Buffer Pool solicita ao Data Cache que recupere a pagina, e retorna ao Access Methods (leituras logicas). Ao contrário, os dados são recuperados do disco (leituras físicas), colocados em cache e devolvendo o controle para o Access Methods. 

De posse dos dados, o Access Methods devolve a informação para o Relational Engine que será enviada ao Client que a solicitou, assim o resultando do comando select é apresentado na tela da aplicação exibindo assim os dados solicitados pelo usuário. Desta maneira, nosso ciclo ou melhor o ciclo de vida do comando select esta concluído, conforme a Figura 4 apresenta abaixo:

Figura 4 – Ciclo de vida do comando select concluído e dados apresentados para o usuário.

Com isso chegamos ao final do primeiro post de 2018 e post de número 19 da sessão Para que serve.


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/queries/select-transact-sql

https://technet.microsoft.com/en-us/library/ms189559(v=sql.90).aspx

http://www.sqlservergeeks.com/sql-server-architecture-part-2-the-relational-engine/

https://blogs.msdn.microsoft.com/tcaserta/2016/01/04/sql-server-fundamentos-storage-engine-parte-i/

https://blogs.msdn.microsoft.com/tcaserta/2016/01/04/sql-server-fundamentos-storage-engine-parte-i/

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/15/18-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/24/17-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/10/01/16-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/06/28/15-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/04/30/14-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/03/25/13-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/01/23/12-para-que-serve/

Conclusão

Como sempre a Microsoft e toda sua equipe nos surpreende com sua capacidade de trabalho, fortalecendo cada vez mais o Microsoft SQL Server não somente com um SGBD ou ferramenta de banco de dados, mas sim um ambiente completo para qualquer tipo de análise, desenvolvimento e administração que esteja relacionada com dados.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, surpreendente em todos os sentidos…

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua ilustre visita, sinto-me honrado com sua presença, espero que este conteúdo possa lhe ajudar e ser útil em suas atividades profissionais e acadêmicas.

Um forte abraço, até o próximo post da sessão Para que serve…..

Valeu.

Curso de Extensão – Fundamentos de Data Warehouse e BI


Olá pessoal, bom dia.

Tudo bem?

Em parceria com a Fundação FAT e Fatec São Roque, estarei realizando no mês de outubro um novo curso de extensão voltado para área de análise de dados, mais especificamente sobre Data Warehouse e Business Intelligence.

Ficou interessado sobre o curso? A seguir você poderá encontrar maiores detalhes e informações.

INSCRIÇÕES
Entre 20 de Setembro a 10 de Outubro de 2017
Modalidade Presencial : 28 horas aulas distribuídas ao longo de 07 dias.
Realização : nos dias 16, 17, 18, 19, 20, 23 e 24 de Outubro de 2017 . 
Horário 01 (uma) turma : das 08:00 as 12:00h

CURSO
Este curso visa transmitir aos alunos os conhecimentos básicos dos sistemas de informação de uma empresa, com ênfase na utilização do sistema de apoio a decisão como importante sustentação para otimizar os resultados desejados, mediante a coleta, seleção, armazenamento, processamento e recuperação de dados para prover os executivos das informações relevantes, passadas, presentes e futuras, sobre a empresa e o ambiente, possibilitando tomadas de decisão com o mínimo de incerteza. 

Permitir uma visão clara das técnicas aplicáveis para a construção de um data warehouse, ferramentas, recursos e ciclo de vida, para o desenvolvimento de projetos de data warehouse, que é ajustado às necessidades do negócio


CONTEÚDO PROGRAMÁTICO
• Conceitos básicos. 
• Sistemas de Apoio à Decisão. 
• Os Ecossistemas de Informação. 
• O Ciclo de Vida do DW: Planejamento e Administração, Levantamento de Requisitos, Arquiteturas e Business Intelligence.

METODOLOGIA

• Exercícios práticos em laboratório e prova valendo nota para aprovação
• Serão aprovados e receberão o Certificado de Conclusão do Curso os alunos que cumprirem todas as atividades obrigatórias estabelecidas pela 
avaliação, nos prazos determinados e atingirem níveis de qualidade compatíveis com os objetivos de formação estabelecidos pelo Plano de Curso.

LOCAL E REALIZAÇÃO
Campus da FATEC São Roque
Investimento: R$ 200,00 ou Matricula (R$ 100,00) + 01 parcela (R$ 100,00) – Boleto Bancário.
Dúvidas: Pedro Antonio Galvão Junior – pedro.galvao3@fatec.sp.gov.br

Para realizar a inscrição clique aqui


Agradeço a sua atenção, nos encontramos em breve.

Até mais.

Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.6


A Microsoft disponibilizou para download nesta semana o Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.6. Disponível para MySQL, SAP Adaptive Server Enterprise (ex-Sybase), Oracle Database, IBM DB2 e Access, o Microsoft SQL Server Migration Assistant é uma ferramenta gratuita que simplifica o processo de migração destes produtos para o SQL Server e Azure SQL.

A ferramenta automatiza todos os aspectos da migração. A versão 7.6 inclui o suporte para:

– Migração do MySQL 4.1 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2008, SQL Server 2008 R2, SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017 e Azure SQL DB.

– Migração do Access 97 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017 e Azure SQL DB.

– Migração do SAP Adaptive Server Enterprise (ex-Sybase) 11.9 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2008, SQL Server 2008 R2, SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017 e Azure SQL DB.

– Migração do Oracle Database 9.0 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2008, SQL Server 2008 R2, SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017, Azure SQL DB e Azure SQL Data Warehouse.

– Migração do IBM DB2 9.0 e 10.0 no z/OS e das versões 9.7 e 10.1 no Linux/Unix/Windows para o SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017 e Azure SQL DB.

IMPORTANTE: A versão 32 bits da ferramenta foi descontinuada. Ela está disponível agora somente para plataformas 64 bits.

Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.6

Baixe o Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.6

Download da versão 7.6 para MySQL
Download da versão 7.6 para Access
Download da versão 7.6 para SAP Adaptive Server Enterprise (ex-Sybase)
Download da versão 7.6 para Oracle Database
Download da versão 7.6 para IBM DB2

O Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.6 é compatível com o Windows 10, Windows 7, Windows 8, Windows 8.1, Windows Server 2008 R2, Windows Server 2012, Windows Server 2012 R2 e Windows Server 2016. Ele também requer o .NET Framework 4.5.2 ou posterior.

As páginas de download também listam alguns requisitos específicos, como MySQL Connector/ODBC e SAP ASE OLEDB/ADO.Net/ODBC provider.

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft.com – https://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=54258&WT.mc_id=rss_alldownloads_all – 25/09/2017.

Dica do Mês – Simulando a inserção de uma massa de dados aleatória


Olá pessoal, boa tarde.

Estou retornando com mais um post da sessão Dica do Mês, onde hoje vou compartilhar algo que poderá lhe ajudar de maneira simples e direta em suas atividades relacionadas a simulação de manipulação de dados no Microsoft SQL Server.

Acredito que em algum momento você já teve a necessidade de inserir dezenas, centenas ou até mesmo milhares de linhas em uma determinada tabela em seus bancos de dados, se você ainda não passou por esta necessidade pode ter a certeza que em algum momento isso poderá lhe acontecer.

Pensando justamente nisso, vou compartilhar no post de hoje um script de minha autoria que utilizo justamente para realizar esta inserção de dados aleatórios em uma tabela específica sem levar em consideração a qualidade e veracidade dos dados, como também regras de integridade referencial ou normalização.

Sendo assim, seja bem vindo ao post – Dica do Mês – Simulando a inserção de uma massa de dados aleatória.

Bom divertimento……


Introdução

A necessidade de se trabalhar com um volume considerável de dados pode ser algo bastante comum para muitos profissionais de bancos de dados, para outros nem tanto.

Este pode parecer um cenário bastante complexo, que venha a exigir um grande conhecimento técnico ou até mesmo o uso de ferramentas de terceiros para tal finalidade. Mas na sua grande maioria os recursos existentes no próprio Microsoft SQL Server nos permite criar scripts ou blocos de códigos capazes de realizar tão procedimento sem requerer a obtenção ou exigência de um alto nível de conhecimento.

Nosso Cenário

Afim de tentar ilustrar como podemos realizar este tipo de procedimento em um ambiente de banco de dados, vamos trabalhar com um ambiente de banco de dados bastante simples e que apresenta baixa complexidade.

Nosso ambiente será forma por uma única tabela denominada MassaDeDados, composta pela seguinte estrutura de colunas:

  • Codigo;
  • ClienteID;
  • VendedorID;
  • Quantidade;
  • Valor; e
  • Data

A coluna denominada Codigo será definida como nossa coluna chave primária artificial numerada de forma sequência próprio SQL Server, tento como finalidade evitar a duplicação de registros e principalmente ser utilizada como atributo de busca e pesquisa de nossos dados. As demais colunas estarão sendo utilizadas como atributos complementares para ilustrar a capacidade de geração de dados aleatórios e posteriormente inseridos em nossa tabela MassaDeDados.

A seguir apresento o Bloco de Código 1, utilizado para criação da tabela MassaDeDados:

— Bloco de Código 1 —

Create Table MassaDeDados
(Codigo int IDENTITY(1,1) NOT NULL Primary Key,
ClienteId int NOT NULL,
VendedorId varchar(10) NOT NULL,
Quantidade smallint NOT NULL,
Valor numeric(18, 2) NOT NULL,
Data date NOT NULL)
Go

Perfeito, note que este bloco de código é bastante simples, nosso próximo passo será justamente trabalhar com o bloco de código que nos permitirá gerar o volume de dados aleatórios inseridos na sequência dentro da tabela MassaDeDados, para tal procedimentos vamos utilizar o Bloco de Código 2 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 2 —

Declare @Texto Char(130), @Posicao TinyInt, @ContadorLinhas Int

Set @Texto = ‘0123456789@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ\_abcdefghijklmnopqrstuvwxyzŽŸ¡ÀÁÂÃÄÅÆÇÈÉÊËÌÍÎÏÐÑÒÓÔÕÖÙÚÛÜÝàáâãäåæçèéêëìíîïðñòóôõöùúûüýÿ’ — Existem 130 caracteres neste texto —

Set @ContadorLinhas = Rand()*100000 — Definir a quantidade de linhas para serem inseridas —

While (@ContadorLinhas >=1)
Begin

Set @Posicao=Rand()*130

 

If @Posicao <=125
Begin
Insert Into MassaDeDados (ClienteId, VendedorId, Quantidade, Valor, Data)
Values(@ContadorLinhas,
Concat(SubString(@Texto,@Posicao+2,2),SubString(@Texto,@Posicao-4,4),SubString(@Texto,@Posicao+2,4)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

End
Else
Begin
Insert Into MassaDeDados (ClienteID, VendedorID, Quantidade, Valor, Data)
Values(@ContadorLinhas,
Concat(SubString(@Texto,@Posicao-10,1),SubString    (@Texto,@Posicao+4,6),SubString(@Texto,@Posicao-12,3)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

End

Set @ContadorLinhas = @ContadorLinhas – 1
End

Observação: Note que estou utilizando a função Concat() para realizar a concatenação dos dados sem a necessidade de conversão implícita, sendo esta função recurso adicionado a partir da versão 2012 do SQL Server, caso você esteja utilizando uma versão anterior remova a função Concat() e aplique a concatenação utilizando o operador de soma.

Agora basta executar o bloco de código e verificar o resultado obtido, no meu caso após a execução deste mesmo exemplo obtive o resultado apresentado pela Figura 1 apresentada abaixo:

Figura 1 – Massa de Dados aleatórios inseridos na tabela MassaDeDados.

Observando a Figura 1, torna-se fácil analisar o conjunto de dados aleatórios inseridos em cada coluna de nossa tabela, como também, a quantidade de linhas inseridas sendo um total de 41.857 linhas de registros.

Inicialmente o tamanho do bloco de código poderá parecer complexo ou até mesmo confuso, mas na verdade não é bem assim, o grande segredo esta justamente no uso da variável @Texto que apresenta um conjunto de 130 caracteres que podemos utilizar no processo de geração do nosso volume aleatório de dados.

Outro fator muito importante é o uso da função RAND() que nos possibilidade o sorteio de números decimais, algo que ajuda bastante quando queremos trabalhar com faixas de valores distintos.

Vale ressaltar que a função RAND trabalhar com valores decimais, para que seja possível realizar o sorteio aleatório de números e depois transformar em números inteiros temos a necessidade de utilizar variáveis que trabalhem com tipos de dados inteiros, neste caso: TinyInt, SmallInt, Int ou BigInt, caso contrário os valores retornados por esta função será sempre tratados e apresentados no formato de números decimais.

Com isso chegamos ao final de mais um post da sessão Dica do Mês, espero que você tenha gostado.

Referências

https://technet.microsoft.com/pt-br/library/ms177610(v=sql.105).aspx

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/data-types/data-types-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/language-elements/declare-local-variable-transact-sql

https://technet.microsoft.com/pt-br/library/hh231515(v=sql.110).aspx

Posts Anteriores

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/05/23/conhecendo-e-aplicando-o-uso-de-atualizacao-de-estatisticas-incrementais/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/04/13/dica-do-mes-microsoft-sql-server-identificando-as-transacoes-que-estao-utilizando-o-transact-log/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/03/01/dica-do-mes-microsoft-sql-server-2016-sp1-novo-argumento-use-hint-disponivel-para-query-hints/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/01/16/dica-do-mes-conhecendo-a-nova-dmf-sys-dm_exec_input_buffer-no-microsoft-sql-server-2016/

Conclusão

Em diversos cenários temos a necessidade de imaginar diversas possibilidades para se obter a solução de um problema que inicialmente se apresenta com algo de outro mundo, por outro lado realizando uma análise com calma e simulando diversos cenários esta possível solução tão “misteriosa” e “complexa” pode estar na frente de nossos olhos.

No post de hoje isso não foi diferente, realizar a inserção de um volume aleatório e fictício de dados dentro do Microsoft SQL Server pode ser feito de forma bastante simples e prática, sem requerer qualquer tipo ferramentas adicionais ou conhecimento de alto nível.

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua visita, agradeço sua atenção, fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Um forte abraço, nos encontramos no próximo post a ser publicado no mês de outubro.

Valeu….

Material de Apoio – Agosto 2017


Boa tarde pessoal!

Salve, salve amantes de banco de dados, Tudo bem?

Este é mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o terceiro no decorrer de 2017 e de número 153 no total desta sessão.

Já passamos da metade de 2017, que loucura isso, como a rotina do dia a dia não nos deixa perceber o quanto o tempo na para de correr. Falando justamente da correria da nossas vida, a relação de arquivos compartilhadas neste post poderá justamente lhe ajudar a economizar muito do seu tempo.

O post de hoje

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts  catalogados nos últimos meses, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA, e hoje principalmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados com os seguintes temas:

  • Cláusula Values;
  • Comando Distinct;
  • Comando Select;
  • Comando Top;
  • CTE Recursiva para geração de sequência de datas;
  • CTE Recursiva para geração de sequência numérica de CEPs;
  • Extended Events;
  • Função Format;
  • Função PARSE;
  • Funções de Ranking – Row_Number;
  • Monitoramento de senhas;
  • Operador Cross Apply;
  • Operador Outer Appy;
  • Recursos bloqueados;
  • SPDIDs de Conexões;
  • SPIDs de usuários; e
  • User Defined Function para cálculo de anos em colunas computadas.

Tenho a certeza que este conteúdo poderá lhe ajudar muito em seus atividades profissionais e acadêmicas, fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de scripts selecionados:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .doc ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, espero lhe encontrar muitas vezes no decorrer deste ano em meu blog.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, e o próximo post desta sessão será publicado no mês de Novembro, até lá continue curtindo sua vida e compartilhando suas experiência.

Um forte abraço.

SQL Server Management Studio 17.2 liberado para download


Você conhece o SQL Server Management Studio?

SQL Server Management Studio é um ambiente integrado para o gerenciamento de qualquer infra-estrutura SQL do SQL Server banco de dados SQL. SQL Server Management Studio fornece ferramentas para configurar, monitorar e administrar as instâncias de SQL. Use o SQL Server Management Studio para implantar, monitorar e atualizar os componentes de camada de dados usados por suas aplicações, bem como construir consultas e scripts.

Use o SQL Server Management Studio (SSMS) para consultar, projetar e gerenciar seus bancos de dados e data warehouses, onde quer que estejam – no computador local ou na nuvem.

SQL Server Management Studio é grátis!

Baixar o SQL Server Management Studio 17,2

Baixar o SQL Server Management Studio 17,2 atualizar pacote (atualizações 17 para 17,2)

A instalação de 17 SSMS não atualizar ou substituir as versões do SQL Server Management Studio 16.x ou anterior. SSMS 17 instalações lado a lado com as versões anteriores para que ambas as versões estão disponíveis para uso. Se um computador contiver instalações lado a lado de SQL Server Management Studio, verifique se que você começar a versão correta para suas necessidades específicas. A versão mais recente é rotulado como Microsoft SQL Server Management Studio 17e tem um novo ícone:

SSMS 17.x

Informações de versão

O número de versão: 17,2 o número de compilação para esta versão: 14.0.17177.0.

Novidades

SSMS 17,2 é a versão mais recente do SQL Server Management Studio. A geração de 17 do SQL Server Management Studio fornece suporte para quase todas as áreas de recurso no SQL Server 2008 através de SQL Server de 2017. Versão 17 também suporta SQL Analysis Service PaaS.

Versão 17,2 inclui:

    • Autenticação de vários fatores (AMF)
      • Autenticação de usuário múltiplo AD Azure para autenticação Universal com autenticação de vários fatores (UA com AMF)
      • Um novo campo de entrada de credencial do usuário foi adicionado para autenticação Universal com AMF para oferecer suporte à autenticação multi-usuário.
    • A caixa de diálogo de conexão agora suporta os seguintes métodos de 5 autenticação:
      • Autenticação do Windows
      • Autenticação do SQL Server
      • Active Directory – Universal, com o apoio do MFA
      • Active Directory – senha
      • Active Directory – integrado
    • Banco de dados de importação/exportação para assistente de DacFx agora pode usar autenticação Universal com AMF.
    • ADAL biblioteca gerenciada usada pela autenticação Azure AD Universal com AMF foi atualizada para versão 3.13.9.
    • Uma nova interface CLI suportando configuração de admin AD Azure para banco de dados SQL e SQL Data Warehouse.
    • Janela de saída possui entradas para consultas executadas durante a expansão de nós do pesquisador de objetos.
    • Habilitado o modo de exibição designer para bancos de dados SQL Azure
    • Mudaram-se as opções de script padrão para scripts de objetos de Object Explorer no SQL Server Management Studio:
      • Anteriormente, o padrão em uma instalação nova era ter o destino do script gerado a versão mais recente do SQL Server (atualmente SQL Server 2017).
      • No SSMS 17,2 foi adicionada uma nova opção: Configurações de Script Match a fonte. Quando definida como True, o script gerado destina-se a mesma versão, tipo do motor e do motor edition como servidor do objeto sendo roteirizado é de.
      • O valor de Configurações de Script Match a fonte é definido para True por padrão, para que novas instalações do SQL Server Management Studio automaticamente padrão serão sempre scripts de objetos para o mesmo destino que o servidor original.
      • Quando o valor de Configurações de Script Match a fonte é definido como False, as opções de destino script normal serão habilitadas e funcionam como fizeram anteriormente.
      • Além disso, todas as opções de script foram movidas para a sua própria seção – Opções de versão. Eles não estão mais sob Opções gerais de Scripting.
    • Adicionado suporte para nuvens nacional em “Restaurar a partir de URL”
    • QueryStoreUI relatórios agora suporta adicional métricas (número de linhas, DOP, CLR tempo etc.) do sys.query_store_runtime_stats.
    • IntelliSense agora é suportado por banco de dados SQL Azure.
    • Segurança: caixa de diálogo conexão será o padrão para não confiar em certificados de servidor e solicitando criptografia para conexões de banco de dados SQL Azure
    • Melhorias gerais em torno de suporte para o SQL Server no Linux:
      • Nó de correio do banco de dados está de volta
      • Abordadas algumas questões relacionadas com caminhos
      • Melhorias de estabilidade de Monitor de atividade
      • Caixa de diálogo Propriedades de Conexão exibe a plataforma correta
    • Relatório de servidor Dashboard desempenho agora disponível como um relatório padrão:
      • Pode se conectar ao SQL Server 2008 e versões mais recentes.
      • Subrelatório de índices ausentes usa Pontuação para ajudar a identificar índices mais útil.
      • Estatísticas de espera histórica sub relatam agora agregados esperas ser categoria. Ocioso e esperas de sono filtrados por padrão.
      • Novo histórico travas subrelatório.
    • Pesquisa de plano de execução nó permite buscar em Propriedades do plano. Facilmente procure qualquer propriedade de operador como nome da tabela. Para usar esta opção quando visualizar um plano:
      • Botão direito do mouse no plano e no menu de contexto clique na opção Localizar nó
      • Usar CTRL + F

Para obter uma lista completa de alterações, consulte SQL Server Management Studio – Changelog (SSMS).

Suporte para versões

    • Esta versão do SQL Server Management Studio funciona com todas as versões suportadas do SQL Server 2008 – 2017 de SQL Server e fornece o maior nível de suporte para trabalhar com as mais recentes características de nuvem no banco de dados SQL Azure e SQL Azure Data Warehouse.
    • Não há nenhum bloco explícito para SQL Server 2000 ou SQL Server 2005, mas alguns recursos podem não funcionar corretamente.
    • Além disso, o SSMS 17 pode ser instalado lado a lado com o SQL Server Management Studio 16.x ou SQL Server 2014 SSMS e versões anteriores.

Sistemas operacionais com suporte

Esta versão do SQL Server Management Studio suporta as seguintes plataformas de 64 bits quando usado com o mais recente disponível service pack:

    • 10 Windows (64 bits)
    • Windows 8.1 (64 bits)
    • Windows 8 (64 bits)
    • Windows 7 (SP1) (64-bit)
    • Windows Server 2016 *
    • Windows Server 2012 R2 (64 bits)
    • Windows Server 2012 (64 bits)
    • Windows Server 2008 R2 (64 bits) 

* O SSMS 17 baseia-se na shell do Visual Studio 2015 isolada, que foi lançado antes de 2016 de servidor Windows. Microsoft leva a sério o compatibilidade de aplicativo e garante que já enviados com aplicações continuam a correr sobre as versões mais recentes do Windows. Para minimizar problemas na execução do SQL Server Management Studio em 2016 de servidor Windows, certifique-se de que SSMS tem todas as últimas atualizações aplicadas. Se você tiver quaisquer problemas com o SQL Server Management Studio no Windows Server 2016, contate o suporte. A equipe de suporte determina se o problema for com o SQL Server Management Studio, Visual Studio, ou com compatibilidade do Windows. A equipe de suporte roteia a questão para a equipe apropriada para maiores investigações.

Idiomas disponíveis

Esta versão do SQL Server Management Studio pode ser instalado nos seguintes idiomas:+

SQL Server Management Studio 17,2:
chinês (República Popular da China) | Chinês (Taiwan) | Inglês (Estados Unidos) | Francês | Alemão | Italiano | Japonês | Korean | Português (Brasil) | Russas | Espanhol

SQL Server Management Studio 17,2 atualizar pacote (atualizações 17 para 17,2):
chinês (República Popular da China) | Chinês (Taiwan) | Inglês (Estados Unidos) | Francês | Alemão | Italiano | Japonês | Korean | Português (Brasil) | Russas | Espanhol

Download de versões anteriores

Versões anteriores do SQL Server Management Studio

Links adicionais

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft – 07/08/2017 – https://docs.microsoft.com/en-us/sql/ssms/download-sql-server-management-studio-ssms