Script Challenge – 15 – A resposta….


Boa tarde, pessoal…

Tudo bem?  Seja mais uma vez muito bem vindo ao meu blog, mais especificamente ao post que apresenta a resposta para o Script Challenge – 2018 – Post 15, publicado em fevereiro de 2019, sendo este respectivamente o terceiro post após o retorno desta desafiadora sessão em meu blog denominada Script Challenge (Script Desafiador ou Desafio do Script) como queiram traduzir.

Espero que você já tenha ouvido falar desta sessão ou acessado alguns dos posts publicados na mesma, caso ainda não tenha feito, fique tranquilo você vai encontrar no final deste post uma pequena relação contendo os últimos desafios lançados e seus respostas.

Vamos então falar um pouco mais sobre o último desafio, estou me referindo ao Script Challenge 14, desta forma, seja bem vindo a mais um post da sessão Script Challenge.


Script Challenge 15

Falando do desafio de número 15, o mesmo foi publicado no mês de fevereiro de 2019, período de data em que praticamente todos nós estamos começando a iniciar nossas atividades profissionais e principalmente acadêmicas.

Começo de ano não é fácil, volta as aulas, correria de comprar material escolar, renovação de mensalidades, matrículas, IPVA, IPTU, tanta conta para pagar que as coisas acabam se tornando um grande furação em nossas vidas e precisamos de alguma maneira, anotar, gerenciar ou auditar tudo o que estamos fazendo.

Pois bem, o Script Challenge 15 possui um pouco relação ou conexão com toda esta loucura, não necessariamente com a volta as volta as aulas, ou impostos que devemos pagar.

Na verdade, sabemos que existem determinadas situações, ações, procedimentos e demais atividades que se não cumprimos da maneira que estava preestabelecida acabamos de alguma forma sendo notificados ou até mesmo penalizados, pensando justamente desta forma, o Script Challenge 15 se relaciona.

Continuando nossa história, quero lhe perguntar: E ai já matou a charada? Acho que ainda não! Não é mesmo?

Mas para te ajudar mais um pouco vou apresentar a Figura 1 que contem todo código Transact-SQL utilizado neste desafio, contendo trechos ou partes de código ocultas, procedimento que realizei no post que contempla o lançamento deste desafio como forma de aumentar o nível de dificuldade:

Figura 1 – Código Transact-SQL apresentado no Script Challenge 15.

Bom chegou a hora de revelar o que exatamente este bloco de código se propõem a fazer, chegou o momento de revelar e desvendar este desafio. A seguir apresento a resposta para o Script Challenge 15 e o todo bloco de código disponível para você utilizar em seus ambientes de trabalho ou estudos.

A resposta

Como você pode ter percebido, no decorrer deste post e também no post de lançamento, procurei de uma forma bastante simples mas não explícita exibir ao longo do texto, pequenas dicas que poderiam ajudar, nortear e quem sabe indicar uma possível resposta ou solução para o desafio.

Falando mais diretamente, a resposta para o Script Challenge 15, esta totalmente relacionada as nossas atividades diárias, mas não no mundo real, mas sim no mundo virtual, estou me referindo a chamada auditoria, palavrinha que para muitos chega a dar calafrios. Não é mesmo?

Mas se mesmo assim, você ainda não conseguiu adivinhar ou até mesmo pode estar se perguntando: Qual a relação do Script Challenge – 15 tem haver com auditoria? A resposta para seu questionamento é muito simples, para qualquer Administrador de Banco de Dados, Administrador de Servidores, Desenvolvedor, enfim um profissional de tecnologia, tudo o que fazemos basicamente em um computador deve de alguma forma ser monitorada, auditada, controlada, afim de gerar evidência do que foi feito e por quem foi feito, como uma forma de nos proteger e si proteger.

Então a resposta para o Script Challenge 15 se relaciona com a possibilidade que o script apresenta em nos ajudar a identificar tudo o que esta sendo acesso, manipulado e processado, por quem, como, quando, onde e de que forma ao se conectar em um servidor ou instância de banco de dados Microsoft SQL Server, isso tudo em tempo real, ou como gostam de dizer Real Time.

De uma forma muito simples e direta, esta é a resposta, auditoria em tempo real. Abaixo apresento o script original que ilustra esta capacidade que o Microsoft SQL Server em conjunto com suas visões e funções de gerenciamento dinâmico possui:

— Script Challenge 15 – A resposta – Realizando Auditoria em tempo real (In Live) —

Use Master
Go

SELECT ser.session_id As ‘SessionID’,
ssp.ecid,
DB_NAME(ssp.dbid) As ‘DatabaseName’,
ssp.nt_username as ‘User’,
ser.status As ‘Status’,
ser.wait_type As ‘Wait’,
SUBSTRING (sqt.text,  ser.statement_start_offset/2,
(CASE WHEN
ser.statement_end_offset = -1 THEN LEN(CONVERT(NVARCHAR(MAX), sqt.text)) * 2
ELSE ser.statement_end_offset
END – ser.statement_start_offset)/2) As ‘Individual Query’,
sqt.text As ‘Parent Query’,
ssp.program_name As ‘ProgramName’,
ssp.hostname,
ssp.nt_domain As ‘NetworkDomain’,
ser.start_time
FROM sys.dm_exec_requests ser INNER JOIN sys.sysprocesses ssp
On ser.session_id = ssp.spid
CROSS APPLY sys.dm_exec_sql_text(ser.sql_handle)as sqt
WHERE ser.session_Id > 50
AND ser.session_Id NOT IN (@@SPID)
ORDER BY SessionID, ssp.ecid
Go

Então, agora você deve ter gostado deste desafio, não é verdade? Ter a capacidade de identificar, monitorar e registrar tudo o que esta sendo acessado ou manipulado em tempo real, com certeza é algo útil e de extrema importância para qualquer empresa.

A Figura 2 apresentada abaixo, ilustra o conjunto de dados retornados após a execução do Script Challenge – 15:
Figura 2 – Informações coletadas em tempo real, dentre elas SessionID, DatabaseName e ProgramName.

Dentre o conjunto de colunas retornadas pelo Script Challenge 15, destaco algumas:

  • User – Apresenta o nome do usuário que esta conectado e processando a query;
  • Status – Apresenta o status em tempo real da execução, waiting ou suspended da query;
  • Wait – Apresenta qual é o Wait Types utilizado pela query;
  • Individual Query – Apresenta se a query processada esta sendo executada de forma individual, em conjunta ou até mesmo se ele é uma sequência de execuções de blocos de código; e
  • ProgramName – Apresenta o nome do programa, aplicações ou software que esta disparando a execução da query.

Muito bom, sensacional, conseguimos, chegamos ao final, esta é a resposta para o Script Challenge 14, fico extremamente feliz por ter conseguido compartilhar este conteúdo com vocês.

Espero que você tenha gostado deste novo post da sessão Script Challenge!


Sua Participação

No post de lançamento deste desafio, contei com a sua participação através de uma enquete contendo algumas opções de respostas que poderiam estar relacionadas com o Script Challenge 15. A seguir apresento o resultado desta enquete:

A opção mais votada com 44% dos votos é justamente a resposta correta para este desafio: ” O bloco de código apresentado se relacionado com a possibilidade de realizar o monitoramento de sessões e programas que solicitaram dados em tempo real ao SQL Server.”

Referências

Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que este conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possa ser útil e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em outubro de 2019 em mais um post da sessão Script Challenge.

Até mais….

Microsoft libera nova preview do SQL Server 2019 denominada 2.4


Ontem a Microsoft através do seu time MSSQLTiger, disponibilizou a nova versão preview da próxima versão do Microsoft SQL Server 2019.

Este novo preview foi batizado de SQL Server 2019 2.4 (quinta versão), vale ressaltar que nos últimos meses a Microsoft vem trabalhando fortemente para liberação de novas versões preliminares.

Novidades

Um dos destaques desta nova versão preliminar faz referência a integração do SQL Server com o Apache Spark™ e o HDFS com o SQL Server, criando assim  uma nova plataforma de dados unificada, que possibilita um grande salto no produto relacionado com os novos padrões de dados e processamento em larga escala.

Segundo informações fornecidas pela Microsoft, o SQL Server 2019 oferece mais segurança, disponibilidade e desempenho para todas as cargas de dados, além de trazer novas ferramentas de conformidade (relacionadas a GDPR e LGPD), melhor desempenho em hardware moderno e alta disponibilidade em Windows, Linux e contêineres.

A Figura 1 abaixo ilustra a página inicial do website da Microsoft dedicado ao Microsoft SQL Server 2019:

Figura 1 – Introdução ao Microsoft SQL Server 2019.

Melhorias

Esta versão inclui melhorias de versões CTP anteriores para corrigir bugs, melhorar a segurança e otimizar o desempenho.

Além disso, os seguintes recursos são adicionados ou aprimorados para SQL Server 2019 pré-visualização CTP 2.4:

    • Cluster de grande volume de dados
      • Orientação na GPU suporte para a execução de profunda aprendizagem com TensorFlow no Spark.
      • Atualização em tempo real para Spark 2.4.
    • Mecanismo de banco de dados
      • Novo evento estendido.query_post_execution_plan_profile
      • Nova DMF retorna o equivalente o último plano de execução real conhecido para a maioria das consultas.sys.dm_exec_query_plan_stats
      • Criptografia de dados transparente (TDE) varredura – suspender e continuar.
    • SQL Server Analysis Services
      • Relacionamentos muitos-para-muitos em modelos tabulares.
      • Configurações de propriedade para a gerenciamento de recursos.

Download

Dentre as opções disponíveis, você poderá optar tanto para rodar em ambientes físicos como Windows e Linux ou virtualizados através de máquinas virtuais ou containers, conforme Figura 2 abaixo ilustra:

Figura 2 – Plataformas para download disponíveis para versão 2.3 do Microsoft SQL Server 2019.

O Microsoft Server 2019 Preview 2.4 para Windows está disponível em arquivos ISO, arquivo .cab para os seguintes idiomas:

  • Inglês;
  • Alemão;
  • Japonês;
  • Espanhol;
  • Coreano;
  • Russo;
  • Italiano;
  • Francês;
  • Chinês (simplificado);
  • Chinês (tradicional); e
  • Português (Brasil)‎.

Saiba mais sobre o SQL Server 2019

Caso você queria saber mais sobre esta nova versão do Microsoft SQL Server e seus principais recursos, selecione um dos links abaixo:

https://info.microsoft.com/ww-landing-SQLDB-Microsoft-SQL-Server-WhitePaper.html

http://download.microsoft.com/download/8/B/6/8B643729-6224-4ECC-8C50-3292B8156F0E/SQL_Server_2019_Transform-Data_into_Insights_Infographic_EN_US.pdf

http://download.microsoft.com/download/D/2/5/D2519504-0ACD-4CD7-9C34-AB85D5824F34/SQL_Server_2019_Top_10_Reasons_to_Choose_Infographic_EN_US.pdf

https://info.microsoft.com/ww-landing-intro-sql-server-2019.html

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft.com – SQL Server BlogSQL Server Team – 27/03/2019.
Leia na integra acessando: https://docs.microsoft.com/en-us/sql/sql-server/what-s-new-in-sql-server-ver15?view=sql-server-ver15#ctp-24

Microsoft SQL Server 2019 Preview 2.1 liberado


A Microsoft disponibilizou na semana passada através do Microsoft Evaluation Center o Microsoft SQL Server 2019 Preview 2.1. Esta versão está disponível em múltiplos idiomas, este é o segundo Preview público liberado pela Microsoft da nova versão do Microsoft SQL Server.

De acordo com a empresa, o SQL Server 2019 oferece mais segurança, disponibilidade e desempenho para todas as cargas de dados, além de trazer novas ferramentas de conformidade, melhor desempenho em hardware moderno e alta disponibilidade em Windows, Linux e contêineres.

Alguns dos principais recursos do produto, nesta nova versão estão recebendo mais atenção, dentre eles o PolyBase, que apresenta alguns aprimoramentos, permitindo que você possa consultar outros bancos de dados como Oracle, Teradata e Mongo DB diretamente do SQL Server sem mover ou copiar os dados, além disso, pela primeira vez, o SQL Server 2019 vai além do banco de dados relacional com Spark e o Sistema de Arquivos Distribuído (HDFS) inclusos.

Baixe o Microsoft SQL Server 2019 Preview 2.1

O Microsoft Server 2019 Preview 2.1 para Windows está disponível para download, como ISO e como arquivo .cab nos seguintes idiomas: ‎

  • Inglês,
  • Alemão,
  • Japonês,
  • Espanhol,
  • Coreano,
  • Russo,
  • Italiano,
  • Francês,
  • Chinês (simplificado),
  • Chinês (tradicional) e
  • Português (Brasil)‎.

Para maiores detalhes e Instruções para as versões Red Hat Enterprise Server, SUSE Linux Enterprise Server, Ubuntu e Docker estão disponíveis aqui.

Fontes e Direitos Autorais: https://docs.microsoft.com/en-us/sql/sql-server/what-s-new-in-sql-server-ver15?view=sqlallproducts-allversions

Material de Apoio – Outubro 2018


Bom dia, bom dia, bom dia…

Tudo bem? Estamos no mês de outubro, as eleições terminaram, e os brasileiros escolheram os seus representantes, passado estes últimos acontecimentos, começamos a direcionar nossos esforços e pensamentos nos acontecimentos de final de ano, aquele momento tão esperado por todos esta mais uma vez se aproximando e nossos sonhos de um futuro melhor começam novamente a serem renovados.

Como de costume, estou aqui mais uma vez procurando colaborar e compartilhar com a comunidade técnica em mais um post da sessão Material de Apoio dedicado exclusivamente ao meu blog.

Espero que você esteja gostando do conteúdo aqui disponibilizado, como também, possa me ajudar a torná-lo ainda melhor no decorrer do tempo com a sua participação.

O post de hoje

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o quarto do ano de 2018 e de número 159 no total desta sessão.

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts  catalogados nos últimos meses, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA e atualmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados exclusivamente ao recurso de Linked Server, sendo este, uma funcionalidade existente a muitos anos no Microsoft SQL Server, que nos permite de uma forma bastante simples, mas não muito prática e performática estabelecer um canal de acesso entre fontes de dados distintas, possibilitando em tempo real que o próprio SQL Server possa acessar e manipular dados entre estas fontes, bem como, armazenar estes mesmos dados internamente.

Segue abaixo a relação de temas relacionados ao uso Linked Server:

  • Access;
  • Active Directory;
  • Excel;
  • Query Dinâmica;
  • Remote Servers;
  • Senhas;
  • sp_addlinkedserver;
  • sp_addlinkedsrvlogin;
  • sp_droplinkedsrvlogin;
  • sp_dropserver;
  • Stored Procedure;
  • sys.linked_logins;
  • sys.server_principals;
  • sys.servers;
  • Transações; e
  • Variáveis.

Espero que este conteúdo possa lhe ajudar em seus atividades profissionais e acadêmicas. Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .docx ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de arquivos  selecionados:

1 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Acessando – Active Directory via Linked Server.sql

2 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Configurando – Linked Server entre Access 2010 e SQL Server 2008.sql

3 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Criando – Linked Server entre Access e Banco de Dados com Senha.sql

4 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Criando – Linked Server para acesso ao Excel.sql

5 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Trabalhando com Transaçoes no Linked Server.sql

6 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Obtendo informacoes sobre o Linked Server.sql

7 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Trabalhando com Query Dinâmica em conjunto com Linked Server e Variável.sql

8 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Trabalhando com Linked Server e seus recursos básicos.sql

9 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Realizando um update através de uma conexão via Linked Server.sql

Fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos, aproveite se possível deixe seu comentário, críticas, sugestões e observações.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/08/14/material-de-apoio-agosto-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/06/19/material-de-apoio-junho-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/05/material-de-apoio-abril-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/13/material-de-apoio-fevereiro-2018/

Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, sinto-me honrado e orgulhoso de contar com a sua presença.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, o próximo post desta sessão será publicado no mês de dezembro, até lá, continue aproveitando cada momento da sua vida, desfrutando com muita sabedoria os momentos de galeria e também os desafios que são colocada ao nosso redor.

Um forte abraço, muita saúde, sucesso e nos encontramos no final do ano (que na verdade já chegou)….

Script Challenge – 14 – A resposta….


Boa tarde, pessoal…

Tudo bem?  Seja mais uma vez muito bem vindo ao meu blog, mais especificamente ao post que apresenta a resposta para o Script Challenge – 2018 – Post 14, publicado em junho de 2018, sendo este respectivamente o segundo post após o retorno desta desafiadora sessão em meu blog denominada Script Challenge (Script Desafiador ou Desafio do Script) como queiram traduzir.

Espero que você já tenha ouvido falar desta sessão ou acessado alguns dos posts publicados na mesma, caso ainda não tenha feito, fique tranquilo você vai encontrar no final deste post uma pequena relação contendo os últimos desafios lançados e seus respostas.

Vamos então falar um pouco mais sobre o último desafio, estou me referindo ao Script Challenge 14, desta forma, seja bem vindo a mais um post da sessão Script Challenge.


Script Challenge 14

Falando do desafio de número 14, o mesmo foi publicado no mês de junho de 2018, período de data em que o mundo todo praticamente direcionou os seus olhares para a Rússia, mais especificamente para os jogos de futebol que estavam ocorrendo no país naquele momento.

Pois bem, o Script Challenge 14 não tem nenhum relação com o mundo do futebol, muito menos com o esporte, e como diria aquele apresentador do programa que passa ao domingos: “Sabe o que isso significa? Nada…..”.

Na verdade não é bem assim, para todos aqueles que trabalham com tecnologia e são responsáveis em armazenar, compartilhar, gerenciar e manter dados armazenados em banco de dados, sabe muito bem o quanto temos que nos preocupar em estabelecer boas práticas de retenção de dados afim de podermos ter uma quem sabe vida tranquila ou momentos de lazer.

Continuando nossa história, quero lhe perguntar: E ai já matou a charada? Eu acredito que sim!

Mas para te ajudar mais um pouco vou apresentar a Figura 1 que contem todo código Transact-SQL utilizado neste desafio, contendo trechos ou partes de código ocultas, procedimento que realizei no post que contempla o lançamento deste desafio como forma de aumentar o nível de dificuldade:

Figura 1 – Código Transact-SQL apresentado no Script Challenge 14.

Bom chegou a hora de revelar o que exatamente este bloco de código esta fazendo, chegou o momento de revelar e desvendar este desafio, a seguir apresento a resposta para o Script Challenge 14 e o trecho de código disponível para você utilizar em seus ambientes de trabalho ou estudos.

A resposta 

Como você pode ter percebido, no decorrer deste post e também no post de lançamento, procurei de uma forma bastante simples mas não explícita exibir ao longo do texto, pequenas dicas que poderiam ajudar, nortear e quem sabe indicar uma possível resposta ou solução para o desafio.

Mas se mesmo assim, você ainda não conseguiu adivinhar ou até mesmo esta se perguntando qual a relação do Script Challenge – 14 tem haver com um momento de lazer, calma que eu já vou te responder.

A resposta é muito simples, para qualquer Administrador de Banco de Dados, Administrador de Servidores, Desenvolvedor, enfim um profissional de tecnologia, tudo o que fazemos basicamente em um computador é manipular dados (Criar, Atualizar, Excluir).

Tudo o que fazemos esta relacionado com esta palavrinha pequena, mas de altíssima importância e pensando neste sentido a resposta para este desafio se relaciona a estimativa de crescimento de um arquivo de backup, e o quanto esta atividade tão importante e de alta complexidade pode impactar totalmente na vida daqueles que assim como eu um dia ou por diversos momentos teve que abrir mão do seu convívio familiar para se dedicar a acompanhar esta atividade.

Então a resposta para o Script Challenge 14 se relaciona com a possibilidade que o script apresenta em nos ajudar a identificar e estimar o quanto de espaço livre em disco em megabytes ainda teremos antes da execução do backup database levando-se em consideração o tamanho do arquivo de backup a ser criado.

Isso mesmo, esta é a resposta, e o script original que apresenta esta funcionalidade apresentada abaixo:

— Script Challenge 14 – A resposta – Identificando o total de espaço livre em disco antes da realização do backup database — 

— Criando a Stored Procedure —
USE AdventureWorksDW2016
Go

CREATE PROCEDURE dbo.dbo.EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize (
@drvLetter VARCHAR (5),
@enoughSpaceForBackupFlag BIT OUTPUT
)
AS
BEGIN
DECLARE @estimatedBackSizeMB INT,
@estimatedDriveFreeSpaceMB INT,
@dbCheckMessage varchar(80)

SET NOCOUNT ON

SET @dbCheckMessage = Concat (‘Checking database ‘, DB_NAME ())

SELECT @estimatedBackSizeMB = round (sum (a.total_pages) * 8192 / SQUARE (1024.0), 0)
FROM sys.partitions p JOIN sys.allocation_units a
                                            ON p.partition_id = a.container_id
                                           LEFT JOIN sys.internal_tables it
                                            ON p.object_id = it.object_id

CREATE TABLE #freespace

(drive VARCHAR (5),

MBFree DECIMAL (8, 2))

INSERT INTO #freespace (Drive, MBFree)
EXEC xp_fixeddrives

SELECT @estimatedDriveFreeSpaceMB = MBFree
FROM #freespace
WHERE drive = @drvLetter

IF @estimatedBackSizeMB * 1.15 < @estimatedDriveFreeSpaceMB
 SET @enoughSpaceForBackupFlag = 1
ELSE
 SET @enoughSpaceForBackupFlag = 0

SELECT DatabaseName = db_name(),
Estimated_Back_Size_MB = @estimatedBackSizeMB,
Estimated_Drive_Free_Space_MB = @estimatedDriveFreeSpaceMB,
EnoughSpaceForBackupFlag = @enoughSpaceForBackupFlag

DROP TABLE #freespace
SET NOCOUNT OFF
END
GO

Então, agora você deve ter gostado deste desafio, não é verdade? Poder estimar o espaço livre em disco e o tamanho ocupado pelo arquivo mesmo sem executar o Backup Database é realmente uma grande funcionalidade que o Microsoft SQL Server possui.

Observações

  1. Estamos criando uma User Stored Procedure EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize;
  2. A mesma possui um parâmetros de entrada de valores: @drvLetter (utilizado para informar qual a letra da unidade de disco que iremos analisar); e
  3. Um parâmetro de saída @enoughSpaceForBackupFlag (utilizado no momento da execução da stored procedure como sinalizar responsável em apresentar uma mensagem ao usuário).

Para que você possa entender mais ainda sobre como podemos obter os resultados apresentados por este script, declaro a seguir uma possível maneira de executar o Script Challenge – 14:

— Executando o Script Challenge – 14 —

USE AdventureWorksDW2016
Go

DECLARE @enoughSpaceForBackupFlag bit

EXEC Master.dbo.EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize ‘S’, @enoughSpaceForBackupFlag OUTPUT

PRINT @enoughSpaceForBackupFlag
IF @enoughSpaceForBackupFlag = 1
PRINT ‘Continue to Backup…’
ELSE
PRINT ‘Drive Space Problem…’
GO

A Figura 2 apresentada abaixo, ilustra o conjunto de dados retornados após a execução do Script Challenge – 14:

Figura 2 – Informações relacionadas a estimativa de tamanho do arquivo de backup e espaço livre em disco em megabytes.

Muito bom, sensacional, conseguimos, chegamos ao final, esta é a resposta para o Script Challenge 14, fico extremamente feliz por ter conseguido compartilhar este conteúdo com vocês.

Espero que você tenha gostado deste novo post da sessão Script Challenge!


Sua Participação

No post de lançamento deste desafio, contei com a participação através de uma enquete contendo algumas opções de respostas que poderiam estar relacionadas com o Script Challenge 14. A seguir apresento o resultado desta enquete:

A opção mais votada com 77,78% dos votos é justamente a resposta correta para este desafio: “A qual exibe retorna ao usuário informações relacionadas a estimativa de espaço em disco ocupado pelo arquivo de backup de banco de dados e o espaço livre disponível em disco após a conclusão do backup.”

Referências

Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que este conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possa ser útil e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em fevereiro de 2019 em mais um post da sessão Script Challenge.

Até a próxima…

Microsoft SQL Server Data Tools v15.8.1 para Visual Studio 2017 liberado para download


O Microsoft SQL Server Data Tools v15.8.1 é uma ferramenta de desenvolvimento moderna que você pode baixar gratuitamente para criar bancos de dados relacionais do SQL Server, bancos de dados SQL do Azure, pacotes do Integration Services, modelos de dados do Analysis Services e relatórios do Reporting Services.

Através do SSDT, podemos projetar e implantar qualquer tipo de conteúdo do Microsoft SQL Server com a mesma facilidade com que desenvolve um aplicativo no Visual Studio.

Esta nova versão é compatível com os sistemas operacionais com o Windows 8.1, Windows 10, Windows Server 2012 R2 e Windows Server 2016, vale ressaltar que o Windows 7 SP1 não é suportado.

Para realizar a instalação do SSDT com o Visual Studio, selecione as opções disponibilizadas pelo instalador, conforme apresenta a Figura 1 abaixo:
Sql Dt 1581 02

Figura 1 – Opções de instalação disponíveis para o Microsoft SQL Server Data Tools v15.8.1.

Informações sobre a versão
Número de lançamento: 15.8.1.
Número de compilação: 14.0.16179.0.
Data de lançamento: 27 de setembro de 2018.

Idiomas disponíveis

Esta nova versão do Microsoft SQL Server Data Tools v15.8.1 esta disponível para os seguinte idiomas:

Chinese (Simplified) | Chinese (Traditional) | English (United States) | French
German | Italian | Japanese | Korean | Portuguese (Brazil) | Russian | Spanish

IMPORTANTE: Antes de instalar o SQL Server Data Tools v15.8.1 para Visual Studio 2017, desinstale as extensões “Projetos do Microsoft Analysis Services” e “Projetos do Microsoft Reporting Services”, caso eles já estejam instalados no Visual Studio 2017 e feche todas as instâncias do Visual Studio.

A Figura 2 a seguir apresenta a tela inicial de instalação do Microsoft SQL Server Data Tools 15.8.1.

select AS, IS, RS
Figura 2 – Tela inicial de instalação do Microsoft SQL Server Data Tools 15.8.1.

O changelog publicado pela Microsoft destaca que a versão 15.8.1 do SQL Server Data Tools para Visual Studio 2017 remove o suporte para o SQL Server 2012 e adiciona suporte para o SQL Server 2019 Preview.

Para maiores informações sobre o SQL Server Data Tools acesse: https://docs.microsoft.com/en-us/sql/ssdt/download-sql-server-data-tools-ssdt?view=sql-server-2017

Para realizar o download, basta clicar na imagem abaixo:
Fontes e Direitos Autorais: Microsoft – Docs SQL SSDT (SQL Server Data Tools) – 28/09/2018.

#22 – Para que serve


Oi, bom dia, tudo bem?

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Para que Serve, sendo este o de número 22, mais um dia de muito trabalho começando, repleto de atividades, compromissos, reuniões, enfim tudo aquilo que normalmente estamos acostumados a nos deparar em nossos convívio diário.

E eu (parece música), estou aqui, como faço normalmente, acordando bem cedinho, para poder aproveitar da melhor maneira possível meu precioso tempo livre, colocando em prática algo que adoro fazer, publicar um post novo em meu blog mantendo a tradição de querer renovar e compartilhar as experiências e aprendizados adquiridos em minhas atividades profissionais e acadêmicas.

No post de hoje, não estarei compartilhando um conteúdo que pode ser considerado novo, ao contrário, quero destacar uma das mais antigas propriedades existentes em bancos de dados criados no Microsoft SQL Server desde suas versões mais antigas, mais especificamente falando da versão 2000 (é muito importante entender o passado, aprender com ele, para podemos melhorar e ofertar um futuro melhor) em diante.

Estou se referindo a propriedade denominada Page_Verify, a qual tem um papel de extrema importância no comportamento de um banco de dados de usuários, algo que pode impactar na forma de armazenamento, leitura e escrita das páginas de dados que formam a estrutura física e lógica de nossas tabelas e por consequência de nossos bancos de dados.

No decorrer deste post serão destacadas as respectivas opções existentes para esta propriedade, como também, será realizado uma análise comparativa no que diz respeito ao tempo de processamento de dados tendo como parâmetro um simples bloco de código inserindo 100.000 (Cem mil linhas de registros lógicos) com dados aleatórios.

Destaco antecipadamente que esta análise comparativa em nenhum momento leva em consideração características de Hardware, versão de Sistema Operacional ou uso de uma aplicação específica. Na verdade o objetivo desta simples análise é elucidar o uso desta propriedade, suas opções e respectivos algoritmos de processamento podem influenciar diretamente nos processos de escrita e leitura de dados.

Sendo assim, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre o post de número 22 da sessão Para que serve. Mas uma vez, bem vindo ao #22 – Para que serve – Propriedades de Bancos de Dados – Page_Verify e suas opções.

Espero que você esta animado para conhecer um pouco mais sobre esta propriedade, caso já conheça, continue lendo este post, sempre podemos aprender algo novo….


Introdução

Criar uma nova tabela para alocar dados em qualquer banco de dados existente no Microsoft SQL Server, pode ser considerada uma tarefa ou procedimento de fácil compreensão, muito simples de ser realizada tanto por linha de comando como também por interface gráfica, mas por trás “dos panos” diversos procedimentos internos são realizados pelo Sistema Gerenciador de Banco de Dados e seus diversos recursos e componentes internos.

Imagine então a tarefa de criação de um novo banco de dados, não parece também ser algo muito, mas muito simples! Teoricamente sim, mas se começarmos a analisar, entender e de preferência estudar cada uma das diversas propriedades que formam e orientam o Mecanismo de Bancos de Dados na execução da instrução de criação de um novo banco, teremos a total certeza que isso não tão simples como pensamos.

Pensando justamente neste cenário, decidi então identificar uma propriedade que por muitas vezes me passou totalmente despercebida e nos últimos dias acabou sendo motivo de estudos, como já destacado anteriormente estou me referindo a propriedade Page_Verify, sendo esta um das mais antigas propriedades existentes em bancos de dados desde a versão 2000 ou nível de compatibilidade 80, inicialmente apresentava como conjunto de opções os valores: None e Torn_Page_Detection e a partir da versão 2005 do Microsoft SQL Server ganhou uma nova opção conhecida como CheckSum e por consequência um novo algoritmo.

Vamos então conhecer um pouco mais sobre esta propriedade.

Propriedade de Banco de Dados Page_Verify

Propriedade existente em bancos de dados criados no Microsoft SQL Server que possui basicamente a função de permitir ao Sistema Gerenciador de Banco de Dados identificar e informar as chamadas Páginas de Dados Incompletas (Incomplete Pages) ou Páginas de Dados Suspeitas (Suspect Pages), através de dados internos catalogados e coletados na tabela suspect_pages existente dentro do banco de dados de sistemas MSDB.

Outra característica muito importante apresentada pela Page_Verify, relaciona-se ao método de verificação que garante ao Microsoft SQL Server que as páginas de dados que compõem um determinada tabela podem ser consideradas integras e completas, esta capacidade esta totalmente relacionada ao uso de um algoritmo pertencente a esta propriedade de acordo com o tipo de verificação de página que deve ser aplicada.

Esta tão importante característica, deve ser levada em consideração, mesmo tendo diversas funcionalidades que nos permitem identificar se a estrutura física e lógica de um banco de dados pode ser considerado integra. Em inúmeros cenários um banco de dados pode aparentemente estar apresentando falhas na estrutura interna que define uma respectiva página de dados sem necessariamente existir ou que tenha ocorrida uma falha física nas unidades de disco que armazenam tal página de dados.

A identificação se uma página de dados pode ou não ser considerada incompleta, suspeita ou quebrada é feita através da identificação de bits armazenados diretamente no cabeçalho de dados existente na respectiva página, é justamente por isso que a propriedade Page_Verify utiliza alguns algoritmos de acordo com a opção escolhida nas configurações e propriedades de um banco de dados, como recurso para garantir em tempo real o menor número de ocorrências ou possíveis falhas que venham a ocasionar uma perda de dados.

Vamos agora conhecer as formas de verificação de páginas de dados e seus respectivos algoritmos.

Formas de Verificação: None, Torn_Page_Detection e CheckSum

Até a versão 2005 SP2 do Microsoft SQL Server tínhamos somente as formas de verificação de páginas de dados None e Torn_Page_Detection, mas este cenário muito e uma nova opção denominada CheckSum foi adicionada, sendo esta então valor padrão para propriedade Page_Verify para bancos de dados com nível de compatibilidade 90 ou superior.

None: Ao escolher esta opção, o Microsoft SQL Server recebe a orientação para que não seja realizado os procedimentos de verificação e correção das páginas lidas durante os atividades de armazenamento de dados.

Logicamente esta é uma opção que não deverá ser utilizada em ambientes que não podemos correr o menor risco possível de aceitar falhas ou perdas de dados, mesmo confiando nas tecnologias de Hardware, estratégias de armazenamento, contingência e retenção de dados, a partir do momento que esta opção for escolhida você estará assumindo o risco.

Torn_Page_Detection: Opção padrão existente na versão 2000 do Microsoft SQL Server. Ao escolher esta opção, estaremos definindo o uso do algoritmo que armazenará em tempo real no cabeçalho de cada página de dados bits que identificam a operação de gravação.

No momento em que esta mesma página é lida de um disco durante a operação de leitura, os bits do cabeçalho da página são comparados àqueles no corpo da página. Caso alguma discrepância venha a ser detectada, esta específica página de dados será em tempo real considerada quebrada (incompleta ou suspeita) e o problema é relatado para um usuário.

Vale destacar que este algoritmo no momento em que uma página de dados esta sendo verificada, realiza o procedimento de duplicação de pequenas porções de bits de dados contidos em seu cabeçalho, algo que não podemos necessariamente relatar como um consumo maior de espaço em disco, na verdade é esta tarefa de duplicação de dados bits de dados utilizada para garantir a consistência da página. Por outro lado, dependendo do tipo de falha que poderá ocorrer alguns erros acabam não sendo detectados, se justamente o bit quebrado é um daqueles que não foram duplicados no cabeçalho da página, o dano não é detectado.

CheckSum: Opção padrão desde o SQL Server 2005 SP3, a partir do momento que esta opção é selecionado, o Microsoft SQL Server estará fazendo uso do algoritmo responsável durante  operação de gravação, realizar uma soma de verificação (CheckSum) que calcula a partir da estrutura completa de uma página de dados um valor a ser armazenado diretamente em seu cabeçalho.

No momento em que a respectiva página de dados é lida a partir de um disco, CheckSum é calculado novamente e comparado com o valor no cabeçalho da página. A idéia é semelhante ao TORN_PAGE_DETECTION, podemos destacar que ambos algoritmos calculam um valor de verificação para uma página e armazenam o resultado no cabeçalho da página, mas CheckSum usa a página inteira para cálculo, ao contrário do TORN_PAGE_DETECTION que utiliza apenas um pequeno número de bits existente na página de dados.

Se compararmos a opção TORN_PAGE_DETECTION com a opção CheckSum, podemos afirmar que o CheckSum apresenta uma forma de análise e verificação de possíveis falhas e erros nas atividades de Input/Output de dados, mais confiável e inteligente, estabelecendo uma cobertura mais precisa que garante uma assertividade maior na identificação de possíveis páginas de dados incompletas, suspeitas ou quebradas.

Agora que conhecemos a propriedade Page_Verify e suas opções, vamos então conhecer de forma prática e entender o comportamento de cada uma delas, realizando assim a análise destacada no início deste post.

Chegou a hora de colocar a mão nos teclados, como de costume teremos um ambiente de testes a ser criado, o que será utilizado como cenário de estudos.

Criando o Ambiente

Em meu ambiente de estudos estou utilizando o Microsoft SQL Server 2017 Enterprise Edition – Cumulative Update 9 e Sistema Operacional Windows 10, fique a vontade para utilizar o melhor cenário possível dentro das suas necessidades.

Como já destacado anteriormente esta análise ou possível cenário de estudo não consiste em afirmar qual é a mais rápida ou melhor forma de verificação de páginas de dados, mas sim demonstrar o quanto uma determinada opção poderá impactar ou influenciar nos custos de processamento de dados nas atividades de leitura e escrita, nesta prática mais especificamente nas atividades de gravação de dados.

Para realizar nossa simples prática, começaremos pela execução do Bloco de Código 1, responsável por criar a seguinte estrutura:

  • Database: TesteDatabasePageVerify;
  • Tables: TabelaPageVerify; e PageVerifyTempoDecorrido.

— Bloco de Código 1 —
— Criando o Banco de Dados TesteDatabasePageVerify —
Create Database TesteDatabasePageVerify
Go

— Acessando o Banco de Dados TesteDatabasePageVerify —
Use TesteDatabasePageVerify
Go

— Criando a Tabela TabelaPageVerify —
Create Table TabelaPageVerify
(Codigo Int Identity(1,1) Not Null Primary Key,
Texto VarChar(10) Not Null,
Quantidade SmallInt Not Null,
ValoresNumericos Numeric(18, 2) Not Null,
DataAtual Date Not Null)
Go

— Criando a Tabela PageVerifyTempoDecorrido —
Create Table PageVerifyTempoDecorrido
(NumeroDaAnalise SmallInt Identity(1,1) Not Null,
TipoDaAnaliseRealizada Varchar(22) Not Null,
HoraInicio Time Not Null,
HoraFim Time Not Null,
HoraDiferenca As (DateDiff(Second, HoraInicio, HoraFim)))
Go

A tabela TabelaPageVerify será utilizada como repositório dos dados que estaremos aleatoriamente gerando como fonte de análise, já a tabela PageVerifyTempoDecorrido terá um papel importante que consiste basicamente em armazenar os dados relacionada a análise realizada, dentre elas o Tipo da Análise, Horário de Início e Fim e a diferença em segundo entre os respectivos horários.

Avançando mais um pouco, vamos agora realizar propriamente a análise para cada uma das opções de verificação de páginas existentes, serão realizadas um total de 10 análises para cada opção e ao fim os dados armazenados na Tabela PageVerifyTempoDecorrido será apresentados como uma fonte de resultando da nossa análise.

Para realizar esta análise utilizaremos o Bloco de Código 2 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 2 —
— Desativando a Contagem de Linhas —
Set NoCount On
Go

— Declarando as variáveis de controle —
Declare @Counter TinyInt = 0,
@Text Char(130),
@Position TinyInt,
@RowCount Int = 100000,
@HoraInicio Time = GetDate(),
@HoraFim Time

Set @Text = ‘0123456789@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ\_abcdefghijklmnopqrstuvwxyzŽŸ¡ÀÁÂÃÄÅÆÇÈÉÊËÌÍÎÏÐÑÒÓÔÕÖÙÚÛÜÝàáâãäåæçèéêëìíîïðñòóôõöùúûüýÿ.;^’ –There are 130 characters in this text–

While @Counter <10 — Definindo a quantidade máxima de testes —
Begin

— Alterando a Propriedade Page_Verify para None —
Alter Database TesteDatabasePageVerify
Set Page_Verify None

— Inserindo a massa de dados na tabela TabelaPageVerify —
While (@RowCount >=1)
Begin

Set @Position=Rand()*130

Insert Into TabelaPageVerify (Texto, Quantidade, ValoresNumericos, DataAtual)
Values(Concat(SubString(@Text,@Position+2,2),SubString(@Text,@Position-4,4),SubString(@Text,@Position+2,4)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

Set @RowCount = @RowCount – 1
End

Set @HoraFim=GetDate()

Insert Into PageVerifyTempoDecorrido (TipoDaAnaliseRealizada , HoraInicio, HoraFim)
Values (‘None’, @HoraInicio, @HoraFim)

— Alterando a Propriedade Page_Verify para Torn_Page_Detection —
Alter Database TesteDatabasePageVerify
Set Page_Verify Torn_Page_Detection

— Inserindo a massa de dados na tabela TabelaPageVerify —
Set @RowCount = 100000
Set @HoraInicio = GetDate()

While (@RowCount >=1)
Begin

Set @Position=Rand()*130

Insert Into TabelaPageVerify (Texto, Quantidade, ValoresNumericos, DataAtual)
Values(Concat(SubString(@Text,@Position+2,2),SubString(@Text,@Position-4,4),SubString(@Text,@Position+2,4)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

Set @RowCount = @RowCount – 1
End

Set @HoraFim=GetDate()

Insert Into PageVerifyTempoDecorrido (TipoDaAnaliseRealizada , HoraInicio, HoraFim)
Values (‘Torn_Page_Detection’, @HoraInicio, @HoraFim)

— Alterando a Propriedade Page_Verify para CheckSum —
Alter Database TesteDatabasePageVerify
Set Page_Verify CheckSum

— Inserindo a massa de dados na tabela TabelaPageVerify —
Set @RowCount = 100000
Set @HoraInicio = GetDate()

While (@RowCount >=1)
Begin

Set @Position=Rand()*130

Insert Into TabelaPageVerify (Texto, Quantidade, ValoresNumericos, DataAtual)
Values(Concat(SubString(@Text,@Position+2,2),SubString(@Text,@Position-4,4),SubString(@Text,@Position+2,4)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

Set @RowCount = @RowCount – 1
End

Set @HoraFim=GetDate()

Insert Into PageVerifyTempoDecorrido (TipoDaAnaliseRealizada , HoraInicio, HoraFim)
Values (‘CheckSum’, @HoraInicio, @HoraFim)

Set @Counter = @Counter + 1
End
Go

Ótimo, após o processamento de nossa análise, gerou a hora de obter o resumo de tempo decorrido de processamento para cada opção, basta executar o Bloco de Código 3 divido em duas partes: Resumo Detalhado e Resumo Sumarizado, conforme declaro abaixo:

— Bloco de Código 3 —
— Parte 1 – Consultando o resumo detalhado —
Select NumeroDaAnalise,
TipoDaAnaliseRealizada,
HoraInicio,
HoraFim,
HoraDiferenca As ‘Segundos’
From PageVerifyTempoDecorrido
Go

A Tabela 1 apresentada a seguir, ilustra o detalhamento de dados coletados durante o processamento do Bloco de Código 2 realizado anteriormente:

Número da Análise Tipo da Análise Hora Início Hora Fim Segundos
1 None 10:45:59.1966667 10:46:51.0566667 52
2 Torn_Page_Detection 10:46:51.0566667 10:47:31.9633333 40
3 CheckSum 10:47:31.9800000 10:48:09.3566667 38
4 None 10:47:31.9800000 10:48:09.3566667 38
5 Torn_Page_Detection 10:48:09.3700000 10:48:38.6800000 29
6 CheckSum 10:48:38.6966667 10:49:13.6800000 35
7 None 10:48:38.6966667 10:49:13.6933333 35
8 Torn_Page_Detection 10:49:13.7133333 10:49:47.5100000 34
9 CheckSum 10:49:47.5100000 10:50:17.3433333 30
10 None 10:49:47.5100000 10:50:17.3600000 30
11 Torn_Page_Detection 10:50:17.3766667 10:50:49.7066667 32
12 CheckSum 10:50:49.7233333 10:51:23.3566667 34
13 None 10:50:49.7233333 10:51:23.3733333 34
14 Torn_Page_Detection 10:51:23.3733333 10:51:54.4200000 31
15 CheckSum 10:51:54.4200000 10:52:29.0466667 35
16 None 10:51:54.4200000 10:52:29.0500000 35
17 Torn_Page_Detection 10:52:29.0666667 10:53:00.8300000 31
18 CheckSum 10:53:00.8466667 10:53:32.1433333 32
19 None 10:53:00.8466667 10:53:32.1600000 32
20 Torn_Page_Detection 10:53:32.1766667 10:54:06.6466667 34
21 CheckSum 10:54:06.6633333 10:54:36.9400000 30
22 None 10:54:06.6633333 10:54:36.9400000 30
23 Torn_Page_Detection 10:54:36.9566667 10:55:09.7533333 33
24 CheckSum 10:55:09.7700000 10:55:41.8866667 32
25 None 10:55:09.7700000 10:55:41.8866667 32
26 Torn_Page_Detection 10:55:41.9033333 10:56:15.0166667 34
27 CheckSum 10:56:15.0166667 10:56:45.6966667 30
28 None 10:56:15.0166667 10:56:45.7133333 30
29 Torn_Page_Detection 10:56:45.7133333 10:57:21.7900000 36
30 CheckSum 10:57:21.7933333 10:57:54.8433333 33

Tabela 1 – Detalhamento de dados coletados após o processamento do Bloco de Código 2.

— Parte 2 – Consultando o resumo sumarizado —
Select TipoDaAnaliseRealizada,
Avg(HoraDiferenca) As ‘Média em segundos’
From PageVerifyTempoDecorrido
Group By TipoDaAnaliseRealizada
Order By ‘Média em segundos’ Desc
Go

A Tabela 2 apresentada a seguir, ilustra o dados coletados durante o processamento do Bloco de Código 2 realizado anteriormente de forma sumarizada com o cálculo da média de segundos gastos para o processamento de cada opção de verificação de páginas:

Tipo da Análise Média em segundos
None 34
Torn_Page_Detection 33
CheckSum 32

Tabela 2 – Dados sumarizados após o processamento do Bloco de Código 2.

Falta só um pouco, o último passo que iremos realizar, consiste na apresentação do Sumário de processamento em segundos demandado por cada algoritmo de verificação de páginas, através da execução do Bloco de Código 4, sendo que o mesmo apresentará os seguintes resultados:

  • Média de processamento em segundos;
  • Menor tempo de processamento em segundos;
  • Maior tempo de processamento em segundos; e
  • Somatória total do tempo de processamento.

— Bloco de Código 4 —
— Pivot —
Select ‘Média de processamento…..’ As ‘Sumário por segundos’, [None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum]
From (Select TipoDaAnaliseRealizada,
HoraDiferenca
From PageVerifyTempoDecorrido
) As A
Pivot (Avg(HoraDiferenca) For TipoDaAnaliseRealizada In ([None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum])) As Pvt
Union All
Select ‘Menor tempo de processamento…..’, [None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum]
From (Select TipoDaAnaliseRealizada,
HoraDiferenca
From PageVerifyTempoDecorrido
) As A
Pivot (Min(HoraDiferenca) For TipoDaAnaliseRealizada In ([None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum])) As Pvt
Union All
Select ‘Maior tempo de processamento…..’, [None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum]
From (Select TipoDaAnaliseRealizada,
HoraDiferenca
From PageVerifyTempoDecorrido
) As A
Pivot (Max(HoraDiferenca) For TipoDaAnaliseRealizada In ([None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum])) As Pvt
Union All
Select ‘Somatória do tempo de processamento…..’, [None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum]
From (Select TipoDaAnaliseRealizada,
HoraDiferenca
From PageVerifyTempoDecorrido
) As A
Pivot (Sum(HoraDiferenca) For TipoDaAnaliseRealizada In ([None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum])) As Pvt
Go

A Tabela 3 apresentada a seguir, ilustra o dados coletados durante o processamento do Bloco de Código 4, sumarizados e estruturados através do uso de Pivot:

Sumário por segundos None Torn_Page_Detection CheckSum
Média de processamento….. 34 33 32
Menor tempo de processamento….. 30 29 30
Maior tempo de processamento….. 52 40 38
Somatória do tempo de processamento….. 348 334 329

Tabela 3 – Dados sumarizados e apresentados em formato de Pivot após o processamento do Bloco de Código 4.

Agora sim, chegamos ao final. Ufa deu um pouco de trabalho este post, como de costume, mesmo assim sempre vale a pena poder compartilhar um pouco do conhecimento e experiências adquiridas ao longo dos anos de trabalho como DBA e Professor.

Espero que você tenha gostado, eu posso dizer que sim, mas sua opinião é muito importante.


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/create-database-transact-sql?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/alter-database-transact-sql?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/policy-based-management/set-the-page-verify-database-option-to-checksum?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/databases/database-properties-options-page?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/backup-restore/manage-the-suspect-pages-table-sql-server?view=sql-server-2017

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/05/28/21-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/12/20-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/02/19-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/15/18-para-que-serve/

Conclusão

Pensar na melhor forma para se armazenar um dado em uma respectiva tabela, vai muito além de escolher o tipo de dados mais indicado, temos também que procurar conhecer cada vez mais as propriedades de definem a estrutura e comportamento de um banco de dados, visando sempre garantir a melhor forma de armazenar, coletar e garantir que nossos servidores, aplicações e usuários possam fazer uso desta tão importante matéria prima utilizada pelas organizações, os dados que estão guardados em nossos bancos dados.

Neste post, você pode conhecer uma mais sobre a propriedade de banco de dados Page_Verify e suas opções: None, Torn_Page_Detection e CheckSum. Propriedade que desempenha um papel de extrema importância no que diz respeita a garantir que nossos dados estão armazenados de forma integra e confiável.

Realizamos uma simples análise para elucidar como estas opções podem influenciar no comportamento do Database Engine e também no Storage Engine, conhecemos também como cada opção desempenha o papel de verificar a estrutura física e lógica das páginas de dados que formam nossas tabelas, fazendo uso de algoritmos que gravam diretamente bits nos cabeçalhos destas mesma páginas, como fonte de identificação para tentar garantir que sua estrutura esta integra e confiável.

Mais uma vez destaco que este o estudo realizado no cenário apresentando neste post, não tem a finalidade de mostrar qual opção é mais rápida, mas sim demonstrar como em alguns momento a opção Torn_Page_Detection em comparação com a CheckSum pode ser mais vantajosa ou não, sabendo que a opção None não é recomendada para fiz corporativos.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, que desde suas primeiras versões nos apresenta inúmeras possibilidade de se aprender, possibilitando usar o passado como fonte de inspiração para construção de um futuro melhor, por isso que a cada dia eu me apaixono ainda mais por este produto…

Vai SQL Server, Vai SQL Server….

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua ilustre visita, sinto-me honrado com sua presença, espero que este conteúdo possa lhe ajudar e ser útil em suas atividades profissionais e acadêmicas.

Um forte abraço, até o próximo post da sessão Para que serve a ser publicado no mês novembro.

Um grande abraço e ótima semana.

Valeu.

Microsoft SQL Server Management Studio 17.8 liberado


Em anuncio oficial, A Microsoft apresentou em seu blog a nova versão do Microsoft SQL Server Management Studio 17.8, conhecida por muitos profissionais de tecnologia pela sigla SSMS.

O SSMS combina um amplo grupo de ferramentas gráficas com vários editores de script avançados para fornecer acesso para desenvolvedores e administradores de todos os níveis de conhecimento ao SQL Server, além disso, através desta ferramenta você vai encontrar um ambiente totalmente integrado com os mais diversos serviços e recursos existentes no Microsoft SQL Server.

Vale ressaltar que desde a versão 2016 do Microsoft SQL Server, o time de engenheiros e desenvolvedores da Microsoft, decidiram superar a dependência do Management Studio da versão do SQL Server, sendo assim, deste então independente da versão do Microsoft SQL Server instalado é possível utilizar e instalar versões superiores ou não do Management Studio, tornando-se então um novo produto independente do SQL Server.

A partir da versão 17, o Microsoft SQL Server Management Studio apresenta um novo ícone que faz referência a esta ferramenta substituindo justamente o ícone utilizado pelas versões anteriores do Management Studio específicos de cada versão do Microsoft SQL Server.

A Figura 1 abaixo apresenta este novo ícone:

Figura 1 – Novo ícone utilizado pelo Microsoft SQL Server Management Studio a partir da versão 17.

Para realizar download do Microsoft SQL Server Management Studio 17.8, utilize um dos links apresentados abaixo:

Download SQL Server Management Studio 17.8

Download SQL Server Management Studio 17.8 Upgrade Package (upgrades 17.x to 17.8)

Após a instalação desta nova versão o Microsoft SQL Server Management Studio terá sua número de versão evoluído para: 17.8 e seu release build para: 14.0.17276.0. Dentre os bugs e melhorias implementadas nesta nova versão a Microsoft destaca correções específicas para editor de querys, nova interface para scripts e suporte a propriedade AUTOGROW_ALL_FILES, entre outras inovações.

Caso queira saber mais sobre esta versão, sua lista de correções e melhorias, acesse: https://docs.microsoft.com/en-us/sql/ssms/download-sql-server-management-studio-ssms?view=sql-server-2017

Esta nova versão do SSMS 17.8 esta disponível para as versões do Mirosoft SQL Server versão 2008 até 2017, é compatível com as versões 64 bits do Windows 7, Windows 8/8.1, Windows 10, Windows Server 2008 R2, Windows Server 2012, Windows Server 2012 R2 e Windows Server 2016 e também suporta o SQL Analysis Service PaaS.

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft – Docs SQL Tools SQL Server Management Studio (SSMS) – 21/06/2018.

Material de Apoio – Junho 2018


Olá, boa tarde.

Tudo bem? E ai esta curtindo a Copa do Mundo de Futebol da Rússia? Posso dizer tranquilamente que eu estou curtindo muito todos os jogos e informações possíveis de serem acompanhadas.

Estou aqui mais uma vez procurando colaborar e compartilhar com a comunidade técnica em mais um post da sessão Material de Apoio dedicado exclusivamente ao meu blog.

Espero que você esteja gostando do conteúdo aqui disponibilizado, como também, possa me ajudar a torná-lo ainda melhor no decorrer do tempo com a sua participação.

O post de hoje

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o terceiro do ano de 2018 e de número 157 no total desta sessão.

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts  catalogados nos últimos meses, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA e atualmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados com os seguintes temas:

  • Acessos de Usuário;
  • Backup;
  • CheckList;
  • Comando Create Procedure;
  • Comando Declare;
  • Database Backup;
  • Disponibilidade;
  • DMV sys.dm_db_index_usage_stats;
  • DMV Sys.dm_os_sys_info;
  • Dymanic Management View;
  • Free Disk Space;
  • Função DateAdd;
  • Função Month;
  • Heap Table;
  • Índices Clustered; Reinicialização de Servidores;
  • Índices;
  • Junção de Tabelas;
  • Leitura e Escrita; System Stored Procedure;
  • Logins;
  • Set DateFirst;
  • Set Language;
  • Set NoCount;
  • System Stored Procedure SP_MSForeachTable;
  • System Table sys.allocation_units; System Table sys.indexes;
  • System Table sys.partitions;
  • System Table sys.schemas;
  • System Table sys.tables;
  • Usuários; e
  • Variáveis.

Espero que este conteúdo possa lhe ajudar em seus atividades profissionais e acadêmicas. Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .doc ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de arquivos  selecionados:

1 – Material de Apoio – Junho – 2018 – Determine Free Space Prior to SQL Server Backup.sql

2 – Material de Apoio – Junho – 2018 – DMV – Sys.dm_os_sys_info.sql – Identificando o último restart realizado na instância ou servidor.sql

3 – Material de Apoio – Junho – 2018 – Identificando a relação de Heap Tables.sql

4 – Material de Apoio – Junho – 2018 – Identificando a última segunda – feira e o último dia do mês.sql

5 – Material de Apoio – Junho – 2018 – Identificando o último usuário que acesso a tabela.sql

6 – Material de Apoio – Junho – 2018 – Obtendo a relação de últimos acessos de leitura e escrita por banco de dados.sql

7 – Material de Apoio – Junho – 2018 – SP_msforeachtable – Criando índices clustered em todas as tabelas através de uma coluna específica.sql

Fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos, aproveite se possível deixe seu comentário, críticas, sugestões e observações.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/05/material-de-apoio-abril-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/13/material-de-apoio-fevereiro-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/04/material-de-apoio-novembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/08/08/material-de-apoio-agosto-2017/

Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, sinto-me honrado e orgulhoso de contar com a sua presença.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, o próximo post desta sessão será publicado no mês de agosto, até lá continue curtindo sua vida, aproveite este grande momento de confraternização mundial que a Copa do Mundo de Futebol nos proporciona a cada quatro anos.

Um forte abraço, muita saúde, sucesso e vamos em frente…

Microsoft SQL Server 2016 SP2 – Atualização Cumulativa 1 disponível


A Microsoft disponibilizou para download hoje dia 30/05/2018 a Atualização Cumulativa 1 para SQL Server 2016 SP2.

As informações obtidas através do artigo KB4135048 publicado no site de suporte da Microsoft, esta atualização traz correções decorrentes dos problemas apresentados e identificados após o lançamento do SP2, sendo esta a primeira atualização cumulativa para este service pack.

Hotfixes que estão incluídos neste pacote de atualização cumulativa


Número de bug do VSTS Número de artigo do KB Descrição Corrigir a área
11983391 4131193 Problemas de desempenho ocorrem sob a forma de PAGELATCH_EX e PAGELATCH_SH espera em TempDB quando você usar o SQL Server 2016 Serviço do SQL
11983323 4133164 CORREÇÃO: Erro quando um trabalho do SQL Server Agent executa um comando do PowerShell para enumerar as permissões do banco de dados Ferramentas de gerenciamento
11516235 4087406 CORREÇÃO: Erro 9002 quando não houver nenhum espaço em disco suficiente para crescimento de crítica de log no SQL Server 2014, 2016 e 2017 Serviço do SQL
11695337 4092554 CORREÇÃO: “não é possível usar salvar transação dentro de uma transação distribuída” erro quando você executar um procedimento armazenado no SQL Server Serviço do SQL
11983395 4086173 CORREÇÃO: Violação de acesso ocorre ao executar uma consulta DAX em um modelo tabular no SQL Server Analysis Services Serviços de análise
11983390 4099472 PFS página melhoria de algoritmo round robin no SQL Server 2016 Serviço do SQL
11983376 3028216 CORREÇÃO: Ocorre uma falha quando o cache pró-ativo é desencadeada por uma dimensão no SSAS Serviços de análise
11971819 4230516 CORREÇÃO: Uma falha de asserção de memória ocorre e o servidor é incapaz de fazer qualquer novas conexões no SQL Server Serviço do SQL
11684529 4164562 CORREÇÃO: Nome de usuário errado aparece quando dois usuários acesse a MDS em momentos diferentes no SQL Server Serviços de qualidade de dados (DQS)
11578522 4089718 Melhoria: Problema de desempenho ao atualizar o MDS do SQL Server 2012 para 2016 Serviços de qualidade de dados (DQS)
11983367 4134541 CORREÇÃO: Erro do MDS Add-in para o Excel quando você usar a versão alemã do Excel no SQL Server Serviços de qualidade de dados (DQS)
11983360 4094858 CORREÇÃO: “ocorreu um erro inesperado” quando você usa o DAX medidas em visualizações de mesa poder BI no SQL Server Serviços de análise
11983362 4094706 FIX: Um thread de trabalho parece ficar depois que outro thread de trabalho é abortado quando você executa uma consulta paralela no SQL Server Serviço do SQL
11983392 4101502 CORREÇÃO: Backup de banco de dados habilitada a TDE com a compactação causa corrupção de banco de dados no SQL Server 2016 Serviço do SQL
11983382 4230306 CORREÇÃO: Restauração de um backup compactado TDE é vencida quando usando o cliente VDI Serviço do SQL
11983383 4163087 CORREÇÃO: Desempenho é lento para um sempre na AG quando você processa uma leitura consulta no SQL Server Serviço do SQL
11983373 4162814 CORREÇÃO: Ocorre uma violação de acesso de exceção interna e o servidor SSAS para de responder Serviços de análise
11922532 4157948 CORREÇÃO: Erro de estouro de ponto flutuante ocorre quando você executar um módulo compilado nativamente aninhado que usa EXP funções no SQL Server Na memória OLTP
11983358 4094893 CORREÇÃO: Banco de dados não pode ser descartado após seu armazenamento é desconectado e reconectado no SQL Server Serviço do SQL
11983381 4058175 CORREÇÃO: Backup banco de dados habilitado para TDE e as operações de restauração são lentas quando a chave de criptografia é armazenada em um provedor de EKM no SQL Server Segurança do SQL
11983369 4134175 FIX: Um cubo com várias partições de processamento gera muitas conexões de fonte de dados simultâneos no SSAS Serviços de análise
11983357 4091245 CORREÇÃO: Violação de acesso ocorre quando você consulta uma tabela com uma coluna de inteiro em 2017 de SQL Server e SQL Server 2016 Desempenho de SQL
11983366 4101554 CORREÇÃO: Paralelo refazer em uma réplica do secundária de um grupo de disponibilidade que contém tabelas heap gera um despejo de declaração de tempo de execução ou o servidor de SQL falha com um erro de violação de acesso Alta disponibilidade
11983379 4131960 CORREÇÃO: Um erro de declaração ocorre quando você executar uma consulta select aninhada contra um índice de columnstore no SQL Server Desempenho de SQL
11983359 4132267 CORREÇÃO: Implantar um projeto SSAS em SSDT é frequentemente mal sucedido no SQL Server Analysis Services no modo Tabular Serviços de análise
11057341 4052135 CORREÇÃO: Instrução RESTORE HEADERONLY para um TDE compactado backup leva muito tempo para concluir no SQL Server Serviço do SQL
11750742 4098762 CORREÇÃO: Parâmetros ocultos são incluídos nos relatórios quando o papel do navegador é usado em 2016 SSRS O Reporting Services
11983394 4163478 CORREÇÃO: Uma violação de acesso ocorre quando incrementais estatísticas são atualizadas automaticamente em uma tabela no SQL Server Desempenho de SQL

Dentre os mais diversos bugs identificados e corrigidos destaco um relacionado ao bug de número: 11983332, artigo KB: 4133164, relacionada a um erro apresentado quando um trabalho do SQL Server Agent executa um comando do PowerShell para enumerar as permissões do banco de dados.

Vale ressaltar que após a atualização desta nova atualização cumulativa, o número do build utilizado pelo Microsoft SQL Server 2016 SP2 será alterado para compilação: 13.0.5149.0.

Para realizar o download clique na imagem abaixo:

Fontes e Direitos Autorais: Suporte da Microsoft -https://support.microsoft.com/pt-br/help/4135048/cumulative-update-1-for-sql-server-2016-sp2 – 30/05/2018.

Microsoft SQL Server 2016 SP1 – Atualização Cumulativa 9 disponível


A Microsoft disponibilizou para download hoje dia 30/05/2018 a Atualização Cumulativa 9 para SQL Server 2016 SP1.

As informações obtidas através do artigo KB4100997 publicado no site de suporte da Microsoft, esta atualização traz correções decorrentes dos problemas apresentados e identificados após o lançamento do SP1 e das atualizações cumulativas anteriores.

Relação de Atualizações Cumulativas disponíveis para o Microsoft SQL Server 2016 Service Pack 1:

SQL Server 2016 SP1 CU8
SQL Server 2016 SP1 CU7
SQL Server 2016 SP1 CU6
SQL Server 2016 SP1 CU5
SQL Server 2016 SP1 CU4
SQL Server 2016 SP1 CU3
SQL Server 2016 SP1 CU2
SQL Server 2016 SP1 CU1
SQL Server 2016 SP1
SQL Server 2016 all builds

Hotfixes que estão incluídos neste pacote de atualização cumulativa


Número de bug do VSTS Número de artigo do KB Descrição Corrigir a área
11814294 4099472 PFS página melhoria de algoritmo round robin no SQL Server 2016 Serviço do SQL
11231756 4133164 CORREÇÃO: Erro quando um trabalho do SQL Server Agent executa um comando do PowerShell para enumerar as permissões do banco de dados Ferramentas de gerenciamento
11701139 4086173 CORREÇÃO: Violação de acesso ocorre ao executar uma consulta DAX em um modelo tabular no SQL Server Analysis Services Serviços de análise
11814333 4131193 Problemas de desempenho ocorrem sob a forma de PAGELATCH_EX e PAGELATCH_SH espera em TempDB quando você usar o SQL Server 2016 Serviço do SQL
11829791 3028216 CORREÇÃO: Ocorre uma falha quando o cache pró-ativo é desencadeada por uma dimensão no SSAS Serviços de análise
11829056 4135113 CORREÇÃO: Registro de controle de alterações é inconsistente durante uma atualização em uma tabela que tem um índice cluster/exclusivo no SQL Server Serviço do SQL
11918578 4293839 CORREÇÃO: Banco de dados TDE fica offline durante operações de descarga de log quando problemas de conectividade com o provedor EKM tornar-se inacessível no SQL Server Segurança do SQL
11810404 4230730 CORREÇÃO: Uma condição de morto trava ocorre quando você executar uma reconstrução de índice online ou executa um comando de mesclagem no SQL Server Serviço do SQL
11793118 4163478 CORREÇÃO: Uma violação de acesso ocorre quando incrementais estatísticas são atualizadas automaticamente em uma tabela no SQL Server Desempenho de SQL
11923632 4230306 CORREÇÃO: Restauração de um backup compactado TDE é vencida quando usando o cliente VDI Serviço do SQL
11924460 4163087 CORREÇÃO: Desempenho é lento para um sempre na AG quando você processa uma leitura consulta no SQL Server Serviço do SQL
11684528 4164562 CORREÇÃO: Nome de usuário errado aparece quando dois usuários acesse a MDS em momentos diferentes no SQL Server Serviços de qualidade de dados (DQS)
11634113 4094893 CORREÇÃO: Banco de dados não pode ser descartado após seu armazenamento é desconectado e reconectado no SQL Server Serviço do SQL
11708639 4162814 CORREÇÃO: Ocorre uma violação de acesso de exceção interna e o servidor SSAS para de responder Serviços de análise
11801446 4134541 CORREÇÃO: Erro do MDS Add-in para o Excel quando você usar a versão alemã do Excel no SQL Server Serviços de qualidade de dados (DQS)
11637501 4132267 CORREÇÃO: Implantar um projeto SSAS em SSDT é frequentemente mal sucedido no SQL Server Analysis Services no modo Tabular Serviços de análise
11797887 4101554 CORREÇÃO: Paralelo refazer em uma réplica do secundária de um grupo de disponibilidade que contém tabelas heap gera um despejo de declaração de tempo de execução ou o servidor de SQL falha com um erro de violação de acesso Alta disponibilidade
11750742 4098762 CORREÇÃO: Parâmetros ocultos são incluídos nos relatórios quando o papel do navegador é usado em 2016 SSRS O Reporting Services
11830380 4134175 FIX: Um cubo com várias partições de processamento gera muitas conexões de fonte de dados simultâneos no SSAS Serviços de análise
11591371 4091245 CORREÇÃO: Violação de acesso ocorre quando você consulta uma tabela com uma coluna de inteiro em 2017 de SQL Server e SQL Server 2016 Desempenho de SQL
11714686 4094706 FIX: Um thread de trabalho parece ficar depois que outro thread de trabalho é abortado quando você executa uma consulta paralela no SQL Server Serviço do SQL
11953725 4058175 CORREÇÃO: Backup banco de dados habilitado para TDE e as operações de restauração são lentas quando a chave de criptografia é armazenada em um provedor de EKM no SQL Server Serviço do SQL
11833599 4131960 CORREÇÃO: Uma violação de acesso ocorre quando você executar uma consulta select aninhada contra um índice de columnstore no SQL Server Mecanismo do SQL
11676935 4094858 CORREÇÃO: “ocorreu um erro inesperado” quando você usa o DAX medidas em visualizações de mesa poder BI no SQL Server Serviços de análise
11791348 4101502 CORREÇÃO: Backup de banco de dados habilitada a TDE com a compactação causa corrupção de banco de dados no SQL Server 2016 Serviço do SQL

Dentre os mais diversos bugs identificados e corrigidos destaco um relacionado ao bug de número: 11923632, artigo KB: 4230306, que corresponde um erro apresentado durante a restauração de um backup de banco de dados compactado que utiliza criptografia transparente de dados TDE.

Vale ressaltar que após a atualização desta nova atualização cumulativa, o número do build utilizado pelo Microsoft SQL Server 2016 SP1 será alterado para compilação: 13.0.4502.0.

Para realizar o download clique na imagem abaixo:

Fontes e Direitos Autorais: Suporte da Microsoft – https://support.microsoft.com/pt-br/help/4100997/cumulative-update-9-for-sql-server-2016-sp1 – 30/05/2018.

SQL Operations Studio – Public Preview release (0.27.3) – Março 2018


Salve galera, bom dia.

Quinta – feira, véspera de mais um feriado nacional, o mês de março esta se encerrando mas ainda temos tempinho para produzir muito coisa, e falando justamente em produzir a Microsoft como sempre não perde tempo e esta a todo o vapor para liberar logo a versão final do SQL Operations Studio “o futuro substituto” do ótimo Management Studio.

Versão 0.27.3

Segundo o anúncio realizado ontem dia 28/03 através do SQL Server Blog, uma nova versão do SQL Operations Studio torna-se pública, definida como versão 0.27.3.

A Figura 1 abaixo ilustra a interface desta nova versão:
Figura 1 – SQL Operations Studio 0.27.3.

Lançado de maneira pública e ainda em versão preliminar o SQL Operations Studio, esta passando por um período de grande evolução se levarmos em consideração a primeira versão preview apresentada oficial pela Microsoft em 15/11/2017. Esta nova versão é considerada oficialmente como a quarta maior atualização disponibilizada pelas equipes que trabalham em seu desenvolvimento.

Caso você queira saber um pouco mais sobre as versões anteriores, acesse: https://blogs.technet.microsoft.com/dataplatforminsider/2018/02/15/the-february-release-of-sql-operations-studio-is-now-available/

Esta nova versão preview tem como foco melhorias no conjunto de extensões disponíveis para o produto, como também, continuar a abordar os problemas com maior destaque apresentados na plataforma github. Dentre algumas melhorias e correções o gerenciador de extensões e gerenciador do Dashboard foram os principais recursos aprimorados nesta release.

Outros destaques apresentados nesta release são:

  • Aprimoramento no modelo de extensibilidade de gerenciamento de Dashboard oferecerendo maior suporte a informações com guias e painéis de configuração;
  • Extensões de painel de visão para sp_whoisactive existentes no whoisactive.com e um exemplo de relatórios de servidor;
  • Extension Manager permite a aquisição simples de extensões oficiais ou de terceiros;
  • Nova APIs de extensibilidade adicionada para a conexão e gerenciamento de ObjectExplorer; e
  • Suporte a 10 idiomas.

Para maiores informações e acesso a lista completa de atualizações pode ser obtida acessando Release Notes.

Extension Manager

Um dos recursos mais importantes existente tanto no SQL Operations Studio e também no Visual Code, o Gerenciador de extensão facilita a descoberta e a aquisição de funcionalidades adicionais do SQL Operations Studio.

Agora neste nova versão este fantástico recurso acaba de passar por um processo de reformulação, tendo maior capacidade para gerenciar extensões oficiais como também aquelas disponibilizadas pela comunidade.

A Figura 2 ilustra a interface do Extension Manager a partir desta versão:
Figura 2 – SQL Operations Studio – Extension Manager.

Downloads

Dentre as possibilidades para download destaco as seguintes:

Plataforma Link
Windows Setup Installer https://go.microsoft.com/fwlink/?linkid=870837
Windows ZIP https://go.microsoft.com/fwlink/?linkid=870838
macOS ZIP https://go.microsoft.com/fwlink/?linkid=870839
Linux TAR.GZ https://go.microsoft.com/fwlink/?linkid=870840
Linux DEB https://go.microsoft.com/fwlink/?linkid=870842
Linux RPM https://go.microsoft.com/fwlink/?linkid=870841

Maiores informações sobre as novidades do SQL Operations Studio podemo ser obtidas acessando SQL Server Blog.


Fontes e Direitos Autorais: SQL Server Blog – 

Dica do Mês – Microsoft SQL Server 2017 – SQL Graph Databases


Muito bom dia…… Salve amantes de banco de dados.

Tudo bem? Este é mais um post da sessão Dica do Mês, sessão dedicada a compartilhar mensalmente dicas, novidades, curiosidades e demais informações relacionadas ao Microsoft SQL Server, Banco de Dados e Tecnologias de Banco de Dados.

No post de hoje, quero compartilhar com você uma das maiores novidades implementadas na última versão do Microsoft SQL Server, neste caso, a versão 2017 lançada oficialmente em outubro de 2017 e muito destacada aqui no meu blog em diversos posts.

Destacando um pouco sobre o post, quando se referimos a banco de dados, normalmente pensamos em uma estrutura organizada basicamente em tabelas, colunas, chaves primárias, chaves estrangeiras e relacionamentos. Mas a partir do Microsoft SQL Server 2017 temos uma nova possibilidade de elaborar uma estrutura de banco de dados saindo um pouco deste tradicional cenário conhecimento como modelo relacional e sim partindo para o chamado modelo grafos ou banco de dados em grafos. Talvez em algum momento você já deve ter ouvido falar um pouco sobre esta forma de modelagem.

Pois bem, neste nova versão o time de engenheiros do SQL Server adicionaram ao conjunto de novas funcionalidades (features) o SQL Graph Databases ou simplesmente Banco de Dados em Grafos, isso mesmo banco de dados no formato de grafos, parece ser algo muito diferente do que estamos acostumados a fazer, na verdade não é bem assim, e você vai poder conhecer um pouco mais sobre este recurso, suas características e curiosidades no decorrer deste post.

Esta curioso em saber um pouco mais sobre esta nova feature? Eu estou, e não vejo a hora de poder dividir com você um pouco do vasto conteúdo relacionado com este recurso. Então, vamos em frente, vou tentar mitigar a sua curiosidade e ao mesmo também satisfazer os meus objetivos. Sendo assim, seja bem vindo ao post – Dica do Mês – Microsoft SQL Server 2017 – SQL Graph Databases.

Você vai se surpreender com este novo recurso e suas possibilidades relacionadas com modelagem de banco de dados.


Introdução

O SQL Graph Database é uma nova forma de se estruturar um banco de dados criado no Microsoft SQL Server 2017, tendo como base um estrutura formada por uma coleção de tabelas de nó (Node Table) e  tabelas de borda (Edge Table).

Basicamente um nó representa uma entidade — por exemplo, uma pessoa ou uma organização e uma borda representa uma relação entre os dois nós que ele conecta. As tabelas de nó ou borda podem ser criadas em qualquer esquema em um banco de dados, mas todas pertencem a uma estrutura de grafos representada de forma lógica.

Os bancos de dados na estrutura de grafos são úteis quando o aplicativo tem relacionamentos complexos de muitos para muitos e precisamos analisar as relações complexas.

Algumas das características importantes de um bancos de dados na estrutura de grafos:

  • Bordas (edge) ou relacionamentos(node) são entidades de primeira classe em um banco de dados de grafos e podem ter atributos ou propriedades associadas a eles;
  • Uma única edge table pode unir flexivelmente vários nós em um banco de dados de grafos;
  • Demonstrar a relação de padrões e consultas de navegação de vários saltos facilmente; e
  • Demonstrar o encerramento transitivo de dados e as consultas polimórficas facilmente.

A Figura 1 abaixo apresenta a estrutura básico do SQL Graph Databases e seus principais componentes:

Architecture of SQL Server 2017 Graph Database
Figura 1 – Estrutura básica do SQL Graph Databases.

Analisando a Figura 1 apresentada acima, podemos dizer que um banco de dados na estrutura de grafos é um tipo de banco de dados cujo conceito é baseado em nós e bordas. Este novo tipo de bancos de dados, denominada de grafos, baseiam-se na teoria dos grafos (um grafo é um diagrama de pontos e linhas conectados aos pontos), respeitando a seguinte estrutura:

  1. Os nós representam dados ou entidade e bordas representam conexões entre nós; e
  2. As bordas são propriedades que podem estar relacionadas a nós, essa capacidade nos permite mostrar interações mais complexas e profundas entre os nossos dados.

Elementos básicos

A seguir destaco os elementos básicos que compõem a estrutura do SQL Graph Databases:

Node Table
Representa uma entidade em um esquema de grafos. Sempre que criamos uma tabela de nós, juntamente com as colunas definidas pelo usuário, uma coluna implícita $node _id é criada, o que identifica exclusivamente um determinado nó no banco de dados.

Os valores na coluna $node _id são gerados automaticamente e são uma combinação de object_id dessa tabela de nós e um valor bigint gerado internamente. No entanto, quando a coluna $node _id é selecionada, um valor calculado na forma de uma cadeia de caracteres JSON é exibido.
Além disso, $Node _id é uma coluna pseudo, que mapeia para um nome interno com String hex nele. Quando selecionamos $node _id da tabela, o nome da coluna aparecerá como $node _id_ hex_string.

É recomendável que os usuários criem uma restrição ou índice exclusivo na coluna $node _id no momento da criação da tabela de nós, mas se um não for criado, um índice padrão exclusivo não clusterizado será criado automaticamente.

Edge Table
Como mencionado anteriormente, uma tabela de borda(Edge Table) representa uma relação em um grafos. As bordas são sempre direcionadas e conectam dois nós.

Uma tabela de borda permite que os usuários modelem relacionamentos muitos-para-muitos no grafos, esta mesma tabela pode ou não ter quaisquer atributos definidos pelo usuário.

$Edge _id
A primeira coluna na tabela de borda representa $Edge _id que identifica exclusivamente uma aresta fornecida no banco de dados. O valor da coluna edge_id é gerado com a combinação de object_id da tabela de borda e um valor bigint gerado internamente.

No entanto, quando selecionamos a coluna $Edge _id, ela é exibida como a seqüência de caracteres JSON que é calculada a partir do valor da coluna.

$from _id
Coluna que armazena o $node _id do nó, de onde a borda é originada. Semelhante ao $Edge _id este é também um pseduo e pode ser usado como $from _id no entanto, o nome da coluna inclui Strings hex nele.

$to _id
Armazena o $node _id do nó, no qual a borda termina. Comportamento desta coluna em também como por $Edge _id e $from coluna _id.

Funções

Existem algumas funções adicionadas a linguagem Transact-SQL, que visam ajudar os usuários a extrair informações das colunas geradas. Abaixo estão as funções:

OBJECT_ID_FROM_NODE_ID: Função que permite extrair o object_id de um node_id. Precisamos passar node_id para esta função e ele retornará o object_id, também podemos obter o nome do objeto do object_id.

GRAPH_ID_FROM_NODE_ID: Função que permite extrair o GRAPH_ID de um node_id. Precisamos passar node_id para esta função e ele retornará o object_id.

NODE_ID_FROM_PARTS: Através desta função podemos construir um node_id de um object_id e um graph_id.

OBJECT_ID_FROM_EDGE_ID: Função utilizada para extrair um object_id de um EDGE_ID.

GRAPH_ID_FROM_EDGE_ID: Função utilizada para identificar um GRAPH_ID de EDGE_ID.

EDGE_ID_FROM_PARTS: Função que nos permite identificar o id utilizada entre as conexões de EDGE_ID de object_id e identidade.

Tabelas de Sistemas e Metadados

Sys.Tables – Novas colunas foram adicionadas ao sys.tables para identificar se uma tabela é um nó ou uma borda, conforme apresenta a Tabela 1 abaixo:

Column Name Data Type Description
is_node bit 1 = this is a node table
is_edge bit 1 = this is an edge table

Tabela 1 – Novas colunas adicionadas a system table sys.tables.

Sys.Columns – Novas colunas foram adicionadas ao sys.tables para indicar o tipo da coluna em tabelas de nó e borda, permitindo o relacionamento entre as systems tables sys.columns e sys.tables. A Tabela 2 abaixo apresenta a relação de novas colunas adicionadas a sys.columns:

Column Name Data Type Description
graph_type int Internal column with a set of values.

The values are between 1-8 for graph columns and NULL for others:

1 – GRAPH_ID
2 – GRAPH_ID_COMPUTED
3 – GRAPH_FROM_ID
4 – GRAPH_FROM_OBJ_ID
5 – GRAPH_FROM_ID_COMPUTED
6 – GRAPH_TO_ID
7 – GRAPH_TO_OBJ_ID
8 – GRAPH_TO_ID_COMPUTED

graph_type_desc nvarchar(60) internal column with a set of values

Tabela 2 – Novas colunas adicionadas a system table sys.columns.

Nossa, quanta coisa nova foi adicionado ao Microsoft SQL Server a partir desta nova funcionalidades, como também, diversas mudanças internadas como de costume também foram realizadas no produto afim de possibilitar o uso destas e outras funcionalidades, algo comumente realizado a cada nova versão.

Vamos então conhecer de forma prática o SQL Graph Databases e entender como estes elementos podem ser utilizados através do cenário que estaremos implementando a partir de agora.

Implementando o SQL Graph Databases

Se estamos nos referindo ao um banco de dados de grafos, nada melhor do que representar a estrutura que será utilizada em nosso cenário de exemplo através de um Diagrama conforme ilustra a Figura 2 abaixo:

Figura 2 – Diagrama – Estrutura utilizada para o exemplo.

Os nós são SQL Server, Azure e Windows e segue (bordas) fornecem conexões entre nós. Este modelo de banco de dados não pode ser tratado como uma alternativa a um modelo de banco de dados relacional, mas confrontados com alguns problemas específicos, o modelo de banco de dados em grafos pode ser alternativo e efetivo.

Observações: Se você olhar para o diagrama de perto, talvez você pode projetar este modelo de dados em um banco de dados relacional por junções, mas imagine que se você tiver um monte de nós e bordas, em seguida, quantas junções você vai precisar? Outra consideração importante se relaciona na forma de como este projeto funcionaria? Por esta razão, ao lidar com alguns problemas de negócios, precisamos de um banco de dados representado na teoria de grafos.

Um cenário muito interessante para a adoção de um banco de dados em grafos a ser considerado são meios de comunicação social. Por exemplo, há um monte de ações sociais, cada ação social cria uma marca. Quando combinamos estas marcas, parece uma teia de aranha. O modelo de banco de dados em grafos é ideal para armazenar esse tipo de dados.

Criando o ambiente

Para nossa prática vamos trabalhar com o seguinte ambiente:

  • Database – SQLGraphDatabase;
  • Node Table – Products; e
  • Edge Table – Microsoft.

Vamos começar criando nosso banco de dados e a node table através do Bloco de Código 1 apresentado na sequência:

— Bloco de Código 1 – Criando Banco de Dados e Node Table —

— Criando o Banco de Dados —
Create Database SQLGraphDatabases
Go

— Acessando o Banco de Dados —
Use SQLGraphDatabases
Go

— Criando a Node Table Products —
Create Table Products
(ProductID TinyInt Primary Key,
ProductName Varchar(100)
) As Node
Go

Note que instrução Create Table especificamos ao final da mesma a palavra chave Node, desta forma, o Microsoft SQL Server vai entender que nossa tabela será um nó e posteriormente estará relacionada com no mínimo uma borda.

O próximo passo é realizar a inserção de dados na tabela Products, para isso vamos utilizar o Bloco de Código 2 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 2 – Inserindo dados na Node Table Products —

— Inserindo dados na Node Table Products —
Insert Into Products
Values (1,’SQL Server’),
(2,’Azure’),
(3,’Windows’)
Go

— Consultando os dados —
Select ProductId, ProductName from Products
Go

Você poderá notar que após a execução do comando Select teremos o resultado das três linhas de registros lógicos adicionadas a node table Products apresentados em tela, para que seja possível apresentar toda estrutura da tabela incluindo o $Node_Id, vamos então utilizar um simples e conhecido Select * (técnica não recomendável, mas para este cenário será útil para apresentar de maneira rápida a estrutura da node table Products).

— Apresentando toda estrutura da node table Products e seus respectivos dados —

Select * From Products
Go

A Figura 3 abaixo ilustra o retorno dos dados obtidos após a execução do Select acima:

Figura 3 – Estrutura da node table Products, incluindo $Node_ID e dados.

Continuando a nossa caminhada, vamos agora criar nossa tabela borda (edge table) denominada Microsoft, sendo esta o elemento utilizado para estabelecer as ligações entre os dados da node table para com a edge table, desta forma utilizaremos o Bloco de Código 3 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 3 – Criando a Edge Table Microsoft —

— Criando a Edge Table Microsoft —
Create Table Microsoft As Edge
Go

— Consultando a estrutura da Edge Table Microsoft —
Select * from Microsoft
Go

Pronto nossa tabela borda esta criada, nosso penúltimo passo será adicionar os dados oriundos da node table Products, estabelecem assim as relações entre ambos os elementos, para tal procedimentos utilizaremos o Bloco de Código 4 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 4 – Inserindo os dados na Edge Table Microsoft —

— Azure com SQL Server —
Insert Into Microsoft ($from_id , $to_id )
Values ((Select $node_id from Products where ProductId=2),
(Select $node_id from Products where ProductId=1))
Go

— Windows com SQL Server —
Insert Into Microsoft ($from_id ,$to_id )
Values ((Select $node_id from Products where ProductId=3),
(Select $node_id from Products where ProductId=1))
Go

— Windows com Azure —
Insert Into Microsoft ($from_id ,$to_id )
Values ((Select $node_id from Products where ProductId=3),
(Select $node_id from Products where ProductId=2))
Go

— Consultando os dados inseridos na Edge Table Microsoft —
Select * from Microsoft
Go

Muito bom, acabamos de estabelecer as ligações entre nossa node table e a edge table, note que para realizar este vinculo entre os dados oriundas da node table Products para a edge table Microsoft, utilizamos os valores da coluna ProductID existente na tabela de Products, como elemente chave a ser inserido nas colunas $from_id e $to_id no momento da criação da edge table Microsoft.

Figura 4 a seguir ilustra os dados inseridos na edge table Microsoft e apresentados no formato de string JSON:

Figura 4 – Dados inseridos na edge Table Microsoft.

Agora falta muito pouco e chegamos ao último passo que consiste justamente em identificar as conexões estabelecidas com base no Bloco de Código 4 processado anteriormente, onde através da nova função Match() em conjunto com seus operadores ‘-‘ ou ‘->’ podemos definir o caminho para encontrar os dados respeitando a estrutura de nós e bordas. Para tal procedimento executaremos o Bloco de Código 5 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 5 – Identificando as conexões entre os dados —

— Utilizando a função Match(), encontrando as conexões do ProductName = Azure —
Select Concat(Products.ProductName,’ –> ‘, ProductsDetails.ProductName) As Connections
From Products, Microsoft, Products ProductsDetails
Where Match(Products-(Microsoft)->ProductsDetails)
And Products.ProductName = ‘Azure’
Go

— Utilizando a função Match(), encontrando as conexões do ProductName = Windows —
Select Concat(Products.ProductName,’ –> ‘, ProductsDetails.ProductName) As Connections
From Products, Microsoft, Products ProductsDetails
Where Match(Products-(Microsoft)->ProductsDetails)
And Products.ProductName = ‘Windows’
Go

Após a execução do Bloco de Código 5 apresentado anteriormente o Management Studio deverá retornar um resultado similar ao apresentado pela Figura 5 abaixo:

Figura 5 – Conexões de dados estabelecidas com base nas colunas $from_id  e $to_id.

Incrível, chegamos ao final de mais um post da sessão Dica do Mês, tenho a certeza que você gostou do conteúdo apresentado hoje neste post.

Vale ressaltar que alguns pontos não foram abordados neste post, dentre eles como utilizar um índice clusterizado ou não clusterizado, como também, a maneira que uma Node Table e Edge Table são apresentadas na estrutura de um banco de dados através do Management Studio.

No que diz respeito ao novo modelo de banco de dados, tenha a certeza que a minha missão foi cumprida, principalmente no entendimento de como esta uma nova forma de representação baseada em grafos poderá nos ajudar a estabelecer uma nova técnica de relacionamento entre nossas tabelas e seus respectivos dados, indo muito além dos tradicionais conceitos dentre eles: chaves primárias e estrangeiras, caminhando para uma nova proposta com base no conceito de relacionamento lógico de dados.

Antes de encerrarmos, gostaria de contar com a sua participação neste post, respondendo a enquete abaixo:


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/graphs/sql-graph-sample

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/graphs/sql-graph-architecture

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/graphs/sql-graph-overview

https://www.red-gate.com/simple-talk/sql/sql-development/sql-server-graph-databases-part-1-introduction/

https://www.sqlshack.com/implement-graph-database-sql-server-2017/

https://www.mssqltips.com/sqlservertip/4883/sql-server-2017-graph-database-example/

 

Posts Anteriores

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/24/dicadomes-sqlservertoolsuiteintroduction/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/01/dicadomessql2017novascolunasinternas/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/08/26/dica-do-mes-simulando-a-insercao-de-uma-massa-de-dados-aleatoria/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/05/23/conhecendo-e-aplicando-o-uso-de-atualizacao-de-estatisticas-incrementais/

Conclusão

Neste post, conhecemos um pouco sobre este novo recursos SQL Graph Databases implementado a partir da versão 2017 do Microsoft SQL Server.

O SQL Server Graph é um recurso fantástico que nos permite implementar dentro da mesma estrutura de banco de dados existente no Microsoft SQL Server dois modelos de relacionamento de dados totalmente diferentes.  Através desta arquitetura híbrida temos a capacidade de utilizar recursos do mecanismo do SQL Server com um banco de dados na estrutura de grafos de maneira muito similar para não se dizer parecida com os recursos aplicados no modelo relacional, com base, na linguagem Transact-SQL nos dando todo suporte a consultas para este novo formato.

O banco de dados baseados na estrutura de grafos (SQL Graph Databases) apresentam como toda nova tecnologia algumas limitações técnicas neste momento, que tendem nas próximas versões do produto evoluírem ou até mesmo deixar de existir, algo que neste momento não podem ser consideradas limitações que impossibilitem a sua adoção ou uso em novos projetos de bancos de dados, como também, não se tornem  limitações a outros recursos excepcionais no existentes no Microsoft SQL Server 2017, mesmo assim podemos reconhecer que este novo modelo de banco de dados, pode ser considerada uma tecnologia convincente e promissora.

Agradecimentos

Agradeço a você por sua atenção e visita ao meu blog. Fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Um forte abraço, nos encontramos no próximo post a ser publicado no mês de abril.

Viva o Microsoft SQL Server 2017 e suas novas funcionalidades…

Um forte abraço, sucesso e até o próximo post.

Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.7 disponível para download


A Microsoft disponibilizou para download no início desta semana o Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.7.

Nova versão da ferramenta utilização para migração de dados entre diversas fontes, dentre elas MySQL, SAP Adaptive Server Enterprise (ex-Sybase), Oracle Database, IBM DB2 e Access, o Microsoft SQL Server Migration Assistant é uma ferramenta gratuita que simplifica o processo de migração destes produtos para o SQL Server e Azure SQL. A ferramenta automatiza todos os aspectos da migração. A versão 7.7 inclui o suporte para:

– Migração do MySQL 4.1 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2008, SQL Server 2008 R2, SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017 e Azure SQL DB.

– Migração do Access 97 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017 e Azure SQL DB.

– Migração do SAP Adaptive Server Enterprise (ex-Sybase) 11.9 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2008, SQL Server 2008 R2, SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017 e Azure SQL DB.

– Migração do Oracle Database 9.0 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2008, SQL Server 2008 R2, SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017, Azure SQL DB e Azure SQL Data Warehouse.

– Migração do IBM DB2 9.0 e 10.0 no z/OS e das versões 9.7 e 10.1 no Linux/Unix/Windows para o SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017 e Azure SQL DB.

Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.7

Download da versão 7.7 para MySQL
Download da versão 7.7 para Access
Download da versão 7.7 para SAP Adaptive Server Enterprise (ex-Sybase)
Download da versão 7.7 para Oracle Database
Download da versão 7.7 para IBM DB2

O Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.7 é compatível com o Windows 10, Windows 7, Windows 8, Windows 8.1, Windows Server 2008 R2, Windows Server 2012, Windows Server 2012 R2 e Windows Server 2016. Ele também requer o .NET Framework 4.5.2 ou posterior.

As páginas de download também listam alguns requisitos específicos, como MySQL Connector/ODBC e SAP ASE OLEDB/ADO.Net/ODBC provider.

Fontes e Direitos Autorais: https://www.microsoft.com/en-us – 27/02/2018.

Short Scripts – Fevereiro 2018 – Transaction Log


Olá, bom dia, mais uma semana começando….

E você já esta aqui acessando o meu blog, que alegria poder te encontrar em mais um post da sessão Short Scripts, uma das sessões mais recentes do meu blog que esta alçando a marca de 32 posts, sendo estes publicados trimestralmente.

Mantendo a tradição estou retornando com mais um conjunto de “pequenos” scripts catalogados e armazenados em minha biblioteca pessoal de códigos relacionados ao Microsoft SQL Server e sua fantástica linguagem de desenvolvimento Transact-SQL.

Mas como este é o primeiro post desta sessão em 2018, farei algo um pouco diferente, você terá uma pequena surpresa.

Desejo que o conteúdo aqui compartilhado possa lhe ser útil, como também sirvo de referência e sugestões para novas formar de resolução de problemas e aprendizado.

Vamos então conhecer um pouco mais sobre este novo post….

O post de hoje

Como já destacado no início do post, ao invés de compartilhar os últimos scripts adicionados a  minha biblioteca, quero dividir com você um conteúdo dedicado especificamente a um assunto muito importante quando nos referimos ao Microsoft SQL Server, mais especificamente ao Transaction Log (Log de Transações), funcionalidade presente em todos os bancos de dados criados em qualquer versão e edição do SQL Server.

E ai que você achou desta surpresa, gostou? Eu gostei, não é fácil você conseguir encontrar em um único local um conteúdo focado exclusivamente a este assunto tão importante, que muitos profissionais que trabalham com banco de dados até hoje não conseguem entender o conceito e forma de atuação do Transaction-Log.

Seguindo em frente, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Fevereiro 2018 – Transaction Log. Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão foram devidamente testados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Short Scripts

Fique a vontade para compartilhar, comentar e melhorar cada um destes códigos:

— Short Script 1 – Log Record —

— Altera o Recovery Model para SIMPLE
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
SET RECOVERY SIMPLE
Go

— Truncar o Transaction Log —
CHECKPOINT
Go

— Conteúdo do log – todas as colunas —
USE AdventureWorks2016
Select * from ::fn_dblog(null, null)
Go

–update
Begin Transaction

UPDATE dbo.Pessoa
SET nome = ‘XUXA’
Where ID=3

Rollback
Go

— Conteúdo armazenado no Log File —
Select [Current LSN],
Operation,
Context,
[Transaction ID],
[Log Record Length],
[Previous LSN],
AllocUnitName,
[Page ID],
[Slot ID],
[Checkpoint Begin],
[Checkpoint End],
[Minimum LSN],
SPID,
[Begin Time],
[Transaction Name],
[Parent Transaction ID],
[Lock Information],
Description,
[RowLog Contents 0],
[RowLog Contents 1],
[Log Record]
From ::fn_dblog(null, null)
Go

— DBCC SQLPERF —
DBCC SQLPERF(LOGSPACE)
Go

— Short Script 2 – CheckPoint —

— Criando a Base de Dados —
CREATE DATABASE DemoCheckpoint
ON PRIMARY
(NAME = ‘DemoCheckpoint_data’,
FILENAME = ‘D:\MSSQL\DemoCheckpoint_data.mdf’)
LOG ON
(Name = ‘DemoCheckpoint_Log’,
FILENAME = ‘D:\MSSQL\DemoCheckpoint_log.ldf’,
SIZE = 100MB,
FILEGROWTH = 10MB)
GO

— Alterando o Recovery Model —
ALTER DATABASE DemoCheckpoint
SET RECOVERY SIMPLE
Go

— Criando a Tabela Teste —
USE DemoCheckpoint
GO

CREATE TABLE Teste
(C1 varchar(50) NOT NULL,
C2 varchar(50) NOT NULL)
GO

— Forçando o Checkpoint —
CHECKPOINT
Go

— Abrir o Perfmon com os contadores

— em outra sessão
USE DemoCheckpoint
GO

WHILE 1=1
BEGIN

INSERT INTO dbo.teste
VALUES (‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’)
END

— Short Script 3 – Log Chain Simple —

— Iniciar nova sessão do Perfmon —
SELECT name, recovery_model_desc
FROM sys.databases
WHERE name = ‘AdventureWorks2016’
Go

— Alterar Recovery Model para Simple —
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
SET RECOVERY SIMPLE
Go

— Abrir nova Query —
USE AdventureWorks2016
Go

WHILE 1=1
BEGIN
INSERT INTO dbo.pessoa
VALUES (‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’)
END

— Alterar Recovery Model para Full —
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
SET RECOVERY FULL
GO

— Realizar Backup Database —
BACKUP DATABASE AdventureWorks2016
TO DISK = ‘d:\backupcompress.bak’
WITH COMPRESSION,
DIFFERENTIAL
GO

— Short Script 4 – DBCC LogInfo —

— Criando uma nova base de dados —
CREATE DATABASE TestDB
ON PRIMARY
(NAME = ‘TestDB_data’,
FILENAME = ‘D:\MSSQL\TestDB_data.mdf’)
LOG ON
(Name = ‘TestDB_Log’,
FILENAME = ‘D:\MSSQL\TestDB_log.ldf’,
SIZE = 10MB,
FILEGROWTH = 10MB)
GO

— Obtendo informações sobre a base de dados —
DBCC LOGINFO(TestDB)
Go

–Forçando o crescimento do Transact-Log manualmente em 20MB —
ALTER DATABASE TestDB
MODIFY FILE
(NAME = ‘TestDB_Log’,
SIZE = 20MB);
GO

— Obtendo informações sobre a base de dados —
DBCC LOGINFO(TestDB)
Go

— Short Script 5 – Natureza Circular —

— Alterando Recovery Model FULL —
ALTER DATABASE TestDB
SET RECOVERY FULL;
Go

— Realizando Backup Database —
BACKUP DATABASE TestDB
TO DISK = ‘D:\TestDB.bak’
Go

— Forçando o encolhimento do Transaction – Log —
DBCC LOGINFO(TestDB)
Go

BACKUP LOG TestDB
TO DISK = ‘bkplogTestDB.trn’
Go

USE TestDB
Go

DBCC SHRINKFILE (TestDB_Log,1)
Go

DBCC LOGINFO(TestDB)
Go

— Criando uma nova Tabela —
USE TestDB
GO

CREATE TABLE dbo.pessoa
(ID int identity PRIMARY KEY NOT NULL,
Nome varchar(50) NOT NULL,
Sobrenome varchar(50) NOT NULL,
Nascimento date NOT NULL,
Cargo varchar(50))
GO

— Abrir nova query —
USE TestDB
GO

WHILE 1=1
BEGIN
INSERT INTO dbo.pessoa
VALUES (‘Junior’, ‘Galvão’, ‘19800428’, ‘Database Administrator’)
END

— Monitorar o crescimento do log em tempo de execução —
DBCC LOGINFO(TestDB)

CHECKPOINT

SELECT name,
Log_reuse_wait_desc
FROM sys.databases
WHERE name = ‘TestDB’
Go

— Realizar Backup do Arquivo de Log —
BACKUP LOG TestDB TO DISK = ‘d:\log.trn’
Go

— Alterando Recovery Model para Full
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
SET RECOVERY FULL
Go

— Realizando novo Backup Database —
BACKUP DATABASE AdventureWorks2016
TO DISK = ‘d:\backup.bak’
WITH COMPRESSION
Go

— Short Script 6 – Backup and Transaction Log —

— Preparando a base – 1m10s se não preparada na demo 5
ALTER DATABASE AdventureWorks2016 SET RECOVERY FULL
GO
BACKUP DATABASE AdventureWorks2016 TO DISK = ‘d:\backup.bak’ WITH COMPRESSION
GO

— Realizando Backup do Arquivo de Log —
BACKUP LOG AdventureWorks2016
TO DISK = ‘bkplog.trn’
Go

— Obtendo informações sobre o Log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
Go

— Encolhendo o Transaction Log —
USE AdventureWorks2016
Go

DBCC SHRINKFILE (AdventureWorks2016_Log,1)
Go

— Obtendo informações sobre o Log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
Go

— Ajustando o tamanho do Transaction Log —
USE AdventureWorks2016
Go

— Encolhendo o Transaction Log —
DBCC SHRINKFILE (AdventureWorks2016_Log,1)
Go

— Obtendo informações sobre o Log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
Go

— Modificando o arquivo de Log —
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
MODIFY FILE
(NAME = AdventureWorks2016_Log,
SIZE = 4MB)
Go

— Encolhendo o Transaction Log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)

— Abrir nova query —
BACKUP DATABASE AdventureWorks2016
TO DISK = ‘d:\backup.bak’
Go

— Abrir nova query —
USE AdventureWorks2016
GO

WHILE 1=1
BEGIN
INSERT INTO dbo.pessoa
VALUES (‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’)
END
Go

— Forçando o Truncate do Log —
BACKUP LOG AdventureWorks2016
TO DISK = ‘bkplog.trn’
Go

— Obtedo informações do arquivo de log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
CHECKPOINT
SELECT name,
log_reuse_wait_desc
FROM sys.databases
WHERE name = ‘AdventureWorks2016’
Go

— Ajustando o tamanho do TLog
USE AdventureWorks2016
GO

DBCC SHRINKFILE (AdventureWorks2016_Log,1)
GO

DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
Go

— Short Script 7 – File Growth —

— Habilitando Trace Flags para evidênciar mudanças no Log —
DBCC TRACEON (3004, 3605, -1);
Go

— Limpar o log do SQL Server —
sp_cycle_errorlog
Go

— Criar uma nova Base de Dados —
CREATE DATABASE TransactionLog
ON PRIMARY
(NAME = ‘TransactionLog_data’,
FILENAME = ‘D:\MSSQLSERVER\DATA\TransactionLog_data.mdf’,
SIZE = 10240MB)
LOG ON
(Name = ‘TransactionLog_Log’,
FILENAME = ‘D:\MSSQLSERVER\DATA\TransactionLog_log.ldf’,
SIZE = 1024MB,
FILEGROWTH = 1024MB)
GO

— Identificar o tempo decorrido para processamento relacionado somente ao Log —
xp_readerrorlog
Go

— Desabilitando Trace Flags —
DBCC TRACEOFF (3004, 3605, -1);
Go

— Short Script 8 – Open Transaction in Tracking —

— Identificando as Transações abertas e seu respectivo consumo do Transaction Log —
SELECT
[s_tst].[session_id],
[s_es].[login_name] AS [Login Name],
DB_NAME (s_tdt.database_id) AS [Database],
[s_tdt].[database_transaction_begin_time] AS [Begin Time],
[s_tdt].[database_transaction_log_bytes_used] AS [Log Bytes],
[s_tdt].[database_transaction_log_bytes_reserved] AS [Log Rsvd],
[s_est].text AS [Last T-SQL Text],
[s_eqp].[query_plan] AS [Last Plan]
FROM sys.dm_tran_database_transactions [s_tdt] Inner JOIN sys.dm_tran_session_transactions [s_tst]
ON [s_tst].[transaction_id] = [s_tdt].[transaction_id]
Inner JOIN sys.[dm_exec_sessions] [s_es]
ON [s_es].[session_id] = [s_tst].[session_id]
Inner JOIN sys.dm_exec_connections [s_ec]
ON [s_ec].[session_id] = [s_tst].[session_id]
LEFT OUTER JOIN sys.dm_exec_requests [s_er]
ON [s_er].[session_id] = [s_tst].[session_id]
CROSS APPLY sys.dm_exec_sql_text ([s_ec].[most_recent_sql_handle]) AS [s_est]
OUTER APPLY sys.dm_exec_query_plan ([s_er].[plan_handle]) AS [s_eqp]
ORDER BY [Begin Time] ASC;
Go

É isso ai, missão cumprida! Mais uma relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância, apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.

Quero agradecer ao amigo Luiz Mercante que colaborou com a criação e uso destes scripts em algumas palestras realizadas nos últimos anos no evento SQL Saturday.


Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/09/short-scripts-dezembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/09/16/short-scripts-setembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/06/08/short-scripts-junho-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/03/31/short-scripts-marco-2017/

Agradecimento

Obrigado mais uma vez por sua visita, fico honrado com sua ilustre presença ao meu blog, desejo e espero que você possa ter encontrado algo que lhe ajudou.

Volte sempre, nos encontraremos mais uma vez na sessão Short Scripts no post do mês de maio de 2018.

Sucesso….