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Material de Apoio – Outubro 2018


Bom dia, bom dia, bom dia…

Tudo bem? Estamos no mês de outubro, as eleições terminaram, e os brasileiros escolheram os seus representantes, passado estes últimos acontecimentos, começamos a direcionar nossos esforços e pensamentos nos acontecimentos de final de ano, aquele momento tão esperado por todos esta mais uma vez se aproximando e nossos sonhos de um futuro melhor começam novamente a serem renovados.

Como de costume, estou aqui mais uma vez procurando colaborar e compartilhar com a comunidade técnica em mais um post da sessão Material de Apoio dedicado exclusivamente ao meu blog.

Espero que você esteja gostando do conteúdo aqui disponibilizado, como também, possa me ajudar a cada vez mais melhorar ainda.

O post de hoje

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o quarto do ano de 2018 e de número 159 no total desta sessão.

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts  catalogados nos últimos meses, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA e atualmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados exclusivamente ao recurso de Linked Server, sendo este, uma funcionalidade existente a muitos anos no Microsoft SQL Server, que nos permite de uma forma bastante simples, mas não muito prática e performática estabelecer um canal de acesso entre fontes de dados distintas, possibilitando em tempo real que o próprio SQL Server possa acessar e manipular dados entre estas fontes, bem como, armazenar estes mesmos dados internamente.

Segue abaixo a relação de temas relacionados ao uso Linked Server:

  • Access;
  • Active Directory;
  • Excel;
  • Query Dinâmica;
  • Remote Servers;
  • Senhas;
  • sp_addlinkedserver;
  • sp_addlinkedsrvlogin;
  • sp_droplinkedsrvlogin;
  • sp_dropserver;
  • Stored Procedure;
  • sys.linked_logins;
  • sys.server_principals;
  • sys.servers;
  • Transações; e
  • Variáveis.

Espero que este conteúdo possa lhe ajudar em seus atividades profissionais e acadêmicas. Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .docx ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de arquivos  selecionados:

1 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Acessando – Active Directory via Linked Server.sql

2 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Configurando – Linked Server entre Access 2010 e SQL Server 2008.sql

3 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Criando – Linked Server entre Access e Banco de Dados com Senha.sql

4 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Criando – Linked Server para acesso ao Excel.sql

5 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Trabalhando com Transaçoes no Linked Server.sql

6 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Obtendo informacoes sobre o Linked Server.sql

7 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Trabalhando com Query Dinâmica em conjunto com Linked Server e Variável.sql

8 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Trabalhando com Linked Server e seus recursos básicos.sql

9 – Material de Apoio – Outubro 2018 – Linked Server – Realizando um update através de uma conexão via Linked Server.sql

Fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos, aproveite se possível deixe seu comentário, críticas, sugestões e observações.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/08/14/material-de-apoio-agosto-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/06/19/material-de-apoio-junho-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/05/material-de-apoio-abril-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/13/material-de-apoio-fevereiro-2018/

Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, sinto-me honrado e orgulhoso de contar com a sua presença.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, o próximo post desta sessão será publicado no mês de dezembro, até lá, continue aproveitando cada momento da sua vida, desfrutando com muita sabedoria os momentos de galeria e também os desafios que são colocada ao nosso redor.

Um forte abraço, muita saúde, sucesso e nos encontramos no final do ano (que na verdade já chegou)….

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Script Challenge – 14 – A resposta….


Boa tarde, pessoal…

Tudo bem?  Seja mais uma vez muito bem vindo ao meu blog, mais especificamente ao post que apresenta a resposta para o Script Challenge – 2018 – Post 14, publicado em junho de 2018, sendo este respectivamente o segundo post após o retorno desta desafiadora sessão em meu blog denominada Script Challenge (Script Desafiador ou Desafio do Script) como queiram traduzir.

Espero que você já tenha ouvido falar desta sessão ou acessado alguns dos posts publicados na mesma, caso ainda não tenha feito, fique tranquilo você vai encontrar no final deste post uma pequena relação contendo os últimos desafios lançados e seus respostas.

Vamos então falar um pouco mais sobre o último desafio, estou me referindo ao Script Challenge 14, desta forma, seja bem vindo a mais um post da sessão Script Challenge.


Script Challenge 14

Falando do desafio de número 14, o mesmo foi publicado no mês de junho de 2018, período de data em que o mundo todo praticamente direcionou os seus olhares para a Rússia, mais especificamente para os jogos de futebol que estavam ocorrendo no país naquele momento.

Pois bem, o Script Challenge 14 não tem nenhum relação com o mundo do futebol, muito menos com o esporte, e como diria aquele apresentador do programa que passa ao domingos: “Sabe o que isso significa? Nada…..”.

Na verdade não é bem assim, para todos aqueles que trabalham com tecnologia e são responsáveis em armazenar, compartilhar, gerenciar e manter dados armazenados em banco de dados, sabe muito bem o quanto temos que nos preocupar em estabelecer boas práticas de retenção de dados afim de podermos ter uma quem sabe vida tranquila ou momentos de lazer.

Continuando nossa história, quero lhe perguntar: E ai já matou a charada? Eu acredito que sim!

Mas para te ajudar mais um pouco vou apresentar a Figura 1 que contem todo código Transact-SQL utilizado neste desafio, contendo trechos ou partes de código ocultas, procedimento que realizei no post que contempla o lançamento deste desafio como forma de aumentar o nível de dificuldade:

Figura 1 – Código Transact-SQL apresentado no Script Challenge 14.

Bom chegou a hora de revelar o que exatamente este bloco de código esta fazendo, chegou o momento de revelar e desvendar este desafio, a seguir apresento a resposta para o Script Challenge 14 e o trecho de código disponível para você utilizar em seus ambientes de trabalho ou estudos.

A resposta

Tanto no post de lançamento do desafio, bem como, neste post que a resposta para o mesmo, eu deixei algumas pequenas dicas para tentar ajudar a identificar a resposta, dentre as quais a relação do script com uma das mais tradicionais atividades desempenhadas por um Administrador de Banco de Dados ou Profissional de tabela, mais diretamente falando a execução de uma operação de backup de banco de dados.

Mas se mesmo assim, você ainda não conseguiu adivinhar ou até mesmo esta se perguntando qual a relação do Script Challenge – 14 tem haver com um momento de lazer, a resposta é muito simples, para qualquer Administrador de Banco de Dados, Administrador de Servidores, Desenvolvedor, enfim um profissional de tecnologia, tudo o que fazemos basicamente em um computador é manipular dados (Criar, Atualizar, Excluir).

Tudo o que fazemos esta relacionado com esta palavrinha pequena mas de altíssima importância e pensando neste sentido a resposta para este desafio se relaciona a estimativa de crescimento de um arquivo de backup, e o quanto esta atividade tão importante e de alta complexidade pode impactar totalmente na vida daqueles que assim como eu um dia ou por diversos momentos teve que abrir mão do seu convívio familiar para se dedicar a acompanhar esta atividade.

Então a resposta para o Script Challenge 14 se relaciona com a possibilidade que o script apresenta em nos ajudar a identificar e estimar o quanto de espaço livre em disco em megabytes ainda teremos antes da execução do backup database levando-se em consideração o tamanho do arquivo de backup a ser criado.

Isso mesmo, esta é a resposta, e o script original que apresenta esta funcionalidade apresentada abaixo:

— Script Challenge 14 – A resposta – Identificando o total de espaço livre em disco antes da realização do backup database — 

— Criando a Stored Procedure —
USE AdventureWorksDW2016
Go

CREATE PROCEDURE dbo.dbo.EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize (
@drvLetter VARCHAR (5),
@enoughSpaceForBackupFlag BIT OUTPUT
)
AS
BEGIN
DECLARE @estimatedBackSizeMB INT,
@estimatedDriveFreeSpaceMB INT,
@dbCheckMessage varchar(80)

SET NOCOUNT ON

SET @dbCheckMessage = Concat (‘Checking database ‘, DB_NAME ())

SELECT @estimatedBackSizeMB = round (sum (a.total_pages) * 8192 / SQUARE (1024.0), 0)
FROM sys.partitions p JOIN sys.allocation_units a
                                            ON p.partition_id = a.container_id
                                           LEFT JOIN sys.internal_tables it
                                            ON p.object_id = it.object_id

CREATE TABLE #freespace

(drive VARCHAR (5),

MBFree DECIMAL (8, 2))

INSERT INTO #freespace (Drive, MBFree)
EXEC xp_fixeddrives

SELECT @estimatedDriveFreeSpaceMB = MBFree
FROM #freespace
WHERE drive = @drvLetter

IF @estimatedBackSizeMB * 1.15 < @estimatedDriveFreeSpaceMB
 SET @enoughSpaceForBackupFlag = 1
ELSE
 SET @enoughSpaceForBackupFlag = 0

SELECT DatabaseName = db_name(),
Estimated_Back_Size_MB = @estimatedBackSizeMB,
Estimated_Drive_Free_Space_MB = @estimatedDriveFreeSpaceMB,
EnoughSpaceForBackupFlag = @enoughSpaceForBackupFlag

DROP TABLE #freespace
SET NOCOUNT OFF
END
GO

Então, agora você deve ter gostado deste desafio, não é verdade? Poder estimar o espaço livre em disco e o tamanho ocupado pelo arquivo mesmo sem executar o Backup Database é realmente uma grande funcionalidade que o Microsoft SQL Server possui. 

Observações

  1. Estamos criando uma User Stored Procedure EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize;
  2. A mesma possui um parâmetros de entrada de valores: @drvLetter (utilizado para informar qual a letra da unidade de disco que iremos analisar); e
  3. Um parâmetro de saída @enoughSpaceForBackupFlag (utilizado no momento da execução da stored procedure como sinalizar responsável em apresentar uma mensagem ao usuário).

Para que você possa entender mais ainda sobre como podemos obter os resultados apresentados por este script, declaro a seguir uma possível maneira de executar o Script Challenge – 14:

— Executando o Script Challenge – 14 —

USE AdventureWorksDW2016
Go

DECLARE @enoughSpaceForBackupFlag bit

EXEC Master.dbo.EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize ‘S’, @enoughSpaceForBackupFlag OUTPUT

PRINT @enoughSpaceForBackupFlag
IF @enoughSpaceForBackupFlag = 1
PRINT ‘Continue to Backup…’
ELSE
PRINT ‘Drive Space Problem…’
GO

A Figura 2 apresentada abaixo, ilustra o conjunto de dados retornados após a execução do Script Challenge – 14:

Figura 2 – Informações relacionadas a estimativa de tamanho do arquivo de backup e espaço livre em disco em megabytes.

Muito bom, sensacional, conseguimos, chegamos ao final, esta é a resposta para o Script Challenge 14, fico extremamente feliz por ter conseguido compartilhar este conteúdo com vocês.

Espero que você tenha gostado deste novo post da sessão Script Challenge!


Sua Participação

No post de lançamento deste desafio, contei com a participação através de uma enquete contendo algumas opções de respostas que poderiam estar relacionadas com o Script Challenge 14. A seguir apresento o resultado desta enquete:

A opção mais votada com 77,78% dos votos é justamente a resposta correta para este desafio, o qual exibe retorna ao usuário informações relacionadas a estimativa de espaço em disco ocupado pelo arquivo de backup de banco de dados e o espaço livre disponível em disco após a conclusão do backup.

Referências

Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que este conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possa ser útil e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em fevereiro de 2019 em mais um post da sessão Script Challenge.

Até a próxima…

Script Challenge – 2017 – O retorno….


Olá bom dia, comunidade e amantes de bancos de dados.

Tudo bem? E ai esta chovendo neste momento na sua cidade? Aqui em São Roque estávamos desde o último dia 12/10/2017 sem chuva, mas nesta última madrugado do dia 25/10 para o dia 26/10 ela retornou com grande força.

Introdução

Você pode estar se perguntando o que o retorno da chuva tem haver com o post desta sessão, na minha opinião tem tudo haver, estou justamente hoje aproveitando a madrugada de trabalho para retornar ao meu blog um das sessões que durante 2 anos me ajudou em muito a manter o número de visitantes em alta.

Se você não conhecia, vai ter a possibilidade de a partir de agora a cada 4 meses por desfrutar da sessão Script Challenge(Script Desafio ou Desafio do Script), pois bem, a melhor forma de traduzir eu deixo para você.

Um pouco de História

Esta é uma sessão criado no final do ano de 2010 e mantida mensalmente até meados de 2012, desde então não me dediquei mais a mesma devido principalmente em não conseguir identificar possíveis scripts dentro da minha biblioteca que poderiam ser apresentados como um scripts considerados como desafio para os profissionais da área de banco de dados.

Mas acredito que nos últimos anos com o crescimento do Microsoft SQL Server, seu nível de evolução, amadurecimento e recursos adicionais, como também, meu nível de experiência profissional e acadêmica também evolui muito, sinto-me preparado para retornar com esta sessão e poder de forma bastante técnica, didática e conceitual poder lançar um “desafio” e responder o mesmo com muito segurança.

Esta é uma sessão que foi criada, pensando em apresentar pequenos blocos de códigos oriundos da linguagem Transact-SQL que possam apresentar um nível de dificuldade e conhecimento técnico um pouco mais elevado, exigindo assim uma análise mais profunda e até mesmo a criação um pequeno cenário de teste para seu entendimento. Vamos então conhecer o bloco de código selecionado para ser o Script Challenge deste post.


Script Challenge – 13

O bloco de código Transact-SQL selecionado para fazer parte do Script Challenge que representa o retorno desta sessão, esta totalmente relacionado com uma tradicional comemoração norte americana realizada no mês de Outubro.

A seguir apresento o bloco de código:


Figura 1 – Short Script 13.

Muito bem, nosso Script Challenge esta apresentado, mas não tudo será como antes.

Gostaria então de destacar duas mudanças iniciais implementadas na sessão Script Challenge a partir deste post:

  1. Como maneira ou forma de dificultar ainda mais o nível de complexidade do código, o bloco de código que representa o Script Challenge selecionado para compor o post será  apresentado no formato de imagem ou figura; e
  2. Algumas partes das linhas de código, trechos, ou partes de código serão omitidas, justamente como forma de tornar este código ainda mais desafiador.

E ai preparado para o desafio? Tenho a certeza que sim!


Sua participação

Legal, agora quero conter com a sua participação, me ajudando a responder este post, outra grande novidade que estou adicionando aos post da sessão Script Challenge será uma pequena enquete com possíveis respostas para identificar qual é a correta relacionada com o desafio apresentado através do bloco de código selecionado para este post, desta forma, apresento a seguir a Enquete – Script Challenge – 13 e suas alternativas de resposta:

Seguindo em frente, já conhecemos o Script Challenge selecionado, sua enquete e relação de opções de resposta, fica faltando somente a sua participação, algo que eu tenho a certeza que vai acontecer rapidamente.

Durante quanto tempo posso participar…

Outra grande mudança na sessão Script Challenge é seu tempo de publicação “validade”, anteriormente os posts desta sessão eram publicados mensalmente ou bimestralmente, agora serão publicados em um período mais longo, ou seja, a cada 4 meses estarei compartilhando com vocês novos posts dedicados exclusivamente para esta sessão.

Desta forma, você terá mais tempo para participar e me ajudar e encontrar a resposta correta para este desafio, enviando suas possíveis sugestões, críticas e até mesmo alternativas de resposta para minha enquete.


Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que o retorno desta sessão e o conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possam ser úteis e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em fevereiro de 2018 em mais um post da sessão Script Challenge.

Sucesso e até mais.

Short Scripts – Março 2017


Hoje é sexta – feira, sexta – feira…

Salve, salve comunidade e amantes de bancos de dados e SQL Server, Tudo bem? Mais uma final de semana próximo após uma longa semana de muito trabalho, se eu for falar de muito trabalho, sinceramente  esta semana foi complicada, repleta de novidades e muita troca de conhecimento.

Conforme o prometido no final de 2016, estou retornando com o primeiro post da sessão Short Scripts, sessão criada a alguns anos no meu blog que lentamente esta conseguindo ajudar diversos profissionais da área de banco de dados na busca por exemplos de códigos que possam solucionar ou elucidar na resolução de um determinado problema.

O post de hoje

Como já destaquei acima, este é o primeiro post de 2017 dedicado exclusivamente a sessão Short Scripts, na relação de scritps selecionados para hoje, você vai poder encontrar códigos relacionados com os seguintes assuntos:

  • Auditoria,
  • Comando Intersect,
  • Comando OpenQuery,
  • Comando Order By,
  • Datatype Char,
  • Datatype Int,
  • DMF Sys.dm_exec_sessions,
  • DMV Sys.system_internals_partitions,
  • DMV Sys.system_internals_allocation_units,
  • Função Substring,
  • Índices,
  • Informações sobre conexão de usuário,
  • Páginas de Dados,
  • Trigger, e
  • Variáveis.

Então mãos no teclado, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Março 2017. Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão são devidamente testados antes de serem publicados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas. Fique a vontade para compartilhar, comentar, melhorar cada um destes códigos.

Short Scripts

— Short Script 1 – Realizando Auditoria in Live —

SELECT [Spid] = session_Id
, ecid
, [Database] = DB_NAME(sp.dbid)
, [User] = nt_username
, [Status] = er.status
, [Wait] = wait_type
, [Individual Query] = SUBSTRING (qt.text,
er.statement_start_offset/2,
(CASE WHEN er.statement_end_offset = -1
THEN LEN(CONVERT(NVARCHAR(MAX), qt.text)) * 2
ELSE er.statement_end_offset END –
er.statement_start_offset)/2)
,[Parent Query] = qt.text
, Program = program_name
, Hostname
, nt_domain
, start_time
FROM sys.dm_exec_requests er
INNER JOIN sys.sysprocesses sp ON er.session_id = sp.spid
CROSS APPLY sys.dm_exec_sql_text(er.sql_handle)as qt
WHERE session_Id > 50              — Ignore system spids.
AND session_Id NOT IN (@@SPID)     — Ignore this current statement.
ORDER BY 1, 2
Go

— Short Script 2 – Utilizando comando Intersect com Datatypes Char e Int —

Create Table #A (x Char(2));
Go
Insert Into #A Values (‘1’);
Insert Into #A Values (‘6’);
Insert Into #A Values (‘2’);
Insert Into #A Values (‘3’);
Insert Into #A Values (‘5’);
Insert Into #A Values (‘5’);
Insert Into #A Values (‘6’);
Insert Into #A Values (‘9’);
Go
Create Table #B (M BigInt);
Go
Insert Into #B Values(5);
Insert Into #B Values(5);
Insert Into #B Values(6);
Insert Into #B Values(7);
Insert Into #B Values(7);
Go
— (Select #1)
SELECT x AS ‘Select #1’ FROM #A
INTERSECT SELECT M FROM #B
Go
— (Select #2)
SELECT DISTINCT(x) AS ‘Select #2’
FROM #A LEFT OUTER JOIN #B
ON #A.x = #B.M
Go
— (Select #3)
SELECT DISTINCT(x) AS ‘Select #3’
FROM #A LEFT OUTER JOIN #B
ON #A.x = #B.M
Go
— (Select #4)
SELECT DISTINCT(x) AS ‘Select #4’
FROM #A INNER JOIN #B
ON #A.x = #B.M
Go
— (Select #5)
SELECT x AS ‘Select #5’
FROM #A INNER JOIN #B
ON #A.x = #B.M
Go
— Short Script 3 – Utilizando comando OpenQuery com variáveis —
— Valores Básicos —
DECLARE @TSQL varchar(8000), @VAR char(2)
SELECT  @VAR = ‘teste’
SELECT  @TSQL = ‘SELECT * FROM OPENQUERY(MeuLinkedServer,”SELECT * FROM MinhaTabela WHERE User = ””’ + @VAR + ”””’)’
EXEC (@TSQL)
Go
— Query Complexa —
DECLARE @OPENQUERY nvarchar(4000), @TSQL nvarchar(4000), @LinkedServer nvarchar(4000)
SET @LinkedServer = ‘MyLinkedServer’
SET @OPENQUERY = ‘SELECT * FROM OPENQUERY(‘+ @LinkedServer + ‘,”’
SET @TSQL = ‘SELECT au_lname, au_id FROM pubs..authors”)’
EXEC (@OPENQUERY+@TSQL)
— Use o Sp_executesql procedimento armazenado —
DECLARE @VAR char(2)
SELECT  @VAR = ‘CA’
EXEC MyLinkedServer.master.dbo.sp_executesql
N’SELECT * FROM pubs.dbo.authors WHERE state = @state’,
N’@state char(2)’,
@VAR
Go
— Short Script 4 – Realizando order by com base na função SubString —
Declare @Tabela Table
(Codigo VarChar(15))
Insert Into @Tabela Values(‘191-XXX-003’)
Insert Into @Tabela Values(‘192-XXX-003’)
Insert Into @Tabela Values(‘193-XXX-003’)
Insert Into @Tabela Values(‘194-XXX-003’)
Insert Into @Tabela Values(‘195-XXX-003’)
Insert Into @Tabela Values(‘191-XXX-001’)
Insert Into @Tabela Values(‘192-XXX-001’)
Insert Into @Tabela Values(‘193-XXX-001’)
Insert Into @Tabela Values(‘194-XXX-001’)
Insert Into @Tabela Values(‘195-XXX-001’)
Insert Into @Tabela Values(‘191-XXX-002’)
Insert Into @Tabela Values(‘192-XXX-002’)
Insert Into @Tabela Values(‘193-XXX-002’)
Insert Into @Tabela Values(‘194-XXX-002’)
Insert Into @Tabela Values(‘195-XXX-002’)
Select * from @Tabela
Order By SubString(codigo,Len(Codigo)-2,3) Asc
Go
— Short Script 5 – Monitorando querys em execução —
SELECT
DES.SESSION_ID,
DES.CPU_TIME,
DES.READS,
DES.WRITES,
DES.LOGICAL_READS,
DES.ROW_COUNT,
DER.SESSION_ID,
DES.STATUS,
DES.HOST_NAME,
DES.PROGRAM_NAME,
DES.LOGIN_NAME,
DES.ORIGINAL_LOGIN_NAME,
DEC.CLIENT_NET_ADDRESS,
DEC.AUTH_SCHEME,
DEC.NET_TRANSPORT,
SUBSTRING(T.[TEXT], DER.[STATEMENT_START_OFFSET] / 2,
COALESCE(NULLIF(DER.[STATEMENT_END_OFFSET], – 1) / 2, 2147483647)) AS COMANDO
FROM
SYS.DM_EXEC_SESSIONS AS DES
INNER JOIN SYS.DM_EXEC_REQUESTS DER
ON DER.BLOCKING_SESSION_ID = DES.SESSION_ID
INNER JOIN SYS.DM_EXEC_CONNECTIONS DEC
ON DEC.SESSION_ID = DES.SESSION_ID
INNER JOIN SYS.DM_EXEC_REQUESTS DER2
ON DER2.SESSION_ID = DES.SESSION_ID
CROSS APPLY SYS.DM_EXEC_SQL_TEXT(DER.[SQL_HANDLE]) AS T
GO
— Short Script 6 – Identificando tabelas e suas respectivas páginas de dados —
— Exemplo 1: —
SELECT P.partition_id,
OBJECT_NAME(P.object_id) As ObjectName,
U.allocation_unit_id,
SU.First_Page,
SU.Root_Page,
SU.First_IAM_Page
From Sys.Partitions As P INNER JOIN Sys.Allocation_Units As U
ON P.hobt_id = U.container_id
Inner Join Sys.system_internals_allocation_units SU
On u.allocation_unit_id = su.allocation_unit_id
Go
— Exemplo 2: —
SELECT SIP.partition_id,
OBJECT_NAME(SIP.object_id) As ObjectName,
sip.rows,
SU.First_Page,
SU.Root_Page,
SU.First_IAM_Page
From Sys.system_internals_partitions As SIP Inner Join Sys.system_internals_allocation_units SU
On sip.partition_id = su.allocation_unit_id
Go
— Short Script 7 – Identificando índices com Escrita Excessiva —
— Quantidade de Índices com Escrita Excessiva em comparação a leitura —
SELECT  OBJECT_NAME(s.object_id),
i.name,
i.type_desc
FROM    sys.dm_db_index_usage_stats s WITH ( NOLOCK ) Inner JOIN sys.indexes i WITH (NOLOCK)
ON s.index_id = i.index_id
AND s.object_id = i.object_id
WHERE OBJECTPROPERTY(s.[object_id], ‘IsUserTable’) = 1
AND s.database_id = DB_ID()
AND s.user_updates > ( s.user_seeks + s.user_scans + s.user_lookups )
AND s.index_id > 1
Go
— Quantidade de Índices com Escrita Excessiva —
SELECT  COUNT(*)
FROM    sys.dm_db_index_usage_stats s WITH ( NOLOCK )
WHERE   OBJECTPROPERTY(s.[object_id], ‘IsUserTable’) = 1
AND s.database_id = DB_ID()
AND s.user_updates > ( s.user_seeks + s.user_scans + s.user_lookups )
AND s.index_id > 1
Go
— Short Script 8 – Identificando o espaço ocupado por conexões em uso —
SELECT A.session_id,
B.host_name, B.Login_Name ,
(user_objects_alloc_page_count + internal_objects_alloc_page_count)*1.0/128 as TotalalocadoMB,
D.Text
FROM sys.dm_db_session_space_usage A Inner JOIN sys.dm_exec_sessions B
ON A.session_id = B.session_id
Inner JOIN sys.dm_exec_connections C
ON C.session_id = B.session_id
CROSS APPLY sys.dm_exec_sql_text(C.most_recent_sql_handle) As D
WHERE A.session_id > 50
and (user_objects_alloc_page_count + internal_objects_alloc_page_count)*1.0/128 > 100 — Ocupam mais de 100 MB
ORDER BY totalalocadoMB desc
COMPUTE sum((user_objects_alloc_page_count + internal_objects_alloc_page_count)*1.0/128)
Go
— Short Script 9 – Obtendo a diferença de datas entre registro anterior e o próximo registro —
Create Table Datas
(ID Int Identity(1,1),
DataInicio Date,
DataFinal Date)
Go
Insert Into Datas Values (GETDATE(), GETDATE()+30)
Insert Into Datas Values (GETDATE()+1, GETDATE()+20)
Insert Into Datas Values (GETDATE()+2, GETDATE()+10)
Insert Into Datas Values (GETDATE(), GETDATE()+5)
Go
— Exemplo 1 —
Select I.ID, I.DataInicio, F.DataFinal,
DateDiff(D, I.DataInicio, F.DataFinal) As Intervalo
From Datas I Left Join Datas F
On I.ID = F.ID + 1

Go

— Exemplo 2 —
SELECT
[current].Id,
[current].Time CurrentValue,
[next].Time          NextValue
FROM #temp AS [current] LEFT JOIN #temp AS [next]
ON [next].Id = (SELECT MIN(Id) FROM #temp

                                 WHERE Id > [current].Id)
Go
— Short Script 10 – Criando um trigger condicional —
–Criando a Table de Novos Produtos–
Create Table NovosProdutos
(Codigo Int Identity(1,1),
Descricao VarChar(10))
–Criando a Table de Histórico Novos Produtos–
Create Table HistoricoNovosProdutos
(Codigo Int,
Descricao VarChar(10))
Go
–Inserindo valores —
Insert Into Novosprodutos Values(‘Arroz’)
Insert Into Novosprodutos Values(‘Arroz1’)
Insert Into Novosprodutos Values(‘Arroz2’)
Insert Into Novosprodutos Values(‘Arroz3’)
Go
–Criando a Trigger para controle de histórico–
Create TRIGGER T_Historico
ON NovosProdutos
for update
AS
IF (Select Descricao from Inserted) <> (Select Descricao from Deleted)
BEGIN
INSERT Into HistoricoNovosProdutos (Codigo, Descricao)
SELECT Codigo, Descricao FROM INSERTED
END
Go
–Fazendo os teste —
Update NovosProdutos
Set Descricao=’Arroz 4′
Where Codigo = 1
Go
Update NovosProdutos
Set Descricao=’Arroz1′
Where Codigo = 2
Go
Select * from NovosProdutos
Go

Muito bem, mais uma relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância e apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.


Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são bastante conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

Agradecimento

Mais uma vez obrigado por sua visita, um forte abraço…

Nos encontramos em breve nos próximos posts desta e outras sessões do meu blog, valeu.

#13 – Para que serve


Muito boa noite galera, tudo bem?

Noite de sábado, temperatura agradável, galera curtindo uma pizza, balada entre outras coisas e eu estou aqui para compartilhar com você mais um post da minha sessão Para que serve, hoje o post de número 13. Você esta pensando, post de número 13 não é nada muito “ospicioso” como diária um personagem de novela (kkkkk).

Que nada vamos em frente não se preocupe com este número, tenho a certeza que este post será muito legal e apresentará informações de alto astral relacionada ao novo Microsoft SQL Server 2016.

Como você já deve ter percebido os posts relacionados a esta sessão tem o objetivo de apresentar ou demonstrar como  códigos de exemplo, aplicativos, utilitários, enfim recursos relacionados diretamente á banco de dados ou gerenciadores de bancos de dados podem ser utilizados como uma possível solução de problemas, bem como, orientar na sua forma de utilização.

Após esta tradicional saudação, chegou a hora de falar sobre o #13 – Para que serve de hoje, tenho a certeza que você vai gostar.

No post de hoje, vou a destacar uma das mais aguardados melhorias relacionadas ao SQL Server, estou me referindo a capacidade de consultor os histogramas de estatísticas de processamento de forma programada, isso mesmo, agora a partir da nova atualização cumulativa do SQL Server 2016 SP1, conhecida como Cumulative Update 2, temos duas novas DMF – Dynamic Management Function – Função de Gerenciamento Dinâmico que nos permitem de forma direta através do uso do comando Select obter informações sobre os histogramas e dados estatísticos.

Vou fazer um pequeno suspense, não vou revelar o nome de ambas as DMFs, somente no decorrer deste post você vai conhece-las.

Muito bem, após deixar este gostinho de quero mais, chegou a hora de conhecer estas novas funcionalidades e ver como podemos aplicar isso no nosso ambiente.

Como aqui o #13 – Para que serve – Uma nova e mais fácil maneira de obter informações sobre o histograma de estatísticas no Microsoft SQL Server 2016 SP1 –

Introdução

Quando se referimos a estatísticas de bancos de dados, estatísticas de processamento ou estatísticas de consumo de operadores do plano de execução, estamos na verdade se referindo ao bom e velho conceito de estatísticas, o qual devemos voltar no tempo para entender melhor se realmente quisermos saber a importância deste assunto, para este post este não é o foco, na verdade o que eu quero é mostrar que a partir da nova atualização cumulativa aplicada para o Service Pack 1 do SQL Server 2016 os times de engenheiros e desenvolvedores do SQL Server introduziram no produto duas novas DMF denominadas sys.dm_db_stats_histogram e sys.dm_db_stats_properties, onde através do uso destas novas DMFs podemos obter todas as informações relacionadas as estatísticas de processamento de nossas querys e principalmente o histograma de maneira mais rápida, fácil e principalmente legível, pois particularmente falando ler o histograma através do comando DBCC Show_Statistics não era nada fácil(kkkkk).

Vamos conhecer um pouco mais sobre cada DMF para entender melhor seu funcionamento:

sys.dm_db_stats_histogram: Retorna o histograma de estatísticas para o objeto de banco de dados especificado (tabela ou exibição indexada) no atual SQL Server banco de dados. Semelhante ao DBCC SHOW_STATISTICS WITH HISTOGRAM.

Ao executar esta nova DMF o Microsoft SQL Server 2016 apresentará uma tabela de resultado contendo o seguinte conjunto de colunas, conforme a Tabela 1 ilustra:

Nome da coluna

Column name
Tipo de dados Description
object_id int ID do objeto (tabela ou exibição indexada) para o qual as propriedades do objeto de estatísticas serão retornadas.
stats_id int ID do objeto de estatísticas. É exclusiva na tabela ou exibição indexada. Para obter mais informações, veja sys.stats.
step_number int O número da etapa do histograma.
range_high_key sql_variant Valor da coluna associada superior de uma etapa do histograma. O valor da coluna também será denominado um valor de chave.
range_rows real Número estimado de linhas cujo valor de coluna fica dentro de uma etapa do histograma, excluindo-se o limite superior.
equal_rows real Número estimado de linhas cujo valor de coluna é igual ao limite superior da etapa do histograma.
distict_range_rows bigint Número estimado de linhas com um valor de coluna distinto dentro de uma etapa do histograma, excluindo-se o limite superior.
average_range_rows real Número médio de linhas com valores de colunas duplicados em uma etapa de histograma, exceto o limite superior (RANGE_ROWS / DISTINCT_RANGE_ROWS para DISTINCT_RANGE_ROWS > 0).

sys.dm_db_stats_properties: Retorna propriedades de estatísticas para o objeto de banco de dados especificado (tabela ou exibição indexada) no banco de dados do SQL Server atual. Para tabelas particionadas, consulte a DMF sys.dm_db_incremental_stats_properties.

Ao executar esta nova DMF o Microsoft SQL Server 2016 apresentará uma tabela de resultado contendo o seguinte conjunto de colunas, conforme a Tabela 2 ilustra:

Nome da coluna Tipo de dados Description
object_id int ID do objeto (tabela ou exibição indexada) para o qual as propriedades do objeto de estatísticas serão retornadas.
stats_id int ID do objeto de estatísticas. É exclusiva na tabela ou exibição indexada. Para obter mais informações, veja sys.stats.
last_updated datetime2 Data e hora da última atualização do objeto de estatísticas.
rows bigint O número total de linhas da tabela ou exibição indexada na última atualização das estatísticas. Se as estatísticas forem filtradas ou corresponderem a um índice filtrado, o número de linhas talvez seja menor do que o número de linhas na tabela.
rows_sampled bigint O número total de linhas amostradas para cálculos de estatísticas.
etapas int O número de etapas no histograma. Para obter mais informações, veja DBCC SHOW_STATISTICS.
unfiltered_rows bigint O número total de linhas da tabela antes da aplicação da expressão de filtro (para estatísticas filtradas). Se as estatísticas não forem filtradas, unfiltered_rows será igual ao valor retornado na coluna de linhas.
modification_counter bigint Número total de modificações da coluna de estatísticas principal (a coluna em que o histograma é criado) desde que as últimas estatísticas de tempo foram atualizadas.

Essa coluna não mantém informações para tabelas com otimização de memória.

Agora que o segredo foi revelado, podemos começar a pensar na maneira que estas novas DMFs podem ser utilizadas, para tal vamos fazer uso do banco de dados analítico: AdventureworksDW2016CTP3 disponível para download através do link: http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=49502

Utilizando as novas DMFs

Seguindo em frente vamos começar nossa prática, para tal a primeira coisa a fazer é executar o bloco de código 1 declarado abaixo, antes clique no botão Include Actual Execution Plan em seu Management Studio, pois vamos realizar uma análise após a execução.

— Bloco de Código 1 —

Figura 1 – Instrução select declarada para o bloco de código 1.

Após a execução deste bloco de código obtemos o seguinte conjunto de dados relacionados ao operador Clustered Index Scan, conforme a Figura 2 apresentada abaixo:

Figura 2 – Dados relacionadas ao operador Clustered Index Scan.

Note que estou destacando na figura os dados referentes aos seguintes elementos:

  • Number of Rows Read;
  • Actual Number of Rows;
  • Estimated Number of Rows; e
  • Estimated Number of Rows to be Read.

Você pode estar se perguntando, o porque o Junior Galvão acabou destacados estes valores na Figura 2? A resposta é muito simples, uma das maneiras para tentar entender o comportamento do SQL Server no processamento de seus operadores e procurar ter uma ideia de estatísticas de processamento é justamente através da leitura e entendimento destes quatro conjunto de dados, o que posso dizer que não é a melhor forma para se encontrar informações sobre processamento e estatísticas.

Agora imagine que todas as vezes que você desejar obter informações sobre as estatísticas de processamento e como elas estão armazenadas e seus status, pois bem, é justamente neste ponto que agora no novo SQL Server 2016 SP1 CU 2 você terá facilmente a capacidade de fazer isso acontecer, para tal vamos executar o bloco de código 2 fazendo uso da nova DMF, sys.dm_db_status_histogram.

— Bloco de Código 2 —

Figura 3 – Bloco de código 2.

Observe que estamos fazendo uso da nova DMF sys.dm_db_status_histogram e neste momento nosso Management Studio deverá ter retornado um conjunto de linhas conforme a Figura 4 abaixo ilustra:

Figura 4 – Conjunto de dados estatísticas referentes ao processamento do bloco de código 2.

Ao analisarmos a Figura 4 podemos notar facilmente o conjunto de linhas de retornado contendo todas as informações relacionadas ao histograma da estatísticas de número 2 para a tabela [dbo].[FactResellerSales]. Tenho a certeza que você tão surpreso quanto eu quando executei pela primeira vez este mesmo bloco de código, realmente é assustador a facilidade que temos agora em entender o histograma.

Sensacional, mas como o SQL Server consegui apresentar estes dados desta maneira? Como de costume a resposta é simples, através da capacidade de utilizar em tempo de execução uma Table Valued Function denominada DM_DB_STATS_HISTOGRAM, ou seja, uma função que armazena valores em uma determinada tabela utilizada especificamente para esta nova DMF, a comprovação disso esta na Figura 5 que ilustra o plano de execução utilizado para o processamento do bloco de código 2.

Figura 5 – Plano de execução gerado para o processamento do bloco de código 2.

Continuando nossa jornada, o próximo passo é fazer uso da outra DMF, no caso a sys.dm_db_stats_properties, onde a qual vamos nos permitir obter o mesmo conjunto de valores referente ao cabeçalho da estatística o mesmo realizado através do comando DBCC SHOW_STATISTICS com a opção WITH STATS_HEADER.

Vamos então executar o bloco de código 3 apresentado a seguir:

Figura 7 – Bloco de código 3.

E qual será o resultado obtido após o processamento do bloco de código 3? A resposta é apresentada na Figura 7 a seguir:

Figura 7 – Resultado do processamento do bloco de código 3.

Show de bola, temos exatamente o mesmo conjunto de dados retornados pela DMF sys.dm_db_stats_properties da mesma forma que teríamos se estivéssemos utilizando do bom e velho DBCC SHOW_STATISTICS, não é realmente fantástico, só de imaginar a capacidade de possibilidades que teremos de utilizar estes dados a partir de agora realmente é algo surreal.

Da mesma forma que o SQL Server 2016 SP1 CU2 utiliza uma Table Valued Function para armazenar e apresentar os consumidos e coletados pelo processamento da sys.dm_db_status_histogram, também é utilizada uma outra Table Valued Function para o processamento da sys.dm_db_stats_properties denominada DM_DB_STATS_PROPERTIES.

Para finalizar nossa brincadeira e mostrar como estas novas funcionalidades podem nos ajudar, vamos utilizar o bloco de código 4 para através dele conseguir especificar uma determinada range_key existe em nossas estatísticas. Poxa vida especificar em um comando select qual determinada faixa de valores estatísticas nós queremos obter dados realmente é acima do que estávamos pensando, por incrível que isso possa parecer, é totalmente possível de ser feito a partir de agora.

— Bloco de Código 4 —

Figura 8 – Retorno de dados referentes ao filtro da faixa de valores.

Putz, que coisa louco, meu deus, temos com base no bloco de código 4 a comprovação que podemos através do uso de outras DMFs inline retornado dados estatísticos com base em filtros ou predicados declarados na cláusula where existente na linha 26 onde, a coluna sh.range_high_key é justamente uma coluna pertencente a nova DMF sys.dm_db_stats_histogram.

Que loucura isso, fora de série esta nova capacidade do SQL Server, fantástico, inimaginável, fora do comum o que o time de engenheiros do SQL Server fizeram desta vez, show.

Referências

https://msdn.microsoft.com/library/mt794645.aspx

https://blogs.msdn.microsoft.com/sql_server_team/easy-way-to-get-statistics-histogram-programmatically/

https://support.microsoft.com/en-us/help/4013106/cumulative-update-2-for-sql-server-2016-sp1

http://msdn.microsoft.com/library/jj553546.aspx

http://msdn.microsoft.com/library/ms174384.aspx

https://msdn.microsoft.com/pt-br/library/mt761751.aspx

https://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms177623.aspx

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/01/23/12-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/12/16/11-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/11/15/10-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/10/08/09-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/08/06/07-para-que-serve/

Conclusão

A maneira como nossos dados estão constantemente sendo processados é algo que a cada dia um DBA ou profissional de banco de dados se pergunta. Saber em qual momento uma determinada query, transação ou simplesmente um comando select pode ocasionar algo tipo de impacto em nosso ambiente ainda é mais preocupante. Foi justamente pensando nisso que a Microsoft e seu time de profissionais que trabalham com o SQL Server buscaram responder a partir da disponibilidade das duas novas DMFs: sys.dm_db_stats_histogram e sys.dm_db_stats_properties recursos adicionados na versão 2016 SP1 e disponível também para próximas versão do SQL Server, dentre elas a SQL Server vNext.
Esta nova maneira de acessar e consultar os dados coletados e armazenados no histograma poderá ajudar em muito os profissionais de banco de dados e desenvolvedores a entender como seus estatísticas de processamento de dados estão sendo afetadas com base nos processos de manipulação.
Neste post você pode mais uma vez observar que o Microsoft SQL Server esta em constante evolução, um dos produtos mais prestigiados pela Microsoft, buscando sempre trazer melhorais e inovações, algo de extrema importância para qualquer profissional que trabalha com esta tecnologia.

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua visita, agradeço sua atenção, fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Nos encontramos em breve, até lá…..

#10 – Para que serve


O louco meu, pleno feriadão e você esta passando por aqui no meu blog……

Que legal, sensacional, fico honrado com a sua ilustre visita, seja bem – vindo mais uma vez ao meu blog, espero que você consiga encontrar o que esta procurando ou algo que possa lhe agradar.

Este é mais um post da sessão Para que serve, lançada no início de 2016 e que esta chegando ao post de número 10, isso mesmo estamos no décimo post dedicado a esta sessão que aos poucos esta conseguindo se tornar uma referência de conhecimento diferenciado no meu Blog.

É isso ai, após esta tradicional saudação, chegou a hora de falar sobre o #10 – Para que serve de hoje, tenho a certeza que você vai gostar….


Introdução

Como você já deve ter percebido os posts relacionados a esta sessão tem o objetivo de apresentar e em alguns casos demonstrar como exemplos de código, aplicativos, utilitários, entre outros elementos envolvidos a banco de dados ou gerenciadores de bancos de dados dentro eles o Microsoft SQL Server podem ser utilizados para se obter uma possível solução de um problema, como em outros casos orientar na sua forma de utilização.

Para o post de hoje vou destacar um script que utilizei recentemente e posso dizer que foi de grande ajuda, mas antes de apresentar este recurso vou destacar um pouco sobre alguns elementos relacionados a ele, dentre os quais destaco File Growth.

File Growth

E ai você já ouviu falar file growth, ou simplesmente crescimento de arquivo de dados ou log? Se você é um administrador de banco de dados, ou um profissional que já trabalha a algum tempo com o banco de dados, tenho a certeza que já deve ter ouvido falar sobre a importância de se saber como esta configurado o fator de crescimento de um banco de dados e seu arquivos de transações.

Trata-se de uma configuração que pode ser aplicada durante a criação de um banco de dados ou posteriormente, sua importância esta totalmente relacionada ao espaço de armazenamento de dados durante sua utilização, o que poderá impactar na capacidade física de uma unidade de disco em gerenciar o quanto estes arquivos podem consumir e alocar espaço em disco no decorrer do seu tempo de vida.

Ao definir a forma de crescimento ou até mesmo o quanto este arquivo poderá ou não crescer de forma ilimitado o Microsoft SQL Server vai trabalhar no processo de alocação, escrita e manipulação da estrutura física e lógica tanto para os arquivos de dados, como principalmente para os arquivos de log.

Justamente sendo estes os arquivos que normalmente consomem um grande espaço física das unidades de disco para catalogar todas as operações processadas em um banco de dados que devem ser registradas em sua estrutura.

Para este tipo de cenário os gerenciadores de banco de dados através de seu mecanismo de Storage Engine observam e monitoram o que esta sendo processado e armazenado dentro de cada arquivo, caso o mesmo tenho que crescer para alocar uma nova área é com base nas configurações de File Growth definidas para o respectivo arquivo que este crescimento poderá ser realizado em fatores de Kilobytes, Megabytes, Gigabytes ou até mesmo em valores de porcentagem.

#10 Para que serve – Obtendo informações sobre database filegrowth —

Agora que conhecemos um pouco que esta relacionada com este post, vamos então conhecer este script que poderá nos ajudar a obter todas as possíveis informações relacionadas ao fator de crescimento de nossos bancos de dados e suas respectivas estruturas de dados e log.

— Bloco de Código —

filegrowth

Muito bem, observe que este código é bastante simples, estamos basicamente fazendo uso das catalogs views existentes no Microsoft SQL Server desdes suas primeiras versões o que nos permite dizer que este bloco de código pode ser aplicado facilmente a partir da versão 2005 em qualquer nível de edição, além disso, o mesmo já foi testado e aprovado nas últimos duas edições 2014 e 2016.

Após executarmos o bloco de código apresentando anteriormente, o Management Studio deverá retornar um conjunto de colunas e valores similares ao apresentado na Figura 1 apresentada abaixo:

filegrowth1Figura 1 – Relação de bancos de dados e informações sobre o filegrowth.

Podemos notar a existência das colunas AutoGrowthStatus, GrowthValue e GrowthIncrement, são justamentes estas as colunas que nos permitem encontrar as informações relacionadas aos fatores de crescimento configurados para cada banco de dados armazenado em nosso servidor ou instância de bancos de dados Microsoft SQL Server.

Falando um pouco sobre estas três colunas é possível observar:

AutoGrowthStatus: Esta coluna apresenta o status da propriedade Auto Growth, sendo esta definida para informar e o arquivo deverá ou não crescer de forma automática.

GrowthValue: Apresenta que pode ser informado a partir de 0 (zero) que indica ao Microsoft SQL Server que o determinado banco de dados não deverá crescer. Os demais valores podem representar uma indicação de crescimento em tamanho fixo ou até mesmo em porcentagem.

GrowthIncrement: Mostra a forma de incremento do fator de crescimento do banco de dados, sendo orientado e calculado através do número de páginas de dados, se o valor apresentado for igual á 0 (zero) significa que este banco de dados não terá seu crescimento realizado, qualquer outro valor acima de 0 (zero) significa que este banco de dados será impactado em algum momento pelo valor definido nas configurações do crescimento do banco de dados. Vale ressaltar que este valor esta relacionado ao tamanho de 8Kb (Kilobytes) para cada página de dados.

Após esta análise posso dizer que fica mais fácil descobrir qual banco de dados poderá apresentar problemas de crescimento acima no normal ou simplesmente aquele banco de dados que necessita crescer além do estimado.

Referências

https://technet.microsoft.com/pt-br/library/ms181338(v=sql.110).aspx

https://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms178534.aspx

https://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb522469.aspx

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar uns dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/08/06/07-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/08/06/07-para-que-serve/

Conclusão

Administrar um banco de dados não é uma tarefa das mais complicadas do mundo, mas quando se referimos em administratar um servidor de banco de dados ou conjunto de servidores de bancos de dados o cenário com certeza muda bastante.

Foi pensando neste tipo de situação que compartilhei com vocês hoje este script no #10 – Para que serve, que apresenta como podemos de maneira fácil, rápida, segura e muito prática encontrar informações relacionadas ao file growth, ou simplesmente fator de crescimento.

Considerada uma das configurações mais importantes de um qualquer banco de dados alocado em uma instância ou servidor Microsoft SQL Server.

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua visita, agradeço sua atenção, fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Até mais.

#09 – Para que serve


Boa noite pessoal!!! Salve galera….

 

Tudo bem? Como passaram os últimos dias?

Graças a deus continuo forte na minha batalha profissional e acadêmica, como eu sempre falo para meus alunos, a vida é uma roda gigante e não podemos deixar ela parar muito menos perder a chance de curtir e aprender com cada momento.

Seguindo esta onda de oportunidades, estou retornando com mais uma post dedicado a sessão Para que serve, e conforme prometido hoje vamos finalizar o assunto de índices hipotéticos apresentado inicialmente no post: https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/08/06/07-para-que-serve/

Neste post vamos entender como o comando DBCC Autopilot pode influenciar o database engine e seus elementos execution plan e query optimizer na execução de nossas consultas, então vamos nessa galera…..


Começa agora o #09 – Para que serve – Índices Hipotéticos – Final.

 

Conforme apresentado nos posts anteriores o conceito de índices hipotéticos é uma técnica antiga, mas pouco conhecida na área de banco de dados. Para muitos profissionais da área este tipo de recurso acaba sendo algo obscuro e de pouco compreensão, por outro lado outros profissionais destacam como sendo como um recurso que permite simular a existência de um índice de forma lógica. Como em qualquer área profissional ou acadêmica sempre vai existir os dois lados da moeda e cabe a cada um de nós procurar entender, respeitar e conhecer estas opiniões.

Seguindo em frente, vamos dar continuidade em nosso estudo, fazendo uso da estrutura criada anteriormente no post: https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/09/03/08-para-que-serve/

Como você pode ter verificado, criamos o banco de dados HypotheticalDB e dentro dele os seguintes objetos apresentados na Figura 1:

hypotheticaldb-figura1

Figura 1 – Relação de objetos criados no banco de dados HypotheticalDB.

Podemos observar a existência dos três índices hipotéticos criados anteriormente para tabela ClientesCategorias, bem como, o código da tabela ClientesCategorias definido no valor: 597577167. Anote bem este código post nos próximos passos vamos fazer uso do mesmo.

Agora que já relembramos um pouco do que foi feito anteriormente em relação ao nosso ambiente, podemos continuar a fazer uso dos índices hipotéticos em nosso ambiente, onde neste momento vamos fazer com que o Microsoft SQL Server realize o uso deste recurso de forma empírica na execução da nossa query, para tal iremos utilizar o comando DBCC AutoPilot, caso você ainda não conheça ou não se lembre deste comando o mesmo foi apresentada de maneira detalhada no post: https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/08/06/07-para-que-serve/

Então mãos no teclado, chegou a hora de utilizarmos o comando DBCC AutoPilot fazendo uso do bloco de código 1, mas antes de teclar F5, clique no botão “Include Actual Execution Plan” ou tecle Ctrl+M para ativar o mesmo. Para que você possa entender o que será executado neste bloco de código e qual será o resultado apresentado é obrigatório que o plano de execução se encontre ativado.

Agora que você já realizou este procedimento, pode dar continuidade e executar o bloco de código 1 apresentado abaixo:

— Bloco de Código – Utilizando o DBCC AutoPilot forçando o uso do índice clusterizado IND_ClientesCategorias_Clusterizado_CodigoComEstatisticas –

Use HypotheticalDB

Go

 

DBCC AUTOPILOT (5, 5, 0, 0, 0) – Ativando o commando DBCC AutoPilot para iniciar uma nova sessão limpando o buffer de comando executados anteriormente —

 

DBCC AUTOPILOT (6,5,597577167,4) – Utilizando o commando DBCC AutoPilot orientado no uso exclusive de índices clusterizado —

GO

 

SET AUTOPILOT ON — Ativando a diretiva —

Go

 

Select C.Codigo,

Cc.Codigo As ‘Categoria do Cliente’,

C.Nome,

C.Endereco,

C.Estado,

C.DataUltimaCompra

From Clientes C Inner Join ClientesCategorias CC

On C.CodigoCategoria = CC.Codigo

Where C.Estado = ‘SP’

Go

 

SET AUTOPILOT OFF — Desativando a diretiva —

GO

 

Acredito que tudo deva ter ocorrido normalmente e você tenha conseguido realizar a execução do bloco de código 1 apresentado acima, neste momento o Management Studio apresentou em sua guia denominada execution plan o conjunto de operadores similares aos apresentados na Figura 2 a seguir:

hypotheticaldb-figura2

Figura 2 – Resultado da execução do bloco de código 1.

 

Note que o plano de execução nos apresenta dois operados do tipo Clustered Index Seek, respeitando a ordem de execução, temos o segundo operador com o custo de 51% de processamento apontando para o nosso índice clusterizado IND_ClientesCategorias_Clusterizado_CodigoComEstatisticas, neste momento você pode estar se perguntando.

Como o Database Engine em conjunto com o Query Optimizer e Execution Plan identificou a existência deste recurso sendo que o mesmo é algo hipotético, algo que somente existe de forma lógica, a resposta pode ser encontrada justamente na maneira que o comando DBCC AutoPilot foi declarado e posteriormente executado, onde temos o seguinte conjunto de valores passados como parâmetros de entrada:

PARÂMETRO DESCRIÇÃO VALOR DECLARADO
TypeID TypeID = 6: Usar apenas índices clusterizados 6
DbID ID do Banco de Dados 6 – HypotheticalDB
TabID Id da Tabela a ser utilizada 597577167
Indid Id do índice a ser utilizado 4

Foi através deste conjunto de valores apresentado no DBCC AutoPilot e posteriormente reconhecido e interpretados pelo database engine que o Query Optimizer e Execution Plan fizeram uso do nosso índice clusterizado.

Não é algo fantástico, realmente uma capacidade de análise e reconhecimento de recursos fora do comum, realmente o Microsoft SQL Server é um produto acima de qualquer suspeita, um software surpreendente.

Para finalizar vamos agora forçar o uso do nosso índice nonclustered IND_ClientesCategorias_NaoClusterizado_CodigoSemEstatisticas e observar qual será o comportamento e resultado apresentado pelo Management Studio após a execução do bloco de código 2 apresentando na sequência:

— Bloco de Código 2 – Forçando o uso do índice não clusterizado IND_ClientesCategorias_NaoClusterizado_CodigoSemEstatisticas –

DBCC AUTOPILOT (5, 5, 0, 0, 0)

DBCC AUTOPILOT (0,5,597577167,2)

GO

 

SET AUTOPILOT ON — Ativando a diretiva —

Go

 

Select C.Codigo,

Cc.Codigo As ‘Categoria do Cliente’,

C.Nome,

C.Endereco,

C.Estado,

C.DataUltimaCompra

From Clientes C Inner Join ClientesCategorias CC

On C.CodigoCategoria = CC.Codigo

Where C.Estado = ‘SP’

Go

 

SET AUTOPILOT OFF — Desativando a diretiva —

GO

 

Verificando o resultado apresentado na Figura 3 abaixo, tendo como base a guia Execution Plan, podemos notar a presença do operador Index Seek apontando para nosso índice não clusterizado: IND_ClientesCategorias_Clusterizado_CodigoComEstatisticas.

hypotheticaldb-figura3
Figura 3 – Resultado da execução do bloco de código 2.

Analisando com mais calma o resultado apresentado na Figura 3, fica fácil identificar a presença do operador Index Seek como já havia destacado, quando o comando DBCC AutoPilot foi executado com o seguinte conjunto de valores:

PARÂMETRO DESCRIÇÃO VALOR DECLARADO
TypeID TypeID = 0: Usar apenas índices não clusterizados 0
DbID ID do Banco de Dados 6 – HypotheticalDB
TabID Id da Tabela a ser utilizada 597577167
Indid Id do índice a ser utilizado 2

Não é algo surpreendente e simples, esse é o Microsoft SQL Server, mais uma vez dando show, mais uma vez com um grande exibição, monstrando toda sua elegância, simplicidade e capacidade de nos supreender no processamento de transações e apresentação de resultados.

Desta forma, chegamos ao final de mais post da sessão Para que serve!


 

Espero que você tenha gostado, que as informações compartilhadas aqui possam lhe ajudar a se tornar cada vez um profissional de banco de dados reconhecido e valorizado, um dos papéis na área de tecnologia mais importantes para qualquer empresa.

Reconher o verdadeiro papel de um DBA dentro de sua estrutura, é reconhecer o verdadeiro valor de seus dados e como eles podem se tornar uma infomação valiosa para sua tomada de decisão.

Caso deseje acessar os posts anteriores desta sessão, utilize os links listados abaixo:

Mais uma vez obrigado por sua visita, um forte abraço, nos encontramos em breve.

Até mais.