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Programa Microsoft para Startups


A Microsoft realizou ontem dia 14/02 o anúncio do programa Microsoft para Startups, que oferece acesso a negócios, tecnologia e benefícios da comunidade e que ajuda as empresas iniciantes a expandir sua base de clientes e a receita, construir uma plataforma confiável que cresça com elas e conectar-se à sua comunidade e clientes.

A empresa alocará US$ 500 milhões nos próximos dois anos para oferecer opções de covenda para startups, além do acesso à tecnologia da Microsoft e novos espaços comunitários que promovam a colaboração dentro dos ecossistemas locais. Startups são um motor de inovação indiscutível, e a Microsoft está em parceria com fundadores e investidores para ajudar a acelerar seu crescimento. Este novo programa foi projetado para ajudar as startups em ações relacionadas á:

Vender para novos clientes, setores e mercados
O programa Microsoft para Startups possui uma abordagem única que liga startups a clientes. A Microsoft possui mais de 30.000 representantes de vendas e 800.000 parceiros cujo objetivo é impulsionar a adoção de soluções de nuvem da Microsoft em empresas de todos os tamanhos e setores em todo o mundo. O programa fornece recursos que preparam suas equipes de marketing e vendas para atender aos padrões dos clientes corporativos e, em seguida, permitir que eles vendam para essas organizações em parceria com a vasta organização de vendas da Microsoft e o ecossistema parceiro.

 

Microsoft anuncia o programa Microsoft para Startups

Inovar rapidamente com o acesso a ferramentas confiáveis ​​de tecnologia, suporte e desenvolvimento
O programa oferece às startups até US$ 120 mil em créditos gratuitos de Azure, suporte técnico de nível empresarial e ferramentas de desenvolvimento para ajudá-los a criar soluções inovadoras na nuvem utilizada ​​por 90% das empresas do ranking Fortune 500.

Acessar os recursos certos no momento certo
O Microsoft para Startups ajuda empresas iniciantes em todas as etapas em ecossistemas de todo o mundo:

Microsoft Reactors são espaços físicos onde empresários, desenvolvedores, investidores e a comunidade empresarial podem se unir para interagir, aprender e compartilhar. Durante o próximo mês, abriremos as portas nos novos espaços Microsoft Reactor em Londres, Sydney, Tel Aviv, Berlim, Xangai e Pequim. Esses espaços somam-se a nossos locais existentes em Redmond, Seattle, San Francisco e Nova York.

– Acesso ao Microsoft ScaleUp (antigo Microsoft Accelerators), ajudando as startups de série A e posterior a se ajustar ao mercado de produtos, aprimorar suas infraestruturas e construir seus negócios usando os serviços Azure e Microsoft Dynamics.

– Conexões com a Microsoft Ventures, equipe estratégica de investimento em capital de risco da Microsoft, cuja missão é ser um parceiro ativo em estágios-chave do crescimento de uma empresa, normalmente investindo entre as séries A e D.

As startups nos inspiram a ir além do possível e construir produtos que melhoram nossas vidas pessoais e profissionais. A Microsoft está animada para se associar a startups para capacitar cada pessoa e organização no planeta.

Para maiores informações acesse: startups.microsoft.com.

Fontes e Direitos Autorais: https://startups.microsoft.com/en-us/ – 14/02/2018.

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Game para tratar diabéticos vence competição da Microsoft


Leandro Diehl e Rodrigo de Souza (ao centro) recebem o prêmio de Michel Levy (à esquerda), presidente da Microsoft Brasil
São Paulo – Desenvolvido para ajudar médicos a tratar pacientes com diabetes, o game InsuOnline foi o vencedor da etapa brasileira da Imagine Cup 2013, a Copa do Mundo da Computação da Microsoft. 

O jogo, que também foi o vencedor da categoria “Cidadania Mundial”, surgiu de uma tese de doutorado do médico endocrinologista Leandro Diehl, 35 anos, na Faculdade Pequeno Príncipe. 

A proposta do game é permitir que médicos realizem consultas virtuais com pacientes diabéticos e deem o diagnóstico acertado. O jogo é composto por 16 fases em que o jogador deverá checar o histórico clínico de seus pacientes e prescrever a melhor forma de usar insulina no tratamento.

 

“Aqui os médicos podem errar sem se preocupar. A intenção é intensificar o treinamento, que hoje em dia é falho nas universidades. Além disso, quem não gosta de games, não é? É a linguagem que os estudantes estão falando hoje. Então por qual razão não ensinar neste formato?”, afirma Diehl, que contou com a ajuda de Rodrigo de Souza, 31 anos, da Oniria Games, para desenvolver o jogo. O projeto levou quase três anos para ser concluído.

 

Diehl, que também é professor universitário, pretende agora levar o projeto para faculdades e até mesmo para fornecer treinamento às Unidades Básicas de Saúde (UBS). “A ideia a partir de agora é melhorar esta plataforma para depois também poder ampliá-la a outros tipos de doenças”, disse.

 

Competição – O jogo InsuOnline concorreu com outros dois projetos ao prêmio da Imagine Cup. Na categoria “Games”, os estudantes da equipe “Moscow, Perdeu”, formada por alunos da UNESP, criaram o jogo Twinkle.

 

O jogo, desenvolvido para plataforma Windows e Xbox 360, usa física celeste para ajudar a personagem da história, uma estrelinha perdida, a encontrar seus familiares. O jogador é levado ao espaço, onde controla seus movimentos desviando de cometas e utilizando da gravidade para se locomover.

Na categoria “Inovação”, a equipe Life Up, formada por alunos da Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Universidade Federal do Pernambuco (UFPE) e alunos da Escola Técnica Estadual Professor Agamenon Magalhães (Etepam), em Recife, apresentou o Can Game, projeto multidisciplinar desenvolvido para ajudar no tratamento de crianças autistas.

O game utiliza o dispositivo Kinect para criar a interação da criança com o computador, estimulando o aprendizado e a capacidade cognitiva, possibilitando uma melhora na interação social com outras pessoas.

 

Agora, Diehl e Souza, os vencedores da etapa brasileira, irão participar da final mundial da Imagine Cup 2013, que será realizada entre os dias 8 e 11 de julho em São Petesburgo, na Rússia.

 

“Eu adoro essa competição. Me dá uma sensação de realização, de fazer algo que deixa um legado. A Imagine Cup tem um significado especial para mim, pois mistura educação, capacitação, inovação e empreendedorismo, que juntos têm o poder de transformar”, disse Michel Levy, presidente da Microsoft Brasil, durante anúncio dos vencedores.

Fontes e Direitos Autorais: 

, de INFO Online 
• Quinta-feira, 11 de abril de 2013 – 22h53

O ministério das pequenas empresas ajudará o empreendedorismo no Brasil?


Dilma durante anúncio de novo ministério
São Paulo – Diferentemente da maior parte do mundo, no Brasil, a pessoa que comandar a Secretaria da Micro e Pequena Empresa terá cargo de ministro. A pasta é a 39ª do Brasil. 

A lei que cria a Secretaria da Micro e Pequena Empresa foi sancionada pela presidente Dilma Rousseff na semana passada e publicada hoje no Diário Oficial da União. O novo ministério tem a missão de assessorar a presidência na formulação e implantação de políticas de apoio às pequenas e micro empresas.

Outros países também têm setores governamentais dedicados ao setor, mas raramente com a importância e tamanho de um ministério. Veja como funciona o apoio aos micro e pequenos empreendedores em outros países desenvolvidos pelo mundo:

Estados Unidos – Nos Estados Unidos, existe a US Small Business Administration, algo como “Administração de Pequenos Negócios dos EUA”. Eles são responsáveis por ajudar norte-americanos a “começar, construir e desenvolver negócios”. A SBA oferece auxílio, empréstimos e sessões de aconselhamento para donos de pequenas e médias empresas.

A SBA não é um ministério, mas sim o que, nos Estados Unidos, é conhecido como uma “agência governamental independente”. A CIA (Central Intelligence Agency) é a mais conhecida dessas agências.

Elas são uma parte separada do braço executivo dos Estados Unidos. Mesmo que o presidente tenha poder de indicar o chefe da SBA, ele só pode afastá-lo por justa causa – e não pode interferir nos assuntos internos da agência.

A SBA surgiu por definição do Congresso Nacional norte-americano e as regulações definidas por ela têm poder de lei federal.

Canadá – Os canadenses já tiveram um ministério dedicado exclusivamente ao “Small Business”, ou  pequenos negócios. Uma vez que a legislação para empreendedorismo foi reformulada no país, esse ministério passou a ser o que é hoje, um “ministério de Estado”, órgão menor e vinculado ao Ministério da Indústria.

Chile – Os vizinhos latino-americanos estão entre os mais desenvolvidos do continente. Por lá, a máquina estatal é mais enxuta: os chilenos têm 22 ministérios. Não há uma subsecretaria ou agência específica para ajudar pequenas e médias empresas. Mesmo sem um ministério exclusivo para isso, a vida do empreendedor chileno, por conta das políticas governamentais e menor burocracia, acaba sendo mais fácil do que em países que têm setores dedicados exclusivamente às pequenas e micro empresas. Segundo o índice Doing Business, do Banco Mundial, o país aparece em 37º lugar no ranking de países onde é mais fácil ter um negócio.

Reino Unido – Com os britânicos, as coisas são mais complexas. Em linhas gerais, o primeiro-ministro é chefe do Executivo e, junto com 24 ministérios, 19 departamentos e mais de 300 agências, governa a região. Nenhum ministério ou departamento é dedicado exclusivamente às pequenas e micro empresas, mas o ministério conhecido como Departamento de Negócios, Inovação e Técnicas oferece o mesmo apoio que agências similares no resto do mundo: desde empréstimos a incentivo à educação.

Alemanha -São apenas 14 ministérios no governo alemão, nenhum deles voltado exclusivamente para lidar com micro e pequenas empresas. Iniciativas de apoio e elas ficam a cargo do Ministério de Economia e Tecnologia, mas não há uma secretaria específica para isso, apenas políticas determinadas pelo Ministério.

 

China – Nenhum dos 21 ministérios da China é dedicado exclusivamente ao fomento das atividades de pequenas e médias empresas. O país ainda tem cinco agências sob mando do governo, dentre elas o Banco Central chinês, mas nenhuma delas tem ligação com micro e pequenas empresas.

 

Índia – Exceção entre os grandes: a Índia tem, há mais de 50 anos, um Ministério de Micro, Pequenos e Médios Empreendimentos que oferece treinamentos, incentivos financeiros e desenvolve projetos próprios para a área. Apesar disso, a Índia ainda é um dos países onde o empreendedor mais sofre com burocracia e taxas. Ela aparece atrás do Brasil em índices como o Doing Business (Fazendo Negócios), do Banco Mundial. Os indianos estão na 132ª posição, enquano o Brasil aparece em 130º lugar.

México – Os mexicanos são ainda mais econômicos quando se trata de ministérios ou, como eles chamam por lá, “secretarias”. São 18 no total, nenhuma exclusivamente dedicada a pequenas e médias empresas.

Fontes e Direitos Autorais: , de Exame.com • Segunda-feira, 01 de abril de 2013 – 21h28.