Programa Microsoft para Startups


A Microsoft realizou ontem dia 14/02 o anúncio do programa Microsoft para Startups, que oferece acesso a negócios, tecnologia e benefícios da comunidade e que ajuda as empresas iniciantes a expandir sua base de clientes e a receita, construir uma plataforma confiável que cresça com elas e conectar-se à sua comunidade e clientes.

A empresa alocará US$ 500 milhões nos próximos dois anos para oferecer opções de covenda para startups, além do acesso à tecnologia da Microsoft e novos espaços comunitários que promovam a colaboração dentro dos ecossistemas locais. Startups são um motor de inovação indiscutível, e a Microsoft está em parceria com fundadores e investidores para ajudar a acelerar seu crescimento. Este novo programa foi projetado para ajudar as startups em ações relacionadas á:

Vender para novos clientes, setores e mercados
O programa Microsoft para Startups possui uma abordagem única que liga startups a clientes. A Microsoft possui mais de 30.000 representantes de vendas e 800.000 parceiros cujo objetivo é impulsionar a adoção de soluções de nuvem da Microsoft em empresas de todos os tamanhos e setores em todo o mundo. O programa fornece recursos que preparam suas equipes de marketing e vendas para atender aos padrões dos clientes corporativos e, em seguida, permitir que eles vendam para essas organizações em parceria com a vasta organização de vendas da Microsoft e o ecossistema parceiro.

 

Microsoft anuncia o programa Microsoft para Startups

Inovar rapidamente com o acesso a ferramentas confiáveis ​​de tecnologia, suporte e desenvolvimento
O programa oferece às startups até US$ 120 mil em créditos gratuitos de Azure, suporte técnico de nível empresarial e ferramentas de desenvolvimento para ajudá-los a criar soluções inovadoras na nuvem utilizada ​​por 90% das empresas do ranking Fortune 500.

Acessar os recursos certos no momento certo
O Microsoft para Startups ajuda empresas iniciantes em todas as etapas em ecossistemas de todo o mundo:

Microsoft Reactors são espaços físicos onde empresários, desenvolvedores, investidores e a comunidade empresarial podem se unir para interagir, aprender e compartilhar. Durante o próximo mês, abriremos as portas nos novos espaços Microsoft Reactor em Londres, Sydney, Tel Aviv, Berlim, Xangai e Pequim. Esses espaços somam-se a nossos locais existentes em Redmond, Seattle, San Francisco e Nova York.

– Acesso ao Microsoft ScaleUp (antigo Microsoft Accelerators), ajudando as startups de série A e posterior a se ajustar ao mercado de produtos, aprimorar suas infraestruturas e construir seus negócios usando os serviços Azure e Microsoft Dynamics.

– Conexões com a Microsoft Ventures, equipe estratégica de investimento em capital de risco da Microsoft, cuja missão é ser um parceiro ativo em estágios-chave do crescimento de uma empresa, normalmente investindo entre as séries A e D.

As startups nos inspiram a ir além do possível e construir produtos que melhoram nossas vidas pessoais e profissionais. A Microsoft está animada para se associar a startups para capacitar cada pessoa e organização no planeta.

Para maiores informações acesse: startups.microsoft.com.

Fontes e Direitos Autorais: https://startups.microsoft.com/en-us/ – 14/02/2018.

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Mais de 15 empresas estão recrutando profissionais de TI


Está procurando uma boa oportunidade para alavancar a carreira na área de tecnologia? Então, dê uma olhada nestas oportunidades. Há vagas para trabalhar em diversos estados do país:

1. Google

O Google está contratando profissionais de diversas áreas em São Paulo (SP) e Belo Horizonte (MG). Para quem quer trabalhar com tecnologia, há oportunidades para consultores de soluções em anúncios, gerentes de tecnologia e engenharia de software.

Consulte esta página para saber mais sobre cada cargo e se inscrever.

2. Facebook

O escritório do Facebook em São Paulo está com diversas oportunidades em aberto para profissionais de todas as áreas, inclusive em TI.

Veja nesta página os requisitos para cada cargo e inscreva-se.

3. Accenture

A Accenture – empresa de consultoria em gestão, tecnologia e outsourcing – está com 295 oportunidades para profissionais em diversas cidades do país. Na página de carreira da companhia é possível consultar a descrição e os requisitos para cada cargo.

O candidato também pode filtrar a pesquisa por tipo de cargo, cidade, data de postagem, número da vaga ou relevância. Para se inscrever e concorrer a uma das posições, basta entrar na vaga desejada e clicar em Inscreva-se on-line.

4. CTIS

A CTIS está com mais de 80 oportunidades para profissionais de TI em vários estados do país. Para se candidatar é preciso realizar um cadastro na página de empregos da companhia.

5. Movile

A Movile, empresa desenvolvedora de aplicativos móveis, está procurando profissionais de TIpara trabalhar em Campinas (SP), São Paulo (SP). São seis vagas para a área de tecnologia, e outras duas para produção e marketing.

Confira os detalhes e requisitos para cada cargo na página de carreira da companhia. Para se candidatar a uma das oportunidades, clique no botão Candidatar via e-mail e anexe seu currículo na mensagem, informando a vaga desejada.

6. Capgemini

A Capgemini, empresa de tecnologia presente em mais de 40 países, está com 200 vagas para profissionais efetivos e 50 oportunidades para estagiários em várias áreas.

Os candidatos já formados podem consultar as oportunidades no site da companhia, indicando no local de busca o nome da vaga de interesse. Para se inscrever, basta enviar o currículo para o e-mail curriculoti.br@capgemini.com.

Já os interessados nas oportunidades de estágio devem responder a um questionário sobre a Capgemini em sua página do Facebook até 30 de abril.

7. BRQ (estágio)

A empresa de serviços de TI, BRQ, está recrutando estudantes da área de TI para estagiar em suas unidades de Curitiba (PR), São Paulo (SP), e Rio de Janeiro (RJ).

As oportunidades vão de Outsourcing de Aplicações e Service Desk, Desenvolvimento de Aplicações Sob Medida, Soluções de Mobilidade, Cloud Computing, Consultoria em TI e Processos Financeiros, até a Terceirização de Processos de Negócio (BPO). O programa tem previsão de início para este mês.

Os candidatos interessados devem enviar o currículo no e-mail respectivo da região:

São Paulo (Alphaville e Centro) – estagiariosp@brq.com

Curitiba – estagiarioctba@brq.com

Rio de Janeiro – estagiariorj@brq.com

8. Mega Sistemas Corporativos

A Mega Sistemas Corporativos está com 30 vagas em aberto para trabalhar em diversas áreas. Algumas das oportunidades são para cargos de consultores de vendas (áreas comercial e de processo), assistente comercial, analista de automação, analista de suporte em campo, analista contábil pleno e analista de remuneração. Confira as vagas e candidate-se no site da companhia.

9. TCS

A empresa de serviços e consultoria em TI, Tata Consultancy Services, está com 20 oportunidades em aberto para profissionais da área. As vagas são para trabalhar no Rio de Janeiro, capital e interior, como consultor SAP, consultor de ERP em geral, especialista em infraestrutura, arquiteto (de mobilidade e rede), analista de suporte de rede, analista de BI, help desk e gerente de projeto. Para se inscrever, basta enviar seu currículo para brazil.careers@tcs.com.

10. GFT

O Grupo GFT, provedor global de TI especializado no setor financeiro, está procurando 100 profissionais da área para trabalhar em suas duas unidades no país, nas cidades de Sorocaba e Alphaville, em São Paulo.

As oportunidades são para gerente de projetos, arquiteto sênior, desenvolvedores de todos os níveis e consultores.

Para concorrer a uma das oportunidades, o candidato precisa ser formado em ursos como ciência da computação, TI, engenharia, matemática, além de ter inglês com nível médio a fluente.

Veja mais detalhes sobre as vagas e inscreva-se pelo site da companhia.

11. Escriba

A Escriba, empresa especializada em software de gestão para cartórios, está com vagas abertas para executivo de negócios, analista contábil, testador de sistemas, consultor de O&M (CI), consultor de O&M (Atualização), analista de sistemas pleno, consultor de O&M (atendimento), instalador de sistemas e programador júnior e pleno.

As oportunidades são para trabalhar no Paraná, Mato Grosso, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Minas Gerais, Amazonas e Mato Grosso do Sul. Saiba mais sobre as vagas e candidate-se pelo site da empresa.

12. eWave

A empresa de soluções em TI, eWave, está com mais de 80 oportunidades em aberto para profissionais de TI nas áreas de suporte, desenvolvimento, gestão de projetos, integração de sistemas, processos, infraestrutura, BI e marketing.

Há oportunidades para estagiários e profissionais de nível júnior, pleno e sênior. Os candidatos selecionados poderão trabalhar nas cidades de Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ) e Brasília (DF).

Além da remuneração, benefícios, programas de capacitação, incentivo à certificações e cursos de idiomas também são oferecidos pela companhia. Os interessados podem se candidatar pelo site da eWave ou entrar em contato pelo e-mail recrutamento@ewave.com.br.

13. Sensedia

A empresa de TI especializada em API (Application Programming Interface e SOA, Sensedia, está com 10 vagas abertas para profissionais da área.

As oportunidades são para trabalhar em Campinas (SP), São Paulo (SP) e Rio de Janeiro (RJ). Os cargos são para arquiteto de software, desenvolvedor, desenvolvedor Oracle SOA, desenvolvimento e sucesso de clientes e especialista em APIs.

Os interessados em se candidatar para o processo seletivo devem enviar o currículo para o e-mail rh@sensedia.com com o cargo desejado no assunto da mensagem. Veja mais detalhes sobre as vagas e seus pré-requisitos no site da Sensedia.

14. Venturus

O Centro de Inovação Tecnológica Venturus está oferecendo 36 vagas de emprego na área de TI em Campinas, no estado de São Paulo. Veja as posições em aberto na lista abaixo:

– Analista de Desenvolvimento Web Pleno

– Data Scientist

– Analista de Desenvolvimento Objective-C e C

– Analista de Desenvolvimento .NET Júnior

– Analista de Desenvolvimento .NET Pleno

– Estagiário em Desenvolvimento .NET/ C#

– Analista de Desenvolvimento C/C++ PL e SR

– Analista de Desenvolvimento Java SE JR, PL e SR

– Analista de Testes JR e PL

– Assistente Técnico C++/Java

– Estagiário de Desenvolvimento C++/ Java

– Analista de Desenvolvimento Android Júnior

– Analista de Desenvolvimento Android Pleno

– Redator Técnico

Para saber mais detalhes sobre as vagas e se candidatar a uma das oportunidades acesse osite da Venturus.

15. Avansys

A empresa Avansys está contratando um analista de teste júnior para trabalhar em Salvador, na Bahia. O candidato deve ter formação em cursos como análise de sistemas, sistemas de informação, ciência da computação ou em áreas correlatas.

Além da remuneração, o profissional selecionado terá benefícios como vale alimentação, vale transporte, plano de saúde, plano odontológico, convênio farmácia e auxílio educação. Os interessados devem enviar o currículo para o e-mail currículo@avansys.com.br, indicando o nome da vaga “Analista de Teste Júnior” como assunto.

16. ZCR

A ZCR Informática, companhia de TI instalada no Parque Tecnológico da Bahia, está recrutando profissionais para trabalhar em Salvador. As vagas são para analista de redes e infraestrutura e analista Linuxe antivírus. Para se candidatar a uma das oportunidades, é preciso enviar o currículo para o e-mail selecionatirh@gmail.com e especificar a vaga desejada no assunto da mensagem.

17. Simpress

A fornecedora de outsourcing de impressão e gestão de documentos Simpress está com mais de 40 vagas abertas para trabalhar em São Paulo e Santana do Parnaíba.

As posições em aberto são para supervisores e analistas nas áreas técnica, administrativa e financeira. Na área de TI, há cargos para supervisor de serviços, analista de projetos, analista de soluções e analista de suporte hardware. Saiba mais sobre cada vaga neste link.

Para se candidatar a uma das oportunidades é preciso enviar o currículo pelo site da Simpress.

Fonte e Direitos Autorais: Info.com –   – 23/04/2015 11h33.

MICROSOFT FALA SOBRE DEVICE GUARD NO WINDOWS 10


Durante a conferência RSA em San Francisco, a Microsoft falou um pouco sobre os novos recursos de segurança do Windows 10 como Microsoft Passport, Windows Hello e o Device Guard.

Nós já sabemos que que são o Windows Hello e o Passport, mas o que é o Device Guard?

Microsoft fala sobre Device Guard no Windows 10

DEVICE GUARD NO WINDOWS 10

O Device Guard é um recurso de segurança do Windows 10 que permitirá que empresas e organizações bloqueiem dispositivos móveis para oferecer uma melhor proteção contra malwares novos e desconhecidos.

Ele oferece maior proteção contra malwares e exploit para falhas 0-day ao bloquear a instalação de tudo menos dos aplicativos listados como confiáveis – que são assinados digitalmente por desenvolvedores específicos, Windows Store ou internamente pelas próprias empresas.

Será possível ter um maior controle sobre quais fontes o Device Guard considera como confiáveis e ele também trará ferramentas que facilitam o processo de assinatura digital de apps universais e até mesmo aplicativos Win32.

O Device Guard pode usar hardware e virtualização para isolar certas funções do restante do sistema operacional, o que ajuda a oferecer uma maior proteção contra ataques e malwares que por algum motivo conseguiram ter acesso ao sistema operacional.

De acordo com a Microsoft, ele estará disponível nas edições do Windows 10 com foco no mercado corporativo, como a Enterprise.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – SID VICIOUS @ 21 ABR 2015 | 2:40 PM

Novo ‘supervírus’ pode atacar empresas e governos, afirma jornal


A empresa de pesquisa de segurança digital, Kaspersky Lab, revelou um novo supervírus, o Careto, um conjunto de ferramentas que possibilita não apenas uma piora nos computadores, mas também coletar uma grande quantidade de seus dados. De acordo com matéria publicada no jornal O Estado de S.Paulo, o vírus funciona por spear phisinhing – um e-mail originário de um endereço conhecido, mas na verdade é uma porta de entrada para o roubo de informações. Ao clicar nos links do e-mail, ele levará a um site que coletará os dados do PC.

 

O vírus tem como alvo grandes empresas e órgãos governamentais; e foi criado para atacar diversos  sistemas operacionais – Windows, Mac OS X e Linux, além dos sistemas para smartphones iOS e Android. Segundo o relatório da Kaspersky, o Careto pode interceptar “tráfego de rede, o número de vezes que uma tecla é acionada, conversas por Skype, tráfego Wi-Fi, tirar informações do aparelho Nokia, ver as chaves PGP (encriptação e descriptografia de dados) e monitorar os arquivos”.

 

A Kaspersky Lab não conseguiu descobrir qual a fonte do Careto. Contudo, o alto grau de complexidade do software a desconfiança é que algum serviço nacional de inteligência (espionagem) tenha criado o sistema. Também foram dados em espanhol na criptografia do programa.

Fontes e Direitos Autorais: Terra – 12 de Fevereiro de 2014•09h15 • atualizado às 09h21.

O que levou a Microsoft a comprar a Nokia (por ela mesma)


nokia
Modelo Lumia, da Nokia: Microsoft comprou a empresa para ser mais agressiva no mercado de smartphones

São Paulo – A Microsoft anunciou, nesta terça-feira, a compra da divisão de celulares e de diversas patentes da finlandesa Nokia por um total de 5,44 bilhões de euros (aproximadamente 7,17 bilhões de dólares).

Na apresentação de 30 páginas que a Microsoft deixou disponível na sua área de relações com investidores, a empresa lista uma série de razões para investir na Nokia, que já foi a líder do mercado global de celulares, mas perdeu o passo com o avanço dos smartphones e, nos últimos tempos, vem tentando reconquistar terreno para asiáticas como a Samsung.

Veja, a seguir, os principais motivos para a Microsoft fechar o negócio, segundo a apresentação:

15% do mercado em cinco anos

Com a Nokia, a Microsoft quer alcançar uma fatia de até 15% do mercado global de smartphones em 2018. Segundo a página 22 da apresentação, a empresa estima que a produção total de celulares inteligentes, daqui cinco anos, será de 1,7 bilhão de unidades. – o que significaria uma produção de 255 milhões de aparelhos para a Microsoft.

Se esse percentual for alcançado, a Microsoft estima que poderá gerar uma receita anual de 45 bilhões de dólares com smartphones (algo como 176 dólares por aparelho). A empresa apresentou duas tabelas. Com uma margem operacional de 5%, isso daria um lucro operacional anual de 2,3 bilhões de dólares. Com margem de 10%, o lucro operacional dobraria para 4,3 bilhões.

Atualmente, a parceria da Nokia com a Microsoft, que oferece o sistema operacional Windows Phone para celulares, detém mais de 10% de participação em nove mercados, segundo a empresa, ficando à frente da BlackBerry em outros 34 mercados. O crescimento, no segundo trimestre deste ano, foi de 78% sobre igual período do ano passado, e totalizou 7 milhões de aparelhos com Windows Phone produzidos.

Sinergias de 600 milhões de dólares

Na página 21 da apresentação, a Microsoft afirma que espera capturar ganhos de sinergia com o negócio a partir de 2015. A sinergia projetada para a compra é de 600 milhões de dólares em 18 meses, a partir da conclusão do negócio.

Acesso a 8.500 patentes da Lumia e da Asha

Do total de 5,44 bilhões de euros pagos pela unidade de celulares da Nokia, 1,65 bilhão referem-se à aquisição de patentes e licenças de uso. Segundo a apresentação, a Microsoft está comprando mais de 8.500 patentes das marcas Lumia e Asha, além de uma licença de dez anos para usar a marca Nokia em seus celulares.

Mais de 60 licenças com terceiros

Ainda que combalida no mercado de smartphones, a Nokia possuía uma série de licenças de uso com gigantes do setor de tecnologia. O negócio fechado com a Microsoft também dará acesso a mais de 60 acordos de licenciamento que a Nokia havia fechado com parceiros como a Qualcomm, IBM, Motorola Mobility e Motorola Solutions.

Margem bruta quatro vezes maior

A parceria com a Nokia começou em fevereiro de 2011. Em novembro daquele ano, chegava ao mercado o primeiro celular da Nokia com Windows Phone, o Lumia 800. O acordo que vigorava até aqui dava uma margem bruta para a Microsoft de menos de 10 dólares por aparelho que rodasse o Windows Phone. Agora, com a aquisição e o reforço da aposta em smpartphones, a margem bruta esperada pela Microsoft é de mais de 40 dólares por unidade.

Integração de produtos

Uma das grandes críticas à gestão de Steve Ballmer na Microsoft foi que ele perdeu duas grandes ondas de renovação da tecnologia – o avanço dos smartphones e a eclosão dos tablets, o que transformou a empresa em uma fornecedora de softwares para o estagnado mercado de computadores de mesa (os famosos desktops).

Agora, com o acordo, a Microsoft espera criar uma grande rede integrada de produtos e serviços. O título da página 15 da apresentação é emblemático: Por que celulares? A primeira resposta da Microsoft, nesta página, é “aparelhos ajudam os serviços e os serviços ajudam os aparelhos”.

A empresa explica que, com o avanço da tecnologia da informação para os consumidores, os usuários importam tanto em casa, quanto no trabalho, o que demanda uma integração maior de aparelhos e serviços.

Tentativa de barrar a Apple e o Google

Na mesma página 15, a Microsoft afirma que não quer correr o risco de ver o Google e a Apple liderando a inovação em aplicativos, nem na integração, distribuição e geração de ganhos com a tecnologia de celulares. E termina afirmando que a Microsoft deve oferecer uma experiência de elevado nível a seus usuários de celular.

Fontes e Direitos Autorais: , de EXAME.com • terça, 03 de setembro de 2013 – 09h21.

Microsoft compra divisão de celulares da Nokia por US$7,2 bi


microsoft

São Paulo – A Nokia vendeu sua divisão de celulares para a Microsoft por 7,2 bilhões de dólares. O anúncio foi feito dois anos e meio após a fabricante finlandesa atrelar seu futuro ao sistema operacional Windows Phone.

A Nokia continuará como fabricante de equipamentos para telecomunicações e detentora de patentes. O presidente da empresa, Stephen Elop, vai retornar à Microsoft como presidente de operações para dispositivos móveis. Especula-se também que ele possa substituir o atual presidente-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, que vai se aposentar.

Antes considerada a maior empresa de celulares do mundo, a Nokia foi superada pela Apple e pela Samsung no segmento de smartphones. Em 2011, Elop admitiu que a fabricante estava ficando para trás e não tinha tecnologia para acompanhar o mercado. Nessa época, tomou a decisão de adotar o Windows Phone, no lugar de sua própria plataforma ou do Android, sistema do Google que lidera o mercado.

A fabricante finlandesa chegou a ter uma participação de 40% do mercado de celulares. Atualmente, a empresa tem apenas 15%, com uma presença ainda menor em smartphones, de 3%. O negócio com a Microsoft fez as ações dispararem mais de 40% nesta terça-feira (3), com investidores, antes desanimados, voltando a comprar papéis para limitar perdas.

Apesar da alta, o valor da ação, de 4,18 euros, é apenas uma fração do pico atingido em 2000, de 65 euros. As mudanças na Nokia fizeram a empresa ser avaliada agora a cerca de 15 bilhões de euros. Mas esta também é apenas uma fração em relação ao auge da companhia, que já chegou a ter valor de mercado de 200 bilhões de euros.

Momento decisivo – O negócio marca um momento crucial para a Microsoft, que ainda gera grandes receitas a partir do sistema operacional Windows, do pacote Office e do console Xbox. Porém, nunca conseguiu montar um negócio rentável em dispositivos móveis. O tablet Surface, por exemplo, tem registrado vendas fracas desde que foi lançado, no ano passado.

“É um passo ousado em direção ao futuro – uma vitória para os funcionários, acionistas e consumidores de ambas as empresas. Unir esses grandes times vai acelerar as ações e os lucros da Microsoft em celulares, e fortalecer as oportunidades globais para a Microsoft e nossos parceiros em toda a nossa família de dispositivos e serviços”, disse Ballmer em comunicado.

O negócio com a Nokia empurra a Microsoft adiante no disputado mercado de celulares. Com a Nokia, a Microsoft pretende alcançar uma fatia de até 15% do mercado global de smartphones em 2018. Se esse percentual for alcançado, a Microsoft estima que poderá gerar uma receita anual de 45 bilhões de dólares com smartphones.

A empresa finlandesa permanece dona da Nokia Solutions and Networks, que compete com empresas como Ericsson e Huawei em equipamentos para redes de telecomunicações. A Nokia também permanece com negócios em mapas e navegação por satélite e um amplo portfólio de patentes, que serão licenciadas para a Microsoft.

Golpe nos finlandeses – O anúncio da venda foi um duro golpe para o país natal da Nokia, a Finlândia. A Nokia espera que 32 mil funcionários, do total de 90 mil trabalhadores da empresa no mundo, sejam transferidos para a Microsoft, incluindo cerca de 4.700 na Finlândia. Além disso, o fato de um ex-executivo da Microsoft ter assumido o comando da Nokia e apostado o futuro da empresa nessa aliança foi um tapa ao orgulho nacional para muitos finlandeses.

“Como finlandês, não posso gostar deste negócio. Ele encerra um capítulo da história da Nokia”, disse Juha Varis, gerente de portfólio da Danske Capital. Varis foi um dos muitos investidores que criticaram a decisão de Elop de apostar o futuro da Nokia em smartphones baseados no sistema operacional da Microsoft, que nunca deslanchou entre os consumidores.

Outros finlandeses lamentaram o declínio da Nokia. Alexander Stubb, ministro do Comércio Exterior e para Assuntos Europeus, disse em sua conta no Twitter: “Para muitos de nós, finlandeses, inclusive eu, os telefones da Nokia são parte de um ambiente no qual crescemos. Muitas primeiras reações ao negócio serão emocionais”.

Venda urgente – Para o analista Tero Kuittinen, da consultoria Alekstra, o preço do negócio foi fechado a cerca de um quarto das vendas da empresa no ano passado. Isso representa um “nível de venda urgente”. Já Hannu Rauhala, analista do Pohjola Bank, afirma ser difícil dizer se é barato ou caro. “O que deve ser pago por um negócio em declínio, no qual a fatia de mercado tem sido constantemente perdida e a rentabilidade tem sido fraca?”

A Nokia ainda é a segunda maior fabricante de celulares do mundo, atrás da Samsung. Mas não está entre as cinco primeiras no mercado de smartphones, um nicho mais lucrativo e de crescimento mais rápido. As vendas da linha Lumia têm ajudado o Windows Phone a ganhar participação no mercado, alcançando uma fatia de 3,3 por cento, de acordo com a consultoria Gartner. Ainda assim, o Android, do Google, e o sistema iOS, da Apple, respondem por 90 por cento do mercado.

Executivos – A Nokia disse em um comunicado que, além de Elop, espera que executivos do alto escalão como Jo Harlow, Juha Putkiranta, Timo Toikkanen e Chris Weber sejam transferidos para a Microsoft após o negócio ser concluído. Mas não especificou quais papéis teriam na empresa. O presidente do conselho da Nokia, Risto Siilasmaa, assumirá o cargo de presidente-executivo enquanto a companhia procura uma pessoa para o cargo, acrescentou o comunicado.

“Nokia e Microsoft estão comprometidas com o próximo capítulo. Juntos, vamos redefinir os limites da mobilidade”, disseram Elop e Ballmer em carta aberta. A venda deve ser concluída no primeiro trimestre de 2014 e está sujeita à aprovação por acionistas da Nokia e autoridades, entre outras condições de fechamento.

*Com informações da agência de notícias Reuters

Fontes e Direitos Autorais: , de INFO Online • terça, 03 de setembro de 2013 – 09h13.

Jovens profissionais preferem Petrobras a Google


(Foto: Logo)

 


Pesquisa realizada pela consultoria Cia de Talentos revelou que o Google é uma das principais empresas dos sonhos dos jovens. A gigante de buscas ficou em segundo lugar do ranking depois da líder Petrobras.

Entre os motivos para a escolha da empresa favorita, estão o desenvolvimento profissional (46%), boa imagem no mercado (32%) e realização (27%). A “possibilidade de inovação”, citada por 23% dos entrevistados, apareceu pela primeira vez entre as principais razões.

A estatal de petróleo manteve sua posição de 2012 e é a empresa que mais apareceu no topo da lista do levantamento: sete vezes. O estudo avalia estudantes e recém-formados de 17 a 26 anos e está na 12ª edição.

Veja abaixo a lista completa e o vídeo oficial da pesquisa.

1. Petrobras
2. Google
3. Itaú
4. Vale
5. Santander
6. Nestlé
7. Odebrecht
8. Ambev
9. PwC
10. Unilever

Fontes e Direitos Autorais: Redação Olhar Digital – em 22/08/2013 às 18h30

Conheça três startups que focaram a atuação no agronegócio


Flávio Ferreira Pinto, técnico da fazenda Santa Helena, em Ilha Solteira, alimenta peixes após conferir dados em tablet com sistema Agroinova
São Paulo – A inovação tecnológica está cada vez mais perto do campo. Com a disseminação da banda larga móvel no interior do país e o apoio de instituições de ensino, uma nova geração de jovens empreendedores e de startups começa a aplicar soluções modernas no campo, utilizando smartphones e tablets. São softwares que ajudam a aumentar a confiabilidade e a acelerar os processos, ao controlar estoques, rastrear produtos nas fazendas e ajudar na produtividade. 

“Começamos no momento em que as gerações mais antigas estavam se aposentando e administradores mais jovens assumiam os empreendimentos rurais”, diz Adriano Romero, diretor da Agroinova, empresa especializada em piscicultura. A maioria desses empreendedores digitais trabalha com o modelo de software como serviço, e suas criações utilizam a nuvem para manter os dados sincronizados entre os equipamentos dos técnicos e as bases de dados. A Safe Trace, por exemplo, começou a crescer quando criou um método mais eficaz para a rastreabilidade da carne bovina. “No início, as empresas procuravam apenas soluções que permitissem que o lote de carne fosse exportado para a Europa. Mas isso mudou”, diz Vasco Varanda Picchi, um dos fundadores da empresa.

Conheça, a seguir, três startups que querem fazer a reforma agrária usando tecnologia de ponta e espírito inovador. E inspire-se, porque há muito espaço para empreender no interior do país.

 

Tecnologia na ponta do anzol – Numa fazenda localizada em Ilha Solteira, a 660 quilômetros de São Paulo, técnicos se equilibram em canoas, smartphones nas mãos, enquanto alimentam tilápias com canecas de ração. Antes, o registro da quantidade de comida despejada nos tanques se baseava em planilhas e na ponta do lápis, o que tornava o processo lento e pouco confiável. Mas isso mudou desde que o controle passou a ser feito com um sistema criado pela startup Agroinova.

 

“Podemos medir a temperatura e a acidez da água, além de gerenciar a quantidade de ração distribuída pelos funcionários”, diz Adriano Romero, 38 anos, cofundador e diretor técnico da empresa. Todos os parâmetros registrados no software, que roda em aparelhos Android de baixo custo, ajudam a mapear a população de peixes dos mais de 100 tanques da fazenda, além de gerar produtividade e economia com ração.

 

Fundada por Romero e por Dalton Skajko Sales, a Agroinova está instalada no campus da USP em Pirassununga (SP), na Incubadora de Empresas do Agronegócio da universidade.

 

O custo do sistema varia de acordo com a quantidade de peixe criada e vendida. A cada quilo de tilápia, o proprietário gasta 2 centavos pelo uso do software, com valor mínimo de 300 reais ao mês. “Um técnico que dá comida para o peixe pode não ter familiaridade com computador”, diz Romero. “Mas quando manuseia um celular, vemos que ele tem uma desenvoltura enorme.”

 

Atualmente a Agroinova possui 40 clientes. “Nossa aceitação tem sido ótima”, afirma Romero. “Antes todo o processo era feito de maneira muito rudimentar.” Com apoio para gestão da TechTrends, que reúne investidores brasileiros de tecnologia, a startup sabe que agora basta se preparar para expandir. E fisgar peixes cada vez maiores.

Um chip acompanha o boi – Um surto de febre aftosa no Mato Grosso do Sul, em 2005, mudou a trajetória do engenheiro elétrico Vasco Varanda Picchi. Hoje, aos 30 anos, ele é um dos fundadores da Safe Trace, empresa que mapeia o ciclo de vida de cerca de 1 milhão de cabeças de gado pelo Brasil. Assim, garante o controle de qualidade da carne exportada e da que chega às prateleiras dos nossos supermercados.

Desde o nascimento, os animais são rastreados por meio de brincos e cápsulas de cerâmica, equipadas com chips em seu interior, que são colocadas no estômago do bezerro. “Essa é uma cadeia de valor importante”, diz Rodrigo Argueso, presidente da Safe Trace. “Por ser um processo muito longo, o boi se torna uma unidade econômica valiosa. É diferente de aves e suínos, que passam por poucas etapas até o abate.”

 

Parceira de uma rede de supermercados, a Safe Trace monitora o ciclo de vida de um grupo variado de produtos, que inclui também frutas e legumes.

 

Uma outra empresa foi criada exclusivamente para trabalhar com a rastreabilidade do café. “Desenvolvemos uma nova técnica”, afirma Argueso. A tecnologia usada inclui etiquetas eletrônicas, aplicadas às sacas ainda nas propriedades rurais. Esses códigos são lidos por um hardware que registra as informações de cada etapa do produto. Elas são, então, reunidas numa plataforma conectada à nuvem e podem ser acessadas a qualquer momento pelos donos do empreendimento.

 

“Nossa história é parecida com a de qualquer empresa do Vale do Silício”, diz o fundador da Safe Trace, Vasco Varanda Picchi. O negócio começou como um projeto acadêmico junto com o colega Francisco Biazotto Neto, 32 anos, na Universidade Federal de Itajubá (MG). O pai de Varanda trabalhava como consultor em frigoríficos e havia sido contratado por uma empresa para desenvolver um sistema para certificar a carne a ser exportada para a Europa.

 

Insatisfeito com os modelos existentes, Varanda desenvolveu um sistema como trabalho em uma das disciplinas de seu curso de engenharia elétrica. “Pensei com cabeça de engenheiro e vi que aquelas soluções antigas impediam, por exemplo, que se fizesse um recall de determinados lotes do produto, como na indústria automobilística”, diz Varanda.

 

Sua invenção foi testada em um frigorífico de Sertãozinho, no interior de São Paulo, onde o pai trabalhava. Consistia em aplicar cartões acionados por radiofrequência, tecnologia que o colega Biazotto estudava, em cada pata do animal e, na hora de fracionar as partes, antes de realizar os cortes comerciais, fazer a leitura de cada um desses cartões. Funcionou.

 

Sem pretensões de colocar a solução no mercado, por não haver, na época, demanda para esse tipo de solução, os estudantes fizeram o pedido de patente pensando em licenciar a tecnologia no futuro. Foi só depois do foco de febre aftosa no Mato Grosso do Sul que a chance de fazer um negócio se tornou clara.

 

A empresa recebeu investimento do fundo FIR Capital, de Belo Horizonte, de onde veio o atual presidente, Rodrigo Argueso, para cuidar da gestão.

 

“As empresas que tinham começado antes nessa área não estavam fazendo a coisa certa”, diz Varanda. “Era preciso gerar um grupo de animais certificados. Acompanhá-los da fazenda até o produto final, num processo longo. Foi isso que gerou oportunidade para a gente.”

 

 

Daniel Mansur

 

 

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No sistema da Safe Trace, uma cápsula de ceramic equipada com chip é inserida no estômago do bezerro após o nascimento. Assim, o animal pode ser rastreado pelos produtores ao longo da vida.

Mel, leite e software – Em 2008, os empreendedores Eduardo Gonçalves, André Saúde, Gabriel Coutinho e Ricardo Victório, todos da Universidade Federal de Lavras, desenvolveram um sistema que rastreava a origem de lotes de mel em um apiário. “Mas logo percebemos que esse era um mercado muito pequeno”, diz Gonçalves, hoje com 27 anos. Apesar de o perfil familiar das propriedades que cultivam mel no Brasil ter tornado o negócio inviável, a ideia de rastrear produtos agrícolas permaneceu com o grupo e em 2011 deu origem à Mitah. A empresa foi incubada pela universidade mineira e logo percebeu que havia uma oportunidade no mercado de leite.

Um levantamento apontou a existência de mais de mil laticínios somente em Minas Gerais, o que fez o grupo desenvolver um sistema de rastreamento, administração de estoque e controle de qualidade para esses produtores.

 

O processo começa quando o caminhão do laticínio faz a coleta do leite nas fazendas. Nessa etapa, os dados são registrados em um sistema que funciona em tablets e celulares, conectados à nuvem. Em seguida há uma análise laboratorial do produto, também integrada ao programa. Assim o produtor pode controlar a quantidade de gordura, o tipo de proteína e marcálas de maneira diferenciada no estoque.

 

Se quiser produzir queijo do tipo gouda, por exemplo, o trabalho fica mais fácil com o controle preciso no estoque de cada ingrediente necessário.

 

“Conseguimos investidores-anjos, donos de laticínios, que toparam bancar um sistema para atender todas as suas demandas”, diz Gonçalves. “Isso inclui rastreabilidade, controle de qualidade a partir dos resultados laboratoriais e controle dos ingredientes utilizados na produção de cada tipo de queijo.”

 

Atualmente, o software está em fase de testes em dois produtores. “É possível acessar o sistema de qualquer lugar. Ele elimina a necessidade de ter uma estrutura grande de tecnologia”, diz Gonçalves. As tarifas pelo uso do software começam em 500 reais ao mês. Em caso de propriedades com mais de 50 usuários simultâneos conectados ao programa, a equipe da Mitah pretende cobrar pelo menos 2,5 mil reais mensais.

 

 

Divulgação

 

 

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A tecnologia da startup mineira Mitah permite que o leite seja registrado desde a coleta, feita de caminhão nas fazendas produtoras

Fontes e Direitos Autorais: 

• Quarta-feira, 20 de março de 2013 – 13h08.

Microsoft agora permite transferência do Office 2013 para outros PCs


A Microsoft anunciou nesta quarta-feira (6) que a partir de agora licenças do Office 2013 poderão ser transferidas para outros computadores.

A mudança foi feita com base no feedback dos usuários do pacote de produtividade, de acordo com um post no blog oficial do Office. Segundo a empresa de Redmond, a novidade garante que os consumidores poderão transferir o Office 2013 para um computador diferente caso aconteça algum problema com seus PCs ou eles comprem um novo. Anteriormente, o cliente só podia transferir a suíte de escritório para um novo dispositivo se o seu PC desse algum problema na autenticação.

Segue abaixo o trecho que a MS publicou no blog, no formato de pergunta e resposta (tradução livre):

Posso transferir o software para outro computador ou usuário?
Você pode transferir o software para outro computador que pertence a você, mas não mais do que uma vez a cada 90 dias (exceto devido à falha de hardware, caso em que você pode transferir novamente). Se você transferir o software para outro computador, esse outro se torna o “pc licenciado”. Você também pode passar o programa (junto com a licença) para um computador pertencente à outra pessoa, se a) você é o primeiro usuário licenciado do software e b) o novo usuário concorda com os termos deste acordo antes da transferência. Toda vez que você passar o software para um novo computador, é necessário removê-lo do PC anterior e você não poderá reter cópias.

De acordo com a CNET, a decisão é imediata e o acordo abrange o Office Home & Student 2013, Office Home & Business 2013, Office Professional 2013, e todas as aplicações autônomas do Office 2013.

Fontes e Direitos Autorais: Karen Carneti – 07 de março de 2013 – 11h00.

Vivo apresentou instabilidade em quatro Estados


SÃO PAULO – Clientes da rede móvel da operadora Vivo enfrentaram problemas para usar o celular nesta quarta-feira, 16, em quatro Estados: São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Em nota à imprensa, a companhia informou que “parte de sua rede de sinalização IP” apresentou instabilidade a partir das 12h15, o que afetou a rede móvel.

A falha atingiu ainda a rede fixa. “Os clientes da rede fixa, com centrais privadas convergentes de São Paulo, também podem ter sido afetados”, afirma a Vivo. A empresa não forneceu mais detalhes sobre a falha e diz apenas que as redes “estão sendo gradualmente recuperadas”.

No Twitter, alguns usuários da operadora usaram a hashtag #vivofail (falha da vivo, em inglês) para reclamar da interrupção do serviço de telefonia. As queixas estão relacionadas à impossibilidade de fazer ou receber ligações.

Claro

Na tarde de terça-feira, 15, serviços da Claro também apresentaram falha. Ao ligar para o número da operadora (1052), a reportagem ouvia a seguinte mensagem: “A equipe técnica está trabalhando para normalizar os serviços de fazer e receber ligações em Guarulhos, Franco da Rocha, Mauá, Osasco, região metropolitana de São Paulo, Bragança Paulista, Atibaia, Itatiba, Nazaré Paulista, Jundiaí e região.” Segundo a assessoria de imprensa da Claro, a instabilidade na rede durou em torno de duas horas.

Fontes e Direitos Autorais: Agências – Nayara Fraga, do Radar Tecnológico.

Lenovo negocia compra de fábrica de TVs da Sharp


Tóquio – A Sharp pode vender à Lenovo uma fábrica de TVs na China, dentro dos esforços para se desfazer de ativos e melhorar as finanças, de acordo com fontes.

A fabricante japonesa negocia com a Lenovo a venda da unidade de LCDs em Nanking e a formação de parcerias com a companhia chinesa na China, disseram duas fontes da indústria familiarizadas com as discussões informaram à Reuters.

Em comunicado à Bolsa de Tóquio, a Sharp disse que não havia anunciado nenhuma negociação. As conversas haviam sido noticiadas inicialmente pelo jornal Nikkei, do Japão.

A Sharp já vinha negociando com a Hon Hai a venda da unidade de TV na China e de uma fábrica no México. A companhia de Taiwan, que também negocia comprar uma parte da Sharp e já comprou uma fábrica de LCD da companhia no Japão, pode agora se limitar a ficar com a unidade mexicana.

Fontes e Direitos Autorias: 

Por 

• Quinta-feira, 17 de janeiro de 2013 – 10h30.

Privacidade: para onde vão os dados que fornecemos em lojas, bares ou baladas?


Quando você chega na balada, qual é a primeira coisa que faz? Se você respondeu pegar um drinque, errou. Para entrar em alguma casa noturna, primeiro você deve fornecer alguns dados pessoais para pegar sua comanda e, então, poder se dirigir ao bar. Em uma loja não é muito diferente. Na hora de pagar, os vendedores sempre nos bombardeiam com perguntas como nome completo, CPF, RG, telefone, endereço…

Todos esses dados vão diretamente para softwares de Gestão de Relacionamento com o Cliente (CRM). E é por meio desses programas que os estabelecimentos começam a te conhecer e descobrir do que gosta. Com esse arsenal de informações, fica fácil dos donos dos estabelecimentos saberem a sua idade, local que você mora, dias que você costuma sair e até que bebida mais gosta. Isso sem falar no seu email, telefone, rede social e média de gasto no local.

No caso de uma balada, por exemplo, é necessário que você forneça algum dado pessoal para que o estabelecimento tenha um link com a sua pessoa. Isso porque o número da comanda precisa estar ligado ao cliente. Neste caso, segundo Fábio Nardelli, diretor comercial da OZ Technology, empresa por trás do software de gerenciamento E-poc, esses dados são essenciais, pois se alguém perde a comanda, só será possível saber de quem ela é se o cartão estiver linkado com alguma informação, como RG ou CPF. Fora isso, Fábio lembra que ainda há a necessidade de checar os documentos, apenas para saber se a pessoa tem idade suficiente para freqüentar o local.

Já as demais informações servem apenas para que a casa noturna saiba mais sobre você. O software armazena na memória quais bebidas você consumiu em que dia da semana e em quais horários, e descobre que tipo de cliente esteve presente naquela noite. “Com isso nas mãos, o dono da balada vai poder negociar melhor com o patrocinador. Ele vai saber que na quinta o pessoal sempre bebe mais cerveja, por exemplo. Por isso, não vale a pena fazer uma festa de uma marca de vodka neste dia”, comenta.

Fábio ainda explica que em um restaurante ou bar, não se faz necessário linkar nenhuma informação com a pessoa, pois os dados de consumo dos clientes podem ser facilmente ligados às mesas. O mesmo acontece com as lojas. As vendas das roupas não precisam estar associadas a uma pessoa, pois as peças estão linkadas com o estoque. Ou seja, todas as informações pedidas a mais são por pura curiosidade dos estabelecimentos em conhecer seu público. Portanto, tenha cuidado com o que você vai informar.

Mercado dos mailings

Atualmente existem algumas empresas que acabam fornecendo dados de seus clientes para terceiros e, apesar dessa prática não ser considerada crime no Brasil, ela é considerada antiética e pode ser revertida. Segundo a advogada Gisele Truzzi, especialista em direito digital, o uso dessas informações colhidas para outras finalidades fere o Código de Ética e o Código de Defesa do Consumidor e, por isso, você pode pedir para que seus dados sejam apagados desses softwares imediatamente. “Em casos extremos, se a pessoa perceber que as informações armazenadas estão ferindo sua privacidade ou que as perguntas estão sendo muito invasivas, é possível mover uma ação contra o estabelecimento”, explica a advogada.

De acordo com Gisele, os dados mais comuns e, praticamente, inevitáveis de serem fornecidos, são o nome completo e celular, apenas para ter um contato. Já o RG ou CPF devem constar no seu cadastro em situações mais específicas como em compras parceladas, casas noturnas ou para adição da Nota Fiscal no CPF. Já o endereço, telefone fixo ou placa de carro merecem ainda mais atenção. O ideal é sempre se lembrar qual é a finalidade do estabelecimento e tentar identificar o que é primordial que eles saibam sobre você.

Mas, é comum recebermos emails e ligações de locais que nunca nem conhecemos. E isso é a prova de que seus dados valem ouro e podem circular de mãos em mãos. Um especialista em segurança, que não quis se identificar, diz que também desconhece a prática de venda de mailings de empresa para empresa. Porém, ele explica que é comum encontrar hackers que invadem sites e roubam os dados dos clientes cadastrados. “Existem sites que vendem mailings prontos e camelôs que vendem CDs com as listas. Em alguns casos, o cara que compra nem sabe a procedência dessas informações e, em outros, o próprio cliente é que escolheu o mailing por segmentação”, afirma o especialista. “Já no caso dos hackers, alguns deles nem se expõem e só vendem as informações por indicação de outros clientes, pois este é um mercado bastante arriscado”, conclui.

O comércio de informações pode ser feito de duas maneiras: a primeira é com a venda do mailing completo, e a segunda é por disparos de emails. Neste último caso, os dados das pessoas não ficam com o comprador, pois é o próprio hacker quem envia as mensagens. Portanto, um disparo, normalmente, é mais barato. Raul (nome fictício) conseguiu um mailing com 50 mil nomes e pagou R$ 300 pelo disparo. “Eu pude escolher o sexo, cidade e até o gosto musical. Na verdade, a segmentação depende dos campos que foram preenchidos pelas pessoas no cadastro original”, diz.

Isso significa que os sites que pedem muitos dados pessoais acabam conseguindo um mailing mais completo. Raul lembra que, na época da sua negociação, o vendedor enviou um email com o nome de diversos sites famosos e ele pôde escolher quais iriam compor o seu mailing. Segundo a advogada, a venda de mailing não autorizada para terceiros pode ser caracterizada como crime se a pessoa possui acesso ao banco de dados por conta de sua função e, em virtude disso, repassa tais dados restritos a terceiros. “Dessa forma, ele poderá incorrer no crime de Violação do segredo profissional ou Violação de sigilo funcional. Já se o indivíduo, desvinculado de qualquer cargo ou função, subtrair banco de dados de terceiros, pode ser caracterizado como crime de furto”, conclui Gisele.

Quer dar sua opinião? Escreva nos comentários abaixo o que você acha dessa prática de venda de mailing ou se já sofreu por ter fornecido dados demais para certos estabelecimentos.

Fontes e Direitos Autorais: Olhor Digital – 07 de Dezembro de 2011 | 10:12h.

iG oferece domínio “br.com”


O iG irá ofertar para as empresas nacionais uma nova opção de domínio, o br.com.

O custo para registro do novo modelo será de R$ 99 ao ano – algo em torno de R$ 8 ao mês.

Segundo a empresa, os novos domínios atendem desde empresas que já atuam na internet e optam por registrar também um endereço br.com, bem como as que almejam começar sua atuação na rede.

A terminação br.com é gerenciada pela empresa britânica CentralNIC e atende às normas estabelecidas pela ICANN (Internet Corporation for Assigned Names and Numbers).

Os novos domínios podem ser registrados no endereço  http://ig.com.br/dominio.

Fontes e Direitos Autorais: Vinicius Aguiari, de INFO Online • Quinta-feira, 02 de junho de 2011 – 14h01.

Governo estuda baixar preço da energia


Preocupado em aumentar a competitividade das empresas brasileiras, o governo estuda formas de reduzir o preço da energia elétrica, que figura entre as cinco mais caras do mundo.

Um grupo técnico está na fase inicial das discussões. Uma das ideias é aproveitar o vencimento das concessões de usinas hidrelétricas, linhas de transmissão e de companhias de distribuição para forçar uma queda nas tarifas. “Os investimentos já estão amortizados, então eles podem cobrar menos”, disse o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

Entre 2015 e 2017, vencem os contratos de concessão de um conjunto de usinas geradoras que soma 20% da capacidade nacional. O mesmo ocorrerá com 74% da transmissão e 33% da distribuição. Há duas opções sobre a mesa: editar uma lei que permita prorrogar as licenças ou fazer novo leilão. O que será feito é algo em discussão. O secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), colegiado formado por ministros, encomendou estudos sobre prós e contras de cada alternativa.

Esses estudos estão prontos, mas o Conselho não retomou as discussões. “Enquanto isso, existe o marco legal, que diz que as concessões devem ser relicitadas.” Nada, porém, é tão simples quanto parece. O previsto em lei é que, findo o contrato, a União receberá as usinas, linhas de transmissão e estruturas de distribuição de volta. Para tanto, terá de indenizar os antigos concessionários por investimentos que eventualmente não tenham sido amortizados.

O dinheiro para isso é cobrado há mais de 50 anos na conta de luz e chama-se Reserva Global de Reversão (RGR). Atualmente, o fundo formado pela arrecadação da RGR está em R$ 16 bilhões, valor insuficiente para cumprir a finalidade, segundo o presidente da Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia Elétrica (Abrace), Paulo Pedrosa. “Não vai dar”, afirmou. Questionado, Zimmermann disse não saber se o dinheiro será suficiente ou não. Ele explicou que pediu os cálculos à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que ainda não os entregou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte e Direitos Autorais: Agência Estado • Segunda-feira, 30 de maio de 2011 – 14h13

Como usar o LinkedIn para buscar emprego


As redes sociais representam, cada vez mais, uma ferramenta importante para profissionais que estão em busca de trabalho e para empregadores na caça de mão de obra qualificada.

Servem como aliado do candidato para chamar a atenção das empresas na tentativa de obter uma recolocação e, mais do que isso, facilitam o acesso a oportunidades de carreira que antes estavam escondidas, longe do conhecimento da maioria das pessoas à procura de oportunidades de emprego.

O LinkedIn, rede social voltada especificamente para relacionamento profissional, é uma das principais opções para os candidatos (confira nas próximas páginas histórias de profissionais que conseguiram oportunidades de
emprego e carreira com o auxílio do site)
. No entanto, não basta apenas abrir uma conta, é preciso saber aproveitar o que de melhor ela pode oferecer.

Gerenciar adequadamente as configurações do perfil é fundamental e faz toda a diferença para que as empresas consigam localizá-lo, conforme explica a consultora do LinkedIn, Danielle Restivo.

“Seu perfil no LinkedIn é uma das maneiras em que potenciais empregadores podem achá-lo. Uma das dicas é aumentar as chances do seu nome aparecer no topo dos resultados de busca da internet. Para tanto, é preciso personalizar a URL do
seu perfil, colocando o primeiro nome e o sobrenome juntos, como uma palavra. Por exemplo, LucasMarchesini”, recomenda.

Segundo ela, também é importante que o perfil público do usuário do LinkedIn esteja visível para todos. “É possível se certificar disso, bem como fazer alterações na opção ‘Configurações’, posicionando o cursor sobre o nome, à direita no topo da página inicial”, explica.

Participar de grupos de discussão, como o Vagas de TI, também é muito útil. Além de verificar oportunidades, é possível trocar informações com outros profissionais.

Confira, a seguir, outras cinco dicas elaboradas pela consultora do LinkedIn:

1 – Destaque suas qualidades profissionais

Certifique-se de preencher as seções de resumo e experiência do seu perfil. Pessoas com pelo menos uma experiência profissional relatada têm 12 vezes mais chances de serem vistas para potenciais oportunidades.

Adicione habilidades e não se esqueça de inserir uma foto. Profissionais com foto têm sete vezes mais chances de serem vistos. E receba recomendações de pelo menos três pessoas, como parte da conclusão do seu perfil.

2 – Esteja aberto a oportunidades

Dentro de “Configurações”, vá em “Preferências de e-mail”, depois em “Selecionar os tipos de mensagem que você gostaria de receber” e se certifique que indicou que está interessado em “Oportunidades de carreira”, em “Consultas de emprego” e que gostaria de receber “Apresentações, InMail e mensagens da rede OpenLink” de outros membros do LinkedIn, de forma que eles possam entrar em contato com você sobre potenciais oportunidades. O seu e-mail e número de telefone estão disponíveis somente para seus contatos.

3 – Torne-se um seguidor

A seção “Empresas” permite seguir companhias em que está interessado.  Quando você segue uma empresa no LinkedIn, fica por dentro de suas novidades, como novas contratações, promoções, mudanças na companhia e até mesmo oportunidades
de trabalho. Siga companhias em que adoraria trabalhar e você começará a ver essas atualizações na sua homepage, quando acessar o LinkedIn.

Para tanto, clique em “Empresas”, no topo da página, e digite o nome da companhia, palavras-chave ou setor em que está interessado. Quando você encontrar a empresa, ao passar o cursor sobre a opção, aparecerá do lado direito “Seguir empresa”. É só assinalar.

Enquanto estiver na página da companhia, você também estará apto a ver se alguém da sua rede de contatos trabalha na empresa ou se conhece alguém de lá.

4 – Mantenha-se ativo

Há muitas coisas que você pode fazer no LinkedIn que o ajuda na busca por um emprego.  Usar a rede de forma bem-sucedida é ser proativo. É importante construir um perfil no LinkedIn e garantir que você está conectado a pelo menos 50 pessoas conhecidas e de confiança. Porém, se você apenas visita o site para responder a mensagens ou pedidos de conexão, então está perdendo tudo o que a rede pode oferecer.

Relacione-se com recrutadores e responsáveis pelas contratações na sua área de atuação, para que seja facilmente lembrado quando ótimas oportunidades surgirem nas mesas deles. Você pode fazer isso por meio da “Pesquisa Avançada de Pessoas”, pelo assunto “recrutador” ou “gerente de RH”, ou ainda por outros cargos relacionados, além de poder restringir a busca pela área de atuação.  Eis o link direto para esse tipo de busca: www.linkedin.com/search?trk=advsrch.

5 – Informe seus contatos confiáveis que está à procura de trabalho

Deixe que sua rede seja seus olhos e ouvidos. Alerte seus contatos por meio de atualizações de status periódicas ou envie recados para antigos colegas de trabalho e chefes em quem confia, com mensagens personalizadas, avisando-os sobre quais os tipos de cargos lhe interessam. Tenha em mente que seus contatos só podem ajudá-lo a conseguir um emprego se você disser a eles o que você procura.

PROFISSIONAIS CONTAM COMO CONSEGUIRAM EMPREGO COM  AJUDA DO LINKEDIN

Rafael Vieira, responsável pela área de Desenvolvimento de Negócios da E.Life:

Comecei a usar o LinkedIn no fim de junho de 2004, dois dias depois que colei grau. Recém saído da faculdade, enxerguei ali uma ferramenta para networking com aqueles com quem trabalhei e estudei.

Até então, considerava a rede apenas um meio de manter networking. Após terminar meu mestrado na Bélgica e decidir voltar ao Brasil, entrei em contato com uma amiga que trabalha na área de RH de uma grande empresa. Ela me disse que
recebia currículos muito bons pelo LinkedIn, então comecei a explorar esse lado da ferramenta que ainda não tinha descoberto. Comecei a utilizá-la para procurar empregos, também.

Um dia, vi uma publicação no LinkedIn de uma vaga totalmente compatível com o meu perfil e com o que eu procurava no momento – uma startup que tivesse um modelo de negócio baseado em redes sociais. Assim que vi, respondi com uma
Motivation Letter [também chamada de
cover letter] e um currículo anexo na própria rede. 

Cerca de três dias após o envio, recebi um e-mail do anunciante da vaga, no caso o CEO da empresa, me convidando para uma entrevista.

Após essa etapa, deram-me uma tarefa, que valia como um teste de meus skills para a vaga desejada, para ser entregue em cinco dias. Pouco mais de uma semana após a entrevista, recebi a proposta de emprego e aceitei.

Daniel Checchia, gerente de Infra-estrutura na Psafe Tecnologia:

Sempre fui um “early adopter” de novas tecnologias e de redes sociais. Ao conhecer o LinkedIn, rede social da qual faço parte desde abril de 2004, identifiquei um ótimo caminho para divulgação de perfis profissionais. Vejo-o como um “curriculum vitae vivo”, com recomendações e informações mais completas.

Sempre apostei na ferramenta como um dos canais para a procura de novas oportunidades, mas os empregadores, principalmente no Brasil, somente começaram a olhar o LinkedIn como um meio de busca de novos talentos em meados de 2008 e início de 2009, período em que notei que as oportunidades começaram a aparecer na rede.

Eu fui contratado por duas vezes por intermédio do Linkedin. No caso da empresa ZAP Internet, fui contratado após participação em um grupo de discussão sobre métricas de gestão de TI. Na oportunidade, apresentei o meu conceito e os
tipos de métricas que eu já havia implantado. Havia um grupo de gestores participando, entre os quais o CIO da ZAP Internet, que estava em busca de um profissional. Após avaliar meu perfil, convidou-me para uma entrevista e acabei
contratado.

No caso da empresa de segurança digital, PSafe Tecnologia, do grupo Xangô, eu tomei conhecimento durante uma participação em um grupo de discussão que havia a indicação de uma vaga para gerente de infra-estrutura no Rio de
Janeiro – sou de São Paulo – em uma startup de tecnologia. Após responder ao anúncio, realizei duas entrevistas por telefone com o CEO e fechamos a contratação sem entrevistas presenciais.

Considero o LinkedIn uma ótima oportunidade de encontrar novas colocações e que irá crescer muito ainda no Brasil, à medida em que as áreas de RH sejam renovadas com pessoas da geração Y.

Camillo Di Jorge, country manager da operação da ESET Latin America no Brasil:

Em dezembro de 2008, tinha acabado de sair de uma empresa da área de software e estava buscando uma realocação interessante no mercado.

Já havia passado por empresas como IBM, Telefônica e Intelbras. Resolvi sondar oportunidades com calma, e, dentre as ferramentas disponíveis, decidi experimentar o LinkedIn.

Identifiquei um job post sobre Gerente Regional para o Brasil e me candidatei à vaga. Alguns dias depois, já em janeiro de 2009, recebi um e-mail do CEO da ESET para a América Latina, pedindo que eu preenchesse um formulário com algumas perguntas para o contato inicial.

O processo seletivo se desenrolou no decorrer dos próximos meses, envolvendo uma visita de um executivo da empresa ao Brasil em março daquele ano para conversar comigo. Fui convidado a fazer uma entrevista final em Buenos Aires, onde fica o escritório regional da empresa. A ESET é uma empresa eslovaca que oferece soluções de antivírus.

Nessa visita, apresentei um estudo detalhado sobre o posicionamento do Brasil (dados econômicos e perspectivas) na América Latina e também informações sobre o mercado de antivírus no Brasil (competência, canais de vendas, modelo, etc.). A apresentação acabou respondendo previamente a todas as perguntas que eles iam me fazer na ocasião.

Dias depois, recebi a notícia de que havia conquistado a vaga. Isso foi em abril de 2009. Desde então, montamos o escritório no Brasil, fui promovido a country manager.

Considero minha experiência com o LinkedIn muito positiva. O site é uma importante ferramenta, pois permite contato direto entre empresa e contratante. O único problema é que algumas pessoas utilizam a plataforma com outras finalidades, como se fosse uma rede social comum, publicando mensagens de cunho pessoal e coisas do tipo, que acabam confundindo o propósito. 

É importante manter o perfil atualizado, pois funciona como uma vitrine profissional, e as empresas estão sempre buscando perfis específicos. O contato pelo site aumenta as possibilidades de contratação, evita a intermediação por consultorias de emprego e permite encontrar perfis adequados à vaga.

Minha experiência é um exemplo de que as empresas multinacionais podem recrutar de forma mais dinâmica e direta no Brasil, tornando suas vagas bem acessíveis aos profissionais brasileiros. Para os candidatos, também é possível buscar vagas no exterior por meio da plataforma.

Fonte e Direitos Autorias: Rogerio Jovaneli, de INFO Online, Segunda-feira, 02 de maio de 2011 – 06h05.