Microsoft abre inscrições para o maratona bots


A Microsoft abriu as inscrições para o Maratona Bots, um curso de capacitação online e gratuito destinado a programadores que querem aprender como criar chatbots, robôs que conversam via chat utilizando recursos de Inteligência Artificial.

O curso terá quatro semanas de duração e os conteúdos didáticos serão liberados semanalmente. O primeiro módulo estará disponível a partir de segunda-feira, dia 15 de janeiro.

Após o término das aulas, os participantes terão até o dia 26 de março para desenvolverem um bot atendendo aos critérios da organização do curso. Os projetos serão avaliados por um time de especialistas da Microsoft. O objetivo é fomentar a criatividade e o aprimoramento técnico dos participantes em serviços de Inteligência Artificial disponíveis na nuvem.

A maratona também fará uma breve introdução aos conceitos de machine learning e Inteligência Artificial, que podem auxiliar na construção de aplicativos de diferentes tipos. São conhecimentos que ajudam a formar um profissional capaz de fazer frente às demandas atuais das empresas interessadas em promover a transformação digital.

Microsoft abre inscrições para o Maratona Bots

O público-alvo principal do curso são os desenvolvedores de software. Profissionais de áreas relacionadas que tenham conhecimento básico de programação e desejam entender melhor a aplicabilidade da tecnologia nos negócios também podem participar.

Além das aulas de vídeo online, o curso terá materiais de apoio em formato PDF e laboratórios práticos. Durante o período de aulas, os participantes poderão tirar suas dúvidas com instrutores que estarão on-line. Depois do encerramento, o conteúdo das aulas continuará disponível na plataforma on-line.

Desenvolvedores e demais interessados podem se inscrever aqui.

Fontes e Direitos autorais: Microsoft News Center Brasil – 10/01/2018.

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Veterinários se especializam em tratamento de câncer para pets


Pet

O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) habilitou a Associação Brasileira de Oncologia Veterinária (Abrovet) a conceder título de especialista aos profissionais que atuam na área do câncer animal.

São Paulo – Trata-se da terceira sessão de quimioterapia e Lili, uma lhasa apso de 5 anos, responde bem ao tratamento: alguns dos sintomas do linfoma estão desaparecendo e tudo caminha para que fique melhor. Detalhe: o diagnóstico do câncer tem somente três meses. Há poucos anos, essa avaliação normalmente seria tardia e a morte, quase certa. Hoje, muito mudou e já há veterinários até se especializando na prática da oncologia.

“Percebemos gânglios nas pernas e no pescoço e, como já tínhamos visto outros casos na família, havia a suspeita de que algo estava errado. Tentamos nos convencer de que era só uma inflamação, mas ficamos apreensivos. É uma notícia que nenhuma ‘mãe’ que ouvir”, afirma a dona, Maria Cristina Albuquerque, de 37 anos, que logo procurou tratamento especializado. Os casos de câncer em animais domésticos vêm crescendo e sendo notados nas clínicas, graças à melhoria econômica e à aproximação sentimental, que permitem aos donos cuidar melhor dos pets e, consequentemente, aumentar a expectativa de vida dos animais.

“O câncer afeta principalmente os mais velhos. Dos cães idosos doentes que dão entrada no hospital, 60% têm câncer. Desses, 25% são de mama”, diz o diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira, Mário Marcondes. Também em São Paulo, o veterinário Eduardo Pacheco, diretor clínico do Hospital Veterinário Santa Inês, tem números semelhante e destaca que é uma realidade que veio para ficar. “Dentre as 14 especialidades que temos, a oncologia é a segunda mais solicitada.”

No dia 4, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) habilitou a Associação Brasileira de Oncologia Veterinária (Abrovet) a conceder título de especialista aos profissionais que atuam na área do câncer animal. Trata-se de mais um fator de segurança para quem busca auxílio. “Não podemos admitir que aquele que faz um treinamento de um fim de semana, uma semana, um mês, possa ter um título”, afirma o presidente do CFMV, Benedito Fortes de Arruda.

Para a presidente da Abrovet, Júlia Matera, a preocupação com a qualidade é clara. “Além do certificado reconhecido pelo Ministério da Educação, agora há vários critérios a serem seguidos, como experiência comprovada na área, publicações de artigos em revistas, participação e apresentação em congressos.” E deve-se renovar tudo a cada cinco anos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fontes e Direitos Autorais:  • domingo, 14 de julho de 2013 – 15h15.