Startup brasileira Codenation oferece curso online gratuito para linguagem de programação React


A startup brasileira Codenation lançou um programa de capacitação online gratuito para desenvolvedores com foco na linguagem de programação React. As inscrições para estão abertas até o dia 31 de março e podem ser feitas pelo site da startup.

Foto: Shutterstock

O curso AceleraDev React é online e tem duração de seis semanas, entre 16 de abril e 28 de maio de 2019. Durante o programa, 50 selecionados realizarão desafios de programação acompanhados por tutores atuantes no mercado de TI e participarão de workshops com profissionais experientes das empresas apoiadoras e outros especialistas. Os participantes que se destacarem durante a aceleração terão a oportunidade de fazer parte do time de tecnologia das empresas apoiadoras — entre elas Neoway, Ambar, Conaz, Loadsmart e Legalist — ao fim da capacitação.

O desenvolvedor Frontend é responsável pela parte da interface que interage diretamente com o usuário. O programa AceleraDev React foca nessa frente, especialmente em React, uma das principais bibliotecas JavaScript. A capacitação conta com o apoio das empresas Neoway, Ambar e Conaz.

Atualmente, há uma deficiência de profissionais qualificados no mercado de tecnologia que leva as empresas a competirem entre si pelos colaboradores mais capacitados. “Os estudantes que saem da universidade não têm a experiência que o mercado requer e os profissionais que estão em outras regiões têm dificuldades para chegar aos polos de tecnologia”, explica o CEO da Codenation, Eduardo Varela. Para ele, a melhor maneira para resolver essa situação é investir na educação e criar um recrutamento sustentável, com a inserção de novos profissionais treinados para o mercado de trabalho.

Fontes e Direitos Autorais: ITMidia.com –  Direto da Redação – 25/03/2019.
https://itmidia.com/startup-brasileira-oferece-curso-online-gratuito-na-linguagem-de-programacao-react/

Dica do Mês – Microsoft SQL Server 2017 – SQL Graph Databases


Muito bom dia…… Salve amantes de banco de dados.

Tudo bem? Este é mais um post da sessão Dica do Mês, sessão dedicada a compartilhar mensalmente dicas, novidades, curiosidades e demais informações relacionadas ao Microsoft SQL Server, Banco de Dados e Tecnologias de Banco de Dados.

No post de hoje, quero compartilhar com você uma das maiores novidades implementadas na última versão do Microsoft SQL Server, neste caso, a versão 2017 lançada oficialmente em outubro de 2017 e muito destacada aqui no meu blog em diversos posts.

Destacando um pouco sobre o post, quando se referimos a banco de dados, normalmente pensamos em uma estrutura organizada basicamente em tabelas, colunas, chaves primárias, chaves estrangeiras e relacionamentos. Mas a partir do Microsoft SQL Server 2017 temos uma nova possibilidade de elaborar uma estrutura de banco de dados saindo um pouco deste tradicional cenário conhecimento como modelo relacional e sim partindo para o chamado modelo grafos ou banco de dados em grafos. Talvez em algum momento você já deve ter ouvido falar um pouco sobre esta forma de modelagem.

Pois bem, neste nova versão o time de engenheiros do SQL Server adicionaram ao conjunto de novas funcionalidades (features) o SQL Graph Databases ou simplesmente Banco de Dados em Grafos, isso mesmo banco de dados no formato de grafos, parece ser algo muito diferente do que estamos acostumados a fazer, na verdade não é bem assim, e você vai poder conhecer um pouco mais sobre este recurso, suas características e curiosidades no decorrer deste post.

Esta curioso em saber um pouco mais sobre esta nova feature? Eu estou, e não vejo a hora de poder dividir com você um pouco do vasto conteúdo relacionado com este recurso. Então, vamos em frente, vou tentar mitigar a sua curiosidade e ao mesmo também satisfazer os meus objetivos. Sendo assim, seja bem vindo ao post – Dica do Mês – Microsoft SQL Server 2017 – SQL Graph Databases.

Você vai se surpreender com este novo recurso e suas possibilidades relacionadas com modelagem de banco de dados.


Introdução

O SQL Graph Database é uma nova forma de se estruturar um banco de dados criado no Microsoft SQL Server 2017, tendo como base um estrutura formada por uma coleção de tabelas de nó (Node Table) e  tabelas de borda (Edge Table).

Basicamente um nó representa uma entidade — por exemplo, uma pessoa ou uma organização e uma borda representa uma relação entre os dois nós que ele conecta. As tabelas de nó ou borda podem ser criadas em qualquer esquema em um banco de dados, mas todas pertencem a uma estrutura de grafos representada de forma lógica.

Os bancos de dados na estrutura de grafos são úteis quando o aplicativo tem relacionamentos complexos de muitos para muitos e precisamos analisar as relações complexas.

Algumas das características importantes de um bancos de dados na estrutura de grafos:

  • Bordas (edge) ou relacionamentos(node) são entidades de primeira classe em um banco de dados de grafos e podem ter atributos ou propriedades associadas a eles;
  • Uma única edge table pode unir flexivelmente vários nós em um banco de dados de grafos;
  • Demonstrar a relação de padrões e consultas de navegação de vários saltos facilmente; e
  • Demonstrar o encerramento transitivo de dados e as consultas polimórficas facilmente.

A Figura 1 abaixo apresenta a estrutura básico do SQL Graph Databases e seus principais componentes:

Architecture of SQL Server 2017 Graph Database
Figura 1 – Estrutura básica do SQL Graph Databases.

Analisando a Figura 1 apresentada acima, podemos dizer que um banco de dados na estrutura de grafos é um tipo de banco de dados cujo conceito é baseado em nós e bordas. Este novo tipo de bancos de dados, denominada de grafos, baseiam-se na teoria dos grafos (um grafo é um diagrama de pontos e linhas conectados aos pontos), respeitando a seguinte estrutura:

  1. Os nós representam dados ou entidade e bordas representam conexões entre nós; e
  2. As bordas são propriedades que podem estar relacionadas a nós, essa capacidade nos permite mostrar interações mais complexas e profundas entre os nossos dados.

Elementos básicos

A seguir destaco os elementos básicos que compõem a estrutura do SQL Graph Databases:

Node Table
Representa uma entidade em um esquema de grafos. Sempre que criamos uma tabela de nós, juntamente com as colunas definidas pelo usuário, uma coluna implícita $node _id é criada, o que identifica exclusivamente um determinado nó no banco de dados.

Os valores na coluna $node _id são gerados automaticamente e são uma combinação de object_id dessa tabela de nós e um valor bigint gerado internamente. No entanto, quando a coluna $node _id é selecionada, um valor calculado na forma de uma cadeia de caracteres JSON é exibido.
Além disso, $Node _id é uma coluna pseudo, que mapeia para um nome interno com String hex nele. Quando selecionamos $node _id da tabela, o nome da coluna aparecerá como $node _id_ hex_string.

É recomendável que os usuários criem uma restrição ou índice exclusivo na coluna $node _id no momento da criação da tabela de nós, mas se um não for criado, um índice padrão exclusivo não clusterizado será criado automaticamente.

Edge Table
Como mencionado anteriormente, uma tabela de borda(Edge Table) representa uma relação em um grafos. As bordas são sempre direcionadas e conectam dois nós.

Uma tabela de borda permite que os usuários modelem relacionamentos muitos-para-muitos no grafos, esta mesma tabela pode ou não ter quaisquer atributos definidos pelo usuário.

$Edge _id
A primeira coluna na tabela de borda representa $Edge _id que identifica exclusivamente uma aresta fornecida no banco de dados. O valor da coluna edge_id é gerado com a combinação de object_id da tabela de borda e um valor bigint gerado internamente.

No entanto, quando selecionamos a coluna $Edge _id, ela é exibida como a seqüência de caracteres JSON que é calculada a partir do valor da coluna.

$from _id
Coluna que armazena o $node _id do nó, de onde a borda é originada. Semelhante ao $Edge _id este é também um pseduo e pode ser usado como $from _id no entanto, o nome da coluna inclui Strings hex nele.

$to _id
Armazena o $node _id do nó, no qual a borda termina. Comportamento desta coluna em também como por $Edge _id e $from coluna _id.

Funções

Existem algumas funções adicionadas a linguagem Transact-SQL, que visam ajudar os usuários a extrair informações das colunas geradas. Abaixo estão as funções:

OBJECT_ID_FROM_NODE_ID: Função que permite extrair o object_id de um node_id. Precisamos passar node_id para esta função e ele retornará o object_id, também podemos obter o nome do objeto do object_id.

GRAPH_ID_FROM_NODE_ID: Função que permite extrair o GRAPH_ID de um node_id. Precisamos passar node_id para esta função e ele retornará o object_id.

NODE_ID_FROM_PARTS: Através desta função podemos construir um node_id de um object_id e um graph_id.

OBJECT_ID_FROM_EDGE_ID: Função utilizada para extrair um object_id de um EDGE_ID.

GRAPH_ID_FROM_EDGE_ID: Função utilizada para identificar um GRAPH_ID de EDGE_ID.

EDGE_ID_FROM_PARTS: Função que nos permite identificar o id utilizada entre as conexões de EDGE_ID de object_id e identidade.

Tabelas de Sistemas e Metadados

Sys.Tables – Novas colunas foram adicionadas ao sys.tables para identificar se uma tabela é um nó ou uma borda, conforme apresenta a Tabela 1 abaixo:

Column Name Data Type Description
is_node bit 1 = this is a node table
is_edge bit 1 = this is an edge table

Tabela 1 – Novas colunas adicionadas a system table sys.tables.

Sys.Columns – Novas colunas foram adicionadas ao sys.tables para indicar o tipo da coluna em tabelas de nó e borda, permitindo o relacionamento entre as systems tables sys.columns e sys.tables. A Tabela 2 abaixo apresenta a relação de novas colunas adicionadas a sys.columns:

Column Name Data Type Description
graph_type int Internal column with a set of values.

The values are between 1-8 for graph columns and NULL for others:

1 – GRAPH_ID
2 – GRAPH_ID_COMPUTED
3 – GRAPH_FROM_ID
4 – GRAPH_FROM_OBJ_ID
5 – GRAPH_FROM_ID_COMPUTED
6 – GRAPH_TO_ID
7 – GRAPH_TO_OBJ_ID
8 – GRAPH_TO_ID_COMPUTED

graph_type_desc nvarchar(60) internal column with a set of values

Tabela 2 – Novas colunas adicionadas a system table sys.columns.

Nossa, quanta coisa nova foi adicionado ao Microsoft SQL Server a partir desta nova funcionalidades, como também, diversas mudanças internadas como de costume também foram realizadas no produto afim de possibilitar o uso destas e outras funcionalidades, algo comumente realizado a cada nova versão.

Vamos então conhecer de forma prática o SQL Graph Databases e entender como estes elementos podem ser utilizados através do cenário que estaremos implementando a partir de agora.

Implementando o SQL Graph Databases

Se estamos nos referindo ao um banco de dados de grafos, nada melhor do que representar a estrutura que será utilizada em nosso cenário de exemplo através de um Diagrama conforme ilustra a Figura 2 abaixo:

Figura 2 – Diagrama – Estrutura utilizada para o exemplo.

Os nós são SQL Server, Azure e Windows e segue (bordas) fornecem conexões entre nós. Este modelo de banco de dados não pode ser tratado como uma alternativa a um modelo de banco de dados relacional, mas confrontados com alguns problemas específicos, o modelo de banco de dados em grafos pode ser alternativo e efetivo.

Observações: Se você olhar para o diagrama de perto, talvez você pode projetar este modelo de dados em um banco de dados relacional por junções, mas imagine que se você tiver um monte de nós e bordas, em seguida, quantas junções você vai precisar? Outra consideração importante se relaciona na forma de como este projeto funcionaria? Por esta razão, ao lidar com alguns problemas de negócios, precisamos de um banco de dados representado na teoria de grafos.

Um cenário muito interessante para a adoção de um banco de dados em grafos a ser considerado são meios de comunicação social. Por exemplo, há um monte de ações sociais, cada ação social cria uma marca. Quando combinamos estas marcas, parece uma teia de aranha. O modelo de banco de dados em grafos é ideal para armazenar esse tipo de dados.

Criando o ambiente

Para nossa prática vamos trabalhar com o seguinte ambiente:

  • Database – SQLGraphDatabase;
  • Node Table – Products; e
  • Edge Table – Microsoft.

Vamos começar criando nosso banco de dados e a node table através do Bloco de Código 1 apresentado na sequência:

— Bloco de Código 1 – Criando Banco de Dados e Node Table —

— Criando o Banco de Dados —
Create Database SQLGraphDatabases
Go

— Acessando o Banco de Dados —
Use SQLGraphDatabases
Go

— Criando a Node Table Products —
Create Table Products
(ProductID TinyInt Primary Key,
ProductName Varchar(100)
) As Node
Go

Note que instrução Create Table especificamos ao final da mesma a palavra chave Node, desta forma, o Microsoft SQL Server vai entender que nossa tabela será um nó e posteriormente estará relacionada com no mínimo uma borda.

O próximo passo é realizar a inserção de dados na tabela Products, para isso vamos utilizar o Bloco de Código 2 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 2 – Inserindo dados na Node Table Products —

— Inserindo dados na Node Table Products —
Insert Into Products
Values (1,’SQL Server’),
(2,’Azure’),
(3,’Windows’)
Go

— Consultando os dados —
Select ProductId, ProductName from Products
Go

Você poderá notar que após a execução do comando Select teremos o resultado das três linhas de registros lógicos adicionadas a node table Products apresentados em tela, para que seja possível apresentar toda estrutura da tabela incluindo o $Node_Id, vamos então utilizar um simples e conhecido Select * (técnica não recomendável, mas para este cenário será útil para apresentar de maneira rápida a estrutura da node table Products).

— Apresentando toda estrutura da node table Products e seus respectivos dados —

Select * From Products
Go

A Figura 3 abaixo ilustra o retorno dos dados obtidos após a execução do Select acima:

Figura 3 – Estrutura da node table Products, incluindo $Node_ID e dados.

Continuando a nossa caminhada, vamos agora criar nossa tabela borda (edge table) denominada Microsoft, sendo esta o elemento utilizado para estabelecer as ligações entre os dados da node table para com a edge table, desta forma utilizaremos o Bloco de Código 3 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 3 – Criando a Edge Table Microsoft —

— Criando a Edge Table Microsoft —
Create Table Microsoft As Edge
Go

— Consultando a estrutura da Edge Table Microsoft —
Select * from Microsoft
Go

Pronto nossa tabela borda esta criada, nosso penúltimo passo será adicionar os dados oriundos da node table Products, estabelecem assim as relações entre ambos os elementos, para tal procedimentos utilizaremos o Bloco de Código 4 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 4 – Inserindo os dados na Edge Table Microsoft —

— Azure com SQL Server —
Insert Into Microsoft ($from_id , $to_id )
Values ((Select $node_id from Products where ProductId=2),
(Select $node_id from Products where ProductId=1))
Go

— Windows com SQL Server —
Insert Into Microsoft ($from_id ,$to_id )
Values ((Select $node_id from Products where ProductId=3),
(Select $node_id from Products where ProductId=1))
Go

— Windows com Azure —
Insert Into Microsoft ($from_id ,$to_id )
Values ((Select $node_id from Products where ProductId=3),
(Select $node_id from Products where ProductId=2))
Go

— Consultando os dados inseridos na Edge Table Microsoft —
Select * from Microsoft
Go

Muito bom, acabamos de estabelecer as ligações entre nossa node table e a edge table, note que para realizar este vinculo entre os dados oriundas da node table Products para a edge table Microsoft, utilizamos os valores da coluna ProductID existente na tabela de Products, como elemente chave a ser inserido nas colunas $from_id e $to_id no momento da criação da edge table Microsoft.

Figura 4 a seguir ilustra os dados inseridos na edge table Microsoft e apresentados no formato de string JSON:

Figura 4 – Dados inseridos na edge Table Microsoft.

Agora falta muito pouco e chegamos ao último passo que consiste justamente em identificar as conexões estabelecidas com base no Bloco de Código 4 processado anteriormente, onde através da nova função Match() em conjunto com seus operadores ‘-‘ ou ‘->’ podemos definir o caminho para encontrar os dados respeitando a estrutura de nós e bordas. Para tal procedimento executaremos o Bloco de Código 5 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 5 – Identificando as conexões entre os dados —

— Utilizando a função Match(), encontrando as conexões do ProductName = Azure —
Select Concat(Products.ProductName,’ –> ‘, ProductsDetails.ProductName) As Connections
From Products, Microsoft, Products ProductsDetails
Where Match(Products-(Microsoft)->ProductsDetails)
And Products.ProductName = ‘Azure’
Go

— Utilizando a função Match(), encontrando as conexões do ProductName = Windows —
Select Concat(Products.ProductName,’ –> ‘, ProductsDetails.ProductName) As Connections
From Products, Microsoft, Products ProductsDetails
Where Match(Products-(Microsoft)->ProductsDetails)
And Products.ProductName = ‘Windows’
Go

Após a execução do Bloco de Código 5 apresentado anteriormente o Management Studio deverá retornar um resultado similar ao apresentado pela Figura 5 abaixo:

Figura 5 – Conexões de dados estabelecidas com base nas colunas $from_id  e $to_id.

Incrível, chegamos ao final de mais um post da sessão Dica do Mês, tenho a certeza que você gostou do conteúdo apresentado hoje neste post.

Vale ressaltar que alguns pontos não foram abordados neste post, dentre eles como utilizar um índice clusterizado ou não clusterizado, como também, a maneira que uma Node Table e Edge Table são apresentadas na estrutura de um banco de dados através do Management Studio.

No que diz respeito ao novo modelo de banco de dados, tenha a certeza que a minha missão foi cumprida, principalmente no entendimento de como esta uma nova forma de representação baseada em grafos poderá nos ajudar a estabelecer uma nova técnica de relacionamento entre nossas tabelas e seus respectivos dados, indo muito além dos tradicionais conceitos dentre eles: chaves primárias e estrangeiras, caminhando para uma nova proposta com base no conceito de relacionamento lógico de dados.

Antes de encerrarmos, gostaria de contar com a sua participação neste post, respondendo a enquete abaixo:


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/graphs/sql-graph-sample

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/graphs/sql-graph-architecture

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/graphs/sql-graph-overview

https://www.red-gate.com/simple-talk/sql/sql-development/sql-server-graph-databases-part-1-introduction/

https://www.sqlshack.com/implement-graph-database-sql-server-2017/

https://www.mssqltips.com/sqlservertip/4883/sql-server-2017-graph-database-example/

 

Posts Anteriores

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/24/dicadomes-sqlservertoolsuiteintroduction/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/01/dicadomessql2017novascolunasinternas/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/08/26/dica-do-mes-simulando-a-insercao-de-uma-massa-de-dados-aleatoria/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/05/23/conhecendo-e-aplicando-o-uso-de-atualizacao-de-estatisticas-incrementais/

Conclusão

Neste post, conhecemos um pouco sobre este novo recursos SQL Graph Databases implementado a partir da versão 2017 do Microsoft SQL Server.

O SQL Server Graph é um recurso fantástico que nos permite implementar dentro da mesma estrutura de banco de dados existente no Microsoft SQL Server dois modelos de relacionamento de dados totalmente diferentes.  Através desta arquitetura híbrida temos a capacidade de utilizar recursos do mecanismo do SQL Server com um banco de dados na estrutura de grafos de maneira muito similar para não se dizer parecida com os recursos aplicados no modelo relacional, com base, na linguagem Transact-SQL nos dando todo suporte a consultas para este novo formato.

O banco de dados baseados na estrutura de grafos (SQL Graph Databases) apresentam como toda nova tecnologia algumas limitações técnicas neste momento, que tendem nas próximas versões do produto evoluírem ou até mesmo deixar de existir, algo que neste momento não podem ser consideradas limitações que impossibilitem a sua adoção ou uso em novos projetos de bancos de dados, como também, não se tornem  limitações a outros recursos excepcionais no existentes no Microsoft SQL Server 2017, mesmo assim podemos reconhecer que este novo modelo de banco de dados, pode ser considerada uma tecnologia convincente e promissora.

Agradecimentos

Agradeço a você por sua atenção e visita ao meu blog. Fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Um forte abraço, nos encontramos no próximo post a ser publicado no mês de abril.

Viva o Microsoft SQL Server 2017 e suas novas funcionalidades…

Um forte abraço, sucesso e até o próximo post.

Azure for Students anunciada pela Microsoft


A Microsoft anunciou no último dia 05/03 o Azure for Students. Desenvolvido para o uso da nuvem, com os estudantes em mente, ele oferece aos alunos verificados acesso total a mais de 25 produtos Azure gratuitos, além de crédito de US$ 100 para uso em produtos pagos, sem exigência de cartão de crédito.

O Azure for Students faz parte do crescente compromisso da Microsoft com a Educação, tanto na nuvem quanto na sala de aula STEM (“Science, Technology, Engineering and Mathematics”, ou Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática, em português).

Microsoft anuncia o Azure for Students

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Para maiores informações, acesse: https://azure.microsoft.com/pt-br/free/students/

Fontes e Direitos Autorais: 

Microsoft inicia teste com Visual Studio 2017 v15.6 Preview


Agora que a versão 15.5 do Visual Studio 2017 está disponível oficialmente, a Microsoft já iniciou os testes da próxima atualização com o Visual Studio 2017 v15.6 Preview.

O Visual Studio 2017 foi lançado em 7 de março pela empresa.

Novidades no Visual Studio 2017 v15.6 Preview

De acordo com o anúncio publicado pela Microsoft no blog do Visual Studio, o Visual Studio 2017 v15.6 Preview traz melhorias com foco na produtividade, novos recursos e outras novidades.

Nesta versão Preview a ferramenta CPU Usage agora destaca a linha de código com base no uso de CPU. Com isso ficou mais fácil determinar quais linhas são responsáveis por um aumento repentino no uso de CPU, por exemplo:

Microsoft Visual Studio 2017 v15.6 Preview
Nesta versão Preview a ferramenta CPU Usage agora destaca a linha de código com base no uso de CPU. Com isso ficou mais fácil determinar quais linhas são responsáveis por um aumento repentino no uso de CPU, por exemplo

Com o Visual Studio 2017 v15.6 Preview agora você pode criar projetos CMake. Esta versão também adiciona suporte para o Android NDK r15c:

O Team Explorer recebeu melhorias na funcionalidade Git tags e o IntelliSense para Python não requer mais um banco de dados para conclusão.

A lista com todas as novidades nesta versão pode ser vista no post com o anúncio da Microsoft.

Desenvolvedores interessados podem fazer o download do Visual Studio 2017 v15.6 Preview aqui.

Fontes e Direitos Autorais: The Visual Studio Blog – 07/12/2017 –https://blogs.msdn.microsoft.com/visualstudio/2017/12/07/visual-studio-2017-version-15-6-preview/

Material de Apoio – Julho 2016


Hoje é sexta – feira, sexta – feira….. Graças a deus.

Salve galera, bom dia, Tudo bem?

E ai, mês de Julho, férias para boa parte dos estudantes, professores e demais profissionais relacionados a área de educação, assim como eu também. Espero que todos estejam aproveitando este justo e necessário período de descanso, pois muitos pensam que a vida acadêmica é fácil, tranquila e estável, mas posso dizer que não é bem assim.

Pois bem, como você deve ter percebido este é mais um post da sessão Material de Apoio, que a partir deste ano esta sendo publicada a cada três meses. Para você que ainda não conhece esta sessão, ela é uma das mais antigas do meu blog, tendo atualmente mais de 140 posts exclusivos, tendo como objetivo principal compartilhar os códigos de exemplo e scripts existentes em minha biblioteca pessoal de scripts dedicados ao SQL Server desde a versão 7 isso lá nos anos 2000.

Caso você queira acessar os últimos posts, utilize os links apresentados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/04/20/material-de-apoio-abril-2016

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/01/18/material-de-apoio-janeiro-2016/

Seguindo em frente, no post de hoje vou compartilhar com vocês alguns scripts que utilizei recentemente com os meus alunos da Fatec São Roque na Disciplina de Banco de Dados II, dentre os quais destaco:

  • Comando Merge;
  • Comando Begin Catch;
  • Comando Begin Try;
  • Comando Begin Transaction;
  • Comando Commit;
  • Comando Rollback;
  • Comando Print;
  • Common Table Expression;
  • Função de Ranking – Dense_Rank();
  • Função de Ranking – NTile()
  • Função de Ranking – Rank();
  • Função de Ranking – Row_Number();
  • Ordenação de Dados;
  • Operador And;
  • Operador Between; e
  • Operador Is Not Null.

    Como de costume gosto de destacar que todos estes arquivos são fruto do trabalho realizado como DBA desde 2000, bem como, a pesquisa e coleta de informações através da internet, onde grande parte do conhecimento aqui compartilhado também é obtido através da  colaboração de seus autores, grande profissionais nacionais e internacionais como reconhecidos especialistas nas áreas de:

    • Modelagem de Dados;
    • Engenharia de Banco de Dados;
    • Engenharia de Softwares e Processos;
    • Banco de Dados;
    • Servidores;
    • Alta Disponibilidade;
    • Desenvolvimento; e
    • Migração e Contingência de Dados.

      Obseravação: Toda e qualquer informação, código, exemplo e lógica utilizada nestes scripts foi aplicada em um determinado cenário, situação ou necessidade, o que em muitos casos talvez não se aplica a sua necessidade mas pode ser útil como material de consulta ou aprendizado.

      Além disso, todos os arquivos estão renomeados tendo ao final do seu nome a extensão .doc acrescido, isto se torna necessário para garantir a compatibilidade com a plataforma do WordPress.com.

      Vale ressaltar que após o seu download será necessário remover esta extensão mantendo a extensão .sql padrão para arquivos do script do SQL Server.

A seguir a relação de scripts:

Exemplo 1 – Utilizando a função Raiserror.sql

Exemplo 2 – Utilizando o Comando Merge.sql

Exemplo 3 – Utilizando o comando Merge + Insert + Update.sql

Exemplo 4 – Utilizando o comando Begin Try.. Begin Catch + Transaction + Print para apresentar mensagem.sql

Exemplo 5 – Trabalhando com função de Ranking.sql

Exemplo 6 – Trabalhando com função de Ranking-2.sql


Legal, chegamos ao final de mais um post, fique a vontade para compartilhar com seus contatos, não deixe de enviar seus comentários, críticas, dicas ou sugestões.

Mais uma vez obrigado por sua visita, por seu interesse e participação.

Uma ótima sexta – feira e bom final de semana.

Abraços.

Microsoft promove campanha A Hora do Código


A Semana de Educação em Ciência da Computação começa nesta segunda-feira, 7, e a Microsoft dá continuidade à terceira edição da campanha A Hora do Código, que utiliza a linguagem de blocos para ensinar estudantes e professores a programar gratuitamente.

A iniciativa faz parte do YouthSpark, projeto da Microsoft destinado a gerar oportunidades de emprego e apoiar o empreendedorismo.

Microsoft promove campanha A Hora do Código

Microsoft promove campanha A Hora do Código

De hoje a 13 de dezembro, a Microsoft pretende realizar pelo menos 100 mil eventos em mais de 50 países para ensinar mais de 250 mil jovens a programar em workshops online. O objetivo é que os jovens aprendam fundamentos básicos de informática e os conceitos utilizados para fazer aplicativos, conhecimentos essenciais para profissionais do século 21. Apenas nesta semana, a companhia pretende alcançar dez milhões de jovens, número que crescerá até o fim do ano.

O CEO da Microsoft, Satya Nadella, participou do lançamento oficial da campanha A Hora do Código na escola Rainier View, em Seattle. Satya interagiu com estudantes enquanto eles utilizavam o tutorial de codificação baseado no jogo “Minecraft” – game que conta com mais de 100 milhões de jogadores em todo o mundo – para aprender conceitos básicos de programação dentro de um ambiente popular e divertido. O tutorial está disponível em todo o mundo, com versão em português para os brasileiros.

No Brasil, o Instituto Neymar Jr, já parceiro da iniciativa, proporcionará a crianças atendidas pelo projeto no litoral paulista a oportunidade de construir seu primeiro aplicativo, receber um certificado on-line e descobrir uma nova possibilidade de carreira. Outras organizações não governamentais também participarão da campanha. Entre elas estão a ATN (Associação Telecentro de Informação e Negócios), de Brasília, e o CDI (Comitê para Democratização da Informática), que promoverá workshops em parceria com quatro instituições do programa Recode em Comunidades, no Rio de Janeiro.

Professores brasileiros também têm inovado ao incluir novas tecnologias em seus planos didáticos. Ângelo Costa, professor de programação na escola MadCode e no Colégio Santa Cruz, de São Paulo, utiliza as ferramentas Kodu e Minecraft no ensino de diferentes formas de criar e aplicar a tecnologia no conteúdo visto na sala de aula. Alessandra Buriti, Professora de Tecnologia Educacional na Escola Visconde de Porto Seguro, foi uma das participantes do #EuPossoProgramar e incentiva seus alunos a aprenderem mais com a iniciativa. E há outras iniciativas de professores que você pode conferir aqui.

A campanha A Hora do Código faz parte da iniciativa Eu Posso Programar, que têm o intuito de universalizar o acesso à codificação e estimular o desenvolvimento do raciocínio lógico, a habilidade na resolução de problemas e a criatividade, alavancando inovação e oportunidades de empregabilidade e empreendedorismo.

Mais de 100 milhões de estudantes de 180 países e 40 idiomas participaram da campanha A Hora do Código, incluindo um em cada três alunos de escolas norte-americanas. Só no Brasil, 1.236.527 estudantes já participaram da campanha.

A última edição do #EuPossoProgramar aconteceu em outubro passado. Na ocasião, o Secretário Nacional da Juventude da Presidência da República, Gabriel Medina, esteve na ONG Ação Social Planalto (ASP), onde crianças fizeram o curso e receberam certificados.

Os conteúdos estão disponíveis no site www.eupossoprogramar.com e fazem parte da terceira edição da campanha A Hora do Código. O tutorial do Minecraft foi desenvolvido pelos designers do jogo em parceria com a Code.org – idealizadora do evento – e já foi utilizado mais de 2,4 milhões de vezes desde o lançamento.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – Sid Vicious @ 7 dez 2015 | 6:35 pm