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Dica do Mês – Comando Restore Database Page – Restaurando páginas de dados de uma tabela no Microsoft SQL Server


Olá boa tarde, que surpresa te encontrar mais uma vez no meu blog, caso esta seja a sua primeira vez, fico mais feliz ainda, seja muito bem vindo.

Este é mais um post da sessão Dica do Mês, sessão dedicada a compartilhar bimestralmente dicas, novidades, curiosidades e demais assuntos, conteúdos e informações relacionadas ao Microsoft SQL Server, Banco de Dados e Tecnologias de Banco de Dados.

No post de hoje, quero compartilhar com vocês uma das funcionalidades adicionadas ao Microsoft SQL Server a partir da versão 2016 e que recentemente acabei conhecendo com um pouco mais. 

Funcionalidade que trouxe um grande salto de qualidade ao produto, ainda mais se levarmos em consideração sua praticidade e simplicidade de uso.

Como você já pode notar no título deste post, estou me referindo a nova capacidade de recuperação de dados através do comando Restore Database em conjunto com a opção Page.

Pois bem, sem mais delongas, vamos em frente, vou tentar mitigar a sua curiosidade e ao mesmo também satisfazer os meus objetivos. Sendo assim, seja bem vindo ao post – Dica do Mês – Comando Restore Database Page – Restaurando páginas de dados de uma tabela no Microsoft SQL Server.


Introdução

Umas das tarefas mais ingratas para qualquer profissional de tecnologia, principalmente aqueles que estão diretamente relacionadas as tarefas de administração, retenção e armazenamento de dados se relaciona ao momento em que nossos ambientes começam apresentam comportamentos fora do comum ou até mesmo instabilidades. 

Quem nunca se deparou com este tipo de situação! Eu por diversas vezes passei por isso nesta minha longa estrada da vida na área de tecnologia da informação.

Mas não somente isso é importante, algo muito maior e mais preocupante podemos enfrentar, o tão temido momento de restauração de um banco de dados o chamado Restore Database, imagina então você ter que recuperar uma parte específica de uma tabela ou índice que de uma hora para outra começou a apresentar falhas e simplesmente tornou-se inacessível.

Foi justamente com base neste tipo de cenário, que o time de engenheiros da Microsoft dedicados no desenvolvimento do Microsoft SQL Server adicionaram no comando Restore Database e também no interface gráfica do Management Studio a capacidade de verificar a integridade física e lógica de uma ou mais páginas de dados, como também, a possibilidade de realizar sua restauração.

Até aqui tranquilo, nada de novidade, vamos então seguir em frente e conhecer a opção Page existente no comando Restore Database.

Tabelas e Índices

As tabelas são o coração do Microsoft SQL Server e do modelo relacional em geral, pois é onde o dado é armazenado. Cada instância de um dado na tabela representa uma entidade simples ou registro (formalmente chamado de tupla). A maioria das tabelas serão relacionadas entre si. Por exemplo: A tabela Clientes possuí um identificador único CodigoCliente que é usado como chave estrangeira no relacionamento com a tabela Pedido.

As tabelas devem ser modeladas de acordo com a teoria de banco de dados relacionais, respeitando as formas normais.

Ao criarmos nossas tabelas e índices, estamos criando internamente estrutura responsáveis em armazenar em tempo real nossos dados em áreas físicas das unidades de armazenamento de dados.

Não vou me aprofundar nos conceitos relacionados a páginas de dados, pois este não é objetivo deste post, mas sim de destacar como a Restore Database Page é importante, sua finalidade e forma de uso.

Restore Database Page

Seu objetivo é possibilitar a restauração de uma página de dados danificada sem restaurar todo o banco de dados, muito menos provocar qualquer tipo de impacto ou instabilidade no acesso aos dados após sua resturaçao.

Normalmente, as páginas que são candidatos para restauração foram marcadas como “suspeita” devido a um erro que é encontrado ao acessar a página.

As páginas suspeitas são identificadas na tabela suspect_pages no banco de dados msdb.  

Avançando mais um pouco, neste momento, já temos uma noção dos elementos básicos: Tabelas e Índices, sabemos também da estrutura que as compõem chamada de páginas de dados e de que forma estas estruturas são controladas e gerenciadas, agora vamos construir nosso cenário de testes que justamente vai nos permitir ter a visão completa de toda esta estrutura e como poderemos realizar os procedimentos de sobrescrever uma página de dados e posteriormente realizar sua restauração.

Nosso ambiente

Como de costume vamos utilizar um ambiente isolado dos demais bancos de dados que você possa conter, desta maneira nosso cenário será constituído dos seguintes elementos:

  • Banco de Dados:  RestoreDatabasePage;
  • Database Recovery Model: Full;
  • Database Page_Verify: CheckSum;
  • Tabela: TabelaCorrompida; e
  • Índice Clusterizado: Ind_TabelaCorrompida_Codigo. 

Criando o ambiente

Através do Bloco de Código 1 apresentado abaixo, vamos realizar a criação dos respectivos elementos destacados anteriormente:

— Bloco de Código 1 – Criação do Ambiente —

— Criando o Banco de Dados —
Create Database RestoreDatabasePage
Go

— Acessando —
Use RestoreDatabasePage
Go

— Criando a TabelaCorrompida —
Create Table TabelaCorrompida
(Codigo Int Identity(0,2),
ValorGUID UniqueIdentifier,
ValorRandomico BigInt,
ColunaGrande Char(100) Default ‘TC’)
Go

— Criando o Índice Clusterizado na TabelaCorrompida —
Create Clustered Index Ind_TabelaCorrompida_Codigo On TabelaCorrompida(Codigo)
Go

Como nossa estrutura base pronta, chegou a hora de popular nossa tabela realizando o processo de inserção de uma aleatória massa de dados em nossa tabela, para tal, vamos utilizar o Bloco de Código 2 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 2 – Populando a TabelaCorrompida —
— Desabilitando a contagem de linhas processadas —
Set NoCount On
Go

— Declarando a variável de controle @Contador —
Declare @Contador Int = 0

— Abrindo bloco de transação Trans1 —
Begin Transaction Trans1

While @Contador <= 132768
Begin

Insert Into TabelaCorrompida(ValorGUID, ValorRandomico)
Values (NewId(), ABS(CHECKSUM(Rand()* 200000000)))

Set @Contador += 2
End

— Confirmando e encerrando o bloco de transação Trans1 —
Commit Transaction Trans1
Go

Observação: Note que estou fazendo uso dos comandos Begin Transaction e Commit Transaction, como forma de controle e adoção de transações explícita, sendo assim, estou informando o Microsoft SQL Server quando a transação começa e deverá ser obrigatoriamente encerrada, além disso, estou evitando e isolando o processo de inserção de dados de qualquer possibilidade de bloqueio.

Neste momento, nossa tabela já esta populada “abastecida de dados”, com um total fixo de 66385 linhas de dados, denominados tecnicamente como registros lógicos.

Vamos caminhar mais um pouco, antes de realizarmos o processo de consultar a estrutura de nossas páginas de dados e posteriormente forçar sua reescrita, vamos realizar um procedimento de backup database de nosso banco de dados, procedimento importante para garantir e possibilitar a restauração das páginas, para tal utilizaremos o Bloco de Código 3 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 3 – Backup Database —
Backup Database RestoreDatabasePage
To Disk = ‘S:\MSSQL-2017\Backup\RestoreDatabasePage-Backup-Full.bak’  — Troque para sua                                                                                                                                              unidade de disco
With Compression,
NoFormat,
Init,
Stats=10
Go

Pronto, nosso backup já esta realizado, estamos prontos e preparados para começar a brincadeira, nosso próximo passo será obter a relação das páginas de dados que forma nossa TabelaCorrompida, para isso, vamos utilizar a não documentada function sys.fn_PhysLocFormatter, solicitando ao Microsoft SQL Server a apresentação das 100 primeiras páginas de dados da nossa tabela, conforme apresenta o Bloco de Código 4:

— Bloco de Código 4 – Obtenção a relação das páginas de dados da TabelaCorrompida —
Select TOP 100 sys.fn_PhysLocFormatter(%%physloc%%) PageId,
*
FROM TabelaCorrompida
Go

A Figura 1 apresentada a seguir ilustra o resultado obtido após a execução do Bloco de Código 4:
Figura 1 – Relação das páginas de dados e seus respectivos dados.

Legal, esta ficando interessante esta brincadeira, por enquanto sem nenhum perigo!

Para que possamos realizar o processo de reescrita de uma ou mais páginas de dados, vou selecionar duas páginas (256 e 258) e seus valores para utilizar em nosso cenário, conforme a Tabela 1 apresentada abaixo:

PageID Codigo ValorGuid
(1:256:10) 20 6460AAB3-AD12-47BB-B179-8C1930B1A287
(1:258:1) 120 AEF17F9D-D838-4FEF-B723-CA3658D03319

Tabela 1 – Relação de páginas de dados e valores que iremos utilizar.

Já sabemos com quais estruturas vamos fazer o processo de reescrever suas estruturas, devemos então preparar nosso banco de dados para que nos possibilite a realização desta tarefa, desta forma, utilizaremos o Bloco de Código 5, apresentado abaixo:

— Bloco de Código 5 — Alterando a forma de acesso do banco de dados RestoreDatabasePage —

— Preparando-se para corromper a estrutura de páginas —
Use Master
Go

— Limitando a conexão do Banco de Dados para Single_User —
Alter Database RestoreDatabasePage
Set Single_User
With Rollback Immediate
Go

Ótimo, acabamos de limitar o acesso físico e lógico do nossa banco de dados para Single_User, desta forma, nenhuma outra conexão ou solicitação de acesso será permitida ao mesmo, neste momento temos acesso único e exclusivo.

O passo seguinte, consiste na consulta da estrutura da página de dados 256 e posteriormente na procura do valor 6460AAB3-AD12-47BB-B179-8C1930B1A287 armazenado no Slot 10, vamos então executar o Bloco de Código 6, apresentado abaixo:

— Bloco de Código 6 — Obtendo as informações sobre a página de dados 256 e pesquisando valor 6460AAB3-AD12-47BB-B179-8C1930B1A287 —

Para que possamos obter as informações de retorno apresentadas pelos comandos DBCC – Database Command Console, precisamos fazer uso do comando Dbcc TraceOn ativando a Trace Flag 3604 que orienta e informa ao Microsoft SQL Server que o mesmo deverá apresentar logo após a execução dos comandos DBCCs seus respectivos resultados.

— Obtendo informações sobre os slots de alocação de dados —
Dbcc TraceOn (3604)
Go

Seguindo nossa caminhada, vamos utilizar o comando DBCC Page, comando que vai nos possibilitar obter o conjunto de informações internas que formam a estrutura da nossa tabela, neste caso, vamos buscar toda estrutura da página de dados de número 256.

— Procurando valor 6460AAB3-AD12-47BB-B179-8C1930B1A287 e guardar slots —
Dbcc Page (‘RestoreDatabasePage’, 1, 256, 3);
Go

A Figura 2 apresentada abaixo, ilustra uma parte da estrutura interna da página de dados 256, apresentando sua área de buffer e page hearder:
Figura 2 – Estrutura interna da página de dados 256.

Pois bem, precisamos agora procurar o valor 6460AAB3-AD12-47BB-B179-8C1930B1A287 dentro da área de dados desta mesma página, afim de encontramos o refiro Slot 10 que armazena este dado.

Para que possamos encontrar o referido valor clique na guia de mensagens do Management Studio e preciso posteriormente a tecla de atalho CTRL + F, informando o valor na campo de busca.

A Figura 3 ilustra o 6460AAB3-AD12-47BB-B179-8C1930B1A287 localizado na estrutura interna da página de dados 256:
Figura 3 – Valor 6460AAB3-AD12-47BB-B179-8C1930B1A287 localizado.

O mesmo procedimento deverá ser feito para página 258 referente ao código 120 e ValorGuid AEF17F9D-D838-4FEF-B723-CA3658D03319.

Além disso, recomendo que você anote as informações referente OffSet e Length de dados valor pesquisado em sua referida página, pois ambos serão utilizado no procedimento de reescrita, mas como eu sou bonzinho, a Tabela 2 apresentada abaixo destaca estes valores:

Collumn Offset Length ValorGuid
2 0x8 16 6460aab3-ad12-47bb-b179-8c1930b1a287
2 0x8 16 AEF17F9D-D838-4FEF-B723-CA3658D03319

Tabela 2 – Informações sobre Offset e Length dos respectivos ValorGuid.

Agora chegou a tão esperada hora de suar o barraco (kkkk), não é bem assim, mas chegou o momento de reescrevermos a estrutura das páginas de dados: 256 e 258, através do comando DBCC WritePage declarado no Bloco de Código 7 apresentado na abaixo:

— Reescrevendo a página de dados 256 no OffSet 0x8 —
Dbcc WritePage (‘RestoreDatabasePage’, 1, 256, 8, 16, 0x00000000000000000000000000000001, 1)
Go

— Reescrevendo a página de dados 256 no OffSet 0x8 —
Dbcc WritePage (‘RestoreDatabasePage’, 1, 258, 8, 16, 0x00000000000000000000000000000001, 1)
Go

Se você conseguiu realizar o processamento destes dois comandos DBCC WritePage, isso significa que neste momento as páginas de dados 256 e 258 estão apresentando inconsistência em suas estruturas, algo que podemos comprovar através da execução do Bloco de Código 8, apresentado abaixo:

— Bloco de Código 8 – Verificando a Integridade da TabelaCorrompida —
— Alterando o acesso ao Banco de Dados para Multi_User —
Alter Database RestoreDatabasePage
Set Multi_User
Go

— Realizar testes de integridade consultando dados na TabelaCorrompida —
Use RestoreDatabasePage
Go

Select Count(Codigo) From TabelaCorrompida
Go

Ao realizarmos o comando Select Count() para tentarmos contar a quantidade de linhas de registros existentes na TabelaCorrompida, o Management Studio nos retorna a seguinte mensagem de erro:
Msg 824, Level 24, State 2, Line 162
SQL Server detected a logical consistency-based I/O error: incorrect checksum (expected: 0x4bd220eb; actual: 0xcb53a034). It occurred during a read of page (1:256) in database ID 11 at offset 0x00000000200000 in file ‘S:\MSSQL-2017\Data\RestoreDatabasePage.mdf’. Additional messages in the SQL Server error log or operating system error log may provide more detail. This is a severe error condition that threatens database integrity and must be corrected immediately. Complete a full database consistency check (DBCC CHECKDB). This error can be caused by many factors; for more information, see SQL Server Books Online.

Vamos avançar mais ainda, estamos nos aproximando do final deste post, agora que nosso ambiente esta danificado podemos fazer uso da opção Page existente no comando Restore Database que vai nos permitir restaurar a estrutura física e lógica da nossa tabela, sendo assim, vamos utilizar o Bloco de Código 9, apresentado abaixo:

— Bloco de Código 9 – Iniciando o processo de restauração e recuperação das páginas de dados —
— Realizando a Restauração das Páginas de Dados —
Use Master
Go

— Restore Database Page —
Restore Database RestoreDatabasePage
PAGE=’1:256, 1:258′ — Informando os números de páginas
From Disk = N’S:\MSSQL-2017\Backup\RestoreDatabasePage-Backup-Full.bak’
With File = 1, — Especificando o arquivo de dados
NoRecovery, — Não liberando o banco para acesso
Stats = 10
Go

 

Perfeito, realizamos o procedimento se restauração das páginas de dados 256 e 258 sem restaurar toda estrutura do nosso banco, agora podemos realizar um novo teste e verificar se a a estrutura da nossa TabelaCorrompida encontra-se funcional, conforme apresenta o Bloco de Código 10 a seguir:

— Bloco de Código 10 — Realizando um novo teste de integridade consultando dados na TabelaCorrompida —
Use RestoreDatabasePage
Go

Select Count(Codigo) From TabelaCorrompida
Where Codigo Not Between 20 And 120
Go

E para nossa surpresa o Management Studio retornou mais uma vez outra mensagem de erro:
Msg 829, Level 21, State 1, Line 186
Database ID 11, Page (1:256) is marked RestorePending, which may indicate disk corruption. To recover from this state, perform a restore.

Esta mensagem nos informa que não podemos realizar o acesso a TabelaCorrompida pois neste momento a página 256 esta marcado como pendente de restauração, este é um comportamento normal apresentado pelo SQL Server, pois o mesmo depende da realização de um backup de log e posteriormente da restauração (conhecido como Tail Log) para realizar a limpeza e desmarcar esta página de dados como pendente.

Para tal procedimento, utilizaremos o Bloco de Código 11, apresentado abaixo:

— Bloco de Código 11 — Realizando Backup Log e Restore Log (Tail Log) —
— Backupear o Log e Restaura para Liberar páginas marcadas como pendentes —
Use Master
Go

Backup Log RestoreDatabasePage
To Disk = ‘S:\MSSQL-2017\Backup\RestoreDatabasePage-Backup-Log.bak’
With NoFormat,
Init,
Name = N’RestoreDatabasePage-Backup-Log’,
Stats=10
Go

— Restaurar Log —
Restore Log RestoreDatabasePage
From Disk = ‘S:\MSSQL-2017\Backup\RestoreDatabasePage-Backup-Log.bak’
With Recovery,
Replace,
Stats = 10
Go

Acredito que o procedimento de Backup Log e Restore Log tenha ocorrido normalmente, basta agora realizar o último teste de acesso a TabelaCorrompida para poder consultar todos os dados armazenados na mesma, conforme apresenta o Bloco de Código 12:

— Bloco de Código 12 — Realizar último teste de integridade consultando dados na TabelaCorrompida —
Use RestoreDatabasePage
Go

A Figura 4 apresentada abaixo ilustra a massa de dados existente na TabelaCorrompida, após o procedimento de restauração e recuperação das páginas de dados: 256 e 258.
Figura 4 – Relação de dados existentes na TabelaCorrompida, recuperados após o procedimento de Restore Database Page.

— Obtendo a quantidade de registros armazenados na TabelaCorrompida —
Select Parcial=(Select Count(Codigo) From TabelaCorrompida Where Codigo Not In (20,120)),
Geral=(Select Count(Codigo) From TabelaCorrompida)
Go

Show de bola, muito bom, conseguimos, seguimos todos os passos desde a criação do nosso ambiente, inserção de dados, identificação das páginas e suas estrutura, reescrita na estrutura das páginas e o tão esperado procedimento de restauração.

Com isso chegamos ao final de mais um post da sessão Dica do Mês, antes de encerrarmos, gostaria de contar com a sua participação neste post, respondendo a enquete abaixo:


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/backup-restore/restore-pages-sql-server?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/restore-statements-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/backup-transact-sql

https://www.mssqltips.com/sqlservertip/1925/how-to-use-the-sql-server-sysfnphyslocformatter-undocumented-function/

https://blogs.msdn.microsoft.com/fcatae/2016/04/12/dbcc-page/

https://docs.microsoft.com/pt-br/sql/t-sql/database-console-commands/dbcc-transact-sql

http://www.sqlskills.com/BLOGS/PAUL/post/SQL-Server-2008-New-%28undocumented%29-physical-row-locator-function.aspx

https://blogs.msdn.microsoft.com/sqlserverstorageengine/2006/12/13/more-undocumented-fun-dbcc-ind-dbcc-page-and-off-row-columns/

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/database-console-commands/dbcc-checkdb-transact-sql

Posts Anteriores

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/07/26/dica-do-mes-ocultando-uma-instancia-em-execucao-do-microsoft-sql-server/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/25/dica-do-mes-sql-operations-studio-view-as-chart/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/03/14/dica-do-mes-microsoft-sql-server-2017-sql-graph-databases/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/24/dicadomes-sqlservertoolsuiteintroduction/

Conclusão

Como já destaquei em outros posts, a cada nova versão, atualização e correção a Microsoft transforma o SQL Server em um produto surpreende, ainda mais na sua capacidade e versatilidade de permitir aos profissionais de tecnologia, administradores de bancos de dados, programadores, entre outros, utilizar recursos nativo e também os não documentados oficialmente como um elemento capaz de se superar e sobreviver a  inúmeras falhas ou situações de perdas de dados.

No post de hoje, mais uma vez este foi constatado, a possibilidade através do comando DBCC Page de se obter informações sobre as páginas de dados, o comando DBCC WritePage (muito cuidado com ele) sensacional na sua funcionalidade em permitir uma reescrita de dados na estrutura das páginas que formam uma tabela, e principalmente a não documentada function sys.fn_physLocFormatter que de forma simples, fácil e confiável nos apresenta a distribuição de páginas de dados que compõem nossas tabelas em conjunto com os respectivos slots que armazenam nosso dados.

Acredito que você tenha conseguido entender e observar como consultamos a estrutura de páginas, a forma que alteramos seu conteúdo forçando uma reescrita de dados e depois como conseguimos através do comando Restore Database Page recuperar estas áreas.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, produto tão fascinante que a cada dia eu não consigo deixar de querer estudar e conhecer mais ainda.

Agradecimentos

Agradeço a você por sua atenção e visita ao meu blog. Fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Nos encontramos no próximo post da sessão Dica do Mês a ser publicado no mês de dezembro.

Um forte abraço, sucesso, até mais…

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Short Scripts – Setembro 2018


Buenos dias, bom dia, comunidade….

E ai como passaram os últimos meses?

Pergunto isso, devido ao post anterior desta sessão ter sido publicado no mês de maio, posso imaginar que neste intervalo de tempo nossas vidas apresentaram inúmeras situações, espero que todas possam ter sido dentro do possível boas, assim como a minha, e se caso venha a existir algo mais espinhoso, que você possa ter superado.

Seguindo em frente, que alegria poder te encontrar em mais um post da sessão Short Scripts, uma das sessões mais recentes do meu blog que esta alçando a marca de 34 posts publicados trimestralmente.

Mantendo a tradição estou retornando com mais um conjunto de “pequenos” scripts catalogados e armazenados em minha biblioteca pessoal de códigos relacionados ao Microsoft SQL Server e sua fantástica linguagem de desenvolvimento Transact-SQL.

Como promessa é dívida e deve ser cumprida “ou melhor” compartilhada, estou compartilhando a minha feita a alguns meses no final do último post desta sessão, publicando mais um conjunto de scripts adicionados atualmente na minha biblioteca particular de códigos e exemplos.

O post de hoje

Normalmente compartilho os principais scripts armazenados nos últimos meses, no post de hoje vou fazer um pouco diferente, recentemente tive a necessidade de realizar alguns atividades relacionadas as Split de dados e Collation, sendo assim, decide então compartilhar alguns códigos que estejam envolvidos com estes assuntos e que também se vinculem com outros, dentre os quais destaco:

  • Collate Column,
  • Collate,
  • Collation,
  • Database Collate,
  • Database Collation,
  • Instâncias Microsoft SQL Server,
  • Junção de Tabelas,
  • Page Split,
  • Server Collation,
  • Servidores Microsoft SQL Server,
  • String Split,
  • User Defined Function, e
  • Valores separados por vírgulas.

Chegou a hora, mãos nos teclados, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Setembro 2018 . Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão foram devidamente testados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Fique a vontade para compartilhar, comentar e melhorar cada um destes códigos.

Short Scripts

— Short Script 1  – Identificando Page Split – Método 1  —
SELECT cntr_value
FROM sys.sysperfinfo
WHERE counter_name =’Page Splits/sec’ AND
OBJECT_NAME LIKE’%Access methods%’
Go

— Short Script 2  – Identificando Page Split – Método 2  —
SELECT object_name,
counter_name,
instance_name,
cntr_value, cntr_type

FROM sys.dm_os_performance_counters
WHERE counter_name =’Page Splits/sec’ AND
OBJECT_NAME LIKE’%Access methods%’
Go

— Short Script 3  – Criando um User Defined Function para separação de Strings por vírgula  – Método 1 —
CREATE FUNCTION dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@TEXT1 varchar(8000), @COLUMN tinyint, @SEPARATOR char(1))
RETURNS varchar(8000)
AS
BEGIN
DECLARE @POS_START int = 1
DECLARE @POS_END int = CHARINDEX(@SEPARATOR, @TEXT, @POS_START)

WHILE (@COLUMN >1 AND @POS_END> 0)
BEGIN
SET @POS_START = @POS_END + 1
SET @POS_END = CHARINDEX(@SEPARATOR, @TEXT, @POS_START)
SET @COLUMN = @COLUMN – 1
END

IF @COLUMN > 1 SET @POS_START = LEN(@TEXT) + 1
IF @POS_END = 0 SET @POS_END = LEN(@TEXT) + 1

RETURN SUBSTRING (@TEXT, @POS_START, @POS_END – @POS_START)
END
Go

SELECT
dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@ISBN, 1, ‘-‘) AS PREFIX,
dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@ISBN, 2, ‘-‘) AS REGISTRATION_GROUP,
dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@ISBN, 3, ‘-‘) AS REGISTRANT,
dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@ISBN, 4, ‘-‘) AS PUBLICATION,
dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@ISBN, 5, ‘-‘) AS [CHECK]
Go

— Short Script 4  – Criando um User Defined Function para separação de Strings por vírgula – Método 2  —

Create FUNCTION [dbo].[fnSplitString]
(
@string NVARCHAR(MAX),
@delimiter CHAR(1)
)
RETURNS @output TABLE(splitdata NVARCHAR(MAX)
)
BEGIN
DECLARE @start INT, @end INT
SELECT @start = 1, @end = CHARINDEX(@delimiter, @string)
WHILE @start < LEN(@string) + 1 BEGIN
IF @end = 0
SET @end = LEN(@string) + 1

INSERT INTO @output (splitdata)
VALUES(SUBSTRING(@string, @start, @end – @start))
SET @start = @end + 1
SET @end = CHARINDEX(@delimiter, @string, @start)

END
RETURN
END

Select * from dbo.fnSplitString(‘Querying SQL Server’,”)
Go

— Short Script 5  – Informando o Collate de uma coluna na cláusula Where  —
S
elect campo
From tabela
Where campo collate Latin_General_CI_AS like ‘%á%’
Go

— Short Script 6  – Informando o Collate na declaração de uma coluna e na cláusula Where  —
Select Campo collate Latin_General_CI_AS
From tabela
Where Campo collate Latin_General_CI_AS like ‘%á%’
Go

— Short Script 7  – Alterando o Collate de um Banco de Dados  —
Alter Database MosaicoClient
Collate SQL_Latin1_General_CP1_CI_AI
Go

— Short Script 8  – Alterando o Collate de uma Coluna  —
Alter Table Users
Alter Column [Password] Varchar(12) Collate SQL_Latin1_General_CP1_CS_AS
Go

— Short Script 9  – Identificando o Server Collation  – Método 1 —
Select SERVERPROPERTY (‘collation’)
Go

— Short Script 10 – Identificando o Server Collation  – Método 2 —
Exec sp_helpsort
Go

— Short Script 11 – Identificando o Database Collation —
Select DatabasePropertyEx(‘MRP’,’collation’)
Go

— Short Script 12 – Identificando o Column Collation – Método 1 —
Exec sp_help ‘Produtos’
Go

— Short Script 13 – Identificando o Column Collation – Método 2 —
Select * from Sys.columns
Where Name = ‘Produtos’
Go

— Short Script 14 – Identificando o Column Collation – Método 3 —
Select * from Information_schema.columns
Where Table_Name = ‘Produtos’
Go

Muito bem, missão mais que cumprida! Uma nova relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância, apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.


Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/05/10/short-scripts-maio-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/19/short-scripts-fevereiro-2018-transaction-log/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/09/short-scripts-dezembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/09/16/short-scripts-setembro-2017/

Agradecimento

Obrigado mais uma vez por sua visita, fico honrado com sua ilustre presença ao meu blog, desejo e espero que você possa ter encontrado algo que lhe ajudou.

Volte sempre, nos encontraremos mais uma vez na sessão Short Scripts no post do mês de novembro de 2018.

Abraços…

Material de Apoio – Agosto 2017


Boa tarde pessoal!

Salve, salve amantes de banco de dados, Tudo bem?

Este é mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o terceiro no decorrer de 2017 e de número 153 no total desta sessão.

Já passamos da metade de 2017, que loucura isso, como a rotina do dia a dia não nos deixa perceber o quanto o tempo na para de correr. Falando justamente da correria da nossas vida, a relação de arquivos compartilhadas neste post poderá justamente lhe ajudar a economizar muito do seu tempo.

O post de hoje

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts  catalogados nos últimos meses, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA, e hoje principalmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados com os seguintes temas:

  • Cláusula Values;
  • Comando Distinct;
  • Comando Select;
  • Comando Top;
  • CTE Recursiva para geração de sequência de datas;
  • CTE Recursiva para geração de sequência numérica de CEPs;
  • Extended Events;
  • Função Format;
  • Função PARSE;
  • Funções de Ranking – Row_Number;
  • Monitoramento de senhas;
  • Operador Cross Apply;
  • Operador Outer Appy;
  • Recursos bloqueados;
  • SPDIDs de Conexões;
  • SPIDs de usuários; e
  • User Defined Function para cálculo de anos em colunas computadas.

Tenho a certeza que este conteúdo poderá lhe ajudar muito em seus atividades profissionais e acadêmicas, fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de scripts selecionados:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .doc ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, espero lhe encontrar muitas vezes no decorrer deste ano em meu blog.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, e o próximo post desta sessão será publicado no mês de Novembro, até lá continue curtindo sua vida e compartilhando suas experiência.

Um forte abraço.

#13 – Para que serve


Muito boa noite galera, tudo bem?

Noite de sábado, temperatura agradável, galera curtindo uma pizza, balada entre outras coisas e eu estou aqui para compartilhar com você mais um post da minha sessão Para que serve, hoje o post de número 13. Você esta pensando, post de número 13 não é nada muito “ospicioso” como diária um personagem de novela (kkkkk).

Que nada vamos em frente não se preocupe com este número, tenho a certeza que este post será muito legal e apresentará informações de alto astral relacionada ao novo Microsoft SQL Server 2016.

Como você já deve ter percebido os posts relacionados a esta sessão tem o objetivo de apresentar ou demonstrar como  códigos de exemplo, aplicativos, utilitários, enfim recursos relacionados diretamente á banco de dados ou gerenciadores de bancos de dados podem ser utilizados como uma possível solução de problemas, bem como, orientar na sua forma de utilização.

Após esta tradicional saudação, chegou a hora de falar sobre o #13 – Para que serve de hoje, tenho a certeza que você vai gostar.

No post de hoje, vou a destacar uma das mais aguardados melhorias relacionadas ao SQL Server, estou me referindo a capacidade de consultor os histogramas de estatísticas de processamento de forma programada, isso mesmo, agora a partir da nova atualização cumulativa do SQL Server 2016 SP1, conhecida como Cumulative Update 2, temos duas novas DMF – Dynamic Management Function – Função de Gerenciamento Dinâmico que nos permitem de forma direta através do uso do comando Select obter informações sobre os histogramas e dados estatísticos.

Vou fazer um pequeno suspense, não vou revelar o nome de ambas as DMFs, somente no decorrer deste post você vai conhece-las.

Muito bem, após deixar este gostinho de quero mais, chegou a hora de conhecer estas novas funcionalidades e ver como podemos aplicar isso no nosso ambiente.

Como aqui o #13 – Para que serve – Uma nova e mais fácil maneira de obter informações sobre o histograma de estatísticas no Microsoft SQL Server 2016 SP1 –

Introdução

Quando se referimos a estatísticas de bancos de dados, estatísticas de processamento ou estatísticas de consumo de operadores do plano de execução, estamos na verdade se referindo ao bom e velho conceito de estatísticas, o qual devemos voltar no tempo para entender melhor se realmente quisermos saber a importância deste assunto, para este post este não é o foco, na verdade o que eu quero é mostrar que a partir da nova atualização cumulativa aplicada para o Service Pack 1 do SQL Server 2016 os times de engenheiros e desenvolvedores do SQL Server introduziram no produto duas novas DMF denominadas sys.dm_db_stats_histogram e sys.dm_db_stats_properties, onde através do uso destas novas DMFs podemos obter todas as informações relacionadas as estatísticas de processamento de nossas querys e principalmente o histograma de maneira mais rápida, fácil e principalmente legível, pois particularmente falando ler o histograma através do comando DBCC Show_Statistics não era nada fácil(kkkkk).

Vamos conhecer um pouco mais sobre cada DMF para entender melhor seu funcionamento:

sys.dm_db_stats_histogram: Retorna o histograma de estatísticas para o objeto de banco de dados especificado (tabela ou exibição indexada) no atual SQL Server banco de dados. Semelhante ao DBCC SHOW_STATISTICS WITH HISTOGRAM.

Ao executar esta nova DMF o Microsoft SQL Server 2016 apresentará uma tabela de resultado contendo o seguinte conjunto de colunas, conforme a Tabela 1 ilustra:

Nome da coluna

Column name
Tipo de dados Description
object_id int ID do objeto (tabela ou exibição indexada) para o qual as propriedades do objeto de estatísticas serão retornadas.
stats_id int ID do objeto de estatísticas. É exclusiva na tabela ou exibição indexada. Para obter mais informações, veja sys.stats.
step_number int O número da etapa do histograma.
range_high_key sql_variant Valor da coluna associada superior de uma etapa do histograma. O valor da coluna também será denominado um valor de chave.
range_rows real Número estimado de linhas cujo valor de coluna fica dentro de uma etapa do histograma, excluindo-se o limite superior.
equal_rows real Número estimado de linhas cujo valor de coluna é igual ao limite superior da etapa do histograma.
distict_range_rows bigint Número estimado de linhas com um valor de coluna distinto dentro de uma etapa do histograma, excluindo-se o limite superior.
average_range_rows real Número médio de linhas com valores de colunas duplicados em uma etapa de histograma, exceto o limite superior (RANGE_ROWS / DISTINCT_RANGE_ROWS para DISTINCT_RANGE_ROWS > 0).

sys.dm_db_stats_properties: Retorna propriedades de estatísticas para o objeto de banco de dados especificado (tabela ou exibição indexada) no banco de dados do SQL Server atual. Para tabelas particionadas, consulte a DMF sys.dm_db_incremental_stats_properties.

Ao executar esta nova DMF o Microsoft SQL Server 2016 apresentará uma tabela de resultado contendo o seguinte conjunto de colunas, conforme a Tabela 2 ilustra:

Nome da coluna Tipo de dados Description
object_id int ID do objeto (tabela ou exibição indexada) para o qual as propriedades do objeto de estatísticas serão retornadas.
stats_id int ID do objeto de estatísticas. É exclusiva na tabela ou exibição indexada. Para obter mais informações, veja sys.stats.
last_updated datetime2 Data e hora da última atualização do objeto de estatísticas.
rows bigint O número total de linhas da tabela ou exibição indexada na última atualização das estatísticas. Se as estatísticas forem filtradas ou corresponderem a um índice filtrado, o número de linhas talvez seja menor do que o número de linhas na tabela.
rows_sampled bigint O número total de linhas amostradas para cálculos de estatísticas.
etapas int O número de etapas no histograma. Para obter mais informações, veja DBCC SHOW_STATISTICS.
unfiltered_rows bigint O número total de linhas da tabela antes da aplicação da expressão de filtro (para estatísticas filtradas). Se as estatísticas não forem filtradas, unfiltered_rows será igual ao valor retornado na coluna de linhas.
modification_counter bigint Número total de modificações da coluna de estatísticas principal (a coluna em que o histograma é criado) desde que as últimas estatísticas de tempo foram atualizadas.

Essa coluna não mantém informações para tabelas com otimização de memória.

Agora que o segredo foi revelado, podemos começar a pensar na maneira que estas novas DMFs podem ser utilizadas, para tal vamos fazer uso do banco de dados analítico: AdventureworksDW2016CTP3 disponível para download através do link: http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=49502

Utilizando as novas DMFs

Seguindo em frente vamos começar nossa prática, para tal a primeira coisa a fazer é executar o bloco de código 1 declarado abaixo, antes clique no botão Include Actual Execution Plan em seu Management Studio, pois vamos realizar uma análise após a execução.

— Bloco de Código 1 —

Figura 1 – Instrução select declarada para o bloco de código 1.

Após a execução deste bloco de código obtemos o seguinte conjunto de dados relacionados ao operador Clustered Index Scan, conforme a Figura 2 apresentada abaixo:

Figura 2 – Dados relacionadas ao operador Clustered Index Scan.

Note que estou destacando na figura os dados referentes aos seguintes elementos:

  • Number of Rows Read;
  • Actual Number of Rows;
  • Estimated Number of Rows; e
  • Estimated Number of Rows to be Read.

Você pode estar se perguntando, o porque o Junior Galvão acabou destacados estes valores na Figura 2? A resposta é muito simples, uma das maneiras para tentar entender o comportamento do SQL Server no processamento de seus operadores e procurar ter uma ideia de estatísticas de processamento é justamente através da leitura e entendimento destes quatro conjunto de dados, o que posso dizer que não é a melhor forma para se encontrar informações sobre processamento e estatísticas.

Agora imagine que todas as vezes que você desejar obter informações sobre as estatísticas de processamento e como elas estão armazenadas e seus status, pois bem, é justamente neste ponto que agora no novo SQL Server 2016 SP1 CU 2 você terá facilmente a capacidade de fazer isso acontecer, para tal vamos executar o bloco de código 2 fazendo uso da nova DMF, sys.dm_db_status_histogram.

— Bloco de Código 2 —

Figura 3 – Bloco de código 2.

Observe que estamos fazendo uso da nova DMF sys.dm_db_status_histogram e neste momento nosso Management Studio deverá ter retornado um conjunto de linhas conforme a Figura 4 abaixo ilustra:

Figura 4 – Conjunto de dados estatísticas referentes ao processamento do bloco de código 2.

Ao analisarmos a Figura 4 podemos notar facilmente o conjunto de linhas de retornado contendo todas as informações relacionadas ao histograma da estatísticas de número 2 para a tabela [dbo].[FactResellerSales]. Tenho a certeza que você tão surpreso quanto eu quando executei pela primeira vez este mesmo bloco de código, realmente é assustador a facilidade que temos agora em entender o histograma.

Sensacional, mas como o SQL Server consegui apresentar estes dados desta maneira? Como de costume a resposta é simples, através da capacidade de utilizar em tempo de execução uma Table Valued Function denominada DM_DB_STATS_HISTOGRAM, ou seja, uma função que armazena valores em uma determinada tabela utilizada especificamente para esta nova DMF, a comprovação disso esta na Figura 5 que ilustra o plano de execução utilizado para o processamento do bloco de código 2.

Figura 5 – Plano de execução gerado para o processamento do bloco de código 2.

Continuando nossa jornada, o próximo passo é fazer uso da outra DMF, no caso a sys.dm_db_stats_properties, onde a qual vamos nos permitir obter o mesmo conjunto de valores referente ao cabeçalho da estatística o mesmo realizado através do comando DBCC SHOW_STATISTICS com a opção WITH STATS_HEADER.

Vamos então executar o bloco de código 3 apresentado a seguir:

Figura 7 – Bloco de código 3.

E qual será o resultado obtido após o processamento do bloco de código 3? A resposta é apresentada na Figura 7 a seguir:

Figura 7 – Resultado do processamento do bloco de código 3.

Show de bola, temos exatamente o mesmo conjunto de dados retornados pela DMF sys.dm_db_stats_properties da mesma forma que teríamos se estivéssemos utilizando do bom e velho DBCC SHOW_STATISTICS, não é realmente fantástico, só de imaginar a capacidade de possibilidades que teremos de utilizar estes dados a partir de agora realmente é algo surreal.

Da mesma forma que o SQL Server 2016 SP1 CU2 utiliza uma Table Valued Function para armazenar e apresentar os consumidos e coletados pelo processamento da sys.dm_db_status_histogram, também é utilizada uma outra Table Valued Function para o processamento da sys.dm_db_stats_properties denominada DM_DB_STATS_PROPERTIES.

Para finalizar nossa brincadeira e mostrar como estas novas funcionalidades podem nos ajudar, vamos utilizar o bloco de código 4 para através dele conseguir especificar uma determinada range_key existe em nossas estatísticas. Poxa vida especificar em um comando select qual determinada faixa de valores estatísticas nós queremos obter dados realmente é acima do que estávamos pensando, por incrível que isso possa parecer, é totalmente possível de ser feito a partir de agora.

— Bloco de Código 4 —

Figura 8 – Retorno de dados referentes ao filtro da faixa de valores.

Putz, que coisa louco, meu deus, temos com base no bloco de código 4 a comprovação que podemos através do uso de outras DMFs inline retornado dados estatísticos com base em filtros ou predicados declarados na cláusula where existente na linha 26 onde, a coluna sh.range_high_key é justamente uma coluna pertencente a nova DMF sys.dm_db_stats_histogram.

Que loucura isso, fora de série esta nova capacidade do SQL Server, fantástico, inimaginável, fora do comum o que o time de engenheiros do SQL Server fizeram desta vez, show.

Referências

https://msdn.microsoft.com/library/mt794645.aspx

https://blogs.msdn.microsoft.com/sql_server_team/easy-way-to-get-statistics-histogram-programmatically/

https://support.microsoft.com/en-us/help/4013106/cumulative-update-2-for-sql-server-2016-sp1

http://msdn.microsoft.com/library/jj553546.aspx

http://msdn.microsoft.com/library/ms174384.aspx

https://msdn.microsoft.com/pt-br/library/mt761751.aspx

https://msdn.microsoft.com/pt-br/library/ms177623.aspx

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/01/23/12-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/12/16/11-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/11/15/10-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/10/08/09-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/08/06/07-para-que-serve/

Conclusão

A maneira como nossos dados estão constantemente sendo processados é algo que a cada dia um DBA ou profissional de banco de dados se pergunta. Saber em qual momento uma determinada query, transação ou simplesmente um comando select pode ocasionar algo tipo de impacto em nosso ambiente ainda é mais preocupante. Foi justamente pensando nisso que a Microsoft e seu time de profissionais que trabalham com o SQL Server buscaram responder a partir da disponibilidade das duas novas DMFs: sys.dm_db_stats_histogram e sys.dm_db_stats_properties recursos adicionados na versão 2016 SP1 e disponível também para próximas versão do SQL Server, dentre elas a SQL Server vNext.
Esta nova maneira de acessar e consultar os dados coletados e armazenados no histograma poderá ajudar em muito os profissionais de banco de dados e desenvolvedores a entender como seus estatísticas de processamento de dados estão sendo afetadas com base nos processos de manipulação.
Neste post você pode mais uma vez observar que o Microsoft SQL Server esta em constante evolução, um dos produtos mais prestigiados pela Microsoft, buscando sempre trazer melhorais e inovações, algo de extrema importância para qualquer profissional que trabalha com esta tecnologia.

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua visita, agradeço sua atenção, fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Nos encontramos em breve, até lá…..

Short Scripts – Dezembro 2016


Buenas tardes….. Comunidade.

Hoje um dia mais que especial na minha vida e da minha família, meu pai Pedro Galvão esta completando 60 anos de vida, meu deus, como o tempo nos supreende com a sua velocidade.

Quero aproveitar este post para agradeço por este privilégio de poder conviver com uma pessoa tão integra, humilde, trabalhadora, honesta, enfim existem milhares de adjetivos para definir o que meu pai e sua excência em pessoa representa.

O post de hoje

Falando do post de hoje, este é um último post dedicado a sessão Short Scripts no ano de 2016, mas com certeza em 2017 vai estar retornando com toda a força.

Como de costume, e não poderia ser diferente, estamos no final do ano, próximos ao Natal, momento de festa e troca de presentes, lógicamente vou deixar o meu presentinho para vocês, compartilhando os últimos scripts adquiridos neste ano, relacionados aos seguintes assuntos:

  • Calendário anual de feriados;
  • Conversão de Binários para String;
  • CTE e CTE Recursiva;
  • Funções;
  • Extended Stored Procedure XP_ServiceControl;
  • MaxRecursion;
  • Union e Union All; e
  • Monitoramento de Serviços.

Short Scripts

A seguir apresento a relação de Short Scripts de hoje:

— Short Script 1 – Monitorando os serviços do SQL Server através da Extended Stored Procedure – XP_ServiceControl

Set NoCount On
CREATE TABLE #ServicesStatus
(
myid int identity(1,1),
serverName nvarchar(100) default @@serverName,
serviceName varchar(100),
Status varchar(50),
checkdatetime datetime default (getdate())
)
INSERT #ServicesStatus (Status)
EXEC xp_servicecontrol N’QUERYSTATE’,N’MSSQLServer’
update #ServicesStatus set serviceName = ‘MSSQLServer’ where myid = @@identity
INSERT #ServicesStatus (Status)
EXEC xp_servicecontrol N’QUERYSTATE’,N’SQLServerAGENT’
update #ServicesStatus set serviceName = ‘SQLServerAGENT’ where myid = @@identity
INSERT #ServicesStatus (Status)
EXEC xp_servicecontrol N’QUERYSTATE’,N’msdtc’;
update #ServicesStatus set serviceName = ‘msdtc’ where myid = @@identity;
INSERT #ServicesStatus (Status)
EXEC xp_servicecontrol N’QUERYSTATE’,N’sqlbrowser’
update #ServicesStatus set serviceName = ‘sqlbrowser’ where myid = @@identity
Select * from #ServicesStatus
— Short Script 2 – Realizando a conversão de Binário para String e String para Binário —
— Declarando uma chave legível —
DECLARE @chave  VARCHAR(MAX) =’quechavemalfeita’
— Convertendo para Binário —
DECLARE @dadosBinary VARBINARY(MAX) = CONVERT(VARBINARY(MAX),@chave,0)
SELECT @chave,@dadosBinary
— Observando as diferenças —
SELECT CONVERT(VARCHAR(MAX),@dadosBinary,0) –o Tipo 0 tranforma em texto legivelSELECT CONVERT(VARCHAR(MAX),@dadosBinary,1) — transforma o valor BINARY EM VALOR VARCHAR DEIXANDO O MESMO CONTEUDO

SELECT CONVERT(VARCHAR(MAX),@dadosBinary,2)– transforma o valor BINARY EM VALOR VARCHAR RETIRANDO O 0x NO INICIO
Go

— Short Script 3 – Criando um calendário anual para feriados —
CREATE SCHEMA Calendar
Go
CREATE FUNCTION Calendar.Computus (@Y INT)
RETURNS DATETIME
AS
BEGIN
DECLARE @a INT, @b INT, @c INT, @d INT, @e INT, @f INT, @g INT, @h INT, @i INT, @k INT, @L INT, @m INT
SET @a = @Y % 19
SET @b = @Y / 100
SET @c = @Y % 100
SET @d = @b / 4
SET @e = @b % 4
SET @f = (@b + 8) / 25
SET @g = (@b – @f + 1) / 3
SET @h = (19 * @a + @b – @d – @g + 15) % 30
SET @i = @c / 4
SET @k = @c % 4
SET @L = (32 + 2 * @e + 2 * @i – @h – @k) % 7
SET @m = (@a + 11 * @h + 22 * @L) / 451
RETURN(DATEADD(month, ((@h + @L – 7 * @m + 114) / 31)-1, cast(cast(@Y AS VARCHAR) AS Datetime)) + ((@h + @L – 7 * @m + 114) % 31))
END
GO
CREATE TABLE Calendar.[Calendar] (
[Date] datetime NOT NULL,
[Year] int NOT NULL,
[Quarter] int NOT NULL,
[Month] int NOT NULL,
[Week] int NOT NULL,
[Day] int NOT NULL,
[DayOfYear] int NOT NULL,
[Weekday] int NOT NULL,
[Fiscal_Year] int NOT NULL,
[Fiscal_Quarter] int NOT NULL,
[Fiscal_Month] int NOT NULL,
[KindOfDay] varchar(10) NOT NULL,
[Description] varchar(50) NULL,
PRIMARY KEY CLUSTERED ([Date])
)
GO
ALTER TABLE Calendar.[Calendar]
ADD CONSTRAINT [Calendar_ck] CHECK (  ([Year] > 1900)
AND ([Quarter] BETWEEN 1 AND 4)
AND ([Month] BETWEEN 1 AND 12)
AND ([Week]  BETWEEN 1 AND 53)
AND ([Day] BETWEEN 1 AND 31)
AND ([DayOfYear] BETWEEN 1 AND 366)
AND ([Weekday] BETWEEN 1 AND 7)
AND ([Fiscal_Year] > 1900)
AND ([Fiscal_Quarter] BETWEEN 1 AND 4)
AND ([Fiscal_Month] BETWEEN 1 AND 12)
AND ([KindOfDay] IN (‘HOLIDAY’, ‘SATURDAY’, ‘SUNDAY’, ‘BANKDAY’)))
GO
SET DATEFIRST 1;
WITH Dates(Date)
AS
(
SELECT cast(‘1999’ AS DateTime) Date
UNION ALL
SELECT (Date + 1) AS Date
FROM Dates
WHERE
Date < cast(‘2021’ AS DateTime) -1
),
DatesAndThursdayInWeek(Date, Thursday)
AS
(
SELECT
Date,
CASE DATEPART(weekday,Date)
WHEN 1 THEN Date + 3
WHEN 2 THEN Date + 2
WHEN 3 THEN Date + 1
WHEN 4 THEN Date
WHEN 5 THEN Date – 1
WHEN 6 THEN Date – 2
WHEN 7 THEN Date – 3
END AS Thursday
FROM Dates
),
Weeks(Week, Thursday)
AS
(
SELECT ROW_NUMBER() OVER(partition by year(Date) order by Date) Week,
Thursday
FROM DatesAndThursdayInWeek
WHERE DATEPART(weekday,Date) = 4
)
INSERT INTO Auxiliary.Calendar
SELECT
d.Date,
YEAR(d.Date) AS Year,
DATEPART(Quarter, d.Date) AS Quarter,
MONTH(d.Date) AS Month,
w.Week,
DAY(d.Date) AS Day,
DATEPART(DayOfYear, d.Date) AS DayOfYear,
DATEPART(Weekday, d.Date) AS Weekday,
YEAR(d.Date) AS Fiscal_Year,
DATEPART(Quarter, d.Date) AS Fiscal_Quarter,
MONTH(d.Date) AS Fiscal_Month,
CASE
WHEN (DATEPART(DayOfYear, d.Date) = 1)          — New Year’s Day
OR (d.Date = Auxiliary.Computus(YEAR(Date))-7)  — Palm Sunday
OR (d.Date = Auxiliary.Computus(YEAR(Date))-3)  — Maundy Thursday
OR (d.Date = Auxiliary.Computus(YEAR(Date))-2)  — Good Friday
OR (d.Date = Auxiliary.Computus(YEAR(Date)))    — Easter Sunday
OR (d.Date = Auxiliary.Computus(YEAR(Date))+39) — Ascension Day
OR (d.Date = Auxiliary.Computus(YEAR(Date))+49) — Pentecost
OR (d.Date = Auxiliary.Computus(YEAR(Date))+50) — Whitmonday
OR (MONTH(d.Date) = 5 AND DAY(d.Date) = 1)      — Labour day
OR (MONTH(d.Date) = 5 AND DAY(d.Date) = 17)     — Constitution day
OR (MONTH(d.Date) = 12 AND DAY(d.Date) = 25)    — Cristmas day
OR (MONTH(d.Date) = 12 AND DAY(d.Date) = 26)    — Boxing day
THEN ‘HOLIDAY’
WHEN DATEPART(Weekday, d.Date) = 6 THEN ‘SATURDAY’
WHEN DATEPART(Weekday, d.Date) = 7 THEN ‘SUNDAY’
ELSE ‘BANKDAY’
END KindOfDay,
CASE
WHEN (DATEPART(DayOfYear, d.Date) = 1)            THEN ‘New Year”s Day’
WHEN (d.Date = Auxiliary.Computus(YEAR(Date))-7)  THEN ‘Palm Sunday’
WHEN (d.Date = Auxiliary.Computus(YEAR(Date))-3)  THEN ‘Maundy Thursday’
WHEN (d.Date = Auxiliary.Computus(YEAR(Date))-2)  THEN ‘Good Friday’
WHEN (d.Date = Auxiliary.Computus(YEAR(Date)))    THEN ‘Easter Sunday’
WHEN (d.Date = Auxiliary.Computus(YEAR(Date))+39) THEN ‘Ascension Day’
WHEN (d.Date = Auxiliary.Computus(YEAR(Date))+49) THEN ‘Pentecost’
WHEN (d.Date = Auxiliary.Computus(YEAR(Date))+50) THEN ‘Whitmonday’
WHEN (MONTH(d.Date) = 5 AND DAY(d.Date) = 1)      THEN ‘Labour day’
WHEN (MONTH(d.Date) = 5 AND DAY(d.Date) = 17)     THEN ‘Constitution day’
WHEN (MONTH(d.Date) = 12 AND DAY(d.Date) = 25)    THEN ‘Cristmas day’
WHEN (MONTH(d.Date) = 12 AND DAY(d.Date) = 26)    THEN ‘Boxing day’
END Description
FROM DatesAndThursdayInWeek d
inner join Weeks w
on d.Thursday = w.Thursday
OPTION(MAXRECURSION 0)
GO
CREATE FUNCTION Auxiliary.Numbers (@AFrom INT, @ATo INT, @AIncrement INT)
RETURNS @RetNumbers TABLE
([Number] int PRIMARY KEY NOT NULL)
AS
BEGIN
WITH Numbers(n)
AS
(
SELECT @AFrom AS n
UNION ALL
SELECT (n + @AIncrement) AS n
FROM Numbers
WHERE
n < @ATo
)
INSERT @RetNumbers
SELECT n from Numbers
OPTION(MAXRECURSION 0)
RETURN;
END
GO
CREATE FUNCTION Auxiliary.iNumbers( @AFrom INT, @ATo INT, @AIncrement INT)
RETURNS TABLE
AS
RETURN( WITH Numbers(n)
AS
(SELECT @AFrom AS n
UNION ALL
SELECT (n + @AIncrement) AS n
FROM Numbers
WHERE
n < @ATo)
SELECT n AS Number from Numbers
)
GO

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

Agradecimento

Mais uma vez obrigado por sua visita, um forte abraço…

Feliz Natal com muita saúde, paz, alegria e esperança. Que 2017 você possa brilhar ainda mais e estar junto com a comunidade.

Microsoft SQL Server 2016 e String_Split(), agora ficou fácil dividir uma string.


Fala galera, boa tarde, segunda – feira, eita dia complicado, começo de semana é tenso, pois saber que mais um final de semana passou voando é triste. Vamos em frente e pensar que mais um final de semana está chegando, é bem melhor.

Seguindo a onda de informações, anúncios, posts, entre outras formas de divulgação sobre o Microsoft SQL Server 2016, hoje vou destacar mais um pouco no meu blog sobre esta nova versão e destacar mais uma das suas novidades, estou me referindo a nova Table Value Function String_Split(). Algo que realmente era muito pedido pelos desenvolvedores e que a Microsoft demorou um pouco para reconhecer a sua importância, mas na versão 2016 ela está presente e será muito útil.

 

A String_Split()

Pode-se dizer que é uma daquelas funções desejadas por todos os profissionais que trabalham com desenvolvimento e necessitam em algum momento realizar o chamado split de uma string. Se você não sabe ou conhece este termo, split pode ser entendido como fatiar, dividir, cortar, quebrar em pedaços.

Fazendo uma analogia, a string_split() vai fazer exatamente isso com uma string, transformando a mesma em pequenas outras strings (substrings ou partes de uma string).

Funcionalidade ou capacidade considerado por muitos como algo realmente complexo se der feito por um SGBD – Sistema Gerenciador de Banco de Dados, ainda mais para o SQL Server se pensarmos que até a versão 2014 tínhamos a necessidade de customizar este tipo de necessidade.

Mas que para nossa alegria a Microsoft introduziu este recurso na versão RC0 sinal que provavelmente e o que tudo indica a mesma vai fazer parte da versão final do SQL Server 2016.

 

Compatibilidade

Por se tratar de uma nova funcionalidade, até o presente momento a documentação oficial da Microsoft indica que esta função é compatível com a versões:

  • Microsoft SQL Server 2016; e
  • Azure Database.

As versões Azure SQL Data Warehouse e Parallel Data Warehouse até o momento não estão na lista de produtos compatíveis com a esta nova função.

Observação: Um detalhe muito importante é a necessidade do nível de compatibilidade do banco de dados estar definido na versão 130, sendo este o nível do SQL Server 2016.

 

Sua importância. O porquê ela pode ajudar

A String_Split() vem para preencher uma lacuna muito grande deixada pelo tipo de desenvolvimento e engenheiros da Microsoft desde a versão 2008 e 2012, onde novas funções para se trabalhar com string foram adicionadas no produto.

Sua importância vai muito além da capacidade técnica de permitir que uma string seja dividida em pequenas partes e posteriormente armazenada em uma tabela, variável ou função, ela vai com certeza flexibilidade e facilitar em muito a maneira com que os dados podem ser tratados e reconhecidos pelo SQL Server o que poderá permitir a criação de novos padrões de reconhecimento de caracteres.

Uma das grandes vantagens de se utilizar a String_Split() está relacionada com a uma simples sintaxe, onde requer basicamente dois parâmetros.

 

Como utilizar a String_Split()

Criada para ser utilizada de maneira rápida e simples, a String_split é composta pode dois parâmetros string compatíveis com os tipos de dados: (nvarcharvarcharnchar ou char) para a string que desejamos supostamente dividir em conjunto com o caractere reconhecido como “divisor” ou “separador”, que também deve ser informado em um tipo de string compatível com os tipos de dados: nvarchar(1)varchar(1)nchar(1) ou char(1)).

Outra característica muito interessante desta função é a maneira que os dados são apresentados e retornados para usuário, onde podemos ter o retorno do split da string em uma coluna com diversas linhas representando os fragmentos “pedaços” ou “partes” da string, como também um valor caractere no tipo de dados nchar ou nvarchar de acordo com o tipo de dado utilizado, respeitando o tamanho do dado identificado no momento da fragmentação da string. Caso não seja reconhecido o tipo de dados original da string, o resultado da sua fragmentação será retornado com o tipo de dados varchar.

Exemplos

A seguir você vai poder encontrar alguns exemplos de como podemos fazer uso da função String_Split(). Vale ressaltar que esta função se encontra disponível a partir da versão RC0, requerendo a configuração o nível de compatibilidade para o número 130.

Alguns dos exemplos apresentados aqui foram elaborados e executados no banco de dados de exemplo AdventureWorks2016 CTP3, caso venha tenha interesse em realizar o download desta sample database, utilize o link: https://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=49502

Outro detalhe importante a ser destacado é o resultado apresentado para cada exemplo ilustrado a seguir, por padrão o SQL Server gera uma coluna chamada value contendo a lista de valores fragmentados após o processo de split da string.

 

 

— Exemplo 1 – Separando de forma simples uma string –

SELECT *

FROM STRING_SPLIT(‘Junior,Galvão,MVP,SQL Server’,’,’)

Go

 

Resultado

value
Junior
Galvão
MVP
SQL Server

 

— Exemplo 2 – Fazendo uso de variáveis como parâmetros de entrada de valores –

DECLARE @string VARCHAR(100) = ‘Microsoft,SQL Server,2016,RC0′,

@separador CHAR(1) =’,’

 

SELECT *

FROM STRING_SPLIT(@string,@separador)

Go

 

Resultado

value
Microsoft
SQL Server
2016
RC0

 

— Exemplo 3 – Armazenando o resultado da divisão de uma string em uma nova tabela –

DECLARE @string VARCHAR(100) = ‘Microsoft,SQL Server,2016,RC0′,

@separador CHAR(1) =’,’

 

SELECT * INTO #SplitTable

FROM STRING_SPLIT(@string,@separador)

GO

 

— Visualizando a estrutura da tabela —

sp_Columns #SplitTable

Go

 

— Consultando os dados da tabela —

Select * from #SplitTable

Go

 

Após executar a system stored procedure sp_columns podemos notar que o tamanho e tipo de dados da coluna value criada através do select…into foi definido como Varchar() sendo este o tipo de dados padrão utilizado pela String_Split() para garantir compatibilidade no armazenamento e apresentação de dados oriundos de uma outra tabela.

 

— Exemplo 4 – Apresentando a mensagem quando o separador de string for definido com mais de um caracter —

DECLARE @string VARCHAR(100) = ‘pedrogalvaojunior#@gmail#@com’,

@separador CHAR(2) =’#@’

 

SELECT * FROM STRING_SPLIT(@string,@separador)

Go

 

Como pode ser observado o Microsoft SQL Server 2016 vai lançar e apresentar uma mensagem de erro com o código 214 informando que a quantidade de caracteres ou melhor dizendo que o tamanho utilizado para o parâmetro separador foi definido acima de um caractere, sendo que, este parâmetro só identifica e reconhece um único caractere.

Resultado

Msg 214, Level 16, State 11, Line 3

Procedure expects parameter ‘separator’ of type ‘nchar(1)/nvarchar(1)’.

 

— Exemplo 5 – Apresentando o comportamento da String_Split() quando um parâmetro apresenta valor nulo –

SELECT * FROM STRING_SPLIT(‘pedrogalvaojunior,wordpress,com’,NULL)

Go

 

Para este exemplo 5 o comportamento do SQL Server 2016 é exatamente o mesmo do exemplo 4, onde será apresentanda uma mensagem de erro informando que o tamanho informado no parâmetro separado, foi definido acima de um caractere.

Resultado

Msg 214, Level 16, State 11, Line 3

Procedure expects parameter ‘separator’ of type ‘nchar(1)/nvarchar(1)’.

 

— Exemplo 6 – Realizando o split de uma string com base na junção de uma tabela com a função String_Split() –

— Criando a tabela Split —

Create Table Split

( SplitId INT IDENTITY (1,1) NOT NULL,

SplitValue1 NVARCHAR(50),

SplitValue2 NVARCHAR(50))

GO

 

— Inserindo linhas de registro —

INSERT INTO Split (SplitValue1, SplitValue2)

VALUES (‘Pedro’,’Galvão’),

(‘Junior’,’Galvão’),

(‘Antonio’,’Silva’),

(‘Chico’,’Bento’)

Go

 

— Realizando a Junção da Tabela Split com a função Split_String() —

Select SplitId, SplitValue1, SplitValue2, Value

From Split S Inner Join String_Split(‘Pedro,Antonio’,’,’) STS

On S.SplitValue1 = STS.Value

Go

 

Observe que o SQL Server realizou o split dos dados com base na junção e valores informados para a função e mesmo assim apresentou os dados dados de cada coluna que compõem a estrutura da tabela Split.

 

Resultado

SplitID SplitValue1 SplitValue2 Value
1 Pedro Galvão Pedro
3 Antonio Silva Antonio

 

— Exemplo 7 – Apresentando o resultado quando ambos os parâmetros vazios –

Select * from String_Split(‘ ‘,’,’)

Go

 

Após executa o select acima o SQL Server identificou que ambos os parâmetros encontra-se vazios, sem nenhum tipo de dado que permita fazer a identificação da string e do separador, sendo assim o resultado retornado será uma única linha de registro vazia.

 

Resultado

Value

 

— Exemplo 8 – Apresentando o comportamento da String_Split() quando o caracter do final da string é o mesmo utilizado como separador –

SELECT * FROM STRING_SPLIT(‘Conhecendo,SQL Server,2016,’,’,’)

Go

 

Este é um cenário bem interessante e pode ocorrer a qualquer momento, nesta situação o SQL Server 2016 vai trabalhar da mesma forma que os outros exemplos, analisando e identificando a string e posteriormente fazendo a fragmentação com base no caractere separador, mesmo que este seja um caractere utilizado no final da string.

Note que que criada 4 linhas de registro sendo que a última não apresentará valores por será reconhecida e tratada como uma linha nula ou em branco.

Resultado

value
Conhecendo
SQL Server
2016

 

Legal, legal, acredito que agora ficou ainda mais fácil de entender e compreender como a String_Split() é fácil de ser utilizado e principalmente a maneira que os dados são apresentando e retornado para usuário. Desta forma, vou encerrar mais este artigo por aqui, quero também aproveitar para disponibilizar abaixo uma relação de links sobre os principais posts referentes ao SQL Server 2016 que estou desde 2015 publicando.

 


 

 

Links

Caso você não tenha acessado os posts anteriores dedicados ao Microsoft SQL Server 2016, não perca tempo e a oportunidade de conhecer mais sobre esta nova versão acessando os links abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/12/28/microsoft-sql-server-2016-e-json-uma-combinacao-bem-interessante-final/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/11/09/microsoft-sql-server-2016-e-json-uma-combinacao-bem-interessante-parte-i/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/10/02/conhecendo-o-live-query-statistics-no-microsoft-sql-server-2016/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/07/10/microsoft-sql-server-2016-lista-de-novidades-parte-i/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/07/16/microsoft-sql-server-2016-lista-de-novidades-parte-ii/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/07/30/microsoft-sql-server-2016-lista-de-novidades-final

 

Conheça o SQL Server 2016 RC0: Faça download da versão RC0 disponibilizada a poucos dias acessando: https://www.microsoft.com/en-us/evalcenter/evaluate-sql-server-2016. Acesse também da documentação oficial Microsoft sobre a String_Split(): https://msdn.microsoft.com/en-us/library/mt684588.aspx

 


 

Conclusão

Como você pode observar uma das mais esperadas funcionalidades foi adicionada ao SQL Server, a capacidade de fragmentar, dividir, fatiar uma string em pequenas partes ou substrings. Recurso mais que necessário e importante para qualquer desenvolver ou profissional de banco de dados que necessita analisar um texto “string” e através de um caractere denominado separador delimitar como pode ser gerada fragmentos deste texto.

A cada novo build liberado pela Microsoft podemos observar e notar o grande trabalho e esforço que esta sendo feito para transformar o Microsoft SQL Server 2016 na maior e principal versão do produto desde o grande salto dado em 2005 com o lançamento naquele momento da versão 2005.

Funções similares ao String_Split() estão sendo cada vez mais disponibilidades e adicionadas ao produto como forma de fazer com que o SQL Server se torne uma plataforma única de desenvolvimento, administração, armazenamento e gestão de banco de dados, isso representa uma grande evolução e atenção das equipes de desenvolvimento e engenheiros do produto em atender e satisfazer a comunidade técnica que se dedica a estudar e conhecer cada vez mais o SQL Server.

Acredito que os exemplos apresentados aqui conseguir mostrar a simplicidade de se trabalhar com esta nova funcionalidade, ilustrando sua simplicidade no uso e forma de obter os resultados.

Mais uma vez agradeço a sua atenção, seu interesse em visitar o meu blog, espero encontra-lo em outras oportunidades. Deixe seus comentários, críticas e sugestões.

Até a próxima.

Dica do Mês – Função Next Value For


Olá, galera, bom dia.

Estamos chegando ao final do primeiro mês de 2016, nossa janeiro já esta indo embora. Como eu havia prometido no início deste ano, dentro do possível vou tentar trazer novas sessões para o meu blog e hoje falo do lançamento ou melhor o retorno de uma delas que vou batizar de “Dica do Mês“, é isso mesmo, no final de cada vez vou trazer uma simples dica relacionada a algo que utililizei em minhas atividades profissionais e acadêmicas.

O objetivo desta sessão como seu próprio nome diz, é compartilhar com você leitor ou seguidor do meu blog, uma simples dica que poderá fazer toda diferença no seu dia-á-dia ou simplesmente mostrar como utilizar um determinado recurso, funcionalidade e produto existente no SQL Server.

Neste primeiro post, quero destacar uma função muito legal que foi introduzida no Microsoft SQL Server 2012 e que recentemente em diversas dúvidas nos fóruns brasileiros de SQL Server acabou sendo destaque como solução. Estou me referindo ao função Next Valeu For fazendo uma tradução ao pé da letra podemos dizer: Próximo Valor para.

 

Sobre Next Value For –  Função que possui a característica possibilitar a geração de uma sequência de números para uma objeto específico, neste caso, o objeto que refiro é Sequence Object, funcionalidade também introduzida a partir do Microsoft SQL Server 2012, em conjunto com diversas novidades relacionadas a geração de sequência de valores numéricos.

A Next Value For é reconhecida como uma função não-determinística, desta maneira o sua utilização é somente permitida em conjunto com o objeto sequence, sendo este responsável pela geração da sequência numérica repassada para a função.

 

Sintaxe – A função Next Value For possui uma forma de uso bastante simples, uma das suas particularidades é permitir o uso da função Over como opção para geração de valores dentro da sequência.

  • Exemplo da Sintaxe: NEXT VALUE FOR [ database_name . ] [ schema_name . ]  sequence_name
    [ OVER (<over_order_by_clause>) ]

 

Argumentos – Com base em sua sintaxe podemos identificar quatro argumentos que formam sua estrutura de código, sendo eles:

  • database_name – Representa o nome do banco de dados que possui o objeto sequence;
  • schema_name –  Representa o nome do schema que contém o objeto sequence;
  • sequence_name – Representa o nome do objeto sequence responsável em armazenar e garantir a sequência numérica
  • Over_order_by_clause – Determina a ordem de organização e apresentação dos valores das linhas dentro de uma faixa de valores gerados pelo objeto sequence.

 

Exemplos: Vou destacar algumas maneiras de como utilizar a função Next Value For:

— Exemplo 1- Utilizando a função Next Valeu For para mostrar dois valores em sequência —

CREATE SCHEMA Test;
GO

CREATE SEQUENCE Test.Contador
START WITH 1
INCREMENT BY 1 ;
GO

SELECT NEXT VALUE FOR Test.Contador AS FirstUse;
SELECT NEXT VALUE FOR Test.Contador AS SecondUse;

Go

 

— Exemplo 2 – Utilizando a função Next Valeu For em conjunto com variável —

DECLARE @var1 bigint = NEXT VALUE FOR Test.Contador
DECLARE @var2 bigint ;
DECLARE @var3 bigint ;

SET @var2 = NEXT VALUE FOR Test.Contador ;

SELECT @var3 = NEXT VALUE FOR Test.Contador;
SELECT @var1 AS myvar1, @var2 AS myvar2, @var3 AS myvar3 ;
GO

 

— Exemplo 3 – Utilizando a função Next Valeu For em conjunto com constraint Default —

CREATE TABLE Test.MyTable
(
IDColumn nvarchar(25) PRIMARY KEY,
name varchar(25) NOT NULL) ;
GO

CREATE SEQUENCE Test.CounterSeq
AS int
START WITH 1
INCREMENT BY 1 ;
GO

ALTER TABLE Test.MyTable
ADD DEFAULT N’AdvWorks_’ + CAST(NEXT VALUE FOR Test.CounterSeq AS NVARCHAR(20)) FOR IDColumn;
GO

INSERT Test.MyTable (name) VALUES (‘Junior’) ;
INSERT Test.MyTable (name) VALUES (‘Galvão’) ;

INSERT Test.MyTable (name) VALUES (‘SQL’) ;
INSERT Test.MyTable (name) VALUES (‘Server’) ;
SELECT * FROM Test.MyTable;
GO

 

— Exemplo 4 – Utilizando a função Next Value For com ranking windows function —

Use AdventureWorks2012

Go

SELECT NEXT VALUE FOR Test.Contador OVER (ORDER BY LastName) AS ListNumber,
FirstName, LastName
FROM Person.Contact ;
GO


 

Muito bem galera, é isso, este é o primeiro post da nova sessão Dica do Mês, simples, direto, rápido e prático, espero que você tenha gostado.

Não deixe de me visitar, amanhã vou retornar com mais uma novidade, uma nova sessão chamada “Para que serve“, por enquanto uma surpresa.

Mais uma vez obrigado, nos encontramos novamente nos próximos posts.

Até mais.