Como podemos aprender com os dados sobre tendências do futuro

Segundo Oscar Pettezzoni é diretor da Visa Consulting & Analytics – Atualmente, temos à disposição uma infinidade de informações.


Imagine que você esteja planejando uma viagem para a praia com a sua família no fim de semana. É bem possível que sua primeira providência seja entrar em um site especializado na previsão do tempo para ver se há chances de chover ou de o tempo estar nublado.

Depois, consultar um app para saber se o trânsito está bom no dia da viagem. Não há dúvidas de que tudo isso influenciará a sua decisão de pegar ou não a estrada.

Hoje em dia, temos à disposição uma infinidade de informações que nos ajudam a decifrar cenários e dar mais clareza sobre o que pode vir adiante. Claro que não temos, com isso, o dom de prever o futuro, mas os dados misturados à capacidade humana de interpretá-los compõem um bem valioso na hora de entender mudanças de comportamento, avaliar riscos e visualizar tendências.

Continue Lendo “Como podemos aprender com os dados sobre tendências do futuro”

Microsoft informa que vai retirar do meio ambiente todo seu carbono emitido

Plano da empresa envolve se tornar carbono negativa até 2030 e retirar todo o carbono emitido por ela desde 1975


A Microsoft anunciou nesta quinta-feira (16), durante evento no seu campus em Redmond, Washington, metas para se tornar carbono negativa até 2030. Além disso, o projeto aponta que até 2050 a empresa deverá remover do meio ambiente todo o carbono emitido por ela desde sua fundação, em 1975.

Brad Smith with Amy Hood and Satya Nadella

As metas foram apresentadas pelo CEO da empresa, Satya Nadella, o presidente Brad Smith, a CFO Amy Hood, e o diretor ambiental Lucas Joppa.

Em publicação no blog oficial, Smith detalhou o plano da Microsoft e a preocupação com o meio ambiente. “Se não reduzirmos as emissões e as temperaturas continuarem subindo, a ciência nos diz que os resultados serão catastróficos”, disse o executivo.

Continue Lendo “Microsoft informa que vai retirar do meio ambiente todo seu carbono emitido”

Microsoft ‘Threshold’, a nova geração do Windows


Windows-Logo-NatureMeses atrás, surgiram algumas informações sobre os planos da Microsoft para a nova geração do Windows, que deve ser lançado em 2015. Agora, novas informações divulgadas pela jornalista Mary Jo Foley indicam que esta nova geração é conhecida pelo codinome ‘Threshold’.

Microsoft ‘Threshold’, a nova geração do Windows

De acordo com a jornalista, as fontes confirmaram que Terry Myerson, Vice-Presidente Executivo da Microsoft, mencionou o codinome “Threshold” em um e-mail interno sobre os planos da empresa para a sua divisão de sistemas operacionais.

Se tudo prosseguir de acordo com o que foi planejado, a linha “Threshold” incluirá atualizações para os três sistemas operacionais da Microsoft – Windows, Xbox OS (usado pelo Xbox One) e Windows Phone. Com estas atualizações, os três sistemas terão ainda mais elementos em comum.

A jornalista afirma que o codinome ‘Threshold’ não se refere a uma versão específica do Windows, mas sim a uma nova leva de sistemas operacionais para smartphones, consoles, computadores, tablets e outros aparelhos.

O Xbox OS, Windows 8.x e Windows Phone utilizam como núcleo o kernel NT e, como já foi informado anteriormente, a Microsoft também está trabalhando para unificar as lojas de aplicativos e assim oferecer uma experiência consistente em diferentes plataformas. Já o ‘Threshold’ é mais um passo em direção à unificação dos sistemas operacionais.

Com a linha, a Microsoft planeja suportar o mesmo “núcleo principal de atividades” em diferentes plataformas. Entre estas atividades, estão expressão, criação e edição de documentos, tomada de decisões, gerenciamento de TI e “diversão”.

Mas, antes que a empresa concentre os seus esforços no ‘Threshold’, ela planeja lançar uma atualização para o Windows 8.1 conhecida como Windows 8.1 Update 1. Esta atualização será lançada na mesma época do lançamento do Windows Phone 8.1 (Windows Phone “Blue”) no segundo trimestre de 2014.

Mais informações sobre a nova geração do Windows devem começar a ser divulgadas nos próximos meses.

Fontes e Direitos Autorais: BABOO – Por Sid Vicious | em 02/Dez/13 |

Microsoft divulga novo vídeo no YouTube com sua visão sobre o futuro


Como será o amanhã? A Microsoft se arrisca a responder. Em um novo vídeo sobre sua visão do mundo para daqui a cinco ou dez anos, publicado na conta oficial da empresa noYouTube, a companhia norte-americana destaca os sistemas interativos, com sensores para controles gestuais, de toque e por voz, como as grandes atrações do ramo da tecnologia para os próximos anos.

Vídeo mostra tecnologias do futuro na visão da Microsoft (Foto: Reprodução/YouTube)Vídeo mostra tecnologias do futuro na visão da Microsoft (Foto: Reprodução/YouTube)

O vídeo tem pouco mais de dois minutos de duração e mostra diversas tecnologias interativas, atuando tanto em smartphones e tablets como também em telas enormes espalhadas pelas casas. A ideia é mostrar que os próximos anos parecem reservar uma experiência cada vez mais prática para os usuários.

Os comandos gestuais e por voz aparecem à exaustão no vídeo, para as mais variadas tarefas. Desde uma reunião no trabalho até a busca por uma receita para cozinhar uma refeição diferente para família e amigos no fim de semana.

“A tecnologia pode transformar nossa vida no trabalho, na rua e em casa baseando-se em pesquisas extensivas. Esta é uma amostra de como o futuro vai ser daqui a cinco ou dez anos a partir de agora. Nos próximos anos, a tecnologia vai ampliar nossos sentidos; ajudar-nos a ficar conectados com as pessoas que amamos e transformar a forma como vivemos, trabalhamos e nos divertimos”, diz a descrição do vídeo no YouTube.

Assista ao vídeo abaixo (habilite a legenda em português):

Fontes e Direitos Autorais: Thiago BarrosPara o TechTudo – 01/03/2013 16h38 – Atualizado em 01/03/2013 16h38.

Governo seleciona nove aceleradoras para programa Startup Brasil


O secretário de Política de Informática, Virgilio Almeida (à esq.); programa deve atrair R$ 36 mi em capital privado

São Paulo – O ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) anunciou na quinta-feira (28) as nove aceleradoras selecionadas para fazer parte do programa Startup Brasil.

As aceleradoras 21212, Aceleratech, Microsoft, Papaya, Pipa e Wayra foram habilitadas enquanto Fumsoft, Outsource e Start You Up foram qualificadas.

Inicialmente, o programa pretendia selecionar seis aceleradoras, porém expandiu o quadro devido à “qualidade e a variedade das propostas apresentadas”, segundo o secretário de Política de Informática do Ministério, Virgilio Almeida.

“O mercado brasileiro amadureceu. As propostas recebidas apresentaram qualidade de benchmarking internacional”, afirmou ele.

A expectativa é que o programa atraia cerca de R$ 36 milhões em investimentos de capital privado. Outros 14 milhões de reais serão aportados pelo MCTI para o desenvolvimento do programa em seu primeiro ano.

O objetivo é alavancar o surgimento de novas empresas e posicionar o país como um player global no setor de softwares de serviços.

A segunda etapa do programa envolve a divulgação de um edital, até o final deste mês, para seleção das startups – 25% delas poderão ser de origem internacional.

Cada uma das aceleradoras deverá apoiar entre oito e dez empresas nascentes. Cada startup receberá R$ 200 mil em recursos federais para desenvolver o negócio em até 12 meses.

Fontes e Direitos Autorais: 

, de INFO Online

• Sexta-feira, 01 de março de 2013 – 11h03.

Internet Bill Gates quer melhorar educação pública na América Latina


Bill Gates: envolvido em trabalhos filantrópicos desde 2000, Gates se mostrou muito satisfeito com a colaboração que mantém com a Fundação Carlos Slim.

Texcoco – O magnata e filantropo americano Bill Gates afirmou nesta quarta-feira que o caminho para o desenvolvimento da América Latina passa por “ter um melhor sistema de educação pública”, área que quer ajudar a desenvolver ao lado de diferentes parceiros através de sua fundação.

“Nos encantaria trabalhar com outros filantropos na região”, disse Gates em entrevista à Agência Efe após inaugurar na cidade mexicana de Texcoco as novas instalações do Centro Internacional de Melhoramento do Milho e do Trigo (CIMMYT), dedicado a pesquisa de produtividade agrícola desde 1966.

O fundador da Microsoft explicou que nos países da América Latina “há algumas boas universidades, mas, na média, a educação pública não é o que deveria ser, particularmente na comparação com o Sudeste Asiático”.

Perante o desafio de mudar isso, o também co-fundador da Fundação Bill e Melinda Gates lembrou que “até mesmo países da Ásia com níveis de riqueza inferiores (aos latino-americanos) fazem um melhor trabalho na educação”.

“Nossa instituição foca em educação nos Estados Unidos e esperamos que algumas lições sobre avaliação dos professores e a forma como ajudá-los a crescer, como utilizar a tecnologia, (…) sejam levadas a nível global”, apontou.

Além disso, considerou importante que os Governos desses países ajam para sanar problemas na área da saúde e erradicar a desnutrição, o que pode prejudicar o “desenvolvimento cerebral” das crianças e impedi-las de “alcançar seu potencial máximo”.

No entanto, Bill Gates comentou que alguns países, como Costa Rica, México, Brasil e Chile, “fizeram boas coisas e parece que estão chegando ao ponto em que se olham” mutuamente em busca de conhecer e colocar em prática as políticas públicas de desenvolvimento que funcionaram melhor nos outros.

Sendo uma região de países de indicadores econômicos medianos, em geral, o futuro é promissor, avaliou.

Fontes e Direitos Autorais: 

• Quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013 – 09h38.

Transistor 4D pode ser o primeiro passo para os computadores do futuro

Material utilizado no novo transistor pode substituir o silício na criação de processadores.


 

(Fonte da imagem: Shutterstock)

Mesmo com avanços tecnológicos proporcionando uma evolução constante em  componentes computacionais, essas peças apresentam um limite. Processadores,  hoje em dia feitos com silício, aos poucos começam a apresentar algumas  barreiras de desempenho que fizeram com que cientistas buscassem alternativas a  eles. Agora, surge um possível vislumbre do futuro dos computadores.

Os cientistas Jiangjiang Gu, da Universidade Purdue, e Xinwei Wang, da  Universidade de Harvard, criaram um transistor formado por três nanofios de um  material chamado arseneto de gálio e índio (InGaAs), montado como se fosse uma  árvore de Natal. A pesquisa se baseia em um projeto anterior que criava  transistores em 3D, em vez de planos.

Esse projeto permite que engenheiros possam criar circuitos integrados mais  rápidos, eficientes e compactos, assim como laptops mais leves e que geram menos  calor. A nova descoberta mostrou que ligar os transistores verticalmente em  paralelo aumenta o desempenho do eletrônico.

Segundo o coordenador da equipe, Dr. Peide Ye, empilhar os transistores  resulta em mais corrente e uma operação mais rápida. Isso tudo adiciona uma nova  dimensão e, por isso, os cientistas os chamam de “transistores 4D”.

Ainda é cedo para saber exatamente quando esses componentes serão utilizados  no mercado, mas processadores mais atuais já utilizam a tecnologia de  transistores 3D, provando que nos próximos anos deveremos ver a sua próxima  versão sendo utilizada na criação de novos computadores.

Fontes e Direitos Autorais: TecMundo.com – André  Luiz Pereira em 11  de Dezembro de  2012.

Arquitetos propõem aeroporto flutuante para Londres


Um escritório de arquitetura propõe um projeto revolucionário para um futuro aeroporto para a cidade de Londres. Os profissionais da Gensler criaram um projeto que prevê a construção de um enorme complexo, com quatro pistas de pouso e decolagem, além de edifícios e torres, sobre o rio Tâmisa, que corta a capital inglesa.

Projeto bilionário seria uma opção para resolver as limitações do antigo aeroporto londrino (Foto: Divulgação)Projeto bilionário seria uma opção para resolver as limitações do antigo aeroporto londrino (Foto: Divulgação)

O projeto, batizado de London Britannia Airport, seria uma maneira de desafogar o aeroporto de Heathrow. O projeto inovador substituiria o velho aeroporto londrino, alvo de pesadas críticas por conta de suas limitações durante as Olimpíadas.

Caso construído, o aeroporto flutuante teria quatro pistas, cada uma com cinco quilômetros de extensão, todas presas ao fundo do estuário. Ele seria conectado à cidade através de um trem de alta velocidade construído no subsolo.

Distante de zonas urbanas, o aeroporto teria a vantagem de não gerar perturbação aos vizinhos do complexo e poderia funcionar por 24 horas ininterruptas para pousos e decolagens. Em relação ao antigo Heathrow, os arquitetos propõem sua revitalização, com a transformação do espaço em bioparques e área residencial para 300 mil pessoas.

Contudo, o grande problema da ideia dos arquitetos da Gensler está no fato de que seu custo, que já é proibitivo em períodos de bom momento econômico, dificilmente seria aprovado na atual fase de contração econômica global. A estimativa é que a construção do London Britannia Airport custe US$ 80 bilhões.

Fontes e Direitos Autorais: Filipe Garrett – Para o TechTudo – 12/09/2012 11h18– Atualizado em 12/09/2012 11h18.

Cientistas avançam em pesquisa para clonar mamute


Homem toca escultura gigante de bronze de um mamute na cidade siberiana Khanty-Mansiysk em 2011

Moscou – Uma equipe de cientistas russos e sul-coreanos afirma ter avançado na busca de uma possível clonagem do mamute, após pesquisa criticada por outros especialistas no tema.

A equipe diz ter descoberto pedaços de tecido de mamute profundamente enterrado no permafrost (solo permanentemente congelado) da região leste da Sibéria que poderiam conter células vivas.

A possível existência destas células, talvez insuficientemente numerosas para o que se deseja realizar, ainda tem que ser confirmada pelo laboratório sul-coreano encarregado. Além disso, é considerada muito improvável por vários cientistas especializados no estudo das células.

No entanto, Serguei Fiodorov, da Universidade Federal Norte-oriental russa, informou que a descoberta feita na região de Yakutia, no leste da Sibéria, poderia nos aproximar de uma tentativa de clonagem do mamute.  “Descobrimos os pedaços de tecido de mamute no leste da Sibéria no começo de agosto”, disse Fiodorov à AFP por telefone esta quarta-feira.

“Parece que algumas das células ainda teriam um núcleo vivo”, disse o cientista.

A equipe se esforça por obter credibilidade, em meio a dúvidas sobre a possibilidade de que algo possa permanecer vivo durante milênios no permafrost. No entanto, se assim for, será possível tentar clonagens com o objetivo de recriar animais hoje extintos.

Um dos participantes da expedição é o sul-coreano Hwang Woo-suk, que caiu em desgraça após ter sido considerado culpado por seus colegas da Universidade de Seul por falsificar duas “primícias mundiais” no campo da clonagem terapêutica.

Uma delas foi a suposta extração, em 2004, de uma linhagem de células-tronco a partir de embriões obtidos por clonagem, à que se seguiu, em 2005, uma segunda suposta descoberta ainda mais importante: a produção de onze colônias de células-tronco. Estes anúncios teriam gerado grandes esperanças no tratamento do câncer, da diabetes e do mal de Parkinson.

No entanto, Wang também trabalhou na clonagem de animais e conseguiu clonar um cão em agosto de 2005.

Considera-se que o mamute foi extinto há menos de 4.000 anos, coincidindo com o surgimento da Idade do Bronze, no Egito.  Segundo estudo publicado em junho na revista Nature Communications, vários fatores – alta da temperatura, mudança na vegetação, expansão dos seres humanos – contribuíram para a extinção do mamute peludo.

Seus resultados mostram como o mamute da Beríngia (ponte terrestre que unia o atual Alasca e a Sibéria Oriental), presente de forma abundante até 45.000 e 30.000 anos antes da nossa era, sofreram um longo declínio, enfrentando mudanças climáticas, de hábitat e a presença humana até seu desaparecimento definitivo há 4.000 anos.

Fontes e Direitos Autorais:  • Quarta-feira, 12 de setembro de 2012 – 18h01.

Veja 6 dicas para trabalhar de casa

Trabalhar remotamente pode proporcionar uma melhor qualidade de vida ao colaborador ao livrá-lo do trânsito, além de estimular o engajamento por causa da flexibilidade de horário, segundo Irene Azevedo, diretora de negócios da DBM.


São Paulo – Trabalhar remotamente pode proporcionar uma melhor qualidade de vida ao colaborador ao livrá-lo do trânsito, além de estimular o engajamento por causa da flexibilidade de horário, segundo Irene Azevedo, diretora de negócios da DBM.

Teoricamente, todos os profissionais podem trabalhar a partir de um home office, mas não é um regime de trabalho indicado aos colaboradores que precisam de equipamentos específicos ou para os trabalhadores que lidam com diversos clientes pessoalmente. “Dificulta um pouco mais o método de trabalho trazer vários clientes para dentro de casa”, comenta a diretora.

 Há áreas onde o home office é mais propício, principalmente em empresas da área de atendimento ao cliente. Porém, nem todas as companhias permitem que o funcionário trabalhe remotamente.

Já as empresas devem transmitir a cultura da organização a todos os colaboradores. Além de oferecer todos os benefícios aos funcionários, como vales e gastos adicionais, a organização deve ficar atenta à interação entre os trabalhadores. Neste caso, o uso da mídia social e grupos online para estimular a aderência e cultura empresarial podem ajudar, segundo a diretora.

Ainda segundo Irene, os sistemas de home office mais bem sucedidos são os híbridos, onde o profissional passa algumas horas no escritório e o restante do dia em casa. Com isso, a empresa garante a assimilação da cultura da organização e a flexibilidade de horário ao funcionário.

Os trabalhadores não precisam pedir para trabalhar de casa porque esta rotina está na cultura das empresas que permitem este regime. “As companhias devem esclarecer as dúvidas dos candidatos durante a entrevista de emprego”, diz Irene.

Confira abaixo seis dicas para trabalhar de casa:

 

1 – É fundamental trabalhar a portas fechadas e ter um local isolado dentro de casa. Tenha o seu escritório privado e mantenha distância de crianças, cachorros e empregada. “É fácil de perder o foco do trabalho ao realizar tarefas diárias”, diz Irene.

 2 – Mantenha uma rotina diária, seja disciplinado e avise todas as pessoas que moram em sua casa para não incomodar durante este período.

3 – A empresa exigirá dos empregados em regime de home office a paixão pelo trabalho. Por isso, faça algo significativo e da melhor maneira possível. “É comum ficar desestimulado quando a rotina é sempre a mesma, principalmente quando a pessoa está isolada”, comenta Irene.

4 – A chance de trabalhar de casa e ver pouco o chefe ou colegas de trabalho pode diminuir a visibilidade que o profissional possui na empresa. Para evitar isso, permita que seus colegas saibam o que você faz diariamente. “Neste caso, o uso de redes sociais, principalmente os grupos online criados pelas empresas, são uma ótima opção”, comenta a diretora.

 5 – Faça todos os treinamentos que a empresa oferece. Isso assegura que todos os colaboradores tenham o mesmo nível de conhecimento . “As plataformas de e-learning são poderosas e fundamentais para promover a integração”, diz Irene.

6 – As companhias que permitem a flexibilidade do home office não estão preocupadas a que horas o funcionário vai fazer a tarefa, mas com a qualidade do trabalho que será entregue. Profissionais que prestam atendimento de suporte de TI, por exemplo, principalmente para os clientes do exterior, não precisam estar dentro organização para dar iniciar o atendimento. “O que importa é estar acessível quando o cliente ligar e em um ambiente silencioso” diz Irene.

 Fontes e Direitos Autorais: Rafael Ferrer, de INFO Online• Segunda-feira, 19 de dezembro de 2011 – 09h26.

As 10 carreiras que trazem mais felicidade profissional


As carreiras que abrigam os profissionais mais felizes não oferecem salários milionários

São Paulo – Ajudar os outros e destinar as horas de trabalho para algo que realmente é coerente com suas paixões e interesses pessoais parece ser a principal fórmula para satisfação no trabalho.

Pelo menos é o que indica levantamento feito pela Universidade de Chicago com mais de 27 mil americanos de todos os setores.

As carreiras que abrigam os profissionais mais felizes não oferecem salários milionários ou passaporte garantido para as camadas mais altas da sociedade. Mas elas oferecem algo que dinheiro nenhum compra: orgulho e coerência no que se faz.

No topo da lista estão as pessoas que dedicam suas vidas profissionais para o serviço religioso, independente da religião. Seguidas por bombeiros e fisioterapeutas.

Confira quais são as carreiras que trazem mais satisfação, segundo o estudo. Para quem odeia o próprio trabalho, inspire-se para revitalizar sua carreira.

1. Líderes religiosos

Independente da religião, as pessoas que dedicam suas vidas para o serviço religioso se mostraram as mais completas com suas carreiras. Segundo o estudo, 87% dos entrevistados admitiram estar muito satisfeitos com a profissão que escolheram.

As razões para isso variam de acordo com as circunstâncias. Mas a explicação mais coerente pode estar relacionada ao fato de que, geralmente, essas pessoas atuam em coerência com os próprios valores.

2. Bombeiros

As longas jornadas de trabalho aliadas ao risco sempre iminente não são suficientes para diminuir a satisfação de um bombeiro quando consegue resgatar alguém com vida.

Segundo o estudo, 80% dos bombeiros americanos estão satisfeitos com suas carreiras.

3. Fisioterapeuta

Outra fórmula para ter felicidade no trabalho parece ser cuidar da saúde de outras pessoas. Nesse grupo, os fisioterapeutas são líderes.

Ajudar na reabilitação de pacientes com doenças severas fez com que 78% dos fisioterapeutas demonstrassem real satisfação com suas rotinas de trabalho.

4. Escritores

Fora os grandes nomes da literatura mundial (e isso inclui os best-sellers de qualidade duvidosa), quem segue a carreira de escritor raramente espera um horizonte profissional rentável.

Mesmo assim, 74.2% dos escritores entrevistados assumiram ter uma extrema satisfação com o que fazem.

5. Professores de educação especial

Elaborar projetos de apoio à inclusão de pessoas com necessidades especiais nas escolas e trabalhar diretamente com esses projetos são parte das tarefas dos educadores especializados em educação especial.

A satisfação de ver crianças, que antes era excluídas das instituições de ensino, aprendendo determinou que 70,1% dos profissionais da categoria admitissem que estão felizes com a carreira que escolheram.

6. Professores

A área de educação é figura presente nos rankings americanos de satisfação no trabalho. No início do ano, a carreira alcançou a terceira posição em lista elaborada pelo site Career Bliss das profissões que fazem com que as pessoas sejam mais felizes.

De acordo com o estudo, os profissionais do setor são os que mais valorizam suas tarefas diárias, como trabalhar com crianças. No ranking da Universidade de Chicago, 69,2% deles admitiu muita satisfação.

7. Psicólogos

Entender os outros e procurar ajudar pessoas a superar problemas de ordem emocional parece ser outra fórmula para felicidade na carreira.

Por conta disso, os psicólogos são outros profissionais da área de saúde que estão bem felizes, obrigado, com suas carreiras. Segundo o levantamento, 66.9% dos entrevistados admitem satisfação plena com o que fazem.

8. Gestores de educação

A terceira profissão ligada à área de educação que mais traz felicidade para quem decide segui-la é a dos gestores.

Segundo o estudo, 68.4% dos reitores, diretores e coordenadores dos Estados Unidos estão realmente satisfeitos com o que fazem.

9. Pintores e escultores

Como no caso dos escritores, as pessoas que fazem da expressão artística uma carreira não esperam robustos retornos financeiros.

Mesmo assim, do total de pessoas participantes da pesquisa, 67,3% estão muito satisfeitas com essa opção de carreira.

10.Engenheiros de operação

Uma das profissões em alta no Brasil, os engenheiros de operação são os responsáveis por cada detalhe da operação nas unidades de cada empresa.

Essa autonomia e responsabilidade garante que 64,1% dos engenheiros de operação dos Estados Unidos estejam muito satisfeitos com o trabalho. Estima-se que é possível estrear no setor com um salário de 9 mil reais. Para os gerentes de operações, a remuneração sobe para cerca de 16,5 mil reais.

Fontes e Direitos Autorais: Por Talita Abrantes, de EXAME.com • Quinta-feira, 08 de dezembro de 2011 – 08h58.

Terão Apple e Microsoft o mesmo destino?

Na semana passada, quando Steve Jobs repassou o cargo de CEO da Apple a Tim Cook, os acionistas da empresa ficaram preocupados. Não à toa. A empresa, a de maior valor de mercado do mundo, podia se desvalorizar. E foi o que aconteceu, com as ações caindo algo em torno de 3%.

Na época da saída, o valor de mercado da Microsoft era estimado em 600 bilhões de dólares, o que a deixava como a mais valiosa do mundo. Porém, durante a gestão de Steve Ballmer, atual CEO da empresa, a Microsoft acumulou fracassos com seu sistema operacional, com o Vista; viu seu navegador, o Internet Explorer, perder participação de mercado para os concorrentes Firefox e Chrome; além de não emplacar no setor de dispositivos móveis – o Windows Phone ainda é uma promessa.


O novo CEO da Apple, Tim Cook, que possui a difícil missão de evitar a sina de Steve Ballmer.

São Paulo – Na semana passada, quando Steve Jobs repassou o cargo de CEO da Apple a Tim Cook, os acionistas da empresa ficaram preocupados. Não à toa. A empresa, a de maior valor de mercado do mundo, podia se desvalorizar. E foi o que aconteceu, com as ações caindo algo em torno de 3%.

E os acionistas devem temer mesmo a saída de Jobs. A história do setor de tecnologia mostra que quando um CEO importante vai embora, a empresa entra em parafuso. E a melhor história para exemplificar isso é a da Microsoft, que perdeu mercado e até o rumo (segundo alguns analistas) após a despedida do seu criador Bill Gates, em 1999 – que resolveu ir cuidar das ações sociais de sua fundação, a Bill Gates Foundation.

Na época da saída, o valor de mercado da Microsoft era estimado em 600 bilhões de dólares, o que a deixava como a mais valiosa do mundo. Porém, durante a gestão de Steve Ballmer, atual CEO da empresa, a Microsoft acumulou fracassos com seu sistema operacional, com o Vista; viu seu navegador, o Internet Explorer, perder participação de mercado para os concorrentes Firefox e Chrome; além de não emplacar no setor de dispositivos móveis – o Windows Phone ainda é uma promessa.

Depois de tanto revés, a Microsoft está avaliada em cerca de 216 bilhões (64% a menos do que no apogeu da era Gates). O que explica essa queda?

Basicamente, o toque de Midas de seus fundadores. Apesar de algumas ações contentáveis, como a falta de transparência de Gates e algumas parcerias contestáveis de Jobs (como a Foxconn, por exemplo), ambos aniquilaram seus concorrentes.

Aí fica uma dúvida: será quem Tim Cook, o novo CEO da Apple terá a mesma intuição de Jobs? Na Microsoft, Ballmer não conseguiu isso.

Outro ponto a ser observado na Maçã é que ela investe menos em pesquisa do que as concorrentes. Enquanto Microsoft e Sony destinaram 13,9 bi e 5,9 bilhões de dólares em busca de inovação, respectivamente, durante o ano de 2010, a Apple investiu apenas 2,7 bilhões de dólares – o que só reforça a genialidade de Jobs.

O investimento em pesquisa nem sempre assegura resultados certos e pode gerar perdas significativas.

Entretanto, pelo menos em curto prazo, a Apple deve continuar a ser a empresa de tecnologia mais prestigiada do mundo.

Para o analista de mercado para dispositivos de consumo da IDC Brasil, Bruno Freitas, a inovação é algo que já foi incorporado ao DNA da empresa. “Há algum tempo a inovação deixou de ser uma característica exclusiva dele para se espalhar por todo o time e cultura da empresa”, explica ele, apontando setores como designer, desenvolvimento de interface, software e serviços online como
diferenciais. Se ele está certo, só tempo irá dizer.

Fontes e Direitos Autorais: Vinicius Aguiari, de INFO Online – Terça-feira, 30 de agosto de 2011 – 11h24.

Desenvolver aplicativos é ótima opção

Que tal tentar carreira em uma área relativamente nova e com ótimas perspectivas de crescimento? É o caso do mercado de aplicativos móveis.

Segundo pesquisa da consultoria alemã Research2Guidance, especializada em TI e indústrias emergentes, entre 2011 e 2013 o setor deve crescer 800% em todo o mundo.

O estudo atribui esse enorme boom do segmento ao aumento global do uso de smartphones, baseados em plataformas que distribuem aplicativos por meio de App Stores. E a boa notícia é que no Brasil o cenário é igualmente favorável.

Aplicativos de games seguem fazendo sucesso, mas há muitos outros conteúdos sendo desenvolvidas com igual potencial.

“O mais legal é que é um mercado totalmente novo, acessível a qualquer pessoa. Antigamente, para montar aplicação tinha que ter empresa, parceria etc. Hoje, um desenvolvedor adolescente cria apps e oferece no mundo inteiro”, afirma Renato Arradi, gerente sênior de Marketing de Produtos da Motorola, que está de olho nesse nicho de mercado.


Renato Arradi, gerente sênior de Marketing de Produtos da Motorola: com popularização dos smartphones, demanda é maior por aplicativos.

Que tal tentar carreira em uma área relativamente nova e com ótimas perspectivas de crescimento? É o caso do mercado de aplicativos móveis.

Segundo pesquisa da consultoria alemã Research2Guidance, especializada em TI e indústrias emergentes, entre 2011 e 2013 o setor deve crescer 800% em todo o mundo.

O estudo atribui esse enorme boom do segmento ao aumento global do uso de smartphones, baseados em plataformas que distribuem aplicativos por meio de App Stores. E a boa notícia é que no Brasil o cenário é igualmente favorável.

Aplicativos de games seguem fazendo sucesso, mas há muitos outros conteúdos sendo desenvolvidas com igual potencial.

“O mais legal é que é um mercado totalmente novo, acessível a qualquer pessoa. Antigamente, para montar aplicação tinha que ter empresa, parceria etc. Hoje, um desenvolvedor adolescente cria apps e oferece no mundo inteiro”, afirma Renato Arradi, gerente sênior de Marketing de Produtos da Motorola, que está de olho nesse nicho de mercado.

A empresa realiza na próxima segunda, 16, o Motodev App Summit, evento voltado para desenvolvedores de aplicativos. A ideia é que em um dia os participantes, em geral jovens desenvolvedores e empreendedores (inscrições já encerradas) tenham acesso a dicas sobre como alavancar suas carreiras.

Para tanto, será fornecido treinamento gratuito, além de orientação para que os presentes possam viabilizar o “go to market” de seus aplicativos móveis, sobretudo aqueles baseados na plataforma Android, que é aquela adotada pela fabricante.

Perfil

Em geral, desenvolvedores não encontram dificuldade para encontrar trabalho na área.

Isto porque as exigências dos empregadores ficam restritas à capacidade de execução prática dos projetos. Nem curso superior é considerado fundamental. Basta saber fazer.

É o que acontece, por exemplo, na FingerTips, empresa sediada em São Paulo,  especializada no desenvolvimento de aplicativos móveis, sobretudo para iPhone e  iPad. Cerca de 80% das ferramentas produzidas são para esses produtos da Apple. A outra parte envolve a promissora plataforma Android, do Google.

Seu dono, Breno Masi, não só diz que não se importa com diploma de nível superior em curso de TI quando contrata um funcionário para o seu negócio, como também não incentiva que os seus atuais colaboradores invistam nesse tipo de
formação convencional.

“Quando eles [desenvolvedores que trabalham na empresa] me perguntam se precisam fazer faculdade, eu digo que podem fazer, mas os oriento a procurarem uma área diferente, como Matemática, Física, Meteorologia, Economia ou Administração de Empresas. Com essas formações, desenvolverão raciocínio, lógica etc.”.

Para Masi, não basta o candidato dizer que se formou na universidade em um curso de tecnologia. É preciso comprovar o conhecimento. “O mais importante é o portfólio. É o que o mercado valoriza, verdadeiramente. Não adianta dizer que conhece e que estudou nessa ou naquela universidade. Precisa é ter aplicativos publicados, comprovar iniciativas importantes”, recomenda.

 “A melhor forma de conseguir emprego é mostrando que sabe fazer. Eu vejo na Apple Store um trabalho publicado, convido o autor para almoçar e faço a proposta para trabalhar conosco. Eu nem pergunto de curso superior. Pelo nível do teste eu o contrato.

Tenho os três maiores programadores de iPhone no país. Eles preparam aulas e as ministram aos demais funcionários”, revela.

Uma das razões para que o “canudo” caísse no conceito de muitas empresas é que os cursos superiores de tecnologia não conseguem acompanhar as necessidades do mercado.

“Até percebo algum foco para jogos em alguns cursos universitários, mas na parte de aplicativos não há nada”, reclama o gerente sênior de Marketing de Produtos da Motorola.

Para Renato Arradi, o profissional que pretende desenvolver aplicativos móveis deve ter em mente que não basta só fazer uma faculdade. “Nessa área, ele será medido pelo desempenho, pela qualidade da aplicação. Deve ser uma pessoa interessada e entender de programação. A programação desenvolvida e colocada numa loja de aplicativos, caso se torne um sucesso, vira um ótimo cartão de visitas, com vistas a oportunidades de emprego”, afirma o executivo, que acrescenta: “na web tem material farto e gratuito sobre desenvolvimento de plataformas móveis”.

Arradi aposta que a popularidade dos celulares inteligentes irá alavancar ainda mais o mercado para desenvolvedores de aplicativos móveis. “Hoje, um dos diferenciais das plataformas é que elas dispõem de grande oferta de aplicações. O segmento de smartphone é o que mais cresce. Está mais acessível ao público, que procura por boas aplicações”, finaliza.

Fonte e Direitos Autorais: Rogerio Jovaneli, de INFO Online – Sexta-feira, 13 de maio de 2011 – 16h45.

%d blogueiros gostam disto: