Dica do Mês – Microsoft SQL Server 2017 – SQL Graph Databases


Muito bom dia…… Salve amantes de banco de dados.

Tudo bem? Este é mais um post da sessão Dica do Mês, sessão dedicada a compartilhar mensalmente dicas, novidades, curiosidades e demais informações relacionadas ao Microsoft SQL Server, Banco de Dados e Tecnologias de Banco de Dados.

No post de hoje, quero compartilhar com você uma das maiores novidades implementadas na última versão do Microsoft SQL Server, neste caso, a versão 2017 lançada oficialmente em outubro de 2017 e muito destacada aqui no meu blog em diversos posts.

Destacando um pouco sobre o post, quando se referimos a banco de dados, normalmente pensamos em uma estrutura organizada basicamente em tabelas, colunas, chaves primárias, chaves estrangeiras e relacionamentos. Mas a partir do Microsoft SQL Server 2017 temos uma nova possibilidade de elaborar uma estrutura de banco de dados saindo um pouco deste tradicional cenário conhecimento como modelo relacional e sim partindo para o chamado modelo grafos ou banco de dados em grafos. Talvez em algum momento você já deve ter ouvido falar um pouco sobre esta forma de modelagem.

Pois bem, neste nova versão o time de engenheiros do SQL Server adicionaram ao conjunto de novas funcionalidades (features) o SQL Graph Databases ou simplesmente Banco de Dados em Grafos, isso mesmo banco de dados no formato de grafos, parece ser algo muito diferente do que estamos acostumados a fazer, na verdade não é bem assim, e você vai poder conhecer um pouco mais sobre este recurso, suas características e curiosidades no decorrer deste post.

Esta curioso em saber um pouco mais sobre esta nova feature? Eu estou, e não vejo a hora de poder dividir com você um pouco do vasto conteúdo relacionado com este recurso. Então, vamos em frente, vou tentar mitigar a sua curiosidade e ao mesmo também satisfazer os meus objetivos. Sendo assim, seja bem vindo ao post – Dica do Mês – Microsoft SQL Server 2017 – SQL Graph Databases.

Você vai se surpreender com este novo recurso e suas possibilidades relacionadas com modelagem de banco de dados.


Introdução

O SQL Graph Database é uma nova forma de se estruturar um banco de dados criado no Microsoft SQL Server 2017, tendo como base um estrutura formada por uma coleção de tabelas de nó (Node Table) e  tabelas de borda (Edge Table).

Basicamente um nó representa uma entidade — por exemplo, uma pessoa ou uma organização e uma borda representa uma relação entre os dois nós que ele conecta. As tabelas de nó ou borda podem ser criadas em qualquer esquema em um banco de dados, mas todas pertencem a uma estrutura de grafos representada de forma lógica.

Os bancos de dados na estrutura de grafos são úteis quando o aplicativo tem relacionamentos complexos de muitos para muitos e precisamos analisar as relações complexas.

Algumas das características importantes de um bancos de dados na estrutura de grafos:

  • Bordas (edge) ou relacionamentos(node) são entidades de primeira classe em um banco de dados de grafos e podem ter atributos ou propriedades associadas a eles;
  • Uma única edge table pode unir flexivelmente vários nós em um banco de dados de grafos;
  • Demonstrar a relação de padrões e consultas de navegação de vários saltos facilmente; e
  • Demonstrar o encerramento transitivo de dados e as consultas polimórficas facilmente.

A Figura 1 abaixo apresenta a estrutura básico do SQL Graph Databases e seus principais componentes:

Architecture of SQL Server 2017 Graph Database
Figura 1 – Estrutura básica do SQL Graph Databases.

Analisando a Figura 1 apresentada acima, podemos dizer que um banco de dados na estrutura de grafos é um tipo de banco de dados cujo conceito é baseado em nós e bordas. Este novo tipo de bancos de dados, denominada de grafos, baseiam-se na teoria dos grafos (um grafo é um diagrama de pontos e linhas conectados aos pontos), respeitando a seguinte estrutura:

  1. Os nós representam dados ou entidade e bordas representam conexões entre nós; e
  2. As bordas são propriedades que podem estar relacionadas a nós, essa capacidade nos permite mostrar interações mais complexas e profundas entre os nossos dados.

Elementos básicos

A seguir destaco os elementos básicos que compõem a estrutura do SQL Graph Databases:

Node Table
Representa uma entidade em um esquema de grafos. Sempre que criamos uma tabela de nós, juntamente com as colunas definidas pelo usuário, uma coluna implícita $node _id é criada, o que identifica exclusivamente um determinado nó no banco de dados.

Os valores na coluna $node _id são gerados automaticamente e são uma combinação de object_id dessa tabela de nós e um valor bigint gerado internamente. No entanto, quando a coluna $node _id é selecionada, um valor calculado na forma de uma cadeia de caracteres JSON é exibido.
Além disso, $Node _id é uma coluna pseudo, que mapeia para um nome interno com String hex nele. Quando selecionamos $node _id da tabela, o nome da coluna aparecerá como $node _id_ hex_string.

É recomendável que os usuários criem uma restrição ou índice exclusivo na coluna $node _id no momento da criação da tabela de nós, mas se um não for criado, um índice padrão exclusivo não clusterizado será criado automaticamente.

Edge Table
Como mencionado anteriormente, uma tabela de borda(Edge Table) representa uma relação em um grafos. As bordas são sempre direcionadas e conectam dois nós.

Uma tabela de borda permite que os usuários modelem relacionamentos muitos-para-muitos no grafos, esta mesma tabela pode ou não ter quaisquer atributos definidos pelo usuário.

$Edge _id
A primeira coluna na tabela de borda representa $Edge _id que identifica exclusivamente uma aresta fornecida no banco de dados. O valor da coluna edge_id é gerado com a combinação de object_id da tabela de borda e um valor bigint gerado internamente.

No entanto, quando selecionamos a coluna $Edge _id, ela é exibida como a seqüência de caracteres JSON que é calculada a partir do valor da coluna.

$from _id
Coluna que armazena o $node _id do nó, de onde a borda é originada. Semelhante ao $Edge _id este é também um pseduo e pode ser usado como $from _id no entanto, o nome da coluna inclui Strings hex nele.

$to _id
Armazena o $node _id do nó, no qual a borda termina. Comportamento desta coluna em também como por $Edge _id e $from coluna _id.

Funções

Existem algumas funções adicionadas a linguagem Transact-SQL, que visam ajudar os usuários a extrair informações das colunas geradas. Abaixo estão as funções:

OBJECT_ID_FROM_NODE_ID: Função que permite extrair o object_id de um node_id. Precisamos passar node_id para esta função e ele retornará o object_id, também podemos obter o nome do objeto do object_id.

GRAPH_ID_FROM_NODE_ID: Função que permite extrair o GRAPH_ID de um node_id. Precisamos passar node_id para esta função e ele retornará o object_id.

NODE_ID_FROM_PARTS: Através desta função podemos construir um node_id de um object_id e um graph_id.

OBJECT_ID_FROM_EDGE_ID: Função utilizada para extrair um object_id de um EDGE_ID.

GRAPH_ID_FROM_EDGE_ID: Função utilizada para identificar um GRAPH_ID de EDGE_ID.

EDGE_ID_FROM_PARTS: Função que nos permite identificar o id utilizada entre as conexões de EDGE_ID de object_id e identidade.

Tabelas de Sistemas e Metadados

Sys.Tables – Novas colunas foram adicionadas ao sys.tables para identificar se uma tabela é um nó ou uma borda, conforme apresenta a Tabela 1 abaixo:

Column Name Data Type Description
is_node bit 1 = this is a node table
is_edge bit 1 = this is an edge table

Tabela 1 – Novas colunas adicionadas a system table sys.tables.

Sys.Columns – Novas colunas foram adicionadas ao sys.tables para indicar o tipo da coluna em tabelas de nó e borda, permitindo o relacionamento entre as systems tables sys.columns e sys.tables. A Tabela 2 abaixo apresenta a relação de novas colunas adicionadas a sys.columns:

Column Name Data Type Description
graph_type int Internal column with a set of values.

The values are between 1-8 for graph columns and NULL for others:

1 – GRAPH_ID
2 – GRAPH_ID_COMPUTED
3 – GRAPH_FROM_ID
4 – GRAPH_FROM_OBJ_ID
5 – GRAPH_FROM_ID_COMPUTED
6 – GRAPH_TO_ID
7 – GRAPH_TO_OBJ_ID
8 – GRAPH_TO_ID_COMPUTED

graph_type_desc nvarchar(60) internal column with a set of values

Tabela 2 – Novas colunas adicionadas a system table sys.columns.

Nossa, quanta coisa nova foi adicionado ao Microsoft SQL Server a partir desta nova funcionalidades, como também, diversas mudanças internadas como de costume também foram realizadas no produto afim de possibilitar o uso destas e outras funcionalidades, algo comumente realizado a cada nova versão.

Vamos então conhecer de forma prática o SQL Graph Databases e entender como estes elementos podem ser utilizados através do cenário que estaremos implementando a partir de agora.

Implementando o SQL Graph Databases

Se estamos nos referindo ao um banco de dados de grafos, nada melhor do que representar a estrutura que será utilizada em nosso cenário de exemplo através de um Diagrama conforme ilustra a Figura 2 abaixo:

Figura 2 – Diagrama – Estrutura utilizada para o exemplo.

Os nós são SQL Server, Azure e Windows e segue (bordas) fornecem conexões entre nós. Este modelo de banco de dados não pode ser tratado como uma alternativa a um modelo de banco de dados relacional, mas confrontados com alguns problemas específicos, o modelo de banco de dados em grafos pode ser alternativo e efetivo.

Observações: Se você olhar para o diagrama de perto, talvez você pode projetar este modelo de dados em um banco de dados relacional por junções, mas imagine que se você tiver um monte de nós e bordas, em seguida, quantas junções você vai precisar? Outra consideração importante se relaciona na forma de como este projeto funcionaria? Por esta razão, ao lidar com alguns problemas de negócios, precisamos de um banco de dados representado na teoria de grafos.

Um cenário muito interessante para a adoção de um banco de dados em grafos a ser considerado são meios de comunicação social. Por exemplo, há um monte de ações sociais, cada ação social cria uma marca. Quando combinamos estas marcas, parece uma teia de aranha. O modelo de banco de dados em grafos é ideal para armazenar esse tipo de dados.

Criando o ambiente

Para nossa prática vamos trabalhar com o seguinte ambiente:

  • Database – SQLGraphDatabase;
  • Node Table – Products; e
  • Edge Table – Microsoft.

Vamos começar criando nosso banco de dados e a node table através do Bloco de Código 1 apresentado na sequência:

— Bloco de Código 1 – Criando Banco de Dados e Node Table —

— Criando o Banco de Dados —
Create Database SQLGraphDatabases
Go

— Acessando o Banco de Dados —
Use SQLGraphDatabases
Go

— Criando a Node Table Products —
Create Table Products
(ProductID TinyInt Primary Key,
ProductName Varchar(100)
) As Node
Go

Note que instrução Create Table especificamos ao final da mesma a palavra chave Node, desta forma, o Microsoft SQL Server vai entender que nossa tabela será um nó e posteriormente estará relacionada com no mínimo uma borda.

O próximo passo é realizar a inserção de dados na tabela Products, para isso vamos utilizar o Bloco de Código 2 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 2 – Inserindo dados na Node Table Products —

— Inserindo dados na Node Table Products —
Insert Into Products
Values (1,’SQL Server’),
(2,’Azure’),
(3,’Windows’)
Go

— Consultando os dados —
Select ProductId, ProductName from Products
Go

Você poderá notar que após a execução do comando Select teremos o resultado das três linhas de registros lógicos adicionadas a node table Products apresentados em tela, para que seja possível apresentar toda estrutura da tabela incluindo o $Node_Id, vamos então utilizar um simples e conhecido Select * (técnica não recomendável, mas para este cenário será útil para apresentar de maneira rápida a estrutura da node table Products).

— Apresentando toda estrutura da node table Products e seus respectivos dados —

Select * From Products
Go

A Figura 3 abaixo ilustra o retorno dos dados obtidos após a execução do Select acima:

Figura 3 – Estrutura da node table Products, incluindo $Node_ID e dados.

Continuando a nossa caminhada, vamos agora criar nossa tabela borda (edge table) denominada Microsoft, sendo esta o elemento utilizado para estabelecer as ligações entre os dados da node table para com a edge table, desta forma utilizaremos o Bloco de Código 3 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 3 – Criando a Edge Table Microsoft —

— Criando a Edge Table Microsoft —
Create Table Microsoft As Edge
Go

— Consultando a estrutura da Edge Table Microsoft —
Select * from Microsoft
Go

Pronto nossa tabela borda esta criada, nosso penúltimo passo será adicionar os dados oriundos da node table Products, estabelecem assim as relações entre ambos os elementos, para tal procedimentos utilizaremos o Bloco de Código 4 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 4 – Inserindo os dados na Edge Table Microsoft —

— Azure com SQL Server —
Insert Into Microsoft ($from_id , $to_id )
Values ((Select $node_id from Products where ProductId=2),
(Select $node_id from Products where ProductId=1))
Go

— Windows com SQL Server —
Insert Into Microsoft ($from_id ,$to_id )
Values ((Select $node_id from Products where ProductId=3),
(Select $node_id from Products where ProductId=1))
Go

— Windows com Azure —
Insert Into Microsoft ($from_id ,$to_id )
Values ((Select $node_id from Products where ProductId=3),
(Select $node_id from Products where ProductId=2))
Go

— Consultando os dados inseridos na Edge Table Microsoft —
Select * from Microsoft
Go

Muito bom, acabamos de estabelecer as ligações entre nossa node table e a edge table, note que para realizar este vinculo entre os dados oriundas da node table Products para a edge table Microsoft, utilizamos os valores da coluna ProductID existente na tabela de Products, como elemente chave a ser inserido nas colunas $from_id e $to_id no momento da criação da edge table Microsoft.

Figura 4 a seguir ilustra os dados inseridos na edge table Microsoft e apresentados no formato de string JSON:

Figura 4 – Dados inseridos na edge Table Microsoft.

Agora falta muito pouco e chegamos ao último passo que consiste justamente em identificar as conexões estabelecidas com base no Bloco de Código 4 processado anteriormente, onde através da nova função Match() em conjunto com seus operadores ‘-‘ ou ‘->’ podemos definir o caminho para encontrar os dados respeitando a estrutura de nós e bordas. Para tal procedimento executaremos o Bloco de Código 5 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 5 – Identificando as conexões entre os dados —

— Utilizando a função Match(), encontrando as conexões do ProductName = Azure —
Select Concat(Products.ProductName,’ –> ‘, ProductsDetails.ProductName) As Connections
From Products, Microsoft, Products ProductsDetails
Where Match(Products-(Microsoft)->ProductsDetails)
And Products.ProductName = ‘Azure’
Go

— Utilizando a função Match(), encontrando as conexões do ProductName = Windows —
Select Concat(Products.ProductName,’ –> ‘, ProductsDetails.ProductName) As Connections
From Products, Microsoft, Products ProductsDetails
Where Match(Products-(Microsoft)->ProductsDetails)
And Products.ProductName = ‘Windows’
Go

Após a execução do Bloco de Código 5 apresentado anteriormente o Management Studio deverá retornar um resultado similar ao apresentado pela Figura 5 abaixo:

Figura 5 – Conexões de dados estabelecidas com base nas colunas $from_id  e $to_id.

Incrível, chegamos ao final de mais um post da sessão Dica do Mês, tenho a certeza que você gostou do conteúdo apresentado hoje neste post.

Vale ressaltar que alguns pontos não foram abordados neste post, dentre eles como utilizar um índice clusterizado ou não clusterizado, como também, a maneira que uma Node Table e Edge Table são apresentadas na estrutura de um banco de dados através do Management Studio.

No que diz respeito ao novo modelo de banco de dados, tenha a certeza que a minha missão foi cumprida, principalmente no entendimento de como esta uma nova forma de representação baseada em grafos poderá nos ajudar a estabelecer uma nova técnica de relacionamento entre nossas tabelas e seus respectivos dados, indo muito além dos tradicionais conceitos dentre eles: chaves primárias e estrangeiras, caminhando para uma nova proposta com base no conceito de relacionamento lógico de dados.

Antes de encerrarmos, gostaria de contar com a sua participação neste post, respondendo a enquete abaixo:


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/graphs/sql-graph-sample

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/graphs/sql-graph-architecture

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/graphs/sql-graph-overview

https://www.red-gate.com/simple-talk/sql/sql-development/sql-server-graph-databases-part-1-introduction/

https://www.sqlshack.com/implement-graph-database-sql-server-2017/

https://www.mssqltips.com/sqlservertip/4883/sql-server-2017-graph-database-example/

 

Posts Anteriores

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/24/dicadomes-sqlservertoolsuiteintroduction/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/01/dicadomessql2017novascolunasinternas/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/08/26/dica-do-mes-simulando-a-insercao-de-uma-massa-de-dados-aleatoria/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/05/23/conhecendo-e-aplicando-o-uso-de-atualizacao-de-estatisticas-incrementais/

Conclusão

Neste post, conhecemos um pouco sobre este novo recursos SQL Graph Databases implementado a partir da versão 2017 do Microsoft SQL Server.

O SQL Server Graph é um recurso fantástico que nos permite implementar dentro da mesma estrutura de banco de dados existente no Microsoft SQL Server dois modelos de relacionamento de dados totalmente diferentes.  Através desta arquitetura híbrida temos a capacidade de utilizar recursos do mecanismo do SQL Server com um banco de dados na estrutura de grafos de maneira muito similar para não se dizer parecida com os recursos aplicados no modelo relacional, com base, na linguagem Transact-SQL nos dando todo suporte a consultas para este novo formato.

O banco de dados baseados na estrutura de grafos (SQL Graph Databases) apresentam como toda nova tecnologia algumas limitações técnicas neste momento, que tendem nas próximas versões do produto evoluírem ou até mesmo deixar de existir, algo que neste momento não podem ser consideradas limitações que impossibilitem a sua adoção ou uso em novos projetos de bancos de dados, como também, não se tornem  limitações a outros recursos excepcionais no existentes no Microsoft SQL Server 2017, mesmo assim podemos reconhecer que este novo modelo de banco de dados, pode ser considerada uma tecnologia convincente e promissora.

Agradecimentos

Agradeço a você por sua atenção e visita ao meu blog. Fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Um forte abraço, nos encontramos no próximo post a ser publicado no mês de abril.

Viva o Microsoft SQL Server 2017 e suas novas funcionalidades…

Um forte abraço, sucesso e até o próximo post.

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Script Challenge – 13 – A resposta….


Salve pessoal, bom dia.

Tudo bem?  Seja mais uma vez muito bem vindo ao meu blog, mais especificamente ao post que apresenta a resposta para o Script Challenge – 2017, publicado em outubro de 2017 destacando o retorno da sessão Script Challenge (Script Desafiador ou Desafio do Script) como queiram traduzir.

Espero que você já tenha ouvido falar desta sessão ou acessado alguns dos posts publicados na mesma, caso ainda não tenha feito, fique tranquilo você vai encontrar no final deste post uma pequena relação contendo os últimos desafios lançados e seus respostas.

Vamos então falar um pouco mais sobre o último desafio, estou me referindo ao Script Challenge 13, sendo assim, seja bem vindo a mais um post da sessão Script Challenge.


Script Challenge 13

Falando do desafio de número 13, o mesmo foi publicado no mês de outubro de 2017, período de data que apresenta uma das comemorações mais importantes que ocorrem anualmente em quase todos os países do mundo, mas que especialmente no Estados Unidos da América.

E ai já matou a charada? Eu acredito que sim! Mas para te ajudar mais um pouco vou apresentar a Figura 1 que contem todo código Transact-SQL utilizado neste desafio, contendo trechos ou partes de código ocultas, procedimento que realizei no post que contempla o lançamento deste desafio como forma de aumentar o nível de dificuldade:

Figura 1 – Código Transact-SQL apresentado no Script Challenge 13.

Bom chegou a hora de revelar o que exatamente este pequeno bloco de código esta fazendo, chego o momento de revelar e desvendar este desafio, a seguir apresento a resposta para o Script Challenge 13 e o trecho de código disponível para você utilizar em seus ambientes de trabalho ou estudos.

A resposta

Tanto no post de lançamento do desafio, bem como, neste post de apresenta a resposta para o mesmo, eu deixei algumas pequenas dicas para tentar ajudar a identificar a resposta, dentre as quais a relação do script com uma das datas comemorativas mais tradicionais dos Estados Unidos, neste caso o Halloween(conhecido tradicionalmente como dia das bruxas).

Mesmo assim você pode estar se perguntando, o que Script Challenge 13 tem haver com dia das bruxas, ué tudo haver, pois quando falamos de bruxas, temos também em mente a relação com magia, fantasias, medo, terror e propriamente a fantasmas, isso mesmos fantasmas, algo que também pode acontecer em nossas tabelas com o passar do tempo conforme vamos realizando as manipulações de dados, torna-se possível se deparar com a ocorrência de possíveis dados fantasmas.

Então a resposta para o Script Challenge 13 é justamente a possibilidade que o script apresenta em identificar uma possível ocorrência de dados fantasmas em nossas tabelas e bancos de dados.

Isso mesmo, esta é a resposta e o script original que apresenta esta funcionalidade apresenta abaixo:

— Script Challenge 13 – A resposta – Identificando a ocorrência de dados fantasmas —

SELECT db_name(database_id),
                object_name(object_id),
                ghost_record_count,
                version_ghost_record_count
FROM sys.dm_db_index_physical_stats(DB_ID(N’GhostDB’),
                                                                            OBJECT_ID(N’GhostTable’),
                                                                            NULL,
                                                                            NULL ,
                                                                            ‘DETAILED’)
GO

Que coisa de louco isso Galvão! Sim realmente parece ser coisa de outro mundo, mas podem acontecer tranquilamente a qualquer momento, o complicado é imaginar, que nossos bancos de dados, podem ser vítimas deste tipo de situação.

Mas isso não é o fim do mundo, muito ao contrário, para este cenário temos uma grande vantagem. Você pode estar se perguntando qual, a resposta é simples, não precisamos chamar os Casas Fantasmas, nós mesmos podemos resolver facilmente isso. Foi pensando justamente nas possibilidades da ocorrência deste tipo de situação, que além da compartilhar a resposta para este desafio, vou deixar também um cenário de simulação de como é possível ocorrência a existência de dados fantasmas, como também a possibilidade de excluir estes “dados”, a seguir:

— Simulando a ocorrência de dados fantasmas —

— Criando o Banco de Dados – GhostDB —
Create Database GhostDB
Go

— Acessando o Banco de Dados —
Use GhostDB
Go

— Criando a Tabela GhostTable —
Create Table GhostTable
(GhostRecord Int)
Go

— Criando um índice clusterizado —
Create Clustered Index Ind_GhostTable_GhostRecord On GhostTable(GhostRecord)
Go

— Inserindo Dados na Tabela GhostTable —
Insert Into GhostTable
Select 100
Go

— Obtendo informações sobre as estatísticas de alocação de dados —
Select object_id,
index_id,
index_depth,
index_level
From sys.dm_db_index_physical_stats(db_id(),
object_id(‘GhostTable’),
object_id(‘Ind_GhostTable_GhostRecord’),
null,
null)
Go

— Obtendo informações sobre o Índice IND_GhostTable_GhostRecord —
Select id, name, root, first
from sys.sysindexes
where id=565577053 — Aqui você vai colocar o ID identificado do índice apresentado na sua máquina —
Go

— Identificando a página de dados que contem os dados inseridos na GhostTable —
SELECT first_page,
(convert(varchar(2), (convert(int, substring(first_page, 6, 1)) * power(2, 8)) +
(convert(int, substring(first_page, 5, 1)))) + ‘:’ + convert(varchar(11),
(convert(int, substring(first_page, 4, 1)) * power(2, 24)) +
(convert(int, substring(first_page, 3, 1)) * power(2, 16)) +
(convert(int, substring(first_page, 2, 1)) * power(2, 8)) +
(convert(int, substring(first_page, 1, 1))))) As Page
FROM SYS.SYSTEM_INTERNALS_ALLOCATION_UNITS
Where first_page = 0x180100000100 — Valor obtido no bloco de código anterior através da coluna root —
Go

— Habilitando a Trace Flag 3604 para apresentar informações sobre as páginas de dados —
DBCC TRACEON (3604)
GO

— Consultando informações sobre as páginas de dados relacionadas o índice Ind_GhostTable_GhostRecord —
DBCC PAGE(GhostDB,1,280,1)
Go

Após obter o resultado do DBCC Page procure pela coluna m_ghostRecCnt, neste momento ela deve esta apresentando o valor m_ghostRecCnt = 0.

— Excluíndo os registros em GhostTable —
Delete from GhostTable
Where GhostRecord=100
Go

— Consultando informações sobre as páginas de dados relacionadas o índice Ind_GhostTable_GhostRecord —
DBCC PAGE(GhostDB,1,280,3)
Go

Agora verifique novamente a coluna m_ghostRecCnt que neste momento deverá apresentar o valor igual á m_ghostRecCnt = 1, este é o indicador da ocorrência de um dado fantasma em nossa tabela.

— Confirmando a existência de um registro fantasmas —
SELECT db_name(database_id),
object_name(object_id),
ghost_record_count,
version_ghost_record_count
FROM sys.dm_db_index_physical_stats(DB_ID(N’GhostDB’), OBJECT_ID(N’GhostTable’), NULL, NULL , ‘DETAILED’)
GO

— Simulando a eliminação de dados fantasmas —
Alter Table GhostTable
Rebuild — Utilize este tipo de procedimento em uma tabela com poucos registros —
Go

— Confirmando a existência de um registros fantasmas —
SELECT db_name(database_id),
object_name(object_id),
ghost_record_count,
version_ghost_record_count
FROM sys.dm_db_index_physical_stats(DB_ID(N’GhostDB’),
OBJECT_ID(N’GhostTable’),
NULL,
NULL ,
‘DETAILED’)
GO

— Liberando espaço alocado anteriormente em disco pelos registros fantasmas —
Exec sp_clean_db_free_space @dbname=N’GhostDB’
Go

Meu deus, conseguimos, chegamos ao final, esta é a resposta para o Script Challenge 13, sinceramente falando achei que não iria conseguir compartilhar este conteúdo com vocês.

Espero que tenham gostado desta da volta desta sessão, como também, a nova maneira que pretendo apresentar os desafios e seus respostas.


Sua Participação

No post de lançamento deste desafio, contei com a participação através de uma enquete contendo algumas opções de respostas que poderiam estar relacionadas com o Script Challenge 13. A seguir apresento o resultado desta enquete:

Referências

Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que o retorno desta sessão e o conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possam ser úteis e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em junho de 2018 em mais um post da sessão Script Challenge.

Até a próxima…

Short Scripts – Fevereiro 2018 – Transaction Log


Olá, bom dia, mais uma semana começando….

E você já esta aqui acessando o meu blog, que alegria poder te encontrar em mais um post da sessão Short Scripts, uma das sessões mais recentes do meu blog que esta alçando a marca de 32 posts, sendo estes publicados trimestralmente.

Mantendo a tradição estou retornando com mais um conjunto de “pequenos” scripts catalogados e armazenados em minha biblioteca pessoal de códigos relacionados ao Microsoft SQL Server e sua fantástica linguagem de desenvolvimento Transact-SQL.

Mas como este é o primeiro post desta sessão em 2018, farei algo um pouco diferente, você terá uma pequena surpresa.

Desejo que o conteúdo aqui compartilhado possa lhe ser útil, como também sirvo de referência e sugestões para novas formar de resolução de problemas e aprendizado.

Vamos então conhecer um pouco mais sobre este novo post….

O post de hoje

Como já destacado no início do post, ao invés de compartilhar os últimos scripts adicionados a  minha biblioteca, quero dividir com você um conteúdo dedicado especificamente a um assunto muito importante quando nos referimos ao Microsoft SQL Server, mais especificamente ao Transaction Log (Log de Transações), funcionalidade presente em todos os bancos de dados criados em qualquer versão e edição do SQL Server.

E ai que você achou desta surpresa, gostou? Eu gostei, não é fácil você conseguir encontrar em um único local um conteúdo focado exclusivamente a este assunto tão importante, que muitos profissionais que trabalham com banco de dados até hoje não conseguem entender o conceito e forma de atuação do Transaction-Log.

Seguindo em frente, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Fevereiro 2018 – Transaction Log. Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão foram devidamente testados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Short Scripts

Fique a vontade para compartilhar, comentar e melhorar cada um destes códigos:

— Short Script 1 – Log Record —

— Altera o Recovery Model para SIMPLE
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
SET RECOVERY SIMPLE
Go

— Truncar o Transaction Log —
CHECKPOINT
Go

— Conteúdo do log – todas as colunas —
USE AdventureWorks2016
Select * from ::fn_dblog(null, null)
Go

–update
Begin Transaction

UPDATE dbo.Pessoa
SET nome = ‘XUXA’
Where ID=3

Rollback
Go

— Conteúdo armazenado no Log File —
Select [Current LSN],
Operation,
Context,
[Transaction ID],
[Log Record Length],
[Previous LSN],
AllocUnitName,
[Page ID],
[Slot ID],
[Checkpoint Begin],
[Checkpoint End],
[Minimum LSN],
SPID,
[Begin Time],
[Transaction Name],
[Parent Transaction ID],
[Lock Information],
Description,
[RowLog Contents 0],
[RowLog Contents 1],
[Log Record]
From ::fn_dblog(null, null)
Go

— DBCC SQLPERF —
DBCC SQLPERF(LOGSPACE)
Go

— Short Script 2 – CheckPoint —

— Criando a Base de Dados —
CREATE DATABASE DemoCheckpoint
ON PRIMARY
(NAME = ‘DemoCheckpoint_data’,
FILENAME = ‘D:\MSSQL\DemoCheckpoint_data.mdf’)
LOG ON
(Name = ‘DemoCheckpoint_Log’,
FILENAME = ‘D:\MSSQL\DemoCheckpoint_log.ldf’,
SIZE = 100MB,
FILEGROWTH = 10MB)
GO

— Alterando o Recovery Model —
ALTER DATABASE DemoCheckpoint
SET RECOVERY SIMPLE
Go

— Criando a Tabela Teste —
USE DemoCheckpoint
GO

CREATE TABLE Teste
(C1 varchar(50) NOT NULL,
C2 varchar(50) NOT NULL)
GO

— Forçando o Checkpoint —
CHECKPOINT
Go

— Abrir o Perfmon com os contadores

— em outra sessão
USE DemoCheckpoint
GO

WHILE 1=1
BEGIN

INSERT INTO dbo.teste
VALUES (‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’)
END

— Short Script 3 – Log Chain Simple —

— Iniciar nova sessão do Perfmon —
SELECT name, recovery_model_desc
FROM sys.databases
WHERE name = ‘AdventureWorks2016’
Go

— Alterar Recovery Model para Simple —
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
SET RECOVERY SIMPLE
Go

— Abrir nova Query —
USE AdventureWorks2016
Go

WHILE 1=1
BEGIN
INSERT INTO dbo.pessoa
VALUES (‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’)
END

— Alterar Recovery Model para Full —
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
SET RECOVERY FULL
GO

— Realizar Backup Database —
BACKUP DATABASE AdventureWorks2016
TO DISK = ‘d:\backupcompress.bak’
WITH COMPRESSION,
DIFFERENTIAL
GO

— Short Script 4 – DBCC LogInfo —

— Criando uma nova base de dados —
CREATE DATABASE TestDB
ON PRIMARY
(NAME = ‘TestDB_data’,
FILENAME = ‘D:\MSSQL\TestDB_data.mdf’)
LOG ON
(Name = ‘TestDB_Log’,
FILENAME = ‘D:\MSSQL\TestDB_log.ldf’,
SIZE = 10MB,
FILEGROWTH = 10MB)
GO

— Obtendo informações sobre a base de dados —
DBCC LOGINFO(TestDB)
Go

–Forçando o crescimento do Transact-Log manualmente em 20MB —
ALTER DATABASE TestDB
MODIFY FILE
(NAME = ‘TestDB_Log’,
SIZE = 20MB);
GO

— Obtendo informações sobre a base de dados —
DBCC LOGINFO(TestDB)
Go

— Short Script 5 – Natureza Circular —

— Alterando Recovery Model FULL —
ALTER DATABASE TestDB
SET RECOVERY FULL;
Go

— Realizando Backup Database —
BACKUP DATABASE TestDB
TO DISK = ‘D:\TestDB.bak’
Go

— Forçando o encolhimento do Transaction – Log —
DBCC LOGINFO(TestDB)
Go

BACKUP LOG TestDB
TO DISK = ‘bkplogTestDB.trn’
Go

USE TestDB
Go

DBCC SHRINKFILE (TestDB_Log,1)
Go

DBCC LOGINFO(TestDB)
Go

— Criando uma nova Tabela —
USE TestDB
GO

CREATE TABLE dbo.pessoa
(ID int identity PRIMARY KEY NOT NULL,
Nome varchar(50) NOT NULL,
Sobrenome varchar(50) NOT NULL,
Nascimento date NOT NULL,
Cargo varchar(50))
GO

— Abrir nova query —
USE TestDB
GO

WHILE 1=1
BEGIN
INSERT INTO dbo.pessoa
VALUES (‘Junior’, ‘Galvão’, ‘19800428’, ‘Database Administrator’)
END

— Monitorar o crescimento do log em tempo de execução —
DBCC LOGINFO(TestDB)

CHECKPOINT

SELECT name,
Log_reuse_wait_desc
FROM sys.databases
WHERE name = ‘TestDB’
Go

— Realizar Backup do Arquivo de Log —
BACKUP LOG TestDB TO DISK = ‘d:\log.trn’
Go

— Alterando Recovery Model para Full
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
SET RECOVERY FULL
Go

— Realizando novo Backup Database —
BACKUP DATABASE AdventureWorks2016
TO DISK = ‘d:\backup.bak’
WITH COMPRESSION
Go

— Short Script 6 – Backup and Transaction Log —

— Preparando a base – 1m10s se não preparada na demo 5
ALTER DATABASE AdventureWorks2016 SET RECOVERY FULL
GO
BACKUP DATABASE AdventureWorks2016 TO DISK = ‘d:\backup.bak’ WITH COMPRESSION
GO

— Realizando Backup do Arquivo de Log —
BACKUP LOG AdventureWorks2016
TO DISK = ‘bkplog.trn’
Go

— Obtendo informações sobre o Log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
Go

— Encolhendo o Transaction Log —
USE AdventureWorks2016
Go

DBCC SHRINKFILE (AdventureWorks2016_Log,1)
Go

— Obtendo informações sobre o Log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
Go

— Ajustando o tamanho do Transaction Log —
USE AdventureWorks2016
Go

— Encolhendo o Transaction Log —
DBCC SHRINKFILE (AdventureWorks2016_Log,1)
Go

— Obtendo informações sobre o Log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
Go

— Modificando o arquivo de Log —
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
MODIFY FILE
(NAME = AdventureWorks2016_Log,
SIZE = 4MB)
Go

— Encolhendo o Transaction Log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)

— Abrir nova query —
BACKUP DATABASE AdventureWorks2016
TO DISK = ‘d:\backup.bak’
Go

— Abrir nova query —
USE AdventureWorks2016
GO

WHILE 1=1
BEGIN
INSERT INTO dbo.pessoa
VALUES (‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’)
END
Go

— Forçando o Truncate do Log —
BACKUP LOG AdventureWorks2016
TO DISK = ‘bkplog.trn’
Go

— Obtedo informações do arquivo de log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
CHECKPOINT
SELECT name,
log_reuse_wait_desc
FROM sys.databases
WHERE name = ‘AdventureWorks2016’
Go

— Ajustando o tamanho do TLog
USE AdventureWorks2016
GO

DBCC SHRINKFILE (AdventureWorks2016_Log,1)
GO

DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
Go

— Short Script 7 – File Growth —

— Habilitando Trace Flags para evidênciar mudanças no Log —
DBCC TRACEON (3004, 3605, -1);
Go

— Limpar o log do SQL Server —
sp_cycle_errorlog
Go

— Criar uma nova Base de Dados —
CREATE DATABASE TransactionLog
ON PRIMARY
(NAME = ‘TransactionLog_data’,
FILENAME = ‘D:\MSSQLSERVER\DATA\TransactionLog_data.mdf’,
SIZE = 10240MB)
LOG ON
(Name = ‘TransactionLog_Log’,
FILENAME = ‘D:\MSSQLSERVER\DATA\TransactionLog_log.ldf’,
SIZE = 1024MB,
FILEGROWTH = 1024MB)
GO

— Identificar o tempo decorrido para processamento relacionado somente ao Log —
xp_readerrorlog
Go

— Desabilitando Trace Flags —
DBCC TRACEOFF (3004, 3605, -1);
Go

— Short Script 8 – Open Transaction in Tracking —

— Identificando as Transações abertas e seu respectivo consumo do Transaction Log —
SELECT
[s_tst].[session_id],
[s_es].[login_name] AS [Login Name],
DB_NAME (s_tdt.database_id) AS [Database],
[s_tdt].[database_transaction_begin_time] AS [Begin Time],
[s_tdt].[database_transaction_log_bytes_used] AS [Log Bytes],
[s_tdt].[database_transaction_log_bytes_reserved] AS [Log Rsvd],
[s_est].text AS [Last T-SQL Text],
[s_eqp].[query_plan] AS [Last Plan]
FROM sys.dm_tran_database_transactions [s_tdt] Inner JOIN sys.dm_tran_session_transactions [s_tst]
ON [s_tst].[transaction_id] = [s_tdt].[transaction_id]
Inner JOIN sys.[dm_exec_sessions] [s_es]
ON [s_es].[session_id] = [s_tst].[session_id]
Inner JOIN sys.dm_exec_connections [s_ec]
ON [s_ec].[session_id] = [s_tst].[session_id]
LEFT OUTER JOIN sys.dm_exec_requests [s_er]
ON [s_er].[session_id] = [s_tst].[session_id]
CROSS APPLY sys.dm_exec_sql_text ([s_ec].[most_recent_sql_handle]) AS [s_est]
OUTER APPLY sys.dm_exec_query_plan ([s_er].[plan_handle]) AS [s_eqp]
ORDER BY [Begin Time] ASC;
Go

É isso ai, missão cumprida! Mais uma relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância, apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.

Quero agradecer ao amigo Luiz Mercante que colaborou com a criação e uso destes scripts em algumas palestras realizadas nos últimos anos no evento SQL Saturday.


Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/09/short-scripts-dezembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/09/16/short-scripts-setembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/06/08/short-scripts-junho-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/03/31/short-scripts-marco-2017/

Agradecimento

Obrigado mais uma vez por sua visita, fico honrado com sua ilustre presença ao meu blog, desejo e espero que você possa ter encontrado algo que lhe ajudou.

Volte sempre, nos encontraremos mais uma vez na sessão Short Scripts no post do mês de maio de 2018.

Sucesso….

Short Scripts – Junho 2017


Boa noite galera, olá comunidade de banco de dados.

Tudo bem? Graças a deus mais um final de semana se aproximando, finalzinho de noite de quinta – feira, acredito que neste momento minha linda esposa esta curtindo mais um episódio de uma das suas séries favoritas, ou lendo mais um dos seus intermináveis livros (kkkkkk), isso não é um crítica, muito ao contrário, a leitura faz bem para a alma e principalmente para a mente, mas posso dizer que minha pequena Fernanda é uma degustadora insaciável de livros.

Mudando de assunto, este é o segundo post deste ano dedicado exclusivamente a sessão Short Scripts, sessão criada a alguns anos que  esta atraindo um número interessante de visitantes, principalmente de profissionais da área de banco de dados na busca por exemplos de códigos que possam solucionar ou elucidar na resolução de um determinado problema.

O post de hoje

Para este post, selecionei como de costume os principais scripts armazenados recentemente na minha biblioteca de códigos, que apresentam os seguintes assuntos:

  • Check Constraint;
  • Common Table Expression;
  • Índices;
  • Information_schema.columns;
  • Monitoramento de Processos;
  • Network Protocol;
  • Operador Outer Apply;
  • Requisição de Disco;
  • Sys.dm_server_registry;
  • Sys.dm_tcp_listener_states;
  • sys.dm_exec_query_plan;
  • sys.dm_exec_sql_text;
  • sys.dm_exec_query_stats;
  • sys.types;
  • sys.tables;
  • sys.dm_db_index_usage_stats;
  • Sys.Identity_Columns; e
  • User Defined Function.

Então mãos no teclado, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Junho 2017. Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão são devidamente testados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Fique a vontade para compartilhar, comentar e melhorar cada um destes códigos.

Short Scripts

— Short Script 1  – Utilizando Check Constraint para cálculo de datas —

Create Table Alunos
(Codigo Int)
Go

— Adicionando a coluna e constraint —
Alter Table Alunos
Add DataNascimento DateTime
Constraint CK_Alunos_DataNascimento Check (DateDiff(Year,DataNascimento, GetDate()) >=18)
Go

— Adicionando somente a constraint —
Alter Table Alunos
Add Constraint CK_Alunos_DataNascimento
Check (DateDiff(Year,DataNascimento, GetDate()) >=18)
Go

— Default – Estado —
Alter Table Alunos
Add Constraint [DF_Estado] Default ‘SP’ for Estado
Go

— Short Script 2  – Aplicando o uso de Common Table Expression para inserir registros com valores de um registro anterior —

DECLARE @Metas TABLE ( Data DATE, Meta INT );

INSERT INTO @Metas
( Data, Meta )
VALUES ( DATEFROMPARTS(2017, 03, 29), 50 ),
( DATEFROMPARTS(2017, 04, 11), 35 ),
( DATEFROMPARTS(2017, 04, 13), 50 );

DECLARE @Producao TABLE
(
Data DATE ,
Quantidade INT
);

INSERT INTO @Producao
( Data, Quantidade )
VALUES ( DATEFROMPARTS(2017, 04, 10), 49 ),
( DATEFROMPARTS(2017, 04, 11), 35 ),
( DATEFROMPARTS(2017, 04, 12), 36 ),
( DATEFROMPARTS(2017, 04, 13), 50 ),
( DATEFROMPARTS(2017, 04, 14), 50 );

WITH DadosProduzidos
AS ( SELECT P.Data ,
Quantidade = SUM(P.Quantidade)
FROM @Producao AS P
GROUP BY P.Data
)
SELECT D.Data ,
[Produzido] = D.Quantidade ,
Meta = ( SELECT TOP 1 M.Meta
FROM @Metas AS M
WHERE M.Data <= D.Data
ORDER BY M.Data DESC
)
FROM DadosProduzidos D;

— Short Script 3  – Identificando a relação de todos os índices existentes em um banco de dados —

SELECT DB_NAME(Database_ID) DBName,
SCHEMA_NAME(schema_id) AS SchemaName,
OBJECT_NAME(ius.OBJECT_ID) ObjName,
i.type_desc,
i.name,
user_seeks,
user_scans,
user_lookups,
user_updates
FROM sys.dm_db_index_usage_stats ius INNER JOIN sys.indexes i
ON i.index_id = ius.index_id
AND ius.OBJECT_ID = i.OBJECT_ID
INNER JOIN sys.tables t
ON t.OBJECT_ID = i.OBJECT_ID
GO

— Short Script 4 – Obtendo informações de network protocols e device através da sys.dm_server_registry —

SELECT MAX(CONVERT(VARCHAR(15),value_data)) As ‘Default Port’ FROM sys.dm_server_registry
WHERE registry_key LIKE ‘%MSSQLServer\SuperSocketNetLib\Tcp\%’
AND value_name LIKE N’%TcpPort%’
AND CONVERT(float,value_data) > 0
Go

SELECT MAX(CONVERT(VARCHAR(15),value_data)) As ‘Dynamic Port ‘ FROM sys.dm_server_registry
WHERE registry_key LIKE ‘%MSSQLServer\SuperSocketNetLib\Tcp\%’
AND value_name LIKE N’%TcpDynamicPort%’
AND CONVERT(float,value_data) > 0
Go

— Short Script 5 – Obtendo informações de network protocols e device através da sys.dm_tcp_listener_states —

SELECT port As ‘Default Port’ FROM sys.dm_tcp_listener_states
WHERE is_ipv4 = 1
AND [type] = 0
AND ip_address <> ‘127.0.0.1’
Go

— Short Script 6 – Criando uma User Defined Function com operador Outer Apply —

CREATE FUNCTION AttributesOfTable (@tableToSearch nvarchar(500))
returns table
return SELECT TABLE_CATALOG, TABLE_SCHEMA, TABLE_NAME, COLUMN_NAME
from information_schema.columns
where TABLE_NAME = @tableToSearch;
go

Declare @tableToSearch table (nome_tabela varchar(50));
INSERT into @tableToSearch values (‘Customer’), (‘Order’), (‘Papagaio’);

SELECT T1.nome_tabela as [nome da tabela],
T2.TABLE_SCHEMA as [nome do esquema],
T2.COLUMN_NAME as [nome da coluna]
from @tableToSearch as T1
outer apply dbo.AttributesOfTable(T1.nome_tabela) as T2;

— Short Script 7 – Utilizando a DMV sys.identity_columns para identificar o valor identity de uma determinada coluna —

SELECT sys.tables.name AS [Table Name],
sys.identity_columns.name AS [Column Name],sys.types.name as Type,
last_value AS [Last Value]
FROM sys.identity_columns
INNER JOIN sys.tables
ON sys.identity_columns.object_id = sys.tables.object_id
Inner join sys.types on sys.types.user_type_id = sys.identity_columns.user_type_id
ORDER BY last_value DESC

— Short Script 8 – Consultando informações sobre o SQL Server armazenadas no Registro do Windows —

— A. Display the SQL Server services —
SELECT registry_key, value_name, value_data
FROM sys.dm_server_registry
WHERE key_name LIKE N’%ControlSet%’
Go

— B. Display the SQL Server Agent registry key values —
SELECT registry_key, value_name, value_data
FROM sys.dm_server_registry
WHERE key_name LIKE N’%SQLAgent%’
Go

— C. Display the current version of the instance of SQL Server —
SELECT registry_key, value_name, value_data
FROM sys.dm_server_registry
WHERE value_name = N’CurrentVersion’
Go

— D. Display the parameters passed to the instance of SQL Server during startup —
SELECT registry_key, value_name, value_data
FROM sys.dm_server_registry
WHERE registry_key LIKE N’%Parameters’
Go

— E. Return network configuration information for the instance of SQL Server —
SELECT registry_key, value_name, value_data
FROM sys.dm_server_registry
WHERE keyname LIKE N’%SuperSocketNetLib%’
Go

— Short Script 9 – Identificando a relação de querys que apresentam o maior consumo de disco durante seu período de processamento – 

SELECT TOP 20 SUBSTRING(qt.text,
(qs.statement_start_offset/2)+1,
((CASE
qs.statement_end_offset
WHEN -1 THEN DATALENGTH(qt.text)
ELSE
qs.statement_end_offset
END –
qs.statement_start_offset)/2)+1),
qs.execution_count,

qs.total_logical_reads, qs.last_logical_reads,
qs.min_logical_reads,
qs.max_logical_reads,
qs.total_elapsed_time,
qs.last_elapsed_time,
qs.min_elapsed_time,
qs.max_elapsed_time,
qs.last_execution_time,
qp.query_plan
FROM sys.dm_exec_query_stats
qs
CROSS APPLY sys.dm_exec_sql_text(qs.sql_handle) qt
CROSS APPLY
sys.dm_exec_query_plan(qs.plan_handle) qp
WHERE qt.encrypted=0
ORDER BY
qs.total_logical_reads DESC

Legal, mais uma relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância, apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.


Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são bastante conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

Agradecimento

Agradeço sua visita, com certeza é imenso prazer saber que você teve interesse em acessar este post.

Nos encontramos novamente no mês de setembro, para o próximo post dedicado a sessão Short Scripts.

Um grande abraço, boa noite, bom descanso.

Valeu.

Short Scripts – Março 2017


Hoje é sexta – feira, sexta – feira…

Salve, salve comunidade e amantes de bancos de dados e SQL Server, Tudo bem? Mais uma final de semana próximo após uma longa semana de muito trabalho, se eu for falar de muito trabalho, sinceramente  esta semana foi complicada, repleta de novidades e muita troca de conhecimento.

Conforme o prometido no final de 2016, estou retornando com o primeiro post da sessão Short Scripts, sessão criada a alguns anos no meu blog que lentamente esta conseguindo ajudar diversos profissionais da área de banco de dados na busca por exemplos de códigos que possam solucionar ou elucidar na resolução de um determinado problema.

O post de hoje

Como já destaquei acima, este é o primeiro post de 2017 dedicado exclusivamente a sessão Short Scripts, na relação de scritps selecionados para hoje, você vai poder encontrar códigos relacionados com os seguintes assuntos:

  • Auditoria,
  • Comando Intersect,
  • Comando OpenQuery,
  • Comando Order By,
  • Datatype Char,
  • Datatype Int,
  • DMF Sys.dm_exec_sessions,
  • DMV Sys.system_internals_partitions,
  • DMV Sys.system_internals_allocation_units,
  • Função Substring,
  • Índices,
  • Informações sobre conexão de usuário,
  • Páginas de Dados,
  • Trigger, e
  • Variáveis.

Então mãos no teclado, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Março 2017. Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão são devidamente testados antes de serem publicados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas. Fique a vontade para compartilhar, comentar, melhorar cada um destes códigos.

Short Scripts

— Short Script 1 – Realizando Auditoria in Live —

SELECT [Spid] = session_Id
, ecid
, [Database] = DB_NAME(sp.dbid)
, [User] = nt_username
, [Status] = er.status
, [Wait] = wait_type
, [Individual Query] = SUBSTRING (qt.text,
er.statement_start_offset/2,
(CASE WHEN er.statement_end_offset = -1
THEN LEN(CONVERT(NVARCHAR(MAX), qt.text)) * 2
ELSE er.statement_end_offset END –
er.statement_start_offset)/2)
,[Parent Query] = qt.text
, Program = program_name
, Hostname
, nt_domain
, start_time
FROM sys.dm_exec_requests er
INNER JOIN sys.sysprocesses sp ON er.session_id = sp.spid
CROSS APPLY sys.dm_exec_sql_text(er.sql_handle)as qt
WHERE session_Id > 50              — Ignore system spids.
AND session_Id NOT IN (@@SPID)     — Ignore this current statement.
ORDER BY 1, 2
Go

— Short Script 2 – Utilizando comando Intersect com Datatypes Char e Int —

Create Table #A (x Char(2));
Go
Insert Into #A Values (‘1’);
Insert Into #A Values (‘6’);
Insert Into #A Values (‘2’);
Insert Into #A Values (‘3’);
Insert Into #A Values (‘5’);
Insert Into #A Values (‘5’);
Insert Into #A Values (‘6’);
Insert Into #A Values (‘9’);
Go
Create Table #B (M BigInt);
Go
Insert Into #B Values(5);
Insert Into #B Values(5);
Insert Into #B Values(6);
Insert Into #B Values(7);
Insert Into #B Values(7);
Go
— (Select #1)
SELECT x AS ‘Select #1’ FROM #A
INTERSECT SELECT M FROM #B
Go
— (Select #2)
SELECT DISTINCT(x) AS ‘Select #2’
FROM #A LEFT OUTER JOIN #B
ON #A.x = #B.M
Go
— (Select #3)
SELECT DISTINCT(x) AS ‘Select #3’
FROM #A LEFT OUTER JOIN #B
ON #A.x = #B.M
Go
— (Select #4)
SELECT DISTINCT(x) AS ‘Select #4’
FROM #A INNER JOIN #B
ON #A.x = #B.M
Go
— (Select #5)
SELECT x AS ‘Select #5’
FROM #A INNER JOIN #B
ON #A.x = #B.M
Go
— Short Script 3 – Utilizando comando OpenQuery com variáveis —
— Valores Básicos —
DECLARE @TSQL varchar(8000), @VAR char(2)
SELECT  @VAR = ‘teste’
SELECT  @TSQL = ‘SELECT * FROM OPENQUERY(MeuLinkedServer,”SELECT * FROM MinhaTabela WHERE User = ””’ + @VAR + ”””’)’
EXEC (@TSQL)
Go
— Query Complexa —
DECLARE @OPENQUERY nvarchar(4000), @TSQL nvarchar(4000), @LinkedServer nvarchar(4000)
SET @LinkedServer = ‘MyLinkedServer’
SET @OPENQUERY = ‘SELECT * FROM OPENQUERY(‘+ @LinkedServer + ‘,”’
SET @TSQL = ‘SELECT au_lname, au_id FROM pubs..authors”)’
EXEC (@OPENQUERY+@TSQL)
— Use o Sp_executesql procedimento armazenado —
DECLARE @VAR char(2)
SELECT  @VAR = ‘CA’
EXEC MyLinkedServer.master.dbo.sp_executesql
N’SELECT * FROM pubs.dbo.authors WHERE state = @state’,
N’@state char(2)’,
@VAR
Go
— Short Script 4 – Realizando order by com base na função SubString —
Declare @Tabela Table
(Codigo VarChar(15))
Insert Into @Tabela Values(‘191-XXX-003’)
Insert Into @Tabela Values(‘192-XXX-003’)
Insert Into @Tabela Values(‘193-XXX-003’)
Insert Into @Tabela Values(‘194-XXX-003’)
Insert Into @Tabela Values(‘195-XXX-003’)
Insert Into @Tabela Values(‘191-XXX-001’)
Insert Into @Tabela Values(‘192-XXX-001’)
Insert Into @Tabela Values(‘193-XXX-001’)
Insert Into @Tabela Values(‘194-XXX-001’)
Insert Into @Tabela Values(‘195-XXX-001’)
Insert Into @Tabela Values(‘191-XXX-002’)
Insert Into @Tabela Values(‘192-XXX-002’)
Insert Into @Tabela Values(‘193-XXX-002’)
Insert Into @Tabela Values(‘194-XXX-002’)
Insert Into @Tabela Values(‘195-XXX-002’)
Select * from @Tabela
Order By SubString(codigo,Len(Codigo)-2,3) Asc
Go
— Short Script 5 – Monitorando querys em execução —
SELECT
DES.SESSION_ID,
DES.CPU_TIME,
DES.READS,
DES.WRITES,
DES.LOGICAL_READS,
DES.ROW_COUNT,
DER.SESSION_ID,
DES.STATUS,
DES.HOST_NAME,
DES.PROGRAM_NAME,
DES.LOGIN_NAME,
DES.ORIGINAL_LOGIN_NAME,
DEC.CLIENT_NET_ADDRESS,
DEC.AUTH_SCHEME,
DEC.NET_TRANSPORT,
SUBSTRING(T.[TEXT], DER.[STATEMENT_START_OFFSET] / 2,
COALESCE(NULLIF(DER.[STATEMENT_END_OFFSET], – 1) / 2, 2147483647)) AS COMANDO
FROM
SYS.DM_EXEC_SESSIONS AS DES
INNER JOIN SYS.DM_EXEC_REQUESTS DER
ON DER.BLOCKING_SESSION_ID = DES.SESSION_ID
INNER JOIN SYS.DM_EXEC_CONNECTIONS DEC
ON DEC.SESSION_ID = DES.SESSION_ID
INNER JOIN SYS.DM_EXEC_REQUESTS DER2
ON DER2.SESSION_ID = DES.SESSION_ID
CROSS APPLY SYS.DM_EXEC_SQL_TEXT(DER.[SQL_HANDLE]) AS T
GO
— Short Script 6 – Identificando tabelas e suas respectivas páginas de dados —
— Exemplo 1: —
SELECT P.partition_id,
OBJECT_NAME(P.object_id) As ObjectName,
U.allocation_unit_id,
SU.First_Page,
SU.Root_Page,
SU.First_IAM_Page
From Sys.Partitions As P INNER JOIN Sys.Allocation_Units As U
ON P.hobt_id = U.container_id
Inner Join Sys.system_internals_allocation_units SU
On u.allocation_unit_id = su.allocation_unit_id
Go
— Exemplo 2: —
SELECT SIP.partition_id,
OBJECT_NAME(SIP.object_id) As ObjectName,
sip.rows,
SU.First_Page,
SU.Root_Page,
SU.First_IAM_Page
From Sys.system_internals_partitions As SIP Inner Join Sys.system_internals_allocation_units SU
On sip.partition_id = su.allocation_unit_id
Go
— Short Script 7 – Identificando índices com Escrita Excessiva —
— Quantidade de Índices com Escrita Excessiva em comparação a leitura —
SELECT  OBJECT_NAME(s.object_id),
i.name,
i.type_desc
FROM    sys.dm_db_index_usage_stats s WITH ( NOLOCK ) Inner JOIN sys.indexes i WITH (NOLOCK)
ON s.index_id = i.index_id
AND s.object_id = i.object_id
WHERE OBJECTPROPERTY(s.[object_id], ‘IsUserTable’) = 1
AND s.database_id = DB_ID()
AND s.user_updates > ( s.user_seeks + s.user_scans + s.user_lookups )
AND s.index_id > 1
Go
— Quantidade de Índices com Escrita Excessiva —
SELECT  COUNT(*)
FROM    sys.dm_db_index_usage_stats s WITH ( NOLOCK )
WHERE   OBJECTPROPERTY(s.[object_id], ‘IsUserTable’) = 1
AND s.database_id = DB_ID()
AND s.user_updates > ( s.user_seeks + s.user_scans + s.user_lookups )
AND s.index_id > 1
Go
— Short Script 8 – Identificando o espaço ocupado por conexões em uso —
SELECT A.session_id,
B.host_name, B.Login_Name ,
(user_objects_alloc_page_count + internal_objects_alloc_page_count)*1.0/128 as TotalalocadoMB,
D.Text
FROM sys.dm_db_session_space_usage A Inner JOIN sys.dm_exec_sessions B
ON A.session_id = B.session_id
Inner JOIN sys.dm_exec_connections C
ON C.session_id = B.session_id
CROSS APPLY sys.dm_exec_sql_text(C.most_recent_sql_handle) As D
WHERE A.session_id > 50
and (user_objects_alloc_page_count + internal_objects_alloc_page_count)*1.0/128 > 100 — Ocupam mais de 100 MB
ORDER BY totalalocadoMB desc
COMPUTE sum((user_objects_alloc_page_count + internal_objects_alloc_page_count)*1.0/128)
Go
— Short Script 9 – Obtendo a diferença de datas entre registro anterior e o próximo registro —
Create Table Datas
(ID Int Identity(1,1),
DataInicio Date,
DataFinal Date)
Go
Insert Into Datas Values (GETDATE(), GETDATE()+30)
Insert Into Datas Values (GETDATE()+1, GETDATE()+20)
Insert Into Datas Values (GETDATE()+2, GETDATE()+10)
Insert Into Datas Values (GETDATE(), GETDATE()+5)
Go
— Exemplo 1 —
Select I.ID, I.DataInicio, F.DataFinal,
DateDiff(D, I.DataInicio, F.DataFinal) As Intervalo
From Datas I Left Join Datas F
On I.ID = F.ID + 1

Go

— Exemplo 2 —
SELECT
[current].Id,
[current].Time CurrentValue,
[next].Time          NextValue
FROM #temp AS [current] LEFT JOIN #temp AS [next]
ON [next].Id = (SELECT MIN(Id) FROM #temp

                                 WHERE Id > [current].Id)
Go
— Short Script 10 – Criando um trigger condicional —
–Criando a Table de Novos Produtos–
Create Table NovosProdutos
(Codigo Int Identity(1,1),
Descricao VarChar(10))
–Criando a Table de Histórico Novos Produtos–
Create Table HistoricoNovosProdutos
(Codigo Int,
Descricao VarChar(10))
Go
–Inserindo valores —
Insert Into Novosprodutos Values(‘Arroz’)
Insert Into Novosprodutos Values(‘Arroz1’)
Insert Into Novosprodutos Values(‘Arroz2’)
Insert Into Novosprodutos Values(‘Arroz3’)
Go
–Criando a Trigger para controle de histórico–
Create TRIGGER T_Historico
ON NovosProdutos
for update
AS
IF (Select Descricao from Inserted) <> (Select Descricao from Deleted)
BEGIN
INSERT Into HistoricoNovosProdutos (Codigo, Descricao)
SELECT Codigo, Descricao FROM INSERTED
END
Go
–Fazendo os teste —
Update NovosProdutos
Set Descricao=’Arroz 4′
Where Codigo = 1
Go
Update NovosProdutos
Set Descricao=’Arroz1′
Where Codigo = 2
Go
Select * from NovosProdutos
Go

Muito bem, mais uma relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância e apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.


Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são bastante conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

Agradecimento

Mais uma vez obrigado por sua visita, um forte abraço…

Nos encontramos em breve nos próximos posts desta e outras sessões do meu blog, valeu.

#07 – Para que serve


Boa tarde comunidade, boa tarde Brasil!!!!

Começando mais uma tarde de sábado, neste primeiro final de semana do mês de agosto, clima olímpico e muito feliz em ver que o Brasil foi capaz de fazer uma linda festa ontem na abertura dos Jogos Olímpicos Rio 2016, desejo muito sucesso para todos os participantes principalmente aos atletas brasileiros.

O post dedicado a sessão Para que serve deste mês, também esta no clima olímpico, você pode estar se perguntando o porque eu destaquei na minha abertura este clima. Quando estamos pensando em esporte muitas vezes pensamos que não existem possibilidades ou possíveis situações de um determinado time ou atleta ser superado por outro mais fraco, pode ser definido como algo “Hipotético”, sim “Hipotético” na sua definição com base em diversos dicionários: fictício, figurado, imaginário, suposto. Na área de banco de dados isso também pode ser aplicado, principalmente no SQL Server.

Mas de que maneira podemos pensar em algo hipotético, fictício ou imaginário quando estamos trabalhando com banco de dados? Pergunta que inicialmente pode ser difícil de ser respondida, complexa ou simplesmente hipotético(kkkkk).

Foi então que eu comecei a buscar mais informações em um conceito que pra mim era realmente imaginário de ser adotado, e recentemente em um dos posts publicados nos fóruns de SQL Server aqui no Brasil veio a tona o chamado Índices Hipotéticos.

Essa é uma possível resposta quando estamos trabalhando com banco de dados, fazer uso de índices hipotéticos pode nos ajudar a identificar ou similar possíveis situações de impacto na performance de uma query durante sua execução, ainda mais se estivermos trabalhando com um conjunto volumoso de dados.

Para tentar compartilhar com você um pouco sobre este mistorioso recurso que podemos adotar em nosso ambiente, o post de hoje o próximo da sessão para que serve serão dedicados justamente ao entendimento, criação e uso dos índices hipotéticos.

E como de costume aquelas perguntas já conhecidas dos posts anteriores desta sessão:

E ai, você conhece esta funcionalidade? Já utilizou? Sabe para que ela serve?

Pois bem, estas e outras possíveis perguntas serão respondidas a partir de agora em mais este post da sessão Para que Serve!


Começa agora o #07 – Para que serve – Índices Hipotéticos – Parte I.

Mais um final de semana esta chegando, hoje sexta – feira, você já esta começando a se preparar para desligar sua estação de trabalho, pegar suas coisas e voltar para casa feliz por mais um dia de trabalho duro e gratificante e por saber que fez o melhor possível para manter tudo em ordem em seu local de trabalho, eis que após alguns minutos o seu ramal de telefone toca e no display aparece 2801 – Fernanda Galvão, meu deus você pensa, respira e atende sabendo que ela é a gerente de produção da empresa e para estar ligando no final do dia não deve ser nada muito simples, mesmo assim sabendo dos seus deveres e obrigações realiza o atendimento a ligação e escuta:

Junior Galvão, boa tarde!!!

Aqui é a Fernanda, tudo bem? Estamos com um pequeno problema na emissão do relatório de produção diária, estou aqui com o analista de produção João Pedro, você pode falar com ele?

Junior responde sim, claro!!!

Neste momento, João Pedro apresenta o cenário: Junior, olá boa tarde.

Estou com dificuldades para emitir o relatório de produção diária, ao tentar filtrar os dados por clientes e categoria de clientes, o sistema aparentemente entra em loop de processamento e os dados não são apresentados em tela. 

O que será que pode estar acontecendo? Alguns segundos se passam…. Junior começa a pensar e observa que seu final de semana aparentemente foi por água, ou melhor dizendo o final de semana não vai ser tão tranquilo.

Você responde: João Pedro, boa tarde, vou verificar o que pode esta acontecendo, sei que hoje realizamos algumas mudanças na estrutura da tabela de clientes e categoria de clientes, parece-me que o time de suporte adicionou um novo índice, vou tentar verificar.

João Pedro responde dizendo.

Ok! Junior, fico no aguardo, assim que você tiver uma posição por favor me informe.

Junior responde: Certo, perfeito, deixa comigo, vou verificar o que esta acontecendo garanto que hoje não vou conseguir dar uma resposta mais concreta!

Sabendo justamente que a equipe de suporte esta trabalhando para realizar alguns testes de performance nas tabelas de clientes e categoria de clientes, onde milhares de registros estão sendo processados diariamente, Junior chama um dos seus analistas de suporte Eduardo Galvão e pergunta:

Edu por acaso vocês realizaram alguma alteração na estrutura das tabelas de clientes ou categoria de clientes?

A resposta é simples e direta, sim Junior, estamos fazendo uso de um recurso que até então novo ou supostamente desconhecido para nossa equipe,  pelo que pesquisei é uma funcionalidade conhecida como índices que possuem somente estatíticas mas não existem fisicamente.

Junior responde: Índices somente com estatísticas, índices que não existem, que raio de recurso é esse, por acaso vocês estão se referindo a índices hipotéticos?

Eduardo responde, sim, sim, acredito que seja isso a analista de suporte de banco de dados Maria Luíza, esta fazendo um estudo sobre isso em nosso ambiente de testes e identificou que se fizermos a adoção deste recurso poderemos ter mais facilidade em reconhecer a necessidade de um novo índice ou se o mesmo realmente é útil mesmo após ter sido criado anteriormente.

Junior responde, certo Eduardo, mas este tipo de teste ou implementação deve ser planejada, não podemos simplesmente pesquisar um recurso na internet ou livros e já sair aplicando em nossos ambientes de teste, muito menos em produção, devemos sempre por em prática nosso check-list de boas práticas e principalmente ter um ambiente de contigência caso algo aconteça de errado.

Quero saber qual será a forma para identificar o que esta acontecendo e como vamos resolver este problema até segunda – feira, questiona Junior!!!”

Muito bem, este é nosso cenário, com base, nesta pequena estória que acabamos de conhecer, será criado nosso ambiente de testes para colocar em prática o conceito de índices hipotéticos, antes disso iremos comecer um pouco mais sobre este conceito.

Índices

Falando de uma maneira simples quando criamos um novo índice no SQL Server ou em qualquer outro banco de dados, estamos criando uma estrutura que basicamente servirá como caminho na busca e identificação de um ou mais dados solicitados pelos mecanismos de banco de dados durante o processamento de uma determinada query.

Ao realizar a criação deste elemento normalmente os índices físicos apresentam em sua estrutura os dados, distribuídos de maneira demográfica confome as manipulações são realizadas, além disso, apresentam densidade, granularidade e seletividade de acordo com seu conjunto de valores, com isso, temos um conjunto de informações técnicas conhecidas como estatísticas do índice o que permite servir como elemente auxiliar no obtenção mais ágil e simples dos dados solicitados.

Índices Hipotéticos

Ao se falar de índices hipotéticos, estamos se referindo a uma estrutura completamente oposta, sem qualquer tipo estrutura física, muito menos dados, um índice hipotético é conhecido como algo imaginário que não possue estrutura física, somente estrutura lógica ou seja, somente estatísticas que podem servir como recurso para tentar criar o mecanismo de banco de dados e também o plano de execução por parte do SQL Server na busca de um ou mais dados.

Como podemos criar um índice hipotético?

A partir do SQL Server 2008 R2 a Microsoft adicionou uma opção no comando Create Index conhecido como With Statistics_Only, traduzindo ao pé da letra para o português vamos encontrar ao similar à somente estatísticas. É com base nesta opção não documentada que temos a possibilidade de fazer uso de índices hipotéticos em nossos bancos de dados.

O uso desta opção é muito simples, basta ao final da linha de comando que referencia a criação de um novo índice adicionar a instrução With Statistics_Only = 0, onde o mecanismo de banco de dados vai entender que esta novo índice deverá ser criado possuindo somente uma estrutura lógica controlada e direcionada através dos dados estatísticos coletados durante as manipulações de dados ou execução de querys que fazem uso do mesmo. Quando criamos um novo índice e não informamos esta opção por padrão o mecanismo de banco de dados repassa internamente para processador de querys que este índice deve ser criado da maneira padrão ou seja, um índice que conterá estrutura física e lógica, e o valor correspondente a instrução With Statistics_Only será igual á -1, ou seja:

  • With Statistics_Only = 0 — Indica que o índice deve ser criado de maneira hipotética, índice forma somente por estrutura lógica, conhecida como estatíticas; e
  • With Statistics_Only = -1 — Indica que o índice deve ser criada da maneira clássica, índice formado por estrutura física e lógica.

Uma forma simples é fácil para saber se um ou mais índices apresentam esta diferença pode ser encontrada na visão de sistema sys.indexes através da coluna is_hypothetical, onde a mesma deverá apresentar os valores: 0(zero) ou 1(hum), sendo estes valores que identificam e diferenciam a ocorrência da existência de um ou mais índices clássicos e hipotéticos.

Mas não tudo sem flores como diria meu irmão, a criação de um índice hipotético é fácil, tranquila, sem muitos segredos. Agora, imagine se você deseja orientar otimizador de consultados existentes no SQL Server no uso deste tipo de índice durante o processamento de uma query, ou então se você deseja omitir o seu uso, situação que pode parecer muito comum de ser realizada ou automática, mas não é bem assim.

Temos a necessidade de dirigir isso mesmo, mostrar o caminho que deve ser seguido pelo Database Engine em conjunto com o Query Optimizer e posteriormente o Execution Plan, como deve ser feito o uso de um índice hipotético. Isso parece ser algo bastante complicado, não é bem assim, como sempre existe uma solução que a Microsoft muitas vezes também não reconhece como recurso documentado ou simplesmente não documento, e ai mais uma vez “Mister M de SQL Server” surge para nos ajudar e apresentar ao mundo como uma possível solução pode ser adotada maneira mais suave, mostrando como podemos  resolver este problema e sair desta sinuca de bico.

Pra variar surge para muitos um novo  DBCC – Database Command Console não documentado conhecido como DBCC AutoPilot e uma nova diretiva Set AutoPilot, onde:

  • Set AutoPilot – Orienta o query optimizer a considerar ou não o uso do índice hipotético no momento da criação do plano de execução da query; e
  • DBCC AutoPilot – Orienta o query optimizer fazer uso do índice hipotético de acordo com o conjunto de parâmetros a ser utilizado e posteriormente repassado para o plano de execução.

Preste atenção o nome dele não tem nada haver com piloto de Fórmula 1 (kkkk), vou repetir o seu nome DBCC AutoPilot e ele vai justamente nos ajudar e saber mais sobre os dados que estão relacionados com um determinado índice hipotético.

DBCC AUTOPILOT

Este comando DBCC é mais um dos diversos comandos de console de banco de dados que a Microsoft não reconhece como comando documentado ou suportado nativamente, através do conjunto de instruções “parâmetros” que compõem sua sintaxe o query optimizer vai se comportar de uma determinado maneira ou de outra.

Abaixo apresento a relação de parãmetros que formam o DBCC AutoPilot:

Parâmetro

Descrição
typeid Existem alguns valores, os mais utilizados basicamente são:
Type ID = 5: Iniciar a sessão ou comandos anteriores limpos;
Type ID = 0: Fazer uso de índices não clusterizados; e
Type ID = 6: Usar apenas índices clusterizados.
dbid Id do banco de dados habilitado para executar o comando.
maxQueryCost Supostamente definir um possível custo em relação ao processamento da query. “Sinceramente não entendi bem como usar (kkkk)”
tabid Id da Tabela a ser utilizada.
indid Id do índice a ser utilizado.
pages Ao executar o DBCC AutoPilot simular o comportamento e uso de páginas de dados.
flag Parâmetro desconhecido, não encontrei informações sobre ele….
rowcounts Parâmetro utilizado para definir o número de linhas de execução e processamento para alguns comandos.

Bom vou deixar você agora com um gostinho de quero mais, como destacado anteriormente este é a primeira parte deste Para que serve…. Na segunda parte vamos criar nossos índices hipotéticos e fazer uso da diretiva SET AutoPilot, posteriormente na terceira parte vamos utilizar a não documentada DBCC AutoPilot.


É isso ai galera, chegamos ao final de mais post da sessão Para que serve!

Espero que você tenha gostado, que as informações compartilhadas aqui possam lhe ajudar a se tornar cada vez um profissional de banco de dados reconhecido e valorizado, um dos papéis na área de tecnologia mais importantes para qualquer empresa.

Reconher o verdadeiro papel de um DBA dentro de sua estrutura, é reconhecer o verdadeiro valor de seus dados e como eles podem se tornar uma infomação valiosa para sua tomada de decisão.

Caso deseje acessar os posts anteriores desta sessão, utilize os links listados abaixo:

Short Scripts – Junho 2016


Salve, salve minha gente, boa tarde!!!

Mais uma segunda – feira começando e mais uma semana se iniciando, já passamos da metade do mês de Junho tão aguardado devido ao lançamento do novo Microsoft SQL Server 2016. Caso você tenha perdido alguma informação sobre este lançamento, aproveito para compartilhar aqui um dos diversos posts publicados no meu blog sobre esta nova versão:

Voltando a falar sobre o Short Scripts, esta é uma das sessões mas visitadas do meu blog, onde o objetivo  é compartilhar os scripts existentes em minha biblioteca de códigos  dedicados exclusivamente para o SQL Server. Muitos destes scripts são resultado de pesquisas, posts publicados nos fóruns MSDN e também de respostas encontradas em outros websites de profissionais, administradores de banco de dados, professores e comunidades.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso. Todos os scripts publicados nesta sessão são devidamente testados antes de serem publicados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Caso você não tenha acessado os últimos posts, não perca tempo, utilize os links publicados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/03/22/short-scripts-marco-2016/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/12/14/short-script-dezembro-2015/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/10/21/short-scripts-outubro-2015/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/08/26/short-scripts-agosto-2015/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/06/03/short-script-junho-2015/

Para esta relação você vai encontrar scripts relacionados aos seguintes assuntos, conceitos, recursos ou funcionalidades:

  • Acesso a banco de dados;
  • Collation;
  • Comando Exec;
  • Comando Union;
  • Comando Union All;
  • Comando Create Table;
  • Comando Alter Table;
  • Common Table Expression;
  • DBCC CheckPrimaryFile;
  • DMV sys.dm_db_index_usage_stats;
  • DMV sys.dm_os_buffer_descriptors;
  • Índices Clustered e NonClustered;
  • Option MaxRecursion;
  • Plano de Execução;
  • Querys consideradas pesadas;
  • Tabela de sistema sys.allocation_units;
  • Tabela de sistema sys.partitions;
  • Tabela de sistema sys.indexes;
  • Tabela e caracteres Unicode; e
  • Recursividade.
A seguir, apresento a relação de short scripts:

— Short Script 1 – DBCC CheckPrimaryFile Verificando se o arquivo realmente é um Primary File —
DBCC CheckPrimaryFile (‘C:\Bancos\Laboratorio.MDF’,0)
Go

 

— Short Script 2 – DBCC CheckPrimaryFile – Retornando o conjunto completo de informações associados ao Primary File que formam a estrutura do respectivo Banco de Dados —
DBCC CheckPrimaryFile (‘C:\Bancos\Laboratorio.MDF’,1)
Go

 

— Short Script 3 – DBCC CheckPrimaryFile – Retornando o nome do banco de dados, versão e collation relacionados ao Primary File —
DBCC CheckPrimaryFile (‘C:\Bancos\Laboratorio.MDF’,2)
Go

— Short Script 4 – DBCC CheckPrimaryFile – Retornando o status, fileid, name e filename associados ao Primary File que formam a estrutura do respectivo Banco de Dados —
DBCC CheckPrimaryFile (‘C:\Bancos\Laboratorio.MDF’,3)
Go
— Short Script 5 – Informações sobre acesso ao Banco de Dados —
WITH agg AS
(SELECT last_user_seek,
                  last_user_scan,
                  last_user_lookup,
last_user_update
FROM sys.dm_db_index_usage_stats
WHERE database_id = DB_ID()
)
SELECT last_read = MAX(last_read),
                 last_write = MAX(last_write)
FROM
(SELECT last_user_seek, NULL FROM agg
UNION ALL
SELECT last_user_scan, NULL FROM agg
UNION ALL
SELECT last_user_lookup, NULL FROM agg
UNION ALL
SELECT NULL, last_user_update FROM agg
) AS x (last_read, last_write);
Go

 

— Short Script 6 – Observando a mudança de comportamento após a troca de Collation —

CREATE TABLE [dbo].[Authors]
([id] [INT] NULL,
   [author] [VARCHAR](50) COLLATE SQL_Latin1_General_CP1_CI_AS NULL,
   [dateposted] [DATE] NULL) ON [PRIMARY]
GO
INSERT Authors  VALUES (1, ‘Steve’, ‘20160101’),
                                                   (2, ‘STEVE’, ‘20160201’),
                                                   (3, ‘Andy’, ‘20160301’),
                                                   (4, ‘andy’, ‘20160401’)
GO
CREATE PROCEDURE GetAuthors @author VARCHAR(50)
AS
BEGIN
SELECT a.id, a.author FROM dbo.Authors a
WHERE a.author = @author
END
GO
— If I run the procedure with a parameter of ‘Steve’, it returns two rows. I then run this code:
Exec GetAuthors ‘Steve’
Go
ALTER TABLE dbo.Authors
ALTER COLUMN author VARCHAR(50) COLLATE SQL_Latin1_General_CP437_BIN2 NULL
— If I were to execute the stored procedure, what would happen?
Exec GetAuthors ‘Steve’
Go

 

— Short Script 7 – Descobrindo o código Unicode de um caracter ou String —

— Exemplo 1 —
DECLARE @n CHAR(10);
SET @n = N’Abc’;
SELECT UNICODE(@n);
Go
— Exemplo 2 —
DECLARE @n NCHAR(10);
SET @n = N’??????????’;
SELECT UNICODE(@n);
Go

 

— Short Script 8 – Criando CTEs —

— Exemplo 1 – Criando uma simples CTE —
;With Exemplo1(Valor, Nome)
As
(
Select 1, ‘Pedro Galvão’ As Nome
)
Select * from Exemplo1
Go
— Exemplo 2 – Criando uma CTE com Union de Selects —
;With Exemplo2(Valor)
As
( Select 10
Union
Select 50
Union
Select 8
Union
Select 10 + 2
)
Select Valor = (Select Max(valor) From Exemplo2) + (Select Sum(Valor) From Exemplo2)
Go
– Short Script 9 – Criando CTEs com Recursividade —
— Exemplo – Criando uma nova CTE Recursiva concatenando dados —
;With ConcatenarNomes(nome)
AS
( SELECT Nome = CONVERT(Varchar(4000),’Pedro Antonio’)
UNION ALL
SELECT CONVERT(Varchar(4000),nome + ‘ Galvão Junior’) FROM ConcatenarNomes
WHERE LEN(nome) < 30
)
SELECT Nome FROM ConcatenarNomes
Go
— Exemplo 2 – Criando uma CTE com Union + Recursividade – Simulando uma sequência de números pares —
;With CTENumerosPares(Numero)
As
( Select 0 As Numero
Union All
Select Numero + 2 As Numero From CTENumerosPares
Where Numero < 100
)
Select Numero From CTENumerosPares
Go
— Exemplo 3 – Criando uma CTE com Union + Recursividade – Simulando uma sequência de números —
;With CTENumerosSequenciais(Numero)
AS
(   SELECT 1 AS Numero
UNION ALL
SELECT Numero + 1 AS num FROM CTENumerosSequenciais
WHERE Numero < 1000
)
SELECT * FROM CTENumerosSequenciais
OPTION (MAXRECURSION 0)
Go
— Short Script 10 – Obtendo o tamanho de índices Clustered e NonClustered —
SELECT COUNT(*) AS cached_pages_count,
COUNT(*)/128.0000 MB,
name AS BaseTableName,
IndexName,
IndexTypeDesc
FROM sys.dm_os_buffer_descriptors AS bd
INNER JOIN (SELECT s_obj.name,
s_obj.index_id,
s_obj.allocation_unit_id,
s_obj.OBJECT_ID,
i.name IndexName,
i.type_desc IndexTypeDesc
FROM
(SELECT OBJECT_NAME(OBJECT_ID) AS name,
index_id,
allocation_unit_id,
OBJECT_ID
FROM sys.allocation_units AS au INNER JOIN sys.partitions AS p
ON au.container_id = p.hobt_id
AND (au.TYPE = 1 OR au.TYPE = 3)
UNION ALL
SELECT OBJECT_NAME(OBJECT_ID) AS name,
index_id,
allocation_unit_id,
OBJECT_ID
FROM sys.allocation_units AS au INNER JOIN sys.partitions AS p
ON au.container_id = p.partition_id
AND au.TYPE = 2
) AS s_obj LEFT JOIN sys.indexes i
ON i.index_id = s_obj.index_id
AND i.OBJECT_ID = s_obj.OBJECT_ID
) AS obj ON bd.allocation_unit_id = obj.allocation_unit_id
WHERE database_id = DB_ID()
and name not like ‘sys%’
and IndexName <> ‘null’
GROUP BY name, index_id, IndexName, IndexTypeDesc
ORDER BY cached_pages_count DESC;
Muito bem, mais uma relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância e apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.

Chegamos ao final de mais um post, fique a vontade para compartilhar este conteúdo com seus contatos e redes sociais, contribua também enviando dicas, sugestões, dúvidas, críticas, enfim participe e ajude a melhorar cada vez mais esta sessão.

Mais uma vez obrigado por sua visita, nos encontramos em breve em mais um post da sessão Short Scripts.

Uma ótima semana, abraços.