Microsoft Windows Server IoT 2019 fará parte das edições do novo Windows Server 2019


Com base em anuncio realizado no mês de Fevereiro, a Microsoft confirmou a disponibilidade da versão IoT para o futuro Windows Server 2019, denominado Windows Server 2019 IoT.

A documentação oficial destaca que Windows Server IoT 2019 é a versão completa do Windows Server 2019 que oferece capacidades de gerenciamento e segurança corporativas para soluções de IoT (Internet of Things ou Internet das Coisas).

A nova versão compartilha todos os benefícios do ecossistema do Windows em todo o mundo. Ele é um equivalente binário para o Windows Server 2019, para que você possa usar as mesmas ferramentas de desenvolvimento e gerenciamento conhecidas que você usa em seus servidores de uso geral:

Mas quando se referimos a modalidades de licenciamento e distribuição, a versão de uso geral e as versões de IoT diferem. O Windows Server IoT 2019 só é licenciado através do canal OEM com direitos especiais de uso dedicado.

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft – Windows Blogs – / Director of Program Management, Windows IoT and Networking.

Leia na integra acessando: https://blogs.windows.com/windowsexperience/2019/02/26/microsoft-announces-latest-windows-iot-innovations-for-intelligent-edge-devices-at-embedded-world/#ikeGT2SK1ocK3FbO.97

 

Programa de internacionalização de startups prorroga inscrições


O programa de internacionalização de startups Dream2B Global Acceleration – Batch 5 anunciou nesta semana a prorrogação das inscrições, que agora podem ser feitas até o próximo dia 25 de março.

Um pouco depois disso, em 30 de março, serão anunciadas as startups brasileiras selecionadas para fazer uma imersão no Canadá, que acontecerá entre 13 de maio e 7 de junho.

No total, serão escolhidas até seis empresas em fase de crescimento, que selecionadas terão suas despesas de passagens e hospedagem pagas por investidores em troca de equity das empresas.

O programa procura por companhias em crescimento em busca de impactar principalmente – mas não apenas – os seguintes mercados: lawtech, retailtech, cleantech, healthtech, cidades inteligentes, mobilidade urbana, agrotech, customer experience, construtech, educação e indústria 4.0.

“Daremos especial atenção às startups de tecnologias de inteligência artificial, big data e internet das coisas”, afirma a cofundadora e CEO da Dream2B, Regina Noppe.

As companhias escolhidas no Dream2B Global Acceleration – Batch 5 farão uma imersão de quatro semanas no Spark Centre, um centro aceleração de startups localizado em Oshawa, região da Grande Toronto, que já incubou mais de 600 startups.

Além disso, essas startups também irão participar de um evento de investidores chamado “World Angel Investment Summit”, em Calgary, que reúne mais de 700 investidores e é organizado por outra parceira da Dream2B, a NACO – Canadá National Angel Capital Organization.

Fontes e Direitos Autorais: ItMídia.com – Da Redação – 19/03/2019.

Prepare-se, insiders: Windows 10 19H2 teste está chegando


Microsoft abriu nos últimos dias  inscrições para o Windows 10 Insider Skip Ahead ring,  permitindo que interessados em realizar testes para próxima atualização do Windows 10 realizem suas as matrículas antes do início dos testes.

Figura 1 – Twitter oficial do WindowsInsiders divulgado a aberta das inscrições.

Microsoft está começando a encerrar os testes nas atualizações atuais disponibilizadas para os  insiders que estão participando do 19H1, que provavelmente serão lançadas no decorrer deste ano.
A próxima atualização esta recebendo o codinome 19H2, mas ainda sem uma definição de data para ser lançada.
Se você estiver pronto para participar desta novo ciclo, faça sua inscrição diretamente pelo Windows acessando a tela de configuração e clicando em Atualizações e Segurança, por último na opção Windows Insider Program, conforme a Figura 2 a seguir ilustra:
Figura 2 – Opção Windows Insider Program existente na tela de atualizações e segurança do Windows 10.
Fontes e Direitos Autorais: Dan Thorp-Lancaster – Windows Central – 30/01/2019.
Leia na integra acessando: https://www.windowscentral.com/microsoft-opens-insider-skip-ahead-enrollments-windows-10-19h2-testing

Microsoft adquire PlayFab, fornecedora de serviços de backend para jogos em na nuvem


No final do mês de janeiro a Microsoft realizou a compra e aquisição da empresa PlayFab,  fornecedora de plataforma de serviços backend para construir, desenvolver e lançar jogos conectados à nuvem, conforme anúncio feito por Kareem Choudhry.

Como Satya Nadella, nosso CEO, observou na reunião anual de acionistas: “Estamos nos mobilizando para seguir nossa ampla oportunidade em um mercado de mais de 100 bilhões de jogos. Isso significa ampliar nossa abordagem sobre como pensamos os jogos de ponta a ponta, como começá-los e a maneira que estão sendo criados e distribuídos, e como são jogados e visualizados.”

Mais de 1 bilhão de pessoas jogam videogame, alimentando uma indústria próspera cujo ecossistema está evoluindo e crescendo rapidamente. Muitos setores estão mudando para a nuvem inteligente, e essa tendência é verdadeira também na área de jogos. Isso significa que um número crescente de desenvolvedores procura criar jogos conectados para dispositivos móveis, PCs e consoles, que tenham ênfase nas operações pós-lançamento. No entanto, o custo e a complexidade de alcançar esse resultado por meio de ferramentas e tecnologias personalizadas do servidor são altas, e a PlayFab oferece aos desenvolvedores um modelo atraente que varia naturalmente com os jogadores de seus games.

Os serviços de backend da PlayFab reduzem as barreiras do lançamento para os desenvolvedores de jogos, oferecendo soluções de desenvolvimento com bom custo-benefício para estúdios grandes e pequenos, que escalam seus jogos e os ajudam a engajar, reter e rentabilizar os jogadores. A PlayFab permite que os desenvolvedores usem a nuvem inteligente para criar e operar jogos, analisar dados e melhorar as experiências gerais dos títulos.

A plataforma PlayFab é um complemento natural do Azure para jogos (Visite azure.com/gaming para mais informações). O Azure, disponível localmente em 42 regiões em todo o mundo, fornece infraestrutura de servidores de primeira linha, permitindo que os criadores se concentrem na construção de ótimos jogos com alcance global. Para os jogadores, isso leva a um grau de inovação mais alto e rápido, além de melhores experiências.

Incorporar a experiência da PlayFab, a crescente rede de desenvolvedores de jogos e a poderosa plataforma de jogo como serviço em nossa oferta de produtos é um passo importante para os jogos na Microsoft. A PlayFab atendeu mais de 700 milhões de jogadores e atualmente abriga mais de 1.200 jogos de empresas como Disney, Rovio e Atari. Sua plataforma de jogos inclui alguns dos títulos mais proeminentes do setor, como “Idle Miner Tycoon”, “Angry Birds: Seasons” e “Roller Coaster Tycoon Touch”.

Juntos, o Azure e a PlayFab vão liberar ainda mais o poder da nuvem inteligente para o setor de jogos, permitindo que os desenvolvedores e gamers apreciem em todo o mundo.”

As ferramentas da PlayFab são projetadas para ser usadas por desenvolvedores de jogos em todas as plataformas (móveis, PC e console). Essa aquisição amplia os investimentos e o trabalho que fizemos no Microsoft Azure para fornecer uma plataforma de nuvem de primeira linha para o setor de jogos.

Microsoft anuncia a compra da PlayFabPara mais informações sobre a PlayFab, acesse um post no blog de James Gwertzman, CEO e co-fundador.

Fontes e Direitos Autorais: 

Programa Microsoft para Startups


A Microsoft realizou ontem dia 14/02 o anúncio do programa Microsoft para Startups, que oferece acesso a negócios, tecnologia e benefícios da comunidade e que ajuda as empresas iniciantes a expandir sua base de clientes e a receita, construir uma plataforma confiável que cresça com elas e conectar-se à sua comunidade e clientes.

A empresa alocará US$ 500 milhões nos próximos dois anos para oferecer opções de covenda para startups, além do acesso à tecnologia da Microsoft e novos espaços comunitários que promovam a colaboração dentro dos ecossistemas locais. Startups são um motor de inovação indiscutível, e a Microsoft está em parceria com fundadores e investidores para ajudar a acelerar seu crescimento. Este novo programa foi projetado para ajudar as startups em ações relacionadas á:

Vender para novos clientes, setores e mercados
O programa Microsoft para Startups possui uma abordagem única que liga startups a clientes. A Microsoft possui mais de 30.000 representantes de vendas e 800.000 parceiros cujo objetivo é impulsionar a adoção de soluções de nuvem da Microsoft em empresas de todos os tamanhos e setores em todo o mundo. O programa fornece recursos que preparam suas equipes de marketing e vendas para atender aos padrões dos clientes corporativos e, em seguida, permitir que eles vendam para essas organizações em parceria com a vasta organização de vendas da Microsoft e o ecossistema parceiro.

 

Microsoft anuncia o programa Microsoft para Startups

Inovar rapidamente com o acesso a ferramentas confiáveis ​​de tecnologia, suporte e desenvolvimento
O programa oferece às startups até US$ 120 mil em créditos gratuitos de Azure, suporte técnico de nível empresarial e ferramentas de desenvolvimento para ajudá-los a criar soluções inovadoras na nuvem utilizada ​​por 90% das empresas do ranking Fortune 500.

Acessar os recursos certos no momento certo
O Microsoft para Startups ajuda empresas iniciantes em todas as etapas em ecossistemas de todo o mundo:

Microsoft Reactors são espaços físicos onde empresários, desenvolvedores, investidores e a comunidade empresarial podem se unir para interagir, aprender e compartilhar. Durante o próximo mês, abriremos as portas nos novos espaços Microsoft Reactor em Londres, Sydney, Tel Aviv, Berlim, Xangai e Pequim. Esses espaços somam-se a nossos locais existentes em Redmond, Seattle, San Francisco e Nova York.

– Acesso ao Microsoft ScaleUp (antigo Microsoft Accelerators), ajudando as startups de série A e posterior a se ajustar ao mercado de produtos, aprimorar suas infraestruturas e construir seus negócios usando os serviços Azure e Microsoft Dynamics.

– Conexões com a Microsoft Ventures, equipe estratégica de investimento em capital de risco da Microsoft, cuja missão é ser um parceiro ativo em estágios-chave do crescimento de uma empresa, normalmente investindo entre as séries A e D.

As startups nos inspiram a ir além do possível e construir produtos que melhoram nossas vidas pessoais e profissionais. A Microsoft está animada para se associar a startups para capacitar cada pessoa e organização no planeta.

Para maiores informações acesse: startups.microsoft.com.

Fontes e Direitos Autorais: https://startups.microsoft.com/en-us/ – 14/02/2018.

Microsoft SQL Server 2016 e JSON uma combinação bem interessante – Final


Bom dia, comunidade, segunda – feira, alias estamos na última semana de 2015, eita ano complicado, repleto de surpresas não tão boas, mas que esta se encerrando de forma razoável.

Para encerrar este ano, estou retornando com a parte final desta pequena série de posts dedicadas exclusivamente a esta novidade bastante útil e interessante que foi introduziada no Microsoft SQL Server 2016, como você pode observar no título estou me referindo ao suporte para uso do JSON em um ambiente rodando o SQL Server 2016.

Caso você não tenha acessado o post anterior sobre esta novidade ou outros posts dedicados ao Microsoft SQL Server 2016, não perca tempo e a oportunidade de conhecer mais sobre esta nova versão acessando os links abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/11/09/microsoft-sql-server-2016-e-json-uma-combinacao-bem-interessante-parte-i/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/07/10/microsoft-sql-server-2016-lista-de-novidades-parte-i/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/07/16/microsoft-sql-server-2016-lista-de-novidades-parte-ii/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/07/30/microsoft-sql-server-2016-lista-de-novidades-final/

 

Caso você já tenha acessado a primeira parte desta série, deverá ter observado que destaquei de forma bastante apronfudada como o JSON se tornou uma tecnologia tão presente e utilizada atualmente no desenvolvimento de software, além disso, apresentei um pouco da sua história e a visão do time de produto do SQL Server perante a comunidade.

Nesta segunda parte, conforme prometido vou destacar um pouco como podemos trabalhar com funções específicas do JSON e de que forma podemos criar uma indexação de dados existentes dentro do formato JSON.

Mais uma vez obrigado por sua visita, espero que este post possa ser útil e traga algum tipo de interesse e curiosidade em conhecer mais sobre o Microsoft SQL Server.

 

O JSON e suas funções

Como toda novidade, e isso também não poderia ser diferente para o JSON, os time de desenvolvimento e engenheiros do SQL Server, adicionaram neste nova versão um conjunto de funções internas exclusivas para se trabalhar com o JSON, sendo estas:

  • ISJSON: Definida e reconhecida como uma função JSON Text, a ISJOSON tem como finalidade verificar se o texto que esta sendo passado no formato JSON pode ser reconhecido como um tipo de dados NVARCHAR. Através desta função é possível podemos implementar restrições(constraints) em colunas com forma de verificação de dados. Importante destacar que esta função esta disponível a partir da versão SQL Server 2016 Community Technology Preview 3.2
  • JSON_Values: Definida e reconhecida como uma função JSON Text, a JSON_Value, possui um papel importante quando trabalhamos com dados JSON, que consiste basicamente na análise e extração de um possível valor escalar que representa um determinado caminho específico reconhecido pelo padrão JavaScript, como forma de obter e reconhecer todo caminho necessário para se obter um valor JSON. Para identificação deste caminnho, torna-se encessário utilizar algo similar a uma sintaxe JavaScript para fazer referência a propriedades em texto JSON. Alguns exemplos são:
  1. ‘$’ – faz referência a todo objeto JSON no texto de entrada;
  2. ‘$.property1’ – referências property1 no objeto JSON;
  3. ‘$[5]’ – referencia 5-th elemento na matriz JSON;
  4. $. property1.property2.array1 [5].property3.array2 [15] .property4 ‘ – referências complexa Propriedade aninhada no objeto JSON.
  • O sinal de cifrão ($) representa o objeto de entrada JSON (semelhante ao iniciar / em XPath). Você pode adicionar qualquer JavaScript como referências de propriedade/matriz após o item de contexto para fazer referência a qualquer propriedade de aninhados. Importante destacar que esta função esta disponível a partir da versão SQL Server 2016 Community Technology Preview 3.2
  • JSON_Query: A função JSON_Query também é uma função texto que possui a finalidade de reconhecer e extrair um determinado valor “objeto” existente no formato JSON, sendo este um único ou um conjunto de caracteres.
  • OPENJSON: Uma das mais importantes funções, a OPENJSON irá fornecer a capacidade de analisar o texto JSON e retornar propriedades como uma tabela relacional usando a função de valor de tabela interna OPENJSON. Através da utilização da OPENJSON podemos ter explicitamente definido o esquema de resultados ou esquema padrão será usada. OPENJSON fornece uma visão de conjunto de linhas sobre um documento JSON. Porque o OPENJSON é um provedor de conjunto de linhas, que pode ser usado em instruções Transact-SQL em qual conjunto de linhas de uma tabela, visão ou até mesmo em conjunto com funções similares ao OPENROWSET.

 

 

Como indexar documentos e dados JSON

Quando a Microsoft anuncio o suporte ao JSON no SQL Server, muitos se perguntavam e ainda devem estar se perguntando. “Como será possível realizar a indexação ou algum tipo de indexação de dados no formato JSON?”

Esta pode parecer uma pergunta complicado de se responder ou até mesmo imaginar que possa existir uma resposta, mas como grande surpresa e reconhecimento da capacidade profissional do time de desenvolvimento do SQL Server, existe sim um resposta, nada muito diferente do que já estamos acostumados a utilizar no SQL Server.

A capacidade de se trabalhar com índices de diferentes formas e tipos de dados é algo que de longe não existem em nenhum outro SGBD – Sistema Gerenciador de Banco de Dados, característica singular do SQL Server, desde o reconhecimento de forma nativa de índices XML adicionados ao Microsoft SQL Server 2005 e posteriormente os fantásticos índices de cobertura presentes no Microsoft SQL Server 2008 R2, sem se esquecer do ColumnStore Index criados a partir da versão 2012.

Para que possamos fazer uso de índices para nossos dados no formato JSON, inicialmente não precisamos criar nada de diferente em relação a outras situações, basta através do comando Create Index criar um novo índice especificando qual ou quais colunas deverão fazer parte deste índice. A principal diferença é que o uso do índice no momento em que nossa query for executada esta atrelado a declaração da coluna JSON_Value, sendo esta condição para que o query optimizer possa ser notificado e posteriormente venha a reconhecer o uso ou não deste elemento de pesquisa e ordenação de dados.

Observação: Vale ressaltar que todo e qualquer índice será utilizado em uma operação de busca de dados, principalmente se o query optimizer entender a sua necessidade. No caso de um índice com base em dados JSON, a função JSON_Valeu tem que reconhecer de forma idêntica a coluna e caminho no formato JSON para que seja possível obter o dado de uma maneira mais ágil e eficiente.

Agora que você já conhece um pouco sobre as funções específicas para uso do JSON e também a forma maneira que os índices para tipos de dados JSON podem ser utilizados, vamos seguir em frente e brincar um pouco com alguns exemplos apresentados abaixo.

Exemplos

Para estes exemplos, vou utilizar o mesmo cenário apresentado na primeira parte. Vou utilizar novamente minha Virtual Machine criada no Microsoft Azure, rodando o SQL Server 2016 CTP3 (versão lançada em 28/10/2015 – http://blogs.technet.com/b/dataplatforminsider/archive/2015/10/28/sql-server-2016-everything-built-in.aspx) e AdventureWorks2016CTP3 disponível para o 2016, caso você queira montar o mesmo ambiente rodando stand-alone, faça download do SQL Server 2016 e AdventureWorks, ou saber mais sobre esta nova versão acesse:

  1. http://blogs.technet.com/b/dataplatforminsider/archive/2015/10/28/sql-server-2016-everything-built-in.aspx
  2. https://www.microsoft.com/en-us/evalcenter/evaluate-sql-server-2016
  3. https://azure.microsoft.com/en-us/marketplace/partners/microsoft/sqlserver2016ctp3evaluationwindowsserver2012r2/
  4. http://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=49502

Vamos por a mão na massa como eu sempre digo aos meus alunos: “Quem não pratica, não aprende”. Desta forma, let’s go:

— Exemplo 1 – Utilizando a função ISJSON –

CREATE TABLE MyTable(

Id int,

jsonCol1 varchar(MAX) CHECK (ISJSON(jsonCol1)>0),

jsonCol2 varchar(4000));

ALTER TABLE MyTable

ADD CONSTRAINT jsonCol2_is_json CHECK (ISJSON(jsonCol2) > 0);

GO

 

SELECT id, json_col

FROM tab1

WHERE ISJSON(json_col) > 0

GO

 

— Exemplo 2 – Utilizando a função JSON_VALUE –

Declare @VarJSON NVarchar(400)

Set @VarJSON =

N'{

“info”:{

“type”:1,

“address”:{

“town”:”Bristol”,

“county”:”Avon”,

“country”:”England”

},

“tags”:[“Sport”, “Water polo”]

},

“type”:”Basic”

}’

 

SELECT FirstName, LastName,

JSON_VALUE(jsonInfo, ‘$.info.address[0].town’) AS Town

FROM Person.Person

WHERE JSON_VALUE(jsonInfo, ‘$.info.address[0].state’) like ‘US%’

ORDER BY JSON_VALUE(jsonInfo, ‘$.info.address[0].town’)

Go

 

— Exemplo 3 – Utilizando a função JSON_Query –

Declare @jsoninfo nvarchar(400)

Set @jsoninfo =

N'{

“info”:{

“type”:1,

“address”:{

“town”:”Bristol”,

“county”:”Avon”,

“country”:”England”

},

“tags”:[“Sport”, “Water polo”]

},

“type”:”Basic”

}’

 

SELECT FirstName, LastName,

JSON_QUERY(@jsoninfo, ‘$.info.address’) AS Address

FROM Person.Person

ORDER BY LastName

Go

Figura-1-JSON

Figura 1 – Utilizando a função JSON_Query.

— Exemplo 4 – Utilizando a função OPENJSON –

SELECT * FROM OPENJSON(‘[“Brasil”,

“United Kingdom”,

“United States”,

“Índia”,

“Singapore”,

“Marrocos”,

“Suriname”]’)

Go

Figura-2-JSON

Figura 2 – Utilizando a função OPENJSON.

— Exemplo 5 – Utilizando a função OPENJSON para transformar JSON Texto em uma relational Table –

Declare @JSalestOrderDetails NVarchar(4000)

 

Set @JSalestOrderDetails =

‘{“OrdersArray”: [

{“Number”:1, “Date”: “8/10/2012”, “Customer”: “Adventure works”, “Quantity”: 1200},

{“Number”:4, “Date”: “5/11/2012”, “Customer”: “Adventure works”, “Quantity”: 100},

{“Number”:6, “Date”: “1/3/2012”, “Customer”: “Adventure works”, “Quantity”: 250},

{“Number”:8, “Date”: “12/7/2012”, “Customer”: “Adventure works”, “Quantity”: 2200}

]}’

 

SELECT Number, Customer, Date, Quantity_

FROM OPENJSON (@JSalestOrderDetails, ‘$.OrdersArray’)

WITH (

Number varchar(200),

Date datetime,

Customer varchar(200),

Quantity int

) AS OrdersArray

Go

Figura-3-JSON

Figura 3 – Transformando um JSON Text em tabela relacional.

— Exemplo 6 – Trabalhando com índices e dados JSON —

CREATE TABLE SalesOrderRecord

( Id int PRIMARY KEY IDENTITY,

OrderNumber NVARCHAR(25) NOT NULL,

OrderDate DATETIME NOT NULL,

JOrderDetails NVARCHAR(4000),

Quantity AS CAST(JSON_VALUE(JOrderDetails, ‘$.Order.Qty’) AS int),

Price AS JSON_VALUE(JOrderDetails, ‘$.Order.Price’))

GO

CREATE INDEX idxJson ON SalesOrderRecord(Quantity) INCLUDE (Price);

Go

 

Conclusão

O Microsoft SQL Server 2016 esta chegando e com ele uma série de novas funcionalidades, melhorias e inovações estão sendo apresentadas, entre estes itens o JSON é um dos mais aguardados.

A tecnologia JSON criada inicialmente como uma forma de se consumir dados de maneira mais simples em comparação ao formato XML, torna-se uma referência mundial e isso fez com que a Microsoft e seu tipo de engenheiros do SQL Server entende-se a necessidade de adicionar este recurso ou melhor dizendo funcionalidade ao produto.

Nesta parte final, você pode conhecer mais sobre o JSON, como é possível indexar um documento ou dados em formato JSON, o uso de funções próprias para se trabalhar com este tecnologia, bem como, o SQL Server consegui tratar, interpretar e apresentar estes dados.

Espero que você tenha gostado deste artigo, que as informações compartilhadas aqui possam lhe ajudar, mostrando como o Microsoft SQL Server esta a cada dia se tornando um ambiente completo de Gerenciamento de Banco de Dados totalmente compatível com diversas tecnologias e linguagens de programação.

 

Agradecimentos,

Agradeço a todos que estiveram visitando meu blog neste ano de 2015, com certeza a presença de vocês é de total importância, mais uma vez conseguir obter um número expressivo de visitantes e leitores, sem falar no número de seguidores que constantemente cresce. Espero em 2016 poder contar ainda mais com a sua presença.

Desejo um Feliz Ano Novo, repleto de Paz, Saúde, Alegria, Conquistas e Realizações.

Nos encontramos em breve.

Até a próxima.

Windows chega aos 30 anos: relembre a trajetória do sistema


Nesta sexta-feira, 20 de novembro de 2015, o Windows chega a uma marca histórica. São exatos trinta anos de trajetória desde o lançamento do Windows 1.0, no ano de 1985. De lá para cá, são muitas versões, algumas delas queridas pelo público, outras nem tanto.

São 30 anos de atualizações, erros, acertos, telas azuis, novas interfaces e novos métodos de interação com o computador. Nem todos caíram nas graças dos usuários, mas não dá para dizer que o Windows não tem uma história rica.

Windows 1.0

Quando estava em desenvolvimento, era chamado pelo nome pouco simpático de “Interface Manager”, ou “Gerenciador de interfaces”. Felizmente a Microsoft teve o bom-senso de rever o nome para “Windows”, por causa da interface de janelas. O sistema era basicamente uma interface gráfica, comandada pelo mouse, sobre o MS-DOS, cujas linhas de comando eram complexas demais para o público comum na época.

Ele foi anunciado em 1983, mas demorou dois anos para ser lançado. A demora fez com que muitos acreditassem que se tratasse de um “vaporware”, termo da indústria de tecnologia para designar produtos anunciados, mas que nunca são lançados.

Entre as novidades, listadas efusivamente neste vídeo por Steve Ballmer, estão recursos como calendário, calculadora, o Paint, relógio, bloco de notas, entre outros. Ele já trazia menus expansíveis, barras de rolagem, ícones, entre outras novidades que tornaram o Windows mais amigável para o usuário comum.

Windows 2.0

Lançada em 1987, a versão trazia melhorias gráficas e permitia a sobreposição de janelas. Também foi adicionada a ferramenta que possibilitava a utilização de atalhos do teclado para facilitar a vida do usuário. Ele foi inicialmente criado para processadores 286, da Intel, mas recebeu uma atualização para o 386.

Quem está acostumado a mexer nas configurações do Windows deve estar familiarizado com uma ferramenta nascida nesta época: o Painel de Controle apareceu pela primeira vez no Windows 2.0.

Windows 3.x

Com lançamento em maio de 1990, foi o primeiro Windows a avançar para a nova década, recebendo uma atualização para a versão 3.1 em 1992. Juntas, as duas versões venderam 10 milhões de cópias em dois anos. Foi o maior sucesso comercial do Windows até o momento.

Agora o Windows suportava gráficos com 16 cores e ganhou recursos para gerenciamento de programas, arquivos e impressoras. Também passou a contar com os clássicos Paciência, Copas e Campo Minado.  Para instalar, era necessária uma caixa cheia de disquetes, com manuais de instruções bem pesados. Outros tempos.

A Microsoft também lançou o Windows for Workgroups 3.11, voltado para redes corporativas, mas que esteve longe de ser um grande sucesso comercial.

Paralelamente, também foi criado o Windows NT (New Technology) 3.1, o primeiro sistema realmente 32 bits lançado pela Microsoft, que não era mais baseado no MS-DOS. O NT serviu de base também para todos os sistemas da empresa depois do Windows 2000.

Windows 95

A Microsoft começou a nomear seus sistemas com o ano de lançamento nesta versão, lançada em 24 de agosto daquele ano. Foram 7 milhões de cópias vendidas em apenas cinco semanas, com uma campanha agressiva que incluía comerciais de TV com a música dos Rolling Stones “Start Me Up”, mostrando o botão Iniciar, novidade na época.

O sistema viu o lançamento da primeira versão do Internet Explorer. Ele era adaptado para a internet de uma forma geral, com suporte a conexões discadas e o novo sistema de plug-and-play, facilitando a instalação de hardware. Além do botão Iniciar, o Windows ganhou a barra de tarefas e os botões de minimizar, maximizar e fechar, que se tornariam um padrão em breve.

Para funcionar, era recomendado um processador 486 (quem lembra?) e 8 MB de RAM. Ele foi lançado em disquetes ou em CD-ROM, em 12 línguas diferentes.

Windows 98

Lançada em 25 de junho de 1998, foi a última versão a ser baseada no MS-DOS. Ela foi feita pensando no usuário final e se propunha a evoluir o Windows 95 tanto para trabalho quanto para dviersão. Ele facilitava a conexão à internet e trouxe a possibilidade de fixar programas na barra de tarefas ao lado do menu Iniciar. O sistema também trouxe o suporte à leitura de DVDs e reconhecimento de dispositivos USB.

Windows 2000

Lançado em 17 de fevereiro de 2000, ele foi criado para substituir o Windows 95, o 98 e o NT Workstation 4.0 em todos os computadores de uso corporativo. Ele foi criado sobre o código do próprio NT Workstation 4.0.

Entre seus recursos estavam a simplificação da instalação de hardware com a ampliação do plug-and-play, suporte a redes avançadas e produtos sem fio e dispositivos USB.

Windows ME

Amplamente reconhecida como uma das maiores bombas já lançadas pela Microsoft, a “Millenium Edition” (apelidada de “Mistake Edition”, ou “edição do erro”) foi lançada em 14 de setembro de 2000. A PC World chegou a considerá-lo um dos piores produtos de tecnologia de todos os tempos, afirmando que “os usuários tinham problemas para instalá-lo, fazê-lo rodar, fazê-lo funcionar com outros hardwares e softwares e fazê-lo parar de funcionar”.

Ele foi criado para o uso doméstico e tinha o objetivo de trazer melhorias para a reprodução de mídia e a criação de redes domésticas. Ele também trouxe a restauração do sistema, que está presente até hoje nas versões recentes do Windows. Foi o último sistema da Microsoft a ser desenvolvido sobre o código do Windows 95.

Windows XP

Aposentado há pouco tempo pela Microsoft chegou ao mercado em 25 de outubro de 2001 e foi um sucesso. Até hoje é um sucesso, e muitos usuários se recusam a abandoná-lo, mesmo com o suporte encerrado.

Ele foi construído do zero depois que a Microsoft abandonou a base do Windows 95, com um visual renovado e usabilidade melhorada. Foram 45 milhões de linhas de código para criar o sistema. Para o uso doméstico, trouxe melhorias no Media Player e o Movie Maker e o suporte melhorado a fotografias digitais. Já para as empresas, trouxe sistema de criptografia de arquivos, desktop remoto. Ele também trouxe suporte a redes sem fio 802.1x, facilitando a vida de quem usava o XP em notebooks.

Para tentar cobrir o avanço das ameaças de segurança, a Microsoft começou a emitir atualizações pela internet. O XP também foi o primeiro a impor o limite de instalações do sistema operacional. Antigamente, era possível comprar apenas uma cópia e instalar por infinitos computadores, o que passou a ser inviável. Talvez por isso o XP, além de um sucesso comercial, também foi um dos softwares mais pirateados da história.

Windows Vista

Seguindo o sucesso do Windows XP, a Microsoft lançou em 2006 o Windows Vista, que também é reconhecido como um erro da empresa. O software teve problemas em sua fase de desenvolvimento. Ele deveria ter sido lançado dois ou três anos depois do XP, mas só saiu cinco anos depois. Mesmo assim, ele trouxe algumas novidades, como o Controle de Conta de Usuário, para evitar que vírus e malwares pudessem fazer alterações perigosas no computador da vítima.

O design foi uma parte importantíssima do Vista, trazendo o Aero, uma nova identidade visual que permitia que as bordas das janelas ganhassem um tipo de transparência interessante, mesmo que isso fizesse com que o software ficasse mais pesado. O botão Iniciar também foi recriado.

No lançamento, o Vista estava disponível em 35 idiomas, e 1,5 milhões de dispositivos eram compatíveis na ocasião. Contudo, falhas minaram o possível sucesso. Problemas da incompatibilidade existiram aos montes, e não faltam relatos do desastre que foi o seu desenvolvimento.

Steve Ballmer, CEO na ocasião, revela que no meio do processo de criação foi necessário resetar o código-fonte do Vista, até então conhecido como Longhorn. Este foi o maior arrependimento de sua gestão: “tentamos realizar uma tarefa grande demais e, no processo, perdemos milhares de horas de trabalho e inovação”, conta.

Windows 7

Agora, sim, a Microsoft acertou a mão. Em 2009, chegava ao mercado a versão 7 do Windows, que aproveitava o que havia de bom no Vista e melhorava o que estava de errado, tornando o sistema muito mais compatível e amigável. Antes do lançamento, ele já havia sido testado por 8 milhões de pessoas durante o período de beta.

O Windows 7 trouxe algumas mudanças de interface e novas formas de interagir com as janelas do sistema, como o Aero Shake, que permitia “chacoalhar” uma janela para isolá-la do restante e o Aero Peek, que possibilitava “espiar” uma prévia de cada uma das janelas minimizadas na barra de tarefas. Já o Aero Snap trazia algo que foi difundido no Windows 8, que é a possibilidade de fixar programas em um lado da tela, ocupando 50% do espaço.

O Windows 7 também trouxe o início do Windows Touch, permitindo usar o toque na tela para interagir com o sistema. Isso também foi aprofundado na versão seguinte do software.

Windows 8 e 8.1  

Introduzido em 2012, o sistema trouxe mudanças radicais de interface. A principal delas era a extinção do tradicional Menu Iniciar para dar lugar a uma Tela Iniciar repleta de quadrados e retângulos que representavam os aplicativos, que a Microsoft chama de “blocos dinâmicos”.

O Windows 8 também deu início à loja de aplicativos do Windows, uma tentativa da Microsoft de ter um pouco mais de controle sobre o ecossistema dos PCs. No entanto, o recurso nunca foi realmente atraente para desenvolvedores, e até hoje as opções da loja não são muitas.

O sistema, no entanto, não convenceu os usuários a migrar do Windows 7, incapaz de superar a popularidade de seu antecessor. Tanto que até agora o sistema de 2009 ainda é o mais usado no mundo.

A principal novidade do Windows 8, os blocos dinâmicos, também são um dos motivos pelo qual ele ficou para trás. Usuários e empresas alegavam que a nova usabilidade tornava o sistema pouco parecido com o que estavam acostumados, dificultando a adaptação para a novidade. Além disso, os blocos, otimizados para o toque, não eram muito bons para o uso com mouse e teclado.

A geração também trouxe o Windows RT, uma adaptação do Windows 8 para tablets que não rodavam os programas tradicionais legado do Windows, apenas os apps da Windows Store. Foi um fracasso ainda maior, e a maior parte dos parceiros abandonou o barco ainda no primeiro ano.

Windows 10

Lançado neste ano, o Windows 10 traz uma nova estratégia para a empresa: oferecer o Windows como um serviço, o que significa que ele deve ser aprimorado ao longo dos meses e anos com atualizações graduais de segurança e novos recursos.

A versão 10 do sistema ainda aposta no conceito dos blocos dinâmicos, mas desta vez eles são muito mais discretos e fazem parte de um Menu Iniciar que, ao mesmo tempo, é novo e antigo. Novo porque ele foi modificado em relação ao que vimos no 7 e também no 8, mas antigo, porque traz familiaridade com o Windows 7, solucionando o principal erro do Windows 8.

Uma novidade do Windows 10 foi a introdução do programa Windows Insider, que permite que usuários recebam frequentemente compilações de teste do Windows e testem as novidades antes de o grande público recebe-las. Assim, a Microsoft pode liberar as atualizações sem temer tantos problemas de compatibilidade, já que tudo é testado por uma base bem grande de usuário de teste antes de ser liberada para uma base ainda maior de usuários comuns.

O sistema trouxe outras novidades como a assistente Cortana e o navegador Microsoft Edge, que colocou um fim no malfadado Internet Explorer. O browser antigo ainda está presente no sistema, mas em segundo plano, apenas por razões de retrocompatibilidade.

Outra diferença grande em relação a todas as versões anteriores do Windows, é que a Microsoft permitiu que usuários do Windows 7 e 8.1 fizessem a atualização grátis para a nova plataforma, o que alavancou rapidamente a base de usuários do 10. Em 4 meses, já são mais de 100 milhões de pessoas no sistema mais recente, já se aproximando do pico de usuários do Windows 8.

Fontes e Direitos Autorais: OlharDigital – Renato Santinoem 20/11/2015 às 07h00