Microsoft adquire PlayFab, fornecedora de serviços de backend para jogos em na nuvem


No final do mês de janeiro a Microsoft realizou a compra e aquisição da empresa PlayFab,  fornecedora de plataforma de serviços backend para construir, desenvolver e lançar jogos conectados à nuvem, conforme anúncio feito por Kareem Choudhry.

Como Satya Nadella, nosso CEO, observou na reunião anual de acionistas: “Estamos nos mobilizando para seguir nossa ampla oportunidade em um mercado de mais de 100 bilhões de jogos. Isso significa ampliar nossa abordagem sobre como pensamos os jogos de ponta a ponta, como começá-los e a maneira que estão sendo criados e distribuídos, e como são jogados e visualizados.”

Mais de 1 bilhão de pessoas jogam videogame, alimentando uma indústria próspera cujo ecossistema está evoluindo e crescendo rapidamente. Muitos setores estão mudando para a nuvem inteligente, e essa tendência é verdadeira também na área de jogos. Isso significa que um número crescente de desenvolvedores procura criar jogos conectados para dispositivos móveis, PCs e consoles, que tenham ênfase nas operações pós-lançamento. No entanto, o custo e a complexidade de alcançar esse resultado por meio de ferramentas e tecnologias personalizadas do servidor são altas, e a PlayFab oferece aos desenvolvedores um modelo atraente que varia naturalmente com os jogadores de seus games.

Os serviços de backend da PlayFab reduzem as barreiras do lançamento para os desenvolvedores de jogos, oferecendo soluções de desenvolvimento com bom custo-benefício para estúdios grandes e pequenos, que escalam seus jogos e os ajudam a engajar, reter e rentabilizar os jogadores. A PlayFab permite que os desenvolvedores usem a nuvem inteligente para criar e operar jogos, analisar dados e melhorar as experiências gerais dos títulos.

A plataforma PlayFab é um complemento natural do Azure para jogos (Visite azure.com/gaming para mais informações). O Azure, disponível localmente em 42 regiões em todo o mundo, fornece infraestrutura de servidores de primeira linha, permitindo que os criadores se concentrem na construção de ótimos jogos com alcance global. Para os jogadores, isso leva a um grau de inovação mais alto e rápido, além de melhores experiências.

Incorporar a experiência da PlayFab, a crescente rede de desenvolvedores de jogos e a poderosa plataforma de jogo como serviço em nossa oferta de produtos é um passo importante para os jogos na Microsoft. A PlayFab atendeu mais de 700 milhões de jogadores e atualmente abriga mais de 1.200 jogos de empresas como Disney, Rovio e Atari. Sua plataforma de jogos inclui alguns dos títulos mais proeminentes do setor, como “Idle Miner Tycoon”, “Angry Birds: Seasons” e “Roller Coaster Tycoon Touch”.

Juntos, o Azure e a PlayFab vão liberar ainda mais o poder da nuvem inteligente para o setor de jogos, permitindo que os desenvolvedores e gamers apreciem em todo o mundo.”

As ferramentas da PlayFab são projetadas para ser usadas por desenvolvedores de jogos em todas as plataformas (móveis, PC e console). Essa aquisição amplia os investimentos e o trabalho que fizemos no Microsoft Azure para fornecer uma plataforma de nuvem de primeira linha para o setor de jogos.

Microsoft anuncia a compra da PlayFabPara mais informações sobre a PlayFab, acesse um post no blog de James Gwertzman, CEO e co-fundador.

Fontes e Direitos Autorais: 

Anúncios

Microsoft apresenta o Windows Desktop Application Program, sua nova ferramenta de análise para desenvolvedores


A Microsoft apresentou no último dia 23 o Windows Desktop Application Program, uma nova ferramenta online de análise voltada para desenvolvedores. Com ela os desenvolvedores podem visualizar e analisar detalhes sobre a performance de seus aplicativos, ocorrência de falhas, popularidade com os usuários e mais.

De posse dos dados obtidos pela ferramenta os desenvolvedores também podem monitorar e priorizar correções e monitorar a distribuição dos aplicativos. Os desenvolvedores interessados no Windows Desktop Application Program podem fazer o login com uma conta da Microsoft e registar seus certificados.

Desenvolvedores que já possuem uma conta no Windows Dev Center podem optar pelo acesso ao programa acessando a página Programs nas configurações da conta.

Mais detalhes, incluindo um vídeo que oferece uma visão geral da ferramenta, podem ser encontrados no post com o anúncio da Microsoft:

Microsoft anuncia o Windows Desktop Application Program, sua nova ferramenta para desenvolvedores


Fontes e Direitos Autorais: 23/01/2018 – Windows Blog –
https://blogs.windows.com/buildingapps/2018/01/23/introducing-windows-desktop-program-desktop-application-analytics/#KQ6MPa29QL8XEJsx.97

Microsoft não oferecerá atualizações de segurança realizadas ao Windows em computadores com antivírus considerados incompatíveis


A Microsoft publicou em seu site de suporte um alerta informando que não oferecerá atualizações de segurança para o Windows em PCs com antivírus incompatíveis.

A empresa tomou esta atitude depois que os usuários enfrentaram problemas com a atualização disponibilizada recentemente com foco nas vulnerabilidades Meltdown e Spectre.

Por causa dos antivírus incompatíveis, alguns PCs não puderam mais ser inicializados corretamente após a instalação da atualização. Para evitar problemas similares no futuro, a Microsoft alertou que não oferecerá atualizações de segurança para o Windows em PCs com antivírus incompatíveis.

Os desenvolvedores de softwares antivírus deverão tornar seus produtos compatíveis com esta e futuras atualizações definindo a seguinte chave de registro:

Key=”HKEY_LOCAL_MACHINE” Subkey=”SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\QualityCompat”
Value=”cadca5fe-87d3-4b96-b7fb-a231484277cc”
Type=”REG_DWORD”
Data=”0x00000000”

Microsoft não oferecerá atualizações de segurança para o Windows em PCs com antivírus incompatíveis

Perguntas frequentes

Por que algumas soluções antivírus são incompatíveis com as atualizações de segurança?
Durante seu processo de testes, a Microsoft descobriu que alguns softwares antivírus de terceiros estão fazendo chamadas sem suporte para memória do kernel do Windows, causando erros de parada (também conhecidos como erros de tela azul).

O que a Microsoft está fazendo para ajudar a atenuar os problemas causados por esses aplicativos sem suporte?
Para proteger seus clientes contra telas azuis e cenários desconhecidos, a Microsoft exige que todos os fornecedores de software antivírus confirmem a compatibilidade de seus aplicativos, definindo uma chave de registro do Windows.

Por quanto tempo a Microsoft exigirá a definição de uma chave do Registro para receber atualizações de segurança?
A Microsoft adicionou esse requisito para garantir que os clientes possam instalar com êxito as atualizações de segurança de janeiro de 2018. A empresa continuará a impor esse requisito até que haja confiança de que a maioria dos clientes não encontrará falhas de dispositivo depois de instalar as atualizações de segurança.

Tenho um aplicativo antivírus compatível, mas não recebi a opção de atualizações de segurança de janeiro de 2018. O que devo fazer?
Em alguns casos, pode demorar até que as atualizações de segurança sejam entregues nos sistemas, particularmente para dispositivos que foram desligados ou que não conectados à Internet (offline). Depois que eles forem novamente ligados, esses sistemas receberão atualizações de seus provedores de software antivírus. Os clientes que ainda estiverem enfrentando problemas 24 horas depois de garantirem que seus dispositivos têm boa conectividade com a Internet deverão contactar seus fornecedores de software antivírus para conhecer as etapas de solução de problemas adicionais.

Meu software antivírus não é compatível. O que devo fazer?
A Microsoft tem trabalhado estreitamente com parceiros de software antivírus para ajudar a garantir que todos os clientes recebam as atualizações de segurança do Windows de janeiro de 2018 o mais rápido possível. Se os clientes não estiverem recebendo a atualização de segurança deste mês, a Microsoft recomenda que eles contatem seus fornecedores de software antivírus.

Tenho um aplicativo de software antivírus compatível, mas ainda estou com problemas de tela azul. O que devo fazer?
A Microsoft reuniu os seguintes recursos para ajudar os clientes potencialmente afetados:

– Solucionar problemas de erros de tela azul
– Solucionando erros de parada (tela azul) no Windows 7

Fontes e Direitos Autorais: Suporte da Microsoft – 05/01/2018 – https://support.microsoft.com/pt-br/help/4072699/january-3-2018-windows-security-updates-and-antivirus-software

Microsoft anuncia o Windows 10 IoT Core Starter Kit


A Microsoft anunciou hoje o Windows 10 IoT Core Starter Kit, que basicamente é um kit pronto para ajudar os desenvolvedores na criação de um novo projeto.

O kit foi desenvolvido em parceria com a Adafruit e inclui componentes como sensores, cabos, cartão SD com o Windows 10 IoT Core instalado e placa Raspberry Pi 2.

O Windows 10 IoT Core Starter Kit está disponível por US$ 114,95 com a placa Raspberry Pi 2 e por US$ 39,95 sem a placa Raspberry Pi 2.

O kit também vem com um conjunto de instruções e amostras de códigos para projetos que você pode criar.

Windows 10 IoT Core Starter Kit:

Microsoft anuncia o Windows 10 IoT Core Starter Kit

iot-core-skit-02-mini
Clique na imagem para ampliá-la

O Windows 10 para “Internet das Coisas” permite que desenvolvedores e entusiastas criem dispositivos conectados à nuvem usando placas de desenvolvimento como as já citadas Raspberry Pi 2 e Minnowboard Max. Mais detalhes sobre estas duas placas e sobre outras similares podem ser encontrados aqui.

A Microsoft falou pela primeira vez sobre esta versão do Windows 10 em novembro de 2014.

Os interessados podem fazer o download da versão final do Windows 10 IoT Core para as placas Raspberry Pi 2 e Intel MinnowBoard MAX, e das ferramentas adicionais aqui. O sistema operacional está disponível gratuitamente.

O site oficial do Windows 10 IoT Core inclui informações sobre ele, modelos de projetos que podem ser usados pelos desenvolvedores e muito mais.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – Sid Vicious @ 24 set 2015 | 3:05 pm

Microsoft cria navegador com código aberto usando HTML, JavaScript e CSS


A equipe de desenvolvimento do navegador Microsoft Edge publicou um post em seu blog mostrando que é possível criar um navegador com código aberto usando HTML, JavaScript e CSS.

Navegador com código aberto usando HTML, JavaScript e CSS

O núcleo principal deste navegador é o controle WebView, que inclui o mecanismo de renderização EdgeHTML – o mesmo do navegador Microsoft Edge. Este controle oferece diversas APIs e não traz as limitações que afetam os iframes.

A Microsoft disponibilizou o código do navegador baseado em HTML, JavaScript e CSS em seu repositório no GitHub.

Uma versão de demonstração do navegador também está disponível para download através da Windows Store.

Clique na imagem para ver um gif animado do navegador:

Microsoft cria navegador com código aberto usando HTML, JavaScript e CSS

Fontes e Direitos Autorias: Baboo.com – Sid Vicious

Internet Explorer completa 20 anos


Lançado em 16 de agosto de 1995, o Internet Explorer completa 20 anos de vida neste mês. A versão 1.0 do navegador foi distribuída inicialmente junto com o pacote Microsoft Plus! para Windows 95.

Para não deixar a data passar em branco, a equipe do Microsoft Edge publicou em sua conta no Twitter uma pequena mensagem desejando um feliz aniversário para o navegador:

Internet Explorer completa 20 anos

Internet Explorer completa 20 anos

O Internet Explorer 1.0, que pode ser visto na imagem abaixo, era baseado no Spyglass Mosaic, que foi licenciado pela Microsoft e usado para formar a base do código de outras versões do Internet Explorer.

MS_IE1.0_01

O Internet Explorer 3.0, lançado no dia 13 de agosto de 1996, foi a primeira versão do navegador realmente bem sucedida. A versão 3.0 também marca o início da integração do Internet Explorer com o Windows:

MS_IE3.0_02

O lançamento da versão 4.0 em setembro de 1997 marcou o início do domínio do Internet Explorer no mercado de navegadores (quando ele chegou a ter uma fatia de mais de 90%). Este domínio continuou até o lançamento da versão 6.0:

MS_IE4.0_03

Por falar na versão 6.0, ela foi lançada junto com o Windows XP em outubro de 2001 (embora tenha ficado pronta em agosto do mesmo ano) e até hoje é muito criticada por sua grande quantidade de falhas de segurança e problemas de compatibilidade com diversos padrões na Web:

MS_IE6.0_04

Já a versão 7.0, lançada em outubro de 2006, marcou a primeira grande mudança visual no navegador desde o lançamento do IE 1.0 com a inclusão do suporte para tabbed browsing (navegação por abas):

MS_IE7.0_05

A versão 8 foi lançada em março de 2009. Esta versão trouxe melhorias no suporte para alguns padrões da Web como CSS e diversas melhorias na segurança (para a época).

O Internet Explorer 8 também foi o primeiro navegador da Microsoft a passar no teste Acid2.

MS_IE8.0_06

Em 2009, a União Europeia determinou que a Microsoft incluísse no Windows uma tela listando diversos navegadores alternativos. A determinação visava garantir a liberdade de escolha dos usuários do Windows na Europa.

O Internet Explorer 9 chegou ao mercado oficialmente em março de 2011. O desenvolvimento desta versão começou logo após o lançamento da versão 8.

Ele foi anunciado pela Microsoft durante a edição de 2009 da sua Professional Developers Conference (ou PDC).

Esta versão trouxe o suporte para renderização acelerada via hardware, suporte para alguns elementos do HTML5 e um novo mecanismo JavaScript em sua versão 32 bits:

MS_IE9.0_07

O Internet Explorer 10 foi lançado junto com o Windows 8 em outubro de 2012 e em fevereiro de 2013 para Windows 7. O Windows Vista não é suportado.

No Windows 8, o Internet Explorer 10 foi dividido em duas interfaces, a tradicional para uso na área de trabalho e a versão “Moderna”, otimizada para uso com telas sensíveis ao toque.

A versão 10 também trouxe melhorias no suporte para a aceleração via hardware e para diversos padrões da Web, como o CSS3.

MS_IE10.0_08
Com a chegada do Windows 8.1, que foi lançado no dia 18 de outubro de 2013, a Microsoft também lançou o Internet Explorer 11. Esta versão do navegador também está disponível para o Windows 7.

O Internet Explorer 11 trouxe novidades como suporte para o protocolo SPDY, suporte para renderização de elementos 3D usando WebGL, novo modo protegido avançado, melhorias em seu mecanismo de renderização de páginas, melhorias no recurso de proteção contra rastreamento e melhorias em seu mecanismo JavaScript.

MS_IE11.0_09
MS_IE11.Metro_010
O Internet Explorer 11 também está presente no Windows 10, que foi lançado em 29 de julho de 2015. O detalhe é que ele foi substituído pelo Microsoft Edge como o navegador padrão do sistema operacional.

O Microsoft Edge foi desenvolvido como um app da Windows Store, o que agilizará o processo de atualização para novas versões.

O navegador está presente tanto no Windows 10 “tradicional” para PCs e laptops como no Windows 10 Mobile para smartphones e tablets pequenos.

MS_Edge_011
O Internet Explorer completa 20 anos neste mês. Qual foi a primeira versão usada por você?

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – Sid Vicious

Usuários apressados em usar o Windows 10 são as novas vítimas dos hackers


Windows 10

A ansiedade de testar logo o Windows 10 tem deixado alguns usuários com sérios problemas em seus computadores. Como a Microsoft está liberando a atualização em etapas, hackers estão se aproveitando para atingir os alvos que não estão dispostos a esperar ainda mais pelo novo sistema operacional.

De acordo com a Talos Group, empresa de segurança da Cisco, os cibercriminosos estão enviando e-mails para os usuários oferecendo propostas de atualização imediata para o Windows 10. O remetente engana, pois parece legítimo e a mensagem ainda possui truques como indicações de que o e-mail passou por um serviço de antivírus e está seguro.

E-mail falso Windows 10

A mensagem oferece um programa executável que supostamente instala a atualização imediatamente, mas quando é executado dispara um alerta informando que houve um ataque do tipo ransomware. A praga utilizada é a CTB-Locked, que criptografa todos os dados da máquina, os trancando e exigindo um pagamento para resgate em até 96 horas. Inclusive, os donos dos computadores são ameaçados com mensagens para que o malware não seja deletado, caso contrário todas as informações serão perdidas.

A Cisco ainda reforça que a Microsoft não oferece atualização para o Windows 10 por e-mail, mesmo para os usuários que reservaram a sua cópia. O update é feito somente nos canais oficiais, seja com a compra da licença na Windows Store ou atualizando a cópia do Windows 7, e 8.1.

Fonte: Cisco

10 mitos sobre computadores que insistem em resistir ao tempo


Assim como qualquer outra coisa, os computadores são alvos constantes do imaginário popular, que, ao longo dos anos, atribuiu vários mitos e lendas urbanas a eles.

É bem difícil definir como esses mitos surgiram e porquê raios eles foram passando de geração para geração. Apesar disso, é seguro dizer que uma boa parcela dessas fábulas um dia já foi verdade, mas, graças ao avanço da tecnologia, hoje não passam de conversa para boi dormir. Quanto ao restante delas, a maioria surgiu por algum mal-entendido principalmente em torno de como os computadores, o Windows e a própria internet funcionam. A partir daí ideias erradas (e muitas vezes ridículas) se propagaram e ainda estão presentes na cabeça de muita gente como verdades absolutas.

Para acabar de uma vez por todas com essas crenças, desmistificamos 10 delas logo a seguir. Confira:

1. Hackers estão tentando invadir o seu computador o tempo todo

Não há como negar que a internet é um lugar onde os mais incautos acabam sendo vítimas de golpes e invasões hackers por puro descuido. Contudo, ao contrário do que muita gente imagina, aquela figura do hacker que vive trancafiado em um quarto escuro e é alimentado apenas por pizzas jogadas por baixo da porta para não perder o foco nas milhares de invasões diárias que faz não existe.

Essa figura um tanto quanto hollywoodiana não existe e é preciso botar na cabeça que a maioria dos ataques atualmente é automatizada. Ao invés de um sujeito sentado digitando códigos freneticamente na frente de uma tela preta, a ideia aqui é que os hackers desenvolvem ferramentas que se propagam pela internet e infectam computadores em busca de dados pessoais e bancários das vítimas.

Entre os exemplos mais comuns da atualidade estão os malwares que instalam keyloggers, que registram toda e qualquer informação digitada pela vítima no computador; e o phishing, que engana os mais desavisados, levando-os, na maioria das vezes, a um site idêntico ao original, mas que cujo propósito é lhes roubar informações de autenticação.

Diferente do que muitos pensam, os hackers não passam o dia inteiro trancados em ambientes escuros. Na maioria das vezes, ferramentas automatizadas fazem todo o serviço sujo por eles

Diferente do que muitos pensam, os hackers não passam o dia inteiro trancados em ambientes escuros. Na maioria das vezes, ferramentas automatizadas fazem todo o serviço sujo por eles (Imagem: Reprodução)

2. Atualizações automáticas sempre estragam o computador

No passado, atualizar o Windows ou qualquer software era sinônimo de dor de cabeça. Não raramente nos deparávamos com a famosa (e temida) tela azul da morte após instalar um pacote de atualização e voltar atrás era uma tarefa hercúlea.

Esse inconveniente, no entanto, ficou para trás e é cada vez mais raro ver alguém reclamando que um update dizimou o computador por completo e exigiu que tudo fosse reinstalado. Nos raros casos em que isso acontece, sempre é possível utilizar a restauração do sistema para retornar a um ponto anterior à instalação ou, na pior das hipóteses, retornar a máquina para o estado de fábrica.

Atualmente, porém, esses casos são extremamente raros e a melhor solução é deixar as atualizações automáticas do seu Windows ou software favorito ativadas para não dar chance ao azar.

3. Você precisa desligar o computador antes de ir dormir

Muita gente cresceu ouvindo os pais dizer que era necessário desligar o computador sempre que ele não fosse ser utilizado. Essa recomendação muito provavelmente surgiu nos primórdios do computador, quando deixar a máquina ligada durante um período ocioso e, sobretudo, durante a noite abria espaço para o surgimento de bugs e queima de peças.

Essa realidade ficou para trás há um bom tempo e atualmente não é mais necessário desligar a máquina com tanta frequência. Isso porque os computadores mais modernos conseguem gerenciar a energia de uma maneira tão eficiente que apenas deixar a máquina “dormindo” já é suficiente para economizar na conta de luz no fim do mês. Além disso, colocar o computador apenas para dormir acelera bastante o processo de inicialização, que é bastante lento quando a máquina é desligada completamente.

Portanto, procure pelas opções de energia do seu computador e configure-as para que elas lhe ajudem a poupar energia ao mesmo tempo em que não comprometem sua produtividade. E mesmo que você acredite que não vale a pena pressionar o botão “Dormir”, dê uma chance à hibernação, que coloca o computador em estado de suspensão completa, sem consumir nenhum watt de energia, e ainda inicializa o computador rapidamente.

Na época do Windows 95, desligar o computador após sua utilização era praticamente obrigatório. Nos tempos atuais, sistemas de consumo eficiente de energia permitem apenas colocar o computador para dormir e hibernar, poupando preciosos minutos no momento da inicialização

Na época do Windows 95, desligar o computador após sua utilização era praticamente obrigatório. Nos tempos atuais, sistemas de consumo eficiente de energia permitem apenas colocar o computador para dormir e hibernar, poupando preciosos minutos no momento da inicialização (Imagem: Reprodução)

4. Vírus e malwares são o motivo do seu computador estar lento

Quando um usuário reclama de lentidão no computador, o que normalmente ouvimos em resposta é um “ele deve estar com vírus”. A verdade é que as pragas digitais atuais são focadas quase que exclusivamente na obtenção de informações pessoais dos incautos e não têm qualquer intenção de prejudicar o desempenho dos computadores, pelo contrário.

A ordem aqui é permanecer escondido, agindo no pianinho, coletando os dados das vítimas. Muitas vezes, até mesmo as mais modernas ferramentas antivírus não conseguem identificar e remover essas pestes, tendo o usuário que partir para uma remoção manual.

Apesar disso, pode ser sim que seu computador esteja infectado e sendo usado numa rede de computadores zumbis, as botnets. Mesmo assim, esses são casos mais raros e, via de regra, o motivo da lentidão é a quantidade excessiva de aplicações iniciando junto com o sistema operacional ou um navegador carregado de extensões desnecessárias.

Em casos mais graves, pode ser que algum componente de hardware esteja com defeito e comprometendo o desempenho da sua máquina. Aqui, o ideal é levar o computador a um técnico especializado e de confiança para saber o que pode estar ocorrendo e fazer uma eventual substituição de peça.

5. O Internet Explorer é lento, vulnerável e ruim

Outrora o navegador mais popular do mundo, há um bom tempo o Internet Explorer é alvo de chacota dos usuários e sobretudo do público geek. O bullying com o browser foi tão grande que a Microsoft se viu obrigada a se livrar da má reputação e recomeçar do zero com o Edge, o novo navegador que virá embutido no Windows 10.

Apesar de todo esse mal-estar, a verdade é que as últimas versões do Internet Explorer vinham apresentando melhorias sensíveis em relação aos tempos mais sombrios. As duas últimas versões do navegador, por exemplo, já ofereciam suporte a um grande leque de padrões web modernos que antes só eram vistos no Chrome e no Firefox. Inclusive uma das funções do navegador da raposa que foi abraçada pela turma de Redmond foi o modo “sandbox”, que permite a desenvolvedores web mexer e visualizar alterações no código HTML em tempo real. Por fim, o Internet Explorer 11 trouxe suporte a multiprocessamento, algo que até agora não é visto em nenhum concorrente.

É claro que ninguém voltará a utilizar o IE só por causa disso, mas a verdade é que ele não é mais aquela piada que outrora foi até sua oitava versão.

Por anos o Internet Explorer foi alvo de piadas em todo lugar na internet. Má fama veio sobretudo após o fiasco do Internet Explorer 6

Por anos o Internet Explorer foi alvo de piadas em todo lugar na internet. Má fama veio sobretudo após o fiasco do Internet Explorer 6 (Imagem: Reprodução)

6. Codecs são necessários para assistir vídeos online

Os dias em que isso foi verdade já ficaram para trás há muito tempo. Na época, para assistir qualquer coisa online era necessário ter uma penca de codecs instalados no computador, sem contar os famigerados RealPlayer, QuickTime e DivX Player. Aqui e acolá surgia um e outro site que exigia o Java, o que geralmente acabava travando qualquer computador mais modesto.

Atualmente, no entanto, essa realidade de trevas já não mais existe e tudo funciona na base do HTML5 ou do Flash.

É importante ressaltar que nenhuma dessas duas tecnologias exige que você baixe e instale codecs específicos. Aqui, tudo é transmitido diretamente para o computador do usuário, sem necessidade de decodificação, e a única exigência é ter ou um navegador com suporte a HTML5 (o que a maioria já oferece) ou o plugin do Flash instalado. Fora isso, jamais clique em banners que demandam a instalação de algo desse tipo, pois, no final das contas, você acabará instalando um punhado de junkware e comprometendo o desempenho do seu computador.

Codecs só são necessários quando você baixa um arquivo de vídeo para o computador – e mesmo nesses casos o melhor a se fazer é optar por algo como o VLC, player para lá de popular que já traz consigo uma enorme quantidade de codecs e nenhuma pegadinha.

7. Muita memória RAM em uso é sinal de que há algo errado

Foi-se o tempo em que 64 MB de memória RAM eram suficientes para dar conta do recado. Contudo, à medida que se torna mais comum vermos computadores com 4 GB, 8 GB e até 16 GB de RAM, mais pessoas relatam que o Windows e outros programas parecem sempre querer mais.

É verdade que cada vez mais não só o Windows, como também o Linux, Mac OS X e até mesmo os sistemas operacionais móveis consomem mais memória, mas isso não é necessariamente algo ruim. O uso cada vez maior de memória RAM é proposital e os softwares atuais são desenvolvidos de maneira tal a alocar cada vez mais recursos nela.

Isso tem sido feito basicamente para que o acesso a esses recursos seja cada vez mais rápido e o usuário não fique esperando para que os dados sejam acessados no HD, que é mais lento que a memória RAM. E, ao contrário do que acontecia antigamente, se o seu computador “sentir” que precisa de mais espaço livre na memória RAM, ele próprio irá executar uma limpeza e abrir espaço para algo mais importante.

Portanto, não adianta se preocupar com isso a não ser que o seu computador realmente esteja sofrendo com um desempenho abaixo da média.

A não ser que o desempenho do seu computador esteja abaixo da média, a indicação de muita memória RAM em uso não significa necessariamente que você precisa adicionar um ou dois novos pentes ao computador

A não ser que o desempenho do seu computador esteja abaixo da média, a indicação de muita memória RAM em uso não significa necessariamente que você precisa adicionar um ou dois novos pentes ao computador (Imagem: Reprodução)

8. Antivírus sempre protegerão o seu computador

Embora muita gente já saiba que os softwares antivírus são o último recurso para proteger o computador de uma praga virtual, ainda há quem confie cegamente nesse tipo de ferramenta e acredite que ela é infalível.

A verdade é que a própria Symantec já declarou que seu antivírus, o Norton Antivirus, um dos mais famosos do mundo, não consegue impedir inúmeros tipos de ciberataques. Pior, a maioria dos antivírus sequer protege os usuários dos chamados softwares invasivos, aqueles que são instalados silenciosamente junto com outros softwares e acabam comprometendo o desempenho geral do computador.

Para piorar ainda mais essa realidade, uma série de antivírus gratuitos agora estão trazendo consigo essas pragas, instalando-as sem o conhecimento do usuário. Dito isso, fica bastante claro que os antivírus não são as ferramentas mais confiáveis do mundo.

Mesmo com essa dolorosa verdade, você não deve deixar de lado o seu software antivírus favorito – pelo contrário. Contudo, tenha em mente que ele deve ser a sua última frente de segurança e que você precisa desenvolver hábitos seguros para manter seus arquivos e informações pessoais longe das mãos dos cibercriminosos. Nunca é demais lembrar que um usuário bem informado e precavido é mais eficaz do que muito software de segurança que existe por aí.

9. Desfragmentação manual e ferramentas pagas ajudam a melhorar o PC

Foi-se o tempo em que tínhamos que reservar um horário toda semana para executar a desfragmentação do HD. Atualmente, o usuário não precisa se preocupar com absolutamente nada relacionado a esse assunto, já que o Windows traz uma ferramenta de desfragmentação que faz o serviço automaticamente sem a necessidade de intervenção.

Há casos raríssimos em que o usuário pode querer instalar um jogo muito grande, como Grand Theft Auto V, e seja necessário executar a desfragmentação manual para garantir máximo desempenho. Contudo, esse é um caso bem isolado e específico e, via de regra, não há qualquer necessidade de executar essa rotina manualmente.

Ferramentas pagas que prometem melhorar o desempenho do HD também não valem a pena e surgem como um balde para você jogar dinheiro fora. Em muitos casos, o valor cobrado por softwares como o Diskeeper Professional pode ser usado para comprar um SSD, atualizar o computador e ganhar em desempenho. Portanto, não se preocupe com nada disso, deixe o Windows fazer o serviço dele e guarde o seu dinheiro para investir em algo realmente útil para o seu PC.

10. Limpar o cache melhora o desempenho do computador

Algumas aplicações têm o famoso cache, um conjunto de arquivos que são cópias offline de algo baixado anteriormente da internet. Esses arquivos são armazenados localmente no computador para que, no futuro, quando o conteúdo for acessado novamente não tenha que ser baixado todo da internet. Esse comportamento, como dá para perceber, se traduz em economia de tempo e largura de banda para o usuário.

Apesar disso, nem todo mundo vê o cache como algo bom e acaba baixando ferramentas que prometem livrar o HD desses arquivos temporários baixados da internet e armazenados no computador. A premissa é simples: são arquivos que você não usa (pelo menos não diretamente), logo podem ser excluídos para poupar espaço no disco rígido.

Embora pareça fazer sentido, essa prática força sobretudo os navegadores web a baixarem o conteúdo e o armazenar localmente mais uma vez, consumindo mais banda e gastando mais tempo para carregar as suas páginas mais acessadas. Sem contar que tudo se transforma num ciclo infinito, com você limpando o cache e ele sendo preenchido logo na sequência.

Limpezas no disco rígido nem sempre garantirão um melhor desempenho do computador. A eliminação de cache, por exemplo, apenas tornar a navegação na internet mais lenta e pesada

Limpezas no disco rígido nem sempre garantirão um melhor desempenho do computador. A eliminação de cache, por exemplo, apenas tornar a navegação na internet mais lenta e pesada (Imagem: Reprodução)

Você achava que algum desses mitos eram verdadeiros? Quais outros mitos sobre computadores você conhece? Conta para gente aqui embaixo, na caixa de comentários.
Fontes e Direitos Autorais: CanalTech.com.br – Por Sérgio Oliveira RSS | 21.07.2015 às 10h08

NOVAS IMAGENS DO NAVEGADOR SPARTAN


O blog russo MSWin divulgou novas imagens do navegador Spartan. O novo navegador do Windows 10, que está sendo desenvolvido como um app da Windows Store, o que agilizará o processo de atualização para novas versões, foi apresentado oficialmente no evento realizado no dia 21 de janeiro e utilizará um novo mecanismo de renderização de páginas.

O navegador Spartan estará presente tanto no Windows 10 “tradicional” para PCs e laptops como no Windows 10 para smartphones e tablets pequenos. Vale destacar que Spartan é apenas um codinome. O nome oficial do novo navegador ainda não foi definido.

O Internet Explorer continuará sendo oferecido em certas edições do sistema operacional, como a Enterprise, por questões de compatibilidade com sites e aplicações Web.

A Microsoft também já confirmou que o novo navegador terá suporte para extensões.

O navegador não está presente no build mais recente do Windows 10 disponibilizado para os usuários registrados no Windows Insider Program, o 9926, mas ele foi visto em builds mais recentes como o 10009.

As novas imagens do navegador Spartan destacam recursos como a Lista de Leitura, integração com a assistente pessoal Cortana e também mostram como ele pode se adaptar a diferentes resoluções de tela.

CONFIRA AS NOVAS IMAGENS DO NAVEGADOR SPARTAN:

Novas imagens do navegador Spartan

Integração com a Cortana

Favoritos e Lista de Leitura

Menu de configurações

Menu de opções para as guias de navegação

Zoom, Nova janela e outras opções

Navegador Spartan exibido um site seguro (Twitter) e um site comum

Navegador Spartan pode se adaptar melhor a diferentes resoluções de tela

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com

DICAS DA MICROSOFT PARA A SEMANA DA INTERNET SEGURA


Na última terça-feira, foi celebrado em todo o mundo o Dia da Internet Segura (Internet Safer Day). A data, criada há oito anos, tem o objetivo de alertar para os riscos na vida digital, tanto de usuários domésticos quanto nas empresas. Com mais de três bilhões de pessoas conectadas no mundo todo, a internet se tornou o grande elo da sociedade e também um ambiente que pode apresentar vulnerabilidades. Confira neste artigo algumas dicas da Microsoft para a Semana da Internet Segura. Estas dicas vão ajudar usuários de todos a perfis a utilizar a rede com o máximo de segurança.

Dicas da Microsoft para a Semana da Internet Segura

Cada vez mais presente – seja pelas tecnologias 3G, 4G ou pelo sinal do Wi-Fi – a conectividade está cada vez mais presente na vida das pessoas, seja para acessar os e-mails, enviar mensagens, fotos e vídeos pelo celular, utilizar as redes sociais e até realizar transações bancárias. Com o aumento da oferta de serviços de download e transmissão de dados, a Internet deixou de ser exclusividade do computador, do smartphone ou tablet e chegou a outros dispositivos, como a TV, o videogame e até eletrodomésticos.

CONFIRA ABAIXO ALGUMAS DICAS DA MICROSOFT PARA A SEMANA DA INTERNET SEGURA:

PROTEJA A SUA PRIVACIDADE

Privacidade não é uma opção, é uma premissa. E não deve ser vista como preço a ser pago pela utilização da Internet. As pessoas e as empresas devem ver os serviços de internet como meios para satisfazer suas necessidades, mas que devem estar obrigatoriamente agregado aos aspectos de segurança, privacidade e conformidade.

Cuidado ao preencher formulários digitais! Certifique-se de é um site ou serviço é confiável antes de fornecer as suas informações pessoais ou da sua empresa, como senhas, dados bancários entre outros. Serviços on-line devem ter políticas claras e transparentes de privacidade e fornecer aos usuários informações sobre como os dados de seus clientes serão utilizados e quem terá acesso a eles. Lembre-se que um fornecedor pode hospedar os seus dados, mas só você, cliente, é o dono dessas informações.

SOFTWARES ORIGINAIS SEMPRE

Os cibercriminosos são uma ameaça real e é importante saber de quem está recebendo, e a quem está fornecendo informações antes de compartilhá-las. As pessoas e as empresas devem optar por soluções e programas que disponibilizam atualizações de segurança regularmente, o que não é oferecido em cópias não originais. Além disso, no caso de uma empresa, é importante verificar se todas as unidades – inclusive o datacenter – estão devidamente protegidos. Lembre-se que uma única máquina vulnerável pode ser a porta de entrada para o ataque de um hacker.

CUIDADO AO INSTALAR PROGRAMAS

Uma prática comum dos cibercriminosos é tentar comprometer a sua identidade ou informações bancárias solicitando a instalação de softwares infectados, através de downloads aparentemente inocentes como fotos, músicas, links, e-mails, também nas redes sociais ou em jogos online. Na dúvida, não arrisque.

Os serviços e plataformas utilizados devem oferecer experiências seguras e confiáveis para minimizar o impacto que os malwares (softwares maliciosos), e outros riscos podem causar na vida digital. Essas ameaças podem ser reduzidas ao máximo quando utilizado um software original que possa se manter atualizado.

MOBILIDADE E SEGURANÇA ANDAM JUNTAS

Um dos termos que mais têm chamado atenção no mundo da tecnologia é a “Computação em Nuvem”. Esse modelo de internet permite que as pessoas estejam conectadas o tempo todo e em qualquer lugar todos os serviços online que utiliza, seja o e-mail, o canal de música, a rede de dados da empresa, além de aplicativos e ferramentas, independentemente do dispositivo (celular, tablet ou PC) ou da plataforma (sistema operacional) que esteja utilizando.

Cada vez mais os serviços e desenvolvedores de ferramentas e aplicações devem oferecer políticas de compatibilidade entre diferentes sistemas para que os usuários possam tirar o máximo proveito da tecnologia, sem qualquer limitação. Com isso, é possível manter a produtividade, sem limitar o usuário a uma única plataforma ou a funcionalidades dos dispositivos, afinal de contas o tipo de celular, do PC ou do tablet deve ser uma escolha do usuário e não uma imposição do fabricante.

MOBILIDADE, EXPERIÊNCIA SEM VOLTA

A mobilidade está transformando a ideia de que o tempo e o espaço são os únicos elementos que ditam o ritmo de produtividade. O mundo está cada vez mais móvel, no qual a tecnologia se adapta às pessoas, e não o contrário. A computação em nuvem e a mobilidade abrem uma gama de possibilidades sem precedentes e que permitem, por exemplo, continuar um trabalho que está sendo feito no computador direto no celular ou até mesmo na TV. Com todo esse universo de conexão, é fundamental estar atento aos seus hábitos no consumo de internet para não correr risco.

Para ler um pouco mais sobre privacidade, segurança, liberdade de escolha de plataformas e mobilidade, acesse também o artigo do presidente da Microsoft para América Latina, Hernán Rincon, clicando aqui.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – SID VICIOUS @ 12 FEV 2015 | 1:10 PM