#26 – Para que serve

Conheça uma pequena introdução sobre os Níveis de Isolamento, destacando de forma prática o Read Uncommitted.


Olá, pessoal, bom dia.

Como vocês estão? Já fazem alguns meses que não nos encontramos nesta sessão em meu blog, fico feliz em te encontrar novamente. Seja bem-vindo a mais um post da sessão Para que Serve, post de número 26, em mais um dia de muitas atividades, afazeres e compromissos profissionais, domésticos (sim, eu adoro ajudar a minha esposa, cuidar da nossa casa…..) e claro acadêmicos.

Neste post quero destacar uma parte de um dos recursos mais importantes, impactantes e tradicionais do Microsoft SQL Server existente deste sua primeira versão, o qual esta totalmente relacionamento com o comportamento de nossas transações, querys e processamentos que possam estar sendo realizados neste momento em nossos servidores ou instâncias.

Sendo direto e reto no assunto, você que esta neste momento lendo este post e trabalhando com seus dados, tabelas e bancos no SQL Server esta fazendo uso dele sem talvez saber que ele exista, me refiro ao tradicionais Níveis de Isolamento de Transações ou Transaction Isolation Levels.

Você se lembra da existência deste recurso e o quanto ele é importante? Pois bem, caso não se lembra, a partir deste post e provavelmente os próximos 2 ou 3 futuros serão dedicados nesta sessão a apresentar de forma simples, prática e muito didática como podemos fazer uso deste recurso em nossas transações, seus comportamentos, vantagens e desvantagens (isso se elas existirem) e principalmente os riscos ao fazer uso talvez de uma forma não muito indicada.

Sendo assim, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre o post de número 25 da sessão Para que serve. Mas uma vez, bem vindo ao #26 – Para que serve – Apresentando os nível de isolamento Read Uncommitted.

Espero que você esteja animado para conhecer um pouco mais sobre este recurso, caso já conheça, continue lendo este post, sempre podemos aprender algo novo….

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#25 – Para que serve

Conheça um pouco mais sobre a Table Hint: Serializable.


Bom dia, bom dia, bom dia, hoje estou tão feliz (kkkkk)….

Isso parece música, parece não, na verdade é…, aquela musiquinha cantadas todos os dias na entrega da escola, quem nunca cantou esta musiquinha.

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Para que Serve, sendo este o de número 25, em mais um dia de muitas atividades, afazeres e compromissos profissionais, domésticos (isso eu não posso comentar aqui….kkkkk) e acadêmicos.

No post de hoje, vou compartilhar com você que esta acessando meu blog, um dos mais tradicionais recursos existentes no Microsoft SQL Server introduzido desde as versões iniciais do produto, mantendo-se sempre atualizada, úteis e principalmente apresentando um pouco perigoso ao ser utilizada quando não se conhece.

Da mesma maneira que realizei no post anterior desta sessão, serei mais direto no assunto, sem qualquer tipo de mistério, suspense ou criar qualquer clima de expectativa sobre este tema, na verdade estou me referindo ao uso das Table Hints (dicas de tabelas), com certeza você já deve ter ouvido falar ou já utilizou pelo menos uma delas.

Ainda não? Não se lembra? Fique tranquilo(a), vou tentar te ajudar a conhecer pouco destas pequenas mas grandiosas funcionalidades existentes no Microsoft SQL Server.

Sendo assim, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre o post de número 25 da sessão Para que serve. Mas uma vez, bem vindo ao #25 – Para que serve – Table Hint – Serializable.

Espero que você esteja animado para conhecer um pouco mais sobre esta funcionalidade, caso já conheça, continue lendo este post, sempre podemos aprender algo novo….


Introdução

As dicas de tabela tem um papel muito importante a partir do momento que decidimos fazer uso delas, alterar o comportamento padrão do otimizador de consulta durante a instrução DML (linguagem de manipulação de dados) ao especificar um método de bloqueio, um ou mais índices, uma operação de processamento de consulta, como uma verificação de tabela ou busca de índice, ou outras opções. As dicas da tabela são especificadas na cláusula FROM da instrução DML e afetam apenas a tabela ou exibição referenciada nessa cláusula.

Mesmo sabendo que o otimizador de consulta do SQL Server normalmente seleciona o melhor plano de execução para uma consulta, muitos desenvolvedores e administradores de banco de dados tomam a decisão de fazer uso deste recurso em diversos cenários de forma indiscriminada.

Estas dicas ou table hints, podem ao longo de sua utilização impactar de forma direta na maneira que o otimizador de consultas existente no Microsoft SQL Server trabalha desde o momento da identificação da análise da query e criação do seu plano de execução, mas principalmente no momento da própria execução.

Vale ressaltar que as mesmas serão ignoradas se a tabela não for acessada pelo plano de consulta, isso pode ser provocado porque o query optimizer opta por não acessar a tabela ou porque uma exibição indexada é acessada, mas este cenário também pode ser contornado, quem sabe em outro momento.

Vamos em frente, sabendo que estas funcionalidades precisam ser um pouco mais conhecidas e melhor entendidas, tomei a decisão de elaborar este post, tentando detalhar um pouco mais sobre a table hint Serializable.

Desta forma, vou apresentar uma breve descrição sobre esta dica de tabela, logo na sequência utilizarei um simples cenário prático para demonstrar como podemos fazer da mesma.

Como diria Chapolin Colorado “Siga-me os bons…..”

Table Hint – SERIALIZABLE

A dica de tabela SERIALIZABLE está na outra extremidade do espectro da dica de tabela NoLock (eu costume dizer bem diretamente que ela faz o papel inverso ao NoLock).

Se comparada ao NoLock, a Serializable, apresenta uma consistência extremamente alta, não permite leituras sujas, leituras não repetíveis e leituras fantasmas de dados, o que fortalece ainda mais a aplicação dos pilares ACID: (Atomicidade, Consistência, Isolamento e Durabilidade).

Quando você usa a dica de tabela SERIALIZABLE (também conhecida como HOLDLOCK), ela garante que nenhuma outra transação pode modificar ou ler dados não confirmados na transação atual. Em alguns casos, podemos dizer que ela se torna semelhante ao HOLDLOCK, porém aplica aos locks restrições maiores ao longo da transação.

Em outras palavras, as transações devem aguardar que outras transações sejam concluídas antes de concluir seu trabalho. Isso limita drasticamente a simultaneidade de banco de dados e coloca um prêmio na consistência do banco de dados. Outro ponto importante quando se referimos a table hint Serializable, se relaciona e existência de um nível de isolamento similar a seu comportamento conhecido Isolation Level Serializable.

Para muitos profissionais de SQL Server, ela é uma variação mais completa da table hint Repeatable Read, bloqueando qualquer modificação de dados nas colunas que são consultadas até que sejam concluídas, independente da operação ser um Update ou Insert, esse comportamento fornece uma alta consistência, mas ao custo de uma baixa concorrência.

Agora que conhecemos um pouco mais sobre esta table hint, vamos avançar, conhecer o seu funcionamento de forma prática, para tal, utilizaremos como base o Bloco de Código 1, que realizará a criação do seguinte ambiente:

·         Databases: DatabaseTableHints;

·         Table: SerializableTable; e

·         Transações: TST e TSTII.

— Bloco de Código 1 —

— Criando o Banco de Dados – DatabaseTableHints —
Create Database DatabaseTableHints
Go

— Acessando o Banco de Dados – DatabaseTableHints
Use DatabaseTableHints
Go

 — Criando a Tabela – SerializableTable —
Create Table SerializableTable
(Codigo Int Identity(1,1) Not Null Primary Key Clustered,
Valores Varchar(30))
Go

Até aqui nada de especial, nosso ambiente já está criado e pronto para receber alguns dados, vamos utilizar o Bloco de Código 2, responsável em realizar o insert e consulta dos dados, conforme apresento a seguir:

— Bloco de Código 2 —
— Inserindo uma pequena porção de dados —
Insert Into  SerializableTable
Values (‘Pedro’), (‘Antonio’), (‘Galvão’), (‘Junior’),
(‘MVP’), (‘MCC’), (‘MSTC’), (‘MIE’), (‘SQL Server’),
(‘Banco de Dados’),(‘Table Hint SerializableTable’)
Go

— Consultando os dados —
Select Codigo, Valores From SerializableTable
Order By Valores Desc
Go

A executarmos o comando Select declarado acima, deveremos ter um result set semelhante ao apresentado na Figura 1 a seguir:

Figura  1 – Processamento do comando Select apresentando os dados inseridos na Table SerializableTable.

Avançando mais um pouco, neste momento temos uma porção de dados armazenados em nossa table SerializabelTable, o que nos permite realizar uma pequena simulação de seu comportamento e entender como a ela realiza o bloqueio em nossa query.

Vamos então realizar a execução do Bloco de Código 3, sendo este o ponto chave que vai nortear nosso entendimento, observe que estamos abrindo um bloco transacional denominado TST (conforme já destacado anteriormente).

— Bloco de Código 3 —
— Iniciando um novo Bloco de Transações denominada TST —
Begin Transaction TST

Observe que estou fazendo uso do comando Begin Transaction abrindo nosso bloco de transação denominado TST, o qual consiste na execução do comando Select em conjunto com table hint Serializable.

Neste instante o Microsoft SQL Server em conjunto com alguns de seus mais importantes componentes: Database Engine e Storage Engine, estabelecem uma nova transação que deverá ser processada dentro da sessão que estamos trabalhando mais que a mesma não recebeu até o presente momento nenhuma instrução Commit ou Rollback.

Select * From SerializableTable With (Serializable)  — Especificando a Table Hint Serializable —
Go
— Forçando um Delay de 10 segundos para gerar bloqueio no nível de leitura compartilhadas  —
WaitFor Delay ’00:00:10′
Go
Importante: O uso do comando WaitFor, vai nos ajudar a ter tempo para abrir uma nova query e executar os próximos passos que deveremos realizar, note que abaixo já estou declarando o comando Commit para confirmar a execução da nossa transação, que na verdade consiste na busca dos linhas de dados existentes na tabela SerializableTable e apresentadas em tela.
Commit Transaction TST
Go
A Figura 2 apresentada abaixo, ilustra o processamento do Bloco de Código 3, o que nos permite identificar a ocorrência do Delay de 10 segundos:
Figura 2 – Processamento do Bloco de Código 3.
Muito bem, agora é a hora da verdade, em paralelo a execução do Bloco de Código 3, vamos executar vamos executar o Bloco de Código 4, o qual vai nos exigir abrir uma nova query dentro da ferramenta que você se encontra acessando o Microsoft SQL Server no momento, eu como de costume estou utilizando o bom e velho Management Studio.

— Bloco de Código 4 —
— Abrir nova query e executar o Select abaixo, após 10 segundos os dados serão apresentados —
Begin Transaction TSTII
Select ‘Aguardando…’ As ‘Passo 1…’
Go

Select GetDate() As ‘Passo 2 – Update Realizado…’
Update SerializableTable
Set Valores = ‘SerializableTable’
Where Codigo = 11
Go
Select GetDate() As ‘Passo 3 – Apresentar dados…’
Go
Select Codigo, Valores From SerializableTable
Where Codigo = 11
Commit Transaction TSTII
Go
Select GetDate() As ‘Transações confirmadas…’
Go
Posso dizer que a execução do Bloco de Código 4, aparentemente foi super tranquilo e simples, mas tenho a certeza que após sua execução você conseguiu entender o funcionamento da table hint Serializable.
A Figura 3 a seguir, apresenta o resultados obtidos através do processamento deste bloco de código:
Figura 3 – Realização do bloco de transação TSTII em paralelo ao TST.
Você pode observar que a partir do momento que nossa primeira transação TST estava sendo processada, a segunda transação TSTII teve seu processamento iniciado, mas ficou aguardando a confirmação de conclusão da TST.
Isso não é fantástico, com certeza é, realmente o uso das table hints em situações ou necessidades específicas pode ser de grande avalia em nossas atividades, mas calma, muita calma neste hora, pois não devemos utilizar nenhum recurso ou funcionalidade sem conhecer melhor seu comportamento, este foi justamente o objetivo principal do post de hoje.

Sem mais delongas, chegamos ao final, foi muito legal poder apresentar um pouco sobre os níveis de isolamento existentes no Microsoft SQL Server.

Claro de que um pouco de trabalho este post, mas já estou acostumado, mesmo assim sempre vale a pena poder compartilhar um pouco de conhecimento e experiências adquiridas ao longo dos anos de trabalho como DBA e Professor.

Espero que você tenha gostado, eu posso dizer que sim, mas sua opinião é muito importante.


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/set-transaction-isolation-level-transact-sql?view=sql-server-2017

https://sqlperformance.com/2014/04/t-sql-queries/the-serializable-isolation-level

https://www.techrepublic.com/article/using-advanced-table-hints-in-sql-server/

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/queries/hints-transact-sql-table

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/02/23/24-para-que-serve/

http://www.verycomputer.com/156_c5e201f3b1bce12f_1.htm

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/02/23/24-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/12/21/23-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/08/22/22-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/05/28/21-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/12/20-para-que-serve/

 

Conclusão

Mais uma vez podemos observar como o Microsoft SQL Server apresenta um conjunto grandioso de funcionalidades, utilizadas de maneiras diferentes e específicas para cada cenário.

Neste post podemos conhecer, aprender e visualizar como as table hint Serializabel pode ser utilizada, seus comportamento, além disso, entender como uma consulta usa o nível de isolamento SERIALIZABLE ou a table hint HOLDLOCK.

Demonstrei como o Microsfot SQL Server pode aplicar bloqueios compartilhados até que uma transação seja concluída, papel fundamente para qualquer SGBD de alto nível, ainda mais o SQL Server, que possui a capacidade de compreender e permitir que bloqueios ocorram e possam ser feitos durante o processamento de diversas querys ou transações.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, que desde suas primeiras versões nos apresenta inúmeras possibilidades de se aprender, possibilitando usar o passado como fonte de inspiração para construção de um futuro melhor, por isso que a cada dia eu me apaixono ainda mais por este produto…

Vai SQL Server, Vai SQL Server….

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua ilustre visita, sinto-me honrado com sua presença, espero que este conteúdo possa lhe ajudar e ser útil em suas atividades profissionais e acadêmicas.

Um forte abraço, até o próximo post da sessão Para que serve a ser publicado no mês agosto de 2019.

Um grande abraço e ótimo final de semana.

Valeu.

Microsoft libera nova preview do SQL Server 2019 denominada 2.4


Ontem a Microsoft através do seu time MSSQLTiger, disponibilizou a nova versão preview da próxima versão do Microsoft SQL Server 2019.

Este novo preview foi batizado de SQL Server 2019 2.4 (quinta versão), vale ressaltar que nos últimos meses a Microsoft vem trabalhando fortemente para liberação de novas versões preliminares.

Novidades

Um dos destaques desta nova versão preliminar faz referência a integração do SQL Server com o Apache Spark™ e o HDFS com o SQL Server, criando assim  uma nova plataforma de dados unificada, que possibilita um grande salto no produto relacionado com os novos padrões de dados e processamento em larga escala.

Segundo informações fornecidas pela Microsoft, o SQL Server 2019 oferece mais segurança, disponibilidade e desempenho para todas as cargas de dados, além de trazer novas ferramentas de conformidade (relacionadas a GDPR e LGPD), melhor desempenho em hardware moderno e alta disponibilidade em Windows, Linux e contêineres.

A Figura 1 abaixo ilustra a página inicial do website da Microsoft dedicado ao Microsoft SQL Server 2019:

Figura 1 – Introdução ao Microsoft SQL Server 2019.

Melhorias

Esta versão inclui melhorias de versões CTP anteriores para corrigir bugs, melhorar a segurança e otimizar o desempenho.

Além disso, os seguintes recursos são adicionados ou aprimorados para SQL Server 2019 pré-visualização CTP 2.4:

    • Cluster de grande volume de dados
      • Orientação na GPU suporte para a execução de profunda aprendizagem com TensorFlow no Spark.
      • Atualização em tempo real para Spark 2.4.
    • Mecanismo de banco de dados
      • Novo evento estendido.query_post_execution_plan_profile
      • Nova DMF retorna o equivalente o último plano de execução real conhecido para a maioria das consultas.sys.dm_exec_query_plan_stats
      • Criptografia de dados transparente (TDE) varredura – suspender e continuar.
    • SQL Server Analysis Services
      • Relacionamentos muitos-para-muitos em modelos tabulares.
      • Configurações de propriedade para a gerenciamento de recursos.

Download

Dentre as opções disponíveis, você poderá optar tanto para rodar em ambientes físicos como Windows e Linux ou virtualizados através de máquinas virtuais ou containers, conforme Figura 2 abaixo ilustra:

Figura 2 – Plataformas para download disponíveis para versão 2.3 do Microsoft SQL Server 2019.

O Microsoft Server 2019 Preview 2.4 para Windows está disponível em arquivos ISO, arquivo .cab para os seguintes idiomas:

  • Inglês;
  • Alemão;
  • Japonês;
  • Espanhol;
  • Coreano;
  • Russo;
  • Italiano;
  • Francês;
  • Chinês (simplificado);
  • Chinês (tradicional); e
  • Português (Brasil)‎.

Saiba mais sobre o SQL Server 2019

Caso você queria saber mais sobre esta nova versão do Microsoft SQL Server e seus principais recursos, selecione um dos links abaixo:

https://info.microsoft.com/ww-landing-SQLDB-Microsoft-SQL-Server-WhitePaper.html

http://download.microsoft.com/download/8/B/6/8B643729-6224-4ECC-8C50-3292B8156F0E/SQL_Server_2019_Transform-Data_into_Insights_Infographic_EN_US.pdf

http://download.microsoft.com/download/D/2/5/D2519504-0ACD-4CD7-9C34-AB85D5824F34/SQL_Server_2019_Top_10_Reasons_to_Choose_Infographic_EN_US.pdf

https://info.microsoft.com/ww-landing-intro-sql-server-2019.html

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft.com – SQL Server BlogSQL Server Team – 27/03/2019.
Leia na integra acessando: https://docs.microsoft.com/en-us/sql/sql-server/what-s-new-in-sql-server-ver15?view=sql-server-ver15#ctp-24

#24 – Para que serve

Conheça um pouco mais sobre as Table Hints: UpdLock e TabLock.


Olá, bom dia, que bom te ver por aqui, neste sabadão, estamos entrando na semana que antecede a maior festa do Brasil.

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Para que Serve, sendo este o de número 24, mais um dia de muito trabalhado, repleto de atividades e compromissos.

No post de hoje, vou compartilhar com você que esta acessando meu blog, um dos mais tradicionais recursos existentes no Microsoft SQL Server introduzido desde as versões iniciais do produto, mantendo-se sempre atualizada, úteis e principalmente apresentando um pouco perigoso ao ser utilizada quando não se conhece.

De uma forma bem diferente e mais direta, não vou realizar suspense ou criar qualquer clima de expectativa sobre este tema, na verdade estou me referindo ao uso das Table Hints (dicas de tabelas), com certeza você já deve ter ouvido falar ou já utilizou pelo menos uma delas, adianto que neste post não vou falar da mais conhecida a NoLock e sim de outras duas que também são importantes.

Sendo assim, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre o post de número 24 da sessão Para que serve. Mas uma vez, bem vindo ao #24 – Para que serve – Table Hint – UpdLock e TabLock.

Espero que você esteja animado para conhecer um pouco mais sobre estas funcionalidades, caso já conheça, continue lendo este post, sempre podemos aprender algo novo….


Introdução

As dicas de tabela tem um papel muito importante a partir do momento que decidimos fazer uso delas, alterar o comportamento padrão do otimizador de consulta durante a instrução DML (linguagem de manipulação de dados) ao especificar um método de bloqueio, um ou mais índices, uma operação de processamento de consulta, como uma verificação de tabela ou busca de índice, ou outras opções. As dicas da tabela são especificadas na cláusula FROM da instrução DML e afetam apenas a tabela ou exibição referenciada nessa cláusula.

Mesmo sabendo que o otimizador de consulta do SQL Server normalmente seleciona o melhor plano de execução para uma consulta, muitos desenvolvedores e administradores de banco de dados tomam a decisão de fazer uso deste recurso em diversos cenários de forma indiscriminada.

As dicas de tabelas podem ao longo de sua utilização impactar de forma direta na maneira que o otimizador de consultas existente no Microsoft SQL Server trabalha desde o momento da identificação da análise da query e criação do seu plano de execução, mas principalmente no momento da própria execução.

Vale ressaltar que as table hints serão ignoradas se a tabela não for acessada pelo plano de consulta, isso pode ser provocado porque o query optimizer opta por não acessar a tabela ou porque uma exibição indexada é acessada, mas este cenário também pode ser contornado, quem sabe em outro momento.

Vamos em frente, sabendo que estas funcionalidades precisam ser um pouco mais conhecidas e melhor entendidas, tomei a decisão de elaborar este post, destacando as duas dicas de tabela que atualmente acabei me deparando em cenários de consultoria, me refiro a:

·         UpdLock; e

·         Tablock.

Desta forma, vou apresentar uma breve descrição destas duas dicas de tabelas, e posteriormente utilizar um simples cenário prático para demonstrar como podemos fazer uso de ambas, começando pela UpdLock.

Table Hint – UpdLock

Sendo está uma das mais antigas dicas de tabela existente no Microsoft SQL Server, reconhecida como uma table hint exclusiva para seu uso no comando update, o que na verdade não se aplicada, mesmo sendo este o cenário mais comum de uso podemos em determinados momentos aplicar a instruções Select e Insert.

Seu papel é especificar que bloqueios de atualização serão usados e mantidos até que a transação seja concluída. UpdLock utiliza bloqueios de atualização apenas em operações de leitura no nível de linha ou de página.

Caso o UpdLock venha a combinado com TabLock, ou se um bloqueio em nível de tabela for usado por outro motivo, um bloqueio exclusivo reconhecido pela sigla (x) será usado.

Importante destacar que sempre que um UpdLock é especificado, as dicas em nível de isolamento ReadCommitted e ReadCommittedLock são ignoradas, sendo assim, podemos em alguns cenários se deparar com a ocorrência de dados fantasmas.

Agora que conhecemos um pouco mais sobre esta table hint, vamos avançar, conhecer seu funcionamento de forma prática, para tal, utilizaremos como base o Bloco de Código 1, que realizará a criação do seguinte ambiente:

·         Databases: TesteDatabaseTableHintUpdLock;

·         Tables: UpdLockTable; e

·         Transações: TUPD e TUPDII.

— Bloco de Código 1 —
— Criando o Banco de Dados – TesteDatabaseTableHintUpdLock —
Create Database TesteDatabaseTableHintUpdLock
Go

— Acessando o Banco de Dados – TesteDatabaseTableHintUpdLock —
Use TesteDatabaseTableHintUpdLock
Go

 — Criando a Tabela – UpdLockTable —
Create Table UpdLockTable
(Codigo Int Identity(1,1) Not Null Primary Key Clustered,
Valores Varchar(20))
Go

 

Até aqui nada de especial, nosso ambiente já está criado e pronto para receber alguns dados, para tal, utilizaremos o Bloco de Código 2, responsável em realizar o insert e consulta dos dados, conforme apresento a seguir:

 

— Bloco de Código 2 —
— Inserindo uma pequena porção de dados —
Insert Into UpdLockTable
Values (‘Pedro’), (‘Antonio’), (‘Galvão’), (‘Junior’),
(‘MVP’), (‘MCC’), (‘MSTC’), (‘MIE’), (‘SQL Server’),
(‘Banco de Dados’),(‘Table Hint UpdLock’)
Go
— Consultando os dados —
Select Codigo, Valores From UpdLockTable
Order By Valores Desc
Go

A partir deste momento temos uma porção de dados armazenados em nossa table UpdLockTable, o que nos permite realizar uma pequena simulação de seu comportamento e entender como a ela realiza o bloqueio em nossa query.

Vamos então realizar a execução do Bloco de Código 3, sendo este o ponto chave que vai nortear nosso entendimento, observe que estamos abrindo um bloco transacional denominado TUPD (conforme já destacado anteriormente).

— Bloco de Código 3 —
— Iniciando um novo Bloco de Transações denominada TUPD —
Begin Transaction TUPD

 

— Realizando o Update —

Update UpdLockTable
Set Valores = ‘BD’
Where Codigo = 10
Go

Neste instante o Microsoft SQL Server em conjunto com alguns de seus mais importantes componentes: Database Engine e Storage Engine, estabelecem uma nova transação que deverá ser processada dentro da sessão que estamos trabalhando mais que a mesma não recebeu até o presente momento nenhuma instrução Commit ou Rollback.

No próximo passo a ser realizado aparentemente pode parecer bastante simples, mas após sua execução você vai entender que nem sempre é assim que as coisas podem ser interpretadas.

 

Seguindo em frente, vamos executar o Bloco de Código 4, o qual vai nos exigir abrir uma nova query dentro da ferramenta que você se encontra acessando o Microsoft SQL Server no momento, eu como de costume estou utilizando o bom e velho Management Studio.

— Bloco de Código 4 —

Select Codigo, Valores From UpdLockTable
Order By Valores Desc
Go

Acredito que você deva ter feito a execução deste simples bloco de código e até o presente momento o Microsoft SQL Server ainda não te retornou nenhum dado. Não é verdade?


A Figura 1 pode te ajudar a comprovar e responder este meu questionamento:

Figura 1 – Execução do bloco de código 4 sendo realizada e nenhum dado retornado em tela.

Viu, nem tudo que parece ser fácil realmente é! Mas o que pode ter acontecido?

 

Na verdade, o SQL Server está trabalhando da forma correta, realizamos o processamento de um comando Update dentro de um bloco de transações que ainda não foi encerrado e internamente o bloqueio da tabela foi aplicada de forma geral o que impede que quaisquer outras transações que venha a acessar a tabela como um todo consiga.

 

Mas se você observou em nosso Bloco de Código 3 não fizemos uso da table hint UpdLock, é justamente este o ponto chave, a partir do momento em que fazemos uso desta dica de tabela teremos a capacidade de acessar nossos dados mesmo que estes se encontrem dentro de outra transação ou bloqueio.

 

Para confirmar esta mudança de comportamento, vamos executar agora o Bloco de Código 5 e logo na sequência abrir uma nova query e observar o resultado apresentado na Figura 2:

 

— Bloco de Código 5 —

RollBack Transaction TUPD — Encerrando a transação anterior

Go

 

 

— Realizar novamente o Update agora com UpdLock e Abrir nova Sessão —
Begin Transaction TUPDII

 

Update UpdLockTable With (UpdLock)
Set Valores = ‘Forçando UpdLock’
Where Codigo = 11
Go

Figura 2 – Select realizado em outra query mesmo com a transação TUPDII ainda não encerrada.

Show, não é verdade, neste momento o Microsoft SQL Server acaba de retornar nossos dados manipulados na tabela UpdLock a qual se encontra pertencente a um bloqueio de atualizações de dados que pode estar sendo aplicado no nível de linha ou página de dados (mas este comportamento e estudo vou deixar para outro momento).

 

Com isso, conhecemos a table hint UpdLock, ainda não terminamos nossa caminhada, podemos evoluir mais um pouco nesta jornada, conhecendo agora a dica de tabela TabLock na sequência.

 

Table Hint – TabLock

Também uma das mais tradicionais dicas de tabela, e durante minha pesquisa e entendimento sobre esta table hint, cheguei a conclusão que a ela é muito misteriosa, devido ao seu comportamento.

Aonde a mesma tem a função de especificar que o bloqueio adquirido seja aplicado no nível de tabela, o tipo de bloqueio que é adquirido depende da instrução que está sendo executada.

Por exemplo:

1.      Uma instrução Select pode adquirir um bloqueio compartilhado. Ao especificar TABLOCK, o bloqueio compartilhado é aplicado à tabela inteira, e não no nível de linha ou página. Se HoldLock também for especificado, o bloqueio de tabela será mantido até o final da transação; e

2.      Ou então quando usado com o provedor de conjuntos de linhas em massa através do uso de uma instrução OPENROWSET para importar dados em uma tabela, TabLock permite que vários clientes carreguem dados simultaneamente na tabela de destino com o registro em log e o bloqueio otimizados.

Estamos preparados para seguir em frente, conhecemos um pouco mais sobre esta table hint, chegou a hora de conhecer o seu funcionamento de forma prática, para tal, utilizaremos como base o Bloco de Código 6, que realizará a criação do seguinte ambiente:

·         Databases: TesteDatabaseTableHintTabLock;

·         Tables: TabLockTable; e

·         Transações: TTBL e TTBLII.

— Bloco de Código 6 —
— Criando o Banco de Dados – TesteDatabaseTableHintTabLock —
Create Database TesteDatabaseTableHintTabLock
Go

— Acessando o Banco de Dados – TesteDatabaseTableHintTabLock —
Use TesteDatabaseTableHintTabLock
Go

 

— Criando a Tabela – TabLockTable —
Create Table TabLockTable
(Codigo Int Identity(1,1) Not Null Primary Key Clustered,
Valores Varchar(20))
Go

 

Até aqui nada de especial, nosso ambiente foi criado, preparado para receber alguns dados, para tal, utilizaremos o Bloco de Código 7, responsável em realizar o insert e consulta dos dados, conforme apresento a seguir:

 

— Bloco de Código 7 —

— Inserindo uma pequena porção de dados —
Insert Into  UpdLockTable
Values (‘Pedro’), (‘Antonio’), (‘Galvão’), (‘Junior’),
(‘MVP’), (‘MCC’), (‘MSTC’), (‘MIE’), (‘SQL Server’),
(‘Banco de Dados’),(‘Table Hint TabLock’)
Go

 

— Consultando os dados —
Select Codigo, Valores From UpdLockTable
Order By Valores Desc

Go

 

Nossa porção de dados encontra-se armazenados em nossa table TabLockTable, o que nos permite realizar uma pequena simulação de seu comportamento e entender como ela realiza o bloqueio em nossa query.

 

Vamos então realizar a execução do Bloco de Código 8, sendo este o ponto chave que vai nortear nosso entendimento, observe que estamos abrindo um bloco transacional denominado TTBL (conforme já destacado anteriormente).

 

— Bloco de Código 8 —

— Iniciando um novo Bloco de Transações denominada TTBL —

Begin Transaction TTBL

 

 

— Utilizando o TabLock —
Begin Transaction TTBL

 

Declare @Contador TinyInt = 1

 

Select ‘Início…’

 

While @Contador < 255
BeginUpdate TabLockTable
Set Valores = @Contador
Where Codigo = 10

 

Select Valores From TabLockTable
Where Codigo = 10

 

Set @Contador += 1
End

 

Select ‘Fim…’

Go

 

Observação: Você deve ter notado um pouco de lentidão na execução de bloco de código, bem como, o uso de alguns comandos e técnicas que podem ser melhoradas ou até mesmo substituídas, ressalto que o mesmo não possui o objetivo de ser executado no menor tempo possível ou até mesmo ser entendimento como uma técnica para inserção de dados. Este bloco de código foi criado e elaborado somente para esta prática, sem qualquer finalidade de uso em cenários reais.

 

Dando continuidade, enquanto nosso Bloco de Código 8 é processado, vamos abrir uma nossa query e executar o Bloco de Código 9 e observar se algo de errado ou diferente acontece:

 

— Bloco de Código 9 —
— Inserindo uma nova linha de registró lógico na TableTableLock durante o processamento do bloco de código 8 —

Insert Into TabLockTable Values (‘Teste TabLock’)
Go

 

Tenho a certeza que você imaginava que o SQL Server iria demorar para processar nossa query ou simplesmente não iria retornar nada em tela, da mesma forma que a UpdLock.

Não!

 

Ele mais uma vez está trabalhando de forma certa, da mesma maneira que fizemos anteriormente não utilizamos de forma proposital a table hint TabLock em nosso bloco de código, algo que vamos realizar agora utilizando os blocos de código 10 e 11, declarados a seguir:

 

— Bloco de Código 10 —

Rollback Transaction TTBL — Encerrando a transação anterior —

Go

 

 

— Adicionar TabLock —
Begin Transaction TTBLII

 

Declare @Contador TinyInt = 1

 

Select ‘Início…’

While @Contador < 255
BeginUpdate TabLockTable With (TabLock)
Set Valores = @Contador
Where Codigo = 10

 

Select Valores From TabLockTable
Where Codigo = 10

Set @Contador += 1
End

 

Select ‘Fim…’
Go

 

— Bloco de Código 11 —

— Abrir nova query e realizar Insert vai ocorrer bloqueio —
Insert Into TabLockTable Values (‘Teste TabLock II’)
Go

 

Para nossa surpresa, o Bloco de Código 10 já deve ter sido processado, mas o 11 ainda se encontra em processamento, a Figura 3 apresentada abaixo, comprova este comportamento:

Figura 3 – Bloco de código 11 ainda em execução, aguardando algum retorno do bloco de código 10, mesmo após sua execução.

Você pode estar questionamento a si mesmo, o porquê deste comportamento por parte do nosso Microsoft SQL Server. Não precisa ficar preocupado, por padrão o Database Engine em conjunto com o Storage Engine estão aplicando em tempo de execução um bloqueio em nossa tabela TabLockTable, ou seja, a mesma ficou bloqueada pela operação de Update que nos disparamos no bloco de código 10 em conjunto table hint TabLock.

 

Para que possamos concluir a execução do Bloco de Código 11, precisamos encerrar nossa transação aberta anteriormente denominada TTBLII, para tal vamos executar o Bloco de Código 12 dentro da mesma query utilizada para executar o Bloco de Código 10:

 

— Bloco de Código 12 —

— Confirmando e encerrando a transação TTBLII dentro da mesma sessão do bloco de código 10 —

Commit Transaction TTBLII
Go

 

E como um passe de mágica, o Bloco de Código 11 foi encerrado simultaneamente após o processamento do Bloco de Código 12.

Vou deixar para que você mesmo comprove este resultado.

 

Não é algo realmente surpreendente, como a mesma funcionalidade utilizada de formas similares ou parecidas possa ser comportar de maneiras tão diferentes.

 

Eu sou suspeito a dizer, mas não podemos dizer que isso é um passe de mágicas ou truque, ao contrário, existe um conjunto de propriedades relacionadas ao controle de transacional e bloqueios que os Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados utilizam para garantir que tudo funcione da melhor forma possível chamado ACID:

 

  • Atomicidade;
  • Consistência;
  • Isolamento; e
  • Durabilidade.

 

Quem sabe em um outro post eu aborde este tema, por hoje, vou ficando por aqui.

Com isso, e sem mais delongas, chegamos ao final. Ufa deu um pouco de trabalho este post, como de costume, mesmo assim sempre vale a pena poder compartilhar um pouco do conhecimento e experiências adquiridas ao longo dos anos de trabalho como DBA e Professor.

Espero que você tenha gostado, eu posso dizer que sim, mas sua opinião é muito importante.


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/queries/hints-transact-sql-table

http://sqlissuessa.blogspot.com/2016/07/table-hints-transact-sql.html#!

https://sqlhelp.wordpress.com/2009/01/13/table-hints-transact-sql/

https://social.msdn.microsoft.com/Forums/sqlserver/en-US/d2e78faa-9c79-4faf-8232-5ae08a5dd23e/sql-table-hints-not-working-updlock-holdlock

https://social.msdn.microsoft.com/Forums/sqlserver/en-US/a7536fc4-ed1e-44aa-a16b-d4dc9ca6cd70/what-is-the-difference-between-holdlock-and-updlock-in-sql-server

https://www.sqlservercentral.com/Forums/Topic1227171-392-1.aspx

http://www.sql-server-performance.com/2004/2000-table-hints/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/03/01/script-challenge-13-a-resposta/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/tag/trace-flag/

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/12/21/23-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/08/22/22-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/05/28/21-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/12/20-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/02/19-para-que-serve/

Conclusão

Mais uma vez podemos observar como o Microsoft SQL Server apresenta um conjunto grandioso de funcionalidades, aplicando formas diferentes e especificas para cenários simulares em suas estruturas de código, mas que durante sua execução pode ser entendida de uma maneira muito particular.

Neste post podemos conhecer, aprender e visualizar como as table hints UpdLock e TabLock são utilizadas, seus comportamentos, e principalmente como os bloqueios realizados por ambas podem ser aplicar para um mesmo cenário no caso o uso do comando Update dentro de um bloco de transações.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, que desde suas primeiras versões nos apresenta inúmeras possibilidades de se aprender, possibilitando usar o passado como fonte de inspiração para construção de um futuro melhor, por isso que a cada dia eu me apaixono ainda mais por este produto…

Vai SQL Server, Vai SQL Server….

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua ilustre visita, sinto-me honrado com sua presença, espero que este conteúdo possa lhe ajudar e ser útil em suas atividades profissionais e acadêmicas.

Um forte abraço, até o próximo post da sessão Para que serve a ser publicado no mês maio de 2019.

Um grande abraço e ótimo final de semana.

Valeu.

Microsoft SQL Server Data Tools v15.8.1 para Visual Studio 2017 liberado para download


O Microsoft SQL Server Data Tools v15.8.1 é uma ferramenta de desenvolvimento moderna que você pode baixar gratuitamente para criar bancos de dados relacionais do SQL Server, bancos de dados SQL do Azure, pacotes do Integration Services, modelos de dados do Analysis Services e relatórios do Reporting Services.

Através do SSDT, podemos projetar e implantar qualquer tipo de conteúdo do Microsoft SQL Server com a mesma facilidade com que desenvolve um aplicativo no Visual Studio.

Esta nova versão é compatível com os sistemas operacionais com o Windows 8.1, Windows 10, Windows Server 2012 R2 e Windows Server 2016, vale ressaltar que o Windows 7 SP1 não é suportado.

Para realizar a instalação do SSDT com o Visual Studio, selecione as opções disponibilizadas pelo instalador, conforme apresenta a Figura 1 abaixo:
Sql Dt 1581 02

Figura 1 – Opções de instalação disponíveis para o Microsoft SQL Server Data Tools v15.8.1.

Informações sobre a versão
Número de lançamento: 15.8.1.
Número de compilação: 14.0.16179.0.
Data de lançamento: 27 de setembro de 2018.

Idiomas disponíveis

Esta nova versão do Microsoft SQL Server Data Tools v15.8.1 esta disponível para os seguinte idiomas:

Chinese (Simplified) | Chinese (Traditional) | English (United States) | French
German | Italian | Japanese | Korean | Portuguese (Brazil) | Russian | Spanish

IMPORTANTE: Antes de instalar o SQL Server Data Tools v15.8.1 para Visual Studio 2017, desinstale as extensões “Projetos do Microsoft Analysis Services” e “Projetos do Microsoft Reporting Services”, caso eles já estejam instalados no Visual Studio 2017 e feche todas as instâncias do Visual Studio.

A Figura 2 a seguir apresenta a tela inicial de instalação do Microsoft SQL Server Data Tools 15.8.1.

select AS, IS, RS
Figura 2 – Tela inicial de instalação do Microsoft SQL Server Data Tools 15.8.1.

O changelog publicado pela Microsoft destaca que a versão 15.8.1 do SQL Server Data Tools para Visual Studio 2017 remove o suporte para o SQL Server 2012 e adiciona suporte para o SQL Server 2019 Preview.

Para maiores informações sobre o SQL Server Data Tools acesse: https://docs.microsoft.com/en-us/sql/ssdt/download-sql-server-data-tools-ssdt?view=sql-server-2017

Para realizar o download, basta clicar na imagem abaixo:
Fontes e Direitos Autorais: Microsoft – Docs SQL SSDT (SQL Server Data Tools) – 28/09/2018.

#22 – Para que serve


Oi, bom dia, tudo bem?

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Para que Serve, sendo este o de número 22, mais um dia de muito trabalho começando, repleto de atividades, compromissos, reuniões, enfim tudo aquilo que normalmente estamos acostumados a nos deparar em nossos convívio diário.

E eu (parece música), estou aqui, como faço normalmente, acordando bem cedinho, para poder aproveitar da melhor maneira possível meu precioso tempo livre, colocando em prática algo que adoro fazer, publicar um post novo em meu blog mantendo a tradição de querer renovar e compartilhar as experiências e aprendizados adquiridos em minhas atividades profissionais e acadêmicas.

No post de hoje, não estarei compartilhando um conteúdo que pode ser considerado novo, ao contrário, quero destacar uma das mais antigas propriedades existentes em bancos de dados criados no Microsoft SQL Server desde suas versões mais antigas, mais especificamente falando da versão 2000 (é muito importante entender o passado, aprender com ele, para podemos melhorar e ofertar um futuro melhor) em diante.

Estou se referindo a propriedade denominada Page_Verify, a qual tem um papel de extrema importância no comportamento de um banco de dados de usuários, algo que pode impactar na forma de armazenamento, leitura e escrita das páginas de dados que formam a estrutura física e lógica de nossas tabelas e por consequência de nossos bancos de dados.

No decorrer deste post serão destacadas as respectivas opções existentes para esta propriedade, como também, será realizado uma análise comparativa no que diz respeito ao tempo de processamento de dados tendo como parâmetro um simples bloco de código inserindo 100.000 (Cem mil linhas de registros lógicos) com dados aleatórios.

Destaco antecipadamente que esta análise comparativa em nenhum momento leva em consideração características de Hardware, versão de Sistema Operacional ou uso de uma aplicação específica. Na verdade o objetivo desta simples análise é elucidar o uso desta propriedade, suas opções e respectivos algoritmos de processamento podem influenciar diretamente nos processos de escrita e leitura de dados.

Sendo assim, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre o post de número 22 da sessão Para que serve. Mas uma vez, bem vindo ao #22 – Para que serve – Propriedades de Bancos de Dados – Page_Verify e suas opções.

Espero que você esta animado para conhecer um pouco mais sobre esta propriedade, caso já conheça, continue lendo este post, sempre podemos aprender algo novo….


Introdução

Criar uma nova tabela para alocar dados em qualquer banco de dados existente no Microsoft SQL Server, pode ser considerada uma tarefa ou procedimento de fácil compreensão, muito simples de ser realizada tanto por linha de comando como também por interface gráfica, mas por trás “dos panos” diversos procedimentos internos são realizados pelo Sistema Gerenciador de Banco de Dados e seus diversos recursos e componentes internos.

Imagine então a tarefa de criação de um novo banco de dados, não parece também ser algo muito, mas muito simples! Teoricamente sim, mas se começarmos a analisar, entender e de preferência estudar cada uma das diversas propriedades que formam e orientam o Mecanismo de Bancos de Dados na execução da instrução de criação de um novo banco, teremos a total certeza que isso não tão simples como pensamos.

Pensando justamente neste cenário, decidi então identificar uma propriedade que por muitas vezes me passou totalmente despercebida e nos últimos dias acabou sendo motivo de estudos, como já destacado anteriormente estou me referindo a propriedade Page_Verify, sendo esta um das mais antigas propriedades existentes em bancos de dados desde a versão 2000 ou nível de compatibilidade 80, inicialmente apresentava como conjunto de opções os valores: None e Torn_Page_Detection e a partir da versão 2005 do Microsoft SQL Server ganhou uma nova opção conhecida como CheckSum e por consequência um novo algoritmo.

Vamos então conhecer um pouco mais sobre esta propriedade.

Propriedade de Banco de Dados Page_Verify

Propriedade existente em bancos de dados criados no Microsoft SQL Server que possui basicamente a função de permitir ao Sistema Gerenciador de Banco de Dados identificar e informar as chamadas Páginas de Dados Incompletas (Incomplete Pages) ou Páginas de Dados Suspeitas (Suspect Pages), através de dados internos catalogados e coletados na tabela suspect_pages existente dentro do banco de dados de sistemas MSDB.

Outra característica muito importante apresentada pela Page_Verify, relaciona-se ao método de verificação que garante ao Microsoft SQL Server que as páginas de dados que compõem um determinada tabela podem ser consideradas integras e completas, esta capacidade esta totalmente relacionada ao uso de um algoritmo pertencente a esta propriedade de acordo com o tipo de verificação de página que deve ser aplicada.

Esta tão importante característica, deve ser levada em consideração, mesmo tendo diversas funcionalidades que nos permitem identificar se a estrutura física e lógica de um banco de dados pode ser considerado integra. Em inúmeros cenários um banco de dados pode aparentemente estar apresentando falhas na estrutura interna que define uma respectiva página de dados sem necessariamente existir ou que tenha ocorrida uma falha física nas unidades de disco que armazenam tal página de dados.

A identificação se uma página de dados pode ou não ser considerada incompleta, suspeita ou quebrada é feita através da identificação de bits armazenados diretamente no cabeçalho de dados existente na respectiva página, é justamente por isso que a propriedade Page_Verify utiliza alguns algoritmos de acordo com a opção escolhida nas configurações e propriedades de um banco de dados, como recurso para garantir em tempo real o menor número de ocorrências ou possíveis falhas que venham a ocasionar uma perda de dados.

Vamos agora conhecer as formas de verificação de páginas de dados e seus respectivos algoritmos.

Formas de Verificação: None, Torn_Page_Detection e CheckSum

Até a versão 2005 SP2 do Microsoft SQL Server tínhamos somente as formas de verificação de páginas de dados None e Torn_Page_Detection, mas este cenário muito e uma nova opção denominada CheckSum foi adicionada, sendo esta então valor padrão para propriedade Page_Verify para bancos de dados com nível de compatibilidade 90 ou superior.

None: Ao escolher esta opção, o Microsoft SQL Server recebe a orientação para que não seja realizado os procedimentos de verificação e correção das páginas lidas durante os atividades de armazenamento de dados.

Logicamente esta é uma opção que não deverá ser utilizada em ambientes que não podemos correr o menor risco possível de aceitar falhas ou perdas de dados, mesmo confiando nas tecnologias de Hardware, estratégias de armazenamento, contingência e retenção de dados, a partir do momento que esta opção for escolhida você estará assumindo o risco.

Torn_Page_Detection: Opção padrão existente na versão 2000 do Microsoft SQL Server. Ao escolher esta opção, estaremos definindo o uso do algoritmo que armazenará em tempo real no cabeçalho de cada página de dados bits que identificam a operação de gravação.

No momento em que esta mesma página é lida de um disco durante a operação de leitura, os bits do cabeçalho da página são comparados àqueles no corpo da página. Caso alguma discrepância venha a ser detectada, esta específica página de dados será em tempo real considerada quebrada (incompleta ou suspeita) e o problema é relatado para um usuário.

Vale destacar que este algoritmo no momento em que uma página de dados esta sendo verificada, realiza o procedimento de duplicação de pequenas porções de bits de dados contidos em seu cabeçalho, algo que não podemos necessariamente relatar como um consumo maior de espaço em disco, na verdade é esta tarefa de duplicação de dados bits de dados utilizada para garantir a consistência da página. Por outro lado, dependendo do tipo de falha que poderá ocorrer alguns erros acabam não sendo detectados, se justamente o bit quebrado é um daqueles que não foram duplicados no cabeçalho da página, o dano não é detectado.

CheckSum: Opção padrão desde o SQL Server 2005 SP3, a partir do momento que esta opção é selecionado, o Microsoft SQL Server estará fazendo uso do algoritmo responsável durante  operação de gravação, realizar uma soma de verificação (CheckSum) que calcula a partir da estrutura completa de uma página de dados um valor a ser armazenado diretamente em seu cabeçalho.

No momento em que a respectiva página de dados é lida a partir de um disco, CheckSum é calculado novamente e comparado com o valor no cabeçalho da página. A idéia é semelhante ao TORN_PAGE_DETECTION, podemos destacar que ambos algoritmos calculam um valor de verificação para uma página e armazenam o resultado no cabeçalho da página, mas CheckSum usa a página inteira para cálculo, ao contrário do TORN_PAGE_DETECTION que utiliza apenas um pequeno número de bits existente na página de dados.

Se compararmos a opção TORN_PAGE_DETECTION com a opção CheckSum, podemos afirmar que o CheckSum apresenta uma forma de análise e verificação de possíveis falhas e erros nas atividades de Input/Output de dados, mais confiável e inteligente, estabelecendo uma cobertura mais precisa que garante uma assertividade maior na identificação de possíveis páginas de dados incompletas, suspeitas ou quebradas.

Agora que conhecemos a propriedade Page_Verify e suas opções, vamos então conhecer de forma prática e entender o comportamento de cada uma delas, realizando assim a análise destacada no início deste post.

Chegou a hora de colocar a mão nos teclados, como de costume teremos um ambiente de testes a ser criado, o que será utilizado como cenário de estudos.

Criando o Ambiente

Em meu ambiente de estudos estou utilizando o Microsoft SQL Server 2017 Enterprise Edition – Cumulative Update 9 e Sistema Operacional Windows 10, fique a vontade para utilizar o melhor cenário possível dentro das suas necessidades.

Como já destacado anteriormente esta análise ou possível cenário de estudo não consiste em afirmar qual é a mais rápida ou melhor forma de verificação de páginas de dados, mas sim demonstrar o quanto uma determinada opção poderá impactar ou influenciar nos custos de processamento de dados nas atividades de leitura e escrita, nesta prática mais especificamente nas atividades de gravação de dados.

Para realizar nossa simples prática, começaremos pela execução do Bloco de Código 1, responsável por criar a seguinte estrutura:

  • Database: TesteDatabasePageVerify;
  • Tables: TabelaPageVerify; e PageVerifyTempoDecorrido.

— Bloco de Código 1 —
— Criando o Banco de Dados TesteDatabasePageVerify —
Create Database TesteDatabasePageVerify
Go

— Acessando o Banco de Dados TesteDatabasePageVerify —
Use TesteDatabasePageVerify
Go

— Criando a Tabela TabelaPageVerify —
Create Table TabelaPageVerify
(Codigo Int Identity(1,1) Not Null Primary Key,
Texto VarChar(10) Not Null,
Quantidade SmallInt Not Null,
ValoresNumericos Numeric(18, 2) Not Null,
DataAtual Date Not Null)
Go

— Criando a Tabela PageVerifyTempoDecorrido —
Create Table PageVerifyTempoDecorrido
(NumeroDaAnalise SmallInt Identity(1,1) Not Null,
TipoDaAnaliseRealizada Varchar(22) Not Null,
HoraInicio Time Not Null,
HoraFim Time Not Null,
HoraDiferenca As (DateDiff(Second, HoraInicio, HoraFim)))
Go

A tabela TabelaPageVerify será utilizada como repositório dos dados que estaremos aleatoriamente gerando como fonte de análise, já a tabela PageVerifyTempoDecorrido terá um papel importante que consiste basicamente em armazenar os dados relacionada a análise realizada, dentre elas o Tipo da Análise, Horário de Início e Fim e a diferença em segundo entre os respectivos horários.

Avançando mais um pouco, vamos agora realizar propriamente a análise para cada uma das opções de verificação de páginas existentes, serão realizadas um total de 10 análises para cada opção e ao fim os dados armazenados na Tabela PageVerifyTempoDecorrido será apresentados como uma fonte de resultando da nossa análise.

Para realizar esta análise utilizaremos o Bloco de Código 2 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 2 —
— Desativando a Contagem de Linhas —
Set NoCount On
Go

— Declarando as variáveis de controle —
Declare @Counter TinyInt = 0,
@Text Char(130),
@Position TinyInt,
@RowCount Int = 100000,
@HoraInicio Time = GetDate(),
@HoraFim Time

Set @Text = ‘0123456789@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ\_abcdefghijklmnopqrstuvwxyzŽŸ¡ÀÁÂÃÄÅÆÇÈÉÊËÌÍÎÏÐÑÒÓÔÕÖÙÚÛÜÝàáâãäåæçèéêëìíîïðñòóôõöùúûüýÿ.;^’ –There are 130 characters in this text–

While @Counter <10 — Definindo a quantidade máxima de testes —
Begin

— Alterando a Propriedade Page_Verify para None —
Alter Database TesteDatabasePageVerify
Set Page_Verify None

— Inserindo a massa de dados na tabela TabelaPageVerify —
While (@RowCount >=1)
Begin

Set @Position=Rand()*130

Insert Into TabelaPageVerify (Texto, Quantidade, ValoresNumericos, DataAtual)
Values(Concat(SubString(@Text,@Position+2,2),SubString(@Text,@Position-4,4),SubString(@Text,@Position+2,4)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

Set @RowCount = @RowCount – 1
End

Set @HoraFim=GetDate()

Insert Into PageVerifyTempoDecorrido (TipoDaAnaliseRealizada , HoraInicio, HoraFim)
Values (‘None’, @HoraInicio, @HoraFim)

— Alterando a Propriedade Page_Verify para Torn_Page_Detection —
Alter Database TesteDatabasePageVerify
Set Page_Verify Torn_Page_Detection

— Inserindo a massa de dados na tabela TabelaPageVerify —
Set @RowCount = 100000
Set @HoraInicio = GetDate()

While (@RowCount >=1)
Begin

Set @Position=Rand()*130

Insert Into TabelaPageVerify (Texto, Quantidade, ValoresNumericos, DataAtual)
Values(Concat(SubString(@Text,@Position+2,2),SubString(@Text,@Position-4,4),SubString(@Text,@Position+2,4)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

Set @RowCount = @RowCount – 1
End

Set @HoraFim=GetDate()

Insert Into PageVerifyTempoDecorrido (TipoDaAnaliseRealizada , HoraInicio, HoraFim)
Values (‘Torn_Page_Detection’, @HoraInicio, @HoraFim)

— Alterando a Propriedade Page_Verify para CheckSum —
Alter Database TesteDatabasePageVerify
Set Page_Verify CheckSum

— Inserindo a massa de dados na tabela TabelaPageVerify —
Set @RowCount = 100000
Set @HoraInicio = GetDate()

While (@RowCount >=1)
Begin

Set @Position=Rand()*130

Insert Into TabelaPageVerify (Texto, Quantidade, ValoresNumericos, DataAtual)
Values(Concat(SubString(@Text,@Position+2,2),SubString(@Text,@Position-4,4),SubString(@Text,@Position+2,4)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

Set @RowCount = @RowCount – 1
End

Set @HoraFim=GetDate()

Insert Into PageVerifyTempoDecorrido (TipoDaAnaliseRealizada , HoraInicio, HoraFim)
Values (‘CheckSum’, @HoraInicio, @HoraFim)

Set @Counter = @Counter + 1
End
Go

Ótimo, após o processamento de nossa análise, gerou a hora de obter o resumo de tempo decorrido de processamento para cada opção, basta executar o Bloco de Código 3 divido em duas partes: Resumo Detalhado e Resumo Sumarizado, conforme declaro abaixo:

— Bloco de Código 3 —
— Parte 1 – Consultando o resumo detalhado —
Select NumeroDaAnalise,
TipoDaAnaliseRealizada,
HoraInicio,
HoraFim,
HoraDiferenca As ‘Segundos’
From PageVerifyTempoDecorrido
Go

A Tabela 1 apresentada a seguir, ilustra o detalhamento de dados coletados durante o processamento do Bloco de Código 2 realizado anteriormente:

Número da Análise Tipo da Análise Hora Início Hora Fim Segundos
1 None 10:45:59.1966667 10:46:51.0566667 52
2 Torn_Page_Detection 10:46:51.0566667 10:47:31.9633333 40
3 CheckSum 10:47:31.9800000 10:48:09.3566667 38
4 None 10:47:31.9800000 10:48:09.3566667 38
5 Torn_Page_Detection 10:48:09.3700000 10:48:38.6800000 29
6 CheckSum 10:48:38.6966667 10:49:13.6800000 35
7 None 10:48:38.6966667 10:49:13.6933333 35
8 Torn_Page_Detection 10:49:13.7133333 10:49:47.5100000 34
9 CheckSum 10:49:47.5100000 10:50:17.3433333 30
10 None 10:49:47.5100000 10:50:17.3600000 30
11 Torn_Page_Detection 10:50:17.3766667 10:50:49.7066667 32
12 CheckSum 10:50:49.7233333 10:51:23.3566667 34
13 None 10:50:49.7233333 10:51:23.3733333 34
14 Torn_Page_Detection 10:51:23.3733333 10:51:54.4200000 31
15 CheckSum 10:51:54.4200000 10:52:29.0466667 35
16 None 10:51:54.4200000 10:52:29.0500000 35
17 Torn_Page_Detection 10:52:29.0666667 10:53:00.8300000 31
18 CheckSum 10:53:00.8466667 10:53:32.1433333 32
19 None 10:53:00.8466667 10:53:32.1600000 32
20 Torn_Page_Detection 10:53:32.1766667 10:54:06.6466667 34
21 CheckSum 10:54:06.6633333 10:54:36.9400000 30
22 None 10:54:06.6633333 10:54:36.9400000 30
23 Torn_Page_Detection 10:54:36.9566667 10:55:09.7533333 33
24 CheckSum 10:55:09.7700000 10:55:41.8866667 32
25 None 10:55:09.7700000 10:55:41.8866667 32
26 Torn_Page_Detection 10:55:41.9033333 10:56:15.0166667 34
27 CheckSum 10:56:15.0166667 10:56:45.6966667 30
28 None 10:56:15.0166667 10:56:45.7133333 30
29 Torn_Page_Detection 10:56:45.7133333 10:57:21.7900000 36
30 CheckSum 10:57:21.7933333 10:57:54.8433333 33

Tabela 1 – Detalhamento de dados coletados após o processamento do Bloco de Código 2.

— Parte 2 – Consultando o resumo sumarizado —
Select TipoDaAnaliseRealizada,
Avg(HoraDiferenca) As ‘Média em segundos’
From PageVerifyTempoDecorrido
Group By TipoDaAnaliseRealizada
Order By ‘Média em segundos’ Desc
Go

A Tabela 2 apresentada a seguir, ilustra o dados coletados durante o processamento do Bloco de Código 2 realizado anteriormente de forma sumarizada com o cálculo da média de segundos gastos para o processamento de cada opção de verificação de páginas:

Tipo da Análise Média em segundos
None 34
Torn_Page_Detection 33
CheckSum 32

Tabela 2 – Dados sumarizados após o processamento do Bloco de Código 2.

Falta só um pouco, o último passo que iremos realizar, consiste na apresentação do Sumário de processamento em segundos demandado por cada algoritmo de verificação de páginas, através da execução do Bloco de Código 4, sendo que o mesmo apresentará os seguintes resultados:

  • Média de processamento em segundos;
  • Menor tempo de processamento em segundos;
  • Maior tempo de processamento em segundos; e
  • Somatória total do tempo de processamento.

— Bloco de Código 4 —
— Pivot —
Select ‘Média de processamento…..’ As ‘Sumário por segundos’, [None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum]
From (Select TipoDaAnaliseRealizada,
HoraDiferenca
From PageVerifyTempoDecorrido
) As A
Pivot (Avg(HoraDiferenca) For TipoDaAnaliseRealizada In ([None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum])) As Pvt
Union All
Select ‘Menor tempo de processamento…..’, [None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum]
From (Select TipoDaAnaliseRealizada,
HoraDiferenca
From PageVerifyTempoDecorrido
) As A
Pivot (Min(HoraDiferenca) For TipoDaAnaliseRealizada In ([None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum])) As Pvt
Union All
Select ‘Maior tempo de processamento…..’, [None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum]
From (Select TipoDaAnaliseRealizada,
HoraDiferenca
From PageVerifyTempoDecorrido
) As A
Pivot (Max(HoraDiferenca) For TipoDaAnaliseRealizada In ([None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum])) As Pvt
Union All
Select ‘Somatória do tempo de processamento…..’, [None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum]
From (Select TipoDaAnaliseRealizada,
HoraDiferenca
From PageVerifyTempoDecorrido
) As A
Pivot (Sum(HoraDiferenca) For TipoDaAnaliseRealizada In ([None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum])) As Pvt
Go

A Tabela 3 apresentada a seguir, ilustra o dados coletados durante o processamento do Bloco de Código 4, sumarizados e estruturados através do uso de Pivot:

Sumário por segundos None Torn_Page_Detection CheckSum
Média de processamento….. 34 33 32
Menor tempo de processamento….. 30 29 30
Maior tempo de processamento….. 52 40 38
Somatória do tempo de processamento….. 348 334 329

Tabela 3 – Dados sumarizados e apresentados em formato de Pivot após o processamento do Bloco de Código 4.

Agora sim, chegamos ao final. Ufa deu um pouco de trabalho este post, como de costume, mesmo assim sempre vale a pena poder compartilhar um pouco do conhecimento e experiências adquiridas ao longo dos anos de trabalho como DBA e Professor.

Espero que você tenha gostado, eu posso dizer que sim, mas sua opinião é muito importante.


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/create-database-transact-sql?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/alter-database-transact-sql?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/policy-based-management/set-the-page-verify-database-option-to-checksum?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/databases/database-properties-options-page?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/backup-restore/manage-the-suspect-pages-table-sql-server?view=sql-server-2017

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/05/28/21-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/12/20-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/02/19-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/15/18-para-que-serve/

Conclusão

Pensar na melhor forma para se armazenar um dado em uma respectiva tabela, vai muito além de escolher o tipo de dados mais indicado, temos também que procurar conhecer cada vez mais as propriedades de definem a estrutura e comportamento de um banco de dados, visando sempre garantir a melhor forma de armazenar, coletar e garantir que nossos servidores, aplicações e usuários possam fazer uso desta tão importante matéria prima utilizada pelas organizações, os dados que estão guardados em nossos bancos dados.

Neste post, você pode conhecer uma mais sobre a propriedade de banco de dados Page_Verify e suas opções: None, Torn_Page_Detection e CheckSum. Propriedade que desempenha um papel de extrema importância no que diz respeita a garantir que nossos dados estão armazenados de forma integra e confiável.

Realizamos uma simples análise para elucidar como estas opções podem influenciar no comportamento do Database Engine e também no Storage Engine, conhecemos também como cada opção desempenha o papel de verificar a estrutura física e lógica das páginas de dados que formam nossas tabelas, fazendo uso de algoritmos que gravam diretamente bits nos cabeçalhos destas mesma páginas, como fonte de identificação para tentar garantir que sua estrutura esta integra e confiável.

Mais uma vez destaco que este o estudo realizado no cenário apresentando neste post, não tem a finalidade de mostrar qual opção é mais rápida, mas sim demonstrar como em alguns momento a opção Torn_Page_Detection em comparação com a CheckSum pode ser mais vantajosa ou não, sabendo que a opção None não é recomendada para fiz corporativos.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, que desde suas primeiras versões nos apresenta inúmeras possibilidade de se aprender, possibilitando usar o passado como fonte de inspiração para construção de um futuro melhor, por isso que a cada dia eu me apaixono ainda mais por este produto…

Vai SQL Server, Vai SQL Server….

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua ilustre visita, sinto-me honrado com sua presença, espero que este conteúdo possa lhe ajudar e ser útil em suas atividades profissionais e acadêmicas.

Um forte abraço, até o próximo post da sessão Para que serve a ser publicado no mês novembro.

Um grande abraço e ótima semana.

Valeu.

#18 – Para que serve


Olá você, boa noite.

Tudo bem?

Este é mais um post da sessão Para que serve, nesta última sexta-feira de aulas aqui na Fatec São Roque, hoje meu queridos pimpolhos não estão presentes, final de semestre é sempre assim eles somem, mas eu estou aqui vivinho da silva e pronto para compartilhar um pouco do conhecimento adquirido nos alguns dias.

Hoje não vou destacar novidades adicionadas ao Microsoft SQL Server em suas últimas versões, ao contrário quero trazer para você um exemplo de código que poderá lhe ajudar muito ainda mais com um novo ano que esta se aproximando rapidamente. Sempre nesta época do ano diversos estabelecimentos comerciais, lojas e demais locais de compra e venda gostam de ofertar aos seus clientes aquele tradicional folhinha ou calendário mensal do próxima ano.

É justamente isso que este novo post da sessão Para que serve tem o objetivo de trazer, apresentar como podemos através de um script desenvolvido no Microsoft SQL Server criar um calendário mensal ou anual igualzinho aqueles que ganhamos nos finais de ano.

O melhor ainda neste calendário é que nossa tabela será estrutura respeitando rigorosamente os dias da semana e seus respectivos nomes. Sendo assim, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre estas novas funções, desta forma, seja bem vindo ao #18 – Para que serve – Criando um calendário mensal com dias da semana.


Introdução

Um dos elementos mais comuns de se encontrar nas casas, apartamentos, escolas e demais locais de convivência é um calendário ou folhinha de meses e dias pregada nas paredes, afixada em geladeiras, portas retratos entre outros locais de fácil acesso e visualização para todos.

O elemento chamado de calendário criado a milhares de anos tem como principal função ajudar nós pessoas a nos identificar no tempo, ou seja, trata-se de um recurso tão básico mas de extrema importância no que diz respeito ao dia-a-dia das pessoas e suas atividades.

Este tipo de recurso não poderia estar ausente no Microsoft SQL Server, não que ele esteja totalmente presente, mas através das funcionalidades existentes na linguagem Transact-SQL ou simplesmente T-SQL temos total capacidade de criarmos o nosso calendário mensal ou até mesmo anual contendo os dias da semana, o número da semana e posteriormente demais dados necessários que possam compor o seu calendário.

Para que você possa acompanhar o processo de criação deste calendário personalizado, vamos utilizar como base para nosso cenário uma simples tabela denominada CalendarioMensal, nome mais do que sugestivo, começamos então pela criação desta tabela conforme apresenta o Bloco de Código 1 a seguir:

— Bloco de Código 1 – Criando a Tabela CalendarioMensal —

Create Table CalendarioMensal
(Contador TinyInt Identity(1,1) ,
Semana SmallInt,
Segunda TinyInt Null,
Terca TinyInt Null,
Quarta TinyInt Null,
Quinta TinyInt Null,
Sexta TinyInt Null,
Sabado TinyInt Null,
Domingo TinyInt Null)
Go

Show nossa tabela CalendarioMensal esta criada e pronta para ser utilizada, nosso próxima passo é começar a estruturar o ambiente para darmos inicio a inserção dos dados que vão compor o calendário, neste caso, vamos estabelecer o dia inicial da semana e evitar a contagem de linhas a cada manipulação de dados, para tal vamos o Bloco de Código 2 conforme apresentado abaixo:

— Bloco de Código 2 – Definindo o dia inicial da semana e evitando a contagem de linhas —

— Definindo o dia inicial da semana —
Set DateFirst 7
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— Desativando a contagem de linhas após manipulação de dados —
Set NoCount On
Go

Observações:

  1. Ao utilizar a diretiva Set DateFirst temos a possibilidade de definir de acordo qual deverá ser o primeiro dia da semana dentro da sessão ou transação que estamos trabalhando independente do idioma, linguagem ou configurações regionais do seu sistema operacional. Neste caso, estou definindo através do número 7 que qualquer semana terá inicio no sétimo dia, ou seja, no sábado.
  2. Ao utilizar a diretiva Set NoCount informando o valor de On estamos orientando o Database Engine enviar uma instrução para o Query Processor que ao final do processamento da transação ou bloco de transação não deverão ser informadas em tela a quantidade de linhas processadas ou manipuladas pelo Database Engine.

Nosso próximo passo consiste na declaração das variáveis que iremos utilizar para definir o período de dias ou período mensal que queremos criar, desta forma, vamos utilizar as variáveis: @InicioDeMes, @FinalDeMes e @Contador, conforme o Bloco de Código 3 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 3 – Definição e atribuição das variáveis —

— Declarando e definindo as variáveis —
Declare @InicioDeMes Datetime,
@FinalDeMes Datetime,
@Contador TinyInt

— Atribuindo os valores para as variáveis —
Set @InicioDeMes = ‘2018-01-01’
Set @FinalDeMes = ‘2018-01-31’
Set @Contador = 1

Note que estou definindo o período de dias que correspondem ao mês de janeiro de 2018, sendo assim, nosso calendário mensal será criado respeitando a quantidade de dias e períodos de semana específicos do próximo mês de janeiro.

Ufa, estamos caminhando bem, vamos em frente, agora já se aproximando do processo de inserção do respectivo período de dias informado anteriormente e na sequência a atualização de cada dia de acordo com o exclusivo e respectivo dia da semana, vamos então conhecer o Bloco de Código 4 apresentado abaixo, não se esqueça de executar este bloco pois ele é o mais importante:

— Bloco de Código 4 – Loop para inserção e atualização dos dias referentes ao mês informando —

While @InicioDeMes <= @FinalDeMes
Begin

— Inserindo os valores na Tabela Calendário —
Insert Into CalendarioMensal Default Values

While 1<=@Contador
Begin

Update CalendarioMensal
Set Semana = IsNull(DatePart(Week, Segunda),Year(GetDate()-1)),
      Segunda = Case When DatePart(WeekDay,@InicioDeMes) = 2 Then DatePart(Day,@InicioDeMes) Else Segunda End,
       Terca = Case When DatePart(WeekDay,@InicioDeMes) = 3 Then DatePart(Day,@InicioDeMes) Else Terca End,
       Quarta = Case When DatePart(WeekDay,@InicioDeMes) = 4 Then DatePart(Day,@InicioDeMes) Else Quarta End,
       Quinta = Case When DatePart(WeekDay,@InicioDeMes) = 5 Then DatePart(Day,@InicioDeMes) Else Quinta End,
       Sexta = Case When DatePart(WeekDay,@InicioDeMes) = 6 Then DatePart(Day,@InicioDeMes) Else Sexta End,
        Sabado = Case When DatePart(WeekDay,@InicioDeMes) = 7 Then DatePart(Day,@InicioDeMes) Else Sabado End,
        Domingo = Case When DatePart(WeekDay,@InicioDeMes) = 1 Then DatePart(Day,@InicioDeMes) Else Domingo End              
Where Contador = @Contador
And DatePart(Month,@InicioDeMes) = DatePart(Month,@FinalDeMes)

  If DatePart(WeekDay,@InicioDeMes) = 1
   Break
    Set @InicioDeMes = Dateadd(Day,1,@InicioDeMes)
   End

  Set @InicioDeMes = Dateadd(Day,1,@InicioDeMes)
  Set @Contador = @Contador + 1
End
Go

Observações:

  1. Talvez você possa estar na dúvida do motivo ao qual estou utilizando o comando Insert dentro do loop de inserção de dados em nosso calendário, na verdade se você analisar a cada volta realizada pelo loop será inserido um conjunto de valores novas em nossa tabela CalendarioMensal, com base, neste novo conjunto de valores teremos a capacidade de distribuir os valores de acordo com a sua respectiva coluna, ou melhor dia da semana.
  2. Estou utilizando o comando Update no Bloco de Código 4, como elemento subsequente dos valores inseridos através do comando Insert, fazendo uma rápida análise após o conjunto de valores correspondentes ao dia do mês, é estabelecido tratamento para cada valor de acordo com o dia da semana de forma única para, possibilitando assim identificar o valor inserido que posteriormente estará atrelado ao determinado dia da semana, desta forma é feita a atualização do dia na coluna ao qual ele corresponderia na calendário impresso.

Já estamos no final, o mais complicado e talvez difícil de ser feito foi realizado e espero que tudo tenha ocorrido corretamente que se relaciona a inserção dos dados na tabela CalendarioMensal, se você chegou até é porque conseguiu, então vamos avançar mais um passo e agora ver como nossos dados forma inseridos e serão apresentado em tela, para tal procedimento utilize o Bloco de Código 5 declarado na sequência:

— Bloco de Código 5 – Visualizando o Calendário Mensal e seus respectivos dias e semanas —

Select Semana As ‘Numero da Semana’,
            Segunda As ‘Segunda-Feira’,
            Terca As ‘Terça-Feira’,
            Quarta As ‘Quarta-Feira’,
            Quinta As ‘Quinta-Feira’,
            Sexta As ‘Sexta-Feira’,
            Sabado As ‘Sábado’,
            Domingo As ‘Domingo’
From CalendarioMensal
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Afim de ilustrar e comprovar o resultado apresentado pelo Bloco de Código 5, apresento a seguir a Figura 1 abaixo:


Figura 1 – Calendário Mensal correspondente ao mês de janeiro de 2018.

Show, show, sensacional é isso ai, conseguimos, chegamos ao final de mais um post da sessão Para que serve.


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/insert-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/queries/update-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/language-elements/case-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/functions/datepart-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/functions/getdate-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/functions/year-transact-sql

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/24/17-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/10/01/16-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/06/28/15-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/04/30/14-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/03/25/13-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/01/23/12-para-que-serve/

Conclusão

Como sempre a Microsoft e toda sua equipe nos surpreende com sua capacidade de trabalho, fortalecendo cada vez mais o Microsoft SQL Server não somente com um SGBD ou ferramenta de banco de dados, mas sim um ambiente completo para qualquer tipo de análise, desenvolvimento e administração que esteja relacionada com dados.

Através da diversidade de recursos e funcionalidades existentes no Microsoft SQL Server temos a capacidade de criar e manipular diversos tipos de objetos existentes no mundo real e que fazem parte do dia-a-dia das pessoas, e neste post você pode mais uma vez comprovar que isso é possível ser implementado, como visto aqui a criação e inserção de valores que representam a estrutura básica de um calendário impresso.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, surpreendente até nas funcionalidades e recursos mais básicos, produto mais do que bão e igual não existe so…..

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua ilustre visita, sinto-me honrado com sua presença, espero que este conteúdo possa lhe ajudar e ser útil em suas atividades profissionais e acadêmicas.

Quero também aproveitar para me despedir de vocês neste ano de 2017 e dizer que nos encontramos em breve, mas breve mesmo pois 2018 já esta batendo a porta.

Um forte abraço, até o próximo post da sessão Para que serve…..

Valeu.