Programa Microsoft para Startups


A Microsoft realizou ontem dia 14/02 o anúncio do programa Microsoft para Startups, que oferece acesso a negócios, tecnologia e benefícios da comunidade e que ajuda as empresas iniciantes a expandir sua base de clientes e a receita, construir uma plataforma confiável que cresça com elas e conectar-se à sua comunidade e clientes.

A empresa alocará US$ 500 milhões nos próximos dois anos para oferecer opções de covenda para startups, além do acesso à tecnologia da Microsoft e novos espaços comunitários que promovam a colaboração dentro dos ecossistemas locais. Startups são um motor de inovação indiscutível, e a Microsoft está em parceria com fundadores e investidores para ajudar a acelerar seu crescimento. Este novo programa foi projetado para ajudar as startups em ações relacionadas á:

Vender para novos clientes, setores e mercados
O programa Microsoft para Startups possui uma abordagem única que liga startups a clientes. A Microsoft possui mais de 30.000 representantes de vendas e 800.000 parceiros cujo objetivo é impulsionar a adoção de soluções de nuvem da Microsoft em empresas de todos os tamanhos e setores em todo o mundo. O programa fornece recursos que preparam suas equipes de marketing e vendas para atender aos padrões dos clientes corporativos e, em seguida, permitir que eles vendam para essas organizações em parceria com a vasta organização de vendas da Microsoft e o ecossistema parceiro.

 

Microsoft anuncia o programa Microsoft para Startups

Inovar rapidamente com o acesso a ferramentas confiáveis ​​de tecnologia, suporte e desenvolvimento
O programa oferece às startups até US$ 120 mil em créditos gratuitos de Azure, suporte técnico de nível empresarial e ferramentas de desenvolvimento para ajudá-los a criar soluções inovadoras na nuvem utilizada ​​por 90% das empresas do ranking Fortune 500.

Acessar os recursos certos no momento certo
O Microsoft para Startups ajuda empresas iniciantes em todas as etapas em ecossistemas de todo o mundo:

Microsoft Reactors são espaços físicos onde empresários, desenvolvedores, investidores e a comunidade empresarial podem se unir para interagir, aprender e compartilhar. Durante o próximo mês, abriremos as portas nos novos espaços Microsoft Reactor em Londres, Sydney, Tel Aviv, Berlim, Xangai e Pequim. Esses espaços somam-se a nossos locais existentes em Redmond, Seattle, San Francisco e Nova York.

– Acesso ao Microsoft ScaleUp (antigo Microsoft Accelerators), ajudando as startups de série A e posterior a se ajustar ao mercado de produtos, aprimorar suas infraestruturas e construir seus negócios usando os serviços Azure e Microsoft Dynamics.

– Conexões com a Microsoft Ventures, equipe estratégica de investimento em capital de risco da Microsoft, cuja missão é ser um parceiro ativo em estágios-chave do crescimento de uma empresa, normalmente investindo entre as séries A e D.

As startups nos inspiram a ir além do possível e construir produtos que melhoram nossas vidas pessoais e profissionais. A Microsoft está animada para se associar a startups para capacitar cada pessoa e organização no planeta.

Para maiores informações acesse: startups.microsoft.com.

Fontes e Direitos Autorais: https://startups.microsoft.com/en-us/ – 14/02/2018.

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Mercado corporativo responde bem à adoção do Windows 10, diz Gartner


Havia muita dúvida a respeito da adoção do Windows 10 ao mercado corporativo. Isso porque o Windows 8 e o Windows 8.1 foram rejeitados pelas empresas que preferiram permanecer com o Windows 7 em suas máquinas. No entanto, com as diversas mudanças e melhorias presentes no novo sistema operacional da Microsoft, o mercado corporativo está respondendo muito bem às expectativas.

Apesar das mudanças exigirem alterações na forma de gerir o suporte, a reação das empresas em relação ao Windows 10 superou as expectativas do Gartner. “Sabíamos que a recepção ia ser melhor que a do Windows 8”, disse Stephen Kleynhans durante o Gartner Symposium/ITExpo, nos Estados Unidos. Mesmo assim, o analista se disse “chocado” com a resposta positiva.

Essa reação, na opinião de Kleynhans, é reflexo da qualidade do sistema operacional, mas também do fato de a atualização para o Windows 10 ser praticamente inevitável. Em 2018, o Gartner prevê que cerca de 80% dos usuários empresariais estejam utilizando o Windows 10.

A mudança de sistema realça alguns aspectos importantes no planejamento dos executivos de TI. Algumas desinstalações devem ser realizadas, visto que há um prazo curto para o suporte, como é o caso do Internet Explorer para as versões 8 e 10, que termina neste ano.

É importante que as empresas estejam atentas ao fato da Microsoft optar por atualizações incrementais de quatro em quatro meses, considera o analista. Pode haver complicações, caso as empresas desconsiderem isso. Não será necessário correr imediatamente para atualizar cada posto de trabalho, mas é preciso manter as máquinas atualizadas nas últimas versões. Manter o sistema desatualizado poderá implicar em problemas de segurança críticos para ambientes corporativos.

Para Kleynhans, os executivos de TI interessados em “realmente fazer uso do Windows 10” devem repensar em seus processos. A adoção do sistema operacional é um compromisso de manter a empresa atualizada “com a mais recente versão”. Não basta apenas instalar o Windows 10 na rede empresarial. Os que querem manter a segurança e o bom desempenho do sistema “precisam de um pouco mais de trabalho”, ressalta o analista.

Fontes e Direitos Autorais: Canaltech – Redação | em 14.10.2015 às 10h15.

Windows Phone rouba mercado de Android e iOS e chega a 10% dos smartphones na Europa


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O Windows Phone continua atrás dos rivais Android e iOS, mas na Europa, a situação está melhorando bastante. Segundo dados divulgados nesta segunda-feira pela Kantar Worldpanel, o sistema operacional móvel da Microsoft chegou a 10% dos smartphones nos cinco principais países europeus – Reino Unido, Alemanha, França, Itália e Espanha.

A análise contempla agosto a outubro de 2013, e mostra que, em comparação com o mesmo período do ano passado, a participação do SO no mercado do velho continente subiu de 4,8% para 10,2% – ajudado pelos aparelhos de baixo custo, seguindo a escola do Google. O Android, que ainda reina absoluto, cresceu de 64,5% para 70,9%, enquanto o iOS, por sua vez, registrou uma queda, de 20,8% para 15,8%. A BlackBerry, por fim, foi de 5,1% para 1,8% – entre os países analisados pela Kantar, o SO cresceu apenas na Austrália.

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Na França, a parcela de mercado do WP é menor, mas o salto foi bem maior, refletindo melhor o comportamento da Europa. Do terceiro trimestre de 2012 para o terceiro de 2013, o sistema da Microsoft saltou de 5,1% para 12,5%. O iOS, por sua vez, caiu de 19,5% para 15,9%, enquanto o Android foi de 60,4% para 68,1% – e são os franceses que acabaram refletindo melhor o comportamento da Europa.

Lançamentos da Apple – Se mantivermos a comparação limitada apenas aos terceiros trimestres de 2012 e 2013, os dados divulgados pela Kantar mostram uma boa ascensão do Windows Phone e uma aparente queda do iOS. Vendo por esse lado, tais dados sugeririam que os lançamentos que os lançamentos dos iPhones 5s e 5c foram “um fracasso”.

No entanto, o cenário muda se pegarmos as informações da Kantar relativas a setembro deste ano. Colocando-as de frente com as de outubro, vê-se que a participação da Apple no mercado europeu aumentou depois da chegada dos novos aparelhos – foi de 14,6% para 15,8%, e o crescimento só não foi registrado na Itália. Essa melhora foi vista também nos Estados Unidos e na Austrália, países que receberam os novos smartphones no período.

Mas de um mês para o outro, o Windows Phone ainda mostra indícios da ascensão, tanto na Europa quanto em outros mercados, exceção feita à China. Comparando setembro com outubro de 2013, quem perdeu espaço foi o Android – levemente no mercado europeu (de 71,9% para 70,9%) e mais bruscamente no norte-americano (de 57,3% para 52,6%).

De qualquer forma, mesmo com essa melhora nos números na reta final de 2013, ainda se vê que nem os lançamentos de novos aparelhos conseguiram colocar a Apple no mesmo patamar de 2012 – basta ver a comparação dos dois terceiros trimestres, de agosto a outubro. Ainda falta um período de três meses, no entanto, para ver qual será o resultado deste ano.

Fontes e Direitos Autorais: 02/12/2013 17h48 – Atualizado em 02/12/2013 20h44 – Gustavo Gusmão, de INFO Online

Microsoft agora permite transferência do Office 2013 para outros PCs


A Microsoft anunciou nesta quarta-feira (6) que a partir de agora licenças do Office 2013 poderão ser transferidas para outros computadores.

A mudança foi feita com base no feedback dos usuários do pacote de produtividade, de acordo com um post no blog oficial do Office. Segundo a empresa de Redmond, a novidade garante que os consumidores poderão transferir o Office 2013 para um computador diferente caso aconteça algum problema com seus PCs ou eles comprem um novo. Anteriormente, o cliente só podia transferir a suíte de escritório para um novo dispositivo se o seu PC desse algum problema na autenticação.

Segue abaixo o trecho que a MS publicou no blog, no formato de pergunta e resposta (tradução livre):

Posso transferir o software para outro computador ou usuário?
Você pode transferir o software para outro computador que pertence a você, mas não mais do que uma vez a cada 90 dias (exceto devido à falha de hardware, caso em que você pode transferir novamente). Se você transferir o software para outro computador, esse outro se torna o “pc licenciado”. Você também pode passar o programa (junto com a licença) para um computador pertencente à outra pessoa, se a) você é o primeiro usuário licenciado do software e b) o novo usuário concorda com os termos deste acordo antes da transferência. Toda vez que você passar o software para um novo computador, é necessário removê-lo do PC anterior e você não poderá reter cópias.

De acordo com a CNET, a decisão é imediata e o acordo abrange o Office Home & Student 2013, Office Home & Business 2013, Office Professional 2013, e todas as aplicações autônomas do Office 2013.

Fontes e Direitos Autorais: Karen Carneti – 07 de março de 2013 – 11h00.

Microsoft compra startup id8 Studio


San Francisco – A Microsoft, em meio aos esforços para crescer na tecnologia de uso doméstico e de entretenimento, comprou a iniciante id8 Group R2 Studios, afirmou uma fonte próxima ao assunto na quarta-feira.

A id8 Group R2 Studios foi criada em 2011 pelo empresário e investidor do Vale do Silício Blake Krikorian. Recentemente, a empresa lançou um aplicativo para o Google Android que permite ao usuário controlar o aquecimento e o sitema de iluminação em sua residência através de smartphones.

A Microsoft também comprou algumas patentes detidas pela id8 Group R2 Studios relacionadas a controle de equipamentos eletrônicos, segundo o Wall Street Journal.

Krikorian e um porta-voz da Microsoft não quiseram comentar o assunto.

Fontes e Direitos Autorais: 

Por 

• Quinta-feira, 03 de janeiro de 2013 – 08h30.

Falta de conhecimento em nuvem atrasa recrutamento


São Paulo – As desenvolvedoras de soluções e empresas que fornecem serviços de computação em nuvem sofrem com a falta de colaboradores bem qualificados. De acordo com a Page Personnel, especializada em recrutamento, este cenário é prejudicado especialmente pela escassez de bons profissionais e rotatividade de pessoas promovida pelo aquecido mercado de TI.A Citrix, desenvolvedora de infraestrutura usada em ambientes de computação em nuvem, reconhece que muitas pessoas não possuem conhecimento avançado nesta área. Neste caso, a solução foi investir em treinamentos internos.

“Este é um mercado novo e é realmente necessário oferecer uma forte capacitação. Contratamos somente pessoas que contam com os requisitos básicos exigidos pela empresa, mas quase sempre é necessário reciclar o conhecimento destes profissionais. Para atuar com a venda dos produtos, por exemplo, os funcionários e parceiros vão aos Estados Unidos obter a certificação da empresa”, afirma Flávio Nóbrega, gerente de vendas corporativas na Citrix.

Segundo Diego Rondon, gerente de consultoria da divisão de TI da Page Personnel, alguns recrutadores desconhecem a tecnologia de cloud computing, não acompanham as notícias deste mercado e indicam pessoas sem qualificação para as empresas. Além disso, a quantidade de colaboradores não supre a demanda do aquecido mercado de TI.

O consultor da Page Personnel diz também que a tecnologia de computação em nuvem é usada há, no mínimo, uma década. Um agravante, segundo Rondon, é que os profissionais de outras áreas e até mesmo usuários comuns desconhecem os detalhes de como a tecnologia funciona.

Requisitos – Os especialistas entrevistados pela INFO afirmam que as pessoas que deseja atuar com computação em nuvem devem possuir um conhecimento técnica e também administrativo.

Na Citrix, por exemplo, Nóbrega comenta que a empresa prioriza a contratação de colaboradores com experiência em virtualização, sistemas operacionais, redes, segurança da informação e armazenamento.

Já Rondon, da Page Personnel, diz que não basta obter um diploma de ensino superior em TI porque nenhum curso abrange todas as áreas de computação em nuvem. “Este mercado conta com diferentes pilares. Além de conhecer as soluções, as corporações exigem visão administrativa e planejadora alinhadas aos interesses da empresa”, comenta.

Salário – Um analista de infraestrutura recebe, em média, 4.500 reais mensais em empresas de pequeno porte. Já um analista de cloud computing conta com salário entre 3.000 reais e 6.500 reais, de acordo com a região de benefícios. Os dados são de um recente estudo da empresa de recrutamento especializado Page Personnel.

Já os interessados em crescer na carreira e obter um cargo melhor podem obter uma certificação para comprovar o conhecimento técnico. Segundo Rondon, o preço das certificações na área de cloud computing é considerado elevado.

”O custo fica entre 500 reais e mil reais, sem contar o transporte, hospedagem e a possibilidade de reprovar e ter de pagar a taxa novamente. As empresas de grande porte como a Microsoft, Red Hat, Oracle, Cisco, VMware, Novell, por exemplo, contam com certificações para as tecnologias próprias”, diz.

Veja abaixo a lista elaborada pela Page Personell com as certificações que valorizam o currículo do profissional que deseja atuar com computação em nuvem:

Entidade

Certificação

Custo

CSA (Cloud Security   Alliance)

Certificate of Cloud Security Knowledge (CCSK)

USD 100 – 300

Microsoft

Microsoft Certified Systems Engineer (MCSE)

USD 100 – 300

Cisco

Cisco Certified Design Professional (CCDP)

USD 100 – 300

Microsoft

Office 365

USD 100 – 300

Citrix

Citrix Certified   Administrator (CCA)

USD 100 – 300

VMware

VMware vSphere 5.0

USD 100 – 300

Fontes e Direitos Autorais: , de INFO Online • Terça-feira, 04 de setembro de 2012 – 09h41.

Microsoft diz que WIndows 8 estará nas lojas até outubro


São Paulo – A Microsoft anunciou, hoje, em evento no Canadá, que computadores com Windows 8 estarão disponíveis nas lojas até o fim de outubro.

De acordo com a vice-presidente corporativa do Windows, Tami Reller, a cópia da versão final do Windows 8 (chamada de Release to Manufacturing) será enviada aos fabricantes na primeira semana de agosto.

Em maio desse ano, a empresa havia disponibilizado a versão Release Preview do sistema operacional, que já vem com a maioria dos updates previstos para o lançamento oficial.

O anúncio foi realizado no Canadá por Tami Reller durante uma conferência para parceiros da Microsoft. A executiva também afirmou que a Microsoft está no “caminho certo” para terminar a cópia final do Windows 8 no início de agosto.

Na semana passada, a Microsoft divulgou que cobrará até 40 dólares de seus clientes que desejarem fazer update do Windows 7, Vista ou XP para o novíssimo Windows. Quem comprou um computador com Windows 7 a partir de 3 de julho terá direito a um desconto e pagará 14 dólares pelo update.

O Windows 8 é um produto sensível para a Microsoft. Se for bem recebido pelos usuários, significará que a companhia vai permanecer relevante para milhões de usuários no mundo e terá chances maiores de ter sucesso com tablets e smartphones equipados com a interface Metro, criada no Windows 8.

Por outro lado, uma recepção fria por parte dos consumidores pode ser interpretada pelo mercado como sinal de declínio do Windows, que vem perdendo espaço para outros sistemas operacionais no mundo, particularmente o Mac OS em notebooks e desktops, mas sobretudo para o iOS e Android, sistemas que dominam o segmento de tablets e smartphones.

[Baixe o Windows 8]

Fontes e Direitos Autorais: , de INFO Online • Segunda-feira, 09 de julho de 2012 – 12h38

Telefonia móvel deve continuar ascensão em 2012


São Paulo  – O setor de telefonia móvel não tirou férias de fim de ano e dezembro registrou o maior número de habilitações na história do país, levando analistas a acreditar que 2012 deve manter um ritmo de crescimento aquecido.

Durante último mês do ano foram 6,1 milhões de acessos móveis, segundo dados da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). No acumulado de 2011, então, somam-se 39,3 milhões de novas linhas, o que elevou a base móvel no país para 242,2 milhões de acessos em 2011.

Ou seja, é um mercado com penetração superior a 100 por cento e que continua em expansão, ainda que o crescimento possa ser mais lento do que o visto em 2011.

Analistas atribuem o contínuo avanço à substituição da telefonia fixa pela móvel e ao aumento da venda de banda larga móvel de terceira geração (3G) -de todos os acessos de telefonia móvel, 17 por cento já contam com Internet 3G.

“Para 2012, nosso cenário para o mercado brasileiro sugere que os SIM-card (acessos) alcançarão 275,3 milhões”, afirmou em relatório o analista Diego Aragão, da corretora Flow, um crescimento de 13,67 por cento.

A previsão do analista demonstra, desta forma, que o crescimento deve desacelerar no ano -de 39,3 milhões de novas linhas em 2011 para 33,1 milhões em 2012.

“A gente já espera uma desaceleração há muito tempo e ela não acontece”, afirmou Luciana Leocadio, da corretora Ativa. “Esperamos que (a base) vá continuar crescendo mais lentamente, mas ainda assim crescendo”.

Segundo ela, os planos pessoais de dados devem continuar impulsionando o setor. Atualmente, as operadoras têm planos de dados específicos para smartphones e tablets, o que ajuda na comercialização de chips.

Além disso, o avanço dos planos pré-pagos -que totalizam 81,8 por cento da base- e de celulares que aceitam mais de um chip também ajudam nessa expansão, à medida que usuários podem alternar entre operadoras para aproveitar as promoções comerciais de cada uma.

“O mercado amadureceu bastante, as operadoras sabem o que dá ou não dinheiro no pré-pago”, afirmou à Reuters.

Contudo, ainda é preciso observar se o aumento da concorrência e dos custos promocionais podem pressionar as margens das empresas do setor, e preferir um modelo de negócio de “qualidade sobre quantidade” da base de usuários.

“Acreditamos que em 2012 investidores vão preferir ver crescimento das receitas sobre crescimento de assinantes, especialmente com o aumento da penetração de dispositivos 3G”, afirmaram em relatório os analistas Vera Rossi, Felipe Pereira e Gilberto Garcia, do Barclays.

COMPETIÇÃO MÓVEL

Se 2011 foi um ano no qual a competição entre operadoras foi bastante acirrada, 2012 pode apresentar uma escalada nessa briga, segundo analistas.

Em relatório sobre a Telefônica Brasil, o analista Alex Pardellas, do Banif, afirmou o cenário de competição deve ser ainda mais intenso -inclusive em serviços de telefonia fixa.

“O principal risco da Telefônica Brasil é a competição no setor de telecom, que está se tornando mais forte no Brasil. Este cenário vai piorar a partir de agora, visto que a TIM adquiriu AES Atimus (TIM Fiber) no final de 2011 e vai oferecer serviço de banda larga fixa em regiões importantes do Rio de Janeiro e São Paulo”, disse em nota.

De acordo com Luciana, da Ativa, o ano pode ser ainda mais quente se a Claro, do grupo América Móvil, e a Oi decidirem partir para a briga. “Tanto Oi quanto Claro foram mais devagares (em novos acessos) em 2011, e podem trazer mais concorrência neste ano”.

Fontes e Direitos Autorais: Reuters • Quarta-feira, 18 de janeiro de 2012 – 08h38.

LG corta 30% de equipe de telefonia


// Seul  – A LG Electronics cortou cerca de 30 por cento da força de trabalho de sua divisão de telefonia celular no exterior, como parte de reformas para recuperar o negócio deficitário, informou a imprensa sul-coreana nesta terça-feira.

As demissões envolvem os setores de marketing e de compra de insumos para celulares e o fechamento de algumas lojas que não estavam gerando lucro, de acordo com o periódico Korea Economic Daily, que não citou fontes.

O jornal ainda acrescentou que a companhia também planeja medidas similares para o negócio doméstico de celulares.

Um porta-voz da LG disse que a reportagem é especulação e disse que a companhia não comenta rumores.

A companhia coreana registrou cinco trimestres consecutivos de perdas nas vendas de telefone celulares, em meio a uma competição ferrenha que forçou a empresa a rever seus negócios no setor.

Fontes e Direitos Autorais: Reuters – Quinta-feira, 08 de setembro de 2011 – 14h17.

Electronic Arts pode investir na Rovio


São Paulo – A Rovio, criadora do game Angry Birds, pode receber um aporte de 1,2 bilhões de dólares.

De acordo com a agência de notícias Bloomberg, gigantes do mundo do entretenimento como Electronic Arts, a criadora do FarmVille, Zynga, a News Corp e até mesmo a Disney podem se tornar sócias da empresa finlandesa.

Com o aporte, a Rovio poderia lançar a marca Angry Birds para outros segmentos do entretenimento, como filmes e desenhos animados, além de investir em novas versões do jogo para diferentes plataformas. Em breve, Angry Birds deve sair para Facebook e para Xbox 360.

Desde que foi lançado em 2009 para iPhone, o game já foi baixado mais de 300 milhões de vezes, se tornando um dos games para smartphones mais populares.

Em março deste ano, a Rovio recebeu um aporte de 42 milhões de dólares de um grupo de investidores.  Na semana passada, a empresa disponibilizou o game para usuários da Google+, a nova rede social do Google.

Fontes e Direitos Autorais: Vinicius Aguiari, de INFO Online • Segunda-feira, 15 de agosto de 2011 – 08h50.

10 jovens empreendedores da web brasileira


Joana Picq, criadora do AchaLá, serviço para busca de serviços como babás, pintores, jardineiros etc.

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1 – Joana Picq, AchaLáO dinamismo do mundo tecnológico foi o que atraiu a engenheira civil Joana Picq para a área. Filha de pai francês e mãe brasileira, Joana sempre acompanhou a diferença na oferta de serviços domésticos por aqui e na Europa. Com o aumento
do acesso à internet, ela viu uma oportunidade de conectar prestadores de serviços – domésticas, babás, pintores e jardineiros, entre outros – à demanda.

No final de 2010, o AchaLá foi lançado na Rocinha, no Rio de Janeiro, durante um evento conjunto com o Instituto Reação. O portal de classificados online trabalha com o público anunciante, composto por prestadores de serviços das classes C, D e E, e o contratante, formado pelas classes A, B e C. Para garantir a qualidade na indicação, são verificados o CPF e as referências dos
anunciantes.

No início da empreitada, Joana contava com o sócio fundador Bruno Ajuz como anjo e conselheiro. No início deste ano, Luisa Ribeiro, que conhecia Joana desde pequena, soube do projeto e entrou como CEO. “Contratar as pessoas erradas pode
quebrar uma empresa”, destaca Joana. “Acompanhar somente os números do Google Analytics [ferramenta de medição de audiência] em vez de ouvir o feedback dos seus usuários também pode ser fatal”, acrescenta.

O AchaLá já recebeu R$ 30 mil de investimento dos próprios fundadores. O desafio da startup agora é financiar a expansão e a operação nos próximos 18 meses, período em que devem ser implantados modelos de monetização. A estimativa é de faturar R$ 1,5 milhão em 2012.

2 – Marcos Passos, Bookess

O mundo virtual começou a fazer parte da vida de Marcos Passos, que mora em Florianópolis, Santa Catarina, bem cedo. Com apenas 13 anos, laçou o primeiro site, sobre animes. Assim como outros projetos de internet, que começaram como “brincadeira”, o site decolou e chegou a receber 50 mil visitas únicas por dia.

Passos decidiu se dedicar a outros projetos e a gestão do site acabou sendo entregue à comunidade de fãs.

O empreendedor teve a ideia de montar a Bokess depois de ter esquecido em casa um livro que estava lendo durante certa viagem. Ele começou a pensar em uma solução para poder continuar a ler uma obra de onde estivesse. Durante oito meses, trabalhou na ideia, até desenvolver a plataforma editorial online, que permite que conteúdos digitais sejam publicados e vendidos, e que possam ainda ser acessados pela internet ou por leitores digitais e tablets.

A Bookes é um mix de editora virtual e comunidade de autores e leitores.

Passos a define como uma ferramenta de autopublicação. A startup já recebeu investimentos, mas os sócios não revelam quanto. O empreendimento já soma R$ 150 mil em faturamento e pode ir além, com a pretensão de ganhar escala global. O empreendedor quer estar à frente das mudanças que estão ocorrendo no mercado editorial. “Esta transformação está apenas começando, mas nós estamos entre os líderes revolucionários”, diz.

3 – Rafael Zatti, Ideia.me

Foi durante uma entrevista sobre crowdsourcing que Rafael Zatti, teve a ideia de criar uma plataforma através da qual empresas brasileiras pudessem explorar a inteligência coletiva. A fato de Zatti ter estudado Engenharia Elétrica poupou tempo e encurtou o caminho para que o projeto virasse realidade. O primeiro passo para se inteirar sobre o assunto e sua viabilidade foi criar um blog sobre crowdsourcing. Ele escreveu durante quase um ano sobre o tema para amadurecer a ideia da plataforma. Hoje soma 180 artigos e quatro e-books sobre crowdsourcing e inovação aberta.

Com o conhecimento acumulado e a experiência que tinha em programação, angariou investimentos junto à família e, vendo que o risco seria baixo, decidiu corrê-lo. A Ideas.me abriu as portas oficialmente em fevereiro deste ano. Vender desafios para grandes empresas foi a estratégia inicial da startup, que chamou a atenção da Vivo.

A próxima aposta de Zatti é usar a plataforma para prestar um serviço que permitirá a pequenas e médias empresas resolver problemas por meio da inteligência coletiva. Entre os planos futuros, a intenção é expandir para outros países, como Chile e Argentina, e disseminar a cultura de colaboração no Brasil como forma de interagir com os clientes.

4 – Anna Valenzuela, Migux

A rede social para crianças Migux nasceu a partir da observação da empreendedora Anna Valenzuela do mercado de internet brasileiro. “Sabíamos que as crianças estavam usando produtos de internet – Orkut, MSN e afins – que não haviam sido concebidos para eles. Não nos preparamos, simplesmente fizemos”, conta. O projeto foi lançado em 2008 e contava seis sócios, todos com experiência em portal da internet. Atualmente, restam apenas dois.

O Migux foi o primeiro produto da startup Brancaleone, antes focada na criação de diversos produtos. “Quando lançamos o Migux, cerca de um ano e meio após a abertura da empresa, rapidamente percebemos que ali estava nosso business e que precisaríamos rapidamente ajustar a rota da empresa e, claro, nosso foco”, lembra.

Anna afirma que o diferencial do projeto está no apoio de educadores. “É uma rede com três milhões de usuários, associada à inteligência coletiva, criatividade digital e responsabilidade social”, detalha. O espaço seleciona conteúdo infantil de diversas partes do mundo para disponibilizar aos usuários.

O Migux ainda não recebeu investimento externo e não divulga seu faturamento. A expectativa para os próximos três anos é que a rede esteja consolidada no universo infantil, além da expansão do empreendimento para desenhos, coleção de livros e aplicativos.

5 – Hugo Barros, Crowdtest

Quando o mineiro Hugo Barros criou o Crowdtest, em 2010, já trazia experiência de negócios anteriores na bagagem. Os dois primeiros deixaram de existir com menos de um ano de vida, enquanto o terceiro – a Base2, de testes de software – serviu de base para o empreendimento que ele considera como preferido, por ser executado exclusivamente pela internet.

Voltado para o mercado de terceirização de software, o Crowdtest paga internautas para identificarem falhas, avaliando a qualidade do software para as empresas. Para o fundador da startup, o diferencial está no serviço rápido a um custo baixo. Foi através da pesquisa de uma das consultorias do Programa Prime, da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que o mineiro soube da demanda reprimida para o serviço.

6 – Adriano Brandão, Navegg

Com mais de uma década de experiência no mundo online, Adriano Brandão criou o Navegg de forma despretensiosa, em 2009. Um dos sócios, Luciano Juvinski, precisava de uma secadora e, por acaso, deparou-se com um anúncio em um portal.
Ele se perguntou se o anuncio teria sido exibido especialmente para ele e, quando conclui que não era o caso, surgiu a ideia de criar um sistema que permitisse a exibição de anúncios personalizados para os desejos de cada internauta.

Nos meses seguintes, Brandão, Juvinski e outro sócio, Pedro Cruz, se dedicaram à análise de mercado e ao desenvolvimento do projeto. A Navegg trabalha com soluções para que os sites aprimorem e personalizem os anúncios de acordo com o perfil dos visitantes.

A empresa recebeu seu primeiro investimento do fundo de capital-anjo Astella, que também auxiliou no desenvolvimento do negócio. Neste ano, 70% do capital do negócio foi adquirido pelo grupo BuscaPé. Para ter sucesso, Brandão defende que
é preciso ter equilíbrio entre o trabalho cotidiano e a visão estratégica. “Em startups, geralmente enxutas e horizontais, onde todo mundo participa de tudo, há a tentação constante de se mergulhar de cabeça no dia-a-dia operacional. Fuja disso”, aconselha.

Para viabilizar o projeto, Barros e seu sócio, Robert Pereira, captaram a soma de R$ 280 mil em investimentos provenientes de instituições de amparo à pesquisa e de um investidor-anjo da Aceleradora, que virou sócio minoritário da empresa. Para este ano, a projeção de faturamento é de R$ 930 mil.

7 – Marcos Roberto Oliveira e André Teixeira, Urbanizo

O brasiliense Marcos Roberto Oliveira trabalha com o mundo digital há mais de dez anos. Ele e seu sócio no Urbanizo, André Teixeira, são formados em Ciência da Computação. Além do conhecimento, a dupla também soma experiência em empreendedorismo digital. “Realizamos diariamente um grande esforço aqui em Brasília para fomentar o empreendedorismo, já que a cidade é dominada pelo funcionalismo público”, comenta Oliveira.

A primeira aventura neste meio foi em um site de fotos de festas de Brasília, quando Teixeira, Oliveira e outras três pessoas tinham cerca de 16 anos. A ideia não vingou e Oliveira passou a desenvolver sites e portais na internet até se juntar a cinco amigos para criar a Intacto, que funciona até hoje. A empresa desenvolve soluções para TV digital e software sob demanda para o Governo
Federal.

Ao observar a alta demanda por imóveis, Oliveira notou a dificuldade que havia para descobrir se os valores cobrados eram justos ou não. Corretores, imobiliárias e compradores confirmaram a necessidade da tecnologia. Surgiu então a ideia do Urbanizo, site que vai comparar o preço do metro quadrado em imóveis de diversas cidades e estados do país. André Teixeira entrou para o projeto nos primeiros seis meses. O Urbanizo ainda não está em atividade, mas já foi escolhido pelo programa Sua ideia vale um milhão, do Grupo BuscaPé, que tornou-se sócio da empresa e investirá R$ 300 mil nela. O projeto vai iniciar com quatro grandes centros urbanos brasileiros e deve ser expandido para outras cidades e países.

8 – Felipe Salvini, Sieve

Com apenas 27 anos, Felipe Salvin, já pode se considerar um empreendedor serial. Sua primeira empresa, de hospedagem de sites, chegou a contar com 500 clientes e, após dois anos de vida, acabou sendo vendida. Já o segundo negócio, na área de voz sobre IP (VoIP), fechou as portas após oito meses de operação.
“Aprendi que ter empresa consome muito dinheiro de forma muito rápida”, ele conta.

Foi durante a Campus Party, evento que reúne profissionais e entusiastas da internet em São Paulo, que seu terceiro negócio decolou. Ele venceu o concurso Campuseiros Empreendem com a Sieve, empresa de inteligência competitiva para o mercado de comércio eletrônico. A startup começou no quarto de Salvini, no Rio de Janeiro, com dois estagiários. Meses mais tarde, eles entraram para a incubadora de negócios da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

Nos próximos dois anos, a meta da empresa é tornar-se referência em monitoramento de preços no e-commerce brasileiro e partir para a internacionalização. Além de Salvini, a startup tem como sócios, Luis Vabo, um investidor-anjo e um fundo.

9 – Mayara Campos, Tutudo

A Tutudo tem apenas seis meses de vida. Entretanto, a general manager da startup, Mayara Campos, já percorre o caminho dos jogos sociais há muito mais tempo. Com passagem pelas duas principais empresas do ramo voltadas a América Latina – Mentez e Vostu –, acompanhou de perto o mercado e mapeou os hábitos dos brasileiros em jogos sociais durante três anos. “Aprendi que e os brasileiros estão bem abertos para novos hábitos, principalmente na internet.”

A startup possui três sócios, um deles a Bossa Nova Investimentos. Até o final do ano, deve ser feita uma nova rodada com investidores. Para atraí-los, Mayara aposta em dois fatores: conhecimento e paixão pelo que se faz. A dedicação é determinante também na composição da equipe que integra a empresa.
“Um dos fatores mais importantes para a empresa dar certo ou não são as pessoas que estão envolvidas. Busque aquelas com perfil complementar ao seu, motivadas e que acreditem o tanto quanto você no negócio”, ela recomenda.

A Tutudo funciona como uma carteira virtual, que permite que o usuário faça pagamentos pela internet, tanto em jogos sociais como em outros serviços. A vantagem é que ela não precisa ser carregada apenas pela internet, permitindo que consumidores que não têm cartão de crédito também possam utilizar o serviço.

É possível comprar créditos através de uma rede de mais 230 mil pontos de venda, incluindo lotéricas, farmácias e padarias.

10 – Mauro Ribeiro, Empreendemia

Desde os tempos de escola, Mauro Ribeiro já criava os primeiros sites como aventura pessoal e atendia os primeiros clientes. Aos poucos, a curiosidade pela internet, suas formas de organização e interatividade o levaram a cursar Engenharia da Computação. A expansão das redes sociais o inspirou a ter seu empreendimento.

No início, Ribeiro pensou em uma rede para conectar médicos e fornecedores de equipamentos e produtos, mas achou inviável. Mais tarde, Ribeiro conheceu Millor Machado e Luiz Alberto Piovesana, que criaram o blog Saia do Lugar, voltado a
empreendedores, e tinham o projeto de criar uma rede social para este público. A Empreendemia nasceria em 2009, em Campinas, São Paulo.

O site reúne pequenos empreendedores em uma espécie de vitrine virtual – organizada a partir da atividade e região – para troca de contatos e oportunidades de negócios. “No geral, é alguém que acabou de conhecer a internet e ainda está em processo de aprendizado, ou que não tem tempo de pesquisar fornecedores”, explica Ribeiro. Em 2010, o faturamento da startup foi de R$ 40
mil, montante já atingido neste ano, em julho. “Estamos buscando um sócio investidor para financiar uma expansão mais agressiva no início de 2012. Chegou a hora de fazer a empresa decolar”, diz.

Fontes e Direitos: Camila Almeida, de EXAME.com • Segunda-feira, 08 de agosto de 2011 – 16h26.

Governo estuda baixar preço da energia


Preocupado em aumentar a competitividade das empresas brasileiras, o governo estuda formas de reduzir o preço da energia elétrica, que figura entre as cinco mais caras do mundo.

Um grupo técnico está na fase inicial das discussões. Uma das ideias é aproveitar o vencimento das concessões de usinas hidrelétricas, linhas de transmissão e de companhias de distribuição para forçar uma queda nas tarifas. “Os investimentos já estão amortizados, então eles podem cobrar menos”, disse o secretário executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Barbosa.

Entre 2015 e 2017, vencem os contratos de concessão de um conjunto de usinas geradoras que soma 20% da capacidade nacional. O mesmo ocorrerá com 74% da transmissão e 33% da distribuição. Há duas opções sobre a mesa: editar uma lei que permita prorrogar as licenças ou fazer novo leilão. O que será feito é algo em discussão. O secretário executivo do Ministério de Minas e Energia, Márcio Zimmermann, disse que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE), colegiado formado por ministros, encomendou estudos sobre prós e contras de cada alternativa.

Esses estudos estão prontos, mas o Conselho não retomou as discussões. “Enquanto isso, existe o marco legal, que diz que as concessões devem ser relicitadas.” Nada, porém, é tão simples quanto parece. O previsto em lei é que, findo o contrato, a União receberá as usinas, linhas de transmissão e estruturas de distribuição de volta. Para tanto, terá de indenizar os antigos concessionários por investimentos que eventualmente não tenham sido amortizados.

O dinheiro para isso é cobrado há mais de 50 anos na conta de luz e chama-se Reserva Global de Reversão (RGR). Atualmente, o fundo formado pela arrecadação da RGR está em R$ 16 bilhões, valor insuficiente para cumprir a finalidade, segundo o presidente da Associação Brasileira dos Grandes Consumidores de Energia Elétrica (Abrace), Paulo Pedrosa. “Não vai dar”, afirmou. Questionado, Zimmermann disse não saber se o dinheiro será suficiente ou não. Ele explicou que pediu os cálculos à Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que ainda não os entregou. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte e Direitos Autorais: Agência Estado • Segunda-feira, 30 de maio de 2011 – 14h13

Petrobras e Intel fazem parceria tecnológica



Documento é válido por 12 meses, período no qual Petrobras, BR e Intel realizarão discussões técnicas para a realização de projetos
 

A Petrobras, sua subsidiária Petrobras Distribuidora (BR) e a Intel Semicondutores do Brasil assinaram memorando de entendimentos para futura cooperação tecnológica, segundo informou hoje a estatal, por meio de nota.

O objetivo deste acordo, de acordo com a Petrobras, é identificar oportunidades de cooperação entre as empresas no desenvolvimento de soluções tecnológicas para a indústria de petróleo, gás e energia.

O acordo foi assinado no Centro de Pesquisas e Desenvolvimento da Petrobras (Cenpes), no Rio de Janeiro. De acordo com a estatal, destacam-se no memorando três possíveis frentes de trabalho: o desenvolvimento de soluções de computação de alta performance voltados para o processamento sísmico; a definição de linhas de pesquisa envolvendo semicondutores e plataformas de computação e comunicação aplicadas à exploração e produção de petróleo e gás; e o projeto Posto do Futuro, que visa a disponibilizar aos clientes de postos Petrobras serviços baseados em tecnologia da informação e comunicação.

O documento é válido por 12 meses, período no qual Petrobras, BR e Intel realizarão discussões técnicas, identificarão oportunidades e poderão estabelecer projetos com atuação conjunta, informa a nota.

Fonte e Direitos Autorais: Agência Estado, Segunda-feira, 30 de maio de 2011 – 15h10.