Script Challenge – 2019 – Post 16


Olá, bom dia amantes de banco de dados…

Tudo bem? Nossa como o tempo esta passando, como você sabe a cada quatro meses nos encontramos em mais um post dedicado especialmente a sessão Script Challenge.

Hoje sabado dia 26/10 a primavera chegou a alguns dias, mas continuamos sofrendo muito com este forte calor,  pode até parecer coincidência mas o post anterior publicado no mês de fevereiro desta sessão também foi iniciado falando do calor. O ano de 2019 esta terminando da mesma forma que começou: Sol forte, Ventos quentes e Temperaturas altas para os padrões nacionais, em especial para minha “grande” São Roque (kkkkk……)

O post de hoje não esta relacionado com as mudanças de temperatura do nosso clima, muito menos com o calor, chuva, ao contrário, ele vai tentar lhe ajudar a identificar possíveis situações que começam a ser apresentadas em nosso ambiente decorrentes de mudança rápida, totalmente inesperada, algo que ocorre em poucos minutos que poderá provocar um estrago, isso é muito comum de acontecer. Não é mesmo?

Pense então, nas situações relacionados ao seu ambiente de banco de dados que em poucos minutos começa a se comportar de forma totalmente desconhecida, é a mesma coisa que sair para dar uma volta e começar a chover e você não tem um guarda-chuva, e ai que fazer, como identificar esta mudança ou o que pode ter provocado isso, mas principalmente a partir de qual momento esse comportamento diferente teve início.

Introdução

Os posts publicados nesta sessão tem o objetivo de desafiar o visitante a descobrir o que um determinado script pode fazer ao ser executado, e não somente isso, mostrar como podemos aprender com o uso da linguagem Transact-SQL e sua vasta coleção de comandos, funções e instruções adicionadas a cada nova versão ou atualização do Microsoft SQL Server.

Se você ainda não conhecia a sessão Script Challenge, fique tranquilo vai ter a possibilidade agora mesmo, como também a cada 4 meses poder desfrutar de um novo desafio e sua respectiva resposta, por isso esta sessão é denominada Script Challenge(Script Desafio ou Desafio do Script), bom a melhor forma de traduzir eu deixo para você escolher.

Seguindo um frente….

Gostaria de destacar mais uma vez duas mudanças iniciais implementadas na sessão Script Challenge tendo como base o post publicado em outubro de 2017, sendo elas:

  1. Como maneira ou forma de dificultar ainda mais o nível de complexidade do código, o bloco de código que representa o Script Challenge selecionado para compor o post será  apresentado no formato de imagem ou figura; e
  2. Algumas partes das linhas de código, trechos, ou partes de código serão omitidas, justamente como forma de tornar este código ainda mais desafiador.

Antes de destacar o script de hoje, não custa nada saber um pouco mais sobre esta sessão, por este motivo, quero lhe contar um pouco da história que cerca os posts relacionadas a ela…

Um pouco de História

Esta é uma sessão criado no final do ano de 2010 e mantida mensalmente até meados de 2012, desde então não me dediquei mais a mesma devido principalmente em não conseguir identificar possíveis scripts dentro da minha biblioteca que poderiam ser apresentados como um scripts considerados como desafio para os profissionais da área de banco de dados.

Mas acredito que nos últimos anos com o crescimento do Microsoft SQL Server, seu nível de evolução, amadurecimento e recursos adicionais, como também, meu nível de experiência profissional e acadêmica também evolui muito, sinto-me preparado para retornar com esta sessão e poder de forma bastante técnica, didática e conceitual poder lançar um “desafio” e responder o mesmo com muito segurança.

Outro detalhe importante, esta é uma sessão que foi criada, pensando em apresentar pequenos blocos de códigos oriundos da linguagem Transact-SQL que possam apresentar um nível de dificuldade e conhecimento técnico um pouco mais elevado, exigindo assim uma análise mais profunda e até mesmo a criação um pequeno cenário de teste para seu entendimento.

Vamos então conhecer o bloco de código selecionado para ser o Script Challenge deste post.


Script Challenge – 16

O bloco de código Transact-SQL selecionado para fazer parte do Script Challenge de hoje, esta relacionado com uma importante atividade exercida por Administradores de Servidores, DBAs e Administradores de Banco de Dados.

Trata-se de algo que pode ajudar a identificar possíveis situações que venham a atrapalhar o processamento e execução de nossas querys e transações. Ao contrário do Script Challenge 15, este script possui a finalidade de apresentar os custos de processamento que estão sendo demandados pelos processos em execução relacionados diretamente com o Microsoft SQL Server.

Não deveria, mas vou lhe ajudar, apresentando duas dicas sobre este desafio

  1. O mesmo, pode ser executado em conjunto com as demais sessões, transações ou querys em execução, sem necessitar que qualquer procedimento de manutenção ou alterações na configuração do SQL Server para sua execução, como também, esta totalmente relacionado com o que venha ou possa estar sendo processado pelo sistema operacional que necessite de dados do SQL Server naquele exato momento; e
  2. Preste atenção na relação de tags que estão compartilhadas, nelas você poderá encontrar as partes omitidas do bloco de código, bem como, a resposta para a enquente apresentado no final do post.

E ai, ficou curioso para saber o que este script realiza? Qual seria a sua atividade? O conjunto de resultados que ele retornaria? Pois bem, foi fazer o papel de chato, a resposta para estes e outras demais questões não serão apresentadas hoje (hahahahahahaha……), vou deixar com que você quebre um pouco a sua cabeça, afim de tentar matar esta curiosidade, no final do post como de costume você terá a sua disposição uma enquete que lhe permitirá expor tentar encontrar a resposta para este desafio.

A seguir apresento o bloco de código:


Figura 1 – Short Script 16.

Muito bem, nosso Script Challenge esta apresentado. Você preparado para mais este desafio?

Tenho a certeza que sim!


Sua participação

Legal, agora quero conter com a sua participação, me ajudando a responder este post, outra grande novidade que estou adicionando aos posts da sessão Script Challenge será uma pequena enquete com possíveis respostas para identificar qual é a correta, relacionada com o desafio apresentado através do bloco de código selecionado para este post, desta forma, apresento a seguir a Enquete – Script Challenge – 16 e suas alternativas de resposta:

Seguindo em frente, já conhecemos o Script Challenge selecionado, sua enquete e relação de opções de resposta, fica faltando somente a sua participação, algo que eu tenho a certeza que vai acontecer rapidamente.

Durante quanto tempo posso participar…

Outra grande mudança na sessão Script Challenge é seu tempo de publicação “validade”, anteriormente os posts desta sessão eram publicados mensalmente ou bimestralmente, agora serão publicados em um período mais longo, ou seja, a cada 4 meses estarei compartilhando com vocês novos posts dedicados exclusivamente para esta sessão.

Desta forma, você terá mais tempo para participar e me ajudar e encontrar a resposta correta para este desafio, enviando suas possíveis sugestões, críticas e até mesmo alternativas de resposta para minha enquete.

Posts anteriores

Caso esta seja a primeira vez que você acessa um post desta sessão, fico muito feliz e aproveito para compartilhar os posts mais recentes:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/06/26/script-challenge-15-a-resposta/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/02/13/script-challenge-2019-post-15/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/10/06/script-challenge-14-a-resposta/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/06/29/script-challenge-2018-post-14/


Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que post apresentado como um possível “desafio” possa ser úteis e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta, tratados com “bichos de sete cabeças”.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões, e especialmente em fevereiro de 2020 em mais um post da sessão Script Challenge, o qual apresentará a resposta para este post.

Fique a vontade para conhecer demais post publicados até o presente momento em todas as sessões do meu blog.

Tenha um ótimo final de semana.

Abraços.

Script Challenge – 15 – A resposta….


Boa tarde, pessoal…

Tudo bem?  Seja mais uma vez muito bem vindo ao meu blog, mais especificamente ao post que apresenta a resposta para o Script Challenge – 2018 – Post 15, publicado em fevereiro de 2019, sendo este respectivamente o terceiro post após o retorno desta desafiadora sessão em meu blog denominada Script Challenge (Script Desafiador ou Desafio do Script) como queiram traduzir.

Espero que você já tenha ouvido falar desta sessão ou acessado alguns dos posts publicados na mesma, caso ainda não tenha feito, fique tranquilo você vai encontrar no final deste post uma pequena relação contendo os últimos desafios lançados e seus respostas.

Vamos então falar um pouco mais sobre o último desafio, estou me referindo ao Script Challenge 14, desta forma, seja bem vindo a mais um post da sessão Script Challenge.


Script Challenge 15

Falando do desafio de número 15, o mesmo foi publicado no mês de fevereiro de 2019, período de data em que praticamente todos nós estamos começando a iniciar nossas atividades profissionais e principalmente acadêmicas.

Começo de ano não é fácil, volta as aulas, correria de comprar material escolar, renovação de mensalidades, matrículas, IPVA, IPTU, tanta conta para pagar que as coisas acabam se tornando um grande furação em nossas vidas e precisamos de alguma maneira, anotar, gerenciar ou auditar tudo o que estamos fazendo.

Pois bem, o Script Challenge 15 possui um pouco relação ou conexão com toda esta loucura, não necessariamente com a volta as volta as aulas, ou impostos que devemos pagar.

Na verdade, sabemos que existem determinadas situações, ações, procedimentos e demais atividades que se não cumprimos da maneira que estava preestabelecida acabamos de alguma forma sendo notificados ou até mesmo penalizados, pensando justamente desta forma, o Script Challenge 15 se relaciona.

Continuando nossa história, quero lhe perguntar: E ai já matou a charada? Acho que ainda não! Não é mesmo?

Mas para te ajudar mais um pouco vou apresentar a Figura 1 que contem todo código Transact-SQL utilizado neste desafio, contendo trechos ou partes de código ocultas, procedimento que realizei no post que contempla o lançamento deste desafio como forma de aumentar o nível de dificuldade:

Figura 1 – Código Transact-SQL apresentado no Script Challenge 15.

Bom chegou a hora de revelar o que exatamente este bloco de código se propõem a fazer, chegou o momento de revelar e desvendar este desafio. A seguir apresento a resposta para o Script Challenge 15 e o todo bloco de código disponível para você utilizar em seus ambientes de trabalho ou estudos.

A resposta

Como você pode ter percebido, no decorrer deste post e também no post de lançamento, procurei de uma forma bastante simples mas não explícita exibir ao longo do texto, pequenas dicas que poderiam ajudar, nortear e quem sabe indicar uma possível resposta ou solução para o desafio.

Falando mais diretamente, a resposta para o Script Challenge 15, esta totalmente relacionada as nossas atividades diárias, mas não no mundo real, mas sim no mundo virtual, estou me referindo a chamada auditoria, palavrinha que para muitos chega a dar calafrios. Não é mesmo?

Mas se mesmo assim, você ainda não conseguiu adivinhar ou até mesmo pode estar se perguntando: Qual a relação do Script Challenge – 15 tem haver com auditoria? A resposta para seu questionamento é muito simples, para qualquer Administrador de Banco de Dados, Administrador de Servidores, Desenvolvedor, enfim um profissional de tecnologia, tudo o que fazemos basicamente em um computador deve de alguma forma ser monitorada, auditada, controlada, afim de gerar evidência do que foi feito e por quem foi feito, como uma forma de nos proteger e si proteger.

Então a resposta para o Script Challenge 15 se relaciona com a possibilidade que o script apresenta em nos ajudar a identificar tudo o que esta sendo acesso, manipulado e processado, por quem, como, quando, onde e de que forma ao se conectar em um servidor ou instância de banco de dados Microsoft SQL Server, isso tudo em tempo real, ou como gostam de dizer Real Time.

De uma forma muito simples e direta, esta é a resposta, auditoria em tempo real. Abaixo apresento o script original que ilustra esta capacidade que o Microsoft SQL Server em conjunto com suas visões e funções de gerenciamento dinâmico possui:

— Script Challenge 15 – A resposta – Realizando Auditoria em tempo real (In Live) —

Use Master
Go

SELECT ser.session_id As ‘SessionID’,
ssp.ecid,
DB_NAME(ssp.dbid) As ‘DatabaseName’,
ssp.nt_username as ‘User’,
ser.status As ‘Status’,
ser.wait_type As ‘Wait’,
SUBSTRING (sqt.text,  ser.statement_start_offset/2,
(CASE WHEN
ser.statement_end_offset = -1 THEN LEN(CONVERT(NVARCHAR(MAX), sqt.text)) * 2
ELSE ser.statement_end_offset
END – ser.statement_start_offset)/2) As ‘Individual Query’,
sqt.text As ‘Parent Query’,
ssp.program_name As ‘ProgramName’,
ssp.hostname,
ssp.nt_domain As ‘NetworkDomain’,
ser.start_time
FROM sys.dm_exec_requests ser INNER JOIN sys.sysprocesses ssp
On ser.session_id = ssp.spid
CROSS APPLY sys.dm_exec_sql_text(ser.sql_handle)as sqt
WHERE ser.session_Id > 50
AND ser.session_Id NOT IN (@@SPID)
ORDER BY SessionID, ssp.ecid
Go

Então, agora você deve ter gostado deste desafio, não é verdade? Ter a capacidade de identificar, monitorar e registrar tudo o que esta sendo acessado ou manipulado em tempo real, com certeza é algo útil e de extrema importância para qualquer empresa.

A Figura 2 apresentada abaixo, ilustra o conjunto de dados retornados após a execução do Script Challenge – 15:
Figura 2 – Informações coletadas em tempo real, dentre elas SessionID, DatabaseName e ProgramName.

Dentre o conjunto de colunas retornadas pelo Script Challenge 15, destaco algumas:

  • User – Apresenta o nome do usuário que esta conectado e processando a query;
  • Status – Apresenta o status em tempo real da execução, waiting ou suspended da query;
  • Wait – Apresenta qual é o Wait Types utilizado pela query;
  • Individual Query – Apresenta se a query processada esta sendo executada de forma individual, em conjunta ou até mesmo se ele é uma sequência de execuções de blocos de código; e
  • ProgramName – Apresenta o nome do programa, aplicações ou software que esta disparando a execução da query.

Muito bom, sensacional, conseguimos, chegamos ao final, esta é a resposta para o Script Challenge 14, fico extremamente feliz por ter conseguido compartilhar este conteúdo com vocês.

Espero que você tenha gostado deste novo post da sessão Script Challenge!


Sua Participação

No post de lançamento deste desafio, contei com a sua participação através de uma enquete contendo algumas opções de respostas que poderiam estar relacionadas com o Script Challenge 15. A seguir apresento o resultado desta enquete:

A opção mais votada com 44% dos votos é justamente a resposta correta para este desafio: ” O bloco de código apresentado se relacionado com a possibilidade de realizar o monitoramento de sessões e programas que solicitaram dados em tempo real ao SQL Server.”

Referências

Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que este conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possa ser útil e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em outubro de 2019 em mais um post da sessão Script Challenge.

Até mais….

Microsoft libera nova preview do SQL Server 2019 denominada 2.4


Ontem a Microsoft através do seu time MSSQLTiger, disponibilizou a nova versão preview da próxima versão do Microsoft SQL Server 2019.

Este novo preview foi batizado de SQL Server 2019 2.4 (quinta versão), vale ressaltar que nos últimos meses a Microsoft vem trabalhando fortemente para liberação de novas versões preliminares.

Novidades

Um dos destaques desta nova versão preliminar faz referência a integração do SQL Server com o Apache Spark™ e o HDFS com o SQL Server, criando assim  uma nova plataforma de dados unificada, que possibilita um grande salto no produto relacionado com os novos padrões de dados e processamento em larga escala.

Segundo informações fornecidas pela Microsoft, o SQL Server 2019 oferece mais segurança, disponibilidade e desempenho para todas as cargas de dados, além de trazer novas ferramentas de conformidade (relacionadas a GDPR e LGPD), melhor desempenho em hardware moderno e alta disponibilidade em Windows, Linux e contêineres.

A Figura 1 abaixo ilustra a página inicial do website da Microsoft dedicado ao Microsoft SQL Server 2019:

Figura 1 – Introdução ao Microsoft SQL Server 2019.

Melhorias

Esta versão inclui melhorias de versões CTP anteriores para corrigir bugs, melhorar a segurança e otimizar o desempenho.

Além disso, os seguintes recursos são adicionados ou aprimorados para SQL Server 2019 pré-visualização CTP 2.4:

    • Cluster de grande volume de dados
      • Orientação na GPU suporte para a execução de profunda aprendizagem com TensorFlow no Spark.
      • Atualização em tempo real para Spark 2.4.
    • Mecanismo de banco de dados
      • Novo evento estendido.query_post_execution_plan_profile
      • Nova DMF retorna o equivalente o último plano de execução real conhecido para a maioria das consultas.sys.dm_exec_query_plan_stats
      • Criptografia de dados transparente (TDE) varredura – suspender e continuar.
    • SQL Server Analysis Services
      • Relacionamentos muitos-para-muitos em modelos tabulares.
      • Configurações de propriedade para a gerenciamento de recursos.

Download

Dentre as opções disponíveis, você poderá optar tanto para rodar em ambientes físicos como Windows e Linux ou virtualizados através de máquinas virtuais ou containers, conforme Figura 2 abaixo ilustra:

Figura 2 – Plataformas para download disponíveis para versão 2.3 do Microsoft SQL Server 2019.

O Microsoft Server 2019 Preview 2.4 para Windows está disponível em arquivos ISO, arquivo .cab para os seguintes idiomas:

  • Inglês;
  • Alemão;
  • Japonês;
  • Espanhol;
  • Coreano;
  • Russo;
  • Italiano;
  • Francês;
  • Chinês (simplificado);
  • Chinês (tradicional); e
  • Português (Brasil)‎.

Saiba mais sobre o SQL Server 2019

Caso você queria saber mais sobre esta nova versão do Microsoft SQL Server e seus principais recursos, selecione um dos links abaixo:

https://info.microsoft.com/ww-landing-SQLDB-Microsoft-SQL-Server-WhitePaper.html

http://download.microsoft.com/download/8/B/6/8B643729-6224-4ECC-8C50-3292B8156F0E/SQL_Server_2019_Transform-Data_into_Insights_Infographic_EN_US.pdf

http://download.microsoft.com/download/D/2/5/D2519504-0ACD-4CD7-9C34-AB85D5824F34/SQL_Server_2019_Top_10_Reasons_to_Choose_Infographic_EN_US.pdf

https://info.microsoft.com/ww-landing-intro-sql-server-2019.html

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft.com – SQL Server BlogSQL Server Team – 27/03/2019.
Leia na integra acessando: https://docs.microsoft.com/en-us/sql/sql-server/what-s-new-in-sql-server-ver15?view=sql-server-ver15#ctp-24

Script Challenge – 2019 – Post 15


Olá, bom dia comunidade…

Tudo bem? Quarta – feira dia 13/02 estamos no verão, sofrendo muito com este super calor que esta “queimando nossas cacholas”, mas hoje aqui em São Roque, amanheceu um dia bem diferente dos últimos, muito chuva, vento e temperaturas bem amenas, podemos dizer que aquele friozinho gostoso esta de volta.

Pois bem, sou suspeito a dizer sobre o frio, ainda mais por ser fã incondicional de temperatura baixas, devido a ter trabalhado muitos anos dentro de os mais variados datacenters de empresas e clientes suportando “aquelas” altas temperaturas de 16 ou 18 graus.

Mas o que esta mudança de tempo tem haver com este novo post da sessão Script Chalenge, bom na minha opinião tem tudo haver, ainda mais dependendo do situação e como diria um velho amigo meu “do nível da problemática da coisa” ele poderá aumentar ou diminuir a sua temperatura em pouso segundo, kkkkkk.

Introdução

Os posts publicados nesta sessão tem o objetivo de desafiar o visitante a descobrir o que um determinado script pode fazer ao ser executado, e não somente isso, mostrar como podemos aprender com o uso da linguagem Transact-SQL e sua vasta coleção de comandos, funções e instruções adicionadas a cada nova versão ou atualização do Microsoft SQL Server.

Se você ainda não conhecia a sessão Script Challenge, fique tranquilo vai ter a possibilidade agora mesmo, como também a cada 4 meses poder desfrutar de um novo desafio e sua respectiva resposta, por isso esta sessão é denominada Script Challenge(Script Desafio ou Desafio do Script), bom a melhor forma de traduzir eu deixo para você escolher.

Seguindo um frente….

Gostaria de destacar mais uma vez duas mudanças iniciais implementadas na sessão Script Challenge tendo como base o post publicado em outubro de 2017, sendo elas:

  1. Como maneira ou forma de dificultar ainda mais o nível de complexidade do código, o bloco de código que representa o Script Challenge selecionado para compor o post será  apresentado no formato de imagem ou figura; e
  2. Algumas partes das linhas de código, trechos, ou partes de código serão omitidas, justamente como forma de tornar este código ainda mais desafiador.

Antes de destacar o script de hoje, não custa nada saber um pouco mais sobre esta sessão, por este motivo, quero lhe contar um pouco da história que cerca os posts relacionadas a ela…

Um pouco de História

Esta é uma sessão criado no final do ano de 2010 e mantida mensalmente até meados de 2012, desde então não me dediquei mais a mesma devido principalmente em não conseguir identificar possíveis scripts dentro da minha biblioteca que poderiam ser apresentados como um scripts considerados como desafio para os profissionais da área de banco de dados.

Mas acredito que nos últimos anos com o crescimento do Microsoft SQL Server, seu nível de evolução, amadurecimento e recursos adicionais, como também, meu nível de experiência profissional e acadêmica também evolui muito, sinto-me preparado para retornar com esta sessão e poder de forma bastante técnica, didática e conceitual poder lançar um “desafio” e responder o mesmo com muito segurança.

Outro detalhe importante, esta é uma sessão que foi criada, pensando em apresentar pequenos blocos de códigos oriundos da linguagem Transact-SQL que possam apresentar um nível de dificuldade e conhecimento técnico um pouco mais elevado, exigindo assim uma análise mais profunda e até mesmo a criação um pequeno cenário de teste para seu entendimento.

Vamos então conhecer o bloco de código selecionado para ser o Script Challenge deste post.


Script Challenge – 15

O bloco de código Transact-SQL selecionado para fazer parte do Script Challenge de hoje, esta relacionado com uma importante atividade exercida por Administradores de Servidores,  DBAs e Administradores de Banco de Dados.

Trata-se de algo que pode ajudar a identificar possíveis situações que venham a atrapalhar o processamento e execução de nossas querys e transações. Vale ressaltar que este script, não possui a finalidade de apresentar os custos de processamento que estão sendo demandados pelos processos em execução.

Vou dar uma pequena canja, sobre este desafio: O mesmo, pode ser executado em conjunto com as demais sessões, transações ou querys em execução, sem necessitar que qualquer procedimento de manutenção ou alterações na configuração do SQL Server para sua execução.

E ai, ficou curioso para saber o que este script realiza? Qual seria esta possível atividade? Mesmo assim, não vou lhe responder hoje, vou deixar que você quebre um pouco a sua cabeça, afim de tentar matar esta curiosidade, mas como não sou tão mal assim, no final do post como de costume vou deixar uma enquete para você expor sua opinião.

A seguir apresento o bloco de código:

Figura 1 – Short Script 15.

Muito bem, nosso Script Challenge esta apresentado. Você preparado para mais este desafio?

Tenho a certeza que sim!


Sua participação

Legal, agora quero conter com a sua participação, me ajudando a responder este post, outra grande novidade que estou adicionando aos posts da sessão Script Challenge será uma pequena enquete com possíveis respostas para identificar qual é a correta, relacionada com o desafio apresentado através do bloco de código selecionado para este post, desta forma, apresento a seguir a Enquete – Script Challenge – 15 e suas alternativas de resposta:

Seguindo em frente, já conhecemos o Script Challenge selecionado, sua enquete e relação de opções de resposta, fica faltando somente a sua participação, algo que eu tenho a certeza que vai acontecer rapidamente.

Durante quanto tempo posso participar…

Outra grande mudança na sessão Script Challenge é seu tempo de publicação “validade”, anteriormente os posts desta sessão eram publicados mensalmente ou bimestralmente, agora serão publicados em um período mais longo, ou seja, a cada 4 meses estarei compartilhando com vocês novos posts dedicados exclusivamente para esta sessão.

Desta forma, você terá mais tempo para participar e me ajudar e encontrar a resposta correta para este desafio, enviando suas possíveis sugestões, críticas e até mesmo alternativas de resposta para minha enquete.

Posts anteriores

Caso esta seja a primeira vez que você acessa um post desta sessão, fico muito feliz e aproveito para compartilhar os posts mais recentes:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/10/06/script-challenge-14-a-resposta/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/06/29/script-challenge-2018-post-14/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/10/26/script-challenge-2017-o-retorno/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/03/01/script-challenge-13-a-resposta/


Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que post apresentado como um possível “desafio” possa ser úteis e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta, tratados com “bichos de sete cabeças”.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em junho de 2019 em mais um post da sessão Script Challenge, o qual apresentará a resposta para este post.

Sucesso, mais uma vez obrigado por sua visita, espero que você tenha gostado deste post.

Fique a vontade para conhecer demais post publicados até o presente momento em todas as sessões do meu blog.

Abraços.

Script Challenge – 14 – A resposta….


Boa tarde, pessoal…

Tudo bem?  Seja mais uma vez muito bem vindo ao meu blog, mais especificamente ao post que apresenta a resposta para o Script Challenge – 2018 – Post 14, publicado em junho de 2018, sendo este respectivamente o segundo post após o retorno desta desafiadora sessão em meu blog denominada Script Challenge (Script Desafiador ou Desafio do Script) como queiram traduzir.

Espero que você já tenha ouvido falar desta sessão ou acessado alguns dos posts publicados na mesma, caso ainda não tenha feito, fique tranquilo você vai encontrar no final deste post uma pequena relação contendo os últimos desafios lançados e seus respostas.

Vamos então falar um pouco mais sobre o último desafio, estou me referindo ao Script Challenge 14, desta forma, seja bem vindo a mais um post da sessão Script Challenge.


Script Challenge 14

Falando do desafio de número 14, o mesmo foi publicado no mês de junho de 2018, período de data em que o mundo todo praticamente direcionou os seus olhares para a Rússia, mais especificamente para os jogos de futebol que estavam ocorrendo no país naquele momento.

Pois bem, o Script Challenge 14 não tem nenhum relação com o mundo do futebol, muito menos com o esporte, e como diria aquele apresentador do programa que passa ao domingos: “Sabe o que isso significa? Nada…..”.

Na verdade não é bem assim, para todos aqueles que trabalham com tecnologia e são responsáveis em armazenar, compartilhar, gerenciar e manter dados armazenados em banco de dados, sabe muito bem o quanto temos que nos preocupar em estabelecer boas práticas de retenção de dados afim de podermos ter uma quem sabe vida tranquila ou momentos de lazer.

Continuando nossa história, quero lhe perguntar: E ai já matou a charada? Eu acredito que sim!

Mas para te ajudar mais um pouco vou apresentar a Figura 1 que contem todo código Transact-SQL utilizado neste desafio, contendo trechos ou partes de código ocultas, procedimento que realizei no post que contempla o lançamento deste desafio como forma de aumentar o nível de dificuldade:

Figura 1 – Código Transact-SQL apresentado no Script Challenge 14.

Bom chegou a hora de revelar o que exatamente este bloco de código esta fazendo, chegou o momento de revelar e desvendar este desafio, a seguir apresento a resposta para o Script Challenge 14 e o trecho de código disponível para você utilizar em seus ambientes de trabalho ou estudos.

A resposta 

Como você pode ter percebido, no decorrer deste post e também no post de lançamento, procurei de uma forma bastante simples mas não explícita exibir ao longo do texto, pequenas dicas que poderiam ajudar, nortear e quem sabe indicar uma possível resposta ou solução para o desafio.

Mas se mesmo assim, você ainda não conseguiu adivinhar ou até mesmo esta se perguntando qual a relação do Script Challenge – 14 tem haver com um momento de lazer, calma que eu já vou te responder.

A resposta é muito simples, para qualquer Administrador de Banco de Dados, Administrador de Servidores, Desenvolvedor, enfim um profissional de tecnologia, tudo o que fazemos basicamente em um computador é manipular dados (Criar, Atualizar, Excluir).

Tudo o que fazemos esta relacionado com esta palavrinha pequena, mas de altíssima importância e pensando neste sentido a resposta para este desafio se relaciona a estimativa de crescimento de um arquivo de backup, e o quanto esta atividade tão importante e de alta complexidade pode impactar totalmente na vida daqueles que assim como eu um dia ou por diversos momentos teve que abrir mão do seu convívio familiar para se dedicar a acompanhar esta atividade.

Então a resposta para o Script Challenge 14 se relaciona com a possibilidade que o script apresenta em nos ajudar a identificar e estimar o quanto de espaço livre em disco em megabytes ainda teremos antes da execução do backup database levando-se em consideração o tamanho do arquivo de backup a ser criado.

Isso mesmo, esta é a resposta, e o script original que apresenta esta funcionalidade apresentada abaixo:

— Script Challenge 14 – A resposta – Identificando o total de espaço livre em disco antes da realização do backup database — 

— Criando a Stored Procedure —
USE AdventureWorksDW2016
Go

CREATE PROCEDURE dbo.dbo.EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize (
@drvLetter VARCHAR (5),
@enoughSpaceForBackupFlag BIT OUTPUT
)
AS
BEGIN
DECLARE @estimatedBackSizeMB INT,
@estimatedDriveFreeSpaceMB INT,
@dbCheckMessage varchar(80)

SET NOCOUNT ON

SET @dbCheckMessage = Concat (‘Checking database ‘, DB_NAME ())

SELECT @estimatedBackSizeMB = round (sum (a.total_pages) * 8192 / SQUARE (1024.0), 0)
FROM sys.partitions p JOIN sys.allocation_units a
                                            ON p.partition_id = a.container_id
                                           LEFT JOIN sys.internal_tables it
                                            ON p.object_id = it.object_id

CREATE TABLE #freespace

(drive VARCHAR (5),

MBFree DECIMAL (8, 2))

INSERT INTO #freespace (Drive, MBFree)
EXEC xp_fixeddrives

SELECT @estimatedDriveFreeSpaceMB = MBFree
FROM #freespace
WHERE drive = @drvLetter

IF @estimatedBackSizeMB * 1.15 < @estimatedDriveFreeSpaceMB
 SET @enoughSpaceForBackupFlag = 1
ELSE
 SET @enoughSpaceForBackupFlag = 0

SELECT DatabaseName = db_name(),
Estimated_Back_Size_MB = @estimatedBackSizeMB,
Estimated_Drive_Free_Space_MB = @estimatedDriveFreeSpaceMB,
EnoughSpaceForBackupFlag = @enoughSpaceForBackupFlag

DROP TABLE #freespace
SET NOCOUNT OFF
END
GO

Então, agora você deve ter gostado deste desafio, não é verdade? Poder estimar o espaço livre em disco e o tamanho ocupado pelo arquivo mesmo sem executar o Backup Database é realmente uma grande funcionalidade que o Microsoft SQL Server possui.

Observações

  1. Estamos criando uma User Stored Procedure EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize;
  2. A mesma possui um parâmetros de entrada de valores: @drvLetter (utilizado para informar qual a letra da unidade de disco que iremos analisar); e
  3. Um parâmetro de saída @enoughSpaceForBackupFlag (utilizado no momento da execução da stored procedure como sinalizar responsável em apresentar uma mensagem ao usuário).

Para que você possa entender mais ainda sobre como podemos obter os resultados apresentados por este script, declaro a seguir uma possível maneira de executar o Script Challenge – 14:

— Executando o Script Challenge – 14 —

USE AdventureWorksDW2016
Go

DECLARE @enoughSpaceForBackupFlag bit

EXEC Master.dbo.EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize ‘S’, @enoughSpaceForBackupFlag OUTPUT

PRINT @enoughSpaceForBackupFlag
IF @enoughSpaceForBackupFlag = 1
PRINT ‘Continue to Backup…’
ELSE
PRINT ‘Drive Space Problem…’
GO

A Figura 2 apresentada abaixo, ilustra o conjunto de dados retornados após a execução do Script Challenge – 14:

Figura 2 – Informações relacionadas a estimativa de tamanho do arquivo de backup e espaço livre em disco em megabytes.

Muito bom, sensacional, conseguimos, chegamos ao final, esta é a resposta para o Script Challenge 14, fico extremamente feliz por ter conseguido compartilhar este conteúdo com vocês.

Espero que você tenha gostado deste novo post da sessão Script Challenge!


Sua Participação

No post de lançamento deste desafio, contei com a participação através de uma enquete contendo algumas opções de respostas que poderiam estar relacionadas com o Script Challenge 14. A seguir apresento o resultado desta enquete:

A opção mais votada com 77,78% dos votos é justamente a resposta correta para este desafio: “A qual exibe retorna ao usuário informações relacionadas a estimativa de espaço em disco ocupado pelo arquivo de backup de banco de dados e o espaço livre disponível em disco após a conclusão do backup.”

Referências

Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que este conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possa ser útil e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em fevereiro de 2019 em mais um post da sessão Script Challenge.

Até a próxima…

Microsoft SQL Server 2014 Service Pack 2 – Cumulative Update 13


A Microsoft divulgou no último dia 28 de agosto em seu blog SQL Server Release Services a disponibilidade da Atualização Cumulativa 13 (Cumulative Update 13) para SQL Server 2014 SP2.

A CU13 inclui todas as correções para os problemas que foram descobertos depois do lançamento do SQL Server 2014 SP2 e das atualizações cumulativas anteriores lançados até o presente momento.

Caso você deseje realizar o download das atualizações cumulativas anteriores, utilize a relação de links listadas abaixo:

Com base no artigo KB4456287, a atualização traz correções para quatro bugs específicos, dentre eles, um que causa erro de violação de acesso quando você consulta a tabela sysmembers, enquanto outro causa um erro durante a execução do sp_send_dbmail em certos cenários.

Ao instalar a Atualização Cumulativa 13 para SQL Server 2014 SP2, o build (número da versão) será atualizado para o número 12.0.5590.1.

Para realizar o download clique na imagem abaixo:

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft Support – https://support.microsoft.com/en-us/help/4456287/cumulative-update-13-for-sql-server-2014-sp2

#22 – Para que serve


Oi, bom dia, tudo bem?

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Para que Serve, sendo este o de número 22, mais um dia de muito trabalho começando, repleto de atividades, compromissos, reuniões, enfim tudo aquilo que normalmente estamos acostumados a nos deparar em nossos convívio diário.

E eu (parece música), estou aqui, como faço normalmente, acordando bem cedinho, para poder aproveitar da melhor maneira possível meu precioso tempo livre, colocando em prática algo que adoro fazer, publicar um post novo em meu blog mantendo a tradição de querer renovar e compartilhar as experiências e aprendizados adquiridos em minhas atividades profissionais e acadêmicas.

No post de hoje, não estarei compartilhando um conteúdo que pode ser considerado novo, ao contrário, quero destacar uma das mais antigas propriedades existentes em bancos de dados criados no Microsoft SQL Server desde suas versões mais antigas, mais especificamente falando da versão 2000 (é muito importante entender o passado, aprender com ele, para podemos melhorar e ofertar um futuro melhor) em diante.

Estou se referindo a propriedade denominada Page_Verify, a qual tem um papel de extrema importância no comportamento de um banco de dados de usuários, algo que pode impactar na forma de armazenamento, leitura e escrita das páginas de dados que formam a estrutura física e lógica de nossas tabelas e por consequência de nossos bancos de dados.

No decorrer deste post serão destacadas as respectivas opções existentes para esta propriedade, como também, será realizado uma análise comparativa no que diz respeito ao tempo de processamento de dados tendo como parâmetro um simples bloco de código inserindo 100.000 (Cem mil linhas de registros lógicos) com dados aleatórios.

Destaco antecipadamente que esta análise comparativa em nenhum momento leva em consideração características de Hardware, versão de Sistema Operacional ou uso de uma aplicação específica. Na verdade o objetivo desta simples análise é elucidar o uso desta propriedade, suas opções e respectivos algoritmos de processamento podem influenciar diretamente nos processos de escrita e leitura de dados.

Sendo assim, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre o post de número 22 da sessão Para que serve. Mas uma vez, bem vindo ao #22 – Para que serve – Propriedades de Bancos de Dados – Page_Verify e suas opções.

Espero que você esta animado para conhecer um pouco mais sobre esta propriedade, caso já conheça, continue lendo este post, sempre podemos aprender algo novo….


Introdução

Criar uma nova tabela para alocar dados em qualquer banco de dados existente no Microsoft SQL Server, pode ser considerada uma tarefa ou procedimento de fácil compreensão, muito simples de ser realizada tanto por linha de comando como também por interface gráfica, mas por trás “dos panos” diversos procedimentos internos são realizados pelo Sistema Gerenciador de Banco de Dados e seus diversos recursos e componentes internos.

Imagine então a tarefa de criação de um novo banco de dados, não parece também ser algo muito, mas muito simples! Teoricamente sim, mas se começarmos a analisar, entender e de preferência estudar cada uma das diversas propriedades que formam e orientam o Mecanismo de Bancos de Dados na execução da instrução de criação de um novo banco, teremos a total certeza que isso não tão simples como pensamos.

Pensando justamente neste cenário, decidi então identificar uma propriedade que por muitas vezes me passou totalmente despercebida e nos últimos dias acabou sendo motivo de estudos, como já destacado anteriormente estou me referindo a propriedade Page_Verify, sendo esta um das mais antigas propriedades existentes em bancos de dados desde a versão 2000 ou nível de compatibilidade 80, inicialmente apresentava como conjunto de opções os valores: None e Torn_Page_Detection e a partir da versão 2005 do Microsoft SQL Server ganhou uma nova opção conhecida como CheckSum e por consequência um novo algoritmo.

Vamos então conhecer um pouco mais sobre esta propriedade.

Propriedade de Banco de Dados Page_Verify

Propriedade existente em bancos de dados criados no Microsoft SQL Server que possui basicamente a função de permitir ao Sistema Gerenciador de Banco de Dados identificar e informar as chamadas Páginas de Dados Incompletas (Incomplete Pages) ou Páginas de Dados Suspeitas (Suspect Pages), através de dados internos catalogados e coletados na tabela suspect_pages existente dentro do banco de dados de sistemas MSDB.

Outra característica muito importante apresentada pela Page_Verify, relaciona-se ao método de verificação que garante ao Microsoft SQL Server que as páginas de dados que compõem um determinada tabela podem ser consideradas integras e completas, esta capacidade esta totalmente relacionada ao uso de um algoritmo pertencente a esta propriedade de acordo com o tipo de verificação de página que deve ser aplicada.

Esta tão importante característica, deve ser levada em consideração, mesmo tendo diversas funcionalidades que nos permitem identificar se a estrutura física e lógica de um banco de dados pode ser considerado integra. Em inúmeros cenários um banco de dados pode aparentemente estar apresentando falhas na estrutura interna que define uma respectiva página de dados sem necessariamente existir ou que tenha ocorrida uma falha física nas unidades de disco que armazenam tal página de dados.

A identificação se uma página de dados pode ou não ser considerada incompleta, suspeita ou quebrada é feita através da identificação de bits armazenados diretamente no cabeçalho de dados existente na respectiva página, é justamente por isso que a propriedade Page_Verify utiliza alguns algoritmos de acordo com a opção escolhida nas configurações e propriedades de um banco de dados, como recurso para garantir em tempo real o menor número de ocorrências ou possíveis falhas que venham a ocasionar uma perda de dados.

Vamos agora conhecer as formas de verificação de páginas de dados e seus respectivos algoritmos.

Formas de Verificação: None, Torn_Page_Detection e CheckSum

Até a versão 2005 SP2 do Microsoft SQL Server tínhamos somente as formas de verificação de páginas de dados None e Torn_Page_Detection, mas este cenário muito e uma nova opção denominada CheckSum foi adicionada, sendo esta então valor padrão para propriedade Page_Verify para bancos de dados com nível de compatibilidade 90 ou superior.

None: Ao escolher esta opção, o Microsoft SQL Server recebe a orientação para que não seja realizado os procedimentos de verificação e correção das páginas lidas durante os atividades de armazenamento de dados.

Logicamente esta é uma opção que não deverá ser utilizada em ambientes que não podemos correr o menor risco possível de aceitar falhas ou perdas de dados, mesmo confiando nas tecnologias de Hardware, estratégias de armazenamento, contingência e retenção de dados, a partir do momento que esta opção for escolhida você estará assumindo o risco.

Torn_Page_Detection: Opção padrão existente na versão 2000 do Microsoft SQL Server. Ao escolher esta opção, estaremos definindo o uso do algoritmo que armazenará em tempo real no cabeçalho de cada página de dados bits que identificam a operação de gravação.

No momento em que esta mesma página é lida de um disco durante a operação de leitura, os bits do cabeçalho da página são comparados àqueles no corpo da página. Caso alguma discrepância venha a ser detectada, esta específica página de dados será em tempo real considerada quebrada (incompleta ou suspeita) e o problema é relatado para um usuário.

Vale destacar que este algoritmo no momento em que uma página de dados esta sendo verificada, realiza o procedimento de duplicação de pequenas porções de bits de dados contidos em seu cabeçalho, algo que não podemos necessariamente relatar como um consumo maior de espaço em disco, na verdade é esta tarefa de duplicação de dados bits de dados utilizada para garantir a consistência da página. Por outro lado, dependendo do tipo de falha que poderá ocorrer alguns erros acabam não sendo detectados, se justamente o bit quebrado é um daqueles que não foram duplicados no cabeçalho da página, o dano não é detectado.

CheckSum: Opção padrão desde o SQL Server 2005 SP3, a partir do momento que esta opção é selecionado, o Microsoft SQL Server estará fazendo uso do algoritmo responsável durante  operação de gravação, realizar uma soma de verificação (CheckSum) que calcula a partir da estrutura completa de uma página de dados um valor a ser armazenado diretamente em seu cabeçalho.

No momento em que a respectiva página de dados é lida a partir de um disco, CheckSum é calculado novamente e comparado com o valor no cabeçalho da página. A idéia é semelhante ao TORN_PAGE_DETECTION, podemos destacar que ambos algoritmos calculam um valor de verificação para uma página e armazenam o resultado no cabeçalho da página, mas CheckSum usa a página inteira para cálculo, ao contrário do TORN_PAGE_DETECTION que utiliza apenas um pequeno número de bits existente na página de dados.

Se compararmos a opção TORN_PAGE_DETECTION com a opção CheckSum, podemos afirmar que o CheckSum apresenta uma forma de análise e verificação de possíveis falhas e erros nas atividades de Input/Output de dados, mais confiável e inteligente, estabelecendo uma cobertura mais precisa que garante uma assertividade maior na identificação de possíveis páginas de dados incompletas, suspeitas ou quebradas.

Agora que conhecemos a propriedade Page_Verify e suas opções, vamos então conhecer de forma prática e entender o comportamento de cada uma delas, realizando assim a análise destacada no início deste post.

Chegou a hora de colocar a mão nos teclados, como de costume teremos um ambiente de testes a ser criado, o que será utilizado como cenário de estudos.

Criando o Ambiente

Em meu ambiente de estudos estou utilizando o Microsoft SQL Server 2017 Enterprise Edition – Cumulative Update 9 e Sistema Operacional Windows 10, fique a vontade para utilizar o melhor cenário possível dentro das suas necessidades.

Como já destacado anteriormente esta análise ou possível cenário de estudo não consiste em afirmar qual é a mais rápida ou melhor forma de verificação de páginas de dados, mas sim demonstrar o quanto uma determinada opção poderá impactar ou influenciar nos custos de processamento de dados nas atividades de leitura e escrita, nesta prática mais especificamente nas atividades de gravação de dados.

Para realizar nossa simples prática, começaremos pela execução do Bloco de Código 1, responsável por criar a seguinte estrutura:

  • Database: TesteDatabasePageVerify;
  • Tables: TabelaPageVerify; e PageVerifyTempoDecorrido.

— Bloco de Código 1 —
— Criando o Banco de Dados TesteDatabasePageVerify —
Create Database TesteDatabasePageVerify
Go

— Acessando o Banco de Dados TesteDatabasePageVerify —
Use TesteDatabasePageVerify
Go

— Criando a Tabela TabelaPageVerify —
Create Table TabelaPageVerify
(Codigo Int Identity(1,1) Not Null Primary Key,
Texto VarChar(10) Not Null,
Quantidade SmallInt Not Null,
ValoresNumericos Numeric(18, 2) Not Null,
DataAtual Date Not Null)
Go

— Criando a Tabela PageVerifyTempoDecorrido —
Create Table PageVerifyTempoDecorrido
(NumeroDaAnalise SmallInt Identity(1,1) Not Null,
TipoDaAnaliseRealizada Varchar(22) Not Null,
HoraInicio Time Not Null,
HoraFim Time Not Null,
HoraDiferenca As (DateDiff(Second, HoraInicio, HoraFim)))
Go

A tabela TabelaPageVerify será utilizada como repositório dos dados que estaremos aleatoriamente gerando como fonte de análise, já a tabela PageVerifyTempoDecorrido terá um papel importante que consiste basicamente em armazenar os dados relacionada a análise realizada, dentre elas o Tipo da Análise, Horário de Início e Fim e a diferença em segundo entre os respectivos horários.

Avançando mais um pouco, vamos agora realizar propriamente a análise para cada uma das opções de verificação de páginas existentes, serão realizadas um total de 10 análises para cada opção e ao fim os dados armazenados na Tabela PageVerifyTempoDecorrido será apresentados como uma fonte de resultando da nossa análise.

Para realizar esta análise utilizaremos o Bloco de Código 2 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 2 —
— Desativando a Contagem de Linhas —
Set NoCount On
Go

— Declarando as variáveis de controle —
Declare @Counter TinyInt = 0,
@Text Char(130),
@Position TinyInt,
@RowCount Int = 100000,
@HoraInicio Time = GetDate(),
@HoraFim Time

Set @Text = ‘0123456789@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ\_abcdefghijklmnopqrstuvwxyzŽŸ¡ÀÁÂÃÄÅÆÇÈÉÊËÌÍÎÏÐÑÒÓÔÕÖÙÚÛÜÝàáâãäåæçèéêëìíîïðñòóôõöùúûüýÿ.;^’ –There are 130 characters in this text–

While @Counter <10 — Definindo a quantidade máxima de testes —
Begin

— Alterando a Propriedade Page_Verify para None —
Alter Database TesteDatabasePageVerify
Set Page_Verify None

— Inserindo a massa de dados na tabela TabelaPageVerify —
While (@RowCount >=1)
Begin

Set @Position=Rand()*130

Insert Into TabelaPageVerify (Texto, Quantidade, ValoresNumericos, DataAtual)
Values(Concat(SubString(@Text,@Position+2,2),SubString(@Text,@Position-4,4),SubString(@Text,@Position+2,4)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

Set @RowCount = @RowCount – 1
End

Set @HoraFim=GetDate()

Insert Into PageVerifyTempoDecorrido (TipoDaAnaliseRealizada , HoraInicio, HoraFim)
Values (‘None’, @HoraInicio, @HoraFim)

— Alterando a Propriedade Page_Verify para Torn_Page_Detection —
Alter Database TesteDatabasePageVerify
Set Page_Verify Torn_Page_Detection

— Inserindo a massa de dados na tabela TabelaPageVerify —
Set @RowCount = 100000
Set @HoraInicio = GetDate()

While (@RowCount >=1)
Begin

Set @Position=Rand()*130

Insert Into TabelaPageVerify (Texto, Quantidade, ValoresNumericos, DataAtual)
Values(Concat(SubString(@Text,@Position+2,2),SubString(@Text,@Position-4,4),SubString(@Text,@Position+2,4)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

Set @RowCount = @RowCount – 1
End

Set @HoraFim=GetDate()

Insert Into PageVerifyTempoDecorrido (TipoDaAnaliseRealizada , HoraInicio, HoraFim)
Values (‘Torn_Page_Detection’, @HoraInicio, @HoraFim)

— Alterando a Propriedade Page_Verify para CheckSum —
Alter Database TesteDatabasePageVerify
Set Page_Verify CheckSum

— Inserindo a massa de dados na tabela TabelaPageVerify —
Set @RowCount = 100000
Set @HoraInicio = GetDate()

While (@RowCount >=1)
Begin

Set @Position=Rand()*130

Insert Into TabelaPageVerify (Texto, Quantidade, ValoresNumericos, DataAtual)
Values(Concat(SubString(@Text,@Position+2,2),SubString(@Text,@Position-4,4),SubString(@Text,@Position+2,4)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

Set @RowCount = @RowCount – 1
End

Set @HoraFim=GetDate()

Insert Into PageVerifyTempoDecorrido (TipoDaAnaliseRealizada , HoraInicio, HoraFim)
Values (‘CheckSum’, @HoraInicio, @HoraFim)

Set @Counter = @Counter + 1
End
Go

Ótimo, após o processamento de nossa análise, gerou a hora de obter o resumo de tempo decorrido de processamento para cada opção, basta executar o Bloco de Código 3 divido em duas partes: Resumo Detalhado e Resumo Sumarizado, conforme declaro abaixo:

— Bloco de Código 3 —
— Parte 1 – Consultando o resumo detalhado —
Select NumeroDaAnalise,
TipoDaAnaliseRealizada,
HoraInicio,
HoraFim,
HoraDiferenca As ‘Segundos’
From PageVerifyTempoDecorrido
Go

A Tabela 1 apresentada a seguir, ilustra o detalhamento de dados coletados durante o processamento do Bloco de Código 2 realizado anteriormente:

Número da Análise Tipo da Análise Hora Início Hora Fim Segundos
1 None 10:45:59.1966667 10:46:51.0566667 52
2 Torn_Page_Detection 10:46:51.0566667 10:47:31.9633333 40
3 CheckSum 10:47:31.9800000 10:48:09.3566667 38
4 None 10:47:31.9800000 10:48:09.3566667 38
5 Torn_Page_Detection 10:48:09.3700000 10:48:38.6800000 29
6 CheckSum 10:48:38.6966667 10:49:13.6800000 35
7 None 10:48:38.6966667 10:49:13.6933333 35
8 Torn_Page_Detection 10:49:13.7133333 10:49:47.5100000 34
9 CheckSum 10:49:47.5100000 10:50:17.3433333 30
10 None 10:49:47.5100000 10:50:17.3600000 30
11 Torn_Page_Detection 10:50:17.3766667 10:50:49.7066667 32
12 CheckSum 10:50:49.7233333 10:51:23.3566667 34
13 None 10:50:49.7233333 10:51:23.3733333 34
14 Torn_Page_Detection 10:51:23.3733333 10:51:54.4200000 31
15 CheckSum 10:51:54.4200000 10:52:29.0466667 35
16 None 10:51:54.4200000 10:52:29.0500000 35
17 Torn_Page_Detection 10:52:29.0666667 10:53:00.8300000 31
18 CheckSum 10:53:00.8466667 10:53:32.1433333 32
19 None 10:53:00.8466667 10:53:32.1600000 32
20 Torn_Page_Detection 10:53:32.1766667 10:54:06.6466667 34
21 CheckSum 10:54:06.6633333 10:54:36.9400000 30
22 None 10:54:06.6633333 10:54:36.9400000 30
23 Torn_Page_Detection 10:54:36.9566667 10:55:09.7533333 33
24 CheckSum 10:55:09.7700000 10:55:41.8866667 32
25 None 10:55:09.7700000 10:55:41.8866667 32
26 Torn_Page_Detection 10:55:41.9033333 10:56:15.0166667 34
27 CheckSum 10:56:15.0166667 10:56:45.6966667 30
28 None 10:56:15.0166667 10:56:45.7133333 30
29 Torn_Page_Detection 10:56:45.7133333 10:57:21.7900000 36
30 CheckSum 10:57:21.7933333 10:57:54.8433333 33

Tabela 1 – Detalhamento de dados coletados após o processamento do Bloco de Código 2.

— Parte 2 – Consultando o resumo sumarizado —
Select TipoDaAnaliseRealizada,
Avg(HoraDiferenca) As ‘Média em segundos’
From PageVerifyTempoDecorrido
Group By TipoDaAnaliseRealizada
Order By ‘Média em segundos’ Desc
Go

A Tabela 2 apresentada a seguir, ilustra o dados coletados durante o processamento do Bloco de Código 2 realizado anteriormente de forma sumarizada com o cálculo da média de segundos gastos para o processamento de cada opção de verificação de páginas:

Tipo da Análise Média em segundos
None 34
Torn_Page_Detection 33
CheckSum 32

Tabela 2 – Dados sumarizados após o processamento do Bloco de Código 2.

Falta só um pouco, o último passo que iremos realizar, consiste na apresentação do Sumário de processamento em segundos demandado por cada algoritmo de verificação de páginas, através da execução do Bloco de Código 4, sendo que o mesmo apresentará os seguintes resultados:

  • Média de processamento em segundos;
  • Menor tempo de processamento em segundos;
  • Maior tempo de processamento em segundos; e
  • Somatória total do tempo de processamento.

— Bloco de Código 4 —
— Pivot —
Select ‘Média de processamento…..’ As ‘Sumário por segundos’, [None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum]
From (Select TipoDaAnaliseRealizada,
HoraDiferenca
From PageVerifyTempoDecorrido
) As A
Pivot (Avg(HoraDiferenca) For TipoDaAnaliseRealizada In ([None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum])) As Pvt
Union All
Select ‘Menor tempo de processamento…..’, [None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum]
From (Select TipoDaAnaliseRealizada,
HoraDiferenca
From PageVerifyTempoDecorrido
) As A
Pivot (Min(HoraDiferenca) For TipoDaAnaliseRealizada In ([None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum])) As Pvt
Union All
Select ‘Maior tempo de processamento…..’, [None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum]
From (Select TipoDaAnaliseRealizada,
HoraDiferenca
From PageVerifyTempoDecorrido
) As A
Pivot (Max(HoraDiferenca) For TipoDaAnaliseRealizada In ([None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum])) As Pvt
Union All
Select ‘Somatória do tempo de processamento…..’, [None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum]
From (Select TipoDaAnaliseRealizada,
HoraDiferenca
From PageVerifyTempoDecorrido
) As A
Pivot (Sum(HoraDiferenca) For TipoDaAnaliseRealizada In ([None],[Torn_Page_Detection],[CheckSum])) As Pvt
Go

A Tabela 3 apresentada a seguir, ilustra o dados coletados durante o processamento do Bloco de Código 4, sumarizados e estruturados através do uso de Pivot:

Sumário por segundos None Torn_Page_Detection CheckSum
Média de processamento….. 34 33 32
Menor tempo de processamento….. 30 29 30
Maior tempo de processamento….. 52 40 38
Somatória do tempo de processamento….. 348 334 329

Tabela 3 – Dados sumarizados e apresentados em formato de Pivot após o processamento do Bloco de Código 4.

Agora sim, chegamos ao final. Ufa deu um pouco de trabalho este post, como de costume, mesmo assim sempre vale a pena poder compartilhar um pouco do conhecimento e experiências adquiridas ao longo dos anos de trabalho como DBA e Professor.

Espero que você tenha gostado, eu posso dizer que sim, mas sua opinião é muito importante.


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/create-database-transact-sql?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/alter-database-transact-sql?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/policy-based-management/set-the-page-verify-database-option-to-checksum?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/databases/database-properties-options-page?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/backup-restore/manage-the-suspect-pages-table-sql-server?view=sql-server-2017

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/05/28/21-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/12/20-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/02/19-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/15/18-para-que-serve/

Conclusão

Pensar na melhor forma para se armazenar um dado em uma respectiva tabela, vai muito além de escolher o tipo de dados mais indicado, temos também que procurar conhecer cada vez mais as propriedades de definem a estrutura e comportamento de um banco de dados, visando sempre garantir a melhor forma de armazenar, coletar e garantir que nossos servidores, aplicações e usuários possam fazer uso desta tão importante matéria prima utilizada pelas organizações, os dados que estão guardados em nossos bancos dados.

Neste post, você pode conhecer uma mais sobre a propriedade de banco de dados Page_Verify e suas opções: None, Torn_Page_Detection e CheckSum. Propriedade que desempenha um papel de extrema importância no que diz respeita a garantir que nossos dados estão armazenados de forma integra e confiável.

Realizamos uma simples análise para elucidar como estas opções podem influenciar no comportamento do Database Engine e também no Storage Engine, conhecemos também como cada opção desempenha o papel de verificar a estrutura física e lógica das páginas de dados que formam nossas tabelas, fazendo uso de algoritmos que gravam diretamente bits nos cabeçalhos destas mesma páginas, como fonte de identificação para tentar garantir que sua estrutura esta integra e confiável.

Mais uma vez destaco que este o estudo realizado no cenário apresentando neste post, não tem a finalidade de mostrar qual opção é mais rápida, mas sim demonstrar como em alguns momento a opção Torn_Page_Detection em comparação com a CheckSum pode ser mais vantajosa ou não, sabendo que a opção None não é recomendada para fiz corporativos.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, que desde suas primeiras versões nos apresenta inúmeras possibilidade de se aprender, possibilitando usar o passado como fonte de inspiração para construção de um futuro melhor, por isso que a cada dia eu me apaixono ainda mais por este produto…

Vai SQL Server, Vai SQL Server….

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua ilustre visita, sinto-me honrado com sua presença, espero que este conteúdo possa lhe ajudar e ser útil em suas atividades profissionais e acadêmicas.

Um forte abraço, até o próximo post da sessão Para que serve a ser publicado no mês novembro.

Um grande abraço e ótima semana.

Valeu.