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Nova versão do Microsoft SQL Server Data Tools para Visual Studio 2017


O Microsoft SQL Server Data Tools v15.7.0 é uma ferramenta de desenvolvimento moderna disponível gratuitamente pela Microsoft, que permite o desenvolvimento de bancos de dados relacionais do SQL Server, bancos de dados SQL do Azure, projetos de integração de dados através do Integration Services, projetos e modelos de dados do Analysis Services e relatórios do Reporting Services.

Através do SQL Server Data Tools, você pode criar e implementar qualquer projeto relacionado ao Microsoft SQL Server com a mesma facilidade com que desenvolve um aplicativo no Visual Studio.

Caso deseje instalar o SQL Server Data Tools de forma integrada ao Visual Studio, selecione o setup de instalação do Visual Studio 2017 a opção Data Storage and Processing, conforme apresenta a Figura 1 abaixo:

Sql Dt 157 02Figura 1 – Instalação do SSDT de forma integrada com o Visual Studio 2017.

Você pode também instalar esta nova versão do SSDT em seu ambiente, mesmo que uma instância do Visual Studio 2017 esteja instalada, logo após a iniciação do setup do instalação, o instalador do SSDT irá identificar se já existe uma instância do Visual Studio instalada em seu máquina, como também, lhe permitira realizar uma nova instalação de acordo com o conjunto de serviços a serem escolhidos.

O SQL Server Data Tools v15.7.0 para Visual Studio 2017 está disponível para download aqui, o mesmo é compatível com as versões Windows 7 SP1, Windows 8.1, Windows 10, Windows Server 2012 R2 e Windows Server 2016, para os seguintes idiomas:

Chinês (República Popular da China) | Chinês (Taiwan) | Inglês (Estados Unidos) | Francês | Alemão | Italiano | Japonês | Coreano | Português (Brasil) | Russo | Espanhol.

O changelog publicado pela Microsoft, destaca que a versão 15.7.0 do SQL Server Data Tools para Visual Studio 2017 apresenta diversas correções para múltiplos bugs.

A lista de problemas apresentados no changelog, inclui entre os mais diversos bugs um em específico que afeta o SSIS Execute Package Task, fazendo que esta funcionalidade não suporte a depuração quando o valor do parâmetro ExecuteOutOfProcess quando o mesmo esta configurado como  como True.

Para maiores informações sobre o SQL Server Data Tools podem ser encontradas através do link: https://docs.microsoft.com/en-us/sql/ssdt/download-sql-server-data-tools-ssdt?view=sql-server-2017#ssdt-for-vs-2017-standalone-installer

Observação: Segundo a documentação Microsoft, antes de realizar o processo de instalação do SQL Server Data Tools v15.7.0 para Visual Studio 2017, desinstale as extensões “Projetos do Microsoft Analysis Services” e “Projetos do Microsoft Reporting Services”, caso eles já estejam instalados no Visual Studio 2017.

Além disso, é obrigatório que nenhuma instância do Visual Studio encontre-se em execução durante o processo de instalação.

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft – Docs SQL SSDT (SQL Server Data Tools).

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Programa Microsoft para Startups


A Microsoft realizou ontem dia 14/02 o anúncio do programa Microsoft para Startups, que oferece acesso a negócios, tecnologia e benefícios da comunidade e que ajuda as empresas iniciantes a expandir sua base de clientes e a receita, construir uma plataforma confiável que cresça com elas e conectar-se à sua comunidade e clientes.

A empresa alocará US$ 500 milhões nos próximos dois anos para oferecer opções de covenda para startups, além do acesso à tecnologia da Microsoft e novos espaços comunitários que promovam a colaboração dentro dos ecossistemas locais. Startups são um motor de inovação indiscutível, e a Microsoft está em parceria com fundadores e investidores para ajudar a acelerar seu crescimento. Este novo programa foi projetado para ajudar as startups em ações relacionadas á:

Vender para novos clientes, setores e mercados
O programa Microsoft para Startups possui uma abordagem única que liga startups a clientes. A Microsoft possui mais de 30.000 representantes de vendas e 800.000 parceiros cujo objetivo é impulsionar a adoção de soluções de nuvem da Microsoft em empresas de todos os tamanhos e setores em todo o mundo. O programa fornece recursos que preparam suas equipes de marketing e vendas para atender aos padrões dos clientes corporativos e, em seguida, permitir que eles vendam para essas organizações em parceria com a vasta organização de vendas da Microsoft e o ecossistema parceiro.

 

Microsoft anuncia o programa Microsoft para Startups

Inovar rapidamente com o acesso a ferramentas confiáveis ​​de tecnologia, suporte e desenvolvimento
O programa oferece às startups até US$ 120 mil em créditos gratuitos de Azure, suporte técnico de nível empresarial e ferramentas de desenvolvimento para ajudá-los a criar soluções inovadoras na nuvem utilizada ​​por 90% das empresas do ranking Fortune 500.

Acessar os recursos certos no momento certo
O Microsoft para Startups ajuda empresas iniciantes em todas as etapas em ecossistemas de todo o mundo:

Microsoft Reactors são espaços físicos onde empresários, desenvolvedores, investidores e a comunidade empresarial podem se unir para interagir, aprender e compartilhar. Durante o próximo mês, abriremos as portas nos novos espaços Microsoft Reactor em Londres, Sydney, Tel Aviv, Berlim, Xangai e Pequim. Esses espaços somam-se a nossos locais existentes em Redmond, Seattle, San Francisco e Nova York.

– Acesso ao Microsoft ScaleUp (antigo Microsoft Accelerators), ajudando as startups de série A e posterior a se ajustar ao mercado de produtos, aprimorar suas infraestruturas e construir seus negócios usando os serviços Azure e Microsoft Dynamics.

– Conexões com a Microsoft Ventures, equipe estratégica de investimento em capital de risco da Microsoft, cuja missão é ser um parceiro ativo em estágios-chave do crescimento de uma empresa, normalmente investindo entre as séries A e D.

As startups nos inspiram a ir além do possível e construir produtos que melhoram nossas vidas pessoais e profissionais. A Microsoft está animada para se associar a startups para capacitar cada pessoa e organização no planeta.

Para maiores informações acesse: startups.microsoft.com.

Fontes e Direitos Autorais: https://startups.microsoft.com/en-us/ – 14/02/2018.

Projeto criminaliza invasão de computador


São Paulo – Estimulados pelo episódio envolvendo a atriz Carolina Dieckmann, os deputados aprovaram nesta terça-feira projeto tornando crime invasão de computadores, violação de senhas, obtenção de dados sem autorização, a ação de crackers e a clonagem de cartão de crédito ou de débito – os chamados cibercrimes. Fotos da atriz nua foram furtadas e vazadas na internet e teriam chegados a sites pornográficos.

“O projeto criminaliza o uso indevido da internet. Ele vai permitir punir atos como os que atingiram Carolina Dieckmann. O projeto vai produzir uma transformação importante no uso da internet no Brasil”, comemorou o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS). Ele comandou uma votação relâmpago, que durou menos de cinco minutos, surpreendendo os autores e relatores do projeto, que ainda discutiam algumas pequenas alterações no texto.

O projeto segue para votação no Senado. “O crime de phishing, que teria acontecido com a atriz, será punido no nosso projeto”, afirmou o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), um dos autores da proposta aprovada. O chamado phishing é o envio de mensagens de spam contendo links para sites falsos que ao serem acessados baixam programas no computador alheio, permitindo devassar dados.

O texto aprovado prevê prisão de três meses a um ano para quem “devassar dispositivo informático alheio, conectado ou não a rede de computadores, mediante violação indevida de mecanismo de segurança e com o fim de obter, adulterar ou destruir dados ou informações sem autorização expressa ou tácita do titular do dispositivo, instalar vulnerabilidades ou obter vantagem ilícita”.

A mesma pena é aplicada para quem produz, oferece, distribui, vende ou difunde programa de computador com o intuito de permitir a invasão de computador alheio. A pena será maior – prisão de seis meses a dois anos – se a invasão resultar em obtenção de conteúdo de comunicações eletrônicas privadas, segredos comerciais e industriais e informações sigilosas.

A pena aumenta de um terço à metade se o crime for praticado contra os presidentes dos três Poderes nos três níveis – federal estadual e municipal. No caso de falsificação de documentos, como cartão de crédito e de débito, a pena é de prisão de um a cinco anos e multa.

O deputado Eduardo Azeredo (PSDB-MG), autor de outro projeto tratando de crimes da internet, reclamou. Ele queria que o texto de sua autoria, tramitando na Comissão de Ciência e Tecnologia, fosse votado primeiro. “Há pressão para votar por causa da Carolina Dieckmann.

É uma vaidade política querer aprovar esse projeto (o do deputado Paulo Teixeira). O governo quer mostrar ação, mas de uma maneira ineficaz”, disse Azeredo. O projeto do tucano é polêmico e abre brecha para punir ações cotidianas e corriqueiras de usuários da rede de computadores.

Fontes e Direitos Autorais:  • Quarta-feira, 16 de maio de 2012 – 11h03.