Material de Apoio – Abril 2020

Material de Apoio número 167….


Bom dia, bom dia, bom dia…

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Material de Apoio.

Como tem passou estes dias desde o nosso último post? Tenho a noção que não esta sendo fácil aguentar esta quarentena, não é mesmo! Todavia é o melhor que podemos fazer, ficar em casa nos cuidando e principalmente evitando que esta doença possa se espalhar ainda mais.

Pensando neste atual cenário, estou mais uma vez aqui no meu blog, neste sábado dia 18/04, o qual representa o meu 34º (Trigéssimo quarto) dia de quarentena, com o objetivo de empenhar-se para encontrar uma maneira de lhe auxiliar a passar o tempo, em adicional propor uma forma de renovar o aprendizado.

Introdução

Você vai encontrar em cada post desta sessão uma imagem que representa não exatamente o conteúdo do post, mas sim a época, período ou estação do ano em que o mesmo foi publicado, uma forma diferente e até mesmo divertida que encontrei para tentar te ajudar a se lembrar do que você acessou em mais esta visita.

Essa não é uma sugestão minha, tenho sempre recebido e-mails de visitantes que estavam gostando do conteúdo do post, mas as vezes não conseguiam se lembrar o que havia sido acessado, foi ai que pensei em adicionar uma imagem, figura ou símbolo que traga uma certa lembrança mais rápido e fácil ao visitante.

Para o post de hoje, nada mais coerente do que adicionar uma que representa a quarentena que estamos vivendo, a qual seria o símbolo que identificada o risco de morte,  denominada Figura 1 apresentada a seguir:

Image result for quarentenaFigura 1 – Símbolo que representa conteúdo compartilhado no post 167.

O post de hoje

Representa o primeiro post desta sessão no ano de 2020 e de número 167 no total da mesma.

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Todos os arquivos compartilhados neste post, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA e atualmente como Professor de Banco de Dados, foram concebidos com base nas atividades realizadas mediantes aos meus estudos e consultorias aplicadas ao Microsoft SQL Server em seus mais diversos recursos e funcionalidades.

Destaco que os arquivos a seguir, não necessariamente representam a melhor solução, na verdade os respectivos códigos e scripts satisfazem um possível entendimento da minha parte de acordo com o cenário ao qual o mesmo foi analisado e implementado.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados com os seguintes temas:

° Anexar arquivos;
° Banco de Dados;
° Cálculo de Juros;
° Cláusula From;
° Cláusula Order By;
° Cláusula Where;
° Comando Begin;
° Comando Begin Try;
° Comando Close;
° Comando Create Procedure;
° Comando Deallocate;
° Comando Declare;
° Comando Delete;
° Comando End Try;
° Comando Exec;
° Comando Fetch Next;
° Comando Insert;
° Comando Print;
° Comando Return;
° Comando Select;
° Comando Top;
° Comando Update;
° Comando Use;
° Cursor;
° Dias de Atraso;
° Diretiva Set NoCount;
° Extended Stored Procedure;
° Information_Schema;
° INFORMATION_SCHEMA.TABLES;
° Junções Inner Join;
° Nome de Colunas;
° Nome de Tabelas;
° Operador Lógico Condicional And;
° Operador Lógico Condicional IF;
° Operador Lógico Condicional Or;
° Operador Lógico Condicional While;
° Parcelas;
° SP_ExecuteSQL;
° System Function Concat();
° System Function DatabasePropertyEx();
° System Function IsNull;
° System Function Lower();
° System Function RTrim();
° System Stored Procedure;
° System Stored Procedure SP_Attach_Single_File_DB;
° Tipo de Dados NVarchar();
° Variáveis;
° Visão de Sistema Sys.Databases; e
° XP_CMDShell.

Espero que este conteúdo possa lhe ajudar em seus atividades profissionais e acadêmicas. Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .docx ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql ou abrir em algum editor de texto similar ao Notepad.

Material de Apoio

1 – Material de Apoio – Abril 2020 – Simulando a Somatória entre Data e Hora entre Compatibility_Levels diferentes.sql

2 – Material de Apoio – Abril 2020 – Identificando o horário de inicialização do Sistema Operacional.sql

3 – Material de Apoio – Abril 2020 – Simulando movimentação de estoque de acordo com o código e indicador de movimentação.sql

4 – Material de Apoio – Abril 2020 – Trazendo o nome da tabela armazenada na Information_Schema + Colunas.sql

5 – Material de Apoio – Abril 2020 – Anexando diversos arquivos de bancos de dados via linha de comando.sql

6 – Material de Apoio – Abril 2020 – Calculando o Juros Percentual com base na quantidade de dias de atraso.sql


Fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos, aproveite se possível deixe seu comentário, críticas, sugestões e observações.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/12/20/material-de-apoio-dezembro-2019/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/10/16/material-de-apoio-outubro-2019/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/08/20/material-de-apoio-agosto-2019/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/06/25/material-de-apoio-junho-2019/


Feedback

Espero que você esteja gostando do conteúdo aqui disponibilizado, como também, possa me ajudar a torná-lo ainda melhor no decorrer do tempo com a sua participação, preenchendo o formulário abaixo:


Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, sinto-me honrado e orgulhoso de contar com a sua presença.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, o próximo post desta sessão será publicado no mês de junho de 2020.

Fique em casa, cuide de você e de sua família, continue aproveitando cada momento da sua vida, desfrutando com muita sabedoria, galeria e esperança.

Até mais.

Aliado ao planejamento estratégico, uso de informações coletadas por sistemas de análise podem fornecer ajuda crítica a companhias

Celso Oliveira é country manager da MicroStrategy Brasil, destaca como os dados aliados em meio à crise do coronavírus podem ajudar as empresas e seus sistemas


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À medida que a pandemia de coronavírus continua a se espalhar, empresas e órgãos do setor público enfrentam o grande desafio de proteger a saúde de seus funcionários e, ao mesmo tempo, manter a eficácia operacional de seus programas de prevenção e atendimento.

Vou me ater aqui, principalmente, às entidades da área de saúde, que precisam tomar medidas proativas para reduzir o impacto da pandemia em suas operações, que são fundamentais para o bom andamento do atendimento à população. Porém, vale ressaltar que isso também se estende às empresas em geral.

Cada organização deve fazer uma avaliação da sua realidade operacional para estar preparada e se antecipar às mudanças no seu ambiente, agindo proativamente e de forma rápida em cenários como o que estamos vivenciando.

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Pesquisadores paranaenses desenvolvem leite materno em pó

Pesquisa realizada na Universidade Estadual de Maringá (UEM) mostra que produto em pó não perde nutrientes e se torna alternativa mais econômica e sustentável para bancos de leite.


Com grande capacidade nutritiva e reconhecido pela importância no desenvolvimento físico e cognitivo, o leite materno é um alimento de ouro para bebês, principalmente, para recém-nascidos.

Não é à toa que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o leite materno seja o único alimento oferecido para os bebês até os seis meses de vida. Depois, quando se inicia a introdução alimentar, o leite materno deve ser mantido até a criança completar, pelo menos, os dois anos.

O valor, tanto emocional quanto físico, do leite materno levou pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, a estudarem e desenvolverem um método capaz de transformar o líquido em pó sem desperdiçar os principais nutrientes.

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Identificada proteína que transporta a coronavírus

Uma equipe de cientistas chineses identificou a estrutura completa da proteína ACE2, que o coronavírus usa para entrar nas células humanas, o que pode facilitar o desenvolvimento de possíveis terapias antivirais.


O estudo, publicado na revista científica Science, é assinado por investigadores de três instituições da China, país onde o coronavírus, que provoca a doença Covid-19, foi detectado pela primeira vez, no fim do ano passado.

“A nossa descoberta não só ajuda a compreender a mecânica da infecção viral” como também “facilita o desenvolvimento de técnicas de detecção do vírus e possíveis terapias antivirais”, dizem os autores do estudo, citados na revista.

A equipe, liderada por Renhong Yan, do Instituto Westlake de Estudos Avançados, analisou e descreveu a estrutura da proteína ACE2, que não se conhecia totalmente até agora.

É a proteína ACE2 que o novo coronavírus “sequestra” para entrar nas células humanas.

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Microsoft informa que vai retirar do meio ambiente todo seu carbono emitido

Plano da empresa envolve se tornar carbono negativa até 2030 e retirar todo o carbono emitido por ela desde 1975


A Microsoft anunciou nesta quinta-feira (16), durante evento no seu campus em Redmond, Washington, metas para se tornar carbono negativa até 2030. Além disso, o projeto aponta que até 2050 a empresa deverá remover do meio ambiente todo o carbono emitido por ela desde sua fundação, em 1975.

Brad Smith with Amy Hood and Satya Nadella

As metas foram apresentadas pelo CEO da empresa, Satya Nadella, o presidente Brad Smith, a CFO Amy Hood, e o diretor ambiental Lucas Joppa.

Em publicação no blog oficial, Smith detalhou o plano da Microsoft e a preocupação com o meio ambiente. “Se não reduzirmos as emissões e as temperaturas continuarem subindo, a ciência nos diz que os resultados serão catastróficos”, disse o executivo.

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Microsoft anuncia modo escuro no OneNote e melhorias na navegação

Nossas retinas estão finalmente seguras.


O OneNote é um programa de anotações incrivelmente popular da Microsoft que é usado por milhões de clientes em todo o mundo. Enquanto o OneNote apresenta uma variedade de ferramentas como a capacidade de desenhar, o mesmo ainda não se sente uma ferramenta  unificada ou até mesmo integrado com o sistema operacional de um certo modo.

Repare no seguinte cenário, observe que sempre ao acessar o OneNote, o mesmo apresenta um ambiente totalmente brilhante, isso ao longo do seu uso, pode tornar seu usabilidade um pouco cansativa, e não só isso, este brilho pode gerar possível danos as nossas retinas.

Desta maneira, o aplicativo é sempre incrivelmente brilhante, não importa se o seu sistema operacional é personalizado para ir fácil sobre os olhos. Felizmente, isso está prestes a mudar muito em breve.

De acordo com um relatório da aggiornamenti Lumia, a Microsoft está adicionando um tema escuro para o OneNote em seus próximas atualizações. Não é claro quando esse recurso será liberado, mas parece que ele já está rolando para um seleto grupo de insiders do Windows na atual fase de testes.

A Figura 1 abaixo ilustre o OneNote em modo escuro (Dark Mode):Figura 1 – Visual do OneNote em uso apresentando o Dark Mode.

Além do modo escuro, o OneNote parece estar recebendo navegação melhorada. Segundo o Vice-Presidente da Microsoft Laura Buttler informou em uma nota: “um novo conjunto de aprimoramentos foram adicionados, permitindo assim estabelecer a navegação melhorada”,  outros indícios destes possíveis aprimoramentos também foi encontrar em imagens recentes publicadas no Twitter.

Esperemos que as alterações irão tornar o OneNote ainda mais fácil de usar,  o qual está disponível em uma variedade de plataformas do Windows para o Mac, por isso é uma ferramenta bastante versátil.

Fonte e Direitos Autorais: Windows Central – Asher Madan  – 06/02/2019.
Leia na integra acessando: https://www.windowscentral.com/onenote-gets-dark-mode-and-improved-navigation-soon

Mudanças climáticas não são causadas só pelo homem


Mudança climática

Todas as pessoas serão atingidas pelas mudanças climáticas. Essa é a principal mensagem da segunda parte do mais recente relatório divulgado pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).

O capítulo 18 do documento é dedicado a compreender as causas das mudanças observadas – sejam elas devidas ao aquecimento global ou a outras forças. Segundo a professora da Universidade de São Paulo (USP) Maria Assunção Silva Dias, uma das principais autoras do capítulo, entender quais são os responsáveis pelas mudanças de hoje é a melhor forma de se preparar para o futuro.

Leia, abaixo, a continuação da entrevista exclusiva que o Planeta Sustentável fez com a pesquisadora.

Quais são os maiores desafios ao detectar os impactos das mudanças climáticas?
Os grandes desafios são analisar os dados de forma a separar o que é causado pelo aquecimento global e o que tem a ver com outros fatores.

Se você analisar a temperatura de uma cidade como São Paulo, por exemplo, verá que ela aumentou bastante durante os últimos cem anos, porque a cidade cresceu. Quanto disso é devido ao aquecimento global? Apenas uma pequena parcela. Quanto é influência do crescimento da cidade?

O maior desafio é separar, é dizer qual é a parcela que cabe a cada um dos possíveis fatores.

É possível atribuir um único evento, como um surto de doença ou a extinção de uma espécie, à mudança do clima?
No caso das doenças, é difícil, porque há uma variabilidade grande e há uma grande dependência do clima. Dengue é um exemplo disso. Se você tem períodos quentes e muita chuva, aumenta a incidência de dengue. Mas isso acontece com variabilidade de um ano para outro, porque há anos mais chuvosos e outros menos. A tendência do longo prazo que é possível detectar mistura tudo isso.

Aliás, mistura também as medidas que podem ter sido tomadas para diminuir a incidência de dengue. Se todas as campanhas de conscientização da população – como as que dizem para não deixar a água parada – forem bem sucedidas, por exemplo, terão efeito na redução da incidência da doença. Ao verificar os dados e ver que a dengue diminuiu, é preciso saber se foi por causa da campanha.

Quanto à extinção de espécies, dou mais um exemplo: nas regiões costeiras há lugares em que houve emissão submarina de esgoto, o que causa um dano enorme para a população de peixes. Então, ao analisar os dados, verifica-se que a população de peixes diminuiu. Mas é porque o mar está mais quente, porque a poluição está matando os peixes ou é porque a pesca predatória está reduzindo a população?

Todos esses aspectos são levados em conta e só se chega a uma conclusão de que houve, de fato, um impacto da mudança do clima em um determinado setor quando você descarta os outros efeitos que poderiam explicá-lo.

Por que é importante avaliar todos os aspectos das alterações climáticas e não apenas impactos da mudança do clima antropogênica?
Porque boa parte da variabilidade que vemos no clima é atribuída a causas naturais. É preciso olhar para o passado da Terra – não precisa nem ir muito longe, de centenas de anos a mil anos basta – para ver que houve diferentes situações de desequilíbrios climáticos. O problema é que ficamos muito focados apenas nos últimos anos, lembrando só dos anos recentes, de quando éramos crianças.

Na verdade, é preciso olhar numa escala muito maior, porque o clima é variável, não é fixo. Nunca foi constante em lugar algum da Terra. Então, não se podem atribuir de cara à mudança climática provocada pelo homem as coisas que estamos vendo hoje.

Fontes e Direitos Autorais: , de Planeta Sustentável – 02/05/2014 11h02 – Atualizado em 02/05/2014 11h03.

Apenas um gene permite ao mosquito resistência aos inseticidas


malaria

Apenas um gene mutante é suficiente para dar ao mosquitos resistência ao DDT e a outros tipos de inseticidas utilizados para combater a malária, revelaram cientistas britânicos na edição desta terça-feira da revista Genome Biology.

“Encontramos uma população de mosquitos totalmente resistente, e não apenas ao DDT, mas também aos pyrethroids”, outra classe de inseticida geralmente utilizada contra a malária. “Então partimos para elucidar os mecanismos moleculares que permitiam tal resistência”, explicou Dr Charles Wondji, da Escola de Medicina Tropical de Liverpool.

Os mosquitos anopheles são o vetor da malária, que mata a cada ano centenas de milhares de pessoas, particularmente na África. A principal estratégia de combate à doença é a erradicação do mosquito por meio da pulverização de inseticidas, algo que esbarra na resistência genética do inseto.

Os pesquisadores britânicos começaram por identificar, em uma região do Benin, os anopheles resistentes aos dois tipos de inseticida e compararam seu genoma ao de mosquitos que não desenvolveram resistência.

O procedimento permitiu identificar um gene – batizado de “GSTe2” – particularmente ativo entre os mosquitos do Benin.

Análises posteriores revelaram que apenas uma mutação do GSTe2 (“L119F”) era suficiente para dar resistência aos mosquitos diante das duas classes de inseticidas.

Os pesquisadores elaboraram então um teste de DNA para evidenciar a presença desta mutação e a aplicaram em diversas populações de mosquitos, em todo o mundo, confirmando que os insetos resistentes ao DDT são portadores da mutação, e os demais, não.

Em seguida, os pesquisadores analisaram a proteína ligada ao GSTe2 – em um exame de cristalografia de raio X – e puderam compreender como ela permite aos mosquitos resistir aos inseticidas decompondo as moléculas de DDT para transformá-las em substâncias inofensivas.

Para confirmar que apenas a presença desta mutação genética é suficiente para proteger os mosquitos contra os inseticidas, os pesquisadores introduziram o GSTe2 mutante em moscas drosófilas, que também desenvolveram resistência.

“Pela primeira vez, identificamos os marcadores moleculares da resistência destes mosquitos e concebemos um teste de DNA. Estas medidas permitirão o desenvolvimento dos programas de controle de mosquitos (…) e evitarão que tais genes (mutantes) sejam transmitidos a outras populações”, resumiu o Dr Wondji.

Fontes e Direitos Autorais: AFP – 25/02/2014 10h37.

Novo coquetel da aids chega ao SUS em março


teste hiv

O medicamento que associa tenofovir e lamivudina, combinação de duas drogas usadas para tratamento de pacientes com aids, deverá começar a ser distribuído pelo governo no próximo mês. Este é o tempo estimado para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) conceda o registro de produção para Farmanguinhos, laboratório público que, ao lado da empresa Blanver, vai fabricar o remédio no País.

Combinações de medicamentos para aids são recomendadas pela Organização Mundial da Saúde para melhorar a adesão ao tratamento e garantir melhor qualidade de vida para pacientes. Terapias para soropositivos são feitas a partir da indicação de várias drogas, prática que no passado ganhou o apelido de “coquetel”. Pacientes podem ingerir até mais de dez comprimidos diferentes por vez. “Daí a importância das associações. Elas trazem menos incômodos, tornam a vida do paciente mais prática”, afirma a infectologista Lígia Raquel Brito.

A chegada do medicamento combinado no SUS é aguardada há tempos. “Sou questionada com frequência pelos pacientes. O anúncio do projeto gerou muita expectativa entre eles”, completa. Atualmente, dos 310 mil soropositivos em tratamento do SUS, 73 mil usam em seu esquema terapêutico tenofovir e lamivudina.

Parceria

Divulgada em 2012, a parceria para desenvolvimento da droga previa, de acordo o presidente da Blanver, Sergio Frangioni, a oferta do produto no segundo semestre do ano passado. Ele conta que a empresa depositou o pedido de registro da droga na Anvisa em outubro de 2012. A autorização foi concedida em dezembro.

“Já há condições para produção, entrega da droga para o Ministério da Saúde. Mas não recebemos por enquanto nenhuma sinalização”, conta Frangioni. Para que isso seja feito, é preciso que Farmanguinhos também seja liberada pela Anvisa para a execução do projeto. “Entendemos a expectativa. Mas o desejo empresarial não pode se sobrepor à segurança e à certeza de eficácia do medicamento”, afirmou o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Carlos Gadelha.

O laboratório Blanver foi responsável por desenvolver a combinação. No acordo de transferência de tecnologia, a empresa fica encarregada de, progressivamente, repassar a técnica de produção para Farmanguinhos. Em troca, a Blanver tem a garantia que, ao longo de cinco anos, será o único a vender ao governo. A associação dos medicamentos foi anunciada como uma promessa de economia. A estimativa era de que o preço fosse 20% inferior ao que é pago pelo governo na aquisição de tenofovir e lamivudina, separadamente.

 Fontes e Direitos Autorais:  Estadão – 25/02/2014 09h41.

Exame de sangue pode ajudar a detectar câncer de pulmão


Washington – Um exame de sangue experimental demonstrou ser promissor para a detecção do câncer de pulmão em estágio inicial e poderá ser um instrumento de diagnóstico mais preciso do que os escâneres e as biópsias invasivas, disseram pesquisadores esta quarta-feira.

Só um em cada cinco pacientes submetidos a cirurgia ou biópsia de uma pequena massa pulmonar detectada durante escâner de tomografia computadorizada (TC) pode realmente ter câncer e os especialistas afirmam que há grande necessidade de uma tecnologia melhor.

“Levando em conta que os oncologistas recorrem frequentemente a biópsias e intervenções cirúrgicas que comportam riscos para determinar a natureza de uma lesão, há necessidade de (métodos de) diagnósticos que permitam evitar estes procedimentos”, destacou o pneumonologista Kenneth Fang, responsável pela divisão médica da Integrated Diagnostics (Indi), laboratório americano que patenteou o teste e co-autor do estudo.

O câncer de pulmão, o mais comum no mundo e um dos mais perigosos, mata 1,3 milhão de pessoas a cada ano segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O tabagismo é a causa principal.

A prova experimental, descrita em um estudo na revista Science Translational Medicine, foi aplicada em 143 pacientes em três lugares diferentes dos Estados Unidos.

Todos os pacientes tinham pequenas massas chamadas nódulos nos pulmões. Alguns apresentavam câncer em estágio 1, em outros casos tratou-se de tumores benignos.

A partir da identificação de 13 proteínas no plasma, o teste pôde determinar de forma precisa se os nódulos eram benignos em 90% dos casos. A prova se apoia em bioinformática, que permite analisar simultaneamente 371 potenciais marcadores de câncer de pulmão.

Versão comercial prevista nos Estados Unidos este ano

“O estudo sugere ser possível detectar a assinatura molecular do câncer de pulmão ao medir a presença de múltiplas proteínas no sangue de um paciente”, explica Paul Kerney, encarregado científico de Indi e um dos principais autores do estudo.

Os pesquisadores a cargo do projeto procedem do Centro Médico Langone, da Universidade de Nova York, a Escola de Medicina Perelman da Universidade da Pensilvânia e o Centro Médico da Universidade Vanderbilt.

“Os médicos que tratam estes casos têm com frequência muitas dificuldades em decidir os passos a seguir, após terem detectado um nódulo no pulmão de um paciente, vista a dificuldade de saber se esta lesão representa ou não risco de ser cancerosa”, diz Fang.

Um porta-voz da companhia declarou à AFP que uma versão comercial do teste deve estar disponível nos Estados Unidos este ano. Seu preço ainda não foi determinado, disse.

Os nódulos de pulmão costumam ter entre 5 e 25 milímetros de comprimento. Os maiores têm mais possibilidades de ser cancerosos do que os menores.

O procedimento padrão de tratamento atual implica comparar os raios X do tórax com escâner de TC ao longo do tempo e fazer uma biópsia em caso de suspeita de câncer.

“Este trabalho não é mais que um começo, mas os princípios nos quais esta tecnologia de diagnóstico se baseia deveriam poder ser aplicados a outros cânceres e patologias”, concluiu Fang, abrindo o caminho para aplicações potenciais no futuro.

Fontes e Direitos Autorais:  – 17/10/2013

Bruxelas aprova medicamento contra câncer de cólon


Bayer
O laboratório alemão Bayer anunciou nesta sexta-feira que recebeu autorização das autoridades europeias para comercializar o medicamento contra câncer de cólon Stivarga

Berlim – O laboratório alemão Bayer anunciou nesta sexta-feira que recebeu autorização das autoridades europeias para comercializar o medicamento contra câncer de cólon Stivarga.

Este tratamento oral, também conhecido pelo nome de Regorafenib, é indicado para pacientes que já tenham sido tratados ou não podem ser tratados com outros medicamentos contra esse tipo de câncer.

Segundo os resultados de um estudo em fase 3, o “Stivarga aumenta significativamente a sobrevivência das pessoas difíceis de tratar”.

Bayer já havia recebido a autorização do Japão e Estados Unidos para comercializar o Stivarga para o tratamento de tumores estromais digestivos (GIST).

Fontes e Direitos Autorais:  • sexta, 30 de agosto de 2013 – 12h08.

Veterinários se especializam em tratamento de câncer para pets


Pet

O Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) habilitou a Associação Brasileira de Oncologia Veterinária (Abrovet) a conceder título de especialista aos profissionais que atuam na área do câncer animal.

São Paulo – Trata-se da terceira sessão de quimioterapia e Lili, uma lhasa apso de 5 anos, responde bem ao tratamento: alguns dos sintomas do linfoma estão desaparecendo e tudo caminha para que fique melhor. Detalhe: o diagnóstico do câncer tem somente três meses. Há poucos anos, essa avaliação normalmente seria tardia e a morte, quase certa. Hoje, muito mudou e já há veterinários até se especializando na prática da oncologia.

“Percebemos gânglios nas pernas e no pescoço e, como já tínhamos visto outros casos na família, havia a suspeita de que algo estava errado. Tentamos nos convencer de que era só uma inflamação, mas ficamos apreensivos. É uma notícia que nenhuma ‘mãe’ que ouvir”, afirma a dona, Maria Cristina Albuquerque, de 37 anos, que logo procurou tratamento especializado. Os casos de câncer em animais domésticos vêm crescendo e sendo notados nas clínicas, graças à melhoria econômica e à aproximação sentimental, que permitem aos donos cuidar melhor dos pets e, consequentemente, aumentar a expectativa de vida dos animais.

“O câncer afeta principalmente os mais velhos. Dos cães idosos doentes que dão entrada no hospital, 60% têm câncer. Desses, 25% são de mama”, diz o diretor do Hospital Veterinário Sena Madureira, Mário Marcondes. Também em São Paulo, o veterinário Eduardo Pacheco, diretor clínico do Hospital Veterinário Santa Inês, tem números semelhante e destaca que é uma realidade que veio para ficar. “Dentre as 14 especialidades que temos, a oncologia é a segunda mais solicitada.”

No dia 4, o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV) habilitou a Associação Brasileira de Oncologia Veterinária (Abrovet) a conceder título de especialista aos profissionais que atuam na área do câncer animal. Trata-se de mais um fator de segurança para quem busca auxílio. “Não podemos admitir que aquele que faz um treinamento de um fim de semana, uma semana, um mês, possa ter um título”, afirma o presidente do CFMV, Benedito Fortes de Arruda.

Para a presidente da Abrovet, Júlia Matera, a preocupação com a qualidade é clara. “Além do certificado reconhecido pelo Ministério da Educação, agora há vários critérios a serem seguidos, como experiência comprovada na área, publicações de artigos em revistas, participação e apresentação em congressos.” E deve-se renovar tudo a cada cinco anos. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fontes e Direitos Autorais:  • domingo, 14 de julho de 2013 – 15h15.

Bill Gates apoia rede social para pesquisadores


Bill Gates em visita a vilarejo em Gana, na África

São Francisco – O cofundador da Microsoft e filantropo Bill Gates se uniu nesta terça-feira aos que apoiam a criação de uma rede social exclusivamente destinada a promover descobertas científicas, como remédios para salvar vidas.Gates, ao lado de outros, investiram 35 milhões de dólares na página com sede em Berlim ResearchGate, iniciada há cinco anos por três amigos na tentativa de tornar mais fácil a colaboração entre cientistas e o compartilhamento de informações científicas.

 

“Nosso objetivo é liberar o conhecimento de sua torre de marfim, digitalizando-o e o tornando acessível para todo mundo com a finalidade de acelerar o progresso científico”, afirmou o co-fundador e presidente do ResearchGate, Ijad Madisch.”Estamos emocionados de incluir no nosso grupo investidores cujo objetivo está perfeitamente de acordo com o nosso e que compreendem a importância do que estamos fazendo, não só para a ciência, mas para a nossa sociedade.”

A lista de investidores no ResearchGate inclui Founders Fund e Benchmark, no Vale do Silício.Madisch, um virologista e cientista da computação, estava trabalhando na pesquisa em Boston quando se irritou com a possibilidade de que outros tivessem gasto dinheiro e tempo exatamente nas mesmas experiências fracassadas que ele estava desenvolvendo.”Estava muito frustrado com o fato de que a ciência não funciona”, afirmou.

 

“Meu objetivo principal é facilitar descobertas (científicas) ao conectar as pessoas adequadas entre eles”, disse.

 

Os usuários que quiserem ingressar no ResearchGate precisam ter endereços de e-mail de instituições científicas. A rede cresceu até ter 2,9 milhões de membros em 193 países, principalmente de Alemanha, Índia, Grã-Bretanha e Estados Unidos. “Assim como pude ver no LinkedIn e no Facebook, uma verdadeira e eficaz rede de negócios como o ResearchGate tem o poder de mudar o mundo”, disse o sócio geral da Benchmark Matt Cohler, que faz parte da Junta Diretiva do ResearchGate.”Estamos só começando a ver o impacto transformador de eliminar as barreiras arcaicas da colaboração e compartilhar” informação científica.

 

Entre as vitórias conquistadas por esta comunidade online está a causa da morte de uma menina na África, compartilhada por um cientista nigeriano com um professor na Itália que descobriu uma perigosa levedura que sofreu mutação das plantas para os seres humanos.”Isto não teria sido possível se não tivessem connectados ao ResearchGate”, afirmou Madisch ao relatar a história.”Temos outros exemplos, na química verde, na pesquisa de câncer ou na engenharia.”

 

A terceira onda de financiamento permitirá ao ResearchGate fortalecer sua plataforma para publicar resultados e construir ferramentas de software para membros, segundo Madisch.O ResearchGate está contemplando o potencial de ganhar dinheiro com painéis onde mostrar trabalhos com os quais as empresas ou os colégios podem recrutar talentos e com anúncios focados nas necessidades de equipamento para experiências.Os dados no ResearchGate continuarão gratuitos e abertos.

 

“Chamo de ciência aberta”, disse Madisch. “Isto beneficia a todos”.

 

Fontes e Direitos Autorais: 

 

• Terça-feira, 04 de junho de 2013 – 19h24.