Material de Apoio – Agosto 2017


Boa tarde pessoal!

Salve, salve amantes de banco de dados, Tudo bem?

Este é mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o terceiro no decorrer de 2017 e de número 153 no total desta sessão.

Já passamos da metade de 2017, que loucura isso, como a rotina do dia a dia não nos deixa perceber o quanto o tempo na para de correr. Falando justamente da correria da nossas vida, a relação de arquivos compartilhadas neste post poderá justamente lhe ajudar a economizar muito do seu tempo.

O post de hoje

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts  catalogados nos últimos meses, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA, e hoje principalmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados com os seguintes temas:

  • Cláusula Values;
  • Comando Distinct;
  • Comando Select;
  • Comando Top;
  • CTE Recursiva para geração de sequência de datas;
  • CTE Recursiva para geração de sequência numérica de CEPs;
  • Extended Events;
  • Função Format;
  • Função PARSE;
  • Funções de Ranking – Row_Number;
  • Monitoramento de senhas;
  • Operador Cross Apply;
  • Operador Outer Appy;
  • Recursos bloqueados;
  • SPDIDs de Conexões;
  • SPIDs de usuários; e
  • User Defined Function para cálculo de anos em colunas computadas.

Tenho a certeza que este conteúdo poderá lhe ajudar muito em seus atividades profissionais e acadêmicas, fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de scripts selecionados:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .doc ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, espero lhe encontrar muitas vezes no decorrer deste ano em meu blog.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, e o próximo post desta sessão será publicado no mês de Novembro, até lá continue curtindo sua vida e compartilhando suas experiência.

Um forte abraço.

Dica do Mês – Utilizando a Trace Flag 9292 para exibir objetos estatísticos úteis


 

Olá comunidade, boa tarde.

Tudo bem? Estamos se aproximando dos últimos dias de férias ou recesso para grande maioria dos professores e profissionais de educação espalhados por todo Brasil. E ai, já esta preparado para voltar a luta? Posso dizer tranquilamente que sim, eu estou pronto para voltar a conviver com meus alunos e amigos de trabalho.

Antes de começarmos a falar sobre o post de hoje, nada mais justo começar agradecendo como de costume a você está aqui neste momento acessando meu blog. Espero que possa ter encontrado o que precisa, bem como, esteja gostando do conteúdo publicado, fique a vontade para entrar em contato expressando suas opiniões e demais pensamentos.

Neste novo post da sessão Dica do Mês, vou apresentar um recurso que imagino ser conhecido por muitos ou principalmente pelos profissionais de banco de dados, estou me referindo as Trace Flag ou sinalizador de rastreamento em português.

Você já ouvir falar sobre isso ou já utilizou? Eu imagino que sim pois aqui no meu blog diversos posts e artigos foram publicado ao longo dos últimos anos sobre este tipo de recurso. Hoje mais especificamente vou destacar o uso da Trace Flag 9292, por acaso você já utilizou em algum momento esta trace flag?

Bom independente da sua reposta vamos conhecer um pouco mais sobre ela, sua forma de uso e como poderá nos ajudar a entender ainda mais o funcionamento das estatísticas e seus chamados objetos úteis para análise do plano de execução.

E ai esta curioso para saber um pouco sobre este recurso? Eu estou, sendo assim, vamos em frente, seja bem vindo ao post Dica do Mês – Utilizando a Trace Flag 9292 para exibir objetos estatísticos úteis.

Vamos em frente…..


Introdução

Todos sabemos que as estatísticas desempenham um papel muito importante dentro do SQL Server, como também, sabemos que as estatísticas são usadas pelo otimizador de consultas para gerar o plano de execução para cada consulta.
Então a questão é, podemos verificar qual objeto estatístico é útil para a execução da consulta? Sim, usando o Trace Flag do SQL Server 9292. Este é um do sinalizador de rastreamento que pode ser usado durante a solução de problemas.
Esse sinalizador de rastreamento é usado para obter o relatório sobre objetos de estatísticas considerados como “interessantes” ou “úteis” pelo otimizador de consulta durante a compilação ou recompilação de consulta.

Adicionada ao Microsoft SQL Server 2008 após a instalação do service pack 1 e mantida até as atuais versões, no momento em tomamos a decisão de utilizar a Trace Flag 9292, orientamos o SQL Server a apresentar todos os objetos estatísticos considerados úteis por parte do plano de execução para realizar o processamento e retorno dos dados.

O uso da Trace Flag 9292 dentro de uma sessão ou query específica, nos ajuda a entender e conhecer como as estatísticas e seus elementos podem mudar totalmente a maneira que o plano de execução é idealizado, armazenado e processado.

Através dela podemos obter um relatório sobre as estatíticas para cada objeto envolvido em nossa query, onde estes supostos objetos devem ser considerados úteis, ou melhor dizendo válidos e aplicáveis no decorrer do caminho realizado até a apresentação do resultado.

Esta é uma trace flag que pode ser usada durante a resolução de problemas, onde sua função é apresentar na guia de mensagens do Management Studio, um pequeno cabeçalho contendo informações estatísticas sobre cada componente útil e válido para formas os dados estatísticos de processamento da query. Este cabeçalho é conhecido como Stats header loaded.

Para ativar a trace flag utilize o comando DBCC TraceON (9292) ou DBCC TraceOFF (9292) para desativar, ou se preferir utilize a opção QueryTraceOn em sua respectiva query.

Agora que já conhecemos um pouco mais sobre os conceitos desta trace flag, chegou a hora de colocar as mãos no teclado e conhecer melhor o funcionamento da flag 9292 e de que forma ela poderá impactar o trabalho do Microsoft SQL Server, nos permitindo identificar os objetos úteis processados ou candidatos a processamento por parte do Query Processor em conjunto com Execution Plan.

Preparando o ambiente

Nosso ambiente será bastante simples, basicamente criaremos um banco de dados denominado DBTrace9292, constituído de uma tabela denominada TBTrace9292, para tal utilizaremos o Bloco de Código 1 que apresenta a criação dos respectivos objetos:

— Bloco de Código 1 —
— Criando o Banco de Dados DBTrace9292 —
Create Database DBTrace9292
Go

— Acessando —
Use DBTrace9292
Go

— Criando a Tabela TBTrace9292 —
Create Table TBTrace9292
(Codigo Int Identity(1,1) Primary Key,
Valores Int,
Descricao Varchar(100))
Go

Após a criação dos objetos básicos, nosso próximo passo será a criação de índice nonclustered para coluna Valores que nos permitirá fazer o uso de estatísticas de processamento para esta coluna durante o processo de inserção de dados, conforme apresenta o Bloco de Código 2 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 2 —
— Criando o Índice NonClustered IND_TBTrace9292Valores —
Create NonClustered Index IND_TBTrace9292Valores on TBTrace9292(Valores)
Go

— Inserindo uma linha de registro na Tabela TBTrace9292 —
Insert Into TBTrace9292
Values(2000,’pedrogalvaojunior.wordpress.com’)
Go

— Inserindo 1.000 linhas de registros na Tabela TBTrace9292 —
Insert Into TBTrace9292
Values(4000,’pedrogalvaojunior.wordpress.com’)
Go 1000

Note que existir uma pequena mais importante diferença entre os dois Inserts, no primeiro estamos inserindo uma linha de registro na tabela TBTrace9292. No segundo criamos em tempo de execução um pequeno bloco de inserção de linhas, sendo este processado 1.000 vezes, inserindo então 1.000 linhas.

Seguindo em frente, o Bloco de Código 3 será utilizado para criarmos uma Stored Procedure denominada P_PesquisarValores como forma para buscar os respectivos registros armazenados na tabela TBTrace9292. A seguir apresento o Bloco de Código 3:

— Bloco de Código 3 –
— Criando a Stored Procedure P_PesquisarValores —
Create Procedure P_PesquisarValores @Valor int
As
Begin
Select Descricao from TBTrace9292
Where Valores = @Valor
OPTION (RECOMPILE)
End
Go

Se você for como eu, normalmente gosto de fazer uma análise de código antes de colocar em prática no meu ambiente, sendo assim, vamos lá. Analisando de forma superficial a Stored Procedure P_PesquisarValores a princípio não apresenta nada muito especial ou de grande complexidade em seu código, mas sim o uso de opção Recompile que justamente vai orientar o plano de execução a recompilar a  P_PesquisarValores no momento da sua execução, forçando assim que a cada execução um novo plano de execução seja criado em conjunto com uma nova análise estatística e seus demais elementos.

O próximo passo consiste na pesquisa de um dos valores armazenados na tabela TBTrace9292 através da execução e processamento da Stored Procedure P_PesquisarValores. Para este passo vamos utilizar o Bloco de Código 4 a seguir, antes de sua execução recomendo habilitar a apresentação do Plano de Execução Atual no SQL Server Management Studio através do botão Include Actual Execution Plan ou simplesmente através da tecla de atalho CTRL+M.

— Bloco de Código 4 —
— Habilitando as TraceFlags 9292 e 3604 —
DBCC TraceOn(9292,3604,-1)
Go

Dica: Utilize o comando DBCC TraceStatus WITH NO_INFOMSGS para verificar quais Trace Flags estão habilitadas em qual nível de escopo.

— Execuntando a Stored Procedure P_PesquisarValores —
Exec P_PesquisarValores 4000
Go

Pois bem, após a execução do Bloco de Código 4, o Microsoft SQL Server realizou o processamento da nossa Stored Procedure P_PesquisarValores realizando uma busca de todas as linhas de registros que possuem o valor 4.000, onde obrigatoriamente foram retornadas 1.000 linhas de registros.

Até ai nada de novo ou surpreende, o que justamente eu quero mostrar para vocês é o que o Management Studio apresenta na guia Messages após o processamento do Bloco de Código 4, conforme apresenta a Figura 1 abaixo:

Note que o cabeçalho retornado pela Trace Flag 9292 conhecido como Stats header loaded esta apresentando os objetos realmente utilizados para o processamento de nossa query, bem como, os objetos considerados úteis e necessários para criação, compilação e processamento do plano de execução envolvidos na execução, sendo eles:

  • Database: DBTrace9292;
  • Table: TBTrace9292,
  • Index: IND_TBTrace9292Valores, sendo este do tipo Nonclustered;
  • Column: Valores; e
  • EmptyTable: False, representa que a tabela possui linhas de registro.

Perfeito, perfeito, ai esta a prova que a Trace Flag 9292 nos permite identificar de forma simples, coerente e muito intuitiva todos os objetos envolvidos na execução de uma query, stored procedure ou demais elementos que permitem a criação de um plano de execução.

Desta forma, chegamos ao final de mais um post, tendo a sensação de dever cumprido, espero que você tenha gostado, como sempre o Microsoft SQL Server nos surpreende com a sua capacidade e potencialidade de recursos.


Referências

https://thomaslarock.com/2016/06/sql-server-Trace-flags/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/02/26/02-para-que-serve/

DBCC TRACEOFF (Transact-SQL)

DBCC TRACEON (Transact-SQL)

DBCC TRACESTATUS (Transact-SQL)

EXECUTE (Transact-SQL)

Query Hints (Transact-SQL)

Post Anteriores

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/05/23/conhecendo-e-aplicando-o-uso-de-atualizacao-de-estatisticas-incrementais/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/04/13/dica-do-mes-microsoft-sql-server-identificando-as-transacoes-que-estao-utilizando-o-transact-log/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/03/01/dica-do-mes-microsoft-sql-server-2016-sp1-novo-argumento-use-hint-disponivel-para-query-hints/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/01/16/dica-do-mes-conhecendo-a-nova-dmf-sys-dm_exec_input_buffer-no-microsoft-sql-server-2016/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/11/28/dica-do-mes-sql-server-2016-sp1-comando-create-or-alter/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/10/24/dica-do-mes-sql-server-2016-obtendo-informacoes-sobre-o-cache-de-execucao-de-funcoes/

Conclusão

Muitas vezes temos dificuldade em entender como um determinado recurso ou funcionalidade esta sendo utilizada pelo Microsoft SQL Server, com também, de que maneira este elemento poderá impactar nosso ambiente.

Neste post foi possível apresentar como a Trace Flag 9292 nos permite identificar quais objetos estão sendo utilizando durante o processamento e execução de uma determinada query. Um recurso de fácil configuração tanto para ser ativado como também desativado a qualquer momento ou necessidade.

Recomendo que você realize diversos testes e validações antes de fazer qualquer tipo de uso de uma trace flag em seu ambiente de produção, isso também se aplica a Trace Flag 9292.

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua visita, agradeço sua atenção, fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Um forte abraço, nos encontramos em breve com mais um post da sessão Dica do Mês.

Valeu….

Material de Apoio – Maio 2017


Muito boa tarde comunidade e amantes de banco de dados!!!

Tudo bem? Este é mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o segundo no decorrer de 2017 e de número 152 no total desta sessão. Estamos nos aproximando da metade de 2017, que loucura isso, como a rotina do dia a dia não nos deixa perceber o quanto o tempo correr, falando justamente da correria da nossas vida, a relação de arquivos compartilhadas neste post poderá justamente lhe ajudar a economizar muito do seu tempo.

O post de hoje

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts  catalogados nos últimos meses que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA e hoje principalmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados com os seguintes temas:

  • Check Constraint para Cálculo de Data;
  • CTE – Preenchendo dados de um registro com base no registro anterior;
  • Função para formatação de valores;
  • Função para retornar nome de tabelas e seus respectivos atributos(colunas);
  • Identificação do primeiro dia do mês corrente;
  • Monitoramento de Processos Bloqueados;
  • Movimentação de tabelas entre filegroups;
  • Obtendo o último valor Identity de uma coluna; e
  • Requisição de disco.

Tenho a certeza que este conteúdo poderá lhe ajudar muito em seus atividades profissionais e acadêmicas, fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de scripts selecionados:

1 – Material de Apoio – Maio – 2017 – Check Constraint – Cálculo de Data.sql

2 – Material de Apoio – Maio – 2017 – Preencher dados de um registro com dados do registro anterior.sql

3 – Material de Apoio – Maio – 2017 – Função – Formatação de Valores.sql

4 – Material de Apoio – Maio – 2017 – Função para retornar o nome e seus atributos – Utilizando operador Outer Apply.sql

5 – Material de Apoio – Maio – 2017 – Identificar o primeiro dia do mês com base na data atual.sql

6 – Material de Apoio – Maio – 2017 – Monitorando Processos Bloqueados no SQL Server.sql

7 – Material de Apoio – Maio – 2017 – Move Table between Filegroup – Stored Procedure.sql

8 – Material de Apoio – Maio – 2017 – Obtendo último valor identity.sql

9 – Material de Apoio – Maio – 2017 – Listando as querys que mais realizam requisição de disco.sql

Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .doc ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Nota: Todos os arquivos aqui disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

Agradecimento

Mais uma vez obrigado por sua visita, espero lhe encontrar muitas vezes no decorrer deste ano em meu blog.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, e o próximo post desta sessão será publicado em Agosto, um forte abraço.

Até mais.

Microsoft SQL Server 2016 Developer Edition agora está disponível em Windows Containers


A Microsoft anunciou em seu blog a disponibilidade do SQL Server 2016 Developer Edition (com SP1) em Windows Containers.

A edição Developer do SQL Server é gratuita e pode ser usada para desenvolvimento e teste de aplicações.

SQL Server 2016 Developer Edition em Windows Containers

De acordo com o anúncio da Microsoft, a imagem desta edição do SQL Server está disponível no Docker Hub e os scripts necessários estão disponíveis no repositório da empresa no GitHub.

Esta imagem pode ser usada tanto em Windows Server Containers como em Hyper-V Containers.

SQL Server 2016 Developer Edition: Imagem no Docker Hub | Scripts de instalação

SQL Server 2016 Developer Edition agora está disponível em Windows Containers

O uso do SQL Server em um Windows Container pode ser útil nos seguintes cenários:

– Criação e inicialização rápida de múltiplas instâncias do SQL Server para teste ou desenvolvimento.

– Maximização da densidade em ambientes de teste ou produção, especialmente em arquiteturas de micro serviço.

– Isolamento e controle de aplicações.

A lista de pré-requisitos para uso desta imagem do SQL Server 2016 Developer Edition inclui: host com Windows 10 ou Windows Server 2016 com as atualizações mais recentes já instaladas, recurso Windows Container habilitado e o Docker.

As instruções detalhadas podem ser vistas no post com o anúncio da Microsoft.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com  –

Material de Apoio – Fevereiro 2017


Salve, salve, amigos…. Bom dia!

Estamos chegando com mais um post da sessão Material de Apoio, sendo esta a sessão mais antiga do meu blog que em 2017 completa 10 anos de existência.

Ao longo destes 10 anos muita coisa mudou não somente na minha vida, mas também no meu blog, dentre elas o número de visitante crescendo ao longo dos dias, meses e anos conseguindo no começo deste ano atinguir a impressionamente marca de 1 milhão de visitantes a contar desde o primeiro dia que o meu antigo blog publicado no extinto livespace foi publicado.

Muito obrigado a todos, só tenho a agradecer á você e estes milhares de visitantes que me ajudaram a atinguir esta marca e fazem parte desta história.

Obrigado, valeu e que venham os próximos 1, 2, 3 milhões de visitantes.

O post de hoje

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, como diria naquele filme vou “compartilhagram” os meus scripts catalogados ao longo dos anos de trabalho como DBA e hoje principalmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados com os seguintes temas:

  • Advanced Query with Tunning;
  • Compactação de Backup;
  • Compactação de Tabelas e Índices;
  • Compressão de Dados;
  • Criptografia de Banco de Dados;
  • Criptografia de Banco de Dados com Master Key;
  • Linked Server para Excel;
  • Transparent Data Encription TDE;
  • XQuery With Data Method;
  • XQuery With Exist Method; e
  • XQuery With Query Method.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de scripts selecionados:

1 – Material de Apoio – Fevereiro – 2017 – advanced-querying-and-query-tuning-in-sql-server-2000-and-2005-sql

2 – Material de Apoio – Fevereiro – 2017 – compactacao-de-backup-sql

3 – Material de Apoio – Fevereiro – 2017 – compactacao-de-tables-e-index-sql

4 – Material de Apoio – Fevereiro – 2017 – exemplo-compressao-de-dados-sql

5 – Material de Apoio – Fevereiro – 2017 – criptografia-sql

6 – Material de Apoio – Fevereiro – 2017 – criptografia-master-key-sql

7 – Material de Apoio – Fevereiro – 2017 – linked-server-para-excel-sql

8 – Material de Apoio – Fevereiro – 2017 – xquery-data-method-sql

9 – Material de Apoio – Fevereiro – 2017 – xquery-exist-method-sql

10 – Material de Apoio – Fevereiro – 2017 – xquery-query-method-sql

Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .doc ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Nota: Todos os arquivos aqui disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

Agradecimento

Mais uma vez obrigado por sua visita, espero lhe encontrar muitas vezes no decorrer deste ano em meu blog.

Um forte abraço, vamos em frente.

Até mais.

#10 – Para que serve


O louco meu, pleno feriadão e você esta passando por aqui no meu blog……

Que legal, sensacional, fico honrado com a sua ilustre visita, seja bem – vindo mais uma vez ao meu blog, espero que você consiga encontrar o que esta procurando ou algo que possa lhe agradar.

Este é mais um post da sessão Para que serve, lançada no início de 2016 e que esta chegando ao post de número 10, isso mesmo estamos no décimo post dedicado a esta sessão que aos poucos esta conseguindo se tornar uma referência de conhecimento diferenciado no meu Blog.

É isso ai, após esta tradicional saudação, chegou a hora de falar sobre o #10 – Para que serve de hoje, tenho a certeza que você vai gostar….


Introdução

Como você já deve ter percebido os posts relacionados a esta sessão tem o objetivo de apresentar e em alguns casos demonstrar como exemplos de código, aplicativos, utilitários, entre outros elementos envolvidos a banco de dados ou gerenciadores de bancos de dados dentro eles o Microsoft SQL Server podem ser utilizados para se obter uma possível solução de um problema, como em outros casos orientar na sua forma de utilização.

Para o post de hoje vou destacar um script que utilizei recentemente e posso dizer que foi de grande ajuda, mas antes de apresentar este recurso vou destacar um pouco sobre alguns elementos relacionados a ele, dentre os quais destaco File Growth.

File Growth

E ai você já ouviu falar file growth, ou simplesmente crescimento de arquivo de dados ou log? Se você é um administrador de banco de dados, ou um profissional que já trabalha a algum tempo com o banco de dados, tenho a certeza que já deve ter ouvido falar sobre a importância de se saber como esta configurado o fator de crescimento de um banco de dados e seu arquivos de transações.

Trata-se de uma configuração que pode ser aplicada durante a criação de um banco de dados ou posteriormente, sua importância esta totalmente relacionada ao espaço de armazenamento de dados durante sua utilização, o que poderá impactar na capacidade física de uma unidade de disco em gerenciar o quanto estes arquivos podem consumir e alocar espaço em disco no decorrer do seu tempo de vida.

Ao definir a forma de crescimento ou até mesmo o quanto este arquivo poderá ou não crescer de forma ilimitado o Microsoft SQL Server vai trabalhar no processo de alocação, escrita e manipulação da estrutura física e lógica tanto para os arquivos de dados, como principalmente para os arquivos de log.

Justamente sendo estes os arquivos que normalmente consomem um grande espaço física das unidades de disco para catalogar todas as operações processadas em um banco de dados que devem ser registradas em sua estrutura.

Para este tipo de cenário os gerenciadores de banco de dados através de seu mecanismo de Storage Engine observam e monitoram o que esta sendo processado e armazenado dentro de cada arquivo, caso o mesmo tenho que crescer para alocar uma nova área é com base nas configurações de File Growth definidas para o respectivo arquivo que este crescimento poderá ser realizado em fatores de Kilobytes, Megabytes, Gigabytes ou até mesmo em valores de porcentagem.

#10 Para que serve – Obtendo informações sobre database filegrowth —

Agora que conhecemos um pouco que esta relacionada com este post, vamos então conhecer este script que poderá nos ajudar a obter todas as possíveis informações relacionadas ao fator de crescimento de nossos bancos de dados e suas respectivas estruturas de dados e log.

— Bloco de Código —

filegrowth

Muito bem, observe que este código é bastante simples, estamos basicamente fazendo uso das catalogs views existentes no Microsoft SQL Server desdes suas primeiras versões o que nos permite dizer que este bloco de código pode ser aplicado facilmente a partir da versão 2005 em qualquer nível de edição, além disso, o mesmo já foi testado e aprovado nas últimos duas edições 2014 e 2016.

Após executarmos o bloco de código apresentando anteriormente, o Management Studio deverá retornar um conjunto de colunas e valores similares ao apresentado na Figura 1 apresentada abaixo:

filegrowth1Figura 1 – Relação de bancos de dados e informações sobre o filegrowth.

Podemos notar a existência das colunas AutoGrowthStatus, GrowthValue e GrowthIncrement, são justamentes estas as colunas que nos permitem encontrar as informações relacionadas aos fatores de crescimento configurados para cada banco de dados armazenado em nosso servidor ou instância de bancos de dados Microsoft SQL Server.

Falando um pouco sobre estas três colunas é possível observar:

AutoGrowthStatus: Esta coluna apresenta o status da propriedade Auto Growth, sendo esta definida para informar e o arquivo deverá ou não crescer de forma automática.

GrowthValue: Apresenta que pode ser informado a partir de 0 (zero) que indica ao Microsoft SQL Server que o determinado banco de dados não deverá crescer. Os demais valores podem representar uma indicação de crescimento em tamanho fixo ou até mesmo em porcentagem.

GrowthIncrement: Mostra a forma de incremento do fator de crescimento do banco de dados, sendo orientado e calculado através do número de páginas de dados, se o valor apresentado for igual á 0 (zero) significa que este banco de dados não terá seu crescimento realizado, qualquer outro valor acima de 0 (zero) significa que este banco de dados será impactado em algum momento pelo valor definido nas configurações do crescimento do banco de dados. Vale ressaltar que este valor esta relacionado ao tamanho de 8Kb (Kilobytes) para cada página de dados.

Após esta análise posso dizer que fica mais fácil descobrir qual banco de dados poderá apresentar problemas de crescimento acima no normal ou simplesmente aquele banco de dados que necessita crescer além do estimado.

Referências

https://technet.microsoft.com/pt-br/library/ms181338(v=sql.110).aspx

https://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms178534.aspx

https://msdn.microsoft.com/en-us/library/bb522469.aspx

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar uns dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/08/06/07-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/08/06/07-para-que-serve/

Conclusão

Administrar um banco de dados não é uma tarefa das mais complicadas do mundo, mas quando se referimos em administratar um servidor de banco de dados ou conjunto de servidores de bancos de dados o cenário com certeza muda bastante.

Foi pensando neste tipo de situação que compartilhei com vocês hoje este script no #10 – Para que serve, que apresenta como podemos de maneira fácil, rápida, segura e muito prática encontrar informações relacionadas ao file growth, ou simplesmente fator de crescimento.

Considerada uma das configurações mais importantes de um qualquer banco de dados alocado em uma instância ou servidor Microsoft SQL Server.

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua visita, agradeço sua atenção, fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Até mais.

Material de Apoio – Novembro 2016


Bom dia, bom dia, bom dia…..

Olá comunidade, amantes de bancos de dados e profissionais de tecnologia, estou chegando com mais um post dedicado a sessão Material de Apoio, sendo este o último desta sessão no ano de 2016.

Mesmo sendo o último desta sessão, este post é o primeiro com o nome layout que eu decidi adotar desde o final de Outubro para as novas publicações compartilhadas com você no meu blog, espero que vocês estejam gostando.

O post de hoje

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, como diria naquele filme vou “compartilhagram” os meus scripts catalogados ao longo dos anos de trabalho como DBA e hoje principalmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados com os seguintes temas:

  • Funções de Conversão de dados;
  • Funções Temporáis e Lógicas;
  • Funções Textuais;
  • Funções de Ranking;
  • Páginação de Dados;
  • Objeto Sequence;
  • Windows Function First e Last Value;
  • Windows Function Lad e Lead;
  • Windows Function Percent_Rank e Cume_Dist; e
  • Windows Function Range e Row_Number.

Como de costume gosto de destacar que todos estes arquivos são fruto do trabalho realizado como DBA desde 2000, bem como, a pesquisa e coleta de informações através da internet, onde grande parte do conhecimento aqui compartilhado também é obtido através da  colaboração de seus autores, grande profissionais nacionais e internacionais como reconhecidos especialistas nas áreas de:

  • Modelagem de Dados;
  • Engenharia de Banco de Dados;
  • Engenharia de Softwares e Processos;
  • Banco de Dados;
  • Servidores;
  • Alta Disponibilidade;
  • Desenvolvimento; e
  • Migração e Contingência de Dados.

Obseravação: Toda e qualquer informação, código, exemplo e lógica utilizada nestes scripts foi aplicada em um determinado cenário, situação ou necessidade, o que em muitos casos talvez não se aplica a sua necessidade mas pode ser útil como material de consulta ou aprendizado.

Além disso, todos os arquivos estão renomeados tendo ao final do seu nome a extensão .doc acrescido, isto se torna necessário para garantir a compatibilidade com a plataforma do WordPress.com.

Vale ressaltar que após o seu download será necessário remover esta extensão mantendo a extensão .sql padrão para arquivos do script do SQL Server.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de scripts selecionados:

Exemplo – 1 – Funcoes-de-conversao-sql

Exemplo – 2 – Funcoes-tempororais-e-logicas-sql

Exemplo – 3 – Funcoes-textuais-sql

Exemplo – 4 – Utilizando-paging-sql

Exemplo – 5 – Utilizando-sequence-rank-function-sql

Exemplo – 6 – Windows-function-first-e-last-value-sql

Exemplo – 7 – Windows-function-lad-e-lead-sql

Exemplo – 8 – Windows-function-percent_rank-e-cume_dist-sql

Exemplo – 9 – Windows-function-range-e-row-sql

Bom pessoal, chegamos ao final de mais um Material de Apoio, espero que estes arquivos possam lhe ajudar e ilustrar como podemos fazer dos recursos aqui compartilhados.

Acredito que você tenha observado que estes códigos já são bastante conhecidos no meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server 2012, publicados anteriormente.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

 

Agradecimento

Mais uma vez obrigado por sua visita, um forte abraço, nos encontramos em breve.