Dica do Mês – SQL Setup ToolSuite Introduction


Olá pessoal, muito boa tarde.

Tudo bem? Mais um dia de fortes chuvas aqui em São Roque e região, ainda bem que a internet até o presente  momento esta funcionando de forma razoável(é bom não elogiar muito)….

Estou retornado neste início de 2018 conforme prometido no último post da sessão Dica do Mês em 2017 com mais um post exclusivo desta sessão, daa mesma forma que o anterior apresentando algo diferente relacionado ao Microsoft SQL Server.

Neste post, quero compartilhar um conteúdo fresquinho que acabou de sair do forno, na verdade que acaba de ser liberado pelo time de engenheiros do Microsoft SQL Server dedicados exclusivamente ao suporte e desenvolvimento de soluções para o produto, conhecidos mundial como CSS SQL Server EngineersOfficial team Web Log for Microsoft Customer Service and Support (CSS) SQL Support. Caso você ainda não os conheça, não perca tempo acesse: https://blogs.msdn.microsoft.com/psssql/.

Continuando com o post, este fantástico time de profissionais mantidos pelo Microsoft esta a cada dia implementando novas soluções que nos permitem administrar, gerenciar e soluções problemas que o Microsoft SQL Server poderá apresentar em qualquer uma das atuais versões disponibilizadas nos últimos anos. Pensando justamente neste tipo de cenário o CSS SQL Server Engineers acabam de compartilhar uma nova suíte chamada de SQL Setup ToolSuite Introduction.

Ficou curioso em saber um pouco mais sobre esta nova suíte? Então vamos em frente, vou tentar matar a sua curiosidade. Sendo assim, seja bem vindo ao post – Dica do Mês – SQL Setup ToolSuite Introduction.

Você vai conhecer um pouco sobre esta suíte e suas ferramentas…


SQL Setup ToolSuite Introduction (1) – FixMissingMSI

Se você encontrou problemas de MSI/MSP armazenados em cache durante a instalação do SQL Server, você pode ter acessado o artigo: Como restaurar os arquivos de cache do Windows Installer ausentes e resolver problemas que ocorrem durante uma atualização do SQL Server. 

Pensando justamente neste cenário que o time do CSS desenvolveu esta ferramenta, sendo esta uma solução para contornar este tão frequente comportamento apresentado pelo setup de instalação do Microsoft SQL Server. A Figura 1 ilustra a tela da FixMissingMSI, clique na própria figura para realizar o download:Figura 1 – SQL Suíte ToolSetup Introduction – FixMissingMSI.

SQL Setup ToolSuite Introduction (2) – Product Browser

Através desta simples e prática ferramenta, temas a capacidade de obter informações sobre todos os produtos relacionados ao Microsoft SQL Server instalados em sua máquina, dentre elas local de instalação, patch, versão entre outras.

A Figura 2 abaixo ilustra a tela do Product Browser, clique na própria figura para realizar o download:

Figura 2 – SQL Suíte ToolSetup Introduction – Product Browser.

SQL Setup ToolSuite Introduction (3) – SQL Registry Viewer

Você pode querer saber quais chaves do registro serão adicionadas ao sistema para uma instalação do SQL Server. Se você usar alguma ferramenta de snapshot do registro para comparar a mudança de registros de janela antes e depois da instalação do SQL você vai encontrar há 40.000 ~ 60000 modificações acontecendo.

No entanto, se você estudar as modificações com cuidado você vai descobrir que a maioria deles não tem muito sentido, por exemplo, muitas modificações vão para HKLM\DRIVERS\DriverDatabase\DeviceIds\ entrada. As modificações mais interessantes são:

<>Installer related registry keys under
HKEY_CLASSES_ROOT\Installer and
Computer\HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Windows\CurrentVersion\Installer\UserData\S-1-5-18

<>COM+ related,Like
Computer\HKEY_CLASSES_ROOT\CLSID
Computer\HKEY_CLASSES_ROOT\Interface
Computer\HKEY_CLASSES_ROOT\TypeLib

<> SQL specific
Computer\HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\Microsoft SQL Server

<>Service
WOW6432Node

Agora com o SQL Registry Viewer, você poderá obter facilmente todo este conjunto de dados armazenados no registro do Windows, relacionados ao Microsoft SQL Server e seus componentes. A Figura 3 a seguir apresenta a tela desta excepcional ferramenta:

Figura 3 –  SQL Suíte ToolSetup Introduction – SQL Registry Viewer.

E ai gostou destas novas ferramentas que fazem parte da SQL Setup ToolSuite Introduction? Posso lhe dizer que gostei muito, já realizei o download e testei em minhas máquinas físicas e virtuais, mas vou confessar de todas elas a que eu mais gostei foi a SQL Registry Viewer. E você?

Quer deixar a sua opinião? Compartilhar a sua preferência?

Então vote na enquete abaixo escolhendo a ferramenta que mais você gostou e acredita que poderá lhe ajudar mais:

Sensacional, show, chegamos ao final de mais um post da sessão Dica do Mês, espero que você tenha gostado, com certeza estas novas ferramentas desenvolvidas pelo CSS SQL Server Engineers poderão lhe ajudar muito em suas atividades diárias.


Referências

https://blogs.msdn.microsoft.com/psssql/2018/01/24/sql-setup-toolsuite-introduction-1-fixmissingmsi/

https://blogs.msdn.microsoft.com/psssql/2018/01/24/sql-setup-toolsuite-introduction-2-product-browser/

https://blogs.msdn.microsoft.com/psssql/2018/01/24/sql-setup-toolsuite-introduction-3-sql-registry-viewer/

Posts Anteriores

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/01/dicadomessql2017novascolunasinternas/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/08/26/dica-do-mes-simulando-a-insercao-de-uma-massa-de-dados-aleatoria/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/05/23/conhecendo-e-aplicando-o-uso-de-atualizacao-de-estatisticas-incrementais/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/04/13/dica-do-mes-microsoft-sql-server-identificando-as-transacoes-que-estao-utilizando-o-transact-log/

Conclusão

Falar, compartilhar informações, e um pouco do meu conhecimento sobre o Microsoft SQL Server é algo que me da um imensão prazer e satisfação. Mas saber que existe um time de profissionais focados diariamente na evolução, correções e melhorias do produto é um sentimento que faz a cada dia saber que tomei a decisão certa em meados do ano 2000, quando resolvi mudar totalmente a minha carreira e se dedicar exclusivamente a este produto e todo o seu conjunto de ferramentas, componentes, recursos e soluções.

Estas três novas ferramentas, são um pequeno pedaço existente do lado externo do Microsoft SQL Server que nos permite entender e analisar a grandeza do produto, não somente na sua capacidade de processamento e armazenamento de dados, mas sim no seu real tamanho, proporção de soluções e possibilidades de se contornar, corrigir e mitigar qualquer possibilidade de falha, perda de performance ou um simples erro durante o processo de instalação.

Foi pensando justamente neste cenário que estas novas ferramentas que formam a SQL Setup ToolSuite Introduction nos permite fazer, colentando informações de chaves de registro ou até mesmo identificar produtos instalados em nossas máquinas relacionados a o SQL Server.

Parece ser simples isso! Na verdade é algo muito além de um simples editor de texto para se montar uma query, é justamente um ambiente SGBD. Este é o universo do Microsoft SQL Server, criado a muito anos que esta sempre evoluindo, passando por transformações sem perder a sua essência.

Para os demais produtos que acreditam fazer o mesmo que ele, eu digo, sinto muito.

Agradecimentos

Quero deixar um agradecimento especial ao Team CSS SQL Server Engineers, profissionais do mais alto escalão e nível técnico, que a cada dia nos ajudam a conhecer e desvendar os diversos mistérios existentes nas versões e edições do Microsoft SQL Server.

Agora agradeço a você por sua atenção e visita ao meu blog. Fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Um forte abraço, nos encontramos no próximo post a ser publicado no mês de março.

Vai SQL Server, Vai SQL Server…..

Sucesso e até mais.

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Short Scripts – Março 2017


Hoje é sexta – feira, sexta – feira…

Salve, salve comunidade e amantes de bancos de dados e SQL Server, Tudo bem? Mais uma final de semana próximo após uma longa semana de muito trabalho, se eu for falar de muito trabalho, sinceramente  esta semana foi complicada, repleta de novidades e muita troca de conhecimento.

Conforme o prometido no final de 2016, estou retornando com o primeiro post da sessão Short Scripts, sessão criada a alguns anos no meu blog que lentamente esta conseguindo ajudar diversos profissionais da área de banco de dados na busca por exemplos de códigos que possam solucionar ou elucidar na resolução de um determinado problema.

O post de hoje

Como já destaquei acima, este é o primeiro post de 2017 dedicado exclusivamente a sessão Short Scripts, na relação de scritps selecionados para hoje, você vai poder encontrar códigos relacionados com os seguintes assuntos:

  • Auditoria,
  • Comando Intersect,
  • Comando OpenQuery,
  • Comando Order By,
  • Datatype Char,
  • Datatype Int,
  • DMF Sys.dm_exec_sessions,
  • DMV Sys.system_internals_partitions,
  • DMV Sys.system_internals_allocation_units,
  • Função Substring,
  • Índices,
  • Informações sobre conexão de usuário,
  • Páginas de Dados,
  • Trigger, e
  • Variáveis.

Então mãos no teclado, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Março 2017. Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão são devidamente testados antes de serem publicados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas. Fique a vontade para compartilhar, comentar, melhorar cada um destes códigos.

Short Scripts

— Short Script 1 – Realizando Auditoria in Live —

SELECT [Spid] = session_Id
, ecid
, [Database] = DB_NAME(sp.dbid)
, [User] = nt_username
, [Status] = er.status
, [Wait] = wait_type
, [Individual Query] = SUBSTRING (qt.text,
er.statement_start_offset/2,
(CASE WHEN er.statement_end_offset = -1
THEN LEN(CONVERT(NVARCHAR(MAX), qt.text)) * 2
ELSE er.statement_end_offset END –
er.statement_start_offset)/2)
,[Parent Query] = qt.text
, Program = program_name
, Hostname
, nt_domain
, start_time
FROM sys.dm_exec_requests er
INNER JOIN sys.sysprocesses sp ON er.session_id = sp.spid
CROSS APPLY sys.dm_exec_sql_text(er.sql_handle)as qt
WHERE session_Id > 50              — Ignore system spids.
AND session_Id NOT IN (@@SPID)     — Ignore this current statement.
ORDER BY 1, 2
Go

— Short Script 2 – Utilizando comando Intersect com Datatypes Char e Int —

Create Table #A (x Char(2));
Go
Insert Into #A Values (‘1’);
Insert Into #A Values (‘6’);
Insert Into #A Values (‘2’);
Insert Into #A Values (‘3’);
Insert Into #A Values (‘5’);
Insert Into #A Values (‘5’);
Insert Into #A Values (‘6’);
Insert Into #A Values (‘9’);
Go
Create Table #B (M BigInt);
Go
Insert Into #B Values(5);
Insert Into #B Values(5);
Insert Into #B Values(6);
Insert Into #B Values(7);
Insert Into #B Values(7);
Go
— (Select #1)
SELECT x AS ‘Select #1’ FROM #A
INTERSECT SELECT M FROM #B
Go
— (Select #2)
SELECT DISTINCT(x) AS ‘Select #2’
FROM #A LEFT OUTER JOIN #B
ON #A.x = #B.M
Go
— (Select #3)
SELECT DISTINCT(x) AS ‘Select #3’
FROM #A LEFT OUTER JOIN #B
ON #A.x = #B.M
Go
— (Select #4)
SELECT DISTINCT(x) AS ‘Select #4’
FROM #A INNER JOIN #B
ON #A.x = #B.M
Go
— (Select #5)
SELECT x AS ‘Select #5’
FROM #A INNER JOIN #B
ON #A.x = #B.M
Go
— Short Script 3 – Utilizando comando OpenQuery com variáveis —
— Valores Básicos —
DECLARE @TSQL varchar(8000), @VAR char(2)
SELECT  @VAR = ‘teste’
SELECT  @TSQL = ‘SELECT * FROM OPENQUERY(MeuLinkedServer,”SELECT * FROM MinhaTabela WHERE User = ””’ + @VAR + ”””’)’
EXEC (@TSQL)
Go
— Query Complexa —
DECLARE @OPENQUERY nvarchar(4000), @TSQL nvarchar(4000), @LinkedServer nvarchar(4000)
SET @LinkedServer = ‘MyLinkedServer’
SET @OPENQUERY = ‘SELECT * FROM OPENQUERY(‘+ @LinkedServer + ‘,”’
SET @TSQL = ‘SELECT au_lname, au_id FROM pubs..authors”)’
EXEC (@OPENQUERY+@TSQL)
— Use o Sp_executesql procedimento armazenado —
DECLARE @VAR char(2)
SELECT  @VAR = ‘CA’
EXEC MyLinkedServer.master.dbo.sp_executesql
N’SELECT * FROM pubs.dbo.authors WHERE state = @state’,
N’@state char(2)’,
@VAR
Go
— Short Script 4 – Realizando order by com base na função SubString —
Declare @Tabela Table
(Codigo VarChar(15))
Insert Into @Tabela Values(‘191-XXX-003’)
Insert Into @Tabela Values(‘192-XXX-003’)
Insert Into @Tabela Values(‘193-XXX-003’)
Insert Into @Tabela Values(‘194-XXX-003’)
Insert Into @Tabela Values(‘195-XXX-003’)
Insert Into @Tabela Values(‘191-XXX-001’)
Insert Into @Tabela Values(‘192-XXX-001’)
Insert Into @Tabela Values(‘193-XXX-001’)
Insert Into @Tabela Values(‘194-XXX-001’)
Insert Into @Tabela Values(‘195-XXX-001’)
Insert Into @Tabela Values(‘191-XXX-002’)
Insert Into @Tabela Values(‘192-XXX-002’)
Insert Into @Tabela Values(‘193-XXX-002’)
Insert Into @Tabela Values(‘194-XXX-002’)
Insert Into @Tabela Values(‘195-XXX-002’)
Select * from @Tabela
Order By SubString(codigo,Len(Codigo)-2,3) Asc
Go
— Short Script 5 – Monitorando querys em execução —
SELECT
DES.SESSION_ID,
DES.CPU_TIME,
DES.READS,
DES.WRITES,
DES.LOGICAL_READS,
DES.ROW_COUNT,
DER.SESSION_ID,
DES.STATUS,
DES.HOST_NAME,
DES.PROGRAM_NAME,
DES.LOGIN_NAME,
DES.ORIGINAL_LOGIN_NAME,
DEC.CLIENT_NET_ADDRESS,
DEC.AUTH_SCHEME,
DEC.NET_TRANSPORT,
SUBSTRING(T.[TEXT], DER.[STATEMENT_START_OFFSET] / 2,
COALESCE(NULLIF(DER.[STATEMENT_END_OFFSET], – 1) / 2, 2147483647)) AS COMANDO
FROM
SYS.DM_EXEC_SESSIONS AS DES
INNER JOIN SYS.DM_EXEC_REQUESTS DER
ON DER.BLOCKING_SESSION_ID = DES.SESSION_ID
INNER JOIN SYS.DM_EXEC_CONNECTIONS DEC
ON DEC.SESSION_ID = DES.SESSION_ID
INNER JOIN SYS.DM_EXEC_REQUESTS DER2
ON DER2.SESSION_ID = DES.SESSION_ID
CROSS APPLY SYS.DM_EXEC_SQL_TEXT(DER.[SQL_HANDLE]) AS T
GO
— Short Script 6 – Identificando tabelas e suas respectivas páginas de dados —
— Exemplo 1: —
SELECT P.partition_id,
OBJECT_NAME(P.object_id) As ObjectName,
U.allocation_unit_id,
SU.First_Page,
SU.Root_Page,
SU.First_IAM_Page
From Sys.Partitions As P INNER JOIN Sys.Allocation_Units As U
ON P.hobt_id = U.container_id
Inner Join Sys.system_internals_allocation_units SU
On u.allocation_unit_id = su.allocation_unit_id
Go
— Exemplo 2: —
SELECT SIP.partition_id,
OBJECT_NAME(SIP.object_id) As ObjectName,
sip.rows,
SU.First_Page,
SU.Root_Page,
SU.First_IAM_Page
From Sys.system_internals_partitions As SIP Inner Join Sys.system_internals_allocation_units SU
On sip.partition_id = su.allocation_unit_id
Go
— Short Script 7 – Identificando índices com Escrita Excessiva —
— Quantidade de Índices com Escrita Excessiva em comparação a leitura —
SELECT  OBJECT_NAME(s.object_id),
i.name,
i.type_desc
FROM    sys.dm_db_index_usage_stats s WITH ( NOLOCK ) Inner JOIN sys.indexes i WITH (NOLOCK)
ON s.index_id = i.index_id
AND s.object_id = i.object_id
WHERE OBJECTPROPERTY(s.[object_id], ‘IsUserTable’) = 1
AND s.database_id = DB_ID()
AND s.user_updates > ( s.user_seeks + s.user_scans + s.user_lookups )
AND s.index_id > 1
Go
— Quantidade de Índices com Escrita Excessiva —
SELECT  COUNT(*)
FROM    sys.dm_db_index_usage_stats s WITH ( NOLOCK )
WHERE   OBJECTPROPERTY(s.[object_id], ‘IsUserTable’) = 1
AND s.database_id = DB_ID()
AND s.user_updates > ( s.user_seeks + s.user_scans + s.user_lookups )
AND s.index_id > 1
Go
— Short Script 8 – Identificando o espaço ocupado por conexões em uso —
SELECT A.session_id,
B.host_name, B.Login_Name ,
(user_objects_alloc_page_count + internal_objects_alloc_page_count)*1.0/128 as TotalalocadoMB,
D.Text
FROM sys.dm_db_session_space_usage A Inner JOIN sys.dm_exec_sessions B
ON A.session_id = B.session_id
Inner JOIN sys.dm_exec_connections C
ON C.session_id = B.session_id
CROSS APPLY sys.dm_exec_sql_text(C.most_recent_sql_handle) As D
WHERE A.session_id > 50
and (user_objects_alloc_page_count + internal_objects_alloc_page_count)*1.0/128 > 100 — Ocupam mais de 100 MB
ORDER BY totalalocadoMB desc
COMPUTE sum((user_objects_alloc_page_count + internal_objects_alloc_page_count)*1.0/128)
Go
— Short Script 9 – Obtendo a diferença de datas entre registro anterior e o próximo registro —
Create Table Datas
(ID Int Identity(1,1),
DataInicio Date,
DataFinal Date)
Go
Insert Into Datas Values (GETDATE(), GETDATE()+30)
Insert Into Datas Values (GETDATE()+1, GETDATE()+20)
Insert Into Datas Values (GETDATE()+2, GETDATE()+10)
Insert Into Datas Values (GETDATE(), GETDATE()+5)
Go
— Exemplo 1 —
Select I.ID, I.DataInicio, F.DataFinal,
DateDiff(D, I.DataInicio, F.DataFinal) As Intervalo
From Datas I Left Join Datas F
On I.ID = F.ID + 1

Go

— Exemplo 2 —
SELECT
[current].Id,
[current].Time CurrentValue,
[next].Time          NextValue
FROM #temp AS [current] LEFT JOIN #temp AS [next]
ON [next].Id = (SELECT MIN(Id) FROM #temp

                                 WHERE Id > [current].Id)
Go
— Short Script 10 – Criando um trigger condicional —
–Criando a Table de Novos Produtos–
Create Table NovosProdutos
(Codigo Int Identity(1,1),
Descricao VarChar(10))
–Criando a Table de Histórico Novos Produtos–
Create Table HistoricoNovosProdutos
(Codigo Int,
Descricao VarChar(10))
Go
–Inserindo valores —
Insert Into Novosprodutos Values(‘Arroz’)
Insert Into Novosprodutos Values(‘Arroz1’)
Insert Into Novosprodutos Values(‘Arroz2’)
Insert Into Novosprodutos Values(‘Arroz3’)
Go
–Criando a Trigger para controle de histórico–
Create TRIGGER T_Historico
ON NovosProdutos
for update
AS
IF (Select Descricao from Inserted) <> (Select Descricao from Deleted)
BEGIN
INSERT Into HistoricoNovosProdutos (Codigo, Descricao)
SELECT Codigo, Descricao FROM INSERTED
END
Go
–Fazendo os teste —
Update NovosProdutos
Set Descricao=’Arroz 4′
Where Codigo = 1
Go
Update NovosProdutos
Set Descricao=’Arroz1′
Where Codigo = 2
Go
Select * from NovosProdutos
Go

Muito bem, mais uma relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância e apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.


Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são bastante conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

Agradecimento

Mais uma vez obrigado por sua visita, um forte abraço…

Nos encontramos em breve nos próximos posts desta e outras sessões do meu blog, valeu.

#11 – Para que serve


Boa tarde, boa tarde, boa tardeeeeee…..

Tudo bem pessoal?

Hoje 16 de Dezembro, data inesquecível para qualquer corinthiano, estamos completando mais um aniversário da fantástica e memorável conquista do Mundial de Clubes da Fifa, melhor dizendo o Bi-Campeonato Mundial de Clubes em 2012.

Fico honrado com a sua ilustre visita, seja bem – vindo mais uma vez ao meu blog, espero que você consiga encontrar o que esta procurando ou algo que possa lhe agradar.

Este é mais um post da sessão Para que serve, lançada no início de 2016 e que esta chegando ao post de número 11, isso mesmo estamos no décimo primeiro post dedicado a esta sessão que aos poucos esta conseguindo se tornar uma referência de conhecimento diferenciado no meu Blog.

Após esta tradicional saudação, chegou a hora de falar sobre o #11 – Para que serve de hoje, tenho a certeza que você vai gostar….


Introdução

Como você já deve ter percebido os posts relacionados a esta sessão tem o objetivo de apresentar ou até mesmo em outros casos demonstrar como exemplos de código, aplicativos, utilitários, entre outros elementos envolvidos a banco de dados ou gerenciadores de bancos de dados dentro eles o Microsoft SQL Server podem ser utilizados para se obter uma possível solução de um problema, como em outros casos orientar na sua forma de utilização.

Para o post de hoje vou destacar um script que utilizei no decorrer desta semana, na área de uma determinada aplicação, o mesmo não foi a solução do meu problema, mas ajuda de forma considerável.

Basicamente a minha necessidade era identificar ao longo de um período de tempo quais tipos de objetos estavam gerando e acumulando cache em uma instância de banco de dados Microsoft SQL Server 2014, foi justamente para este cenário que de maneira direta realizei o uso da DMF – Dynamic Management Function – sys.dm_exec_cached_plans implementada a partir da versão 2008 do Microsoft SQL Server.

Sys.dm_exec_cached_plans

Esta foi uma das primeiras DMF adicionadas pelo time de desenvolvimento do Microsoft SQL Server na versão 2008, onde a Microsoft introduziu uma nova forma de gerenciamento um servidor ou instância de Banco de Dados.

A sys.dm_exec_cachec_plan tem como finalidade principal retornao conjunto de linhas relacionadas para cada plano de consulta armazenada em cache mantido em memória no SQL Server, possibilitando assim uma execução do conjunto de recursos que necessitam destes objetos de forma mais rápido e simplificada.

Você pode usar essa função de gerenciamento dinâmico para encontrar e identificar dados em tempo real relacionados a:

  • Cached Query Plans;
  • Cached Query Text;
  • Quantidade de memória usada pelo plan cached; e
  • Quantidade de reutilização de plan cached.

Para muitos profissionais, a sys_dm_exec_cached_plans é considerada uma das DMFs mais fácies e práticas para ser utilizada em atividades de análise e manutenção de um banco de dados, devido principalmente por possuir uma sintaxe simples que não requer parâmetros adicionais no momento da sua execução.

#11 Para que serve – Identificando os tipos de cache e quantidade armazenada no Query Plan —

Agora que conhecemos um pouco do que esta relacionada com este post, vamos então conhecer este script que poderá nos ajudar a obter todas as possíveis informações relacionadas aos tipos de cache e demais dados relacionados com esta importante área de armazenamento em memória do Microsoft SQL Server.

Para isso vamos utilizar o Bloco de Código apresentado a seguir, que demonstra como a sys_dm_exec_cached_plans pode ser utilizada:

– Bloco de Código —

sys_dm_exec_cached_plans

Realizando uma rápida análise, fica fácil observar que o uso desta DMF realmente é muito simples, como também, trata-se de um bloco de código com um nível de complexidade muito pequena, onde estamos fazendo uso do conjunto de colunas existente na própria DMF.

A parte mais complexa do código esta relacionado a contagem do total de planos gerados e armazenados em cached para cada tipo de recurso, em conjunto com o total em megabytes ocupado em memória pelo mesmo. Vale ressaltar que este bloco de código foi testado e validado a partir da versão 2008 e demais versões: R2, 2012, 2014 e também 2016.

Após executarmos o bloco de código apresentando anteriormente, o Management Studio deverá retornar um conjunto de colunas e valores similares ao apresentado na Figura 1 apresentada abaixo:

sys_dm_exec_cached_plans-2Figura 1 – Relação de tipos de cache e suas respectivas quantidades armazenadas e memória ocupada.

Agora fica mais fácil notar a existência das colunas Cache TypeTotal Plans e Total MBs, são justamentes estas as colunas que nos permitem encontrar as informações relacionadas aos tipos de cache, total de planos armazenados e espaço ocupado em memória em nosso servidor ou instância de bancos de dados Microsoft SQL Server.

Falando um pouco sobre estas três colunas é possível observar:

Cache Type: Esta coluna apresenta os tipos de cache identificados pela sys_dm_exec_cached_plans.

Total Plans: Retorna a quantidade de Plan Cached armazenadas em tempo real para os respectivos tipos de cache coletados na sys_dm_exec_cached_plans.

Total MBs: Apresenta a quantidade de memória ocupada para cada Cache Type identificados pela sys.dm_exec_plans, sendo este valor correspondente ao total armazenado ao longo do tempo de execução da instância ou servidor de banco de dados, com base, no último processo de reinicialização.

Acredito que agora ficou bem mais fácil entender os dados retornados após o processamento do bloco de código, como também, o que esta DMF pode nos oferecer de recursos em um momento de análise mais aprofundada do uso dos tipos de cached.

Referências

https://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms187404.aspx

https://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms189488.aspx

https://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms179875.aspx

https://msdn.microsoft.com/en-us/library/ms189747.aspx

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar uns dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/11/15/10-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/10/08/09-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/08/06/07-para-que-serve/

Conclusão

Administrar um banco de dados não é uma tarefa das mais complicadas do mundo, mas quando se referimos em administratar um servidor de banco de dados ou conjunto de servidores de bancos de dados o cenário com certeza muda bastante.

Foi pensando neste tipo de situação que compartilhei com vocês hoje este script no #11 – Para que serve, que apresenta como podemos de maneira fácil, rápida, segura e muito prática encontrar informações relacionadas aos tipos de cache existentes no Microsoft SQL Server, suas respectivas quantidades armazenadas e principalmente o espaço ocupado.

Esta não é uma atividade que você vai realizar todos os dias, particularmente falando, foram poucas as vezes que tive a real necessidade de mergulhar mais a fundo nesta parte de uma instância ou servidor de banco de dados, mas sempre vale a pena conhecer, saber que este de funcionalidade existe e pode ser utilizada de forma rápida e prática.

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua visita, agradeço sua atenção, fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Aproveitando este final de ano, quero lhe desejar um Feliz Natal e Próspero Ano Novo.

Nos encontramos em breve, até lá…..

Dica do Mês – SQL Server 2016 – Obtendo informações sobre o cache de execução de funções


Pessoal, boa tarde.

Tudo bem? Estou retornando com mais um post dedicado a sessão Dica do Mês, este é o post de número 10 dedicado de forma exclusiva a esta sessão.

Recentemente alguns dos leitores do meu blog, fizeram alguns comentários e sugestões pedindo para que eu fosse um pouco mais objetivo no conteúdo e procurando organizar melhor a estrutura do post.

Quero dizer a todos que sugestões, críticas, comentários, enfim tudo é sempre muito bem vindo e estou ainda procurando estabelecer um padrão. No post de hoje, já começo a apresentar um pouco do layout e organização que pretenso manter para os próximos posts.

Então vamos lá, seja bem vindo a mais um Dica do Mês!!!


Introdução

Um das principais atividades de um DBA (Database Administrator) é cuidar e selar para vida de seus servidores e bancos de dados. Mas por diversas situações em alguns momentos algo pode fugir do controle ou simplesmente começar a funcionar de uma maneira diferente da qual estava sendo executado.

Isso também pode acontecer com o Microsoft SQL Server e seus recursos programavéis, dentre eles aqueles que os desenvolvedores tendem a criar para atender necessidades específicas em seus projetos.

Para tais recursos como: Stored Procedure, Triggers, Functions o Microsoft SQL Server apresenta uma infinidade de funcionalidades que permitem a cada versão ou até mesmo atualização serem implementados de maneiras e formas distintas, situação muito comum de se encontrar.

O post de hoje trata justamente uma situação muito corriqueira de se encontrar dentro de um ambiente de banco de dados, no qual estamos fazendo uso de user functions e precisamos de alguma maneira descobrir se esta função esta gerando algum tipo de mudança de comportamento durante ou após sua execução, estou me referindo as chamadas estatísticas de execução.

Problema

Em diversos momentos temos a necessidade obter informações sobre as estatísticas de processamento por parte de um determinado recurso que o Microsoft SQL Server possa estar processando ou tenha sido processado, até o Microsoft SQL Server 2000 essa uma tarefa muito árdua ou praticamente impossível de ser realizada de maneira rápida, cenário que começou a mudar um pouco de comportamento a partir do Microsoft SQL Server 2005.

Solução

A partir da versão 2005 a Microsoft introduziu o conceito de visões de sistemas que permitiam coletar dados estatísticos de execução de querys, posteriormente melhorado no Microsoft SQL Server 2008 a partir da adição do recurso de DMV – Dynamic Management Views, onde tinhamos a possibilidade de rastrear e encontrar informações sobre Stored Procedures e Triggers, através das DMVs:

Onde respectivamente estas DMVs, permitiam obter informações sobre os dados de execução de Stored Procedures e Triggers executadas.

Agora na versão 2016 a Microsoft introduziu no novo SQL Server uma nova DMV, chamada sys.dm_exec_function_stats, que nos permite obter informações sobre os dados estatísticos de processamento e execucação de uma user function.

Vamos então colocar a “mão na massa” ou melhor nos teclados e executar o exemplo apresentando abaixo para que possamos entender como esta nova dmv poderá nos ajudar.

Exemplo

Para que possamos realizar este cenário de exemplo vou utilizar o Microsoft SQL Server 2016 Express em conjunto com o banco de dados de exemplo Microsoft SQL Server 2016 Adventure Works disponibilizados nos seguinte link: https://www.microsoft.com/download/details.aspx?id=49502

Dando continuidade vamos executar o primeiro bloco de código, denominado Bloco de Código 1.

— Bloco de Código 1 —

bloco-de-codigo-1

 

Não se precoupe com a lógica aplicada ao código, o importante é que você observe a existência de três user functions existentes dentro do banco de dados AdventureWorks2016, sendo elas:

  • dbo.ufnGetStock;
  • dbo.ufnGetProductDealerPrice; e
  • dbo.ufnGetProductStandardCost.

Agora que nosso bloco de código 1 foi executado o Microsoft SQL Server através do Database Engine em conjunto com Execution Plan, deve ter criado para nosso select e principalmente as functions utilizadas dentro um cache de execução contendo as informações sobre o processamento realizado e o quanto custou para executar cada function envolvida neste código.

E justamente neste momento que poderemos fazer uso da nova DMV sys.dm_exec_function_stats para obter os principais indicadores estatísticos coletados através do cache criado pelo SQL Server com base no bloco de código 1. Vamos então executar o Bloco de Código 2 apresentado abaixo.

— Bloco de Código 2 —

bloco-de-codigo-2

Observe que além da sys.dm_exec_function_stats estamos utilizando em conjunto a sys.dm_exec_sql_text que nos permite obter mais detalhes sobre o código do objeto programado executado, neste caso as functions apresentadas anteriormente.

A Figura 1 apresentada abaixo ilustra a relação de dados estatísticos armazenando no cache de execução do database engine e coletados através da  sys.dm_exec_function_stats:

figura1-sys-dm_exec_function_statsFigura 1 – Dados estatísticos de processamento das functions utilizadas no bloco de código 1.

Referências

Conclusão

Como de costume a cada nova versão ou atualização a Microsft esta apresentando diversas inovações e melhorias no Microsoft SQL Server.

Isso não foi diferente na versão 2016 que agora através da nova DMV sys.dm_exec_function_stats nos permite obter informações estatísticas de processamento de nossas functions armazenadas em cache.

Desta forma, temos a possibilidade de analisar estes dados e permitir ter uma melhor análise de processamento por parte das aplicações que necessitam fazer uso de functions, com certeza este recurso será muito importante e de extrema utilidade para qualquer profissional da área de banco de dados e desenvolvimento.

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua visita, agradeço sua atenção, fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Até mais.

Material de Apoio – Abril – 2013


Salve, salve, comunidade.

Começo de mais um mês, nossa já estamos em Abril, meu deus como o tempo passa rápido.

Pois bem, como de costume estou de volta com mais uma relação referente aos meus Materiais de Apoio.

10:18 – Log renomeado.

Na relação de Hoje, vou disponibilizar Scripts e Códigos de Exemplo sobre:

  • Transaction Log;
  • Liberação de Permissões;
  • Buffers e Cache de Memória;
  • Operadores Exists e Not Exists;
  • Permissão Grant All Privileges;
  • Database Snapshot;
  • Retornando Valores por extenso através de uma Stored Procedure;
  • Set Page_Verify – None e CheckSum, entre outros.

Segue abaixo a relação de arquivos, por padrão renomeados com a extensão .doc para garantir a compatibilidade com a plataforma WordPress.com

Exemplo – Leitura – Transaction Log.sql

Exemplo – Liberando Permissão Grant para tables.sql

Exemplo – Limpando Buffer e Cache de Memória.sql

Exemplo – Operadores – Exists – Not Exists.sql

Exemplo – Permissão – Grant All Privileges.sql

Exemplo – Restaurando – Database Snapshot.sql

Exemplo – SP – Retornando Valor Por Extenso.sql

Exemplo – Tempo restante para finalizar execução do backup.sql

Exemplo – Trabalhando – Begin Transaction + Commit Transaction.sql

Exemplo – Utilizando – Operador – Cross Apply.sql

Exemplo – Utilizando – Select + Case When.sql

Exemplo – Utilizando – Set Page_Verify – None ou CheckSum.sql

Exemplo – Utilizando Função – Db_Name() e User_Name().sql

Exemplo – Utilizando função – Row_Number.sql

Após o download dos arquivos, basta remover a extensão .doc mantendo a extensão .sql. Todos os Scripts foram testados no Microsoft SQL Server 2008 e Microsoft SQL Server 2008 R2.

Fique a vontade para compartilhar este material com seus amigos, colegas e contatos profissionais e acadêmicos.

Agradeço a sua visita, fique a vontade para dividir sua opinião sobre este post.

Nos encontramos em breve.

Até mais.

Utilizando a Ferramenta Surface Area Configuration no Microsoft SQL Server 2008 R2 através de Política de Gerenciamento.

Hoje gostaria de destacar para vocês uma das maiores funcionalidades adicionados ao Microsoft SQL Server, conhecida como Surface Area Configuration, presente desde a versão 2005, mas que na versão 2008 acabou sendo integrada a uma nova funcionalidade denominada Política de Gerenciamento ou Policy Management.


Olá pessoal, tudo bem com vocês?

Hoje gostaria de destacar para vocês uma das maiores funcionalidades adicionados ao Microsoft SQL Server, conhecida como Surface Area Configuration, presente desde a versão 2005, mas que na versão 2008 acabou sendo integrada a uma nova funcionalidade denominada Política de Gerenciamento ou Policy Management.

Presente no Microsoft SQL Server 2005, a Surface Area Configuration, foi introduzida como uma ferramenta que permitia ao administrador visualizar e gerenciar o estado de inicialização dos serviços instalados no Microsoft SQL Server 2005, independente da quantidade de instâncias instaladas.

Administrando servidores com Gerenciamento Baseado em Políticas

A partir do Microsoft SQL Server 2008, a Microsoft introduziu um novo conceito de gerenciamento e administração de recursos e funcionalidades de instâncias SQL Server, através do próprio Management Studio, como também, utilizando o Policy Management, sendo este, composto por um conjunto de configurações de políticas de segurança para tornar ainda mais segura o processo de administração de qualquer Servidor Microsoft SQL Server.

Gerenciamento Baseado em Políticas é um sistema para gerenciar uma ou mais instâncias do SQL Server 2008. Quando os administradores de políticas do SQL Server usam o Gerenciamento Baseado em Políticas, eles usam o SQL Server Management Studio para criar políticas para gerenciar entidades no servidor, como as instâncias do SQL Server, bancos de dados ou outros objetos do SQL Server.

O Gerenciamento Baseado em Políticas tem três componentes:

  • Gerenciamento de política: Os administradores de políticas criam políticas.
  • Administração explícita: Os administradores selecionam um ou mais destinos gerenciados e verificam explicitamente se eles estão de acordo com uma política específica, ou explicitamente fazem com que os destinos estejam de acordo com uma política.
  • Modos de avaliação: Há quatro modos de avaliação, três dos quais podem ser automatizados:
  1.                                                                i.      Sob demanda. Este modo avalia a política quando especificado diretamente pelo usuário.
  2.                                                              ii.      Ao alterar: impedir. Esse modo automatizado usa gatilhos DDL para impedir violações de política.
  1.                                                           iii.      Ao alterar: log apenas. Este modo automatizado usa a notificação de eventos para avaliar uma política quando uma alteração relevante é feita.

 

  1.                                                            iv.      Ao agendar. Este modo automatizado usa um trabalho do SQL Server Agent para avaliar periodicamente uma política.

Foi a partir deste novo contexto que o Surface Area Configuration deixou de ser utilizado como uma ferramenta externa e passou a ser integrado a este novo ambiente, mas de forma discreta e praticamente desconhecida por boa parte dos profissionais.

A meu ver um ponto falho em que a Microsoft subestimou o conhecimento e uso desta ferramenta por parte dos profissionais, conhecedores, especialistas e amantes do Microsoft SQL Server. Mas independente de qualquer opinião, esta ferramenta ainda esta presente, o que nos fortalece a possibilidade de fazermos uso de seus recursos.

Termos e conceitos do Gerenciamento Baseado em Políticas

  • Destino gerenciado pelo Gerenciamento Baseado em Políticas: As entidades gerenciadas pelo Gerenciamento Baseado em Políticas, como uma instância do Mecanismo de banco de dados do SQL Server, um banco de dados, uma tabela ou um índice. Todos os destinos em uma instância de servidor formam uma hierarquia de destino. Um conjunto de destino é aquele resultante da aplicação de um conjunto de filtros de destino à hierarquia de destino.
  • Faceta do Gerenciamento Baseado em Políticas: Um conjunto de propriedades lógicas que modelam o comportamento ou as características de certos tipos de destinos gerenciados. O número e as características das propriedades são incorporados à faceta e só podem ser adicionados ou removidos pelo criador da faceta. Um tipo de destino pode programar uma ou mais facetas de gerenciamento, e uma faceta de gerenciamento pode ser implementada por um ou mais tipos de destino. Algumas propriedades de uma faceta só podem ser aplicadas a uma versão específica. Por exemplo, a propriedade Database Mail da faceta Configuração da Área da Superfície só se aplica ao SQL Server 2005 e versões posteriores.
  • Condição de Gerenciamento Baseado em Políticas: Uma expressão booleana que especifica um conjunto de estados permitidos de um destino gerenciado pelo Gerenciamento Baseado em Políticas em relação a uma faceta de gerenciamento.
  • Política de Gerenciamento Baseado em Políticas: Uma condição do Gerenciamento Baseado em Políticas e o comportamento esperado, como, por exemplo, modo de avaliação, filtros de destino e agenda. Uma política só pode conter uma condição. As políticas podem ser habilitadas ou desabilitadas.
  • Categoria de política do Gerenciamento Baseado em Políticas: Uma categoria definida pelo usuário para ajudar a gerenciar políticas. Os usuários podem classificar as políticas em categorias diferentes. Uma política pertence a somente uma categoria. Categorias de políticas se aplicam a bancos de dados e servidores. No nível de banco de dados, as seguintes condições se aplicam:
  • Os proprietários de banco de dados podem assinar um conjunto de categorias de política para um banco de dados.
  • Somente as políticas das categorias assinadas podem governar um banco de dados.
  • Todos os bancos de dados assinam implicitamente a categoria de política padrão.

No nível de servidor, é possível aplicar categorias de políticas a todos os bancos de dados.

Política efetiva: As políticas efetivas de um destino são aquelas que governam esse destino. Uma política só será efetiva em relação a um destino se todas as seguintes condições forem satisfeitas:

  • A política está habilitada.
  • O destino pertence ao conjunto de destino da política.
  • O destino ou um dos destinos ancestrais assina o grupo de políticas que contém essa política.

Bom, após este pequeno overview sobre o Policy Management, seus termos, conceitos e formas de administração, vou destacar um pouco de como o Surface Area Configuration é definido no Microsoft SQL Server 2008 R2.

Compreendendo o Surface Area Configuration

Na configuração padrão de novas instalações do SQL Server, muitos recursos não estão habilitados. O SQL Server instala de forma seletiva e inicia somente os principais serviços e recursos, para minimizar o número de recursos que podem ser atacados por um usuário mal-intencionado.

Um administrador de sistema pode alterar esses padrões no momento da instalação e também seletivamente habilitar ou desabilitar recursos de uma instância em execução do SQL Server. Além disso, alguns componentes podem não estar disponíveis ao estabelecer conexão a partir de outros computadores até que os protocolos sejam configurados.

Importante destacar, que ao contrário das novas instalações, nenhum serviço ou recurso existente é desativado durante uma atualização, mas as opções adicionais de configuração da área da superfície poderão ser aplicadas após a conclusão da atualização.

Utilizando o Surface Area Configuration de forma básica

Para trabalharmos com o Surface Area Configuration no Management Studio é bastante simples, seguindo os passos apresentados abaixo:

A habilitação e desabilitação de recursos do SQL Server podem ser configuradas usando as facetas no SQL Server Management Studio. Para configurar área da superfície usando as facetas:

  1. No Management Studio, conecte-se a sua instância do SQL Server.
  2. No Pesquisador de Objetos, clique com o botão direito do mouse no servidor e clique em Facetas, conforme apresenta a Figura 1.

Figura 1 – Opção Facetas no Management Studio.

3. Na caixa de diálogo Exibir Facetas, expanda a lista Faceta e selecione a faceta Configuração da área da superfície apropriada, conforme apresenta a Figura 2. Por padrão estas facetas estão definidas em três categorias:

    1. Configuração       da área da superfície;
    2. Configuração       da área da superfície para o Analysis Services; e
    3. Configuração da área da superfície para o Reporting Services.

Figura 2 – Tela de Configuração das Facetas de acordo com a categoria selecionada.

A seguir apresenta somente as opções disponíveis para faceta Surface Area Configuration, conforme ilustra a Figura 3:

Figura 3 – Relação de Opções disponíveis para faceta Surface Area Configuration.

  1. Na área Propriedades da faceta, selecione os valores desejados para cada propriedade. Ou se preferir selecione, por exemplo, a Faceta DatabaseMailEnabled.
  2. Clique em OK.

Pronto, desta forma simples acabamos de realizar a ativação de uma faceta no Microsoft SQL Server 2008 R2, que posteriormente estará sendo refletido no comportamento e configuração de sua instância.

Algo que pode parecer muito similar a utilização da System Stored Procedure SP_Configure, quando estamos se referindo a configuração de recursos específicos do nosso servidor como no procedimento que realizamos anteriormente, executando o processo de ativação do Database Mail, que pode ser feito de ambas as formas, tanto por SP_Configure, como também por configuração de Facetas em Nível de Servidor.

Combinando o uso do Surface Area Configuration com a SP_Configure

Como destacado anteriormente a configuração de algumas facetas disponíveis através do Policy Management, com base no Surface Area Configuration pode ser comparado e até mesmo utilizado como alternativa á System Stored Procedure SP_Configure.

Pois bem, por procurar destacar como podemos através de cada um destes recursos fazer uso de funcionalidades do Microsoft SQL Server 2008 R2, como por exemplo, ativar o uso da Extended Stored Procedure XP_CMDShell. Começando pelo uso da Stored Procedure para ativação da XP_CMDShell, conforme apresentado abaixo:

  1. 1.       Ativando a XP_CMDShell e consultando seu status através das Facetas de Servidor:

Por se tratar de uma funcionalidade externa e também um recurso que pode possibilitar o acesso indevido a um usuário mal intencionado o Microsoft SQL Server, por padrão mantém este recurso oculto, bem como, desativado. Vamos então realizar o processo de ativação desta funcionalidade e posteriormente consultar o seu status através da Faceta, conforme o código apresentado abaixo:

sp_configure ‘ xp_cmdshell’,1

reconfigure with override

Após executar este pequeno bloco de código, vamos consultar o valor atribuído para Faceta Surface Area Configuration em sua propriedade DatabaseMailEnabled, utilizando os passos realizados anteriormente. Para ilustrar o valor da propriedade DatabaseMailEnabled, apresento a Figura 4:

Figura 4 – Propriedades disponíveis para faceta Surface Area Configuration, em especial a propriedade DatabaseMailEnabled.

Como já esperado ao executar a SP_Configure, o propriedade DatabaseMailEnabled, teve o seu valor alterado de False para True, o que representa que acabamos de alterar o seu valor e ativar esta funcionalidade para nossa instância de banco de dados.

O próximo passo é realizar justamente o mesmo procedimento, só que de forma inversa, alterando o valor na propriedade e consultado o seu status através da SP_Configure.

  1. Desativando a XP_CMDShell e consultando seu status através da SP_Configure:

Como a tela de Visualização de Facetas já esta aberta e também com a categoria Surface Area Configuration selecionada, vamos alterar o valor da propriedade DatabaseMailEnabled, alterando o seu valor de True para False e depois clicando no botão Ok.

Agora vamos executar o bloco de código apresenta abaixo para obter o retorno da alteração do status da propriedade DatabaseMailEnabled:

sp_configure ‘xp_cmdshell’

Ótimo, nossa alteração foi realizada de forma correta e neste momento a XP_CMDShell voltou ao seu status padrão, ou seja, esta desativada, conforme podemos observar a Figura 5, com base na valor apresentado na coluna Run_Value, retornado como zero (Zero), o que indica pelo SQL Server que o recurso, funcionalidade e propriedade esta desativada:

Figura 5 – Resultado da execução da System Stored Procedure SP_Configure.

Utilizando o Surface Area Configuration de forma avançada

Nossa última jornada será realizar a configuração de uma nova política disponível para o Surface Area Configuration, com base, no conjunto de condições (conditions) e facetas (facets) disponíveis no Policy Management (Gerenciador de Políticas).

Vamos então configurar uma nova Condição, conforme os passos apresentados abaixo:

  1. Conecte-se ao seu Servidor ou Instância SQL Server;
  2. No Explorador de Objetos (Object Explorer), navegue até o Menu Gerenciamento (Management);
  3. Selecione a opção Condições (Conditions), clicando com o botão da direita do mouse e escolhendo a opção Nova Condição (New Condition);
  4. Como base na Figura 6, realize a configuração da sua nova condição, utilizando os seguintes valores:
    1. Name: Condição – Ativar – AdHocRemoteQueries;
    2. Facet: Surface Area Configuration;
    3. Expression:
      1.                                                                           i.      Field: @ADHocRemoteQueries
      2.                                                                          ii.      Operator: =
      3.                                                                        iii.      Value: True
  5. Clique no botão Ok, para confirmar a criação desta nova condição.

Figura 6 – Tela de Configuração da Condição – Ativar – AdHocRemoteQueries.

Pronto, nossa nova condição esta configurado e criada, agora devemos configurar nossa nova política que estará fazendo uso desta condição e de sua faceta. Para isso, vamos realizar os seguintes passos:

  1. Utilizando o menu Management aberto, clique como o botão da direita sobre a opção Políticas (Policies), selecionando a opção Nova Política (New Policy);
  2. Como base na Figura 7, realize a configuração da sua nova condição, utilizando os seguintes valores:
    1. Name: Política – Ativando – AdHocRemoteQueries;
    2. Check Condition: Condição – Ativar – AdHocRemoteQueries;
    3. Evalution Mode: On Change: Log Only;
    4. Server Restriction: None; e
    5. Marque a opção Ativo (Enabled).
  3. Clique no botão Ok, para confirmar a criação desta nova política.

Figura 7 – Tela de Configuração da Política – Ativando – AdHocRemoteQueries.

Muito bem, nossa política esta criada e definida para ser executa somente quando o log de eventos sofre algum tipo de mudança que possa estar relacionada com esta política. Mas caso você queria testar ou avaliar a execução desta política, basta clicar com o botão da direita do mouse sobre a ela e escolher a opção Evaluate(Avaliar).

Observação: Vale ressaltar que estes procedimentos podem somente ser executados por usuários com permissões de nível de System Administrator, Security Administrator, Server Administrator ou Setup Administrator.

Itens relacionados

A seguir apresenta a relação de Stored Procedures que podem ser utilizadas com as Políticas de Gerenciamento

sp_syspolicy_add_policy_category   sp_syspolicy_rename_policy_category  
sp_syspolicy_add_policy_category_subscription   sp_syspolicy_repair_policy_automation
sp_syspolicy_configure sp_syspolicy_set_config_enabled
sp_syspolicy_delete_policy_category   sp_syspolicy_set_config_history_retention
sp_syspolicy_delete_policy_category_subscription   sp_syspolicy_set_log_on_success
sp_syspolicy_delete_policy_execution_history   sp_syspolicy_subscribe_to_policy_category
sp_syspolicy_purge_health_state   sp_syspolicy_unsubscribe_from_policy_category
sp_syspolicy_purge_history sp_syspolicy_update_policy_category
sp_syspolicy_rename_condition sp_syspolicy_update_policy_category_subscription
sp_syspolicy_rename_policy

Perfeito pessoal acredito ter conseguido cumprir o meu objetivo e mostrar de uma forma bastante simples como podemos utilizar o Surface Area Configuration dentro do Microsoft SQL Server 2008 R2.

Espero que você possa ter gostado, mais uma vez agradeço a sua visita, o seu interesse o meu blog, conto com sua participação.

Nos vemos em breve.

Um grande abraço, até a próxima

Microsoft SQL Server 2008 Service Pack 3 Released!

Microsoft SQL Server 2008 Service Pack 3 Released!


Microsoft SQL Server 2008 Service Pack 3 fornece soluções de hotfix do SQL Server 2008 SP2 CU 1 para CU4 de resolução de solicitações dos clientes com segurança e problemas de capacidade de suporte. Server Pack 3 aumenta o valor para os clientes com 113 novo cliente controlada por pedidos e 201 portado do SQL Server 2008 SP2 CU1-CU4 e do Yukon SP4 para ajudar os clientes a migrar perfeitamente para o SP3.
A tabela abaixo mostra a distribuição de solicitação para o SP3 do SQL Server 2008.

Team

Scope

Other

Improvement Fixes

Porting

Team Total

Community Security Supportability Watson Deferred
Hotfix Request
PCU Readiness Must Fix Media Puller From Yukon
SP4
From Katmai
SP2 CU 1 to 4
Analysis
Services

0

4

1

0

0

0

2

0

0

0

32

39

Deployment
Platform

0

0

6

1

0

4

3

0

0

0

3

17

Integration
Services

0

4

0

0

0

0

1

0

0

2

16

23

Localization

0

0

0

0

0

1

1

0

0

3

0

5

Manageability

1

5

3

0

0

0

6

0

0

0

15

30

Massively Parallel Data Warehousing

0

0

0

0

0

0

2

0

2

0

0

4

Release
Services

0

0

0

0

0

3

0

0

0

0

0

3

Reporting
Services

1

1

1

0

0

2

6

0

0

0

23

34

SQL
Connectivity

0

1

0

0

0

0

0

0

0

2

4

7

SQL Engine

2

16

2

3

8

3

31

0

3

10

91

169

SubTotal

4

31

13

4

8

13

52

0

5

17

184

331

Links relacionados e downloads:
Fontes e Direitos Autorais: Abhishek Sinha, Program Manager – SQL Server Servicing Experience.