#26 – Para que serve

Conheça uma pequena introdução sobre os Níveis de Isolamento, destacando de forma prática o Read Uncommitted.


Olá, pessoal, bom dia.

Como vocês estão? Já fazem alguns meses que não nos encontramos nesta sessão em meu blog, fico feliz em te encontrar novamente. Seja bem-vindo a mais um post da sessão Para que Serve, post de número 26, em mais um dia de muitas atividades, afazeres e compromissos profissionais, domésticos (sim, eu adoro ajudar a minha esposa, cuidar da nossa casa…..) e claro acadêmicos.

Neste post quero destacar uma parte de um dos recursos mais importantes, impactantes e tradicionais do Microsoft SQL Server existente deste sua primeira versão, o qual esta totalmente relacionamento com o comportamento de nossas transações, querys e processamentos que possam estar sendo realizados neste momento em nossos servidores ou instâncias.

Sendo direto e reto no assunto, você que esta neste momento lendo este post e trabalhando com seus dados, tabelas e bancos no SQL Server esta fazendo uso dele sem talvez saber que ele exista, me refiro ao tradicionais Níveis de Isolamento de Transações ou Transaction Isolation Levels.

Você se lembra da existência deste recurso e o quanto ele é importante? Pois bem, caso não se lembra, a partir deste post e provavelmente os próximos 2 ou 3 futuros serão dedicados nesta sessão a apresentar de forma simples, prática e muito didática como podemos fazer uso deste recurso em nossas transações, seus comportamentos, vantagens e desvantagens (isso se elas existirem) e principalmente os riscos ao fazer uso talvez de uma forma não muito indicada.

Sendo assim, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre o post de número 25 da sessão Para que serve. Mas uma vez, bem vindo ao #26 – Para que serve – Apresentando os nível de isolamento Read Uncommitted.

Espero que você esteja animado para conhecer um pouco mais sobre este recurso, caso já conheça, continue lendo este post, sempre podemos aprender algo novo….

Continue Lendo “#26 – Para que serve”

Novo Microsoft SQL Server Migration Assistant v8.1 disponível


A Microsoft disponibilizou na última terça – feira dia 05/03 o Microsoft SQL Server Migration Assistant v8.1, ferramenta gratuita que permite a migração de dados existentes em outras soluções de bancos de dados, como:

De uma forma bastante simples e prática é possível consumir os dados armazenados nas soluções listadas acima, enviando os mesmos diretamente para o Microsoft SQL Server e Microsoft Azure SQL.

O Microsoft SQL Server Migration Assistant v8.0 é compatível com o sistemas operacionais:

  • Windows 7;
  • Windows 8;
  • Windows 8.1;
  • Windows 10;
  • Windows Server 2008 R2;
  • Windows Server 2012;
  • Windows Server 2012 R2; e
  • Windows Server 2016.

Esta nova versão do Microsoft SQL Server Migration Assistant  inclui o suporte para:

– MySQL 4.1 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017, SQL Server 2019, Azure SQL DB e Azure SQL Database Managed Instance;

–  Access 97 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017, SQL Server 2019, Azure SQL DB e Azure SQL Database Managed Instance;

– SAP Adaptive Server Enterprise (ex-Sybase) 11.9 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017, SQL Server 2019, Azure SQL DB e Azure SQL Database Managed Instance;

–  Oracle Database 9.0 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017, SQL Server 2019, Azure SQL DB, Azure SQL Data Warehouse e Azure SQL Database Managed Instance; e

– IBM DB2 9.0 e 10.0 no z/OS e das versões 9.7 e 10.1 no Linux/Unix/Windows para o SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017,SQL Server 2019, Azure SQL DB e Azure SQL Database Managed Instance.

Microsoft SQL Server Migration Assistant v8.1

O download pode ser realizado de acordo com sua fonte de dados de origem, selecione uma das opções existentes abaixo:

Recursos adicionais

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft.com – Download Center – https://blogs.msdn.microsoft.com/datamigration/2019/03/05/release-sql-server-migration-assistant-ssma-v8-1/

Novo Microsoft SQL Server Migration Assistant v8.0 disponível


A Microsoft liberou nesta semana o Microsoft SQL Server Migration Assistant v8.0, ferramenta gratuita que permite a migração de dados existentes em outras soluções de bancos de dados, como: 

De uma forma bastante simples e prática é possível consumir os dados armazenados nas soluções listadas acima, enviando os mesmos diretamente para o Microsoft SQL Server e Microsoft Azure SQL.

O Microsoft SQL Server Migration Assistant v8.0 é compatível com o sistemas operacionais:

  • Windows 7;
  • Windows 8;
  • Windows 8.1;
  • Windows 10;
  • Windows Server 2008 R2;
  • Windows Server 2012;
  • Windows Server 2012 R2; e
  • Windows Server 2016.

Esta nova versão do Microsoft SQL Server Migration Assistant  inclui o suporte para:

– MySQL 4.1 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017, SQL Server 2019, Azure SQL DB e Azure SQL Database Managed Instance;

–  Access 97 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017, SQL Server 2019, Azure SQL DB e Azure SQL Database Managed Instance;

– SAP Adaptive Server Enterprise (ex-Sybase) 11.9 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017, SQL Server 2019, Azure SQL DB e Azure SQL Database Managed Instance;

–  Oracle Database 9.0 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017, SQL Server 2019, Azure SQL DB, Azure SQL Data Warehouse e Azure SQL Database Managed Instance; e

– IBM DB2 9.0 e 10.0 no z/OS e das versões 9.7 e 10.1 no Linux/Unix/Windows para o SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017,SQL Server 2019, Azure SQL DB e Azure SQL Database Managed Instance.

Microsoft SQL Server Migration Assistant v8.0

O download pode ser realizado de acordo com sua fonte de dados de origem, selecione uma das opções existentes abaixo:

Recursos adicionais

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft.com – Download Center – https://www.microsoft.com/en-us/download

Dica do Mês – Temporal Table e o Calor, uma combinação muito quente


Salve pessoal, bom dia.

Estamos no mês de janeiro, férias, sol, calor, chuvas, e para minha alegria te encontro mais uma vez no meu blog, caso esta seja a sua primeira visita ou acesso, fico mais feliz ainda, seja muito bem vindo.

Este é mais um post da sessão Dica do Mês, sessão dedicada a compartilhar bimestralmente dicas, novidades, curiosidades e demais assuntos, conteúdos e informações relacionadas ao Microsoft SQL Server, Banco de Dados e Tecnologias de Banco de Dados.

No post de hoje, quero compartilhar com vocês uma das funcionalidades adicionadas ao Microsoft SQL Server a partir da versão 2016 e que recentemente acabei conhecendo com um pouco mais, como você já pode notar no título deste post, estou fazendo referência as chamadas Temporal Tables (Tabelas Temporais).

Você já conhece? Teve a necessidade de utilizar? Eu particularmente falando conhecia muito pouco sobre este recurso, mas na semana passada neste período de férias tive a ideia de fazer uma brincadeira aqui em casa em conjunto com um termômetro, e justamente através desta brincadeira que utilizei uma temporal table.

Ficou curioso para saber como eu fiz uso dela? Calma, daqui a pouco eu conto mais sobre isso para você.

Pois bem, sem mais delongas, vamos em frente, vou tentar mitigar a sua curiosidade e ao mesmo também satisfazer os meus objetivos. Sendo assim, seja bem vindo ao post – Dica do Mês – Temporal Table e o Calor, uma combinação muito quente.


Introdução

A partir da versão 2016 do Microsoft SQL Server, a Microsoft introduziu o suporte para tabelas temporais de sistema baseadas no versionamento de dados como um recurso de banco de dados, sendo este,  uma funcionalidade que traz o suporte interno para fornecer informações sobre dados armazenados na tabela em qualquer ponto no tempo, ao invés de apenas os dados que é corretos no momento atual em está na hora.

Esta nova funcionalidade, também é reconhecida e trata como um recurso de banco de dados criado com base nos padrões em ANSI SQL 2011.

A partir do momento em que idealizamos fazer uso de uma tabela temporal, estamos criando um novo objeto ou transformando um objeto já existente em nosso banco de dados, em um elemento responsável em manter o histórico completo das alterações de dados ocorridos durante um período de tempo, sendo esta a principal finalidade de uso de uma temporal que é tratada internamento como um repositório de gerenciamento de tempo.

Cada tabela temporal tem duas colunas explicitamente definidas, cada um com um tipo de dados datetime2 , estas colunas são referidas como colunas de período, sendo período colunas usadas exclusivamente pelo sistema de registro prazo de validade para cada linha, sempre que uma linha for modificada. Além dessas colunas de período, uma tabela temporal também contém uma referência a outra tabela, a qual será utilizada como esquema espelho.

Por padrão o Microsoft SQL Server utiliza esta tabela para armazenar automaticamente a versão anterior de uma linha cada vez que a mesma na tabela temporal é atualizada ou excluída. Esta tabela adicional é referida como a tabela de histórico, enquanto a tabela principal que armazena versões de linha (real) atual é conhecida como a tabela atual ou simplesmente como a tabela temporal.

Importante ressaltar que durante a criação do quadro temporal, os usuários podem especificar a existência de uma tabela de histórico (deve ser esquema compatível) ou deixar o sistema criar tabela de histórico padrão.

Agora que já conhecemos um pouco do que é uma Temporal Table, vamos avançar mais um pouco em nossa caminhada, vou apresentar o porque tive a ideia de fazer uso deste recurso.

 

SEU FUNCIONAMENTO

Como já destacado anteriormente o sistema de controle de versão de uma tabela temporal é implementado através do uso de um par de tabelas, uma tabela atual e uma tabela de histórico. Dentro de cada uma destas tabelas, as seguintes duas colunas adicionais datetime2 são usadas para definir o período de validade para cada linha:

  • Coluna de início de período: O sistema registra a hora de início para a linha nesta coluna, denotado tipicamente como a coluna de SysStartTime .
  • Coluna de fim do período: O sistema registra a hora final para a linha nesta coluna, normalmente indicado na coluna SysEndTime .

A tabela atual contém o valor atual para cada linha. A tabela de histórico contém cada valor anterior para cada linha, se for o caso, e a hora de início e hora de término para o período para o qual foi válido.

A Figura 1 apresentada abaixo, ilustra de forma simples o funcionamento do sistema de controle dos dados aplicado a partir do uso de uma tabela temporal:

Temporal-HowWorks

Figura 1 – Funcionamento do sistema de controle de uma tabela temporal.

Este sistema de controle de versionamento dos dados é realizado sempre as instruções: Insert, Update, Delete ou Merge venham a ser realizadas de forma individual ou simultânea.

 

PORQUE UTILIZAR UMA TEMPORAL TABLE

Uma das coisas que eu aprendi a gostar no decorrer da minha carreira na área de tecnologia é a importância e as possibilidades de mudanças que um mesmo dado pode apresentar no decorrer de um período de tempo, este é um dos meus maiores prazeres entender o quanto aquele dado a uma minuto atrás agora já é outro dado e podem me trazer representar novas informações e conhecimentos.

Desta forma, ao analisarmos uma temporal table podemos também reconhecer ou fazer uso da mesma como uma Slowly Changing Dimension (Dimensão com mudanças lentas ou mudanças lentas em uma dimensão), o que vai nos possibilitar criar uma visão dos nossos dados com base uma período ou determinada data.

Uma outra funcionalidade que pode ser aplicada a uma temporal table se relacionada a controles de auditoria mais propriamente falando de auditoria de dados, normalmente as fontes de dados reais são dinâmicas e se tornam voláteis ao longo do tempo, para uma empresas isso pode influenciar diretamente em suas decisões as quais dependem de percepções que os analistas podem começar a identificar a partir da evolução ou mudanças de dados.

Já sabemos o porque escolhi fazer uso de uma temporal table, agora vou apresentar o cenário que me permitiu aplicar este recurso com base na minha ideia.

 

MINHA IDEIA

Estamos visando uma forte onda de calor em praticamente todo o Brasil, algo que muitos brasileiros adoram eu sinceramente não sou um destes brasileiros, pois eu não suporto estas altas temperaturas.

Para tentar de alguma maneira aprender algo de novo com este calor e tentando se distrair dentro das possibilidades, pensei em ter uma noção do quanto a temperatura aqui na minha casa localizada na cidade de São Roque interior do estado de São Paulo muda no decorrer de um período de tempo, sendo justamente esta a minha ideia de utilizar uma temporal table, talvez esta não tenha sido a melhor ideia ou até mesmo o melhor cenário para uso, mas entendo que pode ser uma possibilidade dentre as mais variadas possíveis.

Seguindo em frente e avançando mais um pouco, chegou a hora de colocar em prática a minha ideia, para isso vamos construir um simples cenário para fazer uso da Temporal Table.

NOSSO AMBIENTE

Como de costume vamos utilizar um ambiente isolado dos demais bancos de dados que você possa conter, desta maneira nosso cenário será constituído dos seguintes elementos:

  • Banco de Dados: DatabaseTemporalTabel;
  • Tabela Atual: TemporalTableTemperatura;
  • Tabela Historico: TemporalTableTemperaturaHistorico;
  • Colunas Temporais: DataHoraInicial e DataHoraFinal; e
  • Period For System formado por: DataHoraInicial e DataHoraFinal.

Criando o ambiente

Através do Bloco de Código 1 apresentado abaixo, vamos realizar a criação dos respectivos elementos destacados anteriormente:

— Bloco de Código 1 —

— Criando o Banco de Dados —
Create Database DatabaseTemporalTable
Go

— Acessando o Banco de Dados —
Use DatabaseTemporalTable
Go

— Criando a Tabela TemporalTableTemperatura —
Create Table TemporalTableTemperatura
(Codigo Int Identity(1,1) Primary Key Clustered,
Local Char(10) Default ‘Minha Casa’,
Cidade Char(9) Default ‘São Roque’,
DataAtual Date Default GetDate(),
HoraAtual Time Default GetDate(),
Temperatura TinyInt,
DataHoraInicial Datetime2 (0) GENERATED ALWAYS AS ROW START,
DataHoraFinal Datetime2 (0) GENERATED ALWAYS AS ROW END,
PERIOD FOR SYSTEM_TIME (DataHoraInicial, DataHoraFinal))
WITH (SYSTEM_VERSIONING = ON (HISTORY_TABLE = dbo.TemporalTableTemperaturaHistorico))
Go

A Figura 2 apresentada abaixo, ilustra a estrutura da tabela TemporalTableTemperatura e sua tabela espelho TemporalTableTemperaturaHistorico:

Figura 2 – Tabelas TemporalTableTemperatura e TemporalTableTemperaturaHistorico.

Observações

1 – Para que o Microsoft SQL Server reconheça uma tabela como Temporal Table as colunas temporais devem ser formadas pelo tipo de dados DateTime2 e logo após a declaração do seu tipo de dados informar as instruções:

  • Generated Always as Row Start – Valor gerado sempre no início da linha; e
  • Generated Always as Row End – Valor gerado sempre no final da linha.

2 – O controle do período dos valores é feito através da instrução PERIOD FOR SYSTEM_TIME, declarada obrigatoriamente no final da construção da tabela, formada pelas colunas que recebem os valores DateTime2.

3 – Ao declarar o nome da tabela a ser utilizada para o versionamento dos dados, é obrigatório informar o nome do ower ou schema a qual esta tabela irá pertencer, caso isso não seja feito o Microsoft SQL Server retornará a seguinte mensagem de erro:

Msg 13539, Level 15, State 1, Line 18
Setting SYSTEM_VERSIONING to ON failed because history table ‘TemporalTableTemperaturaHistorico2 is not specified in two-part name format.

4 – Ao informar a tabela que será utilizada para o versionamento dos dados o Database Engine realiza automaticamente a criação desta tabela histórico caso a mesma não exista.

Ótimo estamos no caminho certo, nosso próximo passo será abastecer a tabela TemporalTableTemperatura com dados iniciais e na sequência proporcionar alterações nestes mesmos dados iniciais para que o Database Engine faça uso da nossa Temporal Table registrando na Tabela TemperalTableTemperaturaHistorico todas as manipulações realizadas.

Para isso vamos utilizar o Bloco de Código 2 declarado abaixo:

— Bloco de Código 2 —

— Inserindo Dados na Tabela TemporalTableTemperatura —
Insert Into TemporalTableTemperatura (Temperatura)
Values (25)
Go

— Gerando um Delay de 20 segundos —
WAITFOR DELAY ’00:00:20′
Go

— Atualizando os dados na Tabela TemporalTableTemperatura —
Update TemporalTableTemperatura
Set Temperatura = 26,
HoraAtual = GetDate()
Go

— Gerando um novo Delay de 40 segundos —
WAITFOR DELAY ’00:00:40′
Go

— Atualizando os dados na Tabela TemporalTableTemperatura —
Update TemporalTableTemperatura
Set Temperatura = 27,
HoraAtual = GetDate()
Go

— Gerando um novo Delay de 1 minuto e 20 segundos —
WAITFOR DELAY ’00:01:20′
Go

— Atualizando os dados na Tabela TemporalTableTemperatura —
Update TemporalTableTemperatura
Set Temperatura = 27,
HoraAtual = GetDate()
Go

Até aqui tudo tranquilo, realizamos o processo de inserção de dados iniciais na tabela TemporalTableTemperatura e na sequência através do comando WaitFor forçamos a ocorrência de alguns delays (atrasos) de tempo para simular o aumento da temperatura como se fosse um termômetro realizando uma nova marcação, com isso, já temos neste momento um pequena porção de dados a serem consultados.

Vamos então executar o Bloco de Código 3 a seguir para identificar as possíveis maneiras de se consultar os dados armazenados em nossa temporal table:

— Bloco de Código 3 —

— Consultando dados na Tabela TemporalTableTemperatura —
Select * From TemporalTableTemperatura
Go

Após realizarmos o Select declarado acima teremos um retorno de dados similar ao apresentado na Figura 3 abaixo:
Figura 3 – Posição atual de dados armazenados na tabela TemporalTableTemperatura.

Observe que a coluna Temperatura apresenta o valor 27, número informado no último update realizado, a coluna DataHoraInicial apresentando o valor que representa o início da realização da última manipulação aplicada a tabela, no caso o comando Update e a coluna DataHoraFinal vai apresentar o valor final que representa o encerramento do período de controle de versionamento dos dados com o valor fixo e padrão 9999-12-31 23:59:59.

Pois bem, mas se quisermos então identificar ao longo do tempo todas as manipulação que podem ter ocorrido em nossa tabela temporal? É ai que entra em ação nossa tabela de espelho, nossa tabela TemporalTableTemperaturaHistorico, a qual é responsável em armazenar e controlar todo versionamento e alterações que venham a ser realizadas em nossa Temporal Table.

O próximo passo consiste na execução do Bloco de Código 4, o qual vai nos permitir consumir os dados temporais armazenados em nossa tabela TemporalTableTemperaturaHistorico:

— Bloco de Código 4 —

— Consultando dados Temporais, obtendo todas as manipulações realizadas —
Select * From TemporalTableTemperatura
For System_Time All — Apresenta todas as manipulações realizadas
Go

Figura 4 – Todas as manipulações realizadas na tabela TemporalTableTemperatura armazenadas de forma espealhada na tabela histórico TemporalTableTemperaturaHistorico.

Nota que a coluna DataHoraFinal apresenta na linha 1 o valor fixo e padrão 9999-12-31 23:59:59, mas no decorrer das demais linhas, de acordo com as operações realizadas os valores foram sendo atualizados, como podemos comprovar na linha 7 a qual apresenta o valor 2019-01-22 12:59:42.

Já estamos praticamente no final desta caminhada, nosso últimos passos consistem em realizar outras formas de consultar dados temporais, através das instruções:

  • For System_Time as Of;
  • For System_Time From ” To ”;
  • For System_Time Between ” And ”; e
  • For System_Time Contained In ().

Para realizar estas consultamos, vamos executar o Bloco de Código 5 apresentando abaixo:

— Bloco de Código 5 —

— Conhecendo outras formas de consultar dados temporais —
Select * From TemporalTableTemperatura
For System_Time as Of ‘2019-01-22 12:33:56’
Go

Select * From TemporalTableTemperatura
For System_Time From ‘2019-01-22 12:33:56’ To ‘2019-01-22 12:48:36’
Go

Select * From TemporalTableTemperatura
For System_Time Between ‘2019-01-22 12:48:36’ And ‘2019-01-22 12:58:22’
Order By Temperatura Desc
Go

Select * From TemporalTableTemperatura
For System_Time Contained In (‘2019-01-22 12:33:00′ ,’2019-01-22 12:55:00’)
Go

A Figura 5 a seguir apresentado o resultado tornado após a execução do Bloco de Código 5 declarado acima:Figura 5 – Resultados obtidos após a execução de cada comando select declarado no Bloco de Código 5.

Praticamente términos, mas quero finalizar este post com uma pequena amostra do quanto uma tabela temporal pode ser útil, imagine se excluirmos todos os dados da nossa tabela TemporalTableTemperatura.

O que aconteceria com os dados em nossa tabela espelho:

1 – Os dados seriam excluídos também?

2 – Os dados são mantidos?

3 – A tabela espelho será excluída?

4 – Não podemos remover dados em tabelas que utilizam versionamento de dados?

Bom, vou deixar o Bloco de Código 6 declarado abaixo, mas a respostas para esta pergunta você que vai descobrir e posteriormente publicar seu comentário aqui neste post:

— Bloco de Código 6 —

— Excluíndo os dados cadastrados na Tabela TemporalTableTemperatura —
Delete From TemporalTableTemperatura
Go

— Consultando dados na Tabela TemporalTableTemperaturaHistorico —
Select Local, Cidade, DataAtual, HoraAtual, Temperatura
From TemporalTableTemperaturaHistorico
Go

Com isso chegamos ao final de mais um post da sessão Dica do Mês, antes de encerrarmos, gostaria de contar com a sua participação neste post, respondendo a enquete abaixo:


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/tables/temporal-tables?view=sql-server-2017

https://en.wikipedia.org/wiki/Slowly_changing_dimension

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/tables/creating-a-system-versioned-temporal-table?view=sql-server-2017

https://social.technet.microsoft.com/wiki/pt-br/contents/articles/12580.slowly-changing-dimensions.aspx

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/tables/querying-data-in-a-system-versioned-temporal-table?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/tables/getting-started-with-system-versioned-temporal-tables?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/tables/system-versioned-temporal-tables-with-memory-optimized-tables?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/tables/temporal-table-metadata-views-and-functions?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/language-elements/waitfor-transact-sql?view=sql-server-2017

Posts Anteriores

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/10/23/dica-do-mes-comando-restore-database-page-restaurando-paginas-de-dados-de-uma-tabela-no-microsoft-sql-server/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/07/26/dica-do-mes-ocultando-uma-instancia-em-execucao-do-microsoft-sql-server/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/25/dica-do-mes-sql-operations-studio-view-as-chart/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/03/14/dica-do-mes-microsoft-sql-server-2017-sql-graph-databases/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/24/dicadomes-sqlservertoolsuiteintroduction/

CONCLUSÃO

Como já destaquei em outros posts, a cada nova versão, atualização e correção a Microsoft transforma o SQL Server em um produto surpreende, ainda mais na sua capacidade e versatilidade de permitir aos profissionais de tecnologia, administradores de bancos de dados, programadores, entre outros, utilizar recursos nativos e também novos como ferramentas que podem nos ajudar a aplicar os mais variados possíveis cenários afim de obter soluções rápidas e práticas para nossas necessidades.

No post de hoje, mais uma vez isto foi constatado, o uso de novos recursos com base em funcionalidades já existentes se tornam ferramentas valiosas e de grande importância, podemos fazer esta relação com as tabelas temporais, funcionalidade que nos possibilita viajar, navegar, caminhar ao longo do tempo analisar e entendendo as mudanças ocorridas em nossos dados.

Desta forma, nos deparamos com uma poderosa ferramenta e sua gama de recursos que nos permitem realizar as mais diversas e variados preposições de análises de dados para identificarmos a melhor forma para se tomar uma decisão.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, produto tão fascinante que a cada dia eu não consigo deixar de querer estudar e conhecer mais ainda.

Agradecimentos

Agradeço a você por sua atenção e visita ao meu blog. Fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Nos encontramos no próximo post da sessão Dica do Mês a ser publicado em breve.

Um forte abraço, sucesso, não se esqueça de se manter hidratado, passar bastante protetor solar para se proteger deste forte calor que estamos vivendo.

Até mais.

#23 – Para que serve


Olá, bom dia, tudo bem? E ai preparado para festividades de final de Ano?

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Para que Serve, sendo este o de número 23, mais um dia de muito começando, repleto de atividades e compromissos, ainda mais hoje sexta – feira e muito próximo ao Natal.

Mesmo no ritmo de fim de ano, tenho mantido a minha rotina, acordar bem cedo, para poder aproveitar da melhor maneira possível meu precioso tempo livre, colocando em prática algo que adoro fazer, publicar um post novo em meu blog mantendo a tradição de querer renovar e compartilhar as experiências e aprendizados adquiridos em minhas atividades profissionais e acadêmicas.

No post de hoje, vou compartilhar com você que esta acessando meu blog, uma nova opção adicionada diretamente aos bancos de dados que criamos a partir do Microsoft SQL Server 2016 que nos permite que seja utilizada de forma exclusiva no nível de banco de dados ao invés de aplicar diretamente no nível de instância.

Talvez você já possa ter utilizada esta nova opção, mas tenho a certeza que muitos dos profissionais que ainda não migraram seus ambientes para versões mais novas talvez não a conheçam, estou me referindo a opção AUTOGROW_ALL_FILES, que basicamente define no nível de banco de dados (Database Level) ao contrário do que acontecia nas versões anteriores que tínhamos a necessidade de ativar a Trace Flag T1117 que aplicava esta alteração de comportamento padrão no nível de instância (Server Level).

No decorrer deste post será realizado um pequeno comparativo entre as opções AUTOGROW_ALL_FILES e AUTOGROW_SINGLE_FILE, analisando seus comportamentos padrões, tendo como base um simples bloco de código inserindo 500.000 (Quinhentas mil linhas de registros lógicos) com dados fixos.

Adianto que esta análise comparativa em nenhum momento leva em consideração características de Hardware, versão de Sistema Operacional ou uso de uma aplicação específica. Na verdade o objetivo desta simples análise é elucidar que o uso destas  opções podem influenciar na maneira que o Microsoft SQL Server utiliza um ou mais arquivos de dados de forma proporcional ou simultânea.

Sendo assim, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre o post de número 23 da sessão Para que serve. Mas uma vez, bem vindo ao #23 – Para que serve – Opções de Bancos de Dados – AUTOGROW_ALL_FILES versus AUTOGROW_SINGLE_FILE.

Espero que você esteja animado para conhecer um pouco mais sobre esta propriedade, caso já conheça, continue lendo este post, sempre podemos aprender algo novo….


Introdução

Todo o banco de dados SQL Server tem, no mínimo, dois arquivos de sistema operacional: um arquivo de dados e um arquivo de log. Os arquivos de dados contêm dados e objetos como tabelas, índices, procedimentos armazenados e exibições.

Os arquivos de log contêm as informações necessárias para recuperar todas as transações no banco de dados, ao contrário dos arquivos de dados que podem ser agrupados em grupos de arquivos para propósitos de alocação e administração.

Os bancos de dados SQL Server possuem três tipos de arquivos, como mostrado na Tabela 1 a seguir:

Arquivo  Descrição 
Primário O arquivo de dados primário contém as informações de inicialização do banco de dados e aponta para os outros arquivos no banco de dados.
Dados do usuário e objetos podem ser armazenados neste arquivo ou em arquivos de dados secundários. Todo banco de dados possui um arquivo de dados primário. A extensão de nome de arquivo indicada para arquivos de dados primários é .mdf.
Secundário Os arquivos de dados secundários são opcionais, definidos pelo usuário, e armazenam dados do usuário.
Arquivos secundários podem ser usados para distribuir os dados entre os diversos discos, colocando cada arquivo em uma unidade de disco diferente. Além disso, caso um banco de dados exceda o tamanho máximo em um único arquivo Windows, será possível usar arquivos de dados secundários, assim, o banco de dados continuará a crescer.
A extensão de nome de arquivo indicada para arquivos de dados secundários é .ndf.
Log de transações Os arquivos de log de transações armazenam as informações de log usadas para recuperar o banco de dados. Deve haver, no mínimo, um arquivo de log para cada banco de dados.
A extensão de nome de arquivo indicada para arquivos de transação é .ldf.

Tabela 1 – Tipos de Arquivos que formam um banco de dados criado no Microsoft SQL Server.

Agora que já conhecemos os tipos de arquivos que podem compor um banco de dados, vamos conhecer um pouco sobre um outro importante recurso que esta diretamente relacionado a este post, os denominados Filegroups.

Filegroups

Quando objetos são criados no banco de dados sem especificar a qual grupo de arquivos eles pertencem, os objetos são atribuídos ao grupo de arquivos padrão. A qualquer hora, um grupo de arquivos é designado como o grupo de arquivos padrão.

Os arquivos no grupo de arquivos padrão devem ser grandes o suficientes para armazenar qualquer objeto novo alocado a outros grupos de arquivo.

O grupo de arquivos PRIMÁRIO é o grupo de arquivos padrão, a menos que seja alterado usando a instrução ALTER DATABASE. A alocação para os objetos de sistema e de tabelas permanece no grupo de arquivos PRIMÁRIO, e não no novo grupo de arquivos padrão. O SQL Server mapeia um banco de dados de um conjunto de arquivos do sistema operacional.

As informações de log e dados nunca ficam misturadas no mesmo arquivo, e os arquivos individuais são usados apenas por um banco de dados, os grupos de arquivos são conhecidos como coleções de arquivos e são usados para simplificar o posicionamento de dados e em tarefas administrativas, como operações de backup e restauração.

Crescimento de Arquivos de Dados

Ao criar um banco de dados, estamos estabelecendo o uso de uma ou mais áreas em disco rígido para alocar nossos arquivos de dados. Dentre as diversas opções e propriedades que podemos configurar no momento da criação de um novo banco de dados ou em sua alteração, nos deparamos com a propriedade FileGrowth, sendo esta responsável em estabelecer a forma ou método de crescimento que toda estrutura de arquivos de dados que formam nossos bancos deverá aplicar, escolhendo a método de rodízio (Round-Robin) na qual os arquivos vão sendo preenchidos de forma aleatória de acordo com a necessidade ou através do método Preenchimento Proporcional (Proportional Fill).

Chegou a hora de colocar a mão nos teclados, como de costume teremos um ambiente de testes a ser criado, o que será utilizado como cenário de estudos.

Criando o Ambiente

Em meu ambiente de estudos estou utilizando o Microsoft SQL Server 2017 Enterprise Edition – Cumulative Update 9 e Sistema Operacional Windows 10, fique a vontade para utilizar o melhor cenário possível dentro das suas necessidades, a partir da versão 2016 do Microsoft SQL Server.

Para realizar nossa simples prática, começaremos pela execução do Bloco de Código 1, responsável por criar a seguinte estrutura:

  • Databases: TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE; e TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES;
  • Tables: TabelaGrowSingleFile; e TabelaGrowAllFile.

Importante: Destaco que os caminhos informados para criação dos referidos bancos e seus arquivos, estão apresentados de acordo com a configuração do meu ambiente, fique a vontade para alterar de acordo com suas necessidades e configurações.

— Bloco de Código 1 —
— Criando os respectivos bancos de dados  —

— Criando o Banco de Dados TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE —
Create Database TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE
On Primary
(Name= ‘TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE_Data’,
FileName= ‘S:\MSSQL-2017\Data\TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE_Data.mdf’,
Size=10 MB,
MaxSize=4096 MB,
FileGrowth=100 MB),
(Name= ‘TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE_Data1’,
FileName= ‘S:\MSSQL-2017\Data\TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE_Data1.ndf’,
Size=10 MB,
MaxSize=4096 MB,
FileGrowth=100 MB),
(Name= ‘TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE_Data2’,
FileName= ‘S:\MSSQL-2017\Data\TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE_Data2.ndf’,
Size=10 MB,
MaxSize=4096 MB,
FileGrowth=100 MB)
Log On
(Name= ‘TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE_Log’,
FileName= ‘S:\MSSQL-2017\Log\TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE_Log.Ldf’,
Size=20 MB,
MaxSize=8192 MB,
FileGrowth=200 MB)
Go

— Criando o Banco de Dados TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES —
Create Database TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES
On Primary
(Name= ‘TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES_Data’,
FileName= ‘S:\MSSQL-2017\Data\TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES_Data.mdf’,
Size=10 MB,
MaxSize=4096 MB,
FileGrowth=100 MB),
(Name= ‘TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES_Data1’,
FileName= ‘S:\MSSQL-2017\Data\TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES_Data1.ndf’,
Size=10 MB,
MaxSize=4096 MB,
FileGrowth=100 MB),
(Name= ‘TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES_Data2’,
FileName= ‘S:\MSSQL-2017\Data\TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES_Data2.ndf’,
Size=10 MB,
MaxSize=4096 MB,
FileGrowth=100 MB)
Log On
(Name= ‘TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES_Log’,
FileName= ‘S:\MSSQL-2017\Log\TesteDatabaseAUTOGROWALLFILE_Log.Ldf’,
Size=20 MB,
MaxSize=8192 MB,
FileGrowth=200 MB)
Go

Nota: Vale ressaltar que ambos os bancos de dados estão estruturados com a mesma quantidade de arquivos de dados e log, respectivamente 3(três) arquivos de dados e somente um único arquivo de log.

Muito bem, neste momento nossos bancos de dados estão criados e ambos contendo a mesma configuração para as propriedades: Size, MaxSize e FileGrowth, como também, configurados para que o crescimento ocorra de forma aleatória para os arquivos de dados.

Vamos validar nossa estrutura através do Bloco de Código 2 apresentado abaixo, o qual vai nos permitir identificar justamente as configurações que aplicamos no momento da criação dos referidos bancos de dados:

— Bloco de Código 2 —
Select DB_NAME() AS [DatabaseName], Name, file_id, physical_name,
(size * 8.0/1024) as Size,
((size * 8.0/1024) – (FILEPROPERTY(name, ‘SpaceUsed’) * 8.0/1024)) As FreeSpace
From sys.database_files
Go

Após executar o Bloco de Código 2, o Management Studio deverá apresentar o resultado similar a ilustrado na Figura 1 para ambos os bancos de dados:
Figura 1 – Informações sobre os bancos de dados seus arquivos, tamanhos e espaço livre ocupado.

Nosso próximo passo será forçar o crescimento dos nossos arquivos para o Banco de Dados TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE, observando o comportamento que o SQL Server vai utilizar, ressalto que estaremos fazendo a criação da tabela que utilizaremos como base para inserir os dados, para tal cenário vamos utilizar o Bloco de Código 3 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 3 —
Use TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE
Go

— Criando a Tabela TabelaGrowSingleFile —
Create Table TabelaGrowSingleFile
(Codigo Int Identity(1,1) Not Null Primary Key,
Texto VarChar(100) Default ‘Grow Single File’,
Quantidade SmallInt Default 2018,
ValoresNumericos Numeric(8,2) Default ‘2018.12’,
DataAtual Date Default GetDate()+Rand()*30)
Go

— Inserindo a massa de dados —
Insert Into TabelaGrowSingleFile Default Values
Go 500000

A partir do momento que o Bloco de Código 3 é executado, o Microsoft SQL Server em conjunto com o SQL OS, Database Engine e Storage Engine, começam a fazer uso dos arquivos de dados, distribuindo em tempo real as páginas de dados conforme o método ou técnica escolhida para preenchimento dos arquivos de dados.

Para confirmarmos a alocação e distribuição destas páginas, vamos executar o Bloco de Código 4 apresentado abaixo em uma Nova Query e observar o resultado apresentado:

— Bloco de Código 4 —
Use TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE
Go

DBCC ShowFileStats — Comando que vai apresentar a distribuição de páginas de dados entre os arquivos
Go

Observação: Execute o comando DBCC ShowFileStats durante a execução do Bloco de Código 3, para que você possa obter um resultado similar ao apresentado na Figura 2 abaixo:

Figura 2 – Resultado apresentado pelo comando DBCC ShowFileStats.

No decorrer do processamento do Bloco de Código 3, podemos novamente o Bloco de Código 2 para identificar que neste momento o Microsoft SQL Server esta fazendo uso método de preenchimento dos arquivos de dados Round-Robin, no qual ele identifica qual seria o melhor arquivo para alocar a página, para confirmar este cenário a Figura 3 ilustra o resultado obtido de mais uma execução do Bloco de Código 2:
Figura 3 – Alocação dos arquivos de dados.

Observe a mudança de valores nas colunas Size e FreeSpace, como também, suas diferenças de valores em relação ao File_ID=1 para com os File_ID = 2 e 3, são justamente estas diferenças que nos orientam a entender que o Round-Robin esta sendo utilizado.

Estamos indo bem, falta um pouco para chegarmos ao final….

Nosso próximo passo se destina a alterar a forma de preenchimento e utilização dos arquivos de dados definidos para o Banco de Dados TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES, e em seguida forçar o uso de cada arquivos e a distribuição de páginas. Vamos então executar o Bloco de Código 5 e sua sequência de passos:

 — Bloco de Código 5 —
— Alterando a definição de crescimento dos arquivos de Dados para o FileGroup Primary —
Use Master
Go

Alter Database TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES
Modify FileGroup [Primary] AUTOGROW_ALL_FILES — Definindo o crescimento proporcional   para todos os arquivos de dados —
Go

— Acessando o Banco de Dados —
Use TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES
Go

— Criando a Tabela TabelaGrowSingleFile —
Create Table TabelaGrowAllFile
(Codigo Int Identity(1,1) Not Null Primary Key,
Texto VarChar(100) Default ‘Grow All File’,
Quantidade SmallInt Default 2018,
ValoresNumericos Numeric(8,2) Default ‘2018.12’,
DataAtual Date Default GetDate()+Rand()*30)
Go

— Inserindo a massa de dados —
Insert Into TabelaGrowAllFile Default Values
Go 500000

Neste momento temos o banco de dados TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES sendo utilizando, no qual sua estrutura de arquivos esta definida para ser utilizada de forma conjunto e proporcional, ou seja, conforme a necessidade de crescimento dos arquivos de dados, ao invés de um único arquivo ser invocado e ter seu valor de crescimento definido, todos os arquivos serão envolvidos e afetados, conforme a Figura 4 a seguir ilustra:
Figura 4 – Preenchimento de todos os arquivos de dados sendo realizado com base no uso da opção Grow_All_Files.

Estamos quase lá, para finalizar nosso estudos, vamos executar o Bloco de Código 6, o qual tem a finalidade de repetir a inserção das 500.000 mil linhas de registros em cada banco de dados e posteriormente forçar um crescimento para os arquivos de dados:

 — Bloco de Código 6 —
— Acessando o Banco de Dados —
Use TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE
Go

— Inserindo a massa de dados —
Insert Into TabelaGrowSingleFile Default Values
Go 500000

— Acessando o Banco de Dados —
Use TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES
Go

— Inserindo a massa de dados —
Insert Into TabelaGrowAllFile Default Values
Go 500000

Note que para o Banco de Dados TesteDatabaseAUTOGROWSINGLEFILE o crescimento vai ocorrer no primeiro arquivo de dados e para no Banco de Dados TesteDatabaseAUTOGROWALLFILES este crescimento será aplicado a todos os arquivos, conforme apresenta a Figura 5 abaixo:
Figura 5 – Espaço ocupado pelos arquivos de dados após o crescimento ser ocorrido.

Para finalizar, compartilho a Figura 6 que apresenta a utilização dos arquivos de dados por parte do Storage Engine de acordo com o método de alocação e preenchimento dos arquivos de dados, respeitando a configuração dos bancos de dados aqui utilizados:

Figura 6 – Comparativo entre AutoGrowSingleFile versus AutoGrowAllFiles.

Importante: Observe que todos os arquivos de dados definidos para uso no banco de Dados TesteDatabaseAutoGrowAllFiles apresentam os mesmos valores para colunas Size e FreeSpace, cenário totalmente diferente para o banco de dados TesteDatabaseAutoGrowSingleFile, que ilustra a utilização de forma diferente dos arquivos de dados, no qual os arquivos File_ID=2 e 3 estão neste momento sem espaço livre, o que indica que o crescimento foi aplicado ao primeiro arquivo de dados.

Com isso, e sem mais delongas, chegamos ao final. Ufa deu um pouco de trabalho este post, como de costume, mesmo assim sempre vale a pena poder compartilhar um pouco do conhecimento e experiências adquiridas ao longo dos anos de trabalho como DBA e Professor.

Espero que você tenha gostado, eu posso dizer que sim, mas sua opinião é muito importante.


Referências

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/01/23/12-para-que-serve/

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/database-console-commands/dbcc-traceon-trace-flags-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/alter-database-transact-sql-file-and-filegroup-options?view=sql-server-2017

https://blogs.msdn.microsoft.com/psssql/2016/03/15/sql-2016-it-just-runs-faster-t1117-and-t1118-changes-for-tempdb-and-user-databases/

https://www.brentozar.com/archive/2014/06/trace-flags-1117-1118-tempdb-configuration/

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/databases/database-files-and-filegroups?view=sql-server-2017

https://www.sqlshack.com/understanding-sql-server-proportional-fill-algorithm/

http://www.sqlservercentral.com/scripts/Maintenance+and+Management/30218/

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/08/22/22-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/05/28/21-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/12/20-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/02/19-para-que-serve/

Conclusão

Conhecer a cada nova versão as mudanças e novidades aplicadas ao Microsoft SQL Server não é uma tarefa fácil, mas deixar de fazer uso delas pode em algum momento parecer falta de interesse ou até mesmo desconhecimento do potencial existente no produto.

Neste post, podemos conhecer esta nova opção Auto_Grow_All_Files, que nos permite aplicar uma nova maneira de orientar o SQL Server no uso, alocação e principalmente crescimento de nossos arquivos de dados, o que pode ou não impactar de forma direta na performance, contenção ou distribuição de recursos relacionados a disco rígido.

Em momento algum, o cenário aqui utilizado, muito menos a análise feita, teve o objetivo de comprovar qual forma de alocação e uso dos arquivos de dados é melhor, isso deve ser analisado para cada necessidade e ambiente.

Espero que o conteúdo aqui apresentado possa lhe ajudar a conhecer um pouco sobre como os arquivos de dados são importantes e úteis para nossos bancos, além disso, a importância de se utilizar mais de um arquivo de dados ou filegroups.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, que desde suas primeiras versões nos apresenta inúmeras possibilidades de se aprender, possibilitando usar o passado como fonte de inspiração para construção de um futuro melhor, por isso que a cada dia eu me apaixono ainda mais por este produto…

Vai SQL Server, Vai SQL Server….

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua ilustre visita, sinto-me honrado com sua presença, espero que este conteúdo possa lhe ajudar e ser útil em suas atividades profissionais e acadêmicas.

Um forte abraço, até o próximo post da sessão Para que serve a ser publicado no mês fevereiro de 2019.

Um grande abraço e ótima semana.

Valeu.

Short Scripts – Setembro 2018


Buenos dias, bom dia, comunidade….

E ai como passaram os últimos meses?

Pergunto isso, devido ao post anterior desta sessão ter sido publicado no mês de maio, posso imaginar que neste intervalo de tempo nossas vidas apresentaram inúmeras situações, espero que todas possam ter sido dentro do possível boas, assim como a minha, e se caso venha a existir algo mais espinhoso, que você possa ter superado.

Seguindo em frente, que alegria poder te encontrar em mais um post da sessão Short Scripts, uma das sessões mais recentes do meu blog que esta alçando a marca de 34 posts publicados trimestralmente.

Mantendo a tradição estou retornando com mais um conjunto de “pequenos” scripts catalogados e armazenados em minha biblioteca pessoal de códigos relacionados ao Microsoft SQL Server e sua fantástica linguagem de desenvolvimento Transact-SQL.

Como promessa é dívida e deve ser cumprida “ou melhor” compartilhada, estou compartilhando a minha feita a alguns meses no final do último post desta sessão, publicando mais um conjunto de scripts adicionados atualmente na minha biblioteca particular de códigos e exemplos.

O post de hoje

Normalmente compartilho os principais scripts armazenados nos últimos meses, no post de hoje vou fazer um pouco diferente, recentemente tive a necessidade de realizar alguns atividades relacionadas as Split de dados e Collation, sendo assim, decide então compartilhar alguns códigos que estejam envolvidos com estes assuntos e que também se vinculem com outros, dentre os quais destaco:

  • Collate Column,
  • Collate,
  • Collation,
  • Database Collate,
  • Database Collation,
  • Instâncias Microsoft SQL Server,
  • Junção de Tabelas,
  • Page Split,
  • Server Collation,
  • Servidores Microsoft SQL Server,
  • String Split,
  • User Defined Function, e
  • Valores separados por vírgulas.

Chegou a hora, mãos nos teclados, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Setembro 2018 . Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão foram devidamente testados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Fique a vontade para compartilhar, comentar e melhorar cada um destes códigos.

Short Scripts

— Short Script 1  – Identificando Page Split – Método 1  —
SELECT cntr_value
FROM sys.sysperfinfo
WHERE counter_name =’Page Splits/sec’ AND
OBJECT_NAME LIKE’%Access methods%’
Go

— Short Script 2  – Identificando Page Split – Método 2  —
SELECT object_name,
counter_name,
instance_name,
cntr_value, cntr_type

FROM sys.dm_os_performance_counters
WHERE counter_name =’Page Splits/sec’ AND
OBJECT_NAME LIKE’%Access methods%’
Go

— Short Script 3  – Criando um User Defined Function para separação de Strings por vírgula  – Método 1 —
CREATE FUNCTION dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@TEXT1 varchar(8000), @COLUMN tinyint, @SEPARATOR char(1))
RETURNS varchar(8000)
AS
BEGIN
DECLARE @POS_START int = 1
DECLARE @POS_END int = CHARINDEX(@SEPARATOR, @TEXT, @POS_START)

WHILE (@COLUMN >1 AND @POS_END> 0)
BEGIN
SET @POS_START = @POS_END + 1
SET @POS_END = CHARINDEX(@SEPARATOR, @TEXT, @POS_START)
SET @COLUMN = @COLUMN – 1
END

IF @COLUMN > 1 SET @POS_START = LEN(@TEXT) + 1
IF @POS_END = 0 SET @POS_END = LEN(@TEXT) + 1

RETURN SUBSTRING (@TEXT, @POS_START, @POS_END – @POS_START)
END
Go

SELECT
dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@ISBN, 1, ‘-‘) AS PREFIX,
dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@ISBN, 2, ‘-‘) AS REGISTRATION_GROUP,
dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@ISBN, 3, ‘-‘) AS REGISTRANT,
dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@ISBN, 4, ‘-‘) AS PUBLICATION,
dbo.UFN_SEPARATES_COLUMNS(@ISBN, 5, ‘-‘) AS [CHECK]
Go

— Short Script 4  – Criando um User Defined Function para separação de Strings por vírgula – Método 2  —

Create FUNCTION [dbo].[fnSplitString]
(
@string NVARCHAR(MAX),
@delimiter CHAR(1)
)
RETURNS @output TABLE(splitdata NVARCHAR(MAX)
)
BEGIN
DECLARE @start INT, @end INT
SELECT @start = 1, @end = CHARINDEX(@delimiter, @string)
WHILE @start < LEN(@string) + 1 BEGIN
IF @end = 0
SET @end = LEN(@string) + 1

INSERT INTO @output (splitdata)
VALUES(SUBSTRING(@string, @start, @end – @start))
SET @start = @end + 1
SET @end = CHARINDEX(@delimiter, @string, @start)

END
RETURN
END

Select * from dbo.fnSplitString(‘Querying SQL Server’,”)
Go

— Short Script 5  – Informando o Collate de uma coluna na cláusula Where  —
S
elect campo
From tabela
Where campo collate Latin_General_CI_AS like ‘%á%’
Go

— Short Script 6  – Informando o Collate na declaração de uma coluna e na cláusula Where  —
Select Campo collate Latin_General_CI_AS
From tabela
Where Campo collate Latin_General_CI_AS like ‘%á%’
Go

— Short Script 7  – Alterando o Collate de um Banco de Dados  —
Alter Database MosaicoClient
Collate SQL_Latin1_General_CP1_CI_AI
Go

— Short Script 8  – Alterando o Collate de uma Coluna  —
Alter Table Users
Alter Column [Password] Varchar(12) Collate SQL_Latin1_General_CP1_CS_AS
Go

— Short Script 9  – Identificando o Server Collation  – Método 1 —
Select SERVERPROPERTY (‘collation’)
Go

— Short Script 10 – Identificando o Server Collation  – Método 2 —
Exec sp_helpsort
Go

— Short Script 11 – Identificando o Database Collation —
Select DatabasePropertyEx(‘MRP’,’collation’)
Go

— Short Script 12 – Identificando o Column Collation – Método 1 —
Exec sp_help ‘Produtos’
Go

— Short Script 13 – Identificando o Column Collation – Método 2 —
Select * from Sys.columns
Where Name = ‘Produtos’
Go

— Short Script 14 – Identificando o Column Collation – Método 3 —
Select * from Information_schema.columns
Where Table_Name = ‘Produtos’
Go

Muito bem, missão mais que cumprida! Uma nova relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância, apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.


Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/05/10/short-scripts-maio-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/19/short-scripts-fevereiro-2018-transaction-log/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/09/short-scripts-dezembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/09/16/short-scripts-setembro-2017/

Agradecimento

Obrigado mais uma vez por sua visita, fico honrado com sua ilustre presença ao meu blog, desejo e espero que você possa ter encontrado algo que lhe ajudou.

Volte sempre, nos encontraremos mais uma vez na sessão Short Scripts no post do mês de novembro de 2018.

Abraços…

Microsoft SQL Server 2017 – Cumulative Update 10


A Microsoft disponibilizou para download nesta semana a Atualização Cumulativa 10 (Cumulative Update 10) para SQL Server 2017.

Através do artigo KB4342123 publicado no site de suporte da Microsoft, esta nova atualização cumulativa disponível do SQL Server 2017 apresenta todas as correções existentes desde o lançamento da atual versão do produto, além disso, possui correções para problemas encontrados após o lançamento das atualizações cumulativas anteriores existentes.

Caso você necessite realizar o download de alguma atualização cumulativa anterior, utilize os links listados abaixo:

A relação completa de bugs corrigidos por esta atualização inclui um que causa vazamento de memória no arquivo sqlwepxxx.dll, outro que proporciona a degradação de performance quando a função HASHBYTES é utilizada durante uma consulta e um que faz com que a sincronização de banco de dados demore mais do que o esperado.

Ao aplicar esta atualização o número do build será atualizado para (build 14.0.3037.1), caso deseje realizar o download, basta clicar na imagem abaixo:

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft Support – https://support.microsoft.com/en-us/help/4342123/cumulative-update-10-for-sql-server-2017