Script Challenge – 15 – A resposta….


Boa tarde, pessoal…

Tudo bem?  Seja mais uma vez muito bem vindo ao meu blog, mais especificamente ao post que apresenta a resposta para o Script Challenge – 2018 – Post 15, publicado em fevereiro de 2019, sendo este respectivamente o terceiro post após o retorno desta desafiadora sessão em meu blog denominada Script Challenge (Script Desafiador ou Desafio do Script) como queiram traduzir.

Espero que você já tenha ouvido falar desta sessão ou acessado alguns dos posts publicados na mesma, caso ainda não tenha feito, fique tranquilo você vai encontrar no final deste post uma pequena relação contendo os últimos desafios lançados e seus respostas.

Vamos então falar um pouco mais sobre o último desafio, estou me referindo ao Script Challenge 14, desta forma, seja bem vindo a mais um post da sessão Script Challenge.


Script Challenge 15

Falando do desafio de número 15, o mesmo foi publicado no mês de fevereiro de 2019, período de data em que praticamente todos nós estamos começando a iniciar nossas atividades profissionais e principalmente acadêmicas.

Começo de ano não é fácil, volta as aulas, correria de comprar material escolar, renovação de mensalidades, matrículas, IPVA, IPTU, tanta conta para pagar que as coisas acabam se tornando um grande furação em nossas vidas e precisamos de alguma maneira, anotar, gerenciar ou auditar tudo o que estamos fazendo.

Pois bem, o Script Challenge 15 possui um pouco relação ou conexão com toda esta loucura, não necessariamente com a volta as volta as aulas, ou impostos que devemos pagar.

Na verdade, sabemos que existem determinadas situações, ações, procedimentos e demais atividades que se não cumprimos da maneira que estava preestabelecida acabamos de alguma forma sendo notificados ou até mesmo penalizados, pensando justamente desta forma, o Script Challenge 15 se relaciona.

Continuando nossa história, quero lhe perguntar: E ai já matou a charada? Acho que ainda não! Não é mesmo?

Mas para te ajudar mais um pouco vou apresentar a Figura 1 que contem todo código Transact-SQL utilizado neste desafio, contendo trechos ou partes de código ocultas, procedimento que realizei no post que contempla o lançamento deste desafio como forma de aumentar o nível de dificuldade:

Figura 1 – Código Transact-SQL apresentado no Script Challenge 15.

Bom chegou a hora de revelar o que exatamente este bloco de código se propõem a fazer, chegou o momento de revelar e desvendar este desafio. A seguir apresento a resposta para o Script Challenge 15 e o todo bloco de código disponível para você utilizar em seus ambientes de trabalho ou estudos.

A resposta

Como você pode ter percebido, no decorrer deste post e também no post de lançamento, procurei de uma forma bastante simples mas não explícita exibir ao longo do texto, pequenas dicas que poderiam ajudar, nortear e quem sabe indicar uma possível resposta ou solução para o desafio.

Falando mais diretamente, a resposta para o Script Challenge 15, esta totalmente relacionada as nossas atividades diárias, mas não no mundo real, mas sim no mundo virtual, estou me referindo a chamada auditoria, palavrinha que para muitos chega a dar calafrios. Não é mesmo?

Mas se mesmo assim, você ainda não conseguiu adivinhar ou até mesmo pode estar se perguntando: Qual a relação do Script Challenge – 15 tem haver com auditoria? A resposta para seu questionamento é muito simples, para qualquer Administrador de Banco de Dados, Administrador de Servidores, Desenvolvedor, enfim um profissional de tecnologia, tudo o que fazemos basicamente em um computador deve de alguma forma ser monitorada, auditada, controlada, afim de gerar evidência do que foi feito e por quem foi feito, como uma forma de nos proteger e si proteger.

Então a resposta para o Script Challenge 15 se relaciona com a possibilidade que o script apresenta em nos ajudar a identificar tudo o que esta sendo acesso, manipulado e processado, por quem, como, quando, onde e de que forma ao se conectar em um servidor ou instância de banco de dados Microsoft SQL Server, isso tudo em tempo real, ou como gostam de dizer Real Time.

De uma forma muito simples e direta, esta é a resposta, auditoria em tempo real. Abaixo apresento o script original que ilustra esta capacidade que o Microsoft SQL Server em conjunto com suas visões e funções de gerenciamento dinâmico possui:

— Script Challenge 15 – A resposta – Realizando Auditoria em tempo real (In Live) —

Use Master
Go

SELECT ser.session_id As ‘SessionID’,
ssp.ecid,
DB_NAME(ssp.dbid) As ‘DatabaseName’,
ssp.nt_username as ‘User’,
ser.status As ‘Status’,
ser.wait_type As ‘Wait’,
SUBSTRING (sqt.text,  ser.statement_start_offset/2,
(CASE WHEN
ser.statement_end_offset = -1 THEN LEN(CONVERT(NVARCHAR(MAX), sqt.text)) * 2
ELSE ser.statement_end_offset
END – ser.statement_start_offset)/2) As ‘Individual Query’,
sqt.text As ‘Parent Query’,
ssp.program_name As ‘ProgramName’,
ssp.hostname,
ssp.nt_domain As ‘NetworkDomain’,
ser.start_time
FROM sys.dm_exec_requests ser INNER JOIN sys.sysprocesses ssp
On ser.session_id = ssp.spid
CROSS APPLY sys.dm_exec_sql_text(ser.sql_handle)as sqt
WHERE ser.session_Id > 50
AND ser.session_Id NOT IN (@@SPID)
ORDER BY SessionID, ssp.ecid
Go

Então, agora você deve ter gostado deste desafio, não é verdade? Ter a capacidade de identificar, monitorar e registrar tudo o que esta sendo acessado ou manipulado em tempo real, com certeza é algo útil e de extrema importância para qualquer empresa.

A Figura 2 apresentada abaixo, ilustra o conjunto de dados retornados após a execução do Script Challenge – 15:
Figura 2 – Informações coletadas em tempo real, dentre elas SessionID, DatabaseName e ProgramName.

Dentre o conjunto de colunas retornadas pelo Script Challenge 15, destaco algumas:

  • User – Apresenta o nome do usuário que esta conectado e processando a query;
  • Status – Apresenta o status em tempo real da execução, waiting ou suspended da query;
  • Wait – Apresenta qual é o Wait Types utilizado pela query;
  • Individual Query – Apresenta se a query processada esta sendo executada de forma individual, em conjunta ou até mesmo se ele é uma sequência de execuções de blocos de código; e
  • ProgramName – Apresenta o nome do programa, aplicações ou software que esta disparando a execução da query.

Muito bom, sensacional, conseguimos, chegamos ao final, esta é a resposta para o Script Challenge 14, fico extremamente feliz por ter conseguido compartilhar este conteúdo com vocês.

Espero que você tenha gostado deste novo post da sessão Script Challenge!


Sua Participação

No post de lançamento deste desafio, contei com a sua participação através de uma enquete contendo algumas opções de respostas que poderiam estar relacionadas com o Script Challenge 15. A seguir apresento o resultado desta enquete:

A opção mais votada com 44% dos votos é justamente a resposta correta para este desafio: ” O bloco de código apresentado se relacionado com a possibilidade de realizar o monitoramento de sessões e programas que solicitaram dados em tempo real ao SQL Server.”

Referências

Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que este conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possa ser útil e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em outubro de 2019 em mais um post da sessão Script Challenge.

Até mais….

Material de Apoio – Junho 2019


Olá, muito boa tarde….

Tudo bem? Antes de começar este post, quero lhe perguntar: Esta preparado para férias de meio de ano? Ainda não, como diria aquele famoso apresentando “O louco meu…..”, poxa vida, eu não vejo a hora de poder descansar um pouco, mesmo não sendo férias, mas sim um pequeno recesso de 10 ou 15 dias já ajuda bastante.

Pois bem, antes de pensarmos neste merecido descanso, estou de volta cumprindo a minha missão de colaborar e compartilhar com a comunidade técnica mais um post da sessão Material de Apoio dedicado exclusivamente ao meu blog.

Espero que você esteja gostando do conteúdo aqui disponibilizado, como também, possa me ajudar a torná-lo ainda melhor no decorrer do tempo com a sua participação.

O post de hoje

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o terceiro post da sessão em 2019 e de número 163 no total da mesma.

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts catalogados nos últimos meses, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA e atualmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados com os seguintes temas:

1 – Begin Catch;
2 – Begin Try;
3 – Buffer Page;
4 – Chave Estrangeira;
5 – Chave Primária;
6 – Cláusula From;
7 – Cláusula Where;
8 – Comando DBCC Ind;
9 – Comando DBCC Page;
10 – Comando DBCC TraceOff;
11 – Comando DBCC TraceOn;
12 – Comando Delete;
13 – Comando Exec;
14 – Comando Insert;
15 – Comando Order By;
16 – Comando Select;
17 – Comando Update;
18 – Create Function;
19 – Create Stored Procedure;
20 – Create Table;
21 – Create View;
22 – DataType Char();
23 – DataType Int;
24 – DataType SmallInt;
25 – Diretiva Set;
26 – End Catch;
27 – End Try;
28 – ForceSeek;
29 – Função Error_Line();
30 – Função Error_Message();
31 – Função Error_Number();
32 – Função Error_Procedure();
33 – Função Error_Severity();
34 – Função Error_State();
35 – Funções de Captura e Apresentação de Erros;
36 – Funções Analíticas;
37 – Funções de Ranking;
38 – Heap Table;
39 – Índices;
40 – Key Lookup;
41 – OffSet Table;
42 – Operador Lógico Condicional Case;
43 – Operador Lógico Condicional IF;
44 – Page Header;
45 – Páginas de Dados;
46 – Registros Fantasmas;
47 – System Table Sys.SysIndexes;
48 – System Table Sys.Tables;
49 – System View Sys.index_columns;
50 – System View Sys.indexes; e
51 – Tratamento de Erros e Exceções.

Espero que este conteúdo possa lhe ajudar em seus atividades profissionais e acadêmicas. Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .docx ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Material de Apoio

1 – Material de Apoio – Junho – 2019 – Criando Stored Procedure + Tratamento de Erros com Begin Try.sql

2 – Material de Apoio – Junho – 2019 – Criando uma Heap Table, Adicionando Primary Key e Simulando uso de índices Clustered.sql

3 – Material de Apoio – Junho – 2019 – Simulando – Cenários de utilização de índices.sql

4 – Material de Apoio – Junho – 2019 – Simulando Key Lookup.sql

5 – Material de Apoio – Junho – 2019 – Acessando as informações sobre índices e página de dados.sql

6 – Material de Apoio – Junho – 2019 – Trabalhando com Views – Funções de Agregação – Junção de Tabelas.sql

7 – Material de Apoio – Junho – 2019 – Identificando as colunas utilizadas em uma view.sql

8 – Material de Apoio – Junho – 2019 – Utilizando Claúsula Output.sql

9 – Material de Apoio – Junho – 2019 – Trabalhando com funções de Ranking.sql

10 – Material de Apoio – Junho – 2019 – Trabalhando com funções analíticas.sql

Fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos, aproveite se possível deixe seu comentário, críticas, sugestões e observações.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/04/17/material-de-apoio-abril-2019/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/02/04/material-de-apoio-fevereiro-2019/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/12/18/material-de-apoio-dezembro-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/10/30/material-de-apoio-outubro-2018/

Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, sinto-me honrado e orgulhoso de contar com a sua presença.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, o próximo post desta sessão será publicado no mês de agosto, até lá, continue aproveitando cada momento da sua vida, desfrutando com muita sabedoria os momentos de galeria e também os desafios que são colocados ao seu redor.

Um forte abraço, muita saúde, sucesso, nos encontramos em breve.

Valeu.

Short Scripts – Junho 2019


Olá boa tarde, tudo bem?

Junho de 2019 chegou, estamos quase na metade do ano, para muitos um período importante, pois as férias de meio de ano estão chegando.

Seguindo em frente, que alegria poder te encontrar em mais um post da sessão Short Scripts, uma das mais movimentadas sessões do meu blog, que esta alçando a marca de 37 posts publicados trimestralmente.

Mantendo a tradição estou retornando com mais um conjunto de “curtos ou pequenos” scripts catalogados e armazenados em minha biblioteca pessoal de códigos relacionados ao Microsoft SQL Server e sua fantástica linguagem de desenvolvimento Transact-SQL.

Como promessa é dívida e deve ser cumprida “ou melhor” compartilhada, estou compartilhando a minha feita a alguns meses no final do último post desta sessão, publicando mais um conjunto de scripts adicionados atualmente na minha biblioteca particular de códigos e exemplos.

O post de hoje

Como de costume selecionei os principais scripts armazenados recentemente na minha biblioteca de códigos, que apresentam os seguintes assuntos:

  • Cláusula Over();
  • Cláusula Where;
  • Comando Create Table;
  • Comando IF;
  • Comando Insert;
  • Comando Print;
  • Comando Select;
  • Comando Update;
  • Comando While;
  • Condições;
  • CTE;
  • DataType Char;
  • DataType DateTime;
  • DataType Int;
  • DataType SmalltInt;
  • DataType TinyInt;
  • DataType UniqueIdentifier;
  • DataType Varchar;
  • Declaração de Variáveis;
  • Diretiva Set Ansi_Warnings;
  • Diretiva Set ArithAbort; 
  • Diretiva Set; 
  • DMFsys.dm_db_index_physical_stats();
  • Erros em agregação de múltiplas colunas;
  • Fragmentação de dados;
  • Fragmentação de índices;
  • Função Cast;
  • Função Coalesce;
  • Função Convert();
  • Função IsNull;
  • Função NewID();
  • Função Object_Id();
  • Função Object_Name();
  • Funções de Agregação;
  • Índices;
  • Operadores;
  • Rebuild Index;
  • Taxas de Fragmentação; e
  • Visão de sistema sys.indexeses.

Chegou a hora, mãos nos teclados, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Junho 2019. Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão foram devidamente testados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Fique à vontade para compartilhar, comentar e melhorar cada um destes códigos.

Short Scripts

— Short Script 1  – Contornando o erro Multiple columns are specified in an aggregated expression containing an outer reference —

Create Table Car
(N_state varchar(20),
City varchar (20),
Cars int)
Go
Insert Into Car
values(‘California’, ‘Los Angeles’,1000),
(‘Ohio’, ‘Columbus’, 300), (‘Texas’, ‘Austin’,400),
(‘Florida’, ‘Miami’,800), (‘Florida’, ‘Orlando’,200)
Go
— Estourando o erro, quantidade de colunas retornadas não atende a quantidade de colunas declaradas —
Select *,
(Select sum(case
when c1.N_state=c2.N_state Then cars
else 0 end)
from car c2) as bb
from car c1
Go
— Exemplo 1 – Utilizando CTE – Contornando o erro —
;with CTE
As
(
Select *, (Select sum(cars) from car) as bb
from car)
Select *, cars, bb, cars/bb as cc from cte
Go
— Exemplo 2 – Select com a cláusula Over() –
Select *, sum(cars) over (partition by N_state) as bb
from car c1
Go

— Short Script 2  – Comparativo entre as função IsNull() e Coalesce() —

CREATE TABLE Strings
(String1 varchar(5),
String2 varchar(10),
String3 varchar(5),
String4 varchar(10))
Go
INSERT INTO dbo.Strings (String1, String2, String3, string4)
VALUES(‘Hello’,NULL,NULL,’Goodbye’)
Go
SELECT ISNULL(String1, String2) AS Expr1,
COALESCE(String1, String2) AS Expr2,
ISNULL(String3, String4) AS Expr3,
COALESCE(String3, String4) AS Expr4
FROM Strings
Go
— Short Script 3  – Obtendo taxas de fragmentação de tabelas antes e depois de um Rebuild —
Select object_name(ddips.object_id) As ‘Tabela’,
si.name As ‘Índice’,
convert(decimal(5,2),isnull(ddips.avg_fragmentation_in_percent,0)) As ‘% Média de Fragmentação’,
ddips.page_count As ‘Páginas’,
ddips.compressed_page_count As ‘Páginas compactadas’,
ddips.record_count As ‘Registros’,
ddips.ghost_record_count As ‘Registros Fantasmas’
From sys.dm_db_index_physical_stats(db_id(), object_id(‘queimadas2018’),null, null, ‘detailed’) ddips Inner Join sys.indexes si
on si.object_id = ddips.object_id
Where ddips.avg_fragmentation_in_percent > 0
Go
— Short Script 4  – Utilizando as diretivas Set ArithAbort, Set Ansi_Warnings —
SET ARITHABORT Off
SET ANSI_WARNINGS Off
GOPRINT ‘Setting ARITHIGNORE ON’
GO
— SET ARITHIGNORE ON and testing. 
SET ARITHIGNORE On;
GO
SELECT 1 / 0 AS DivideByZero
GO
SELECT CAST(256 AS TINYINT) AS Overflow
GOPRINT ‘Setting ARITHIGNORE OFF’
GO
— SET ARITHIGNORE OFF and testing. 
SET ARITHIGNORE OFF
GO
SELECT 1 / 0 AS DivideByZero
GO
SELECT CAST(256 AS TINYINT) AS Overflow
GO
SET ARITHIGNORE On
SET ARITHABORT Off
SET ANSI_WARNINGS Off
SELECT 1/0 AS test
Go
— Short Script 5  – Utilizando DataType UniqueIdentifier em conjunto com a função NewID() —
— Exemplo 1 —
Create Table T1
(Codigo UniqueIdentifier Primary Key,
Descricao varchar(100))
Go
Insert Into T1 (Codigo, Descricao)
Values (NewId(), ‘Oi’),
(NewId(), ‘Testando’)
Go
Select * From T1
Go
— Exemplo 2 —
Create Table T2
(Codigo UniqueIdentifier Primary Key Default NewSequentialID(),
Descricao varchar(100))
Go
Insert Into T2 (Descricao)
Values ( ‘Oi’),
(‘Testando’)
Go
Select * From T2
Go

Muito bem, missão mais que cumprida! Uma nova relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “curtos ou pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância, apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.

Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

 

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2019/03/15/short-scripts-marco-2019/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/11/20/short-scripts-novembro-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/09/18/short-scripts-setembro-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/05/10/short-scripts-maio-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/19/short-scripts-fevereiro-2018-transaction-log/

 

Agradecimento

Obrigado mais uma vez por sua visita, fico honrado com sua ilustre presença ao meu blog, desejo e espero que você possa ter encontrado algo que lhe ajudou.

Volte sempre, nos encontraremos mais uma vez na sessão Short Scripts no post a ser publicado no mês de setembro.

Um forte abraço, saúde e paz.

Até mais.

Dica do Mês – Analisando o comportamento do comando DBCC CleanTable.


Olá, bom dia. Tudo bem?

O frio já chegou na sua região? Aqui em São Roque, interior de hoje esta manhã esta sendo considerada até o presente momento a mais fria do ano (eu particularmente adoro o frio).

Fico extremamente contente e honrado com a sua visita ao meu blog, mesmo com todo este frio ter a sua presença aqui é muito importante, ainda mais neste post da sessão Dica do Mês, a qual foi criada á alguns anos com objetivo de compartilhar algo que possa ser considerada como uma dica ou melhores práticas para se trabalhar na área de banco de dados, mais especificamente falando relacionadas ao Microsoft SQL Server.

Posso dizer que o post de hoje é algo bastante simples, vamos conhecer um pouco mais sobre um dos mais tradicioais comandos pertencentes a categoria DBCC – Database Command Console existente no Microsoft SQL Server desde suas versões iniciais.

Estou me referindo ao comando DBCC CleanTable, considerado por muitos DBAs o “Veja, aquele produto de limpeza que utilizamos para tirar a gordura dos fogões e panelas”, ele faz basicamente isso em nossas tabelas. No decorrer deste post vou tentar mostrar como Podemos fazer isso.

Sendo assim, sem mais delongas, vamos em frente, vou tentar mitigar a sua curiosidade e ao mesmo também satisfazer os meus objetivos. Seja bem-vindo ao post – Dica do Mês – Analisando o comportamento do comando DBCC Clean Table.


Introdução

O Microsoft SQL Server apresenta em sua galeria de comandos um conjunto muito particular e exclusivo denominado DBCC – Database Command Console em uma possível tradução para o Português “Comandos de Console de Banco de Dados“, pois bem, este conjunto com categoria de comandos é composta por uma relação bem interessante e diversificada que nos permite fazer uso em diversos cenários, dentre eles por exemplos os comandos: DBCC CheckDB ou DBCC ShrinkFile, ambos muito conhecidos pelos DBAs e Administradores de Banco de Dados, caso você ainda não conheça, com certeza em algum momento terá a oportunidade.

Como já destaquei nesta relação exclusiva de comandos, podemos se deparar com um deles que nos permite aplicar sem qualquer tipo de alteração de configuração, ou mudanças drásticas na estrutura de nosso banco de dados, o que chamamos de remover a gordura de nossas tabelas, talvez você não consiga ou não esteja entendendo o que eu estou definindo como “gordura”, na verdade me refiro por exemplo a aquelas colunas do tipo de dados VarChar, criadas inicialmente em nossas tabelas, mas que ao longo do tempo se tornam colunas praticamente consideradoras espúrias (algo sem sentido ou desnecessário), é ai que entra o nosso amigo DBCC CleanTable, ele tem um papel único e específico justamente para este tipo de cenário, que daqui a pouco eu vou demonstrar, mas antes vamos conhecer um pouquinho sobre este comando.

DBCC CleanTable

Adicionado ao Microsoft SQL Server a partir da edição 2008, o comando DBCC CleanTable possui como papel principal a capacidade de recuperar e liberar o espaço ocupado por colunas existentes em uma tabela consideradas colunas com comprimento variável quando utilizam os seguintes tipos de dados:

  • Varchar;
  • Nvarchar;
  • Varchar(max);
  • Nvarchar(max);
  • Varbinary;
  • Varbinary(max);
  • Text;
  • Ntext;
  • Image;
  • Sql_variant; e
  • XML.

Ele recupera espaço anteriormente ocupado por um destes tipos de dados, depois que uma coluna de comprimento variável é descartada, mas não recupera espaço depois que uma coluna de comprimento fixo é descartada.

Mesmo não tem a capacidade de recuperar o espaço ocupado em disco logo após este limpeza na estrutura da tabela, o comando DBCC CleanTable, pode ajudar a melhorar ou até mesmo zerar taxas de fragmentação que possam estar sendo apresentadas justamente em uma tabela devido a utilização destas colunas com comprimentos variáveis.

Considerações

  • As colunas descartadas forem armazenadas em linha, DBCC CLEANTABLE recuperará espaço da unidade de alocação IN_ROW_DATA da tabela.
  • Quando as colunas forem armazenadas fora de linha, o espaço será recuperado da unidade de alocação LOB_DATA ou ROW_OVERFLOW_DATA, dependendo do tipo de dados da coluna descartada.Se o espaço recuperado de uma página ROW_OVERFLOW_DATA ou LOB_DATA resultar em uma página vazia, DBCC CLEANTABLE removerá a página. DBCC CLEANTABLE executa como uma ou mais transações.
  • O espaço recuperado de uma página ROW_OVERFLOW_DATA ou LOB_DATA resultar em uma página vazia, DBCC CLEANTABLE removerá a página. DBCC CLEANTABLE executa como uma -ou mais transações.
  • Caso não especificado um tamanho de lote, o comando processará a tabela inteira em uma transação e a tabela será bloqueada exclusivamente durante a operação. Para algumas tabelas grandes, o comprimento da única transação e o espaço do log requeridos podem ser muito grandes. Se um tamanho de lote for especificado, o comando executará em uma série de transações, cada qual incluindo o número especificado de linhas.
  • O comando DBCC CLEANTABLE não pode ser executado como uma transação dentro de outra transação. Essa operação é totalmente registrada. Não há suporte para DBCC CLEANTABLE para uso em tabelas do sistema, tabelas temporárias ou a parte do índice columnstore xVelocity de memória otimizada de uma tabela.

Evite utilizar

O comando DBCC CLEANTABLE não deve ser executado como uma tarefa de manutenção de rotina. Ao invés disso, utilize o DBCC CLEANTABLE depois de fazer mudanças significativas em colunas de comprimento variável em uma tabela ou exibição indexada e necessita recuperar o espaço sem-uso (considerada como área não alocada) prontamente.

Alternativas para o uso do DBCC CleanTable

Uma das possíveis alternativas quando desejamos recuperar o espaço ocupado por colunas de comprimemto variável aplica-se a reconstrução de índices em tabelas ou visões indexadas, mas este recurso pode ser considerado custoso no que se relaciona ao tempo de processamento ou até mesmo alocação de recursos durante sua execução.

Pois bem, agora que já conhecemos um pouco sobre este comando, suas considerações, o quando usar e não usar, vamos avançar um pouco este post, dando início a nosso cenário de estudos afim de analisarmos de uma forma bem simples e artificial como o DBCC CleanTable pode nos ser útil.


NOSSO AMBIENTE

Como de costume vamos utilizar um ambiente isolado dos demais bancos de dados que você possa conter, desta maneira nosso cenário será constituído dos seguintes elementos:

Observações

  1. Estaremos fazendo uso de um arquivo texto, o qual é parte importante para nossa análise. O mesmo possui os dados que serão importados para o Microsoft SQL Server, contendo com conjunto real de valores coletados através do portal do INPEInstituto Nacional de Pesquisas Especiais, através de seu Banco de Dados de análise de queimadas ocorridas no Brasil ao longo dos últimos 70 anos, sendo considerada uma das mais importantes fontes de dados abertos do Brasil, disponível para qualquer tipo de análise. Particularmente falando, sou um grande admirador do trabalho realizado pelo INPE, o qual eu comecei em 2017 a estudar para um dos meus projetos no mestrado e diretamente relacionados com a minha nova área de estudos: Data Warehouse, Data Mining e BI.
  2. A estrutura apresentada no arquivo texto, não tem por finalidade ou regra ser considerada uma estrutura padronizada, como também, algo que atenda as regras da Normalização, longe disso, todo conjunto de dados, tipos de dados, nomes das colunas e sua composição física e lógica foi definida e criada para atender as regras de negócio muito específicas de um trabalho de mestrado acadêmico, o qual não faz parte deste estudo ou análise.
  3. O objetivo deste post não se realiza a apresentar, demonstrar ou orientar como realizar o procedimento de importação de dados para o Microsoft SQL Server, sendo assim, caso você tenha dúvidas ou dificuldades para realizar este procedimento, acesse: Import and Export Data with the SQL Server Import and Export Wizard.
  4. Logo após a execução do processo de importação dos dados, você notará que nossa tabela e sua estrutura foi criada sem respeitar uma análise de uso de tipos de dados, criação de chaves primárias ou outras considerações que podemos definir como melhores práticas de modelagem de banco de dados. Não foi fique preocupado, pois estaremos realizando toda esta reestruturação logo na sequência.

Avançando mais um pouco, vamos criar nosso banco de dados e logo na sequência começarmos nossa análise, para tal procedimentos, utilizaremos o Bloco de Código 1 abaixo:

— Bloco de Código 1 – Criando nosso cenário —

— Criando o Banco de Dados —

Create Database TesteDBCCCleanTable
Go

— Acessando o Banco de Dados —

Use TesteDBCCCleanTable
Go

Presumo que neste momento você já tenha feito download do arquivo QueimadasTableCleanTable.txt, como também, já tenha realizado a importação dos dados e criação da tabela,.

Ótimo, espero que todo processo de importação de dados tenha ocorrido corretamente, agora com a estrutura criada e acessível, teremos a possibilidade de começar a realizar nossa análise, nosso próximo passo será reestrutura a tabela QueimadasCleanTable, definindo sua chave primária, alterando tipos de dados em determinadas colunas, removendo outras, enfim colocando um pouco de ordem na casa.

Desta forma, vamos utilizar o Bloco de Código 2 a seguir:

— Bloco de Código 2 – Reestruturando a Tabela QueimadasCleanTable —

— Remover a Anulabilidade da coluna CodigoQueimada —
Alter Table QueimadasCleanTable
Alter Column CodigoQueimada Int Not Null
Go
— Adicionar a coluna chave primária na Tabela QueimadasCleanTable —
Alter Table QueimadasCleanTable
Add Constraint [PK_QueimadasCleanTable_Codigo]
Primary Key (CodigoQueimada)
Go
— Alterando o Tamanho e Tipo de Dados da Coluna Pais —
Alter Table QueimadasCleanTable
Alter Column Pais Char(6) Not Null
Go
— Alterando os tipos de dados e tamanho da coluna Satelite —
Alter Table QueimadasCleanTable
Alter Column Satelite Varchar(10) Not Null
Go
— Alterando os tipos de dados e tamanho das colunas —
Alter Table QueimadasCleanTable
Alter Column Municipio Varchar(40) Not Null
Go
Alter Table QueimadasCleanTable
Alter Column Estado Varchar(20) Not Null
Go
Alter Table QueimadasCleanTable
Alter Column Bioma Varchar(15) Not Null
Go
— Alterando o formato do dado armazenado na coluna DataHora —
Update QueimadasCleanTable
Set DataHora=Convert(DateTime, DataHora, 102)
Go
— Alterando a Coluna DataHora —
Alter Table QueimadasCleanTable
Alter Column DataHora DateTime Not Null
Go
— Alterando a Coluna Longitude —
Alter Table QueimadasCleanTable
Alter Column Longitude Numeric(10,5) Not Null
Go
— Alterando a Coluna Latitude —
Alter Table QueimadasCleanTable
Alter Column Latitude Numeric(10,5) Not Null
Go

Ufa, após este longo caminho percorrido, nossa tabela QueimadasCleanTable, deve estar apresentando uma estrutura similar a Figura 1:


Figura 1 – Banco de Dados TesteDBCCCleanTable e Tabela QueimadasCleanTable criados.

Sensacional, agora a brincadeira vai começar, devemos ter basicamente 752.252 (Setecentas e cinquenta e duas mil, duzentas e cinquenta e duas) linhas de registros lógicos inseridas nesta tabela, uma massa de dados interessante e bem diversificada para nosso estudo, afim de confirmarmos nossas massa de dados, vamos executar o Bloco de Código 3 a seguir, para retornarmos em tela uma pequena porção de dados:

— Bloco de Código 3 – Validando uma porção de dados da Tabela QueimadasCleanTable —

Select Top 1000 DataHora,
Satelite,
Pais,
Estado,
Municipio
From QueimadasCleanTable
Go

Após a execução do Bloco de Código 3, você deverá ter obtido em tela, um resultado similar ao apresentado abaixo pelo Figura 2:

Figura 2 – Dados coletados e apresentados em tela após a execução do Bloco de código 3.

Por enquanto nenhuma novidade, nada em especial foi apresentado, não é mesmo? Eu acredito que sim. Agora que toda estrutura da tabela foi refeita, nossos dados foram validados, o que pode estar faltando para fazermos uso do comando DBCC CleanTable?

A resposta é simples, falta identificar quais são as colunas de comprimento variável existentes em nossa tabela que poderemos utilizar para entender o comportamento deste comando, sendo assim, nosso próximo passo será identificar quais seriam as colunas e seus respectivos tipos de dados que formam a estrutura da tabela QueimadasCleanTable, através da execução do Bloco de Código 4 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 4 – Identificando as colunas de comprimento variável —

Select st.name As ‘TableName’,
sc.name As ‘ColumnName’,
sc.column_id As ‘ColumnID’,
sty.name As ‘DataType’,
sc.max_length As ‘MaxLength’
from sys.tables st Inner Join sys.columns sc
on st.object_id = sc.object_id
Inner Join sys.systypes sty
on sc.system_type_id = sty.xtype
Where st.name = ‘QueimadasCleanTable’
And sty.name = ‘VarChar’
Order By st.Name Asc, sc.column_id Asc
Go

Note que estamos fazendo uso das conhecidas e tradicionais tabelas de sistema:

  • sys.tables;
  • sys.columns; e
  • sys.systypes.

A execução do Bloco de Código 4 é simples e rápida, a Figura 3 abaixo, deve ilustrar o resultado obtido após sua execução:

Figura 3 – Relação de colunas que utilizam o tipo de dados Varchar() com tamanho variáveis.

Estamos quase lá, já sabemos da existência de 7(sete) colunas que neste momento fazem parte da estrutura da nossa tabela QueimadasCleanTable que nos possibilitam serem utilizadas.

Como eu destaquei anteriormente o comando DBCC CleanTable tem como papel principal recuperar o espaço ocupado por estas colunas, quando as mesmas venham a ser removidas ou sofram alterações em seus tamanhos.

Para que possamos entender de forma clara e didática como o DBCC CleanTable trabalha, temos a necessidade de identificar os espaços ocupados neste momento por nossa tabela, e obrigatoriamente as taxas de alocação e fragmentação de dados, vamos então executar o Bloco de Código 5, o qual vai nos ajudar a identificar o espaçamento ocupado por nossa tabela:

— Bloco de Código 5 – Identificando o espaço e áreas de alocação ocupadas pela Tabela QueimadasCleanTable —

— Identificando os espaços ocupados —
sp_spaceused ‘QueimadasCleanTable’
Go
— Identificando as taxas de alocação, fragmentação e distribuição de registros —
Select object_name(ddips.object_id) As ‘Tabela’,
si.name As ‘Índice’,
convert(decimal(5,2),isnull(ddips.avg_fragmentation_in_percent,0)) As ‘% Média de Fragmentação’,
convert(decimal(5,2),isnull(ddips.avg_page_space_used_in_percent,0)) As ‘% Média de Espaço utilizado’,
ddips.page_count As ‘Páginas’,
ddips.compressed_page_count As ‘Páginas compactadas’,
ddips.record_count As ‘Registros’,
ddips.ghost_record_count As ‘Registros Fantasmas’
From sys.dm_db_index_physical_stats(db_id(), object_id(‘QueimadasCleanTable’),null, null, ‘detailed’) ddips Inner Join sys.indexes si
on si.object_id = ddips.object_id
Go
Acredito que você deve ter observado que o Bloco de Código 5 foi dividido em duas partes, a primeira fazendo uso da System Stored Procedure: SP_SpaceUsed, e a segunda, através da DMF – Dynamic Management Function – sys.dm_db_index_physical_stats.
Como uma forma de ajudar a identificar e entender os dados coletados após a execução deste bloco de código, apresenta abaixo a Tabela 1 com os dados coletados através SP_SpaceUsed e Tabela 2 com os dados coletados através sys.dm_db_index_physical_stats.
Tabela 1 – SP_SpaceUsed – Espaços Ocupados
name rows reserved data index_size unused
QueimadasCleanTable 752252 81736 KB 81272 KB 312 KB 152 KB
Ao realizarmos uma breve análise, podemos observar através dos resultados apresentados na Tabela 1, que nosso tabela QueimadasCleanTable, neste momento esta ocupando uma área em disco de quase 82Mbs (Megabytes), sendo 81.2Mbs para dados e 312Kbs (Kilobytes) para índices, com uma área não alocada de 152Kbs.
Tabela 2 – Sys.dm_db_index_physical_stats – Taxas de Fragmentação, Distribuição de Páginas de Dados e Registros
Tabela Índice % Média de Fragmentação % Média de Espaço utilizado Páginas Páginas compactadas Registros Registros Fantasmas
QueimadasCleanTable PK_CodigoQueimada_Queimadas2018_CleanTable 0.01 99.34 10159 0 752252 0
QueimadasCleanTable PK_CodigoQueimada_Queimadas2018_CleanTable 0.00 44.07 37 0 10159 0
QueimadasCleanTable PK_CodigoQueimada_Queimadas2018_CleanTable 0.00 5.92 1 0 37 0
Já os dados apresentados pela Tabela 2, mostram uma pequena taxa de fragmentação de 0,01 % para nosso índice chave primária: PK_CodigoQueimada_Queimadas2018_CleanTable, em sua área de alocação de dados, composta por 10.159 páginas de dados.
Estamos próximos da hora da verdade, com todo esta conjunto de dados coletados, poderemos comprovar como o DBCC CleanTable pode nos ajudar, através do Bloco de Codigo 6, realizaremos a exclusão de 4 (Municipio, Bioma, AreaIndu e FRP) das 7 colunas listadas anteriormente, logo na sequência vamos repetir a execução do Bloco de Código 5 para comprovar que as áreas e espaços ocupados continuam apresentando os mesmos valores, e nosso ultimo passo será executar o DBCC Clean Table.
— Bloco de Código 6 – Removendo as colunas Municipio, Bioma, AreaIndu e FRP —
Alter Table QueimadasCleanTable
Drop Column Municipio, Bioma, AreaIndu, FRP
Go
As colunas foram removidas corretamente, agora vamos repetidar a execução do Bloco de Código 5 na sequência.
— Executar novamente o Bloco de Código 5 —
— Identificando os espaços ocupados —
sp_spaceused ‘QueimadasCleanTable’
Go
— Identificando as taxas de alocação, fragmentação e distribuição de registros —
Select object_name(ddips.object_id) As ‘Tabela’,
si.name As ‘Índice’,
convert(decimal(5,2),isnull(ddips.avg_fragmentation_in_percent,0)) As ‘% Média de Fragmentação’,
convert(decimal(5,2),isnull(ddips.avg_page_space_used_in_percent,0)) As ‘% Média de Espaço utilizado’,
ddips.page_count As ‘Páginas’,
ddips.compressed_page_count As ‘Páginas compactadas’,
ddips.record_count As ‘Registros’,
ddips.ghost_record_count As ‘Registros Fantasmas’
From sys.dm_db_index_physical_stats(db_id(), object_id(‘QueimadasCleanTable’),null, null, ‘detailed’) ddips Inner Join sys.indexes si
on si.object_id = ddips.object_id
Go
A Figura 4, vai ilustrar e comprovar que os valores apresentados após a nova execução do Bloco de Código 5, são os mesmos obtidos em sua primeira execução:
Figura 4 – Valores obtidos após a segunda execução do Bloco de Código 5.
E agora chegou o grande momento, vamos executar o Bloco de Código 7, o qual terá a responsabilidade de executar o comando DBCC CleanTable, logo na sequência vamos executar novamente o Bloco de Código 5, e ai sim teremos uma surpresa:
— Bloco de Código 7 – Executando o comando DBCC CleanTable —
Dbcc CleanTable(TesteDBCCCleanTable,’dbo.QueimadasCleanTable’)
Go
Por padrão como boa parte dos comandos DBCCs, o CleanTable, vai retornar na guia de mensagens a seguinte frase:
DBCC execution completed. If DBCC printed error messages, contact your system administrator.”
Agora repita novamente a execução do Bloco de Código 5, e observe que teremos um novo conjunto de valores apresentados.
— Executar novamente o Bloco de Código 5 —
— Identificando os espaços ocupados —
sp_spaceused ‘QueimadasCleanTable’
Go
— Identificando as taxas de alocação, fragmentação e distribuição de registros —
Select object_name(ddips.object_id) As ‘Tabela’,
si.name As ‘Índice’,
convert(decimal(5,2),isnull(ddips.avg_fragmentation_in_percent,0)) As ‘% Média de Fragmentação’,
convert(decimal(5,2),isnull(ddips.avg_page_space_used_in_percent,0)) As ‘% Média de Espaço utilizado’,
ddips.page_count As ‘Páginas’,
ddips.compressed_page_count As ‘Páginas compactadas’,
ddips.record_count As ‘Registros’,
ddips.ghost_record_count As ‘Registros Fantasmas’
From sys.dm_db_index_physical_stats(db_id(), object_id(‘QueimadasCleanTable’),null, null, ‘detailed’) ddips Inner Join sys.indexes si
on si.object_id = ddips.object_id
Go
As tabelas 3 e 4 apresentadas na sequência, vamos nos ajudar a identificar estes novos valores apresentados após a execução do Bloco de Código 7:
Tabela 3 – SP_SpaceUsed – Espaços Ocupados
name rows reserved data index_size unused
QueimadasCleanTable 752252 81736 KB 81272 KB 312 KB 152 KB
Ao analisarmos os valores apresentados na Tabela 3, inicialmente podemos ficar surpresos por não ocorreram mudanças, na verdade não vai ocorrer mesmo, pois como destacado no início deste post o DBCC CleanTable não tem a função de liberar o espaço físico e lógico ocupado pela tabela e suas estruturas.
Tabela 4 – Sys.dm_db_index_physical_stats – Taxas de Fragmentação, Distribuição de Páginas de Dados e Registros
Tabela Índice % Média de Fragmentação % Média de Espaço utilizado Páginas Páginas compactadas Registros Registros Fantasmas
QueimadasCleanTable PK_CodigoQueimada_Queimadas2018_CleanTable 0.01 80.99 10159 0 752252 0
QueimadasCleanTable PK_CodigoQueimada_Queimadas2018_CleanTable 0.00 44.07 37 0 10159 0
QueimadasCleanTable PK_CodigoQueimada_Queimadas2018_CleanTable 0.00 5.92 1 0 37 0
Por outro lado, a Tabela 4 nos apresenta uma pequena mudança na coluna % Média de Espaço Utilizado que agora é de 80,99 % e antes era de 99,34%, ou seja, ao realizarmos a execução das colunas: Municipio, Bioma, AreaIndu e FRP o DBCC CleanTable realizou uma pequena recuperação de espaço que estava sendo ocupados por estas colunas em suas respectivas linhas de registro lógicos.
Isso não é algo fora do comum, conseguir reaproveitar as áreas que estavam sendo ocupadas anteriormente sem precisar realizar qualquer tipo de reconstrução ou mudanças de configuração. Eu acredito que sim.
Seguindo a tradição dos posts desta sessão, antes de encerrarmos, gostaria de contar com a sua participação neste post, respondendo a enquete abaixo:
Quero propor um desafio
Elabore um cenário similar ao apresentado aqui, e utilize os comandos Delete e Truncate Table em conjunto com o DBCC CleanTable, faça uma análise comparativa, tenho a certeza que este desafio vai lhe ajudar a entender de forma simples e objetiva as diferenças entre o Delete e o Truncate, sendo esta, uma das dúvidas mais recorrentes que podemos encontrar na internet.
Com isso chegamos ao final de mais um post da sessão Dica do Mês, espero que você tenha gostado, eu como de costume gostei muito. 

REFERÊNCIAS

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/database-console-commands/dbcc-cleantable-transact-sql

https://docs.microsoft.com/pt-br/sql/relational-databases/system-stored-procedures/sp-spaceused-transact-sql

https://docs.microsoft.com/pt-br/sql/relational-databases/system-stored-procedures/sp-columns-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/system-dynamic-management-views/sys-dm-db-index-physical-stats-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/system-compatibility-views/sys-systypes-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/data-types/data-types-transact-sql

POSTS ANTERIORES

CONCLUSÃO

Como de costume, tenho um imenso prazer em poder compartilhar um pouco das minhas experiências, estudos e conhecimentos que estou diariamente formando sobre este fantástico Sistema Gerenciador de Banco de Dados chamado Microsoft SQL Server.

Neste post, tivemos a possibilidade de relembrar um pouco sobre os comandos DBCCs, mais especificamente o DBCC CleanTable, conhecido como o “Veja, desengordurante, das estruturas de tabelas e visões índexadas” existente no Microsoft SQL Server.

O uso desta comando pode ser aplicado, como uma ferramenta de apoio quando temos a necessidade de reaproveitar o espaço antes ocupado por áreas que pertenciam a uma ou mais colunas que venham a utilizar tipos de dados com tamanhos variáveis.

O comando DBCC CLEANTABLE não deve ser executado como uma tarefa de manutenção de rotina, mas sim, como um recurso aplicado em momento específicos e não de uso contínuo.

Através do cenário aqui apresentado, foi possível observar, como este comando é capaz de resdistribuir e aproveitar o espaço ocupado internamente, sem nos forçar a realizar alterações drásticas em nossas tabelas, bem como, mudanças nas configurações do nosso banco de dados ou SQL Server.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, produto tão fascinante que a cada dia eu não consigo deixar de querer estudar e conhecer mais ainda.

Agradecimentos

Agradeço a você por sua atenção e visita ao meu blog. Fique à vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Nos encontramos no próximo post da sessão Dica do Mês a ser publicado em breve.

Um forte abraço.

Até mais.

Material de Apoio – Abril 2019


Olá, muito bom dia….

Tudo bem? Antes de começar este post, quero lhe perguntar: E ai já se pesou? Anotou na balança ou no seu banco de dados da tabela de pesos o quanto você esta pesando antes da páscoa! KKKK, é minha gente, estamos no mês de abril, a páscoa esta chegando e com ela o coelhinho trazendo muitos docinhos…..

Bom, antes de darmos aquela engordadinha com tantos chocolatinhos, balinhas e docinhos desta doce época do ano, estou de volta cumprindo a minha missão de  colaborar e compartilhar com a comunidade técnica mais um post da sessão Material de Apoio dedicado exclusivamente ao meu blog.

Espero que você esteja gostando do conteúdo aqui disponibilizado, como também, possa me ajudar a torná-lo ainda melhor no decorrer do tempo com a sua participação.

O post de hoje

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o segundo post da sessão em 2019 e de número 162 no total da mesma.

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts catalogados nos últimos meses, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA e atualmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados com os seguintes temas:

  • Acessos;
  • Any Constraints;
  • Arquivo XLS;
  • Arquivo MDB;
  • Cálculo de dias úteis;
  • Casas Decimais;
  • Comando Backup Database;
  • Comando Backup Database With Move Option;
  • Comando Declare;
  • Comando Deny;
  • Comando Grant;
  • Comando Insert;
  • Comando OpenDataSource;
  • Comando OpenRowSet;
  • Comando Restore Database;
  • Comando Revoke;
  • Comando Select;
  • Comando Update;
  • Constraints;
  • Create Database;
  • Create Logins;
  • Create Table;
  • Create Users;
  • Declaração de Variáveis;
  • Delete Cascade;
  • Diretiva Set;
  • Drop Table;
  • Exportação de Dados;
  • Função CharIndex;
  • Função DataLength;
  • Função Floor;
  • Função Left;
  • Função Len;
  • Função Right;
  • Gerenciamento de acesso para Banco de Dados e Tabelas;
  • Importação de Dados;
  • Logins;
  • Microsoft Access;
  • Microsoft Excel;
  • Permissões;
  • Schemas;
  • Stored Procedure;
  • Stored Procedure SP_Attach_DB;
  • Stored Procedure SP_Detach_DB;
  • Tipo de Dados Decimal;
  • Tipo de Dados Int;
  • Tipo de Dados Money;
  • Update Cascade; e
  • Users.

Espero que este conteúdo possa lhe ajudar em seus atividades profissionais e acadêmicas. Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .docx ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de arquivos  selecionados:

1 – Material de Apoio – Abril – 2019 – Comando – Alter Table + Any Constrainst.sql

2 – Material de Apoio – Abril – 2019 – Comando – Alter Table With NoCheck.sql

3 – Material de Apoio – Abril – 2019 – Identificando a quantidade de Casas Decimais.sql

4 – Material de Apoio – Abril – 2019 – Calculando Dias Úteis.sql

5 – Material de Apoio – Abril – 2019 – Realizando o Attach e Detach Database.sql

6 – Material de Apoio – Abril – 2019 – Gerenciando – Acesso para Banco de Dados.sql

7 – Material de Apoio – Abril – 2019 – Gerenciando – Acesso para Tables.sql

8 – Material de Apoio – Abril – 2019 – Stored Procedure P_ImportarBanco.sql

9 – Material de Apoio – Abril – 2019 – OpenDataSource lendo dados em um arquivo XLS.sql

10 – Material de Apoio – Abril – 2019 – Utilizando comando OpenRowSet para importar dados do Microsoft Access.sql

Fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos, aproveite se possível deixe seu comentário, críticas, sugestões e observações.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/12/18/material-de-apoio-dezembro-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/10/30/material-de-apoio-outubro-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/08/14/material-de-apoio-agosto-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/06/19/material-de-apoio-junho-2018/

Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, sinto-me honrado e orgulhoso de contar com a sua presença.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, o próximo post desta sessão será publicado no mês de junho, até lá, continue aproveitando cada momento da sua vida, desfrutando com muita sabedoria os momentos de galeria e também os desafios que são colocados ao seu redor.

Um forte abraço, muita saúde, sucesso e nos encontramos em breve.

Valeu.

Dica do Mês – Como ficar “quase louco” utilizando análise combinatória no Microsoft SQL Server


Olá, boa noite.

Estamos no mês de março, carnaval já passou, o primeiro trimestre de 2019 está acabando, e para minha alegria te encontro mais uma vez no meu blog, caso esta seja a sua primeira visita ou acesso, fico mais feliz ainda, seja muito bem-vindo.

Este é mais um post da sessão Dica do Mês, sessão dedicada a compartilhar bimestralmente dicas, novidades, curiosidades e demais assuntos, conteúdos e informações relacionadas ao Microsoft SQL Server, Banco de Dados e Tecnologias de Banco de Dados.

No post de hoje, quero compartilhar com vocês a minha mais nova “loucura” criada em meus ambientes de estudos acadêmicos para ser utilizada no Microsoft SQL Server através do uso da Análise Combinatória, isso mesmo mais uma vez a matemática esta presente em nossas vidas e desta vez foi justamente para permitir a criação de um script que permite criar todas as sequência de combinações de letras e números afim de construir um gerador de placas de carros para todos os estados brasileiros.

 

Não parece realmente coisa de louco, minha esposa disse que sim, eu também acho (kkkkk).

Pois bem, ficou curioso para saber como eu criei mais esta “loucura”? Calma, daqui a pouco eu conto mais sobre isso para você.

Sendo assim, sem mais delongas, vamos em frente, vou tentar mitigar a sua curiosidade e ao mesmo também satisfazer os meus objetivos. Seja bem-vindo ao post – Dica do Mês – Como ficar “quase louco” utilizando análise combinatória no Microsoft SQL Server.


Introdução

Muito se fala que a área de banco de dados, e posteriormente os Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados (SGBDs) nasceram dos métodos, técnicas e também das teorias existentes na Matemática.

A cada dia eu tenho mais certeza que esta analogia é verdadeira, e neste post, eu pretendo justamente mostrar como mais uma vez esta fantástica e grandiosa área de estudos e conhecimentos pode nos ajudar a transformar algo que parece ter um nível de raciocínio tão complexo ou talvez impossível, em algo na verdade simples, fácil e de rápida compreensão.

Para ser mais direto, estou me referindo a análise combinatória, uma das mais variadas áreas de conhecimento e aprendizado existentes na Matemática e que este mero ser humano demorou um bom tempo para conseguir entender de verdade e aplicar de forma bem racional.

ANÁLISE COMBINATÓRIA

Podemos determinar a análise combinatória como sendo um conjunto de possibilidades constituídos por elementos finitos, a mesma baseia-se em critérios que possibilitam a contagem. Realizamos o seu estudo na lógica matemática, analisando possibilidades e combinações.

Por exemplo: Descubra quantos números com 3 algarismos conseguimos formar com o conjunto numérico {1, 2, 3}, olha a teoria de conjuntos aí gente….

  • Conjunto de elementos finito: {1, 2, 3}.
  • Conjunto de possibilidades de números com 3 algarismos: {123, 132, 213, 231, 312, 321}.

A análise combinatória estuda os seguintes conteúdos:

  • Princípio fundamental da contagem;
  • Fatorial;
  • Permutação simples;
  • Permutação com repetição;
  • Arranjo simples; e
  • Combinação simples.

Não vou abortar todos estes conteúdos de estudo utilizado pela análise combinatória neste post, mas sim o que mais entendo como importante e de extrema necessidade para o cenário que estaremos utilizando a posterior, sendo estes:

  • Permutação Simples; e
  • Permutação com repetição.

Permutação simples

Na permutação os elementos que compõem o agrupamento mudam de ordem, ou seja, de posição. Determinamos a quantidade possível de permutação dos elementos de um conjunto, com a seguinte expressão:

Pn = n!
Pn = n . (n-1) . (n-2) . (n-3)…..1!

Exemplo: Em uma eleição para representante de sala de aula, 3 alunos candidataram-se: Fernanda, Eduardo e Malú. Quais são os possíveis resultados dessa eleição?

  • Fernanda (F);
  • Eduardo (E); e
  • Malú (M).

Os possíveis resultados dessa eleição podem ser dados com uma permutação simples, acompanhe:

n = 3 (Quantidade de candidatos concorrendo a representante)

Pn = n!

Pn = 3 . 2 . 1!
Pn = 6

Para a eleição de representante, temos 6 possibilidades de resultado, em relação a posição dos candidatos, ou seja, 1º, 2º e 3º lugar.

Veja a seguir os possíveis resultados dessa eleição:

Resultado 1

Resultado 2 Resultado 3 Resultado 4 Resultado 5 Resultado 6
FEM FME EFM EMF MEF

MFE

 

Permutação com repetição

Nessa permutação alguns elementos que compõem o evento experimental são repetidos, quando isso ocorrer devemos aplicar a seguinte fórmula:

Pn(n1,n2,n3…nk)=n!n1!⋅n2!⋅n3!…nk!

  • Pn(n1,n2,n3…nk) = permutação com repetição
  • n! = total de elemetos do evento
  • n1!⋅n2!⋅n3!…nk! = Elementos repetidos do evento

Exemplo: Quantos anagramas são possíveis formar com a palavra CASA. A palavra CASA possui:
4 letras (n) e duas vogais que se repetem (n1).

  • n! = 4!
  • n1! = 2!

Pn(n1)=n!n1!

Pn(n1)=4!2!

Pn(n1)=4⋅3⋅2⋅1!2⋅1!

Pn(n1)=242=12

Anagramas da palavra CASA sem repetição

CASA

ACSA ASCA ASAC SCAA

CSAA

AASC AACS CAAS SAAC SACA

ACAS

Bom, agora que conhecemos um pouco destes conceitos, você pode estar se perguntando:

“O que o Microsoft SQL Server tem haver com isso?”.

Então, tudo, pois ele faz justamente uso destes elementos e dos demais quando queremos realizar as combinações das mais variadas possíveis que envolvem letras, letras e números, ou somente números.

E aí, até aqui tudo tranquilo? Espero que sim, pois daqui em diante começaremos a preparar nosso ambiente e aplicaremos a análise combinatória e as permutações para colocarmos em funcionamento a minha “loucura”.

Para você ter a ideia do nível de loucura que estaremos trabalhando, ao realizar o uso das vinte e seis letras do alfabeto em nosso idioma da língua portuguesa teremos basicamente a seguinte permutação com repetição:

  • n! = 3!
  • n1! = 26!

Ou seja, de forma mais simples, vamos permutar: 26 letras * 26 letras * 26 letras, o que não apresentara um total de: 17.756 (Dezessete Mil, Setecentos e Cinquenta e Seis) combinações de letras distintas.

Mas não terminamos isso nossa caminhada, depois de realizar estas combinações de letras (17.756), vamos fazer uso dos arranjos (este conteúdo eu não abordei), que nos permitirá criar em tempo real todos os agrupamentos entre letras e números (de 0 até 9999), estabelecendo a seguinte fórmula:

Arranjos = LetrasCombinadas(17756) * Numeracao(0…9999) = 177.542.244

os anagramas que vimos apouco, como por exemplo: AAA-0001, o qual vai nos permitir obter um total de: 177.542.244 (Cento e Setenta e Sete Milhões, Quinhentos e Quarente e Dois Mil, Duzentas e Quarenta e Quatro) agrupamentos ou arranjos únicos e distintos que teremos a disposição para serem armazenados.

Não é algo de louco mesmo?

NOSSO AMBIENTE

Como de costume vamos utilizar um ambiente isolado dos demais bancos de dados que você possa conter, desta maneira nosso cenário será constituído dos seguintes elementos:

  • Banco de Dados: GeradorDePlacas;
  • Tabelas: LetrasCombinadas, Numeracao, Placas e FaixasDePlacasPorEstado;
  • CTEs: CTEMeuAlfabeto; e
  • Stored Procedure: P_PesquisarPlacas.

Criando o ambiente

Através do Bloco de Código 1 apresentado abaixo, vamos realizar a criação dos respectivos elementos destacados anteriormente:

 

— Bloco de Código 1 —

 

— Criando o Banco de Dados —

Create Database GeradorDePlacas

Go

 

— Acessando o Banco de Dados —

Use GeradorDePlacas

Go

 

— Desativando a contagem de linhas —

Set NoCount On

Go

 

— Criando a Tabela LetrasCombinadas para armazenar todas as combinações de Letras —

Create Table LetrasCombinadas

(CodigoSequencialLetrasCombinadas SmallInt Primary Key Identity(1,1) Not Null,

SequencialDeLetrasCombinadas Char(3) Not Null)

Go

 

— Criando a Tabela Numeracao para armazenar a faixa numérica de 1 até 9999 —

Create Table Numeracao

(CodigoNumeracao SmallInt Primary Key Identity(1,1) Not Null)

Go

 

— Criando a Tabela Placas para armazenar o CodigoSequencialLetrasCombinadas e o número da Placa —

Create Table Placas

(CodigoSequencialPlacas Int Primary Key Identity(1,1) Not Null,

CodigoSequencialLetrasCombinadas SmallInt Not Null,

CodigoSequencialNumeroPlacas SmallInt Not Null)

Go

 

— Criando a Tabela FaixasDeFaixasDePlacasPorEstado para armazenar as faixas de placas por Estado —

Create Table FaixasDePlacasPorEstado

(CodigoSequencialFaixasDePlacasPoEstado TinyInt Primary Key Identity(1,1) Not Null,

CodigoSequencialFaixasDeLetrasNumerosInicial Char(7) Not Null,

CodigoSequencialFaixasDeLetrasNumerosFinal Char(7) Not Null,

FaixasDePlacasPorEstadoNomeDoEstado Varchar(30) Not Null)

Go

 

— Inserindo a distribuição de Faixas de Placas Por Estado —

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘AAA0001′,’BEZ9999′,’Paraná’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘BFA0001′,’GKI9999′,’São Paulo’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘GKJ0001′,’HOK9999′,’Minas Gerais’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘HOL0001′,’HQE9999′,’Maranhão’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘HQF0001′,’HTW9999′,’Mato Grosso do Sul’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘HTX0001′,’HZA9999′,’Ceará’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘HZB0001′,’IAP9999′,’Sergipe’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘IAQ0001′,’JDO9999′,’Rio Grande do Sul’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘JDP0001′,’JKR9999′,’Distrito Federal’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘JKS0001′,’JSZ9999′,’Bahia’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘JTA0001′,’JWE9999′,’Pará’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘JWF0001′,’JXY9999′,’Amazonas’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘JXZ0001′,’KAU9999′,’Mato Grosso’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘KAV0001′,’KFC9999′,’Goiás’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘KFD0001′,’KME9999′,’Pernambuco’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘KMF0001′,’LVE9999′,’Rio de Janeiro’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘LVF0001′,’LWQ9999′,’Piauí’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘LWR0001′,’MMM9999′,’Santa Catarina’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘MMN0001′,’MOW9999′,’Paraíba’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘MOX0001′,’MTZ9999′,’Espírito Santo’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘MUA0001′,’MVK9999′,’Alagoas’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘MVL0001′,’MXG9999′,’Tocantins’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘MXH0001′,’MZM9999′,’Rio Grande do Norte’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘MZN0001′,’NAG9999′,’Acre’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NAH0001′,’NBA9999′,’Roraima’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NBB0001′,’NEH9999′,’Rondônia’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NEI0001′,’NFB9999′,’Amapá’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NFC0001′,’NGZ9999′,’Goiás’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NHA0001′,’NHT9999′,’Maranhão’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NHU0001′,’NIX9999′,’Piauí’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NIY0001′,’NJW9999′,’Mato Grosso’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NJX0001′,’NLU9999′,’Goiás’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NLV0001′,’NMO9999′,’Alagoas’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NMP0001′,’NNI9999′,’Maranhão’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NNJ0001′,’NOH9999′,’Rio Grande do Norte’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NOI0001′,’NPB9999′,’Amazonas’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NPC0001′,’NPQ9999′,’Mato Grosso’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NPR0001′,’NQK9999′,’Paraíba’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NQL0001′,’NRE9999′,’Ceará’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NRF0001′,’NSD9999′,’Mato Grosso do Sul’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NSE0001′,’NTC9999′,’Pará’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NTD0001′,’NTW9999′,’Bahia’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NTX0001′,’NUG9999′,’Mato Grosso’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NUH0001′,’NUL9999′,’Roraima’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NUM0001′,’NVF9999′,’Ceará’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NVG0001′,’NVN9999′,’Sergipe’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NVO0001′,’NWR9999′,’Goiás’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NWS0001′,’NXQ9999′,’Maranhão’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NXR0001′,’NXT9999′,’Acre’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NXU0001′,’NXW9999′,’Pernambuco’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NXX0001′,’NYG9999′,’Minas Gerais’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘NYH0001′,’NZZ9999′,’Bahia’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OAA0001′,’OAO9999′,’Amazonas’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OAP0001′,’OBS9999′,’Mato Grosso’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OBT0001′,’OCA9999′,’Pará’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OCB0001′,’OCU9999′,’Ceará’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OCV0001′,’ODT9999′,’Espírito Santo’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘ODU0001′,’OEI9999′,’Piauí’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OEJ0001′,’OES9999′,’Sergipe’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OET0001′,’OFH9999′,’Paraíba’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OFI0001′,’OFW9999′,’Pará’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OFX0001′,’OGG9999′,’Paraíba’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OGH0001′,’OHA9999′,’Goiás’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OHB0001′,’OHK9999′,’Alagoas’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OHL0001′,’OHW9999′,’Rondônia’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OHX0001′,’OIQ9999′,’Ceará’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OIR0001′,’OJK9999′,’Maranhão’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OJR0001′,’OKC9999′,’Rio Grande do Norte’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OKI0001′,’OLG9999′,’Bahia’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OLH0001′,’OLN9999′,’Tocantins’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OLO0001′,’OMH9999′,’Minas Gerais’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OMI0001′,’OOF9999′,’Goiás’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OOG0001′,’OOU9999′,’Mato Grosso do Sul’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OOV0001′,’ORC9999′,’Minas Gerais’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘ORD0001′,’ORM9999′,’Alagoas’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘ORN0001′,’OSV9999′,’Ceará’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OSW0001′,’OTZ9999′,’Pará’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OUA0001′,’OUE9999′,’Piauí’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OUF0001′,’OVD9999′,’Bahia’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OVE0001′,’OWC9999′,’Espírito Santo’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘OWD0001′,’OYG9999′,’Santa Catarina’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘PEE0001′,’PFQ9999′,’Pernambuco’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘PFR0001′,’PGK9999′,’Pernambuco’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘PGL0001′,’PHE9999′,’Pernambuco’)

Insert Into FaixasDePlacasPorEstado Values (‘SAV0001′,’SAV9999′,’São Paulo’)

Go

 

— Validando os dados inseridos na Tabela FaixasDePlacasPorEstado —

Select * From FaixasDePlacasPorEstado
Go

 

— Inserindo 9999 linhas de registros lógicos na Tabela Numeracao —

Insert Into Numeracao Default Values

Go 9999

 

— Validando os dados inseridos na Tabela Numeracao —

Select * From Numeracao

Go

Muito bem, agora que temos nossa estrutura quase toda montada, vamos avançar mais um pouco e fazer uso da análise combinatória, conforme o Bloco de Código 2 declarado abaixo:

 

— Bloco de Código 2 —

 

— Montando a CTE Recursiva para Gerar todas as combinações de Letras —

;With CTEMeuAlfabeto

As

(Select * From (Values (‘A’),(‘B’),(‘C’),(‘D’),(‘E’),(‘F’),(‘G’),(‘H’),(‘I’),(‘J’),(‘K’),

(‘L’),(‘M’),(‘N’),(‘O’),(‘P’),(‘Q’),(‘R’),(‘S’),(‘T’),(‘U’),(‘V’),

(‘W’),(‘X’),(‘Y’),(‘Z’)) As Alfabeto (LetrasDoAlfabeto)

)

— Inserindo as combinações de letras na Tabela LetrasCombinadas —

Insert Into LetrasCombinadas

Select Distinct Concat(A1.LetrasDoAlfabeto, A2.LetrasDoAlfabeto, A3.LetrasDoAlfabeto) As ConcatenacaoLetrasCombinadas

From CTEMeuAlfabeto A1

Cross Join CTEMeuAlfabeto A2 — Aqui que a mágia acontece —

Cross Join CTEMeuAlfabeto A3 — O cross join vai cruzar e combinar todas as letras —

Order By ConcatenacaoLetrasCombinadas Asc

Go

 

— Validando os dados inseridos na Tabela LetrasCombinadas —

Select * From LetrasCombinadas

Go

Nosso Bloco de Código 2 já deve ter sido processado, pois ele é especificamente o centro das atenções para conseguirmos criar todas as combinações possíveis de letras do nosso alfabeto, que estará criando em poucos segundos um total de: 17.756 (Dezessete Mil, Setecentos e Cinquenta e Seis) combinações de letras distintas.

Ufa, estamos avançando, você vai poder notar neste post, que estou fazendo uso de diversos comandos e técnicas existentes no SQL Server desde as primeiras versões como também outros implementados nas versões mais atuais, dentre eles destaco o uso de Tabela Derivada conforme o comando Select From (Values()) existente desde a versão 2000, e também da CTE – Common Table Expression adicionado ao Microsoft SQL Server a partir da versão 2005.

Vamos avançar mais ainda, pois o objetivo deste post não é mostrar somente o uso da análise combinatória, ao contrário, o estudo aqui criado, me permitiu elaborar alguns cenários que me permitiram adotar formas e técnicas diferentes de realizar todas as combinações entre letras e números afim de processar, criar e armazenar todas as placas criadas justamente na tabela denominada placas.

Destaco que foram criados 3 (três) cenários de estudo de acordo com percepções e análises que realizei, fazendo uso de recursos e técnicas distintas visando identificar o que poderia ser melhor utilizada:

  • Cenário 1 – Inserindo dados na Tabela de Placas através de Loop Condicional;
  • Cenário 2 – Inserindo dados na Tabela de Placas através de CTE Recursiva com Junção Cruzada; e
  • Cenário 3 – Inserindo dados na Tabela de Placas através de Junção Cruzada.

Nota: Tenho a certeza que você vai poder criar outros cenários e novas análises, como também, utilizar os mais variados recursos e funcionalidades existentes no Microsoft SQL Server, reforço mais uma vez que estes cenários são meras amostras de estudo e comparações do meu entendimento.

O objetivo de ter criado estes cenários, possibilitou realizarmos comparações de tempo de processamento no que relaciona ao uso da CPU e consumo de memória RAM para cada um dos cenários.

A Tabela 1 declarada abaixo apresenta um resumo dos valores obtidos durante 5 rodadas de processamento executadas em meu ambiente:

Cenário

Média de Uso de CPU Média do Uso de Memória em GBs Média de Uso de Disco Rígido Tempo Mínimo de processamento

Tempo Máximo de processamento

01 57% 3.5 Gbs 65% 19 Hrs e 23 segundos 21Hrs e 18 segundos
02 34% 2.8 Gbs 42% 33 minutos e 6 segundos 42 minutos e 27 segundos
03 18% 2.0 Gbs 24% 6 minutos e 13 segundos 10 minutos e 25 segundos

Tabela 1 – Resumo comparativo do uso de CPU, Memória e Disco, em conjunto com os tempos de processamento demandados para cada cenário.

Show, agora que temos este pequeno resumo dos tempos de processamento e uso dos principais recursos de hardware, já podemos conhecer cada um dos cenários elaborados abaixo, conforme apresenta o Bloco de Código 3 a seguir:

— Bloco de Código 3 —

 

— Cenário 1 –

 

— Inserindo dados na Tabela de Placas através de Loop Condicional – 19Hrs e 33s de processamento —

 

— Limpando a Tabela de Placas —

Truncate Table Placas

Go

 

— Declarando as variáveis de controle —

Declare @ContadorSequencialTotalPlacasInseridas Int = 1,

@ContadorSequencialParcialPlacasInseridas Int = 1,

@CodigoSequencialLetrasCombinadas Int = 1

 

— Abrindo o Loop de Inserção —

While @ContadorSequencialTotalPlacasInseridas <=(Select Max(CodigoSequencialLetrasCombinadas) From LetrasCombinadas)

Begin

 

Set @CodigoSequencialLetrasCombinadas=(Select CodigoSequencialLetrasCombinadas From LetrasCombinadas

Where CodigoSequencialLetrasCombinadas = @ContadorSequencialTotalPlacasInseridas)

 

While @ContadorSequencialParcialPlacasInseridas <=9999 — Contador a cada 9999 incrementa a variável @ContadorSequencialTotalPlacasInseridas

Begin

Insert Into Placas (CodigoSequencialLetrasCombinadas, CodigoSequencialNumeroPlacas)

Values (@CodigoSequencialLetrasCombinadas, @ContadorSequencialParcialPlacasInseridas)

Set @ContadorSequencialParcialPlacasInseridas         +=1

End

 

Set @ContadorSequencialParcialPlacasInseridas = 1

Set @CodigoSequencialLetrasCombinadas +=1

Set @ContadorSequencialTotalPlacasInseridas +=1

 

End

 

— Cenário 2 –

 

— Inserindo dados na Tabela de Placas através de CTE Recursiva com Junção Cruzada — 33 minutos e 40s de processamento —

 

— Limpando a Tabela de Placas —

Truncate Table Placas

Go

 

— Declarando as variáveis de controle —

Declare @ContadorSequencialTotalPlacasInseridas Int = 1,

@CodigoSequencialLetrasCombinadas SmallInt = 1

 

While @ContadorSequencialTotalPlacasInseridas <=(Select Max(CodigoSequencialLetrasCombinadas) From LetrasCombinadas)

Begin

 

— Realizando a Junção Cruzada entre as Tabelas LetrasCombinadas x CTENumeracao —

;With CTENumeracao

As

(Select 1 As Numero

Union All

Select Numero + 1 From CTENumeracao

Where Numero <=9998

)

Insert Into Placas (CodigoSequencialLetrasCombinadas, CodigoSequencialNumeroPlacas)

Select LC.CodigoSequencialLetrasCombinadas, N.Numero

From LetrasCombinadas LC Cross Join — Aqui acontece a mágia

CTENumeracao N — Cross Joi vai combinar todas as Letras com 9999 números —

Where CodigoSequencialLetrasCombinadas = @CodigoSequencialLetrasCombinadas

Option (MaxRecursion 0)

 

Set @CodigoSequencialLetrasCombinadas +=1

Set @ContadorSequencialTotalPlacasInseridas +=1

End

Go

 

— Cenário 3 –

 

— Inserindo dados na Tabela de Placas através de Junção Cruzada – 10 minutos e 27s de processamento —

 

— Limpando a Tabela de Placas —

Truncate Table Placas

Go

 

— Declarando as variáveis de controle —

Declare @ContadorSequencialTotalPlacasInseridas Int = 1,

@CodigoSequencialLetrasCombinadas SmallInt = 1

 

While @ContadorSequencialTotalPlacasInseridas <=(Select Max(CodigoSequencialLetrasCombinadas) From LetrasCombinadas)

Begin

 

— Realizando a Junção Cruzada entre as Tabelas LetrasCombinadas x Numeracao —

Insert Into Placas (CodigoSequencialLetrasCombinadas, CodigoSequencialNumeroPlacas)

Select LC.CodigoSequencialLetrasCombinadas, N.CodigoNumeracao

From LetrasCombinadas LC Cross Join — Aqui acontece a mágia

Numeracao N — Cross Joi vai combinar todas as Letras com 9999 números —

Where CodigoSequencialLetrasCombinadas = @CodigoSequencialLetrasCombinadas

 

Set @CodigoSequencialLetrasCombinadas +=1

Set @ContadorSequencialTotalPlacasInseridas +=1

End

Go

 

Show, show, e show, nossos três cenários de estudo e testes já estão apresentados, basta você escolher qual deseja brincar, executar, encontrar as melhorias e possíveis falhas que podem existir.

Pra finalizar nossa longa caminhada, apresento o Bloco de Código 4, o qual vai ilustrar como podemos consultar nossas tabelas e obter os dados já inseridos após o processamento de um dos cenários, e por fim o Bloco de Código 5 que apresenta o código utilizado no Bloco de Código 4 transformado em uma Stored Procedure denominada: P_PesquisarPlacas.

— Bloco de Código 4 —

— Apresentando as 100 primeiras Placas Geradas —

Select Top 100 Concat(LC.SequencialDeLetrasCombinadas,’-‘,

Convert(Char(4),Case

When P.CodigoSequencialNumeroPlacas BetWeen 1 And 9 Then Concat(‘000’,P.CodigoSequencialNumeroPlacas)

When P.CodigoSequencialNumeroPlacas BetWeen 10 And 99 Then Concat(’00’,P.CodigoSequencialNumeroPlacas)

When P.CodigoSequencialNumeroPlacas BetWeen 100 And 999 Then Concat(‘0’,P.CodigoSequencialNumeroPlacas)

When P.CodigoSequencialNumeroPlacas BetWeen 1000 And 9999 Then Convert(Char(4),P.CodigoSequencialNumeroPlacas)

End)) As ‘Placa’,

IsNull(F.FaixasDePlacasPorEstadoNomeDoEstado,’Sequência não atribuída…’) As ‘Nome do Estado’

From LetrasCombinadas LC Inner Join Placas P

On LC.CodigoSequencialLetrasCombinadas = P.CodigoSequencialLetrasCombinadas

Left Join FaixasDePlacasPorEstado F

On LC.SequencialDeLetrasCombinadas Between SubString(F.CodigoSequencialFaixasDeLetrasNumerosInicial,1,3)

And SubString(F.CodigoSequencialFaixasDeLetrasNumerosFinal,1,3)

Go

A Figura 1 apresentada abaixo, ilustra o possível resultado obtido após a execução do Bloco de Código 4:

Figura 1 – Relação das 100 primeiras placas de carros criadas e inseridas na tabela Placas.

— Bloco de Código 5 —

 

— Criando uma Stored Procedure para pesquisa de placas —

Create or Alter Procedure P_PesquisarPlacas @LetrasCombinadas Char(3), @SequenciaNumerica SmallInt = Null

As

Begin

 

Set NoCount On

 

Select Concat(LC.SequencialDeLetrasCombinadas,’-‘,

Convert(Char(4),Case

When P.CodigoSequencialNumeroPlacas BetWeen 1 And 9 Then Concat(‘000′,P.CodigoSequencialNumeroPlacas)

When P.CodigoSequencialNumeroPlacas BetWeen 10 And 99 Then Concat(’00’,P.CodigoSequencialNumeroPlacas)

When P.CodigoSequencialNumeroPlacas BetWeen 100 And 999 Then Concat(‘0’,P.CodigoSequencialNumeroPlacas)

When P.CodigoSequencialNumeroPlacas BetWeen 1000 And 9999 Then Convert(Char(4),P.CodigoSequencialNumeroPlacas)

End)) As ‘Placa’,

IsNull(F.FaixasDePlacasPorEstadoNomeDoEstado,’Sequência não atribuída…’) As ‘Nome do Estado’

From LetrasCombinadas LC Inner Join Placas P

On LC.CodigoSequencialLetrasCombinadas = P.CodigoSequencialLetrasCombinadas

Left Join FaixasDePlacasPorEstado F

On LC.SequencialDeLetrasCombinadas Between SubString(F.CodigoSequencialFaixasDeLetrasNumerosInicial,1,3)

And SubString(F.CodigoSequencialFaixasDeLetrasNumerosFinal,1,3)

Where LC.SequencialDeLetrasCombinadas = @LetrasCombinadas

And P.CodigoSequencialNumeroPlacas = @SequenciaNumerica

End

Após a Stored Procedure estar criada, basta realizar sua execução conforme o exemplo apresentado abaixo, passando a sequência de letras e números que você deseja consultar.

Importante: Destaco que algumas combinações de placas de carro ainda não estão sendo utilizadas em nosso território, dentre elas as que começam com as letras: W, X, Y e Z.

 

— Executando a Stored Procedure P_PesquisarPlacas —

Exec P_PesquisarPlacas ‘FBD’,3127

Go

Sensacional, chegamos ao final, missão cumprida e entregue, acredito que este foi um dos estudos mais prazerosos e de grande obtenção de conhecimento que eu realizei nos últimos meses.

Antes de encerrarmos, gostaria de contar com a sua participação neste post, respondendo a enquete abaixo:

 

REFERÊNCIAS

https://www.infoescola.com/matematica/analise-combinatoria/

https://mundoeducacao.bol.uol.com.br/matematica/analise-combinatoria.htm

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/queries/from-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/queries/with-common-table-expression-transact-sql

https://www.mssqltips.com/sqlservertip/1042/using-derived-tables-to-simplify-the-sql-server-query-process/

https://docs.microsoft.com/pt-br/sql/t-sql/language-elements/select-local-variable-transact-sql

 

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CONCLUSÃO

Como de costume, tenho um imenso prazer em poder compartilhar um pouco das minhas experiências, estudos e conhecimentos que estou diariamente formando sobre este fantástico Sistema Gerenciador de Banco de Dados chamado Microsoft SQL Server.

Hoje não seria diferente, mais uma vez você pode notar o quanto ele é capaz de nos surpreender com sua inteligência, sabedoria, e principalmente sua capacidade de conseguir aplicar as mais variadas técnicas existentes da Matemática para solucionar algo que pode parecer tão complexo para o raciocínio humano.

Neste post, utilizei algumas das mais variadas técnicas para se trabalhar com combinações de dados, utilização de dados em memória através de um Select From (Values()), em conjunto com tabelas criadas fisicamente ou tabelas declaradas como expressões em um CTE.

Por fim, fizemos usado mais uma vez da Matemática aplicando a análise condicional em conjunto com seus elementos de permutação e arranjo de valores.

Através dos cenários apresentados, em conjunto com a gama de recursos que ele nos permite utilizar, conseguimos aplicar as mais variadas preposições de análises de dados que nos possibilita identificar qual cenário pode ser a melhor maneira de se tomar uma decisão.

Este é o fantástico Microsoft SQL Server, produto tão fascinante que a cada dia eu não consigo deixar de querer estudar e conhecer mais ainda.

 

Agradecimentos

Agradeço a você por sua atenção e visita ao meu blog. Fique à vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Nos encontramos no próximo post da sessão Dica do Mês a ser publicado em breve.

Um forte abraço, curta esta nova estação do ano que começou a alguns dias atrás, eu adoro o outono.

Até mais.

Short Scripts – Março 2019


Olá boa tarde, estamos no mês de março, primeiro trimestre de 2019 esta quase se encerrando.

Seguindo em frente, que alegria poder te encontrar em mais um post da sessão Short Scripts, uma das sessões mais recentes do meu blog que esta alçando a marca de 36 posts publicados trimestralmente.

Mantendo a tradição estou retornando com mais um conjunto de “pequenos” scripts catalogados e armazenados em minha biblioteca pessoal de códigos relacionados ao Microsoft SQL Server e sua fantástica linguagem de desenvolvimento Transact-SQL.

Como promessa é dívida e deve ser cumprida “ou melhor” compartilhada, estou compartilhando a minha feita a alguns meses no final do último post desta sessão, publicando mais um conjunto de scripts adicionados atualmente na minha biblioteca particular de códigos e exemplos.

O post de hoje

Como de costume selecionei os principais scripts armazenados recentemente na minha biblioteca de códigos, que apresentam os seguintes assuntos:

  • Cálculo de Idade;
  • Cláusula Values;
  • Cláusula Where;
  • Comando Create Procedure;
  • Comando Declare;
  • Comando Exec;
  • Comando Group By;
  • Comando Insert;
  • Comando Order By;
  • Comando Pivot;
  • Comando Select;
  • Common Table Expression;
  • Diretiva Set;
  • DMV sys.dm_os_ring_buffers;
  • DMV sys.dm_os_virtual_address_dump;
  • Filegroup;
  • Função Concat();
  • Função DateDiff();
  • Função de Agregação SUM;
  • Função Month();
  • Função Year();
  • Gerenciamento de Memória;
  • Grupo de Arquivos;
  • Inner Joins;
  • Left Joins;
  • Operador Lógico Condicional Case;
  • Operador Lógico Condicional While;
  • Stored Procedure;
  • Variáveis;
  • Variável do Tipo Tabela;
  • Visão;
  • Visão de Sistema sys.all_objects;
  • Visão de Sistema sys.filegroups;
  • Visão de Sistema sys.indexes;
  • Visão de Sistema sys.syslanguages;
  • Visão de Sistema SYSCACHEOBJECTS; e
  • Visão de Sistemas sys.messages.

Chegou a hora, mãos nos teclados, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Março 2019. Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão foram devidamente testados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Fique à vontade para compartilhar, comentar e melhorar cada um destes códigos.

Short Scripts

— Short Script 1  – Alterando a sequência numérica com base em uma condição —

— Criando a Tabela Valores —
Create Table Valores
(Contador Int Primary Key Identity(1,1),
CodigoCaracter Char(4),
SequenciaDeControle Int)
Go

 

— Inserindo os registros com CódigoCaracter 0001 —
Insert Into Valores Values (‘0001’,1),(‘0001’,2),(‘0001’,3),(‘0001’,4)
Go

— Inserindo os registros com CódigoCaracter 0002 —
Insert Into Valores Values (‘0002’,5),(‘0002’,6),(‘0002’,7),(‘0002’,8)
Go

— Inserindo os registros com CódigoCaracter 0003 —
Insert Into Valores Values (‘0003’,9),(‘0003’,10)
Go

 

— Consultando os registros inseridos —
Select Contador, CodigoCaracter, SequenciaDeControle from Valores
Go

 

— Declarando um bloco de execução para alterar os registros de acordo com uma condição —
Declare @ContadorRegistros Int,
@ContadorSequenciaDeControle Int,
@ValorColunaCodigoCaracter Char(4)

Set @ContadorRegistros=1
Set @ContadorSequenciaDeControle=1

While @ContadorRegistros <= (Select Count(CodigoCaracter) from Valores)
Begin

Set @ValorColunaCodigoCaracter=(Select CodigoCaracter From Valores Where Contador = @ContadorRegistros)

If (@ValorColunaCodigoCaracter = (Select CodigoCaracter From Valores Where Contador = @ContadorRegistros) And @ContadorRegistros > 1)
Set @ContadorSequenciaDeControle=@ContadorSequenciaDeControle + 1
Else
Set @ContadorSequenciaDeControle=0

Update Valores
Set SequenciaDeControle = @ContadorSequenciaDeControle
Where Contador = @ContadorRegistros

Set @ContadorRegistros += 1

End

 

— Consultando os registros após a alteração —
Select Contador, CodigoCaracter, SequenciaDeControle from Valores
Go

 

— Short Script 2 – Utilizando Extended Events – Ring Buffer através da sessão system_health para obter detalhes sobre conexões abertas —

Declare @LanguageID int

Select @LanguageID = lcid
From sys.syslanguages
Where name = @@Language

WITH RingBufferXML
As (SELECT CAST(record as xml) AS RecordXML
FROM sys.dm_os_ring_buffers
WHERE ring_buffer_type= ‘RING_BUFFER_CONNECTIVITY’),
RingBufferConnectivity
As (SELECT x.y.value(‘(/Record/@id)[1]’, ‘int’) AS [RecordID],
x.y.value(‘(/Record/ConnectivityTraceRecord/RecordType)[1]’, ‘varchar(max)’) AS RecordType,
x.y.value(‘(/Record/ConnectivityTraceRecord/RecordTime)[1]’, ‘datetime’) AS RecordTime,
x.y.value(‘(/Record/ConnectivityTraceRecord/SniConsumerError)[1]’, ‘int’) AS Error,
x.y.value(‘(/Record/ConnectivityTraceRecord/State)[1]’, ‘int’) AS State,
x.y.value(‘(/Record/ConnectivityTraceRecord/Spid)[1]’, ‘int’) AS SPID,
x.y.value(‘(/Record/ConnectivityTraceRecord/RemoteHost)[1]’, ‘varchar(max)’) AS RemoteHost,
x.y.value(‘(/Record/ConnectivityTraceRecord/RemotePort)[1]’, ‘varchar(max)’) AS RemotePort,
x.y.value(‘(/Record/ConnectivityTraceRecord/LocalHost)[1]’, ‘varchar(max)’) AS LocalHost,
x.y.value(‘(/Record/ConnectivityTraceRecord/LoginTimersInMilliseconds/TotalTime)[1]’, ‘int’) AS TotalTime,
x.y.value(‘(/Record/ConnectivityTraceRecord/LoginTimersInMilliseconds/EnqueueTime)[1]’, ‘int’) AS EnqueueTime,
x.y.value(‘(/Record/ConnectivityTraceRecord/LoginTimersInMilliseconds/NetWritesTime)[1]’, ‘int’) AS NetWritesTime,
x.y.value(‘(/Record/ConnectivityTraceRecord/LoginTimersInMilliseconds/NetReadsTime)[1]’, ‘int’) AS NetReadsTime,
x.y.value(‘(/Record/ConnectivityTraceRecord/LoginTimersInMilliseconds/Ssl/TotalTime)[1]’, ‘int’) AS SslTotalTime,
x.y.value(‘(/Record/ConnectivityTraceRecord/LoginTimersInMilliseconds/Sspi/TotalTime)[1]’, ‘int’) AS SspiTotalTime,
x.y.value(‘(/Record/ConnectivityTraceRecord/LoginTimersInMilliseconds/TriggerAndResGovTime)[1]’, ‘int’) AS TriggerAndResGovTime
FROM RingBufferXML
CROSS APPLY RecordXML.nodes(‘//Record’) AS x(y))

SELECT RBC.*, m.text
FROM RingBufferConnectivity RBC
LEFT JOIN sys.messages M ON
RBC.Error = M.message_id AND M.language_id = @LanguageID
WHERE RBC.RecordType IN (‘Error’, ‘LoginTimers’)
ORDER BY RBC.RecordTime DESC
Go

 

— Short Script 3 – Stored Procedure – Realizando o versionamento de código fonte  —

CREATE PROCEDURE dbo.GetOne
AS
SELECT 1
GO

CREATE PROCEDURE dbo.GetOne;2 —Versionamento, recurso antigo
AS
SELECT 2
GO

 

Exec dbo.GetOne;2 — Executando a procedure versão 2
go

 

 

— Short Script 4 – Gerenciamento de Memória  — Como encontrar quem está usandoo espaço de endereço virtual no seu SQL Server —

 

SELECT convert(varchar,getdate(),120) as [Timestamp], max(region_size_in_bytes)/1024 [Total max contiguous block size in KB]

from sys.dm_os_virtual_address_dump

where region_state = 0x00010000 — MEM_FREE
Go

 

Select SUM(virtual_memory_reserved_kb)/1024 as virtual_memory_reserved_mb

from sys.dm_os_memory_clerks

Where type not like ‘%bufferpool%’
Go

With VASummary(Size,Reserved,Free) AS
(SELECT
Size = VaDump.Size,
Reserved =  SUM(CASE(CONVERT(INT, VaDump.Base)^0)
WHEN 0 THEN 0 ELSE 1 END),
Free = SUM(CASE(CONVERT(INT, VaDump.Base)^0)
WHEN 0 THEN 1 ELSE 0 END)
FROM
(
SELECT  CONVERT(VARBINARY, SUM(region_size_in_bytes))
AS Size, region_allocation_base_address AS Base
FROM sys.dm_os_virtual_address_dump
WHERE region_allocation_base_address <> 0x0
GROUP BY region_allocation_base_address

UNION

SELECT CONVERT(VARBINARY, region_size_in_bytes), region_allocation_base_address
FROM sys.dm_os_virtual_address_dump
WHERE region_allocation_base_address  = 0x0
)
AS VaDump
GROUP BY Size)
SELECT SUM(CONVERT(BIGINT,Size)*Free)/1024 AS [Total avail Mem, KB] ,CAST(MAX(Size) AS BIGINT)/1024 AS [Max free size, KB]
FROM VASummary
WHERE Free <> 0
Go

 

SELECT SUM(PAGESUSED)*8/1024 ‘MB of MemToLeave memory consumed by procedures’ FROM MASTER.DBO.SYSCACHEOBJECTS

WHERE PAGESUSED >1
Go

 

— Short Script 5 – Criando um Pivot em conjunto com Visão com Sumarização —

Create Table Fornos
(Id Int Primary Key,
Defeito Varchar(20) Not Null,
Forno Varchar(20) Not Null,
Equipe Varchar(20) Not Null)
Go

 

Insert Into Fornos
Values (1,’DEFEITO A’,’FORNO 3′,’AZUL’),
(2,’DEFEITO A’,’FORNO 2′,’VERDE’),
(3,’DEFEITO B’,’FORNO 1′,’AZUL’),
(4,’DEFEITO A’,’FORNO 1′,’PRETO’),
(5,’DEFEITO B’,’FORNO 2′,’VERDE’),
(6,’DEFEITO B’,’FORNO 2′,’AZUL’),
(7,’DEFEITO A’,’FORNO 1′,’PRETO’),
(8,’DEFEITO A’,’FORNO 2′,’AZUL’)
Go

Select * From Fornos
Go

 

— Gerando o Pivot —
Select * from
(Select CONCAT(Defeito,’ – ‘, Equipe) As DefeitosPorEquipe,
CONCAT(Defeito,’ – ‘, Equipe) As ‘Defeitos Agrupados Por Equipes’,
Equipe,
Forno As ‘Fornos’
From Fornos) As F
Pivot (Count(DefeitosPorEquipe) For Equipe In ([Azul],[Preto],[Verde])) as Pvt
Go

 

— Adicionando os Totais —
Select * from
(
Select CONCAT(Defeito,’ – ‘, Equipe) As DefeitosPorEquipe,
CONCAT(Defeito,’ – ‘, Equipe) As ‘Defeitos Agrupados Por Equipes’,
Equipe,
Forno As ‘Fornos’
From Fornos
) As F
Pivot (Count(DefeitosPorEquipe) For Equipe In ([Azul],[Preto],[Verde])) as Pvt

Union All

Select ‘Totais….’, ‘—->’,
Sum(Azul) As SomaAzul,
Sum(Preto) As SomaPreto,
Sum(Verde) As SomaVerde
From
(
Select CONCAT(Defeito,’ – ‘, Equipe) As DefeitosPorEquipe,
Equipe
From Fornos
) As F
Pivot (Count(DefeitosPorEquipe) For Equipe In ([Azul],[Preto],[Verde])) as Pvt
Go

 

— Short Script 6 – Identificando o filegroup vinculado para cada tabela de usuário —

SELECT o.[name],
o.[type],
i.[name],
i.[index_id],
f.[name]
FROM sys.indexes i INNER JOIN sys.filegroups f
ON i.data_space_id = f.data_space_id
INNER JOIN sys.all_objects o
ON i.[object_id] = o.[object_id]
WHERE i.data_space_id = f.data_space_id
AND o.type = ‘U’ — User Created Tables
GO

 

— Short Script 7 – Realizando o cálculo da idade —

— Exemplo 1 —
Declare @Hoje date

Set @Hoje= cast (current_timestamp as date)

 

SELECT CPF, DATA_NASC,
case when month(@Hoje) > month(DATA_NASC)
then datediff (year, DATA_NASC, @Hoje)
when month(@Hoje) = month(DATA_NASC) and day(@Hoje) >= day(DATA_NASC)
then datediff (year, DATA_NASC, @Hoje)
else datediff (year, DATA_NASC, @Hoje) -1
end as Idade
from tb_idade_dez
Go

 

— Exemplo 2 —
Select CPF, DATA_NASC, (datediff (month, DATA_NASC, @Hoje) / 12) as Idade

from tb_idade_dez
Go

 

— Exemplo 3 —
Select CPF, DATA_NASC, datediff(day,DATA_NASC,getdate())/365.15 as idade

from TB_IDADE_JANEIRO
Go

 

— Exemplo 4 —
Declare @DATAS table (DataNasc date)

INSERT into @DATAS values
(‘19880101’), (‘19880111’), (‘19880112’), (‘19880113’),
(‘19880213’), (‘19880313’), (‘19880413’), (‘19880513’),
(‘19880613’), (‘19880713’), (‘19880813’), (‘19880913’),
(‘19881013’), (‘19881113’), (‘19881213’)

 

Declare @Hoje date
Set @Hoje= ‘20190112’

 

SELECT DataNasc, @Hoje as Hoje,
datediff(day, DataNasc, @Hoje)/365.15 as idade,
case when month(@Hoje) > month(DataNasc) then datediff (year, DataNasc, @Hoje)
when month(@Hoje) = month(DataNasc) and day(@Hoje) >= day(DataNasc) then datediff (year, DataNasc, @Hoje)
else
datediff (year, DataNasc, @Hoje) -1
end as Anos
from @DATAS
Go

Muito bem, missão mais que cumprida! Uma nova relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância, apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.

Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/11/20/short-scripts-novembro-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/09/18/short-scripts-setembro-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/05/10/short-scripts-maio-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/19/short-scripts-fevereiro-2018-transaction-log/

Agradecimento

Obrigado mais uma vez por sua visita, fico honrado com sua ilustre presença ao meu blog, desejo e espero que você possa ter encontrado algo que lhe ajudou.

Volte sempre, nos encontraremos mais uma vez na sessão Short Scripts no post a ser publicado no mês de junho.

Um forte abraço, saúde e paz.

Até mais.

Script Challenge – 2019 – Post 15


Olá, bom dia comunidade…

Tudo bem? Quarta – feira dia 13/02 estamos no verão, sofrendo muito com este super calor que esta “queimando nossas cacholas”, mas hoje aqui em São Roque, amanheceu um dia bem diferente dos últimos, muito chuva, vento e temperaturas bem amenas, podemos dizer que aquele friozinho gostoso esta de volta.

Pois bem, sou suspeito a dizer sobre o frio, ainda mais por ser fã incondicional de temperatura baixas, devido a ter trabalhado muitos anos dentro de os mais variados datacenters de empresas e clientes suportando “aquelas” altas temperaturas de 16 ou 18 graus.

Mas o que esta mudança de tempo tem haver com este novo post da sessão Script Chalenge, bom na minha opinião tem tudo haver, ainda mais dependendo do situação e como diria um velho amigo meu “do nível da problemática da coisa” ele poderá aumentar ou diminuir a sua temperatura em pouso segundo, kkkkkk.

Introdução

Os posts publicados nesta sessão tem o objetivo de desafiar o visitante a descobrir o que um determinado script pode fazer ao ser executado, e não somente isso, mostrar como podemos aprender com o uso da linguagem Transact-SQL e sua vasta coleção de comandos, funções e instruções adicionadas a cada nova versão ou atualização do Microsoft SQL Server.

Se você ainda não conhecia a sessão Script Challenge, fique tranquilo vai ter a possibilidade agora mesmo, como também a cada 4 meses poder desfrutar de um novo desafio e sua respectiva resposta, por isso esta sessão é denominada Script Challenge(Script Desafio ou Desafio do Script), bom a melhor forma de traduzir eu deixo para você escolher.

Seguindo um frente….

Gostaria de destacar mais uma vez duas mudanças iniciais implementadas na sessão Script Challenge tendo como base o post publicado em outubro de 2017, sendo elas:

  1. Como maneira ou forma de dificultar ainda mais o nível de complexidade do código, o bloco de código que representa o Script Challenge selecionado para compor o post será  apresentado no formato de imagem ou figura; e
  2. Algumas partes das linhas de código, trechos, ou partes de código serão omitidas, justamente como forma de tornar este código ainda mais desafiador.

Antes de destacar o script de hoje, não custa nada saber um pouco mais sobre esta sessão, por este motivo, quero lhe contar um pouco da história que cerca os posts relacionadas a ela…

Um pouco de História

Esta é uma sessão criado no final do ano de 2010 e mantida mensalmente até meados de 2012, desde então não me dediquei mais a mesma devido principalmente em não conseguir identificar possíveis scripts dentro da minha biblioteca que poderiam ser apresentados como um scripts considerados como desafio para os profissionais da área de banco de dados.

Mas acredito que nos últimos anos com o crescimento do Microsoft SQL Server, seu nível de evolução, amadurecimento e recursos adicionais, como também, meu nível de experiência profissional e acadêmica também evolui muito, sinto-me preparado para retornar com esta sessão e poder de forma bastante técnica, didática e conceitual poder lançar um “desafio” e responder o mesmo com muito segurança.

Outro detalhe importante, esta é uma sessão que foi criada, pensando em apresentar pequenos blocos de códigos oriundos da linguagem Transact-SQL que possam apresentar um nível de dificuldade e conhecimento técnico um pouco mais elevado, exigindo assim uma análise mais profunda e até mesmo a criação um pequeno cenário de teste para seu entendimento.

Vamos então conhecer o bloco de código selecionado para ser o Script Challenge deste post.


Script Challenge – 15

O bloco de código Transact-SQL selecionado para fazer parte do Script Challenge de hoje, esta relacionado com uma importante atividade exercidas por Administradores de Servidores,  DBAs e Administradores de Banco de Dados.

Trata-se de algo que pode ajudar a identificar possíveis situações que venham a atrapalhar o processamento e execução de nossas querys e transações. Vale ressaltar que este script, não possui a finalidade de apresentar os custos de processamento que estão sendo demandados pelos processos em execução.

Vou dar uma pequena canja, sobre este desafio: O mesmo, pode ser executado em conjunto com as demais sessões, transações ou querys em execução, sem necessitar que qualquer procedimento de manutenção ou alterações na configuração do SQL Server para sua execução.

E ai, ficou curioso para saber o que este script realiza? Qual seria esta possível atividade? Mesmo assim, não vou lhe responder hoje, vou deixar que você quebre um pouco a sua cabeça, afim de tentar matar esta curiosidade, mas como não sou tão mal assim, no final do post como de costume vou deixar uma enquete para você expor sua opinião.

A seguir apresento o bloco de código:

Figura 1 – Short Script 15.

Muito bem, nosso Script Challenge esta apresentado. Você preparado para mais este desafio?

Tenho a certeza que sim!


Sua participação

Legal, agora quero conter com a sua participação, me ajudando a responder este post, outra grande novidade que estou adicionando aos posts da sessão Script Challenge será uma pequena enquete com possíveis respostas para identificar qual é a correta, relacionada com o desafio apresentado através do bloco de código selecionado para este post, desta forma, apresento a seguir a Enquete – Script Challenge – 15 e suas alternativas de resposta:

Seguindo em frente, já conhecemos o Script Challenge selecionado, sua enquete e relação de opções de resposta, fica faltando somente a sua participação, algo que eu tenho a certeza que vai acontecer rapidamente.

Durante quanto tempo posso participar…

Outra grande mudança na sessão Script Challenge é seu tempo de publicação “validade”, anteriormente os posts desta sessão eram publicados mensalmente ou bimestralmente, agora serão publicados em um período mais longo, ou seja, a cada 4 meses estarei compartilhando com vocês novos posts dedicados exclusivamente para esta sessão.

Desta forma, você terá mais tempo para participar e me ajudar e encontrar a resposta correta para este desafio, enviando suas possíveis sugestões, críticas e até mesmo alternativas de resposta para minha enquete.

Posts anteriores

Caso esta seja a primeira vez que você acessa um post desta sessão, fico muito feliz e aproveito para compartilhar os posts mais recentes:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/10/06/script-challenge-14-a-resposta/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/06/29/script-challenge-2018-post-14/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/10/26/script-challenge-2017-o-retorno/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/03/01/script-challenge-13-a-resposta/


Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que post apresentado como um possível “desafio” possa ser úteis e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta, ou são tratados com “bichos de sete cabeças”.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em junho de 2019 em mais um post da sessão Script Challenge, o qual apresentará a resposta para este post.

Sucesso, mais uma vez obrigado por sua visita, espero que você tenha gostado deste post.

Fique a vontade para conhecer demais publicados até o presente momento nas demais sessões.

Abraços.

Material de Apoio – Fevereiro 2019


Olá, muito bom dia….

Tudo bem? O mês de fevereiro já chegou, ainda não é carnaval no Brasil, mas para alegria e folia da garotada e de nós professores as aulas estão de volta (kkkkk).

Mesmo com toda esta loucura de volta as aulas, estou aqui mais uma vez procurando colaborar e compartilhar com a comunidade técnica em mais um post da sessão Material de Apoio dedicado exclusivamente ao meu blog.

Espero que você esteja gostando do conteúdo aqui disponibilizado, como também, possa me ajudar a torná-lo ainda melhor no decorrer do tempo com a sua participação.

O post de hoje

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o primeiro post da sessão em 2019 e de número 161 no total da mesma.

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts catalogados nos últimos meses, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA e atualmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados com os seguintes temas:

  • Check List Diário;
  • Concatenar valores ;
  • Criptografia de Código Fonte;
  • Descriptografia de Código Fonte;
  • Disponibilidade de Ambiente;
  • DMV sys.dm_exec_procedure_stats;
  • DMV sys.dm_exec_query_plan;
  • Formatação de Valores;
  • Função Format;
  • Função Parse;
  • Ordem Crescente de dados;
  • Ordem Descrecente de dados;
  • Plano de Execução;
  • Querys;
  • Stored Procedure;
  • Stored Procedure sp_fixeddrivers; e
  • Texto.

Espero que este conteúdo possa lhe ajudar em seus atividades profissionais e acadêmicas. Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .docx ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de arquivos  selecionados:

1 – Material de Apoio – Fevereiro 2019 – Relação das Querys mais pesadas em conjunto com plano de execução

2 – Material de Apoio – Fevereiro 2019 – Stored Procedure – CheckList Diário – Disponibilidade e Ambiente

3 – Material de Apoio – Fevereiro 2019 – Stored Procedure – sp_fixeddrives

4 – Material de Apoio – Fevereiro 2019 – Stored Procedure para Descriptografia de Stored Procedure

5 – Material de Apoio – Fevereiro 2019 – Stored Procedure – Exibir – Código Stored Procedure Criptografada

6 – Material de Apoio – Fevereiro 2019 – PARSE e FORMAT para alterar exibição de valores

7 – Material de Apoio – Fevereiro 2019 – Função – Formatação de Valores

8 – Material de Apoio – Fevereiro 2019 – Função – Concatenar valores em ordem decrescente

9 – Material de Apoio – Fevereiro 2019 – Função – Contar caracteres específicos dentro de um texto

10 – Material de Apoio – Fevereiro 2019 – Plano de Execução – Obtendo informações sobre Querys e Stored Procedures – sys.dm_exec_procedure_stats + sys.dm_exec_query_plan

Fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos, aproveite se possível deixe seu comentário, críticas, sugestões e observações.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/12/18/material-de-apoio-dezembro-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/10/30/material-de-apoio-outubro-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/08/14/material-de-apoio-agosto-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/06/19/material-de-apoio-junho-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/05/material-de-apoio-abril-2018/

Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, sinto-me honrado e orgulhoso de contar com a sua presença.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, o próximo post desta sessão será publicado no mês de abril, até lá, continue aproveitando cada momento da sua vida, desfrutando com muita sabedoria os momentos de galeria e também os desafios que são colocados ao seu redor.

Um forte abraço, muita saúde, sucesso e nos encontramos em breve.

Valeu.

Script Challenge – 14 – A resposta….


Boa tarde, pessoal…

Tudo bem?  Seja mais uma vez muito bem vindo ao meu blog, mais especificamente ao post que apresenta a resposta para o Script Challenge – 2018 – Post 14, publicado em junho de 2018, sendo este respectivamente o segundo post após o retorno desta desafiadora sessão em meu blog denominada Script Challenge (Script Desafiador ou Desafio do Script) como queiram traduzir.

Espero que você já tenha ouvido falar desta sessão ou acessado alguns dos posts publicados na mesma, caso ainda não tenha feito, fique tranquilo você vai encontrar no final deste post uma pequena relação contendo os últimos desafios lançados e seus respostas.

Vamos então falar um pouco mais sobre o último desafio, estou me referindo ao Script Challenge 14, desta forma, seja bem vindo a mais um post da sessão Script Challenge.


Script Challenge 14

Falando do desafio de número 14, o mesmo foi publicado no mês de junho de 2018, período de data em que o mundo todo praticamente direcionou os seus olhares para a Rússia, mais especificamente para os jogos de futebol que estavam ocorrendo no país naquele momento.

Pois bem, o Script Challenge 14 não tem nenhum relação com o mundo do futebol, muito menos com o esporte, e como diria aquele apresentador do programa que passa ao domingos: “Sabe o que isso significa? Nada…..”.

Na verdade não é bem assim, para todos aqueles que trabalham com tecnologia e são responsáveis em armazenar, compartilhar, gerenciar e manter dados armazenados em banco de dados, sabe muito bem o quanto temos que nos preocupar em estabelecer boas práticas de retenção de dados afim de podermos ter uma quem sabe vida tranquila ou momentos de lazer.

Continuando nossa história, quero lhe perguntar: E ai já matou a charada? Eu acredito que sim!

Mas para te ajudar mais um pouco vou apresentar a Figura 1 que contem todo código Transact-SQL utilizado neste desafio, contendo trechos ou partes de código ocultas, procedimento que realizei no post que contempla o lançamento deste desafio como forma de aumentar o nível de dificuldade:

Figura 1 – Código Transact-SQL apresentado no Script Challenge 14.

Bom chegou a hora de revelar o que exatamente este bloco de código esta fazendo, chegou o momento de revelar e desvendar este desafio, a seguir apresento a resposta para o Script Challenge 14 e o trecho de código disponível para você utilizar em seus ambientes de trabalho ou estudos.

A resposta 

Como você pode ter percebido, no decorrer deste post e também no post de lançamento, procurei de uma forma bastante simples mas não explícita exibir ao longo do texto, pequenas dicas que poderiam ajudar, nortear e quem sabe indicar uma possível resposta ou solução para o desafio.

Mas se mesmo assim, você ainda não conseguiu adivinhar ou até mesmo esta se perguntando qual a relação do Script Challenge – 14 tem haver com um momento de lazer, calma que eu já vou te responder.

A resposta é muito simples, para qualquer Administrador de Banco de Dados, Administrador de Servidores, Desenvolvedor, enfim um profissional de tecnologia, tudo o que fazemos basicamente em um computador é manipular dados (Criar, Atualizar, Excluir).

Tudo o que fazemos esta relacionado com esta palavrinha pequena, mas de altíssima importância e pensando neste sentido a resposta para este desafio se relaciona a estimativa de crescimento de um arquivo de backup, e o quanto esta atividade tão importante e de alta complexidade pode impactar totalmente na vida daqueles que assim como eu um dia ou por diversos momentos teve que abrir mão do seu convívio familiar para se dedicar a acompanhar esta atividade.

Então a resposta para o Script Challenge 14 se relaciona com a possibilidade que o script apresenta em nos ajudar a identificar e estimar o quanto de espaço livre em disco em megabytes ainda teremos antes da execução do backup database levando-se em consideração o tamanho do arquivo de backup a ser criado.

Isso mesmo, esta é a resposta, e o script original que apresenta esta funcionalidade apresentada abaixo:

— Script Challenge 14 – A resposta – Identificando o total de espaço livre em disco antes da realização do backup database — 

— Criando a Stored Procedure —
USE AdventureWorksDW2016
Go

CREATE PROCEDURE dbo.dbo.EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize (
@drvLetter VARCHAR (5),
@enoughSpaceForBackupFlag BIT OUTPUT
)
AS
BEGIN
DECLARE @estimatedBackSizeMB INT,
@estimatedDriveFreeSpaceMB INT,
@dbCheckMessage varchar(80)

SET NOCOUNT ON

SET @dbCheckMessage = Concat (‘Checking database ‘, DB_NAME ())

SELECT @estimatedBackSizeMB = round (sum (a.total_pages) * 8192 / SQUARE (1024.0), 0)
FROM sys.partitions p JOIN sys.allocation_units a
                                            ON p.partition_id = a.container_id
                                           LEFT JOIN sys.internal_tables it
                                            ON p.object_id = it.object_id

CREATE TABLE #freespace

(drive VARCHAR (5),

MBFree DECIMAL (8, 2))

INSERT INTO #freespace (Drive, MBFree)
EXEC xp_fixeddrives

SELECT @estimatedDriveFreeSpaceMB = MBFree
FROM #freespace
WHERE drive = @drvLetter

IF @estimatedBackSizeMB * 1.15 < @estimatedDriveFreeSpaceMB
 SET @enoughSpaceForBackupFlag = 1
ELSE
 SET @enoughSpaceForBackupFlag = 0

SELECT DatabaseName = db_name(),
Estimated_Back_Size_MB = @estimatedBackSizeMB,
Estimated_Drive_Free_Space_MB = @estimatedDriveFreeSpaceMB,
EnoughSpaceForBackupFlag = @enoughSpaceForBackupFlag

DROP TABLE #freespace
SET NOCOUNT OFF
END
GO

Então, agora você deve ter gostado deste desafio, não é verdade? Poder estimar o espaço livre em disco e o tamanho ocupado pelo arquivo mesmo sem executar o Backup Database é realmente uma grande funcionalidade que o Microsoft SQL Server possui.

Observações

  1. Estamos criando uma User Stored Procedure EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize;
  2. A mesma possui um parâmetros de entrada de valores: @drvLetter (utilizado para informar qual a letra da unidade de disco que iremos analisar); e
  3. Um parâmetro de saída @enoughSpaceForBackupFlag (utilizado no momento da execução da stored procedure como sinalizar responsável em apresentar uma mensagem ao usuário).

Para que você possa entender mais ainda sobre como podemos obter os resultados apresentados por este script, declaro a seguir uma possível maneira de executar o Script Challenge – 14:

— Executando o Script Challenge – 14 —

USE AdventureWorksDW2016
Go

DECLARE @enoughSpaceForBackupFlag bit

EXEC Master.dbo.EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize ‘S’, @enoughSpaceForBackupFlag OUTPUT

PRINT @enoughSpaceForBackupFlag
IF @enoughSpaceForBackupFlag = 1
PRINT ‘Continue to Backup…’
ELSE
PRINT ‘Drive Space Problem…’
GO

A Figura 2 apresentada abaixo, ilustra o conjunto de dados retornados após a execução do Script Challenge – 14:

Figura 2 – Informações relacionadas a estimativa de tamanho do arquivo de backup e espaço livre em disco em megabytes.

Muito bom, sensacional, conseguimos, chegamos ao final, esta é a resposta para o Script Challenge 14, fico extremamente feliz por ter conseguido compartilhar este conteúdo com vocês.

Espero que você tenha gostado deste novo post da sessão Script Challenge!


Sua Participação

No post de lançamento deste desafio, contei com a participação através de uma enquete contendo algumas opções de respostas que poderiam estar relacionadas com o Script Challenge 14. A seguir apresento o resultado desta enquete:

A opção mais votada com 77,78% dos votos é justamente a resposta correta para este desafio: “A qual exibe retorna ao usuário informações relacionadas a estimativa de espaço em disco ocupado pelo arquivo de backup de banco de dados e o espaço livre disponível em disco após a conclusão do backup.”

Referências

Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que este conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possa ser útil e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em fevereiro de 2019 em mais um post da sessão Script Challenge.

Até a próxima…

Script Challenge – 2018 – Post 14


Boa tarde comunidade…

Tudo bem? Sexta – feira dia 29/06 estamos no inverno, graças a deus aquele friozinho diminui muito nos últimos dias, eu particularmente gosto do frio, principalmente acompanhado da minha família e do leite quente, chocolate e aquela sopinha no final da tarde que somente minha “pequena” Fernanda sabe fazer.

Introdução

Os posts publicados nesta sessão tem o objetivo de desafiar o visitante a descobrir o que um determinado script pode fazer ao ser executado, e não somente isso, mostrar como podemos aprender com o uso da linguagem Transact-SQL e sua vasta coleção de comandos, funções e instruções adicionadas a cada nova versão ou atualização do Microsoft SQL Server.

Se você ainda não conhecia a sessão Script Challenge, fique tranquilo vai ter a possibilidade agora mesmo, como também a cada 4 meses poder desfrutar de um novo desafio e sua respectiva resposta, por isso esta sessão é denominada Script Challenge(Script Desafio ou Desafio do Script), bom a melhor forma de traduzir eu deixo para você escolher.

Seguindo um frente….

Gostaria de destacar mais uma vez duas mudanças iniciais implementadas na sessão Script Challenge tendo como base o post publicado em outubro de 2017, sendo elas:

  1. Como maneira ou forma de dificultar ainda mais o nível de complexidade do código, o bloco de código que representa o Script Challenge selecionado para compor o post será  apresentado no formato de imagem ou figura; e
  2. Algumas partes das linhas de código, trechos, ou partes de código serão omitidas, justamente como forma de tornar este código ainda mais desafiador.

Antes de destacar o script de hoje, não custa nada saber um pouco mais sobre esta sessão, por este motivo, quero lhe contar um pouco da história que cerca os posts relacionadas a ela…

Um pouco de História

Esta é uma sessão criado no final do ano de 2010 e mantida mensalmente até meados de 2012, desde então não me dediquei mais a mesma devido principalmente em não conseguir identificar possíveis scripts dentro da minha biblioteca que poderiam ser apresentados como um scripts considerados como desafio para os profissionais da área de banco de dados.

Mas acredito que nos últimos anos com o crescimento do Microsoft SQL Server, seu nível de evolução, amadurecimento e recursos adicionais, como também, meu nível de experiência profissional e acadêmica também evolui muito, sinto-me preparado para retornar com esta sessão e poder de forma bastante técnica, didática e conceitual poder lançar um “desafio” e responder o mesmo com muito segurança.

Outro detalhe importante, esta é uma sessão que foi criada, pensando em apresentar pequenos blocos de códigos oriundos da linguagem Transact-SQL que possam apresentar um nível de dificuldade e conhecimento técnico um pouco mais elevado, exigindo assim uma análise mais profunda e até mesmo a criação um pequeno cenário de teste para seu entendimento.

Vamos então conhecer o bloco de código selecionado para ser o Script Challenge deste post.


Script Challenge – 14

O bloco de código Transact-SQL selecionado para fazer parte do Script Challenge de hoje, esta relacionado com uma das atividades diárias exercidas por Administradores de Servidores, Desenvolvedores, DBAs e Administradores de Banco de Dados.

Bom não vou dizer a qual atividade eu me refiro, mas que ela apresenta uma importância muito grande para a vida de qualquer corporação, com certeza apresenta.

O desafio deste respectivo script, esta diretamente ligado com o impacto que o resultado obtido após sua execução e antes da realização da atividade poderá nos trazer, bem como, o mesmo torna-se uma útil ferramenta no que se relacionada a sobrevivência de nossos dados em caso de uma possível falha física.

Esta curioso para saber qual é esta atividade? Mesmo assim, não vou lhe responder hoje, vou deixar que você quebre um pouco a sua cabeça, afim de tentar matar esta curiosidade, mas como não sou tão mal assim, no final do post como de costume vou deixar uma enquete para você expor sua opinião.

A seguir apresento o bloco de código:

Figura 1 – Short Script 14.

Muito bem, nosso Script Challenge esta apresentado. Você preparado para mais este desafio?

Tenho a certeza que sim!


Sua participação

Legal, agora quero conter com a sua participação, me ajudando a responder este post, outra grande novidade que estou adicionando aos post da sessão Script Challenge será uma pequena enquete com possíveis respostas para identificar qual é a correta relacionada com o desafio apresentado através do bloco de código selecionado para este post, desta forma, apresento a seguir a Enquete – Script Challenge – 14 e suas alternativas de resposta:

Seguindo em frente, já conhecemos o Script Challenge selecionado, sua enquete e relação de opções de resposta, fica faltando somente a sua participação, algo que eu tenho a certeza que vai acontecer rapidamente.

Durante quanto tempo posso participar…

Outra grande mudança na sessão Script Challenge é seu tempo de publicação “validade”, anteriormente os posts desta sessão eram publicados mensalmente ou bimestralmente, agora serão publicados em um período mais longo, ou seja, a cada 4 meses estarei compartilhando com vocês novos posts dedicados exclusivamente para esta sessão.

Desta forma, você terá mais tempo para participar e me ajudar e encontrar a resposta correta para este desafio, enviando suas possíveis sugestões, críticas e até mesmo alternativas de resposta para minha enquete.

Posts anteriores

Caso esta seja a primeira vez que você acessa um post desta sessão, fico muito feliz e aproveito para compartilhar os posts mais recentes:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/10/26/script-challenge-2017-o-retorno/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/03/01/script-challenge-13-a-resposta/


Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que post apresentado como um possível “desafio” possa ser úteis e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta, ou são tratados com “bichos de sete cabeças”.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em outubro de 2018 em mais um post da sessão Script Challenge.

Sucesso, mais uma vez obrigado por sua visita, espero que você tenha gostado deste post.

Fique a vontade para conhecer demais publicados até o presente momento nas demais sessões.

Abraços.

Material de Apoio – Junho 2018


Olá, boa tarde.

Tudo bem? E ai esta curtindo a Copa do Mundo de Futebol da Rússia? Posso dizer tranquilamente que eu estou curtindo muito todos os jogos e informações possíveis de serem acompanhadas.

Estou aqui mais uma vez procurando colaborar e compartilhar com a comunidade técnica em mais um post da sessão Material de Apoio dedicado exclusivamente ao meu blog.

Espero que você esteja gostando do conteúdo aqui disponibilizado, como também, possa me ajudar a torná-lo ainda melhor no decorrer do tempo com a sua participação.

O post de hoje

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o terceiro do ano de 2018 e de número 157 no total desta sessão.

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts  catalogados nos últimos meses, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA e atualmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados com os seguintes temas:

  • Acessos de Usuário;
  • Backup;
  • CheckList;
  • Comando Create Procedure;
  • Comando Declare;
  • Database Backup;
  • Disponibilidade;
  • DMV sys.dm_db_index_usage_stats;
  • DMV Sys.dm_os_sys_info;
  • Dymanic Management View;
  • Free Disk Space;
  • Função DateAdd;
  • Função Month;
  • Heap Table;
  • Índices Clustered; Reinicialização de Servidores;
  • Índices;
  • Junção de Tabelas;
  • Leitura e Escrita; System Stored Procedure;
  • Logins;
  • Set DateFirst;
  • Set Language;
  • Set NoCount;
  • System Stored Procedure SP_MSForeachTable;
  • System Table sys.allocation_units; System Table sys.indexes;
  • System Table sys.partitions;
  • System Table sys.schemas;
  • System Table sys.tables;
  • Usuários; e
  • Variáveis.

Espero que este conteúdo possa lhe ajudar em seus atividades profissionais e acadêmicas. Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .doc ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de arquivos  selecionados:

1 – Material de Apoio – Junho – 2018 – Determine Free Space Prior to SQL Server Backup.sql

2 – Material de Apoio – Junho – 2018 – DMV – Sys.dm_os_sys_info.sql – Identificando o último restart realizado na instância ou servidor.sql

3 – Material de Apoio – Junho – 2018 – Identificando a relação de Heap Tables.sql

4 – Material de Apoio – Junho – 2018 – Identificando a última segunda – feira e o último dia do mês.sql

5 – Material de Apoio – Junho – 2018 – Identificando o último usuário que acesso a tabela.sql

6 – Material de Apoio – Junho – 2018 – Obtendo a relação de últimos acessos de leitura e escrita por banco de dados.sql

7 – Material de Apoio – Junho – 2018 – SP_msforeachtable – Criando índices clustered em todas as tabelas através de uma coluna específica.sql

Fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos, aproveite se possível deixe seu comentário, críticas, sugestões e observações.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/05/material-de-apoio-abril-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/13/material-de-apoio-fevereiro-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/04/material-de-apoio-novembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/08/08/material-de-apoio-agosto-2017/

Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, sinto-me honrado e orgulhoso de contar com a sua presença.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, o próximo post desta sessão será publicado no mês de agosto, até lá continue curtindo sua vida, aproveite este grande momento de confraternização mundial que a Copa do Mundo de Futebol nos proporciona a cada quatro anos.

Um forte abraço, muita saúde, sucesso e vamos em frente…

Dica do Mês – Utilizando a Trace Flag 9292 para exibir objetos estatísticos úteis


 

Olá comunidade, boa tarde.

Tudo bem? Estamos se aproximando dos últimos dias de férias ou recesso para grande maioria dos professores e profissionais de educação espalhados por todo Brasil. E ai, já esta preparado para voltar a luta? Posso dizer tranquilamente que sim, eu estou pronto para voltar a conviver com meus alunos e amigos de trabalho.

Antes de começarmos a falar sobre o post de hoje, nada mais justo começar agradecendo como de costume a você está aqui neste momento acessando meu blog. Espero que possa ter encontrado o que precisa, bem como, esteja gostando do conteúdo publicado, fique a vontade para entrar em contato expressando suas opiniões e demais pensamentos.

Neste novo post da sessão Dica do Mês, vou apresentar um recurso que imagino ser conhecido por muitos ou principalmente pelos profissionais de banco de dados, estou me referindo as Trace Flag ou sinalizador de rastreamento em português.

Você já ouvir falar sobre isso ou já utilizou? Eu imagino que sim pois aqui no meu blog diversos posts e artigos foram publicado ao longo dos últimos anos sobre este tipo de recurso. Hoje mais especificamente vou destacar o uso da Trace Flag 9292, por acaso você já utilizou em algum momento esta trace flag?

Bom independente da sua reposta vamos conhecer um pouco mais sobre ela, sua forma de uso e como poderá nos ajudar a entender ainda mais o funcionamento das estatísticas e seus chamados objetos úteis para análise do plano de execução.

E ai esta curioso para saber um pouco sobre este recurso? Eu estou, sendo assim, vamos em frente, seja bem vindo ao post Dica do Mês – Utilizando a Trace Flag 9292 para exibir objetos estatísticos úteis.

Vamos em frente…..


Introdução

Todos sabemos que as estatísticas desempenham um papel muito importante dentro do SQL Server, como também, sabemos que as estatísticas são usadas pelo otimizador de consultas para gerar o plano de execução para cada consulta.
Então a questão é, podemos verificar qual objeto estatístico é útil para a execução da consulta? Sim, usando o Trace Flag do SQL Server 9292. Este é um do sinalizador de rastreamento que pode ser usado durante a solução de problemas.
Esse sinalizador de rastreamento é usado para obter o relatório sobre objetos de estatísticas considerados como “interessantes” ou “úteis” pelo otimizador de consulta durante a compilação ou recompilação de consulta.

Adicionada ao Microsoft SQL Server 2008 após a instalação do service pack 1 e mantida até as atuais versões, no momento em tomamos a decisão de utilizar a Trace Flag 9292, orientamos o SQL Server a apresentar todos os objetos estatísticos considerados úteis por parte do plano de execução para realizar o processamento e retorno dos dados.

O uso da Trace Flag 9292 dentro de uma sessão ou query específica, nos ajuda a entender e conhecer como as estatísticas e seus elementos podem mudar totalmente a maneira que o plano de execução é idealizado, armazenado e processado.

Através dela podemos obter um relatório sobre as estatíticas para cada objeto envolvido em nossa query, onde estes supostos objetos devem ser considerados úteis, ou melhor dizendo válidos e aplicáveis no decorrer do caminho realizado até a apresentação do resultado.

Esta é uma trace flag que pode ser usada durante a resolução de problemas, onde sua função é apresentar na guia de mensagens do Management Studio, um pequeno cabeçalho contendo informações estatísticas sobre cada componente útil e válido para formas os dados estatísticos de processamento da query. Este cabeçalho é conhecido como Stats header loaded.

Para ativar a trace flag utilize o comando DBCC TraceON (9292) ou DBCC TraceOFF (9292) para desativar, ou se preferir utilize a opção QueryTraceOn em sua respectiva query.

Agora que já conhecemos um pouco mais sobre os conceitos desta trace flag, chegou a hora de colocar as mãos no teclado e conhecer melhor o funcionamento da flag 9292 e de que forma ela poderá impactar o trabalho do Microsoft SQL Server, nos permitindo identificar os objetos úteis processados ou candidatos a processamento por parte do Query Processor em conjunto com Execution Plan.

Preparando o ambiente

Nosso ambiente será bastante simples, basicamente criaremos um banco de dados denominado DBTrace9292, constituído de uma tabela denominada TBTrace9292, para tal utilizaremos o Bloco de Código 1 que apresenta a criação dos respectivos objetos:

— Bloco de Código 1 —
— Criando o Banco de Dados DBTrace9292 —
Create Database DBTrace9292
Go

— Acessando —
Use DBTrace9292
Go

— Criando a Tabela TBTrace9292 —
Create Table TBTrace9292
(Codigo Int Identity(1,1) Primary Key,
Valores Int,
Descricao Varchar(100))
Go

Após a criação dos objetos básicos, nosso próximo passo será a criação de índice nonclustered para coluna Valores que nos permitirá fazer o uso de estatísticas de processamento para esta coluna durante o processo de inserção de dados, conforme apresenta o Bloco de Código 2 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 2 —
— Criando o Índice NonClustered IND_TBTrace9292Valores —
Create NonClustered Index IND_TBTrace9292Valores on TBTrace9292(Valores)
Go

— Inserindo uma linha de registro na Tabela TBTrace9292 —
Insert Into TBTrace9292
Values(2000,’pedrogalvaojunior.wordpress.com’)
Go

— Inserindo 1.000 linhas de registros na Tabela TBTrace9292 —
Insert Into TBTrace9292
Values(4000,’pedrogalvaojunior.wordpress.com’)
Go 1000

Note que existir uma pequena mais importante diferença entre os dois Inserts, no primeiro estamos inserindo uma linha de registro na tabela TBTrace9292. No segundo criamos em tempo de execução um pequeno bloco de inserção de linhas, sendo este processado 1.000 vezes, inserindo então 1.000 linhas.

Seguindo em frente, o Bloco de Código 3 será utilizado para criarmos uma Stored Procedure denominada P_PesquisarValores como forma para buscar os respectivos registros armazenados na tabela TBTrace9292. A seguir apresento o Bloco de Código 3:

— Bloco de Código 3 –
— Criando a Stored Procedure P_PesquisarValores —
Create Procedure P_PesquisarValores @Valor int
As
Begin
Select Descricao from TBTrace9292
Where Valores = @Valor
OPTION (RECOMPILE)
End
Go

Se você for como eu, normalmente gosto de fazer uma análise de código antes de colocar em prática no meu ambiente, sendo assim, vamos lá. Analisando de forma superficial a Stored Procedure P_PesquisarValores a princípio não apresenta nada muito especial ou de grande complexidade em seu código, mas sim o uso de opção Recompile que justamente vai orientar o plano de execução a recompilar a  P_PesquisarValores no momento da sua execução, forçando assim que a cada execução um novo plano de execução seja criado em conjunto com uma nova análise estatística e seus demais elementos.

O próximo passo consiste na pesquisa de um dos valores armazenados na tabela TBTrace9292 através da execução e processamento da Stored Procedure P_PesquisarValores. Para este passo vamos utilizar o Bloco de Código 4 a seguir, antes de sua execução recomendo habilitar a apresentação do Plano de Execução Atual no SQL Server Management Studio através do botão Include Actual Execution Plan ou simplesmente através da tecla de atalho CTRL+M.

— Bloco de Código 4 —
— Habilitando as TraceFlags 9292 e 3604 —
DBCC TraceOn(9292,3604,-1)
Go

Dica: Utilize o comando DBCC TraceStatus WITH NO_INFOMSGS para verificar quais Trace Flags estão habilitadas em qual nível de escopo.

— Execuntando a Stored Procedure P_PesquisarValores —
Exec P_PesquisarValores 4000
Go

Pois bem, após a execução do Bloco de Código 4, o Microsoft SQL Server realizou o processamento da nossa Stored Procedure P_PesquisarValores realizando uma busca de todas as linhas de registros que possuem o valor 4.000, onde obrigatoriamente foram retornadas 1.000 linhas de registros.

Até ai nada de novo ou surpreende, o que justamente eu quero mostrar para vocês é o que o Management Studio apresenta na guia Messages após o processamento do Bloco de Código 4, conforme apresenta a Figura 1 abaixo:

Note que o cabeçalho retornado pela Trace Flag 9292 conhecido como Stats header loaded esta apresentando os objetos realmente utilizados para o processamento de nossa query, bem como, os objetos considerados úteis e necessários para criação, compilação e processamento do plano de execução envolvidos na execução, sendo eles:

  • Database: DBTrace9292;
  • Table: TBTrace9292,
  • Index: IND_TBTrace9292Valores, sendo este do tipo Nonclustered;
  • Column: Valores; e
  • EmptyTable: False, representa que a tabela possui linhas de registro.

Perfeito, perfeito, ai esta a prova que a Trace Flag 9292 nos permite identificar de forma simples, coerente e muito intuitiva todos os objetos envolvidos na execução de uma query, stored procedure ou demais elementos que permitem a criação de um plano de execução.

Desta forma, chegamos ao final de mais um post, tendo a sensação de dever cumprido, espero que você tenha gostado, como sempre o Microsoft SQL Server nos surpreende com a sua capacidade e potencialidade de recursos.


Referências

https://thomaslarock.com/2016/06/sql-server-Trace-flags/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/02/26/02-para-que-serve/

DBCC TRACEOFF (Transact-SQL)

DBCC TRACEON (Transact-SQL)

DBCC TRACESTATUS (Transact-SQL)

EXECUTE (Transact-SQL)

Query Hints (Transact-SQL)

Post Anteriores

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/05/23/conhecendo-e-aplicando-o-uso-de-atualizacao-de-estatisticas-incrementais/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/04/13/dica-do-mes-microsoft-sql-server-identificando-as-transacoes-que-estao-utilizando-o-transact-log/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/03/01/dica-do-mes-microsoft-sql-server-2016-sp1-novo-argumento-use-hint-disponivel-para-query-hints/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/01/16/dica-do-mes-conhecendo-a-nova-dmf-sys-dm_exec_input_buffer-no-microsoft-sql-server-2016/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/11/28/dica-do-mes-sql-server-2016-sp1-comando-create-or-alter/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/10/24/dica-do-mes-sql-server-2016-obtendo-informacoes-sobre-o-cache-de-execucao-de-funcoes/

Conclusão

Muitas vezes temos dificuldade em entender como um determinado recurso ou funcionalidade esta sendo utilizada pelo Microsoft SQL Server, com também, de que maneira este elemento poderá impactar nosso ambiente.

Neste post foi possível apresentar como a Trace Flag 9292 nos permite identificar quais objetos estão sendo utilizando durante o processamento e execução de uma determinada query. Um recurso de fácil configuração tanto para ser ativado como também desativado a qualquer momento ou necessidade.

Recomendo que você realize diversos testes e validações antes de fazer qualquer tipo de uso de uma trace flag em seu ambiente de produção, isso também se aplica a Trace Flag 9292.

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua visita, agradeço sua atenção, fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Um forte abraço, nos encontramos em breve com mais um post da sessão Dica do Mês.

Valeu….

Dica do Mês – SQL Server 2016 SP1 – Comando Create Or Alter


Muito bom dia…..

Olá pessoal, mais uma semana começando. Estou retornando com mais um post dedicado a sessão Dica do Mês, este é o post de número 11 dedicado de forma exclusiva a esta sessão.

Como você já deve ter observado desde o mês de outubro todos os posts das sessões: Dicas do Mês, Para que Serve, Short Scripts e Material de Apoio estão apresentado o mesmo layout, sendo esta uma das sugestões que os meus seguidores solicitaram, e hoje não será diferente.

A dica de hoje é bastante simples e esta totalmente relacionada a uma novidade apresentanda com o lançamento do Service Pack 1 do Microsoft SQL Server 2016.

E ai você já esta se informando sobre este novo service pack? Já realizou o download? Posso lhe dizer que diversas melhorias foram implementas, bem como, muitas mas muitas mudanças identificadas pela equipe de desenvolvimento da Microsoft foram realizadas.

Se quiser saber mais sobre este novo conjunto de atualizações e melhorias dedicadas para o Microsoft SQL Server 2016, acesses os links abaixo:

 

Voltando ao post de hoje, vamos em frente, seja bem vindo a mais um Dica do Mês!!!


Introdução

A cada nova versão do Microsoft SQL Server que a Microsoft libera ou até mesmo após um service pack ou cummulative pack disponibilizados para download, sempre fazemos aquelas perguntas:

  • O que será que melhorou?
  • Quais correções foram definitivamente corrigidas?
  • Será que alguma solicitação do Connection foram atendidas?

Enfim sempre estamos querendo descobrir o que realmente o tipo de engenheiros e desenvolvedores voltados para o SQL Server estão pensando em melhorar e corrigir no produto.

Para esta versão não foi diferente como de costume desde a versão 2012 a Microsoft esta liberando em doses homeopáticas pequenas novidades voltadas para a linguagem Transact-SQL e isso se manteve no SP1 da versão 2016 com a introdução do comando Create or Alter na mesma instrução.

Isso mesmo você pode estar se perguntando ou até mesmo pensando, mas somente agora na versão 2016 este tipo de instrução foi adicionada? A resposta é sim, somente agora pois, algo que para muitos parecia ser simples se comparado com outras ferramentas de banco de dados como Oracle ou MySQL, mas como diz aquele velho ditado: “Nem tudo o que parece é” e isso também se justifica ao Microsoft SQL Server.

Problema

Você saberia me dizer quantas vezes teve que realizar a criação de um recurso programável em um servidor ou instância SQL Server? Algo do tipo Stored Procedure, Function, Trigger ou Views?

E realizar uma ou várias alterações na estrutura de codificação de algum tipo destes recursos? Com certeza é algo bastante comum de ser realizado principalmente quando estamos criando nossos ambientes.

Por muitos anos este tipo de atividade a ser realizada na linguagem Transact-SQL deveria ser feita de forma separada. Onde devemos basicamente seguir uma regra de criar um destes tipos de objetos através do comando Create e caso tenhamos a necessidade de realizar algum tipo de alteração utilizar o comando Alter.

Então, e se agora com o lançamento do service pack 1 para o SQL Server 2016 eu te dizer que isso já pode ser realizado de uma única vez, você acredita?

Eu posso te dizer que acredito pois é verdade…..

Solução

Dizer que demorou um pouco para a equipe de desenvolvimento entender o quanto esta melhoria seria útil e importante não é verdade, ao meu ver demorou bastante, eu posso dizer isso pois trabalho com SQL Server desde a versão 7, isso já se vão 18 anos.

Mas enfim dizer do passado muitas vezes não ajuda em nada, o que vale e deve ser destacado é que agora temos esta pequena mas importante melhoria implementada no Microsoft SQL Server 2016 SP1 que nos permite ao mesmo tempo que declaramos o comando Create adicionar na mesma linha o comando Alter, mas a princípio somente para os objetos programáveis dentre eles:

  • Function;
  • Stored Procedure;
  • Triggers; e
  • Views.

O Create or Alter voltado para tabelas ainda não esta presente neste momento, e sinceramente falando acredito que vai demorar mais um pouco para ser adicionado ao produto.

Legal, mesmo assim já tivemos um grande avanço com a liberação deste nova capacidade adicionada a linguagem Transact-SQL.

Exemplos

Pois bem, seguindo em frente e dando seta para direita afim de realizar uma ultrapassagem na atual versão do SQL Server 2016 mudando para nova versão SQL Server 2016 SP1 ou se preferir versão 13.0.4001 número que identifica e evolução do kernel para o SP1.

Acelarando um pouco mais, vamos trabalhar com alguns exemplos de código que ilustram como podemos fazer uso do comando Create or Alter, para tal torna-se necessário realizar o download do SP1, caso você ainda não tenha feito, utilize o link apresentado a seguir:

Dando continuidade vamos executar o primeiro bloco de código, denominado Bloco de Código 1 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 1 —

create-alter-procedure-1
Podemos observar que a forma de uso desta instrução é bastante simples, não necessitando de algum tipo de alteração na sintaxe tanto do comando Create como também do Alter.

Observe que realizamos a criação de um simples Stored Procedure denonimado P_Teste e após a execução do create/alter realizar a apresentação do código fonte da mesma através do system stored procedure SP_HelpText.

Um detalhe importante que vale a pena ser destacado, se relacionado a apresentação do código fonte da nosso stored procedure, note que o SQL Server não adiciona a palava chave Alter na apresentação do código, você pode pensar, mas é claro nós acabamos de criar o objeto. Eu também pensei assim, mas isso não altera caso você realize qualquer tipo de alteração no código fonte, mesmo após realizar alguma mudança na codificação do seu objeto o Database Engine não reconhece a execução do comando Alter ele mais uma vez adiciona o comando ou palavra chave create antes do nome do objeto.

Isso me faz pensar que todas as vezes que utilizarmos este tipo de implementação o Database Engine vai na verdade realizar o processo de drop físico do objeto e posteriormente a criação deste objeto.

Vamos agora trabalhar da mesma forma para criação/alteração de uma function, para isso vamos utilizar o Bloco de código 2 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 2 —

create-alter-function-1

Legal, legal, muito bem, simples, fácil, rápido e por quê não dizer que é prático! Ao mesmo tempo que criamos um objeto programável já podemos realizar a alteração. Isso não é algo que realmente estava faltando para o SQL Server?

Acredito que sim, e fazendo um comparativo era a mesma coisa que faltava quando se referiamos a existência de tipos de dados para armazenar somente data ou hora, algo que também foi implementada após um longo tempo a partir da versão 2008 do SQL Server, ou os comandos IIF ou Choice que já existiam na linguagem C#, mas não estavam presentes no Microsoft SQL Server até a versão 2012.

Bom vou deixar para que praticar o uso deste comando na criação de Triggers e Views, com certeza não terá problemas.

Referências

Conclusão

Como de costume a cada nova versão ou atualização a Microsft esta apresentando diversas inovações e melhorias no Microsoft SQL Server.

Desta forma, em um novo service pack lançado novas melhorias ou mudanças de comportamento do produto são esperadas, algo que a partir do service pack o SQL Server 2016 também vai apresentar.

O que a partir do momento que este conjunto de melhorias for instalada em seu ambiente, será possível dentre elas fazer uso da nova sintaxe combinado dos comandos Create e Alter utilizados de maneira simultânea formando o Create or Alter.

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua visita, agradeço sua atenção, fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Até mais.

Short Scripts – Junho 2016


Salve, salve minha gente, boa tarde!!!

Mais uma segunda – feira começando e mais uma semana se iniciando, já passamos da metade do mês de Junho tão aguardado devido ao lançamento do novo Microsoft SQL Server 2016. Caso você tenha perdido alguma informação sobre este lançamento, aproveito para compartilhar aqui um dos diversos posts publicados no meu blog sobre esta nova versão:

Voltando a falar sobre o Short Scripts, esta é uma das sessões mas visitadas do meu blog, onde o objetivo  é compartilhar os scripts existentes em minha biblioteca de códigos  dedicados exclusivamente para o SQL Server. Muitos destes scripts são resultado de pesquisas, posts publicados nos fóruns MSDN e também de respostas encontradas em outros websites de profissionais, administradores de banco de dados, professores e comunidades.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso. Todos os scripts publicados nesta sessão são devidamente testados antes de serem publicados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Caso você não tenha acessado os últimos posts, não perca tempo, utilize os links publicados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/03/22/short-scripts-marco-2016/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/12/14/short-script-dezembro-2015/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/10/21/short-scripts-outubro-2015/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/08/26/short-scripts-agosto-2015/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/06/03/short-script-junho-2015/

Para esta relação você vai encontrar scripts relacionados aos seguintes assuntos, conceitos, recursos ou funcionalidades:

  • Acesso a banco de dados;
  • Collation;
  • Comando Exec;
  • Comando Union;
  • Comando Union All;
  • Comando Create Table;
  • Comando Alter Table;
  • Common Table Expression;
  • DBCC CheckPrimaryFile;
  • DMV sys.dm_db_index_usage_stats;
  • DMV sys.dm_os_buffer_descriptors;
  • Índices Clustered e NonClustered;
  • Option MaxRecursion;
  • Plano de Execução;
  • Querys consideradas pesadas;
  • Tabela de sistema sys.allocation_units;
  • Tabela de sistema sys.partitions;
  • Tabela de sistema sys.indexes;
  • Tabela e caracteres Unicode; e
  • Recursividade.
A seguir, apresento a relação de short scripts:

— Short Script 1 – DBCC CheckPrimaryFile Verificando se o arquivo realmente é um Primary File —
DBCC CheckPrimaryFile (‘C:\Bancos\Laboratorio.MDF’,0)
Go

 

— Short Script 2 – DBCC CheckPrimaryFile – Retornando o conjunto completo de informações associados ao Primary File que formam a estrutura do respectivo Banco de Dados —
DBCC CheckPrimaryFile (‘C:\Bancos\Laboratorio.MDF’,1)
Go

 

— Short Script 3 – DBCC CheckPrimaryFile – Retornando o nome do banco de dados, versão e collation relacionados ao Primary File —
DBCC CheckPrimaryFile (‘C:\Bancos\Laboratorio.MDF’,2)
Go

— Short Script 4 – DBCC CheckPrimaryFile – Retornando o status, fileid, name e filename associados ao Primary File que formam a estrutura do respectivo Banco de Dados —
DBCC CheckPrimaryFile (‘C:\Bancos\Laboratorio.MDF’,3)
Go
— Short Script 5 – Informações sobre acesso ao Banco de Dados —
WITH agg AS
(SELECT last_user_seek,
                  last_user_scan,
                  last_user_lookup,
last_user_update
FROM sys.dm_db_index_usage_stats
WHERE database_id = DB_ID()
)
SELECT last_read = MAX(last_read),
                 last_write = MAX(last_write)
FROM
(SELECT last_user_seek, NULL FROM agg
UNION ALL
SELECT last_user_scan, NULL FROM agg
UNION ALL
SELECT last_user_lookup, NULL FROM agg
UNION ALL
SELECT NULL, last_user_update FROM agg
) AS x (last_read, last_write);
Go

 

— Short Script 6 – Observando a mudança de comportamento após a troca de Collation —

CREATE TABLE [dbo].[Authors]
([id] [INT] NULL,
   [author] [VARCHAR](50) COLLATE SQL_Latin1_General_CP1_CI_AS NULL,
   [dateposted] [DATE] NULL) ON [PRIMARY]
GO
INSERT Authors  VALUES (1, ‘Steve’, ‘20160101’),
                                                   (2, ‘STEVE’, ‘20160201’),
                                                   (3, ‘Andy’, ‘20160301’),
                                                   (4, ‘andy’, ‘20160401’)
GO
CREATE PROCEDURE GetAuthors @author VARCHAR(50)
AS
BEGIN
SELECT a.id, a.author FROM dbo.Authors a
WHERE a.author = @author
END
GO
— If I run the procedure with a parameter of ‘Steve’, it returns two rows. I then run this code:
Exec GetAuthors ‘Steve’
Go
ALTER TABLE dbo.Authors
ALTER COLUMN author VARCHAR(50) COLLATE SQL_Latin1_General_CP437_BIN2 NULL
— If I were to execute the stored procedure, what would happen?
Exec GetAuthors ‘Steve’
Go

 

— Short Script 7 – Descobrindo o código Unicode de um caracter ou String —

— Exemplo 1 —
DECLARE @n CHAR(10);
SET @n = N’Abc’;
SELECT UNICODE(@n);
Go
— Exemplo 2 —
DECLARE @n NCHAR(10);
SET @n = N’??????????’;
SELECT UNICODE(@n);
Go

 

— Short Script 8 – Criando CTEs —

— Exemplo 1 – Criando uma simples CTE —
;With Exemplo1(Valor, Nome)
As
(
Select 1, ‘Pedro Galvão’ As Nome
)
Select * from Exemplo1
Go
— Exemplo 2 – Criando uma CTE com Union de Selects —
;With Exemplo2(Valor)
As
( Select 10
Union
Select 50
Union
Select 8
Union
Select 10 + 2
)
Select Valor = (Select Max(valor) From Exemplo2) + (Select Sum(Valor) From Exemplo2)
Go
– Short Script 9 – Criando CTEs com Recursividade —
— Exemplo – Criando uma nova CTE Recursiva concatenando dados —
;With ConcatenarNomes(nome)
AS
( SELECT Nome = CONVERT(Varchar(4000),’Pedro Antonio’)
UNION ALL
SELECT CONVERT(Varchar(4000),nome + ‘ Galvão Junior’) FROM ConcatenarNomes
WHERE LEN(nome) < 30
)
SELECT Nome FROM ConcatenarNomes
Go
— Exemplo 2 – Criando uma CTE com Union + Recursividade – Simulando uma sequência de números pares —
;With CTENumerosPares(Numero)
As
( Select 0 As Numero
Union All
Select Numero + 2 As Numero From CTENumerosPares
Where Numero < 100
)
Select Numero From CTENumerosPares
Go
— Exemplo 3 – Criando uma CTE com Union + Recursividade – Simulando uma sequência de números —
;With CTENumerosSequenciais(Numero)
AS
(   SELECT 1 AS Numero
UNION ALL
SELECT Numero + 1 AS num FROM CTENumerosSequenciais
WHERE Numero < 1000
)
SELECT * FROM CTENumerosSequenciais
OPTION (MAXRECURSION 0)
Go
— Short Script 10 – Obtendo o tamanho de índices Clustered e NonClustered —
SELECT COUNT(*) AS cached_pages_count,
COUNT(*)/128.0000 MB,
name AS BaseTableName,
IndexName,
IndexTypeDesc
FROM sys.dm_os_buffer_descriptors AS bd
INNER JOIN (SELECT s_obj.name,
s_obj.index_id,
s_obj.allocation_unit_id,
s_obj.OBJECT_ID,
i.name IndexName,
i.type_desc IndexTypeDesc
FROM
(SELECT OBJECT_NAME(OBJECT_ID) AS name,
index_id,
allocation_unit_id,
OBJECT_ID
FROM sys.allocation_units AS au INNER JOIN sys.partitions AS p
ON au.container_id = p.hobt_id
AND (au.TYPE = 1 OR au.TYPE = 3)
UNION ALL
SELECT OBJECT_NAME(OBJECT_ID) AS name,
index_id,
allocation_unit_id,
OBJECT_ID
FROM sys.allocation_units AS au INNER JOIN sys.partitions AS p
ON au.container_id = p.partition_id
AND au.TYPE = 2
) AS s_obj LEFT JOIN sys.indexes i
ON i.index_id = s_obj.index_id
AND i.OBJECT_ID = s_obj.OBJECT_ID
) AS obj ON bd.allocation_unit_id = obj.allocation_unit_id
WHERE database_id = DB_ID()
and name not like ‘sys%’
and IndexName <> ‘null’
GROUP BY name, index_id, IndexName, IndexTypeDesc
ORDER BY cached_pages_count DESC;
Muito bem, mais uma relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância e apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.

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