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Script Challenge – 14 – A resposta….


Boa tarde, pessoal…

Tudo bem?  Seja mais uma vez muito bem vindo ao meu blog, mais especificamente ao post que apresenta a resposta para o Script Challenge – 2018 – Post 14, publicado em junho de 2018, sendo este respectivamente o segundo post após o retorno desta desafiadora sessão em meu blog denominada Script Challenge (Script Desafiador ou Desafio do Script) como queiram traduzir.

Espero que você já tenha ouvido falar desta sessão ou acessado alguns dos posts publicados na mesma, caso ainda não tenha feito, fique tranquilo você vai encontrar no final deste post uma pequena relação contendo os últimos desafios lançados e seus respostas.

Vamos então falar um pouco mais sobre o último desafio, estou me referindo ao Script Challenge 14, desta forma, seja bem vindo a mais um post da sessão Script Challenge.


Script Challenge 14

Falando do desafio de número 14, o mesmo foi publicado no mês de junho de 2018, período de data em que o mundo todo praticamente direcionou os seus olhares para a Rússia, mais especificamente para os jogos de futebol que estavam ocorrendo no país naquele momento.

Pois bem, o Script Challenge 14 não tem nenhum relação com o mundo do futebol, muito menos com o esporte, e como diria aquele apresentador do programa que passa ao domingos: “Sabe o que isso significa? Nada…..”.

Na verdade não é bem assim, para todos aqueles que trabalham com tecnologia e são responsáveis em armazenar, compartilhar, gerenciar e manter dados armazenados em banco de dados, sabe muito bem o quanto temos que nos preocupar em estabelecer boas práticas de retenção de dados afim de podermos ter uma quem sabe vida tranquila ou momentos de lazer.

Continuando nossa história, quero lhe perguntar: E ai já matou a charada? Eu acredito que sim!

Mas para te ajudar mais um pouco vou apresentar a Figura 1 que contem todo código Transact-SQL utilizado neste desafio, contendo trechos ou partes de código ocultas, procedimento que realizei no post que contempla o lançamento deste desafio como forma de aumentar o nível de dificuldade:

Figura 1 – Código Transact-SQL apresentado no Script Challenge 14.

Bom chegou a hora de revelar o que exatamente este bloco de código esta fazendo, chegou o momento de revelar e desvendar este desafio, a seguir apresento a resposta para o Script Challenge 14 e o trecho de código disponível para você utilizar em seus ambientes de trabalho ou estudos.

A resposta

Tanto no post de lançamento do desafio, bem como, neste post que a resposta para o mesmo, eu deixei algumas pequenas dicas para tentar ajudar a identificar a resposta, dentre as quais a relação do script com uma das mais tradicionais atividades desempenhadas por um Administrador de Banco de Dados ou Profissional de tabela, mais diretamente falando a execução de uma operação de backup de banco de dados.

Mas se mesmo assim, você ainda não conseguiu adivinhar ou até mesmo esta se perguntando qual a relação do Script Challenge – 14 tem haver com um momento de lazer, a resposta é muito simples, para qualquer Administrador de Banco de Dados, Administrador de Servidores, Desenvolvedor, enfim um profissional de tecnologia, tudo o que fazemos basicamente em um computador é manipular dados (Criar, Atualizar, Excluir).

Tudo o que fazemos esta relacionado com esta palavrinha pequena mas de altíssima importância e pensando neste sentido a resposta para este desafio se relaciona a estimativa de crescimento de um arquivo de backup, e o quanto esta atividade tão importante e de alta complexidade pode impactar totalmente na vida daqueles que assim como eu um dia ou por diversos momentos teve que abrir mão do seu convívio familiar para se dedicar a acompanhar esta atividade.

Então a resposta para o Script Challenge 14 se relaciona com a possibilidade que o script apresenta em nos ajudar a identificar e estimar o quanto de espaço livre em disco em megabytes ainda teremos antes da execução do backup database levando-se em consideração o tamanho do arquivo de backup a ser criado.

Isso mesmo, esta é a resposta, e o script original que apresenta esta funcionalidade apresentada abaixo:

— Script Challenge 14 – A resposta – Identificando o total de espaço livre em disco antes da realização do backup database — 

— Criando a Stored Procedure —
USE AdventureWorksDW2016
Go

CREATE PROCEDURE dbo.dbo.EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize (
@drvLetter VARCHAR (5),
@enoughSpaceForBackupFlag BIT OUTPUT
)
AS
BEGIN
DECLARE @estimatedBackSizeMB INT,
@estimatedDriveFreeSpaceMB INT,
@dbCheckMessage varchar(80)

SET NOCOUNT ON

SET @dbCheckMessage = Concat (‘Checking database ‘, DB_NAME ())

SELECT @estimatedBackSizeMB = round (sum (a.total_pages) * 8192 / SQUARE (1024.0), 0)
FROM sys.partitions p JOIN sys.allocation_units a
                                            ON p.partition_id = a.container_id
                                           LEFT JOIN sys.internal_tables it
                                            ON p.object_id = it.object_id

CREATE TABLE #freespace

(drive VARCHAR (5),

MBFree DECIMAL (8, 2))

INSERT INTO #freespace (Drive, MBFree)
EXEC xp_fixeddrives

SELECT @estimatedDriveFreeSpaceMB = MBFree
FROM #freespace
WHERE drive = @drvLetter

IF @estimatedBackSizeMB * 1.15 < @estimatedDriveFreeSpaceMB
 SET @enoughSpaceForBackupFlag = 1
ELSE
 SET @enoughSpaceForBackupFlag = 0

SELECT DatabaseName = db_name(),
Estimated_Back_Size_MB = @estimatedBackSizeMB,
Estimated_Drive_Free_Space_MB = @estimatedDriveFreeSpaceMB,
EnoughSpaceForBackupFlag = @enoughSpaceForBackupFlag

DROP TABLE #freespace
SET NOCOUNT OFF
END
GO

Então, agora você deve ter gostado deste desafio, não é verdade? Poder estimar o espaço livre em disco e o tamanho ocupado pelo arquivo mesmo sem executar o Backup Database é realmente uma grande funcionalidade que o Microsoft SQL Server possui. 

Observações

  1. Estamos criando uma User Stored Procedure EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize;
  2. A mesma possui um parâmetros de entrada de valores: @drvLetter (utilizado para informar qual a letra da unidade de disco que iremos analisar); e 
  3. Um parâmetro de saída @enoughSpaceForBackupFlag (utilizado no momento da execução da stored procedure como sinalizar responsável em apresentar uma mensagem ao usuário).

Para que você possa entender mais ainda sobre como podemos obter os resultados apresentados por este script, declaro a seguir uma possível maneira de executar o Script Challenge – 14:

— Executando o Script Challenge – 14 —

USE AdventureWorksDW2016
Go

DECLARE @enoughSpaceForBackupFlag bit

EXEC Master.dbo.EstimatedDriveFreeSpaceAndDBSize ‘S’, @enoughSpaceForBackupFlag OUTPUT

PRINT @enoughSpaceForBackupFlag
IF @enoughSpaceForBackupFlag = 1
PRINT ‘Continue to Backup…’
ELSE
PRINT ‘Drive Space Problem…’
GO

A Figura 2 apresentada abaixo, ilustra o conjunto de dados retornados após a execução do Script Challenge – 14:

Figura 2 – Informações relacionadas a estimativa de tamanho do arquivo de backup e espaço livre em disco em megabytes.

Muito bom, sensacional, conseguimos, chegamos ao final, esta é a resposta para o Script Challenge 14, fico extremamente feliz por ter conseguido compartilhar este conteúdo com vocês.

Espero que você tenha gostado deste novo post da sessão Script Challenge!


Sua Participação

No post de lançamento deste desafio, contei com a participação através de uma enquete contendo algumas opções de respostas que poderiam estar relacionadas com o Script Challenge 14. A seguir apresento o resultado desta enquete:

A opção mais votada com 77,78% dos votos é justamente a resposta correta para este desafio, o qual exibe retorna ao usuário informações relacionadas a estimativa de espaço em disco ocupado pelo arquivo de backup de banco de dados e o espaço livre disponível em disco após a conclusão do backup.

Referências

Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que este conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possa ser útil e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em fevereiro de 2019 em mais um post da sessão Script Challenge.

Até a próxima…

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Microsoft corrige ameaça e vulnerabilidade no Malware Protection Engine


A Microsoft disponibilizou nesta semana uma correção de emergência para uma vulnerabilidade no Malware Protection Engine.

Se explorada com sucesso, esta vulnerabilidade pode permitir que um criminoso tome o controle completo do PC do usuário.

Para quem não sabe, o Malware Protection Engine é utilizado por soluções de segurança da Microsoft como o Windows Defender, Microsoft Security Essentials, Microsoft Intune Endpoint Protection e o Forefront Endpoint Protection.

Ele também afeta o Exchange Server 2013 e 2016, Windows 7, Windows 8.1, Windows RT 8.1, Windows 10 e o Windows Server 2016.

Microsoft corrige vulnerabilidade no Malware Protection EngineIdentificada como CVE-2017-11937, esta vulnerabilidade no Malware Protection Engine pode ser explorada quando o usuário verifica um arquivo malicioso especialmente criado.

A exploração bem sucedida da vulnerabilidade pode permitir que um criminoso execute códigos maliciosos e tome o controle do computador do usuário.

A correção é instalada automaticamente. Nenhuma ação do usuário é necessária.

A versão afetada pela vulnerabilidade é a 1.1.14306.0 e a correção está disponível com a versão 1.1.14405.2.

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft | TechNet | Security TechCenter – 08/12/2017 – https://portal.msrc.microsoft.com/en-US/security-guidance

TechNet Virtual Lab: Office 365 Advanced Threat Protection


A Microsoft disponibilizou recentemente em sua página Laboratórios Virtuais TechNet o laboratório virtual Office 365 Advanced Threat Protection – Guia Interativo.

Os laboratórios virtuais permitem que usuários e profissionais de TI testem recursos dos sistemas operacionais e de outros produtos da Microsoft via nuvem como se estivessem usando seus próprios PCs.

Isto é útil para quem não quer perder tempo criando uma máquina virtual apenas para testar um recurso específico.

TechNet Virtual Lab: Office 365 Advanced Threat Protection – Guia Interativo

Para quem não sabe, o Office 365 Advanced Threat Protection oferece proteção em tempo real para email em ambientes corporativos. O serviço foi atualizado no início deste ano e ganhou novos recursos como URL Detonation e Dynamic Delivery.

De acordo com a Microsoft, o recurso URL Detonation ajuda a impedir que os usuários sejam comprometidos por arquivos oferecidos através de URLs maliciosas.

Quando o usuário recebe um email, o Advanced Threat Protection analisa as URLs na mensagem procurando por comportamento malicioso.

Se o usuário clicar no link durante a verificação, ele verá o alerta falando que a mensagem está sendo verificada. Se o link for detectado como malicioso, um novo alerta será exibido recomendando que o usuário não clique no link.

Os administradores podem configurar a política SafeLink para monitorar os cliques dos usuários. Isto é útil para casos onde eles burlam os alertas para acessar sites bloqueados pelo Advanced Threat Protection.

TechNet Virtual Lab: Office 365 Advanced Threat Protection
Já o recurso Dynamic Delivery do Office 365 Advanced Threat Protection permite que os usuários leiam as mensagens de email enquanto os anexos são verificados.

Durante a verificação, o anexo é substituído por um “placeholder” com a notificação indicando que a verificação do verdadeiro anexo está em andamento.

Se o usuário clicar neste “placeholder”, ele verá uma mensagem mostrando o progresso da verificação. Se o anexo for malicioso, o Office 365 Advanced Threat Protection notificará o usuário.

Neste laboratório virtual você verá como o Office 365 Office 365 Advanced Threat Protection pode ajudar a impedir que anexos maliciosos cheguem aos destinatários, proteger usuários contra links maliciosos e mais com recursos como os mencionados acima.

Confira o laboratório virtual clicando aqui e saiba mais sobre o serviço aqui.

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft.com  https://products.office.com/en/exchange/online-email-threat-protection

#09 – Para que serve


Boa noite pessoal!!! Salve galera….

 

Tudo bem? Como passaram os últimos dias?

Graças a deus continuo forte na minha batalha profissional e acadêmica, como eu sempre falo para meus alunos, a vida é uma roda gigante e não podemos deixar ela parar muito menos perder a chance de curtir e aprender com cada momento.

Seguindo esta onda de oportunidades, estou retornando com mais uma post dedicado a sessão Para que serve, e conforme prometido hoje vamos finalizar o assunto de índices hipotéticos apresentado inicialmente no post: https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/08/06/07-para-que-serve/

Neste post vamos entender como o comando DBCC Autopilot pode influenciar o database engine e seus elementos execution plan e query optimizer na execução de nossas consultas, então vamos nessa galera…..


Começa agora o #09 – Para que serve – Índices Hipotéticos – Final.

 

Conforme apresentado nos posts anteriores o conceito de índices hipotéticos é uma técnica antiga, mas pouco conhecida na área de banco de dados. Para muitos profissionais da área este tipo de recurso acaba sendo algo obscuro e de pouco compreensão, por outro lado outros profissionais destacam como sendo como um recurso que permite simular a existência de um índice de forma lógica. Como em qualquer área profissional ou acadêmica sempre vai existir os dois lados da moeda e cabe a cada um de nós procurar entender, respeitar e conhecer estas opiniões.

Seguindo em frente, vamos dar continuidade em nosso estudo, fazendo uso da estrutura criada anteriormente no post: https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/09/03/08-para-que-serve/

Como você pode ter verificado, criamos o banco de dados HypotheticalDB e dentro dele os seguintes objetos apresentados na Figura 1:

hypotheticaldb-figura1

Figura 1 – Relação de objetos criados no banco de dados HypotheticalDB.

Podemos observar a existência dos três índices hipotéticos criados anteriormente para tabela ClientesCategorias, bem como, o código da tabela ClientesCategorias definido no valor: 597577167. Anote bem este código post nos próximos passos vamos fazer uso do mesmo.

Agora que já relembramos um pouco do que foi feito anteriormente em relação ao nosso ambiente, podemos continuar a fazer uso dos índices hipotéticos em nosso ambiente, onde neste momento vamos fazer com que o Microsoft SQL Server realize o uso deste recurso de forma empírica na execução da nossa query, para tal iremos utilizar o comando DBCC AutoPilot, caso você ainda não conheça ou não se lembre deste comando o mesmo foi apresentada de maneira detalhada no post: https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/08/06/07-para-que-serve/

Então mãos no teclado, chegou a hora de utilizarmos o comando DBCC AutoPilot fazendo uso do bloco de código 1, mas antes de teclar F5, clique no botão “Include Actual Execution Plan” ou tecle Ctrl+M para ativar o mesmo. Para que você possa entender o que será executado neste bloco de código e qual será o resultado apresentado é obrigatório que o plano de execução se encontre ativado.

Agora que você já realizou este procedimento, pode dar continuidade e executar o bloco de código 1 apresentado abaixo:

— Bloco de Código – Utilizando o DBCC AutoPilot forçando o uso do índice clusterizado IND_ClientesCategorias_Clusterizado_CodigoComEstatisticas –

Use HypotheticalDB

Go

 

DBCC AUTOPILOT (5, 5, 0, 0, 0) – Ativando o commando DBCC AutoPilot para iniciar uma nova sessão limpando o buffer de comando executados anteriormente —

 

DBCC AUTOPILOT (6,5,597577167,4) – Utilizando o commando DBCC AutoPilot orientado no uso exclusive de índices clusterizado —

GO

 

SET AUTOPILOT ON — Ativando a diretiva —

Go

 

Select C.Codigo,

Cc.Codigo As ‘Categoria do Cliente’,

C.Nome,

C.Endereco,

C.Estado,

C.DataUltimaCompra

From Clientes C Inner Join ClientesCategorias CC

On C.CodigoCategoria = CC.Codigo

Where C.Estado = ‘SP’

Go

 

SET AUTOPILOT OFF — Desativando a diretiva —

GO

 

Acredito que tudo deva ter ocorrido normalmente e você tenha conseguido realizar a execução do bloco de código 1 apresentado acima, neste momento o Management Studio apresentou em sua guia denominada execution plan o conjunto de operadores similares aos apresentados na Figura 2 a seguir:

hypotheticaldb-figura2

Figura 2 – Resultado da execução do bloco de código 1.

 

Note que o plano de execução nos apresenta dois operados do tipo Clustered Index Seek, respeitando a ordem de execução, temos o segundo operador com o custo de 51% de processamento apontando para o nosso índice clusterizado IND_ClientesCategorias_Clusterizado_CodigoComEstatisticas, neste momento você pode estar se perguntando.

Como o Database Engine em conjunto com o Query Optimizer e Execution Plan identificou a existência deste recurso sendo que o mesmo é algo hipotético, algo que somente existe de forma lógica, a resposta pode ser encontrada justamente na maneira que o comando DBCC AutoPilot foi declarado e posteriormente executado, onde temos o seguinte conjunto de valores passados como parâmetros de entrada:

PARÂMETRO DESCRIÇÃO VALOR DECLARADO
TypeID TypeID = 6: Usar apenas índices clusterizados 6
DbID ID do Banco de Dados 6 – HypotheticalDB
TabID Id da Tabela a ser utilizada 597577167
Indid Id do índice a ser utilizado 4

Foi através deste conjunto de valores apresentado no DBCC AutoPilot e posteriormente reconhecido e interpretados pelo database engine que o Query Optimizer e Execution Plan fizeram uso do nosso índice clusterizado.

Não é algo fantástico, realmente uma capacidade de análise e reconhecimento de recursos fora do comum, realmente o Microsoft SQL Server é um produto acima de qualquer suspeita, um software surpreendente.

Para finalizar vamos agora forçar o uso do nosso índice nonclustered IND_ClientesCategorias_NaoClusterizado_CodigoSemEstatisticas e observar qual será o comportamento e resultado apresentado pelo Management Studio após a execução do bloco de código 2 apresentando na sequência:

— Bloco de Código 2 – Forçando o uso do índice não clusterizado IND_ClientesCategorias_NaoClusterizado_CodigoSemEstatisticas –

DBCC AUTOPILOT (5, 5, 0, 0, 0)

DBCC AUTOPILOT (0,5,597577167,2)

GO

 

SET AUTOPILOT ON — Ativando a diretiva —

Go

 

Select C.Codigo,

Cc.Codigo As ‘Categoria do Cliente’,

C.Nome,

C.Endereco,

C.Estado,

C.DataUltimaCompra

From Clientes C Inner Join ClientesCategorias CC

On C.CodigoCategoria = CC.Codigo

Where C.Estado = ‘SP’

Go

 

SET AUTOPILOT OFF — Desativando a diretiva —

GO

 

Verificando o resultado apresentado na Figura 3 abaixo, tendo como base a guia Execution Plan, podemos notar a presença do operador Index Seek apontando para nosso índice não clusterizado: IND_ClientesCategorias_Clusterizado_CodigoComEstatisticas.

hypotheticaldb-figura3
Figura 3 – Resultado da execução do bloco de código 2.

Analisando com mais calma o resultado apresentado na Figura 3, fica fácil identificar a presença do operador Index Seek como já havia destacado, quando o comando DBCC AutoPilot foi executado com o seguinte conjunto de valores:

PARÂMETRO DESCRIÇÃO VALOR DECLARADO
TypeID TypeID = 0: Usar apenas índices não clusterizados 0
DbID ID do Banco de Dados 6 – HypotheticalDB
TabID Id da Tabela a ser utilizada 597577167
Indid Id do índice a ser utilizado 2

Não é algo surpreendente e simples, esse é o Microsoft SQL Server, mais uma vez dando show, mais uma vez com um grande exibição, monstrando toda sua elegância, simplicidade e capacidade de nos supreender no processamento de transações e apresentação de resultados.

Desta forma, chegamos ao final de mais post da sessão Para que serve!


 

Espero que você tenha gostado, que as informações compartilhadas aqui possam lhe ajudar a se tornar cada vez um profissional de banco de dados reconhecido e valorizado, um dos papéis na área de tecnologia mais importantes para qualquer empresa.

Reconher o verdadeiro papel de um DBA dentro de sua estrutura, é reconhecer o verdadeiro valor de seus dados e como eles podem se tornar uma infomação valiosa para sua tomada de decisão.

Caso deseje acessar os posts anteriores desta sessão, utilize os links listados abaixo:

Mais uma vez obrigado por sua visita, um forte abraço, nos encontramos em breve.

Até mais.

Microsoft disponibiliza o SQL Server 2016 RC0


A Microsoft anunciou esta semana, a disponibilidade do SQL Server 2016 RC0 (Release Candidate 0), versão de testes mais recente do novo SQL Server.

Microsoft disponibiliza o SQL Server 2016 RC0

A Microsoft anunciou hoje a disponibilidade do SQL Server 2016 RC0 (Release Candidate 0), versão de testes mais recente do novo SQL Server

 

Benefícios do SQL Server 2016

• O desempenho aprimorado in-memory fornece transações 30 vezes mais rápidas, consultas 100 vezes mais rápidas do que bancos de dados relacionais baseados em disco e análises operacionais em tempo real.

• A nova tecnologia Always Encrypted ajuda a proteger seus dados parados e em movimento, no local e na nuvem, com chaves mestras no aplicativo, sem alterações no aplicativo.

• A tecnologia Stretch Database mantém mais dados históricos de seus clientes ao seu alcance ao ampliar de forma transparente seus dados OLTP quentes e frios ao Microsoft Azure de maneira segura sem alterações no aplicativo.

• Análises avançadas internas fornecem a escalabilidade e os benefícios de desempenho de criar e executar seus algoritmos de análise avançados diretamente no principal banco de dados transacional do SQL Server.

• Insights comerciais por meio de visualizações sofisticadas em dispositivos móveis com aplicativos nativos para Windows, iOS e Android.

• Simplifica o gerenciamento de dados relacionais e não relacionais ao consultar ambos com T-SQL usando o PolyBase.

• Backups híbridos mais rápidos, alta disponibilidade e cenários de recuperação de desastres para armazenar em backup e restaurar seus bancos de dados locais no Microsoft Azure e colocar secundários do SQL Server AlwaysOn no Azure.

Faça o download do SQL Server 2016 RC0

De acordo com o anúncio da Microsoft, este Release Candidate 0 do SQL Server 2016 traz novidades como suporte para página de código UTF-8, novas funções STRING_SPLIT (Transact-SQL) e STRING_ESCAPE (Transact-SQL), nova função JSON_MODIFY (Transact-SQL) e outras novidades. O changelog completo pode ser encontrado aqui.

O SQL Server 2016 CTP RC0 está disponível para download no Centro de Avaliação TechNet como um arquivo ISO e como um arquivo CAB nos seguintes idiomas: chinês (simplificado), chinês (tradicional), inglês, francês, alemão, italiano, japonês, coreano, português (Brasil), russo e espanhol.

Ele também estará disponível em breve aqui como máquina virtual do Microsoft Azure.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com

Microsoft anuncia a liberação da versão RTM do Windows 8 para download no MSDN a partir de 16 de Agosto


Pessoal, boa tarde.

Abaixo destaco o post na íntegra do Brandon LeBlanc, diretamente do Blogging Windows, destacando a liberação da versão RTM do Windows 8.

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Today, I am excited to announce that Windows 8 has been released to manufacturing (RTM)! This means we’ve completed the product development and testing of the product and have started handing off the final code to our OEM partners. They can now begin preparing new Windows 8 PCs and devices they’ll introduce starting with General Availability. For more on RTM, I suggest reading this blog post from Steven Sinofsky on the Building Windows 8 blog.

Start_Default_RTM_3ROW

So when will folks be able to get their hands on the new Windows 8 RTM code?

People will be able get Windows 8 starting on October 26th either by upgrading for $39.99 or on a new PC or device. And if you buy an eligible Windows 7 PC today, you will be able to purchase an upgrade to Windows 8 Pro for $14.99 (U.S.) through the Windows Upgrade Offer.

However, we have a number of programs that provides various audiences early access to the Windows 8 RTM code to help prepare for Windows 8 as it enters the marketplace this fall:

  • August 15th: Developers will be able to download the final version of Windows 8 via your MSDN subscriptions.
  • August 15th: IT professionals testing Windows 8 in organizations will be able to access the final version of Windows 8 through your TechNet subscriptions.
  • August 16th: Customers with existing Microsoft Software Assurance for Windows will be able to download Windows 8 Enterprise edition through the Volume License Service Center (VLSC), allowing you to test, pilot and begin adopting Windows 8 Enterprise within your organization.
  • August 16th: Microsoft Partner Network members will have access to Windows 8.
  • August 20th: Microsoft Action Pack Providers (MAPS) receive access to Windows 8.
  • September 1st: Volume License customers without Software Assurance will be able to purchase Windows 8 through Microsoft Volume License Resellers.

Please note: if a program you are in is not mentioned, please be patient as dates for Windows 8 RTM code availability for other programs will be communicated when the information becomes available.

For more information on what the RTM of Windows 8 means for businesses including Volume License customers, see this blog post from Erwin Visser on the Windows for your Business Blog. This post, also from Erwin, on how Windows 8 will work in your business is also a good post to read.

On August 15th, developers will be able to visit the Windows Dev Center to get access to all the tools and resources they need including the final build of Visual Studio 2012 to design, build, and sell apps in the Windows Store. Keep your eyes on the Windows Store for developers blog and Windows 8 app developer blog for more information. I am super excited to see the kinds of apps developers build for Windows 8! If you have the Windows 8 Release Preview installed, you can already check out some apps developers have created for Windows 8 today.

In the meantime, if you’d like to give a pre-release version of Windows 8 a test-run, feel free to download the Windows 8 Release Preview! You can also read about my personal experience with the Windows 8 Release Preview here (hint: I put it on all my PCs!).

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Fontes e Direitos Autorais: Blogging Windows – http://windowsteamblog.com/windows/b/bloggingwindows/archive/2012/08/01/windows-8-has-reached-the-rtm-milestone.aspx

TechNet Newsletter – Abril 2011


Aprenda como licenciar seu ambiente

Esta série de vídeos fornecem informações técnicas para aqueles que precisam fazer o licenciamento dos produtos Microsoft no ambiente. Acesse e confira.

Microsoft SmallBusiness Server Standard

Esta série de vídeos fornece conteúdos necessários para quem deseja implantar um servidor com o Microsoft SmallBusiness Server 2011 Standard. Participe.

Windows Azure: Compreendendo o gerenciamento da conta de segurança no Windows Azure

A computação em nuvem traz certo alívio na carga de segurança, mas você continua com uma função ativa no gerenciamento do acesso, na proteção das comunicações e na garantia de proteção dos dados.

Microsoft Forefront: Acesso seguro aos serviços em nuvem

Você pode fornecer acesso seguro aos serviços em nuvem enquanto mantém a continuidade dos negócios usando o Forefront Threat Management Gateway 2010.

Virtualização: sustentabilidade e economia andam de mãos dadas com a virtualização

Com a virtualização, a redução de suas emissões de carbono e o aumento dos seus resultados finais andam de mãos dadas. Ela poderá ajudar você a economizar energia, consolidar recursos, bem como a introduzir flexibilidade adicional, escalabilidade e resiliência à sua infraestrutura.

Springboard Series – Conheça o Portal!

Conheça o Springboard! O portal de Windows com diferentes conteúdos técnicos para profissionais de infraestrutura. Confira artigos técnicos, vídeos e downloads de produtos e ferramentas para auxiliar seu dia a dia de TI.

Relatório de Impactos na Sociedade 2010 da Microsoft Brasil

Em Março lançamos o Relatório de Impactos na Sociedade 2010 da Microsoft Brasil. Entre e conheça a Microsoft em números, desempenho ambiental, econômico, social e informações corporativas.

Download do Microsoft System Center Virtual Machine Manager (VMM) 2012 Beta

As Soluções de gerenciamento para Nuvem e Datacenter do System Center 2012 ajudam a capacitá-lo com um conjunto de ferramentas de gerenciamento para seus aplicativos de nuvem privada e pública, além de serviços. Como componente principal da suite System Center, o Virtual Machine Manager 2012 oferece os
seguintes benefícios:

– Provisionar uma nuvem privada flexível, ágil e econômica.

– Gerenciar ambientes virtuais heterogêneos usando uma única ferramenta.

– Otimizar seus aplicativos existentes para implantação de nuvem privada.

– Simplificar o provisionamento de aplicativos e manutenção.

Baixe o Microsoft Forefront Threat Management Gateway 2010

O Microsoft Forefront Threat Management Gateway 2010 (TMG) permite que os funcionários usem a Internet de maneira segura e produtiva para negócios sem se preocupar com malware e outras ameaças. Ele fornece várias camadas de proteção atualizadas continuamente, incluindo os recursos a seguir integrados a um gateway unificado e fácil de gerenciar que reduz os custos e a complexidade da segurança na Web.

Fonte e Direitos Autorais: TechNet Newsletter – Abril 2011.