Assespro apresenta propostas com objetivo de modernizar leis para startups


Representantes da Assespro (Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação) foram à Brasília para apresentar propostas que buscam beneficiar startups, empresas e micro empresas de tecnologia. Em visita recente à Câmara dos Deputados, o representante da entidade Adriano Krzyuy, do Paraná, apresentou duas propostas para parlamentares.

A primeira diz respeito à modernização da Lei de Licitações (PL 1292/1995). Um documento entregue a alguns parlamentares pleiteou, entre outros pontos, licitações exclusivas para micro e pequenas empresas com o valor de até R$240 mil, penalização quando do não pagamento pela administração pública e fomento ao software livre. “Nossa proposta é tornar as compras públicas mais rápidas, baratas e eficientes, tanto para o governo quanto para as empresas”, afirmou Krzyuy, da Assespro-Paraná.

As outras questões discutidas diziam respeito à Lei Geral de Proteção de Dados, sobre a qual serão reabertas as discussões na casa legislativa em breve.  A Assespro pretende que elas cheguem a esta discussão com o apoio de alguns deputados.

“É preciso aproveitar esse momento para corrigir algumas imprecisões do texto de lei e manter as conquistas que garantem o equilíbrio ao ecossistema de inovação e empreendedorismo no país”, afirmou o presidente da Assespro-PR.

Entre as principais emendas do texto sobre LGPD apoiadas pela entidade estão estabelecimento de uma autoridade nacional de proteção de dados dotada de mais autonomia e independência; fixação de regras mais efetivas e rígidas para o tratamento de dados pelo poder público; estímulo à inovação com regras diferenciadas para startups e empresas inovadoras em geral; e regras mais claras para todas as hipóteses legais que autorizam o tratamento de dados pessoais.

Hoje, o Brasil conta com cerca de 70 mil empresas de TI que geram mais de 1,2 milhão de postos de trabalho. A expectativa é de que, nos próximos dez anos, este mercado alcance a marca de U$220 bilhões de dólares, que pode corresponder a 6,5% do PIB.

Fontes e Direitos Autorais: ITMidia.com – Direto da Redação – 25/08/2019.
https://itmidia.com/assespro-apresenta-propostas-para-modernizar-leis-que-cobrem-startups/

Microsoft anuncia a realização da Build Conference para os dias 06 e 08 de Maio


Agora é oficial!

A Microsoft anunciou que seu grande evento o Build Developer Conference realizada anualmente será mais uma vez no mês de Maio especificamente nos dia 6, 7 e 8 em Seattle – Estados Unidos.

Da mesma maneira que ocorreu em 2018, os dias de realização do Build serão bem próximas aos dias que a Google Developer será realizada, marcada também para o mês de Maio, nos dias 7, 8 e 9.


Presidente Mundial da Microsoft Satya Nadella na abertura do Build Developer Conference 2018.

Espera-se que o Build 2019 tenha mais conversas da Microsoft sobre oportunidades de desenvolvedores usando o Azure e o Windows. Os rumores também sugerem que a Microsoft vai finalmente falar mais sobre o Windows Core OS, e pode até mesmo tirar os envoltórios da Microsoft próximos ao Windows Lite OS.

As inscrições para este grandioso evento se iniciando no dia 27 de Fevereiro, através do link –  Registration for Build 2019.

Fontes e Direitos Autorais: Windows Central – Zac Bowden – 06/02/2019.
Leia na integra acessando: https://www.windowscentral.com/microsoft-announces-build-developer-conference-may-6-8

O que é o Microsoft ‘ Windows Lite ‘ OS?


Falar de uma nova versão, leve do Windows tem sido cada vez mais comum desde o final do ano passado, principalmente após algumas referências ao  “Windows Lite ” terem aparecido dentro de um dos muitos Windows Insider Preview liberados regularmente.

Não demorou muito para o primeiro relatório surgir e apresentar alguns detalhes sobre o Windows Lite. A partir daí, entendemos que o Windows Lite vai ser o concorrente da Microsoft Chrome OS… assim como o Windows 10 S supostamente foi.

Windows Lite será ideal para você?

Isso levanta a questão, o que exatamente será esse “Windows Lite”? Esforços anteriores da Microsoft em tentar fazer uma versão do Windows 10 para o mercado do Chrome OS tem se aumentado ainda mais.

Um cliente querendo comprar um dispositivo Windows provavelmente está esperando que ele seja capaz de executar programas como Google Chrome e muitas outras aplicações Win32 que não estão Microsoft Store. Para a Microsoft ter a hipótese de fazer um sistema operacional que está equilibrado como o Chrome OS ou mais leve que o iOS , precisa cortar os laços com a marca Windows.

A diferença com Windows Lite, é que ele corta todos os laços com o que vamos esperar de um produto de “Windows”, muito que os rumores sugerem que Microsoft nem venha a fazer referência ao nome “Windows” quando provavelmente realizar seu anunciado oficial. 

Fazendo isso abre a Microsoft esta abrindo as portas em relação a capacidade do seu novo sistema operacional, ela estará na verdade evitando expectativas de disponibilidade do app, como também permitindo a própria empresa experimentar e se aventurar em um novo território, quando se trata de experiência do usuário.

Usuários do Windows vem para esperar uma barra de tarefas familiar e começar a combinação de botão e se afastar muito longe de que experiência causa problemas para os usuários. Caso no ponto: Windows 8. Não ligar para a nova versão do Windows deve ajudar a Microsoft a afastar isso.

Voltando à nossa pergunta inicial, que é de Lite para Windows? Simplificando, é para pessoas que não precisam de dispositivos com um Windows completo. É para as mesmas pessoas que estão olhando para o iPad com iOS e pensamento Sim, eu faço o que eu preciso fazer com algo assim. Mesmo para as pessoas que compram dispositivos de Chrome OS.

A Microsoft vai direto para esse mercado, o que eu gosto de chamar o mercado de “computação de luz”. Computação de luz é um dispositivo e experiência de sistema operacional que foi projetado para sair do modo e atender as necessidades básicas da maioria das pessoas usando um laptop ou tablet.

O que mais pode significar Windows Lite ?

Neste sentido, o Windows Lite muito provavelmente vai para ser um grande jogador na estratégia de educação da Microsoft, que também tem visto Chrome OS com este potencial.

A Microsoft não pode perder o mercado de educação para o Chrome OS e iOS, mas 10 Windows em si não é suficiente para competir mais nesta indústria, uuitas escolas querem uma plataforma que é simples e fácil de manter.

A web também é uma parte enorme do Windows Lite. Me disseram que muito esta sendo priorizar a web com suas experiências nos laços profundos neste novo sistema operacional. Eu não ficaria surpreso se a Microsoft anunciar um Windows Lite PCs como dispositivos que vêm com o gabinete de graça, ou Office web apps.

Windows Lite é tanto um competidor ao lado do Chrome OS como ele também está competindo com o Google Docs. Chrome OS e Google Docs estão amarrados juntos muito bem, e eu espero ver o mesmo com Lite Windows e Office Online. O Windows Lite é para usuários casuais, pessoas em educação e a multidão de computação luz.

Se você é alguém que verifica e-mail, escreve documentos, elabora planilhas, faz apresentações, ouve música, assiste a Netflix e navega Reddit, então Windows Lite, assim como o Chrome OS e o iPad, é para você.

É uma versão do Windows que está se esforçando muito para não ser Windows, e estou interessado em ver até onde a Microsoft leva essa ideia.

Fontes e Direitos Autorais: Zac Bowden – Editor Sênior no Windows Central – 30/01/2019.
Leia na integra acessando: https://www.windowscentral.com/who-windows-lite-going-be

Programa Microsoft para Startups


A Microsoft realizou ontem dia 14/02 o anúncio do programa Microsoft para Startups, que oferece acesso a negócios, tecnologia e benefícios da comunidade e que ajuda as empresas iniciantes a expandir sua base de clientes e a receita, construir uma plataforma confiável que cresça com elas e conectar-se à sua comunidade e clientes.

A empresa alocará US$ 500 milhões nos próximos dois anos para oferecer opções de covenda para startups, além do acesso à tecnologia da Microsoft e novos espaços comunitários que promovam a colaboração dentro dos ecossistemas locais. Startups são um motor de inovação indiscutível, e a Microsoft está em parceria com fundadores e investidores para ajudar a acelerar seu crescimento. Este novo programa foi projetado para ajudar as startups em ações relacionadas á:

Vender para novos clientes, setores e mercados
O programa Microsoft para Startups possui uma abordagem única que liga startups a clientes. A Microsoft possui mais de 30.000 representantes de vendas e 800.000 parceiros cujo objetivo é impulsionar a adoção de soluções de nuvem da Microsoft em empresas de todos os tamanhos e setores em todo o mundo. O programa fornece recursos que preparam suas equipes de marketing e vendas para atender aos padrões dos clientes corporativos e, em seguida, permitir que eles vendam para essas organizações em parceria com a vasta organização de vendas da Microsoft e o ecossistema parceiro.

 

Microsoft anuncia o programa Microsoft para Startups

Inovar rapidamente com o acesso a ferramentas confiáveis ​​de tecnologia, suporte e desenvolvimento
O programa oferece às startups até US$ 120 mil em créditos gratuitos de Azure, suporte técnico de nível empresarial e ferramentas de desenvolvimento para ajudá-los a criar soluções inovadoras na nuvem utilizada ​​por 90% das empresas do ranking Fortune 500.

Acessar os recursos certos no momento certo
O Microsoft para Startups ajuda empresas iniciantes em todas as etapas em ecossistemas de todo o mundo:

Microsoft Reactors são espaços físicos onde empresários, desenvolvedores, investidores e a comunidade empresarial podem se unir para interagir, aprender e compartilhar. Durante o próximo mês, abriremos as portas nos novos espaços Microsoft Reactor em Londres, Sydney, Tel Aviv, Berlim, Xangai e Pequim. Esses espaços somam-se a nossos locais existentes em Redmond, Seattle, San Francisco e Nova York.

– Acesso ao Microsoft ScaleUp (antigo Microsoft Accelerators), ajudando as startups de série A e posterior a se ajustar ao mercado de produtos, aprimorar suas infraestruturas e construir seus negócios usando os serviços Azure e Microsoft Dynamics.

– Conexões com a Microsoft Ventures, equipe estratégica de investimento em capital de risco da Microsoft, cuja missão é ser um parceiro ativo em estágios-chave do crescimento de uma empresa, normalmente investindo entre as séries A e D.

As startups nos inspiram a ir além do possível e construir produtos que melhoram nossas vidas pessoais e profissionais. A Microsoft está animada para se associar a startups para capacitar cada pessoa e organização no planeta.

Para maiores informações acesse: startups.microsoft.com.

Fontes e Direitos Autorais: https://startups.microsoft.com/en-us/ – 14/02/2018.

Conferência Build 2018 realizada pela Microsoft será em Maio


A Microsoft ainda não divulgou os detalhes da conferência Build 2018, a nova edição do seu evento anual para desenvolvedores e profissionais de tecnologia. No post publicado no dia 06/02 por Mehedi Hassan  a data de realização do evento foi divulgada. A nova edição da conferência será realizada de 7 a 9 de maio em Seattle, nos Estados Unidos. Mais informações sobre a conferência Build 2018 serão publicadas em breve pela empresa no site https://build.microsoft.com/.

A edição de 2018 da conferência deve abordar a próxima grande atualização do Windows 10, codinome Redstone 4, e outras novidades para os desenvolvedores com foco em Azure, IA (Inteligência Artificial), IoT (Internet of Things ou Internet das Coisas), Visual Studio e mais.

Assim como ocorreu com a edição de 2017, a conferência deste ano também deverá ser transmitida ao vivo.

Conferência Build 2018 será realizada em maio pela MicrosoftFontes e Direitos Autorais: https://www.thurrott.com – 06/02/2018 – Mehedi Hassan.

Microsoft abre inscrições para o maratona bots


A Microsoft abriu as inscrições para o Maratona Bots, um curso de capacitação online e gratuito destinado a programadores que querem aprender como criar chatbots, robôs que conversam via chat utilizando recursos de Inteligência Artificial.

O curso terá quatro semanas de duração e os conteúdos didáticos serão liberados semanalmente. O primeiro módulo estará disponível a partir de segunda-feira, dia 15 de janeiro.

Após o término das aulas, os participantes terão até o dia 26 de março para desenvolverem um bot atendendo aos critérios da organização do curso. Os projetos serão avaliados por um time de especialistas da Microsoft. O objetivo é fomentar a criatividade e o aprimoramento técnico dos participantes em serviços de Inteligência Artificial disponíveis na nuvem.

A maratona também fará uma breve introdução aos conceitos de machine learning e Inteligência Artificial, que podem auxiliar na construção de aplicativos de diferentes tipos. São conhecimentos que ajudam a formar um profissional capaz de fazer frente às demandas atuais das empresas interessadas em promover a transformação digital.

Microsoft abre inscrições para o Maratona Bots

O público-alvo principal do curso são os desenvolvedores de software. Profissionais de áreas relacionadas que tenham conhecimento básico de programação e desejam entender melhor a aplicabilidade da tecnologia nos negócios também podem participar.

Além das aulas de vídeo online, o curso terá materiais de apoio em formato PDF e laboratórios práticos. Durante o período de aulas, os participantes poderão tirar suas dúvidas com instrutores que estarão on-line. Depois do encerramento, o conteúdo das aulas continuará disponível na plataforma on-line.

Desenvolvedores e demais interessados podem se inscrever aqui.

Fontes e Direitos autorais: Microsoft News Center Brasil – 10/01/2018.

Participe do evento online Live Migration na Nuvem


A Microsoft realizará no próximo dia 31 de maio o evento online Live Migration na Nuvem, que trará palestras relevantes de especialistas em cloud, containers e soluções Open Source do mercado mundial e nacional.

Entenda como movimentar dinamicamente seus ambientes entre diferentes provedores de nuvem sem downtime e perda de dados, além de aprender como solucionar os principais problemas de DevOps utilizando Live Migration por meio de exemplos práticos de implementação de soluções.

O evento será realizado no dia 31 de maio e das 19:30 às 22:30. Mais detalhes podem ser encontrados aqui.

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A Microsoft realizará no próximo dia 31 de maio o evento online Live Migration na Nuvem, que trará palestras relevantes de especialistas em cloud, containers e soluções Open Source do mercado mundial e nacional

Agenda do evento Live Migration na Nuvem

19h30 – Abertura

O novo mundo dos containers – Osvaldo Daibert
Especialista em desenvolvimento de aplicações para nuvem na Microsoft abordará a mudança radical pela qual a forma de desenvolvimento de software está passando. Seja em aplicações hospedadas em nuvens PaaS ou IaaS, os containers e microservices são os alicerces dessa mudança, ajudando a movimentar o novo modelo de integração entre Profissionais de IT e Desenvolvedores.

Containers as a Service (CaaS) – Alessandro Jannuzzi
Gerente de inovações e novas tecnologias da Microsoft Brasil explanará o assunto Container como Serviço, mostrando como o Azure Container Service otimiza a configuração de tecnologias e ferramentas Open Source, como Mesosphere DCOS na plataforma de nuvem. Abordará algumas features deste, como a portabilidade para recipientes e configuração de aplicativo.

Live Migration com Jelastic – Ruslan Synytsky
CEO e fundador da Jelastic, empresa que entrega DevOps com orquestração de containers apresentará como algumas das principais questões DevOps podem ser resolvidas utilizando a opção de Live Migration, e como implementar esta solução, de forma que sua migração seja tranquila e altamente automatizada. Veremos como mover uma aplicação da nuvem AWS para o Microsoft Azure, sem paradas e sem perda de dados!

Q&A
Tire suas dúvidas com os palestrantes do evento Live Migration na Nuvem.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com

Microsoft SQL Server 2016 e String_Split(), agora ficou fácil dividir uma string.


Fala galera, boa tarde, segunda – feira, eita dia complicado, começo de semana é tenso, pois saber que mais um final de semana passou voando é triste. Vamos em frente e pensar que mais um final de semana está chegando, é bem melhor.

Seguindo a onda de informações, anúncios, posts, entre outras formas de divulgação sobre o Microsoft SQL Server 2016, hoje vou destacar mais um pouco no meu blog sobre esta nova versão e destacar mais uma das suas novidades, estou me referindo a nova Table Value Function String_Split(). Algo que realmente era muito pedido pelos desenvolvedores e que a Microsoft demorou um pouco para reconhecer a sua importância, mas na versão 2016 ela está presente e será muito útil.

 

A String_Split()

Pode-se dizer que é uma daquelas funções desejadas por todos os profissionais que trabalham com desenvolvimento e necessitam em algum momento realizar o chamado split de uma string. Se você não sabe ou conhece este termo, split pode ser entendido como fatiar, dividir, cortar, quebrar em pedaços.

Fazendo uma analogia, a string_split() vai fazer exatamente isso com uma string, transformando a mesma em pequenas outras strings (substrings ou partes de uma string).

Funcionalidade ou capacidade considerado por muitos como algo realmente complexo se der feito por um SGBD – Sistema Gerenciador de Banco de Dados, ainda mais para o SQL Server se pensarmos que até a versão 2014 tínhamos a necessidade de customizar este tipo de necessidade.

Mas que para nossa alegria a Microsoft introduziu este recurso na versão RC0 sinal que provavelmente e o que tudo indica a mesma vai fazer parte da versão final do SQL Server 2016.

 

Compatibilidade

Por se tratar de uma nova funcionalidade, até o presente momento a documentação oficial da Microsoft indica que esta função é compatível com a versões:

  • Microsoft SQL Server 2016; e
  • Azure Database.

As versões Azure SQL Data Warehouse e Parallel Data Warehouse até o momento não estão na lista de produtos compatíveis com a esta nova função.

Observação: Um detalhe muito importante é a necessidade do nível de compatibilidade do banco de dados estar definido na versão 130, sendo este o nível do SQL Server 2016.

 

Sua importância. O porquê ela pode ajudar

A String_Split() vem para preencher uma lacuna muito grande deixada pelo tipo de desenvolvimento e engenheiros da Microsoft desde a versão 2008 e 2012, onde novas funções para se trabalhar com string foram adicionadas no produto.

Sua importância vai muito além da capacidade técnica de permitir que uma string seja dividida em pequenas partes e posteriormente armazenada em uma tabela, variável ou função, ela vai com certeza flexibilidade e facilitar em muito a maneira com que os dados podem ser tratados e reconhecidos pelo SQL Server o que poderá permitir a criação de novos padrões de reconhecimento de caracteres.

Uma das grandes vantagens de se utilizar a String_Split() está relacionada com a uma simples sintaxe, onde requer basicamente dois parâmetros.

 

Como utilizar a String_Split()

Criada para ser utilizada de maneira rápida e simples, a String_split é composta pode dois parâmetros string compatíveis com os tipos de dados: (nvarcharvarcharnchar ou char) para a string que desejamos supostamente dividir em conjunto com o caractere reconhecido como “divisor” ou “separador”, que também deve ser informado em um tipo de string compatível com os tipos de dados: nvarchar(1)varchar(1)nchar(1) ou char(1)).

Outra característica muito interessante desta função é a maneira que os dados são apresentados e retornados para usuário, onde podemos ter o retorno do split da string em uma coluna com diversas linhas representando os fragmentos “pedaços” ou “partes” da string, como também um valor caractere no tipo de dados nchar ou nvarchar de acordo com o tipo de dado utilizado, respeitando o tamanho do dado identificado no momento da fragmentação da string. Caso não seja reconhecido o tipo de dados original da string, o resultado da sua fragmentação será retornado com o tipo de dados varchar.

Exemplos

A seguir você vai poder encontrar alguns exemplos de como podemos fazer uso da função String_Split(). Vale ressaltar que esta função se encontra disponível a partir da versão RC0, requerendo a configuração o nível de compatibilidade para o número 130.

Alguns dos exemplos apresentados aqui foram elaborados e executados no banco de dados de exemplo AdventureWorks2016 CTP3, caso venha tenha interesse em realizar o download desta sample database, utilize o link: https://www.microsoft.com/en-us/download/details.aspx?id=49502

Outro detalhe importante a ser destacado é o resultado apresentado para cada exemplo ilustrado a seguir, por padrão o SQL Server gera uma coluna chamada value contendo a lista de valores fragmentados após o processo de split da string.

 

 

— Exemplo 1 – Separando de forma simples uma string –

SELECT *

FROM STRING_SPLIT(‘Junior,Galvão,MVP,SQL Server’,’,’)

Go

 

Resultado

value
Junior
Galvão
MVP
SQL Server

 

— Exemplo 2 – Fazendo uso de variáveis como parâmetros de entrada de valores –

DECLARE @string VARCHAR(100) = ‘Microsoft,SQL Server,2016,RC0′,

@separador CHAR(1) =’,’

 

SELECT *

FROM STRING_SPLIT(@string,@separador)

Go

 

Resultado

value
Microsoft
SQL Server
2016
RC0

 

— Exemplo 3 – Armazenando o resultado da divisão de uma string em uma nova tabela –

DECLARE @string VARCHAR(100) = ‘Microsoft,SQL Server,2016,RC0′,

@separador CHAR(1) =’,’

 

SELECT * INTO #SplitTable

FROM STRING_SPLIT(@string,@separador)

GO

 

— Visualizando a estrutura da tabela —

sp_Columns #SplitTable

Go

 

— Consultando os dados da tabela —

Select * from #SplitTable

Go

 

Após executar a system stored procedure sp_columns podemos notar que o tamanho e tipo de dados da coluna value criada através do select…into foi definido como Varchar() sendo este o tipo de dados padrão utilizado pela String_Split() para garantir compatibilidade no armazenamento e apresentação de dados oriundos de uma outra tabela.

 

— Exemplo 4 – Apresentando a mensagem quando o separador de string for definido com mais de um caracter —

DECLARE @string VARCHAR(100) = ‘pedrogalvaojunior#@gmail#@com’,

@separador CHAR(2) =’#@’

 

SELECT * FROM STRING_SPLIT(@string,@separador)

Go

 

Como pode ser observado o Microsoft SQL Server 2016 vai lançar e apresentar uma mensagem de erro com o código 214 informando que a quantidade de caracteres ou melhor dizendo que o tamanho utilizado para o parâmetro separador foi definido acima de um caractere, sendo que, este parâmetro só identifica e reconhece um único caractere.

Resultado

Msg 214, Level 16, State 11, Line 3

Procedure expects parameter ‘separator’ of type ‘nchar(1)/nvarchar(1)’.

 

— Exemplo 5 – Apresentando o comportamento da String_Split() quando um parâmetro apresenta valor nulo –

SELECT * FROM STRING_SPLIT(‘pedrogalvaojunior,wordpress,com’,NULL)

Go

 

Para este exemplo 5 o comportamento do SQL Server 2016 é exatamente o mesmo do exemplo 4, onde será apresentanda uma mensagem de erro informando que o tamanho informado no parâmetro separado, foi definido acima de um caractere.

Resultado

Msg 214, Level 16, State 11, Line 3

Procedure expects parameter ‘separator’ of type ‘nchar(1)/nvarchar(1)’.

 

— Exemplo 6 – Realizando o split de uma string com base na junção de uma tabela com a função String_Split() –

— Criando a tabela Split —

Create Table Split

( SplitId INT IDENTITY (1,1) NOT NULL,

SplitValue1 NVARCHAR(50),

SplitValue2 NVARCHAR(50))

GO

 

— Inserindo linhas de registro —

INSERT INTO Split (SplitValue1, SplitValue2)

VALUES (‘Pedro’,’Galvão’),

(‘Junior’,’Galvão’),

(‘Antonio’,’Silva’),

(‘Chico’,’Bento’)

Go

 

— Realizando a Junção da Tabela Split com a função Split_String() —

Select SplitId, SplitValue1, SplitValue2, Value

From Split S Inner Join String_Split(‘Pedro,Antonio’,’,’) STS

On S.SplitValue1 = STS.Value

Go

 

Observe que o SQL Server realizou o split dos dados com base na junção e valores informados para a função e mesmo assim apresentou os dados dados de cada coluna que compõem a estrutura da tabela Split.

 

Resultado

SplitID SplitValue1 SplitValue2 Value
1 Pedro Galvão Pedro
3 Antonio Silva Antonio

 

— Exemplo 7 – Apresentando o resultado quando ambos os parâmetros vazios –

Select * from String_Split(‘ ‘,’,’)

Go

 

Após executa o select acima o SQL Server identificou que ambos os parâmetros encontra-se vazios, sem nenhum tipo de dado que permita fazer a identificação da string e do separador, sendo assim o resultado retornado será uma única linha de registro vazia.

 

Resultado

Value

 

— Exemplo 8 – Apresentando o comportamento da String_Split() quando o caracter do final da string é o mesmo utilizado como separador –

SELECT * FROM STRING_SPLIT(‘Conhecendo,SQL Server,2016,’,’,’)

Go

 

Este é um cenário bem interessante e pode ocorrer a qualquer momento, nesta situação o SQL Server 2016 vai trabalhar da mesma forma que os outros exemplos, analisando e identificando a string e posteriormente fazendo a fragmentação com base no caractere separador, mesmo que este seja um caractere utilizado no final da string.

Note que que criada 4 linhas de registro sendo que a última não apresentará valores por será reconhecida e tratada como uma linha nula ou em branco.

Resultado

value
Conhecendo
SQL Server
2016

 

Legal, legal, acredito que agora ficou ainda mais fácil de entender e compreender como a String_Split() é fácil de ser utilizado e principalmente a maneira que os dados são apresentando e retornado para usuário. Desta forma, vou encerrar mais este artigo por aqui, quero também aproveitar para disponibilizar abaixo uma relação de links sobre os principais posts referentes ao SQL Server 2016 que estou desde 2015 publicando.

 


 

 

Links

Caso você não tenha acessado os posts anteriores dedicados ao Microsoft SQL Server 2016, não perca tempo e a oportunidade de conhecer mais sobre esta nova versão acessando os links abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/12/28/microsoft-sql-server-2016-e-json-uma-combinacao-bem-interessante-final/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/11/09/microsoft-sql-server-2016-e-json-uma-combinacao-bem-interessante-parte-i/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/10/02/conhecendo-o-live-query-statistics-no-microsoft-sql-server-2016/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/07/10/microsoft-sql-server-2016-lista-de-novidades-parte-i/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/07/16/microsoft-sql-server-2016-lista-de-novidades-parte-ii/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2015/07/30/microsoft-sql-server-2016-lista-de-novidades-final

 

Conheça o SQL Server 2016 RC0: Faça download da versão RC0 disponibilizada a poucos dias acessando: https://www.microsoft.com/en-us/evalcenter/evaluate-sql-server-2016. Acesse também da documentação oficial Microsoft sobre a String_Split(): https://msdn.microsoft.com/en-us/library/mt684588.aspx

 


 

Conclusão

Como você pode observar uma das mais esperadas funcionalidades foi adicionada ao SQL Server, a capacidade de fragmentar, dividir, fatiar uma string em pequenas partes ou substrings. Recurso mais que necessário e importante para qualquer desenvolver ou profissional de banco de dados que necessita analisar um texto “string” e através de um caractere denominado separador delimitar como pode ser gerada fragmentos deste texto.

A cada novo build liberado pela Microsoft podemos observar e notar o grande trabalho e esforço que esta sendo feito para transformar o Microsoft SQL Server 2016 na maior e principal versão do produto desde o grande salto dado em 2005 com o lançamento naquele momento da versão 2005.

Funções similares ao String_Split() estão sendo cada vez mais disponibilidades e adicionadas ao produto como forma de fazer com que o SQL Server se torne uma plataforma única de desenvolvimento, administração, armazenamento e gestão de banco de dados, isso representa uma grande evolução e atenção das equipes de desenvolvimento e engenheiros do produto em atender e satisfazer a comunidade técnica que se dedica a estudar e conhecer cada vez mais o SQL Server.

Acredito que os exemplos apresentados aqui conseguir mostrar a simplicidade de se trabalhar com esta nova funcionalidade, ilustrando sua simplicidade no uso e forma de obter os resultados.

Mais uma vez agradeço a sua atenção, seu interesse em visitar o meu blog, espero encontra-lo em outras oportunidades. Deixe seus comentários, críticas e sugestões.

Até a próxima.

Microsoft promove campanha A Hora do Código


A Semana de Educação em Ciência da Computação começa nesta segunda-feira, 7, e a Microsoft dá continuidade à terceira edição da campanha A Hora do Código, que utiliza a linguagem de blocos para ensinar estudantes e professores a programar gratuitamente.

A iniciativa faz parte do YouthSpark, projeto da Microsoft destinado a gerar oportunidades de emprego e apoiar o empreendedorismo.

Microsoft promove campanha A Hora do Código

Microsoft promove campanha A Hora do Código

De hoje a 13 de dezembro, a Microsoft pretende realizar pelo menos 100 mil eventos em mais de 50 países para ensinar mais de 250 mil jovens a programar em workshops online. O objetivo é que os jovens aprendam fundamentos básicos de informática e os conceitos utilizados para fazer aplicativos, conhecimentos essenciais para profissionais do século 21. Apenas nesta semana, a companhia pretende alcançar dez milhões de jovens, número que crescerá até o fim do ano.

O CEO da Microsoft, Satya Nadella, participou do lançamento oficial da campanha A Hora do Código na escola Rainier View, em Seattle. Satya interagiu com estudantes enquanto eles utilizavam o tutorial de codificação baseado no jogo “Minecraft” – game que conta com mais de 100 milhões de jogadores em todo o mundo – para aprender conceitos básicos de programação dentro de um ambiente popular e divertido. O tutorial está disponível em todo o mundo, com versão em português para os brasileiros.

No Brasil, o Instituto Neymar Jr, já parceiro da iniciativa, proporcionará a crianças atendidas pelo projeto no litoral paulista a oportunidade de construir seu primeiro aplicativo, receber um certificado on-line e descobrir uma nova possibilidade de carreira. Outras organizações não governamentais também participarão da campanha. Entre elas estão a ATN (Associação Telecentro de Informação e Negócios), de Brasília, e o CDI (Comitê para Democratização da Informática), que promoverá workshops em parceria com quatro instituições do programa Recode em Comunidades, no Rio de Janeiro.

Professores brasileiros também têm inovado ao incluir novas tecnologias em seus planos didáticos. Ângelo Costa, professor de programação na escola MadCode e no Colégio Santa Cruz, de São Paulo, utiliza as ferramentas Kodu e Minecraft no ensino de diferentes formas de criar e aplicar a tecnologia no conteúdo visto na sala de aula. Alessandra Buriti, Professora de Tecnologia Educacional na Escola Visconde de Porto Seguro, foi uma das participantes do #EuPossoProgramar e incentiva seus alunos a aprenderem mais com a iniciativa. E há outras iniciativas de professores que você pode conferir aqui.

A campanha A Hora do Código faz parte da iniciativa Eu Posso Programar, que têm o intuito de universalizar o acesso à codificação e estimular o desenvolvimento do raciocínio lógico, a habilidade na resolução de problemas e a criatividade, alavancando inovação e oportunidades de empregabilidade e empreendedorismo.

Mais de 100 milhões de estudantes de 180 países e 40 idiomas participaram da campanha A Hora do Código, incluindo um em cada três alunos de escolas norte-americanas. Só no Brasil, 1.236.527 estudantes já participaram da campanha.

A última edição do #EuPossoProgramar aconteceu em outubro passado. Na ocasião, o Secretário Nacional da Juventude da Presidência da República, Gabriel Medina, esteve na ONG Ação Social Planalto (ASP), onde crianças fizeram o curso e receberam certificados.

Os conteúdos estão disponíveis no site www.eupossoprogramar.com e fazem parte da terceira edição da campanha A Hora do Código. O tutorial do Minecraft foi desenvolvido pelos designers do jogo em parceria com a Code.org – idealizadora do evento – e já foi utilizado mais de 2,4 milhões de vezes desde o lançamento.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – Sid Vicious @ 7 dez 2015 | 6:35 pm

Brasil é o 10º país do mundo com mais supercomputadores


Supercomputador Santos Dumont, do Laboratório Nacional de Computação Científica, de Petrópolis (RJ). (Foto: Divulgação/LNCC)Supercomputador Santos Dumont, do Laboratório Nacional de Computação Científica, de Petrópolis (RJ). (Foto: Divulgação/LNCC)

Alguns dos supercomputadores mais rápidos e potentes em operação estão no Brasil, o que faz do país ser o 10º no mundo com a maior quantidade de máquinas de alto desempenho, aponta o ranking Top 500, divulgado nesta terça-feira (17).

A lista reúne computadores velozes a ponto fazer milhões de milhões de cálculos enquanto você nem terminou de piscar os olhos. As seis máquinas brasileiras da lista não são nenhum modelo dos diversos laptops, tablets ou smartphones presentes nas prateleiras de lojas varejistas. Nem são vendidos pela bagatela de milhares de reais paga por eles.

Além de pertencerem a institutos de pesquisa e à indústria, os supercomputadores brasileiros custam milhões. Três deles são do Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), em Petrópolis (RJ), um do Cimatec, em Salvador (BA), um do Instituto Nacional de Pesquisa Espacial (Inpe), de São Paulo (SP), e um da Petrobras.

Supercomputador mais rápido da América Latina é inaugurado em Salvador (Foto: Angelo-Pontes/ Sistema Fieb)Supercomputador do Cimatec, em Salvador (Foto: Angelo-Pontes/ Sistema Fieb)

Apesar de serem os únicos da América Latina listado, nenhum deles figura entre os cem melhores. O Brasil já chegou a estar na elite da elite mundial, quando o Inpe instalou em 2010 o Tupã, supercomputador classificado naquele ano no 29º posto — hoje, também figura na lista mas no 476º lugar.

O critério dos cientistas do Laboratório Nacional de Berkeley, Universidade do Tennessee e da Prometeus, que elaboram o ranking, é a capacidade de executar cálculos. Máquina brasileira mais bem posicionada, na 200º posição, o Santos Dumont GPU, do LNCC, é capaz funcionar a 456 TFlops teraflops, equivalente a 456 trilhões de cálculos de ponto-flutuante por segundo (trocando em miúdos: contas de soma e subtração por segundo).

RANKING DE PAÍSES COM MAIS SUPERCOMPUTADORES
Países Nº de máquinas
1) EUA 199
2) China 109
3) Japão 37
4) Alemanha 33
5) França 18
6) Reino Unido 18
7) Índia 11
8) Coreia do Sul 10
9) Rússia 7
10) Brasil 6
Fonte: Top 500

Para se ter ideia do que isso representa, ele é 4.560 mil vezes mais rápido que um computador de mesa em bom estado, que opere em torno de 100 GFlops (100 bilhões de operações por segundo). Não é tão rápido quando comparado ao “Usain Bolt dos circuitos integrados”. Primeiro da lista, o Tianhe-2, da Universidade Nacional de Tecnologia para a Defesa, da China, pode rodar a 33.862 TFlops, ou seja, é 3,3 milhões de vezes mais ágil que um desktop.

“Aqui, o nosso principal problema é esse: estamos em 10º, mas, do ponto de vista de performance, estamos atrás de vários países”, afirma Pedro Dias, diretor do LNCC.

O comentário de Dias nem faz menção a Estados Unidos e China, que possuem respectivamente 199 e 109 supercomputadores na lista. O diretor faz referência a países como Austrália, Polônia, Suíça e Itália, com poucos representantes no ranking mas que são mais potentes.
Segundo ele, se fosse pela demanda, o Brasil deveria estar entre os vinte do mundo.

Uso
Supercomputadores são usados para simular perfurações em campos de petróleo, como o pré-sal, criar novos fármacos antes de serem testados em laboratórios e analisar informações de sequenciamento genético.

Por ser híbrido, ou seja, capaz de não só processar grandes massas de informação, mas de forma rápida e com grande memória, o Santos Dumont foi “fatiado” para entrar na lista. Cada um desses módulos foi incluído em postos diferentes do Top 500. Somados, conferem capacidade de 1.141 TFlops.

Ao custo de R$ 60 milhões, o Santos Dumont entrará em operação plenamente em 2016. Inicialmente, vai ajudar a Fiocruz a elaborar novos medicamentos, a Coppe-UFRJ a analisar como a areia se deslocará durante as perfurações do pré-sal e o Inpe na previsão do tempo. No que vem, o time do Brasil será reforçado por um novo supercomputador do Inpe.

SUPERCOMPUTADORES PODEROSOS
Supercomputador País Potência (TFlops)
1) Tianhe-2 China (Universidade Nacional de Tecnologia para a Defesa) 33,8 mil
2) Titan EUA (Laboratório Nacional Oak Ridge) 17,5 mil
3) Sequoia EUA (LLNL) 17,1 mil
4) K Computer Japão (Instituto Avançado para Ciência da Computação) 10,5 mil
5) Mira EUA (Laboratório Nacional Argone) 8,5 mil
6) Trinity EUA (SNL) 8,1 mil
7) Piz Daint Suíça (Centro Nacional Suíço de Supercomputação) 6,2 mil
8) Hazel Hen Alemanha (Centro de Computação de Alta Perfomance Stuttgart) 5,6 mil
9) Shaheen II Arábia Saudita (Universidade de Ciência e Tecnologia King Abdullah) 5,5 mil
10) Stampede EUA (Universidade do Texas) 5,1 mil
200) Santos Dumont GPU Brasil (Laboratório Nacional de Computação Científica) 456
241) Cimatec Yemoja Brasil (Cimatec) 405
265) Santos Dumont Hybrid Brasil (Laboratório Nacional de Computação Científica) 363
310) Santos Dumont CPU Brasil (Laboratório Nacional de Computação Científica) 321
406) Grifo04 Brasil (Petrobras) 251
476) Tupã EUA (Inpe) 214
Fonte: Top 500

Fontes e Direitos Autorais: G1 – Helton Simões Gomes – 19/11/2015 08h16 – Atualizado em 19/11/2015 08h16.

Feliz Ano Novo….Que venha 2014


Pessoal, boa noite.

Tudo bem?

Hoje não vou postar nada sobre Tecnologia ou Microsoft SQL Server, mas sim, vou encerrar mais um ano de muito trabalho e dedicação ao meu blog.

Fui um ano muito difícil de se manter sempre atualizado, ainda mais com o lançamento de novos produtos e ferramentas da Microsoft, principalmente o Windows Server 2012 R2, Windows 8.1 e Prévias do SQL Server 2014, mesmo assim, a minha missão foi cumprida e no decorrer do ano, mais de 200 posts foram publicados.

Espero que este número possa aumentar ainda mais, como também, a sua participação.

Um grade abraço, Feliz Ano Novo, Que venha 2014 trazendo realizações e conquistas.

Nos vemos novamente a partir do dia 06 de Janeiro.

Obrigado.

Marco Civil não evita espionagem, diz relator


BRASÍLIA – O relator do Marco Civil da Internet, deputado Alessandro Molon (PT-RJ), afirmou que a proposta não impede práticas de espionagem, mas protege a privacidade do internauta. “Nenhuma lei impede espionagem. Nenhuma lei impede crimes, mas nem por isso deixamos de fazer. A lei vai punir e desincentivar”, argumentou. “Atualmente a privacidade do usuário não está protegida”, disse.

O deputado Alessandro Molon (PT-RJ).
Foto: André Borges/Estadão – 6/8/2013

   

Em audiência pública que debate o tema, Molon afirmou que o projeto é uma primeira lei geral brasileira sobre a internet. “Falta muita coisa, mas ela tem princípio, direitos e garantias do uso da internet no Brasil. Evidentemente não trata de tudo da internet. Um projeto não pode resolver todos os problemas”, disse.

O deputado apontou como ponto essencial do Marco Civil a neutralidade da rede. Ele explicou que o texto permite a venda de pacotes com diferentes velocidades, mas não aceita que o provedor determine os tipos de acesso que o usuário terá, como uso de e-mails, o acesso a notícias, blogs, etc.

“Qualquer emenda que fira a neutralidade eu não vou acatar. Posso ser derrotado, mas não vou. Isso vai limitar perspectiva de lucro que algumas empresas teriam, mas o objetivo é proteger o internauta”, disse. “As recentes manifestações foram transmitidas e debatidas pela internet. Isso só foi possível porque temos uma internet livre.”

“Práticas do mercado querem acabar com a neutralidade da rede com o argumento de que ela pode ser mais barata para alguns se for oferecida internet rateada”, disse Molon. “Nós vamos agora dizer ao povão que tem direito ao e-mail, mas não ao YouTube ou a um blog?”

A advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Veridiana Alimonti defendeu a garantia de ”acesso pleno” à rede. “Internet não pode se reduzir a e-mail e redes sociais. É preciso garantir o acesso pleno porque há ainda publicações científicas, dados, notícias”, disse.

As operadoras, por outro lado, acreditam que podem oferecer serviços diferentes, baseados no volume de dados. ”Quem consome mais, paga mais. Qualquer serviço funciona assim”, afirmou Alexandre Castro, diretor de regulação do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil). Se não houver essa
diferenciação, segundo ele, “o dimensionamento da rede terá que usar perfis de uso muito mais pesado”.

Ele aponta que isso elevaria o custo para o usuário. “Isso significa investimento bem mais pesado das empresas. O retorno adequado vai impor preços mais elevados para o consumidor. Isso significa menor inclusão”, disse.

O Sinditelebrasil aponta, ainda, que as empresas do setor precisam monitorar o uso da internet para fazer gestão de suas redes. “A ideia não é ler informações dos usuários, mas informações dos protocolos para saber como aquela informação é trafegada na rede”, disse Castro.

Armazenamento.  Castro sugeriu que os dados dos usuários não sejam armazenados somente fora do País. “Os grandes provedores devem ser estimulados a colocar infraestrutura no Brasil, guardando dados dos usuários em data centers, para o País ter o mínimo de soberania para tratamento aos dados utilizados por provedores”, afirmou.

Para a associação que representa empresas como Google, Microsoft e IBM, essa mudança significaria aumento do custo Brasil. Nelson Wortsman, da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), disse que um data center instalado no Brasil geraria gasto de quase U$ 1 milhão por ano para operá-lo. Nos Estados Unidos, segundo ele, o custo seria de U$ 500 mil. “Não importa onde os dados estejam, importa quem pode acessá-los.

Para uma informação que esteja em algum país e a justiça ou a Receita Federal precise, temos que ter acordo para que tenham acesso de maneira ágil”, argumentou.

Jarbas Valente, vice-presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), disse que é importante ter um marco civil. “Mas ele deve refletir mudança da governança mundial desse produto que é a internet”, afirmou.

A Associação Brasileira de Internet (Abranet) defende a aprovação do relatório de Molon para o marco civil da internet tal como está. “Está pronto para ser votado”, resumiu Eduardo Parajo, presidente do Conselho Consultivo Superior da entidade.

/ AGÊNCIA ESTADO

Fontes e Direitos Autorais: Estadão.com.br – Link – Laís Alegretti.

Bill Gates apoia rede social para pesquisadores


Bill Gates em visita a vilarejo em Gana, na África

São Francisco – O cofundador da Microsoft e filantropo Bill Gates se uniu nesta terça-feira aos que apoiam a criação de uma rede social exclusivamente destinada a promover descobertas científicas, como remédios para salvar vidas.Gates, ao lado de outros, investiram 35 milhões de dólares na página com sede em Berlim ResearchGate, iniciada há cinco anos por três amigos na tentativa de tornar mais fácil a colaboração entre cientistas e o compartilhamento de informações científicas.

 

“Nosso objetivo é liberar o conhecimento de sua torre de marfim, digitalizando-o e o tornando acessível para todo mundo com a finalidade de acelerar o progresso científico”, afirmou o co-fundador e presidente do ResearchGate, Ijad Madisch.”Estamos emocionados de incluir no nosso grupo investidores cujo objetivo está perfeitamente de acordo com o nosso e que compreendem a importância do que estamos fazendo, não só para a ciência, mas para a nossa sociedade.”

A lista de investidores no ResearchGate inclui Founders Fund e Benchmark, no Vale do Silício.Madisch, um virologista e cientista da computação, estava trabalhando na pesquisa em Boston quando se irritou com a possibilidade de que outros tivessem gasto dinheiro e tempo exatamente nas mesmas experiências fracassadas que ele estava desenvolvendo.”Estava muito frustrado com o fato de que a ciência não funciona”, afirmou.

 

“Meu objetivo principal é facilitar descobertas (científicas) ao conectar as pessoas adequadas entre eles”, disse.

 

Os usuários que quiserem ingressar no ResearchGate precisam ter endereços de e-mail de instituições científicas. A rede cresceu até ter 2,9 milhões de membros em 193 países, principalmente de Alemanha, Índia, Grã-Bretanha e Estados Unidos. “Assim como pude ver no LinkedIn e no Facebook, uma verdadeira e eficaz rede de negócios como o ResearchGate tem o poder de mudar o mundo”, disse o sócio geral da Benchmark Matt Cohler, que faz parte da Junta Diretiva do ResearchGate.”Estamos só começando a ver o impacto transformador de eliminar as barreiras arcaicas da colaboração e compartilhar” informação científica.

 

Entre as vitórias conquistadas por esta comunidade online está a causa da morte de uma menina na África, compartilhada por um cientista nigeriano com um professor na Itália que descobriu uma perigosa levedura que sofreu mutação das plantas para os seres humanos.”Isto não teria sido possível se não tivessem connectados ao ResearchGate”, afirmou Madisch ao relatar a história.”Temos outros exemplos, na química verde, na pesquisa de câncer ou na engenharia.”

 

A terceira onda de financiamento permitirá ao ResearchGate fortalecer sua plataforma para publicar resultados e construir ferramentas de software para membros, segundo Madisch.O ResearchGate está contemplando o potencial de ganhar dinheiro com painéis onde mostrar trabalhos com os quais as empresas ou os colégios podem recrutar talentos e com anúncios focados nas necessidades de equipamento para experiências.Os dados no ResearchGate continuarão gratuitos e abertos.

 

“Chamo de ciência aberta”, disse Madisch. “Isto beneficia a todos”.

 

Fontes e Direitos Autorais: 

 

• Terça-feira, 04 de junho de 2013 – 19h24.

Porque é a Lei de Moore, e não a mobilidade, que está “matando” o PC


Embora os rumores da morte do PC sejam um grande exagero – uma indústria que comercializou mais de 350 milhões de unidades em 2012 não está “morta” – não há dúvidas que que os computadores pessoais não vendem tão bem quanto antes. Os analistas ainda prevêem que as vendas de PCs irão exceder em muito as de tablets num futuro próximo, mas a taxa de crescimento nas vendas é praticamente nula. A grande pergunta é: porque?

Há algumas teorias nas quais a sabedoria popular se baseia. Muitos culpam a estagnação nas vendas de PCs em uma economia igualmente estagnada, ou apontam para a ascensão dos smartphones e tablets. Outros argumentam (de forma persuasiva) que o pouco crescimento pode ser atribuído às idiossincrasias do mercado de PCs nos países em desenvolvimento, onde os computadores são um item “de luxo” raramente substituído. Segundo os analistas, uma “segunda onda” de vendas ainda está por vir nestes países.

Assim como a maioria dos setores econômicos, o mercado de PCs é influenciado por uma enorme quantidade de fatores, e há um pouco de verdade em todas as três explicações. Mas entretanto, após observar minha sogra alegremente usando o Facebook e enviando e-mails em um PC de quase 10 anos com um processador Pentium 4, uma possibilidade mais insidiosa me veio à mente.

Será que o desempenho dos processadores atingiu um nível “bom o suficiente” para a maioria dos usuários alguns anos atrás? Seriam estas máquinas mais velhas ainda boas o bastante para completar as tarefas do dia-a-dia de uma pessoa comum, reduzindo o incentivo para um upgrade?

“Antigamente era necessário substituir o PC após alguns anos ou você ficaria muito para trás. Se não fizesse isso, não conseguira nem rodar as versões mais recentes de seus programas”, diz Linley Gwennap, principal analista do Linley Group, uma empresa de pesquisa focada em semicondutores e microprocessadores. “Agora você pode manter o mesmo PC por cinco, seis, sete anos sem problemas. Sim, ele pode ser um pouco lento, mas não o bastante para atrapalhar o uso diário”.

Processadores antigos ainda são o suficiente para o dia-a-dia

Isto pode ser um choque para os entusiastas que tentam tirar o máximo de desempenho de seus PCs, mas o cidadão comum quase nunca converte vídeos, e você não irá vê-lo disputando uma partida de Crysis 3. Em vez disso ele passa a maior parte do tempo em tarefas mais mundanas, geralmente centradas na web: compras online, envio de e-mails, contato com família e amigos em redes sociais, talvez um vídeo ocasional no YouTube – na resolução padrão, nada de HD – ou jogando algumas partidas de Paciência.

Em outras palavras, de forma alguma o tipo de atividade que pede um processador Intel Core i7 overclockado e refrigerado a água. Ou mesmo um dos modernos processadores Intel Core i3 da família Ivy Bridge, se formos honestos.

“Se você está apenas navegando na web, montando algumas planilhas aqui e editando alguns textos ali, não vai notar a diferença entre um processador mais antigo de 2.5 GHz e um modelo recente de 3 GHz”, diz Gwennap.

O PC Pentium 4 de minha sogra engasga um pouco (especialmente aos meus olhos), mas aguenta sem problemas tarefas como o uso básico na web e reprodução de vídeo em definição padrão. Mais ainda, a necessidade por chips sofisticadíssimos pode ser reduzida ainda mais à medida em que mais e mais tarefas que antes exigiam computadores poderosos fazem a transição para servidores na nuvem. Veja por exemplo o editor de imagens Pixlr, da AutoDesk, e a audaciosa iniciativa GeForce Grid da Nvidia, além de uma multidão de serviços de streaming de vídeo. Os Chromebooks estão se tornando populares por um motivo.

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Apesar de todos os efeitos visuais, Borderlands 2 ainda
roda bem em máquinas com processadores Intel Core 2

Processadores Intel Core 2 Duo e Core 2 Quad foram lançados em 2006, e ainda tem bom desempenho mesmo que você esteja levando seu PC além das tarefas básicas na web. Gamers ainda podem jogar a maioria dos títulos modernos (como Borderlands 2 e Skyrim) com bom nível de detalhes e resolução HD em computadores com processadores Core 2. Testes recentes feitos por sites como o Tom’s HardwareOCAholic mostram que estes processadores ainda se comparam bem em relação a alguns modelos mais recentes da AMD e da família Intel Core. Processadores mais antigos da AMD, como o Phenom II X4 Black Edition de 3.4 GHz, lançado em 2009, também ainda “tem jogo”, de acordo com clientes satisfeitosno site especializado Newegg.

Há um motivo pra isso, diz Gwenapp. A Lei de Moore – pelo menos na forma em que geralmente é mencionada – se transformou na “Teoria Mais ou Menos Desprovada de Moore” nas últimas gerações de processadores.

“Acho que estamos aquém da lei de Moore desde que a Intel atingiu a Power Wall (ponto no qual não vale a pena aumentar o clock de um processador, porque o consumo de energia e calor gerado são excessivos) em 2005”, disse Gwenapp em uma entrevista por telefone. “Nesse ponto energia se tornou o fator limitante, não a tecnologia ou quantidade de transistores”. Os ganhos de desempenho foram reduzidos de forma ainda mais dramática depois que a Intel lançou os primeiros chips baseados na arquitetura Nehalem no final de 2008”.

A Lei de Moore dá de cara com a parede

Antes de entrarmos em mais detalhes, vamos recapitular alguns pontos: a Lei de Moore leva o nome do ex-CEO e co-fundador da Intel, que em 1965 previu que o número de transistores que poderiam ser colocados em um circuito integrado iria dobrar a cada dois anos. A maioria das pessoas cita uma versão modificada da lei, proferida por David House, um executivo da Intel, que alega que o poder de processamento dobra a cada 18 meses. Tecnicamente a Lei de Moore ainda se mantém. É a interpretação de House que tem deixado a desejar.

“O crescimento em desempenho dos processadores da Intel foi reduzido drasticamente”, escreveu Gwennap em uma coluna na newsletter Microprocessor Report em dezembro de 2012. “…mesmo levando em conta o modesto ganho com os novos processadores Sandy Bridge, o desempenho vem aumentando a uma taxa de apenas 10% ao ano entre os desktops e 16% ao ano entre os notebooks (entre 2009 e 2012), muito longe dos bons tempos de um crescimento anual de 60%”.

Em outras palavras, os processadores mais novos não são mais tão superiores aos seus antecessores. Para o usuário comum, que basicamente usa o Facebook, e-mail e iTunes, a diferença no dia-a-dia entre um processador Intel Core 2 e um modelo mais moderno é quase inexistente, não importa o que dizem os benchmarks.

“Certamente acredito que a redução no ganho de desempenho dos computadores é um grande fator [na redução das vendas]”, disse Gwenapp à PCWorld. “Talvez mais ainda que os tablets. Porque substituir seu PC se o novo modelo não é notavelmente mais rápido do que aquele que você comprou dois ou três anos atrás”?

O desempenho fica em segundo plano

Mas o argumento de que “os processadores são bons o suficiente” gera controvérsia. “Estou aqui há 20 anos, e naquela época as pessoas já diziam que um Pentium de 60 MHz com 1 MB de RAM e Windows 3.1 era ‘bom o suficiente’”, disse Dan Snyder, Gerente de PR, na Intel, à PCWorld via e-mail. A idéia do “bom o suficiente” circula desde sempre. Lembram-se do mito de que Bill Gates teria dito que 640 KB de RAM seriam o suficiente para qualquer um?

Mas desta vez há um detalhe: Snyder listou vários exemplos dos mais novos feitos tecnológicos da Intel – como processadores para tablets e gráficos integrados mais poderosos – e embora todos eles sejam realmente intrigantes por mérito próprio, nenhum envolve um salto no desempenho “bruto” do processador (e como poderia, com as limitações da Power Wall?).

Em vez disso, os processadores modernos focam na introdução de extras que agregam valor para complementar o ganho incremental anual de desempenho. Gráficos integrados melhoraram tremendamente nos últimos anos, especialmente nas APUs (Accelerated Processing Units) da AMD e na GPU Intel HD Graphics 4000 inclusa em alguns processadores da família Ivy Bridge. De fato, os gráficos integrados evoluíram ao ponto de serem capazes de oferecer experiências de jogo bastante aceitáveis, se você estiver disposto a reduzir o nível de detalhes gráficos no jogo.

A redução no consumo de energia é outro foco para os fabricantes de chips, e não apenas para aumentar a autonomia de bateria em tablets e notebooks. Os ganhos em energia e desempenho gráfico introduzidos nos processadores modernos podem na verdade ajudar a compensar os ganhos incrementais no desempenho do processador.

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Este esquemático da arquitetura AMD Trinity mostra a
importância da GPU. Compare o tamanho dela com o das CPUs!

“A Lei de Moore sempre foi sobre o custo dos transistores, mas também sobre o aumento no desempenho, já que com custo menor você seria capaz de colocar mais e mais deles no circuito”, disse Gary Silcott, Gerente Sênior de PR para as CPUs e APUs da AMD via e-mail. “À medida em que exploramos os limites físicos dos materiais, e o custo das fábricas sobe, em determinado ponto o custo dos transistores exige que você eleve o desempenho e amplie a autonomia de bateria no próprio design do chip. É por isso que a AMD migrou para o conceito de computação heterogênea em suas arquiteturas de APUs. Combinando diferentes tipos de processadores (CPUs e GPUs) em um mesmo “Sistema em um Chip” é possível atender à uma gama muito maior de cargas de trabalho, com GigaFLOPS de poder de processamento em uma área muito pequena e consumo de energia muito baixo”.

Isso significa o que parece? “Absolutamente”, disse ele quando perguntei se a AMD planejava focar a maior parte de seus esforços de desenvolvimento na melhoria da eficiência energética e na capacidade dos gráficos integrados, em vez de se concentrar apenas no desempenho do processador. “Esta questão é o cerne de tudo sobre o que estamos falando”.

Uma visão unificada, ao que parece, pode ser o futuro dos processadores. No ano passado a AMD, Qualcomm, ARM, Samsung, Texas Instruments e outros grandes fabricantes de chips criaram aHeterogenous System Architecture Foundation para “impulsionar uma única arquitetura para superar as limitações de programação das CPUs e GPUs atuais”. Em vez de derrubar a barreira do consumo de energia, a HSA Foundation pretende contorná-la usando técnicas de computação paralela.

Uma esperança

Mesmo que o desempenho bruto dos processadores não esteja se acelerando o suficiente para encorajar novas vendas de PCs, o trabalho da HSA Foundation aponta para um futuro brilhante tanto para o usuário comum quanto para os entusiastas. E mesmo que a visão titubeie nos detalhes – notavelmente a Nvidia e a Intel estão ausentes no grupo – os líderes na indústria estão trabalhando duro para desenvolver avanços nos processadores em si.

Tanto a Intel quando a AMD investem pesadamente em pesquisa e desenvolvimento para se manter “na crista da onda” da tecnologia. A Intel, em particular, tem reservados só para este ano US$ 18,2 bilhões – bilhões! – de dólares para pesquisa e aquisições, com planos para a produção de “wafers” (os discos de silício onde os processadores são produzidos) maiores e novas tecnologias de litografia que permitirão à empresa criar transistores cada vez menores nos próximos anos. O processo de 22 nanômetros da família Ivy Bridge é só o começo.

Enquanto isso a corrida da Intel rumo à computação ubíqua – controles por gestos, reconhecimento de fala e mais – não só avança os tradicionais modelos de interface, como também as tecnologias envolvidas geram demanda por mais poder de processamento. Espertos.

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Durante a CES 2013 a Intel apresentou um conceito que ilustra
sua visão de um Ultrabook Híbrido com processador Haswell

A trégua temporária na ênfase no desempenho a qualquer custo é na verdade uma coisa boa para a indústria, por mais que meu coração geek doa quando digo isso. Encurralados contra a barreira no consumo de energia, a Intel e a AMD estiveram livres para inovar em outras áreas tecnológicas, o que lhes permitiu introduzir mudanças que alteram o próprio conceito de computadores como os conhecemos.

“Com Ultrabooks, Tablets e conversíveis sensíveis ao toque, a distinção entre os dispositivos móveis é cada vez menor”, disse Snyder, da Intel, e novamente ele está certo. Se a empresa não tivesse sido capaz de focar seus esforços na eficiência energética e desempenho gráfico, será que teríamos um aparelho que quebra paradigmas como o Microsoft Surface Pro? Aposto que não.

O lançamento da próxima geração de processadores da Intel, de codinome Haswell, promete inaugurar uma era de híbridos de tablet e notebook leves, sem ventiladores barulhentos, com o poder de processamento de um PC e baterias capazes de durar um dia inteiro. A próxima geração de APUs da AMD e tecnologias recentemente anunciadas como a Turbo Dock prometem o mesmo potencial, e jogos em 3D serão suportados em qualquer lugar.

O futuro é nesta direção. A ausência de ganhos estratosféricos de desempenho sem dúvida deixou muitas pessoas agarradas aos seus velhos PCs muito além do tradicional ciclo de atualizações, mas a “calmaria” também abriu portas que de outra forma teriam se mantido fechadas se a Intel e a AMD tivessem continuado a “pisar fundo” no desempenho do processador. Considere tudo isso como uma espécie de “retirada para reagrupar”, e não um sinal do fim do PC.

Fontes e Direitos Autorais: Brad Chacos, PCWorld EUA – 11-03-2013.

Mão robótica tem habilidade semelhante à humana


A mão robótica é capaz de manipular objetos com a destreza da mão humana

Paris – Cientistas europeus indicaram ter desenvolvido a primeira mão robótica em tamanho natural com os cinco dedos, capaz de agarrar e manipular objetos com destreza semelhante à da mão humana.

Fazer robôs manipular objetos com precisão sempre representou um problema para engenheiros em sua busca por construir máquinas humanóides para ajudar nos serviços domésticos, em resgates de emergência e no trabalho fabril.

Já existem “apanhadores” robóticos industriais, capazes de segurar objetos e movê-los, mas que se mostravam incapazes de manipulá-los como a mão humana, como segurar um ovo sem quebrá-lo ou erguer coisas pesadas e volumosas.

Construir protótipos com dimensões humanas também representou um desafio.

Uma equipe de cientistas italianos e alemães construiu a mão usando cordas que são torcidas por pequenos motores de alta velocidade nos cinco dedos, cada um com três segmentos, como as falanges.

Denominada ´Dexmart Hand´, a invenção demonstrou ser capaz de manusear um delicado ovo de Páscoa e erguer uma carga de cinco quilos, explicou a equipe.

“Nós usamos a mão humana como modelo”, afirmou o cientista Claudio Melchiorri, da Universidade de Bolonha, na Itália, em um comunicado da agência CORDIS Features, que divulga a pesquisa científica financiada pela UE.

A mão também tem um “cérebro” primitivo, continuou o comunicado. Sensores luminosos foram instalados na mão, possibilitando calcular a força necessária para que os dedos agarrem um objeto sem esmagá-lo ou deixá-lo cair.

“A habilidade da mão robótica é tão próxima da humana que a visão de robôs como ajudantes pessoais domésticos, em salas de cirurgia e em atividades industriais está se tornando a cada dia mais realista”, afirmou Gianluca Palli, pesquisador da Universidade de Bolonha.

Fontes e Direitos Autorais: Quinta-feira, 02 de agosto de 2012 – 18h36