Microsoft cria navegador com código aberto usando HTML, JavaScript e CSS


A equipe de desenvolvimento do navegador Microsoft Edge publicou um post em seu blog mostrando que é possível criar um navegador com código aberto usando HTML, JavaScript e CSS.

Navegador com código aberto usando HTML, JavaScript e CSS

O núcleo principal deste navegador é o controle WebView, que inclui o mecanismo de renderização EdgeHTML – o mesmo do navegador Microsoft Edge. Este controle oferece diversas APIs e não traz as limitações que afetam os iframes.

A Microsoft disponibilizou o código do navegador baseado em HTML, JavaScript e CSS em seu repositório no GitHub.

Uma versão de demonstração do navegador também está disponível para download através da Windows Store.

Clique na imagem para ver um gif animado do navegador:

Microsoft cria navegador com código aberto usando HTML, JavaScript e CSS

Fontes e Direitos Autorias: Baboo.com – Sid Vicious

Marco Civil não evita espionagem, diz relator

Deputado Alessandro Molon (PT-RJ) disse em audiência que não há como impedir espionagem com o Marco Civil da Internet


BRASÍLIA – O relator do Marco Civil da Internet, deputado Alessandro Molon (PT-RJ), afirmou que a proposta não impede práticas de espionagem, mas protege a privacidade do internauta. “Nenhuma lei impede espionagem. Nenhuma lei impede crimes, mas nem por isso deixamos de fazer. A lei vai punir e desincentivar”, argumentou. “Atualmente a privacidade do usuário não está protegida”, disse.

O deputado Alessandro Molon (PT-RJ).
Foto: André Borges/Estadão – 6/8/2013

   

Em audiência pública que debate o tema, Molon afirmou que o projeto é uma primeira lei geral brasileira sobre a internet. “Falta muita coisa, mas ela tem princípio, direitos e garantias do uso da internet no Brasil. Evidentemente não trata de tudo da internet. Um projeto não pode resolver todos os problemas”, disse.

O deputado apontou como ponto essencial do Marco Civil a neutralidade da rede. Ele explicou que o texto permite a venda de pacotes com diferentes velocidades, mas não aceita que o provedor determine os tipos de acesso que o usuário terá, como uso de e-mails, o acesso a notícias, blogs, etc.

“Qualquer emenda que fira a neutralidade eu não vou acatar. Posso ser derrotado, mas não vou. Isso vai limitar perspectiva de lucro que algumas empresas teriam, mas o objetivo é proteger o internauta”, disse. “As recentes manifestações foram transmitidas e debatidas pela internet. Isso só foi possível porque temos uma internet livre.”

“Práticas do mercado querem acabar com a neutralidade da rede com o argumento de que ela pode ser mais barata para alguns se for oferecida internet rateada”, disse Molon. “Nós vamos agora dizer ao povão que tem direito ao e-mail, mas não ao YouTube ou a um blog?”

A advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) Veridiana Alimonti defendeu a garantia de ”acesso pleno” à rede. “Internet não pode se reduzir a e-mail e redes sociais. É preciso garantir o acesso pleno porque há ainda publicações científicas, dados, notícias”, disse.

As operadoras, por outro lado, acreditam que podem oferecer serviços diferentes, baseados no volume de dados. ”Quem consome mais, paga mais. Qualquer serviço funciona assim”, afirmou Alexandre Castro, diretor de regulação do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal (Sinditelebrasil). Se não houver essa
diferenciação, segundo ele, “o dimensionamento da rede terá que usar perfis de uso muito mais pesado”.

Ele aponta que isso elevaria o custo para o usuário. “Isso significa investimento bem mais pesado das empresas. O retorno adequado vai impor preços mais elevados para o consumidor. Isso significa menor inclusão”, disse.

O Sinditelebrasil aponta, ainda, que as empresas do setor precisam monitorar o uso da internet para fazer gestão de suas redes. “A ideia não é ler informações dos usuários, mas informações dos protocolos para saber como aquela informação é trafegada na rede”, disse Castro.

Armazenamento.  Castro sugeriu que os dados dos usuários não sejam armazenados somente fora do País. “Os grandes provedores devem ser estimulados a colocar infraestrutura no Brasil, guardando dados dos usuários em data centers, para o País ter o mínimo de soberania para tratamento aos dados utilizados por provedores”, afirmou.

Para a associação que representa empresas como Google, Microsoft e IBM, essa mudança significaria aumento do custo Brasil. Nelson Wortsman, da Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (Brasscom), disse que um data center instalado no Brasil geraria gasto de quase U$ 1 milhão por ano para operá-lo. Nos Estados Unidos, segundo ele, o custo seria de U$ 500 mil. “Não importa onde os dados estejam, importa quem pode acessá-los.

Para uma informação que esteja em algum país e a justiça ou a Receita Federal precise, temos que ter acordo para que tenham acesso de maneira ágil”, argumentou.

Jarbas Valente, vice-presidente da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), disse que é importante ter um marco civil. “Mas ele deve refletir mudança da governança mundial desse produto que é a internet”, afirmou.

A Associação Brasileira de Internet (Abranet) defende a aprovação do relatório de Molon para o marco civil da internet tal como está. “Está pronto para ser votado”, resumiu Eduardo Parajo, presidente do Conselho Consultivo Superior da entidade.

/ AGÊNCIA ESTADO

Fontes e Direitos Autorais: Estadão.com.br – Link – Laís Alegretti.

Vivo apresentou instabilidade em quatro Estados

A operadora ficou fora do ar durante a tarde desta quarta-feira.


SÃO PAULO – Clientes da rede móvel da operadora Vivo enfrentaram problemas para usar o celular nesta quarta-feira, 16, em quatro Estados: São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Em nota à imprensa, a companhia informou que “parte de sua rede de sinalização IP” apresentou instabilidade a partir das 12h15, o que afetou a rede móvel.

A falha atingiu ainda a rede fixa. “Os clientes da rede fixa, com centrais privadas convergentes de São Paulo, também podem ter sido afetados”, afirma a Vivo. A empresa não forneceu mais detalhes sobre a falha e diz apenas que as redes “estão sendo gradualmente recuperadas”.

No Twitter, alguns usuários da operadora usaram a hashtag #vivofail (falha da vivo, em inglês) para reclamar da interrupção do serviço de telefonia. As queixas estão relacionadas à impossibilidade de fazer ou receber ligações.

Claro

Na tarde de terça-feira, 15, serviços da Claro também apresentaram falha. Ao ligar para o número da operadora (1052), a reportagem ouvia a seguinte mensagem: “A equipe técnica está trabalhando para normalizar os serviços de fazer e receber ligações em Guarulhos, Franco da Rocha, Mauá, Osasco, região metropolitana de São Paulo, Bragança Paulista, Atibaia, Itatiba, Nazaré Paulista, Jundiaí e região.” Segundo a assessoria de imprensa da Claro, a instabilidade na rede durou em torno de duas horas.

Fontes e Direitos Autorais: Agências – Nayara Fraga, do Radar Tecnológico.

Anatel aprova regulamento do ´telefone social´


 
São Paulo – A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou, por unanimidade, o regulamento que tenta ressuscitar e viabilizar o chamado “telefone social”, como é chamada a linha de telefonia fixa para consumidores de baixa renda.

Lançado ainda em 2005, o chamado telefone popular (Acesso Individual Classe Especial – Aice) acabou fracassando, com apenas cerca de 142 mil assinantes, muito distante dos 4 milhões de usuários esperados pelo governo. O serviço era aberto a toda a população na modalidade pré-paga, por um preço de R$ 17,60, mas sem qualquer franquia.

Com o novo modelo aprovado hoje pela Anatel, o serviço passará a ser destinado apenas para os cerca de 22 milhões de famílias de baixa renda inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. O preço – descontados os impostos – caiu para R$ 9,50 mensais pós-pagos, mas com direito a uma franquia de 90 minutos em chamadas locais para fixo. Para além desse limite, os usuários poderão realizar ligações adquirindo créditos pré-pagos.

Segundo o conselheiro relator do regulamento, Marcelo Bechara, as alterações ocorrem no sentido de atender o Plano Geral de Metas de Universalização (PGMU), aprovado em junho do ano passado. “A universalização nem sempre garante o acesso de todos os cidadãos, tendo em vista algumas barreiras econômicas e sociais. Por isso, o serviço diferenciado foi restringido aos cidadãos de baixa renda”, afirmou.

A Anatel também determinou que, após a solicitação dos usuários, as operadoras terão que instalar o Aice nas residências em apenas sete dias. Pela regulamentação anterior, o prazo estipulado era de até 30 dias. As companhias terão 120 dias para se adaptarem a essa nova regra nos domicílios onde ainda não há nenhuma linha instalada.

Já o cronograma de implantação, porém, foi escalonado para permitir o planejamento da migração por parte das companhias. Nos primeiros 12 meses, a obrigatoriedade será para as famílias que recebem até um salário mínimo mensal. Nos 12 meses seguintes passará para as residências com renda de até dois salários e, após 24 meses, será entendida ao restante dos integrantes do cadastro único, que recebem até três salários.

Caso não haja procura suficiente pelo modelo nesses intervalos, a Anatel poderá antecipar o cronograma. “Nossa expectativa é fazer um telefone social viável econômica e tecnicamente, mas que não seja outra frustração como o modelo atual”, completou Bechara. O serviço deve começar a ser oferecido em 60 dias.

Fonte e Direitos Autorais: Por Agência Estado • Quinta-feira, 05 de abril de 2012 – 12h03.

//

SP terá celulares iniciados com dígito 5

A partir do dia 4 de abril as operadoras já poderão oferecer números com o novo prefixo aos consumidores que utilizam o código de área 11.


SP terá celulares iniciados com dígito 5

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) liberou o uso do dígito 5 para novos números de celulares na região metropolitana de São Paulo.

A partir do dia 4 de abril as operadoras já poderão oferecer números com o novo prefixo aos consumidores que utilizam o código de área 11.
Com isto, a numeração 5xxx-xxxx, utilizada atualmente por linhas de telefonia fixa, será compartilhada com a telefonia móvel, sendo necessário que a operadora informe, por meio de mensagem “chamada para celular”, que se trata de uma ligação para telefone móvel.
A decisão visa combater a falta de numeração disponível para a região, que se esgotaria até o final de 2011. Desta forma, serão incluídos 6,9 milhões de novos números, aumentando a capacidade atual de 37 milhões para 43,9 milhões de opções. Hoje a região já possui 28 milhões de assinantes de telefonia móvel.
A medida da Anatel pretende aliviar a procura de novos números nas operadoras, até que a ampliação do nono dígito para os números de telefones celulares, prevista para 2012, se concretize.
Fonte e Direitos Autorais: Monica Campi, de INFO OnlineQuarta-feira, 23 de março de 2011 – 12h05.

TIM inicia hoje ligações gratuitas para o Japão

A partir deste domingo, a operadora TIM isentará de cobrança ligações feitas por seus clientes para o Japão.

De acordo com a companhia, a iniciativa busca prestar solidariedade aos brasileiros que têm parentes e amigos naquele país, afetado recentemente por terremotos e tsunamis.


TIM inicia hoje ligações gratuitas para o Japão
A partir deste domingo, clientes da TIM não pagarão por ligações feitas para o Japão. Benefício vai até o fim do mês

A partir deste domingo, a operadora TIM isentará de cobrança ligações feitas por seus clientes para o Japão.

De acordo com a companhia, a iniciativa busca prestar solidariedade aos brasileiros que têm parentes e amigos naquele país, afetado recentemente por terremotos e tsunamis.

Para ficarem livres da cobrança, os usuários terão que usar, obrigatoriamente, o código 41 da TIM nas chamadas DDI realizadas a partir de celulares pré e pós-pagos da empresa de telefonia.

Segundo a TIM, não há qualquer restrição quanto à duração das chamadas. A empresa esclarece, ainda, que o usuário não precisa aderir a nenhum serviço especial nem mesmo contratar um plano de longa distância internacional.
O benefício valerá até o fim deste mês.

Telefônica reduz preço de DDI para o Japão

A Telefônica, que viu aumentar em 10 vezes o volume de ligações para o Japão nos últimos dias, decidiu reduzir as tarifas para as ligações internacionais feitas de qualquer lugar do Brasil para o país asiático.

O minuto da ligação de fixo para fixo teve seu custo reduzido de R$ 2 para apenas R$ 0,10, e o valor de fixo para móvel foi reduzido para R$ 0,70, independente do horário da chamada. A exemplo da TIM, o benefício é válidos até 31 de março.

Fonte e Direitos Autorais: Rogerio Jovaneli, de INFO OnlineDomingo, 20 de março de 2011 – 11h31.