Script Challenge – 2018 – Post 14


Boa tarde comunidade…

Tudo bem? Sexta – feira dia 29/06 estamos no inverno, graças a deus aquele friozinho diminui muito nos últimos dias, eu particularmente gosto do frio, principalmente acompanhado da minha família e do leite quente, chocolate e aquela sopinha no final da tarde que somente minha “pequena” Fernanda sabe fazer.

Introdução

Os posts publicados nesta sessão tem o objetivo de desafiar o visitante a descobrir o que um determinado script pode fazer ao ser executado, e não somente isso, mostrar como podemos aprender com o uso da linguagem Transact-SQL e sua vasta coleção de comandos, funções e instruções adicionadas a cada nova versão ou atualização do Microsoft SQL Server.

Se você ainda não conhecia a sessão Script Challenge, fique tranquilo vai ter a possibilidade agora mesmo, como também a cada 4 meses poder desfrutar de um novo desafio e sua respectiva resposta, por isso esta sessão é denominada Script Challenge(Script Desafio ou Desafio do Script), bom a melhor forma de traduzir eu deixo para você escolher.

Seguindo um frente….

Gostaria de destacar mais uma vez duas mudanças iniciais implementadas na sessão Script Challenge tendo como base o post publicado em outubro de 2017, sendo elas:

  1. Como maneira ou forma de dificultar ainda mais o nível de complexidade do código, o bloco de código que representa o Script Challenge selecionado para compor o post será  apresentado no formato de imagem ou figura; e
  2. Algumas partes das linhas de código, trechos, ou partes de código serão omitidas, justamente como forma de tornar este código ainda mais desafiador.

Antes de destacar o script de hoje, não custa nada saber um pouco mais sobre esta sessão, por este motivo, quero lhe contar um pouco da história que cerca os posts relacionadas a ela…

Um pouco de História

Esta é uma sessão criado no final do ano de 2010 e mantida mensalmente até meados de 2012, desde então não me dediquei mais a mesma devido principalmente em não conseguir identificar possíveis scripts dentro da minha biblioteca que poderiam ser apresentados como um scripts considerados como desafio para os profissionais da área de banco de dados.

Mas acredito que nos últimos anos com o crescimento do Microsoft SQL Server, seu nível de evolução, amadurecimento e recursos adicionais, como também, meu nível de experiência profissional e acadêmica também evolui muito, sinto-me preparado para retornar com esta sessão e poder de forma bastante técnica, didática e conceitual poder lançar um “desafio” e responder o mesmo com muito segurança.

Outro detalhe importante, esta é uma sessão que foi criada, pensando em apresentar pequenos blocos de códigos oriundos da linguagem Transact-SQL que possam apresentar um nível de dificuldade e conhecimento técnico um pouco mais elevado, exigindo assim uma análise mais profunda e até mesmo a criação um pequeno cenário de teste para seu entendimento.

Vamos então conhecer o bloco de código selecionado para ser o Script Challenge deste post.


Script Challenge – 14

O bloco de código Transact-SQL selecionado para fazer parte do Script Challenge de hoje, esta relacionado com uma das atividades diárias exercidas por Administradores de Servidores, Desenvolvedores e logicamente por DBAs e Administradores de Banco de Dados. Bom não vou dizer a qual atividade eu me refiro, mas que ela apresenta uma importância muito grande para a vida de qualquer corporação, com certeza apresenta.

O desafio deste respectivo script, esta diretamente ligado com o impacto que o resultado obtido após sua execução e antes da realização da atividade poderá nos trazer, bem como, o mesmo torna-se uma útil ferramenta no que se relacionada a sobrevivência de nossos dados em caso de uma possível falha física.

Esta curioso para saber qual é esta atividade? Então não vou lhe responder, mas no final do post como de costume vou deixar um enquete para você expor sua opinião.

A seguir apresento o bloco de código:

Figura 1 – Short Script 14.

Muito bem, nosso Script Challenge esta apresentado, e ai você preparado para mais este desafio?

Tenho a certeza que sim!


Sua participação

Legal, agora quero conter com a sua participação, me ajudando a responder este post, outra grande novidade que estou adicionando aos post da sessão Script Challenge será uma pequena enquete com possíveis respostas para identificar qual é a correta relacionada com o desafio apresentado através do bloco de código selecionado para este post, desta forma, apresento a seguir a Enquete – Script Challenge – 14 e suas alternativas de resposta:

Seguindo em frente, já conhecemos o Script Challenge selecionado, sua enquete e relação de opções de resposta, fica faltando somente a sua participação, algo que eu tenho a certeza que vai acontecer rapidamente.

Durante quanto tempo posso participar…

Outra grande mudança na sessão Script Challenge é seu tempo de publicação “validade”, anteriormente os posts desta sessão eram publicados mensalmente ou bimestralmente, agora serão publicados em um período mais longo, ou seja, a cada 4 meses estarei compartilhando com vocês novos posts dedicados exclusivamente para esta sessão.

Desta forma, você terá mais tempo para participar e me ajudar e encontrar a resposta correta para este desafio, enviando suas possíveis sugestões, críticas e até mesmo alternativas de resposta para minha enquete.

Posts anteriores

Caso esta seja a primeira vez que você acessa um post desta sessão, fico muito feliz e aproveito para compartilhar os posts mais recentes:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/10/26/script-challenge-2017-o-retorno/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/03/01/script-challenge-13-a-resposta/


Agradecimentos

Obrigado por sua visita, espero que o retorno desta sessão e o conteúdo aqui apresentado como um possível “desafio” possam ser úteis e ao mesmo tempo prover conhecimento, aprendizado ou mostrar recursos e problemas existentes no Microsoft SQL Server que as vezes parecem não ter uma resposta.

Um forte abraço nos encontramos em breve nas demais sessões e especialmente em outubro de 2018 em mais um post da sessão Script Challenge.

Sucesso, mais uma vez obrigado por sua visita, espero que você tenha gostado deste post.

Fique a vontade para conhecer demais publicados até o presente momento nas demais sessões.

Abraços.

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Microsoft SQL Server Management Studio 17.8 liberado


Em anuncio oficial, A Microsoft apresentou em seu blog a nova versão do Microsoft SQL Server Management Studio 17.8, conhecida por muitos profissionais de tecnologia pela sigla SSMS.

O SSMS combina um amplo grupo de ferramentas gráficas com vários editores de script avançados para fornecer acesso para desenvolvedores e administradores de todos os níveis de conhecimento ao SQL Server, além disso, através desta ferramenta você vai encontrar um ambiente totalmente integrado com os mais diversos serviços e recursos existentes no Microsoft SQL Server.

Vale ressaltar que desde a versão 2016 do Microsoft SQL Server, o time de engenheiros e desenvolvedores da Microsoft, decidiram superar a dependência do Management Studio da versão do SQL Server, sendo assim, deste então independente da versão do Microsoft SQL Server instalado é possível utilizar e instalar versões superiores ou não do Management Studio, tornando-se então um novo produto independente do SQL Server.

A partir da versão 17, o Microsoft SQL Server Management Studio apresenta um novo ícone que faz referência a esta ferramenta substituindo justamente o ícone utilizado pelas versões anteriores do Management Studio específicos de cada versão do Microsoft SQL Server.

A Figura 1 abaixo apresenta este novo ícone:

Figura 1 – Novo ícone utilizado pelo Microsoft SQL Server Management Studio a partir da versão 17.

Para realizar download do Microsoft SQL Server Management Studio 17.8, utilize um dos links apresentados abaixo:

Download SQL Server Management Studio 17.8

Download SQL Server Management Studio 17.8 Upgrade Package (upgrades 17.x to 17.8)

Após a instalação desta nova versão o Microsoft SQL Server Management Studio terá sua número de versão evoluído para: 17.8 e seu release build para: 14.0.17276.0. Dentre os bugs e melhorias implementadas nesta nova versão a Microsoft destaca correções específicas para editor de querys, nova interface para scripts e suporte a propriedade AUTOGROW_ALL_FILES, entre outras inovações.

Caso queira saber mais sobre esta versão, sua lista de correções e melhorias, acesse: https://docs.microsoft.com/en-us/sql/ssms/download-sql-server-management-studio-ssms?view=sql-server-2017

Esta nova versão do SSMS 17.8 esta disponível para as versões do Mirosoft SQL Server versão 2008 até 2017, é compatível com as versões 64 bits do Windows 7, Windows 8/8.1, Windows 10, Windows Server 2008 R2, Windows Server 2012, Windows Server 2012 R2 e Windows Server 2016 e também suporta o SQL Analysis Service PaaS.

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft – Docs SQL Tools SQL Server Management Studio (SSMS) – 21/06/2018.

Material de Apoio – Junho 2018


Olá, boa tarde.

Tudo bem? E ai esta curtindo a Copa do Mundo de Futebol da Rússia? Posso dizer tranquilamente que eu estou curtindo muito todos os jogos e informações possíveis de serem acompanhadas.

Estou aqui mais uma vez procurando colaborar e compartilhar com a comunidade técnica em mais um post da sessão Material de Apoio dedicado exclusivamente ao meu blog.

Espero que você esteja gostando do conteúdo aqui disponibilizado, como também, possa me ajudar a cada vez mais melhorar ainda.

O post de hoje

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o terceiro do ano de 2018 e de número 157 no total desta sessão.

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts  catalogados nos últimos meses, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA e atualmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados com os seguintes temas:

  • Acessos de Usuário;
  • Backup;
  • CheckList;
  • Comando Create Procedure;
  • Comando Declare;
  • Database Backup;
  • Disponibilidade;
  • DMV sys.dm_db_index_usage_stats;
  • DMV Sys.dm_os_sys_info;
  • Dymanic Management View;
  • Free Disk Space;
  • Função DateAdd;
  • Função Month;
  • Heap Table;
  • Índices Clustered; Reinicialização de Servidores;
  • Índices;
  • Junção de Tabelas;
  • Leitura e Escrita; System Stored Procedure;
  • Logins;
  • Set DateFirst;
  • Set Language;
  • Set NoCount;
  • System Stored Procedure SP_MSForeachTable;
  • System Table sys.allocation_units; System Table sys.indexes;
  • System Table sys.partitions;
  • System Table sys.schemas;
  • System Table sys.tables;
  • Usuários; e
  • Variáveis.

Espero que este conteúdo possa lhe ajudar em seus atividades profissionais e acadêmicas. Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .doc ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de arquivos  selecionados:

1 – Material de Apoio – Junho – 2018 – Determine Free Space Prior to SQL Server Backup.sql

2 – Material de Apoio – Junho – 2018 – DMV – Sys.dm_os_sys_info.sql – Identificando o último restart realizado na instância ou servidor.sql

3 – Material de Apoio – Junho – 2018 – Identificando a relação de Heap Tables.sql

4 – Material de Apoio – Junho – 2018 – Identificando a última segunda – feira e o último dia do mês.sql

5 – Material de Apoio – Junho – 2018 – Identificando o último usuário que acesso a tabela.sql

6 – Material de Apoio – Junho – 2018 – Obtendo a relação de últimos acessos de leitura e escrita por banco de dados.sql

7 – Material de Apoio – Junho – 2018 – SP_msforeachtable – Criando índices clustered em todas as tabelas através de uma coluna específica.sql

Fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos, aproveite se possível deixe seu comentário, críticas, sugestões e observações.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/05/material-de-apoio-abril-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/13/material-de-apoio-fevereiro-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/04/material-de-apoio-novembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/08/08/material-de-apoio-agosto-2017/

Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, sinto-me honrado e orgulhoso de contar com a sua presença.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, o próximo post desta sessão será publicado no mês de agosto, até lá continue curtindo sua vida, aproveite este grande momento de confraternização mundial que a Copa do Mundo de Futebol nos proporciona a cada quatro anos.

Um forte abraço, muita saúde, sucesso e vamos em frente…

Microsoft SQL Server 2016 SP2 – Atualização Cumulativa 1 disponível


A Microsoft disponibilizou para download hoje dia 30/05/2018 a Atualização Cumulativa 1 para SQL Server 2016 SP2.

As informações obtidas através do artigo KB4135048 publicado no site de suporte da Microsoft, esta atualização traz correções decorrentes dos problemas apresentados e identificados após o lançamento do SP2, sendo esta a primeira atualização cumulativa para este service pack.

Hotfixes que estão incluídos neste pacote de atualização cumulativa


Número de bug do VSTS Número de artigo do KB Descrição Corrigir a área
11983391 4131193 Problemas de desempenho ocorrem sob a forma de PAGELATCH_EX e PAGELATCH_SH espera em TempDB quando você usar o SQL Server 2016 Serviço do SQL
11983323 4133164 CORREÇÃO: Erro quando um trabalho do SQL Server Agent executa um comando do PowerShell para enumerar as permissões do banco de dados Ferramentas de gerenciamento
11516235 4087406 CORREÇÃO: Erro 9002 quando não houver nenhum espaço em disco suficiente para crescimento de crítica de log no SQL Server 2014, 2016 e 2017 Serviço do SQL
11695337 4092554 CORREÇÃO: “não é possível usar salvar transação dentro de uma transação distribuída” erro quando você executar um procedimento armazenado no SQL Server Serviço do SQL
11983395 4086173 CORREÇÃO: Violação de acesso ocorre ao executar uma consulta DAX em um modelo tabular no SQL Server Analysis Services Serviços de análise
11983390 4099472 PFS página melhoria de algoritmo round robin no SQL Server 2016 Serviço do SQL
11983376 3028216 CORREÇÃO: Ocorre uma falha quando o cache pró-ativo é desencadeada por uma dimensão no SSAS Serviços de análise
11971819 4230516 CORREÇÃO: Uma falha de asserção de memória ocorre e o servidor é incapaz de fazer qualquer novas conexões no SQL Server Serviço do SQL
11684529 4164562 CORREÇÃO: Nome de usuário errado aparece quando dois usuários acesse a MDS em momentos diferentes no SQL Server Serviços de qualidade de dados (DQS)
11578522 4089718 Melhoria: Problema de desempenho ao atualizar o MDS do SQL Server 2012 para 2016 Serviços de qualidade de dados (DQS)
11983367 4134541 CORREÇÃO: Erro do MDS Add-in para o Excel quando você usar a versão alemã do Excel no SQL Server Serviços de qualidade de dados (DQS)
11983360 4094858 CORREÇÃO: “ocorreu um erro inesperado” quando você usa o DAX medidas em visualizações de mesa poder BI no SQL Server Serviços de análise
11983362 4094706 FIX: Um thread de trabalho parece ficar depois que outro thread de trabalho é abortado quando você executa uma consulta paralela no SQL Server Serviço do SQL
11983392 4101502 CORREÇÃO: Backup de banco de dados habilitada a TDE com a compactação causa corrupção de banco de dados no SQL Server 2016 Serviço do SQL
11983382 4230306 CORREÇÃO: Restauração de um backup compactado TDE é vencida quando usando o cliente VDI Serviço do SQL
11983383 4163087 CORREÇÃO: Desempenho é lento para um sempre na AG quando você processa uma leitura consulta no SQL Server Serviço do SQL
11983373 4162814 CORREÇÃO: Ocorre uma violação de acesso de exceção interna e o servidor SSAS para de responder Serviços de análise
11922532 4157948 CORREÇÃO: Erro de estouro de ponto flutuante ocorre quando você executar um módulo compilado nativamente aninhado que usa EXP funções no SQL Server Na memória OLTP
11983358 4094893 CORREÇÃO: Banco de dados não pode ser descartado após seu armazenamento é desconectado e reconectado no SQL Server Serviço do SQL
11983381 4058175 CORREÇÃO: Backup banco de dados habilitado para TDE e as operações de restauração são lentas quando a chave de criptografia é armazenada em um provedor de EKM no SQL Server Segurança do SQL
11983369 4134175 FIX: Um cubo com várias partições de processamento gera muitas conexões de fonte de dados simultâneos no SSAS Serviços de análise
11983357 4091245 CORREÇÃO: Violação de acesso ocorre quando você consulta uma tabela com uma coluna de inteiro em 2017 de SQL Server e SQL Server 2016 Desempenho de SQL
11983366 4101554 CORREÇÃO: Paralelo refazer em uma réplica do secundária de um grupo de disponibilidade que contém tabelas heap gera um despejo de declaração de tempo de execução ou o servidor de SQL falha com um erro de violação de acesso Alta disponibilidade
11983379 4131960 CORREÇÃO: Um erro de declaração ocorre quando você executar uma consulta select aninhada contra um índice de columnstore no SQL Server Desempenho de SQL
11983359 4132267 CORREÇÃO: Implantar um projeto SSAS em SSDT é frequentemente mal sucedido no SQL Server Analysis Services no modo Tabular Serviços de análise
11057341 4052135 CORREÇÃO: Instrução RESTORE HEADERONLY para um TDE compactado backup leva muito tempo para concluir no SQL Server Serviço do SQL
11750742 4098762 CORREÇÃO: Parâmetros ocultos são incluídos nos relatórios quando o papel do navegador é usado em 2016 SSRS O Reporting Services
11983394 4163478 CORREÇÃO: Uma violação de acesso ocorre quando incrementais estatísticas são atualizadas automaticamente em uma tabela no SQL Server Desempenho de SQL

Dentre os mais diversos bugs identificados e corrigidos destaco um relacionado ao bug de número: 11983332, artigo KB: 4133164, relacionada a um erro apresentado quando um trabalho do SQL Server Agent executa um comando do PowerShell para enumerar as permissões do banco de dados.

Vale ressaltar que após a atualização desta nova atualização cumulativa, o número do build utilizado pelo Microsoft SQL Server 2016 SP2 será alterado para compilação: 13.0.5149.0.

Para realizar o download clique na imagem abaixo:

Fontes e Direitos Autorais: Suporte da Microsoft -https://support.microsoft.com/pt-br/help/4135048/cumulative-update-1-for-sql-server-2016-sp2 – 30/05/2018.

Microsoft SQL Server 2016 SP1 – Atualização Cumulativa 9 disponível


A Microsoft disponibilizou para download hoje dia 30/05/2018 a Atualização Cumulativa 9 para SQL Server 2016 SP1.

As informações obtidas através do artigo KB4100997 publicado no site de suporte da Microsoft, esta atualização traz correções decorrentes dos problemas apresentados e identificados após o lançamento do SP1 e das atualizações cumulativas anteriores.

Relação de Atualizações Cumulativas disponíveis para o Microsoft SQL Server 2016 Service Pack 1:

SQL Server 2016 SP1 CU8
SQL Server 2016 SP1 CU7
SQL Server 2016 SP1 CU6
SQL Server 2016 SP1 CU5
SQL Server 2016 SP1 CU4
SQL Server 2016 SP1 CU3
SQL Server 2016 SP1 CU2
SQL Server 2016 SP1 CU1
SQL Server 2016 SP1
SQL Server 2016 all builds

Hotfixes que estão incluídos neste pacote de atualização cumulativa


Número de bug do VSTS Número de artigo do KB Descrição Corrigir a área
11814294 4099472 PFS página melhoria de algoritmo round robin no SQL Server 2016 Serviço do SQL
11231756 4133164 CORREÇÃO: Erro quando um trabalho do SQL Server Agent executa um comando do PowerShell para enumerar as permissões do banco de dados Ferramentas de gerenciamento
11701139 4086173 CORREÇÃO: Violação de acesso ocorre ao executar uma consulta DAX em um modelo tabular no SQL Server Analysis Services Serviços de análise
11814333 4131193 Problemas de desempenho ocorrem sob a forma de PAGELATCH_EX e PAGELATCH_SH espera em TempDB quando você usar o SQL Server 2016 Serviço do SQL
11829791 3028216 CORREÇÃO: Ocorre uma falha quando o cache pró-ativo é desencadeada por uma dimensão no SSAS Serviços de análise
11829056 4135113 CORREÇÃO: Registro de controle de alterações é inconsistente durante uma atualização em uma tabela que tem um índice cluster/exclusivo no SQL Server Serviço do SQL
11918578 4293839 CORREÇÃO: Banco de dados TDE fica offline durante operações de descarga de log quando problemas de conectividade com o provedor EKM tornar-se inacessível no SQL Server Segurança do SQL
11810404 4230730 CORREÇÃO: Uma condição de morto trava ocorre quando você executar uma reconstrução de índice online ou executa um comando de mesclagem no SQL Server Serviço do SQL
11793118 4163478 CORREÇÃO: Uma violação de acesso ocorre quando incrementais estatísticas são atualizadas automaticamente em uma tabela no SQL Server Desempenho de SQL
11923632 4230306 CORREÇÃO: Restauração de um backup compactado TDE é vencida quando usando o cliente VDI Serviço do SQL
11924460 4163087 CORREÇÃO: Desempenho é lento para um sempre na AG quando você processa uma leitura consulta no SQL Server Serviço do SQL
11684528 4164562 CORREÇÃO: Nome de usuário errado aparece quando dois usuários acesse a MDS em momentos diferentes no SQL Server Serviços de qualidade de dados (DQS)
11634113 4094893 CORREÇÃO: Banco de dados não pode ser descartado após seu armazenamento é desconectado e reconectado no SQL Server Serviço do SQL
11708639 4162814 CORREÇÃO: Ocorre uma violação de acesso de exceção interna e o servidor SSAS para de responder Serviços de análise
11801446 4134541 CORREÇÃO: Erro do MDS Add-in para o Excel quando você usar a versão alemã do Excel no SQL Server Serviços de qualidade de dados (DQS)
11637501 4132267 CORREÇÃO: Implantar um projeto SSAS em SSDT é frequentemente mal sucedido no SQL Server Analysis Services no modo Tabular Serviços de análise
11797887 4101554 CORREÇÃO: Paralelo refazer em uma réplica do secundária de um grupo de disponibilidade que contém tabelas heap gera um despejo de declaração de tempo de execução ou o servidor de SQL falha com um erro de violação de acesso Alta disponibilidade
11750742 4098762 CORREÇÃO: Parâmetros ocultos são incluídos nos relatórios quando o papel do navegador é usado em 2016 SSRS O Reporting Services
11830380 4134175 FIX: Um cubo com várias partições de processamento gera muitas conexões de fonte de dados simultâneos no SSAS Serviços de análise
11591371 4091245 CORREÇÃO: Violação de acesso ocorre quando você consulta uma tabela com uma coluna de inteiro em 2017 de SQL Server e SQL Server 2016 Desempenho de SQL
11714686 4094706 FIX: Um thread de trabalho parece ficar depois que outro thread de trabalho é abortado quando você executa uma consulta paralela no SQL Server Serviço do SQL
11953725 4058175 CORREÇÃO: Backup banco de dados habilitado para TDE e as operações de restauração são lentas quando a chave de criptografia é armazenada em um provedor de EKM no SQL Server Serviço do SQL
11833599 4131960 CORREÇÃO: Uma violação de acesso ocorre quando você executar uma consulta select aninhada contra um índice de columnstore no SQL Server Mecanismo do SQL
11676935 4094858 CORREÇÃO: “ocorreu um erro inesperado” quando você usa o DAX medidas em visualizações de mesa poder BI no SQL Server Serviços de análise
11791348 4101502 CORREÇÃO: Backup de banco de dados habilitada a TDE com a compactação causa corrupção de banco de dados no SQL Server 2016 Serviço do SQL

Dentre os mais diversos bugs identificados e corrigidos destaco um relacionado ao bug de número: 11923632, artigo KB: 4230306, que corresponde um erro apresentado durante a restauração de um backup de banco de dados compactado que utiliza criptografia transparente de dados TDE.

Vale ressaltar que após a atualização desta nova atualização cumulativa, o número do build utilizado pelo Microsoft SQL Server 2016 SP1 será alterado para compilação: 13.0.4502.0.

Para realizar o download clique na imagem abaixo:

Fontes e Direitos Autorais: Suporte da Microsoft – https://support.microsoft.com/pt-br/help/4100997/cumulative-update-9-for-sql-server-2016-sp1 – 30/05/2018.

Short Scripts – Maio 2018


Olá Mundo, bom dia, comunidade….

Tudo bem? E ai como passaram os últimos meses?

Pergunto isso, devido ao post anterior desta sessão ter sido publicado no mês de fevereiro, posso imaginar que neste intervalo de tempo nossas vidas apresentaram inúmeras situações, espero que todas possam ter sido dentro do possível boas, assim como a minha, e se caso venha a existir algo mais espinhoso, que você possa ter superado.

Seguindo em frente, que alegria poder te encontrar em mais um post da sessão Short Scripts, uma das sessões mais recentes do meu blog que esta alçando a marca de 33 posts publicados trimestralmente.

Mantendo a tradição estou retornando com mais um conjunto de “pequenos” scripts catalogados e armazenados em minha biblioteca pessoal de códigos relacionados ao Microsoft SQL Server e sua fantástica linguagem de desenvolvimento Transact-SQL.

Como promessa é dívida e deve ser cumprida “ou melhor” compartilhada, estou compartilhando a minha feita a exatos três meses no final do último post da sessão Short Scripts, hoje publicando mais um conjunto de scripts adicionados atualmente na minha biblioteca particular de códigos e exemplos.

O post de hoje

Como de costume selecionei os principais scripts armazenados recentemente na minha biblioteca de códigos, que apresentam os seguintes assuntos:

  • Acesso de usuário a tabelas;
  • Acesso e Leitura a Banco de dados;
  • Contas de Execução;
  • Descrição de Colunas;
  • DMV – Sys.dm_os_memory_clerks;
  • DMV – Sys.dm_server_services;
  • Ident_Current;
  • Leitura de Log;
  • Memória;
  • Memory Cache Entries;
  • Memory Clerks;
  • Multipage Allocators Statistic
  • OS Threads;
  • Processos em execução;
  • Scope_Ident;
  • Serviços do SQL Server;
  • SessioID;
  • System Identity Variable; e
  • XP_ReadErrorLog.

Chegou a hora, mãos nos teclados, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Maio 2018 . Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão foram devidamente testados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Fique a vontade para compartilhar, comentar e melhorar cada um destes códigos.

Short Scripts

— Short Script 1  – Encerramento processos que apresentam várias horas ou longo tempo de execução  —
SET NOCOUNT ON
DECLARE @spid SMALLINT, @spidString VARCHAR(12)

DECLARE spidCursor CURSOR
FOR SELECT spid
FROM master.sys.sysprocesses
WHERE last_batch < DATEADD(hh, -8, GETDATE()) AND spid > 50 — Change 8 to any other value for hours AND spid > 50 — for user spid
FOR READ ONLY
OPEN spidCursor
FETCH NEXT FROM spidCursor INTO @spid

SELECT ‘Killed spid(s) – ‘
WHILE (@@fetch_status = 0)
AND (@@error = 0)
BEGIN
SELECT @spidString = CONVERT(VARCHAR(12), @spid)
EXEC (‘kill ‘ + @spidString)
SELECT @spid
FETCH NEXT FROM spidCursor INTO @spid
END

CLOSE spidCursor
DEALLOCATE spidCursor
SET NOCOUNT OFF

— Short Script 2 –  Identificando – Memory Cache Entries —
WITH memory_cache_entries
AS
(
SELECT
name AS entry_name,
[type],
in_use_count,
pages_allocated_count,
CAST(entry_data AS XML) AS entry_data
FROM sys.dm_os_memory_cache_entries(nolock)
WHERE type = ‘USERSTORE_TOKENPERM’
),
memory_cache_entries_details
AS
(
SELECT
entry_data.value(‘(/entry/@class)[1]’, ‘bigint’) AS class,
entry_data.value(‘(/entry/@subclass)[1]’, ‘int’) AS subclass,
entry_data.value(‘(/entry/@name)[1]’, ‘varchar(100)’) AS token_name,
pages_allocated_count,
in_use_count
FROM memory_cache_entries
)
SELECT
class,
subclass,
token_name,
COUNT(*) AS nb_entries
FROM memory_cache_entries_details
GROUP BY token_name, class, subclass
ORDER BY nb_entries DESC;

— Short Script 3 – Obtendo a relação de últimos acessos de leitura e escrita por banco de dados —

;WITH myCTE AS
(
SELECT
DB_NAME(database_id) AS TheDatabase,
last_user_seek,
last_user_scan,
last_user_lookup,
last_user_update
FROM sys.dm_db_index_usage_stats
)
SELECT
ServerRestartedDate = (SELECT CREATE_DATE FROM sys.databases where name=’tempdb’),
x.TheDatabase,
MAX(x.last_read) AS last_read,
MAX(x.last_write) AS last_write
FROM
(
SELECT TheDatabase,last_user_seek AS last_read, NULL AS last_write FROM myCTE
UNION ALL
SELECT TheDatabase,last_user_scan, NULL FROM myCTE
UNION ALL
SELECT TheDatabase,last_user_lookup, NULL FROM myCTE
UNION ALL
SELECT TheDatabase,NULL, last_user_update FROM myCTE
) AS x

GROUP BY TheDatabase
ORDER BY TheDatabase

— Short Script 4 – Identificando e analisando as diferenças entre Ident_Current, Scope_Identity e Variável de Sistema Identity —
USE AdventureWorks2016;
Go

CREATE TABLE t6(id int IDENTITY);
CREATE TABLE t7(id int IDENTITY(100,1));
Go

CREATE TRIGGER t6ins ON t6 FOR INSERT
AS
BEGIN
INSERT t7 DEFAULT VALUES
END;
Go

SELECT id FROM t6;
SELECT id FROM t7;

— Do the following in Session 1.
INSERT t6 DEFAULT VALUES;
SELECT @@IDENTITY;
/*Returns the value 100.*/

SELECT SCOPE_IDENTITY();
/* Returns the value 1. This was inserted by the
INSERT statement two statements before this query.*/

SELECT IDENT_CURRENT(‘t7’);
/* Returns value inserted into t7, that is in the trigger.*/

SELECT IDENT_CURRENT(‘t6’);
/* Returns value inserted into t6. This was the INSERT statement four statements before this query.*/

— Do the following in Session 2.
SELECT @@IDENTITY;
/* Returns NULL because there has been no INSERT action
up to this point in this session.*/

SELECT SCOPE_IDENTITY();
/* Returns NULL because there has been no INSERT action
up to this point in this scope in this session.*/

SELECT IDENT_CURRENT(‘t7’);
/* Returns the last value inserted into t7.*/

— Short Script 5 – Identificando a SessionID e suas respectivas OS Threads —
SELECT osTask.session_id,
osThreads.os_thread_id,
osTask.scheduler_id,
osTask.task_state
FROM sys.dm_os_tasks AS osTask INNER JOIN sys.dm_os_threads AS osThreads
ON osTask.worker_address = osThreads.worker_address
WHERE osTask.session_id IS NOT NULL
ORDER BY osTask.session_id;
Go

— Short Script 6 – Identificando o último usuário que acesso a tabela —
SELECT DB_NAME(ius.[database_id]) AS [Database],
                 OBJECT_NAME(ius.[object_id]) AS [TableName],
                 MAX(ius.[last_user_lookup]) AS [last_user_lookup],
                 MAX(ius.[last_user_scan]) AS [last_user_scan],
                 MAX(ius.[last_user_seek]) AS [last_user_seek] FROM sys.dm_db_index_usage_stats AS ius
WHERE ius.[database_id] = DB_ID()
AND ius.[object_id] = OBJECT_ID(‘[PlayerAllData]’)
GROUP BY ius.[database_id], ius.[object_id]
Go

— Short Script 7 – Obtendo informações sobre a descrição de uma coluna —
declare @ColumnName nvarchar(300),
@TableName nvarchar(300);

Set @ColumnName= N’…’;
Set @TableName= N’…’;

Select st.name [Table],
sc.name [Column],
sep.value [Description]
from sys.tables st inner join sys.columns sc
on st.object_id = sc.object_id
left join sys.extended_properties sep
on st.object_id = sep.major_id
and sc.column_id = sep.minor_id
and sep.name = ‘MS_Description’
Where st.name = @TableName
And sc.name = @ColumnName
Go

— Short Script 8 – XP_ReadErrorLog – Identificando a porta padrão do SQL Server —
USE MASTER
Go

XP_readerrorlog 0, 1, N’Server is listening on’
Go

— Short Script 9 –  Utilizando – sys.dm_os_memory_clerks – Multipage Allocators Statistic —
Select name AS clerk_name, memory_node_id,
                 sum(single_pages_kb) / 1024 as single_page_total_size_mb,
                 sum(multi_pages_kb) / 1024 as multi_page_total_size_mb,
                 sum(awe_allocated_kb) / 1024 as awe_allocaed_size_MB
From sys.dm_os_memory_clerks(nolock)
Where memory_node_id = 64
Group by memory_node_id, name
Having SUM(multi_pages_kb) > 0
Order BY sum(single_pages_kb) + sum(multi_pages_kb) +
sum(awe_allocated_kb) DESC
Go

— Short Script 10 –  Utilizando – sys.dm_server_services – Identificando a conta que esta executando os serviços do SQL Server —
Select  servicename,
startup_type_desc,
status_desc,
               last_startup_time,
               service_account,
               is_clustered,
               cluster_nodename,
               filename,
               startup_type,
               status,
               process_id
From sys.dm_server_services
Go

Missão mais que cumprida! Uma nova relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância, apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.


Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/19/short-scripts-fevereiro-2018-transaction-log/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/09/short-scripts-dezembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/09/16/short-scripts-setembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/06/08/short-scripts-junho-2017/

Agradecimento

Obrigado mais uma vez por sua visita, fico honrado com sua ilustre presença ao meu blog, desejo e espero que você possa ter encontrado algo que lhe ajudou.

Volte sempre, nos encontraremos mais uma vez na sessão Short Scripts no post do mês de agosto de 2018.

Abraços…

Dica do Mês – SQL Operations Studio – View as Chart


Olá, amantes de banco de dados e profissionais de tecnologia.

Bom dia, bom dia, bom dia….. Tudo bem? Que bom te encontrar por aqui mais uma vez, seja bem, volte sempre. Este é mais um post da sessão Dica do Mês, sessão dedicada a compartilhar bimestralmente dicas, novidades, curiosidades e demais informações relacionadas ao Microsoft SQL Server, Banco de Dados e Tecnologias de Banco de Dados.

No post de hoje, quero dividir com você um recurso que conheci recentemente adicionado ao novo SQL Operations Studio, ferramenta que a Microsoft esta trabalhando a todo vapor para se tornar muito em breve um produto confiável, prático e robusto, da mesma maneira que aconteceu com o Management Studio (“isso já faz um tempinho, lá em 2005”), e principalmente multiplataforma(um produto interoperável).

Se por acaso você ainda não conhece esta nova ferramenta da Microsoft, fique calmo, seu primeiro preview foi lançado no final de 2017, e caso você queria conhecer um pouco mais sobre este novo produto, acesse: https://docs.microsoft.com/pt-br/sql/sql-operations-studio/what-is?view=sql-server-2017.

 

Falando um pouco mais sobre o post de hoje, normalmente quando executamos uma query no Microsoft SQL Server Management Studio, temos a possibilidade de apresentar o retorno de dados em tela no formato de tabela, texto ou se quisermos salvar em um arquivo texto, agora no SQL Operations Studio, temos algumas outras formas de apresentar ou salvar nosso retorno de dados, dentre elas a que eu mais gostei e acredito que você também vai gostar é conhecida como View as Chart (Visualizar como gráfico).

Como assim visualizar como gráfico? É isso mesmo, que você esta pensando, visualizar o resultado da sua query em alguns modelos predefinidos de gráfico em tempo real. Olha que fiquei de queijo caído com este recurso.

E ai, esta curioso em saber um pouco mais sobre esta nova forma de apresentar seus dados? Eu estou, e não vejo a hora de poder dividir com você um pouco deste recurso.

Então, vamos em frente, vou tentar mitigar a sua curiosidade e ao mesmo também satisfazer os meus objetivos. Sendo assim, seja bem vindo ao post – Dica do Mês – SQL Operations Studio – View as Chart.

Tenho a certeza visualizar seus dados em forma de gráfico, vai lhe ajudar muito nos momentos de análise e tomada de decisão.


Introdução

Lançado em novembro de 2017, o SQL Operations Studio, possui algumas missões um pouco indigestas (na minha opinião), mas que podem ser alcançadas, dentre elas:

  1. Se tornar um produto conhecido;
  2. Ser reconhecido como um produto independente e multiplataforma;
  3. Ser utilizado com uma ferramenta de apoio ao atual Management Studio;
  4. Não ser rotulado ou visto como o substituto do Management Studio para Windows; e
  5. Ser utilizado em ambientes Linux e Mac.

Mesmo com esta pequena relação de missões a serem cumprida, a Microsoft esta trabalhando de forma árdua a realmente lançar uma versão final do produto o mais breve possível (eu mesmo esperei um pouco mais para instalar o produto na minha máquina).

Mas, vamos em frente, dentro as novidades e melhorias adicionadas na última preview lançada do SQL Operations Studio (em 28/03/2018), aquela que mais me chamou a atenção, foi justamente a introdução do botão View as Chart, sendo este visível logo após o processamento e apresentação do resultado de um query.

Se você já estou utilizando este produto, talvez não tenha ainda percebido a presença deste ou outros botões que surgem em nossa tela ao lado da result as table que exibe as linhas de dados processadas, pois bem, a Figura 1 abaixo ilustra este e os demais botões:

Figura 1 – Apresentação dos botões View as Chart na guia de resultados exibida pelo SQL Operations Studio.

Agora eu acredito que você vai conseguir encontrar mais facilmente estes botões logo após processar suas querys no SQL Operations Studio.

Vamos avançar mais um pouco…..

View as Chart

Ao imaginar a possibilidade de apresentar nosso retorno de dados em tela, tendo como base, formatos predefinidos de gráficos é algo que nos permite estabelecer uma série de palavras do momento, dentre elas: Análise de Dados, Tomada de Decisão, Modelagem de Negócios, Mineração de Dados, Business Intelligence, enfim… possibilidade de tentar rotular um resultado apresentado como um gráfico, os fascinados por administração e gestão vão adorar. Sinceramente falando, não vejo que este recurso possa ser rotulado para todas as possíveis áreas, mas em especial uma dentre as mais diversas podemos, sendo ela: Análise de Dados.

Apresentar um conjunto de dados no formato de gráfico, com certeza é algo visualmente falando mais atrativo, bonito e didático do que simplesmente apresentar um monto de valores em uma tabela com colunas que muitas vezes não conseguir expressar ou transmitir seu significado.

Analisar um ou mais dados, é uma atividade diferencial para qualquer profissional da área de tecnologia, principalmente aqueles que possuem a ingrata missão de tentar através do números, símbolos e indicadores orientar seus clientes, empresas e parceiros em momento chaves para tomada de decisão, por outro lado ter a possibilidade de simular situações com base no processamento em tempo real de dados coletados ao longo de tempo e ver o que pode acontecer caso algo venha e mudar pode sim ser um grande “pulo do gato”.

Ao meu ver é justamente isso que podemos tentar adjetivar este recurso adicionado ao SQL Operations Studio, a capacidade de proporcionar um análise de dados para os profissionais de tecnologia, dentre eles: Desenvolvedores, Programadores e Administradores de Bancos de dados, que podem em tempo real realizar possíveis simulações e testes com seus dados nem necessitar utilizar ferramentas específicas para esta atividade.

Vamos em frente que atrás vem o DBA correndo (kkkkk)…..

Exibindo um Chart

Para que possamos realizar nossas práticas, vou utilizar o mesmo ambiente que venho trabalhando nos meus últimos post, mais especificamente o banco de dados utilizado no jogo de videogame Fifa 2018 recentemente compartilhado no meu blog.

Pois bem, caso você não deseje fazer o download do banco de dados, nas práticas que vamos realizar neste post, estou compartilhando um arquivo no formato JSON que justamente apresenta a massa de dados específica que iremos utilizar, além disso, o arquivo já esta pronto para você realizar o processo de importação caso esteja utilizando o Microsoft SQL Server 2016 ou superior. Faça o download do arquivo JSON clicando aqui.

Importante: Vale ressaltar que por questões de segurança a plataforma WordPress.com não permite upload de arquivo com extensão .json, sendo assim, foi adicionado ao final do arquivo a extensão .doc, após realizar o download basta remover esta extensão o final do nome do arquivo mantendo a extensão .json.

Caminhando mais um pouquinho….

Vou deduzir que você conseguiu realizar o download do arquivo, em seguida acessou seu Microsoft SQL Server 2016 ou 2017 e importou este conjunto de dados para dentro de um específico banco de dados, show de bola, sucesso, vamos em frente.

Agora com este dados disponíveis para serem acessados, podemos fazer uso do recurso View as Chart, para isso acesse o SQL Operations Studio, conecte-se em seu banco de dados, abra uma nova query e execute o Bloco de Código 1 apresentado abaixo, sendo esta a query base que utilizaremos para proporcionar a criação e execução de nossos gráficos:

— Bloco de Código 1 —

Select Top (50) Name,
Age,
Nationality,
Overall,
Potential
From PlayerPersonalData
Order By Overall Desc, Potential DESC
Go

Observe a simplicidade da query que utilizaremos, não se espante é isso mesmo, algo bastante simples para trabalhar com 50 linhas de registros armazenadas em um tabela denominada PlayerPersonalData.

Logo após a execução do Bloco de Código 1 apresentando anteriormente, o SQL Operations Studio deve ter retornado na sua tela um conjunto de dados similar ao apresentado na Figura 2 a seguir:

Figura 2 – Relação de dados apresentados após o processamento do Bloco de Código 1.

Muito bem, observe com atenção a Figura 2, veja que os botões apresentados na respectiva ordem:

  • Save as CSV;
  • Save as JSON(o arquivo json aqui compartilhado, foi criado através deste botão);
  • Save as Excel; e
  • View as Chart, foram habilitados e encontram-se disponíveis para uso, sendo o último botão o qual iremos utilizar para gerar nossos gráficos, sendo assim, clique nele.

Após clicar no botão View as Chart, automaticamente o SQL Operations Studio apresenta um primeiro modelo de gráfico em barras horizontais(HorizontalBar), conforme apresenta a Figura 3 a seguir:

Figura 3 – Gráfico padrão criado no modelo predefinido HorizontalBar.

Como eu havia destacado no início deste post, o SQL Operations Studio através do recurso View as Chart, apresenta um conjunto de gráficos predefinidos que podem ser aplicados ou não dependendo do tipo de retorno de dados apresentado por cada query, a Figura 4 apresentado a seguir, ilustra o conjunto de modelo de gráficos predefinidos independente do conjunto de dados processados pelo Bloco de Código 1:

Figura 4 – Relação de modelos predefinidos existentes no recurso View as Chart.

Legal, temos nossa massa de dados, já sabemos a relação de possíveis modelos de gráficos, o próximo passo é começar a brincar com este recurso em conjunto com suas querys criando novos gráficos, como forma de demonstração de algumas possibilidades, apresento abaixo algumas figuras que ilustram as diversidades de retornos de dados através do recurso View as Chart.

Exemplos de Gráficos

A seguir apresento em sua respectiva ordem as Figuras 5, 6, 7 e 8, que ilustram os modelos de gráficos: Line, Bar e PIE, note que todos os gráficos apresentam uma legenda, como também, podem ser exibidos na posição horizontal e vertical, e ao passar com o mouse em cima da área do gráfico, um hint é apresentado destacando a área e seus respectivos dados:

Figura 5 – Modelo de Gráfico Line.

Figura 6 – Modelo de Gráfico Bar.

Observação: Após exibir um gráfico em tela o SQL Operations Studio, nos permite salvar (Save as image) ou copiar (Copy as image), botões os quais estão disponíveis na barra de ferramentas apresentada em conjunto com nosso gráfico, bem acima da área de gráfico.

Por padrão ao salvar um gráfico como imagem será criado um novo arquivo formato de imagem no padrão .png (Portable Network Graphics, também conhecido como PNG’s Not GIF).

Figura 7 – Modelo de Gráfico Line – Dados analisados no formato de números e distribuídos na posição vertical.

Figura 8 – Modelo de Gráfico PIE – Dados distribuídos na posição vertical.

Ufa, chegamos ao final, sãos e salvos e como de costume com mais uma gama de conhecimento adquirido a partir deste momento. E ai ficou de queijo caiu com este recurso da mesma maneira que eu fiquei quando por acaso o descobrir? Acho que sim, não é verdade.

Então, mas não é somente a possibilidade de gerar gráficos que o View as Chart nos permite, ele também tem um outro botãozinho mágico que fica escondido chamado Create Insight, mas este botão eu vou deixar para que você descubra como fazer uso dele e quais os benefícios ele pode te trazer.

Com isso chegamos ao final de mais um post da sessão Dica do Mês, antes de encerrarmos, gostaria de contar com a sua participação neste post, respondendo a enquete abaixo:


Referências

https://docs.microsoft.com/pt-br/sql/sql-operations-studio/release-notes?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/pt-br/sql/sql-operations-studio/insight-widgets?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/sql-operations-studio/tutorial-build-custom-insight-sql-server?view=sql-server-2017&viewFallbackFrom=ssdt-18vs2017

Posts Anteriores

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/03/14/dica-do-mes-microsoft-sql-server-2017-sql-graph-databases/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/24/dicadomes-sqlservertoolsuiteintroduction/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/01/dicadomessql2017novascolunasinternas/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/08/26/dica-do-mes-simulando-a-insercao-de-uma-massa-de-dados-aleatoria/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/05/23/conhecendo-e-aplicando-o-uso-de-atualizacao-de-estatisticas-incrementais/

Conclusão

Como de costume a cada novo produto, versão, service pack ou atualizações que a Microsoft e seu time de engenheiros especialista do SQL Server disponibiliza, novos e novos elementos são implementados ao vasto conjunto de possibilidades que o Microsoft SQL Server nos oferecer.

O SQL Operations Studio é justamente um destes elementos que vem aos poucos adquirindo seu espaços, se tornando componente importante para os desenvolvedores, programadores, analistas e administradores no que se relaciona as tarefas ou atividades oriundas de um ambiente de banco de dados.

A partir da nova versão do SQL Operations Studio, temos um grande recurso que nos permite utilizar modelos de gráficos predefinidos como fonte de análise dos dados os quais foram processados e apresentados em nossa tela, através do View as Chart, a Microsoft trouxe um pequeno ambiente que nos permite analisar, validar e tomar possíveis decisões de acordo com as simulações de dados processadas em real time em nossas querys.

Agradecimentos

Agradeço a você por sua atenção e visita ao meu blog. Fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Um forte abraço, nos encontramos no próximo post da sessão Dica do Mês a ser publicado no mês de junho.

Salve o SQL Operations Studio, estamos todos ansiosos te esperando…

Material de Apoio – Abril 2018


Muito, mas, muito bom dia!

São exatamente 08:00 horas da manhã e você já esta dando uma passadinha por aqui, que legal, obrigado por mais esta visita.

E ai tudo bem com você? Espero que sim. Estou aqui mais uma vez procurando colaborar e compartilhar com a comunidade técnica em mais um post da sessão Material de Apoio dedicado exclusivamente ao meu blog.

Espero que você esteja gostando do conteúdo aqui disponibilizado, como também, possa me ajudar a cada vez mais melhorar ainda.

O post de hoje

Seja bem-vindo a mais um post da sessão Material de Apoio, sendo o segundo do ano de 2018 e de número 156 no total desta sessão.

Para aqueles que já acompanham o meu blog a um certo tempo, os posts dedicados a sessão Material de Apoio, possuem o objetivo de compartilhar o conhecimento de recursos, funcionalidades e procedimentos que podemos realizar no Microsoft SQL Server.

Hoje não será diferente, estou trazendo alguns dos mais recentes scripts  catalogados nos últimos meses, que atualmente estão compondo a minha galeria de códigos formada ao longo dos anos de trabalho como DBA e atualmente como Professor de Banco de Dados.

Neste post você vai encontrar arquivos relacionados com os seguintes temas:

  • @@TranCount;
  • Claúsula Where;
  • Comando Declare;
  • Comando Kill;
  • Comando Order By;
  • Comando Rollback;
  • Comando While;
  • Conversão implícita de dados;
  • Cursor;
  • Database Level Events;
  • Dynamic Management Function sys.dm_exec_query_plan;
  • Dynamic Management Function sys.dm_exec_sql_text;
  • Dynamic Management View sys.dm_exec_query_stats;
  • Dynamic Management View sys.dm_os_tasks;
  • Dynamic Management View sys.dm_os_threads;
  • Error Code 3609;
  • Função Cast;
  • Função EventData();
  • Função Raiserror();
  • Função Top();
  • Loop de processamento infinito;
  • Opção Recompile;
  • Operador Cross Apply;
  • OS Threads;
  • Processos em execução;
  • Sessions;
  • Set RowCount;
  • Stored Procedure Exec;
  • System Table sys.sysprocesses;
  • Tratamento de Erros;
  • Trigger DDL; e
  • Variáveis.

Espero que este conteúdo possa lhe ajudar em seus atividades profissionais e acadêmicas. Por questões de compatibilidade com a plataforma WordPress.com, todos os arquivos estão renomeados com a extensão .doc ao final do seu respectivo nome, sendo assim, após o download torna-se necessário remover esta extensão, mantendo somente a extensão padrão .sql.

Material de Apoio

A seguir apresento a relação de arquivos  selecionados:

1 – Material de Apoio – Abril 2018 – Encerramento processos que apresentam várias horas ou longo tempo de execução.sql

2 – Material de Apoio – Abril 2018 – Trigger DDL DATABASE LEVEL EVENTS – Bloqueando a criação de tabelas com um determinado nome.sql

3 – Material de Apoio – Abril 2018 – Identificando a SessionID e suas respectivas OS Threads.sql

4 – Material de Apoio – Abril 2018 – Relação de Querys – Apresentam conversão implícita de dados.sql

5 – Material de Apoio – Abril 2018 – Criando um loop infinito utilizando SET ROWCOUNT com Variable Table.sql

6 – Material de Apoio – Abril 2018 – Utilizando Rollback Transaction dentro de Trigger com tratamento de erro 3609.sql

7 – Material de Apoio – Abril 2018 – Utilizando Rollback Transaction dentro de Trigger decrementando o valor de @@Trancount.sql

Fique a vontade para copiar, editar, compartilhar e distribuir estes arquivos com seus contatos, aproveite se possível deixe seu comentário, críticas, sugestões e observações.

Nota: Todos os arquivos disponibilizados foram obtidos ou criados com autorização de seus autores, sendo estes, passíveis de direitos autorais.

Links

Caso você queira acessar os posts anteriores da sessão, não perca tempo utilize os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/13/material-de-apoio-fevereiro-2018/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/04/material-de-apoio-novembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/08/08/material-de-apoio-agosto-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/05/09/material-de-apoio-maio-2017/

Agradecimento

Quero agradecer imensamente a sua visita, sinto-me honrado e orgulhoso de contar com a sua presença.

Não deixe de acessar os outros posts das demais sessões, o próximo post desta sessão será publicado no mês de junho, até lá continue curtindo sua vida e compartilhando suas experiência.

Um forte abraço, muita saúde, sucesso e vamos em frente…

Dica do Mês – Microsoft SQL Server 2017 – SQL Graph Databases


Muito bom dia…… Salve amantes de banco de dados.

Tudo bem? Este é mais um post da sessão Dica do Mês, sessão dedicada a compartilhar mensalmente dicas, novidades, curiosidades e demais informações relacionadas ao Microsoft SQL Server, Banco de Dados e Tecnologias de Banco de Dados.

No post de hoje, quero compartilhar com você uma das maiores novidades implementadas na última versão do Microsoft SQL Server, neste caso, a versão 2017 lançada oficialmente em outubro de 2017 e muito destacada aqui no meu blog em diversos posts.

Destacando um pouco sobre o post, quando se referimos a banco de dados, normalmente pensamos em uma estrutura organizada basicamente em tabelas, colunas, chaves primárias, chaves estrangeiras e relacionamentos. Mas a partir do Microsoft SQL Server 2017 temos uma nova possibilidade de elaborar uma estrutura de banco de dados saindo um pouco deste tradicional cenário conhecimento como modelo relacional e sim partindo para o chamado modelo grafos ou banco de dados em grafos. Talvez em algum momento você já deve ter ouvido falar um pouco sobre esta forma de modelagem.

Pois bem, neste nova versão o time de engenheiros do SQL Server adicionaram ao conjunto de novas funcionalidades (features) o SQL Graph Databases ou simplesmente Banco de Dados em Grafos, isso mesmo banco de dados no formato de grafos, parece ser algo muito diferente do que estamos acostumados a fazer, na verdade não é bem assim, e você vai poder conhecer um pouco mais sobre este recurso, suas características e curiosidades no decorrer deste post.

Esta curioso em saber um pouco mais sobre esta nova feature? Eu estou, e não vejo a hora de poder dividir com você um pouco do vasto conteúdo relacionado com este recurso. Então, vamos em frente, vou tentar mitigar a sua curiosidade e ao mesmo também satisfazer os meus objetivos. Sendo assim, seja bem vindo ao post – Dica do Mês – Microsoft SQL Server 2017 – SQL Graph Databases.

Você vai se surpreender com este novo recurso e suas possibilidades relacionadas com modelagem de banco de dados.


Introdução

O SQL Graph Database é uma nova forma de se estruturar um banco de dados criado no Microsoft SQL Server 2017, tendo como base um estrutura formada por uma coleção de tabelas de nó (Node Table) e  tabelas de borda (Edge Table).

Basicamente um nó representa uma entidade — por exemplo, uma pessoa ou uma organização e uma borda representa uma relação entre os dois nós que ele conecta. As tabelas de nó ou borda podem ser criadas em qualquer esquema em um banco de dados, mas todas pertencem a uma estrutura de grafos representada de forma lógica.

Os bancos de dados na estrutura de grafos são úteis quando o aplicativo tem relacionamentos complexos de muitos para muitos e precisamos analisar as relações complexas.

Algumas das características importantes de um bancos de dados na estrutura de grafos:

  • Bordas (edge) ou relacionamentos(node) são entidades de primeira classe em um banco de dados de grafos e podem ter atributos ou propriedades associadas a eles;
  • Uma única edge table pode unir flexivelmente vários nós em um banco de dados de grafos;
  • Demonstrar a relação de padrões e consultas de navegação de vários saltos facilmente; e
  • Demonstrar o encerramento transitivo de dados e as consultas polimórficas facilmente.

A Figura 1 abaixo apresenta a estrutura básico do SQL Graph Databases e seus principais componentes:

Architecture of SQL Server 2017 Graph Database
Figura 1 – Estrutura básica do SQL Graph Databases.

Analisando a Figura 1 apresentada acima, podemos dizer que um banco de dados na estrutura de grafos é um tipo de banco de dados cujo conceito é baseado em nós e bordas. Este novo tipo de bancos de dados, denominada de grafos, baseiam-se na teoria dos grafos (um grafo é um diagrama de pontos e linhas conectados aos pontos), respeitando a seguinte estrutura:

  1. Os nós representam dados ou entidade e bordas representam conexões entre nós; e
  2. As bordas são propriedades que podem estar relacionadas a nós, essa capacidade nos permite mostrar interações mais complexas e profundas entre os nossos dados.

Elementos básicos

A seguir destaco os elementos básicos que compõem a estrutura do SQL Graph Databases:

Node Table
Representa uma entidade em um esquema de grafos. Sempre que criamos uma tabela de nós, juntamente com as colunas definidas pelo usuário, uma coluna implícita $node _id é criada, o que identifica exclusivamente um determinado nó no banco de dados.

Os valores na coluna $node _id são gerados automaticamente e são uma combinação de object_id dessa tabela de nós e um valor bigint gerado internamente. No entanto, quando a coluna $node _id é selecionada, um valor calculado na forma de uma cadeia de caracteres JSON é exibido.
Além disso, $Node _id é uma coluna pseudo, que mapeia para um nome interno com String hex nele. Quando selecionamos $node _id da tabela, o nome da coluna aparecerá como $node _id_ hex_string.

É recomendável que os usuários criem uma restrição ou índice exclusivo na coluna $node _id no momento da criação da tabela de nós, mas se um não for criado, um índice padrão exclusivo não clusterizado será criado automaticamente.

Edge Table
Como mencionado anteriormente, uma tabela de borda(Edge Table) representa uma relação em um grafos. As bordas são sempre direcionadas e conectam dois nós.

Uma tabela de borda permite que os usuários modelem relacionamentos muitos-para-muitos no grafos, esta mesma tabela pode ou não ter quaisquer atributos definidos pelo usuário.

$Edge _id
A primeira coluna na tabela de borda representa $Edge _id que identifica exclusivamente uma aresta fornecida no banco de dados. O valor da coluna edge_id é gerado com a combinação de object_id da tabela de borda e um valor bigint gerado internamente.

No entanto, quando selecionamos a coluna $Edge _id, ela é exibida como a seqüência de caracteres JSON que é calculada a partir do valor da coluna.

$from _id
Coluna que armazena o $node _id do nó, de onde a borda é originada. Semelhante ao $Edge _id este é também um pseduo e pode ser usado como $from _id no entanto, o nome da coluna inclui Strings hex nele.

$to _id
Armazena o $node _id do nó, no qual a borda termina. Comportamento desta coluna em também como por $Edge _id e $from coluna _id.

Funções

Existem algumas funções adicionadas a linguagem Transact-SQL, que visam ajudar os usuários a extrair informações das colunas geradas. Abaixo estão as funções:

OBJECT_ID_FROM_NODE_ID: Função que permite extrair o object_id de um node_id. Precisamos passar node_id para esta função e ele retornará o object_id, também podemos obter o nome do objeto do object_id.

GRAPH_ID_FROM_NODE_ID: Função que permite extrair o GRAPH_ID de um node_id. Precisamos passar node_id para esta função e ele retornará o object_id.

NODE_ID_FROM_PARTS: Através desta função podemos construir um node_id de um object_id e um graph_id.

OBJECT_ID_FROM_EDGE_ID: Função utilizada para extrair um object_id de um EDGE_ID.

GRAPH_ID_FROM_EDGE_ID: Função utilizada para identificar um GRAPH_ID de EDGE_ID.

EDGE_ID_FROM_PARTS: Função que nos permite identificar o id utilizada entre as conexões de EDGE_ID de object_id e identidade.

Tabelas de Sistemas e Metadados

Sys.Tables – Novas colunas foram adicionadas ao sys.tables para identificar se uma tabela é um nó ou uma borda, conforme apresenta a Tabela 1 abaixo:

Column Name Data Type Description
is_node bit 1 = this is a node table
is_edge bit 1 = this is an edge table

Tabela 1 – Novas colunas adicionadas a system table sys.tables.

Sys.Columns – Novas colunas foram adicionadas ao sys.tables para indicar o tipo da coluna em tabelas de nó e borda, permitindo o relacionamento entre as systems tables sys.columns e sys.tables. A Tabela 2 abaixo apresenta a relação de novas colunas adicionadas a sys.columns:

Column Name Data Type Description
graph_type int Internal column with a set of values.

The values are between 1-8 for graph columns and NULL for others:

1 – GRAPH_ID
2 – GRAPH_ID_COMPUTED
3 – GRAPH_FROM_ID
4 – GRAPH_FROM_OBJ_ID
5 – GRAPH_FROM_ID_COMPUTED
6 – GRAPH_TO_ID
7 – GRAPH_TO_OBJ_ID
8 – GRAPH_TO_ID_COMPUTED

graph_type_desc nvarchar(60) internal column with a set of values

Tabela 2 – Novas colunas adicionadas a system table sys.columns.

Nossa, quanta coisa nova foi adicionado ao Microsoft SQL Server a partir desta nova funcionalidades, como também, diversas mudanças internadas como de costume também foram realizadas no produto afim de possibilitar o uso destas e outras funcionalidades, algo comumente realizado a cada nova versão.

Vamos então conhecer de forma prática o SQL Graph Databases e entender como estes elementos podem ser utilizados através do cenário que estaremos implementando a partir de agora.

Implementando o SQL Graph Databases

Se estamos nos referindo ao um banco de dados de grafos, nada melhor do que representar a estrutura que será utilizada em nosso cenário de exemplo através de um Diagrama conforme ilustra a Figura 2 abaixo:

Figura 2 – Diagrama – Estrutura utilizada para o exemplo.

Os nós são SQL Server, Azure e Windows e segue (bordas) fornecem conexões entre nós. Este modelo de banco de dados não pode ser tratado como uma alternativa a um modelo de banco de dados relacional, mas confrontados com alguns problemas específicos, o modelo de banco de dados em grafos pode ser alternativo e efetivo.

Observações: Se você olhar para o diagrama de perto, talvez você pode projetar este modelo de dados em um banco de dados relacional por junções, mas imagine que se você tiver um monte de nós e bordas, em seguida, quantas junções você vai precisar? Outra consideração importante se relaciona na forma de como este projeto funcionaria? Por esta razão, ao lidar com alguns problemas de negócios, precisamos de um banco de dados representado na teoria de grafos.

Um cenário muito interessante para a adoção de um banco de dados em grafos a ser considerado são meios de comunicação social. Por exemplo, há um monte de ações sociais, cada ação social cria uma marca. Quando combinamos estas marcas, parece uma teia de aranha. O modelo de banco de dados em grafos é ideal para armazenar esse tipo de dados.

Criando o ambiente

Para nossa prática vamos trabalhar com o seguinte ambiente:

  • Database – SQLGraphDatabase;
  • Node Table – Products; e
  • Edge Table – Microsoft.

Vamos começar criando nosso banco de dados e a node table através do Bloco de Código 1 apresentado na sequência:

— Bloco de Código 1 – Criando Banco de Dados e Node Table —

— Criando o Banco de Dados —
Create Database SQLGraphDatabases
Go

— Acessando o Banco de Dados —
Use SQLGraphDatabases
Go

— Criando a Node Table Products —
Create Table Products
(ProductID TinyInt Primary Key,
ProductName Varchar(100)
) As Node
Go

Note que instrução Create Table especificamos ao final da mesma a palavra chave Node, desta forma, o Microsoft SQL Server vai entender que nossa tabela será um nó e posteriormente estará relacionada com no mínimo uma borda.

O próximo passo é realizar a inserção de dados na tabela Products, para isso vamos utilizar o Bloco de Código 2 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 2 – Inserindo dados na Node Table Products —

— Inserindo dados na Node Table Products —
Insert Into Products
Values (1,’SQL Server’),
(2,’Azure’),
(3,’Windows’)
Go

— Consultando os dados —
Select ProductId, ProductName from Products
Go

Você poderá notar que após a execução do comando Select teremos o resultado das três linhas de registros lógicos adicionadas a node table Products apresentados em tela, para que seja possível apresentar toda estrutura da tabela incluindo o $Node_Id, vamos então utilizar um simples e conhecido Select * (técnica não recomendável, mas para este cenário será útil para apresentar de maneira rápida a estrutura da node table Products).

— Apresentando toda estrutura da node table Products e seus respectivos dados —

Select * From Products
Go

A Figura 3 abaixo ilustra o retorno dos dados obtidos após a execução do Select acima:

Figura 3 – Estrutura da node table Products, incluindo $Node_ID e dados.

Continuando a nossa caminhada, vamos agora criar nossa tabela borda (edge table) denominada Microsoft, sendo esta o elemento utilizado para estabelecer as ligações entre os dados da node table para com a edge table, desta forma utilizaremos o Bloco de Código 3 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 3 – Criando a Edge Table Microsoft —

— Criando a Edge Table Microsoft —
Create Table Microsoft As Edge
Go

— Consultando a estrutura da Edge Table Microsoft —
Select * from Microsoft
Go

Pronto nossa tabela borda esta criada, nosso penúltimo passo será adicionar os dados oriundos da node table Products, estabelecem assim as relações entre ambos os elementos, para tal procedimentos utilizaremos o Bloco de Código 4 apresentado a seguir:

— Bloco de Código 4 – Inserindo os dados na Edge Table Microsoft —

— Azure com SQL Server —
Insert Into Microsoft ($from_id , $to_id )
Values ((Select $node_id from Products where ProductId=2),
(Select $node_id from Products where ProductId=1))
Go

— Windows com SQL Server —
Insert Into Microsoft ($from_id ,$to_id )
Values ((Select $node_id from Products where ProductId=3),
(Select $node_id from Products where ProductId=1))
Go

— Windows com Azure —
Insert Into Microsoft ($from_id ,$to_id )
Values ((Select $node_id from Products where ProductId=3),
(Select $node_id from Products where ProductId=2))
Go

— Consultando os dados inseridos na Edge Table Microsoft —
Select * from Microsoft
Go

Muito bom, acabamos de estabelecer as ligações entre nossa node table e a edge table, note que para realizar este vinculo entre os dados oriundas da node table Products para a edge table Microsoft, utilizamos os valores da coluna ProductID existente na tabela de Products, como elemente chave a ser inserido nas colunas $from_id e $to_id no momento da criação da edge table Microsoft.

Figura 4 a seguir ilustra os dados inseridos na edge table Microsoft e apresentados no formato de string JSON:

Figura 4 – Dados inseridos na edge Table Microsoft.

Agora falta muito pouco e chegamos ao último passo que consiste justamente em identificar as conexões estabelecidas com base no Bloco de Código 4 processado anteriormente, onde através da nova função Match() em conjunto com seus operadores ‘-‘ ou ‘->’ podemos definir o caminho para encontrar os dados respeitando a estrutura de nós e bordas. Para tal procedimento executaremos o Bloco de Código 5 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 5 – Identificando as conexões entre os dados —

— Utilizando a função Match(), encontrando as conexões do ProductName = Azure —
Select Concat(Products.ProductName,’ –> ‘, ProductsDetails.ProductName) As Connections
From Products, Microsoft, Products ProductsDetails
Where Match(Products-(Microsoft)->ProductsDetails)
And Products.ProductName = ‘Azure’
Go

— Utilizando a função Match(), encontrando as conexões do ProductName = Windows —
Select Concat(Products.ProductName,’ –> ‘, ProductsDetails.ProductName) As Connections
From Products, Microsoft, Products ProductsDetails
Where Match(Products-(Microsoft)->ProductsDetails)
And Products.ProductName = ‘Windows’
Go

Após a execução do Bloco de Código 5 apresentado anteriormente o Management Studio deverá retornar um resultado similar ao apresentado pela Figura 5 abaixo:

Figura 5 – Conexões de dados estabelecidas com base nas colunas $from_id  e $to_id.

Incrível, chegamos ao final de mais um post da sessão Dica do Mês, tenho a certeza que você gostou do conteúdo apresentado hoje neste post.

Vale ressaltar que alguns pontos não foram abordados neste post, dentre eles como utilizar um índice clusterizado ou não clusterizado, como também, a maneira que uma Node Table e Edge Table são apresentadas na estrutura de um banco de dados através do Management Studio.

No que diz respeito ao novo modelo de banco de dados, tenha a certeza que a minha missão foi cumprida, principalmente no entendimento de como esta uma nova forma de representação baseada em grafos poderá nos ajudar a estabelecer uma nova técnica de relacionamento entre nossas tabelas e seus respectivos dados, indo muito além dos tradicionais conceitos dentre eles: chaves primárias e estrangeiras, caminhando para uma nova proposta com base no conceito de relacionamento lógico de dados.

Antes de encerrarmos, gostaria de contar com a sua participação neste post, respondendo a enquete abaixo:


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/graphs/sql-graph-sample

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/graphs/sql-graph-architecture

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/graphs/sql-graph-overview

https://www.red-gate.com/simple-talk/sql/sql-development/sql-server-graph-databases-part-1-introduction/

https://www.sqlshack.com/implement-graph-database-sql-server-2017/

https://www.mssqltips.com/sqlservertip/4883/sql-server-2017-graph-database-example/

 

Posts Anteriores

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/24/dicadomes-sqlservertoolsuiteintroduction/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/01/dicadomessql2017novascolunasinternas/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/08/26/dica-do-mes-simulando-a-insercao-de-uma-massa-de-dados-aleatoria/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/05/23/conhecendo-e-aplicando-o-uso-de-atualizacao-de-estatisticas-incrementais/

Conclusão

Neste post, conhecemos um pouco sobre este novo recursos SQL Graph Databases implementado a partir da versão 2017 do Microsoft SQL Server.

O SQL Server Graph é um recurso fantástico que nos permite implementar dentro da mesma estrutura de banco de dados existente no Microsoft SQL Server dois modelos de relacionamento de dados totalmente diferentes.  Através desta arquitetura híbrida temos a capacidade de utilizar recursos do mecanismo do SQL Server com um banco de dados na estrutura de grafos de maneira muito similar para não se dizer parecida com os recursos aplicados no modelo relacional, com base, na linguagem Transact-SQL nos dando todo suporte a consultas para este novo formato.

O banco de dados baseados na estrutura de grafos (SQL Graph Databases) apresentam como toda nova tecnologia algumas limitações técnicas neste momento, que tendem nas próximas versões do produto evoluírem ou até mesmo deixar de existir, algo que neste momento não podem ser consideradas limitações que impossibilitem a sua adoção ou uso em novos projetos de bancos de dados, como também, não se tornem  limitações a outros recursos excepcionais no existentes no Microsoft SQL Server 2017, mesmo assim podemos reconhecer que este novo modelo de banco de dados, pode ser considerada uma tecnologia convincente e promissora.

Agradecimentos

Agradeço a você por sua atenção e visita ao meu blog. Fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Um forte abraço, nos encontramos no próximo post a ser publicado no mês de abril.

Viva o Microsoft SQL Server 2017 e suas novas funcionalidades…

Um forte abraço, sucesso e até o próximo post.

Short Scripts – Fevereiro 2018 – Transaction Log


Olá, bom dia, mais uma semana começando….

E você já esta aqui acessando o meu blog, que alegria poder te encontrar em mais um post da sessão Short Scripts, uma das sessões mais recentes do meu blog que esta alçando a marca de 32 posts, sendo estes publicados trimestralmente.

Mantendo a tradição estou retornando com mais um conjunto de “pequenos” scripts catalogados e armazenados em minha biblioteca pessoal de códigos relacionados ao Microsoft SQL Server e sua fantástica linguagem de desenvolvimento Transact-SQL.

Mas como este é o primeiro post desta sessão em 2018, farei algo um pouco diferente, você terá uma pequena surpresa.

Desejo que o conteúdo aqui compartilhado possa lhe ser útil, como também sirvo de referência e sugestões para novas formar de resolução de problemas e aprendizado.

Vamos então conhecer um pouco mais sobre este novo post….

O post de hoje

Como já destacado no início do post, ao invés de compartilhar os últimos scripts adicionados a  minha biblioteca, quero dividir com você um conteúdo dedicado especificamente a um assunto muito importante quando nos referimos ao Microsoft SQL Server, mais especificamente ao Transaction Log (Log de Transações), funcionalidade presente em todos os bancos de dados criados em qualquer versão e edição do SQL Server.

E ai que você achou desta surpresa, gostou? Eu gostei, não é fácil você conseguir encontrar em um único local um conteúdo focado exclusivamente a este assunto tão importante, que muitos profissionais que trabalham com banco de dados até hoje não conseguem entender o conceito e forma de atuação do Transaction-Log.

Seguindo em frente, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Fevereiro 2018 – Transaction Log. Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão foram devidamente testados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Short Scripts

Fique a vontade para compartilhar, comentar e melhorar cada um destes códigos:

— Short Script 1 – Log Record —

— Altera o Recovery Model para SIMPLE
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
SET RECOVERY SIMPLE
Go

— Truncar o Transaction Log —
CHECKPOINT
Go

— Conteúdo do log – todas as colunas —
USE AdventureWorks2016
Select * from ::fn_dblog(null, null)
Go

–update
Begin Transaction

UPDATE dbo.Pessoa
SET nome = ‘XUXA’
Where ID=3

Rollback
Go

— Conteúdo armazenado no Log File —
Select [Current LSN],
Operation,
Context,
[Transaction ID],
[Log Record Length],
[Previous LSN],
AllocUnitName,
[Page ID],
[Slot ID],
[Checkpoint Begin],
[Checkpoint End],
[Minimum LSN],
SPID,
[Begin Time],
[Transaction Name],
[Parent Transaction ID],
[Lock Information],
Description,
[RowLog Contents 0],
[RowLog Contents 1],
[Log Record]
From ::fn_dblog(null, null)
Go

— DBCC SQLPERF —
DBCC SQLPERF(LOGSPACE)
Go

— Short Script 2 – CheckPoint —

— Criando a Base de Dados —
CREATE DATABASE DemoCheckpoint
ON PRIMARY
(NAME = ‘DemoCheckpoint_data’,
FILENAME = ‘D:\MSSQL\DemoCheckpoint_data.mdf’)
LOG ON
(Name = ‘DemoCheckpoint_Log’,
FILENAME = ‘D:\MSSQL\DemoCheckpoint_log.ldf’,
SIZE = 100MB,
FILEGROWTH = 10MB)
GO

— Alterando o Recovery Model —
ALTER DATABASE DemoCheckpoint
SET RECOVERY SIMPLE
Go

— Criando a Tabela Teste —
USE DemoCheckpoint
GO

CREATE TABLE Teste
(C1 varchar(50) NOT NULL,
C2 varchar(50) NOT NULL)
GO

— Forçando o Checkpoint —
CHECKPOINT
Go

— Abrir o Perfmon com os contadores

— em outra sessão
USE DemoCheckpoint
GO

WHILE 1=1
BEGIN

INSERT INTO dbo.teste
VALUES (‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’)
END

— Short Script 3 – Log Chain Simple —

— Iniciar nova sessão do Perfmon —
SELECT name, recovery_model_desc
FROM sys.databases
WHERE name = ‘AdventureWorks2016’
Go

— Alterar Recovery Model para Simple —
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
SET RECOVERY SIMPLE
Go

— Abrir nova Query —
USE AdventureWorks2016
Go

WHILE 1=1
BEGIN
INSERT INTO dbo.pessoa
VALUES (‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’)
END

— Alterar Recovery Model para Full —
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
SET RECOVERY FULL
GO

— Realizar Backup Database —
BACKUP DATABASE AdventureWorks2016
TO DISK = ‘d:\backupcompress.bak’
WITH COMPRESSION,
DIFFERENTIAL
GO

— Short Script 4 – DBCC LogInfo —

— Criando uma nova base de dados —
CREATE DATABASE TestDB
ON PRIMARY
(NAME = ‘TestDB_data’,
FILENAME = ‘D:\MSSQL\TestDB_data.mdf’)
LOG ON
(Name = ‘TestDB_Log’,
FILENAME = ‘D:\MSSQL\TestDB_log.ldf’,
SIZE = 10MB,
FILEGROWTH = 10MB)
GO

— Obtendo informações sobre a base de dados —
DBCC LOGINFO(TestDB)
Go

–Forçando o crescimento do Transact-Log manualmente em 20MB —
ALTER DATABASE TestDB
MODIFY FILE
(NAME = ‘TestDB_Log’,
SIZE = 20MB);
GO

— Obtendo informações sobre a base de dados —
DBCC LOGINFO(TestDB)
Go

— Short Script 5 – Natureza Circular —

— Alterando Recovery Model FULL —
ALTER DATABASE TestDB
SET RECOVERY FULL;
Go

— Realizando Backup Database —
BACKUP DATABASE TestDB
TO DISK = ‘D:\TestDB.bak’
Go

— Forçando o encolhimento do Transaction – Log —
DBCC LOGINFO(TestDB)
Go

BACKUP LOG TestDB
TO DISK = ‘bkplogTestDB.trn’
Go

USE TestDB
Go

DBCC SHRINKFILE (TestDB_Log,1)
Go

DBCC LOGINFO(TestDB)
Go

— Criando uma nova Tabela —
USE TestDB
GO

CREATE TABLE dbo.pessoa
(ID int identity PRIMARY KEY NOT NULL,
Nome varchar(50) NOT NULL,
Sobrenome varchar(50) NOT NULL,
Nascimento date NOT NULL,
Cargo varchar(50))
GO

— Abrir nova query —
USE TestDB
GO

WHILE 1=1
BEGIN
INSERT INTO dbo.pessoa
VALUES (‘Junior’, ‘Galvão’, ‘19800428’, ‘Database Administrator’)
END

— Monitorar o crescimento do log em tempo de execução —
DBCC LOGINFO(TestDB)

CHECKPOINT

SELECT name,
Log_reuse_wait_desc
FROM sys.databases
WHERE name = ‘TestDB’
Go

— Realizar Backup do Arquivo de Log —
BACKUP LOG TestDB TO DISK = ‘d:\log.trn’
Go

— Alterando Recovery Model para Full
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
SET RECOVERY FULL
Go

— Realizando novo Backup Database —
BACKUP DATABASE AdventureWorks2016
TO DISK = ‘d:\backup.bak’
WITH COMPRESSION
Go

— Short Script 6 – Backup and Transaction Log —

— Preparando a base – 1m10s se não preparada na demo 5
ALTER DATABASE AdventureWorks2016 SET RECOVERY FULL
GO
BACKUP DATABASE AdventureWorks2016 TO DISK = ‘d:\backup.bak’ WITH COMPRESSION
GO

— Realizando Backup do Arquivo de Log —
BACKUP LOG AdventureWorks2016
TO DISK = ‘bkplog.trn’
Go

— Obtendo informações sobre o Log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
Go

— Encolhendo o Transaction Log —
USE AdventureWorks2016
Go

DBCC SHRINKFILE (AdventureWorks2016_Log,1)
Go

— Obtendo informações sobre o Log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
Go

— Ajustando o tamanho do Transaction Log —
USE AdventureWorks2016
Go

— Encolhendo o Transaction Log —
DBCC SHRINKFILE (AdventureWorks2016_Log,1)
Go

— Obtendo informações sobre o Log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
Go

— Modificando o arquivo de Log —
ALTER DATABASE AdventureWorks2016
MODIFY FILE
(NAME = AdventureWorks2016_Log,
SIZE = 4MB)
Go

— Encolhendo o Transaction Log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)

— Abrir nova query —
BACKUP DATABASE AdventureWorks2016
TO DISK = ‘d:\backup.bak’
Go

— Abrir nova query —
USE AdventureWorks2016
GO

WHILE 1=1
BEGIN
INSERT INTO dbo.pessoa
VALUES (‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’),
(‘bbbbbbbbbbbbbbbbbbbb’, ‘bbbbbbbbbbbbbbb’)
END
Go

— Forçando o Truncate do Log —
BACKUP LOG AdventureWorks2016
TO DISK = ‘bkplog.trn’
Go

— Obtedo informações do arquivo de log —
DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
CHECKPOINT
SELECT name,
log_reuse_wait_desc
FROM sys.databases
WHERE name = ‘AdventureWorks2016’
Go

— Ajustando o tamanho do TLog
USE AdventureWorks2016
GO

DBCC SHRINKFILE (AdventureWorks2016_Log,1)
GO

DBCC LOGINFO(AdventureWorks2016)
Go

— Short Script 7 – File Growth —

— Habilitando Trace Flags para evidênciar mudanças no Log —
DBCC TRACEON (3004, 3605, -1);
Go

— Limpar o log do SQL Server —
sp_cycle_errorlog
Go

— Criar uma nova Base de Dados —
CREATE DATABASE TransactionLog
ON PRIMARY
(NAME = ‘TransactionLog_data’,
FILENAME = ‘D:\MSSQLSERVER\DATA\TransactionLog_data.mdf’,
SIZE = 10240MB)
LOG ON
(Name = ‘TransactionLog_Log’,
FILENAME = ‘D:\MSSQLSERVER\DATA\TransactionLog_log.ldf’,
SIZE = 1024MB,
FILEGROWTH = 1024MB)
GO

— Identificar o tempo decorrido para processamento relacionado somente ao Log —
xp_readerrorlog
Go

— Desabilitando Trace Flags —
DBCC TRACEOFF (3004, 3605, -1);
Go

— Short Script 8 – Open Transaction in Tracking —

— Identificando as Transações abertas e seu respectivo consumo do Transaction Log —
SELECT
[s_tst].[session_id],
[s_es].[login_name] AS [Login Name],
DB_NAME (s_tdt.database_id) AS [Database],
[s_tdt].[database_transaction_begin_time] AS [Begin Time],
[s_tdt].[database_transaction_log_bytes_used] AS [Log Bytes],
[s_tdt].[database_transaction_log_bytes_reserved] AS [Log Rsvd],
[s_est].text AS [Last T-SQL Text],
[s_eqp].[query_plan] AS [Last Plan]
FROM sys.dm_tran_database_transactions [s_tdt] Inner JOIN sys.dm_tran_session_transactions [s_tst]
ON [s_tst].[transaction_id] = [s_tdt].[transaction_id]
Inner JOIN sys.[dm_exec_sessions] [s_es]
ON [s_es].[session_id] = [s_tst].[session_id]
Inner JOIN sys.dm_exec_connections [s_ec]
ON [s_ec].[session_id] = [s_tst].[session_id]
LEFT OUTER JOIN sys.dm_exec_requests [s_er]
ON [s_er].[session_id] = [s_tst].[session_id]
CROSS APPLY sys.dm_exec_sql_text ([s_ec].[most_recent_sql_handle]) AS [s_est]
OUTER APPLY sys.dm_exec_query_plan ([s_er].[plan_handle]) AS [s_eqp]
ORDER BY [Begin Time] ASC;
Go

É isso ai, missão cumprida! Mais uma relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância, apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.

Quero agradecer ao amigo Luiz Mercante que colaborou com a criação e uso destes scripts em algumas palestras realizadas nos últimos anos no evento SQL Saturday.


Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/09/short-scripts-dezembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/09/16/short-scripts-setembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/06/08/short-scripts-junho-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/03/31/short-scripts-marco-2017/

Agradecimento

Obrigado mais uma vez por sua visita, fico honrado com sua ilustre presença ao meu blog, desejo e espero que você possa ter encontrado algo que lhe ajudou.

Volte sempre, nos encontraremos mais uma vez na sessão Short Scripts no post do mês de maio de 2018.

Sucesso….