Versões Preview do Windows Server começarão a ser disponibilizadas em breve


A Microsoft confirmou nesta semana no Windows Server Blog que as versões Preview do Windows Server começarão a ser disponibilizadas em breve via Windows Insider Program.

O Windows Server passou a fazer parte do Windows Insider Program em 11 de maio.

Novas versões Preview do Windows Server em breve

No dia 15 de junho a Microsoft anunciou que, assim como o Windows 10 e o Office 365 ProPlus, o Windows Server passará a receber duas grandes atualizações por ano.

Com isso as atualizações serão disponibilizadas durante a primavera norte-americana (entre março e junho) e uma durante o outono norte-americano (entre setembro e dezembro).

Versões Preview do Windows Server começarão a ser disponibilizadas em breve

O novo post da Microsoft sobre a disponibilidade das novas versões Preview do Windows Server em breve indica que os testes da primeira atualização, com lançamento entre setembro e dezembro de 2017, estão para começar.

Usuários e profissionais de TI interessados podem se registrar no Windows Insider Program através do link https://insider.windows.com/ForBusiness.

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft – Windows Server Blog – 15/06/2017. https://blogs.technet.microsoft.com/windowsserver/2017/06/15/previews-for-windows-server-semi-annual-channel-releases-coming-soon/

 

#05 – Para que serve


Hello everybody, Good Afternoon, Buenas Tardes e Buon pomeriggio!!!!

Domingão chuvoso aqui em São Roque, olha esta chuvinha já esta dando o que falar e causando alguns estranhos na região, poxa vida eu gosto de chuva mas acho que já deu na hora de parar(kkkkk), desse jeito vamos ficar todos embolorados(kkkkkk)….

Comentários e brincadeirasa parte, aproveitando este tempinho para ficar em casa se preparando para mais uma semana de muito trabalho no FIT e na FATEC, falando de FATEC já estamos chegando ao final do semestre.

Pois bem, estava pensando e decidi compartilhar com vocês na sessão Para que serve, mais dois comandos DBCCs (Database Command Console) não documentadas que recentimente acabei me deparando em uma necessidade na empresa e por incrível que pareça uma das QoD (Question of Day) no portal SQLServerCentral.com, alias eu sou suspeito a falar deste portal, sou fã de carterinha desta plataforma que emana conhecimento especializado e dedicado ao Microsoft SQL Server.

Seguindo em frente, estou me referindo a DBCC Freeze_IODBCC Thaw_IO! Por acaso você já teve a necessidade de utilizar ou já ouvi falar destes commandos?

Ficou surpreso em saber da existência destes recursos, eu também, mas tenho a certeza que você vai ficar mais supreso quando fazer uso deles, algo que realmente pode ajudar em muito a entender o comportamento do SQL Server durante o procedimento de leitura e escrita de uma transação.

Bom vamos conhecer um pouco mais sobre estas duas DBCCs não documentadas, tendo como base um tradicional ambiente de testes que normalmente utilizo para este tipo de necessidade, e como de costume, vamos vais uma vez resaltar que este tipo de procedimento deve ser realizado sempre em ambientes ou cenários de teste e desenvolvimento, pois são comandos que podem alterar o comportamento do seu servidor ou instância SQL Server, proporcionando algum tipo de perda de informação ou impactos nos seus dados. Mesmo assim acredito que vale a pena conhece-los.


Começa aqui o #05 – Para que serve, boa viagem meu amigo.

Basicamente estas duas DBCCs não documentadas estão presentes na relação de comandos não oficiais e não reconhecidos pela documentação Microsoft á algum tempo, nas pesquisas que realizei para obter mais exemplos e informações encontrei posts publicados em alguns blogs americas, russos e europeus datados de meados do ano de 2011, sendo assim deduzido que ambas as funcionalidades podem ser utilizadas de uma maneira mais “segura” nas versões 2008 R2, 2012 e 2014.

Para nosso ambiente de testes vou utilizar o Microsoft SQL Server 2014 Express SP1, também realizei testes no Microsoft SQL Server 2012 Express SP3, não observei nenhum tipo de mudança de comportamento ou processamento em relação a cada versão, tanto na sua forma de execução como também na maneira de processamento o resultado obtive foi o mesmo, sendo assim, fique a vontade para escolher a versão que você deseja utilizar. Então vamos conhecer um pouco sobre cada comando DBCC, começando pela DBCC Freeze_IO.

DBCC Freeze_IO

Como seu próprio nome segure, esta dbcc tem a função de congelar de forma temporária do processo de leitura e escrita realizada para um banco de dados, quando eu me referi a congelar estou fazendo referência a possibilidade de suspender todo processo de IO(Input – Output) para gravação de dados no banco de dados que você encontra conectado.

Quando o DBCC Freeze_IO é executado todas as atividades realizadas pelo SQL Server que envolvam processos de IO que estejam vinculadas a operação de escrita serão suspensas, não estou dizendo que estas atividades vão receber uma instrução de encerramento ou finalização, nada disso todas serão congeladas até que o comando DBCC Thaw_IO seja executado.
Uma vez que o IO é congelado, você pode tratar o banco de dados como um banco de dados somente leitura. Qualquer atividade de escrita não retornará nenhum tipo de informação, pois este banco de dados terá naquele exato momento o comportamento de um banco somente leitura. 
Você pode estar se pergunta, cara isso é muito perigo? Sim a resposta é sim, ainda mais se você fizer uso deste tipo de implementação em um ambiente que sofre uma carga enorma de leitura e escritas em pouco espaço de tempo.
DBCC Thaw_IO
Como destacado anteriormente este comando DBCC tem a finalidade de descongelar ou remover o status de suspensão nos processos de leitura e escrita marcados pela DBCC Freeze_IO. Quando executado o DBCC Thaw_IO envia para o Database Engine uma instrução que permite reverter o estado do banco de dados de somente leitura para leitura e escrita, desta forma, o SQL Server entende que a partir daquele momento o banco de dados envolvimento na execução da DBCC Freeze_IO não necessita mais ser impedido de receber novos dados, como também, esta livre para retornar qualquer tipo de informação solicitado pelo usuário e suas aplicações.
Ufa, parece ser bastante assustador fazer uso destes dois comandos, mas não é bem assim, e para mostrar que nem tudo o que parece realmente é tão perigoso, vamos fazer uma pequena prática para ilustrar o comportamento do SQL Server durante a execução de cada DBCC, para isso iremos utilizar uma pequena tabela chamada Estudantes, chegou então a hora de colocar a mão na massa ou melhor no código (kkkkk)….

Colocando a mão no código #05 – Para que serve – DBCC Freeze_IO e DBCC Thaw_IO

Para nosso ambiente de testes, vamos criar um novo banco de dados chamado DBFreeze e como destacado anteriormente será criada uma tabela chamada Estudantes que receberá alguns linhas de registros, conforme apresenta o bloco de Código 1 a seguir:
— Código 1 —

— Criando o Banco de Dados DBFreeze —

Create Database DBFreeze

Go

 

— Acessando o Banco de Dados —

Use DBFreeze

Go

 

— Criando a Tabela Estudantes —

Create Table Estudantes

(Id Int Primary Key Identity(1,1),

Nome Varchar(20) Not Null,

Classificacao TinyInt Not Null,

Curso Varchar(20) Not Null)

Go

 

— Inserindo os dados —

Insert Into Estudantes (Nome, Classificacao, Curso)

Values (‘Kim’, 99, ‘Inglês’),

(‘Thomas’, 95, ‘Inglês’),

(‘Jonh’, 92, ‘Inglês’),

(‘Mag’, 97, ‘Espanhol’),

(‘Sussy’, 90, ‘Espanhol’),

(‘Boby’, 91,‘Português’),

(‘Darth’, 89, ‘Português’)

Go 100000

 

Ótimo, nosso ambiente este criado, agora podemos fazer uma simples simulação do congelamento do banco de dados DBFreeze, para isso vamos utilizar o bloco de código 2, note que iremos executar um simples select com algumas funções de ranking na tabela Estudantes, conforme apresento abaixo:

 

— Código 2 —

Begin Transaction

Select Id, Nome, Classificacao, Curso,

ROW_NUMBER() Over (Order By Curso) As ‘Row Number’,

Rank() Over (Order By Curso) As ‘Rank’,

Dense_Rank() Over (Order By Curso) As ‘Dense Rank’,

NTile(4) Over (Order By Curso) As ‘NTile’

From Estudantes

Go

Observe que para garantir e evitar qualquer tipo de impacto em outras transações, realizei a abertura de uma nova transação para que o comando select e suas respectivas funções de ranking fossem executadas, neste momento esta transação esta sendo executado, vamos então forçar o congelamento do banco de dados, para isso abra uma nova query em seu management studio e execute o bloco de código 3:

— Código 3 —

DBCC Freeze_IO(DBFreeze)
Go

A partir deste momento nosso banco de dados DBFreeze acaba de receber a instrução de Freeze IO, onde o mesmo vai ser obrigado a interromper qualquer processo de atividades que envolvam leitura e escrita de dados, se você decidir voltar a sessão anterior, será possível observar que a mesma continua em execução mas os dados não são retornados em tela, para ter certeza de qual é o atual status desta sessão, podemos fazer uso da system stored procedure sp_lock para obter a lista de recursos e objetos atualmente em lock em nosso SQL Server.

Vamos voltar nosso banco de dados para o estado original, possibilitando que todas as leituras e escritam possam ser executadas normalmente retornando os dados solicitados, para isso utilizaremos o bloco código 4 apresentado a seguir. Para sua execução recomendo utilizar a mesma query criada para execução do código 3:

 

— Código 4 —

DBCC Thaw_IO(9)

Go

Após alguns segundos o Database Engine entende que o nosso banco de dados DBFreeze deve ter o estado de somente leitura alterado para leitura e gravação, sendo assim, o processamento da nossa primeira query será executado e encerrado normalmente, onde teremos todos os nossos dados apresentados conforme a estrutura do comando select executada no bloco de código 2, ilustrado anteriormente.

Observações:

  1. Gostaria de salientar que este tipo de funcionalidade não será muito aplicável ou utilizável em suas atividades diárias, mas poderá ser bastante útil quando você desejar de alguma forma simular uma possível “imagem ou snapshot” do seu banco de dados em um espaço de tempo ou situação; e
  2. O uso do DBCC Freeze_IO, DBCC Thaw_IO e qualquer outro comando DBCC não reconhecido ou documentado pela Microsoft e seus times de Engenheiros e desenvolvedores deve ser utilizado com muita cautela e sempre em ambientes de testes e desenvolvimento. Em algumas situações a adoção de estratégias de backup de bancos de dados ou até mesmo de um snapshot de seu ambiente virtualizado devem ser adotados como forma de garantir a recuperação dos seus recursos.

Então chegamos ao final de mais um post, estamos vivos e salvos e principalmente nosso banco de dados sobreviveu.


É isso ai galera, muito legal este post da sessão Para que serve!

Espero que você tenha gostado, que as informações compartilhadas aqui possam lhe ajudar a se tornar cada vez um profisisonal de banco de dados mais reconhecido e valorizado, algo que atualmente as empresas estão deixando muito de reconhecer o verdadeiro papel de um DBA que muitas vezes passa despercebido, mas é de grande e extremo valor para qual instituição, empresa ou corporação.

Caso deseje acessar os posts anteriores desta sessão, utilize os links postados abaixo:

Mais uma vez obrigado por sua visita, tenha uma ótima semana, nos encontramos em breve.

Até mais.

#03 – Para que serve


Muito bom dia, senhoras e senhores!!!!

Mas que beleza, parece até coincidência mas o último para que serve também foi publicado em uma Sexta – Feira. Talvez você pode estar se perguntando, porque estou publicando o terceiro post deste sessão no mês de Abril.

Cadê o post do mês de Março? Ai eu vou dar um veja bem e dizer que acabei não conseguindo publicar no mês passado o post que estou escrevendo hoje, peço desculpas, mas a vida tem destas e outras situações que acabam mudando nossos planos.

No para que serve de hoje, vou publicar um script que utilizo bastante nas minhas aulas de segurança de banco de dados e recentimente utilizei em uma apresentação que realizei na Fatec de São Roque para um grupo de professores Mestres e Doutores especialistas em Banco de Dados e Engenharia de Softwares.

Antes de começar a falar deste post, se você quiser acessar os outros post desta nova sessão, fique a vontade utilize um dos links abaixo:

  1. https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/02/26/02-para-que-serve/
  2. https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/01/28/01-para-que-serve/

Bom divertimento, começa aqui o #03 – Para que serve!!!

Basicamente quando falamos de segurança de banco de dados, temos sempre em mente a preocupação e perguntas que nos fazem querer obter respostas de forma rápida, precisa e confiável. Vou destacar alguma destas perguntas que normalmente queremos saber:

  • Quem esta realizando o acesso?
  • O que esta sendo acesso?
  • Quais as permissões para um determinado objeto ou banco de dados?
  • Este usuário deve realmente ter esta permissão?
  • A senha do login foi definida de forma forte?
  • Quando um determinado login tentou realizar o último acesso?
  • Este login esta digitando a senha de forma correta?
  • A política de senhas esta sendo respeitada?

Enfim estas e outras diversas ou até mesmo milhares de dúvidas e perguntas são feitas quase que todos os dias, pois queremos sempre manter nosso ambiente seguro e confiável e quando falamos nisso estamos se referindo a área da Segurança da Informação, onde encontramos a tríade CIA (Confidentiality, Integrity and Availability) — Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade. Há junção destes quatro elementos representa os principais atributos que, atualmente, orientam a análise, o planejamento e a implementação da segurança para um determinado grupo de informações que se deseja proteger. Outros atributos importantes são a irretratabilidade e a autenticidade.

Como o SQL Server é um produto que trabalho dentro das normas e padrões de tecnologia e segurança, entendo que seja importante destacar um pouco sobre estes elementos, para tentar elucidar e esclarecer a importância de cada um deles, gostaria de compartilhar com vocês um pouco do que conheço sobre estes conceitos:

Segurança da informação – Está relacionada com proteção de um conjunto de informações, no sentido de preservar o valor que possuem para um indivíduo ou uma organização. Atualmente o conceito de Segurança da Informação está padronizado pela norma ISO/IEC 17799:2005, influenciada pelo padrão inglês (British Standard) BS 7799. A série de normas ISO/IEC 27000 foram reservadas para tratar de padrões de Segurança da Informação, incluindo a complementação ao trabalho original do padrão inglês. A ISO/IEC 27002:2005 continua sendo considerada formalmente como 17799:2005 para fins históricos.

Confiabilidade: Característica que limita o acesso a informação tão somente às entidades legítimas, ou seja, àquelas autorizadas pelo proprietário da informação.

Integridade: Permite que a informação manipulada mantenha todas as características originais estabelecidas pelo proprietário da informação, incluindo controle de mudanças e garantia do seu ciclo de vida (nascimento,manutenção e destruição).

Disponibilidade: Assegura que a informação esteja sempre disponível para o uso legítimo, ou seja, por aqueles usuários autorizados pelo proprietário da informação.

Autenticidade: Garante que a informação é proveniente da fonte anunciada e que não foi alvo de mutações ao longo de um processo.

Irretratabilidade ou não repúdio: Garante a impossibilidade de negar a autoria em relação a uma transação anteriormente feita.

Vamos em frente, já conhecemos um pouco sobre estes conceitos que se relacionam com segurança da informação e também com o SQL Server em todos os seus níveis de permissão. Você pode estar querendo entender no que isso tem relação com o para que serve de número 03, posso lhe dizer com toda certeza que se você simplesmente acessar o seu SQL Server e começar a manipular os seus objetos e dados, vai conseguir ter toda noção do quanto cada um deste itens estão interligados, ainda mais quando falamos de Logins e Senhas que justamente o que vou compartilhar como recurso do #03 Para que serve.

 


 

 

Neste terceiro post desta sessão estaremos utilzando um Script apresentado abaixo, que demonstra a capacidade do SQL Server em armazenar e retornar informações sobre nossos Logins e Passwords. Onde, provavelmente estas informações poderão responder algumas das nossas principais preocupações relacionadas ao nossos servidores e bancos de dados.

Agora é a hora de apresentar o #03 – Para que serve:

SELECT l.name,

CAST(CASE sp.[state] WHEN N’D’ THEN 1 ELSE 0 END AS bit) AS DenyWindowsLogin,

CASE WHEN N’U’ = l.type THEN 0

WHEN N’G’ = l.type THEN 1

WHEN N’S’ = l.type THEN 2

WHEN N’C’ = l.type THEN 3

WHEN N’K’ = l.type THEN 4 END AS LoginType,

CAST(CASE WHEN (sp.[state] IS NULL) THEN 0 ELSE 1 END AS bit) AS HasAccess,

CAST(sl.is_policy_checked AS bit) AS PasswordPolicyEnforced,

CAST(sl.is_expiration_checked AS bit) AS PasswordExpirationEnabled,

l.create_date AS CreateDate,

l.modify_date AS DateLastModified,

LOGINPROPERTY(l.name, N’BadPasswordCount’) AS BadPasswordCount,

LOGINPROPERTY(l.name, N’BadPasswordTime’) AS BadPasswordTime,

LOGINPROPERTY(l.name, N’DaysUntilExpiration’) AS DaysUntilExpiration,

LOGINPROPERTY(l.name, N’IsExpired’) AS IsExpired,

LOGINPROPERTY(l.name, N’IsLocked’) AS IsLocked,

LOGINPROPERTY(l.name, N’IsMustChange’) AS IsMustChange,

LOGINPROPERTY(l.name, N’LockoutTime’) AS LockoutTime,

LOGINPROPERTY(l.name, N’PasswordLastSetTime’) AS PasswordLastSetTime,

l.is_disabled AS IsDisabled

FROM sys.server_principals AS l

LEFT OUTER JOIN sys.server_permissions AS sp

ON sp.grantee_principal_id = l.principal_id

AND sp.[type] = N’COSQ’ — Connect permissions

LEFT OUTER JOIN sys.sql_logins AS sl

ON sl.principal_id = l.principal_id

LEFT OUTER JOIN sys.credentials AS c

ON c.credential_id = l.credential_id

WHERE

l.[type] IN (‘U’, ‘G’, ‘S’, ‘C’, ‘K’)

AND l.principal_id NOT BETWEEN 101 AND 255 — ##MS% certificates

AND

( sp.[state] = N’D’ — DenyWindowsLogin

OR sp.[state] IS NULL — HasAccess

OR CAST(sl.is_policy_checked AS bit) = 0

OR CAST(sl.is_expiration_checked AS bit) = 0

OR l.create_date > GETDATE()-1

OR l.modify_date > GETDATE()-1

OR l.is_disabled > 0

OR LOGINPROPERTY(l.name, N’DaysUntilExpiration’)<= 5

OR LOGINPROPERTY(l.name, N’IsExpired’) > 0

OR LOGINPROPERTY(l.name, N’IsLocked‘) > 0

OR LOGINPROPERTY(l.name, N’IsMustChange‘) > 0

OR LOGINPROPERTY(l.name, N’BadPasswordCount‘) > 2

)

Vale ressaltar que este código pode ser utilizado a partir do Microsoft SQL Server 2008 ou versões superiores.


 

 

Você vai poder observar que algumas das mais importantes DMVs e Views existentes no SQL Server estão sendo utilizadas neste script como mecanismos para consulta e obtenção de informações dos nossos Logins e Password, dentre elas destaco:

Além disso, também estamos utilizando uma função de sistema chamada LoginProperty presente deste as primeiras versões do SQL Server, sendo esta função um dos principais elementos que compõem a estrutura deste script, responsável por permitir apresentar as propriedades que cada login possui dentro de um servidor SQL Server.

 


Muito bem, é isso pessoal, chegamos ao final de mais um Para que Serve.

E ai gostou do #03 – Para que serve, eu gostei, claro sou suspeito a falar, mas torço e espero que você tenha gostado, de preferência de todo post, mas isso não for possível, quem sabe pelo menos uma parte espero que tenha chamado a sua atenção.

Com isso chegamos ao final de mais um Para que Serve, agradeço sua participação e visita ao meu blog. Não deixe de contribuir com críticas, sugestões, comentários, opiniões, enfim contribua também interagindo cada vez mais proporcionando esta troca de conhecimento.

Um grande abraço, sucesso, nos encontramos em breve.

Tchau.

 

Windows chega aos 30 anos: relembre a trajetória do sistema


Nesta sexta-feira, 20 de novembro de 2015, o Windows chega a uma marca histórica. São exatos trinta anos de trajetória desde o lançamento do Windows 1.0, no ano de 1985. De lá para cá, são muitas versões, algumas delas queridas pelo público, outras nem tanto.

São 30 anos de atualizações, erros, acertos, telas azuis, novas interfaces e novos métodos de interação com o computador. Nem todos caíram nas graças dos usuários, mas não dá para dizer que o Windows não tem uma história rica.

Windows 1.0

Quando estava em desenvolvimento, era chamado pelo nome pouco simpático de “Interface Manager”, ou “Gerenciador de interfaces”. Felizmente a Microsoft teve o bom-senso de rever o nome para “Windows”, por causa da interface de janelas. O sistema era basicamente uma interface gráfica, comandada pelo mouse, sobre o MS-DOS, cujas linhas de comando eram complexas demais para o público comum na época.

Ele foi anunciado em 1983, mas demorou dois anos para ser lançado. A demora fez com que muitos acreditassem que se tratasse de um “vaporware”, termo da indústria de tecnologia para designar produtos anunciados, mas que nunca são lançados.

Entre as novidades, listadas efusivamente neste vídeo por Steve Ballmer, estão recursos como calendário, calculadora, o Paint, relógio, bloco de notas, entre outros. Ele já trazia menus expansíveis, barras de rolagem, ícones, entre outras novidades que tornaram o Windows mais amigável para o usuário comum.

Windows 2.0

Lançada em 1987, a versão trazia melhorias gráficas e permitia a sobreposição de janelas. Também foi adicionada a ferramenta que possibilitava a utilização de atalhos do teclado para facilitar a vida do usuário. Ele foi inicialmente criado para processadores 286, da Intel, mas recebeu uma atualização para o 386.

Quem está acostumado a mexer nas configurações do Windows deve estar familiarizado com uma ferramenta nascida nesta época: o Painel de Controle apareceu pela primeira vez no Windows 2.0.

Windows 3.x

Com lançamento em maio de 1990, foi o primeiro Windows a avançar para a nova década, recebendo uma atualização para a versão 3.1 em 1992. Juntas, as duas versões venderam 10 milhões de cópias em dois anos. Foi o maior sucesso comercial do Windows até o momento.

Agora o Windows suportava gráficos com 16 cores e ganhou recursos para gerenciamento de programas, arquivos e impressoras. Também passou a contar com os clássicos Paciência, Copas e Campo Minado.  Para instalar, era necessária uma caixa cheia de disquetes, com manuais de instruções bem pesados. Outros tempos.

A Microsoft também lançou o Windows for Workgroups 3.11, voltado para redes corporativas, mas que esteve longe de ser um grande sucesso comercial.

Paralelamente, também foi criado o Windows NT (New Technology) 3.1, o primeiro sistema realmente 32 bits lançado pela Microsoft, que não era mais baseado no MS-DOS. O NT serviu de base também para todos os sistemas da empresa depois do Windows 2000.

Windows 95

A Microsoft começou a nomear seus sistemas com o ano de lançamento nesta versão, lançada em 24 de agosto daquele ano. Foram 7 milhões de cópias vendidas em apenas cinco semanas, com uma campanha agressiva que incluía comerciais de TV com a música dos Rolling Stones “Start Me Up”, mostrando o botão Iniciar, novidade na época.

O sistema viu o lançamento da primeira versão do Internet Explorer. Ele era adaptado para a internet de uma forma geral, com suporte a conexões discadas e o novo sistema de plug-and-play, facilitando a instalação de hardware. Além do botão Iniciar, o Windows ganhou a barra de tarefas e os botões de minimizar, maximizar e fechar, que se tornariam um padrão em breve.

Para funcionar, era recomendado um processador 486 (quem lembra?) e 8 MB de RAM. Ele foi lançado em disquetes ou em CD-ROM, em 12 línguas diferentes.

Windows 98

Lançada em 25 de junho de 1998, foi a última versão a ser baseada no MS-DOS. Ela foi feita pensando no usuário final e se propunha a evoluir o Windows 95 tanto para trabalho quanto para dviersão. Ele facilitava a conexão à internet e trouxe a possibilidade de fixar programas na barra de tarefas ao lado do menu Iniciar. O sistema também trouxe o suporte à leitura de DVDs e reconhecimento de dispositivos USB.

Windows 2000

Lançado em 17 de fevereiro de 2000, ele foi criado para substituir o Windows 95, o 98 e o NT Workstation 4.0 em todos os computadores de uso corporativo. Ele foi criado sobre o código do próprio NT Workstation 4.0.

Entre seus recursos estavam a simplificação da instalação de hardware com a ampliação do plug-and-play, suporte a redes avançadas e produtos sem fio e dispositivos USB.

Windows ME

Amplamente reconhecida como uma das maiores bombas já lançadas pela Microsoft, a “Millenium Edition” (apelidada de “Mistake Edition”, ou “edição do erro”) foi lançada em 14 de setembro de 2000. A PC World chegou a considerá-lo um dos piores produtos de tecnologia de todos os tempos, afirmando que “os usuários tinham problemas para instalá-lo, fazê-lo rodar, fazê-lo funcionar com outros hardwares e softwares e fazê-lo parar de funcionar”.

Ele foi criado para o uso doméstico e tinha o objetivo de trazer melhorias para a reprodução de mídia e a criação de redes domésticas. Ele também trouxe a restauração do sistema, que está presente até hoje nas versões recentes do Windows. Foi o último sistema da Microsoft a ser desenvolvido sobre o código do Windows 95.

Windows XP

Aposentado há pouco tempo pela Microsoft chegou ao mercado em 25 de outubro de 2001 e foi um sucesso. Até hoje é um sucesso, e muitos usuários se recusam a abandoná-lo, mesmo com o suporte encerrado.

Ele foi construído do zero depois que a Microsoft abandonou a base do Windows 95, com um visual renovado e usabilidade melhorada. Foram 45 milhões de linhas de código para criar o sistema. Para o uso doméstico, trouxe melhorias no Media Player e o Movie Maker e o suporte melhorado a fotografias digitais. Já para as empresas, trouxe sistema de criptografia de arquivos, desktop remoto. Ele também trouxe suporte a redes sem fio 802.1x, facilitando a vida de quem usava o XP em notebooks.

Para tentar cobrir o avanço das ameaças de segurança, a Microsoft começou a emitir atualizações pela internet. O XP também foi o primeiro a impor o limite de instalações do sistema operacional. Antigamente, era possível comprar apenas uma cópia e instalar por infinitos computadores, o que passou a ser inviável. Talvez por isso o XP, além de um sucesso comercial, também foi um dos softwares mais pirateados da história.

Windows Vista

Seguindo o sucesso do Windows XP, a Microsoft lançou em 2006 o Windows Vista, que também é reconhecido como um erro da empresa. O software teve problemas em sua fase de desenvolvimento. Ele deveria ter sido lançado dois ou três anos depois do XP, mas só saiu cinco anos depois. Mesmo assim, ele trouxe algumas novidades, como o Controle de Conta de Usuário, para evitar que vírus e malwares pudessem fazer alterações perigosas no computador da vítima.

O design foi uma parte importantíssima do Vista, trazendo o Aero, uma nova identidade visual que permitia que as bordas das janelas ganhassem um tipo de transparência interessante, mesmo que isso fizesse com que o software ficasse mais pesado. O botão Iniciar também foi recriado.

No lançamento, o Vista estava disponível em 35 idiomas, e 1,5 milhões de dispositivos eram compatíveis na ocasião. Contudo, falhas minaram o possível sucesso. Problemas da incompatibilidade existiram aos montes, e não faltam relatos do desastre que foi o seu desenvolvimento.

Steve Ballmer, CEO na ocasião, revela que no meio do processo de criação foi necessário resetar o código-fonte do Vista, até então conhecido como Longhorn. Este foi o maior arrependimento de sua gestão: “tentamos realizar uma tarefa grande demais e, no processo, perdemos milhares de horas de trabalho e inovação”, conta.

Windows 7

Agora, sim, a Microsoft acertou a mão. Em 2009, chegava ao mercado a versão 7 do Windows, que aproveitava o que havia de bom no Vista e melhorava o que estava de errado, tornando o sistema muito mais compatível e amigável. Antes do lançamento, ele já havia sido testado por 8 milhões de pessoas durante o período de beta.

O Windows 7 trouxe algumas mudanças de interface e novas formas de interagir com as janelas do sistema, como o Aero Shake, que permitia “chacoalhar” uma janela para isolá-la do restante e o Aero Peek, que possibilitava “espiar” uma prévia de cada uma das janelas minimizadas na barra de tarefas. Já o Aero Snap trazia algo que foi difundido no Windows 8, que é a possibilidade de fixar programas em um lado da tela, ocupando 50% do espaço.

O Windows 7 também trouxe o início do Windows Touch, permitindo usar o toque na tela para interagir com o sistema. Isso também foi aprofundado na versão seguinte do software.

Windows 8 e 8.1  

Introduzido em 2012, o sistema trouxe mudanças radicais de interface. A principal delas era a extinção do tradicional Menu Iniciar para dar lugar a uma Tela Iniciar repleta de quadrados e retângulos que representavam os aplicativos, que a Microsoft chama de “blocos dinâmicos”.

O Windows 8 também deu início à loja de aplicativos do Windows, uma tentativa da Microsoft de ter um pouco mais de controle sobre o ecossistema dos PCs. No entanto, o recurso nunca foi realmente atraente para desenvolvedores, e até hoje as opções da loja não são muitas.

O sistema, no entanto, não convenceu os usuários a migrar do Windows 7, incapaz de superar a popularidade de seu antecessor. Tanto que até agora o sistema de 2009 ainda é o mais usado no mundo.

A principal novidade do Windows 8, os blocos dinâmicos, também são um dos motivos pelo qual ele ficou para trás. Usuários e empresas alegavam que a nova usabilidade tornava o sistema pouco parecido com o que estavam acostumados, dificultando a adaptação para a novidade. Além disso, os blocos, otimizados para o toque, não eram muito bons para o uso com mouse e teclado.

A geração também trouxe o Windows RT, uma adaptação do Windows 8 para tablets que não rodavam os programas tradicionais legado do Windows, apenas os apps da Windows Store. Foi um fracasso ainda maior, e a maior parte dos parceiros abandonou o barco ainda no primeiro ano.

Windows 10

Lançado neste ano, o Windows 10 traz uma nova estratégia para a empresa: oferecer o Windows como um serviço, o que significa que ele deve ser aprimorado ao longo dos meses e anos com atualizações graduais de segurança e novos recursos.

A versão 10 do sistema ainda aposta no conceito dos blocos dinâmicos, mas desta vez eles são muito mais discretos e fazem parte de um Menu Iniciar que, ao mesmo tempo, é novo e antigo. Novo porque ele foi modificado em relação ao que vimos no 7 e também no 8, mas antigo, porque traz familiaridade com o Windows 7, solucionando o principal erro do Windows 8.

Uma novidade do Windows 10 foi a introdução do programa Windows Insider, que permite que usuários recebam frequentemente compilações de teste do Windows e testem as novidades antes de o grande público recebe-las. Assim, a Microsoft pode liberar as atualizações sem temer tantos problemas de compatibilidade, já que tudo é testado por uma base bem grande de usuário de teste antes de ser liberada para uma base ainda maior de usuários comuns.

O sistema trouxe outras novidades como a assistente Cortana e o navegador Microsoft Edge, que colocou um fim no malfadado Internet Explorer. O browser antigo ainda está presente no sistema, mas em segundo plano, apenas por razões de retrocompatibilidade.

Outra diferença grande em relação a todas as versões anteriores do Windows, é que a Microsoft permitiu que usuários do Windows 7 e 8.1 fizessem a atualização grátis para a nova plataforma, o que alavancou rapidamente a base de usuários do 10. Em 4 meses, já são mais de 100 milhões de pessoas no sistema mais recente, já se aproximando do pico de usuários do Windows 8.

Fontes e Direitos Autorais: OlharDigital – Renato Santinoem 20/11/2015 às 07h00 

Microsoft lança o Office 2016; veja as novidades


Os assinantes do Office 365 começaram a receber nesta terça-feira (22) a edição 2016 de uma das suítes de aplicativos mais populares do mundo. As novas versões do Word, Excel, PowerPoint, Outlook e Access chegam alguns meses depois do lançamento do Windows 10 e fazem parte de um movimento cada vez maior da Microsoft rumo a tecnologias mais conectadas e ligadas à nuvem.

A maior novidade de todas é a integração completa da nuvem a todas as atividades do Office. O grande foco da versão 2016 é a colaboração, permitindo pela primeira vez que os documentos, planilhas, apresentações e outros arquivos sejam editados de forma simultânea pelos usuários, com os resultados sendo vistos em tempo real por todos os envolvidos.

A conectividade também aparece com a introdução da Cortana, que, assim como nos celulares com Windows Phone, pode ajudar no trabalho. É possível perguntar a ela, por exemplo, quais são as atividades previstas no calendário do dia, solicitar que ela encontre um trecho específico em um documento ou encontre aquele arquivo que você há muito tempo não mexia.

Já o Outlook vem com ferramentas que facilitam a comunicação, como a possibilidade de criação de caixas de entrada compartilhadas pela web, calendários que podem ser alterados por diversas pessoas e opções de grupo e pesquisas aprimoradas. O Skype passa a ser uma solução integrada a todas as aplicações do Office, tornando-se o app padrão para realização de chamadas, envio de mensagens instantâneas, conferências em vídeo ou compartilhamento direto de arquivos.

O Office 2016 traz ainda um novato, o Planner, um organizador de tarefas online que permite a coordenação de esforços e trabalhos em grupo. De forma semelhante ao Trello, por exemplo, o aplicativo permite que todos acompanhem simultaneamente o andamento de um projeto, criando etapas, marcando-as como concluídas e enviando notificações por e-mail sempre que a atenção de alguém for necessária.

Essa, porém, é a única novidade que não está disponível efetivamente no lançamento desta terça. De acordo com a Microsoft, a funcionalidade ainda está sendo desenvolvida e deve ser lançada até o final deste ano, estando disponível de forma gratuita para todos os usuários do pacote.

Novidades visuais e de integração entre aparelhos também aparecem aqui. Alguns menus se tornaram mais modernos e cada um dos aplicativos terá uma barra superior em sua cor característica – azul para o Word, verde para o Excel e assim por diante. A otimização é para o estilo visual do Windows 10, mas os aplicativos funcionam também nos celulares e tablets, com todas as funções, a partir da nuvem.

O Office 2016 está disponível em 40 opções de linguagem, inclusive o português, e deve ser liberado aos poucos, de forma a não sobrecarregar servidores e permitir uma experiência de upgrade tranquila para todos. A nova suíte de aplicativos está disponível tanto para Windows (apenas da versão 7 em diante) quanto para Macs.

Além da opção de atualização pela internet, por meio do Office 365, os usuários também contam com a boa e velha licença única. A opção Home & Student, como é chamada, custa US$ 149,99 (cerca de R$ 600), um valor pago uma única vez, ao contrário do serviço de assinaturas, que tem valores mensais de US$ 6,99 e US$ 9,99 (de R$ 28 a R$ 40) e permitem a instalação também em celulares e tablets, além do próprio computador, e inclui um plano de chamadas do Skype.

Para a Microsoft, o ideal é que os usuários optem pela segunda opção. A empresa promete trabalhar com o Office da mesma maneira que com o Windows, lançando atualizações com frequência e adicionando novas funções aos aplicativos de tempos em tempos. Uma estratégia que a companhia está adotando também com o seu sistema operacional.

Fonte: Microsoft

DOIS NOVOS GUIAS DO WINDOWS 8.1 UPDATE 1 PARA EMPRESAS


A Microsoft disponibilizou para download dois novos guias do Windows 8.1 Update 1 para empresas. O primeiro é um guia rápido de referência, com instruções passo a passo para desbloquear o computador, mostrar todos os apps instalados, fechar apps e mais:

w81u1-guia-02
Já o segundo dos novos guias do Windows 8.1 Update 1 para empresas oferece uma visão geral de alguns dos novos recursos presentes nesta versão do sistema operacional da Microsoft.

Este segundo guia aborda o gerenciamento de aplicativos, personalização da tela inicial, uso do OneDrive e do OneDrive for Business, Internet Explorer 11 e mais:

Dois novos guias do Windows 8.1 Update 1 para empresas

BAIXE OS NOVOS GUIAS DO WINDOWS 8.1 UPDATE 1 PARA EMPRESAS

Os dois novos guias estão disponíveis para download no formato .docx aqui e aqui. Outro detalhe é que estes guias estão disponíveis apenas em inglês.

Os dois guias também trazem links úteis com mais informações para os usuários em ambientes corporativos.

SOBRE O WINDOWS 8.1 UPDATE 1

O Windows 8.1 Update 1 foi lançado pela Microsoft em outubro de 2013. Esta atualização, que está disponível via Windows Update para os usuários do Windows 8.1, trouxe melhorias com foco no uso do sistema operacional com mouse e teclado, como novos botões e menus de contexto na tela inicial e novos botões para minimizar, maximizar e fechar os apps Metro.

Já para os usuários em computadores/notebooks/ultrabooks sem telas sensíveis ao toque, a atualização permitirá que o sistema operacional inicialize diretamente na área de trabalho por padrão. Você ainda poderá acessar a tela inicial clicando no botão Windows na barra de tarefas ou pressionando a tecla winkey no teclado.

Além disso, com o Windows 8.1 Update 1 é possível fixar os apps Metro na barra de tarefas para acesso rápido.

Outra novidade trazida por esta atualização é o Modo Empresarial no Internet Explorer 11. O Modo Empresarial permitirá que as empresas especifiquem quais sites devem ser carregados neste modo de compatibilidade automaticamente. Isto é útil, principalmente, para casos no qual portais internos só podem ser visualizados corretamente com versões mais antigas do navegador.

Ao configurar este modo, o administrador pode especificar o local onde a lista de sites, usados pelo Modo Empresarial, fica armazenada e também pode optar por permitir ou não que os usuários ativem este modo manualmente.

Fontes e Direitos Autorais: Baboo.com – SID VICIOUS @ 2 JUL 2014 | 8:42 AM

Como aumentar a autonomia da bateria do seu notebook; veja dicas


A bateria é um dos maiores problemas na vida de qualquer usuário de eletrônicos, especialmente notebooks. Afinal, ter um trabalho interrompido no meio ou perder arquivos podem causar muita dor de cabeça aos usuários. Sendo assim, é preciso ficar atento ao consumo de energia do seu computador. Para te ajudar, o TechTudo reuniu dicas de como aumentar a autonomia da bateria do seu notebook.

Baterias de Notebook (Foto: Reprodução Acnosite.blogspot.com)Baterias de Notebook podem durar pouco e ficar desgastadas se usuário não usá-las corretamente (Foto: Reprodução/Acnosite)

Tire a bateria quando estiver carregada: apesar de dar um pouco mais de trabalho, isso prolonga muito a vida útil deste componente. Quando estiver com seu notebook na tomada, e a bateria ficar cheia, retire-a de seu computador. Isso não afetará o desempenho dele e irá poupar muito a bateria para a próxima vez que precisar usá-lo desconectado em algum lugar.

Tire a bateria quando estiver carregada: apesar de dar um pouco mais de trabalho, isso prolonga muito a vida útil deste componente. Quando estiver com seu notebook na tomada, e a bateria ficar cheia, retire-a de seu computador. Isso não afetará o desempenho dele e irá poupar muito a bateria para a próxima vez que precisar usá-lo desconectado em algum lugar.

Desative o Wi-Fi e o Bluetooth: estas duas conectividades são responsáveis por um enorme consumo de bateria. Sendo assim, a melhor opção é desligá-las quando não estiverem em uso.

Reduza o brilho da tela: outra tarefa obrigatória para quem quer poupar bateria. Quanto maior o brilho da tela, mais bateria o notebook gastará. Normalmente, é possível reduzi-lo diretamente nos botões do próprio teclado. Caso contrário, a função está presente no Painel de Controle do Windows.

Configure as suas opções de energia: todo notebook tem configurações de energia, ou seja, uma série de opções disponíveis para o usuário ajustar o comportamento do computador. Entre no Painel de Controle do Windows e ajuste essas configurações para que o computador fique menos tempo com a tela e o HD ligados fora da tomada. Dessa forma, você evitará gastos desnecessários de energia.

Evite utilizar programas pesados: muitos softwares, como jogos, editores de imagem e vídeo, podem proporcionar um aumento considerável no consumo de energia do notebook. Isso ocorre devido a enorme demanda que eles geram por processamento rápido e memória RAM, exigindo muito dos componentes internos. Sendo assim, use apenas os programas necessários enquanto estiver desconectado da tomada. Além disso, dê preferência a ferramentas mais leves e de pouca complexidade.

Lembre-se de remover os pendrives (Foto: Reprodução/Sony)Lembre-se de remover os pendrives após utilizá-los para economizar bateria (Foto: Reprodução/Sony)

Desconecte dispositivos das portas USB: qualquer coisa conectada a uma porta USB estará automaticamente puxando energia do seu computador para se manter ligada. Sendo assim, lembre-se sempre de retirar estes dispositivos dos conectores após a sua utilização.

Feche programas desnecessários: é normal o sistema operacional manter diversos programas rodando em segundo plano, que não parecem estar ativos, mas mantém processos abertos em seu computador. Cheque com atenção a barra de ferramentas do Windows e o Verificador de Tarefas para se certificar que nenhum programa desnecessário esteja funcionando.

Mantenha seu computador em local fresco: Uma das coisas que mais consome energia de um notebook é a utilização de coolers e outras técnicas de resfriamento. Para não colaborar com este esforço, lembre-se de sempre usar o seu computador em lugares frescos e nunca obstruir suas saídas de ar.

Desligue o computador quanto terminar de usar: Pode parecer óbvio, mas é importantíssimo desligar o seu notebook ao terminar de usá-lo. Muitos usuários tendem a deixar o aparelho ligado entre uma utilização e outra ou simplesmente desligar a tela, o que gera gasto desnecessário de bateria.

Pronto! Agora você já sabe como aumentar a vida útil da bateria do seu notebook e mantê-lo funcionando por mais tempo. Se tiver alguma outra dica, faça a sugestão nos comentários e não deixe de tirar suas dúvidas no Fórum do TechTudo!

Fontes e Direitos Autorais: por FELIPE VELLOSO – Para o TechTudo – 01/12/2013 08h45 – Atualizado em 01/12/2013 08h46.