SQL Operations Studio – Public Preview release (0.27.3) – Março 2018


Salve galera, bom dia.

Quinta – feira, véspera de mais um feriado nacional, o mês de março esta se encerrando mas ainda temos tempinho para produzir muito coisa, e falando justamente em produzir a Microsoft como sempre não perde tempo e esta a todo o vapor para liberar logo a versão final do SQL Operations Studio “o futuro substituto” do ótimo Management Studio.

Versão 0.27.3

Segundo o anúncio realizado ontem dia 28/03 através do SQL Server Blog, uma nova versão do SQL Operations Studio torna-se pública, definida como versão 0.27.3.

A Figura 1 abaixo ilustra a interface desta nova versão:
Figura 1 – SQL Operations Studio 0.27.3.

Lançado de maneira pública e ainda em versão preliminar o SQL Operations Studio, esta passando por um período de grande evolução se levarmos em consideração a primeira versão preview apresentada oficial pela Microsoft em 15/11/2017. Esta nova versão é considerada oficialmente como a quarta maior atualização disponibilizada pelas equipes que trabalham em seu desenvolvimento.

Caso você queira saber um pouco mais sobre as versões anteriores, acesse: https://blogs.technet.microsoft.com/dataplatforminsider/2018/02/15/the-february-release-of-sql-operations-studio-is-now-available/

Esta nova versão preview tem como foco melhorias no conjunto de extensões disponíveis para o produto, como também, continuar a abordar os problemas com maior destaque apresentados na plataforma github. Dentre algumas melhorias e correções o gerenciador de extensões e gerenciador do Dashboard foram os principais recursos aprimorados nesta release.

Outros destaques apresentados nesta release são:

  • Aprimoramento no modelo de extensibilidade de gerenciamento de Dashboard oferecerendo maior suporte a informações com guias e painéis de configuração;
  • Extensões de painel de visão para sp_whoisactive existentes no whoisactive.com e um exemplo de relatórios de servidor;
  • Extension Manager permite a aquisição simples de extensões oficiais ou de terceiros;
  • Nova APIs de extensibilidade adicionada para a conexão e gerenciamento de ObjectExplorer; e
  • Suporte a 10 idiomas.

Para maiores informações e acesso a lista completa de atualizações pode ser obtida acessando Release Notes.

Extension Manager

Um dos recursos mais importantes existente tanto no SQL Operations Studio e também no Visual Code, o Gerenciador de extensão facilita a descoberta e a aquisição de funcionalidades adicionais do SQL Operations Studio.

Agora neste nova versão este fantástico recurso acaba de passar por um processo de reformulação, tendo maior capacidade para gerenciar extensões oficiais como também aquelas disponibilizadas pela comunidade.

A Figura 2 ilustra a interface do Extension Manager a partir desta versão:
Figura 2 – SQL Operations Studio – Extension Manager.

Downloads

Dentre as possibilidades para download destaco as seguintes:

Plataforma Link
Windows Setup Installer https://go.microsoft.com/fwlink/?linkid=870837
Windows ZIP https://go.microsoft.com/fwlink/?linkid=870838
macOS ZIP https://go.microsoft.com/fwlink/?linkid=870839
Linux TAR.GZ https://go.microsoft.com/fwlink/?linkid=870840
Linux DEB https://go.microsoft.com/fwlink/?linkid=870842
Linux RPM https://go.microsoft.com/fwlink/?linkid=870841

Maiores informações sobre as novidades do SQL Operations Studio podemo ser obtidas acessando SQL Server Blog.


Fontes e Direitos Autorais: SQL Server Blog – 

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Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.7 disponível para download


A Microsoft disponibilizou para download no início desta semana o Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.7.

Nova versão da ferramenta utilização para migração de dados entre diversas fontes, dentre elas MySQL, SAP Adaptive Server Enterprise (ex-Sybase), Oracle Database, IBM DB2 e Access, o Microsoft SQL Server Migration Assistant é uma ferramenta gratuita que simplifica o processo de migração destes produtos para o SQL Server e Azure SQL. A ferramenta automatiza todos os aspectos da migração. A versão 7.7 inclui o suporte para:

– Migração do MySQL 4.1 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2008, SQL Server 2008 R2, SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017 e Azure SQL DB.

– Migração do Access 97 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017 e Azure SQL DB.

– Migração do SAP Adaptive Server Enterprise (ex-Sybase) 11.9 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2008, SQL Server 2008 R2, SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017 e Azure SQL DB.

– Migração do Oracle Database 9.0 e posteriores para todas as edições do SQL Server 2008, SQL Server 2008 R2, SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017, Azure SQL DB e Azure SQL Data Warehouse.

– Migração do IBM DB2 9.0 e 10.0 no z/OS e das versões 9.7 e 10.1 no Linux/Unix/Windows para o SQL Server 2012, SQL Server 2014, SQL Server 2016, SQL Server 2017 e Azure SQL DB.

Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.7

Download da versão 7.7 para MySQL
Download da versão 7.7 para Access
Download da versão 7.7 para SAP Adaptive Server Enterprise (ex-Sybase)
Download da versão 7.7 para Oracle Database
Download da versão 7.7 para IBM DB2

O Microsoft SQL Server Migration Assistant v7.7 é compatível com o Windows 10, Windows 7, Windows 8, Windows 8.1, Windows Server 2008 R2, Windows Server 2012, Windows Server 2012 R2 e Windows Server 2016. Ele também requer o .NET Framework 4.5.2 ou posterior.

As páginas de download também listam alguns requisitos específicos, como MySQL Connector/ODBC e SAP ASE OLEDB/ADO.Net/ODBC provider.

Fontes e Direitos Autorais: https://www.microsoft.com/en-us – 27/02/2018.

Microsoft adquire PlayFab, fornecedora de serviços de backend para jogos em na nuvem


No final do mês de janeiro a Microsoft realizou a compra e aquisição da empresa PlayFab,  fornecedora de plataforma de serviços backend para construir, desenvolver e lançar jogos conectados à nuvem, conforme anúncio feito por Kareem Choudhry.

Como Satya Nadella, nosso CEO, observou na reunião anual de acionistas: “Estamos nos mobilizando para seguir nossa ampla oportunidade em um mercado de mais de 100 bilhões de jogos. Isso significa ampliar nossa abordagem sobre como pensamos os jogos de ponta a ponta, como começá-los e a maneira que estão sendo criados e distribuídos, e como são jogados e visualizados.”

Mais de 1 bilhão de pessoas jogam videogame, alimentando uma indústria próspera cujo ecossistema está evoluindo e crescendo rapidamente. Muitos setores estão mudando para a nuvem inteligente, e essa tendência é verdadeira também na área de jogos. Isso significa que um número crescente de desenvolvedores procura criar jogos conectados para dispositivos móveis, PCs e consoles, que tenham ênfase nas operações pós-lançamento. No entanto, o custo e a complexidade de alcançar esse resultado por meio de ferramentas e tecnologias personalizadas do servidor são altas, e a PlayFab oferece aos desenvolvedores um modelo atraente que varia naturalmente com os jogadores de seus games.

Os serviços de backend da PlayFab reduzem as barreiras do lançamento para os desenvolvedores de jogos, oferecendo soluções de desenvolvimento com bom custo-benefício para estúdios grandes e pequenos, que escalam seus jogos e os ajudam a engajar, reter e rentabilizar os jogadores. A PlayFab permite que os desenvolvedores usem a nuvem inteligente para criar e operar jogos, analisar dados e melhorar as experiências gerais dos títulos.

A plataforma PlayFab é um complemento natural do Azure para jogos (Visite azure.com/gaming para mais informações). O Azure, disponível localmente em 42 regiões em todo o mundo, fornece infraestrutura de servidores de primeira linha, permitindo que os criadores se concentrem na construção de ótimos jogos com alcance global. Para os jogadores, isso leva a um grau de inovação mais alto e rápido, além de melhores experiências.

Incorporar a experiência da PlayFab, a crescente rede de desenvolvedores de jogos e a poderosa plataforma de jogo como serviço em nossa oferta de produtos é um passo importante para os jogos na Microsoft. A PlayFab atendeu mais de 700 milhões de jogadores e atualmente abriga mais de 1.200 jogos de empresas como Disney, Rovio e Atari. Sua plataforma de jogos inclui alguns dos títulos mais proeminentes do setor, como “Idle Miner Tycoon”, “Angry Birds: Seasons” e “Roller Coaster Tycoon Touch”.

Juntos, o Azure e a PlayFab vão liberar ainda mais o poder da nuvem inteligente para o setor de jogos, permitindo que os desenvolvedores e gamers apreciem em todo o mundo.”

As ferramentas da PlayFab são projetadas para ser usadas por desenvolvedores de jogos em todas as plataformas (móveis, PC e console). Essa aquisição amplia os investimentos e o trabalho que fizemos no Microsoft Azure para fornecer uma plataforma de nuvem de primeira linha para o setor de jogos.

Microsoft anuncia a compra da PlayFabPara mais informações sobre a PlayFab, acesse um post no blog de James Gwertzman, CEO e co-fundador.

Fontes e Direitos Autorais: 

Microsoft Visual Studio 2017 v15.6 Preview 2 e Visual Studio for Mac Version 7.4 Preview disponíveis


A Microsoft anunciou a disponibilidade do Visual Studio 2017 v15.6 Preview 2. A versão Preview 1 original foi disponibilizada no dia 7 de dezembro de 2017.

De acordo com o changelog publicado aqui pela Microsoft, o Visual Studio 2017 v15.6 Preview 2 traz correções para múltiplos bugs, opções de depuração agora estão disponíveis para Embedded ARM GCC.

Esta nova versão Preview também traz uma extensa lista de melhorias no suporte para Visual C++, o instalador do Visual Studio foi melhorado e agora quando você instalá-lo pela primeira vez ou atualizá-lo via Web você verá um processo de instalação mais transparente:

Microsoft Visual Studio 2017 v15.6 Preview 2

O Preview 2 também inclui o suporte parta navegação por fontes descompiladas. Habilite isto acessando Tools > Options > Text Editor > C# > Advanced > Enable navigation to decompiled sources:

A lista completa com todas as novidades nesta versão Preview pode ser vista no link acima.

Desenvolvedores interessados podem fazer o download do Visual Studio 2017 v15.6 Preview 2 aqui ou podem utilizar o link fornecido na página com o changelog.

Fontes e Direitos Autorais: The Visual Studio Blog – 10/01/2018.

Visual Studio Mobile Center passa a se chamar Visual Studio App Center


A Microsoft confirmou nos últimos dias em seu no blog do Azure que o Visual Studio Mobile Center agora se chama Visual Studio App Center.

O que é o Visual Studio App Center?

O Visual Studio App Center é um conjunto de serviços baseados na nuvem com foco na criação e gerenciamento de aplicativos para dispositivos móveis.

De acordo com a Microsoft, o App Center foi criado para atender aplicativos criados para Windows, iOS e Android.

Benefícios do Visual Studio App Center

Crie aplicativos com maior frequência e mais rapidez
Elimine a dificuldade de criar aplicativos iOS, Android e Windows localmente. Ao conectar-se aos repositórios do GitHub, do Bitbucket ou do Visual Studio Team Services, você pode criar aplicativos automaticamente com cada solicitação de pull ou sob demanda e evitar o trabalho extra de gerenciar agentes de build.

Envie aplicativos de alta qualidade com confiança
Automatize testes de interface do usuário em milhares de dispositivos reais e em centenas de configurações na nuvem, usando estruturas populares como Appium, Espresso e XCUITest. Teste todas as possíveis interações com a interface do usuário e diagnostique bugs e problemas de desempenho sempre que você compilar, com relatórios detalhados de acompanhamento passo a passo, capturas de tela e logs.

Visual Studio Mobile Center agora se chama Visual Studio App Center
Implante em qualquer lugar com facilidade
Distribua seu aplicativo para testadores e usuários beta em iOS, Android, Windows e macOS a cada confirmação ou sob demanda. Envie diferentes builds para diferentes grupos de testadores e notifique-os por meio de atualizações no aplicativo. Quando estiver pronto, libere para a App Store, o Google Play e o Microsoft Intune.

Relatórios de falhas ricos em informações
Diagnostique problemas e monitore a integridade do seu aplicativo com recursos avançados, como agrupamento e gerenciamento inteligentes de falhas, depuração mais rápida com simbolização e relatórios de falhas detalhados. Seja notificado e corrija problemas conforme eles surgem.

Análise em tempo real
Aumente sua audiência concentrando-se no que importa, com informações e relatórios detalhados sobre sessões de usuário, principais dispositivos, versões de SO, análise comportamental e rastreadores de eventos para aplicativos iOS, Android, Windows e macOS. Crie facilmente eventos personalizados para acompanhar qualquer coisa, com análise de aplicativo extensiva.

Escolha somente os serviços que você precisa
Você tem sua própria solução de análise? Utiliza uma plataforma de distribuição beta diferente? Nenhum problema. Os SDKs e APIs de software livre permitem que você integre apenas os serviços do App Center que precisa.

Conheça mais sobre o Visual Studio App Center acessando: https://www.visualstudio.com/pt-br/app-center/

Fontes e Direitos Autorais: Mobile Center – https://www.visualstudio.com/pt-br/app-center/

Microsoft inicia teste com Visual Studio 2017 v15.6 Preview


Agora que a versão 15.5 do Visual Studio 2017 está disponível oficialmente, a Microsoft já iniciou os testes da próxima atualização com o Visual Studio 2017 v15.6 Preview.

O Visual Studio 2017 foi lançado em 7 de março pela empresa.

Novidades no Visual Studio 2017 v15.6 Preview

De acordo com o anúncio publicado pela Microsoft no blog do Visual Studio, o Visual Studio 2017 v15.6 Preview traz melhorias com foco na produtividade, novos recursos e outras novidades.

Nesta versão Preview a ferramenta CPU Usage agora destaca a linha de código com base no uso de CPU. Com isso ficou mais fácil determinar quais linhas são responsáveis por um aumento repentino no uso de CPU, por exemplo:

Microsoft Visual Studio 2017 v15.6 Preview
Nesta versão Preview a ferramenta CPU Usage agora destaca a linha de código com base no uso de CPU. Com isso ficou mais fácil determinar quais linhas são responsáveis por um aumento repentino no uso de CPU, por exemplo

Com o Visual Studio 2017 v15.6 Preview agora você pode criar projetos CMake. Esta versão também adiciona suporte para o Android NDK r15c:

O Team Explorer recebeu melhorias na funcionalidade Git tags e o IntelliSense para Python não requer mais um banco de dados para conclusão.

A lista com todas as novidades nesta versão pode ser vista no post com o anúncio da Microsoft.

Desenvolvedores interessados podem fazer o download do Visual Studio 2017 v15.6 Preview aqui.

Fontes e Direitos Autorais: The Visual Studio Blog – 07/12/2017 –https://blogs.msdn.microsoft.com/visualstudio/2017/12/07/visual-studio-2017-version-15-6-preview/

#09 – Para que serve


Boa noite pessoal!!! Salve galera….

 

Tudo bem? Como passaram os últimos dias?

Graças a deus continuo forte na minha batalha profissional e acadêmica, como eu sempre falo para meus alunos, a vida é uma roda gigante e não podemos deixar ela parar muito menos perder a chance de curtir e aprender com cada momento.

Seguindo esta onda de oportunidades, estou retornando com mais uma post dedicado a sessão Para que serve, e conforme prometido hoje vamos finalizar o assunto de índices hipotéticos apresentado inicialmente no post: https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/08/06/07-para-que-serve/

Neste post vamos entender como o comando DBCC Autopilot pode influenciar o database engine e seus elementos execution plan e query optimizer na execução de nossas consultas, então vamos nessa galera…..


Começa agora o #09 – Para que serve – Índices Hipotéticos – Final.

 

Conforme apresentado nos posts anteriores o conceito de índices hipotéticos é uma técnica antiga, mas pouco conhecida na área de banco de dados. Para muitos profissionais da área este tipo de recurso acaba sendo algo obscuro e de pouco compreensão, por outro lado outros profissionais destacam como sendo como um recurso que permite simular a existência de um índice de forma lógica. Como em qualquer área profissional ou acadêmica sempre vai existir os dois lados da moeda e cabe a cada um de nós procurar entender, respeitar e conhecer estas opiniões.

Seguindo em frente, vamos dar continuidade em nosso estudo, fazendo uso da estrutura criada anteriormente no post: https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/09/03/08-para-que-serve/

Como você pode ter verificado, criamos o banco de dados HypotheticalDB e dentro dele os seguintes objetos apresentados na Figura 1:

hypotheticaldb-figura1

Figura 1 – Relação de objetos criados no banco de dados HypotheticalDB.

Podemos observar a existência dos três índices hipotéticos criados anteriormente para tabela ClientesCategorias, bem como, o código da tabela ClientesCategorias definido no valor: 597577167. Anote bem este código post nos próximos passos vamos fazer uso do mesmo.

Agora que já relembramos um pouco do que foi feito anteriormente em relação ao nosso ambiente, podemos continuar a fazer uso dos índices hipotéticos em nosso ambiente, onde neste momento vamos fazer com que o Microsoft SQL Server realize o uso deste recurso de forma empírica na execução da nossa query, para tal iremos utilizar o comando DBCC AutoPilot, caso você ainda não conheça ou não se lembre deste comando o mesmo foi apresentada de maneira detalhada no post: https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2016/08/06/07-para-que-serve/

Então mãos no teclado, chegou a hora de utilizarmos o comando DBCC AutoPilot fazendo uso do bloco de código 1, mas antes de teclar F5, clique no botão “Include Actual Execution Plan” ou tecle Ctrl+M para ativar o mesmo. Para que você possa entender o que será executado neste bloco de código e qual será o resultado apresentado é obrigatório que o plano de execução se encontre ativado.

Agora que você já realizou este procedimento, pode dar continuidade e executar o bloco de código 1 apresentado abaixo:

— Bloco de Código – Utilizando o DBCC AutoPilot forçando o uso do índice clusterizado IND_ClientesCategorias_Clusterizado_CodigoComEstatisticas –

Use HypotheticalDB

Go

 

DBCC AUTOPILOT (5, 5, 0, 0, 0) – Ativando o commando DBCC AutoPilot para iniciar uma nova sessão limpando o buffer de comando executados anteriormente —

 

DBCC AUTOPILOT (6,5,597577167,4) – Utilizando o commando DBCC AutoPilot orientado no uso exclusive de índices clusterizado —

GO

 

SET AUTOPILOT ON — Ativando a diretiva —

Go

 

Select C.Codigo,

Cc.Codigo As ‘Categoria do Cliente’,

C.Nome,

C.Endereco,

C.Estado,

C.DataUltimaCompra

From Clientes C Inner Join ClientesCategorias CC

On C.CodigoCategoria = CC.Codigo

Where C.Estado = ‘SP’

Go

 

SET AUTOPILOT OFF — Desativando a diretiva —

GO

 

Acredito que tudo deva ter ocorrido normalmente e você tenha conseguido realizar a execução do bloco de código 1 apresentado acima, neste momento o Management Studio apresentou em sua guia denominada execution plan o conjunto de operadores similares aos apresentados na Figura 2 a seguir:

hypotheticaldb-figura2

Figura 2 – Resultado da execução do bloco de código 1.

 

Note que o plano de execução nos apresenta dois operados do tipo Clustered Index Seek, respeitando a ordem de execução, temos o segundo operador com o custo de 51% de processamento apontando para o nosso índice clusterizado IND_ClientesCategorias_Clusterizado_CodigoComEstatisticas, neste momento você pode estar se perguntando.

Como o Database Engine em conjunto com o Query Optimizer e Execution Plan identificou a existência deste recurso sendo que o mesmo é algo hipotético, algo que somente existe de forma lógica, a resposta pode ser encontrada justamente na maneira que o comando DBCC AutoPilot foi declarado e posteriormente executado, onde temos o seguinte conjunto de valores passados como parâmetros de entrada:

PARÂMETRO DESCRIÇÃO VALOR DECLARADO
TypeID TypeID = 6: Usar apenas índices clusterizados 6
DbID ID do Banco de Dados 6 – HypotheticalDB
TabID Id da Tabela a ser utilizada 597577167
Indid Id do índice a ser utilizado 4

Foi através deste conjunto de valores apresentado no DBCC AutoPilot e posteriormente reconhecido e interpretados pelo database engine que o Query Optimizer e Execution Plan fizeram uso do nosso índice clusterizado.

Não é algo fantástico, realmente uma capacidade de análise e reconhecimento de recursos fora do comum, realmente o Microsoft SQL Server é um produto acima de qualquer suspeita, um software surpreendente.

Para finalizar vamos agora forçar o uso do nosso índice nonclustered IND_ClientesCategorias_NaoClusterizado_CodigoSemEstatisticas e observar qual será o comportamento e resultado apresentado pelo Management Studio após a execução do bloco de código 2 apresentando na sequência:

— Bloco de Código 2 – Forçando o uso do índice não clusterizado IND_ClientesCategorias_NaoClusterizado_CodigoSemEstatisticas –

DBCC AUTOPILOT (5, 5, 0, 0, 0)

DBCC AUTOPILOT (0,5,597577167,2)

GO

 

SET AUTOPILOT ON — Ativando a diretiva —

Go

 

Select C.Codigo,

Cc.Codigo As ‘Categoria do Cliente’,

C.Nome,

C.Endereco,

C.Estado,

C.DataUltimaCompra

From Clientes C Inner Join ClientesCategorias CC

On C.CodigoCategoria = CC.Codigo

Where C.Estado = ‘SP’

Go

 

SET AUTOPILOT OFF — Desativando a diretiva —

GO

 

Verificando o resultado apresentado na Figura 3 abaixo, tendo como base a guia Execution Plan, podemos notar a presença do operador Index Seek apontando para nosso índice não clusterizado: IND_ClientesCategorias_Clusterizado_CodigoComEstatisticas.

hypotheticaldb-figura3
Figura 3 – Resultado da execução do bloco de código 2.

Analisando com mais calma o resultado apresentado na Figura 3, fica fácil identificar a presença do operador Index Seek como já havia destacado, quando o comando DBCC AutoPilot foi executado com o seguinte conjunto de valores:

PARÂMETRO DESCRIÇÃO VALOR DECLARADO
TypeID TypeID = 0: Usar apenas índices não clusterizados 0
DbID ID do Banco de Dados 6 – HypotheticalDB
TabID Id da Tabela a ser utilizada 597577167
Indid Id do índice a ser utilizado 2

Não é algo surpreendente e simples, esse é o Microsoft SQL Server, mais uma vez dando show, mais uma vez com um grande exibição, monstrando toda sua elegância, simplicidade e capacidade de nos supreender no processamento de transações e apresentação de resultados.

Desta forma, chegamos ao final de mais post da sessão Para que serve!


 

Espero que você tenha gostado, que as informações compartilhadas aqui possam lhe ajudar a se tornar cada vez um profissional de banco de dados reconhecido e valorizado, um dos papéis na área de tecnologia mais importantes para qualquer empresa.

Reconher o verdadeiro papel de um DBA dentro de sua estrutura, é reconhecer o verdadeiro valor de seus dados e como eles podem se tornar uma infomação valiosa para sua tomada de decisão.

Caso deseje acessar os posts anteriores desta sessão, utilize os links listados abaixo:

Mais uma vez obrigado por sua visita, um forte abraço, nos encontramos em breve.

Até mais.