Nova versão do Microsoft SQL Server Data Tools para Visual Studio 2017

Microsoft disponibilizou no último dia 08 de junho, nova versão da ferramenta para desenvolvimento de bancos de dados, relatórios e projetos de análise para o Visual Studio 2017.

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O Microsoft SQL Server Data Tools v15.7.0 é uma ferramenta de desenvolvimento moderna disponível gratuitamente pela Microsoft, que permite o desenvolvimento de bancos de dados relacionais do SQL Server, bancos de dados SQL do Azure, projetos de integração de dados através do Integration Services, projetos e modelos de dados do Analysis Services e relatórios do Reporting Services.

Através do SQL Server Data Tools, você pode criar e implementar qualquer projeto relacionado ao Microsoft SQL Server com a mesma facilidade com que desenvolve um aplicativo no Visual Studio.

Caso deseje instalar o SQL Server Data Tools de forma integrada ao Visual Studio, selecione o setup de instalação do Visual Studio 2017 a opção Data Storage and Processing, conforme apresenta a Figura 1 abaixo:

Sql Dt 157 02Figura 1 – Instalação do SSDT de forma integrada com o Visual Studio 2017.

Você pode também instalar esta nova versão do SSDT em seu ambiente, mesmo que uma instância do Visual Studio 2017 esteja instalada, logo após a iniciação do setup do instalação, o instalador do SSDT irá identificar se já existe uma instância do Visual Studio instalada em seu máquina, como também, lhe permitira realizar uma nova instalação de acordo com o conjunto de serviços a serem escolhidos.

O SQL Server Data Tools v15.7.0 para Visual Studio 2017 está disponível para download aqui, o mesmo é compatível com as versões Windows 7 SP1, Windows 8.1, Windows 10, Windows Server 2012 R2 e Windows Server 2016, para os seguintes idiomas:

Chinês (República Popular da China) | Chinês (Taiwan) | Inglês (Estados Unidos) | Francês | Alemão | Italiano | Japonês | Coreano | Português (Brasil) | Russo | Espanhol.

O changelog publicado pela Microsoft, destaca que a versão 15.7.0 do SQL Server Data Tools para Visual Studio 2017 apresenta diversas correções para múltiplos bugs.

A lista de problemas apresentados no changelog, inclui entre os mais diversos bugs um em específico que afeta o SSIS Execute Package Task, fazendo que esta funcionalidade não suporte a depuração quando o valor do parâmetro ExecuteOutOfProcess quando o mesmo esta configurado como  como True.

Para maiores informações sobre o SQL Server Data Tools podem ser encontradas através do link: https://docs.microsoft.com/en-us/sql/ssdt/download-sql-server-data-tools-ssdt?view=sql-server-2017#ssdt-for-vs-2017-standalone-installer

Observação: Segundo a documentação Microsoft, antes de realizar o processo de instalação do SQL Server Data Tools v15.7.0 para Visual Studio 2017, desinstale as extensões “Projetos do Microsoft Analysis Services” e “Projetos do Microsoft Reporting Services”, caso eles já estejam instalados no Visual Studio 2017.

Além disso, é obrigatório que nenhuma instância do Visual Studio encontre-se em execução durante o processo de instalação.

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft – Docs SQL SSDT (SQL Server Data Tools).

Microsoft disponibiliza nova versão do System Center Management Pack para SQL Server

System Center Management Pack v7.0.5.0 para SQL Server 2017, 2016, 2014, 2012, 2008 R2 e 2008.


A Microsoft anunciou ontem dia 05/06 em seu blog SQL Server Release Services a nova versão do System Center Management Pack v7.0.5.0 Preview compatível com as versões: 2017, 2016, 2014, 2012, 2008 e 2008 R2 do Microsoft SQL Server.

Através do Management Pack, Profissionais de Tecnologia, Administradores de Servidores, Administradores de Bancos de Dados e DBAs, terão a possibilidade de monitorar em tempo os respectivos bancos de dados, serviços como SQL Server Agent e outros componentes que compõem o System Center Operations Manager.

See the source image

Em seu anúncio a Microsoft, informa que o System Center Management Pack v7.0.5.0 Preview para SQL Server traz correções para múltiplos bugs, mudanças em alguns scripts, mudanças na severidade de alguns alertas, suporte para monitoramento de instâncias SQL Server Cluster localmente, suporte para monitoramento de SQL Server Integration Services.

A versão 7.0.5.0 Preview encontra-se disponível para download, através dos links:

System Center Management Pack 7.0.5.0 Preview para SQL Server 2008, 2012, 2014 e 2016.

System Center Management Pack 7.0.5.0 Preview para SQL Server 2017.

Há lista completa com todas as novidades e bugs corrigidos pode ser obtida acessando: https://blogs.msdn.microsoft.com/sqlreleaseservices/released-public-preview-for-sql-server-management-packs-update-7-0-5-0-and-ssrs-management-pack-update-7-0-6-0/

Fontes e Direitos Autorais: 

#21 – Para que serve


Olá, pessoal, bom dia.

Tudo bem? E a i como esta a loucura na sua cidade, devido a esta paralisação dos caminhoneiros em todo Brasil? Posso dizer que aqui em São Roque, interior do estado de São Paulo não esta nada fácil.

Independente da falta de combustível, gás de cozinha, entre outras coisas, não me pode faltar força de vontade e disposição para estar aqui no meu blog, publicando mais um post da sessão Para que serve, sendo este o post de número 21.

É a vida de um DBA e MVP não é fácil, mesmo com o Brasil muito prejudicado e praticamente parado, tenho alguns afazeres para hoje, por este e outros motivos, acordei bem cedo para compartilhar com vocês um dos novos recursos adicionados ao Microsoft SQL Server 2017.

Como todos nós já sabemos, a cada nova versão que a Microsoft disponibilizado do SQL Server, uma nova avalanche de conceitos, funcionalidades, comandos e diversidade de possibilidades são adicionadas ao produto, no post de hoje vou apresentar propriamente uma nova funcionalidade deste fascinante Sistema Gerenciador de Banco de Dados, que veio justamente para ser um divisor de águas em uma das principais atividades de qualquer DBA, o tão temido processo de reindexação(reindex) ou reconstrução(rebuild) de índices em nossos ambientes de bancos de dados.

Acredito que você Administrador de Servidores, DBA ou Profissional de TI, já deve ter se deparado por algum momento em situações que necessitavam ou requeriam o processamento de atividades relacionadas aos procedimentos de manutenção de um ou mais índices existentes em um banco de dados, e ai aquela tão ingrata pergunta.

A que horas vamos realizar este procedimento sem impactar em nossos ambientes? E logicamente você já se deparava em seus pensamentos: “Meu deus, vou ter que passar mais uma noite acordado, fazendo manutenções….” Posso dizer por experiência própria que esta é uma da mais duras realidades que eu já enfrentei nesta minha longa jornada de profissional de TI desde 1994… Mas seguinte em frente, a partir do Microsoft SQL Server 2017 isso mudou, o time de engenheiros e desenvolvedores desta nova versão adicionaram um novo recurso denominado “Resumable Online Index Rebuilds”, em uma simples tradução “Reconstrução Online de Índice resumível”, ou seja, a possibilidade de reconstruir um índice de forma online de acordo com a sua necessidade, tendo a possibilidade de interromper o processo de reconstrução sem correr qualquer risco de perda.

Isso não é coisa de outro mundo? A resposta é não, isso é coisa do Microsoft SQL Server 2017.

Sendo assim, chegou a hora de conhecer um pouco mais sobre o post de número 21 da sessão Para que serve. Então seja bem vindo ao #21 – Para que serve – Resumable Online Index Rebuilds.

Espero que você goste….


Introdução

Quando decidimos trabalhar na área de tecnologia, em diversos momentos temos que saber que esta é um das diversas áreas profissionais que no decorrer da nossa carreira somos obrigados a praticamente abrir mão de nossa vida sociais, familiar e até mesmo pessoal.

Trabalhar na área de tecnologia da informação, nos dias de hoje tem mudado muito se comparado ao início dos anos 80, 90 e provavelmente a partir dos anos 2000 isso mudou mais ainda, principalmente para aqueles que optaram assim como eu para trabalhar com banco de dados, quem nunca teve que passar horas e horas madrugada a dentro realizando manutenções em seus ambientes de bancos de dados, com a “simples” missão de tudo estar funcionando a partir de um determinado horário, é parece fácil, parece ser algo simples, parece ser algo suportável, mas não é, e pensando nisso(demorou) que a partir da versão 2017 do Microsoft SQL Server, nós Administradores de Bancos de Dados e Profissionais de Tecnologia, temos a possibilidade de realizar algumas das mais preocupantes atividades de administração de bancos de dados de uma maneira mais usual, simples e pode-se dizer “humana” que é a atividade de reconstrução de índice.

As atividades relacionadas a manutenções de bancos de dados, ainda mais aquelas relacionadas diretamente a índices, são por diversas vezes as mais demoradas, atividades que dependem totalmente do uso de CPU e Disco, recursos físicos de hardwares que podem apresentar em algum momento sobrecarga de processamento, ocasionando situações de contenção “gargalos”, lentidão na leitura e escrita de dados, que nos obrigam a ter que interromper as atividades em execução ou planejadas a posterior.

Legal, acredito que você já tenha conhecido um pouco sobre este recurso de forma conceitual, vamos agora colocar a mão nos teclados e conhecer de forma prática como fazer dele, para isso vamos preparar nosso ambiente a partir de agora.

Criando o Ambiente

Para realizar nossa simples prática, começaremos pela execução do Bloco de Código 1, responsável por criar a seguinte estrutura:

  • Database: ResumableOnlineIndexRebuilds;
  • Table: ResumableOnlineIndexRebuildsTable;
  • Clustered Index: PK_ResumableOnlineIndexRebuildsTable_Codigo; e
  • Data Compression: Page.

— Bloco de Código 1 —
— Criando o Banco de Dados —
Create Database ResumableOnlineIndexRebuilds
Go

— Acessando o Banco de Dados —
Use ResumableOnlineIndexRebuilds
Go

— Criando a Tabela ResumableOnlineIndexRebuildsTable —
Create TABLE ResumableOnlineIndexRebuildsTable
(Codigo int IDENTITY(1,1) NOT NULL,
Cliente int NOT NULL,
Vendedor varchar(30) NOT NULL,
Quantidade smallint NOT NULL,
Valor numeric(18, 2) NOT NULL,
Data date NOT NULL
Constraint [PK_ResumableOnlineIndexRebuildsTable_Codigo] Primary Key (Codigo))
WITH(Data_Compression=PAGE)
Go

Perfeito, ambiente criado, vamos para o próximo passo, Bloco de Código 2, responsável por inserir um massa de dados aleatória, com uma quantidade de linhas de registros que pode variar de 1 até 1.ooo.ooo(milhão de linhas), contar quantas linhas temos em nossa tabela e seu espaço de alocado:

— Bloco de Código 2 —
— Inserindo a Massa de Dados na Tabela ResumableOnlineIndexRebuildsTable —
Declare @Texto Char(130),
@Posicao TinyInt,
@ContadorLinhas Int

Set @Texto = ‘0123456789@ABCDEFGHIJKLMNOPQRSTUVWXYZ\_abcdefghijklmnopqrstuvwxyzŽŸ¡ÀÁÂÃÄÅÆÇÈÉÊËÌÍÎÏÐÑÒÓÔÕÖÙÚÛÜÝàáâãäåæçèéêëìíîïðñòóôõöùúûüýÿ’ — Existem 130 caracteres neste texto —

Set @ContadorLinhas = Rand()*1000000 — Definir a quantidade de linhas para serem inseridas —

While (@ContadorLinhas >=1)
Begin

Set @Posicao=Rand()*130

If @Posicao <=125
Begin
Insert Into ResumableOnlineIndexRebuildsTable (Cliente, Vendedor, Quantidade, Valor, Data)
Values(@ContadorLinhas,
Concat(SubString(@Texto,@Posicao+2,2),SubString(@Texto,@Posicao-4,4),SubString(@Texto,@Posicao+2,4)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))
End
Else
Begin
Insert Into ResumableOnlineIndexRebuildsTable (Cliente, Vendedor, Quantidade, Valor, Data)
Values(@ContadorLinhas,
Concat(SubString(@Texto,@Posicao-10,1),SubString(@Texto,@Posicao+4,6),SubString(@Texto,@Posicao-12,3)),
Rand()*1000,
Rand()*100+5,
DATEADD(d, 1000*Rand() ,GetDate()))

End

Set @ContadorLinhas = @ContadorLinhas – 1
End

Observação: A quantidade de linhas e tempo de processamento vai depender única e exclusivamente do hardware que você esta utilizando.

— Contando a quantidade de linhas da Tabela ResumableOnlineIndexRebuildsTable —
Select Count(*) From ResumableOnlineIndexRebuildsTable
Go

— Descobrindo o tamanho da Tabela Pedidos —
Exec sp_spaceused ‘ResumableOnlineIndexRebuildsTable’
Go

Por enquanto nenhuma novidade, acredito que você deve ter conseguido executar os blocos de código de forma simples e tranquilo, nosso próximo passo é conhecer e aplicar o processo de rebuild de índice através deste novo recurso, para isso vamos começar utilizando o Bloco de Código 3 apresentado abaixo:

— Bloco de Código 3 —
Alter Index [PK_ResumableOnlineIndexRebuildsTable_Codigo] ON ResumableOnlineIndexRebuildsTable
Rebuild With(ONLINE=ON, RESUMABLE=ON)
Go

Note que estamos fazendo uso neste procedimento de rebuild de dois novos parâmetros adicionados ao comando Alter Index, sendo eles:

  • OnLine: Determina que o processo de rebuild será feito de forma online (por páginas) ou não. Vale ressaltar que o Resumable index rebuild tem suporte somente para o rebuild online, sendo assim, este parâmetro é obrigatório e   devemos sempre utilizar o parâmetro ONLINE=ON.
  • Resumable: Orienta o Database Engine a definir se o rebuild será feito permitindo ou não o uso da opção de Pause/Resume.

Além destes dois principais parâmetros, foram também adicionados outros três como complementares:

  • Max_Duration: Permite definir em minutos, a quantidade de tempo que o rebuild irá executar antes de ser suspenso automaticamente. Esse valor deve ser maior que 0 e menor ou igual a 10080 (1 semana), algo que poderá lhe permitir estabelecer um janela de trabalho e aplicar o procedimento de rebuild de forma programada.
  • Pause: Utilizando esse parâmetro, a operação de rebuild será pausada e ficará aguardando uma nova instrução Alter Index para este índice dar continuidade ao processo ou então o comando ABORT, para interromper o rebuild.
  • Abort: Parâmetro utilizado para interromper o rebuild do índice.

Importante

Dependendo do conjunto de parâmetros utilizados e seus respectivos valores, o Database Engine poderá apresentar algumas mensagens de erros dentre elas:

Mensagem 1 – Informa que você fez uso do parâmetro Resumable=On, mas o parâmetro Online=Off.

Msg 11438, Level 15, State 1, Line 2
The RESUMABLE option cannot be set to ‘ON’ when the ONLINE option is set to ‘OFF’

Mensagem 2 Orienta e informa caso o tempo limite informado acima seja atingido e processo de rebuild ainda não foi concluído e mesmo será interrompido:

Msg 3643, Level 16, State 1, Line 20
The operation elapsed time exceeded the maximum time specified for this operation. The execution has been stopped.
Msg 596, Level 21, State 1, Line 19
Cannot continue the execution because the session is in the kill state.
Msg 0, Level 20, State 0, Line 19
A severe error occurred on the current command. The results, if any, should be discarded.

Seguindo em frente, vamos agora similar um processo de resumo (resume) do nosso índice. Vamos então realizar o processo de resume através do Bloco de Código 4:

— Bloco de Código 4 —
Alter Index [PK_ResumableOnlineIndexRebuildsTable_Codigo] ON ResumableOnlineIndexRebuildsTable
Resume
Go

Nota: Uma forma simples e prática de simular um processo de interrupção do Resumable Index é interromper a execução da query clicando no botão Cancel Executing Query.

Outro detalhe importante, estamos fazendo uso do parâmetro Resume o qual deverá informar ao Database Engine que o procedimento de alteração do nosso índice deverá ser resumido. Quando o comando resume for utilizado e no respectivo momento não existir um procedimento de resumable index aplicado, será retornada a seguinte mensagem de erro:

Msg 10638, Level 16, State 1, Line 70
ALTER INDEX ‘RESUME’ failed. There is no pending resumable index operation for the index ‘PK_ResumableOnlineIndexRebuildsTable_Codigo’ on ‘ResumableOnlineIndexRebuildsTable’.

Monitorando através da sys.index_resumable_operations

Cada alteração aplicada aos nossos índices pode ser monitorada em tempo real através do uso da visão de sistema: sys.index_resumable_operations, a qual teve o acréscimo de uma nova coluna denominada is_resumable, que apresenta a função de informar se o respectivo índice possui o procedimento de resumable aplicado.

O próximo passo consiste no procedimento de pausa (pause), ou seja, realizar uma pausa na execução do resumable index aplicado ao nosso índice, para tal vamos utilizar o Bloco de Código 5 abaixo:

— Bloco de Código 5 —
Alter Index [PK_ResumableOnlineIndexRebuildsTable_Codigo] ON ResumableOnlineIndexRebuildsTable
Pause
Go

Ao realizar o procedimento de pause interrompendo o rebuild de um índice, a sessão responsável pela execução da operação de rebuild irá receber a mesma mensagem de erro de quando o rebuild é pausado:

Msg 1219, Level 16, State 1, Line 17
Your session has been disconnected because of a high priority DDL operation.
Msg 1219, Level 16, State 1, Line 17
Your session has been disconnected because of a high priority DDL operation.
Msg 596, Level 21, State 1, Line 16
Cannot continue the execution because the session is in the kill state.
Msg 0, Level 20, State 0, Line 16
A severe error occurred on the current command. The results, if any, should be discarded.

 

Vale ressaltar que ao realizar o procedimento de pausa (Pause) a um determinado índice, o mesmo será adicionado na visão sys.index_resumable_operations, tendo a coluna state_desc preenchida com o PAUSED, sendo assim, este rótulo será mantido até que uma outra instrução de Resume ou Abort venha a ser aplicado ao mesmo.

Por fim, nosso último passo consiste em similar o processo de interrupção do procedimento de resumable index, fazendo com que o mesmo deixe de ser mantido como um índice resumível de forma online, através da parâmetro Abort, para isso vamos utilizar o Bloco de Código 6 a seguir:

— Bloco de Código 6 —
Alter Index [PK_ResumableOnlineIndexRebuildsTable_Codigo] ON ResumableOnlineIndexRebuildsTable
Abort
Go

De forma idêntica realizada pelo parâmetro Pause, ao realizar o procedimento de Abort, interrompendo o rebuild de um índice, a sessão responsável pela execução da operação de rebuild irá receber a mesma mensagem de erro de quando o rebuild é pausado:

Msg 1219, Level 16, State 1, Line 17
Your session has been disconnected because of a high priority DDL operation.
Msg 1219, Level 16, State 1, Line 17
Your session has been disconnected because of a high priority DDL operation.
Msg 596, Level 21, State 1, Line 16
Cannot continue the execution because the session is in the kill state.
Msg 0, Level 20, State 0, Line 16
A severe error occurred on the current command. The results, if any, should be discarded.

Mas que beleza, conseguimos realizar o procedimento de abort, neste momento nosso índice não esta mais sendo reconhecido como resumable index, desta forma, o mesmo não poderá ser utilizado com um índice online resumível a qualquer momento.

Praticamente chegamos ao final deste post, falta um pouquinho para encerrar, pois, ainda tenho um último detalhe importante para compartilhar com você a seguir.

Limitações

Pois bem, como tudo em nossas vidas, sempre nos deparamos com situações ou condições que podem nos limitar de fazer uso ou realizar determinadas ações e isso não é diferente com o Resumable Online Index Rebuilds:

  • Suporta somente índices no formato Row Store;
  • Não possui suporte nativo para indexação online aplicada ao system database TEMPDB, ou seja, SORT_IN_TEMPDB do Alter Index não é aplicável;
  • Não possui suporte nativo para colunas do tipo TimeStamp;
  • Não possui suporte nativo com colunas calculadas (computadas);
  • Não é possível utilizar esse recurso em índices desativados; e
  • O Resumable OnLine Index Rebuil não pode ser utilizada dentro de uma transação de usuário, somente em transações relacionadas a atividades de manutenção de índices aplicadas diretamente ao escopo de banco de dados.

Agora sim, chegamos ao final, mas que trabalheira danada deu este post.

Espero que você tenha gostado, eu acredito que sim.


Referências

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/system-catalog-views/sys-index-resumable-operations

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/alter-index-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/relational-databases/system-dynamic-management-views/sys-dm-db-file-space-usage-transact-sql

https://docs.microsoft.com/pt-br/sql/t-sql/statements/create-index-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/alter-index-transact-sql

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/t-sql/statements/drop-index-transact-sql

Links

Caso você ainda não tenha acessado os posts anteriores desta sessão, fique tranquilo é fácil e rápido, basta selecionar um dos links apresentados a seguir:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/04/12/20-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/02/19-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/15/18-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/24/17-para-que-serve/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/10/01/16-para-que-serve/

Conclusão

Em algum momentos, a otimização de desempenho do banco de dados é sempre uma tarefa chave para o DBA. A manutenção de índice desempenha um papel vital na otimização do desempenho do banco de dados.

Às vezes, em ambientes OLTP (Online Transaction Processing ou Processamento de Transações em Tempo Real) que apresentam um longo tempo de processamentos, temos janelas de manutenção muito limitada e se um índice é grande, pode não ter tempo suficiente para reconstruir o índice.

Analisando estas situações, o Resumable Online Index Rebuilds se apresenta como uma solução de extrema importância e grande aliada na vida do DBA SQL Server, a sua adoção e aplicabilidade pode melhorar drasticamente as rotinas de reconstrução (rebuild) de índices, no que diz respeito ao seu volume de dados, por consequência seu tamanho e claro o quanto este elemento representa nas tarefas de pesquisa de dados realizadas pelas aplicações que fazem acesso a ele.

Realizar uma boa manutenção em qualquer ambiente de banco de dados, é algo que nos traz tranquilidade, saber que estamos adotando soluções para manter nossos ambientes protegidos, íntegros e organizados e papel fundamental para qualquer profissional responsável direta ou indiretamente por esta área.

Neste post, você pode conhecer este novo recurso adicionado a partir do Microsoft SQL Server 2017, o Resumable Online Index Rebuilds, uma importante melhoria adicionada ao produto, que com certeza vai permitir que muitos profissionais de tecnologia e DBAs possam passar noites de mais tranquilas.

E isso ai, este é o fantástico Microsoft SQL Server, que a cada versão ou atualização também esta preocupado com a qualidade de vida daqueles que assim como eu são apaixonados por este produtos…

Vai SQL Server, Vai SQL Server….

Agradecimentos

Mais uma vez obrigado por sua ilustre visita, sinto-me honrado com sua presença, espero que este conteúdo possa lhe ajudar e ser útil em suas atividades profissionais e acadêmicas.

Um forte abraço, até o próximo post da sessão Para que serve…..

Uma ótima segunda – feira e boa semana.

Valeu.

Microsoft disponibiliza atualização cumulativa 7 para o Microsoft SQL Server 2017

Nova atualização cumulativa para o Microsoft SQL Server 2017 compatível com Windows e Linux.


A Microsoft disponibilizou ontem dia 24/05 uma nova  Atualização Cumulativa para o Microsoft SQL Server 2017, denominada (Cumulative Update 7 – Build number: 14.0.3026.27), disponível para todas as edições existentes para Windows e Linux.

Com base no artigo KB4229789 publicado no site de suporte da Microsoft, a atualização apresenta correções para múltiplos bugs descobertos após o lançamento do SQL Server 2017 e atualizações cumulativas anteriores, dentre as quais ao final do artigo bloco de código que de ser realizado por aqueles que já tenham instalado as Cumulative Updates 2 ou 3 e necessitam trabalhar com o Query Store.

Outro bug corrigido destaca-se um bem conhecido relacionado ao Analysis Services após a execução de uma função DAX e um que faz com que o SQL Server não seja inicializado quando uma imagem de contêiner do Linux é usada no Docker para Windows.

A seguir destaco a lista de hotfixes incluídos nesta nova atualização:

VSTS bug number KB article number Description Fix area Platform
11701171 2932559 FIX: Totals are wrong after you filter on a pivot table item and remove the filter in SSAS Analysis Services Windows
11701194 4090032 FIX: Memory gets exhausted when you run Power BI report that executes DAX query on SSAS 2016 and 2017 Multidimensional mode Analysis Services Windows
11751257 4096258 FIX: An unexpected exception occurs and SSAS crashes when you run a particular DAX function in SQL Server 2017 Analysis Services Windows
11919582 4090004 Improvement: Configure SESSION_TIMEOUT value for a Distributed Availability Group replica in SQL Server 2016 and 2017 High Availability Windows
11919583 4099919 Transparent Data Encryption added for Log Shipping in SQL Server 2016 and 2017 High Availability Windows
11708399 4135045 FIX: DROP_ASYMMETRIC_KEY causes an instance of SQL Server to crash if it’s rolled back from a trigger SQL service All
11953218 4212960 FIX: SQL Server will not start when you run a SQL Server 2017 Linux container image on Docker for Windows SQL service Linux
11701193 4074862 FIX: Unexpected error when you create a subcube in SQL Server 2016 and 2017 Analysis Services (Multidimensional model) Analysis Services Windows
11701196 4083949 FIX: SSAS may crash when you run a DAX query by using a non-admin Windows user in SQL Server 2016 and 2017 Analysis Services Windows
11701201 4086136 FIX: SSAS stops responding when you run an MDX query in SQL Server 2016 and 2017 Analysis Services (Multidimensional model) Analysis Services Windows
11701140 4086173 FIX: Access violation occurs when executing a DAX query on a tabular model in SQL Server Analysis Services Analysis Services Windows
11701208 4089623 FIX: Out of memory occurs and query fails when you run MDX query with NON EMPTY option in SSAS Analysis Services Windows
11578523 4089718 Improvement: Performance issue when upgrading MDS from SQL Server 2012 to 2016 Data Quality Services (DQS) Windows
11701179 4093226 FIX: “DirectQuery may not be used with this data source” error when you browse a Direct Query model in SQL Server Analysis Services Windows
11814297 4099472 PFS page round robin algorithm improvement in SQL Server 2016 SQL service Windows
11870176 4136912 Multiple device VDI backup can hang on Linux SQL service Linux
11634330 4092554 FIX: “Cannot use SAVE TRANSACTION within a distributed transaction” error when you execute a stored procedure in SQL Server SQL service Windows
11922305 4157948 FIX: Floating point overflow error occurs when you execute a nested natively compiled module that uses EXP functions in SQL Server In-Memory OLTP All
11642085 4098732 FIX: A calculation error occurs when a secured measure is queried in SSAS 2017 Analysis Services Windows
11923799 4230306 FIX: Restore of a TDE compressed backup is unsuccessful when using the VDI client SQL service All
11823305 4101502 FIX: TDE enabled database backup with compression causes database corruption in SQL Server 2016 SQL service All
11971856 4230516 FIX: A memory assertion failure occurs and the server is unable to make any new connections in SQL Server SQL service Windows
11952929 4163087 FIX: Performance is slow for an Always On AG when you process a read query in SQL Server SQL service All
11951171 4230465 FIX: An unexpected communication link error occurs when using datetime2 fields accessing a database in SQL Server 2017 SQL service All
11974640 4230542 FIX: Pacemaker promotes local replica to primary may fail when you use AlwaysOn AG in SQL Server 2017 High Availability Linux
11974802 4293576 FIX: “Non-yielding” error when you try to recover an In-Memory database in SQL Server In-Memory OLTP All
11853504 4134601 FIX: “Could not load file or assembly ‘Microsoft.AnalysisServices.AdomdClientUI” error when a “Process Full” operation is run in SQL Server Analysis Services Windows
11967438 4230730 FIX: A dead latch condition occurs when you perform an online index rebuild or execute a merge command in SQL Server SQL service Windows

Para realizar o download clique na imagem abaixo:

Fontes e Direitos Autorais: Microsoft Support – 24/05/2018 – https://support.microsoft.com/en-us/help/4229789/cumulative-update-7-for-sql-server-2017

SQL Operations Studio versão preview v0.29.3 liberado

Nova versão compatível com Microsoft SQL Server, Azure SQL Database e Azure SQL Data Warehouse.


A Microsoft disponibilizou para download no último dia 05/08 a nova versão preview do SQL Operations Studio denominada v0.29.3. A ferramenta está disponível para Windows, macOS e Linux.

O SQL Operations Studio é uma ferramenta gratuita para gerenciamento do SQL Server, Azure SQL Database e Azure SQL Data Warehouse.

De acordo com o changelog, a versão 0.29.3 traz correções de bugs, nova extensão Redgate SQL Search disponível no Extension Manager, suporte para mais idiomas e outras novidades. Quer saber mais sobre todas as novidades, melhorias e mudança, clique aqui.

A versão para Windows do SQL Operations Studio Preview v0.29.3 está disponível para download com instaladorou versão portátil (não requer instalação).

Para maiores informações sobre o SQL Operations Studio para Windows e demais plataformas de sistemas operacionais acessem link: https://docs.microsoft.com/en-us/sql/sql-operations-studio/download?view=sql-server-2017.

Fontes e Direitos Autorias: Microsoft.com – 05/08/2018 –  Docs | SQL | Tools | SQL Operations Studio.

Short Scripts – Maio 2018


Olá Mundo, bom dia, comunidade….

Tudo bem? E ai como passaram os últimos meses?

Pergunto isso, devido ao post anterior desta sessão ter sido publicado no mês de fevereiro, posso imaginar que neste intervalo de tempo nossas vidas apresentaram inúmeras situações, espero que todas possam ter sido dentro do possível boas, assim como a minha, e se caso venha a existir algo mais espinhoso, que você possa ter superado.

Seguindo em frente, que alegria poder te encontrar em mais um post da sessão Short Scripts, uma das sessões mais recentes do meu blog que esta alçando a marca de 33 posts publicados trimestralmente.

Mantendo a tradição estou retornando com mais um conjunto de “pequenos” scripts catalogados e armazenados em minha biblioteca pessoal de códigos relacionados ao Microsoft SQL Server e sua fantástica linguagem de desenvolvimento Transact-SQL.

Como promessa é dívida e deve ser cumprida “ou melhor” compartilhada, estou compartilhando a minha feita a exatos três meses no final do último post da sessão Short Scripts, hoje publicando mais um conjunto de scripts adicionados atualmente na minha biblioteca particular de códigos e exemplos.

O post de hoje

Como de costume selecionei os principais scripts armazenados recentemente na minha biblioteca de códigos, que apresentam os seguintes assuntos:

  • Acesso de usuário a tabelas;
  • Acesso e Leitura a Banco de dados;
  • Contas de Execução;
  • Descrição de Colunas;
  • DMV – Sys.dm_os_memory_clerks;
  • DMV – Sys.dm_server_services;
  • Ident_Current;
  • Leitura de Log;
  • Memória;
  • Memory Cache Entries;
  • Memory Clerks;
  • Multipage Allocators Statistic
  • OS Threads;
  • Processos em execução;
  • Scope_Ident;
  • Serviços do SQL Server;
  • SessioID;
  • System Identity Variable; e
  • XP_ReadErrorLog.

Chegou a hora, mãos nos teclados, a seguir apresento os códigos e exemplos selecionados para o Short Script – Maio 2018 . Vale ressaltar que todos os scripts publicados nesta sessão foram devidamente testados, mas isso não significa que você pode fazer uso dos mesmo em seu ambiente de produção, vale sim todo cuidado possível para evitar maiores problemas.

Fique a vontade para compartilhar, comentar e melhorar cada um destes códigos.

Short Scripts

— Short Script 1  – Encerramento processos que apresentam várias horas ou longo tempo de execução  —
SET NOCOUNT ON
DECLARE @spid SMALLINT, @spidString VARCHAR(12)

DECLARE spidCursor CURSOR
FOR SELECT spid
FROM master.sys.sysprocesses
WHERE last_batch < DATEADD(hh, -8, GETDATE()) AND spid > 50 — Change 8 to any other value for hours AND spid > 50 — for user spid
FOR READ ONLY
OPEN spidCursor
FETCH NEXT FROM spidCursor INTO @spid

SELECT ‘Killed spid(s) – ‘
WHILE (@@fetch_status = 0)
AND (@@error = 0)
BEGIN
SELECT @spidString = CONVERT(VARCHAR(12), @spid)
EXEC (‘kill ‘ + @spidString)
SELECT @spid
FETCH NEXT FROM spidCursor INTO @spid
END

CLOSE spidCursor
DEALLOCATE spidCursor
SET NOCOUNT OFF

— Short Script 2 –  Identificando – Memory Cache Entries —
WITH memory_cache_entries
AS
(
SELECT
name AS entry_name,
[type],
in_use_count,
pages_allocated_count,
CAST(entry_data AS XML) AS entry_data
FROM sys.dm_os_memory_cache_entries(nolock)
WHERE type = ‘USERSTORE_TOKENPERM’
),
memory_cache_entries_details
AS
(
SELECT
entry_data.value(‘(/entry/@class)[1]’, ‘bigint’) AS class,
entry_data.value(‘(/entry/@subclass)[1]’, ‘int’) AS subclass,
entry_data.value(‘(/entry/@name)[1]’, ‘varchar(100)’) AS token_name,
pages_allocated_count,
in_use_count
FROM memory_cache_entries
)
SELECT
class,
subclass,
token_name,
COUNT(*) AS nb_entries
FROM memory_cache_entries_details
GROUP BY token_name, class, subclass
ORDER BY nb_entries DESC;

— Short Script 3 – Obtendo a relação de últimos acessos de leitura e escrita por banco de dados —

;WITH myCTE AS
(
SELECT
DB_NAME(database_id) AS TheDatabase,
last_user_seek,
last_user_scan,
last_user_lookup,
last_user_update
FROM sys.dm_db_index_usage_stats
)
SELECT
ServerRestartedDate = (SELECT CREATE_DATE FROM sys.databases where name=’tempdb’),
x.TheDatabase,
MAX(x.last_read) AS last_read,
MAX(x.last_write) AS last_write
FROM
(
SELECT TheDatabase,last_user_seek AS last_read, NULL AS last_write FROM myCTE
UNION ALL
SELECT TheDatabase,last_user_scan, NULL FROM myCTE
UNION ALL
SELECT TheDatabase,last_user_lookup, NULL FROM myCTE
UNION ALL
SELECT TheDatabase,NULL, last_user_update FROM myCTE
) AS x

GROUP BY TheDatabase
ORDER BY TheDatabase

— Short Script 4 – Identificando e analisando as diferenças entre Ident_Current, Scope_Identity e Variável de Sistema Identity —
USE AdventureWorks2016;
Go

CREATE TABLE t6(id int IDENTITY);
CREATE TABLE t7(id int IDENTITY(100,1));
Go

CREATE TRIGGER t6ins ON t6 FOR INSERT
AS
BEGIN
INSERT t7 DEFAULT VALUES
END;
Go

SELECT id FROM t6;
SELECT id FROM t7;

— Do the following in Session 1.
INSERT t6 DEFAULT VALUES;
SELECT @@IDENTITY;
/*Returns the value 100.*/

SELECT SCOPE_IDENTITY();
/* Returns the value 1. This was inserted by the
INSERT statement two statements before this query.*/

SELECT IDENT_CURRENT(‘t7’);
/* Returns value inserted into t7, that is in the trigger.*/

SELECT IDENT_CURRENT(‘t6’);
/* Returns value inserted into t6. This was the INSERT statement four statements before this query.*/

— Do the following in Session 2.
SELECT @@IDENTITY;
/* Returns NULL because there has been no INSERT action
up to this point in this session.*/

SELECT SCOPE_IDENTITY();
/* Returns NULL because there has been no INSERT action
up to this point in this scope in this session.*/

SELECT IDENT_CURRENT(‘t7’);
/* Returns the last value inserted into t7.*/

— Short Script 5 – Identificando a SessionID e suas respectivas OS Threads —
SELECT osTask.session_id,
osThreads.os_thread_id,
osTask.scheduler_id,
osTask.task_state
FROM sys.dm_os_tasks AS osTask INNER JOIN sys.dm_os_threads AS osThreads
ON osTask.worker_address = osThreads.worker_address
WHERE osTask.session_id IS NOT NULL
ORDER BY osTask.session_id;
Go

— Short Script 6 – Identificando o último usuário que acesso a tabela —
SELECT DB_NAME(ius.[database_id]) AS [Database],
                 OBJECT_NAME(ius.[object_id]) AS [TableName],
                 MAX(ius.[last_user_lookup]) AS [last_user_lookup],
                 MAX(ius.[last_user_scan]) AS [last_user_scan],
                 MAX(ius.[last_user_seek]) AS [last_user_seek] FROM sys.dm_db_index_usage_stats AS ius
WHERE ius.[database_id] = DB_ID()
AND ius.[object_id] = OBJECT_ID(‘[PlayerAllData]’)
GROUP BY ius.[database_id], ius.[object_id]
Go

— Short Script 7 – Obtendo informações sobre a descrição de uma coluna —
declare @ColumnName nvarchar(300),
@TableName nvarchar(300);

Set @ColumnName= N’…’;
Set @TableName= N’…’;

Select st.name [Table],
sc.name [Column],
sep.value [Description]
from sys.tables st inner join sys.columns sc
on st.object_id = sc.object_id
left join sys.extended_properties sep
on st.object_id = sep.major_id
and sc.column_id = sep.minor_id
and sep.name = ‘MS_Description’
Where st.name = @TableName
And sc.name = @ColumnName
Go

— Short Script 8 – XP_ReadErrorLog – Identificando a porta padrão do SQL Server —
USE MASTER
Go

XP_readerrorlog 0, 1, N’Server is listening on’
Go

— Short Script 9 –  Utilizando – sys.dm_os_memory_clerks – Multipage Allocators Statistic —
Select name AS clerk_name, memory_node_id,
                 sum(single_pages_kb) / 1024 as single_page_total_size_mb,
                 sum(multi_pages_kb) / 1024 as multi_page_total_size_mb,
                 sum(awe_allocated_kb) / 1024 as awe_allocaed_size_MB
From sys.dm_os_memory_clerks(nolock)
Where memory_node_id = 64
Group by memory_node_id, name
Having SUM(multi_pages_kb) > 0
Order BY sum(single_pages_kb) + sum(multi_pages_kb) +
sum(awe_allocated_kb) DESC
Go

— Short Script 10 –  Utilizando – sys.dm_server_services – Identificando a conta que esta executando os serviços do SQL Server —
Select  servicename,
startup_type_desc,
status_desc,
               last_startup_time,
               service_account,
               is_clustered,
               cluster_nodename,
               filename,
               startup_type,
               status,
               process_id
From sys.dm_server_services
Go

Missão mais que cumprida! Uma nova relação de short scripts acaba de ser compartilhada, mesmo sendo denominados short entre aspas “pequenos”, posso garantir que todos estes exemplos são de grande importância, apresentam um valor e conhecimento do mais alto nível.


Chegamos ao final de mais um Short Scripts, espero que este material possa lhe ajudar, ilustrando o uso de alguns recursos e funcionalidades do Microsoft SQL Server.

Acredito que você tenha observado que estes códigos são conhecidos em meu blog, todos estão relacionados aos posts dedicados ao Microsoft SQL Server publicados no decorrer dos últimos anos.

Boa parte deste material é fruto de um trabalho dedicado exclusivamente a colaboração com a comunidade, visando sempre encontrar algo que possa ser a solução de um determinado problema, bem como, a demonstração de como se pode fazer uso de um determinado recurso.

Links

Caso você queira acessar os últimos posts desta sessão, não perca tempo acesse os links listados abaixo:

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/02/19/short-scripts-fevereiro-2018-transaction-log/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/12/09/short-scripts-dezembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/09/16/short-scripts-setembro-2017/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/06/08/short-scripts-junho-2017/

Agradecimento

Obrigado mais uma vez por sua visita, fico honrado com sua ilustre presença ao meu blog, desejo e espero que você possa ter encontrado algo que lhe ajudou.

Volte sempre, nos encontraremos mais uma vez na sessão Short Scripts no post do mês de agosto de 2018.

Abraços…

Dica do Mês – SQL Operations Studio – View as Chart


Olá, amantes de banco de dados e profissionais de tecnologia.

Bom dia, bom dia, bom dia….. Tudo bem? Que bom te encontrar por aqui mais uma vez, seja bem, volte sempre. Este é mais um post da sessão Dica do Mês, sessão dedicada a compartilhar mensalmente dicas, novidades, curiosidades e demais informações relacionadas ao Microsoft SQL Server, Banco de Dados e Tecnologias de Banco de Dados.

No post de hoje, quero dividir com você um recurso que conheci recentemente adicionado ao novo SQL Operations Studio, ferramenta que a Microsoft esta trabalhando a todo vapor para se tornar muito em breve um produto confiável, prático e robusto, da mesma maneira que aconteceu com o Management Studio (“isso já faz um tempinho, lá em 2005”), e principalmente multiplataforma(um produto interoperável).

Se por acaso você ainda não conhece esta nova ferramenta da Microsoft, fique calmo, seu primeiro preview foi lançado no final de 2017, e caso você queria conhecer um pouco mais sobre este novo produto, acesse: https://docs.microsoft.com/pt-br/sql/sql-operations-studio/what-is?view=sql-server-2017.

 

Falando um pouco mais sobre o post de hoje, normalmente quando executamos uma query no Microsoft SQL Server Management Studio, temos a possibilidade de apresentar o retorno de dados em tela no formato de tabela, texto ou se quisermos salvar em um arquivo texto, agora no SQL Operations Studio, temos algumas outras formas de apresentar ou salvar nosso retorno de dados, dentre elas a que eu mais gostei e acredito que você também vai gostar é conhecida como View as Chart (Visualizar como gráfico).

Como assim visualizar como gráfico? É isso mesmo, que você esta pensando, visualizar o resultado da sua query em alguns modelos predefinidos de gráfico em tempo real. Olha que fiquei de queijo caído com este recurso.

E ai, esta curioso em saber um pouco mais sobre esta nova forma de apresentar seus dados? Eu estou, e não vejo a hora de poder dividir com você um pouco deste recurso.

Então, vamos em frente, vou tentar mitigar a sua curiosidade e ao mesmo também satisfazer os meus objetivos. Sendo assim, seja bem vindo ao post – Dica do Mês – SQL Operations Studio – View as Chart.

Tenho a certeza visualizar seus dados em forma de gráfico, vai lhe ajudar muito nos momentos de análise e tomada de decisão.


Introdução

Lançado em novembro de 2017, o SQL Operations Studio, possui algumas missões um pouco indigestas (na minha opinião), mas que podem ser alcançadas, dentre elas:

  1. Se tornar um produto conhecido;
  2. Ser reconhecido como um produto independente e multiplataforma;
  3. Ser utilizado com uma ferramenta de apoio ao atual Management Studio;
  4. Não ser rotulado ou visto como o substituto do Management Studio para Windows; e
  5. Ser utilizado em ambientes Linux e Mac.

Mesmo com esta pequena relação de missões a serem cumprida, a Microsoft esta trabalhando de forma árdua a realmente lançar uma versão final do produto o mais breve possível (eu mesmo esperei um pouco mais para instalar o produto na minha máquina).

Mas, vamos em frente, dentro as novidades e melhorias adicionadas na última preview lançada do SQL Operations Studio (em 28/03/2018), aquela que mais me chamou a atenção, foi justamente a introdução do botão View as Chart, sendo este visível logo após o processamento e apresentação do resultado de um query.

Se você já estou utilizando este produto, talvez não tenha ainda percebido a presença deste ou outros botões que surgem em nossa tela ao lado da result as table que exibe as linhas de dados processadas, pois bem, a Figura 1 abaixo ilustra este e os demais botões:

Figura 1 – Apresentação dos botões View as Chart na guia de resultados exibida pelo SQL Operations Studio.

Agora eu acredito que você vai conseguir encontrar mais facilmente estes botões logo após processar suas querys no SQL Operations Studio.

Vamos avançar mais um pouco…..

View as Chart

Ao imaginar a possibilidade de apresentar nosso retorno de dados em tela, tendo como base, formatos predefinidos de gráficos é algo que nos permite estabelecer uma série de palavras do momento, dentre elas: Análise de Dados, Tomada de Decisão, Modelagem de Negócios, Mineração de Dados, Business Intelligence, enfim… possibilidade de tentar rotular um resultado apresentado como um gráfico, os fascinados por administração e gestão vão adorar. Sinceramente falando, não vejo que este recurso possa ser rotulado para todas as possíveis áreas, mas em especial uma dentre as mais diversas podemos, sendo ela: Análise de Dados.

Apresentar um conjunto de dados no formato de gráfico, com certeza é algo visualmente falando mais atrativo, bonito e didático do que simplesmente apresentar um monto de valores em uma tabela com colunas que muitas vezes não conseguir expressar ou transmitir seu significado.

Analisar um ou mais dados, é uma atividade diferencial para qualquer profissional da área de tecnologia, principalmente aqueles que possuem a ingrata missão de tentar através do números, símbolos e indicadores orientar seus clientes, empresas e parceiros em momento chaves para tomada de decisão, por outro lado ter a possibilidade de simular situações com base no processamento em tempo real de dados coletados ao longo de tempo e ver o que pode acontecer caso algo venha e mudar pode sim ser um grande “pulo do gato”.

Ao meu ver é justamente isso que podemos tentar adjetivar este recurso adicionado ao SQL Operations Studio, a capacidade de proporcionar um análise de dados para os profissionais de tecnologia, dentre eles: Desenvolvedores, Programadores e Administradores de Bancos de dados, que podem em tempo real realizar possíveis simulações e testes com seus dados nem necessitar utilizar ferramentas específicas para esta atividade.

Vamos em frente que atrás vem o DBA correndo (kkkkk)…..

Exibindo um Chart

Para que possamos realizar nossas práticas, vou utilizar o mesmo ambiente que venho trabalhando nos meus últimos post, mais especificamente o banco de dados utilizado no jogo de videogame Fifa 2018 recentemente compartilhado no meu blog.

Pois bem, caso você não deseje fazer o download do banco de dados, nas práticas que vamos realizar neste post, estou compartilhando um arquivo no formato JSON que justamente apresenta a massa de dados específica que iremos utilizar, além disso, o arquivo já esta pronto para você realizar o processo de importação caso esteja utilizando o Microsoft SQL Server 2016 ou superior. Faça o download do arquivo JSON clicando aqui.

Importante: Vale ressaltar que por questões de segurança a plataforma WordPress.com não permite upload de arquivo com extensão .json, sendo assim, foi adicionado ao final do arquivo a extensão .doc, após realizar o download basta remover esta extensão o final do nome do arquivo mantendo a extensão .json.

Caminhando mais um pouquinho….

Vou deduzir que você conseguiu realizar o download do arquivo, em seguida acessou seu Microsoft SQL Server 2016 ou 2017 e importou este conjunto de dados para dentro de um específico banco de dados, show de bola, sucesso, vamos em frente.

Agora com este dados disponíveis para serem acessados, podemos fazer uso do recurso View as Chart, para isso acesse o SQL Operations Studio, conecte-se em seu banco de dados, abra uma nova query e execute o Bloco de Código 1 apresentado abaixo, sendo esta a query base que utilizaremos para proporcionar a criação e execução de nossos gráficos:

— Bloco de Código 1 —

Select Top (50) Name,
Age,
Nationality,
Overall,
Potential
From PlayerPersonalData
Order By Overall Desc, Potential DESC
Go

Observe a simplicidade da query que utilizaremos, não se espante é isso mesmo, algo bastante simples para trabalhar com 50 linhas de registros armazenadas em um tabela denominada PlayerPersonalData.

Logo após a execução do Bloco de Código 1 apresentando anteriormente, o SQL Operations Studio deve ter retornado na sua tela um conjunto de dados similar ao apresentado na Figura 2 a seguir:

Figura 2 – Relação de dados apresentados após o processamento do Bloco de Código 1.

Muito bem, observe com atenção a Figura 2, veja que os botões apresentados na respectiva ordem:

  • Save as CSV;
  • Save as JSON(o arquivo json aqui compartilhado, foi criado através deste botão);
  • Save as Excel; e
  • View as Chart, foram habilitados e encontram-se disponíveis para uso, sendo o último botão o qual iremos utilizar para gerar nossos gráficos, sendo assim, clique nele.

Após clicar no botão View as Chart, automaticamente o SQL Operations Studio apresenta um primeiro modelo de gráfico em barras horizontais(HorizontalBar), conforme apresenta a Figura 3 a seguir:

Figura 3 – Gráfico padrão criado no modelo predefinido HorizontalBar.

Como eu havia destacado no início deste post, o SQL Operations Studio através do recurso View as Chart, apresenta um conjunto de gráficos predefinidos que podem ser aplicados ou não dependendo do tipo de retorno de dados apresentado por cada query, a Figura 4 apresentado a seguir, ilustra o conjunto de modelo de gráficos predefinidos independente do conjunto de dados processados pelo Bloco de Código 1:

Figura 4 – Relação de modelos predefinidos existentes no recurso View as Chart.

Legal, temos nossa massa de dados, já sabemos a relação de possíveis modelos de gráficos, o próximo passo é começar a brincar com este recurso em conjunto com suas querys criando novos gráficos, como forma de demonstração de algumas possibilidades, apresento abaixo algumas figuras que ilustram as diversidades de retornos de dados através do recurso View as Chart.

Exemplos de Gráficos

A seguir apresento em sua respectiva ordem as Figuras 5, 6, 7 e 8, que ilustram os modelos de gráficos: Line, Bar e PIE, note que todos os gráficos apresentam uma legenda, como também, podem ser exibidos na posição horizontal e vertical, e ao passar com o mouse em cima da área do gráfico, um hint é apresentado destacando a área e seus respectivos dados:

Figura 5 – Modelo de Gráfico Line.

Figura 6 – Modelo de Gráfico Bar.

Observação: Após exibir um gráfico em tela o SQL Operations Studio, nos permite salvar (Save as image) ou copiar (Copy as image), botões os quais estão disponíveis na barra de ferramentas apresentada em conjunto com nosso gráfico, bem acima da área de gráfico.

Por padrão ao salvar um gráfico como imagem será criado um novo arquivo formato de imagem no padrão .png (Portable Network Graphics, também conhecido como PNG’s Not GIF).

Figura 7 – Modelo de Gráfico Line – Dados analisados no formato de números e distribuídos na posição vertical.

Figura 8 – Modelo de Gráfico PIE – Dados distribuídos na posição vertical.

Ufa, chegamos ao final, sãos e salvos e como de costume com mais uma gama de conhecimento adquirido a partir deste momento. E ai ficou de queijo caiu com este recurso da mesma maneira que eu fiquei quando por acaso o descobrir? Acho que sim, não é verdade.

Então, mas não é somente a possibilidade de gerar gráficos que o View as Chart nos permite, ele também tem um outro botãozinho mágico que fica escondido chamado Create Insight, mas este botão eu vou deixar para que você descubra como fazer uso dele e quais os benefícios ele pode te trazer.

Antes de encerrarmos, gostaria de contar com a sua participação neste post, respondendo a enquete abaixo:


Referências

https://docs.microsoft.com/pt-br/sql/sql-operations-studio/release-notes?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/pt-br/sql/sql-operations-studio/insight-widgets?view=sql-server-2017

https://docs.microsoft.com/en-us/sql/sql-operations-studio/tutorial-build-custom-insight-sql-server?view=sql-server-2017&viewFallbackFrom=ssdt-18vs2017

Posts Anteriores

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/03/14/dica-do-mes-microsoft-sql-server-2017-sql-graph-databases/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2018/01/24/dicadomes-sqlservertoolsuiteintroduction/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/11/01/dicadomessql2017novascolunasinternas/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/08/26/dica-do-mes-simulando-a-insercao-de-uma-massa-de-dados-aleatoria/

https://pedrogalvaojunior.wordpress.com/2017/05/23/conhecendo-e-aplicando-o-uso-de-atualizacao-de-estatisticas-incrementais/

Conclusão

Como de costume a cada novo produto, versão, service pack ou atualizações que a Microsoft e seu time de engenheiros especialista do SQL Server disponibiliza, novos e novos elementos são implementados ao vasto conjunto de possibilidades que o Microsoft SQL Server nos oferecer.

O SQL Operations Studio é justamente um destes elementos que vem aos poucos adquirindo seu espaços, se tornando componente importante para os desenvolvedores, programadores, analistas e administradores no que se relaciona as tarefas ou atividades oriundas de um ambiente de banco de dados.

A partir da nova versão do SQL Operations Studio, temos um grande recurso que nos permite utilizar modelos de gráficos predefinidos como fonte de análise dos dados os quais foram processados e apresentados em nossa tela, através do View as Chart, a Microsoft trouxe um pequeno ambiente que nos permite analisar, validar e tomar possíveis decisões de acordo com as simulações de dados processadas em real time em nossas querys.

Agradecimentos

Agradeço a você por sua atenção e visita ao meu blog. Fique a vontade para enviar suas críticas, sugestões, observações e comentários.

Um forte abraço, nos encontramos no próximo post a ser publicado no mês de junho.

Salve o SQL Operations Studio, estamos todos ansiosos ter esperando…

Um forte abraço, sucesso e até o próximo post.