Cibersegurança aplicada a banco de dados e seus desafios

Segundo Fernando A. S. F. Junior, colunista do Portal ITForum365, o aumento da conectividade da internet e da economia digital, alimenta um crescimento exponencial de dados acumulados por organizações.


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Com o aumento da conectividade da internet e da economia digital, alimenta-se um crescimento exponencial de dados acumulados por organizações. Segundo a Forbes, em 2015, o volume de dados criado nos dois anos anteriores foi maior que a quantidade produzida por em toda história da humanidade.

Esse crescimento, aumentou muito o interesse dos cibercriminosos por promoverem invasões – e o fato de haver grande quantidade de informações em um só lugar favorece isso – e também o números de ferramentas e recursos de proteção contra ataques. Como os dados se tornaram protagonistas nas empresas, o vazamento de informações estratégicas pode resultar em processos milionários e até mesmo na quebra do negócio.

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As principais tendências de cibersegurança para 2020 na visão da Microsoft

A Microsoft divulgou quais são as principais tendências que acredita que demandarão muita atenção das organizações durante o ano de 2020.


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“A segurança cibernética é a questão central do nosso tempo – e, na Microsoft, acreditamos ter a responsabilidade de proteger nossos clientes. É uma obrigação que adotamos”, disse Glaucia Faria Young, diretora de Engenharia e Parceiros de Software da Microsoft.

Ao redor do mundo, são gastos US$ 1 trilhão anualmente para combater o cibercrime – três vezes mais do que se gasta para reparar os estragos feitos por desastres naturais. A Microsoft, por sua vez, investe cerca de US$ 1 bilhão anualmente para combater o cibercrime e analisa mais de 8,2 trilhões de sinais todos os dias para proteger emails, identidades, aplicativos, infraestruturas, entre outros focos de ataques.

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Novas especificações de Tokens podem ser criadas por IBM, Intel, JP Morgan e Microsoft

Nova moeda digital poderá ser criada compatível com regulamentações para qualquer lugar.


Uma nova especificação para permitir que as empresas criem tokens baseados em blockchain para comércio e finanças internacionais foi publicada – e as empresas já testaram criptomoedas baseadas na solução para pagamentos e liquidação transfronteiriça.

O Token Taxonomy Framework v1.0 (TTF) foi desenvolvido por mais de 20 companhias e supervisionado pela Enterprise Ethereum Alliance (EEA). Seu objetivo: fornecer às empresas e desenvolvedores acesso a um conjunto de componentes reutilizáveis ​​e intersetoriais para criar tokens.

Foto: Shutterstock

“Em termos práticos, um usuário comercial ou consórcio pode selecionar um tipo básico de token e escolher entre listas de comportamentos e propriedades e atribuí-los ao token, assim como você pode arrastar e soltar ícones em uma tela”, disse Marley Gray, arquiteto da Microsoft para engenharia de blockchain do Azure e membro do conselho da EEA.

“A estrutura permite que uma pessoa crie um token usando uma ferramenta de design sem escrever nenhum código.” Os criadores da solução afirmaram que a novidade é diferente da criptomoeda Libra do Facebook, cujo lançamento pode ser dificultado pela intensa polêmica regulatória nos EUA e na Europa.

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5 dicas básicas para se enquadrar com as exigências da LGPD

Como sua empresa precisa se organizar para não herdar dores de cabeça quando a LGPD entrar em vigor em 2020.


A maior parte das empresas, de pequenas a gigantes, em alguma frente de seu negócio, recebe algum tipo de dado do seu cliente – desde um nome e data de nascimento chegando a informações sensíveis, como o número do cartão de crédito, caso bem comum nas companhias de e-commerce, por exemplo.

Se este é o caso da sua empresa, então a LGPD – Lei Geral de Proteção de Dados – é para você, ela começará a valer a partir de 16 de agosto do ano que vem. Inspirada na GDPR (General Data Protection Regulation ou Regulamentação Geral de Proteção de Dados), da União Europeia, a lei brasileira define como as empresas devem tratar, a partir do marco zero, dados de cidadãos brasileiros, e como devem se preparar para evitar vazamentos e que esses dados caiam em mãos erradas, como as dos criminosos digitais.

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A partir da vigência da lei, companhias que a infringirem poderão ser, dependendo da infração, advertidas ou receber multas até 2% do faturamento, limitada, no total, a R$ 50.000.000,00. O especialista Marcos Paulo Pires dos Santos, diretor de engenharia de valor da Think IT, empresa brasileira provedora de serviços de infraestrutura de TI, lista os passos que sua organização precisa assumir para não herdar dores de cabeça quando a LGPD entrar em vigor em 2020:

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O Windows Security da Microsoft em pé de igualdade com as soluções pagas

A Microsoft trabalhou duro e forte desde 2013 quando obteve os piores resultados, agora se tornou uma referência na área de proteção e acesso.


Você não precisa mais pagar por softwares de antivírus. O Windows Defender da Microsoft, um serviço gratuito integrado ao Windows 10, agora é tão bom quanto as soluções antivírus/antimalware pagas que coletam seu dinheiro há anos.
Milhares de usuários de PC se acostumaram a pagar por software antivírus por dois motivos: boas alternativas gratuitas eram escassas, e a Microsoft ofereceu proteção mínima via Windows, cedendo a categoria ao Norton, Kaspersky e vários outros fornecedores.
Os primeiros esforços antimalware do Windows foram tão abismais que agências de teste como AV-comparatives.org e AV-test.org usaram o Defender como o nível de desempenho básico (ou seja, lixo).
Em 2019, o Windows Defender Antivirus da Microsoft, embutido no Windows 10 gratuitamente, geralmente supera os serviços pagos. O Windows agora agrupa o Windows Defender Antivirus abaixo do que chama de Segurança do Windows, que inclui o Firewall do Windows e outras ferramentas.

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Num futuro não muito distante poderemos realizar restauração do Windows 10 nas nuvens

A novidade conhecida inicialmente como Cloud Download poderá estar brevemente disponível nas próximas versões do Windows 10.


Quem nunca teve a necessidade de realizar um Master Reset em seu Celular? Eu mesmo já tive este “desprazer”!

Pois bem, esta é uma funcionalidade que também esta presente no Windows 10 a algum tempo, mas agora a Microsoft esta pensando em algum mais evoluído ou até mesmo revolucionário. Estou me referindo a capacidade de restaurar o sistema operacional instalado em nosso desktop ou notebook através da internet.

Nos últimos dias surgiram algumas informações extra oficiais na Internet que justamente destacam esta futura funcionalidade conhecida até o presente momento como Cloud Download.

Segundo um twitter publicado pelo perfil Albacore a Microsoft já esta trabalhando neste recurso, e pretende já na próxima atualização do Windows 10 a ser publicada em 2020:

Além disso, este mesmo perfil destacou que esta funcionalidade Cloud Download, atualmente encontra-se em uso de uma forma não oficial, realizando download da Build 14393 do Windows 10, ou seja, a Redstone 1, a partir de agosto de 2016, sugerindo que, na verdade, é um recurso antigo que a Microsoft está revivendo, este mesmo recurso apareceu pela primeira vez no Build 14908, a partir de 2016, e fez o download da mesma versão do Windows que a Ferramenta de Criação de Mídia, sem personalização sofisticada ou download diferencial.

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Em testes realizados pelo instituto AV-Test Windows Defender obtem nota máxima

Durantes os meses de Maio e Junho o instituto internacional AVTest realizou uma nova bateria de avaliações em diversos antivírus existentes.


Entres os meses de maio e junho deste ano, o instituto internacional AV-Test avaliou continuamente 20 produtos de segurança para usuários domésticos que utilizam o sistema operacional Windows, dos seguintes fornecedores:

Os quais foram submetidos a testes com base em suas configurações padrões, nas versões atuais publicamente disponível de cada produto, todos foram autorizados a atualizar-se a qualquer momento e consultar seus serviços na nuvem, estes produtos tiveram que demonstrar suas capacidades usando todos os componentes e camadas de proteção.

O WINDOWS DEFENDER “FUTURAMENTE CONHECIDO COMO MICROSOFT DEFENDER”

A solução antivírus da Microsoft recebeu 6/6 pontos na categoria Proteção, 6/6 pontos na categoria Facilidade de uso e 6/6 pontos na categoria Performance nos testes conduzidos entre maio e junho deste ano.

Os testes aplicados na categoria Proteção visam determinar como as soluções antivírus se comportam contra malwares 0-day, o Windows Defender bloqueou 100% das 307 amostras, superando a média da indústria que é de 97,1%.

Além disso, o AV-TEST tentou determinar como as soluções antivírus se saem na detecção de malwares descobertos nas últimas quatro semanas, mais uma vez antivírus da Microsoft se detectou e bloqueou 100% das 2.408 amostras, a média da indústria é de 99,8%.

Nos testes da categoria Performance, a AV-TEST avaliou o impacto de cada antivírus testado no desempenho do computador. Em primeiro lugar, o Windows Defender obteve destaque quando se trata da lentidão que ele gera ao abrir sites populares no chamado hardware de baixa e alta (computadores lentos e rápidos) com uma pontuação de 13% e 14%, respectivamente. Isso significa que ele se saiu melhor do que a média da indústria, que é de 19% e 16%, respectivamente.

O Windows Defender não causa lentidão no dispositivo ao baixar aplicativos usados com frequência, mas em vez disso, ele gera uma desaceleração de 8% ao iniciar um software padrão em ambos os tipos de computadores, ressaltando que a média da indústria é de 10% e 9%, respectivamente.

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